Haddad diz que não negocia tarifa enquanto violência persistir

ônibus

Contra aumento da passagem de ônibus, suposto estudante danifica veículo de transporte coletivo. Haddad diz que não negocia enquanto violência continuar. Alckmin chama movimentos de baderna. Foto: Terra

Haddad não vai negociar tarifa enquanto violência persistir
Alckmin chamou os movimentos de baderna
ADAMO BAZANI – CBN
As manifestações supostamente conta o aumento da tarifa de ônibus, trem e metrô de São Paulo, que passaram no dia 2 de junho de R$ 3,00 para R$ 3,20, só serviram mesmo para promover integrantes do “Movimento Passe Livre”, de partidos políticos supostamente de esquerda e sindicalistas, já que até Altino Prazeres, presidente do Sindicato dos Metroviários, estava no meio da confusão.
As ações violentas que colocaram em risco segurança de trabalhadores de transportes, passageiros e pedestres serviram para fechar os já difíceis canais de comunicação com o poder público.
À jornalista Fabíola Cidral, do CBN – São Paulo, produzido pela jornalista Fabiana Boa Sorte, o prefeito Fernando Haddad deixou claro: Enquanto os movimentos forem marcados por vandalismo, violência, depredação e desrespeito, não haverá negociação com o poder público.
O prefeito Fernando Haddad e o Governador Geraldo Alckmin estão em Paris defendendo São Paulo como sede da exposição econômica mundial Expo 2020.
Alckmin chamou a forma como se deram as manifestações de baderna:

Acompanhe a entrevista com a jornalista Fabíola Cidra, no CBN – São Paulo

http://cbn.globoradio.globo.com/cbn-sp/cbn-sp/2013/06/12/A-PREFEITURA-NAO-IRA-DIALOGAR-COM-MANIFESTANTES-EM-SITUACAO-DE-VIOLENCIA.htm

AO TODO, 85 ÔNIBUS FORAM DANIFICADOS, DE ACORDO COM SPTRANS:

A SPTrans soltou há pouco um balanço que revela que 85 ônibus na verdade foram danificados durante o suposto protesto encabeçado pelo grupo denominado Movimento Passe Livre, na noite de ontem.
Deste total 41 ônibus foram depredados e 44 sofreram ações de vandalismo,com pichações e avarias diversas, focos de incêndio, latarias amassadas por pedras e outros objetos.
Segundo nota da prefeitura, as empresas providenciam os reparos nos veículos.
Durante as interdições, 137 linhas que atendem 1,1 milhão de passageiros por dia, foram prejudicadas.

Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

4 comentários em Haddad diz que não negocia tarifa enquanto violência persistir

  1. O problema não é o valor, e so a prefeitura exigir que a qualidade do transporte seja proporcional ao que se cobra, o problema e que o nosso transporte não vale mais do que R$ 1,50, ônibus com intervalos de partida de 40 minutos e com media de idade de 9 anos o valor de R$ 3,20 e roubo sim!!!!

  2. Descupa a Palavra Mas Put* Que Pariu,Pow O Brasileiro quer que o Pais Mude é Desse Jeito que eles tomam uma propria providencia?Isso não é protesto,isso é vandalismo,bando de sem noção,Porr* Se quer fazer protesto vai lah NEGOCIAR com o prefeito e não sair quebrando tudo,Porque as Empresas por ruim ou boas que sejam não tem culpa disso e mto menos os onibus,Mudem seus loucos pq assim vocês Vão chegar a lugar nenhum.Assim O Brasil Vai piorando,E Muitos que reclama do estado que o Pais se encontra a culpa é do brasileiro mesmo,Pq Temos que Fazer protesto diferentes,Fazendo com que os Vagabundos dos politicos venham a negociar ou fazer o certo.Volto a dizer vandalismo,vamos chegar a lugar nenhum somente piorar.

  3. O onibus da foto deve ser da viação imigrantes, talvez linha 218 na região da 25 de março! Faltou na foto pegar o número do ônibus para eu ter certeza disso! Fica a dica, se possível, colocar o número do ônibus nas fotos (vai depender do ângulo da foto) !

  4. A pichação no onibus seletivo da EMTU, justo em cima da marca do Governo de São Paulo mostra exatamente quem é o alvo dos protestos.
    Como ter mobilidade urbana afogados em 7 milhoes de carros? Ninguem se mancou ainda que existe muito carro pra pouco espaço? Preciso desenhar?

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