VIAQUATRO DA LINHA AMARELA DO METRÔ VAI OPERAR ÔNIBUS

ônibus articulado

A partir de 2014, quando devem estar concluídas as obras da segunda fase da Linha 4 Amarela do Metrô, a ViaQuatro, concessionária do sistema, vai operar ônibus articulados de grande capacidade. Os veículos devem integrar o município de Taboão das Serra ao sistema metroferroviário pela Estação Vila Sônia. O Governo do Estado já demonstrou interesse em prolongar a linha amarela do Metrô até Taboão, mas enquanto os trilhos não chegam à cidade da Grande São Paulo, os ônibus já vão permitir esse acesso. A ViaQuatro disse acreditar na integração de modais diferentes de transportes e vai acabar investindo em trilhos e pneus para esta ligação. NA FOTO, UM NEOBUS MEGA ARTICULADO DE CURITIBA, PRIMEIRO SISTEMA DE BRT DO MUNDO, APENAS ILUSTRATIVA. Foto: Adamo Bazani

ViaQuatro, operadora da linha 4 do Metrô de São Paulo, vai operar ônibus em 2014
Anúncio foi feito pela empresa e faz parte dos planos expansão dos serviços de mobilidade moderna para a Região Metropolitana de São Paulo

ADAMO BAZANI – CBN

A empresa concessionária da linha 4 do Metrô de São Paulo vai operar ônibus entre a estação Vila Sônia, na Capital Paulista, até o município de Taboão da Serra, na Grande São Paulo.
Os veículos, do tipo articulado, serão comprados pela empresa que opera a linha amarela do metrô de São Paulo, que está em expansão.
A informação foi dada pelo diretor-presidente da ViaQuatro, Luiz Valença, ao Blog Ponto de Ônibus.
“O metrô vai deixar de servir apenas a cidade de São Paulo. Já há projetos para isso. O secretário dos transportes metropolitanos, Jurandir Fernandes, anunciou que a intenção é levar os serviços da linha amarela do Metrô até a cidade de Taboão da Serra” – disse Luiz Valença.
Ainda não há uma previsão exata para a chegada dos trilhos até Taboão da Serra, o que não significa que a população da cidade e imediações não terão acesso à linha 4.
Os ônibus articulados, modernos, com maior espaço interno e conforto farão esta ligação até a expansão metroferroviária ser concluída.
A compra de ônibus pela ViaQuatro já está prevista em contrato.
A operação dos veículos está prevista para iniciar em 2014, quando será concluída a segunda fase das obras da linha 4 amarela.
A primeira etapa deve estar pronta já em setembro, segundo Luiz Valença.
“Esta primeira fase vai contemplar 6 estações. Quatro já estão prontas. As duas últimas serão essenciais para a distribuição da demanda no sistema, minimizando superlotações em linhas específicas, porque vão fazer conexão com linha 3 Vermelha pela Estação República e com a linha 1 Azul através da estação Luz” – explica o diretor presidente da ViaQuatro.
A segunda etapa, ele explicou, deve estar concluída em 2014. Serão mais 5 estações até Vila Sônia, de onde sairão os ônibus articulados da ViaQuatro.
Atualmente, a ViaQuatro, linha amarela, transporta 160 mil passageiros diários pelas quatro estações. Com a inauguração das duas que faltam até setembro, gradativamente, a demanda deve saltar para 750 mil pessoas.
Os serviços são operados por 14 trens que trazem várias inovações, como aos carros de passageiros não terem divisórias, o que possibilita maior capacidade e distribuição de passageiros na composição.
Quando a segunda fase estiver pronta, prevê Luiz Valença, a linha 4 deverá receber cerca de 1 milhão de passageiros por dia.
Esta demanda será atendida por 29 trens.
Para aumentar a oferta sem comprometer a segurança, a empresa diz investir em tecnologia. Dentre elas a CBTC – Communication Based Train Control- um sistema de sinalização que pode permitir menor distância entre os trens, portanto, aumento da oferta de composições e conseqüentemente dos lugares, o que deve minimizar as lotações.
“A vantagem da CBTC é que a distância entre os trens não é fixa. Ela é determinada pela velocidade dos trens. É como se fosse no carro. Quando na estrada você está em alta velocidade, a distância que você mantém do carro da frente é maior. Em menor velocidade, esta distância é reduzida. Só que no caso dessa tecnologia, tudo é automatizado e calculado” – explica Luz Valença.
Até mesmo as paradas nas plataformas e o alinhamento entre as portas do trem e as portas das plataformas são calculadas por tecnologias do setor ferroviário.
Apesar de a colocação em prática ser um sistema complexo, Luiz Valença explica que os princípios que calculam as paradas, a velocidade e os demais movimentos do trem são lógicos e de fácil compreensão.
“O trem sabe em questão de centímetros onde ele está. A roda do trem, que é de ferro, tem um diâmetro. A tecnologia permite calcular, pela razão entre reste diâmetro e as extensões da linha, quanto essa roda precisa girar no eixo para chegar a determinados pontos. Mas este cálculo é preciso e seguro.” – explicou o executivo que ainda disse que em situações especiais, o intervalo entre os trens da ViaQuatro, por conta desta tecnologia, pode ser de 75 segundos.
“Mas neste momento, não há necessidade de um intervalo tão curto” – explicou.

O BOM RELACIONAMENTO ENTRE OS TRENS E OS ÔNIBUS:

Luiz Valença disse que todos os modais são importantes num contexto de Região Metropolitana, onde a ligação entre as cidades é muito intensa e a movimentação entre elas também.
“Para a política e as administrações há limites entre municípios. Para os transportes não. E cada região deve ser atendida da forma que precisa, com os modais mais adequados e suficientes” – disse.
Assim, além de haver a necessidade de uma complementação entre os diferentes modos, a ViaQuatro vai além e investirá em diversos modais: no caso os trens coreanos do metrô da linha amarela e os ônibus articulados em 2014 para Taboão da Serra.
Luiz fala ainda que estações da linha 4 amarela terão integrações não apenas tarifárias mais físicas com os ônibus.
Serão as Estações Pinheiros, Morumbi e Vila Sônia, que terão terminais de ônibus integrados.
Assim, a ideia é oferecer todas as formas disponíveis de transporte público para auxiliar e agilizar o deslocamento da população e convencer as pessoas a deixar o carro em casa.
Quem mora um pouco mais afastado da linha, pode fazer o uso dos ônibus que abastecerão o metrô de passageiros. Na volta, o metrô traz as pessoas às estações, e elas serão distribuídas nos locais onde moram.
“O Estado deve intervir para que não haja concorrência entre o ônibus, trem, metrô, VLT, monotrilho entre outros. Cada modo de transporte pode fazer sua parte, sendo bom para o operador do metrô, do trem, do ônibus e acima de tudo para o passageiro”
Quanto aos ônibus articulados que devem ser operados pela ViaQuatro, inicialmente, não há proposta de corredores e os veículos devem usar vias comuns. Ainda não há definição de carrocerias e chassis a serem escolhidos.
O Metrô do Rio de Janeiro já opera ônibus em duas linhas.
Ipanema – Gávea e Botafogo – Gávea.
Os veículos são alugados e fazem integração com o sistema, que também está em expansão.
Além da integração com os ônibus operados pelo Metrô do Rio de Janeiro, o sistema integra-se diretamente com 16 linhas de ônibus municipais e 4 intermunicipais.
O Rio de Janeiro optou pelo BRT – Bus Rapid Transit – corredores de ônibus modernos que priorizam o transporte público e aumentam a velocidade operacional dos veículos, com conforto e acessibilidade, para obras dentro do PAC da Mobilidade.
O metrô do Rio de Janeiro e a Supervia, operadora dos trens do Rio, se preparam para receber a demanda dos ônibus e se integrarem da melhor forma possível aos veículos, como nas estações da Barra e Vicente de Carvalho.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

26 comentários em VIAQUATRO DA LINHA AMARELA DO METRÔ VAI OPERAR ÔNIBUS

  1. Vai ter briga feia com as empresas de ônibus da região. Completamente desnecessário, em vista q o sistema vai ficar engarrafado do mesmo jeito, e como já dito, existem empresas capazes de fazer a operação entre o Metrô-Ônibus mesmo gratuitamente. Pode ater haver interesse do GESP inicialmente, no entanto quando o amadurecimento da ideia, vai se ver q isso é completamente inviável.

  2. Amigos, boa noite

    Adamo, não judía da gente com essas fotos dos Neobus, pois amanhã cedo tenho de
    cair na real naqueles Apaches detonados e apertados.

    Já houve a licitação? A Metra perdeu???

    A linha 4 segue em “S”, portanto sua velocidade já esta limitada pelos “S”, não vai adiantar muitos esses sistemas.

    Não dá pra trocar o carro pelo transporte públic, pois as estações são mal projetadas, vejam a estação Butantã é um verdadeiro “BOITANTÔ não tem nem acesso para embarque e desembarque de passageiros que chegam de carro, fora um Terminal de ônibus acanhado e com entradas a 90 que facilitam em NADA a entrada dos buzões.

    Nada de BRT, façam metrô aéreo igual o da linha azul, na Av, Cruzeiro do Sul. lembrem-se nossa
    cidade é uma Metrópole e os ônibus não adiantam mais.

    Quem duvidar disso é só andar no buzão de Sampa, qualquer linha e quanto mais na periferia
    pior é; isto é público e notório, sem contar que nem limpeza interna existe.

    Muito obrigado
    Paulo Gil

  3. A notícia é interessante, mas ônibus articulados fora de corredor não basta nestes locais de alto fluxo mencionados. Uma empresa do porte e capacidade tecnológica da Via Quatro deveria implantar BRTs; embora seja compreensível que a Prefeitura a libere para frotas convencionais se ela tem este tipo de interesse.
    Pelo lado da Prefeitura, segue sendo profundamente lamentável a falta de empenho para implantar BRTs e VLTs na RMSP.
    Já que a coisa está em pleno andamento, torço para que Via Quatro estenda estas linhas de ônibus desde a Metro Vila Sônia ao longo da Raposo, pelo menos até Vargem Grande Paulista. Há enorme demanda, necessidade e ausência de outras ações objetivas para o trecho

    • Luiz Vilela, bom dia

      De pleno acordo, o pessoal que “manda”, nem sabe onde é Vargem Grande Paulista, temos de pensar grande.

      Não posso afirmar que foi por minha causa, mas começaram a falar em Taboão da Serra, depois que eu sugeri que ao invés de fazer linha de metro embaixo do Rio Pinheiros, devia ter sido feito um túnel até o cemitério da Lapa e depois via aérea pela AV. Escola Politécnica e que assim o metro já estaria em Taboão da Serra, facinho facinho.

      Pois a linha 4, simplesmente seguiu o caminho do buzão e o pior de tudo em “S”, confiram usem a linha 4 1 vez e vejam com os próprio olhos; para eles a menor distância entre 2 pontos é uma curva.

      Grato
      Paulo Gil

      • Luiz Vilela // 22 de julho de 2011 às 12:44 //

        Paulo Gil
        Metro 2 Verde estava planejada até o Alto da Lapa, de onde sairia a antiga Metro 19 pela Metro3 BFunda, Metro2 Tiete ou estação(ões) acima seguindo pela VGuilherme e VMaria na direção de Guarulhos. Ninguém explica porque o Alto da Lapa “deixou de ser necessário”.
        Concordo que a Politécnica é mal planejada e sub utilizada. Nada tem oganizado para transporte público coletivo e “morre” na Raposo, quando seia da maior importância atravessá-la e seguir ao Taboão, Vila Sonia, etc.

  4. Particularmente a linha 4 veio para matar as linhas da Transpass já a partir da estão Butantã sentido centro já em atendimento, logo, matará também a mesma Transpass na linha que sai do Terminal Campo Limpo isto ainda dentro do município de São Paulo e agora, mesmo que seja a partir de 2014, com o aval do governo estadual, a linha 4 com estes futuros ônibus articulados querem matar as empresas de linhas intermunicipais como a Pirajussara e Miracatiba e, a continuar assim, matará também a V. Raposo Tavares (Danúbio Azul ou Bragança) e V. Osasco.
    O terminal de ônibus na estação Butantã, para mim é meio sem jeito mas os pontos das linhas intermunicipais da V. Raposo Tavares e V. Osasco já estão instalados só esperando mesmo os ônibus estacionarem por lá.
    Infelizmente sendo pessimista, vejo que a extinção destas empresas que citei está bem próxima, é melhor já começar a tirar fotos delas para no futura lembrar e ter saudades.
    Quanto as estações da linha 4 amarela – sou usuário diário desta linha, para mim todas as que conheci até o momento foram muito mal projetadas, percebo que pessoas com dificuldades ou deficientes tem que se virar e subir e descer escadas fixas pois hoje as rolantes geralmente estão no sentido da subida não havendo sentido para descida e os elevadores ficam escondidos.
    Dias destes conheci a estação Pinheiros, aquela que desmoronou, achei um horror, principalmente a altura do solo da plataforma do trem até a sua saída da estação ou integração com a linha da CPTM.

    • Mario Brian
      Fazer planeajmento competente exige redefinição de linhas.
      Vejo sérios problemas dos dois lados:
      – empresas fazem “o diabo” para manterem “suas” linhas, muitas vezes para prejuizo do usuário e quase sempre para prejuízo da RMSP.
      – Prefeitura planeja (?!) mal, gerando desmobilização de linhas e empresas sem se preocupar em manter seus fornecedores estratégicos.
      OK, a Metro4 Pinheiros é muito funda. Uma solução seria elevadores de grande porte pros usuários.

      • O que parece que ninguém sabe é que a Estação Pinheitros só é funda para permitir que a linha passe por baixo do RIO PINHEIROS.

        Além disso, em muitas cidades do mundo existem estações profundas. Nem todo lugar permite estações de pouca profundidade, seja por rios que estão em seus traçados, seja por questões arqueológicas ou fundações históricas tombadas.

  5. Opa! Tenho um blog que mostra flagras de carros feitos no dia-a-dia e convido todos a visitar.

    Acabo de postar um ônibus Mercedes-Benz O-352 carroceria Ciferal Líder 1979 e achei que pudesse interessar aos amantes dos ônibus. Segue o link:

    http://essevaleumafoto.blogspot.com/2011/07/onibus-mercedes-benz-o-352-ciferal.html

    Grande abraço a todos, obrigado!

  6. Mario Briam, bom dia

    Já percebi que você entende do negócio e falamos a mesma língua .

    1) A morte das empresas é consequência da modernidade e isso é inevitável, por dois motivos:

    1.1) É uma tendência grandes grupos encamparem pequenas empresas e isto está ocorrendo em todas as áreas;

    1.2) Ônibus é coisa do passado em grandes metrópoles e nas vias arteriais (embora eu seja um apaixonado pelo buzão);

    1.3) Empresas pequenas não tem o profissionalismo de grandes grupos, ou seja, não investe em qualificação pessoal, serviço, comunicação, SAC e etc

    1.4) As carrocerias estão cada dia mais apertadas (saudades do Amélia – que era buzão de verdade), cheias de ferro e degráus altos internamente – o passageiro entra normal e sai com necessidades especiais;

    1.5) O bilhete único mudou o peril de deslocamento mas a SPTrans e as empresas não sacaram isto, ou nada fazem para equacionar.

    Por estes e tantos outros o buzão é coisa do passado (sem falar em motor dianteiro).

    2) Quanto ao Terminal “BOITANTÔ que os buzões vão ter de entrar a 90 gruas (veja meu comentário acima) e as estações da linha 4 mal projetadas, assino em baixo quanto ao seu comentário e se preciso for assino 2 vezes.

    E as escadas que saem do meio da plataforma??????

    Mas olha isso não é mal projetado não i$to é muiiiiiiiiiiiiiiiito bem calculado i$to chama-$e
    redu$$ão de Cu$to$ ( a economia é a base da porcaria e quem paga e$$a conta somos
    nó$ pa$$ageiro$.

    $em contar que a linha 4 segue em “$”.

    Parabéns pelo seu comentário.

    Muito obrigado

    Paulo Gil

    • A Linha 4 segue em “S” justamente para permitir a implantação das estações nas grandes avenidas e centros de interesse dos usuários. Além disso, para permitir as integrações com as linhas 1, 2, 3 do metrô e 7, 9, 10 e 11 da CPTM, a linha teve que fazer curvas. Linhas em “S” ou com curvas há tb nas 1, 2 e 3 do metrô. Ter estações em pontos de interesse é o que faz a diferença na hora de se implantar uma estação. Pinheiros está implantada no atual local por causa do espaço e do custo, além de permitir a integração com a linha 9 da CPTM. Não poderia ser em hebraica rebouças por exemplo, por falta de espaço….Já Faria Lima aproveitou-se um espaço onde havia um “suposto terminal” no largo da batata.
      Eu, particularmente acredito que houve um bom planejamento com a linha 4 sim….
      Qto aos elevadores, eles não são escondidos, tem várias placas enormes mostrando aonde ele estão e no caso de Pinheiros, os elevadores ficam do lado das escadas rolantes. Os ele

      • Luiz Vilela // 24 de julho de 2011 às 19:09 //

        Caro Gouki
        Acho o planejamento da Metro 4 razoável sim; apenas acredito que mais e maiores elevadores seriam adequados a estações profundas.
        Mas uma amiga arquiteta da FAU nunca se conformou com inexistência de estação da Metro 4 na USP, desviando um pouco a linha no sentido do Jaguaré.

      • Gouki, boa noite

        Eu discordo, poderia ser mais reto sim, só um poco de boa vontade.

        E na esquina da AV, Brasil, por que não há estação só na Fradique Countinho, bem longe da Barsil.

        Por que não terminaram a linha na Praça Julio Prestes, local de tradição
        centenária em transportes?

        Olha, podia ser mais reta sim sem duvida.

        Muito obrigado

        Paulo Gil

  7. O principio do BRT é ter uma linha (ou duas no máximo)por corredor e as demais integrando-se a ele. Assim, quanto menor o número de linhas trafegando por um viário (desde de que integradas) melhor será o seu fluxo.
    No caso da ligação por articulados até o Taboâo da Serra, antecipando-se ao futuro Metro, eliminará acumulo de onibus convencionais, que formam enorme fila diariamente,para veículos modernos a cada 3 minutos. Se assim é com as linhas que originam do Terminal Campo Limpo, teremos na Francisco Morato um onibus a cada 40 segundos e o corredor funcionará bem.
    Na explicação sobre os terminais de onibus na Materia em foco, o terminal sitado do Murumbi será integrado pela linha 18 ouro do monotrilho e ñão por onibus e o terminal de onibus é o do Butantã não mencionado.
    O importante a meu ver é que a mentalidade é a de integração dos modais, que numa metropole como a Grande São Paulo, é impossivel não considerar.

  8. Ah sim, antes que me esqueça:
    Ádamo, é um furo de reportagem e muito relevante no contexto atual, parabéns!

    Acabo de ler na Folha novos planos do Governo para CPTM a Barueri e Alphaville. Bons e válidos (Alphaville vive desespero de mobilidade), mas sigo me perguntando por que Cotia e a Raposo Tavares parecem não pertencer ao Planeta RMSP…

  9. Caros, boa tarde.

    Sucintamente, apenas digo lhes que, certa vez, um diretor de uma grande empresa, com mais de 10.000 funcionários, me disse, nesta empresa, não podemos nos esquecer que, os funcionários, são meros números em crachás, nada mais.

    Não precisamos ser tão duros com as pequenas e médias empresas, ou, já nascemos todos com 40 anos ?

    Abçs.

  10. Virgilio Lima Vieira // 24 de julho de 2011 às 03:00 // Responder

    Acho que não ha necessidade de criar mais uma linha para Taboão. Seria mais interessante as linhas que vão para Pinheiros e Clinicas pela Av. Francisco Morato e Elizeu de Almeida fazerem final no metrô Vila Sônia e serem integrados semelhante a situação encontrada nas estações Capão e Redondo e Campo Limpo.
    Eu moro em Taboão da Serra e estudo Arquitetura e Urbanismo na Barra Funda, como no meu bairro não passa as linhas que seguem para o Metrô Campo Limpo, meu custo diário de transporte é muito alto, pois tenho que seguir para Pinheiros e lá pagar uma nova passagem para a Barra Funda.
    Se houvesse mais integrações o custo seria menor…Mas os interesses dos ricos não deixam

    • Virgilio
      Reli agora, sua observação é perfeita!

      Mas comentários do Jair fizeram lembrar que é necessário a Metro 4 chegar ao Taboão para haver condição de terminal de integração com um futuro corredor de ônibus DE VERDADE que seguisse pela Estrada do Campo Limpo.

      Só acho que nada tem a ver com ricos ou pobres, mas sim com representatividade e cacife político da região. O Governador já prometeu Metro 4 ao Taboão; agora é lutar por BRT na Pirajussara e Metro 4 ao Rodoanel, em terminal multimodal com grande estacionamento para carros, entre Regis Bittencourt e Raposo Tavares.

  11. Luiz Vilela, boa noite

    Nem toca neste assunto, Linha 4 estação USP – via Jaguaré..

    Só há uma explicação pausível:

    “CABEÇAS JURÁSSICAS.”

    Sem contar que o homem pousuo na Lua há mais de 40 anos…

    Muito obrigado.

    Paulo Gil

  12. Paulo Gil
    Interessante: me lembrava de ter visto estação de Metro na Rebouças X Brasil; acabo de confirmar que está no Google Maps. Não está nem prevista no site da Via Quatro. mas parece tecnicamente para ser construída.

    Desde sempre vejo necessidade de passagem rodoviária subterrânea no monstruoso cruzamento. Junto com estação Metro 4 resultaria uma Mega Obra sob a terra.

  13. Mário Brian

    Concordo com vc, as linhas da Transppass e do Consórcio Intervias, vão ser as mais massacradas, por isso axo q ue a transppass naum investe em mias articulados para o Term.Campo Limpo por isso, daki a uns 2 anos ela perderá uma boa parte da sua receita na 8700 ou qm sabe o cancelamento da linha.

    Este transporte deve ser realmente revisto, apesar de q em 2013 vence o contrato com a prefeitura, mas ainda tem os 5 anos renovaveis.

    é aguardar pra ver, pra mim devia ser implantado o BRT, cada chefe marjoritária de um consórcio cuida de uma área. E divide a área em lotes, Ex:
    A Transppass q é a maior do Sudoeste, Opera um Lote bom que seria: Raposo Tavares e seus bairros, Jaguaré, Rio Pequeno e Pq.Continental.
    Gato Preto: Ceasa, Lapa, Butantã, Vila Madalena.

    Isso seria um bom negócio para nenhuma empresa da cidade sair perdendo, pois do jeito q conheço a máfia, se for implantado o BRT, cm certeza o Grupo Ruas e Grupo Sambaiba, Iriam Reinar em tds as áreas.

    • Luiz Gustavo
      O que não dá é nenhuma empresa sair perdendo mas os usuários e a cidade continuarem. Caramba, qualquer linha de Metro sempre irá substituir muitas linhas de ônibus!

  14. É preciso que as autoridades se mobilizem com maior rapidez, para garantir a expansão mais rápida do Metrô em São Paulo.

  15. Comentário breve: A linha amarela deveria chegar até o Shopping Taboão. Benefícios para todos chegar com uma estação no largo do taboão e outro no Shopping Taboão.

    • Rodrigo
      Assim como a futura Metro 6 Laranja, deveria chegar num grande Terminal de Integração com estacionamento para carros, no Rodoanel. Entre a Régis B. e a Raposo T.
      No início só seriam feitas apenas estações principais, como Embú. A rota poderia ser em nível na maior parte do trecho, depois do centro de Taboão.

      Uma vantagem – enorme – seria a opção a milhares de usuários de não entrar de carro em São Paulo. Mas haveria outras, dependendo da integração dos modais como ônibus.

  16. Você sabe se há algum projeto para extender a linha amarela para o lado da Luz, isto é, estações depois da Luz ? Parabéns pelo Blog!

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