ITAIM PAULISTA: DA PEDRA PEQUENA À GRANDE REGIÃO

ônibus de São Paulo

Tradicional ônibus verde e amarelo da Penha São Miguel, com orgulho ostentando o mapa do Brasil. E como o País assim era a empresa: abrigava e atendia a todos, independentemente de origens, condições sociais ou culturais. A empresa foi fundada em 1943 e resistiu à mais diversas fases dos transportes coletivos, desde a criação da CMTC, nos anos de 1940, até a “municipalização” dos transportes nos anos de 1990. Foto: Waldemar de Freitas Júnior.

Uma pedra pequena que virou um local gigante
Itaim Paulista se tornou um dos principais bairros de São Paulo com população superior a muitas cidades de médio porte. Bairro completa 400 anos. Empresa de ônibus foi fundamental para o crescimento e integração do local

ADAMO BAZANI – CBN

Repentino. É assim que pode ser considerado o bairro de Itaim Paulista, na zona Leste de São Paulo.
O bairro que completa 400 anos teve seu crescimento acelerado a partir doa anos de 1950, quando o País viveu uma intensificação na industrialização e no processo de urbanização. A São Paulo, especialmente, começou a atrair ainda mais migrantes para diversas funções, desde as mais especializadas para a indústria, como a mais humilde, que normalmente vinha ocupar postos de trabalho na construção civil.
A migração de nordestinos foi muito intensa para São Paulo a partir desta época e a região do Itaim Paulista, pelos preços menores dos terrenos em comparação aos bairros mais próximos do centro ou de famílias tradicionais, e também pelas oportunidades de trabalho locais abrigou boa parte destes migrantes do Nordeste.
No dia 19 de maio de 1980, o bairro de emancipou da administração local de São Miguel Paulista, que era uma regional do município de São Paulo.
A reivindicação era antiga dos moradores, já que a administração regional de São Miguel Paulista priorizava o bairro-sede em detrimento de outras áreas como o Itaim.
Com mais de 240 mil habitantes somente em sua área principal, sem contar os bairros que cercam, hoje o Itaim Paulista tem vida própria. O comércio e as atividades econômicas são grandes. O sistema de transportes conta com trens da CPTM (linha 12) e várias linhas de ônibus, a maior parte operada pela VIP – Viação Itaim Paulista, contando também com serviços de cooperativa de transportes. O Metrô é uma esperança para a população e faria parte da ligação do bairro com a região central da cidade até o Parque Dom Pedro II.
Quem lê este início do texto pode pensar que o Itaim Paulista tem uma história recente, apesar de seus 400 anos e que boa parte de sua época, viveu quase no anonimato e estagnado.
Mas não foi sempre assim. Os 400 anos de Itaim Paulista são formados de muita história, exemplos de luta e trabalho e desenvolvimento, mas com o ritmo de acordo com cada época.
As terras correspondentes ao Itaim Paulista começaram a ser exploradas mais intensamente pelos portugueses no século XVII, pela doação por parte do governo colonial das sesmarias. Um dos primeiros beneficiados foi o Bandeirante Domingos Góes, que recebeu a área denominada de Fazenda do Boi Sentado entre 1610 e 1611.
Em 1621, ele doou as terras para a ordem dos padres carmelitas, que ergueram uma capela em homenagem à Virgem Nossa Senhora. Como o local era repleto de um tipo de cipó denominado pelos índios de imbeacica, logo os portugueses usavam este nome como referência, mas com pronúncia um pouco diferente: biacica. Por conta disso, a capela era chamada de Nossa Senhora do Biacica.
No entanto, os índios denominavam todo o local de Itaim, que significa “pedra pequena” e assim que era já conhecida a área.
Os 400 anos do Itaim Paulista são contados a partir da chegada de Domingos Góes embora haja historiadores que consideram que o bairro só faz aniversário mesmo na data de sua emancipação, que, como informamos, ocorreu em 19 de maio de 1980.
Mas independentemente da data, o Itaim, tem muita história para contar.
Na época dos padres carmelitas, o tempo parece que passava mais devagar. Havia plantações e um pequeno núcleo populacional se desenvolvia em torno da capela.
O crescimento do Itaim começou a ser acelerado justamente por causa dos transportes.
No final do século XIX, a chegada de um ramal da Estrada do Norte, antiga Central do Brasil, nas proximidades, deixava a região mais atrativa e a desenhar os primeiros traços urbanos da região.
Ainda assim, o que predominava eram as chácaras no local. Nesta época, algumas famílias da Alemanha e da antiga Iugoslávia compraram terrenos na parte alta do bairro e criavam gado.
Outras regiões nas proximidades se desenvolviam num ritmo mais acentuado, como São Miguel Paulista e Lageado, hoje Guaianazes.
Esse desenvolvimento das áreas próximas, segundo historiadores, causou dois efeitos contraditórios: crescimento e estagnação.
Crescimento pois a proximidade destas áreas atraía moradores e mais concentração urbana. Estagnação porque os maiores investimentos, tanto públicos como privados se destinavam mais à São Miguel Paulista e Guainazes.
De toda forma, a localização do Itaim era promissora. Sendo um dos principais caminhos para outros municípios, como Ferraz de Vasconcellos, o Itaim teve parte de sua modernização devida aos transportes.
Além do ramal da Estrada do Norte na região, o investimento rodoviário tornou Itaim Paulista ponto de uma das principais rotas de passageiros e cargas do País: a Rio – São Paulo.
Por onde hoje é a Avenida Marechal Tito e ruas vizinhas passava a estrada Rio – São Paulo, uma via colonial recuperada por Washington Luís, ainda quando era governador do Estado, em 1922. Washington Luis se tornou presidente em 1926 e uma de suas principais frases era: governar é abrir estradas.
A Rio- São Paulo foi concluída em 1928 e até a inauguração da rodovia Presidente Dutra em 1951 era o principal caminho rodoviário entre as duas mais importantes capitais do País.
A estrada começou a aumentar a movimentação e as atividades na região do Itaim Paulista.
Pouco mais tarde, a região registraria seu maior desenvolvimento urbano até então com a chegada da Variante Ferroviária de Poá (ou Variante Calmon Vianna). A construção começou em 1921 mas foi somente em 1 de janeiro de 1934 que a linha estava completa para operar. A estação do Itaim Paulista foi finalizada em 7 de fevereiro de 1926. Inicialmente, o trem seria só para carga, por este caminho ser mais reto que o antigo ramal.
Mas a população e políticos interessados em votos e representatividade fizeram com que o trem servisse à população.
O crescimento populacional do Itaim começou a ser maior.
A partir desta época, a região era composta por cenários diferentes. De um lado, remanescentes plantações, de outro, adensamentos populacionais ainda sem muita infra-estrutura e havia também as olarias, entre os anos de 1930 e 1940, fabricando tijolos e telhas: um negócio interessante para a cidade de São Paulo que registrava aumento no número de construções. Numa outra ponta também havia algumas casas de veraneio que famílias de maior renda do centro de São Paulo compraram para passar o final de semana ou feriados em um local um pouco mais tranqüilo.
Tranqüilidade que aos poucos ia diminuindo.
As áreas habitadas começaram a se afastar da linha do trem, era o crescimento de ocupação na região.
Surgem então nos anos de 1940, os primeiros donos de ônibus que ligavam áreas mais distantes ao trem, aproveitavam a Marechal Tito ou iam com seus veículos até a região Central de São Paulo por outros caminhos ou mesmo sendo alternativas ao trem.

ônibus de São Paulo

Hoje os serviços da Empresa Auto ônibus Penha São Miguel são operados pela VIP – Viação Itaim Paulista, do Consórcio Plus, da área 3. O nome mudou mas o controle continua nas mãos de José Ruas Vaz, um dos principais empresários de ônibus do País. Foto: Adamo Bazani.

E nessa integração entre São Miguel Paulista, Guaianazes (Lageado), Itaim Paulista e outras áreas surgia a que foi uma das mais tradicionais companhias de transportes coletivos de São Paulo: a Empresa de Ônibus Penha – São Miguel.
De acordo com a Junta Comercial de São Paulo, ela foi fundada em 02 de março de 1943.
Fazendo parte hoje do Grupo VIP – Viação Itaim Paulista, de José Ruas Vaz, empresário português pioneiro e investidor nos transportes da cidade, a Penha São Miguel passou por praticamente todas as fases dos transportes da cidade.
Em 1947, quando para organizar os sistema, a recém criada CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos centralizou a maior parte das linhas de ônibus urbanos, a Empresa Penha São Miguel foi uma das poucas a não ser encampada pelo poder público. A CMTC encampou as empresas que prestavam serviços em áreas de maior facilidade, dentro do perímetro urbano de São Paulo e a região da Penha São Miguel era no estremo leste e de difícl acesso.
Se uma parte dos itinerários já eram bons, a exemplo de parte da Marechal Tito, ou então estrada Rio – São Paulo, para chegarem aos seus destinos faziam um verdadeiro exercício de superação em estradas de terra e ruas desniveladas.
Em meados dos anos de 1950, vendo que o sistema estava mais organizado e que os transportes eram mais ainda lucrativos, os empresários de ônibus fizeram uma verdadeira pressão para retornarem ao sistema, principalmente nas linhas mais fáceis de operar.
Assim, entre os anos de 1950 e 1960 com o crescimento da cidade, muitos novos itinerários eram criados e empresas surgiam. A Penha São Miguel já estava estruturada e crescia junto com São Miguel Paulista, Itaim e demais áreas da zona Leste de São Paulo.
Quando o prefeito Olavo Setúbal, em 1978, decide organizar os transportes, que precisa mais uma vez ser alterado pois como a cidade crescia desordenadamente, assim também era com as empresas de ônibus, a Penha São Miguel acabou assumindo itinerários e serviços de outras empresas.
Foi criado o sistema de padronização de pinturas chamado saia e blusa, pelo qual a saia do ônibus, a aparte inferior da carroceria, na altura das rodas, abaixo do friso ao longo do ônibus, indicava a região a ser atendida. No caso da Penha São Miguel, a cor era amarela, zona Leste de São Paulo.
Em 1991, a Penha São Miguel, que nesta décadas se tornava uma gigante operadora, com destaque para uma frota bem ampla e que contava com renovação periódica, embora a idade média não era a das mais baixas, passa por outra fase dos transpores. A da maior interferência do poder público no sistema, chamada de municipalização. Termo usado de maneira equivocada, porque apesar de uma maior participação do poder público e do fortalecimento da empresa municipal, a CMTC, o sistema contava com empresas particulares, que eram remuneradas pelos serviços prestados e frota contratada. A utilização da expressão remuneração por quilômetro rodado também não refletia a toda realidade, isso porque o quanto o ônibus percorria era apenas um dos itens da remuneração.
De toda a forma, a Penha São Miguel continuou firme nas operações e ainda maior.
A empresa assumiu os lotes 05, 06 e 07. Ao mesmo grupo pertenciam a Viação São José e a Viação Itaim Paulista consolidada nos anos de 1999.
Em 1993,a Empresa assista e se beneficiava da privatização da CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos, a maior companhia de transportes pública da América Latina, responsável pelo desenvolvimento e organização dos transportes, atendimento em áreas de menor demanda mas de importância social e introdução de novos tecnologias ao sistema de transportes de São Paulo, desde o trólebus em 1949 até os ônibus a gás natural no final dos seus dias. A CMTC era operacionalmente viável, as, por se tratar de empresa pública, não recebia a devida atenção e os cuidados com seus cofres, que eram usurpados com gastos irresponsáveis e cabides de empregos.
Com o novo contrato das empresas, em 2003, o nome Penha São Miguel deixava a cidade de São Paulo e o grupo da VIP , do Consórcio Plus – área 3, era que denominava as empresas, que continuavam a pertencer aos mesmos donos basicamente, mas com esta nomenclatura.
Mas a lembrança da Penha São Miguel é forte. Desde seus primeiros ônibus até seus tradicionais ônibus que marcaram por vários anos a cidade, amarelos, com faixa verde e um bonito mapa do Brasil.
Era a Penha São Miguel, como a Zona Leste e como o Brasil: abrigando e atendendo diferentes camadas sociais, culturais e regionais mas que se constituíam a mesma unidade: brasileiros, de nascimento ou de coração.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

12 comentários em ITAIM PAULISTA: DA PEDRA PEQUENA À GRANDE REGIÃO

  1. Boa tarde de domingo à todos e a vc. ADAMO tb !

    É gostoso ler, tomar conhecimento deste relato, do surgimento e evolução, de uma das regiões mais tradicionais da capital paulista que, conforme mencionado, possui mais habitantes que, muitas cidades do Estado, até mesmo do país.

    Muitos bairros, regiões da capital, possuem vida, dinâmica própria. Em algumas ocasiões que estive em São Paulo, aos domingos, pude ver o intenso movimento de pessoas, carros, enfim, vida que, tomam conta das inúmeras regiões da cidade.

    São Miguel é um gratificante exemplo disso.

    Quanto ao Penha São Miguel. UMA LINDA RECORDAÇÃO DE UM GIGANTE !

    Como de costume, valeu Adamo. Parabéns !

    Abraços e bom domingo à todos.

  2. Sou um apaixonado pela história da cidade de São Paulo e principalmente dos seus bairros, quando isso se funde com a história de empresas e ônibus fica para mim algo incomensurável, ou sja a paixão vira fascínio, e o texto do Adamo consegue causarr isto de forma brilhante, confesso se hoje eu tivesse dando aulas na região do Itaim Paulista e São Miguel usaria com muita propriedade esse texto em sala de aula. Quando se diz que São Paulo é a maior cidade nordestina do país, está se falando exatamente dessa região que a partir dos anos 40 e 50 do século XX recebe um grande contingente de migrantes nordestinos atraidos pelas oportunidades de trabalho na industria e na construção civil, os terrenos baratos e distantes do centro fez com que essa região fosse rapidamente ocupada, muitos bairros da região até meados dos anos 60 misturavam paisagem urbana em crescimento e zona rural, pois essa região foi parte do chamado cinturão verde (região produtora de hortaliças), enfim tai uma região que merece ser longamente homenageada pela coragem e determinação de seus habitantes. Falar em Empresa de ônibus Penha-São Miguel é realmente falar no que foi a maior empresa de ônibus da cidade e do Brasil, o “Miguelão” assim era chamada a empresa carinhosamente pelos seus usuários marcou não só a história da região, mas também da hsitória da cidade quando o assunto é ônibus e empresa, a Penha São Miguel se não estou enganado não foi fundada pelo Sr. José Vaz Ruas, creio que ele passou ser proprietário dla em meados dos anos 70, uma curiosidade a proximidade da empresas com a antiga fabrica da CAIO da rua Guaiuna na Penha dava impressão para alguns que a empresas fabricava seus ônibus de tão grande era a quantidade de carrocerias produzidas para a empresas nos anos 60,70 e inicio dos anso 80 quando a empresa se transfere para Botucatu, mais irõnico é saber que nos anos 2000 o Sr. Ruas se torna dono da marca e da fabrica. As vezes penso que o nome Penha São Miguel deveria ser mantido,lembro quando os lotes 06XXX e 07XXX passaram a chamar Viação Itaim Paulista, era justo pois esses lotes atendiam exatamente a a região do Itaim Paulista e Guainazes, já o lote 05XXX atendia a região de São Miguel, dai ser pertinente ter mantido o nome da empresa. abarço a todos e ao Adamo, parabéns.

  3. Um aula de História…mais uma vez uma ótima reportagem de nosso amigo ÁDAMO.de fato a PENHA S.MIGUEL É UMA LENDA!!e é preciso que não deixemos esta história se perder no tempo e lutar sempre para registar o lugar onde moramos pois isto é fazer parte da história,que ao contrário do que se propaga não está somente nos livros ou fatos históricos mas na luta do povo simples que é quem realmente constrói nossa metrópole e a população do ITAIM PAULISTA tem uma grande responsabilidade nesta cidade,apesar do histórico descaso de nossa prefeitura.Waldemar P.Freitas Jr.

  4. Bela matéria, muito boa, porém poderia ter falado também dos fundadores da Penha São Miguel, Piotr (Polonês), Estevão Franco e Antonio Marchi da Silva,(Sr.Antoninho).

  5. Amigos, boa noite.

    Endosso os comentários acima, principalmente quanto:

    1) Ótima matéria Adamo;

    2) A marca Penha São Miguel deve voltar;

    3) A marca Penha São Miguel é uma Lenda;

    4) Reconhecer e escrever sobre os fundadores.

    E tem mais, a Penha São Miguel já deu muito o que falar também, afinal
    ela operou desde os tempos do Boi Sentado, ou seja, quando do surgimento da zona leste;
    imaginem quantos problemas haviam naquela época se compararmos que hoje ainda há
    muitos na atual “ZL”.

    Muito obrigado.

    Paulo Gil

  6. Fernando Brandão // 7 de novembro de 2012 às 17:21 // Responder

    Achei muito interessante, esta matéria….O produtor dela esta de parabéns

  7. Saudades dessa época, o bom e velho “Miguelão”. Duro e barulhento mas com a certeza de chegada ao destino. Parabéns ao produtor da matéria. Abraços.

  8. Sou, dentre tantas, uma das meninas daquela época. Era muito bom, sinto profunda saudade. Afinal, meus anos dourados estão contados lá. Sou filha de um grande homem, que, com muita luta, ajudou na construção e progresso deste bairro. Homem honrado e digno, docemente, lembrado hoje por seus filhos. Sr. Valdomiro Macena Farias, que fundou sua morada a Rua Bernardo de Chaves Cabral, antiga Rua Cecy, em Vila Itaim. Faleceu a poucos dias, mais precisamente, aos 19 de dezembro de 2014. Teve uma vida rica em trabalhos, nas associações de bairros, como ACRIPA, onde foi membro da Diretoria, e contribuiu, muito de perto, na construção da Paróquia de São João Batista, com Pe. Alvaro, depois Pe. Darcy Casagrande e os outros Párocos, que vieram depois. Morreu, mas até o fim, não deixou de acreditar, que este bairro é nosso e deve crescer e dar o que tiver de bons frutos para conseguir seu verdadeiro valor. Amo este Bairro de Itaim Paulista, pois nasci, cresci, formei minha família e meus três filhos, seguem, cominhos retos, espelhados neste homem, que hoje já não se encontra entre os viventes. Mas, como promessa feita, hoje pleiteamos a colocação do nome deste honrado homem, numa praça, construída, no lugar onde outrora, situava-se sua residência, bem na curva do “S’. Na Vila Itaim.

  9. Antes, a Penha/São Miguel Estava Atendendo o Lote 04, o Lote 05 Pertencia a Viação São José Também Leste-oeste, Depois o Lote 05 Passou a Pertencer a Penha/São Miguel Enquanto os Lotes: 06 e 07 Foram Para a Viação Itaim Paulista e a Viação São José Foi Para o Lote 08, Já a Leste-oeste Depois Substituída Pela Talgo Operou o Lote 63

  10. Os Lotes: 06 e 07 Foram Para a Viação Itaim Paulista e a Penha/São Miguel Até Sua Falência em 2003 Continuou Sendo Operada Pelo Lote 05

  11. Se não me engano até 1978, a E. A. O. Penha São Miguel atendeu ônibus cujo prefixo em 5 números teve a dezena 27 como inicial

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