Coréia do Sul opera corredor elétrico para ônibus

ônibus

Ônibus na Coréia do Sul percorre em corredor elétrico, que dispensa rede aérea e baterias pesadas. Foto – Divulgação

Coréia tem estrada elétrica para ônibus
Solução dispensa rede aérea de trólebus e baterias pesadas de armazenamento nos veículos
ADAMO BAZANI – CBN
A tração elétrica para ônibus é considerada uma das principais alternativas para que o transporte público sobre pneus seja mais sustentável ainda.
O uso do transporte coletivo já é uma ação em prol do meio ambiente, já que um ônibus comum pode substituir de 40 a 80 carros nas vias.
Mas se o transporte público for limpo, os ganhos ambientais são maiores.
A cidade de Guni, a segunda maior da Coréia do Sul, já possui um sistema de ônibus elétricos que substitui os cabos de rede aérea, como dos tradicionais trólebus, e permite que os veículos tenham baterias mais leves, diminuindo os custos de operação e manutenção.
A energia elétrica é gerada no corredor de ônibus que possui cabos elétricos sob o pavimento. Abaixo do assoalho, os ônibus contam com captadores instalados.
É criado um campo magnético e a energia do cabo é transmitida para os ônibus. Não há risco de choque em pedestres, já que a eletricidade é transmitida num sistema como wireless, só para os ônibus.
A via tem 15 quilômetros de extensão e a Coréia do Sul pretende ampliar o sistema.
Além de as baterias serem menores, não é mais necessário que os ônibus fiquem muito tempo parados nas garagens para recarregarem.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

5 comentários em Coréia do Sul opera corredor elétrico para ônibus

  1. Caraca! Grande iniciativa dos Coreanos, logo logo eles vão querer implementar esse sistema na Metra. Seria uma boa. E no expresso tiradentes também….

    • Charles, boa noite.

      Na Metra pode até ser.

      Mas no Expresso Tiradentes e em Sampa, nem em 2099.

      Ainda nem aprendemos a fazer licitação, nem abrigo de parada, nem corredor normalzinho.

      Imagina corredor elétrico com campo magnético, esquece.

      Ainda temos catraca, meu amigo.

      Infelizmente essa novidade só na Coréia do Sul e aqui no Blog.

      E depois tem mais uma, o retorno dos Apachezinho Baleadaços com rodas repintadas como novas.

      Nem em ficção científica na Net.

      Abçs,

      Paulo Gil

      • Luiz Vilela // 12 de agosto de 2013 às 19:45 //

        Lamento ter que concordar MUITO com você, Paulo Gil. Poucos anos atrás achava que Sampa iria implantar este sistema, nem que fosse um piloto de testes em algum corredor menos complicado. Triste engano!.

        Na RMSP [não se aprendeu]/[não se quer aprender] nem a segregar corredores e fazer pré-embarque.

        Pintam faixas a toque de caixa em avenidas supercongestionadas – ou pior: ao lado dos trens, tipo Marginal Pinheiros – sem sequer reorganizar as linhas que passam nelas.

      • Luiz Vilela, boa noite.

        Bom ler você por aqui novamente.

        Éeeeeeeeeee Vilela, infelizmente é previsível nem precisa ser Engenheiro de Trasportes; basta usar o Buzão.

        Hoje eu estava no 82105 e o cobrador teve de descer e com o auxílio de um outro passageiro, carregar um passageiro cadeirante para dentro do Buzão.

        Não precisa falar mais nada né.

        Há uns dias atras eu e um amigo fomos na Transpúblico, e utilizamos a CPTM (Osasco Grajaú), nem te conto.

        Se arrependimento matasse…

        É “n” vezes preferível ficar preso num congestionamento na marginal do que naquela aperto de um vagão da CPTM e ainda ter de ouvir aquela gravação maldita.

        “Estamos parados aguardando a movimentação do trem à frente”

        O pessoal sabe, o problema é que não interessa, ninguém rasga nota de 100 reais não, pode ficar tranquilo.

        Assista o filme do BRT de Uberlândia é genial.

        E depois para aumentar a adrenalina, assista os filmes do Metrô de Salvador, são só 19 (dezenove), isso mesmo, 19 anos de atraso.

        Solução, só se o Brasil for governado pelo Japão ou pela a Alemanha, caso contrário só bagunça mesmo.

        E isso se o Japão ou a Alemanha quiserem, pois caso contrário, ficará a “lesma lerda.”

        O carnaval é mais organizado do que o Buzão de Sampa.

        Podes crer.

        Abçs,

        Paulo Gil

  2. Amigos, boa noite

    Lindo o design do Buzão.

    Att,

    Paulo Gil
    “Buzão e Emoção essa é a nossa Paixão”

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