BRT Transcarioca recebe nove linhas alimentadoras

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Corredor de ônibus Transcarioca entra em nova etapa de operação e recebe nove linhas alimentadoras em substituição de oito convencionais.

Transcarioca recebe mais linhas alimentadoras
De acordo com a prefeitura do Rio de Janeiro, serviços vão substituir linhas convencionais e diminuir quantidade de ônibus em vias comuns
ADAMO BAZANI – CBN
A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou que a partir desta segunda-feira, dia 25 de agosto de 2014, o corredor exclusivo para ônibus BRT – Bus Rapid Transit entra em nova fase com a substituição de linhas convencionais por linhas alimentadoras do sistema.
Serão criadas nove linhas alimentadoras e oito linhas antigas deixam de circular por vias comuns compartilhadas com os carros.
Segundo a prefeitura do Rio de Janeiro, com a medida será possível ampliar a velocidade dos carros de passeio, já que vai diminuir o total de linhas dividindo espaço nas ruas, e principalmente deve haver um ganho de tempo para os passageiros, já que as linhas vão até terminais ou estações do corredor, por onde ônibus maiores em pista exclusiva seguem a viagem.
O BRT Transcarioca liga a Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, na Ilha do Governador, em 39 quilômetros de extensão. São 47 estações e cinco terminais, passando por 27 bairros como Curicica, Taquara, Tanque, Praça Seca, Campinho, Madureira, Vaz Lobo, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Penha, Olaria e Ramos.
De acordo com a prefeitura do Rio de Janeiro, o sistema deve, até o final da implantação, atender pouco mais de 200 mil passageiros por dia. Até então, ainda segundo o poder público, houve uma redução do tempo de trajeto no transporte público de até 60%.
Em nota, a prefeitura detalha as mudanças das linhas que vão ocorrer gradativamente a partir desta segunda-feira:
– 816A (Capela – Tanque), em substituição a 816 (Taquara – Hospital Cardoso Fontes), com integração ao BRT no Terminal Mestre Candeia, junto a estação Tanque.
– 690A (Méier – Madureira), em substituição a 690 (Méier – Alvorada via Madureira), com integração ao BRT no terminal Paulo da Portela, em Madureira.
– 890A (Tanque – Alvorada via Cidade de Deus), em substituição a 690 (Méier – Alvorada via Madureira), com integração ao BRT nos terminais Mestre Candeia (junto a estação Tanque) e Alvorada.
– 932A (Gardênia Azul – Tanque via Pau Ferro), em substituição a 732 (Gardênia Azul – Cascadura), com integração ao BRT no Terminal Mestre Candeia, junto a estação Tanque.
– 810A (Pontal – Curicica), em substituição a 747 (Vargem Grande – Cascadura), com integração ao BRT na estação Praça do Bandolim (Transcarioca).
– 809A (Curicica – Recreio via Vargem Grande), em substituição a 749 (Cascadura – Recreio via Vargem Grande), com integração ao BRT na estação Praça do Bandolim (Transcarioca).
– 954A (Curicica – Recreio via Benvindo de Novaes), em substituição a 758SV (Cascadura – Recreio via Benvindo), com integração ao BRT na estação Praça do Bandolim (Transcarioca).
– 875A (Praça Seca – Chácara circular), em substituição a 875 (Praça Seca – Chácara), com integração ao BRT na estação Praça Seca (Transcarioca).
– 991A (Taquara – Alvorada via Cidade de Deus), em substituição a 691 (Méier – Alvorada via Taquara), com integração ao BRT nos terminais Bandeira Brasil (Taquara) e Alvorada.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Luiz Vilela disse:

    Sistema parece bastante bem sucedido, atendendo rota importante, carente de opções. Terrível para carros e perigosa para motos.

    Ainda haveria problemas com pavimentação?

  2. Eliminar linhas diretas e manter carros nas ruas. Esse BRT tem sido um tremendo fracasso, na opinião dos usuários, pois além de eliminar linhas diretas e obrigar a baldeação, gerando mais desconforto e perda de tempo, estimula o fechamento de ruas (transformadas em calçadões ou limitadas a automóveis), obrigando o passageiro a andar léguas até o destino desejado. Perguntam aos passageiros se não é verdade? Apenas políticos e entusiastas estão gostando do BRT, pois não costumam usar esse tipo de transporte de maneira frequente, nos horários de pico.

    Não seria melhor voltar como antes e fazer um planejamento por melhores itinerários, mantendo linhas diretas, desistindo de fechar ruas e fazer campanhas insistentes para o menor uso possível do automóvel? Pelo jeito as autoridades viciaram em usar fórmulas prontas mas ineficientes (apesar de eficazes apenas), como o BRT, a UPP, a UPA e outras siglas pomposas.

    Ah! Ônibus é problema de logística e não de engenharia. Muita gente vai discordar de tudo que estou dizendo, mas fiz uma pesquisa mostrando que o BRT é altamente dispensável. Um ônibus pomposo que representa muito mais estética do que solução.

    1. Paulo Gil disse:

      Transproblemas, boa noite.

      Sou de Sampa, não imaginava que esse BRT é uma CF (Canoa Furada).

      Planejamento ?

      Essa palavra não consta no “pai dos burros” dos políticos e gestores.

      E infelizmente não usam nem a engenharia nem a logística; em Sampa já caiu viga do AEROTREM, antes mesmo de unir as mesmas ou de operar.

      Imagina quando entrar em operação, vc viu o que ocorreu com o viaduto em BH.

      Só o disco voador “sarva nóis”, desde que gerenciados pelos ET´s das galáxias.

      Rsssssssssssssssssssssssss

      Att,

      Paulo Gil

  3. samuel barreto disse:

    Pra nós aqui em sepetiba foi muito bom obrigado

  4. Paulo Gil disse:

    Amigos, boa noite.

    Bacana !

    Enquanto isso, Sampa.

    ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

    Att,

    Paulo Gil

  5. Enquanto isso SP só na promessa do Sr Haddad.

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