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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Artesp dá sete dias para Rota Sorocabana se manifestar sobre inclusão de investimento em rodovias de São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/artesp-da-sete-dias-para-rota-sorocabana-se-manifestar-sobre-inclusao-de-investimento-em-rodovias-de-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 14:31:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Intimação envolve concessão de 460 quilômetros em 17 municípios; contrato prevê duplicações, faixas adicionais, passarelas e infraestrutura para ônibus ADAMO BAZANI A Artesp deu prazo de sete dias para a concessionária Rota Sorocabana se manifestar sobre um pedido de inclusão de investimento no sistema de rodovias que atende Sorocaba e outros municípios do sudoeste paulista. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="857" height="482" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rota-857x482-1.jpg?fit=857%2C482&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rota-857x482-1.jpg?w=857&amp;ssl=1 857w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rota-857x482-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rota-857x482-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rota-857x482-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rota-857x482-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 857px) 100vw, 857px" /> <p><em>Intimação envolve concessão de 460 quilômetros em 17 municípios; contrato prevê duplicações, faixas adicionais, passarelas e infraestrutura para ônibus</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Artesp deu prazo de sete dias para a concessionária Rota Sorocabana se manifestar sobre um pedido de inclusão de investimento no sistema de rodovias que atende Sorocaba e outros municípios do sudoeste paulista. A intimação foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo, como parte da análise administrativa do pedido.</p>
<p>A empresa, que opera com a marca Motiva Sorocabana, administra aproximadamente 460 quilômetros de rodovias em 17 municípios, incluindo trechos da Raposo Tavares, Castello Branco e Castelinho. A concessão tem duração de 30 anos e previsão de R$ 8,8 bilhões em investimentos, com intervenções que atendem motoristas, passageiros de ônibus, pedestres e ciclistas.</p>
<h2>Manifestação integra a análise de pedido para incluir investimento na concessão</h2>
<p>A publicação foi feita pela Superintendência de Rodovias da Artesp, vinculada à Secretaria de Parcerias em Investimentos. O despacho determina que a Concessionária Rota Sorocabana S.A. tome ciência e se manifeste sobre o pedido de inclusão de investimento no prazo de sete dias.</p>
<p>O procedimento está registrado no processo administrativo 134.00038839/2026-05. No texto publicado, a agência utiliza a expressão “pleito de inclusão de investimento”, ou seja, um pedido submetido à análise.</p>
<p>A intimação abre prazo para a empresa apresentar sua posição. O ato não constitui autorização para executar uma nova obra e não identifica qual intervenção, rodovia, trecho ou valor está em discussão.</p>
<h2>Concessão abrange ligações entre Sorocaba, região metropolitana e Vale do Ribeira</h2>
<p>A Rota Sorocabana reúne rodovias utilizadas em deslocamentos para trabalho, estudo, transporte de cargas e viagens entre municípios. Entre os principais eixos estão:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Rodovia</th>
<th>Identificação e ligação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Raposo Tavares — SP-270</td>
<td>Trechos entre Cotia e a região de Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Castello Branco — SP-280</td>
<td>Trecho entre os quilômetros 54,140 e 79,740</td>
</tr>
<tr>
<td>Castelinho — SP-075</td>
<td>Rodovia Senador José Ermírio de Moraes, entre os quilômetros 0 e 15,695</td>
</tr>
<tr>
<td>SP-264</td>
<td>Eixo formado pelas rodovias João Leme dos Santos e Francisco José Ayub</td>
</tr>
<tr>
<td>SP-250</td>
<td>Eixo que inclui as rodovias Bunjiro Nakao, José de Carvalho e Nestor Fogaça</td>
</tr>
<tr>
<td>SP-079</td>
<td>Ligação que passa pela região de Sorocaba, Piedade e Tapiraí em direção ao Vale do Ribeira</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O sistema também incorpora acessos e interligações, como os contornos de São Roque e Brigadeiro Tobias e a ligação Doutor Celso Charuri.</p>
<p>Os 17 municípios abrangidos são Alumínio, Araçariguama, Araçoiaba da Serra, Cotia, Ibiúna, Itu, Juquiá, Mairinque, Piedade, Pilar do Sul, Salto de Pirapora, São Miguel Arcanjo, São Roque, Sorocaba, Tapiraí, Vargem Grande Paulista e Votorantim.</p>
<h2>Programa de obras inclui pontos de ônibus, passarelas, duplicações e acostamentos</h2>
<p>O programa de investimentos divulgado pelo Governo de São Paulo prevê 68 quilômetros de duplicações, quase 40 quilômetros de marginais, 24 quilômetros de ciclovias, 171 quilômetros de acostamentos e 140 quilômetros de faixas adicionais ao longo da concessão.</p>
<p>Também estão previstos passarelas, dispositivos de acesso, rampas de escape, pontos de parada para caminhoneiros e estruturas de monitoramento.</p>
<p>Para o segundo ano de operação, o governo informou a previsão de intervenções na Bunjiro Nakao, entre os quilômetros 45 e 68, implantação de marginais na Raposo Tavares e instalação de pontos de ônibus e acessos.</p>
<p>Essas estruturas têm relação direta com o transporte coletivo: pontos de parada organizam o embarque e o desembarque, enquanto passarelas e acessos permitem chegar aos serviços de ônibus e atravessar as rodovias.</p>
<p>As intervenções integram o programa divulgado para a concessão. A publicação desta segunda-feira trata especificamente da manifestação sobre o pedido de inclusão de investimento.</p>
<h2>Motiva informou aplicação de mais de R$ 460 milhões no primeiro ano</h2>
<p>Em balanço divulgado em 14 de agosto de 2026, a Motiva Sorocabana informou ter investido mais de R$ 460 milhões no primeiro ano de operação, em obras, conservação, tecnologia e serviços operacionais.</p>
<p>Segundo a concessionária, as intervenções incluíram recuperação de pavimentos, melhorias nos acostamentos, reforço da sinalização e modernização da iluminação.</p>
<p>Na mesma divulgação, a empresa apontou entre as próximas obras faixas adicionais na Castelinho, entre os quilômetros 0 e 6,5, e na Raposo Tavares. Para a Raposo, informou a previsão de 26,83 quilômetros de faixas adicionais em pista dupla, incluindo o trecho entre os quilômetros 92,5 e 106,88, em Sorocaba.</p>
<h2>Concessão foi licitada em 2024 e começou a operar em março de 2025</h2>
<p>A abertura da licitação foi autorizada pelo Decreto estadual 68.695, de 11 de julho de 2024. O edital foi publicado no dia seguinte, e o leilão ocorreu em 30 de outubro daquele ano.</p>
<p>O então Grupo CCR venceu a disputa com oferta de R$ 1,6 bilhão pela outorga, pagamento pelo direito de explorar a concessão. Esse valor é distinto dos recursos previstos para obras e demais investimentos nas rodovias.</p>
<p>A operação da Rota Sorocabana começou em março de 2025. A concessionária passou a utilizar a marca Motiva Sorocabana, acompanhando a mudança de identidade do grupo.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Aquático-SP formaliza contrato de R$ 1,7 milhão para demolições em Pedreira; sistema supera 1,4 milhão de passageiros em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/aquatico-sp-formaliza-contrato-de-r-17-milhao-para-demolicoes-em-pedreira-sistema-supera-14-milhao-de-passageiros-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 14:01:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços prepararão áreas para terminal, atracadouro e estaleiro na Billings; contratação foi homologada em setembro e agora tem assinatura e prazo publicados ADAMO BAZANI A SPTrans formalizou contrato de R$ 1,7 milhão para demolir construções em áreas desapropriadas destinadas ao futuro terminal, atracadouro e estaleiro Pedreira do Aquático-SP, na zona Sul de São Paulo. O [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="578" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_6537-scaled-1.jpeg?fit=1024%2C578&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_6537-scaled-1.jpeg?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_6537-scaled-1.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_6537-scaled-1.jpeg?resize=1024%2C578&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_6537-scaled-1.jpeg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_6537-scaled-1.jpeg?resize=768%2C433&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_6537-scaled-1.jpeg?resize=1536%2C866&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_6537-scaled-1.jpeg?resize=2048%2C1155&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_6537-scaled-1.jpeg?resize=400%2C226&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Serviços prepararão áreas para terminal, atracadouro e estaleiro na Billings; contratação foi homologada em setembro e agora tem assinatura e prazo publicados</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A SPTrans formalizou contrato de R$ 1,7 milhão para demolir construções em áreas desapropriadas destinadas ao futuro terminal, atracadouro e estaleiro Pedreira do Aquático-SP, na zona Sul de São Paulo. O extrato publicado nesta terça-feira, 6 de outubro de 2026, estabelece prazo contratual de dez meses a partir de 23 de setembro.</p>
<p>A preparação dos terrenos integra os projetos de infraestrutura do transporte público por embarcações, que já havia superado 1,4 milhão de passageiros, segundo informação divulgada pela SPTrans em setembro. Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, também estão em planejamento quatro novos atracadouros nas represas Billings e Guarapiranga.</p>
<h3>Publicação formaliza contratação já homologada em setembro</h3>
<p>A empresa responsável é a Valentim &amp; Rosa Comercial Ltda., CNPJ 74.386.947/0001-19.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou em 18 de setembro a homologação da licitação pelo mesmo valor. A novidade desta terça-feira é a publicação do contrato assinado, com a definição de seu período de vigência.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Informação</th>
<th>Contrato</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Valor</td>
<td>R$ 1.700.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Base dos preços</td>
<td>Agosto de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Assinatura</td>
<td>23 de setembro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Prazo contratual</td>
<td>Dez meses a partir da assinatura</td>
</tr>
<tr>
<td>Registro</td>
<td>2026/0329-01-00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O prazo corresponde aos serviços contratados. Não é uma data de inauguração do terminal ou do estaleiro.</p>
<h3>Áreas somam aproximadamente 34,7 mil metros quadrados</h3>
<p>A cobertura da homologação identificou dois perímetros na Rua do Mar Paulista, às margens da Billings, declarados de utilidade pública em 2022.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Destinação</th>
<th>Área aproximada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Terminal e Atracadouro Pedreira</td>
<td>21.825 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Estaleiro Pedreira</td>
<td>12.853 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>34.678 m²</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O terminal é a estrutura de atendimento e organização dos deslocamentos. O atracadouro permite a aproximação, amarração e acesso às embarcações. O estaleiro constitui infraestrutura de apoio às atividades náuticas e de manutenção.</p>
<p>A contratação publicada é de demolição e preparação das áreas. A construção desses equipamentos depende das etapas próprias de projetos, licenciamento e obras.</p>
<p>Os documentos anteriormente examinados pela reportagem preveem liberação parcial dos terrenos conforme sua disponibilidade legal, permitindo ordens de serviço para imóveis já entregues à administração.</p>
<h3>Aquático-SP começou em maio de 2024 e já ultrapassou 1,4 milhão de passageiros</h3>
<p>O sistema entrou em operação em 13 de maio de 2024, utilizando a Represa Billings para conectar Cantinho do Céu ao Parque Mar Paulista Bruno Covas.</p>
<p>A travessia cria uma alternativa aos percursos terrestres que precisam contornar braços da represa. No balanço de dois anos, a Prefeitura informou trajetos aquáticos de aproximadamente 17 minutos, em comparação com deslocamentos por terra que podiam alcançar 1h20.</p>
<p>Os indicadores divulgados em momentos diferentes permitem acompanhar a evolução:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Referência</th>
<th>Indicador</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>4 de fevereiro de 2026</td>
<td>Um milhão de passageiros acumulados</td>
</tr>
<tr>
<td>Balanço divulgado em maio de 2026</td>
<td>Mais de 1,1 milhão de passageiros</td>
</tr>
<tr>
<td>Abril de 2026</td>
<td>Mais de 61 mil embarques</td>
</tr>
<tr>
<td>Operação informada em maio</td>
<td>Seis embarcações</td>
</tr>
<tr>
<td>Informação da SPTrans em 8 de setembro</td>
<td>Mais de 1,4 milhão de passageiros acumulados</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Os dados são vinculados às respectivas divulgações. O total de setembro não representa um fechamento atualizado até 6 de outubro.</p>
<p>No recorde diário divulgado em março, 2.718 passageiros utilizaram o sistema em 22 de março, quando foram realizadas 110 viagens.</p>
<h3>Expansão contempla estudos em duas represas</h3>
<p>A SPTrans vem estruturando estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental para quatro novos atracadouros.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Represa</th>
<th>Pontos em estudo</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Billings</td>
<td>Apurá</td>
</tr>
<tr>
<td>Guarapiranga</td>
<td>Guaraci, Santa Paula e Clube Náutico</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou a abertura dos procedimentos em abril e junho e os esclarecimentos publicados em setembro.</p>
<p>Os estudos devem avaliar as condições para implantação das estruturas, incluindo engenharia e aspectos ambientais. A batimetria, que mapeia profundidades e características do fundo das represas, integra a base técnica desse planejamento.</p>
<p>A preparação de Pedreira e os estudos dos novos pontos são etapas com objetos próprios. Não constituem um único contrato de implantação de toda a expansão.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/18/sptrans-contrata-demolicoes-por-r-17-milhao-para-preparar-terminal-e-estaleiro-do-aquatico-sp-na-represa-billings/?utm_source=chatgpt.com">Homologação das demolições, noticiada em 18 de setembro</a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/15/sptrans-ajusta-edital-para-estudos-de-quatro-novos-atracadouros-do-aquatico-sp-nas-represas-billings-e-guarapiranga/">Estudos dos quatro novos atracadouros</a></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>São Paulo autoriza canteiro para obras do corredor de ônibus Radial Leste sob o Viaduto Antônio Abdo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/sao-paulo-autoriza-canteiro-para-obras-do-corredor-de-onibus-radial-leste-sob-o-viaduto-antonio-abdo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 13:31:28 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Consórcio responsável pelo lote 3 poderá ocupar duas áreas que somam aproximadamente 790 metros quadrados; contrato prevê 18 meses de execução a partir de julho de 2026 ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo autorizou a instalação de um canteiro de obras e de uma área para estacionamento de veículos e equipamentos sob o Viaduto [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="570" height="380" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Viaduto-Antonio-Abdo-Carol.jpg?fit=570%2C380&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Viaduto-Antonio-Abdo-Carol.jpg?w=570&amp;ssl=1 570w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Viaduto-Antonio-Abdo-Carol.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Viaduto-Antonio-Abdo-Carol.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Viaduto-Antonio-Abdo-Carol.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 570px) 100vw, 570px" /> <p><em>Consórcio responsável pelo lote 3 poderá ocupar duas áreas que somam aproximadamente 790 metros quadrados; contrato prevê 18 meses de execução a partir de julho de 2026</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo autorizou a instalação de um canteiro de obras e de uma área para estacionamento de veículos e equipamentos sob o Viaduto Antônio Abdo, no sentido Centro, para apoiar a construção do corredor de ônibus Radial Leste. A autorização foi publicada e atende ao consórcio responsável pelo lote 3 do empreendimento.</p>
<p>As duas áreas somam aproximadamente 790 metros quadrados e poderão ser utilizadas durante a execução dos trabalhos. O lote atendido pelo canteiro corresponde ao trecho entre as ruas Armando Gardenghi e Professor Miguel Russiano, na direção da Penha, com cerca de 3,84 quilômetros e prazo contratual de 18 meses contado de 31 de julho de 2026.</p>
<h3>Canteiro terá área na Avenida Conde de Frontin e apoio na Rua Melo Freire</h3>
<p>A Subprefeitura da Mooca autorizou o Consórcio SEA — Radial Leste I a utilizar aproximadamente 544 metros quadrados na Avenida Conde de Frontin, número 100, para o canteiro de obras.</p>
<p>Outros 246 metros quadrados, na Rua Melo Freire, número 2299, serão destinados ao estacionamento de veículos e equipamentos. Os espaços ficam na parte inferior do viaduto.</p>
<p>Segundo a portaria, o consórcio apresentou três alternativas para as estruturas de apoio. A administração escolheu as áreas sob o Viaduto Antônio Abdo, no sentido Centro.</p>
<p>A autorização organiza o apoio à execução do contrato do lote 3, firmado com a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras.</p>
<h3>Trecho até a Penha tem contrato atualizado para aproximadamente R$ 147 milhões</h3>
<p>O lote 3 é executado pelo consórcio formado por Souza Compec Engenharia e Construções, Arvek Técnica e Construções e Construtora Etama.</p>
<p>Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, o contrato tinha valor inicial de aproximadamente R$ 135,39 milhões. Após reajuste de 8,60%, passou a cerca de R$ 147,04 milhões.</p>
<p>A ordem de início estabeleceu 31 de julho de 2026 como referência para a execução, com duração de 18 meses. Esse prazo alcança janeiro de 2028, caso não ocorram alterações contratuais. Trata-se do cronograma desse lote, e não de uma confirmação de abertura de todo o corredor naquela data.</p>
<h3>Primeira etapa liga o Parque Dom Pedro II à região da Penha</h3>
<p>O corredor Radial Leste I foi organizado em três lotes:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Lote</th>
<th>Trecho previsto</th>
<th>Extensão aproximada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1</td>
<td>Parque Dom Pedro II até a Rua Almirante Brasil</td>
<td>2,8 km</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Rua Almirante Brasil até a Rua Armando Gardenghi</td>
<td>3,1 km</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>Rua Armando Gardenghi até a Rua Professor Miguel Russiano</td>
<td>3,84 km</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O projeto prevê uma via de ônibus com maior separação do trânsito geral, estações e condições de embarque destinadas a reduzir o tempo das paradas e melhorar a regularidade das viagens.</p>
<p>Segundo estimativas divulgadas pela Prefeitura, o empreendimento poderá beneficiar cerca de 400 mil pessoas por dia e reduzir em até 50% o tempo de viagem entre o Centro e a Zona Leste. São projeções do projeto, que dependerão da conclusão das intervenções e da operação implantada.</p>
<p>O histórico inclui um contrato suspenso em 2016 e rescindido em 2019. A Prefeitura informa que o projeto foi revisto, passou por nova licitação e teve obras iniciadas em setembro de 2024. As contratações e ordens de início dos lotes seguintes avançaram em 2026.</p>
<h3>Consórcio deverá controlar ruído, conservar o espaço e reparar danos</h3>
<p>A autorização exige respeito aos limites legais de ruído e atribui ao consórcio a responsabilidade pela segurança, conservação, limpeza e retirada de resíduos das áreas utilizadas.</p>
<p>Ao fim da ocupação, os espaços deverão ser devolvidos desocupados e em condições melhores que as existentes antes do uso, incluindo a recuperação de elementos como jardins, cercamentos, lixeiras e postes, quando afetados.</p>
<p>O consórcio também responderá por danos ao patrimônio público e a terceiros. A fiscalização caberá às unidades competentes da Subprefeitura da Mooca.</p>
<h3>Continuidade até Itaquera pertence a outra etapa</h3>
<p>A extensão do corredor da Penha até Itaquera corresponde ao Radial Leste II, com cerca de 10,2 quilômetros previstos entre a Rua Professor Miguel Russiano e a região de Corinthians-Itaquera.</p>
<p>Como noticiou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 1º de outubro, o contrato de gerenciamento e fiscalização dos projetos dessa segunda etapa teve prazo prorrogado até 30 de junho de 2027.</p>
<p>Assim, o canteiro autorizado agora atende à construção do lote 3 da primeira etapa. A continuidade até Itaquera possui procedimentos e cronograma próprios.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Goiás reforça subsídio ao transporte coletivo em R$ 15,67 milhões e remaneja R$ 4,61 milhões do Passe Livre Estudantil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/goias-reforca-subsidio-ao-transporte-coletivo-em-r-1567-milhoes-e-remaneja-r-461-milhoes-do-passe-livre-estudantil/</link>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 13:00:34 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Diário Oficial também publica redução de R$ 457,3 mil em investimentos da Metrobus e transferência interna de R$ 441,1 mil de despesas correntes para investimentos da empresa ADAMO BAZANI O Governo de Goiás publicouum reforço de R$ 15,67 milhões na dotação destinada ao subsídio tarifário do transporte coletivo, financiado pela retirada de recursos previstos para [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="786" height="547" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1230-goianoia.jpg?fit=786%2C547&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1230-goianoia.jpg?w=786&amp;ssl=1 786w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1230-goianoia.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1230-goianoia.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1230-goianoia.jpg?resize=768%2C534&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1230-goianoia.jpg?resize=400%2C278&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 786px) 100vw, 786px" /> <div>
<div>
<p><em>Diário Oficial também publica redução de R$ 457,3 mil em investimentos da Metrobus e transferência interna de R$ 441,1 mil de despesas correntes para investimentos da empresa</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Governo de Goiás publicouum reforço de R$ 15,67 milhões na dotação destinada ao subsídio tarifário do transporte coletivo, financiado pela retirada de recursos previstos para revitalização de parques urbanos. Na mesma edição do Diário Oficial, dois outros atos remanejam R$ 4,61 milhões de dotações do Passe Livre Estudantil do ensino superior para eventos de promoção da economia e obras em instalações esportivas.</p>
<p>As movimentações alteram a distribuição das autorizações de despesas do Estado, mas os documentos não anunciam mudança na tarifa dos passageiros ou nas regras do benefício estudantil. A edição também traz dois atos envolvendo a Metrobus: um reduz R$ 457,3 mil de sua dotação de investimentos para ajudar a financiar despesas de outros órgãos; o outro transfere R$ 441,1 mil de despesas correntes para investimentos dentro da própria empresa.</p>
<h2>Subsídio recebe R$ 15,67 milhões retirados da revitalização de parques urbanos</h2>
<p>O reforço para o transporte coletivo está na Portaria Orçamentária nº 439/2026, da Secretaria de Estado da Economia, datada de 28 de agosto e publicada no Diário Oficial de 5 de outubro.</p>
<p>O documento acrescenta R$ 15.674.260,73 à ação “Subsídio Tarifário do Transporte Coletivo”, vinculada à Secretaria-Geral de Governo.</p>
<p>No quadro publicado, a dotação aparece com saldo orçamentário anterior de R$ 34.610.042,70. Com a suplementação, o saldo indicado passa a R$ 50.284.303,43.</p>
<p>Para financiar esse acréscimo, o governo anula R$ 15.674.260,73 da ação “Revitalização de Parques Urbanos”, também da Secretaria-Geral de Governo. Os recursos são classificados como receitas ordinárias provenientes de impostos, sem vinculação específica.</p>
<p>A medida amplia a autorização orçamentária para despesas com subsídio. A abertura do crédito, porém, não equivale à comprovação de que o dinheiro já foi pago às empresas.</p>
<p>O ato não discrimina operadoras beneficiárias, períodos de remuneração ou valores individuais de repasse. Também não estabelece nova tarifa ou alteração na oferta de ônibus.</p>
<p>O subsídio permite que parte do financiamento do transporte seja suportada pelo orçamento público, em vez de depender exclusivamente da arrecadação com passageiros. Neste caso, a publicação reforça a dotação destinada a essa finalidade, sem detalhar a aplicação por serviço ou empresa.</p>
<h2>Valor global da portaria inclui outras áreas e não deve ser confundido com o reforço ao transporte</h2>
<p>A Portaria nº 439/2026 movimenta, ao todo, R$ 18.098.393,60. Esse valor reúne créditos para a Secretaria-Geral de Governo e para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás, a Fapeg.</p>
<p>A parcela destinada ao subsídio tarifário é de R$ 15.674.260,73. Os demais R$ 2.424.132,87 correspondem às movimentações da Fapeg.</p>
<p>Da mesma forma, o saldo de R$ 50.284.303,43 apresentado na tabela se refere à dotação descrita naquele ato. Não deve ser interpretado como o total de subsídios pagos pelo Estado ao longo de 2026.</p>
<p>A identificação do valor efetivamente desembolsado exige os registros de execução da despesa, enquanto a portaria trata da autorização para sua realização.</p>
<h2>Passe Livre Estudantil tem R$ 4,61 milhões de dotações remanejados para outras finalidades</h2>
<p>Duas portarias publicadas na mesma edição utilizam recursos da ação “Passe Livre Estudantil — Ensino Superior”, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, para reforçar dotações de outras secretarias.</p>
<p>As anulações somam R$ 4.613.916,27. Os dois documentos estão datados de 31 de agosto de 2026.</p>
<p>A primeira movimentação destina R$ 613.916,27 à Secretaria de Estado da Retomada, na ação “Realização de Eventos de Promoção da Economia”.</p>
<p>A segunda transfere R$ 4 milhões para a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, destinados à construção, reforma, ampliação e modernização de estádios, praças esportivas e ginásios.</p>
<p>Os atos identificam expressamente o Passe Livre Estudantil do ensino superior como origem dessas parcelas. Não relacionam, entretanto, municípios, estudantes, quantidade de viagens ou períodos de utilização do benefício.</p>
<h2>R$ 613,9 mil vão para eventos de promoção da economia</h2>
<p>A transferência para a Secretaria da Retomada consta da Portaria Orçamentária nº 440/2026.</p>
<p>O documento abre crédito suplementar de R$ 613.916,27 para a realização de eventos de promoção da economia, classificado no grupo “Outras Despesas Correntes”.</p>
<p>O financiamento é feito pela anulação de igual valor na dotação do Passe Livre Estudantil — Ensino Superior. A fonte indicada é de receitas ordinárias provenientes de recursos não vinculados de impostos.</p>
<p>O quadro da despesa beneficiada apresenta saldo anterior de R$ 128.959,46 e saldo atualizado de R$ 742.875,73.</p>
<p>A portaria não identifica quais eventos serão atendidos por essa suplementação.</p>
<h2>Outros R$ 4 milhões são destinados a estádios, praças esportivas e ginásios</h2>
<p>A Portaria Orçamentária nº 442/2026 abre crédito global de R$ 4,1 milhões para a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer.</p>
<p>Desse total, R$ 4 milhões reforçam a ação “Construção, Reforma, Ampliação e Modernização de Estádios, Praças Esportivas e Ginásios”. Essa parcela é integralmente financiada pela anulação de dotação do Passe Livre Estudantil — Ensino Superior.</p>
<p>Os R$ 100 mil restantes vão para a gestão e manutenção das atividades da secretaria, mas têm outra origem: a redução de recursos da ação “Disponibilização de Atividades Desportivas, Artes Marciais e Lazer para Alunos”.</p>
<p>Portanto, a retirada do Passe Livre nesse ato é de R$ 4 milhões, e não de R$ 4,1 milhões.</p>
<p>O documento não especifica quais instalações esportivas receberão os recursos nem apresenta cronograma de intervenções.</p>
<h2>Remanejamento do Passe Livre não determina, por si só, mudança no benefício</h2>
<p>As portarias comprovam a retirada de autorizações de despesas das dotações indicadas para o Passe Livre Estudantil e sua transferência para outras finalidades.</p>
<p>Não estabelecem suspensão do programa, redução do número de viagens, exclusão de beneficiários ou mudança nos critérios de acesso.</p>
<p>Para verificar se a movimentação afeta a capacidade de atendimento, é necessário conhecer a situação atualizada do orçamento do programa, as despesas já realizadas, os compromissos pendentes e a demanda prevista.</p>
<p>Há uma particularidade nos quadros de redução: nas duas portarias, a coluna “Saldo a Programar” aparece com R$ 0,00 para o Passe Livre, enquanto os valores a serem anulados constam das colunas de recursos bloqueados e de redução.</p>
<p>Esse registro precisa ser considerado na leitura das tabelas, mas não permite concluir que o orçamento total do programa esteja zerado. Os quadros apresentam as parcelas utilizadas para financiar os créditos abertos, e não um demonstrativo completo da execução do benefício.</p>
<h2>Metrobus tem R$ 457,3 mil retirados de investimentos para financiar despesas de outros órgãos</h2>
<p>A Metrobus Transporte Coletivo S/A aparece entre as unidades cujas dotações são reduzidas pela Portaria Orçamentária nº 390/2026, datada de 4 de agosto.</p>
<p>O ato abre créditos suplementares de R$ 25.300.379,88 para a Casa Militar e a Diretoria-Geral de Polícia Penal, financiados por anulações em diferentes unidades orçamentárias.</p>
<p>A contribuição da Metrobus para esse conjunto é de R$ 457.315,39, retirados do grupo “Investimentos” da ação “Gestão e Manutenção das Atividades”.</p>
<p>A fonte é de receitas ordinárias provenientes de recursos não vinculados de impostos.</p>
<p>A publicação não identifica qual investimento da empresa deixa de contar com essa parcela. Também não vincula a redução a uma compra de ônibus, obra, equipamento ou projeto específico.</p>
<p>Como o financiamento do crédito reúne dotações de vários órgãos, o documento não permite atribuir a parcela retirada da Metrobus a uma despesa individual da Casa Militar ou da Polícia Penal.</p>
<h2>Outra portaria transfere R$ 441,1 mil dentro da própria Metrobus</h2>
<p>Uma segunda movimentação envolvendo a empresa consta da Portaria Orçamentária nº 425/2026, datada de 25 de agosto.</p>
<p>Nesse caso, o governo abre crédito de R$ 441.112,94 para investimentos da Metrobus, na ação “Gestão e Manutenção das Atividades”.</p>
<p>O quadro apresenta saldo anterior de R$ 21.316,00 e saldo atualizado de R$ 462.428,94 para a dotação suplementada.</p>
<p>A origem é a anulação de R$ 441.112,94 no grupo “Outras Despesas Correntes” da própria Metrobus, dentro da mesma ação.</p>
<p>Trata-se, portanto, de transferência interna entre grupos de despesa. O ato reforça investimentos, mas não representa entrada líquida de R$ 441,1 mil no orçamento da empresa, porque há redução de igual valor em outra dotação sua.</p>
<p>As duas portarias têm efeitos distintos: a primeira utiliza recursos de investimentos da Metrobus para financiar créditos de outros órgãos; a segunda reorganiza recursos dentro da empresa.</p>
<p>Nenhuma delas especifica destinação a ônibus elétricos, biometano, carregadores ou intervenções em corredores.</p>
<h2>Atos publicados em outubro foram datados em agosto</h2>
<p>As cinco portarias relacionadas ao subsídio, ao Passe Livre e à Metrobus foram publicadas na edição nº 24.879 do Diário Oficial do Estado de Goiás, de 5 de outubro de 2026, mas estão datadas de agosto.</p>
<p>A redução de investimentos da Metrobus consta nas páginas 27 a 29, com o registro da empresa na página 28. O remanejamento interno está na página 68.</p>
<p>O reforço ao subsídio tarifário aparece nas páginas 84 a 86, com a tabela do transporte na página 85. A transferência do Passe Livre para eventos está na página 86, e a destinação para instalações esportivas, nas páginas 88 e 89.</p>
<p>Os documentos registram decisões sobre a distribuição do orçamento estadual. Para os passageiros, as questões centrais são a execução do reforço ao subsídio e a capacidade de atendimento do Passe Livre após os remanejamentos. Essas respostas dependem dos registros atualizados de despesas e da aplicação dos recursos, além das autorizações publicadas.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Câmara de São Paulo marca audiência sobre orçamento do transporte para 14 de outubro</title>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 12:01:57 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Debate terá participação da área de Mobilidade, SPTrans, companhia de trânsito e Subprefeituras; proposta para 2027 prevê R$ 7,35 bilhões em subsídios aos ônibus ADAMO BAZANI A Câmara Municipal de São Paulo realizará em 14 de outubro, às 10h, uma audiência pública para discutir o orçamento de 2027 destinado à mobilidade urbana. O encontro será [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="710" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-04.43.16.jpeg?fit=1024%2C710&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-04.43.16.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-04.43.16.jpeg?resize=300%2C208&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-04.43.16.jpeg?resize=1024%2C710&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-04.43.16.jpeg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-04.43.16.jpeg?resize=768%2C533&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-04.43.16.jpeg?resize=1536%2C1066&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-04.43.16.jpeg?resize=400%2C278&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Debate terá participação da área de Mobilidade, SPTrans, companhia de trânsito e Subprefeituras; proposta para 2027 prevê R$ 7,35 bilhões em subsídios aos ônibus</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Câmara Municipal de São Paulo realizará em 14 de outubro, às 10h, uma audiência pública para discutir o orçamento de 2027 destinado à mobilidade urbana. O encontro será no Auditório Prestes Maia, no primeiro andar do Palácio Anchieta, com participação presencial e pela internet, e reunirá as áreas responsáveis pelo transporte coletivo, trânsito e serviços das subprefeituras.</p>
<p>Entre os recursos em discussão estão R$ 7,35 bilhões para subsídios aos ônibus, R$ 2,19 bilhões para eletrificação da frota e melhoria da gestão do transporte coletivo e R$ 500 milhões para renovação com veículos a biometano. Os valores integram a proposta encaminhada pelo prefeito Ricardo Nunes e ainda dependem da análise e aprovação dos vereadores.</p>
<h3>Comissão de Finanças discutirá recursos com os órgãos responsáveis pelos serviços</h3>
<p>A convocação foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026. A audiência será conduzida pela Comissão de Finanças e Orçamento e integra a discussão do projeto de lei do orçamento municipal de 2027.</p>
<p>A sessão temática de Mobilidade prevê participação da Secretaria Municipal de Subprefeituras, da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, da SPTrans e da Companhia de Engenharia de Tráfego.</p>
<p>A reunião permite examinar, em conjunto, recursos destinados à operação do transporte coletivo, às políticas de trânsito e às intervenções municipais relacionadas aos deslocamentos.</p>
<p>A proposta orçamentária está em tramitação como Projeto de Lei 752/2026. As dotações poderão ser modificadas durante a análise legislativa.</p>
<h3>Subsídios propostos crescem 18% em relação ao orçamento original de 2026</h3>
<p>Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 1º de outubro, a previsão de R$ 7,347 bilhões para compensações tarifárias supera em aproximadamente R$ 1,12 bilhão o orçamento original de 2026, que reservava R$ 6,225 bilhões. A diferença corresponde a cerca de 18%.</p>
<p>Essa comparação envolve a previsão inicial de 2026 e a proposta para 2027. O resultado efetivo deste ano dependerá da execução e das alterações realizadas no orçamento.</p>
<p>As compensações ajudam a financiar a diferença entre a arrecadação e os custos reconhecidos do sistema. A proposta também contempla a continuidade da gratuidade dos ônibus aos domingos.</p>
<h3>Eletrificação e biometano possuem ações próprias na proposta</h3>
<p>Os R$ 2,19 bilhões estão previstos para uma ação que combina eletrificação da frota e melhoria da gestão. Portanto, o nome da dotação abrange mais atividades que a aquisição de veículos elétricos.</p>
<p>A renovação com ônibus a biometano possui previsão separada de R$ 500 milhões. No conjunto, a Secretaria de Mobilidade tem orçamento proposto de aproximadamente R$ 13,96 bilhões.</p>
<p>Essas ações estão inseridas na programação orçamentária: somá-las novamente ao total da secretaria produziria uma duplicação.</p>
<p>Durante a tramitação, a análise das dotações permite distinguir recursos destinados à manutenção dos serviços daqueles voltados à renovação e à infraestrutura. Para quem utiliza o transporte, essa distribuição se relaciona à oferta de viagens, à qualidade dos veículos e às condições de circulação dos ônibus.</p>
<h3>Público poderá falar no auditório, participar por vídeo ou enviar manifestação escrita</h3>
<p>A audiência será realizada no Viaduto Jacareí, número 100, na Bela Vista. O acesso presencial será permitido até o limite de capacidade do Auditório Prestes Maia.</p>
<p>Os interessados em falar no local poderão se inscrever no auditório. Para participação por videoconferência, a inscrição deve ser feita na área de audiências públicas do portal da Câmara Municipal.</p>
<p>Segundo a página oficial do evento, as inscrições para participação virtual terminam às 14h de 13 de outubro, na véspera da reunião. Também será possível encaminhar manifestação por escrito pelo portal.</p>
<p>A transmissão ocorrerá pelos auditórios online e pelos canais oficiais da Câmara no YouTube e no Facebook.</p>
<h3>Discussão geral do orçamento começa antes da reunião sobre transporte</h3>
<p>Antes da audiência temática de Mobilidade, a Comissão de Finanças realizará uma audiência geral em 7 de outubro, às 10h, no Salão Nobre Presidente João Brasil Vita, no oitavo andar da Câmara.</p>
<p>Essa primeira reunião prevê participação das áreas de Fazenda e Planejamento e do Tribunal de Contas do Município. O encontro de 14 de outubro aprofundará a discussão dos órgãos ligados à mobilidade.</p>
<p>As audiências são etapas da análise pública da proposta. Elas permitem registrar manifestações e discutir prioridades antes da votação do orçamento que orientará as despesas municipais de 2027.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Conpresp rejeita pedidos da CPTM na Luz e no Brás e do Metrô na Barra Funda por falta de resposta a exigências em São Paulo</title>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 11:31:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões envolvem redes de proteção, elementos de acesso coberto e regularização de intervenção; publicações tratam de patrimônio histórico e não alteram a operação dos trens ADAMO BAZANI O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de São Paulo, o Conpresp, rejeitou pedidos da CPTM relacionados à Estação da Luz e ao Brás [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="649" height="365" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1779284624-649x365-1.webp?fit=649%2C365&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1779284624-649x365-1.webp?w=649&amp;ssl=1 649w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1779284624-649x365-1.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1779284624-649x365-1.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1779284624-649x365-1.webp?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 649px) 100vw, 649px" /> <p><em>Decisões envolvem redes de proteção, elementos de acesso coberto e regularização de intervenção; publicações tratam de patrimônio histórico e não alteram a operação dos trens</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de São Paulo, o Conpresp, rejeitou pedidos da CPTM relacionados à Estação da Luz e ao Brás e um pedido do Metrô referente à Estação Barra Funda. As decisões publicadas nesta terça-feira, 6 de outubro de 2026, apontam falta de atendimento às exigências feitas durante a análise dos processos.</p>
<p>Os casos envolvem instalação de redes de proteção no entorno da Luz, demolição de elementos de uma estrutura de acesso coberto no Brás e regularização de intervenção na Barra Funda. As publicações não determinam fechamento de estações, suspensão das viagens ou mudanças no atendimento dos passageiros.</p>
<h3>Falta de resposta às exigências motivou as decisões</h3>
<p>Os casos foram apreciados na 856ª reunião ordinária do conselho, realizada em 28 de setembro de 2026.</p>
<p>O Departamento do Patrimônio Histórico, o DPH, participa da análise técnica. O Conpresp delibera sobre os pedidos submetidos à sua competência.</p>
<p>Um “comunique-se” é uma solicitação formal para que o interessado apresente esclarecimentos, documentos, correções ou complementações necessários ao exame do pedido.</p>
<p>Na ata, os casos do Brás e da Barra Funda integram um grupo rejeitado por unanimidade por abandono dos pedidos, diante do não atendimento aos comunique-ses.</p>
<p>A motivação publicada é, portanto, a falta de resposta às exigências. Ela não permite afirmar, por si só, que todas as soluções propostas seriam tecnicamente inviáveis.</p>
<h3>Luz: CPTM solicitou redes de proteção no entorno da estação</h3>
<p>O pedido da CPTM refere-se à instalação de redes de proteção no entorno da Estação da Luz, situada na Praça da Luz, nº 1.</p>
<p>O despacho informa manifestação contrária por falta de atendimento a comunique-se e abre prazo de 15 dias corridos, contado da publicação, para eventual recurso dirigido ao Conpresp.</p>
<p>O documento não detalha a extensão das redes, seus materiais ou a finalidade específica. Assim, não é possível atribuir a intervenção a uma determinada ocorrência de segurança ou problema de conservação.</p>
<h3>Brás: pedido envolve elementos do porte-cochère</h3>
<p>No Brás, a CPTM solicitou autorização para demolir elementos do porte-cochère, na Praça Agente Cícero, sem número.</p>
<p>Porte-cochère é uma estrutura de acesso coberto que permite a aproximação de veículos junto à entrada de uma edificação.</p>
<p>A redação se refere aos elementos dessa estrutura. Não informa demolição integral de estação, plataformas ou de todo o edifício.</p>
<p>A ata não identifica quais peças seriam retiradas ou o motivo técnico da proposta. A decisão foi contrária devido à falta de atendimento às exigências.</p>
<h3>Barra Funda: Metrô pediu regularização de intervenção</h3>
<p>O pedido do Metrô trata de regularização de intervenção na Estação Barra Funda, no endereço Rua Mario de Andrade, nº 718.</p>
<p>A regularização busca submeter uma intervenção à análise administrativa correspondente. O registro publicado não descreve sua dimensão ou seus componentes.</p>
<p>Também não relaciona o processo à implantação de uma linha, à ampliação de plataformas ou à chegada de outra operadora ferroviária.</p>
<h3>Indeferimento não equivale a ordem de interrupção do transporte</h3>
<p>As decisões têm efeito sobre os pedidos de autorização e regularização patrimonial.</p>
<p>A continuidade de cada proposta depende das providências administrativas cabíveis e de nova manifestação das interessadas. No caso da Luz, o despacho explicita a possibilidade de recurso.</p>
<p>As publicações não impõem uma nova regra de embarque nem modificam horários, circulação ou integração dos serviços.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Local</th>
<th>Pedido</th>
<th>Fundamento publicado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Luz</td>
<td>Redes de proteção no entorno</td>
<td>Não atendimento a comunique-se</td>
</tr>
<tr>
<td>Brás</td>
<td>Demolição de elementos do porte-cochère</td>
<td>Abandono por falta de resposta às exigências</td>
</tr>
<tr>
<td>Barra Funda</td>
<td>Regularização de intervenção</td>
<td>Abandono por falta de resposta às exigências</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Os processos são 6025.2024/0021917-6, da Luz; 6025.2024/0020178-1, do Brás; e 6025.2024/0019356-8, da Barra Funda.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Artesp abre processo para caducidade do contrato da Next Mobilidade após atrasos do BRT-ABC, em São Paulo</title>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 11:15:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Agência considera que obras não podem ser concluídas até o fim de outubro; concessão também reúne Corredor ABD e linhas da antiga Área 5, que receberam renovação de frota; empresa terá direito de defesa ADAMO BAZANI A Artesp determinou a abertura de um processo administrativo de caducidade que poderá resultar no encerramento da concessão da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="480" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-9.jpg?fit=640%2C480&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-9.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-9.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-9.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-9.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Agência considera que obras não podem ser concluídas até o fim de outubro; concessão também reúne Corredor ABD e linhas da antiga Área 5, que receberam renovação de frota; empresa terá direito de defesa</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Artesp determinou a abertura de um processo administrativo de caducidade que poderá resultar no encerramento da concessão da Next Mobilidade, responsável pelo BRT-ABC, pelo Corredor Metropolitano ABD e pelas linhas intermunicipais da antiga Área 5, em São Paulo. A decisão foi aprovada por unanimidade nesta segunda-feira, 5 de outubro de 2026, diante dos atrasos nas obras do corredor de ônibus elétricos que deverá ligar o ABC Paulista à capital.</p>
<p>Segundo a agência, a empresa não concluiu as obras e não apresenta condições técnicas e operacionais para finalizá-las até o término de outubro, prazo assumido em seu Plano de Ação. A concessionária será intimada a apresentar defesa antes de uma eventual decretação de caducidade. O procedimento coloca em discussão um contrato que, além da construção do BRT, reuniu a modernização do Corredor ABD e a renovação dos ônibus das linhas comuns do ABC, com investimentos já incorporados ao atendimento dos passageiros.</p>
<h2>Decisão de outubro transforma a pré-caducidade em processo que pode encerrar a concessão</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-537519" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20261006_082934_0000.png?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20261006_082934_0000.png?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20261006_082934_0000.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20261006_082934_0000.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20261006_082934_0000.png?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20261006_082934_0000.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20261006_082934_0000.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A determinação consta da Deliberação Artesp nº 749, aprovada na 1214ª reunião ordinária do Conselho Diretor, realizada em 5 de outubro, às 11h. A ata foi publicada na edição da mesma data do Diário Oficial do Estado.</p>
<p>A agência determinou a conversão do procedimento de apuração de inadimplemento, até então em fase de pré-caducidade, em Processo Administrativo de Caducidade.</p>
<p>Também ordenou a continuidade da tramitação, com intimação da ABC Sistema de Transporte SPE S.A., razão social da Next Mobilidade, para apresentar defesa. O não acolhimento dessa defesa poderá culminar na decretação da caducidade do contrato de concessão nº 20/1997.</p>
<p>Caducidade é o encerramento de uma concessão por descumprimento de obrigações da concessionária. A deliberação abre essa etapa formal, mas ainda não declara o contrato extinto.</p>
<p>O processo é o 134.00030141/2025-52, autuado em agosto de 2025. A consulta pública do SEI registra a publicação da deliberação de outubro às 22h07 de segunda-feira.</p>
<h2>Artesp considera descumpridos o prazo contratual e a meta do Plano de Ação</h2>
<p>O Conselho Diretor reconheceu que a concessionária descumpriu o prazo contratualmente definido para concluir as obras do BRT-ABC, indicado na decisão como 30 de novembro de 2024.</p>
<p>A agência também registrou que deu oportunidade para corrigir as inadimplências, por meio de intimação que detalhou os problemas e abriu prazo para saneamento, fundamentada em relatórios técnicos de fiscalização.</p>
<p>A avaliação de outubro é que as obras permanecem inconclusas e não há condições técnicas e operacionais para finalizá-las até o término do mês. Segundo a Artesp, isso frustra a meta com a qual a própria concessionária havia se comprometido.</p>
<p>A decisão cita a petição e o Plano de Ação identificados no SEI pelos números 0085294578 e 0085295014, apresentados em outubro de 2025.</p>
<p>O prazo contratual mencionado pela agência deve ser distinguido das previsões de inauguração divulgadas ao longo dos anos. A cobertura do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> registrou promessas anteriores de atendimento em 2023 e sucessivas alterações, inclusive conclusão em dezembro de 2025, operação em janeiro de 2026 e etapas posteriores durante 2026.</p>
<h2>Antiga Área 5 passou anos com permissões precárias antes da reorganização de 2021</h2>
<p>A dimensão do processo vai além de um novo corredor ainda em construção.</p>
<p>A antiga Área 5 da EMTU abrangia linhas metropolitanas do ABC Paulista, atendendo os sete municípios da região e suas ligações com São Paulo. Enquanto as outras quatro áreas da Grande São Paulo tiveram contratos decorrentes da licitação de 2006, os serviços do ABC permaneceram durante anos sob permissões precárias e operados por diferentes empresas.</p>
<p>A reorganização adotada em 2021 incorporou essas linhas à prorrogação da concessão do Corredor ABD, originalmente contratada em 1997. A Next assumiu os serviços por etapas, concluindo a transferência em março de 2022.</p>
<p>Os registros da EMTU apontam que as linhas remanescentes eram anteriormente operadas por 16 permissionárias. A mudança concentrou a responsabilidade contratual pelo conjunto de serviços na ABC Sistema de Transporte, apresentada ao público como Next Mobilidade.</p>
<p>Entre as empresas cujos serviços foram incorporados estavam EAOSA, Viação Ribeirão Pires, ABC, Expresso São Bernardo do Campo, MobiBrasil, Publix, Transbus, Auto Viação Triângulo, Empresa Urbana Santo André, Viação Imigrantes, Viação São Camilo, Viação Riacho Grande, Tucuruvi, VIPE e Rigras.</p>
<h2>Renovação trouxe ônibus novos às linhas comuns, mas obrigações do BRT continuaram pendentes</h2>
<p>A reorganização trouxe benefícios com a entrada de veículos novos em linhas que anteriormente dependiam de uma frota mais antiga.</p>
<p>Segundo a EMTU, 116 ônibus novos começaram a circular em agosto de 2021, e outros 14 veículos zero-quilômetro chegaram em março de 2022. Naquele momento, a estatal vinculava a renovação a um investimento anunciado de R$ 90,2 milhões.</p>
<p>A última etapa da transferência envolveu 11 linhas da Rigras. Ao anunciar a conclusão da reorganização, a EMTU informou que a Next passaria a operar 103 linhas na região, incluindo os serviços do Corredor ABD. Esses números correspondem à situação divulgada em 2022, não a um inventário atualizado de outubro de 2026.</p>
<p>Para o passageiro, substituir veículos antigos representa a possibilidade de reduzir falhas associadas ao desgaste, melhorar o conforto e dar maior previsibilidade à viagem. A reorganização também passou a reunir em uma concessionária as responsabilidades pela operação e pelos investimentos previstos no contrato.</p>
<p>A renovação, entretanto, não foi concluída de uma só vez. Em julho de 2024, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> mostrou que 21% dos ônibus comuns das linhas intermunicipais do ABC ainda tinham mais de dez anos, embora a substituição estivesse em curso. O dado se refere àquele levantamento e não deve ser apresentado como retrato da frota atual.</p>
<h2>Corredor ABD também recebeu veículos maiores e conversões de ônibus a diesel em trólebus</h2>
<p>As mudanças divulgadas pela Next não se limitaram às linhas comuns.</p>
<p>Em resposta publicada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 14 de janeiro de 2026, a concessionária informou que havia comprado, em 2025, dez trólebus novos de 21,5 metros para substituir modelos antigos de 12 metros.</p>
<p>Também relatou a transformação de 11 ônibus articulados a diesel, de 18 metros, em trólebus. Segundo a empresa, os veículos seriam aposentados e receberam adaptação para continuar no atendimento com tração elétrica.</p>
<p>A Next anunciou ainda uma nova padronização visual para os trólebus, inclusive os já em circulação, seguindo a mesma linha de desenho prevista para os veículos do BRT.</p>
<p>A incorporação de veículos maiores amplia a capacidade por viagem. Esses investimentos integram o histórico de modernização do corredor existente, enquanto a entrega do BRT permanece uma obrigação própria dentro da mesma concessão.</p>
<h2>Prorrogação até 2046 reuniu operação existente, renovação de frota e construção do BRT</h2>
<p>O modelo adotado pelo Governo de São Paulo em 2021 prorrogou antecipadamente a concessão do Corredor ABD por 25 anos, até 2046, em troca de novos investimentos.</p>
<p>O conjunto incluiu a construção e operação do BRT-ABC, a modernização do corredor de ônibus e trólebus e a incorporação das linhas remanescentes da Área 5.</p>
<p>O valor de R$ 22,6 bilhões associado à contratação corresponde ao conjunto da concessão ao longo do período. Não é o custo isolado das obras do BRT, cuja estimativa divulgada posteriormente chegou a aproximadamente R$ 1,2 bilhão.</p>
<p>O arranjo foi questionado no Supremo Tribunal Federal pelo partido Solidariedade. Em agosto de 2023, o STF validou a prorrogação antecipada e a incorporação dos novos investimentos à concessão.</p>
<p>O julgamento tratou da constitucionalidade do modelo. A execução das obrigações e o cumprimento dos prazos continuaram sujeitos à fiscalização do poder público.</p>
<h2>BRT substituiu a Linha 18-Bronze e foi apresentado como alternativa de implantação mais rápida</h2>
<p>O BRT-ABC foi escolhido durante a gestão do então governador João Doria para substituir a Linha 18-Bronze, projeto de monotrilho entre o ABC e a capital que não chegou a ser construído.</p>
<p>A justificativa do Estado envolvia o custo e as dificuldades de implantação do sistema sobre trilhos. O corredor de ônibus elétricos foi apresentado como uma alternativa de execução mais rápida.</p>
<p>As obras do BRT começaram em fevereiro de 2022. Desde então, o empreendimento passou por alterações de projeto e sucessivos adiamentos.</p>
<p>Em maio de 2024, a Next anunciou aos prefeitos do Consórcio Intermunicipal Grande ABC que concluiria as obras em dezembro de 2025, com operação em janeiro de 2026. Na mesma ocasião, os municípios cobraram integração com os ônibus municipais, e a concessionária anunciou a formação de um grupo de trabalho para discutir o tema.</p>
<h2>Dados técnicos mostram o projeto integral e as características dos ônibus elétricos</h2>
<p>BRT é a sigla em inglês para Bus Rapid Transit, sistema de transporte por ônibus que combina infraestrutura exclusiva e medidas para reduzir o tempo de viagem.</p>
<p>No BRT-ABC, o projeto prevê corredor segregado, pagamento antes do embarque e plataformas na altura do piso dos veículos.</p>
<p>Os dados abaixo são características e projeções divulgadas na cobertura do empreendimento. Demanda e capacidade são estimativas, não resultados de uma operação comercial já implantada.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Característica divulgada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Ligação principal</td>
<td>São Bernardo do Campo–São Paulo, passando por Santo André e São Caetano do Sul</td>
</tr>
<tr>
<td>Extensão</td>
<td>Cerca de 17,3 km; divulgações em diferentes momentos também mencionaram 17,5 km e 17,8 km</td>
</tr>
<tr>
<td>Paradas</td>
<td>16 estruturas fechadas</td>
</tr>
<tr>
<td>Terminais</td>
<td>São Bernardo do Campo, Tamanduateí e Sacomã</td>
</tr>
<tr>
<td>Frota prevista</td>
<td>92 ônibus elétricos</td>
</tr>
<tr>
<td>Composição</td>
<td>20 exclusivamente a baterias e 72 E-Trol</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento dos veículos</td>
<td>21,5 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade por ônibus</td>
<td>Aproximadamente 170 a 180 passageiros, conforme a configuração divulgada</td>
</tr>
<tr>
<td>Tecnologia</td>
<td>Tração elétrica Eletra, chassis Mercedes-Benz e carrocerias Caio, com participação da WEG</td>
</tr>
<tr>
<td>E-Trol</td>
<td>Combina alimentação pela rede aérea e circulação com energia das baterias</td>
</tr>
<tr>
<td>Acessibilidade</td>
<td>Piso baixo e embarque em nível</td>
</tr>
<tr>
<td>Equipamentos divulgados</td>
<td>Ar-condicionado, entradas USB e avisos sonoros de paradas</td>
</tr>
<tr>
<td>Serviços previstos</td>
<td>Parador, semiexpresso e expresso</td>
</tr>
<tr>
<td>Bilhetagem</td>
<td>Pagamento nas paradas, antes do embarque</td>
</tr>
<tr>
<td>Conexões previstas</td>
<td>Linha 2-Verde do Metrô, Linha 10-Turquesa e Expresso Tiradentes</td>
</tr>
<tr>
<td>Demanda inicial projetada</td>
<td>173 mil passageiros por dia</td>
</tr>
<tr>
<td>Possibilidade de expansão anunciada</td>
<td>Até 600 mil passageiros por dia</td>
</tr>
<tr>
<td>Investimento estimado divulgado</td>
<td>Aproximadamente R$ 1,2 bilhão, sob responsabilidade da concessionária</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A configuração divulgada prevê que o serviço expresso atenda os terminais, enquanto os demais façam mais paradas. Os tempos anunciados variaram ao longo do projeto e dependem da configuração efetivamente autorizada para operação.</p>
<h2>Next manteve o E-Trol no projeto e explicou a inclusão de ônibus exclusivamente a baterias</h2>
<p>Em manifestação publicada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 9 de dezembro de 2025, a gestão do BRT informou que o E-Trol continuaria predominante, mas que o sistema também teria ônibus exclusivamente a baterias por questões relacionadas à rede de distribuição de energia.</p>
<p>A composição posteriormente apresentada foi de 72 E-Trol e 20 veículos a baterias. A empresa também afirmou que manteria a rede de trólebus do Corredor ABD.</p>
<p>Em fevereiro de 2026, a Next detalhou a solução prevista para parte do novo corredor: os E-Trol circulariam conectados à rede aérea em um sentido e utilizariam as baterias no retorno.</p>
<p>A concessionária informou que a configuração buscava otimizar o carregamento e reduzir a dependência do intervalo noturno entre o recolhimento dos veículos e sua saída para a jornada seguinte.</p>
<h2>Empresa anunciou entrega de paradas, reforço das equipes e início dos testes durante 2026</h2>
<p>No fim de dezembro de 2025, a Next anunciou a previsão de concluir nove primeiras paradas em meados de janeiro de 2026.</p>
<p>Em janeiro, a cobertura registrou informações sobre a instalação de passarela na Avenida Senador Vergueiro, intervenções na Avenida Winston Churchill e pavimentação no cruzamento com a Avenida Caminho do Mar.</p>
<p>Após a cobrança da Artesp publicada em fevereiro, a concessionária afirmou que havia adotado as medidas necessárias, que as obras estavam em andamento e que cumpriria o cronograma. A empresa atribuiu parte dos atrasos à demora na liberação de licenças ambientais.</p>
<p>Em março, informou que cerca de 900 trabalhadores atuavam em dois turnos, inclusive aos fins de semana. Os primeiros ônibus exclusivamente a baterias começaram os testes no corredor em 14 de março, com verificações operacionais e treinamento de motoristas.</p>
<h2>Next atribuiu atrasos a intervenções da Enel e apresentou exemplos de espera superior a 490 dias</h2>
<p>Em nota publicada em 16 de março, a Next afirmou que a conclusão de trabalhos de concessionárias de serviços, especialmente da Enel, permitia intensificar as obras.</p>
<p>A empresa apontou três situações: aproximadamente 510 dias para remover a rede necessária à construção do viaduto Mauá, na Praça dos Andarilhos; 503 dias para intervenções na Rua Abraão Braga; e 499 dias para trabalhos na Rua do Grito, em São Paulo.</p>
<p>Segundo a concessionária, o serviço na Praça dos Andarilhos foi concluído em 9 de março de 2026.</p>
<p>A Next sustentou que essas interferências impactaram o cronograma e afirmou manter diálogo com o Governo do Estado, a Artesp e as concessionárias de serviços. São justificativas apresentadas pela empresa, cuja responsabilidade contratual é objeto de análise nos procedimentos administrativos.</p>
<h2>Concessionária informou 60% das obras em março e reafirmou previsão de primeira fase no semestre</h2>
<p>Em 18 de março, a Next divulgou imagens aéreas e informou que aproximadamente 60% das obras estavam concluídas. O percentual correspondia à avaliação divulgada pela concessionária naquele momento.</p>
<p>Em maio, a presidente da Next Mobilidade, Maria Beatriz Setti Braga, afirmou que diferentes trechos já recebiam sinalização, jardinagem e arborização. Também anunciou a intenção de aplicar iniciativas ambientais semelhantes às do programa Corredor Verde no BRT, conforme as condições de solo do novo traçado.</p>
<p>Em junho, ao apresentar testes de portas de plataforma, painéis com previsão de horários, pontos de ultrapassagem e acessibilidade, a empresa confirmou ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> a previsão de colocar a primeira fase em operação ainda naquele semestre.</p>
<h2>Artesp e Next divergiram sobre licenciamento e efeitos financeiros dos atrasos</h2>
<p>Em março, a Artesp reconheceu provisoriamente um desequilíbrio econômico-financeiro em favor do Estado, atualizado para aproximadamente R$ 130,9 milhões, relacionado à postergação dos investimentos do BRT.</p>
<p>A agência também rejeitou o pedido da Next para reconhecer desequilíbrio em seu favor por atrasos no licenciamento ambiental. Considerou os prazos da Cetesb, a distribuição contratual dos riscos e a necessidade de complementação de informações técnicas pela concessionária.</p>
<p>Em resposta, a Next afirmou que o processo ainda não estava concluído e que a decisão era parcial, sujeita a complementações e revisões. Sustentou que a implantação envolve interfaces com órgãos públicos e concessionárias de serviços, com impactos nos prazos, e que apresentaria os elementos técnicos e jurídicos nas instâncias competentes.</p>
<p>Em julho, outro procedimento reconheceu aproximadamente R$ 121,37 milhões de desequilíbrio em favor da Next por efeitos da pandemia, com previsão de compensação em relação aos valores associados ao atraso do BRT.</p>
<p>Em setembro, a agência rejeitou um novo pedido de aumento da remuneração contratual. Esses valores são eventos econômicos distintos e não representam uma multa única pela demora na obra.</p>
<h2>Em setembro, empresa apresentou proposta de operação parcial com nove paradas e conexão por ônibus até Tamanduateí</h2>
<p>Na manifestação publicada em 26 de setembro, a Next informou que dez quilômetros do corredor e nove paradas estavam prontos e que havia solicitado oficialmente autorização à Artesp.</p>
<p>A proposta apresentada previa utilizar 20 ônibus elétricos a baterias, inicialmente em operação assistida das 9h às 15h, entre a Parada Metrópole, em São Bernardo do Campo, e o limite de São Caetano do Sul com São Paulo.</p>
<p>A continuidade até Tamanduateí ocorreria por transbordo em ônibus da Next, passando por Sacomã, sem uma segunda tarifa. A cobertura registrou ainda a possibilidade de gratuidade na fase inicial, sem confirmação definitiva.</p>
<p>A deliberação de outubro trata das condições de concluir as obras do sistema até o fim do mês. Seu texto não apresenta uma decisão específica sobre esse pedido de operação parcial.</p>
<h2>Resposta à multa de setembro tratava de garantia contratual, em procedimento diferente</h2>
<p>Em 30 de setembro, a Next respondeu à multa de R$ 184.032 aplicada pela Artesp por obrigações relacionadas à garantia de execução da concessão.</p>
<p>A empresa informou que a penalidade inicialmente fixada em R$ 329.556 havia sido reduzida após a análise das defesas. Afirmou que apresentaria recurso administrativo e que a decisão não era definitiva.</p>
<p>Também declarou que a discussão não interferia na continuidade dos serviços e que permanecia dedicada às linhas intermunicipais, ao Corredor ABD e à implantação do BRT.</p>
<p>Essa manifestação tratava da garantia contratual. Ela não constitui uma resposta à deliberação de 5 de outubro que converteu a pré-caducidade em processo de caducidade.</p>
<h2>Futuro da concessão envolve entrega do BRT e continuidade das linhas já utilizadas pela população</h2>
<p>Em setembro, o governador Tarcísio de Freitas associou uma eventual ruptura com a Next à possibilidade de incluir o ABC nas novas licitações de ônibus metropolitanos preparadas pelo Estado.</p>
<p>A decisão de outubro representa uma etapa formal nesse cenário, com análise da defesa antes de uma possível extinção contratual.</p>
<p>A renovação da frota nas linhas comuns, os investimentos no Corredor ABD e os equipamentos já adquiridos para o BRT integram o histórico da concessão. Ao mesmo tempo, a conclusão do novo corredor continua sendo uma obrigação cobrada pela agência.</p>
<p>Para a população, o desfecho envolve dois aspectos: quando o BRT poderá oferecer o atendimento integral prometido e como será assegurada a continuidade das linhas metropolitanas e do Corredor ABD caso o Estado decida encerrar o contrato.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>SPTrans contrata segurança por R$ 1,33 milhão para lotes da antiga Transwolff, ainda à espera de nova concessão em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/sptrans-contrata-seguranca-por-r-133-milhao-para-lotes-da-antiga-transwolff-ainda-a-espera-de-nova-concessao-em-sao-paulo/</link>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 11:01:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Contrato atende unidades operacionais dos D10 e D11 por 12 meses; Prefeitura mantém estrutura após desistência da Sancetur e prevê redistribuir parte das linhas antes da licitação ADAMO BAZANI A SPTrans contratou serviços de vigilância e segurança patrimonial por R$ 1,33 milhão para as unidades utilizadas na operação dos lotes D10 e D11, anteriormente concedidos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="526" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/sto-amaro.jpg?fit=789%2C526&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/sto-amaro.jpg?w=789&amp;ssl=1 789w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/sto-amaro.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/sto-amaro.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/sto-amaro.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/sto-amaro.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /> <p><em>Contrato atende unidades operacionais dos D10 e D11 por 12 meses; Prefeitura mantém estrutura após desistência da Sancetur e prevê redistribuir parte das linhas antes da licitação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A SPTrans contratou serviços de vigilância e segurança patrimonial por R$ 1,33 milhão para as unidades utilizadas na operação dos lotes D10 e D11, anteriormente concedidos à Transwolff, na zona Sul de São Paulo. O contrato foi publicado nesta terça-feira, 6 de outubro de 2026, enquanto a administração municipal continua responsável por sustentar a estrutura de atendimento dessas linhas.</p>
<p>A contratação integra a sequência de serviços necessários à manutenção da operação após a intervenção iniciada em 2024 e a desistência da Sancetur de assumir os lotes, em janeiro de 2026. A solução definitiva prevê nova concessão, precedida de reorganização da malha e transferência de parte dos itinerários para empresas que já atuam na região, conforme explicou o prefeito Ricardo Nunes ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<h3>Avanzzo prestará vigilância nas unidades utilizadas pela SPTrans</h3>
<p>A contratada é a Avanzzo Segurança e Vigilância Patrimonial Ltda., inscrita no CNPJ 29.313.317/0001-60.</p>
<p>O serviço contempla vigilância e segurança patrimonial com fornecimento de mão de obra residente nas unidades operacionais utilizadas pela SPTrans nos dois lotes.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Informação</th>
<th>Contrato</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Valor</td>
<td>R$ 1.329.992,16</td>
</tr>
<tr>
<td>Base dos preços</td>
<td>Setembro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Assinatura</td>
<td>25 de setembro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Prazo</td>
<td>12 meses a partir da assinatura</td>
</tr>
<tr>
<td>Registro</td>
<td>2026/0347-01-00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O extrato não discrimina os endereços atendidos, a quantidade de vigilantes ou a distribuição dos postos.</p>
<p>Em agosto, durante os esclarecimentos da licitação, a SPTrans informou que seria sua primeira contratação direta desse serviço para os D10 e D11. A publicação atual registra a formalização do contrato.</p>
<h3>Operação Fim da Linha levou à intervenção em abril de 2024</h3>
<p>A Prefeitura interveio na Transwolff em 9 de abril de 2024, quando o Ministério Público de São Paulo deflagrou a Operação Fim da Linha, que também atingiu a UPBus.</p>
<p>A investigação apura suspeitas de ligação de integrantes do setor de transporte coletivo com lavagem de dinheiro relacionada ao PCC, Primeiro Comando da Capital. A Transwolff nega ligação institucional com atividades criminosas.</p>
<p>A intervenção colocou equipes da SPTrans na administração da operação para preservar a continuidade do serviço aos passageiros.</p>
<p>Em dezembro de 2025, a Prefeitura decretou a caducidade dos contratos D10 e D11, alegando descumprimentos contratuais. A medida foi contestada judicialmente. A cobertura do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> registrou decisão provisória na esfera cível suspendendo seus efeitos, enquanto permaneciam decisões criminais relacionadas ao afastamento de dirigentes.</p>
<p>A investigação criminal, a discussão judicial dos contratos e a responsabilidade de manter os ônibus circulando são frentes distintas.</p>
<h3>Sancetur assinou contrato emergencial e desistiu dois dias depois</h3>
<p>A tentativa de transferência para a Sancetur — Santa Cecília Turismo Ltda. — chegou à assinatura de contrato emergencial em 26 de janeiro de 2026.</p>
<p>A operação então apresentada pela Prefeitura abrangia 133 linhas, cerca de 1.100 ônibus em serviço e aproximadamente 555 mil passageiros por dia. A previsão era que a empresa assumisse a partir de fevereiro.</p>
<p>Em 28 de janeiro, entretanto, a Sancetur comunicou que não tinha condições de assumir plenamente os dois lotes. O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> revelou a desistência em primeira mão.</p>
<p>A estrutura da antiga Transwolff envolvia a administração central, trabalhadores contratados e proprietários de veículos oriundos do modelo cooperativo. Esse arranjo esteve entre as dificuldades relatadas durante a tentativa de transferência.</p>
<h3>Nova malha deverá ter menos linhas nos lotes, com repasse de itinerários a atuais operadoras</h3>
<p>Em junho, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> revelou o encaminhamento de proposta de edital ao Tribunal de Contas do Município.</p>
<p>Na entrevista publicada em 22 de junho, o prefeito Ricardo Nunes explicou que a futura concessão deveria considerar uma rede reorganizada. Os estudos trabalhavam com aproximadamente 111 linhas, redução de cerca de 20% no conjunto vinculado aos novos lotes e diminuição da frota de aproximadamente 1.200 para cerca de 800 ônibus.</p>
<p>Segundo o prefeito, parte dos itinerários seria transferida antes da licitação para operadoras que já atendem trajetos semelhantes, entre elas Mobibrasil, Viação Grajaú e Viação Metrópole Paulista.</p>
<p>A redução anunciada se refere à estrutura dos lotes a conceder. A Prefeitura afirmou que a reorganização não significaria corte equivalente de atendimento à população.</p>
<p>Os números de janeiro e junho retratam momentos e configurações diferentes. Não devem ser apresentados como uma mesma base operacional.</p>
<p>A edição desta terça-feira não publica o edital da nova concessão nem a relação definitiva das linhas a redistribuir. O contrato de segurança atende à estrutura mantida pela SPTrans enquanto essa solução permanece pendente.</p>
<h3>Contratações de apoio acompanham a permanência da gestão pública</h3>
<p>Além da vigilância, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou procedimentos para contratar manutenção dos ônibus, peças, recapagem de pneus e assistência médica dos trabalhadores.</p>
<p>Essas atividades normalmente integram a estrutura de uma concessionária. Com a operação sob responsabilidade municipal, precisam ser providenciadas pela SPTrans para sustentar o funcionamento dos lotes.</p>
<p>Relembre a cobertura:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/01/28/em-primeira-mao-no-diario-do-transporte-sancetur-nao-vai-mais-assumir-linhas-da-transwolff/?utm_source=chatgpt.com">Desistência da Sancetur, revelada em 28 de janeiro</a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/22/entrevista-rede-de-linhas-da-transwolff-vai-ficar-20-menor-e-frota-vai-cair-de-12-mil-para-800-onibus-com-licitacao-diz-nunes/?utm_source=chatgpt.com">Resposta de Nunes sobre redução da malha e transferência de linhas</a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/29/sptrans-diz-que-sera-primeira-contratacao-de-vigilancia-para-lotes-d10-e-d11-da-antiga-transwolff-e-mantem-licitacao/?utm_source=chatgpt.com">Esclarecimentos da primeira contratação de vigilância para os lotes</a></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/sptrans-contrata-seguranca-por-r-133-milhao-para-lotes-da-antiga-transwolff-ainda-a-espera-de-nova-concessao-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=537428</guid>
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  <item>
    <title>Santiago, no Chile: quase um ano depois, Diário do Transporte volta a encontrar ônibus mal conservados, inclusive elétricos novos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/santiago-no-chile-quase-um-ano-depois-diario-do-transporte-volta-a-encontrar-onibus-mal-conservados-inclusive-eletricos-novos/</link>
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  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/santiago-no-chile-quase-um-ano-depois-diario-do-transporte-volta-a-encontrar-onibus-mal-conservados-inclusive-eletricos-novos/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 10:01:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Renovação amplia participação dos veículos a bateria no sistema RED, mas reportagem observa novamente danos em carrocerias, vidros e portas; especial explica as licitações, a participação do Grupo Cabal e a evolução da rede integrada da capital chilena ADAMO BAZANI Passageiros do sistema RED, de Santiago e Região Metropolitana, no Chile, convivem com sinais de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.11.28.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.11.28.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.11.28.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.11.28.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.11.28.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.11.28.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.11.28.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.11.28.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Renovação amplia participação dos veículos a bateria no sistema RED, mas reportagem observa novamente danos em carrocerias, vidros e portas; especial explica as licitações, a participação do Grupo Cabal e a evolução da rede integrada da capital chilena</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><div style="width: 1276px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-537104-2" width="1276" height="720" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261003141619.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261003141619.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261003141619.mp4</a></video></div></p>
<p>Passageiros do sistema RED, de Santiago e Região Metropolitana, no Chile, convivem com sinais de conservação precária em ônibus a diesel e também em veículos elétricos mais novos, apesar da renovação da frota. Entre os dias 1º e 2 de outubro de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> voltou a observar carrocerias riscadas e amassadas, marcas de impactos em portas e vidros e sujeira externa em coletivos em circulação, encontrando um quadro semelhante ao registrado na cobertura de novembro de 2025.</p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, esteve na capital chilena para acompanhar o anúncio da parceria entre a representante brasileira TEVX e a fabricante chinesa Zhongtong, sendo recepcionado pelo Grupo Cabal, participante do fornecimento de ônibus para o RED. A oportunidade permitiu conferir novamente o aspecto da frota: os coletivos brasileiros a diesel apresentavam conservação bastante precária, mas o que chamou a atenção foi encontrar sinais de deterioração também nos elétricos de gerações mais recentes.</p>
<p>A comparação ocorre quase 11 meses depois da visita anterior, realizada em novembro de 2025, a convite da Mercedes-Benz e de sua representante no Chile, Kaufmann.</p>
<p>O cenário observado chama a atenção para uma necessidade que acompanha a modernização dos transportes: preservar os veículos ao longo da operação, para que o investimento em frota se traduza em qualidade de serviço durante sua vida útil.</p>
<h2>Riscos, amassados e sujeira aparecem também nos ônibus elétricos</h2>
<p>A presença crescente de ônibus a bateria mudou a composição da frota de Santiago. Entretanto, nas ruas, a aparência de parte desses veículos revela problemas semelhantes aos encontrados em coletivos mais antigos.</p>
<p>Durante a passagem da reportagem pela cidade, foram observados danos externos envolvendo latarias, vidros e portas. Havia riscos, amassados e marcas de batidas, além de ônibus com sujeira na parte externa, dando a impressão de que a lavagem não acompanha de maneira satisfatória o uso cotidiano.</p>
<p>Essa percepção diz respeito aos veículos observados durante a visita. A sujeira encontrada não permite determinar a frequência efetiva de lavagem nas garagens, assim como danos na carroceria, isoladamente, não constituem um diagnóstico das condições de baterias, motores, freios ou demais componentes.</p>
<p>Ainda assim, são elementos visíveis da conservação e da apresentação do serviço ao passageiro. A chegada de um ônibus novo resolve a substituição do veículo anterior; a preservação da carroceria, dos vidros e das portas depende do cuidado durante a operação.</p>
<p>Também não é possível atribuir automaticamente cada dano a uma única causa. Impactos de trânsito, vandalismo e desgaste exigem respostas diferentes, mas todos demandam acompanhamento e reparação.</p>
<h2>A reportagem de novembro de 2025 já havia registrado problemas semelhantes</h2>
<p>Na cobertura publicada em 6 de novembro de 2025, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou ônibus com latarias amassadas e riscadas, além de marcas de vandalismo. Na ocasião, passageiros ouvidos em uma passagem pelo centro também reclamaram de atrasos, conservação e necessidades de atendimento.</p>
<p>A reportagem anterior reconheceu os ganhos da integração entre os transportes e da modernização dos veículos, mas registrou problemas que permaneciam perceptíveis nas ruas.</p>
<p>Na nova visita, o ponto de comparação é principalmente a conservação externa. Quase um ano depois, a presença de elétricos mais novos não impediu que a reportagem encontrasse novamente coletivos com danos aparentes.</p>
<p>Relembre a cobertura:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/11/06/video-sistema-red-da-regiao-metropolitana-de-santiago-no-chile-sofre-com-onibus-mal-conservados-e-passageiros-reclamam-dos-servicos/">https://diariodotransporte.com.br/2025/11/06/video-sistema-red-da-regiao-metropolitana-de-santiago-no-chile-sofre-com-onibus-mal-conservados-e-passageiros-reclamam-dos-servicos/</a></p>
<h2>Raio X da frota: milhares de elétricos e diferentes critérios de contagem</h2>
<p>O RED já tem os ônibus elétricos como maioria da frota em operação. O balanço oficial divulgado em fevereiro de 2026 informou 4.088 veículos a bateria, equivalentes a 62% da frota considerada naquele levantamento. Em informação publicada em 1º de outubro, com dados atribuídos ao Ministério dos Transportes e Telecomunicações, o total foi apresentado em aproximadamente 4.400 elétricos.</p>
<p>Para entender o tamanho do sistema, é necessário distinguir os ônibus cadastrados daqueles utilizados regularmente na operação. Os registros também incluem veículos de reserva, suporte e frota auxiliar.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Indicador</th>
<th>Número e referência</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Ônibus elétricos em operação</td>
<td>4.088 no balanço oficial de fevereiro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Participação dos elétricos</td>
<td>62% naquele balanço</td>
</tr>
<tr>
<td>Referência mais recente de elétricos</td>
<td>Cerca de 4.400, em informação publicada em 1º de outubro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus a diesel</td>
<td>Aproximadamente 2.500 na base operacional do balanço de fevereiro, por estimativa</td>
</tr>
<tr>
<td>Frota total cadastrada</td>
<td>7.522 ônibus em fevereiro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Frota operacional base</td>
<td>6.773 ônibus em fevereiro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Idade média consolidada</td>
<td>4,02 anos no fechamento de 2025</td>
</tr>
<tr>
<td>Patamar previsto com a renovação</td>
<td>Cerca de três anos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Os números de cadastro, frota operacional base e idade constam do Informe de Gestão 2025 do DTPM, que também apresenta dados de fevereiro de 2026. A estimativa de aproximadamente 2.500 ônibus a diesel foi calculada a partir dos 4.088 elétricos e da participação arredondada de 62%; portanto, não corresponde a uma contagem oficial individualizada.</p>
<p>Essas bases não devem ser somadas ou subtraídas indiscriminadamente. A frota cadastrada é mais ampla, enquanto os balanços de eletrificação utilizam referências operacionais que mudam com a entrada dos novos ônibus e a retirada dos antigos.</p>
<p>A idade média de três anos foi apresentada nos documentos de renovação como o patamar associado ao recâmbio. Já o relatório anual registra 4,02 anos ao final de 2025, permitindo separar o resultado consolidado da previsão para a etapa seguinte.</p>
<h2>O que significa RED e quais transportes fazem parte do sistema</h2>
<p>RED é a denominação da Red Metropolitana de Movilidad, ou Rede Metropolitana de Mobilidade. A palavra espanhola “red” significa “rede”, expressando a proposta de funcionamento integrado dos transportes.</p>
<p>O sistema reúne ônibus, o Metro de Santiago e o trem Nos–Estación Central. A integração tarifária permite até duas transferências em um período de 120 minutos, observadas as regras, como deslocamento no mesmo sentido e sem repetição de linhas de ônibus.</p>
<p>O cartão bip! é um dos meios de pagamento, e o sistema também dispõe de alternativas por código QR.</p>
<p>A operação dos ônibus é privada, mas o planejamento e a administração contratual ficam sob o Ministério dos Transportes e Telecomunicações, por meio do Directorio de Transporte Público Metropolitano, o DTPM.</p>
<p>Outro detalhe importante é que o padrão RED não significa exclusivamente ônibus elétrico. Também existem veículos a diesel Euro VI com esse padrão, que reúne características como ar-condicionado, conexão Wi-Fi e tomadas USB.</p>
<h2>Como as licitações articulam operação, fornecimento e financiamento dos ônibus</h2>
<p>A renovação de Santiago combina concessões para operar os serviços com mecanismos de fornecimento e financiamento dos veículos.</p>
<p>A estrutura foi modificada ao longo do tempo. Em uma das etapas, foram realizadas licitações separadas de fornecimento de ônibus e de operação das linhas. Os concorrentes à operação escolhiam veículos e fornecedores entre as alternativas habilitadas, compondo suas propostas.</p>
<p>Depois da adjudicação dos serviços, eram emitidas as ordens de fornecimento, seguidas pela fabricação, chegada, homologação e preparação dos ônibus.</p>
<p>A principal mudança institucional foi separar a operação dos ativos estratégicos. Assim, a empresa responsável por transportar passageiros não precisa concentrar, necessariamente, a propriedade dos ônibus e de toda a infraestrutura utilizada.</p>
<p>No modelo da licitação iniciada em 2023, a proposta passou a reunir operador, fornecedor de frota, financiador e fornecedor de infraestrutura de recarga. A separação entre operação e ativos foi mantida por contratos de provisão, com pagamentos próprios para veículos e infraestrutura.</p>
<p>Esses bens ficam vinculados ao sistema e podem ser transferidos entre operadores, ajudando a preservar a continuidade dos serviços.</p>
<p>Para o passageiro, essa organização busca permitir que uma mudança de empresa operadora não obrigue o sistema a começar novamente a compra dos ônibus e a implantação das instalações necessárias.</p>
<h2>A licitação de 2023 levou à contratação de 1.267 novos elétricos</h2>
<p>O concurso iniciado em dezembro de 2023 envolveu aproximadamente 30% do sistema e cinco unidades de serviço. Na avaliação concluída em setembro de 2024, foram analisadas 86 ofertas.</p>
<p>O processo contemplou 1.267 novos ônibus elétricos, com operação em 23 terminais. A distribuição das unidades foi apresentada da seguinte forma:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Unidades de serviço</th>
<th>Empresa ou consórcio</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>14 e 15</td>
<td>Voy Santiago</td>
</tr>
<tr>
<td>16</td>
<td>Inversiones Gran Américas</td>
</tr>
<tr>
<td>17 e 18</td>
<td>Consórcio Conecta</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A concessão dessa etapa foi estruturada para dez anos, com possibilidade de redução para sete ou extensão para 14, conforme as condições e os indicadores de qualidade previstos.</p>
<p>A implantação ocorreu gradualmente em 2025, com entrada dos operadores e preparação das instalações. Os contratos dessa etapa incorporaram avaliação da oferta, regularidade, atendimento aos passageiros e qualidade dos veículos.</p>
<p><div id="attachment_537109" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-537109" class="size-large wp-image-537109" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.13.28.jpeg?resize=1024%2C799&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="799" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.13.28.jpeg?resize=1024%2C799&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.13.28.jpeg?resize=300%2C234&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.13.28.jpeg?resize=150%2C117&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.13.28.jpeg?resize=768%2C599&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.13.28.jpeg?resize=1536%2C1198&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.13.28.jpeg?resize=400%2C312&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-03-at-14.13.28.jpeg?w=1570&amp;ssl=1 1570w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p id="caption-attachment-537109" class="wp-caption-text">Ônibus a diesel sao mais antigos e estão também mal conservados</p></div></p>
<p>Além dessa licitação, o plano mais amplo de renovação anunciado em 2025 previa incorporar mais de 1.800 elétricos em oito meses e substituir aproximadamente 1.600 ônibus a diesel. Isso explica por que os anúncios de renovação apresentam quantidades superiores aos 1.267 veículos do concurso específico.</p>
<h2>Grupo Cabal participa do fornecimento de 895 ônibus Zhongtong</h2>
<p>O Grupo Cabal, que recepcionou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> na viagem de outubro de 2026, participa dessa renovação como representante da Zhongtong no Chile.</p>
<p>Segundo os dados divulgados pelo grupo, sua participação envolve 895 dos 1.267 novos elétricos daquela licitação, aproximadamente 70,6% do total.</p>
<p>São 501 ônibus destinados às unidades do Consórcio Conecta e 394 à Gran Américas.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Operação atendida</th>
<th>Ônibus Zhongtong fornecidos pelo Grupo Cabal</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Consórcio Conecta</td>
<td>501</td>
</tr>
<tr>
<td>Gran Américas</td>
<td>394</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>895</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O grupo também tem atuação histórica no fornecimento de carrocerias brasileiras Caio ao mercado chileno. Segundo a própria empresa, foram mais de 4 mil unidades entregues ao sistema RED ao longo de sua trajetória — volume acumulado de fornecimento, e não quantidade atual em circulação.</p>
<p>A distinção entre essas funções é importante: fabricante, representante comercial, financiador e operador participam de etapas diferentes. O fornecimento de um ônibus, por si só, não permite atribuir ao fabricante ou ao representante a responsabilidade por cada dano encontrado posteriormente nas ruas.</p>
<h2>Manutenção continua sendo obrigação, mesmo quando o operador não é dono do ônibus</h2>
<p>A separação entre propriedade e operação não elimina as exigências de manutenção.</p>
<p>O desenho contratual prevê operação e manutenção dos veículos, planos técnicos e certificação. Entre as exigências introduzidas nas etapas de fornecimento estão suporte local, disponibilidade de peças, capacitação e intervenções ao longo da vida útil.</p>
<p>Na apresentação dos contratos de operação adjudicados em 2022, o DTPM informou que serviços realizados com ônibus sem certificação de manutenção não seriam remunerados. Também foram previstos descontos, multas e outras medidas diante de deficiências na prestação dos serviços.</p>
<p>Há, portanto, instrumentos para acompanhar a qualidade depois da entrega da frota. A observação de danos externos reforça a importância de verificar como os cuidados e reparos são executados no cotidiano.</p>
<p>Uma porta com marcas de impacto ou uma carroceria riscada pode continuar funcional, mas a conservação externa permanece parte da apresentação do transporte público e da preservação do investimento.</p>
<h2>Desempenho mecânico e conservação externa precisam ser avaliados separadamente</h2>
<p>Os documentos oficiais apontam ganhos de confiabilidade dos ônibus elétricos.</p>
<p>O Informe de Electromovilidad 2025 registra melhor desempenho dessa tecnologia em comparação com os veículos a diesel, especialmente os de padrão mais antigo. Isso é compatível com a renovação e com a evolução dos procedimentos de manutenção.</p>
<p>Esses indicadores avaliam uma dimensão diferente daquela observada pela reportagem nas ruas. Um veículo pode apresentar bom funcionamento mecânico e, ao mesmo tempo, acumular danos na carroceria ou problemas de limpeza externa.</p>
<p>Também existem resultados positivos nas pesquisas com passageiros. Em setembro de 2025, levantamento divulgado pelo RED, com mil entrevistados, registrou nota 5,5 para o sistema e 5,7 para os trajetos, na escala chilena de um a sete.</p>
<p>A constatação de ônibus mal conservados não invalida esses ganhos. Mostra uma necessidade adicional de acompanhamento: manter o padrão dos veículos durante a operação, além de ampliar a quantidade de elétricos.</p>
<h2>Das “micros” ao Transantiago e ao RED: uma história de reorganização do transporte</h2>
<p>Antes do Transantiago, Santiago era atendida por um sistema mais fragmentado, associado às chamadas “micros”, como os ônibus ainda são conhecidos popularmente no Chile.</p>
<p>As licitações anteriores à reforma buscaram organizar trajetos, frequências e características dos veículos. Entretanto, permaneceram problemas como sobreposição de linhas no centro, qualidade dos ônibus, insegurança viária e poluição.</p>
<p>O Transantiago entrou plenamente em funcionamento em 10 de fevereiro de 2007, combinando uma nova rede de linhas, integração com o metrô, pagamento pelo cartão bip! e reorganização empresarial do transporte.</p>
<p>A implantação enfrentou uma crise, com oferta insuficiente, dificuldades nos trajetos e longas esperas. A experiência tornou-se um dos casos mais discutidos de reforma do transporte público na América Latina.</p>
<p>Nos anos seguintes, foram feitos ajustes. Em 2012, a estrutura rígida de linhas troncais e alimentadoras foi eliminada, permitindo alterações de itinerários. Em 2017, o trem Nos passou a integrar a rede.</p>
<p>Em 12 de março de 2019, foi anunciado o nome Red Metropolitana de Movilidad, acompanhado da identidade dos ônibus em vermelho e branco e da ampliação do padrão com veículos elétricos ou diesel Euro VI, ar-condicionado, Wi-Fi e USB.</p>
<p>A eletrificação começou com experiências de pequena escala em 2017 e ganhou dimensão com as incorporações seguintes. De 779 elétricos em março de 2022, Santiago chegou a mais de 4 mil em 2026, por meio de sucessivas etapas de renovação.</p>
<p>A visita de outubro de 2026 encontra, assim, uma rede tecnologicamente diferente daquela das antigas “micros” e dos primeiros anos do Transantiago. Mas os sinais de conservação observados novamente pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, quase 11 meses depois da cobertura anterior, mostram que a modernização também precisa ser sustentada pelo cuidado diário com os ônibus que atendem a população.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Real Alagoas, de Maceió (AL), terá os dois primeiros novos Torino 2027; primeira unidade está pronta com chassi Volkswagen</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/real-alagoas-de-maceio-al-tera-os-dois-primeiros-novos-torino-2027-primeira-unidade-esta-pronta-com-chassi-volkswagen/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/real-alagoas-de-maceio-al-tera-os-dois-primeiros-novos-torino-2027-primeira-unidade-esta-pronta-com-chassi-volkswagen/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 09:45:02 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Informação obtida diretamente na fonte pelo Diário do Transporte confirma o destino dos primeiros veículos; nova geração da Marcopolo foi conhecida pela reportagem antes do lançamento na Lat.Bus ADAMO BAZANI As duas primeiras unidades comerciais do novo Marcopolo Torino 2027 no Brasil serão destinadas à Real Alagoas, operadora do SIMM (Sistema Integrado de Mobilidade de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="884" height="603" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?fit=884%2C603&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?w=884&amp;ssl=1 884w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=768%2C524&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=400%2C273&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 884px) 100vw, 884px" /> <p><em>Informação obtida diretamente na fonte pelo <strong>Diário do Transporte</strong> confirma o destino dos primeiros veículos; nova geração da Marcopolo foi conhecida pela reportagem antes do lançamento na Lat.Bus</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>As duas primeiras unidades comerciais do novo Marcopolo Torino 2027 no Brasil serão destinadas à Real Alagoas, operadora do SIMM (Sistema Integrado de Mobilidade de Maceió), na capital alagoana. A informação foi obtida diretamente na fonte pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>. A unidade número 1 já está pronta e foi construída sobre chassi Volkswagen 17.260 Euro 6. O veículo foi fabrcado na unidade de São Mateus (ES).</p>
<p>A confirmação marca o início da materialização das encomendas da nova geração do ônibus urbano, apresentada oficialmente em agosto na Lat.Bus 2026. Para os passageiros de Maceió, os veículos representarão a chegada de um projeto com mudanças no posto do motorista, nas portas, na arquitetura elétrica e no ambiente interno, conforme a configuração adquirida pela transportadora.</p>
<p>A Real Alagoas será, assim, o destino das duas unidades iniciais dessa etapa comercial do Torino 2027. A conclusão da primeira permite identificar a combinação escolhida para o veículo: carroceria Marcopolo e chassi Volkswagen com motorização diesel compatível com o padrão brasileiro Proconve P8, correspondente ao Euro 6.</p>
<h2>Diário do Transporte conheceu o Torino antes do lançamento</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537405" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cc665e6-5f74-4121-b173-f0136877f340-e1791247002362.jpg?resize=800%2C589&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="589" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou a apresentação antecipada do Torino 2027 na semana anterior à Lat.Bus, conhecendo o veículo e entrevistando executivos da Marcopolo sobre as mudanças do projeto.</p>
<p>O lançamento público ocorreu em 11 de agosto de 2026, no São Paulo Expo. Posteriormente, durante a feira, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, voltou a conversar com o diretor Comercial e de Marketing da Marcopolo, Ricardo Portolan, sobre a receptividade dos operadores e as primeiras encomendas.</p>
<p>Na entrevista, Portolan relatou que clientes que aguardavam a apresentação física para escolher entre a geração anterior e a nova estavam optando pelo Torino 2027. Segundo o executivo, naquele momento os negócios já ultrapassavam 100 unidades, envolvendo aproximadamente 15 empresas.</p>
<p>Portolan também informou que as primeiras entregas ocorreriam ainda em 2026, com disponibilidade de produção inicialmente limitada e previsão de produção plena em 2027.</p>
<p>A identificação da Real Alagoas como destinatária das duas unidades iniciais acrescenta agora um dado concreto à cobertura das primeiras vendas e da preparação dos veículos.</p>
<p>Relembre a entrevista:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/19/video-entregas-do-torino-2027-comecam-ja-neste-ano-e-empresas-que-encomendaram-a-geracao-atual-estao-trocando-pelo-novo-diz-diretor-da-marcopolo/">https://diariodotransporte.com.br/2026/08/19/video-entregas-do-torino-2027-comecam-ja-neste-ano-e-empresas-que-encomendaram-a-geracao-atual-estao-trocando-pelo-novo-diz-diretor-da-marcopolo/</a></p>
<h2>Mudanças procuram reduzir manutenção e melhorar o ambiente de trabalho</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537405" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cc665e6-5f74-4121-b173-f0136877f340-e1791247002362.jpg?resize=800%2C589&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="589" /></p>
<p>O Torino 2027 incorpora alterações que vão além da dianteira e da iluminação em LED.</p>
<p>Entre os pontos apresentados por Portolan está o novo conjunto de portas, desenvolvido com testes em operação real. Segundo o executivo, o sistema ficou aproximadamente 30% mais leve e foi simplificado para facilitar a manutenção.</p>
<p>A carroceria também recebeu a arquitetura elétrica EVIA, sigla de Equipment for Vehicle Interface Architecture. O sistema integra equipamentos e permite diagnóstico de falhas, com o objetivo de facilitar intervenções das equipes de garagem.</p>
<p>Para a operação, a utilidade dessas mudanças está na possibilidade de identificar problemas e realizar reparos com maior rapidez. O efeito sobre custos e disponibilidade dependerá das condições de utilização e manutenção de cada frota.</p>
<p>No ambiente do motorista, o projeto inclui reorganização dos comandos, espaços para objetos e alterações de ventilação e visibilidade. Para o salão de passageiros, a fabricante apresenta novos bancos e soluções de isolamento térmico e acústico.</p>
<h2>Primeira unidade combina nova carroceria com Volkswagen 17.260</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537401" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/72b3cb71-d037-4b87-9579-272eaed50f5f-e1791246823139.jpg?resize=800%2C582&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="582" /></p>
<p>O chassi confirmado para a unidade número 1 é o Volkswagen 17.260 Euro 6.</p>
<p>A ficha comercial da Volkswagen informa motor de 6,9 litros, potência de 260 cv e torque de 950 Nm para o modelo. A linha oferece diferentes possibilidades de transmissão e suspensão, cuja adoção depende da configuração encomendada.</p>
<p>A distinção entre carroceria e chassi é importante: a Marcopolo responde pelo projeto da carroceria Torino 2027, enquanto a Volkswagen fornece a plataforma mecânica. A configuração final resulta da combinação desses conjuntos com as especificações do operador.</p>
<h2>Características do Marcopolo Torino 2027</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537404" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bdeede15-e14b-43ab-b347-72a783d0071f-e1791246855380.jpg?resize=800%2C594&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="594" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537400" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cdf845fd-f29a-44de-9095-49fc26058ae1-e1791246811619.jpg?resize=800%2C591&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="591" /></p>
<p>A tabela reúne características divulgadas para o modelo. As dimensões são de referência e não devem ser consideradas, automaticamente, as medidas da unidade da Real Alagoas. Equipamentos e opcionais dependem da encomenda.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>Informação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Fabricante da carroceria</td>
<td>Marcopolo</td>
</tr>
<tr>
<td>Modelo</td>
<td>Torino 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicação</td>
<td>Transporte coletivo urbano</td>
</tr>
<tr>
<td>Lançamento público</td>
<td>Lat.Bus, em agosto de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento de referência</td>
<td>12,50 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura de referência</td>
<td>2,54 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura de referência</td>
<td>3,41 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Identidade externa</td>
<td>Dianteira redesenhada e iluminação em LED</td>
</tr>
<tr>
<td>Portas</td>
<td>Novo conjunto, anunciado como aproximadamente 30% mais leve</td>
</tr>
<tr>
<td>Arquitetura elétrica</td>
<td>EVIA, com integração de equipamentos e diagnóstico</td>
</tr>
<tr>
<td>Central elétrica</td>
<td>Compartimento 15% maior, com acesso facilitado</td>
</tr>
<tr>
<td>Posto do motorista</td>
<td>Espaço redimensionado, console reorganizado e quatro difusores de ar direcionáveis</td>
</tr>
<tr>
<td>Visibilidade</td>
<td>Revisão dos retrovisores e do ambiente de condução</td>
</tr>
<tr>
<td>Climatização</td>
<td>Novos dutos; velocidade média do ar até 40% superior, segundo a fabricante</td>
</tr>
<tr>
<td>Isolamento</td>
<td>Novos pacotes térmicos e acústicos</td>
</tr>
<tr>
<td>Bancos</td>
<td>Nova família de poltronas urbanas</td>
</tr>
<tr>
<td>Conectividade para passageiros</td>
<td>Entradas USB opcionais</td>
</tr>
<tr>
<td>Chassi da primeira unidade</td>
<td>Volkswagen 17.260 Euro 6</td>
</tr>
<tr>
<td>Destino das duas unidades iniciais</td>
<td>Real Alagoas, do SIMM de Maceió</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O indicador de até 40% divulgado pela Marcopolo refere-se à velocidade média do ar no sistema de climatização. Não corresponde, por si só, a redução de consumo ou de temperatura na mesma proporção.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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