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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Transição da Ricco para a JTP em Rio Branco vai durar 90 dias, diz prefeitura</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/08/transicao-da-ricco-para-a-jtp-em-rio-branco-vai-durar-90-dias-diz-prefeitura/</link>
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    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:00:11 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa do estado de São Paulo foi a única a apresentar proposta em chamamento emergencial e vai receber R$ 11,29 por quilômetro rodado ADAMO BAZANI A transição da Ricco Transportes para a empresa JTP Serviços, para operação emergencial em Rio Branco (AC) vai durar 90 dias, com a troca gradativa da frota e assunção das [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="531" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8850c779-e46a-4114-ba9e-f7c6725f9397-e1783525648697.jpg?fit=800%2C531&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Empresa do estado de São Paulo foi a única a apresentar proposta em chamamento emergencial e vai receber R$ 11,29 por quilômetro rodado</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A transição da Ricco Transportes para a empresa JTP Serviços, para operação emergencial em Rio Branco (AC) vai durar 90 dias, com a troca gradativa da frota e assunção das linhas por etapa.</p>
<p>É o que garante a prefeitura, que trouxe nesta semana alguns detalhes da mudança.</p>
<p>Como havia mostrado o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, após decretar situação de emergência por 60 dias com prorrogação no sistema de transportes por alegar que a operadora Ricco apresentava irregularidades operacionais, a prefeitura decidiu romper com a companhia e abrir uma contratação emergencial com prazo de um ano.</p>
<p>A única a oferecer proposta foi a paulista JTP, que vai receber R$ 11,29 por quilômetro rodado.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/24/conselho-aprova-tarifa-tecnica-de-r-1129-para-a-jtp-operar-transportes-publicos-em-rio-branco-no-lugar-da-ricco/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/24/conselho-aprova-tarifa-tecnica-de-r-1129-para-a-jtp-operar-transportes-publicos-em-rio-branco-no-lugar-da-ricco/</a></p>
<p>O prefeito Alysson Bestene disse, por meio de nota, que a transição é para evitar interrupção dos serviços.</p>
<p><strong><em>“Assinamos também um documento de transição com a atual empresa. Ela poderá permanecer operando por até 90 dias para que não haja descontinuidade do serviço, garantindo o atendimento à população e permitindo que todo o processo de transição, inclusive em relação aos trabalhadores, aconteça de forma organizada e transparente”,</em></strong> disse</p>
<p>A prefeitura destacou alguns pontos sobre a transição:</p>
<p><strong>Tarifa:</strong> A JTP, que opera sistemas como de Bragança Paulista (SP) e Porto Velho (RO) vai receber R$ 11,29 por quilômetro rodado, mas a tarifa para os passageiros não muda, continuando em R$ 3,50 nas catracas. A diferença de R$ 7,79 vai ser bancada pelos cofres públicos municipais por meio de subsídios à operação. A Ricco atualmente recebe R$ 7,47. As gratuidades e a tarifa de estudante também não mudam.</p>
<p><strong>Frota:</strong> A JTP vai operar ao todo com 120 ônibus, dos quais, no início, serão 19 zero quilômetro até chegar a um total de 60 unidades zero quilômetro e 60 seminovos. Todos os ônibus novos terão ar-condicionado e a totalidade da frota, independentemente do ano de fabricação, vai oferecer também acessibilidade wi-fi e tomadas USB para recarga de celulares.</p>
<p><strong>Tecnologia de Bilhetagem e Monitoramento:</strong> A JTP terá de manter um sistema de bilhetagem eletrônica com acesso livre por parte da gerenciadora pública RB Trans, equipar toda a frota com GPS e disponibilizar um CCO (Centro de Controle Operacional) para todo o monitoramento da circulação dos ônibus.</p>
<p><strong>Trabalhadores:</strong> Durante a transição por 90 dias, serão realizadas as tratativas envolvendo os trabalhadores da atual operadora, incluindo os processos de rescisão contratual, a absorção dos profissionais pela nova empresa e a regularização dos encargos trabalhistas, garantindo a continuidade do serviço e a preservação dos direitos dos colaboradores.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Irizar Brasil exporta quatro i6S Efficient para Transportes del Sol</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/08/irizar-brasil-exporta-quatro-i6s-efficient-para-transportes-del-sol/</link>
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    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 16:01:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Companhia é de El Salvador e opera serviços regulares de “primeira classe” ADAMO BAZANI A Irizar Brasil exportou quatro unidades do modelo i6S Efficient para a empresa Transportes del Sol, de El Salvador. De acordo com a fabricante de origem basca, que possui planta em Botucatu (SP), a companhia de transportes atua em linhas regulares, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="528" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/407b7557-1f74-409d-b47d-06468c274d70-e1783523054160.jpg?fit=800%2C528&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Companhia é de El Salvador e opera serviços regulares de “primeira classe”</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Irizar Brasil exportou quatro unidades do modelo i6S Efficient para a empresa Transportes del Sol, de El Salvador.</p>
<p>De acordo com a fabricante de origem basca, que possui planta em Botucatu (SP), a companhia de transportes atua em linhas regulares, inclusive, em rotas internacionais que conectam Guatemala, Costa Rica, El Salvador, Honduras e Nicarágua.</p>
<p>Fundada em 2006, com capital e patrimônio econômico 100% salvadorenho, a Transportes del Sol oferece, entre outros atendimentos, “serviços de primeira classe”.</p>
<p>Todos os veículos exportados possuem chassis Mercedes-Benz O 500 RSD (três eixos), fabricados em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o modelo foi lançado em agosto de 2024, durante a feira especializada Lat.Bus 2024.</p>
<p>Segundo a fabricante, o coeficiente aerodinâmico foi reduzido em 30% no i6S Efficient.</p>
<p>O peso também foi reduzido com o uso de um tipo de aço que é mais resistente, mas ao mesmo tempo é mais leve, assim como materiais do ar-condicionado e dos painéis.</p>
<p>A Irizar informou ainda no lançamento que o modelo pode consumir, aproximadamente, 13% menos de combustível e, consequentemente, o mesmo percentual de redução de poluentes.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="bItvEVi2jC"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/08/06/video-irizar-com-novo-i6s-efficient-para-o-mercado-brasileiro-quer-atender-segmentos-que-precisam-de-onibus-de-alto-padrao-mas-com-reducao-de-custos-operacionais/">VÍDEO: Irizar com novo i6s Efficient para o mercado brasileiro quer atender segmentos que precisam de ônibus de alto padrão, mas com redução de custos operacionais</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“VÍDEO: Irizar com novo i6s Efficient para o mercado brasileiro quer atender segmentos que precisam de ônibus de alto padrão, mas com redução de custos operacionais” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2024/08/06/video-irizar-com-novo-i6s-efficient-para-o-mercado-brasileiro-quer-atender-segmentos-que-precisam-de-onibus-de-alto-padrao-mas-com-reducao-de-custos-operacionais/embed/#?secret=CX8KCeJnGK#?secret=bItvEVi2jC" data-secret="bItvEVi2jC" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-523407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/c4bc87b8-da4b-41f9-8bf3-f161945c9c2a.jpg?resize=828%2C553&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="553" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/c4bc87b8-da4b-41f9-8bf3-f161945c9c2a.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/c4bc87b8-da4b-41f9-8bf3-f161945c9c2a.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/c4bc87b8-da4b-41f9-8bf3-f161945c9c2a.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/c4bc87b8-da4b-41f9-8bf3-f161945c9c2a.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/c4bc87b8-da4b-41f9-8bf3-f161945c9c2a.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-523408" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/cb08a926-b9dd-4dd7-88a3-ab986713c79a-e1783523065766.jpg?resize=800%2C532&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="532" /></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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  <item>
    <title>Feriado de 9 de Julho terá operação especial em rodovias, ônibus intermunicipais, VLT e linhas concedidas de trilhos em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/08/feriado-de-9-de-julho-tera-operacao-especial-em-rodovias-onibus-intermunicipais-vlt-e-linhas-concedidas-de-trilhos-em-sao-paulo/</link>
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    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:00:15 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Planejamento da Artesp prevê reforço nas estradas, programação diferenciada no transporte metropolitano e monitoramento intensificado durante o feriado prolongado YURI SENA A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) preparou uma operação especial para o feriado prolongado da Revolução Constitucionalista, celebrado nesta quinta-feira (9). Entre os dias 8 e 13 de julho, rodovias [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-5.jpg?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-5.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-5.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-5.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-5.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/unnamed-5.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Planejamento da Artesp prevê reforço nas estradas, programação diferenciada no transporte metropolitano e monitoramento intensificado durante o feriado prolongado</em></p>
<p><em><strong>YURI SENA</strong></em></p>
<p>A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) preparou uma operação especial para o feriado prolongado da Revolução Constitucionalista, celebrado nesta quinta-feira (9). Entre os dias 8 e 13 de julho, rodovias concedidas, ônibus intermunicipais, VLT da Baixada Santista e linhas concedidas de metrô e trens metropolitanos contarão com programação diferenciada para atender ao aumento esperado no fluxo de passageiros e veículos.</p>
<p>Nas rodovias concedidas, a expectativa é de que mais de 20 milhões de veículos circulem durante o período. Entre os corredores com maior movimentação prevista estão o sistema Anhanguera-Bandeirantes, com cerca de 3 milhões de veículos, além dos sistemas Sorocabana, Raposo Castello, Rodoanel Oeste, Ecovias Leste Paulista, Eixo SP e Novo Litoral.</p>
<p>Para atender à demanda, as concessionárias reforçarão o atendimento operacional com guinchos, ambulâncias, viaturas de inspeção, monitoramento por câmeras e painéis eletrônicos, além de equipes posicionadas estrategicamente ao longo das rodovias. Também poderão ser adotadas operações especiais de tráfego, principalmente nas ligações com o litoral paulista, conforme as condições de circulação.</p>
<p>No transporte metropolitano sobre pneus, os ônibus intermunicipais operarão na quinta-feira com programação equivalente à de domingos e feriados. Na sexta-feira (10), parte das linhas adotará a chamada programação de “dia ponte”, enquanto as demais seguirão a tabela de dias úteis.</p>
<p>O mesmo esquema será aplicado ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da Baixada Santista, que terá programação de domingos e feriados no dia 9 e operação de “dia ponte” na sexta-feira.</p>
<p>Entre as linhas ferroviárias concedidas, a Linha 7-Rubi terá alterações devido às obras de modernização da rede aérea. Na quinta-feira, entre 16h e meia-noite, os trens circularão por via única entre Franco da Rocha e Baltazar Fidélis, com parte das viagens terminando em Caieiras. Já no domingo (12), das 18h à meia-noite, a circulação por via única ocorrerá entre Perus e Caieiras, com alguns trens encerrando a viagem na Estação Vila Aurora.</p>
<p>As linhas 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda também terão ajustes na oferta de trens para adequar a operação ao movimento esperado durante o feriado e a emenda.</p>
<p>Na Linha 4-Amarela, os intervalos serão de aproximadamente seis minutos durante toda a quinta-feira, mantendo programação diferenciada também na sexta-feira. A Linha 5-Lilás operará com intervalos de cerca de seis minutos no feriado e de aproximadamente três minutos e 26 segundos na sexta-feira.</p>
<p>Já a Linha 8-Diamante terá intervalos de cerca de dez minutos na quinta-feira e de oito minutos ao longo da sexta-feira, reduzidos para aproximadamente cinco minutos nos horários de maior movimento. Na Linha 9-Esmeralda, os intervalos serão de cerca de dez minutos no feriado e de aproximadamente sete minutos na sexta-feira, chegando a cinco minutos nos horários de pico.</p>
<p>Outra mudança ocorre na Linha 6-Laranja. A concessionária informou que realizará testes técnicos e de desempenho entre os dias 9 e 12 de julho. Por isso, excepcionalmente, a linha não funcionará na sexta-feira (10). Atualmente, a operação assistida ocorre apenas de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, exceto em feriados.</p>
<p>Segundo a Artesp, todas as operações serão acompanhadas em tempo real, podendo receber ajustes conforme o comportamento da demanda durante o feriado prolongado.</p>
<p><em><strong>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>CPTM terá mudanças na operação durante o feriado prolongado de 9 de Julho; confira o que muda</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/08/cptm-tera-mudancas-na-operacao-durante-o-feriado-prolongado-de-9-de-julho-confira-o-que-muda/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:00:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Companhia realizará obras de manutenção e modernização entre quinta-feira (9) e domingo (12), com alterações em linhas e estações YURI SENA Os passageiros da CPTM devem ficar atentos às mudanças operacionais programadas para o feriado da Revolução Constitucionalista e o fim de semana prolongado. Entre quinta-feira (9) e domingo (12), a companhia realizará obras de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="708" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cptm_desp-e1772735862654.jpeg?fit=1024%2C708&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Companhia realizará obras de manutenção e modernização entre quinta-feira (9) e domingo (12), com alterações em linhas e estações</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os passageiros da CPTM devem ficar atentos às mudanças operacionais programadas para o feriado da Revolução Constitucionalista e o fim de semana prolongado. Entre quinta-feira (9) e domingo (12), a companhia realizará obras de manutenção, modernização e melhorias na infraestrutura ferroviária, o que provocará alterações na circulação dos trens em algumas linhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na quinta-feira (9), feriado estadual, os trens circularão com a mesma programação de um domingo. Já na sexta-feira (10), a operação seguirá normalmente, com grade de dias úteis. No sábado (11) e no domingo (12), serão mantidas as programações habituais de fim de semana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o feriado de quinta-feira, entre 9h e 17h, a Linha 11-Coral terá mudanças no embarque nas estações Itaquera, Dom Bosco e José Bonifácio para permitir inspeções na via permanente. Das 9h às 13h, o embarque e desembarque ocorrerão pela plataforma 2, enquanto das 13h às 17h a operação será realizada pela plataforma 1.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No domingo (12), as alterações serão mais abrangentes. Na Linha 10-Turquesa, entre 9h e 20h, os passageiros utilizarão a plataforma 1 na Estação Capuava e as plataformas 2 e 3 na Estação Prefeito Celso Daniel–Santo André, devido aos trabalhos de substituição de trilhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Linha 11-Coral também terá mudanças entre 8h30 e 17h. Nesse período, os embarques e desembarques ocorrerão na Estação Luz, enquanto nas estações Antonio Gianetti Neto e Ferraz de Vasconcelos os passageiros utilizarão a plataforma 1. As intervenções permitirão a execução de melhorias na cobertura da Estação Antonio Gianetti Neto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda no domingo, entre 8h30 e 17h, não haverá circulação de trens da Linha 11-Coral entre Palmeiras-Barra Funda e Luz em razão de serviços de lançamento de cabos e testes no sistema de comando e supervisão. Como alternativa, a CPTM orienta os passageiros a utilizarem a Linha 10-Turquesa para realizar o deslocamento entre as duas estações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Expresso Aeroporto também terá alterações. Durante todo o domingo, o serviço funcionará com intervalos de uma hora. Entre 8h30 e 17h, as viagens não atenderão o trecho entre Palmeiras-Barra Funda e Luz, sendo necessário utilizar a Linha 10-Turquesa para completar o percurso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a CPTM, funcionários estarão nas estações para orientar os passageiros, e as alterações também serão informadas por meio de avisos sonoros, painéis eletrônicos, redes sociais e canais oficiais de atendimento.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>ViaMobilidade anuncia novo diretor para as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda</title>
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	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:00:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Everton Trindade assume comando da concessão com foco em operação, manutenção e segurança de duas das principais linhas metropolitanas de São Paulo YURI SENA A ViaMobilidade anunciou a nomeação de Everton Trindade como novo diretor responsável pelas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, que integram a plataforma de trilhos da Motiva. O executivo passa a liderar a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/viamobilidade-trem-linhas-8-9-Credito-Divulgacao-ViaMobildiade-1900px-1024x683-1-e1779871978669.jpg?fit=800%2C534&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Everton Trindade assume comando da concessão com foco em operação, manutenção e segurança de duas das principais linhas metropolitanas de São Paulo</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ViaMobilidade anunciou a nomeação de Everton Trindade como novo diretor responsável pelas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, que integram a plataforma de trilhos da Motiva. O executivo passa a liderar a operação das duas linhas, que juntas transportam mais de 800 mil passageiros por dia na Região Metropolitana de São Paulo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a concessionária, a mudança faz parte da estratégia de aprimoramento da operação ferroviária, com foco na segurança operacional, na manutenção dos ativos e na melhoria da experiência dos usuários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Everton Trindade possui mais de duas décadas de atuação no setor ferroviário, com experiência em operações de transporte de cargas e passageiros. Ao longo da carreira, trabalhou em empresas do Rio de Janeiro, entre elas o MetrôRio e a SuperVia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Engenheiro civil de formação, o novo diretor também possui especializações nas áreas de transporte ferroviário de cargas, gestão de negócios do transporte, inovação e liderança em gestão de projetos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a ViaMobilidade, a chegada do executivo reforça o compromisso da concessionária com a modernização da operação e a busca por maior eficiência na prestação do serviço nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>ARTESP aprova recomendação para incluir novas alças de acesso na Rodovia Ayrton Senna em Itaquaquecetuba (SP)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/08/artesp-aprova-recomendacao-para-incluir-novas-alcas-de-acesso-na-rodovia-ayrton-senna-em-itaquaquecetuba-sp/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:00:54 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Investimento será incorporado ao contrato de concessão da Ecovias Leste Paulista; medida prevê reequilíbrio econômico-financeiro por meio da prorrogação do prazo contratual YURI SENA O Conselho Diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) aprovou, por unanimidade, a recomendação para inclusão da implantação de novas alças de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="828" height="437" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/270cdb8e-5dc5-41c2-a0bd-17674aff600d.jpg?fit=828%2C437&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/270cdb8e-5dc5-41c2-a0bd-17674aff600d.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/270cdb8e-5dc5-41c2-a0bd-17674aff600d.jpg?resize=300%2C158&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/270cdb8e-5dc5-41c2-a0bd-17674aff600d.jpg?resize=150%2C79&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/270cdb8e-5dc5-41c2-a0bd-17674aff600d.jpg?resize=768%2C405&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/270cdb8e-5dc5-41c2-a0bd-17674aff600d.jpg?resize=400%2C211&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> <p><em>Investimento será incorporado ao contrato de concessão da Ecovias Leste Paulista; medida prevê reequilíbrio econômico-financeiro por meio da prorrogação do prazo contratual</em></p>
<p><em><strong>YURI SENA</strong></em></p>
<p>O Conselho Diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) aprovou, por unanimidade, a recomendação para inclusão da implantação de novas alças de acesso na região do km 34 da Rodovia Ayrton Senna da Silva (SP-070), em Itaquaquecetuba (SP), no Contrato de Concessão nº 006/ARTESP/2009, administrado pela Ecovias Leste Paulista.</p>
<p>A deliberação foi tomada durante a 1202ª Reunião Ordinária do Conselho Diretor, no âmbito do Processo SEI nº 134.00024552/2023-47, de interesse da concessionária.</p>
<p>Com a decisão, a ARTESP recomenda ao Poder Concedente a incorporação do investimento ao contrato de concessão. Segundo a agência, a inclusão das novas obras gera um desequilíbrio econômico-financeiro contratual estimado em R$ 1.061.039,27, em Valor Presente Líquido (VPL), com valores de julho de 2008.</p>
<p>Atualizado para o 17º ano do contrato e considerando valores de julho de 2025, o montante passa a R$ 16.633.485,69, conforme os estudos técnicos anexados ao processo.</p>
<p>O Conselho Diretor também reconheceu que o reequilíbrio em favor da concessionária deverá ocorrer por meio da prorrogação do prazo de vigência do contrato de concessão, conforme decisão já adotada pelo Poder Concedente.</p>
<p>Além disso, foi determinada às áreas técnicas da ARTESP a adoção das providências necessárias para formalizar a inclusão das obras por meio de um Termo Aditivo Modificativo, que será incorporado ao Contrato de Concessão nº 006/ARTESP/2009.</p>
<p>A deliberação foi aprovada por unanimidade pelos membros presentes na reunião do Conselho Diretor da agência reguladora.</p>
<p><em><strong>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Ainda sem marcar licitação das linhas da Transwolff, prefeitura de São Paulo abre chamamento para registro de preços de peças de ônibus e vans do Atende</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:16:28 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[TCM analisa proposta de edital de concessão de linhas: malha de linhas da empresa pode ficar 20% menor e frota deve ser reduzida em 400 ônibus ADAMO BAZANI Colaborou Yuri Sena A SPTrans (São Paulo Transporte), por meio da coordenação da caducidade dos contratos de serviços de transporte público lotes D10/D11, referentes às linhas correspondentes [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="512" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/a33f3633-3f2a-4cfd-b9a3-04431a4283d9-e1783508985635.jpg?fit=800%2C512&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>TCM analisa proposta de edital de concessão de linhas: malha de linhas da empresa pode ficar 20% menor e frota deve ser reduzida em 400 ônibus</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Yuri Sena</em></strong></p>
<p>A SPTrans (São Paulo Transporte), por meio da coordenação da caducidade dos contratos de serviços de transporte público lotes D10/D11, referentes às linhas correspondentes às operações da Transwolff, na zona Sul da capital paulista, abriu um processo de registo de preços de peças de ônibus urbanos e vans do Atende.</p>
<p>O procedimento ocorre porque desde 09 de abril de 2024, após deflagração da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo, que investiga possíveis ligações de parte do transporte público da cidade com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), a Transwolff está sob intervenção da SPTrans, gerenciadora da prefeitura.</p>
<p>De acordo com a publicação oficial desta quarta-feira, 08 de julho de 2026, vão ser classificadas como vencedoras as empresas que oferecerem os menores preços para manutenção destas vans e ônibus.</p>
<p>As peças e componentes devem ser para veículos das marcas Mercedes-Benz ou Volkswagen, que compõem a frota da Transwolff.</p>
<p>A concorrência é necessária porque a licitação que vai definir quais empresas vão operar as linhas não foi marcada ainda.</p>
<p>Como tinha mostrado o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> a prefeitura enviou uma proposta de edital de concorrência para a concessão das linhas para o TCM (Tribunal de Contas do Município).</p>
<p>O prefeito Ricardo Nunes falou ao editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, que deve haver uma divisão entre os lotes operacionais D10 e D 11.</p>
<p>Ainda de acordo com Nunes, a rede de linhas da Transwolff, hoje em 111 ligações, deve ter redução de 20%, mas não haverá redução de oferta, porque antes da licitação, parte das linhas com sobreposição será repassada para outras empresas de ônibus que já operam a região, como Mobibrasil, Campo Belo, KBPX e Metrópole Paulista.</p>
<p>A frota atual, de cerca de 1,2 mil coletivos deve ser reduzida em 400 ônibus, passando, assim, para 800 veículos.</p>
<p>As linhas da Transwolff chegaram a quase ser transferidas para a empresa Sancetur (San, da família Chedid, do interior de São Paulo, mas diante do quadro de divisão entre sistemas dentro da própria Transwolff (direção central, ex-cooperados que prestam serviços e funcionários CLT), a companhia desistiu.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="PajZMiT2Ld"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/22/entrevista-rede-de-linhas-da-transwolff-vai-ficar-20-menor-e-frota-vai-cair-de-12-mil-para-800-onibus-com-licitacao-diz-nunes/">RESPOSTA AO DIÁRIO DO TRANSPORTE: Rede de linhas da Transwolff vai ficar 20% menor e frota vai cair de 1,2 mil para 800 ônibus com licitação, diz Nunes</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“RESPOSTA AO DIÁRIO DO TRANSPORTE: Rede de linhas da Transwolff vai ficar 20% menor e frota vai cair de 1,2 mil para 800 ônibus com licitação, diz Nunes” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/22/entrevista-rede-de-linhas-da-transwolff-vai-ficar-20-menor-e-frota-vai-cair-de-12-mil-para-800-onibus-com-licitacao-diz-nunes/embed/#?secret=K3oubjKi07#?secret=PajZMiT2Ld" data-secret="PajZMiT2Ld" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-523379" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/d4d8ba11-7b10-46e2-93d9-46138f4f7b5a.jpg?resize=828%2C673&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="673" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/d4d8ba11-7b10-46e2-93d9-46138f4f7b5a.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/d4d8ba11-7b10-46e2-93d9-46138f4f7b5a.jpg?resize=300%2C244&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/d4d8ba11-7b10-46e2-93d9-46138f4f7b5a.jpg?resize=150%2C122&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/d4d8ba11-7b10-46e2-93d9-46138f4f7b5a.jpg?resize=768%2C624&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/d4d8ba11-7b10-46e2-93d9-46138f4f7b5a.jpg?resize=400%2C325&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-523380" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1e73221a-78e6-495c-ba36-d759991288c3.jpg?resize=828%2C567&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="567" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1e73221a-78e6-495c-ba36-d759991288c3.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1e73221a-78e6-495c-ba36-d759991288c3.jpg?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1e73221a-78e6-495c-ba36-d759991288c3.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1e73221a-78e6-495c-ba36-d759991288c3.jpg?resize=768%2C526&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1e73221a-78e6-495c-ba36-d759991288c3.jpg?resize=400%2C274&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Ônibus tomba na BR-040 deixa feridos e provoca lentidão na Grande Belo Horizonte nesta quarta-feira (8)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/08/onibus-tomba-na-br-040-deixa-feridos-e-provoca-lentidao-na-grande-belo-horizonte-nesta-quarta-feira-8/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:30:18 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coletivo da linha 319 tombou na altura de Ribeirão das Neves; equipes de resgate e da concessionária atuaram no atendimento às vítimas YURI SENA Um acidente envolvendo um ônibus do transporte coletivo mobilizou equipes de resgate na manhã desta quarta-feira, 8 de junho de 2026, na BR-040, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O coletivo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="788" height="548" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/099af18a-be23-4230-8862-0e4379fd7cae.jpg?fit=788%2C548&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/099af18a-be23-4230-8862-0e4379fd7cae.jpg?w=788&amp;ssl=1 788w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/099af18a-be23-4230-8862-0e4379fd7cae.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/099af18a-be23-4230-8862-0e4379fd7cae.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/099af18a-be23-4230-8862-0e4379fd7cae.jpg?resize=768%2C534&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/099af18a-be23-4230-8862-0e4379fd7cae.jpg?resize=400%2C278&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 788px) 100vw, 788px" /> <p><em>Coletivo da linha 319 tombou na altura de Ribeirão das Neves; equipes de resgate e da concessionária atuaram no atendimento às vítimas</em></p>
<p><em><strong>YURI SENA</strong></em></p>
<p>Um acidente envolvendo um ônibus do transporte coletivo mobilizou equipes de resgate na manhã desta quarta-feira, 8 de junho de 2026, na BR-040, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O coletivo tombou na pista no sentido Sete Lagoas, nas proximidades do acesso a Ribeirão das Neves.</p>
<p>O veículo operava a linha 319 (Veneza/Lagoinha via San Genaro). Conforme as primeiras informações divulgadas pelas equipes que atuaram na ocorrência, 16 ocupantes sofreram ferimentos leves e foram atendidos após o acidente.</p>
<p>O atendimento contou com a participação do Corpo de Bombeiros, da concessionária Via Cristais, responsável pela administração do trecho, e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que coordenou a segurança viária e o fluxo de veículos.</p>
<p>O tombamento provocou reflexos no trânsito durante o início da manhã.</p>
<p>Motoristas enfrentavam cerca de quatro quilômetros de congestionamento no sentido Sete Lagoas, enquanto os trabalhos de atendimento e remoção do veículo eram realizados.</p>
<p>As circunstâncias que levaram ao acidente ainda serão investigadas pelas autoridades.</p>
<p><em><strong>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>ENMU aponta baixa diversidade de fontes para bancar transportes. Até que ponto vetos de Lula podem prejudicar modelos do próprio Ministério das Cidades?</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/08/enmu-aponta-baixa-diversidade-de-fontes-para-bancar-transportes-ate-que-ponto-vetos-de-lula-podem-prejudicar-modelos-do-proprio-ministerio-das-cidades/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:25:06 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estudo ainda reforça necessidade de melhorias em contratos, como especialista Liana Variani já havia levantado ao Diário do Transporte. Para estudo, modelo de financiamento deve se apoiar em regularização operacional ADAMO BAZANI Os transportes públicos em grande parte do País, com raríssimas exceções, não satisfazem aos passageiros, não trazem o mesmo retorno aos investidores privados [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-05-at-18.29.01-1.jpeg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-05-at-18.29.01-1.jpeg?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-05-at-18.29.01-1.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-05-at-18.29.01-1.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-05-at-18.29.01-1.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-05-at-18.29.01-1.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-05-at-18.29.01-1.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Estudo ainda reforça necessidade de melhorias em contratos, como especialista Liana Variani já havia levantado ao <strong>Diário do Transporte</strong>. Para estudo, modelo de financiamento deve se apoiar em regularização operacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Os transportes públicos em grande parte do País, com raríssimas exceções, não satisfazem aos passageiros, não trazem o mesmo retorno aos investidores privados que no passado e têm gerado cada vez mais ônus que bônus à imagem política dos administradores públicos.</p>
<p>Uma das principais razões disso, dentre os mais variados fatores, está na questão do custeio dos serviços.</p>
<p>O Marco Legal do Transporte Coletivo deve trazer avanços quanto a isso, mas vetos do presidente Luís Inácio Lula da Silva impedem ou dificultam medidas sugeridas pelo Ministério das Cidades da própria gestão.</p>
<p>É o que tem sido possível verificar no ENMU (Estudo Nacional de Mobilidade Urbana), desenvolvido pelo Ministério das Cidades e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que enumerou 187 projetos para melhorar os transportes nas 21 maiores regiões metropolitanas do País, com um milhão ou mais de habitantes.</p>
<p>O editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, com os jornalistas Arthur Ferrari, Yuri Sena e Vinícius de Oliveira, têm se debruçado sobre o ENMU, trazendo diferentes abordagens e ouvindo especialistas e agentes diretamente envolvidos na execução e gestão da mobilidade, com foco em diversas áreas para ajudar na discussão, como Sergio Avelleda, Liana Variani, Ricardo Nunes e Milena Braga Romano, que respondem tanto pela visão técnico-acadêmica; jurídica, de gestão pública; e de operação e indústria; respectivamente.</p>
<p>Para achar a cura, antes, foi necessário diagnosticar o paciente. E a conclusão não poderia ter sido outra: os transportes coletivos no Brasil vivem doenças crônicas, de há muito tempo, mas que se agravaram agora.</p>
<p>O pior é que os sintomas são sentidos pelo cidadão em geral: tarifas altas, linhas defasadas, demora nas paradas e estações, superlotação e perda de tempo e qualidade de vida. O assunto é tão técnico quanto humano e pessoal.</p>
<p>Na questão de quem paga a conta do transporte e de quanto é essa conta, o diagnóstico principal do ENMU é a <strong><em>“baixa diversificação das fontes de recursos”. </em></strong></p>
<p>Em outras palavras, a grande parte do custeio vem apenas das tarifas pagas pelos passageiros e por subsídios injetados diretamente pelo poder público.</p>
<p>Ocorre que, do jeito que está a situação, passageiros e cofres públicos estão subsidiando a ineficiência e até mesmo a falta de transparência.</p>
<p>Outro diagnóstico sobre o tema, de acordo com o ENMU, é a <strong>“ausência de estrutura garantidora dedicada à mobilidade em quase todas as RMs (Regiões Metropolitanas)”</strong> que foram pesquisadas.</p>
<p>Ou seja, nem estados, nem municípios e sequer a União, possuem quadros e departamentos técnicos que se debrucem para encontrar os melhores modelos de financiamento da mobilidade urbana.</p>
<p>O ENMU, ainda aponta como recomendável e ideal, tanto para implantação de obras como para custeio das operações, o modelo de financiamento que se apoie <strong><em>“em regularização operacional”</em></strong> e continua o diagnóstico: <strong><em>“a integração operacional depende de governança metropolitana estável; a governança só adquire eficácia quando se traduz em contratos, tarifas e fluxos de receita coerentes” </em></strong>– diz trecho da conclusão.</p>
<p>E é neste ponto que os assuntos começam a se <strong><em>entrelaçar,</em></strong> evidenciando a cobertura especial do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p>O apoiar-se em regularização operacional tem relação direta com a necessidade de modernização dos contratos, como já tinha comentado a advogada especialista em direito empresarial e segurança jurídica, a Adamo Bazani, Liana Variani.</p>
<p><strong><em>“Tudo começa por um bom contrato. Não adianta apenas ter recursos, ter fontes de financiamento sem uma modelagem jurídica adequada. Com o novo marco legal do transporte coletivo, mesmo mantendo os vetos do presidente Lula, muita coisa poderá sair mais rapidamente do papel, mas muita coisa também já pode ser feita. Devem haver, nas gestões públicas e privadas, quadros técnicos que tenham a capacidade de desenhar a modelagem mais adequada para cada sistema, mas seguindo um padrão nacional, e que garanta segurança jurídica e institucional” – </em></strong>resume Liana Variani.</p>
<p><strong><u>MODELO DE GOVERNANÇA E CONTRASSENSO DE VETO:</u></strong></p>
<p>Para desenhar a modelagem, é necessário saber quais os caminhos possíveis.</p>
<p>E o ENMU aponta para as possibilidades de criação de um modelo estruturante que conta, entre outros itens, com a necessidade de fontes extratarifárias e fundos dedicados ao financiamento da mobilidade urbana.</p>
<p>Entretanto, um dos aspectos apontados pelo próprio BNDES pelo Ministério das Cidades, pode ser dificultado com um veto do presidente Luís Inácio Lula da Silva ao PL (Projeto de Lei) nº 3.278/2021, que deu origem a lei nº 15.432/2026, que instituiu o Marco Legal do Transporte Coletivo.</p>
<p>Foi justamente o artigo que previa estruturas interfederativas, subnacionais, que criariam autoridades metropolitanas de gestão de transportes com supervisão ou participação da União.</p>
<p>A gestão Lula, nas razões de veto, argumenta que o dispositivo faria com que a União invadisse uma competência de gestão de transportes que é papel dos Estados e Municípios. Tal invasão, pelo argumento da gestão Lula, é inconstitucional.</p>
<p>Mas o próprio BNDES e o Ministério das Cidades apontam, entre as medidas estruturantes no eixo financiamento, “<strong><em>Instituir Fundo Metropolitano de Mobilidade Urbana em cada RM (com patrimônio segregado e governança interfederativa”,</em></strong> que teria, logo, uma relação com outra medida: Criar e capitalizar o Fundo Nacional de Mobilidade Urbana.</p>
<p>Assim, as estruturas e os modelos que foram vetados por Lula, facilitariam a interface entre estes dois fundos, caso a União participasse dessa gestão compartilhada e interfederativa.</p>
<p><u>O VETO E AS RAZÕES:</u></p>
<p><strong><em><u>Parágrafo único do art. 2º do Projeto de Lei</u></em></strong></p>
<p><strong><em>“Parágrafo único. Cabe à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, de forma compartilhada e no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas necessárias para assegurar esse direito e organizar os serviços em rede única, intermodal, acessível, abrangente e integrada, de forma que as particularidades e necessidades em cada Município sejam consideradas.”</em></strong></p>
<p><strong><em><u>Razões do veto</u></em></strong></p>
<p><strong><em>“A proposta é inconstitucional e contraria o interesse público, uma vez que impõe dever à União de adotar medidas para assegurar serviços de titularidade local, o que ensejaria a criação de despesa sem a identificação da correspondente transferência de recursos financeiros necessários ao seu custeio, de modo a  violar a autonomia financeira da União, em desacordo com o disposto no art. 167, § 7º, da Constituição, no art. 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, nos art. 16 e art. 17 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, e nos art. 140, art. 142, caput, inciso V, e art. 143 da Lei nº 15.321, de 31 de dezembro de 2025.”</em></strong></p>
<p><strong><em>Ouvido, o Ministério da Fazenda manifestou-se pelo veto ao seguinte dispositivo do Projeto de Lei:</em></strong></p>
<ul>
<li><strong><em><u>1º do art. 10 do Projeto de Lei</u></em></strong></li>
</ul>
<p><strong><em>“§ 1º Na hipótese de designação de entidade reguladora, o titular dos serviços poderá estabelecer mecanismos de independência decisória e autonomia administrativa, orçamentária e financeira.”</em></strong></p>
<p><strong><em><u>Razões do veto</u></em></strong></p>
<p><strong><em>“A proposição legislativa contraria o interesse público e é inconstitucional, pois não estabelece requisitos claros sobre a hipótese de constituição e designação de entidade reguladora, de modo a gerar imprecisões e insegurança jurídica.</em></strong></p>
<p><strong><em>Ademais, ao prever a possibilidade de designação de entidade reguladora dotada de independência decisória e autonomia administrativa, orçamentária e financeira, ensejaria a criação de despesa sem a identificaçãoda correspondente transferência de recursos financeiros necessários ao seu custeio, em desacordo com o disposto no art. 167, § 7º, da Constituição, no art. 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, nos art. 16 e art. 17 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, e nos art. 140, art. 142, caput, inciso V, e art. 143 da Lei nº 15.321, de 31 de dezembro de 2025”.</em></strong></p>
<p><u>AS MEDIDAS ESTRUTURANTES APONTADAS PELO ENMU DA PRÓPRIA GESTÃO LULA:</u></p>
<p><strong>Eixo Medidas estruturantes: Financiamento &#8211; </strong></p>
<ul>
<li><strong> Instituir Fundo Metropolitano de Mobilidade Urbana em cada RM (com patrimônio segregado e governança interfederativa). </strong></li>
<li><strong> Estruturar mecanismo pagador metropolitano com contas vinculadas. </strong></li>
<li><strong> Estruturar fundo garantidor metropolitano dedicado (ou camada dentro de fundo setorial). </strong></li>
<li><strong> Ativar portfólio de receitas extra tarifárias e fontes alternativas de recursos para o financiamento de investimentos e custeio do transporte público. </strong></li>
<li><strong> Contratar garantias em múltiplas camadas com acionamento sequencial. </strong></li>
<li><strong> Criar e capitalizar o Fundo Nacional de Mobilidade Urbana</strong></li>
</ul>
<p><strong><u>GRATUIDADES SEM CONTRAPARTIDAS E OUTRO CONTRASSENSO DE VETO:</u></strong></p>
<p>Outro ponto abordado pelo Estudo do BNDES e do Ministério das Cidades, que pouco é debatido pelo clamor social e midiático, mas influencia e muito a questão das tarifas altas para os passageiros pagantes, é o crescimento nos últimos anos de gratuidades nos ônibus, trens e metrôs, sem as devidas contrapartidas.</p>
<p><strong><em>Adicionalmente, ao longo das últimas décadas a expansão progressiva de gratuidades obrigatórias no transporte público – incluindo o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003), políticas para estudantes e pessoas com deficiência – ampliou a base de usuários isentos sem criação de uma correspondente fonte de recursos, agravando a pressão sobre o equilíbrio econômico-financeiro dos sistemas (ponto desenvolvido no capítulo 5 e relatório Fontes Alternativas de Recursos (E2) – diz o estudo do Ministério das Cidades.</em></strong></p>
<p>Mas um veto de Lula ao Marco Legal do Transporte dificulta o financiamento da União sobre custos de gratuidades gerados por leis federais, o que inviabiliza, em parte, o apontamento do próprio Ministério das Cidades, sob justificativa, do Governo Federal, de não comprometer as contas públicas a e LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal.</p>
<p><strong><em><u>Art. 38 do Projeto de Lei, na parte em que acrescenta o inciso XV ao caput do art. 16 da Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012</u></em></strong></p>
<p><strong><em>“XV – subsidiar as tarifas de transporte público coletivo de passageiros urbano e de caráter urbano, nos casos previstos em lei federal.”</em></strong></p>
<p><strong><em><u>Razões do veto</u></em></strong></p>
<p><strong><em>“A proposição é inconstitucional e contraria o interesse público, pois, ao atribuir à União a responsabilidade pelo subsídio das tarifas de transporte público coletivo urbano e de caráter urbano, imporia dever à União  de adotar medidas para assegurar serviços que são de titularidade de outros entes, o que ensejaria a criação de despesa sem a identificação da correspondente transferência de recursos financeiros necessários ao seu custeio, de modo a violar a autonomia financeira da União, em desacordo com o disposto no art. 167, § 7º, da Constituição, no art. 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, nos art. 16 e art. 17 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, e nos art. 140, art. 142, caput, inciso V, e art. 143 da Lei nº 15.321, de 31 de dezembro de 2025.”</em></strong></p>
<p><strong><u>NÃO SOMENTE TER DINHEIRO, MAS TER MODELOS DE CONTRATOS:</u></strong></p>
<p>O ENMU confirma a matéria do criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, com Arthur Ferrari, Yuri Sena e Vinícius de Oliveira, premiada pela FETPESP (Federação Estadual das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo), com o ponto alertado pela especialista em direito empresarial e segurança jurídica, Liana Variani: Não basta somente ter recursos se não houver contratos seguros e estruturação de modelos flexíveis, mas que mantenham a essência ao longo do tempo</p>
<p>Veja o que diz o ENMU:</p>
<p><strong><em>Como resultado dos levantamentos realizados, verifica-se que essas questões são estruturais e de natureza nacional, afetando todas as regiões metropolitanas com intensidade variável. Mais recursos para o TPC não garantem por si só maior eficiência das redes, é necessário construir um modelo de financiamento e garantias adequado. As subseções a seguir organizam a análise em três blocos: as Boas Práticas de financiamento e garantias observadas no Brasil e no exterior; o Modelo Ideal proposto pelo Estudo, estruturado em três camadas complementares; e a Situação Atual e Principais Desafios. </em></strong>– diz a conclusão do trabalho.</p>
<p>Para isso, o estudo mostra cinco passos que devem ser conjugados, mas que precisam ter, além de fontes legais e alternativas às passagens e subsídios diretos, modelagens com a participação de diversas gestões, inclusive no nível federal, por isso, o veto de Lula quanto as gratuidades advindas de leis federais causa preocupação:</p>
<p><strong>Em síntese, as boas práticas em financiamento e garantias observadas nas RMs indicam um caminho comum:</strong></p>
<p><strong>1 Combinar tarifas com subsídios bem desenhados;</strong></p>
<p><strong>2 Ampliar, onde possível, a contribuição de usuários do automóvel e beneficiários indiretos;</strong></p>
<p><strong>3 Explorar de forma mais ativa receitas extratarifárias;</strong></p>
<p><strong>4 Estruturar financiamentos de longo prazo com apoio de bancos de fomento;</strong></p>
<p><strong>5 Organizar fluxos financeiros em fundos, contas segregadas e câmaras de compensação;</strong></p>
<p><strong>6 Ancorar PPPs em garantias sólidas e transparentes.</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-523350" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-EMNUF.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-EMNUF.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-EMNUF.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-EMNUF.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-EMNUF.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-EMNUF.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-EMNUF.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, 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<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-523357" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-EMNUF.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-EMNUF.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-EMNUF.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-EMNUF.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-EMNUF.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-EMNUF.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-EMNUF.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-EMNUF.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/6-EMNUF.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-523359" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-EMNUF.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-EMNUF.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-EMNUF.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-EMNUF.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-EMNUF.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-EMNUF.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-EMNUF.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-EMNUF.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-EMNUF.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-523360" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-EMNUF.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-EMNUF.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-EMNUF.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-EMNUF.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-EMNUF.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-EMNUF.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-EMNUF.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-EMNUF.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/8-EMNUF.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>Entre os diferentes focos que o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> tem dado ao ENMU (Estudo Nacional de Mobilidade) estão:</p>
<p>&#8211; Apresentação Geral do Projeto</p>
<p>&#8211; A necessidade de gestões metropolitanas e a falta de redes plenamente consolidadas, com o especialista e ex-secretário de transportes da cidade de São Paulo e presidente do Metrô de São Paulo, Sergio Avelleda</p>
<p>&#8211; O diagnóstico da segurança jurídica e as oportunidades de modernizações de contratos para concretização de todos estes investimentos; atualização dos serviços e flexibilidade para melhoria dos atendimentos a população com a advogada especializada em direito empresarial, Liana Variani</p>
<p>&#8211; A falta de transparência na gestão de dados de arrecadação, bilhetagem eletrônica e das informações sobre cumprimento de metas.</p>
<p>&#8211; Eletrificação de ônibus e expansão das redes de trilhos: redução de custos operacionais são o resultado já vivido, mas há desafios, como produção nacional que precisa ser ampliada e capacidade limitada de infraestrutura, como prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes; e a diretora-presidente da fabricante brasileira de tecnologia para ônibus elétricos, Eletra Industrial, Milena Braga Romano.</p>
<p>&#8211; A carência de mais alternativas de financiamentos aos projetos de obras e custeio da operação de transportes públicos, recaindo tudo ainda sobre as costas dos passageiros e as contas dos subsídios diretos, o que deixa as passagens caras e os serviços insatisfatórios, além dos impactos negativos dos vetos do presidente Luís Inácio Lula da Silva a pontos do Marco Legal do Transporte Público. Além disso, a questão contratual também volta à tona, com o diagnóstico de que não basta apenas ter mais recursos se não houver modelagens econômicas, contratuais e de operação condizentes com cada realidade metropolitana e local, porém, superando o desafio de seguir padrões nacionais, tudo com clareza e transparente, o que é explicado novamente por Liana Variani.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Falha em trólebus afeta circulação no corredor de Santo André no ABC Paulista na manhã desta quarta-feira (8)</title>
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    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:10:50 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ocorrência foi registrada nas proximidades do Terminal Santo André Leste e provocou fila de veículos durante o atendimento da manutenção YURI SENA Uma falha envolvendo um trólebus afetou a circulação dos veículos do corredor de ônibus elétricos na manhã desta quarta-feira, 8 de julho de 2026, nas proximidades do Terminal Santo André Leste, no ABC [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="603" height="387" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/04e3a429-60b0-4208-a57f-bd398274a650.jpg?fit=603%2C387&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/04e3a429-60b0-4208-a57f-bd398274a650.jpg?w=603&amp;ssl=1 603w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/04e3a429-60b0-4208-a57f-bd398274a650.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/04e3a429-60b0-4208-a57f-bd398274a650.jpg?resize=150%2C96&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/04e3a429-60b0-4208-a57f-bd398274a650.jpg?resize=400%2C257&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 603px) 100vw, 603px" /> <p><em>Ocorrência foi registrada nas proximidades do Terminal Santo André Leste e provocou fila de veículos durante o atendimento da manutenção</em></p>
<p><em><strong>YURI SENA</strong></em></p>
<p>Uma falha envolvendo um trólebus afetou a circulação dos veículos do corredor de ônibus elétricos na manhã desta quarta-feira, 8 de julho de 2026, nas proximidades do Terminal Santo André Leste, no ABC Paulista.</p>
<p>O problema ocorreu após um dos trólebus apresentar uma ocorrência na rede aérea de alimentação elétrica, possivelmente depois que o braço coletor do veículo enroscou na fiação. A situação impediu a passagem dos demais veículos, formando uma fila de trólebus na Avenida Antônio Cardoso.</p>
<p>Em outro ponto do corredor, nas imediações do Viaduto Presidente Castelo Branco, um segundo trólebus ficou imobilizado, contribuindo para os impactos na operação. Equipes de manutenção foram acionadas para retirar o veículo e liberar a via.</p>
<p>Segundo informações atribuídas à Artesp, após a remoção do trólebus parado sob o viaduto, a circulação começou a ser restabelecida gradualmente. No entanto, ainda havia fila de veículos nas proximidades do terminal durante o atendimento da ocorrência.</p>
<p><em><strong>Yuri Sena, para o Diário do Transporte.</strong></em></p>
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