C 40, EVENTO MUNDIAL DE PREFEITOS, DEVE DISCUTIR PRIORIDADE AO TRANSPORTE PÚBLICO

ônibus híbrido

Ônibus Híbrido da Volvo vai transportar prefeitos e representantes de cidades no maior evento sobre responsabilidade ambiental por parte de administradores públicos. Serão 4 ônibus deste modelo que vão levar os participantes do hotel a diversos locais da cidade. Ônibus reduz até 90% da emissão de polunetes e 35% o consumo de combustível. Foto: Volvo

Híbrido vai transportar prefeitos de várias cidades do mundo em evento internacional em São Paulo
Quatro ônibus movidos a eletricidade e a diesel, que reduzem a emissão de poluentes, produzidos pela Volvo vão levar os administradores das maiores cidades do planeta

ADAMO BAZANI – CBN

Entre os dias 31 de maio e 03 de junho, São Paulo abriga o C 40 Large Cities Climate Leadership Group que é um grupo internacional formado pelas 40 cidades e 19 representantes maiores do mundo para discutirem soluções para a redução do aquecimento global, com crescimento sustentável, e diminuição da poluição.
A estimativa é que as cidades representadas neste evento emitem 70% dos gases que geram o efeito estufa em todo o mundo, o que mostra a concentração da poluição e a responsabilidade destes municípios.
Criado em 2005, o C 40 Large Cities Cimate Leadership Group, pela prefeitura de Londres, com o objetivo de unir as cidades em prol de um ambiente mais saudável, a edição deste evento, que ocorre a cada dois anos, será feita no Sheraton WTC Hotel, na avenida das Nações Unidas , no Brooklin Novo.
O transporte entre este hotel e os pontos de reunião e visitação será feito por uma das soluções de combate a poluição a ser usada pela Capital Paulista: os ônibus híbridos da Volvo.
Serão 4 ônibus Hybridus que já foram testados em São Paulo e devem ser produzidos em série.
Para a Volvo, eles estão de acordo com o intuito do evento, que é a preservação ambiental por meio da redução dos poluentes emitidos no ar.
O Híbrido da Volvo tem dois motores, um elétrico e um diesel. A redução no consumo de combustível fóssil é de 35% . A redução de gases poluentes é de 80% a 90% em comparação aos ônibus diesel convencionais.
Os motores diesel e elétrico do ônibus híbrido funcionam individualmente ou em conjunto de acordo com a necessidade operacional.
Em nota emitida pela Assessoria de Imprensa que presta serviços para a Volvo, a declaração de Fábio Lorençon, engenheiro de vendas da Volvo Latin América mostra como é funcionamento dos sistema do ônibus.
“O motor elétrico é utilizado para arrancar e acelerar até uma velocidade de aproximadamente 20 quilômetros por hora, e também como gerador de energia durante as frenagens. O motor diesel entra em funcionamento em velocidades mais altas”, destaca Fábio Lorençon, engenheiro de vendas da Volvo Bus Latin America.
O ônibus conta com a chamada frenagem regenerativa, pela qual, a cada vez que o veículo freia, o atrito do sistema e o ato de redução de velocidade que requer menos força do ônibus, gera energia. Essa energia recarrega as baterias.
“Quando o veículo está parado, seja no trânsito, em pontos de ônibus ou em semáforos, o motor diesel fica desligado – o que pode representar até 50% do período total de operação do ônibus – não há emissões de poluentes, pois o motor diesel se apaga completamente”, diz Lorençon.
No ano de 2006, o grupo C 40 firmou uma parceria com a Clinton Climate Initiative – CCI, fundação liderada pelo ex-presidente dos EUA, Bill Clinton.
Isso aumentou a representatividade do C 40 e as possibilidades de mais acordos e discussões entre as cidades.
O problema ambiental está cada vez mais grave. Milhões de recursos são gastos por mês em todo o mumndo para atender pessoas que sofrem de problemas respeiratórios justamente por causa da qualidade do ar. Muitas delas perdem a vida.
São vidas e dinheiro que poderiam ser poupados se as cidades estiverem menos poluentes.
Entre as experiências que serão trocadas pelos prefeitos são as soluções em transportes urbanos.
O tranjsporte público é visto como a principal alternativa para a redução da emissão de poluentes. Isso porque a maior parte dos gases que pooluem o ar nas cidades é proveninete de veículos, que há muito tempo ultrapassaram as indústrias.
A redução do número de veículos só é possível com sistemas de transportes públicos eficientes que convençam o cidadão a deixar o carro em casa.
Não adianta apenas um ônibusd não poluente se este ficar preso no trânsito, sem corredores e vias prioritárias. Ele pode reduzir o número de poluentes, mas não continuará sendo atrativo à população perlo fato de ficar preso no trânsito como os carros e não ter velocidade.
Pesquisa do Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – revela que as pessoas nas cidades querem rapidez nos transportes.
E se o ônibus for rápido, aí sim deixariam o caro em casa.
Num corredor, mesmo um ônibus convencional a diesel já traz vantagens ambientais, pois pode substituir de 35 a 70 carros de passeio e com melhor velocidade, o motor tem um desempenho satisfatório em alta rotação, que pode poluir menos.
Se o ônibus então for ecologicamente correto, como o Híbrido da Volvo, os recentes Etanol da Scania, o Biodisel da Mercedes e os tão desprezados trólebus, totalmente elétricos e em nada poluentes, os ganhos ambientais serão maiores ainda.
Mas vale o recado para os prefeitos, ainda mais o de São Paulo, que ônibus tecnológicos são excelentes, só que eles precisam de vias proritárioas. Caso contrário, continuará sendo um ônibus limpo no meio de milhares de carros sujos.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

15 comentários em C 40, EVENTO MUNDIAL DE PREFEITOS, DEVE DISCUTIR PRIORIDADE AO TRANSPORTE PÚBLICO

  1. Boa tarde à todos.

    Ah Adamo, ocê tá muito rápido. (rs)

    Em posts anteriores tenho dito que, se gradativamente, retirássemos mais e mais automóveis das ruas e paralelamente, disponibilizassemos mais ônibus, atenderíamos, creio humildemente, ao fator rapidez, pois, quer seja em São Paulo, capital, ou em muitas outra cidades brasileiras, de médio para grande porte, o que vemos são inúmeros ônibus presos nos congestionamentos, às vezes, ônibus de uma mesma linha que, sairam com um certo intervalo entre um e outro e estão todos parados, pasmem, perto uns dos outros.
    Quanto as tecnologias, todas são importantes e devem ser implementadas, para se completarem, não nos esquecendo que, nós brasileiros, possuímos algo que o restante do mundo carece muito, GRANDE QUANTIDADE DE TERRA FÉRTIL, capaz de produzir a cana para o etanol, a soja e tantos outros grãos para o biodiesel.

    Façamos isto, antes que o amanhã, chegue mais cedo do que têm dito, os “estudiosos”.

    Abraços.

  2. Primeiro quero te agradescer pelo elogio sobre minha opinião em relação ao Expresso Tiradentes Gustavo Cunha, mas sou pessimista sobre essa tentativa de se melhorar o ar que respiramos nas cidades. Isso porque não se debate também o uso de carros velhos que não deixam de circular e fábricas.

    O principal responsável por não poluir o ar (em se tratando de ônibus) não é outro se não o trólebus – apesar de que o hibrido é um tipo novo de trólebus, mas independente! Mas como o Adamo bem lembrou, é a tecnologia mais despresada. O problema dos cabos de alimentação não são desculpas para deixar de lado esse tipo de ônibus ja que tudo depende de planejamento e tecnologia. Por exemplo, o sistema catenário do metrô não solta!
    Convenhamos que em uma cidade como SP não há muito o que fazer em se tratando de espaço físico, ja que o carro tem/sempre teve prioridade e não há sinais de que isso venha mudar. Tanto que o metrô tem que se virar nas profundezas da terra!

    • Boa noite à todos e a vc. tb André !

      Gosto de elogiar, porque é um estímulo a sempre avançarmos.

      Ao pararmos e pensarmos, sabemos que, existem inúmeras necessidades “urgentes” quanto a mobilidade e meios de transporte mais limpos, mas, não nos esqueçamos , existem “forças ocultas”.

      A você e a todos que idealizam um amanhã melhor; nunca desista dos seus sonhos, pois ao fazê-lo, você continuará existindo, porém, deixará de viver.

      Abraço e bom fim de noite.

  3. se a volvo resolver fabricar esse veículo aqui no Brasil, vai abrir fogo com a Marcopolo e a CAIO. Vamos ver até a aonde a Volvo pretende chegar.

  4. Amigos , boa noite

    Vamos ser realistas, pois estamos em SP/Brasil, e preliminarmente vamos “OXIGENAR” o C 40, Evento Mundial de Prefeitos.

    1) Os 4 Hibribus devem ser colocados para rodar 1 em cada área da cidade de S.P., se são 4 (norte,sul, leste e oeste);

    2) Um bilhete ÚNICO e um BOM para cada participante do C 40 se deslocar pela cidade,dos hotéis até o Brooklin Novo e vice versa e depois para o jantar, by “trans-paulistano”.

    3) No momento a prioridade é ir e voltar com produtividade, pois como está qualquer veículo verde tem sua operação inviabilizada, economicamente, uma simples continha prova isso.

    4) Quanto a novas tecnologias, deixem por conta de quem conhece o assunto e sabe o que realmente precisa e sabe (motoristas, mecânicos, busólogos, especialistas e técnicos – como por exemplo o Sr. José Pappi e tantos outros que vivem o dia a dia no óleo e na fumaça).

    5) Montadoras não visam o mercado das encarroçadoras.

    6) Como está dito na matéria; “Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – revela que as pessoas nas cidades querem rapidez nos transportes.”; deixo aqui uma questão para reflexão:

    Ônibus, este veículo já não está obsoleto?

    Reflitam…

    Muito obrigado

    Paulo Gil

    • Experimenta uma greve de ônibus e veja com os próprios olhos sua questão sobre obsolência de ônibus Paulo Gil, ainda mais em SP! Ou vc acha que as 5 linhas do metrô e as da CPTM dão conta do recado? Eles não dão conta nem da própria demanda! Nesse caso teríamos dois modais importantes obsoletos.
      Eu não entendo sua visão sobre ônibus a ponto de questionar a viabilidade dos mesmos. Boa noite!

      • Andre, boa noite

        Greve é algo extremo, nada funciona.

        Quanto ao ônibus eu apens levantei uma questão para debate .

        Apesar de ser apaixonado por ônibus, sei de sua utilidade, porém pra mim são obsoletos sim.

        Utilidade é uma coisa, ser mal administrado é outra e ser obsoleto é outra ainda.

        Pra mim é obsoleto sim, vejamos:

        Lento e pesadão, desconfortável, apertado (tanto o corredor como os bancos e a distância destes em relação a janela, além de baixos, agora com degráus altos degráus internos, péssima ou nenhuma ventilação, se chove não há nem um aparato nas janelas para mantê-las um pouco aberta, o som da campanhia é insuportável (não sei como os operadores aguentam), portas mal distribuídas principalemente aqueles que as portas localizadas do lado do motorista ficam mais distantes uma da outra, é horrível se deslocar dentro de um carro desses.

        Alto ruído interno, baixa isolação térmica entre o motor e o ambiente interno, motor dianteiro, não há espaço para se colocar o pé embaixo do banco da frente do qual estamos sentados, as vezes nem há o apoio de pé, distrinbuição interna dos bancos péssima e sem nenhuma ergonometria, incluindo ai as distâncias , as canaletas não dão conta, quando freia joga água para dentro e em cima do passageiro que sobre ou desce.

        Bom, tem mais coisas para melhorar, mas por ora só lembrei destes.

        Para complementar, lembra dos trens espanhóis com duas portas de cada lado do vagão, então pode dar certo na Espanha, mas aqui em SP não, pois é mais um caso de obsolecência.

        Confesso que todo dia penso em soluções, e se um dia eu conseguir desenvolver algo melhor, irei requerer a patente.

        A questão que lancei foi justamente para isto, levantar discussões e novas idéias e que outras pessoas possam contribuir para melhorar os ônibus .

        Eu já disse em outro comentário, mas faça uma pesquisa entre os passageiros, pergunte aos motoristas, com relação ao piso baixo, principalamente quanto aos primeiros, confira o que estas pessoas têm a dizer e pensam sobre o ônibus .

        Você já presenciou uma pessoa com uma criança pequena se deslocando dentro de um ônibus em movimento e esta pessoa e a criança subindo ou descendo aquele degraú alto no meio do carro??

        São por estes e demias fatores que considero o ônibus obsoleto; muito embora útil.

        Dá pra melhorar? Dá. É só colocar os cérebros para funcionar, mas desde que partindo das opiniões de quem realmente vive o dia a dia.

        Espero que outras pessoas contribuam com outras idéias, críticas e sugestões para melhorarmos os atuais ônibus.

        Em tempo: Estou ciente que há uma nova especificação, mas
        ainda não utilizei nenhum, portanto ainda não posso opinar; mas em breve farei minha análise.

        Muito obrigado.

        Paulo Gil

  5. Ilza Harumi Tadano // 2 de junho de 2011 às 15:25 // Responder

    É possível melhorar e muito o transporte público na Cidade de São Paulo, mas para chegarmos a viabilizar isso, a integração, parceria e foco no objetivo comum entre as secretarias e órgãos envolvidos é vital, mais ainda, essencial para possibilitar a existência de uma cidade com qualidade de vida e sustentabilidade.

  6. O C40 em Sampa é muito oportuno, independente de se gostar ou não de ônibus.

    Apesar de gostar e continuar a ver ótimas oportunidades de utilização de ônibus para transporte coletivo, tenho que concordar com todos os “poréns” de Paulo Gil. É muito frustrante a (des)atualização tecnológica dos nossos ônibus que rodam hoje; segurança, ergonomia e eficiência logística (embarque/desembarque, circulação interna, assentos) não são luxo e talvez possam custar menos que painéis de alumínio colados sem rebites, grandes vidros envolventes e outras evoluções estéticas e reduções de peso.

    Com o perdão pela chatice da repetição, por favor não esqueçam que CATENÁRIAS NÃO SÃO MAIS INDISPENSÁVEIS. As empresas líderes já fornecem comercialmente há alguns anos alimentação elétrica por indução, ou seja, sem cabos. Não é ficção: custa cerca de 30% a mais que as catenárias na implantação e se paga entre 10 e 15 anos, porque a manutenção é mais barata. E sim: é muuuuuito mais seguro e menos interferente no meio urbano. Deve exigir pavimentação melhor que a usual, para evitar infiltrações e montar caixas de passagem e manutenção.

    Resolvendo produção e distribuição de energia – ambas caras e lesivas ao meio ambiente – ninguém bate a eficiência do trólebus para fluxos de passageiros não muito alt . Os híbridos combustível fluido/elétricos são forte tendência atual; tudo indica que vêm para ficar. Os maiores e principais fabricantes investem neles neste exato momento.

    • Luiz Vilela, boa tarde

      É bom saber que os “poréns” dos ônibus, não são só observaos por mim, fico muito contente.

      Obrigado pelo ensinamento, pois eu desconhecia que as catenárias já são
      DISPENSÁVEIS.

      Pronto, meio caminho andado, não há mais NADA que justifique utilizar as catenárias, NEM MESMO O CUSTO.

      Mais uma vez comprovado que este Blog é cultura.

      Muito obrigado.

      Paulo Gil

      • Luiz Vilela // 3 de junho de 2011 às 12:14 //

        Caro Paulo Gil

        Um grande amigo engenheiro aposentado da RFFSA que atuava na maior parte do tempo eme energia elétrica ficou pasmo com as “catenárias” da Metro 4 Amarela: “…além dos cabos, ainda aumenta a altura do túnel; encareceria a obra! Metro 2 e 3 justificaram energia no solo por túneis menores…”. Metro 4 usa um trilho rígido sobre o trem, não cabos. Num sistema confinado as opções e aplicação são diferentes.

        Acho bem importante este Blog comparar os sistemas: catenárias X indução. Sem aborrecer os participantes não-técnicos, mas sem deixar o tema em mais uma caixa-preta onde o Estado decide sozinho (=interesses muitas vezes alheios aos do usuário/cidadão).

        Outro tema que gostaria de sugerir é PRIORIDADE. É fácil ver necesidades extremas em toda a RMSP, mas tem que haver um Planejamento que identifique onde a eficiência do atendimento será maior ACOMPANHADO pelo usuário. Além da pesquisa origem/destino, imagino que o Estado adota critérios políticos. Exemplo crítico: qual Metro deve vir antes; 6 Laranja, Robert Kennedy/MBoi Mirim ou Lapa/BFunda/Limão/Santana/VMaria?

        Finalmente (a inconcebível falta de) acesso aos aeroportos e estações rodoviárias por trilhos, verdadeira “jabuticaba” (com o perdão pela comparação tão negativa com a deliciosa e simpática frutinha…). Aeroporto deixou de ser “coisa da elite”, mas o Estado Brasileiro parece não ter percebido.

  7. Luiz Velela, boa noite

    A questão da linha 4, “catenárias”; escadas saindo das plataformas; estações fundas;
    vagões impróprios para o porte físico do brasileiro e suas “bagagens diversas”, um cano (ou balaustre) no meio do corredor do vagão em frente a porta, um banco de quase de quina invadindo o meio do vagã0 e com o agravante que a linha segue em “S”, contrariando o princípio de que a menor distância entre dois pontos é uma reta, não há nenhuma explicação técnica que covença.

    Muito menos a que a Lei da Física não me deixa mentir, ora se a linha segue em “S”,
    fisicamente já está comprovado que a linha 4 Amarela tem uma velocidade limite de operação, em função do trajeto em “S” (Butantão-Paulista); assim sendo esta linha já nasceu morta, pois não há como aumentar a produtividade desta linha, afinal as
    curvas e a física não permitem.

    Mas mesmo contrariando as leis da física ou da matemática o motivo é um só o custo
    menor.

    O tema prioridade é fantático, mas este também está atrelado a outras questões que não técnicas e de necessidade da sociedade; mesmo assim uma troca de idéias servirá para oxigenar a questão.

    Quanto a linha “laranja”, não há quem me convença da necessidade dela, o próprio nome da linha já diz tudo.

    Quanto as demais prioridades é obvio que é M BOI MIRIM.

    Quanto a inexistências de ligações com os aeroportos, estou de pleno acordo com suas colocações; porém me explique a analogial com a “jaboticabeira” que eu nãao captei vossa mensagem, pelo menos até este momento ( rssssssssssss).

    Quanto a abreviação RMSP eu também peço sua ajuda na tradução, para mim, por favor.

    Sua sugestões são ótimas para continuadade das reflexões por todos aqui neste querido Blog.

    Bom final de semana a todos.

    Paulo Gil

    • Caro Paulo Gil

      Agradeço as colocações, apoio e elogios.

      MBoi também me parece a pior, mas:
      – Sentido Guarulhos nada tem de trilhos. Não concordo com “expresso Guarulhos”: Metro teria que seguir para lá com estações, como nas linhas 1,2, 3, 4 e 5.
      – (Meu quintal!) Cotia, Taboão e Embú estão super críticos. 4 Amarela ao Taboãom, se e quando chegar, não melhora a Raposo Tavares, que está inviável e piorando. 6 Laranja tem estação planejada pertinho do Rodoanel e de Pirituba, com mega bolsão de estacionamento. Achei ótima idéia/conceito.

      RMSP é R egião M etropolitana de S âo P aulo – um raio de aproximadamente 45km da Praça da Sé. Se discute – finalmente! – que a mobilidade precisa ser projetada na RMSP, nunca nos municípios isolados. Por mais óbvio que possa parecer, na prática não acontece, exceto na CPTM.

      “Jabuticaba”, aprendi ano passado e gostei muito. São COISAS QUE SÓ EXISTEM NO BRASIL. Não ter trilhos nos aeroportos é um super-exemplo, certo?!

      Um amigo que trabalhou na Prefeitura e IPEA escreveu um livro fantástico sobre a RMRJ (Rio de Janeiro) comparando-a com as RMs de megalópoles mundo afora. Se você gosta deste tema, recomendo. Se chama “Trilhas para o Rio”.

      Ah, como o cara foi colunista diário da Rádio CBN Rio, o Ádamo deve conhecê-lo bem!

  8. Luiz Vilela, boa noite

    Realmente Guarulhos também é importante; vou verificar com mais calma a
    linha laranja, quanto ao bolsão eu não sabia e é ótimo, mas entendo que uma
    parte desta linha sobrepõe a CPTM, em parte.

    Quanta a “Jabuticaba”, ainda estou “voando”, por favor me explica em “3D”.

    Quantos aos livros, você sabe me dizer se há uma biblioteca, especializada onde
    eu possa ter acesso às obras? Será que na Biblioteca Mário de Andrade no centro
    de SP há alguma coisa?

    Quantoa RMSP, entendido.

    Grato

    Paulo Gil

  9. Amigos, boa noite

    Não é só a roda que existe.

    http://aleosp.files.wordpress.com/2008/05/1979.jpg

    http://aleosp.wordpress.com/onibus-antigos-2-fotos/

    [Créditos aos autores e ao site.]

    Grato

    Paulo Gil

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