Novos ônibus no Corredor ABD

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Ônibus de 15 metros possibilitam mais oferta de lugares para os passageiros no Corredor ABD sem ocupar tanto espaço nas vias em relação aos ônibus mais antigos que tinham menor capacidade de transporte. Foto: Adamo Bazani

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Ônibus possui eixo direcional traseiro, ou seja, as rodas de trás giram em conjunto com as da frente, para melhor manobra. Foto: Adamo Bazani.

Metra coloca mais ônibus de maior capacidade de transporte no Corredor ABD
Chegada de mais quatro veículos de 15 metros vai aumentar oferta de lugares para os passageiros

ADAMO BAZANI – CBN

O sistema de ônibus e trólebus do Corredor ABD, operado pela Metra, recebeu mais quatro veículos zero quilômetro para os serviços entre São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, e Jabaquara, na zona Sul da Capital Paulista, passando pelos municípios de Santo André, Mauá (Terminal Sônia Maria), São Bernardo do Campo e Diadema.
São quatro unidades a mais do modelo de carroceria Millennium III, chassi Scania K 270 UB.
Os ônibus substituem a frota de veículos mais antigos, formada por ônibus convencionais, modelo de carroceria Vitória, chassi Volvo B 58.
Além das emissões de poluição dos novos veículos serem menores em relação aos mais antigos, mesmo ainda seguindo os padrões das normas Euro III, os Scania K 270 possuem maior capacidade de transportes.
Com 15 metros de comprimento, a lotação pode ser de 100 pessoas contra aproximadamente 70 pessoas que eram transportadas no modelo antigo, que tinha 12,3 metros de comprimento.
Mesmo sendo maiores, os ônibus de 15 metros proporcionalmente ocupam menos espaço nas vias comuns e segregadas justamente pela diferença maior de capacidade de passageiros.
Para ajudar nas manobras, o terceiro eixo do veículo é direcional, ou seja, as rodas de trás “viram” em conjunto com o conjunto de rodas dianteiras.

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Os ônibus de 15 metros apresentam equipamentos de acessibilidade para facilitar a rotina de quem possui algum tipo de deficiência ou dificuldade de locomoção. Exemplo é o piso baixo, quase na altura da guia e rampas para cadeiras de rodas. Foto: Adamo Bazani

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Veículos também seguem às mais modernas normas de segurança previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas e pelo Código de Trânsito. Luzes de LED e faixas refletivas ao longo da carroceria são exemplos para melhor visualização dos veículos, principalmente na parte da noite. Foto: Adamo Bazani

Os ônibus são de piso baixo até a metade do conjunto carroceria/chassi o que facilita o embarque e o desembarque de pessoas que possuem mobilidade reduzida. Para quem necessita de cadeira de rodas, rampas que saem do assoalho do ônibus permitem a entrada sem dificuldades do passageiro nestas condições. Há espaço para a fixação segura das cadeiras de rodas e também para cão guia. Os passageiros com necessidades especiais também contam com botões de aviso de paradas diferenciados que comunicam ao motorista que uma pessoa que necessita de maior atenção está prestes a desembarcar.
Os balaústres perto das portas são em relevo para auxiliar os portadores de limitações visuais.
Os ônibus seguem as novas normas de acessibilidade e segurança previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas e pelo Código de Trânsito.
Desde 2008, a Metra renovou a frota com 78 veículos com este padrão.

ÔNIBUS MAIOR PARA A LINHA EM DIREÇÃO A BERRINI

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O balanço da operação de ônibus articulado nos serviços entre Diadema e Estação Berrino da CPTM tem sido positivo. Recentemente, um veículo com capacidade para mais de 100 passageiros começou a trafegar pela faixa e corredor, que desde quando a ligação foi criada, registrou aumento na demanda de passageiros. Foto: Admo Bazani

A concessionária Metra também começou recentemente a operar um ônibus de maior capacidade nas linhas 376 (Diadema – Berrini) e 376 M (Diadema – Shopping Morumbi).
Trata-se de um ônibus articulado, de 18 metros de comprimento, que também aumenta a oferta de lugares para os passageiros.

O veículo é um modelo Caio Millennium II, chassi K 310 U, da Scania, com capacidade para pouco mais de 100 passageiros.
Pelas características do trajeto misto entre corredor e faixa exclusiva entre Diadema, no ABC Paulista, e a Estação Berrini, de trens da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, há portas dos dois lados do ônibus para embarque e desembarque.
O veículo também é dotado de acessibilidade, com piso baixo, que deixa o assoalho do ônibus muito próximo às guias, e rampas de acesso para quem necessita de cadeira de rodas.
A colocação deste novo veículo nas linhas teve balanço positivo, pelo fato de a demanda destas linhas ter registrado aumento desde que foram criadas, exigindo o uso de ônibus maiores.
O Corredor ABD foi o que recebeu melhor avaliação na Pesquisa “Imagem dos Transportes Metropolitanos” da ANTP – Associação Nacional de Transportes Públicos, conseguindo 79% de aprovação dos passageiros, superando a satisfação dos passageiros do Metrô, modal que teve 74% de aprovação e é considerado uma das referências de mobilidade. Os dados são de 2011. Este ano ainda não foi realizada nova pesquisa. A ANTP apura o nível de satisfação dos passageiros desde 1985.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

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Comentários

Comentários

  1. Felipe Novaes disse:

    Quem dera se na cidade de SP tivesse transporte com o mesmo padrão da Metra…

  2. Marcos Novaes disse:

    Se não me falha a memória esse ônibus articulado na foto e citado na matéria, está rodando na extensão Diadema/Brooklin/Berrini, há pelo menos 01 ano. Gostaria de deixar um pequeno comentário sobre o serviço prestado nesse trecho do corredor: A minha impressão é que não existe por parte de EMTU e da Metra muito interesse na substituição dos veículos que operam naquele trecho, com o conseqüente aprimoramento do serviço, haja vista que ônibus “novos” são apenas 04, pela ordem: 5412,5413,5414 (três eixos) e o articulado da foto, 8050 (ex-4012) os demais são ônibus já tem algum tempo de operação e são bem rodados. É indiscutível a demanda do demais trechos do corredor, o que naturalmente obriga a troca por veículos maiores, mais novos etc.Porém também é visível o crescente aumento de demanda nessa extensão. Moro em SBC, porém transito com freqüência na região onde passa o corredor para o Brooklin, e o que tenho visto são, dependendo do horário, ônibus lotados, filas nos terminais e por ai vai. Com relação a Metra, não discuto em nenhum momento a qualidade e seriedade da empresa, porém acho que falta uma visão, não sei se seria o termo certo, menos provinciana, até porque o serviço público tem que ser voltado para o usuário e com qualidade.

  3. wellington disse:

    se sp tbm tivesse o transporte igual ao da metra estava bom.esse millenium vejo todos os dias rodando pois moro atras da parada lituania!e no terminal sao mateus para que as catracas na passarela?????

    1. As catracas são o anúncio do fim da integração gratuita em São Mateus entre Metra e Himalaia

      1. wellington disse:

        que coisa!agora que tem o bom….daqui a pouco nao vai ter mais integraçao em nenhum terminal.a metra é a melhor,mas cortar a integraçao no terminal sao mateus entre a metra e municipais,ai ja é de mais!obrigado pela informaçao.e agora pessoas vao gastar mais por conta disso.parabens pra eles responsaveis!!!

    2. Amigos,
      o que poucos sabem é que o SECRETÁRIO JURANDIR FERNANDES sempre foi e sempre será contra as GRATUIDADES, por isso que as catracas estão na passarela e nos pisos aonde fica a 342M.A desculpa dele é que sempre alguém paga pela gratuidade e o ESTADO esta no limite para SUBSIDIAR as gratuidades.
      E a culpa também são da deputaiada que fazem leis eleitoreiras para isentar a passagem e aí todos são prejudicados.

      Abraços
      Marcos Galesi

  4. O articulado estava em testes há pelo menos um ano, mas operando mesmo em escala fixa, há alguns meses.

    Agora vc falou uma coisa certa, a extensão Diadema – Berrini está longe do que a Metra pretendia para operar: exclusividade e maior segregação. Sendo assim, fica até mais fácil ionvestir nos outros trechos do sistema….
    Mas a promessa é mais renovação de frota para o trecho.

    1. Marcos Novaes de Souza disse:

      É verdade, concordo em gênero,número e grau.Aquele trecho é terra de ninguém,invasões no corredor a todo momento, sem esquecer das empresas municipais de SP.Agora curioso é que a SPtrans usa e abusa, mas ajudar com manutenção ou até com fiscalização para evitar as invasões ao corredor, nem pensar, deveria realmente ser totalmente segregado. Como eu havia dito anteriormente, moro em SBC, porém sou paulistano, mas dá um misto de vergonha e asco desses administradores.Grato pela seu retorno Adamo.

  5. Roberto SP disse:

    Uma coisa de fato não podemos negar, a Metra faz uma diferença enorme em relação á sua frota, pois mesmos os ônibus mais antigos estão em perfeitas condições, uma renovação como esta deixa qualquer usuário muito satisfeito mesmo que ainda persista o problema da superlotação em alguns horários e trechos do corredor ABD, queria eu e creio que muitos ter atuando na região onde moramos uma empresa como a Metra. Só temos que elogiar o emprenho dessa empresas em querer proporcionar uma qualidade para seus clientes, creio que diante do problema relatado acima vai ser revisto por ela, no momento fica a vontade de ir até o corredor para andar nesses ônibus novos. Forte abraço

    1. jair disse:

      Roberto e amigos
      Sou do tempo que frota tinha que ter idade média de 10 anos (no geral) com fiscalização de seu estado de funcionamento, permitindo as empresas manter os veículos em melhor conservação e continuar o uso daqueles cujo desempenho superava a média, descartando os de média inferior.
      Havia o caso até de reencarroçamento de chassis quando seu mecanismo superava a média de eficiência e sua carroçaria necessitava de reforma.
      Vejam o caso da Metra, que roda em corredores e faz uma boa manutenção, poderia se enquadrar neste sistema, e possibilitaria diminuir o custo dos investimentos em renovação de frota frequente que ocasiona também o reajuste das tarifas.

  6. Ricardo disse:

    E os trolebus, a Metra não os compra mais?

    Para que eletrificar se não rodam?

  7. NÃO SÓ COMPRAM, COMO PRODUZEM PELA ELETRA..

    JÁ TEMOS IMAGENS DO NOVO TROLEBUS DE 15 METROS DA METRA, COM DIFERENÇAS em relação ao da Himalaia, mas por questão de ética, já que estão sendo feitas as alterações finais, só divulgaremos depois de estar tudo acertadinho.

    Só dá para adiantar que será uma boa surpresa para o sistema.

    Claro que a Metra não vai se resumir só neste trólebus, mas o desenvolvimento dele vai proporcionar inovações muito interessantes.

    1. André Francisco F.G.M. Silva disse:

      Espero que essas surpresas incluam uma possível transformação dos Vitória em trólebus também. Agora, quanto ao novo articulado, o 8050, existe a chance de vir mais dele, com chassi Scania?

    2. Fábio disse:

      A grande surpresa desse novo trolebus cujo prefixo é 5500, são as baterias, alojadas no teto do veículo, cujo proposito é fazer com que o veiculo passa andar desconectato da rede, será uma especie de hibrido, só que ao invés de ter motor diesel gerando energia, este será um trolebus. Na falta de energia, o veículo pode continuar rodando normalmente apenas com a energia armazenada nas baterias, claro que a autonomia será limitada a alguns quilometros, mas o suficiente para chegar a uma subestação onde a rede não tenha mais problemas e o veiculo possa ser conectado novamente.
      os testes já estão ocorrendo dentro da garagem e provavelmente nas proximas semanas ele já esteja em testes no corredor.

      1. Essa é uma mas tem outras novidades além do que vc citou. Deve ficar

      2. André Francisco F.G.M. Silva disse:

        Eu estava pensando se realmente não seria possível fazer um trólebus híbrido. Já que a Metra/Eletra estão realizando constantes estudos acerca dos trólebus, por que não desenvolver um trólebus, que roda 100% com energia elétrica, mas que possua um motor-gerador, para dar uma autonomia e uma flexibilidade que os trólebus não possuem, que trafegar fora da rede. Não creio que seja algo TÃO impossível, na verdade acho-o relativamente possível de ser aplicado, principalmente em ônibus de grande porte, como os articulados e os de 15 metros, se bem que, tendo em vista que existem ônibus híbridos de 12,5 metros, então a ideia também se aplicaria a esse veículo. Não seria tão complicado, pois já que o motor tracionário é elétrico, então, basta pegar um híbrido convencional e dotá-lo de pantógrafos, sendo que uma chave seletora no painel mude a fonte de alimentação, do motor-gerador para a rede aérea, e vice e versa.

      3. Fábio disse:

        Ah! sim ainda há a transformação de outros dois ônibus diesel articulados Urbanuss Pluss em trolebus, que pela ultima vez que vi já estavam quase prontos, um deles com as alavancas e tudo. Os prefixos serão 8151, e 8152.

      4. Davidson disse:

        Eu aposto mais nesse sistema do que nos ‘trólebus’ wirelles que serão testados na Grã betanha. Futuramente ,se os trólebus tiverem motor no cubo das rodas ,piso 100% baixo (que os chineses chama de ônibus elétrico com motor fantasma srsr), eu duvido que haverá desculpas para a implementação dos trólebus nas grandes cidades !!!

  8. Parabens a Metra Transporte , pelas melhorias e renovaçoes de frota , realmente vemos as melhorias implnatadas por esta empresa , e a cada ano que passa a Metra transporte conquista o IQT melhor da regiao RMSP, e as melhores avaliações.
    Outras empresa deveriam investir fortemente, com veiculos novos …

    1. Luiz Vilela disse:

      Na Raposo Tavares, certo Carlinhos Aniceto?
      Hoje foram 90 minutos desde o Terminal Cotia até Metrô Butantã, por R$7,50 com muitos usuários viajando EM PÉ. São meros 24km!
      Certamente que não adianta a empresa de ônibus agir sozinha. É NECESSÁRIO que o Governo colabore e ATUE.

  9. Luiz Vilela disse:

    Por falar em ação [administração pública+empresas de ônibus], considero falho num sentido amplo o espaço alocado para parada de ônibus (inclusive de carros) na CPTM Berrini. Justifica obras viárias, sinalização, iluminação, reposicionamento de pontos de taxis e até estacionamento subterrâneo, nos moldes da Paulista/Baixo Trianon.

    O ótimo exemplo das soluções de arquitetura dos belos edifícios deveria ser estendido à Estação CPTM, eventualmente via PPPs com os próprios escritórios de arquitetura.

    Todos ganhariam. Não é este o melhor jogo?!

    1. jair disse:

      Luiz Vilela
      Concordo com voce. Deixaram esse terminal meia boca. Pode ser que seja melhorado com a chegada da linha 17 do monotrilho que se integrará a estação.
      Não sei se já é possivel conferir nos ” lay out” de divulgação da linha 17 nos meios de comunicação.

      1. Luiz Vilela disse:

        Jair
        A informação mais frequente da integração da 17 com a 9 seria Granja Julieta e 9/Morumbi
        .
        Acho frustrante a falta de informação mais consistente sobre a 17. E a tal capacidade de que se falou, para composições de apenas 4 vagões passa forte sensação de ser insuficiente, haja vista o que aconteceu com a demanda da 4 no curto prazo.

  10. A METRA é uma empresa muito boa, isso não se discute. Mas parece que eles deixam meio de lado a extensão Diadema-Berrini. Os ônibus são sempre superlotados, nos horários de menor movimento, eles ficam segurando os carros no terminal até a fila ficar enorme e depois fica sempre uma mulher da METRA pra empurrar quem não cabe direito no ônibus mas que não quer ficar esperando o próximo, que também vai demorar.

    1. Marcos Novaes de Souza disse:

      Todo domingo por volta de 07:30 eu passo no terminal Diadema, e sempre vejo filas no ponto das linhas 376 e 376M, e nenhum ônibus, não é força de expressão, todos os domingos no horário em que passo por ali filas e nada de ônibus. Porquê?

      1. eduardo pereira disse:

        O que neste trecho (diadema – Berrini) é que além do corredor ser ultilizado por outras empresas,as avenidas em que o onibus não ultiliza corredor em horário de pico o onibus demora até 40 minutos para andar num trecho de 5 km….então o problema está nas vias de acesso….

  11. Renato Lobo disse:

    Mais ônibus a diesel poluidores…parabéns Metra!

  12. jair disse:

    Luiz Vilela
    Desculpe, eu passei informação incorreta. Voce está certo quanto as estações da linha 17.
    Eu confundi a linha da Metra 376 – Diadema/Berrini com 376M -Diadema(atualmente )Shopping Morumbi, quem sabe futuramente estação Morumbi (da 9 e da 17).
    abs.

  13. Bruno Quintiliano disse:

    Adamo, nesse ponto eu discordo. errado seria deixar um corredor com uma linha com intervalo tao dilatado com exclusividade no corredor. Ele ficaria ocioso por longos períodos enquanto a maioria dos usuários iria no trânsito nos ônibus da SPTrans.

    1. Luiz Vilela disse:

      Bruno Quintiliano
      Corredores segregados de demanda irregular, estes sim, poderiam acomodar taxis, ambulâncias e demais carros de serviço (caminhonetes, caminhões de 1 eixo, etc) nos horários de vale.
      Corredor mal segregado e sem regras rígidas não funciona, exemplos não faltam.

      1. Bruno Quintiliano disse:

        Eu sou contra taxi e outros assim no corredor. eu discordo é de deixar só pra METRA, sem permitir os ônibus da SPTrans. Na Av eng armando arruda pereira não causa transtornos, mas no da Cupecê prejudicaria os usuários de São Paulo. deveriam encher o corredor de radar pra multar quem invadir.

      2. Luiz Vilela disse:

        Bruno
        Quis dizer SÓ EM HORÁRIOS DE VALE e mesmo assim com sinalização por painéis eletrônicos que SEMPRE priorizariam os ônibus. Sim!! Com [fiscalização eletrônica+multas] pra quem descumprir/invadir.
        Não tenho bom conhecimento dos custos de sinalização viária, seja por faixas, placas, pórticos, “tartarugas” de segregação ou painéis eletrônicos. Mas com certeza há ENORME omissão dos órgãos públicos.

    2. Marcos Novaes de Souza disse:

      Pois é Bruno, concordo com você, não teria nenhum sentido um corredor naquele local com tantas linhas de onibus e essencial corredor somente para duas linhas, no caso a Metra, todavia eu particularmente acho que aquele corredor deveria ser segregado ou pelo menos ter uma fiscalização eletronica eficiente para coibir as invasões.

  14. Luiz Vilela disse:

    Esta discussão é da maior importância:
    – Segregou, ocupou o espaço; tem que haver eficiência.
    – Juntou várias linhas no corredor, é o começo da falência: como provam vários corredores de São Paulo de 12km/h.
    Tem que haver boas soluções. O único que perde espaço – e é razoável que seja assim – é o transporte indivudual. Só que o usuário do individual irá precisar de alternativa pública coletiva competente para seu deslocamento. É aí que a SPTRANS não consegue (não tenta) atender.

    1. Marcos Novaes disse:

      Não sei se estou falando alguma bobagem, porém me parece que corredor exclusivo de ônibus, onde rodam também táxis(autorizados), e todo tipo de veículo, nesse caso por absoluta falta de fiscalização, só nessa cidade sem comando(SP). Agora uma outra questão, não seria viável que no restante do corredor, este sim segregado, do Jabaquara até São Mateus, que ônibus municipais sejam de Santo André, São Bernardo, Diadema e quem sabe nos extremos sul e leste da capital, pudessem partilhar o corredor naqueles trechos em que seguem o mesmo percurso, não otimizaria ainda mais o corredor e aumentaria a velocidade dos ônibus municipais? É claro que seria necessário estudo e planejamento para que seja avaliada a viabilidade e possibilidade etc. Esclareço que não sou da área de transportes, tampouco tenho conhecimento técnico, sou só um, como tantos outros que visitam esse Blog e participam expondo suas opiniões.

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