TUPI apresenta ônibus a etanol de 15 metros
Publicado em: 20 de janeiro de 2012

Novos dez ônibus a etanol na frota da cidade de São Paulo foram apresentados nesta sexta-feira, dia 20 de janeiro de 2012, pela TUPI – Transportes Urbanos Piratininga, que presta serviços em parte da zona Sul da Capital Paulista e na região central da cidade. Os veículos reduzem em até 90% a emissão de materiais particulados, em 80% a de gases que causa,m efeito estufa e não lança na atmosfera o enxofre, substância cancerígena presente no diesel que causa chuva ácida. Os ônibus são do mesmo princípio de funcionamento dos movidos a etanol que operam na VIM – Viação Metropolitana, também na zona Sul de São Paulo, mas são de maior porte, de três eixos, com 15 metros de comprimento e maior capacidade de transporte de passageiros. Foto: Juliana Cardili – G 1
Ônibus a Etanol de 15 metros chega a São Paulo
Foram apresentados dez ônibus chassi Scania que poluem menos. Veículos serão operados pela TUPI, na zona Sul de São Paulo
ADAMO BAZANI – CBN
Na busca por novas tecnologias que reduzem a emissão de poluentes no ar e com o objetivo de em 2018 ter toda a frota de ônibus municipais movida a combustíveis alternativos ao petróleo, foram apresentados nesta sexta-feira, dia 20 de janeiro de 2012, dez novos ônibus movidos a etanol.
Os veículos serão operados pela TUPI – Transportes Urbanos Piratininga – que atende a parte da zona Sul de São Paulo e à região central da cidade.
Os ônibus são Scania, K 270, e como os veículos que já operam pela VIM – Viação Metropolitana, podem reduzir em até 90% a emissão de materiais particulados e em até 80% a de gases que contribuem para o aquecimento global. Mas os veículos são maiores, de 15 metros de comprimento, podendo transportar cerca de 100 passageiros. O chassi tem três eixos, sendo que o último é direcional, o que auxilia em curvas mais fechadas e se move de acordo com o primeiro eixo. A carroceria é da Caio, modelo Millennnium da nova versão, chamado de Millennium III. Os ônibus possuem piso baixo até a metade da carroceria, equipamentos de acessibilidade, como rampas e espaço para cadeira de rodas e cão guia, além de seguirem novas normas de segurança e conforto, com maior espaço entre os bancos e saídas de emergência melhor localizadas e mais fáceis de serem operadas.
Os ônibus também não liberam enxofre, substância cancerígena encontrada no diesel e que contribui para formação da chamada chuva ácida.
O número de veículos menos poluentes tem aumentado em São Paulo.
De acordo com a SPTrans, já são 1 mil 200 ônibus que operam com 20% de biodiesel, 160 com diesel de cana de açúcar, além dos ônibus a etanol já em operação, elétricos híbridos e os trólebus, que não emitem nenhuma poluição nas operações.
A frota de trólebus, cerca de 200 veículos, é considerada em más condições. Mas com as mudanças no Consórcio Leste 4, com a saída da Himalaia Transportes, que ainda está em processo de realização, e os serviços sendo assumidos pela Ambiental Trans, os trólebus têm sido renovados aos poucos, inclusive chegando ônibus elétricos com tecnologia mais moderna e também algumas unidades com 15 metros.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes



Adamo,conhece aquele ditado”casa de ferreiro,espeto de pau”?pois é.essa”Viação Metropolitana”é originária daqui do Recife(Grupo CRT,Rodoviária Metropolitana).e aqui,os oinibus q a mesma comprou,são os nanicos mercedes-benz OF-1418.estou pasmo com a”chaves”(é uma mulher q toma conta dessa VIM).sobre esse onibus da foto,são 3 eixos?
Em Diadema, a Mobi, trelacionada ao mesmo grupo, também comprou estilo micrão e convencional cm motor dianteiro
tem esse detalhe Adamo.sabe o q irrita:é botar esse onibus nanico,numa linha de gigante demanda.puxando para a nossa Recife,as linhas 450,460 e 490,utilizam articulados nas suas frotas!mas está de parabens a VIM-SP por essa nova compra!
agora queria ver a empresa belo horizonte fazer isso,tirando ou arrumando onibus que nao esta em condiçoes!
Com o preço que está o etanol, vão querer aumento de tarifa logo, logo, alegando aumento nos custos.