Ícone do site Diário do Transporte

Mestre da USP diz que investimento em trilhos só vale a pena se for Metrô

Para professor da escola politécnica da USP, sistemas de trilhos de média capacidade representam altos custos e nascem saturados. Ele defende ampliação da rede de ônibus enquanto metrô se expande. Foto: Governo do Estado de São Paulo.

Se é para investir em trilhos, que seja em sistemas de alta capacidade
Mestre e engenheiro de tráfego pela Politécnica da USP defende ônibus como solução imediata para transportes
ADAMO BAZANI – CBN
O mestre e engenheiro de tráfego da Escola Politécnica da USP, Sergio Ejzenberg, diz que o alto índice de falhas no metrô, uma grave a cada três dias, se deve à saturação da malha já existente, com superlotação.
Ele diz que o metrô é o melhor custo benefício para a cidade e defende a ampliação de corredores de ônibus em São Paulo.
“Enquanto não tem metrô é ônibus. Qualquer outra alternativa é cara e não se encaixa. Sistemas (de trilhos) de média capacidade são caros,o custo por passageiro é alto e já nasce saturado. Numa cidade que tem tremenda carência do metrô, não adianta fazer trilho de média capacidade, tem de ser trilho de alta capacidade” – disse Sergio Ejzenberg à jornalista Tânia Morales, no Programa CBN – São Paulo,produzido por Gabriela Gonçalves.
Ele afirmou que em relação à capacidade de atendimento,o metrô acaba sendo o modal mais barato,mas sua construção é lenta.
Ouça:
http://cbn.globoradio.globo.com/programas/cbn-sao-paulo/2014/03/24/QUALQUER-PROBLEMA-SE-TORNA-GRAVE-NO-METRO-DE-SP.htm
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

Sair da versão mobile