São Paulo pelas janelas dos trólebus e pela linha do tempo

 

Iniciativa reuniu milhares de pessoas, entusiastas dos transportes e cidadãos que reviviam ou viviam pela primeira vez uma São Paulo de ares mais agradáveis

POR ADAMO BAZANI – CBN

Nada melhor para comemorar o aniversário de alguém do que lembrar parte de sua história e de seus bons momentos.
E foi esse um dos objetivos do passeio realizado em trólebus pelos principais pontos históricos e culturais da região central de São Paulo, no dia do aniversário da cidade que, apesar de seus problemas, é orgulho não só dos paulistanos, mas de todos o brasileiros.

Guias turísticos indicavam os locais e as edificações que fizeram a história da Metrópole.

O trólebus faz parte da história de crescimento da cidade de São Paulo. Quando começaram a operar oficialmente em 22 de abril de 1949, ligando a Praça João Mendes, na região central de São Paulo, a Praça General Polidoro, na Aclimação, era sinal de que a cidade que já crescia, também se modernizava.

Logo os trólebus avançaram no País, e São Paulo, o berço deste meio de transporte no Brasil, apresentava veículos mais evoluídos e que marcaram muito mais que o crescimento de uma cidade, mas o mais importante: a vida de muitos paulistanos, de berço ou de acolhimento.

Era uma época corrida, mas gostosa, ainda com seu compasso. Que registrava mudanças, mas que ao mesmo tempo conservava tradições.

Uma das maiores provas de que o trólebus marcou são Paulo foi a reação das pessoas que passeavam nos veículos ou pelo menos que os viam circular.

Os trólebus mais antigos eram os que mais chamavam a atenção.

As pessoas mais vividas voltavam a momentos simples e felizes. Os mais jovens sonhavam na possibilidade de viverem esta época.

O passeio revelava curiosidades que não só mostravam como era a vida nos anos que se passaram, mas que evidenciavam os fatos que levaram São Paulo a se formar e ser como é hoje.

Os passageiros se surpreenderam por exemplo com a Praça da República.

O local se chamava Largo dos Curros, que vem de currais. Lá eram criados animais de corte e mesmo de competição. Num espaço da hoje Praça da República havia uma arena para touradas.

TRANSPORTE É FAMÍLIA:

Não há a menor dúvida de que os transportes fazem parte da vida das pessoas, mesmo sem elas, em sua maioria, se derem conta disso.

No evento, família, e suas várias gerações se identificavam com os trólebus e viam no veículo a projeção de suas histórias.
E como o trólebus é um veículo que dura mais, muitas vezes o mesmo ônibus transportou avós, pais, filhos e netos.

Destaque para um Trólebus dos anos de 1960, encarroçado pela Grassi. Foi o primeiro modelo de trólebus fabricado no Brasil pela primeira encarroçadora profissional do País.

O veículo pertenceu a CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos – a quem São Paulo deve muito, e foi restaurado e é preservado pela família Constantino, tradicional nos transportes em diversas regiões.

Ao lado dele, uma de muitas famílias relembrou de várias histórias: da cidade e pessoais.

Hélio Arantes, de 75 anos, disse que por muito tempo usou o Grassi, exposto no evento. Hélio estava ao lado da filha, que cresceu andando de trólebus, que sempre usava para ir estudar.

Com a netinha ao lado, Hélio se emocionou:

“Gostava muito dos trólebus, marcaram minha época e o crescimento da minha família. Mas quando caía a energia na cidade, era um problema. Não me esqueço até hoje, nos anos 60 uma queda de energia que deixou uma fila que eu contei: 14 bondes parados na Avenida São João. A cidade já era grande, mas o povo se estressava menos” – recorda Hélio.

MOTORISTAS, OS GRANDES AMIGOS:

Se famílias inteiras cresceram vendo e vivenciando os serviços dos trólebus, os motoristas, cobradores e demais funcionários do setor fizeram parte da história destas famílias, típicas de São Paulo, nascendo ou não na cidade, afinal, São Paulo tem o rosto do País e há muita gente que não nasceu no município, mas que é muito mais paulistana que muitos naturais da Megalópole.

Gilberto Muscowitch, que até os anos de 1980 usava trólebus nas regiões da Aclimação e no Cambuci, mostrou não apenas saudosismo, mas emoção pura ao lado do Grassi dos anos de 1960.

“Isso faz parte de nossa vida. Estes veículo não é apenas um metal, é um agente da história” – disse

Gilberto se lembrou de uma característica interessante da época.

A rotatividade dos motoristas nas linhas era muito pequena. Assim, de tanto ver os passageiros todos os dias, criavam verdadeiros laços de amizade. Viam crianças se tornarem adultos, estudantes virando profissionais bem sucedidos e garotinhas, mães e até avós.

“Era muito legal ver os motoristas mais antigos. Quando subiam as senhoras de mais idade nos trólebus ou ônibus da CMTC, era aquele bate papo que nem parecia ocorrer num veículo de transporte coletivo, mas numa varanda das casas nos bairros ainda mais tranqüilos de São Paulo. O motorista perguntava dos pais, filhos, dos sobrinhos. O ônibus era uma família” – relembra Gilberto.

UM GUERREIRO RESISTENTE AO TEMPO:

Apesar de as redes de trólebus no Brasil terem sido muito reduzidas, hoje havendo apenas 3 sistemas no Estado de São Paulo, o veículo pode ser considerado um herói do tempo.

O país já teve ao todo, 14 sistemas de trólebus. Onze em funcionamento concomitante, no ano de 1967.

Com sete sistemas em operação, o auge da quantidade de trólebus no País foi em 1988, com 833 veículos em operação.
Mesmo o ônibus elétrico sendo mais duradouro e econômico, as políticas públicas em prol da indústria automotiva, principalmente as que privilegiavam o transporte individual, com o tempo, fizeram com que o trolebus fosse visto com estorvo. Algo semelhante ocorreu nos Estados Unidos, na primeira metade do século XX, quando a montadora GM, para vender seus carros e ônibus movidos a combustível a base de Petróleo, foi acusada de comprar e destruir os bondes norte-americanos.

Nos tempos mais recentes, segundo especialistas, deixar o trólebus quase desaparecer chega a ser um contrassenso. O veículo é totalmente limpo, não emite poluentes, e não estimular uma tecnologia deste tipo em época de aquecimento global e que a poluição mata milhares de pessoas ao ano, parece uma atitude sem explicação lógica.
Mesmo assim, a indústria de trólebus no Brasil evolui e, apesar do mercado reduzido, apresenta soluções que deixam o ônibus elétrico ainda mais econômico, limpo e flexível. Muitas destas soluções são exportadas, mas não são colocadas em prática por aqui.

Marcos Galesi, do movimento Defesa do Trólebus, fala sobre as 10 vantagens do veículo:

“O trólebus é compatível com a realidade econômica e urbana de qualquer cidade de médio ou grande porte do País”.

Em Araraquara, por exemplo, houve operação de trólebus em áreas com características rurais.

Não são só dez vantagens, mas as principais são:

1) Emissão Zero de Poluentes
2) Bem mais silencioso
3) Não aquece o meio ambiente, pois boa parte da energia produzida é convertida em movimento para o veículo.
4) Aceleração e Frenagens mais suaves.
5) Velocidade compatível com o tráfego urbano
6) Maior durabilidade já que sua vida útil pode ser até 4 vezes mais que de um ônibus convencional.
7) Atualmente, a configuração dos trólebus mais modernos permite acessibilidade total, sem a necessidade de equipamentos caros para cadeira de rodas ou pessoas com mobilidade reduzida.
8) Melhor desempenho em aclives pelo fato de a maior parte da energia empregada se transformar em força.
9) Pode ser um atrativo urbano e harmonizar-se com a paisagem da cidade sua instalação não requer grandes obras e o design dos trólebus e redes evoluiu.
10) Utiliza Fonte de Energia Renovável, ainda mais no Brasil que produz energia pelas hidrelétricas.”

Galesi também afirmou que são boas as perspectivas em relação aos veículos de tecnologia limpa, inclusive trólebus, por conta da Lei de Mudanças Climáticas, que prevê até 2018 a substituição de todos os veículos de transporte coletivo urbano a diesel por álcool, tração elétrica ou hidrogênio.

O presidente do Movimento Respira São Paulo, Jorge Françoso, lamenta a queda do número de trólebus no País, em especial na Capital Paulista. Mas ele se mostra otimista em relação à região do ABC, onde há o Corredor Metropolitano ABD, operado pela Metra, uma das participantes do evento.

O aumento do número de veículos elétricos e a conclusão da rede entre Piraporinha, entre São Bernardo do Campo e Diadema, e Jabaquara, na zona Sul de São Paulo, animam Françoso.

O próximo passo será a eletrificação do trecho entre Diadema e Brooklin, corredor inaugurado em meados de 2010 e atualmente operado por ônibus a Diesel e um elétrico híbrido.

Ele também destacou a emoção do evento.

“Foi gratificante ver jovens e velhos se unindo ao lado do trólebus, relembrando momentos especiais e ao mesmo tempo com a consciência de futuro: sobre quais serão os rumos do meio ambiente e a necessidade de veículos limpos” – disse Françoso.

Assim, gerações diferentes lembraram do passado, mas pensaram no futuro. Isso é São Paulo, glória no passado e luta para um futuro melhor.

E se o trólebus possibilitou o encontro dessas gerações e leituras sobre a cidade, não há dúvida: O Trólebus é a cara de São Paulo.

Para deixar a matéria mais no clima, este repórter escreveu a matéria dentro de um trólebus Scania, Marcopolo San Remo, de 1982, um pouquinho mais novo que o repórter. È prova que o veículo é silencioso e pouco trepida, a ponto de se tornar um ambiente que dá até para se concentrar para escrever.

Além dos atributos do veículo, que pertenceu a CMTC e agora é preservado pela Metra de São Bernardo do Campo, o conforto também teve as mãos habilidosas de Wilson “Panetone”, o motorista que fez com que o Scanião Marcopolo parecesse que flutuava, mesmo passando pelos buracos da cidade.

Parabéns São Paulo e Viva o Trólebus

Adamo Bazani, jornalista, pesquisador da história dos transportes e que adora trólebus.

9 comentários em São Paulo pelas janelas dos trólebus e pela linha do tempo

  1. GLEN MARQUES JORDÃO // 27 de janeiro de 2011 às 01:34 // Responder

    Parabéns pelo Evento. O Trólebus faz parte da História de São Paulo. Que muitos outros Eventos possam acontecer e que em breve possamos comemorar a ampliação desse sistema 100 % ecológico. Parabéns Adamo, Respira São Paulo, Defesa dos Trólebus e Parabéns São Paulo.

  2. Amigo Adamo Bazani (um grande irmão) e Milton Jung (meu irmão mais novo)

    O evento teve na verdade uma grande constelação, foi como se fosse um céu estrelado como se vê nos céus do interior, as pessoas, os amigos que ajudaram, enfim, foram as verdadeiras estrelas deste grande passeio que foi um grande espetáculo de demonstração de amizade, solidariedade, patriotismo à cidade de São Paulo, enfim falta me palavras para explicar este dia tão histórico. Parabéns ao povo de São Paulo.
    E aproveito, para deixar um agradecimento todo especial.

    à Marcos Elias por ter disponibilizado as miniaturas.

    Enfim, não quero ser injusto, mas obrigado à todos os amigos que nos apoiaram eu precisaria de um tópico inteiro para colocar o nome de todos e mesmo assim seria pouco espaço então, quero dedicar de coração este evento à todos os amigos das comunidades:

    DEFESA DO TROLEBUS – SETORES SANTOS (CONSCIENTIZAÇÃO) SÃO PAULO, ABC ARARAQUARA
    RESPIRA SÃO PAULO – SETOR SÃO PAULO, SANTOS, ARARAQUARA
    CPTM VOCÊ TAMBÉM ANDA (HAISER, LOPES E MODERADORES)
    METRÔ VOCÊ TAMBÉM ANDA (ROGÉRIO LIMA, GUSTAVO, ESQUISITÃO E MODERADORES)
    COMUNIDADE SÃO PAULO (RYUN, MARCELO T, ARQ.DENISE E MODERADORES)
    RADIO CBN
    ADAMO BAZANI
    MILTON JUNG
    VIA TROLEBUS
    ELETRA – IEDA, JOSÉ ANTONIO E REGINA
    COMUNIDADE CONSÓRCIO LESTE 4 (PROPRIETÁRIOS E MODERADORES)
    COMUNIDADE VIP – (ERICK DIAS, E MODERADORES)
    E TODOS OS BLOGUEIROS, TWITEIROS,FACEBOOKISTAS, E OUTROS SITES DE RELACIONAMENTO QUE CONTRIBUIRAM COM SEUS BLOGS DISPONIBILIZANDO SEU ESPAÇO PARA DIVULGAÇÃO DO NOSSO EVENTO.
    OS QUE NÃO INCLUI NA MINHA LISTINHA DE AGRADECIMENTOS, SAIBAM QUE VCS TAMBÉM SÃO MUITO IMPORTANTES E SEM VOCÊS NOSSO EVENTO, SERIA O MESMO DE VER O CÉU SEM O BRILHO DAS ESTRELAS, PARABÉNS À TODOS, A VOCÊS TODOS AMIGOS E IRMÃOS EU TIRO O CHAPÉU E DEIXO O MEU CORAÇÃO.

    abraços.
    MARCOS GALESI

  3. Realmente a matéria foi escrita dentro do San Remo durante o percurso que ele realiza entre o Centro de São Paulo e a garagem da Metra e confirmo que os trólebus tem realmente todos esses 10 motivos que o Galesi citou.
    E Adamo, parabéns pela matéria, conseguiu, dentro do San Remo, misturar o saudosismo, com um pouquinho da história do sistema, com uma pitada de modernidade, e ainda um toque mágico de reunir gerações de famílias que andaram de trolebus. Ficaria aqui a noite toda elogiando a matéria, mas acho que o meu parágrafo acima resumiu bem essa grande cobertura que você realizou. Parabéns a todos os organizadores, parabéns pela sua cobertura, parabéns a cidade de São Paulo pelos seus 457 anos e parabéns a todos nós, principalmente, por mantermos vivo este sistema de transporte, que apesar de existir apenas 3 no Brasil inteiro, não deixamos eles morrerem.

  4. Vitor Franchini Luna // 27 de janeiro de 2011 às 03:04 // Responder

    Mais uma brilhante e completa matéria sobre os trólebus feita pelo Adamo.

    O passeio de trólebus no aniversário mostrou o quanto a população ama esse tipo de transporte limpo e silencioso. Famílias inteiras, pessoas de todas as idades e de outros países aguardavam a sua vez na fila para andar nos trólebus. Isso sem dúvida foi emocionante.

    Quem sabe os empresários do setor de transportes e os políticos parem e pensem em todos os benefícios que esse tipo de veículo trás…

  5. Fiquei impressionado pela demanda do evento, as pessoas formavam fila que durava até 3 horas e mesmo sob forte sol e depois chuva, tinha gente que queria andar de qualquer jeito tal a atratividade do passeio.

  6. parabens para vc adamo e o galesi por manterem a chama dos trolebus viva,que um sistema que nunca fica defasado infelismente no nosso pais nao se da tanta importancia a esse tipo de veiculo que tem uma manutenção mais barata nao polui,so que nossos queridos políticos e empresários nao gostam de gastar né preferem adquiri onibus a diesel e deixar ao leu uma rede que hoje poderia ser muito maior so que cada dia fica encolhida,falta a manutenção devida tomara quero que no futuro isso mude para que meus netos pelos menos desfrutem do melhor onibus criado.
    Esse um agradecimento a todos vcs que lutam a cada dia que sistema nao caia no esquecimento e mostrando o quanto ele ainda é rentavel muito obrigado a todos

  7. Muito legal o site e a matéria. Este modelo em específico fazia muito a linha Largo São José do Belém x Pinheiros (via Rua Augusta). Andei muito na linha Silvio Romero x Praça da Sé. Agora com a nova ponte na região desabilitaram o trólebus, mas espero que volte dentro de breve.

  8. Olá, eu sou o Rodrigo, tenho 30 anos e moro no Grajaú; eu tenho certeza que, infelizmente, 8 anos se passaram e os trólebus em geral, que operavam os bairros das zonas norte, sul e oeste, estão cada vez mais parados e até podres nas garagens das empresas. Até hoje a maioria dos trólebus só circulam os bairros das zonas central e leste e nos outros bairros em geral só circulam os ônibus movidos ao óleo diesel normal e poluente; a grande parte da população está morrendo vítima de problemas respiratórios e os pulmões estão cheios de fumaça do óleo diesel. Por isso nós preferimos encher os nossos olhos de fios aéreos que se instalam nos postes aéreos do que encher os nossos pulmões de fumaça do óleo diesel que causa as graves doenças nos nossos pulmões, porém, os políticos, os governadores e os prefeitos não estão nem aí com essa providência que está sendo tomada por todas as pessoas devido as questões, as discussões e até as burocracias polêmicas e por isso até hoje esses projetos dos trólebus que circularão os 96 bairros distritais e periféricos da cidade de São Paulo não saíram do papel. Nós estamos todos indignados com essa situação e queremos que os trólebus voltem a circular os bairros das zonas norte, sul e oeste e, além dos bairros das zonas central e leste, coloquem e implantem os trólebus nas linhas das empresas de ônibus 1 (verde claro), 2 (azul escuro), 3 (amarelo claro), 4 (vermelho claro), 5 (verde escuro), 6 (azul claro), 7 (vermelho escuro), 8 (laranja) e 9 (cinza) em 96 bairros distritais e periféricos da cidade de São Paulo e também em todos os terminais de ônibus, principalmente nos terminais Grajaú e Varginha. Vamos todos cobrar dos políticos, dos governadores e dos prefeitos. Se a providência não for tomada com a urgência e nem sair do papel, todos nós ficaremos cada vez mais tristes com essa situação; mas, se ela for tomada com a urgência e sair do papel, aí sim que todos nós ficaremos alegres e gratos. A partir deste momento São Paulo vai começar a mudar de uma vez por todas para melhorar o ar que respiramos e anunciar a propaganda dos trólebus que serão implantados em todos os 96 bairros distritais e periféricos de São Paulo dentro e fora do horário eleitoral e político em todas as emissoras de rádio e de televisão e também em todos os jornais e em todas as revistas. E outra coisa: todos os ônibus movidos a óleo diesel têm os motores barulhentos, soltam muita fumaça, são desconfortáveis e deixam todas as pessoas doentes porque algumas não agüentam mais ficar o tempo todo em pé e as outras não agüentam mais ficar o tempo todo sentadas, enquanto dentro de todos os ônibus estão cheios demais 24 horas durante 7 dias por semana (de domingo a sábado) e 12 meses por ano (de janeiro a dezembro); mas todos os trólebus movidos a eletricidade aérea são bem diferentes: eles têm os motores silenciosos, não soltam muita fumaça, são bem confortáveis e chegam até melhorar o ar que respiramos a mesma coisa acontece com o metrô. Quando eu era criança, eu morava no Capão Redondo próximo ao Campo Limpo com o Morumbi e o Butantã, onde até hoje não circulam todos os trólebus e hoje eu moro no Grajaú próximo a Parelheiros depois de Interlagos, onde até hoje também não circulam todos os trólebus e os 96 bairros como eu citei todos eles. Vamos todos colaborar com os projetos de mais de 27 milhões de trólebus que serão apresentados, analisados, testados e implantados direitinho para que eles saiam do papel com o prazo marcado para o tempo correto, definido e determinado através do programa expandido da prefeitura e do governo chamado “POLUIÇÃO ZERO” que será fundado em janeiro de 2012 ou janeiro de 2013. Vamos testar mais de 27 milhões de trólebus com as baterias recarregáveis, as alavancas automáticas que levantam e abaixam as muletas, a ventilação forçada e o gás natural quando acontece um blecaute, ou seja, a falta de energia elétrica que atrapalha os trólebus e o trânsito, vamos também tapar todos os buracos das vias públicas e colocá-los em ação em 96 bairros distritaise periféricos, para que não aconteça a falta de energia elétrica, que os trólebus andem com a energia desligada através das baterias recarregáveis, das alavancas automáticas que levantam e abaixam as muletas, da ventilação forçada e do gás natural e que os trólebus nunca mais sejam extintos como aconteceu no governo da então prefeita Marta Suplicy que simplesmente acabou com todos os trólebus, menos na Zona Leste e no Centro da cidade. A Marta era a boa prefeita, mas ela não deveria odiar todos os trólebus à eletricidade e sim odiar todos os ônibus ao diesel porque ela sabe muito bem que os trólebus à eletricidade purificadora têm os motores silenciosos, não soltam muita fumaça, são bem confortáveis e até melhoram o ar que respiramos assim como o metrô e sabe que os ônibus ao diesel poluidor têm os motores barulhentos, soltam muita fumaça, são desconfortáveis e deixam todos doentes, tanto os que ficam em pé o tempo todo como os que estão sentados o tempo todo. Não só em São Paulo inclusive capital, região metropolitana inclusive Osasco e região e Guarulhos e região, litoral e interior, mas em 26 estados brasileiros inclusive capitais, regiões metropolitanas, litorais e interiores de todo o Brasil e os 42.000 ônibus a diesel se transformarão em trólebus a eletricidade. Eu faço a pergunta: Qual é a diferença entre os postes aéreos e os postes subterrâneos? A diferença é que muitos dizem que os postes aéreos poluem visualmente a cidade, porém não é verdade; os trólebus funcionam através dos postes aéreos de concreto. Se os trólebus param de rodar por falta de energia, a Eletropaulo faz manutenção correta e eficaz; Mas, se eles são retirados e removidos, como é que ficam os trens das estações e as torres que estão nos matos vazios? Os carros, as motos, os caminhões e os ônibus batem nos postes de concreto e as árvores caem sobre eles e aí é a falta de energia elétrica. Os postes aéreos representam a segurança em todas as vias públicas. Agora a diferença é que não adiantam colocar os postes subterrâneos de metal e enterrar os fios e cabos porque os ladrões quebram os tampões, roubam os fios e os cabos e até os transformadores, os animais roedores vivem embaixo do solo para eles roerem os fios os cabos, durante a enchente esburacam as vias públicas, eles ficam expostos e quem pisa nos fios e nos cabos expostos morre eletrocutado, os carros, as motos, os caminhões e os ônibus batem também nos postes de metal e as árvores caem sobre os postes de metal e até os transformadores explodem e pegam o fogo, como acontece lá no Rio de Janeiro. A diferença é que os postes aéreos são de concreto e os postes subterrâneos são de metal. Atenção todas as pessoas que moram em Santo Amaro, na Zona Sul, em Pinheiros, na Zona Oeste, na Casa Verde e no Tucuruvi, na Zona Norte e também de todo o Brasil, não fiquem tristes com essa situação dos trólebus que apodreceram porque a partir de janeiro de 2012 ou janeiro de 2013 mais de 42.000 ônibus a diesel se converterão em os trólebus a eletricidade e a partir daí todas as pessoas de todo o Brasil ficarão alegres e contentes ao receberem os trólebus que circularão em 27 estados brasileiros e o Brasil respirará o ar mais fresco, mais puro, mais limpo, mais forte e mais saudável. Em todo o Brasil mais de 85.000 ônibus a diesel antigos servirão para escolares e também para as polícias militares e civis e até para as guardas civis metropolitanas para a transferência de presos para os presidiários, desde que eles tenham as boas condições de uso. Atenção SPTrans, e todas as empresas de ônibus de todo o Brasil, acabem de uma vez por todas com a burocracia maldita, transformem os 42.000 ônibus a diesel em trólebus a eletricidade, implantem mais de 27 milhões de trólebus, ouçam e coloquem em prática as palavras do presidente do PRTB – Partido Renovador Trabalhista Brasileiro Levy Fidélix: “Os impostos e os custos altos dos trólebus têm que diminuir bastante até zerar todos eles totalmente o mais rápido possível.” E tem mais novidades: Entre outubro e novembro, todo o final de ano acontece a última prova do grande prêmio do Brasil de fórmula 1 no autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo e no autódromo de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro e em várias ruas, avenidas e praças dos autódromos de Interlagos, em São Paulo e de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, mais de 27 milhões de trólebus, que circularão entre 2012 e 2013 em todo o Brasil terão nos itinerários o expresso fórmula 1 para mais de 250.000 pessoas que moram e assistem a corrida de fórmula 1 e para que várias pessoas possam ter o prazer em andar de trólebus. A Eletropaulo que trocou os postes e de todos os materiais deles e também trocou as lâmpadas de mercúrio por lâmpadas de vapor de sódio está fazendo a reforma geral em 6 tipos de luminárias antigas que foram fabricadas no fim dos anos 60 e no início dos anos 70 para recolocar os 6 tipos de luminárias antigas e reformadas em todos os postes e em todos os 96 bairros distritais e periféricos de São Paulo, em Santos e em Sorocaba e região e terão em 6 tipos de luminárias antigas e reformadas vários pontos de lâmpadas de vapor de sódio das cores amarelas e brancas intensas e fortes para segurança noturna. E, além de implantar mais de 27 milhões de trólebus em todo o Brasil através do programa “POLUIÇÃO ZERO”, vamos implantar também mais de 27 milhões de micro trólebus a eletricidade e gás natural para que eles também andem com a energia desligada com a ventilação forçada, as baterias recarregáveis e as alavancas automáticas que levantam e abaixam as muletas em todo o Brasil e em São Paulo e os 96 bairros distritais e periféricos da capital paulista, transformando os microônibus a diesel em micro trólebus a eletricidade. Vamos também regular os motores dos caminhões, dos ônibus turísticos, escolares, etc…, os carros e as motos para melhorar o ar da grande cidade e eu quero que todos do Brasil inteiro me respeitem como eu respeito a todos. A partir de agora não vamos mais dizer que os trólebus e os micro trólebus são caros e que não pagam a manutenção e a conta cada vez mais alta, pois agora vamos dizer que os trólebus e os micro trólebus serão baratos que vão pagar a manutenção e a conta cada vez mais baixa. “Será que eu estou certo ou estou errado? Me ajuda aí, pelo amor de Deus!” eu disse como o José Luiz Datena. Que tal instalar os cabos aéreos para os trólebus na Avenida Interlagos, Avenida Washington Luís, Avenida Moreira Guimarães, Avenida Rubem Berta, Avenida 23 de Maio, Avenida Paulista, na Rua da Consolação e até nas marginais Tietê que liga as zonas norte, leste, Guarulhos e região e Pinheiros que liga as zonas sul, oeste, Osasco e região? Quando fala do Brasil inteiro, quer dizer que vai de leste a oeste e de norte a sul, concluindo as 5 regiões brasileiras. E, quando fala da cidade de São Paulo, quer dizer que vai de leste a oeste e de norte a sul da cidade de São Paulo e, quando fala do estado de São Paulo, também quer dizer que vai de leste a oeste e de norte a sul do estado de São Paulo. A partir de agora e no futuro bem próximo vamos aumentar bastante o grande número de trólebus em todo o Brasil, concluindo 5 regiões brasileiras, 27 cidades brasileiras e 27 estados brasileiros. Que todos possam e devem concordar e colaborar comigo, vamos aceitar esse desafio, arregaçar as mangas, entrar no acordo e mãos à obra. Tragam as boas notícias para as todas as pessoas de todo o Brasil e todas as pessoas de todo o Brasil vão dizer o seguinte: “Adeus, ônibus e microônibus movidos ao óleo diesel poluidor do ar e sejam bem-vindos, trólebus e micro trólebus movidos à eletricidade purificadora do ar!” Aí os trólebus são transportes turísticos e históricos que no futuro nunca mais serão extintos e abandonados como se fosse o lixo e todas as pessoas de todo o Brasil andarão sempre nos trólebus totalmente confortáveis para que todo o Brasil seja o país mais forte, saudável, puro e limpo.

  9. Olá, eu sou o Rodrigo, tenho 30 anos e moro no Grajaú; outra vez estou enviando a minha matéria sobre os trólebus como eu enviei no ano passado para as páginas da internet sobre os trólebus.
    Agora eu faço a pergunta: Qual é a diferença entre os ônibus híbridos e os trólebus híbridos?
    A diferença é que os ônibus híbridos são movidos a óleo diesel e a eletricidade sem as duas muletas que alimentam os cabos aéreos e flexíveis, poluem o ar de todas as grandes cidades do Brasil e deixam todas as pessoas tão doentes que elas gastam os milhões de reais em dinheiro com os remédios que não curam direito devido a poluição do ar que é igual o cigarro que provoca o câncer nos pulmões, na boca e várias outras partes do corpo e mata as pessoas.
    É por isso que todos os hospitais estão cheios de pessoas que estão internadas com os problemas respiratórios por causa da poluição que contamina o ar que respiramos e o meio ambiente.
    Agora a diferença é que os trólebus híbridos são movidos a gás natural e a eletricidade com as duas muletas que alimentam os cabos aéreos e flexíveis, não poluem o ar de todas as grandes cidades do Brasil e melhoram o estado de saúde das pessoas e o meio ambiente.
    Nós vamos mandar o prefeito Gilberto Kassab e o governador Geraldo Alckimin implantarem os 27 milhões de trólebus híbridos movidos a gás natural e a eletricidade com as duas muletas que alimentam os cabos aéreos e flexíveis em todas as cidades brasileiras e em todos os estados brasileiros para que eles andem com a energia elétrica desligada com as duas muletas levantadas ou abaixadas através das baterias recarregáveis, da ventilação forçada, do gás natural e das alavancas automáticas; de agora em diante todos os trólebus híbridos não só circularão no Centro e na Zona Leste, nem nos 96 bairros distritais e periféricos da cidade de São Paulo e nem todo o estado de São Paulo.
    Eu vou avisar a todos que andam de ônibus a diesel e de ônibus híbridos em todo o Brasil pela última vez: Se todos os trólebus a eletricidade e todos os trólebus híbridos não forem implantados entre janeiro de 2012 e janeiro de 2013 e se forem desativados de novo como aconteceu há 50 anos atrás no Brasil e no início de 2001 por todos os bairros, menos na Zona Leste e no Centro da cidade de São Paulo, infelizmente todos ficarão mais tristes, decepcionados, ficarão mais doentes e até morrerão de problemas respiratórios nos hospitais, em casa, etc…
    A ECOFROTA foi fundada no dia 13 de fevereiro de 2011 pelo prefeito Gilberto Kassab e é o programa do biodiesel que polui menos o ar e serve para os caminhões, ônibus turísticos, escolares e vários outros serviços públicos e tratores; mas os trólebus e os trólebus híbridos são os melhores transportes públicos que não poluem o ar e nem ameaçam a saúde e o meio ambiente.
    Por isso a partir de janeiro de 2012 ou janeiro de 2013 serão implantados os 27 milhões de trólebus híbridos e 27 milhões de trólebus a eletricidade e eles circularão por todo o Brasil.
    O que todos nós estamos esperando para termos os 27 trólebus e os 27 trólebus híbridos em todo o Brasil?
    Será que vão demorar a sair do papel por todos os séculos?

1 Trackback / Pingback

  1. Tweets that mention São Paulo pelas janelas dos trólebus e pela linha do tempo | Blog Ponto de Ônibus -- Topsy.com

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: