Corredores exclusivos para táxis – uma nova discussão

ônibus superarticulado

Ônibus que pode transportar até 170 pessoas. Para beneficiar de um a quatro passageiros, um táxi no corredor pode deixar mais demorada a viagem destas 170 pessoas. O táxi é essencial na mobilidade urbana, mas a cidade não deve ser loteada e o espaço urbano precisa ser democratizado, priorizando a maioria das pessoas que ao usar o transporte público contribui para um melhor aproveitamento das vias e para a redução dos níveis de poluição. Foto: Adamo Bazani.

Corredores para táxis: as cidades não podem ser loteadas
Proposta de criação de faixas exclusivas para táxis é polêmica e vai na contramão das propostas para a democratização do espaço urbano
ADAMO BAZANI – CBN
Em meio às discussões sobre a proibição do tráfego de táxis nos corredores de ônibus à esquerda do fluxo da via, durante a 4ª reunião do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito de São Paulo foi discutida a possibilidade da criação de faixas e corredores para táxis.
A reunião, nesta quinta-feira, dia 19 de dezembro, teve a participação do arquiteto e urbanista Jaime Lerner, responsável pela implantação do primeiro sistema de corredores de ônibus – BRT (Bus Rapid Transit) do mundo, em 1974 na cidade de Curitiba.
Ele apresentou um plano de corredores de ônibus para São Paulo com a criação de dois eixos que circundam a região central (Paulista – Congonhas e Grajaú – Santana) e três corredores interbairros. As estruturas seriam do tipo BRT, com pontos de ultrapassagem, embarque e desembarque acessíveis e estações em vez de pontos – Confira os detalhes no link: http://blogpontodeonibus.wordpress.com/2013/12/19/o-projeto-de-corredores-de-onibus-feito-por-lerner-para-sao-paulo/
Lerner não descartou a possibilidade da criação de espaços exclusivos ou preferenciais para táxis.
Mas, segundo ele, isso só deve ser feito depois da implantação de um sistema de mobilidade que privilegie as pessoas no transporte público de massa.
Ele deve participar da implantação do primeiro corredor de ônibus que faz parte dos 150 quilômetros prometidos pelo prefeito de São Paulo Fernando Haddad até 2016.
O modelo deve ser seguido pelos demais corredores, com ajustes necessários para cada região e aperfeiçoamentos de acordo com o surgimento de novas necessidades dos passageiros.
Vias como a Avenida 23 de maio, Radial Leste, Aricanduva, e Bandeirantes devem ser a primeiras a ganhar corredores de fato para ônibus e não devem continuar apenas com as faixas exclusivas.
O arquiteto e urbanista que implantou o sistema de transportes hoje seguido por 126 países, deve também auxiliar a prefeitura de São Paulo na criação da chamada “Operação Controlada”.
A operação trata-se do uso de equipamentos tecnológicos, como GPS e criação de aplicativos para celulares e computadores, para que o passageiro tenha previsão de quando o ônibus vai chegar ao ponto onde é aguardado. Mas para que a operação controlada dê certo não basta tecnologia de informação. É necessário que os ônibus cumpram de fato os horários e isso só é possível pela criação de redes confiáveis com vias que possibilitam que a circulação dos coletivos tenha a menor interferência possível de outros veículos. A fiscalização mais intensa do poder público sobre a realização das viagens, exigindo a freqüência estipulada para as empresas de ônibus complementa a “Operação Controlada”.
Ainda em relação aos táxis ganharem faixas ou corredores, durante a reunião, o secretário municipal de transportes de São Paulo, Jilmar Tatto, se mostrou receptivo à proposta, mas disse que a ideia precisa de mais estudos. Pelos espaços poderiam circular também veículos de outros serviços, como vans escolares e ônibus para fretamento.
No dia 15 de janeiro de 2014 está proposta uma nova reunião para discutir se os táxis devem ou não continuar a trafegar pelos nove dos dez corredores de ônibus existentes na cidade de São Paulo.
O promotor de Urbanismo e Habitação, Maurício Ribeiro Lopes, do Ministério Público Estadual de São Paulo, ao analisar estudos que mostram que a presença dos táxis reduz a velocidade dos ônibus nos espaços exclusivos recomendou que a prefeitura proíba a circulação destes veículos no espaço do transporte coletivo.
Se a administração de Fernando Haddad não seguir a recomendação em 45 dias, o promotor promete entrar com uma ação civil pública contra o município para que os táxis sejam retirados dos corredores.
OPINIÃO DO BLOG PONTO DE ÔNIBUS:
Faixas para táxis não parecem, num primeiro momento, a solução mais adequada para a mobilidade urbana, mesmo depois da implantação dos corredores de ônibus.
As vias devem ser das pessoas e os veículos apenas instrumentos para o deslocamento. Não se pode criar margem para um verdadeiro loteamento do espaço urbano.
Se há faixas para táxis, logo os motociclistas vão querer faixas também, apesar de os resultados das poucas implantadas em São Paulo não terem correspondido às expectativas. As ambulâncias, os médicos mesmo em seus carros particulares, os carros de entrega, dos correios, funerários, etc, também podem pleitear espaços próprios e isso vai na contra-mão de tudo que é necessário para criar uma cidade democrática.
Já o espaço para o transporte coletivo é diferente. Há um melhor aproveitamento da cidade, sendo atendido um maior número de pessoas.
Há muito tempo as vias não só da cidade de São Paulo, mas de praticamente todas as regiões urbanas do País mostram a total falta de democracia no uso do espaço público.
Mais de 80% das ruas e avenidas são destinadas aos carros de passeio, motos e outros meios de deslocamento motorizado individual que sequer transportam 35% do número de pessoas que passam por estas vias.
Os caros que em média levam duas pessoas ainda têm preferência em tudo: no uso do espaço urbano, nos financiamentos públicos diretos e indiretos e nas políticas voltadas ao transporte.
Há muito tempo que melhorar o trânsito pelos agentes públicos, em medidas pouco inteligentes do ponto de vista técnico, mas que rendem ainda votos, é abrir e alargar avenidas que poucos meses depois perdem totalmente a eficiência e ficam congestionadas.
Quando os técnicos e estudiosos dizem que é necessária a implantação de faixas e corredores para ônibus, na verdade, a prioridade no espaço urbano proposta não é para o ônibus em si, mas para a maioria das pessoas que ele transporta.
O transporte público é uma forma racional e inteligente de aproveitar as áreas cada vez mais escassas nas cidades. É aquele velho exemplo dado sempre aqui neste espaço: enquanto um ônibus em 13,2 metros transporta 80 pessoas, seriam necessários 40 carros que ocupariam 169 metros lineares para atenderem o mesmo número de passageiros, levando em consideração a média de duas pessoas transportadas por carro.
Os táxis são de importância vital para a cidade. Tanto é que os 34 mil táxis da cidade ainda não atendem toda a demanda por este meio de transporte.
Mais uma vez, no entanto, deve-se pensar no bem estar da maioria e na melhoria do ir e vir das pessoas.
Quando um táxi comprovadamente reduz a velocidade de um ônibus ao entrar e sair dos corredores, é um veículo que beneficia no máximo quatro passageiros contra outro que pode atender em média 80 pessoas.
Agora multipliquem esse número pela frota de 34 mil táxis e de 15 mil ônibus municipais. Os táxis transportam em São Paulo aproximadamente 500 mil pessoas por dia, de acordo com as entidades que representam os motoristas. Somente os ônibus municipais atendem a cerca de 6,5 milhões de pessoas diariamente.
Realmente, o táxi não é o vilão da mobilidade urbana. Pelo contrário, ele contribui muito. Mas deve vir em primeiro lugar o bem estar da maioria que ao usar o transporte público ajuda na utilização do espaço urbano de maneira mais justa e contribui para a redução dos níveis de poluição.
O táxi pode substituir carros nas ruas, mas não na mesma proporção que os ônibus, trens e metrô. Além disso, ele não se trata de transporte público.
É um meio de deslocamento privado mediante o “aluguel” de seu uso. Assim como o ônibus fretado que tanto auxilia na redução do número de carros nas ruas. Os serviços de fretamento são transportes coletivos, mas não públicos.
Dizer que nos países desenvolvidos os táxis usam o espaço do transporte público é um equívoco.
Isso porque, em tais nações, o predomínio é do transporte metroferroviário, muito eficiente.
O Brasil se estagnou em relação à malha de trens suburbanos e metrô. Muito poder ser feito para aumentar a oferta deste tipo de serviço, mas não dá mais para conseguir a malha que o país poderia ter se não parasse no tempo.
Desapropriações, obras caras e demoradas, corrupção que faz dos canteiros de obras verdadeiros ralos do dinheiro público e matadouro de operários e até mesmo o crescimento desordenado que criou um modelo de cidade que permite poucas intervenções deixam a criação de ramais metroferroviários em algumas regiões (algumas, nem todas) impossível.
Os corredores de ônibus bem estruturados para atender de maneira rápida e confortável uma grande quantidade de pessoas são essenciais para cidades de médio e grande porte.
São obras de custo baixo ou médio, de rápida conclusão e que pode atender demanda parecida com a do metrô, dependendo do projeto.
Nos países desenvolvidos que tanto são citados como exemplos de compartilhamento de espaço entre táxis e ônibus, os corredores BRT oferecem uma separação real e necessária dos coletivos dos demais veículos, não permitindo, portanto, este compartilhamento.
A atitude do promotor Maurício Ribeiro Lopes pode ser classificada até de extremista por alguns, mas revela a coragem e o desprendimento com a imagem eleitoreira que as autoridades gestoras dos transportes deveriam ter há muito tempo.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

11 comentários em Corredores exclusivos para táxis – uma nova discussão

  1. Luís Fernando Janeiro // 19 de dezembro de 2013 às 22:31 // Responder

    Mais uma vez o lobby dos taxistas vai imperar. DUVIDO que o secretário tenha peito pra brigar com os taxistas. Adamo, sugiro a você que faça uma matéria abordando a quantidade de categorias que já pediram pra usar os corredores: Juízes, Oficiais de justiça, Militares, VUC´s, etc. Enquanto as autoridades continuarem a abrir exceções, sabe quando o transporte público será prioridade ? NUNCA !!!!!

  2. Boa noite.
    Ontem pela manhã eu descí toda a Av Rebouças, com um trânsito caótico e durante todo o tempo prestei a máxima atenção ao corredor de ônibus.
    Nunca ví coisa mais inútil em matéria de transporte.
    O intervalo entre os onibus é extremamente grande, considerando que aquilo é um corredor exclusivo deles.
    E se formos considerar que passam alí inúmeras linhas, é mais absurdo ainda.
    Por outro lado, entre cada onibus que passa pode-se contar de 10 a 15 táxis, alguns sem passageiro inclusive e mais um monte de motos.
    Acho que se os onibus voltassem para a direita e o corredor ficasse exclusivamente para os táxis, carros oficiais, motos, ambulâncias, carros dirigidos por velho de chapéu e principalmente para aqueles malucos que andam com escadas no teto como se realmente estivessem indo resolver algum problema dos seus clientes, certamente os carros junto com os onibus andariam muito melhor nas duas faixas da direita.
    Lineu Carneiro Saraiva

  3. Essa é a piada do século…faixa para táxi…logo logo vai ter faixa pra van escolar, faixa pra ônibus fretado, faixa para carros oficiais…Esta ficando cada vez mais insuportável viver em SP com essas ideias malucas e com gestores públicos que ainda cogitam adotar essas maluquices…

  4. Duvido muito tirar os taxis so um milagre mesmo mesmo sendo transporte particular,SP so tem lugar pra carro mal investe em transporte publico por isso a cidade esta um caos

  5. Amigos, bom dia.

    Essa questão não pode ser resolvida de forma radical.

    Se algum dia na história de Sampa tivermos um corredor a lá Sr. Jaime Lerner, não há o que se discutir a presença dos táxis nestes, é inviável e pronto, é uma questão técnica.

    Nos corredores a lá Sampa, entendo que das 10 as 16 hs, os táxis podem circular numa boa, contentando gregos, troainos e paulistanos.

    Faixa exclusiva para táxi o Conselho Municipal de Transporte e Trânsito de São Paulo, já demonstro sua incompetência, pois este é um assunto que nem deve ser pensado por um “Conselho” que se preze.

    Melhor fazer um corredor para ambulâncias, ai sim até tem sentido, afinal o maior bem que se tem é a vida.

    Vou mandar mais uma previsível.

    2 eixos para Sampa é pouco.

    Precisamos de no mínimo 6, sendo 2 no sentido norte – sul; 2 no sentido leste – oeste;
    1 no sentido noroeste – sudeste e 1 no sentido nordeste – noroeste.

    Outro questão desnecessária é a atuação do MP neste caso, pois esta é uma questão técnica que tem de ser de responsabilidade da “fiscalizadora”, afinal o MP tem assuntos de maior relevância para se preocupar.

    Att,

    Paulo Gil

  6. O exemplo acima, do Lineu ,é só uma amostra do que acontece.

    Vamos partir do início:

    Deveríamos ter faixas exclusivas para ônibus e utilizadas SOMENTE por ônibus, pois o que melhora a mobilidade urbana é o transporte coletivo, conforme a opinião do blog, nesse post. Ok. Porém, o Lineu citou o caso que mais me chama atenção: NÃO ADIANTA DAR ESPAÇO PRA ÔNIBUS, SE O TRANSPORTE COLETIVO CONTINUAR UMA BOSTA. Se há faixas exclusivas, os responsáveis pelo transporte coletivo devem APROVEITAR A OPORTUNIDADE, oferecendo mais ônibus, mais agilidade, maior conforto e qualidade. Querem uma prova do descaso por esses empresários do transporte coletivo? 80% (vou repetir pra provas que não digitei errado: OITENTA POR CENTO) dos ônibus urbanos produzidos não possuem ar condicionados, inclusive em cidades quentíssimas no Norte e Nordeste! Como que um cidadão vai deixar de andar de carro, seja particular ou taxi, pra andar num INFERNO de transporte coletivo, sem contar a falta de segurança dentro desses transportes coletivos e de lugar, andando como se fosse numa lata de sardinha!

    Querem uma dica: enquanto esses empresários não fazer a parte deles também, o transporte coletivo NUNCA VAI BOMBAR nesse país! NUNCA! E, é claro, vai chegar um ponto em que o país vai parar.

    • Alberto Lopes, boa noite.

      De pleno acordo, INFERNO mesmo.

      Por outro lado 2 observações.

      1) Se eles não limpam os buzões já pensou quando iam limpar filtro de ar condicionado,
      ia ter bactéria em dobro.

      2) Lamentavelmente a grande maioria dos brasileiros, não tem noção de qualidade (aceita qualquer porcaria) mesmo pagando e o pior tem preguiça de lutar por seus direitos, pois dá muito trabalho.

      Um bom exemplo são as companhias telefônicas; outro dia pedi para trocar o fio do poste fiquei uma hora no 0800 e depois dessa canseira toda minha conta de telefone foi parar do outro lado da cidade sem ninguém pedir.

      Outro exemplo:

      Se alguém vai no açougue com R$ 10,00 sabe o que poderá trazer 100 g de Filet Mignon ou 500 g de músculo, certo? certo.

      Agora eu pergunto:

      Quanto custa um minuto de uma ligação de celular ??

      Enquanto aturarmos tudo, NÃO TEREMOS NADA.

      Att,

      Paulo Gil

  7. Mais uma ideia de jirico…Corredor pra Taxis…QUANTAS PESSOAS CARREGA UM MALDITO TÁXI? NO MÁXIMO 5…E DEPENDE DO VEÍCULO…ESSA É A HERANÇA DO SERRA E DO KASSAB…IMAGINEM O SERRA COMO PRESIDENTE DA REÚBLICA…P …Q O PARIU…!!PRECISAMOS COM URGÊNCIA DE CORREDORES DE ÔNIBUS REALMENTE E X C L U S I V O S P/ OS COLETIVOS! E PRECISAMOS COM URGÊNCIA DE UMA MAIOR ATENÇÃO AS LINHAS DOS BAIRROS Q LIGAM BAIRROS DE UMA MESMA REGIÃO E BAIRROS DE REGIÕES DIFERENTES NESSAS BENDITAS 08 AREAS CRIADAS PELA ENTÃO PREFEITA MARTA SUPLICY, EM 2002…COM MUITA URGÊNCIA SEM Q TENHAMOS Q IR AO CENTRO DA CIDADE PRA ACESSAR DETERMINADA REGIÃO…E SEM TER Q PEGAR DOIS ÔNIBUS PRA IR A LUGAR AONDE PODERIAMOS NOS VIRAR APENAS COM UM! E Q SE COLOQUEM ESSAS COOPERATIVAS EM ORDEM, Q ELAS FAÇAM AQUILO PARA O QUAL LHES FOI PERMITIDA A CRIAÇÃO E EXISTÊNCIA E NÃO FICAREM INDO DE BIARROS PERIFÉRICOS E CARENTES AO CENTRO EXPANDIDO DA CIDADE, COMO ACONTECE HJ EM DIA AINDA E AONDE EU MORO TEMOS EXEMPLOS DISSO…TEM LINHAS DA FÊNIX Q SÃO MAIS CUMPRIDAS Q AS DA SAMBAÍBA…179X/10-JD. FONTALIS /METRÔ BARRA FUNDA…COMO PODE?? E ÔNIBUS VELHOS E SUJOS…RODANDO NESSA E EM OUTRAS LINHAS DELES…Q É ISSO?! DEVE-SE FAZER O Q FOI FEITO POR EXEMPLO COM LINHAS COMO A 117Y/10, Q FOI CANCELADA E DESMEMBRADA/SECCIONADA NA VILA NOVA CACHOEIRINHA…AREA-2, ZONA NORTE…A 2013/10, TRAZ AS PESSOAS DA COHAB JD. ANTARTICA, ATÉ A ESTAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA CONSTRUÍDA NA AVENIDA INAJAR DE SOUZA, PRÓXIMO A O TERM. CACHOEIRINHA, E A SAMBAÍBA AS LEVA A PINHEIROS COM A 209P/10, COM OS ARTICULADOS E MUITOS DELES NOVOS, OS TAIS SUPERARTICULADOS, BEM CONFORTÁVEIS E UTEIS E Q NEM POLUEM TANTO ASSIM…AQUI AONDE MORO, NO JAÇANÃ DEVERIA SER ASSIM TMB! DE NADA ADIANTA CONSTRUIR COREDORES E NO MELHOR ESTILO DO JAIME LERNER, Q INFELIZMENTE IRIAM EXIGIR DESAPROPRIAÇÕES DE CALÇADAS E ATÉ DE IMÓVEIS INTEIROS EM SP, E NÃO TRABALHAR AS LINHAS DE BAIRROS, E NÃO CONSTRUIR TAMBÉM NOVOS E MAIORES TERMINAIS…QUEREM CONSTRUIR OUTRO TERMINAL EM SANTANA, TMB NA AREA 2, ZN, POIS O DO METRÔ, O UNICO Q TEM LÁ, ESTÁ COM A CAPACIDADE MAIS Q ESGOTADA…EU DISCORDO…CORREDOR NORTE -SUL EXCLUSIVO; SIM CONCORDO TOTALMENTE!! MAS TERMINAL NOVO…PRA QUÊ? É SÓ DESAFOGAR O TERMINAL DO METRÔ…TEM MUITAS LINHAS Q PODERIAM APENAS PASSAR POR LÁ, INDO ATÉ O CENTER NORTE NA VILA GUILHERME E MAIS ALÉM, ATÉ A AVENIDA JOAQUINA RAMALHO, ATÉ A VILA MARIA, AVENIDA GUILHERME COTCHING E ADJACÊNCIAS, ATÉ A CASA VERDE, PRÓXIMO DA PONTE E REGIÃO, ATÉ O LIMÃO, ATÉ O MANDAQUI…AONDE TEM UM PONTO DE INTERESSE…UM HOSPITAL DO ESTADO, E ATÉ A CACHOEIRINHA, NÃO NECESSÁRIAMENTE AO TERMINAL CACHOEIRINHA…É SIMPLES E IRIA DESAFOGAR O TERMINAL DO METRÔ SANTANA…PRECISAVAM SER CONSTRUÍDOS TERMINAIS NA VILA MARIA E JAÇANÃ, NA AREA 2 E NA BRASILÂNDIA, JÁ NA AREA 1…ISSO SIM! E ESSE NEGÓCIO DE TÁXIS EM CORREDOR DE ÔNIBUS E CORREDOR PRA TÁXIS É ANTI-DEMOCRÁTICO E MUITO IMPOPULAR A MAIORIA DAS PESSOAS E É BEM “ZÉ POVINHO” MESMO…PURA OSTENTAÇÃO! DEIXEM DE SEREM FRESCOS E FAÇAM A VONTADE DA MAIORIA, DEIXEM DE SER INCOMPETENTES!

    • Ricardo Medeiros Afonso // 23 de dezembro de 2013 às 10:21 // Responder

      o seu raciocínio é parecido com o meu;só que em vez de morar na zona norte,moro na Zona Leste e vejo a mesma situação na região do carrão e Aricanduva,onde já ocorreu a tal reorganização das linhas e aconteceu 1 superlotação de ônibus nas Estações Belém e Carrão do metrô e no Terminal Carrão,locais que ou não suportam a quantidade de veículos devido ao pequeno tamanho para a quantidade de ônibus ou apresentam a tal sobreposição de linhas(no caso da Estação Belém há 6 linhas sobrepostas fazendo o mesmo trajeto entre a Praça Sampaio Vidal e a estação Belém).Sugiro,que os ônibus sejam distribuídos ao longo das adjacências dos locais citados e apenas passem por dentro do Terminal Carrão,o que diminuiria o tempo de entrada e saída dos ônibus de lá e que pelo menos 1 linha que hoje parte da Estação Belém tenha seu ponto transferido para a Estação Tatuapé onde existe 2 shoppings e 1 estação de transferência para a CPTM.

  8. Bom, vejamos quantos corredores tem que ser feitos:

    Corredor para TAXIS, Corredor para CAMINHÕES (esse inclusive quase saiu na Av. dos Bandeirantes) Corredor para MOTOS (saiu na Sumaré e na Av Liberdade) Corredor para Ambulâncias e Carros de Emergência, É AMIGO ADAMO, o que comentar?????

  9. Pior do que a ideia, é o gestor ainda cogitar como uma opção real…

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