Temer não garante verba para congelamento da tarifa, mas Doria diz que passagem não vai subir em 2017
Publicado em: 25 de outubro de 2016
Encontro foi realizado nesta terça-feira entre o prefeito eleito de São Paulo e o presidente Michel Temer. Doria diz que custo será de R$ 550 milhões
ADAMO BAZANI
O Governo Federal não garantiu verbas para a Prefeitura de São Paulo congelar a tarifa de ônibus em R$ 3,80 no ano que vem.
O prefeito eleito João Dória esteve nesta terça-feira, 25 de outubro de 2016, com o presidente Michel Temer, reunido em Brasília.
Em entrevista coletiva ao final do encontro, Doria afirmou que o Governo Federal ainda vai estudar alternativas para ajudar a prefeitura, mas que nada foi garantido.
“Houve comprometimento [do governo] de estudar o assunto. O presidente Temer, junto com o ministro [Eliseu] Padilha (da Casa Civil), vão levar à área econômica a análise de algumas alternativas que foram discutidas aqui, mas o governo federal vai se manifestar na hora oportuna a respeito. Não foi um pleito de São Paulo. Foi um pleito por São Paulo para outras cidades brasileiras” – disse o prefeito eleito
Para o ano que vem, os subsídios ao sistema de transporte serão de R$ 1,79 bilhão, já contando com a possibilidade de aumento na tarifa, de acordo com a proposta de Orçamento.
João Doria diz quer para o congelamento, seriam necessários mais R$ 500 ou R$ 550 milhões. Antes ele tinha dito que seria entre R$ 450 milhões e R$ 500 milhõies.
No entanto, os técnicos da atual administração que elaboraram a peça orçamentária para 2017, dizem que seriam necessários aportes de R$ 1 bilhão, além dos subsídios já previstos.
Doria afirmou nesta terça-feira em Brasília, que com ou sem ajuda do Governo Federal, a tarifa no ano que vem será de R$ 3,80, sem aumento.
“Temos várias alternativas. Primeiro, na redução de despesas da Prefeitura de São Paulo. Algo que já faríamos de qualquer maneira independentemente desse tema, mas é uma alternativa para que a economia de recursos possa suprir essa diferença tarifária”, disse na entrevista coletiva.
MENOS ÔNIBUS:
As finanças têm sido um dos grandes problemas no gerenciamento dos transportes na capital paulista. Os subsídios de R$ 1,794 bilhão que deveriam durar todo este ano, se esgotaram na segunda semana de setembro. As dívidas da prefeitura em relação aos repasses para as empresas giram em torno de R$ 180 milhões e uma das alternativas apresentadas pelo poder público é reduzir em 5% a frota para diminuir os gastos. Confira: https://diariodotransporte.com.br/2016/10/25/paulistanos-podem-perder-736-onibus-por-causa-de-dividas-da-prefeitura-com-sistema-de-transportes/
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



Amigos, boa noite.
Muitos problemas do buzao ja se deu em funcao de um congelamento no passado.
Agora com a inflacao na ativa, novo congelamento so resultara em novo problema.
E obvio que ninguem quer aumento da tarifa do buzao; porem comos os custos de operacao nao serao congelados e os articuladinhos trucadinhos tem um custo de operacao maior, logicamente o negocio do buzao nao se sustentara economicamente.
No minimo o buzao devera ter seu rendimento aumentado para se segurar.
Acabou a “batecao de lata” ate de micrao.
PREVISIVELLLLLLLLLLLL
Att,
Paulo Gil
Depois nós pagamos a conta, piada.