Mercado: Corredor ABD com frota renovada e 500 Mercedes para Belo Horizonte

Maria Beatriz Setti Braga

A empresária Maria Beatriz Setti Braga destaca a importância de investimentos para que os transportes coletivos melhorem e atraiam mais usuários de carro para diminuir o trânsito e a poluição. Foto: Adamo Bazani

Com Wi-Fi e TVs a bordo e aplicativo móvel, serviços do Corredor ABD vão se modernizar
Concessionária Metra investiu neste ano R$ 60 milhões em renovação de frota que aumentou em 30% a oferta de lugares no sistema
ADAMO BAZANI – CBN
Os passageiros que utilizam os serviços da concessionária Metra no Corredor Metropolitano ABD vão contar até o início do próximo ano com internet grátis e TVs a bordo nos ônibus e trólebus. Após a instalação dos serviços, os usuários devem ter à disposição um aplicativo móvel com informações em tempo real sobre as linhas do corredor.
O anúncio foi feito nesta sexta-feira, dia 29 de novembro, pela diretora-presidente da Metra, Maria Beatriz Setti Braga em evento na fábrica da Mercedes Benz.
A montadora de São Bernardo do Campo também anunciou a venda de 500 chassis de ônibus, produzidos na planta do ABC Paulista, para o MOVE, que é o sistema de corredores de ônibus BRT – Bus Rapid Transit de Belo Horizonte – BH.
Maria Beatriz Setti Braga disse que hoje o grande desafio para a mobilidade urbana é trazer mais pessoas para o transporte coletivo, fazendo com que elas deixem o carro em casa.
“As pessoas vão se deslocar menos de carro quando o transporte coletivo começar a oferecer mais conforto, segurança e rapidez. E para isso, são necessários investimentos. Por parte do poder público, priorizando o transporte coletivo no espaço urbano e por parte do operador, em serviços diferenciados. Esse é nosso objetivo na Metra, aperfeiçoar e melhorar ainda mais o atendimento ao passageiro. Internet nos ônibus, frota nova, TVs, tomadas para recarregar celulares são itens que trazem um diferencial” – explicou a empresária.
Neste ano, segundo Maria Beatriz, a Metra investiu R$ 60 milhões na renovação da frota. Foram adquiridos 50 veículos novos: 20 trólebus Caio Millennium BRT – Mercedes Benz O 500 UA – articulados e 30 ônibus superarticulados, maiores que os articulados mais antigos, com 23 metros de comprimento, capacidade para 170 passageiros, do Modelo Caio Millennium BRT- Mercedes Benz O 500 UDA.
“Aumentamos em 30% a oferta de lugares nos ônibus do Corredor. São veículos com diferenciais como iluminação de Led, câmeras de monitoramento e que exibem para o motorista o desembarque dos passageiros e com respeito ao meio ambiente. Os trólebus são emissão zero de poluentes e os superarticulados são de tecnologia Euro V, que emitem 80% menos materiais particulados e reduzem a emissão de outros poluentes” – explicou José Lindolfo, diretor de operações da Metra.
A empresa, de acordo com o IQT – Índice de Qualidade de Transporte 2013, da EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos – teve aprovação semelhante ao do Metrô de São Paulo.
O corredor Metropolitano ABD tem 13 linhas que atendem por dia 290 mil passageiros. São 33 quilômetros de extensão que ligam São Mateus, na zona Leste da Capital Paulista, ao Jabaquara, na zona Sul da cidade de São Paulo, passando pelas cidades de Santo André, São Bernardo do Campo, Diadema e Mauá (Terminal Sônia Maria). Neste trecho são nove terminais e 110 paradas. Há também a extensão Diadema – Estação Berrini da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. São 15 quilômetros por onde são atendidos 220 mil passageiros ao dia.
O diretor de operações da Metra, José Lindolfo, explicou que a empresa possui uma frota mista de 265 veículos, dos quais 4% são ônibus elétricos-híbridos, 28% são trólebus e 68% são ônibus movidos a diesel com mistura de biodiesel.
A tendência é de aumento gradativo dos ônibus elétricos. Já está circulando em testes pelo Corredor ABD, o E-Bus, um ônibus articulado elétrico puro, movido com baterias, dispensando a rede aérea usada pelos trólebus. O veículo foi feito em parceria entre a Eletra, a Mitsubishi e a Mercedes Benz.
Ainda de acordo com Lindolfo, hoje a velocidade média dos ônibus no Corredor ABD é de 21 km/h, superior aos 16,6 km/h dos corredores da Capital Paulista.
O corredor ABD foi a primeira concessão do País em transporte público, seguindo a lei de licitações e a Constituição. O sistema começou a operar em 1988. Nesta época, os trólebus eram de responsabilidade do Metrô e em seguida passaram para a EMTU, também do Estado de São Paulo.
Em 1992 terceirizou a operação da frota diesel. No ano seguinte, em 1993, terceirizava também os trólebus. Consórcios de empresas operavam os veículos por contrato. Havia o Metrobus Consórcio Metropolitano de Transportes por Ônibus, formado pela Enob Engenharia, W. Washington Empreendimentos e Projetos, Construbase – Construtora de Obras Básicas e Engenharia e Amafi Comercial e Construtora. Também operava o Consórcio Inter – Três de Transporte Coletivo, que era composto pela Auto Viação ABC Ltda, Expresso Santa Rita Ltda e Viação Diadema Ltda, empresas que tiveram os serviços sobrepostos pelas linhas do Corredor ABD.
A Metra ganhou a licitação para o Corredor ABD e começou a operar em 24 de maio de 1997.
A companhia pertence ao Grupo ABC, da família Setti Braga.
Entre as empresas do Grupo ABC estão Auto Viação ABC, Metra – Sistema Metropolitano de Transporte, SBC Trans – Consórcio São Bernardo do Campo de Transportes, Publix Transportes e Diastur. Outros empreendimentos, além da área de transportes, como o Cemitério Jardim Vale dos Pinheirais, de Mauá, também fazem parte do grupo.

ônibus superaticulado

Superarticulado da Metra. Empresa investiu R$ 60 milhões para renovação da frota este ano. Wi-Fi, TV a bordo e posteriormente um aplicativo sobre o sistema serão algumas das novidades no Corredor ABD. Foto: Adamo Bazani.

DO ABC PARA O BRT DE BELO HORIZONTE:
No evento que marca a parceria no Corredor ABD de 25 anos do grupo da Metra com a Mercedes Benz, a montadora anunciou a venda de 500 chassis de ônibus para o MOVE – sistema de Corredores de Ônibus do tipo BRT que já deve começar a operar no ano que vem em Belo Horizonte, Minas Gerais.
O MOVE deve ter 23 quilômetros em três vias e alta capacidade de atendimento. Quando todo o sistema estiver pronto, devem passar diariamente pelas 40 estações de transferência aproximadamente 700 mil passageiros.
Os 500 ônibus fabricados no ABC Paulista são de dois tipos: 200 articulados Mercedes Benz O 500 MA, de piso alto para embarque no mesmo nível da plataforma das estações, e 300 unidade do Mercedes Benz OF 1724 L, ônibus de motor dianteiro mas com diferenciais de conforto e economia na manutenção, segundo a montadora, com itens como suspensão pneumática, coluna de direção ajustável e retarder (para frenagem) já incorporado ao modelo.
O gerente sênior de Marketing de Ônibus e BRT da Mercedes Benz, Curt Axthelm, disse que os sistemas de corredores são tendência mundial para solução de mobilidade.
“O BRT não compete e nem anula o Metrô pesado subterrâneo. Os dois modos de transporte se complementam. Mas em relação a outros sistemas, como o VLT – Veículo Leve sobre Trilhos e o monotrilho, há vantagens como o custo menor, a implantação mais rápida, a capacidade de transporte e a flexibilidade. Num corredor BRT, é possível ter ultrapassagens entre os veículos, linhas com destinos diferentes e alterações de acordo com a evolução da demanda, sendo assim um sistema de transporte menos engessado. Segundo um dos mais renomados centros de estudo de mobilidade do mundo, o Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (IDTP – sigla em inglês), o BRT é flexível também por atender às demandas com investimentos na medida certa. Ou seja, não se investe mais e nem menos que o necessário e depois é mais fácil ampliar o sistema que no caso dos outros modais. Por exemplo, um BRT pode atender entre 10 mil passageiros e 47 mil passageiros hora/sentido. Um VLT pode atender, em média, na prática, segundo o instituto, de 10 mil a 20 mil passageiros hora/sentido, custando mais para implantar e operar. Em grandes centros, pela sua capacidade de 70 mil passageiros hora/sentido, o metrô pesado subterrâneo é indispensável. E o BRT é um dos sistemas que mais se integra adequadamente ao metrô” – explica o executivo.
A Mercedes Benz possui seis centros de referência de BRT no mundo que atendem as regiões onde estão instaladas.
Os centros de competência de BRT estão instalados nos seguintes países: México, Turquia, Alemanha, Índia, África do Sul e Brasil.
Na planta do Brasil, em São Bernardo do Campo, também está o centro de desenvolvimento tecnológico da Mercedes Benz. É no Brasil que são desenvolvidos modelos de ônibus da marca inclusive para outros países. Não se trata de exportação, mas de criação de tecnologias para modelos que muitas vezes não operam no Brasil.
“A planta em São Bernardo do Campo é referência mundial para a Mercedes Benz. Daqui saem soluções e modelos para o mundo todo. Quando se fala em BRT, é importante destacar que os centros de competência da Mercedes nos seis países estão em constante contato para troca de informações e experiências. Uma solução adotada na Índia, por exemplo, pode ser adaptada à realidade brasileira e trazer benefícios aos passageiros daqui” – disse o gerente de Marketing de Ônibus da Mercedes Benz, Curt Axthelm.
Ele faz questão de destacar, no entanto, que o Brasil é o berço do BRT no mundo e que os modelos brasileiros, como o da Metra e de Curitiba, serviram de inspiração para sistemas em diversos países.
Além do nível da indústria brasileira de ônibus do mundo, considerado de destaque, está a grandiosidade do setor no País para explicar o Brasil como base para BRTs em todo o mundo.
Só nas 40 maiores cidades brasileiras, as empresas de ônibus urbanos e metropolitanos são responsáveis por cerca de 225 mil empregos diretos.
O índice de empregos formais no setor de transportes coletivos é um dos maiores do País.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

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Comentários

Comentários

  1. Paulo Gil disse:

    Amigos, bom dia.

    Adamo, excelente matéria Parabéns!

    De acordo com a Sra. Maria Beatriz.

    “Maria Beatriz Setti Braga disse que hoje o grande desafio para a mobilidade urbana é trazer mais pessoas para o transporte coletivo, fazendo com que elas deixem o carro em casa.
    “As pessoas vão se deslocar menos de carro quando o transporte coletivo começar a oferecer mais conforto, segurança e rapidez.”

    O problema é que nenhuma encarroçadora está pensando nisso, e continua produzindo carrocerias que não visam o conforto, incluindo os “banquim durim”, agora os “injetadim” (“durim tamém”).

    Alguma coisa tem de ser feita no Buzão, pois internamente, mesmo os mais novos têm um corredor com uma largura útil (entre os apoios de braço) de aproximadamente 56 cm), sem contar aquelas RODAS ENORMES E O MALDITO DEGRAU INTERNO ALTO.

    Desconheço como são internamente os buzões europeus e americanos, mas como no Brasil tudo tem dimensões continentais o nosso volume de passageiros também é muito alto, conisdernado-se nossa deficiência sobre trilhos, portanto essas carrocerias NÃO SERVEM.

    Ainda vou fazer uma miniatura com alguma ideia maluca,, pois ideias noa me faltam.

    Catraca interna, isso já devia ter sido retirado há anos, deixa o cobrador móvel, como era há 50 anos atrás, ja que não se pode confiar na honestidade de todos.

    Olha, eu sugiro que a Metra desenvolva uma carroceria, pelo menos por dentro; retira tudo e começa de novo, muitas coisas podem ser melhoradas, tem de pensar fora da caixa.

    Quem sabe a Comil que está o folego dos Nilson do passado, nos apresente uma carroceria moderna internamente.

    Parem de fazer Buzão bonito (claro que é legal e eu adoro), mas é preferivel um Buzão feio, quadradão, mas que internamente seja CONFORTÁVEL.

    Outro dia pensei num Buzão com esteiras similar as de tanque de guerra.

    Absurdo ? Não sei, mas é uma ideia para tirar aquele para lama interno monstruoso.

    Será que a MAN a Mercedes a Scania ou a Volvo já pensaram nessa possibilidade?

    Talvez uma esteira de fibra de carbono com suspensão a ar.

    Bom pelo menso eu penso e tento obter uma solução, pois com essas carrocerias horríveis internamente, dificilmente o Buzão conquistará mais passageiros, pelo conforto com certeza nunca.

    Outra ideia é uma readequação das colunas, das janelas e da chaparia para que os bancos fiquem mais perto da chapa, aumentando assim a largura dos bancos.

    Uma coisa é certa o Buzão de Sampa não pode ter fila dupla de banco dos dois lado, eu não sei porque ainda teimam nessa ideia fixa.

    Lembrando que na hora do rush, um Buzão sem banco com uma tarifa com desconto será muito bem vindo.

    Mas infelizmente que tem o poder da caneta, tem medo de ousar.

    Enquanto isso todo mundo vai andar de Buzão “bunitim”, “apertadim”, “cheim de ferrim retorcidim”, com “banquim durim injetadim” e aquela catraquinha do tempo do Zagaia.

    Ô atraso.

    Somos tão atrasados que no jornal de ontem a manchete é que o corredor normal é mais lento que o corredor a lá Paulo Gil, eles ainda não sabiam disso.

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Não precisa ser formando nem no primário para saber disso.

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Ô atraso !

    Metra, sarva nóis.

    Att,

    Paulo Gil
    “Buzão e Emoção é a Paixão”

    Bom ficam ai minhas ideias para análise dos mais ousados.

    1. Claiton disse:

      Discordo Paulo, se você entrar no site das encarroçadoras, você vai ver diversos tipos de bancos, desde os mais simples até os mais macios.. Então, “os “banquim durim”, agora os “injetadim” (“durim tamém”).”, é uma opção de compra das empresas.

      As carroceras brasileiras seguem normas dispostas pelo INMETRO, através da ABNT de número 15570, onde dispôe entre outras coisas, da altura, largura e distãncia entre os assentos.

      Com relação à sua sugestão de ônibus com esteira, me desculpa, mas é um verdadeiro absurdo, por diversos motivos como o peso enorme que ficaria o ônibus aumentando sobremaneira o consumo de combustível, os danos enormes que causaria no asfalto que já não aguenta pneu de borracha. Além disso, vc estaria trocando 6 por 2 dúzias, já que se a caixa de rodas te incomoda em 4 pontos distintos da carroceria, imagine o tamanho que não ficaria isso para comportar a esteira, além da maior altura que ficaria o ônibus. E outra, fibra de carbono?, vc tem idéia de quanto custa isso?.

      Outro absurdo é ônibus sem assento, imagine você viajar 2, 3 horas ou mais em pé depois de um dia estressante de trabalho. Isso sem engarrafamento. Nesse caso, ao invés de ônibus, seria mais barato comprar caminhões com carroceria baú e colocar no lugar dos ônibus. Aqui em Salvador, algumas empresas já estão comprando ônibus com 13,20m e 3 espaços para deficientes físicos, com apenas 28 assentos, com o intuito de carregar mais gente em pé.

      Dê uma olhada no interior dos ônibus europeus e veja que não são muito diferentes dos nossos com relação aos assentos, caixas de roda e largura interna:

      MAN LIONS CITY
      http://www.flickr.com/photos/onibulista/6226482259/

      MB CITARO O-530
      http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Citaro_Mannheim_100_7665.jpg
      http://www.emercedesbenz.com/Images/Jun06/07_Second_Generation_Mercedes_Citaro/103311506C2613_08.jpg

      O que a sra. Maria Setti Braga diz, faz todo sentido, porém, sem necessitar inventar a “roda quadrada” e nem o “quadrado redondo”.

      Abraço e desculpa qualquer coisa.

      1. Paulo Gil disse:

        Claiton, boa tarde

        Obrigado pelo envio dos links com as fotos dos buzões “kringos”.

        Como você mesmo já disse; “não são muito diferentes dos nossos com relação aos assentos”; portanto na minha opinião também são desconfortáveis, exceto se as medidas forem mais generosas do que os nossos.

        Se as empresas não compram carros com bancos mais macios, ai é falha da “fiscalizadora”.

        Quanto ao absurdo das esteiras, o que será que disseram:

        Quando Santos Dumont disse que o 14 Bis voaria ?

        Quando Marconi inventou o rádio ?

        Quando Tomaz Edson inventou a lâmpada ?

        Quando Grand Bell inventou o telefone ?

        Absurdo, com certeza disseram isso.

        Quanto aos custos da fibra de carbono, estes podem abaixar, veja hoje os preços dos aparelhos de DVD.

        Quanto ABNT de número 15570, em termos de conforto, na minha opinião, ela é nula, basta utilizar os buzões.

        Quanto ao Buzão sem assento, não é absurdo, é optativo e utilizaria quem quiser, afinal muita gente viaja de 2 a 3 horas em pé nos Buzões e cheio de bancos, catracas, degrau alto interno e aquela montueira de ferro retorcido de cor irritante .

        Reafirmo minha posição que o Buzão brasileiro NÃO TEM CONFORTO.

        Não sei se vc, usa o buzão, mas quando usar vai concordar.

        Que dá para melhorar dá, o problema é que a única preocupação são com os designs, guardada as devidas proporções das épocas, os Caio Amélias e os Mercedes O 371 eram bem confortáveis, apesar do O 371 já vir com o maldito “banquim injetadim durim” .

        Um exemplo que dá para melhorar é a Sprinter, pelo menos a da segunda geração, as últimas não sei se seguem o mesmo padrão.

        Mas aquelas Sprinter´s, têm uma suspensão super macia, melhor até que muito carro de passeio; agora eu pergunto:

        Porque não fazem uma suspensão igual da Sprinter nos Buzões ?

        Tenho certeza que dá.

        A Fiat Strada 3 portas, eu fui um dos consumidores que sugeriu o produto quando do Projeto Fiat MIO, e deu certo, cheguei até falar para uma engenheira da Fiat:

        Fala com o “Zezão” da produção e manda ele soldar uma porta que dá, depois manda para a engenharia checar os detalhes.

        E pimba, a FIAT lançou a Strada 3 portas.

        Quanto ao Buzão é a mesma coisa, que precisa e dá para melhorar o conforto interno eu tenho certeza, se com esteira ou sem esteira de tanque de guerra, com fibra de carbono ou com fibra de coco da Bahia, eu não sei, mas que dá para melhorar dá.

        Quanto as perfumarias, não adianta colocar, pois nunca é dada a sequência na manutenção.

        Se possível, mande para nós notícias do metrô de Salvador.

        Como diria Mario Quintana, o poeta gaúcho:

        “A preguiça é a mãe do progresso, pois se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda”

        Abçs,

        Paulo Gil

      2. Claiton disse:

        Paulo, boa noite….acho que devemos separar os ônibus de motor dianteiro com suspensão metálica e 2,50m de largura dos ônibus com motor traseiro com 2,60m de largura. Assim, podemos analisar cada caso sem generalizar.

        Com relação a sua resposta vou comentar por tópicos, pra ficar mais fácil o entendimento.
        1)”Quanto ao absurdo das esteiras, o que será que disseram:Quando Santos Dumont disse que o 14 Bis voaria ?Quando Marconi inventou o rádio ?Quando Tomaz Edson inventou a lâmpada ?Quando Grand Bell inventou o telefone ?Absurdo, com certeza disseram isso.”
        R.:Foram invenções úteis para algo que não existia na época e que foram aprimoradas com o passar do tempo, esses itens que hoje são indispensaveis, foram evoluindo e podem evoluir ainda mais. Da mesma forma que o transporte passou dos caminhões com carroçarias de ônibus para os ônibus propriamente dito. Aí houve uma evolução. A esteira não foi feita pra asfalto e nem pra ônibus. A esteira foi feita pra tratores e assim mesmo, nem todos os tratores utilizam esteira. Vc já viu um trator ou um tanque de guerra manobrando?. Dá uma olhada no youtube e depois imagine como seria um ônibus com 13,20m ou 14 m fazendo isso nas ruas e avenidas de nossas cidades.

        2)”Quanto aos custos da fibra de carbono, estes podem abaixar, veja hoje os preços dos aparelhos de DVD.”
        R.:Nem em todos carros de luxo se usa fibra de carbono, por ser um material caríssimo. O problema é que para se extrair a fibra de carbono dá muito trabalho e é muito caro pq metade do material inicial é eliminado na extração. E ainda há outras complicações para extrair a fibra de carbono que o deixa extremamente caro. A indústria automobilística, tem procurado cada vez mais baratear seus custos, usando o plástco, a fibra de vidro, etc..

        3)”Quanto ABNT de número 15570, em termos de conforto, na minha opinião, ela é nula, basta utilizar os buzões. Quanto ao Buzão sem assento, não é absurdo, é optativo e utilizaria quem quiser, afinal muita gente viaja de 2 a 3 horas em pé nos Buzões e cheio de bancos, catracas, degrau alto interno e aquela montueira de ferro retorcido de cor irritante .”
        R.:Aqui há uma contradição enorme. Você acha os assentos desconfortáveis e sugere que os ônibus não tenham bancos. Pois, eu vou te dizer uma coisa: nao há nada mais desconfortável no mundo do que viajar em pé dentro de um ônibus superlotado. Se ele não tiver bancos, eles vão andar ainda mais superlotados. Seria o mesmo que viajar num caminhão baú. Sem falar que, qual é a empresa que iria colocar um ônibus rodando sem bancos vazio, pra utilizar quem quisesse?. Não faz nenhum sentido. E ao contrário do que você diz, a NBR 15570, determina regras de acessibilidade e mobilidade, para que os ônibus ofereçam mais conforto aos passageiros e mais acessibilidade para que monilidade reduzida. Dá uma lida na norma, você pode baixá-la no google.

        4)”Um exemplo que dá para melhorar é a Sprinter, pelo menos a da segunda geração, as últimas não sei se seguem o mesmo padrão.Mas aquelas Sprinter´s, têm uma suspensão super macia, melhor até que muito carro de passeio; agora eu pergunto:
        Porque não fazem uma suspensão igual da Sprinter nos Buzões ?Tenho certeza que dá.
        R.:Olhá só:não dá pra comparar uma Sprinter com um ônibus. A Sprinter tem um PBT máximo de 5 ton, enquanto um ônibus de motor dianteiro, por exemplo, tem um PBT de 17 ton. O de motor traseiro tem 18 ton de PBT, ou seja, o ônibus é um veículo bem maior, precisa ser mais robusto pra carregar mais peso, aguentar trancos, etc… No entanto, não sei quanto tempo você não utiliza um ônibus, mas em São Paulo mesmo, tem uma enorme quantidade de ônibus com suspensão a ar integral, bem melhor que a suspensão metálica da Sprinter.

        5)”A Fiat Strada 3 portas, eu fui um dos consumidores que sugeriu o produto quando do Projeto Fiat MIO, e deu certo, cheguei até falar para uma engenheira da Fiat:
        Fala com o “Zezão” da produção e manda ele soldar uma porta que dá, depois manda para a engenharia checar os detalhes.E pimba, a FIAT lançou a Strada 3 portas.”
        R.:Aí é que está a diferença. Essa é uma boa idéia, uma idéia viável que propicia maior versatilidade ao veículo. E diga-se de passagem, muitas pick-ups nos EUA já vinham com 3 portas há anos. As idéias são válidas quando trazem ganhos.

        Os ônibus atuais, podem ser bastante confortáveis, basta que os órgãos gestores de cada cidade façam a sua parte, que é fiscalizar. Veículos com suspensão a ar, motor traseiro, central ou lateral, sistema de elevação e rebaixamento da suspensão, ar-condicionado, piso baixo, assentos espumados, etc., proporcionam bastante conforto aos passageiros.

        Esquece os Amélia, O-371, esses tinham suspensão metálica. Dá uma volta aí num O-500M e U, um B-290 R, um K-310 ou um 17.260 EOT que você vai ver que são bastante confortáveis.

        Ah, que me desculpe o Mário Quintana, mas a roda não inventada para evitar o hoem de andar, mas, pra facilitar a vida dos povos primitivos, lá em 9.500 a.C., no transporte de cargas pesadas. O que ele chamou de preguiça, eu chamo de inteligência.

        Abço e vai desculpando qualquer coisa.

      3. Claiton disse:

        Paulo, só pra mostrar como os ônibus aqui no Brasil podem ser confortáveis e que só dependem das empresas e dos órgãos gestores, dá uma olhada nessas fotos.
        http://www.onibusbrasil.com/foto/2207697/
        http://www.onibusbrasil.com/foto/2120159/
        http://onibusbrasil.com/foto/1902111/

    2. Paulo Gil disse:

      Claiton, boa noite.

      Eu não quero polemizar e muito menos sou o dono da verdade.

      Na minha opinião, o buzão de hoje em dia não tem conforto, por vários motivos, a questão do acesso (Degrau Interno Alto), a existência da catraca nos dias de hoje, o aumento da demanda aqui em Sampa em função do Bilhete Ùnico e do caos no trânsito de Sampa, e a preocupação fixa com o design.

      Quando me refiro a esteira do tanque de guerra e a suspensão macia da Sprinter, faço uma analogia, tentando indicar que algo precisa ser mudado, não sou taxativo em dizer que a esteira é a solução, simplesmente exemplifico que algo tem de ser feito.

      A suspensão a ar, na minha opinião de usuário, só presta quando a pista é um “tapetão”, pois nas ruas esburacadas de Sampa, seu efeito é negativo, pois balança demais e o passageiro fica igual aquele brinquedo “João Bobo”.

      Não sei se você já mediu a largura de um corredor de Buzão, mas eles ficam entre 54 a 57 cm aproximadamente e de novo, na minha opinião, é APERTADO E DESCONFORTÁVEL.

      Nos buzões das fotos, observe que nenhum deles tem o Degrau Alto Interno o que minimiza o mal estar de locomoção interna, bem como os Marcopolos tem um banco com uma ergonomia melhor do que os da Caio, na minha opinião também, pois são mais inclinados o que me agrada mais e no caso do Neobus, nada posso falar, pois nunca utilizei, pois aqui em Sampa a maioria são Caios.

      Quanto a ABNT 15570, na minha opinião, ela pode servir, em parte, na questão de acessibilidade, mas em conforto nunca, a exemplo do maldito Degrau Interno Alto o qual provoca um tremendo desconforto na locomoção do passageiro dentro do buzão, principalmente quando em movimento e das freadas e arrancadas.

      Quanto ao buzão sem bancos, é apenas mais uma analogia, pois na hora do rush aqui em Sampa ele seria bem vindo sim, principalmente o metro sem bancos.

      E esclareço que esta ideia não é para maltratar passageiro algum, simplesmente é uma ideia que pode dar certo até em função de um custo menor, pois se levaria mais passageiros, é uma questão a ser testada na prática.

      Bom é isso.

      Por favor mande notícias de como está o metrô de Salvador.

      Obrigado pelo link das fotos.

      Abçs,

      Paulo Gil

      1. Claiton disse:

        Olá Paulo, boa noite,

        Eu também não quero polemizar, muito pelo contrário, é mais uma questão de equalizar as idéias. Mas, se me permite, acho que você está generalizando todos os tipos de ônibus colocando-os num mesmo nível, o que é um equívoco. Eu falo isso, pq eu já andei em quase todo tipo de ônibus que vc possa imaginar e é claramente visível a diferença de conforto entre cada tipo.

        1)Na minha opinião, o buzão de hoje em dia não tem conforto, por vários motivos, a questão do acesso (Degrau Interno Alto), a existência da catraca nos dias de hoje, o aumento da demanda aqui em Sampa em função do Bilhete Ùnico e do caos no trânsito de Sampa, e a preocupação fixa com o design.
        R.:Você cita o degrau interno alto, no caso dos ônibus de piso baixo, nao existem degaraus internos. Eles ficam a apenas 37 cm de altura com relação ao solo. Além disso, contam com o auxílio do rebaixamento da suspensão para facilitar o embarque e o desembarque. Devemos lembrar também que as carrocerias são delimitadas pelos chassis. No entanto, não devemos culpar as carrocerias pelo caos no trânsito e pelo aumento da demanda. Isso é culpa dos nossos governantes que sempre priorizaram o transporte individual em detrimento do transporte coletivo, começando a se mexer agora, somente por causa da Copa do Mundo, salvo raríssimas exceções.

        2)A suspensão a ar, na minha opinião de usuário, só presta quando a pista é um “tapetão”, pois nas ruas esburacadas de Sampa, seu efeito é negativo, pois balança demais e o passageiro fica igual aquele brinquedo “João Bobo”.
        R.:É exatamente o contrário. A suspensão a ar foi criada para absorver com maciez as irregularidades do piso sem transmitir isso para a carroceria, ao contrário da suspensão metálica. Esse efeito “João Bobo” que você citou, acontece no chassi 17.260 EOT por conta da suspensão mole demais, além disso, ela é mista, ou seja, possui foles de ar com lâminas metálicas. Mas em chassis como o O-500M/U, B-290 R e os K da Scania, que possuem suspensão a ar integral, esse efeito não existe, pois, ela consegue ser firme e macia ao mesmo tempo.

        3)Não sei se você já mediu a largura de um corredor de Buzão, mas eles ficam entre 54 a 57 cm aproximadamente e de novo, na minha opinião, é APERTADO E DESCONFORTÁVEL.
        R.:Veja só, essas medidas de 57 cm de corredor, devem ser de um micro ou micrão. Digo isso porque, o O-500 U de piso baixo, por exemplo, possui um corredor dianteiro e central de 90 cm de largura, o que permite a passagem de uma cadeira de rodas pelas portas dianteira e central, segundo a Mercedes-Benz. Isso num chassi de piso baixo, que conta com caixas de rodas mais largas por causa da estrutura da suspensão dianteira e com carroceria com 2,60 m de largura externa.
        O-500U:
        http://www.mercedes-benz.com.br/pdfs/onibus/urbano/folheto_O500U_1826.pdf

        4)Nos buzões das fotos, observe que nenhum deles tem o Degrau Alto Interno o que minimiza o mal estar de locomoção interna, bem como os Marcopolos tem um banco com uma ergonomia melhor do que os da Caio, na minha opinião também, pois são mais inclinados o que me agrada mais e no caso do Neobus, nada posso falar, pois nunca utilizei, pois aqui em Sampa a maioria são Caios.
        R.:Desses ônibus da segunda mensagem, dois deles são de motor dianteiro, piso alto, 2,50m de largura externa e um é um articulado com 2,60m de largura e piso alto. Ou seja, o acesso é dificultado pela maior altura dos degraus das portas de embarque e desembarque. Esse degrau que você fala, é uma limitação do chassi e de seus componentes. Existem, aí mesmo em São Paulo, o modelo B-360 S com motor lateral frontal que é piso baixo em toda a extensão do chassi, chamado tecnicamente de low-floor.

        http://onibusbrasil.com/eduardopeixoto/1225020/
        http://onibusbrasil.com/joseniltoncavalcante/1035818/

        A questão dos bancos variam de acordo com os diversos modelos fornecidos pelas encarroçadoras.

        5)Quanto a ABNT 15570, na minha opinião, ela pode servir, em parte, na questão de acessibilidade, mas em conforto nunca, a exemplo do maldito Degrau Interno Alto o qual provoca um tremendo desconforto na locomoção do passageiro dentro do buzão, principalmente quando em movimento e das freadas e arrancadas.
        R.:Repito, essa questão do degrau interno é uma limitação do chassi e de seus componentes. Com relação à NBR 15570, ela delimita a distância mínima entre os assentos, a largura, altura e inclinação mínima dos assentos, visando oferecer mais conforto e evitando que as encarroçadoras fabriquem assentos estreitos e baixos ou que as empresas coloquem mais assentos que o comprimento da carroceria permite. Eu mesmo já passei por diversos problemas em ônibus fabricados antes da NBR, porque havia excesso de assentos e eu não cabia entre um e outro. a NBR tbm delimita a largura do corredor, a altura dos pegamão, altura e larguira dos degraus das portas, para cada tipo de ônibus.

        6)Quanto ao buzão sem bancos, é apenas mais uma analogia, pois na hora do rush aqui em Sampa ele seria bem vindo sim, principalmente o metro sem bancos.
        E esclareço que esta ideia não é para maltratar passageiro algum, simplesmente é uma ideia que pode dar certo até em função de um custo menor, pois se levaria mais passageiros, é uma questão a ser testada na prática.
        R.:Essa idéia está comeando a ser implantada em alguamas empresa daqui de Salvador, pois, apesar dos carros serem alongdos com 13,20, algumas delas trazem somente 22 assentos, incluindo os reservados. E tem sido cada vez mais repudiado pela população. Falo, por experiência própria.

        http://www.onibusbrasil.com/foto/2194760/
        http://www.onibusbrasil.com/foto/1466813/
        http://www.onibusbrasil.com/foto/1963372/

        O problema da superlotação não é um problema do ônibus em si. Se está havendo superlotação, é pq aquele tipo de ônibus não tem o comprimento adequado para suprir a demanda dessa linha nesse horário. Aí cabe ao órgão gestor avaliar e determinar que a empresa coloque ônibus maiores de 13,20m, 15m ou até mesmo articulado com 18 m. Não precisa retirar os bancos para se ter mais espaço dentro do onibus, basta usar veículos maiores de acordo com a demanda.
        Agora, se a empresa pra cortar custos coloca um micrão para fazer uma linha com demanda para um ônibus de 15 m e a prefeitura não faz nada, a culpa não é dos bancos e sim dos incompetentes da prefeitura.

        Com relação ao metrô de Salvador, a situação melhorou um pouco, pois o metrô da linha 1 foi repassado para o governo do estado. Isso deu uma esperança a mais e pelo que consta, a linha começa a funcionar a curto prazo para testes. Já a linha 2, vai começar a construção em breve. Já houve uma “licitação” em que apareceu apenas uma empreiteira, a CCR. Pra resumir, continua devagar, porém, acendeu uma luz de vela no fim do túnel, rs.

        Só pra finalizar, peço desculpa pelo longo texto e quero dizer que eu também não sou dono da verdade, porém, eu opino baseado no tanto que eu já andei de ônibus nessa vida, de todos os tipos e modelos praticamente. Então eu sinto na pele o que é andar de ônibus aqui no Brasil.
        E aqui em Salvador é ainda pior, porque não temos chassis de motor traseiro e muito menos de piso baixo. Somente, chassis de motor dianteiro com piso de alumínio(alguns taraflex) e sem bancos.

        Grande abraço.

      2. Paulo Gil disse:

        Claiton, bom dia.

        Valeu, mas só para esclarecer:

        1) O s Degraus Internos Altos a que me refiro, não são os de embarque, são os que ficam após as catracas quando nos movimentamos no BUzão após a catraca aqui em Sampa,

        2) Acho que ainda não andei num Buzão com suspensão a ar firme aqui em Sampa, principalmente nas nossas ruas e avenidas esburacadas e com ondulações “costelas de vaca”, a maioria aqui balança muito.

        3) A medida do corredor a que me refiro é no corredor onde tem bancos dos 2 lados eu entrei
        pessoalmente num Caio BRT articuladinho trucadinho na Transpúblico e eu mesmo medi, não passa de 57 cm aproximdamente.
        Os 90 cm que vc diz, só se for no espaço para portadores de necessidades especiais.

        4) Quanto a NBR, claro que algo melhorou em especial para os portadores de necessidades especiais, mas o conforto em geral, não, pois hoje o Buzão é uma bagunça, alem de desconfortável.

        5) Quanto ao que vc diz de sem bancos ai de Salvador, pelas fotos, e na minha opinião, são espaços para portadores de necessidades especiais e os ferros para apoiar as cadeiras de rodas, ainda na minha opinião não libera espaço, como a minha proposta.

        6) Aqui em Sampa a superlotação só acabará com o fim do mundo e olha lá. Os micrões só no bairro a bairro.

        7) Valeu pelas notícias do metrô de Salvador, pois quando eu passei por ai e vi o metrô eu adorei, pois na minha opinião metrô tem de ser suspenso como o de vocês, por isso fiquei muito triste ao ver tudo inacabado e parado, principalmente depois de ler sobre o atraso de mais de 20 anos.

        Agora fiquei mais contente, boa sorte para vocês e se eu tiver oportunidade de visitar novamente a linda Salvador, vou dar um rolê nesse metrô ai porque achei ele muito legal.

        Agora não esqueça, que o Buzão é desconfortável pacas isso é.

        Rsssssssssss

        Forte abraço e valeu a troca de ideias.

        Att,

        Paulo Gil

      3. Claiton disse:

        Opa Paulo, bom da,

        Olha, eu acredito que os ônibus não são perfeitos, mas melhorou muito nos últimos anos. A indústria oferece diversas opções no mercado, do mais simples ao mais completo e cabe à gestão de cada cidade fiscalizar para evitar que as empresas comprem veículos inadequados.

        Com relação aos comentários, minhas considerações:

        1)Eu lembrei agora de qual modelo vc se refere. É que inventaram ai em São Paulo um tal de PBC-Piso Baixo Central, ou seja, é um chassi com o entre-eixos rebaixado, o que faz com que exista um “buraco” na parte central do ônibus com escdas dos dois lados http://aroundsp.files.wordpress.com/2008/11/dsc00206.jpg?w=450&h=340
        Essa aberração é fruto da engenharia armengatícia brasileira, só encontrada aqui mesmo. Nesse caso eu concordo contigo, pq ao invés de usarem um chassi adequado, o low-entry, inventaram essa gambiarra. Tanto é inadequado que a SPTrans não permitiu mais essa adaptação e os novos são todos low-entry.

        2)Onde você mora deve rodar mais chassi VW, esse sim balança muito mesmo. Já os O-500, Scania K e Volvo são mais firmes sem perder a maciez. Inclusive já andei aí em São Paulo em O-500 M e é muto bom, bem macio e confortável.

        3)Os 90 cm que te falei são entre as caixas de roda dianteira, até porque os chassis do tipo Padron são mais largos que os chassis convencionais.

        4)Discordo, só pelo fato da NBR ter aumentado a largura, altura e distância mínima entre os assentos, limitando a quantidade deles, já aumenta sobremaneira o conforto. Agora, se a empresa compra assentos do tipo básico, sem espuma e a prefeitura permite, nao é culpa da NBR e sim de um órgão gestor omisso.

        5)Os espaços para portadores de deficiência, 3 no total, quando 1 apenas já atenderia a demanda, são exatamente pra aumentar o espaço pra carregar passageiros em pé. Em horário de pico, onde carregaria 2 sentados em um banco duplo, carrega 6 ou mais espremidos em pé.

        6)Superlotação não é um mal exclusivo de Sao Paulo. Infelizmente os poderes públicos passaram anos priorizando o transporte individual sem uma política decente de transporte público. Com a vinda dos eventos esportivos, apenas por “exigência” da Fifa, é que começaram a se mexer para melhorar a mobilidade urbana, lamentavelmente.

        7)Eu já acho o contrário: metrô tem que ser subterrâneo, para não disputar o espaço cada vez menor, com os carros e ônibus nas ruas. E aqui em Savador, dentre os inúmeros erros, cometeram um grave, que foi tirar os ônibus de uma via exclusiva que havia na Av.Bonocô, para colocar os trilhos suspensos como você citou e jogaram os ônibus na avenida misturando com os carros. Mas vamos ver se esse metrô se materializa para melhorar a mobilidade aqui da cidade.

        Não acho que os ônibus sejam tão desconfortáveis assim. Obviamente que não estou comparando com carros de passeio. O que eu acho é que as prefeituras deveriam ser mais rigorosas com relação aos tipos de assento e de piso que são comprados pelas empresas, como forma de aumentar o conforto dos passageiros.

        Agora, acho que você está andando muito de carro, daí você acha os ônibus atuais desconfortáveis, rsrs. Ou deve estar com saudades do Amélia, rsrs, pq eu vi aí em São Paulo, ônibus low-entry(entrada baixa) e low-floor(piso baixo total), com motores traseiro, central, lateral, suspensão a ar, assentos espumados de encosto alto, ou seja, ônibus que a maioria das cidades nem sonham em ter.

        Grande abraço e bom domingo.

      4. Paulo Gil disse:

        Claiton, boa tarde.

        Agora nos entendemos, ate vc diz que e uma aberracao.

        E quanto ao Amelia, eu tenho saudades sim; principalmente do banco de espuma macia forrado com pvc azul.

        Eu costumo dizer que o Amellia e o buzao de verdade.

        Boa semana.

        Abcs,

        Paulo Gil

      5. Claiton disse:

        Olá Paulo, com relação ao tal PBC, concordo contigo sim, é uma aberração pq não passa de uma invencionice sem sentido.

        Com relação ao Amélia, digo que seu conceito de conforto é diferente do meu, rsrs.

    3. alexandro disse:

      Eu peguei alguns desses novos ônibus da metra e o wifi tem velocidade de internet discada e carregadores para celulares não funcionam, tomara que eles melhorem a qualidade! Pois a passagem da metra (R$ 3,20) é maior que a do metrô (R$ 3,00).

      Quanto aos novos ônibus, os seus bancos tem qualidade como as da foto a seguir, cujos links o Claiton disponibilizou:
      ônibus ruins (assentos)
      http://www.onibusbrasil.com/foto/2194760/
      http://www.onibusbrasil.com/foto/1466813/
      http://www.onibusbrasil.com/foto/1963372/

      Os primeiros caio millenuim tinham excelentes bancos como nas fotos abaixo:
      ônibus bons (assentos)
      http://www.onibusbrasil.com/foto/2207697/
      http://www.onibusbrasil.com/foto/2120159/
      http://onibusbrasil.com/foto/1902111/
      Dava para cochilar muito bem era bem confortável!

      60 milhões para 50 ônibus dá na média R$ 1 200 000 ,00 por ônibus, bem caro para ter estes assentos que machucam a cabeça, tomara que os próximos tenham qualidade melhor!

      1. Claiton disse:

        Esse da Caio http://www.onibusbrasil.com/foto/1778219/ é mais confortável. Os da Marcopolo são mais duros realmente. Inclusive, os de encosto alto espumado.

      2. alexandro disse:

        Concordo plenamente Claiton que este Caio
        http://www.onibusbrasil.com/foto/1778219/
        é bem confortável, mas qual é o porquê dos superarticulados Mercedes Benz O 500 MA
        vir com bancos desconfortáveis ao invés de ser bem confortável ? É estranho, é estranho !!!

      3. Claiton disse:

        Aí não tem a ver com o chassi, mas, com a Metra que optou por esses bancos. Isso, se a Caio oferecer outras opções para a carroceria Millenium BRT.

      4. Paulo Gil disse:

        Alexandro, bom dia.

        Não que eu seja contra essas “perfumarias” no Buzão, mas se agora no incío já não funciona imagina daqui a um ano.

        Isso é só marketing.

        A manutenção é cara e chata ao mesmo tempo e com isso no decorrer do tempo essas coisas somem.

        É igual ar condicionado no Buzão, vc acha que os filtros são limpos ?

        Portanto eu prefiro ar normal mesmo, pelo menos tem menos bactéria.

        É igual Buzão a etanol e gás só funciona enquanto tem patrocinador.

        Esse filme todos nós já assistimos várias vezes e ainda vamos assistir mais ainda.

        Abçs,

        Paulo Gil

  2. j disse:

    O CORREDOR SÃO MATHEUS/JABAQUARA/DIADEMA/ BERRINI É UM SUCESSO! ESPERO Q O CORREDOR GUARULHOS (TABOÃO)/SÃO PAULO (METRÔ TUCURUVI), COM RAMIFICAÇÃO PRA VILA ENDRES EM GUARULHOS E PENHA E TIQUATIRA NA ZONA LESTE DE SÃO PAULO O SEJA TMB! ISSO QUANDO FICAR PRONTO…TALVEZ QUANDO MEUS BISNETOS ANDAREM SOBRE A TERRA! FÉ EM DEUS!! AS OBRAS ESTÃO MUITO LENTAS…PORÉM O TERMINAL VILA GALVÃO, DA EMTU-SP, EM VILA GALVÃO-GUARULHOS, PRÓXIMO DA MINHA CASA, (MORO NO JAÇANÃ, ZONA NORTE-DIVISA COM GUARULHOS, P/ VILA GALVÃO) JÁ SE´RÁ INAUGURADO SEM OS MALDITOS POSTES DA ELETROPAULO BANDEIRANTE, RESP. PELA DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA EM GUARULHOS, POIS OS MESMOS ESTÃO SENDO REMOVIDOS DA CALÇADA DO FUTURO TERMINAL, ESTANDO ESTE AINDA NOS ALICERCES…E NÃO ACONTECERÁ O Q ACONTECEU COM A SPTrans NA INAUGURAÇÃO DO TERMINAL INTERMODAL PINHEIROS, ZONA OESTE-ENTRE A AREA 9, REGIÃO CENTRAL DA CAPITAL E 8, REGIÃO OESTE-COR LARANJA…AO LADO DO METRÔ DA LINHA 4-AMARELA (DA CCR) E DA CPTM-PINHEIROS…O TERMINAL FOI INAUGURADO PELO SACANA DO KASSAB, DE QUALQUER JEITO, SÓ PRA ELE COLOCAR O NOME NA PLAQUINHA…E SEM CÂMERAS, COM ENTULHOS DE OBRAS, CHEIO DE GOTEIRAS E COM AS OBRAS DAS RUAS EM VOLTA SEM SEREM FEITAS…E UNS 4 DIAS ANTES DE DEIXAR O CARGO ELE FEZ ESSA SACANAGEM…! INCLUSIVE FALTAVA O ALARGAMENTO DA RUA SUMIDOURO, E A ELETROPAULO METROPOLITANA ESTAVA COBRANDO DO HADDAD, Q PEGOU ESSA “BUCHA”, MAIS DE 800 REAIS POR CADA POSTE RETIRADO E RECOLOCADO NAS CALÇADAS DAS RUAS A SEREM ALARGADAS…UMA VERGONHA E NINGUÉM SE DEU CONTA DISSO…QUASE NINGUÉM…! QUEM SE LASCOU ALÉM DA POPULAÇÃO FOI O HADDAD Q TEVE Q GASTAR AINDA MAIS GRANA PRA POR ESSA COISA ENORME E HJ BEM UTIL PRA FUNCIONAR COMO SE DEVE. NÃO DEFENDO O ATUAL PREFEITO, NADA GANHO PRA ISSO E ELE JÁ TEM FEITO TANTAS BESTEIRAS COMO O SEU SAFADO ANTECESSOR, MAS A JUSTIÇA E A VERDADE TEM Q VIR A TONA!

  3. Professor Cortela disse:

    Mais uma vez a METRA mostra a que veio, DIVULGAR TODA TECNOLOGIA E MOSTRAR QUE O CÉU É O LIMITE, é muito mais que empresa é um SELEIRO de desenvolvimento de NOVAS TECNOLOGIAS, bom seria se outras empresas fizessem o mesmo, que sigam este exemplo. São Paulo necessita de empresas assim.

    Ah sim, opinando sobre os consórcios que operam e operaram o corredor VERDE da METRA não podemos se esquecer que este mesmo grupo (Metrobus Consórcio Metropolitano de Transportes por Ônibus, formado pela Enob Engenharia, W. Washington Empreendimentos e Projetos, Construbase – Construtora de Obras Básicas e Engenharia e Amafi Comercial e Construtora) foram também PAIS DA ELETROBUS.

    Abraços a todos

  4. André disse:

    colocar OF 1724 num sistema de BRT é um retrocesso , bom , país de terceiro mundo é assim mesmo , qualquer gambiarra presta!!!

  5. André disse:

    Parabéns a Metra que como sempre dá um show mostrando o que realmente é um transporte de qualidade!!!

  6. Felipe disse:

    Enquanto isso, a Viação ABC e a SBCTrans, empresas também pertencentes a Beatriz Setti Braga, continuam com suas centenas de cabritos, alguns de 1998! Além disso, os intervalos são terríveis e os ônibus lotados mesmo fora do horário de pico e até mesmo nos finais de semana! Porque todos os olhos dessa mulher estão voltados somente pra Metra?

    1. A SBCTrans terá em breve uma serie de Millennium BRT articulados

      1. Felipe disse:

        25, para ser exato. Já tenho conhecimento dessa compra, é certamente uma evolução, mas ainda muito longe das necessidades da cidade. Não são 25 Millennium BRT que resolverão o problema, até porque eles atenderão 3 ou 4 linhas, somente. Nos últimos 5 anos a SBCTrans comprou entre 150 e 200 Vips II e III, que são de qualidade muito mais baixa se comparado a um Millennium III, por exemplo, que a SBCTrans também possui, mas apenas 1! Sobre a Viação ABC então, nem se fala. Os poucos ônibus decentes que a empresa tinha (alguns Millennium II híbridos) foram todos para a Metra, e hoje a empresa conta apenas com cabritos.

    2. Paulo Gil disse:

      Felipe, bom dia.

      A resposta para a sua pergunta e simples.

      Porque o corredor e um “tapetao” e da faturamento.

      Em rua de vila tudo esburacado, so cabritnho mesmo, aqui em Sampa e igual.

      Abcs,

      Paulo Gil

    3. Professor Cortela disse:

      No caso da Viação ABC poderia melhorar ate com carros maiores, mas o problema é que se colocarem ônibus maiores, a empresa tem que “pagar” o que acho ABSURDO por parte da EMTU uma taxa caríssima, só um pequeno exemplo, para colocar um micrão a empresa paga R$ 400 reais, se for colocar padron motor trazeiro paga se para a dona EMTU quase R$ 2.000 reais, Não sei se isso justificaria, mas por isso que muitas empresas costumam colocar veículos antigos, velhos e pequenos, por conta de tais taxas, como se não bastassem os altos impostos que os empresários pagam além do Diesel e peças, A EMTU não deveria cobrar taxa nenhuma, dando a liberdade para a empresa colocar VEÍCULOS DE QUALIDADE mas enquanto continuar este pessoal da EMTU, vai ser quase que impossível cobrarmos qualidade nas frotas.

      1. Paulo Gil disse:

        Professor Cortela, boa tarde.

        Depois dessa sua informação, tá tudo explicado.

        Melhor colocar para operar O 321 “suvaqueira”, pelo menos devem ser isentos de T.O.
        Taxa do Otário).

        Obrigado pela valiosa informação, que nos permite avaliar como a EMTOSA trabalha.

        Lamentável…

        Abçs,

        Paulo Gil

  7. Essa mulher e porreta !!!!!!!!!!!!!!

  8. Get Smart disse:

    É que os veículos possibilitam acesso grátis à internet sem fio. Além disso, os ônibus possuem em cada poltrona mesas para notebooks ou outros equipamentos eletrônicos. Além disso, estes ônibus oferecem entretenimento a bordo. São três telas de LCD e aparelho de DVD. O ar condicionado tem saídas individuais que podem ser controladas pelos passageiros. As poltronas, 47 no total, são mais largas e ergonômicas, feitas de estofamento especial, e possuem cintos de segurança. Em cada assento também, os ônibus possuem tomadas para o uso dos computadores individuais e para carregamento de celulares. A vantagem é que em vez de enfrentar trânsito ou gastar um grande valor em táxi, o usuário pode trabalhar ou se distrair enquanto vai ou volta do Aeroporto.

  9. Ewerton Santos Lourenço (PNE Guarulhos) disse:

    Como Empresária ela deveria é melhorar a Qualidade na prestação de Serviço da Empresa Publix, porquê nas Regiões de SCS existem poucos carros na linha 067 se é que Santa Paula pertence ao mesmo Grupo, só tem Micrão tem que sair fora; está mais parecendo o Grupo Ruas com os Comil Svelto?!?Apesar que eles por lá só tem os Senior da Marcopolo. Enfim espero que eles ouçam o apelo nosso.

  10. Sergio Santo André disse:

    A senhora Maria Beatriz Setti representa a história do transporte no ABC, pois vem da família de um dos mais antigos empresários de ônibus de São Paulo. Eu tiro o chapéu pela qualidade da “maioria” dos ônibus que a empresa controla, mas nem todos são as maravilhas do BRT. Prá mim é inconcebível a prática do Micrão, com o famigerado motorista-cobrador. Até pouco tempo isso não era praxe na Viação ABC, mas parece que a “bactéria” de um certo empresário contaminou a família Setti, triste. Lá se foi a qualidade do transporte e da segurança em nome do lucro. Outra coisa que eu ainda não consigo entender é esse “xodó” da Metra com o grupo ABC. Todas as campanhas, se não a maioria, tem a Metra como pano de fundo, são os ônibus novos, o cartão bom, tudo apresenta o marketing com o padrão Metra, tá legal, mas e o resto ???? Senhor Baltazar deita e rola com seus “lixos” sobre rodas, mas a desculpa é sempre a mesma “a lei não permite mexer na área-5”, que bom, na área-5 não se mexe, mas na saúde dos passageiros, aí pode…Como dizem alguns manifestantes por aí, “queremos intermunicipais no padrão Metra !!!!”.

    1. Sergio Santo André disse:

      Corrigindo: …xodó da EMTU com o grupo ABC…

  11. Sergio Santo André disse:

    Só prá complementar, um recado a senhora Maria Setti: “Por favor, mande tirar aquelas tampas de roda dos novos ônibus que estão chegando, não consigo ver coisa mais medonha do que esse acessórios nos carros !!!!!” – ” Nós busólogos agradecemos !!!!!

    1. Claiton disse:

      Boa noite Sérgio,
      As coberturas das rodas servem para melhorar o arrasto aerodinâmico, melhorando fluxo de ar nas laterais do veículo, economizando combustível. São muito usadas em alguns veículos na Europa.

  12. Ewerton Santos Lourenço (PNE Guarulhos) disse:

    Pelo amor de Deus, Micrão não!!!
    Ninguém merece pegar aquela linhas 262, 087 que vão pra Zona Leste e tem 2 horas de percurso, não sei qual era ou é a PIOR = PUBLIX ou ULTINGA eis a questão?!?!?

  13. Marcos 2014 disse:

    Quem dera se aqui em Belo Horizonte tivéssemos empresárias visionárias como a dona Maria Beatriz Setti. Morei no ABC e via o cuidado que a Metra tem com as linhas do corredor São Mateus Jabaquara. Só carrões, muitos deles elétricos, híbridos ou com ar condicionado! Também já usei ônibus da SBCtrans e Viação ABC e dá gosto de usar os ônibus das empresas dela.
    Aqui em BH os ônibus tipo padron é assunto proibido entre as empresas há quase 10 anos. Nessa cidade só roda ônibus dianteiros da Mercedes. OF1722M ou OF-1721 euro V ao meu ver são Sprinters alongadas, e o pior, só roda ônibus desses chassis por aqui. A BHTrans deixou o serviço relaxar, as empresas não investem em carros melhores e mais potentes pois querem apenas lucrar.
    Fala-se em modernizar a frota com padrons, híbridos e piso-baixo em algumas cidades brasileiras. BH faz o caminho contrário dessas cidades e se depender dos seus empresários de ônibus unha-de-fome e da conivência da BHTrans corre o risco de voltar à época do jurássico LPO-1113!!!
    O BRT daqui, que será o equivalente ao corredor da Metra daí do ABC, só terá ônibus articulados de motor traseiro pq articulado de motor dianteiro não existe mais. Os demais carros do sistema serão os mesmos ‘cabritos’ de sempre só que com alguns ‘diferenciais’.

  14. fabiano Alves bastos disse:

    Bom dia,boa tarde ou boa noite, meu comentá rio, sobre essa familia . Não tem o que comentar, já fiz parte e sei o quanto é maravilhoso , pode dizer eu trabalho na auto VIACAO ABC, ou já trabalhei ,não gosto de relembrar o que me fez ,não perceber isso a tempo.
    Saudades, Sr Severino, saudades dessa familia!

  15. sérgio nunes disse:

    Aqui em Salvador não tem buzú com banco confortável porque os vândalos cortam os estofados com gilete: segundo me falou um cobrador! Precisam de fiscais à paisana dentro do buzú.

  16. orlando silva disse:

    só esqueceram de citar o ABC plano de capitalização, tambem é dela…
    que roda com carros para sorteios, nas ruas de SBC e SA

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