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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Com estratégias de descarbonização e expansão global, Marcopolo conquista duplo reconhecimento no Top de Marketing ADVB/RS 2026</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/com-estrategias-de-descarbonizacao-e-expansao-global-marcopolo-conquista-duplo-reconhecimento-no-top-de-marketing-advb-rs-2026/</link>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 23:00:36 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Companhia foi premiada nas categorias &#8220;Indústria &#38; Transformação Produtiva&#8221; e &#8220;Serviços, B2B &#38; Soluções Corporativas&#8221;, consolidando o marketing como motor de resultados e impacto socioambiental VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Marcopolo, líder na fabricação de carrocerias de ônibus e referência global em mobilidade, vence o prêmio Top de Marketing ADVB/RS 2026 em duas áreas estratégicas. A [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="678" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/14102026-Marcopolo-conquista-Top-de-Marketing-ADVB_RS-2026_1-e1792004469682.jpg?fit=1024%2C678&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Companhia foi premiada nas categorias &#8220;Indústria &amp; Transformação Produtiva&#8221; e &#8220;Serviços, B2B &amp; Soluções Corporativas&#8221;, consolidando o marketing como motor de resultados e impacto socioambiental</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A Marcopolo, líder na fabricação de carrocerias de ônibus e referência global em mobilidade, vence o prêmio Top de Marketing ADVB/RS 2026 em duas áreas estratégicas. A conquista, revelada na última quinta-feira (01), em Porto Alegre, reforça a capacidade da companhia de aliar inovação industrial verde a uma expansão internacional precisa e arrojada.</p>
<p>Na 43ª edição da premiação, que reconhece as melhores práticas e a resiliência do mercado gaúcho, a Marcopolo venceu em duas categorias. Em Indústria &amp; Transformação Produtiva com o case &#8220;Lego Energético &#8211; a arquitetura brasileira da mobilidade sustentável&#8221; -, que traduz a inteligência da empresa na transição energética, estruturando um portfólio multi-matriz (elétrico, híbrido, biometano) adaptável à infraestrutura real de cada cidade.</p>
<p>Já na categoria Serviços, B2B &amp; Soluções Corporativas, o troféu veio com o case &#8220;Busworld &#8211; do Brasil para o mundo, e de volta à Europa”, que orquestrou o retorno estratégico da marca ao exigente mercado europeu após 16 anos, por meio de um modelo de negócios &#8220;asset-light&#8221;, parceria com a Volvo e uma comunicação focada no tomador de decisão B2B.</p>
<p>“Esses reconhecimentos chancelam uma mudança de paradigma. O marketing da Marcopolo hoje não apenas comunica, mas estrutura soluções corporativas complexas junto à engenharia e ao comercial. No &#8216;Lego Energético&#8217;, tangibilizamos nosso pioneirismo na descarbonização. Na &#8216;Busworld&#8217;, provamos que é possível orquestrar uma reentrada internacional combinando reputação, produto de ponta e precisão relacional”, analisa Adriana Angar, coordenadora de marketing da companhia.</p>
<p>A cerimônia, realizada no Vista Pontal para cerca de 500 líderes empresariais, reforçou o papel propulsor das marcas na economia. Para a Marcopolo, a dupla vitória evidencia seu protagonismo não apenas como encarroçadora, mas como uma integradora global de um ecossistema de transporte focado no futuro.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Linha 7-Rubi volta a operar com normalidade após falha na sinalização na noite desta quarta-feira (14)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 22:35:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Problema afetou o trecho entre Palmeiras-Barra Funda e Jundiaí, com aumento no tempo de parada dos trens YURI SENA A Linha 7-Rubi, operada pela TIC Trens, funcionou com velocidade reduzida na noite desta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, devido a uma falha no sistema de sinalização entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Jundiaí. Segundo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="555" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Linha-7-possui-mao-inglesa-e1776374185722.jpeg?fit=1024%2C555&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Problema afetou o trecho entre Palmeiras-Barra Funda e Jundiaí, com aumento no tempo de parada dos trens</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Linha 7-Rubi, operada pela TIC Trens, funcionou com velocidade reduzida na noite desta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, devido a uma falha no sistema de sinalização entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Jundiaí.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a concessionária, o problema também provocou aumento no tempo de parada dos trens ao longo do trecho afetado.</span></p>
<p>Em nota, a TIC Trens informou que a falha na sinalização foi provocada pelas fortes chuvas que atingiram a Região Metropolitana de São Paulo. A operação da Linha 7-Rubi passou a apresentar velocidade reduzida e maior tempo de parada entre Palmeiras-Barra Funda e Jundiaí a partir das 19h25.</p>
<p>Segundo a concessionária, equipes de manutenção trabalharam para normalizar a circulação, enquanto os passageiros receberam orientações por avisos sonoros nos trens e nas estações e pelo atendimento dos Agentes de Atendimento e Segurança.</p>
<p>As fortes chuvas, também afetaram o Metrô de São Paulo. Nas estações Liberdade e Paraíso, da Linha 1-Azul, houve acúmulo de água no mezanino e em um dos acessos, respectivamente, prejudicando temporariamente o funcionamento de equipamentos auxiliares. Segundo o Metrô, equipes de manutenção e limpeza restabeleceram os equipamentos, sem impacto na circulação dos trens. Veja imagens e mais detalhes sobre a ocorrência nas estações do Metrô⁠.</p>
<p><em>Relembre:</em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="ySWXIR8Bwt"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/video-chuva-provoca-acumulo-de-agua-nas-estacoes-liberdade-e-paraiso-da-linha-1-azul-do-metro-de-sao-paulo/">VÍDEO: Chuva provoca acúmulo de água nas estações Liberdade e Paraíso da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“VÍDEO: Chuva provoca acúmulo de água nas estações Liberdade e Paraíso da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/video-chuva-provoca-acumulo-de-agua-nas-estacoes-liberdade-e-paraiso-da-linha-1-azul-do-metro-de-sao-paulo/embed/#?secret=f7L07MD972#?secret=ySWXIR8Bwt" data-secret="ySWXIR8Bwt" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><em>Confira a nota da TIC Trens:</em></p>
<p><strong><em>A TIC Trens informa que a Linha 7-Rubi opera normalmente. Entre 19h25 e 20h09 desta quarta-feira (14), devido a uma falha no sistema de sinalização ocasionada pelas fortes chuvas que atingiram a região metropolitana de São Paulo, os trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Jundiaí.</em></strong></p>
<p><strong><em>Durante o período, os passageiros foram orientados por meio de avisos sonoros nos trens e nas estações.</em></strong></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  <item>
    <title>STJ decide que redução de multas da ANTT não beneficia automaticamente infrações antigas; entendimento pode alcançar empresas de ônibus</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/stj-decide-que-reducao-de-multas-da-antt-nao-beneficia-automaticamente-infracoes-antigas-entendimento-pode-alcancar-empresas-de-onibus/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 22:12:29 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Julgamento teve origem em penalidades do transporte de cargas, mas fixou regra jurídica sobre punições administrativas que pode repercutir em processos envolvendo linhas regulares de passageiros e fretamento; decisão foi unânime e deverá orientar casos semelhantes em todo o país ADAMO BAZANI O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a redução de multas estabelecida [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/image.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/image.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/image.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/image.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/image.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/image.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/image.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div><em>Julgamento teve origem em penalidades do transporte de cargas, mas fixou regra jurídica sobre punições administrativas que pode repercutir em processos envolvendo linhas regulares de passageiros e fretamento; decisão foi unânime e deverá orientar casos semelhantes em todo o país</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a redução de multas estabelecida por uma nova resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) não beneficia automaticamente empresas penalizadas por infrações cometidas antes da mudança. O entendimento, firmado pela Primeira Seção do tribunal e divulgado nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, teve origem em autuações do transporte rodoviário de cargas, mas estabelece uma regra jurídica que também pode repercutir em processos envolvendo empresas de ônibus, operadores de linhas interestaduais e serviços de fretamento.</p>
<p>A decisão foi tomada por unanimidade no julgamento dos Recursos Especiais nº 2.175.768 e nº 2.175.767, sob relatoria do ministro Paulo Sérgio Domingues. Os processos foram analisados como recursos repetitivos, no Tema 1.327, mecanismo utilizado para estabelecer um entendimento que deverá orientar o julgamento de causas semelhantes em todo o país. Na prática, o STJ definiu que uma empresa multada regularmente pela ANTT não pode exigir a redução da penalidade apenas porque a agência publicou posteriormente uma resolução com valor menor. A aplicação retroativa da regra mais favorável depende de autorização legal específica e expressa.</p>
<p>O julgamento foi realizado em 9 de setembro de 2026, e o acórdão foi publicado em 21 de setembro. A divulgação desta quarta-feira pelo STJ detalha os fundamentos da decisão e suas consequências para os processos que discutem sanções administrativas.</p>
<p>A questão envolve diretamente o poder de fiscalização das agências reguladoras e a segurança jurídica das penalidades aplicadas às empresas.</p>
<p>Embora a infração que originou o julgamento tenha ocorrido no transporte de cargas, a segunda tese aprovada pelos ministros trata das penalidades administrativas de maneira geral.</p>
<p>Essa abrangência permite que o entendimento seja utilizado em discussões relacionadas a outros serviços regulados, respeitando a legislação específica de cada atividade.</p>
<h3>Multa por dificultar fiscalização caiu de R$ 5 mil para R$ 550, mas STJ rejeitou aplicação aos casos antigos</h3>
<p>A controvérsia começou com penalidades aplicadas pela ANTT a empresas de transporte rodoviário de cargas por dificultar ou impedir o trabalho dos agentes de fiscalização.</p>
<p>Na época das infrações, a Resolução ANTT nº 4.799/2015 estabelecia multa de R$ 5 mil para quem evadisse, obstruísse ou dificultasse a fiscalização durante o transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>Em 2019, a ANTT publicou a Resolução nº 5.847, que reduziu essa penalidade para R$ 550.</p>
<p>A diminuição representou uma diferença de R$ 4.450 por infração, equivalente a 89% do valor anteriormente previsto.</p>
<p>Empresas autuadas antes da mudança passaram a recorrer à Justiça para tentar obter a aplicação do novo valor.</p>
<p>O argumento era que a norma posterior, por ser mais favorável ao infrator, deveria alcançar também as multas antigas.</p>
<p>Em um dos processos, a discussão ocorreu durante a cobrança judicial de uma penalidade administrativa.</p>
<p>A empresa buscava reduzir o valor inscrito em dívida ativa, utilizando como fundamento a alteração promovida pela própria ANTT.</p>
<p>A agência recorreu ao STJ contra decisões judiciais que haviam admitido essa redução.</p>
<p>A Primeira Seção acolheu a argumentação da ANTT e decidiu que a penalidade deve observar a regra vigente quando ocorreu a infração.</p>
<p>Veja a diferença entre as duas normas:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Situação</th>
<th>Valor da multa</th>
</tr>
<tr>
<td>Resolução ANTT nº 4.799/2015</td>
<td>R$ 5.000</td>
</tr>
<tr>
<td>Resolução ANTT nº 5.847/2019</td>
<td>R$ 550</td>
</tr>
<tr>
<td>Redução promovida em 2019</td>
<td>R$ 4.450</td>
</tr>
<tr>
<td>Percentual de redução</td>
<td>89%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Para as infrações anteriores à alteração, regularmente punidas sob a norma então vigente, o STJ manteve a aplicação do valor previsto à época.</p>
<h3>STJ estabelece duas teses sobre multas administrativas</h3>
<p>O tribunal definiu dois entendimentos no Tema 1.327.</p>
<p>O primeiro trata diretamente da alteração promovida pela ANTT em 2019.</p>
<p>Segundo a tese, a sanção estabelecida pela Resolução nº 5.847/2019 não retroage para alcançar condutas e penalidades aplicadas regularmente de acordo com a regulamentação vigente na data dos fatos, mesmo que o valor posterior seja menor.</p>
<p>A segunda tese tem alcance jurídico mais amplo e determina que as penalidades administrativas devem seguir o princípio conhecido como tempus regit actum, expressão utilizada no Direito para indicar que o ato é regido pelas normas existentes no momento em que ocorre.</p>
<p>A exceção depende de previsão legal específica e expressa que autorize a aplicação retroativa de uma regra posterior mais favorável.</p>
<p>O relator, ministro Paulo Sérgio Domingues, explicou que a estabilidade das sanções integra o funcionamento do sistema de fiscalização.</p>
<p>Segundo ele:</p>
<blockquote><p>“A estabilidade da sanção aplicada ao tempo da conduta é, nessa perspectiva, condição de eficácia do próprio sistema regulatório.”</p></blockquote>
<p>O ministro considerou que a possibilidade de reduzir automaticamente penalidades antigas a cada mudança normativa comprometeria a previsibilidade das regras e a função preventiva das multas.</p>
<p>A decisão também diferencia as punições administrativas das sanções previstas no Direito Penal.</p>
<h3>Por que uma pena criminal pode ser reduzida retroativamente, mas uma multa administrativa não segue automaticamente a mesma regra?</h3>
<p>A Constituição Federal estabelece que a lei penal não retroage, salvo para beneficiar o réu.</p>
<p>Isso significa que, no âmbito criminal, uma alteração legislativa que reduza determinada punição pode beneficiar pessoas condenadas por fatos anteriores, observadas as condições legais.</p>
<p>No julgamento envolvendo a ANTT, o STJ concluiu que essa regra constitucional não se aplica automaticamente a todas as sanções impostas pelo Estado.</p>
<p>O ministro Paulo Sérgio Domingues explicou que as penalidades administrativas possuem características diferentes das punições criminais.</p>
<p>Enquanto o Direito Penal pode envolver a restrição da liberdade, o Direito Administrativo Sancionador disciplina condutas relacionadas à organização de atividades econômicas e sociais, com aplicação de multas e outras restrições administrativas.</p>
<p>O relator destacou que o sistema administrativo continua submetido a garantias como legalidade, direito de defesa, devido processo legal e definição prévia das infrações e sanções.</p>
<p>Entretanto, a possibilidade de aplicar retroativamente uma penalidade mais branda depende de autorização legislativa.</p>
<p>O STJ também considerou o entendimento estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal no Tema 1.199, relacionado às mudanças na Lei de Improbidade Administrativa.</p>
<p>Nesse julgamento, o STF estabeleceu parâmetros para a aplicação de normas posteriores mais favoráveis no campo do Direito Administrativo Sancionador.</p>
<p>A Primeira Seção do STJ utilizou esses fundamentos para uniformizar sua jurisprudência, que anteriormente havia admitido, em determinadas situações, a aplicação retroativa de normas administrativas mais benéficas.</p>
<h3>Qual é o impacto possível para as empresas de ônibus e de fretamento?</h3>
<p>A relevância para o transporte de passageiros está na possibilidade de aplicação da segunda tese do Tema 1.327 a processos envolvendo penalidades administrativas da ANTT.</p>
<p>A agência fiscaliza empresas que operam serviços regulares interestaduais e internacionais de passageiros, além de atividades de fretamento submetidas à regulamentação federal.</p>
<p>As infrações podem envolver diferentes aspectos da operação, como documentação, condições de prestação dos serviços, descumprimento de obrigações regulamentares e operação em desacordo com a autorização concedida.</p>
<p>Quando uma resolução é modificada, também podem ocorrer alterações nos valores das multas, nas classificações das infrações ou nos procedimentos administrativos.</p>
<p>O entendimento do STJ estabelece um parâmetro para situações em que uma empresa pretende utilizar uma mudança posterior para diminuir penalidade aplicada por conduta anterior.</p>
<p>No entanto, há uma distinção importante: o Tema 1.327 não analisou diretamente multas aplicadas a empresas de ônibus.</p>
<p>A aplicação a esses processos dependerá da natureza da infração, das normas envolvidas e da existência de autorização legal específica para eventual retroatividade.</p>
<p>A tese também não afasta o direito das empresas de contestar autos de infração, apresentar provas, questionar erros de enquadramento ou discutir a legalidade das penalidades.</p>
<p>O julgamento trata especificamente da utilização de uma norma posterior mais favorável para reduzir sanções referentes a condutas anteriores.</p>
<h3>Nova regulamentação da ANTT para ônibus torna discussão relevante para processos administrativos</h3>
<p>A importância do julgamento para o transporte rodoviário de passageiros aumenta diante das mudanças recentes na regulamentação da própria ANTT.</p>
<p>Em 17 de dezembro de 2025, a Diretoria Colegiada da agência aprovou a Resolução nº 6.074, que disciplina sanções e medidas administrativas relacionadas à prestação do serviço regular interestadual de passageiros sob regime de autorização.</p>
<p>A norma reorganizou o tratamento das infrações desse segmento e promoveu alterações na Resolução nº 233/2003, que continua sendo referência para infrações dos serviços semiurbanos e dos serviços de fretamento interestadual e internacional.</p>
<p>Essa distinção é importante: a regulamentação sancionatória do serviço regular e a do fretamento devem ser examinadas de acordo com as disposições aplicáveis a cada modalidade.</p>
<p>A Resolução nº 6.074/2025 também estabeleceu medidas específicas relacionadas à comercialização e à execução de transporte clandestino, inclusive por intermédio de plataformas tecnológicas.</p>
<p>Na alteração da Resolução nº 233/2003, foi incluída previsão de multa de 53.240 Unidades Monetárias de Referência de Passageiros (UMRP) para a comercialização ou execução de serviço clandestino.</p>
<p>A regulamentação também disciplina medidas administrativas envolvendo veículos utilizados no transporte irregular e providências para o atendimento aos passageiros afetados pela fiscalização.</p>
<p>As mudanças demonstram que o sistema de penalidades da ANTT passa por atualizações, exigindo atenção à data de ocorrência de cada infração e à norma aplicável naquele momento.</p>
<p>O precedente do STJ ganha relevância especialmente para discussões em que a alteração regulamentar representa efetiva redução de uma penalidade.</p>
<p>Ele não transforma automaticamente todas as mudanças normativas em situações equivalentes ao caso do transporte de cargas.</p>
<p>Por exemplo, a criação de uma nova infração, a revogação de determinado enquadramento e a simples redução de um valor podem envolver questões jurídicas diferentes.</p>
<h3>Exemplo: empresa de ônibus multada antes de uma mudança nas regras</h3>
<p>Para compreender o possível efeito prático, considere uma situação hipotética.</p>
<p>Uma empresa de ônibus interestadual é autuada pela ANTT e recebe multa de R$ 10 mil, de acordo com a norma vigente na data da ocorrência.</p>
<p>Dois anos depois, uma nova regulamentação reduz para R$ 2 mil a penalidade prevista para a mesma conduta.</p>
<p>A transportadora decide recorrer, argumentando que deveria pagar apenas o novo valor.</p>
<p>Pelo entendimento geral adotado no Tema 1.327, a simples publicação da resolução posterior não garante o direito à redução da multa antiga.</p>
<p>A análise deverá considerar se existe uma lei específica que autorize a aplicação retroativa da penalidade mais favorável.</p>
<p>O exemplo não corresponde a uma autuação real examinada nesse julgamento, mas demonstra a situação jurídica que poderá surgir em processos administrativos ou judiciais envolvendo empresas de passageiros.</p>
<h3>Julgamento também interessa aos passageiros porque define condições de fiscalização</h3>
<p>Embora a decisão envolva diretamente as empresas autuadas e o órgão regulador, o sistema de sanções administrativas também possui importância para os passageiros.</p>
<p>As penalidades aplicadas pela ANTT são instrumentos utilizados para exigir o cumprimento das regras de prestação do transporte.</p>
<p>No serviço regular, essas obrigações abrangem aspectos como condições operacionais, segurança, documentação, atendimento aos usuários e prestação adequada das viagens autorizadas.</p>
<p>No fretamento, a fiscalização verifica o cumprimento das exigências específicas da modalidade e das condições de autorização.</p>
<p>A aplicação das multas busca responsabilizar os operadores pelas infrações identificadas, respeitando os procedimentos legais de defesa.</p>
<p>Ao estabelecer um critério para definir qual norma deve ser utilizada na aplicação das penalidades, o STJ também fornece uma referência para a atuação dos órgãos reguladores e para a revisão judicial das sanções.</p>
<p>Isso não significa que os valores das multas serão automaticamente mantidos em todas as situações.</p>
<p>A legalidade da autuação, a comprovação da infração, a regularidade do procedimento administrativo e as possibilidades de contestação continuam sujeitas à análise de cada caso.</p>
<h3>Decisão foi unânime, mas ministros divergiram sobre os efeitos para processos anteriores</h3>
<p>O julgamento dos Recursos Especiais nº 2.175.768 e nº 2.175.767 ocorreu em 9 de setembro de 2026.</p>
<p>A Primeira Seção aprovou por unanimidade as duas teses jurídicas propostas para o Tema 1.327 e deu provimento aos recursos da ANTT.</p>
<p>Durante o julgamento, entretanto, houve discussão sobre a chamada modulação de efeitos, instrumento utilizado pelos tribunais para definir a partir de quando determinado entendimento produzirá consequências.</p>
<p>A proposta apresentada pelo relator Paulo Sérgio Domingues foi rejeitada por maioria.</p>
<p>Ficaram vencidos, nesse ponto, os ministros Paulo Sérgio Domingues, Teodoro Silva Santos, Afrânio Vilela e Sérgio Kukina.</p>
<p>Assim, o tribunal aprovou unanimemente as teses sobre a impossibilidade de retroatividade automática, mas não acolheu a proposta de limitar temporalmente os efeitos do entendimento.</p>
<p>Essa distinção é relevante para processos antigos que discutem a mesma questão.</p>
<h3>O que acontece agora com os processos que estavam suspensos</h3>
<p>O Tema 1.327 foi submetido ao rito dos recursos repetitivos porque a discussão sobre a aplicação retroativa da Resolução ANTT nº 5.847/2019 aparecia em diferentes processos judiciais.</p>
<p>Durante a tramitação do repetitivo, o STJ determinou a suspensão dos recursos especiais e agravos em recurso especial que discutiam a questão delimitada, em tramitação no país.</p>
<p>Com a definição das teses, esses recursos poderão retomar seu andamento, aplicando-se o entendimento fixado pela Primeira Seção.</p>
<p>A decisão deverá orientar os tribunais de primeira e segunda instâncias na solução de processos que apresentem a mesma questão jurídica.</p>
<p>Também servirá como precedente para novas controvérsias sobre a aplicação de normas administrativas posteriores mais favoráveis, respeitadas as particularidades de cada setor regulado.</p>
<p>No transporte rodoviário de passageiros, o principal reflexo será a utilização desse entendimento como referência em discussões sobre multas da ANTT, sobretudo quando houver alteração posterior que reduza penalidades estabelecidas em resoluções anteriores.</p>
<p>A decisão também reforça a necessidade de empresas e operadores acompanharem as mudanças regulamentares e manterem registros dos processos administrativos, especialmente quanto às datas das infrações, ao enquadramento utilizado e às normas então vigentes.</p>
<p>Com o julgamento, o STJ estabelece que a redução de uma multa administrativa representa uma mudança para o futuro, salvo quando o legislador autorizar expressamente sua aplicação a condutas anteriores.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes<br />
</em></strong></p>
</div>
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  <item>
    <title>Rodovias concedidas de SP registram 20 milhões de veículos durante feriado de Nossa Senhora Aparecida</title>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 22:00:25 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sexta-feira (9) teve o maior movimento, com 4,93 milhões de veículos; SP-070 liderou o volume de tráfego no período YURI SENA As rodovias concedidas do estado de São Paulo receberam 20,09 milhões de veículos entre quinta-feira (8) e segunda-feira (12), durante o feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida. Segundo levantamento da Agência de Transporte do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8e14d8dd-68ae-4117-b3f5-0bdc48b00200-e1791934592822.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Sexta-feira (9) teve o maior movimento, com 4,93 milhões de veículos; SP-070 liderou o volume de tráfego no período</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As rodovias concedidas do estado de São Paulo receberam 20,09 milhões de veículos entre quinta-feira (8) e segunda-feira (12), durante o feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida. Segundo levantamento da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP), a sexta-feira (9) concentrou o maior fluxo, com cerca de 4,93 milhões de veículos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No domingo (11), a circulação caiu para aproximadamente 3 milhões de veículos. Já na segunda-feira (12), data do feriado nacional, o movimento voltou a crescer, chegando a 3,82 milhões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerando todo o período, a tarde foi a faixa horária de maior circulação, com cerca de 7,43 milhões de veículos. Pela manhã, foram registrados 6,52 milhões. Somados, os dois períodos concentraram quase 70% do tráfego contabilizado.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">SP-070 lidera movimentação</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as rodovias monitoradas, a SP-070 registrou o maior volume, com 3,17 milhões de veículos. Na sequência aparecem a SP-280, com 2,15 milhões, e a SP-330, com 2,03 milhões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também tiveram movimentação expressiva a SP-021, com quase 2 milhões de veículos, e a SP-300, com 1,84 milhão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas praças de pedágio, Itaquaquecetuba contabilizou aproximadamente 1,64 milhão de passagens. Guararema aparece em seguida, com 598 mil, à frente de Barueri, com 589 mil, São José dos Campos, com 554 mil, e Osasco, com 524 mil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o feriado, as concessionárias mantiveram equipes mobilizadas para acompanhar o tráfego e atender os usuários. A ARTESP monitorou a operação em conjunto com as empresas responsáveis pelas rodovias, com foco na segurança viária e na fluidez dos deslocamentos.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

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  <item>
    <title>VÍDEO: Chuva provoca acúmulo de água nas estações Liberdade e Paraíso da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/video-chuva-provoca-acumulo-de-agua-nas-estacoes-liberdade-e-paraiso-da-linha-1-azul-do-metro-de-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 21:25:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Imagens nas redes sociais mostram água dentro das estações nesta quarta-feira (14); equipamentos auxiliares foram afetados, mas circulação dos trens não sofreu impacto YURI SENA As fortes chuvas que atingiram a cidade de São Paulo nesta quarta-feira (14) provocaram acúmulo de água no mezanino da estação Liberdade e em um dos acessos da estação Paraíso, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="499" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aa541605-173a-4299-a93b-72a394d4e02c-e1792013118996.jpg?fit=800%2C499&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Imagens nas redes sociais mostram água dentro das estações nesta quarta-feira (14); equipamentos auxiliares foram afetados, mas circulação dos trens não sofreu impacto</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><div style="width: 576px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-539076-2" width="576" height="1088" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-14-at-18.21.29.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-14-at-18.21.29.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-14-at-18.21.29.mp4</a></video></div></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As fortes chuvas que atingiram a cidade de São Paulo nesta quarta-feira (14) provocaram acúmulo de água no mezanino da estação Liberdade e em um dos acessos da estação Paraíso, ambas da Linha 1-Azul do Metrô. Imagens que circulam nas redes sociais mostram a presença de água nas dependências das estações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o Metrô, o acúmulo afetou parcialmente o funcionamento de equipamentos auxiliares, como catracas, monitores de informação e escadas fixas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Equipes de manutenção e limpeza foram acionadas e restabeleceram o funcionamento dos equipamentos nas duas estações. De acordo com a companhia, a circulação dos trens não foi afetada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a nota do Metrô de São Paulo: </span></p>
<p><b><i>Em razão das fortes chuvas que atingiram a capital nesta quarta-feira (14), uma lâmina d&#8217;água se formou no mezanino da estação Liberdade e em um dos acessos da estação Paraíso, da Linha 1-Azul, e afetou parcialmente o funcionamento de alguns equipamentos auxiliares (catracas, monitores de informação e escadas fixas). Equipes de manutenção e limpeza foram acionadas e já restabeleceram o funcionamento desses equipamentos, em ambas estações. A circulação dos trens não foi impactada.</i></b></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

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    <title>“Lei da Buser” em MG: mais uma vez STF adia votação que determinaria se exigência de circuito fechado no fretamento e poder dos Estados são constitucionais ou não</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/lei-da-buser-em-mg-mais-uma-vez-stf-adia-votacao-que-determinaria-se-exigencia-de-circuito-fechado-no-fretamento-e-poder-dos-estados-sao-constitucionais-ou-nao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 21:05:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Na sessão desta quarta-feira (14), foram votados outros temas pelos ministros do Supremo. Na leitura da pauta para esta quinta, Fachin não mencionou o processo ADAMO BAZANI O Supremo Tribunal Federal (STF) deixou mais uma vez de realizar, nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a votação de um processo que pode definir os limites [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="770" height="487" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/buse.jpg?fit=770%2C487&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/buse.jpg?w=770&amp;ssl=1 770w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/buse.jpg?resize=300%2C190&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/buse.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/buse.jpg?resize=768%2C486&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/buse.jpg?resize=400%2C253&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /> <p><em>Na sessão desta quarta-feira (14), foram votados outros temas pelos ministros do Supremo. Na leitura da pauta para esta quinta, Fachin não mencionou o processo</em></p>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) deixou mais uma vez de realizar, nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a votação de um processo que pode definir os limites do poder dos Estados para regulamentar o fretamento de ônibus e a constitucionalidade da exigência de circuito fechado, pela qual um mesmo grupo de passageiros deve realizar a viagem de ida e volta no mesmo veículo. O julgamento envolve a Lei nº 23.941/2021, de Minas Gerais, conhecida como “Lei da Buser”, e interessa tanto às plataformas digitais de transporte quanto às empresas tradicionais de fretamento e às operadoras de linhas regulares.</p>
<p>O julgamento do processo foi adiado. A Ministra Cármen(relatora) decidiu não aceitar os pedidos da Abrati, e outros, como assistentes (amigos da causa). Cármen Lúcia decidiu isso momentos antes da sessão. Também havia vários pedidos de sustentação oral.</p>
<p>O processo, identificado como Recurso Extraordinário (RE) 1.506.410/MG, estava entre os assuntos previstos para a sessão desta quarta-feira (14), mas o plenário analisou outros temas. Ao anunciar a pauta de quinta-feira (15), o presidente do STF, ministro Edson Fachin, não mencionou o caso. A controvérsia envolve a obrigação de transportar um grupo previamente definido, a apresentação antecipada da lista de passageiros, a venda individualizada de lugares e a possibilidade de ônibus fretados realizarem viagens com características semelhantes às das linhas regulares.</p>
<p>O julgamento já havia sido adiado em 26 de agosto de 2026, por indicação da relatora, ministra Cármen Lúcia. Na ocasião, a magistrada considerou necessário assegurar a manifestação das partes após a apresentação de uma divergência no julgamento virtual.</p>
<p>A disputa está judicializada desde 2022, mas tem origem na aprovação da legislação mineira em setembro de 2021. A lei foi sancionada pelo governador Romeu Zema com vetos a dispositivos que restringiam o fretamento. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais, entretanto, derrubou esses vetos em novembro daquele ano.</p>
<p>Um dos aspectos mais relevantes é que a controvérsia não se limita à Buser. A definição sobre a constitucionalidade das restrições pode repercutir em outros Estados, sobretudo na diferenciação entre fretamento eventual, fretamento contínuo e transporte regular de passageiros.</p>
<h3>O que é a “Lei da Buser” e quais restrições foram impostas em Minas Gerais</h3>
<p>A Lei Estadual nº 23.941, de 24 de setembro de 2021, estabelece condições para a prestação de serviços de fretamento contínuo ou eventual em viagens intermunicipais e metropolitanas.</p>
<p>A legislação prevê que a prestação do serviço depende de autorização do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG).</p>
<p>Essa autorização tem caráter precário, personalíssimo, intransferível e temporário. O pedido pode ser apresentado por empresas de diferentes portes ou cooperativas, com cadastramento dos veículos, dos condutores e dos responsáveis pelo serviço.</p>
<p>Entre as principais exigências estabelecidas pela legislação estão:</p>
<p><strong>1. Circuito fechado:</strong> transporte de grupo previamente definido, com motivação comum, que parte de uma origem, segue até o destino e retorna no mesmo veículo utilizado na ida.</p>
<p><strong>2. Lista nominal de passageiros:</strong> obrigação de encaminhar ao DER-MG a identificação das pessoas que serão transportadas.</p>
<p><strong>3. Antecedência de seis horas:</strong> solicitação da autorização e envio da lista de passageiros até seis horas antes do início do primeiro trecho da viagem.</p>
<p><strong>4. Limitação das alterações na lista:</strong> possibilidade de substituição de até dois passageiros ou 20% da capacidade do veículo, prevalecendo o maior desses limites, com comunicação até o início da viagem.</p>
<p><strong>5. Proibição de venda individualizada por intermediários:</strong> restrição ao fretamento intermediado por terceiros que comercializem lugares de maneira fracionada ou individualizada.</p>
<p><strong>6. Proibição de características de transporte regular</strong>: restrição a viagens habituais com regularidade de dias, horários ou itinerários, além da comercialização individual de passagens.</p>
<p><strong>7. Restrições aos locais de embarque e desembarque:</strong> vedação, nas condições previstas na lei, ao embarque e desembarque ao longo do itinerário e em terminais rodoviários utilizados pelo transporte coletivo público.</p>
<p><strong>8. Documentação durante a viagem:</strong> obrigação de o motorista portar a autorização, o documento fiscal do contrato de fretamento e a relação dos passageiros transportados.</p>
<p>A legislação também estabelece mecanismos de fiscalização e remete às penalidades previstas na legislação estadual e no Código de Trânsito Brasileiro.</p>
<p>No caso do transporte clandestino ou irregular, a Lei nº 19.445/2011, com as alterações promovidas pela Lei nº 23.941/2021, prevê multa de 1.000 Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (Ufemgs), remoção do veículo e outras sanções, conforme a infração.</p>
<p>A multa pode ser duplicada em caso de reincidência e a legislação também alcança quem promove ou intermedeia serviços irregulares.</p>
<p>Há ainda tratamento específico para o fretamento destinado ao transporte intermunicipal de trabalhadores rurais, com dispensa de determinadas exigências cadastrais e de envio de listas, sem afastar as obrigações relacionadas à segurança.</p>
<h3>Circuito fechado e circuito aberto: entenda as diferenças para passageiros e empresas</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-539053" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=819%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="819" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=120%2C150&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=400%2C500&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?resize=150%2C187&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6190ff6e-d7b7-4220-ba39-20db01fd9ebb.png?w=1122&amp;ssl=1 1122w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></p>
<p>A expressão circuito fechado é um dos pontos centrais da disputa porque determina como a viagem fretada deve ser organizada e contratada.</p>
<p>No modelo tradicional de circuito fechado, um grupo contrata um ônibus para realizar um deslocamento com ida e volta, com passageiros previamente identificados.</p>
<p>Já no chamado circuito aberto, a contratação pode envolver viagens somente de ida ou deslocamentos nos quais não exista obrigação de retorno com o mesmo grupo e veículo.</p>
<p>O circuito aberto, por si só, não significa necessariamente venda individual de passagens. Essa é uma questão jurídica distinta, embora as duas práticas estejam relacionadas na discussão sobre os modelos de fretamento intermediados por aplicativos.</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>Circuito fechado</th>
<th>Circuito aberto</th>
</tr>
<tr>
<td>Formação do grupo</td>
<td>Grupo previamente definido</td>
<td>Pode haver formação de grupos distintos por viagem</td>
</tr>
<tr>
<td>Viagem de ida</td>
<td>Realizada pelo grupo contratado</td>
<td>Pode ser contratada separadamente</td>
</tr>
<tr>
<td>Viagem de volta</td>
<td>Mesmo grupo retorna no mesmo veículo, segundo a lei mineira</td>
<td>Não exige retorno dos mesmos passageiros no mesmo veículo</td>
</tr>
<tr>
<td>Passageiros</td>
<td>Identificados previamente</td>
<td>Podem variar conforme a modalidade e a regulamentação</td>
</tr>
<tr>
<td>Contratação</td>
<td>Fretamento para grupo determinado</td>
<td>Pode envolver viagens independentes de ida e volta</td>
</tr>
<tr>
<td>Comercialização</td>
<td>A lei mineira proíbe a venda individualizada por intermediadores</td>
<td>A venda individual depende do enquadramento jurídico e das regras aplicáveis</td>
</tr>
<tr>
<td>Utilização do veículo</td>
<td>Vinculada ao itinerário e ao grupo contratado</td>
<td>Pode permitir utilização em diferentes viagens</td>
</tr>
<tr>
<td>Questão jurídica</td>
<td>Constitucionalidade da exigência estadual</td>
<td>Possibilidade de operação sem a obrigação de circuito fechado</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A diferença tem consequências operacionais e comerciais.</p>
<p>No circuito fechado, uma empresa que transporta determinado grupo precisa organizar o retorno conforme as condições do contrato e da regulamentação aplicável.</p>
<p>Em um modelo aberto, a transportadora pode, em tese, utilizar o veículo em outra viagem contratada de maneira independente, sem necessariamente transportar de volta os mesmos passageiros da primeira viagem.</p>
<p>Essa possibilidade pode modificar o aproveitamento dos ônibus, o planejamento dos deslocamentos e a composição dos custos operacionais.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o debate envolve os limites entre a contratação de um serviço de fretamento e a oferta de viagens regulares com venda individual de passagens.</p>
<p>No transporte regular, as empresas operam serviços submetidos a regras específicas de autorização ou concessão, com obrigações relacionadas a itinerários, horários, atendimento aos passageiros e continuidade da prestação do serviço.</p>
<p>O STF deverá examinar a validade das restrições contestadas, levando em consideração essas diferenças e as competências constitucionais dos entes federativos.</p>
<div>
<div>
<div>Imagem ilustrativa de ônibus rodoviário. A comparação entre circuito fechado e circuito aberto está detalhada na tabela acima.</div>
</div>
</div>
<h3>Histórico completo: da aprovação da lei em 2021 aos adiamentos do julgamento no STF em 2026</h3>
<p>A disputa sobre a chamada “Lei da Buser” envolve decisões legislativas, ações judiciais, medidas provisórias e votações no Supremo Tribunal Federal. A seguir, os principais acontecimentos em ordem cronológica.</p>
<p><strong>1. Projeto de lei começa a tramitar na Assembleia de Minas Gerais — 2015</strong></p>
<p>A legislação tem origem no Projeto de Lei nº 1.155/2015, apresentado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.</p>
<p>A proposta tratava da regulamentação do fretamento de veículos de transporte coletivo para viagens intermunicipais e metropolitanas.</p>
<p>Durante a tramitação, a discussão passou a envolver também as condições para a contratação das viagens e a diferença entre fretamento e transporte regular.</p>
<p><strong>2. Assembleia aprova restrições e governador veta parte das regras — setembro de 2021</strong></p>
<p>Em setembro de 2021, a Assembleia aprovou a proposição que deu origem à Lei nº 23.941.</p>
<p>O governador Romeu Zema sancionou a legislação em 24 de setembro, mas vetou dispositivos que considerou inadequados, incluindo a exigência de circuito fechado, a apresentação antecipada da lista de passageiros e a restrição à comercialização individualizada de lugares.</p>
<p>Na justificativa dos vetos, o Executivo questionou os efeitos dessas restrições sobre a prestação do serviço e o mercado de transporte fretado.</p>
<p><strong>3. Assembleia derruba vetos de Romeu Zema — 17 de novembro de 2021</strong></p>
<p>Os deputados estaduais rejeitaram os vetos do governador, restabelecendo os artigos 3º, 4º e 5º e dispositivos do artigo 6º da legislação.</p>
<p>A decisão colocou em vigor regras que haviam sido excluídas do texto sancionado, como a obrigatoriedade do circuito fechado e a proibição de intermediação de viagens com venda individualizada de lugares.</p>
<p>Foi esse conjunto de restrições que passou a ser contestado judicialmente.</p>
<p><strong>4. Lei é questionada na Justiça mineira — 2022</strong></p>
<p>O diretório estadual do Partido Novo apresentou uma ação de controle de constitucionalidade no Tribunal de Justiça de Minas Gerais.</p>
<p>A discussão envolvia artigos da Lei nº 23.941/2021 e as competências legislativas do Estado, além de questionamentos sobre a livre iniciativa e a separação dos Poderes.</p>
<p>O Tribunal de Justiça rejeitou a pretensão de declaração de inconstitucionalidade, o que levou o partido a recorrer ao STF.</p>
<p><strong>5. Dispositivos são suspensos durante a tramitação do recurso — 2024</strong></p>
<p>No andamento da controvérsia, foi concedido efeito suspensivo ao recurso extraordinário apresentado pelo Partido Novo.</p>
<p>Com isso, ficaram temporariamente suspensos os efeitos de dispositivos que tratavam do circuito fechado, das listas de passageiros, da antecedência da autorização e das restrições à comercialização e ao embarque.</p>
<p>Essa suspensão foi posteriormente revista pelo Supremo.</p>
<p><strong>6. Cármen Lúcia restabelece a eficácia das restrições — dezembro de 2024</strong></p>
<p>Em decisão monocrática publicada em 13 de dezembro de 2024, Cármen Lúcia cassou o efeito suspensivo que havia sido atribuído ao recurso extraordinário.</p>
<p>A medida restabeleceu a eficácia dos artigos 3º, 4º e 5º e dos dispositivos contestados do artigo 6º da Lei nº 23.941/2021.</p>
<p>A decisão teve consequência prática para a fiscalização e para as empresas de fretamento, uma vez que as restrições voltaram a produzir efeitos.</p>
<p><strong>7. Cármen Lúcia rejeita o recurso extraordinário — 13 de outubro de 2025</strong></p>
<p>A relatora negou provimento ao recurso do Partido Novo.</p>
<p>No entendimento apresentado, a legislação mineira encontrava amparo na competência residual dos Estados para disciplinar o transporte intermunicipal e metropolitano.</p>
<p>Cármen Lúcia também afastou as alegações de violação à separação dos Poderes e à reserva de administração.</p>
<p>A ministra considerou admissível a iniciativa parlamentar da legislação e apontou limites à revisão, pelo STF, de questões relacionadas à interpretação de normas locais.</p>
<p><strong>8. Partido Novo apresenta embargos de declaração — 21 de outubro de 2025</strong></p>
<p>Após a decisão, o Partido Novo apresentou embargos de declaração, alegando omissões que deveriam ser examinadas pelo Supremo.</p>
<p>O partido também pediu a alteração do resultado do julgamento, buscando afastar a decisão desfavorável e permitir nova análise da constitucionalidade dos dispositivos.</p>
<p>Os embargos passaram a concentrar a discussão subsequente.</p>
<p>9. Três ministros se manifestam pela manutenção da decisão — outubro e novembro de 2025</p>
<p>Na sessão virtual realizada de 31 de outubro a 10 de novembro de 2025, Cármen Lúcia votou por receber os embargos de declaração como agravo regimental e negar provimento ao pedido.</p>
<p>O entendimento foi acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin.</p>
<p>Na sequência, André Mendonça pediu vista, suspendendo a análise para examinar o processo.</p>
<p><strong>10. André Mendonça apresenta voto divergente — abril de 2026</strong></p>
<p>O julgamento foi retomado no plenário virtual iniciado em 17 de abril de 2026.</p>
<p>André Mendonça apresentou voto divergente, defendendo o provimento parcial do recurso e a declaração de inconstitucionalidade dos seguintes dispositivos da legislação mineira:</p>
<ul>
<li>
<div>
<div>
<p>Artigo 3º, que estabelece a obrigatoriedade do circuito fechado e da relação nominal dos passageiros.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Artigo 4º, que exige autorização e apresentação da lista com antecedência de seis horas.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Artigo 5º, que limita as alterações na relação dos passageiros.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Inciso I do artigo 6º, que proíbe o fretamento intermediado por terceiros com comercialização fracionada ou individualizada de lugares.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Inciso III do parágrafo único do artigo 6º, que trata da restrição ao embarque e desembarque ao longo do itinerário e em terminais rodoviários utilizados pelo transporte público.</p>
</div>
</div>
</li>
</ul>
<p>A divergência alcançava os pontos de maior repercussão para os modelos de fretamento intermediados por plataformas digitais.</p>
<p><strong>11. Edson Fachin pede destaque para julgamento presencial — abril de 2026</strong></p>
<p>Após a apresentação do voto de André Mendonça, o ministro Edson Fachin solicitou destaque do processo.</p>
<p>O pedido levou a discussão do ambiente virtual para o plenário presencial, onde os ministros poderiam debater a matéria.</p>
<p>Dessa maneira, o julgamento dos recursos passou a depender de nova deliberação em sessão presencial.</p>
<p><strong>12. Processo entra na pauta de 26 de agosto de 2026, mas julgamento é adiado</strong></p>
<p>O Supremo incluiu o caso na pauta de 26 de agosto de 2026.</p>
<p>No dia anterior, Cármen Lúcia apresentou despacho indicando a necessidade de garantir às partes a oportunidade de manifestação diante da retomada do julgamento presencial.</p>
<p>A relatora propôs que os embargados fossem intimados para apresentar contrarrazões, com posterior reinclusão do processo em pauta.</p>
<p>Em 26 de agosto, o plenário adiou a apreciação por indicação da ministra. A sessão foi presidida por Edson Fachin.</p>
<p><strong>13. STF anuncia nova previsão de julgamento para 14 e 15 de outubro de 2026</strong></p>
<p>Na programação oficial de outubro, o Supremo voltou a destacar o Caso Buser entre os assuntos previstos para as sessões dos dias 14 e 15.</p>
<p>O recurso foi colocado na relação de matérias destinadas ao plenário presencial, novamente sob a relatoria de Cármen Lúcia.</p>
<p><strong>14. STF realiza sessão, mas não julga o Caso Buser — 14 de outubro de 2026</strong></p>
<p>Na sessão desta quarta-feira, os ministros examinaram outros processos, e o RE 1.506.410/MG não chegou a ser chamado para votação.</p>
<p>Ao apresentar os julgamentos previstos para quinta-feira, Edson Fachin não mencionou a ação que discute a legislação mineira de fretamento.</p>
<p>O episódio representa mais uma oportunidade em que a controvérsia não chega a uma conclusão no plenário presencial.</p>
<h3>Quem participa da disputa judicial</h3>
<p>O recurso foi apresentado pelo diretório estadual do Partido Novo em Minas Gerais.</p>
<p>Entre os participantes e interessados no processo estão o Estado de Minas Gerais, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a Confederação Nacional de Serviços (CNS), a Confederação Nacional do Transporte (CNT), a Buser Brasil Tecnologia Ltda., a Associação Brasileira dos Fretadores Colaborativos (Abrafrec), a Federação de Serviços de Minas Gerais e o Sindicato das Empresas de Transporte Turístico e de Fretamento do Estado de Minas Gerais.</p>
<p>A presença dessas entidades demonstra que a discussão envolve segmentos distintos da atividade econômica e da representação empresarial, com interesses relacionados à contratação, fiscalização e execução dos serviços de transporte de passageiros.</p>
<h3>O que a decisão pode representar para a Buser, as empresas regulares e o fretamento tradicional</h3>
<p>Uma eventual decisão favorável à constitucionalidade das restrições da legislação mineira poderá consolidar, no âmbito do processo, a possibilidade de o Estado exigir circuito fechado, listas antecipadas e condições específicas para o fretamento intermunicipal e metropolitano.</p>
<p>Caso prevaleça o entendimento divergente apresentado por André Mendonça, os dispositivos questionados poderão ser afastados, alterando as condições legais aplicáveis aos serviços de fretamento abrangidos pela lei.</p>
<p>Para as empresas tradicionais que operam linhas regulares, a discussão envolve a possibilidade de concorrência com viagens fretadas comercializadas em plataformas digitais, especialmente nos mercados em que há oferta de deslocamentos semelhantes.</p>
<p>No caso das empresas de fretamento, o resultado poderá influenciar as possibilidades de contratação das viagens, formação dos grupos, planejamento da utilização dos veículos e organização dos itinerários.</p>
<p>Para os passageiros, os efeitos poderão envolver as opções de serviços disponíveis, as formas de contratação e a oferta de viagens de ida e volta.</p>
<p>Outra questão importante é a diferenciação das competências regulatórias.</p>
<p>No transporte intermunicipal e metropolitano, a atuação regulatória cabe aos Estados, dentro dos limites constitucionais e da legislação nacional.</p>
<p>No transporte rodoviário interestadual, a competência é federal, exercida pela União por meio da ANTT.</p>
<p>A eventual decisão do Supremo sobre a legislação mineira poderá ser utilizada como referência em outras disputas judiciais envolvendo o setor, de acordo com os fundamentos adotados pelos ministros e o alcance jurídico do pronunciamento.</p>
<p>A controvérsia, portanto, ultrapassa a situação de uma plataforma específica. Envolve a definição dos limites da regulamentação do fretamento e de sua diferenciação em relação ao <em>transporte regular de passageiros, justamente em um período de expansão das tecnologias de intermediação e comercialização de viagens rodoviárias.</em></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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    <title>URGENTE: Prefeitura de São Paulo suspende rodízio de veículos na tarde e noite desta quarta-feira (14) por causa das fortes chuvas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/urgente-prefeitura-de-sao-paulo-suspende-rodizio-de-veiculos-na-tarde-e-noite-desta-quarta-feira-14-por-causa-das-fortes-chuvas/</link>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 20:57:55 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[CET]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Informação foi confirmada pela Prefeitura ao Diário do Transporte; veículos de placas finais 5 e 6 poderão circular no Centro Expandido das 17h às 20h. Temporal provocou alagamentos, atingiu ônibus e carros no túnel do Anhangabaú e colocou toda a capital em estado de atenção ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo suspendeu o Rodízio [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="614" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3069ef4b-1ba3-437f-a6a9-be8667544b49-1-e1792011137472.jpg?fit=800%2C614&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <div><em>Informação foi confirmada pela Prefeitura ao <strong>Diário do Transporte;</strong> veículos de placas finais 5 e 6 poderão circular no Centro Expandido das 17h às 20h. Temporal provocou alagamentos, atingiu ônibus e carros no túnel do Anhangabaú e colocou toda a capital em estado de atenção</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo suspendeu o Rodízio Municipal de Veículos no período da tarde e noite desta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, em razão das fortes chuvas que atingiram a capital paulista e provocaram alagamentos e dificuldades de circulação em diversas regiões. A informação foi confirmada pela administração municipal ao Diário do Transporte. Com a decisão, os automóveis com placas finais 5 e 6, que normalmente estariam impedidos de circular no Centro Expandido entre 17h e 20h, poderão trafegar nesse período sem a restrição do rodízio.</p>
<p>A medida ocorre após um temporal que atingiu diferentes regiões da cidade, com situações graves no Centro, principalmente no túnel do Anhangabaú, onde carros, motos e ônibus ficaram cercados pela água. O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura colocou todas as regiões da capital e as marginais Tietê e Pinheiros em estado de atenção para alagamentos a partir das 15h25. A Defesa Civil também emitiu alerta severo para a população, diante dos riscos de chuva intensa, rajadas de vento, descargas elétricas e possibilidade de granizo.</p>
<p>A suspensão é excepcional e se refere ao período das 17h às 20h desta quarta-feira. O rodízio da manhã, das 7h às 10h, ocorreu normalmente.</p>
<p>A liberação da circulação por final de placa também não afasta as regras de trânsito, os bloqueios em locais alagados nem as restrições específicas aplicáveis a determinadas vias.</p>
<h3>Quais placas estão liberadas e como funciona o rodízio</h3>
<p>Nesta quarta-feira (14), a restrição normal seria aplicada aos veículos com placas terminadas em 5 e 6.</p>
<p>O Rodízio Municipal de Veículos, conhecido também como Operação Horário de Pico, funciona de segunda a sexta-feira, exceto feriados, em dois períodos: das 7h às 10h e das 17h às 20h.</p>
<p>A distribuição dos finais de placas é a seguinte:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Dia da semana</th>
<th>Finais de placas sujeitos ao rodízio</th>
</tr>
<tr>
<td>Segunda-feira</td>
<td>1 e 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Terça-feira</td>
<td>3 e 4</td>
</tr>
<tr>
<td>Quarta-feira</td>
<td>5 e 6</td>
</tr>
<tr>
<td>Quinta-feira</td>
<td>7 e 8</td>
</tr>
<tr>
<td>Sexta-feira</td>
<td>9 e 0</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A suspensão desta quarta-feira beneficia os veículos de placas finais 5 e 6 durante o horário da tarde e noite.</p>
<p>Para quinta-feira (15), a programação habitual prevê restrição aos automóveis com placas finais 7 e 8, das 7h às 10h e das 17h às 20h.</p>
<h3>Onde fica o Centro Expandido de São Paulo</h3>
<p>O rodízio abrange o Centro Expandido da capital paulista, incluindo as vias que delimitam o chamado Minianel Viário.</p>
<p>O perímetro é formado pelas seguintes vias:</p>
<ul>
<li>
<div>
<div>
<p>Marginal Tietê, entre a Avenida Salim Farah Maluf e a Marginal Pinheiros;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Marginal Pinheiros, até a Avenida dos Bandeirantes;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Avenida dos Bandeirantes;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Avenida Afonso d&#8217;Escragnolle Taunay;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Complexo Viário Maria Maluf;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Avenida Presidente Tancredo Neves;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Avenida das Juntas Provisórias;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Viaduto Grande São Paulo;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Avenida Professor Luís Inácio de Anhaia Melo;</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Avenida Salim Farah Maluf.</p>
</div>
</div>
</li>
</ul>
<p>A área compreende o Centro e bairros de diferentes regiões da capital, incluindo partes das zonas Oeste, Sul, Norte e Leste.</p>
<p>O motorista deve observar que, em condições normais, a restrição também alcança as vias que delimitam o perímetro, e não apenas as ruas situadas dentro dele.</p>
<p>A circulação em local e horário proibidos pelo rodízio caracteriza infração de trânsito de natureza média, sujeita a multa de R$ 130,16 e quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).</p>
<h3>Temporal alaga túnel do Anhangabaú e deixa ônibus e automóveis cercados pela água</h3>
<p>Uma das ocorrências mais graves desta quarta-feira foi registrada no túnel do Anhangabaú, na região central de São Paulo, onde a água acumulada durante o temporal atingiu carros, motocicletas e ônibus.</p>
<p>A situação provocou a interdição da passagem e obrigou motoristas e ocupantes dos veículos a procurar locais seguros. Imagens mostraram pessoas sobre os automóveis enquanto a água tomava o túnel.</p>
<p>A ocorrência também chamou a atenção para os riscos enfrentados pelos passageiros do transporte coletivo, já que os ônibus podem ser atingidos por alagamentos e sofrer interrupções de circulação nos mesmos pontos utilizados pelos demais veículos.</p>
<p>Além do túnel do Anhangabaú, foram registrados problemas de alagamento na região da Avenida 9 de Julho, nas proximidades da Praça 14 Bis, na Bela Vista, e em outros pontos da capital.</p>
<p>Na região da Vila Mariana, houve registro de transbordamento do córrego Sapateiro.</p>
<p>As chuvas também atingiram a região do Parque do Ibirapuera e da Aclimação, onde foram observados alguns dos maiores acumulados de precipitação da tarde.</p>
<p>O temporal provocou transtornos adicionais na circulação de automóveis e ônibus, em um período próximo ao horário de pico, quando aumenta o movimento de trabalhadores e estudantes que retornam para casa.</p>
<h3>CGE colocou todas as regiões da cidade em estado de atenção às 15h25</h3>
<p>O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo colocou toda a capital em estado de atenção para alagamentos às 15h25 desta quarta-feira (14).</p>
<p>A medida abrangeu as zonas Norte, Sul, Leste, Oeste, Sudeste e Centro, além das marginais Tietê e Pinheiros.</p>
<p>Segundo o CGE, a combinação do calor com a entrada da brisa marítima favoreceu o desenvolvimento de áreas de instabilidade capazes de provocar chuvas fortes em curto intervalo de tempo.</p>
<p>Os radares meteorológicos identificaram precipitações intensas e risco de queda de granizo em bairros como Pirituba e Jaraguá, na Zona Norte, e Lapa e Pinheiros, na Zona Oeste.</p>
<p>O órgão também alertou para rajadas de vento e formação de alagamentos intransitáveis.</p>
<p>Antes do temporal, estações meteorológicas do CGE haviam registrado 27°C em Pirituba e 26°C no Campo Limpo, na Zona Sul. O aquecimento durante o dia contribuiu para a formação das instabilidades.</p>
<p>A chuva começou a ganhar intensidade durante a tarde, atingindo áreas centrais e importantes corredores viários da cidade.</p>
<p>Em situações como essa, o CGE recomenda que os motoristas evitem vias inundadas, principalmente túneis, passagens inferiores e locais próximos a córregos sujeitos a transbordamento.</p>
<h3>Defesa Civil emite alerta severo e orienta população a evitar deslocamentos em áreas alagadas</h3>
<p>A Defesa Civil do Estado de São Paulo também emitiu alerta severo em razão do temporal desta quarta-feira.</p>
<p>O aviso indicou riscos associados à chuva intensa, com possibilidade de raios, rajadas de vento e granizo.</p>
<p>As orientações dos órgãos de emergência incluem evitar áreas alagadas, não tentar atravessar enxurradas, manter distância de árvores durante vendavais e evitar contato com estruturas ou fios da rede elétrica.</p>
<p>Motoristas surpreendidos por alagamentos devem procurar alternativas seguras e respeitar os bloqueios organizados pelos agentes de trânsito.</p>
<p>Para os usuários do transporte coletivo, a recomendação é acompanhar possíveis mudanças de itinerários e interrupções provocadas pelas condições das vias.</p>
<p>Informações sobre bloqueios, ocorrências e condições de trânsito podem ser obtidas pelo telefone 156, da Prefeitura de São Paulo.</p>
<p>Em situações de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo número 199 e o Corpo de Bombeiros pelo 193.</p>
<h3>Previsão para quinta-feira (15): mais chuva forte e risco de novos alagamentos</h3>
<div>
<div>
<div>
<p>São Paulo — quinta-feira, 15 de outubro</p>
<div>
<h1>17°C a 25°C</h1>
</div>
<p>Chuva durante o dia, com possibilidade de precipitações intensas à tarde e à noite.</p>
</div>
</div>
<div>
<div>
<div>
<p>Precipitação prevista pela Defesa Civil</p>
<h2>60 mm</h2>
</div>
</div>
<div>
<div>
<p>Risco meteorológico</p>
<p>Novos alagamentos</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O CGE prevê que a madrugada de quinta-feira (15) tenha chuva moderada a forte, com potencial para formação de novos pontos de alagamento na cidade.</p>
<p>Durante o dia, são esperados curtos períodos de melhoria, mas as instabilidades deverão voltar a ganhar força entre a tarde e a noite, com volumes expressivos de precipitação.</p>
<p>As temperaturas devem variar entre 17°C e 25°C, segundo a previsão municipal.</p>
<p>A Defesa Civil estadual indica possibilidade de acumulado de 60 milímetros ao longo de quinta-feira na cidade de São Paulo. Esse valor representa uma previsão de chuva, e não um volume já registrado.</p>
<p>Para sexta-feira (16), a previsão aponta continuidade do tempo instável, com céu encoberto e chuva. A propagação de uma frente fria pelo litoral paulista poderá intensificar as precipitações durante a tarde.</p>
<p>O CGE prevê temperaturas entre 18°C e 23°C na sexta-feira e alerta para o risco de novos alagamentos e deslizamentos em áreas vulneráveis, especialmente devido ao solo encharcado.</p>
<p>A recomendação para quem depende de ônibus, automóveis ou outros meios de transporte é considerar a possibilidade de interrupções e atrasos nos deslocamentos, principalmente nos períodos de chuva intensa.</p>
<p>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</p>
</div>
]]></content:encoded>

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  <item>
    <title>VÍDEO: Chuva provoca grave alagamento no Túnel do Anhangabaú, com ônibus e diversos carros submersos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/video-chuva-provoca-grave-alagamento-no-tunel-do-anhangabau-com-onibus-e-diversos-carros-submersos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Região da Vila Mariana entrou em estado de alerta, com registro de transbordamento de córrego VINÍCIUS DE OLIVEIRA Colaborou Yuri Sena Nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a cidade de São Paulo se encontra em estado de atenção para alagamentos, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas. Imagens divulgadas em redes sociais mostram [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="828" height="535" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/77afe772-f3f4-4934-b31c-87c9351742ff.jpg?fit=828%2C535&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/77afe772-f3f4-4934-b31c-87c9351742ff.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/77afe772-f3f4-4934-b31c-87c9351742ff.jpg?resize=300%2C194&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/77afe772-f3f4-4934-b31c-87c9351742ff.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/77afe772-f3f4-4934-b31c-87c9351742ff.jpg?resize=768%2C496&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/77afe772-f3f4-4934-b31c-87c9351742ff.jpg?resize=400%2C258&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Região da Vila Mariana entrou em estado de alerta, com registro de transbordamento de córrego</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Colaborou Yuri Sena</em></strong></p>



<figure class="wp-block-video">
<div style="width: 624px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-539023-3" width="624" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/21a4c039-9b7c-4c8d-9c0b-1d33f928105c.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/21a4c039-9b7c-4c8d-9c0b-1d33f928105c.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/21a4c039-9b7c-4c8d-9c0b-1d33f928105c.mp4</a></video></div>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a cidade de São Paulo se encontra em estado de atenção para alagamentos, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagens divulgadas em redes sociais mostram o cenário crítico do Túnel do Anhangabaú nesta tarde. Diversos carros estão presos e debaixo d&#8217;água, é possível notar também a presença de um ônibus articulado do sistema municipal. De acordo com o Corpo de Bombeiros, quatro vítimas foram confirmadas no local.</p>
<p>As fortes chuvas que atingiram também afetaram a circulação de ônibus na região central da capital. Na área do Túnel Anhangabaú, dois coletivos ficaram ilhados, enquanto a operação no Terminal Bandeira foi prejudicada por cerca de uma hora. Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans, o acesso ao terminal já foi liberado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A região da Vila Mariana entrou em estado de alerta por conta do transbordamento do Córrego Sapateiro, na Avenida Quarto Centenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o órgão da prefeitura aponta nove pontos de alagamento, sendo cinco deles intransitáveis, nas regiões da Sé, Santo Amaro e Vila Mariana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira o comunicado do CGE sobre a situação do clima:</p>



<p class="pf0 wp-block-paragraph"><em>&#8220;A combinação do calor e entrada da brisa marítima estimula a formação de chuva com até forte intensidade dentro da cidade de São Paulo. Imagens do radar meteorológico indica chuva forte  com potencial para queda de granizo entre os bairros de Pirituba, Jaraguá, ambos zona norte e na Lapa e Pinheiros, na zona oeste. Na ocasião da chuva, além de queda de granizo, pode ocorrer rajadas de vento e alagamentos intransitáveis.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A chuva continua atuando com forte intensidade e concentrada entre os bairros de Vila Mariana, Jabaquara e Ipiranga, na região sudeste da cidade. A instabilidade segue em direção ao ABC Paulista.&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão da prefeitura aponta as seguintes recomendações para amenizar os efeitos dos alagamentos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Evite transitar em ruas alagadas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Se a chuva causou inundações, não se aventure a enfrentar correntezas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Fique em lugar seguro. Se precisar, peça ajuda;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Mantenha-se longe da rede elétrica e não pare debaixo de árvores. Abrigue-se em casas e prédios;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Planeje suas viagens, para que haja menor possibilidade de enfrentar engarrafamentos causados por ruas bloqueadas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Em caso de dúvida sobre vias bloqueadas, ligue para a central de atendimento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) através do número 156 ou entre no site da CET para saber como está o trânsito nas principais vias.</p>
<p>Confira a nota da SPTrans: </p>
<p><em><strong>A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que as linhas que circulam na região do Túnel Anhangabaú estão com a operação afetada e dois ônibus ficaram ilhados, um que operava pela linha 509M-10, da Mobibrasil, e outro que estava na linha 6403-10, da viação Campo Belo. A operação no Terminal Bandeira esteve prejudicada das 16h até 17h. A entrada do terminal já foi liberada.</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=539023</guid>
  </item>
  <item>
    <title>SPTrans mantém prazos de licitação de plano de saúde para trabalhadores das linhas da antiga Transwolff</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/sptrans-mantem-prazos-de-licitacao-de-plano-de-saude-para-trabalhadores-das-linhas-da-antiga-transwolff/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/sptrans-mantem-prazos-de-licitacao-de-plano-de-saude-para-trabalhadores-das-linhas-da-antiga-transwolff/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:01:29 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Novo esclarecimento permite apresentação digital de documentos de habilitação; contratação prevê aproximadamente 3.641 titulares e integra estrutura provisória dos lotes D10 e D11 ADAMO BAZANI A SPTrans publicou um novo esclarecimento da licitação de assistência médica para trabalhadores dos lotes D10 e D11, anteriormente concedidos à Transwolff, na zona Sul de São Paulo. A companhia [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="910" height="586" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?fit=910%2C586&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?w=910&amp;ssl=1 910w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?resize=768%2C495&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?resize=400%2C258&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 910px) 100vw, 910px" /> <p><em>Novo esclarecimento permite apresentação digital de documentos de habilitação; contratação prevê aproximadamente 3.641 titulares e integra estrutura provisória dos lotes D10 e D11</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A SPTrans publicou um novo esclarecimento da licitação de assistência médica para trabalhadores dos lotes D10 e D11, anteriormente concedidos à Transwolff, na zona Sul de São Paulo. A companhia confirmou que documentos de habilitação originalmente digitais poderão ser apresentados nesse formato, sem impressão integral, e informou que os prazos de propostas e abertura da disputa permanecem inalterados.</p>
<p>O plano integra as contratações necessárias para manter a estrutura dos dois lotes enquanto não é concluída a nova concessão das linhas. A documentação estima aproximadamente 3.641 beneficiários, com base em junho de 2026, e prevê atendimento médico, hospitalar, cirúrgico e obstétrico, além da possibilidade de encerramento antecipado do contrato quando forem celebradas as novas concessões.</p>
<h2>O que muda com o quarto boletim de esclarecimentos</h2>
<p>Uma empresa interessada perguntou se os documentos de habilitação produzidos originalmente em meio digital poderiam ser entregues eletronicamente, dispensando a impressão integral, especialmente quando houver elevado número de páginas.</p>
<p>A pergunta menciona documentos assinados eletronicamente, emitidos com certificação ICP-Brasil ou dotados de mecanismos de validação pela internet pelos órgãos responsáveis.</p>
<p>A SPTrans respondeu positivamente, remetendo aos itens do edital que disciplinam essa apresentação.</p>
<p>Isso permite comprovar a habilitação pelos arquivos digitais e pelos mecanismos de autenticidade previstos, sem exigir a reprodução em papel de todo o conteúdo.</p>
<p>O esclarecimento não dispensa documentos obrigatórios nem altera as condições exigidas para a operadora do plano.</p>
<p>Segundo a SPTrans, a resposta não interfere na preparação das propostas. Por esse motivo, o limite de recebimento e a sessão pública de abertura permanecem inalterados.</p>
<p>O boletim publicado nesta sexta-feira não reproduz as datas. Portanto, o ato permite informar a manutenção do calendário vigente, mas não autoriza recuperar como atual uma data anunciada em etapas anteriores.</p>
<h2>Plano estima 3.641 trabalhadores; número definitivo será informado na contratação</h2>
<p>O termo de referência utiliza a posição de junho de 2026 para estimar 3.641 beneficiários.</p>
<p>A relação exata deverá ser fornecida pela SPTrans na assinatura do contrato. Assim, a estimativa não deve ser tratada como uma contagem atualizada automaticamente para outubro.</p>
<p>Em esclarecimentos anteriores, a companhia confirmou que o universo informado corresponde a titulares, sem dependentes ou agregados, e que há motoristas entre os beneficiários.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o plano também deverá manter a identificação dos empregados de cada lote para faturamentos distintos.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/31/sptrans-cita-futura-licitacao-das-linhas-da-antiga-transwolff-em-esclarecimento-sobre-plano-de-saude-para-3-641-trabalhadores-dos-lotes-d10-e-d11/amp/?utm_source=chatgpt.com">SPTrans detalha plano de saúde para 3.641 trabalhadores de D10 e D11 e cita futura concessão das linhas</a>.</p>
<h2>Cobertura inclui consultas, internações e atendimento a acidentes de trabalho</h2>
<p>A contratação exige operadora registrada na Agência Nacional de Saúde Suplementar e assistência de abrangência estadual.</p>
<p>O termo prevê atendimento ambulatorial, hospitalar com obstetrícia, exames laboratoriais e serviços de apoio ao diagnóstico, observando o rol de procedimentos da ANS e suas atualizações.</p>
<p>Também estão previstos atendimentos por acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.</p>
<p>A rede deverá garantir urgência e emergência durante 24 horas, inclusive aos sábados, domingos e feriados. A operadora deverá manter serviço de atendimento ao beneficiário para orientações sobre rede, exames, consultas, autorizações e internações.</p>
<p>A documentação exige disponibilização eletrônica da relação de profissionais e instituições credenciadas. As carteiras de identificação, físicas ou digitais, deverão ser fornecidas sem custo adicional, em até dez dias corridos após a solicitação.</p>
<p>Se houver substituição de prestador hospitalar durante uma internação e o paciente não puder ser removido, o termo determina a manutenção do atendimento até a alta, segundo avaliação médica.</p>
<h2>Grupo inicial será incluído sem carência; plano prevê coparticipação</h2>
<p>A operadora deverá assumir o grupo existente na contratação sem limitação de idade, exigência de exame prévio ou carência, independentemente do estado de saúde.</p>
<p>Para inclusões posteriores, a documentação estabelece regras específicas sobre prazo de inscrição e eventual carência.</p>
<p>O plano prevê padrão enfermaria e opção de apartamento. No padrão apartamento, a diferença de preço em relação à enfermaria ficará a cargo do titular, mediante os procedimentos previstos para desconto em folha.</p>
<p>A coparticipação indicada no termo de referência é:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Atendimento</th>
<th>Coparticipação prevista</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Consulta eletiva</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Consulta em pronto-socorro</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Exame simples</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Terapia simples</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Internação</td>
<td>0%</td>
</tr>
<tr>
<td>Exame complexo</td>
<td>0%</td>
</tr>
<tr>
<td>Terapia complexa</td>
<td>0%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>São condições da contratação, não um anúncio de início imediato do benefício. O boletim desta sexta-feira não apresenta resultado da disputa, operadora vencedora ou data de implantação do plano.</p>
<h2>Convênio médico faz parte das responsabilidades assumidas após a caducidade</h2>
<p>A justificativa da SPTrans relaciona a contratação ao decreto que extinguiu as concessões da Transwolff e à continuidade das operações.</p>
<p>O termo também menciona a cláusula da convenção coletiva que institui o direito ao convênio médico para os trabalhadores da categoria. A companhia apresenta o benefício como cumprimento das obrigações aplicáveis e instrumento de retenção dos profissionais necessários aos dois lotes.</p>
<p>A SPTrans, portanto, está contratando um serviço para trabalhadores de uma operação de ônibus cuja estrutura permanece sob sua responsabilidade durante a transição.</p>
<p>Manutenção dos veículos, segurança das unidades, pneus e benefícios trabalhistas são contratações distintas da futura concessão das linhas.</p>
<p>O contrato de assistência médica está previsto para 12 meses, com possibilidade de encerramento antecipado caso a licitação de D10 e D11 seja concluída e os novos contratos de concessão sejam celebrados.</p>
<p>O quarto boletim de esclarecimentos consta na página 548 do Diário Oficial e refere-se à licitação 024/2026.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>ANTT antecipa duplicação da BR-153 em Tocantins e Goiás e autoriza novas estruturas de apoio a motoristas em Minas Gerais</title>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:31:30 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Ecovias Araguaia poderá executar no quinto ano de concessão obras previstas inicialmente para os anos 23 e 24; Way 153 recebe autorização para base operacional na BR-153 e concessionária da BR-040 poderá construir ponto de parada e descanso ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou a antecipação de obras de duplicação da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Ecovias Araguaia poderá executar no quinto ano de concessão obras previstas inicialmente para os anos 23 e 24; Way 153 recebe autorização para base operacional na BR-153 e concessionária da BR-040 poderá construir ponto de parada e descanso</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou a antecipação de obras de duplicação da BR-153 em Tocantins e Goiás, além do início da construção de duas estruturas de apoio aos usuários de rodovias federais em Minas Gerais. As decisões, publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, envolvem três concessionárias: Ecovias Araguaia, Rota Sertaneja (Way 153) e Concessionária da Rodovia Belo Horizonte–Cristalina. As intervenções abrangem a ampliação da capacidade de tráfego, o atendimento a motoristas e passageiros e a implantação de um ponto de descanso para profissionais que utilizam as rodovias.</p>
<p>Na BR-153, a Ecovias Araguaia recebeu autorização para antecipar a execução de aproximadamente 3,5 quilômetros de obras, originalmente previstas para os anos 23 e 24 da concessão, que agora poderão ocorrer no quinto ano contratual. Em Minas Gerais, a Way 153 poderá iniciar a construção de uma Base de Serviços Operacionais e de Atendimento ao Usuário no km 175,660 da BR-153, enquanto a concessionária da BR-040 foi autorizada a implantar um Ponto de Parada e Descanso no km 434, na pista sul. As estruturas integram as obrigações previstas nos respectivos contratos de concessão.</p>
<p>As autorizações foram expedidas pela Superintendência de Infraestrutura Rodoviária (SUROD), responsável pelo acompanhamento das condições de operação, manutenção e investimentos nas rodovias federais concedidas.</p>
<h3>Duplicação da BR-153 será antecipada em mais de 18 anos em trechos de Tocantins e Goiás</h3>
<p>A decisão de antecipar as obras atende a um pedido da Ecovias Araguaia S.A., responsável pela concessão de trechos da BR-153 que integram o corredor rodoviário entre Tocantins e Goiás.</p>
<p>O primeiro segmento fica no município de Talismã, no Tocantins, entre os quilômetros 800 e 802,531 da BR-153, totalizando 2,531 quilômetros.</p>
<p>A intervenção estava programada para o 23º ano de concessão e poderá ser realizada no quinto ano contratual, uma antecipação de 18 anos em relação ao cronograma original.</p>
<p>O segundo segmento fica em Goiás, entre os quilômetros 0 e 1 da BR-153, com extensão de um quilômetro.</p>
<p>Nesse caso, a execução estava prevista para o 24º ano da concessão e foi antecipada para o quinto ano, representando 19 anos de diferença em relação ao planejamento inicial.</p>
<p>Somadas, as duas intervenções abrangem 3,531 quilômetros de rodovia.</p>
<p>As obras fazem parte do Programa de Exploração da Rodovia (PER), documento que estabelece os investimentos, serviços e obrigações previstos no contrato da concessionária.</p>
<p>A BR-153 é um dos principais eixos rodoviários de ligação entre o Centro-Oeste, o Norte e outras regiões do país. O corredor atende ao transporte de cargas, às viagens de ônibus interestaduais e aos deslocamentos regionais de passageiros.</p>
<p>A duplicação de trechos de rodovias permite separar os fluxos de veículos em sentidos opostos, ampliando a capacidade de circulação e contribuindo para a redução dos riscos associados a ultrapassagens e conflitos entre veículos.</p>
<p>Essas características são especialmente importantes em corredores utilizados simultaneamente por automóveis, caminhões e ônibus rodoviários, que apresentam diferenças de velocidade, comprimento e condições de frenagem.</p>
<h3>Antecipação das obras terá efeitos no equilíbrio econômico-financeiro da concessão</h3>
<p>A decisão da ANTT também estabelece como serão tratados os efeitos financeiros da antecipação dos investimentos.</p>
<p>O contrato prevê a utilização do chamado Fator A, mecanismo de recomposição do equilíbrio econômico-financeiro aplicado a determinadas obras e melhorias executadas pela concessionária.</p>
<p>Por esse mecanismo, investimentos realizados antecipadamente podem ser reconhecidos no processo de revisão tarifária previsto no contrato.</p>
<p>Segundo a decisão, os efeitos financeiros deverão ser processados na revisão tarifária ordinária seguinte à conclusão das obras.</p>
<p>O texto também estabelece que a eventual não execução antecipada dessas intervenções não resultará, especificamente por essa antecipação, em desconto tarifário ou aplicação de sanções à concessionária.</p>
<p>O procedimento está previsto nas regras do contrato de concessão da Ecovias Araguaia e na regulamentação da ANTT.</p>
<p>A utilização do Fator A busca tratar a diferença entre o cronograma original de investimentos e a execução antecipada, considerando os efeitos econômicos decorrentes da realização das obras antes do prazo contratualmente previsto.</p>
<h3>Way 153 recebe autorização para construir base operacional e de atendimento em Minas Gerais</h3>
<p>Outra decisão publicada nesta quarta-feira autoriza a Concessionária Rota Sertaneja, identificada como Way 153, a iniciar a implantação de uma Base de Serviços Operacionais (BSO) e de um Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) na BR-153, em Minas Gerais.</p>
<p>A estrutura ficará no km 175,660 da rodovia e será identificada como SAU 08.</p>
<p>A obra integra o Programa de Exploração Rodoviária da concessão, referente ao contrato firmado a partir do edital de 2025.</p>
<p>O cronograma contratual prevê a conclusão da instalação até o primeiro ano de concessão.</p>
<p>As bases operacionais e de atendimento são utilizadas para apoiar a prestação dos serviços previstos nas concessões rodoviárias, incluindo atividades de assistência aos usuários e suporte à operação da rodovia.</p>
<p>Essas instalações integram a estrutura necessária para o atendimento de ocorrências e para a organização dos recursos empregados pela concessionária.</p>
<p>Para passageiros de ônibus rodoviários, motoristas profissionais e demais usuários, a existência de serviços operacionais ao longo da estrada é importante nas situações que exigem apoio durante a viagem, especialmente em trechos extensos e de grande circulação de veículos pesados.</p>
<p>A implantação da unidade faz parte das obrigações de atendimento previstas no contrato da Way 153.</p>
<h3>BR-040 terá novo ponto de parada e descanso para motoristas na pista sul</h3>
<p>Na BR-040, em Minas Gerais, a ANTT autorizou o início das obras de um Ponto de Parada e Descanso (PPD) no km 434, na pista sul.</p>
<p>A estrutura será implantada pela Concessionária da Rodovia Belo Horizonte–Cristalina S.A., responsável pelo trecho concedido.</p>
<p>A instalação está prevista no Programa de Exploração da Rodovia e deverá ser concluída até o segundo ano da concessão, conforme o cronograma contratual.</p>
<p>Os pontos de parada e descanso são estruturas destinadas a oferecer locais adequados para interrupção das viagens, especialmente por motoristas profissionais que percorrem longas distâncias.</p>
<p>No transporte rodoviário de cargas, essas instalações possuem relação direta com as condições de repouso dos caminhoneiros e com as exigências legais sobre jornadas de trabalho e períodos de descanso.</p>
<p>A disponibilidade de locais apropriados para parar também contribui para a segurança viária, pois facilita o planejamento das viagens e a realização de pausas em locais destinados a essa finalidade.</p>
<p>A BR-040 é um dos corredores utilizados no deslocamento entre Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal, com circulação de caminhões, ônibus e veículos de passeio.</p>
<p>Para o transporte rodoviário de passageiros, a presença de estruturas de apoio na malha concedida também é relevante para a organização operacional e para as condições de circulação dos veículos ao longo dos percursos.</p>
<h3>Três intervenções integram contratos diferentes de concessão</h3>
<p>As decisões publicadas pela ANTT envolvem contratos distintos, com investimentos e prazos previstos nos respectivos programas de exploração rodoviária.</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária</th>
<th>Rodovia e localização</th>
<th>Intervenção</th>
<th>Prazo contratual</th>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Araguaia</td>
<td>BR-153, km 800 ao 802,531, Talismã (TO)</td>
<td>Antecipação de duplicação de 2,531 km</td>
<td>Do 23º para o 5º ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Araguaia</td>
<td>BR-153, km 0 ao 1, Goiás</td>
<td>Antecipação de duplicação de 1 km</td>
<td>Do 24º para o 5º ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Sertaneja (Way 153)</td>
<td>BR-153, km 175,660, Minas Gerais</td>
<td>Base operacional e Serviço de Atendimento ao Usuário</td>
<td>Até o 1º ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Belo Horizonte–Cristalina</td>
<td>BR-040, km 434, pista sul, Minas Gerais</td>
<td>Ponto de Parada e Descanso</td>
<td>Até o 2º ano</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>As medidas constam das Decisões SUROD nº 1.629, de 6 de outubro, nº 1.650, de 7 de outubro, e nº 1.656, de 8 de outubro de 2026, todas publicadas na seção 1 do Diário Oficial da União desta quarta-feira (14).</p>
<p>A antecipação da duplicação e a implantação das estruturas operacionais fazem parte das intervenções previstas na malha rodoviária federal concedida, que concentra corredores importantes para o transporte de passageiros e de mercadorias.</p>
<p>A execução das obras permitirá ampliar a infraestrutura disponível nesses trechos, com efeitos esperados sobre as condições de circulação, a prestação de serviços aos usuários e o apoio aos profissionais que trabalham diariamente nas rodovias.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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