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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Buser vai ter de indenizar família porque viagem foi feita em ônibus de categoria inferior</title>
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    <pubDate>Tue, 26 May 2026 21:13:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[É mais uma decisão judicial que entende que mesmo que haja falha da “empresa de fretamento parceira”, a responsabilidade é compartilhada e plataforma online “intermediadora” precisa responder também ADAMO BAZANI O aplicativo de ônibus rodoviário Buser foi condenado pela 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a pagar uma indenização no [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="821" height="455" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/semileito.jpg?fit=821%2C455&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/semileito.jpg?w=821&amp;ssl=1 821w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/semileito.jpg?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/semileito.jpg?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/semileito.jpg?resize=768%2C426&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/semileito.jpg?resize=400%2C222&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 821px) 100vw, 821px" /> <p><em>É mais uma decisão judicial que entende que mesmo que haja falha da “empresa de fretamento parceira”, a responsabilidade é compartilhada e plataforma online “intermediadora” precisa responder também</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O aplicativo de ônibus rodoviário Buser foi condenado pela 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a pagar uma indenização no valor de R$ 5.799,00 porque foi enviado para fazer a viagem um ônibus de categoria inferior à paga por estes passageiros.</p>
<p>A informação é do próprio TJMG nesta terça-feira, 26 de maio de 2026.</p>
<p>É mais uma decisão judicial que entende que mesmo que haja falha da “empresa de fretamento parceira”, a responsabilidade é compartilhada e plataforma online “intermediadora” precisa responder também.</p>
<p>Em resposta ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a Buser disse que lamenta e que não é prática da plataforma online. O aplicativo informou ainda que vai recorrer <strong>– Veja abaixo a resposta na íntegra.</strong></p>
<p>De acordo com o TJMG, a decisão unânime sem recurso na Justiça estadual, da 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) reformou parcialmente sentença da Comarca de Belo Horizonte para elevar a indenização por danos morais, de R$ 5 mil para R$ 8 mil, para cada consumidor. Os danos materiais, de R$ 800, foram mantidos.</p>
<p><strong>Ônibus diferente</strong></p>
<p>A família relatou, na ação, que comprou cinco passagens no aplicativo para uma viagem em ônibus semileito da Capital mineira ao litoral fluminense. No momento do embarque, os passageiros descobriram que o ônibus era de categoria inferior.</p>
<p>Durante o trajeto, infiltrações provocaram a quebra do vidro traseiro, com estilhaços chegando a ferir passageiros. Por isso, segundo a família, foi preciso esperar por cinco horas em um posto de combustíveis até a chegada de outro ônibus.</p>
<p><strong>Intermediação</strong></p>
<p>A plataforma alegou que realiza somente a venda de reserva de viagens, não sendo responsável pelos vícios no serviço de transporte oferecido por empresas especializadas.</p>
<p>O juízo de 1ª Instância julgou procedentes os pedidos iniciais e condenou a empresa a pagar R$ 5 mil, para cada autor, a título de indenização por dano moral, e R$ 799,50 a título de indenização por danos materiais. Com isso, o aplicativo de viagem de ônibus recorreu.</p>
<p>O relator do caso, desembargador Luís Eduardo Alves Pifano, entendeu que a empresa lucra com a venda de passagens e integra a cadeia de consumo, devendo responder pelos danos decorrentes da prestação defeituosa do serviço:</p>
<p><strong><em>“As provas são suficientes para gerar convencimento inequívoco do dano moral causado aos autores, visto que houve falha grave na prestação do serviço e configura situação de extrema aflição, risco à integridade física e prejuízo patrimonial, circunstâncias que autorizam a reparação tanto material quanto moral.” </em></strong></p>
<p><strong>Menores de idade</strong></p>
<p>O desembargador também aceitou o pedido de liberação imediata dos valores fixados em favor dos passageiros menores de idade. Conforme o Código Civil, o pai e a mãe, no exercício do poder familiar, são usufrutuários dos bens dos filhos e administradores de seu patrimônio, excluídas as hipóteses das ressalvas legais.</p>
<p><strong><em>“Trata-se de verba compensatória que deve servir de imediato ao bem-estar do menor, sob administração de seus representantes legais”,</em></strong> argumentou o magistrado.</p>
<p>Os desembargadores João Cancio e Sérgio André da Fonseca Xavier votaram de acordo com o relator.</p>
<p><strong><u>NOTA DA BUSER:</u></strong></p>
<p><strong><em>A Buser lamenta os transtornos ocorridos na viagem mencionada, que não condizem com a experiência que queremos oferecer aos nossos usuários. Importante destacar que no modelo de fretamento colaborativo da Buser, as viagens são realizadas por veículos de empresas parceiras, todas comprometidas com protocolos de qualidade e segurança. </em></strong></p>
<p><strong><em>A Buser informa que respeita a decisão da 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e reforça seu compromisso de acompanhar continuamente a qualidade dos serviços prestados pelas empresas parceiras, bem como em oferecer suporte necessário aos passageiros em todas as rotas.</em></strong></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>SuperVia altera operações nos trilhos do Rio de Janeiro para jogos da Copa Libertadores nesta terça e quarta-feira (26 e 27)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/26/supervia-altera-operacoes-nos-trilhos-do-rio-de-janeiro-para-jogos-da-copa-libertadores-nesta-terca-e-quarta-feira-26-e-27/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 26 May 2026 21:00:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Maracanã será palco das partidas Flamengo x Cusco e Fluminense x La Guaira VINÍCIUS DE OLIVEIRA Os torcedores que forem assistir ao jogo entre Flamengo x Cusco, amanhã (26/05), no Maracanã, pela Libertadores, poderão contar com programação especial dos trens. Para a ida, haverá reforço nas partidas de Japeri, Santa Cruz e Saracuruna, com destino [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/08/supervia-estacao-deodoro-e1692908487677.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Maracanã será palco das partidas Flamengo x Cusco e Fluminense x La Guaira</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>Os torcedores que forem assistir ao jogo entre Flamengo x Cusco, amanhã (26/05), no Maracanã, pela Libertadores, poderão contar com programação especial dos trens.</p>
<p>Para a ida, haverá reforço nas partidas de Japeri, Santa Cruz e Saracuruna, com destino à Central do Brasil. Entre 18h e 20h, os trens procedentes desses locais irão circular com intervalo médio de 15 minutos.</p>
<p>Após o fim da partida, haverá viagens para Santa Cruz, Japeri e Saracuruna, a partir da estação Maracanã. Confira os horários abaixo:</p>
<p>Santa Cruz (parador): 23h55, 00h10, 00h25, 00h40 (intervalo de 15 minutos)</p>
<p>Japeri (expresso): 23h54, 00h09, 00h24, 00h39 (intervalo de 15 minutos)</p>
<p>Saracuruna (parador): 00h, 00h20 e 00h40 (intervalo de 20 minutos)</p>
<p>A SuperVia lembra que a estação Maracanã estará aberta para embarque até 00h25. As demais estações estarão disponíveis apenas para desembarque.</p>
<p><strong>Fluminense x La Guaira</strong></p>
<p>Na quarta-feira (27/05), os torcedores que forem assistir ao jogo entre Fluminense x La Guaira, no Maracanã, também pela Copa Libertadores, poderão contar com programação especial dos trens.</p>
<p>Para a ida, haverá reforço nas partidas de Japeri, Santa Cruz e Saracuruna, com destino à Central do Brasil. Entre 18h e 20h, os trens procedentes desses locais irão circular com intervalo médio de 15 minutos.</p>
<p>Após o fim da partida, serão viagens para Santa Cruz, Japeri e Saracuruna, a partir da estação Maracanã. Confira os horários abaixo:</p>
<p>Santa Cruz (parador): 23h55, 00h10, 00h25 e 00h40 (intervalo de 15 minutos)</p>
<p>Japeri (expresso): 23h54, 00h09, 00h24 e 00h39 (intervalo de 15 minutos)</p>
<p>Saracuruna (parador): 00h, 00h20 e 00h40 (intervalo de 20 minutos)</p>
<p>A SuperVia lembra que a estação Maracanã estará aberta para embarque até 00h25. As demais estações estarão disponíveis apenas para desembarque.</p>
<p>A concessionária orienta que os passageiros programem suas viagens consultando a ferramenta “Planeje sua Viagem” no aplicativo da concessionária ou, em caso de dúvidas, entrem em contato com a Central de Atendimento pelo número 0800 726 9494.</p>
<p>A SuperVia lembra ainda que a programação de trens extras pode sofrer alterações em virtude da dinâmica do evento.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>EXCLUSIVO: Pregão do Caminho da Escola é reaberto com valores menores, fabricantes vão apresentar protótipos e lote 02 permanece suspenso pelo TCU</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/26/exclusivo-pregao-do-caminho-da-escola-e-reaberto-com-valores-menores-fabricantes-vao-apresentar-prototipos-e-lote-02-permanece-suspenso-pelo-tcu/</link>
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  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/26/exclusivo-pregao-do-caminho-da-escola-e-reaberto-com-valores-menores-fabricantes-vao-apresentar-prototipos-e-lote-02-permanece-suspenso-pelo-tcu/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 26 May 2026 19:54:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Em até 45 dias, Volkswagen, Marcopolo e Agrale vão ter de apresentar os protótipos de cada modelo aprovado. Pode ainda haver contestações ADAMO BAZANI Como o Diário do Transporte adiantou de forma exclusiva na nesta terça-feira, 26 de maio de 2026, foi reaberta a sessão da licitação para a compra de 7.470 ônibus escolares pelo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="783" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-16.51.39.jpeg?fit=1024%2C783&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-16.51.39.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-16.51.39.jpeg?resize=300%2C229&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-16.51.39.jpeg?resize=1024%2C783&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-16.51.39.jpeg?resize=150%2C115&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-16.51.39.jpeg?resize=768%2C587&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-16.51.39.jpeg?resize=1536%2C1174&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-16.51.39.jpeg?resize=400%2C306&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Em até 45 dias, Volkswagen, Marcopolo e Agrale vão ter de apresentar os protótipos de cada modelo aprovado. Pode ainda haver contestações</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Como o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> adiantou de forma exclusiva na nesta terça-feira, 26 de maio de 2026, foi reaberta a sessão da licitação para a compra de 7.470 ônibus escolares pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), do Governo Federal, pelo Programa Caminho da Escola.</p>
<p>O Ministério da Educação, após os ajustes nos valores, que deixaram os ônibus mais baratos em alguns lotes, convocou as fabricantes Volkswagen, Marcopolo e Agrale para apresentarem os protótipos de cada modelo. Estas marcas terão 45 dias para mostrarem cada modelo.</p>
<p>São ao todo 13 lotes – cada lote é uma configuração diferente.</p>
<p>Como ainda noticiou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a respeito do lote 02, com dois mil ônibus de porte médio (45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM), a licitação permanece de forma cautelar suspensa após a denúncia da Iveco (IVG), que foi desclassificada.</p>
<p>A Iveco alegou risco de prejuízo de R$ 30 milhões aos cofres federais com a proposta da segunda colocada, que foi a Volkswagen neste lote.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/26/exclusivo-com-documentos-licitacao-do-caminho-da-escola-da-problemas-tcu-suspende-um-dos-lotes-por-prejuizos-de-r-30-milhoes-aos-cofres-federais-documentacao-tem-correcao/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/26/exclusivo-com-documentos-licitacao-do-caminho-da-escola-da-problemas-tcu-suspende-um-dos-lotes-por-prejuizos-de-r-30-milhoes-aos-cofres-federais-documentacao-tem-correcao/</a></p>
<p>A Volkswagen foi a empresa que teve a classificação na maior parte dos lotes, de acordo com a primeira versão da licitação: 88% &#8211; antes da definição do lote 02 que ainda está sob análise do TCU.</p>
<p><strong>VEJA ABAIXO OS VALORES AJUSTADOS COM A SESSÃO DE 26 DE MAIO DE 2026, EM ALGUNS DOS LOTES:</strong></p>
<p>Siglas para cada tipo de ônibus</p>
<p>ORE = Ônibus Rural Escolar</p>
<p>ONUREA = Ônibus Urbano Escolar Acessível</p>
<p>PA – Piso Alto</p>
<p>PB – Piso Baixo</p>
<p><strong>Item 1:</strong></p>
<p>ORE 1 Mecânica - 1.700</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 29 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 458,99 mil &#8211;  R$ 458.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 635 mil &#8211; R$ 635.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/25 &#8211; R$ 458.900,0000.A negociação do item 1 foi aceita pelo fornecedor VOLKSWAGEN TRUCK &amp; BUS INDUSTRIA E COMERCIO </strong></p>
<p><strong>Item 2:</strong></p>
<p>ORE 2 Mecânica - 2.000 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 115CV, Capacidade: 45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 499,99 mil &#8211; R$ 499.999,00 por ônibus</p>
<p>R$ 514,99 mil R$ 514.990,00 por ônibus</p>
<p><strong>SUSPENSO EM 18/05/2026 &#8211; APÓS DETERMINAÇÃO DO TCU &#8211; TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO</strong></p>
<p><strong>Item 3:</strong></p>
<p>ORE 3 Mecânica - 2.100 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 130CV, Capacidade: 60 Lugares, Distância Entre Eixos: 5950MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 724,99 mil &#8211; R$ 724.998,00 por ônibus</p>
<p>R$ 815 mil &#8211; R$ 815.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/2026: R$ 554.600,0000. A negociação do item 3 foi aceita pelo fornecedor VOLKSWAGEN TRUCK &amp; BUS </strong></p>
<p><strong>Item 4:</strong></p>
<p>ORE 0 4X4 Mecânica - 260 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 100CV, Capacidade: 15 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.350MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 845 mil R$ 845.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/2026:R$ 799.000,0000. A negociação do item 4 foi aceita pelo fornecedor AGRALE SOCIEDADE ANONIMA</strong></p>
<p><strong>Item 5:</strong></p>
<p>ORE 1 4X4 Mecânica - 380 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 30 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.750MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 755 mil &#8211; R$ 755.000,00 por ônibus</p>
<p>R$ 1,05 milhão &#8211; R$ 1.050.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO de 26/05/2026 &#8211;  R$ 721.500,0000.O item 5 teve a negociação de valor encerrada pelo fornecedor MARCOPOLO SA;</strong></p>
<p><strong>Item 6:</strong></p>
<p>ONUREA PA Mecânica - 400 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 449,88 mil &#8211; R$ 449.880,00 por ônibus</p>
<p>R$ 523,13 mil &#8211; R$ 523.130,00 por ônibus</p>
<p>R$ 625 mil &#8211; R$ 625.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 7:</strong></p>
<p>ONUREA PB Mecânica  &#8211; 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 3.835MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 775 mil &#8211; R$ 775.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/2026 &#8211; R$ 733.980,0000. &#8211; A negociação do item 7 foi aceita pelo fornecedor MARCOPOLO SA</strong></p>
<p><strong>Item 8:</strong></p>
<p>ORE 1 Automática - 130 Unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 29 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 498,99 mil &#8211; R$ 498.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 685 mil &#8211; R$ 685.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 9:</strong></p>
<p>ORE 2 Automática -120 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 115CV, Capacidade: 45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 525,99 mil &#8211; R$ 525.990,00 por ônibus</p>
<p>SESSÃO DE 26/05/25 &#8211;</p>
<p><strong>Item 10: </strong></p>
<p>ORE 3 Automática - 120</p>
<p>Ônibus Potência: 130CV, Capacidade: 60 Lugares, Distância Entre Eixos: 5950MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 598,99 mil &#8211; R$ 598.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 727,52 mil &#8211; R$ 727.526,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 11:</strong></p>
<p>ORE 1 4X4 Automática – 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 30 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.750MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 798 mil &#8211; R$ 798.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/2026 &#8211; R$ 772.800,0000. A negociação do item 11 foi aceita pelo fornecedor MARCOPOLO SA, CNPJ 88.611.835/0018-77</strong></p>
<p><strong>Item 12:</strong></p>
<p>ONUREA PA Automática - 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 494,99 mil &#8211; R$ 494.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 675 mil &#8211; R$ 675.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/20256 &#8211; R$ 494.900,0000. a negociação do item 12 foi aceita pelo fornecedor VOLKSWAGEN TRUCK &amp; BUS INDUSTRIA E COMERCIO DE VEICULOS </strong></p>
<p><strong>Item 13:</strong></p>
<p>ONUREA PB Automática - 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 3.835MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 825 mil &#8211; R$ 825.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/2026 &#8211; R$ 794.100,0000. &#8211; A negociação do item 13 foi aceita pelo fornecedor MARCOPOLO SA.</strong></p>
<p><strong>HISTÓRICO:</strong></p>
<p><strong>TCU:</strong></p>
<p>O TCU (Tribunal de Contas da União) determinou a suspensão de parte da licitação bilionária do programa Caminho da Escola, do Governo Federal, para habilitação da compra com recursos públicos de 7.470 ônibus escolares, divididos em 13 modelos de diferentes portes, aplicações e capacidades. Todos os modelos são a diesel, mas tecnologia Euro 6 que polui menos.</p>
<p>Trata-se de uma denúncia sobre o item 2 (ORE 2) protocolada pela Iveco (IVG BRASIL LTDA ONHIGHWAY) que aponta risco de prejuízos de quase R$ 30 milhões aos cofres da União.</p>
<p>O item 2 envolve dois mil ônibus 45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> traz a informação de forma exclusiva nem 6 de maio de 2026, quando será retomada a sessão de demais lotes.</p>
<p>A Iveco foi desclassificada por supostos problemas com a documentação.</p>
<p>A segunda proposta, relativa à Volkswagen, segundo a IVG, é menos vantajosa e traria este prejuízo, de acordo com a representação.</p>
<p>A comunicação da suspensão pelo FNDE (Fundo nacional da Educação) foi em 18 de maio de 2026.</p>
<p>No relatório do TCU, ao qual do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> teve acesso exclusivo, o ministro relator Augusto Nardes entende que há mesmo indícios de <strong><em>irregularidades, por isso, a suspensão como medida cautelar.</em></strong></p>
<p><strong><em>No que concerne à plausibilidade jurídica do pedido, foram confirmados pela área os indícios referentes à seguinte irregularidade: “Indevida desconsideração do enquadramento material da proposta do representante como beneficiário da margem de preferência para produtos nacionais, com inversão da classificação do item 2 com proposta mais onerosa”. 10. Dessa forma, em consonância com o entendimento uniforme da AudContratações, a alta materialidade presente no caso em exame, relativa à diferença entre as propostas da representante e da vencedora do certame de cerca R$ 30 milhões, impõe a concessão de medida cautelar, a fim de suspender o andamento do Pregão Eletrônico 90004/2026 em relação ao item 2. </em></strong>– diz o documento obtido pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong></p>
<p>Além disso, o FNDE recebeu manifestações contra o reenvio por parte da Volkswagen da documentação sobre balanços financeiros que estariam com erros.</p>
<p>A Volkswagen foi a classificada para a maior parte dos lotes: 88% de todo o volume de 7.470 ônibus.</p>
<p>De acordo com as manifestações, a montadora enviou um balanço desatualizado e, em vez de haver desclassificação e reabertura da concorrência para todos estes lotes, o pregoeiro abriu uma chance para enviar a documentação corrigida.</p>
<p>Ainda segundo estes apontamentos, isso não seria possível por lei.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-517009" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-517010" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PROPOSTAS DE 26/05/2026:</strong></p>
<p>Siglas para cada tipo de ônibus</p>
<p>ORE = Ônibus Rural Escolar</p>
<p>ONUREA = Ônibus Urbano Escolar Acessível</p>
<p>PA – Piso Alto</p>
<p>PB – Piso Baixo</p>
<p><strong>Item 1:</strong></p>
<p>ORE 1 Mecânica - 1.700</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 29 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 458,99 mil &#8211;  R$ 458.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 635 mil &#8211; R$ 635.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/25 &#8211; R$ 458.900,0000.A negociação do item 1 foi aceita pelo fornecedor VOLKSWAGEN TRUCK &amp; BUS INDUSTRIA E COMERCIO </strong></p>
<p><strong>Item 2:</strong></p>
<p>ORE 2 Mecânica - 2.000 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 115CV, Capacidade: 45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 499,99 mil &#8211; R$ 499.999,00 por ônibus</p>
<p>R$ 514,99 mil R$ 514.990,00 por ônibus</p>
<p><strong>SUSPENSO EM 18/05/2026 &#8211; APÓS DETERMINAÇÃO DO TCU &#8211; TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO</strong></p>
<p><strong>Item 3:</strong></p>
<p>ORE 3 Mecânica - 2.100 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 130CV, Capacidade: 60 Lugares, Distância Entre Eixos: 5950MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 724,99 mil &#8211; R$ 724.998,00 por ônibus</p>
<p>R$ 815 mil &#8211; R$ 815.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/2026: R$ 554.600,0000. A negociação do item 3 foi aceita pelo fornecedor VOLKSWAGEN TRUCK &amp; BUS </strong></p>
<p><strong>Item 4:</strong></p>
<p>ORE 0 4X4 Mecânica - 260 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 100CV, Capacidade: 15 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.350MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 845 mil R$ 845.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/2026:R$ 799.000,0000. A negociação do item 4 foi aceita pelo fornecedor AGRALE SOCIEDADE ANONIMA</strong></p>
<p><strong>Item 5:</strong></p>
<p>ORE 1 4X4 Mecânica - 380 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 30 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.750MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 755 mil &#8211; R$ 755.000,00 por ônibus</p>
<p>R$ 1,05 milhão &#8211; R$ 1.050.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO de 26/05/2026 &#8211;  R$ 721.500,0000.O item 5 teve a negociação de valor encerrada pelo fornecedor MARCOPOLO SA;</strong></p>
<p><strong>Item 6:</strong></p>
<p>ONUREA PA Mecânica - 400 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 449,88 mil &#8211; R$ 449.880,00 por ônibus</p>
<p>R$ 523,13 mil &#8211; R$ 523.130,00 por ônibus</p>
<p>R$ 625 mil &#8211; R$ 625.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 7:</strong></p>
<p>ONUREA PB Mecânica  &#8211; 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 3.835MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 775 mil &#8211; R$ 775.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/2026 &#8211; R$ 733.980,0000. &#8211; A negociação do item 7 foi aceita pelo fornecedor MARCOPOLO SA</strong></p>
<p><strong>Item 8:</strong></p>
<p>ORE 1 Automática - 130 Unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 29 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 498,99 mil &#8211; R$ 498.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 685 mil &#8211; R$ 685.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 9:</strong></p>
<p>ORE 2 Automática -120 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 115CV, Capacidade: 45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 525,99 mil &#8211; R$ 525.990,00 por ônibus</p>
<p>SESSÃO DE 26/05/25 &#8211;</p>
<p><strong>Item 10: </strong></p>
<p>ORE 3 Automática - 120</p>
<p>Ônibus Potência: 130CV, Capacidade: 60 Lugares, Distância Entre Eixos: 5950MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 598,99 mil &#8211; R$ 598.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 727,52 mil &#8211; R$ 727.526,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 11:</strong></p>
<p>ORE 1 4X4 Automática – 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 30 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.750MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 798 mil &#8211; R$ 798.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/2026 &#8211; R$ 772.800,0000. A negociação do item 11 foi aceita pelo fornecedor MARCOPOLO SA, CNPJ 88.611.835/0018-77</strong></p>
<p><strong>Item 12:</strong></p>
<p>ONUREA PA Automática - 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 494,99 mil &#8211; R$ 494.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 675 mil &#8211; R$ 675.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/20256 &#8211; R$ 494.900,0000. a negociação do item 12 foi aceita pelo fornecedor VOLKSWAGEN TRUCK &amp; BUS INDUSTRIA E COMERCIO DE VEICULOS </strong></p>
<p><strong>Item 13:</strong></p>
<p>ONUREA PB Automática - 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 3.835MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 825 mil &#8211; R$ 825.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>SESSÃO DE 26/05/2026 &#8211; R$ 794.100,0000. &#8211; A negociação do item 13 foi aceita pelo fornecedor MARCOPOLO SA.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O novo edital do Caminho da Escola, relançado em 01º de abril de 2026, traz as atualizações tecnológicas, de configuração e de segurança dos 13 modelos que somam 7.470 unidades e o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, de forma exclusiva, neste dia 02 de abril de 2026, destaca algumas das principais características que representam avanços em relação aos modelos que eram previstos no ciclo de compras iniciado em 2023. <strong>(AO LONGO DA REPORTAGEM, VEJA A TABELA NA ÍNTEGRA)</strong></p>
<p>No ciclo anterior, por exemplo, o diferencial traseiro tinha dispositivo de bloqueio com acionamento automático. Agora, vai precisar apesentar dispositivo de bloqueio e/ou Sistema Eletrônico de Controle de Tração Automático (acionamento automático).</p>
<p>No edital de 2023, não havia exigência de assistências obrigatórias. Agora, a nova proposta inclui Controle de Estabilidade e Assistência de Partida em Rampa.</p>
<p>O painel traseiro também mudou. De área envidraçada terá agora de ser totalmente fechado, com compartimento de acesso externo.</p>
<p>Não havia previsão de reforços estruturais nas saias (parte inferior da carroceria). Agora, são obrigatórios reforços metálicos na parte dianteira.</p>
<p>Os protetores de Arla 32 (um líquido injetado na queima do diesel para reduzir a poluição), no ciclo de 2023 tinham de ser metálicos. Agora, a exigência está mais rigorosa, a exemplo do sistema de escape, que precisará ter escapamento inclinado para baixo (20° a 25°), acima da linha da passa-balsa.</p>
<p>Em primeira-mão, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou que o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), após suspensões e anulações de editais que se arrastam desde 2025, relançou a licitação que deve habilitar montadoras e encarroçadoras para a compra de 7.470 ônibus escolares pelo Programa Caminho da Escola. A entrega das propostas para os 13 modelos desta frota total foi remarcada (se não houver novo entrave) para 14 de abril de 2026.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/01/caminho-da-escola-ja-tem-nova-data-para-abertura-de-propostas-14-de-abril-de-2026-sao-7-470-onibus-escolares-de-13-modelos-exclusivo/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/01/caminho-da-escola-ja-tem-nova-data-para-abertura-de-propostas-14-de-abril-de-2026-sao-7-470-onibus-escolares-de-13-modelos-exclusivo/</a></p>
<p>Além de ser esperada por estudantes, pais, prefeitos e governadores, a licitação é muito aguardada pela indústria. O Caminho da Escola representa 30% do volume de produção de ônibus no Brasil.</p>
<p>Apesar de o principal motivo para os adiantamentos e suspensão da licitação foi a entrada de novas regras tributárias sobre os veículos, pesou também para a nova decisão a questão de segurança, cujo debate foi ampliado, principalmente depois uma tragédia com a morte de uma estudante no Ceará foi levada em conta para a mudança, conforte apurou o editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani.</p>
<p>A menina Maria Isabella Rodrigues, de apenas 10 anos, morreu em 05 de fevereiro de 2026, na cidade de Nova Russas, a cerca de 300 quilômetros de Fortaleza, após cair do ônibus escolar do Caminho da Escola que a levava para casa.</p>
<p>A porta do veículo se abriu “sozinha” em movimento.</p>
<p>As causas estão sendo apuradas e a hipótese mais provável é falha na manutenção. Mas diante do fato, fontes ligadas ao Ministério da Educação, disseram ao <strong><em>Diário do Transport</em></strong>e, que itens de redundância para reforço de segurança foram considerados.</p>
<p><strong>MODELOS MAIS SEGUROS, MAS NÃO LIVRES DE EMISSÕES:</strong></p>
<p>Os ônibus escolares nos Estados Unidos são sinônimos de segurança, força e até um símbolo de orgulho do País. Muito comuns de aparecerem em filmes e até produções de Hollywood, os amarelões com cara de caminhão (devido ao cofre do motor avançado para o lado de fora), são tão robustos que, de acordo com reportagens de mídia norte-americana, já foram feitos bunkers e abrigos de ataques antiaéreos com as carrocerias destes ônibus. A sinalização destes veículos é especial e há até regras nas leis de trânsito norte-americanas sobre respeito e prioridade a estes ônibus que devem ser seguidas por motoristas de outros veículos. Apesar de o presidente Donald Trump ter bloqueado verbas para modelos elétricos, os escolares nos EUA entraram para a era dos veículos de emissão zero.</p>
<p>E no Brasil? O transporte escolar é, de uma forma geral, extremamente precário, com ônibus velhos, mal conservados e operações clandestinas.  Mas a situação melhorou muito com a adoção, em 2007, do Programa Caminho da Escola, pelo qual, o Governo Federal compra e financia aos Estados e municípios os ônibus escolares. Foram desenhados juntamente com as fabricantes de chassis e carrocerias os padrões com uniformização técnica, sendo atualizados a cada ciclo de licitação.</p>
<p>Atualmente, os veículos estão mais acessíveis e, seguindo as normas Euro 6 para motores a diesel, estão menos poluentes, mas ainda não livre de emissões como nos EUA.</p>
<p>Em parte pela falta de infraestrutura de recarga para baterias nas cidades, pelas condições severas de tráfego e por haver ainda pouca oferta no mercado nacional de ônibus elétricos com padrão escolar: a única fabricante a de fato apresentar um modelo indicado como escolar foi a nacional Eletra, de São Bernardo do Campo (SP), em parceria com a Caio e Mercedes-Benz.</p>
<p><strong>MODELOS E QUANTIDADES</strong></p>
<p>1 ORE 1 Mecânica - 1.700</p>
<p>2 ORE 2 Mecânica - 2.000</p>
<p>3 ORE 3 Mecânica - 2.100</p>
<p>4 ORE 0 4X4 Mecânica - 260</p>
<p>5 ORE 1 4X4 Mecânica - 380</p>
<p>6 ONUREA PA Mecânica - 400</p>
<p>7 ONUREA PB Mecânica  &#8211; 200</p>
<p>8 ORE 1 Automática - 130</p>
<p>9 ORE 2 Automática -120</p>
<p>10 ORE 3 Automática - 120</p>
<p>11 ORE 1 4X4 Automática &#8211; 20</p>
<p>12 ONUREA PA Automática - unidade 20</p>
<p>13 ONUREA PB Automática - 20</p>
<p>TOTAL – 7.470 ÔNIBUS</p>
<p><strong> Tipos de Ônibus (ORE e ONUREA):</strong></p>
<ul>
<li><strong>ORE 0 (4&#215;4):</strong> Capacidade para 13 estudantes.</li>
<li><strong>ORE 1:</strong> Capacidade para 29 estudantes.</li>
<li><strong>ORE 1 (4&#215;4):</strong> Capacidade para 23 ou 29 estudantes.</li>
<li><strong>ORE 2:</strong> Capacidade para 44 estudantes, com bloqueio de diferencial.</li>
<li><strong>ORE 3:</strong> Capacidade para 59 ou 60 estudantes.</li>
<li><strong>ONUREA Piso Alto:</strong> Capacidade para 29 estudantes.</li>
<li><strong>ONUREA Piso Baixo:</strong> Capacidade para 21 ou 29 estudantes (com acessibilidade).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EM PRIMEIRA-MÃO: Confira os lances da licitação bilionária do Caminho da Escola para a compra de 7.470 ônibus escolares – Volkswagen com 88%</strong></p>
<p><em>Após suspensões e anulações desde 2025, finamente a concorrência teve as ofertas nesta terça-feira, 14 de abril de 2026.Compra pública representa 30% do mercado de ônibus no Brasil</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Finalmente, nesta terça-feira, 14 de abril de 2026, ocorreu a sessão de ofertas para a licitação bilionária do Ministério da Educação que habilita os fabricantes de veículos a fornecer para o Programa Caminho da Escola ônibus escolares que serão financiados pela União e adquiridos por Estados e municípios em todo o Brasil. O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, traz a informação em primeira-mão com os valores dos lances.</p>
<p>O ciclo desta vez contempla 7.470 ônibus escolares, divididos em 13 modelos de diferentes portes, aplicações e capacidades.</p>
<p>Segundo a apresentação dos lances, a Volkswagen foi classificada com melhores propostas de preços em oito dos 13 modelos (itens), totalizando 6.590 ônibus dos 7.470 veículos, com 88,22% do volume total de coletivos.</p>
<p>A Marcopolo foi classificada, pelo critério de preço, em quatro dos 13 itens, com 620 ônibus dos 7.470 veículos, representando 8,3% do volume.</p>
<p>Por fim, a Agrale foi classificada em um dos 13 lotes, somando 260 unidades, ou 3,48%</p>
<p>Agora são abertos os prazos para eventuais impugnações e demais trâmites burocráticos.</p>
<p>A reportagem acompanha o processo desde 2025, que foi marcado por suspensões e anulações de editais por motivos que foram desde ajustes às novas normas tributárias até alterações relacionadas à segurança, motivadas pela morte de uma menina de 10 anos de idade no Ceará, após um acidente ocorrido com um ônibus escolar do programa em 05 de fevereiro de 2026.</p>
<p>Se a licitação deste ciclo era aguardada por estudantes, pais e responsáveis, além de prefeitos e governadores, a expectativa também era grande pelos fabricantes de veículos. E não é para menos: o Programa Caminho da Escola, criado em 2007, responde, em média, por cerca de 30% de todo o mercado de ônibus.</p>
<p><strong><u>VEJA OS LANCES:</u></strong></p>
<p><strong><u>PROPOSTAS CLASSIFICADAS:</u></strong></p>
<p><strong>Três Marcas – 13 modelos e 7470 ônibus</strong></p>
<p><strong>Volkswagen Itens 1, 2, 3, 6, 8, 9, 10 e 12 </strong></p>
<p><strong>Subtotal: 6.590 ônibus dos 7.470 veículos, com 88,22% do volume total de coletivos.</strong></p>
<p><strong>Marcopolo S.A. – Itens 5, 7, 11 e 13</strong></p>
<p><strong>Subtotal: 620 ônibus dos 7.470 veículos, representando 8,3% do volume.</strong></p>
<p><strong>Agrale – Item 4</strong></p>
<p><strong>Subtotal: Um dos 13 lotes, somando 260 unidades, ou 3,48%</strong></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani</em></strong></p>
<p>Siglas para cada tipo de ônibus</p>
<p>ORE = Ônibus Rural Escolar</p>
<p>ONUREA = Ônibus Urbano Escolar Acessível</p>
<p>PA – Piso Alto</p>
<p>PB – Piso Baixo</p>
<p><strong>Item 1:</strong></p>
<p>ORE 1 Mecânica - 1.700</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 29 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 458,99 mil &#8211;  R$ 458.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 635 mil &#8211; R$ 635.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 2:</strong></p>
<p>ORE 2 Mecânica - 2.000 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 115CV, Capacidade: 45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 499,99 mil &#8211; R$ 499.999,00 por ônibus</p>
<p>R$ 514,99 mil R$ 514.990,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 3:</strong></p>
<p>ORE 3 Mecânica - 2.100 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 130CV, Capacidade: 60 Lugares, Distância Entre Eixos: 5950MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 724,99 mil &#8211; R$ 724.998,00 por ônibus</p>
<p>R$ 815 mil &#8211; R$ 815.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 4:</strong></p>
<p>ORE 0 4X4 Mecânica - 260 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 100CV, Capacidade: 15 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.350MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 845 mil R$ 845.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 5:</strong></p>
<p>ORE 1 4X4 Mecânica - 380 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 30 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.750MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 755 mil &#8211; R$ 755.000,00 por ônibus</p>
<p>R$ 1,05 milhão &#8211; R$ 1.050.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 6:</strong></p>
<p>ONUREA PA Mecânica - 400 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 449,88 mil &#8211; R$ 449.880,00 por ônibus</p>
<p>R$ 523,13 mil &#8211; R$ 523.130,00 por ônibus</p>
<p>R$ 625 mil &#8211; R$ 625.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 7:</strong></p>
<p>ONUREA PB Mecânica  &#8211; 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 3.835MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 775 mil &#8211; R$ 775.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 8:</strong></p>
<p>ORE 1 Automática - 130 Unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 29 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 498,99 mil &#8211; R$ 498.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 685 mil &#8211; R$ 685.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 9:</strong></p>
<p>ORE 2 Automática -120 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 115CV, Capacidade: 45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 525,99 mil &#8211; R$ 525.990,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 10: </strong></p>
<p>ORE 3 Automática - 120</p>
<p>Ônibus Potência: 130CV, Capacidade: 60 Lugares, Distância Entre Eixos: 5950MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 598,99 mil &#8211; R$ 598.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 727,52 mil &#8211; R$ 727.526,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 11:</strong></p>
<p>ORE 1 4X4 Automática – 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 30 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.750MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 798 mil &#8211; R$ 798.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 12:</strong></p>
<p>ONUREA PA Automática - 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 494,99 mil &#8211; R$ 494.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 675 mil &#8211; R$ 675.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 13:</strong></p>
<p>ONUREA PB Automática - 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 3.835MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 825 mil-  R$ 825.000,00 por ônibus</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-509233" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, 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<p><strong>VEJA HISTÓRICO:</strong></p>
<p>Após dois entraves, a bilionária concorrência foi remarcada para 23 de fevereiro de 2026.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/09/exclusivo-governo-federal-retoma-licitacao-para-a-compra-de-7-470-onibus-escolares-do-programa-caminho-da-escola/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/09/exclusivo-governo-federal-retoma-licitacao-para-a-compra-de-7-470-onibus-escolares-do-programa-caminho-da-escola/</a></p>
<p>A primeira tentativa de licitação foi suspensa em 17 de dezembro de 2025 para esclarecimentos sobre o edital, depois revogada para ajustes de acordo com novas regras fiscais .</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/09/exclusivo-governo-federal-retoma-licitacao-para-a-compra-de-7-470-onibus-escolares-do-programa-caminho-da-escola/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/09/exclusivo-governo-federal-retoma-licitacao-para-a-compra-de-7-470-onibus-escolares-do-programa-caminho-da-escola/</a></p>
<p>Em 03 de fevereiro de 2026, notícia dada em primeira-mão pelo <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> revelou que o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), do Governo Federal, revogou a licitação para a compra de cerca de 7,5 mil ônibus escolares por meio do Programa Caminho da Escola. O motivo foi justamente a Nova lei alterou isenções, exigindo nova pesquisa e relançamento</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/04/em-primeira-mao-fnde-revoga-licitacao-de-75-mil-onibus-do-caminho-da-escola-e-novo-edital-sera-lancado-com-regras-diferentes/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/04/em-primeira-mao-fnde-revoga-licitacao-de-75-mil-onibus-do-caminho-da-escola-e-novo-edital-sera-lancado-com-regras-diferentes/</a></p>
<p>As dúvidas tributárias persistem.</p>
<p>A questão da reforma tributária preocupa porque se a fabricante ganha neste ano de 2026, e o pregão tem validade de um ano, ainda haverá ônibus para fornecer no próximo ano de 2027 pelo mesmo preço de 2026. Mas em 2027 entram os novos efeitos da reforma tributária com o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que vai substituir o ICMS e o ISS, adotando o modelo de IVA (Imposto sobre Valor Agregado). Também entra em 2027 a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) que também vai ser como um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) para substituir PIS, Cofins e parte do IPI.</p>
<p>Não há certezas dos impactos nos preços dos ônibus.</p>
<p>Além disso, os ônibus escolares tinham isenção de impostos desde 2007. Agora passam a ser tributados.</p>
<p>Uma cláusula no edital do Caminho da Escola para proteger os fornecedores desta variação poderia deixar o mercado mais seguro. Ou seja, as regras deveriam ser mantidas pelo momento do resultado do pregão e não da entrega dos ônibus.</p>
<p>Mas pesou mesmo para a nova decisão, uma tragédia com a morte de uma estudante no Ceará foi levada em conta para a mudança, conforte apurou o editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani.</p>
<p>A menina Maria Isabella Rodrigues, de apenas 10 anos, morreu em 05 de fevereiro de 2026, na cidade de Nova Russas, a cerca de 300 quilômetros de Fortaleza, após cair do ônibus escolar do Caminho da Escola que a levava para casa.</p>
<p>A porta do veículo se abriu “sozinha” em movimento.</p>
<p>As causas estão sendo apuradas e a hipótese mais provável é falha na manutenção. Mas diante do fato, fontes ligadas ao Ministério da Educação, disseram ao <strong><em>Diário do Transport</em></strong>e, que itens de redundância para reforço de segurança foram considerados.</p>
<p>A quantidade de veículos e modelos não mudam.</p>
<p><strong>REABERTURA:</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-508994" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-04-01-at-05.33.14.jpeg?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-04-01-at-05.33.14.jpeg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-04-01-at-05.33.14.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-04-01-at-05.33.14.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-04-01-at-05.33.14.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-04-01-at-05.33.14.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Uma das notícias mais aguardadas da indústria de veículos pesados finalmente saiu numa quarta-feira, 1º de abril de 2026, e em seu papel de <em>hardnews</em>, com cobertura do jornalismo factual, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> trouxe em primeira-mão:</p>
<p>Foi marcada a data para o prosseguimento da licitação para habilitar montadoras e encarroçadoras a produzir e comercializar 7.470 ônibus escolares pelo “Programa Caminho da Escola”, do Governo Federal. A abertura das propostas foi, desta vez, depois de adiamentos e suspensões, agendada para 14 de abril de 2026.</p>
<p>Na terça-feira, 31 de março de 2026, o editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, já havia noticiado, também de forma exclusiva, o aviso de reabertura do processo licitatório.</p>
<p>O FNDE (Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação), do Ministério da Educação, responsável pela concorrência, havia comunicado <em>o <strong>“Evento de Reabertura com publicação prevista para 01/04/2026. Motivo: Saneamento dos artefatos da licitação”.</strong></em></p>
<p>Saneamento de artefatos (documentos e propostas) em licitações é um instrumento previsto na chamada Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), que possibilita a correção de erros ou falhas formais que não alterem propostas, os documentos de habilitação ou o teor geral dos editais.</p>
<p>O relançamento da concorrência é aguardado ansiosamente por prefeituras e governos estaduais, que podem se habilitar para as compras, mas também pela indústria automotiva e de autopeças.</p>
<p>O “Caminho da Escola” chega a representar cerca de 30% de toda a produção de ônibus do Brasil, impactando até mesmo nas ações de fabricantes de capital aberto e que negociam em Bolsa de Valores, como a Marcopolo.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-501072" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/5-2.jpg?resize=803%2C705&#038;ssl=1" alt="" width="803" height="705" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/5-2.jpg?w=803&amp;ssl=1 803w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/5-2.jpg?resize=300%2C263&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/5-2.jpg?resize=150%2C132&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/5-2.jpg?resize=768%2C674&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/5-2.jpg?resize=400%2C351&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 803px) 100vw, 803px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-501071" 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<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-508955" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/4584dac0-7e02-4ef6-b0c0-098bbb5de2eb.jpg?resize=828%2C293&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="293" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/4584dac0-7e02-4ef6-b0c0-098bbb5de2eb.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/4584dac0-7e02-4ef6-b0c0-098bbb5de2eb.jpg?resize=300%2C106&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/4584dac0-7e02-4ef6-b0c0-098bbb5de2eb.jpg?resize=150%2C53&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/4584dac0-7e02-4ef6-b0c0-098bbb5de2eb.jpg?resize=768%2C272&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/4584dac0-7e02-4ef6-b0c0-098bbb5de2eb.jpg?resize=400%2C142&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ATUALIZAÇÕES TÉCNICAS:</strong></p>
<p>O novo edital do Caminho da Escola, relançado em 01º de abril de 2026, traz as atualizações tecnológicas, de configuração e de segurança dos 13 modelos que somam 7.470 unidades e o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, de forma exclusiva, neste dia 02 de abril de 2026, destaca algumas das principais características que representam avanços em relação aos modelos que eram previstos no ciclo de compras iniciado em 2023. <strong>(AO LONGO DA REPORTAGEM, VEJA A TABELA NA ÍNTEGRA)</strong></p>
<p>No ciclo anterior, por exemplo, o diferencial traseiro tinha dispositivo de bloqueio com acionamento automático. Agora, vai precisar apesentar dispositivo de bloqueio e/ou Sistema Eletrônico de Controle de Tração Automático (acionamento automático).</p>
<p>No edital de 2023, não havia exigência de assistências obrigatórias. Agora, a nova proposta inclui Controle de Estabilidade e Assistência de Partida em Rampa.</p>
<p>O painel traseiro também mudou. De área envidraçada terá agora de ser totalmente fechado, com compartimento de acesso externo.</p>
<p>Não havia previsão de reforços estruturais nas saias (parte inferior da carroceria). Agora, são obrigatórios reforços metálicos na parte dianteira.</p>
<p>Os protetores de Arla 32 (um líquido injetado na queima do diesel para reduzir a poluição), no ciclo de 2023 tinham de ser metálicos. Agora, a exigência está mais rigorosa, a exemplo do sistema de escape, que precisará ter escapamento inclinado para baixo (20° a 25°), acima da linha da passa-balsa.</p>
<p>Em primeira-mão, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou que o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), após suspensões e anulações de editais que se arrastam desde 2025, relançou a licitação que deve habilitar montadoras e encarroçadoras para a compra de 7.470 ônibus escolares pelo Programa Caminho da Escola. A entrega das propostas para os 13 modelos desta frota total foi remarcada (se não houver novo entrave) para 14 de abril de 2026.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/01/caminho-da-escola-ja-tem-nova-data-para-abertura-de-propostas-14-de-abril-de-2026-sao-7-470-onibus-escolares-de-13-modelos-exclusivo/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/01/caminho-da-escola-ja-tem-nova-data-para-abertura-de-propostas-14-de-abril-de-2026-sao-7-470-onibus-escolares-de-13-modelos-exclusivo/</a></p>
<p>Além de ser esperada por estudantes, pais, prefeitos e governadores, a licitação é muito aguardada pela indústria. O Caminho da Escola representa 30% do volume de produção de ônibus no Brasil.</p>
<p>Apesar de o principal motivo para os adiantamentos e suspensão da licitação foi a entrada de novas regras tributárias sobre os veículos, pesou também para a nova decisão a questão de segurança, cujo debate foi ampliado, principalmente depois uma tragédia com a morte de uma estudante no Ceará foi levada em conta para a mudança, conforte apurou o editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani.</p>
<p>A menina Maria Isabella Rodrigues, de apenas 10 anos, morreu em 05 de fevereiro de 2026, na cidade de Nova Russas, a cerca de 300 quilômetros de Fortaleza, após cair do ônibus escolar do Caminho da Escola que a levava para casa.</p>
<p>A porta do veículo se abriu “sozinha” em movimento.</p>
<p>As causas estão sendo apuradas e a hipótese mais provável é falha na manutenção. Mas diante do fato, fontes ligadas ao Ministério da Educação, disseram ao <strong><em>Diário do Transport</em></strong>e, que itens de redundância para reforço de segurança foram considerados.</p>
<p><strong>MODELOS MAIS SEGUROS, MAS NÃO LIVRES DE EMISSÕES:</strong></p>
<p>Os ônibus escolares nos Estados Unidos são sinônimos de segurança, força e até um símbolo de orgulho do País. Muito comuns de aparecerem em filmes e até produções de Hollywood, os amarelões com cara de caminhão (devido ao cofre do motor avançado para o lado de fora), são tão robustos que, de acordo com reportagens de mídia norte-americana, já foram feitos bunkers e abrigos de ataques antiaéreos com as carrocerias destes ônibus. A sinalização destes veículos é especial e há até regras nas leis de trânsito norte-americanas sobre respeito e prioridade a estes ônibus que devem ser seguidas por motoristas de outros veículos. Apesar de o presidente Donald Trump ter bloqueado verbas para modelos elétricos, os escolares nos EUA entraram para a era dos veículos de emissão zero.</p>
<p>E no Brasil? O transporte escolar é, de uma forma geral, extremamente precário, com ônibus velhos, mal conservados e operações clandestinas.  Mas a situação melhorou muito com a adoção, em 2007, do Programa Caminho da Escola, pelo qual, o Governo Federal compra e financia aos Estados e municípios os ônibus escolares. Foram desenhados juntamente com as fabricantes de chassis e carrocerias os padrões com uniformização técnica, sendo atualizados a cada ciclo de licitação.</p>
<p>Atualmente, os veículos estão mais acessíveis e, seguindo as normas Euro 6 para motores a diesel, estão menos poluentes, mas ainda não livre de emissões como nos EUA.</p>
<p>Em parte pela falta de infraestrutura de recarga para baterias nas cidades, pelas condições severas de tráfego e por haver ainda pouca oferta no mercado nacional de ônibus elétricos com padrão escolar: a única fabricante a de fato apresentar um modelo indicado como escolar foi a nacional Eletra, de São Bernardo do Campo (SP), em parceria com a Caio e Mercedes-Benz.</p>
<p><strong>MODELOS E QUANTIDADES</strong></p>
<p>1 ORE 1 Mecânica - 1.700</p>
<p>2 ORE 2 Mecânica - 2.000</p>
<p>3 ORE 3 Mecânica - 2.100</p>
<p>4 ORE 0 4X4 Mecânica - 260</p>
<p>5 ORE 1 4X4 Mecânica - 380</p>
<p>6 ONUREA PA Mecânica - 400</p>
<p>7 ONUREA PB Mecânica  &#8211; 200</p>
<p>8 ORE 1 Automática - 130</p>
<p>9 ORE 2 Automática -120</p>
<p>10 ORE 3 Automática - 120</p>
<p>11 ORE 1 4X4 Automática &#8211; 20</p>
<p>12 ONUREA PA Automática - unidade 20</p>
<p>13 ONUREA PB Automática - 20</p>
<p>TOTAL – 7.470 ÔNIBUS</p>
<p><strong> Tipos de Ônibus (ORE e ONUREA):</strong></p>
<ul>
<li><strong>ORE 0 (4&#215;4):</strong> Capacidade para 13 estudantes.</li>
<li><strong>ORE 1:</strong> Capacidade para 29 estudantes.</li>
<li><strong>ORE 1 (4&#215;4):</strong> Capacidade para 23 ou 29 estudantes.</li>
<li><strong>ORE 2:</strong> Capacidade para 44 estudantes, com bloqueio de diferencial.</li>
<li><strong>ORE 3:</strong> Capacidade para 59 ou 60 estudantes.</li>
<li><strong>ONUREA Piso Alto:</strong> Capacidade para 29 estudantes.</li>
<li><strong>ONUREA Piso Baixo:</strong> Capacidade para 21 ou 29 estudantes (com acessibilidade).</li>
</ul>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-509232" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, 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<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Novas empresas poderão atender Litoral Leste e Vale do Jaguaribe, no Ceará, após ARCE anunciar abertura do mercado rodoviário</title>
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    <pubDate>Tue, 26 May 2026 18:44:34 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa São Benedito Autovia era a única a realizar o transporte rodoviário intermunicipal de passageiros nas regiões VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Agência Reguladora do Estado do Ceará (ARCE) anunciou a abertura do bolsão operacional do transporte rodoviário intermunicipal nas regiões do Litoral Leste e do Vale do Jaguaribe; até então, mercado tinha atendimento exclusivo da [&#8230;]]]></description>
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<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A Agência Reguladora do Estado do Ceará (ARCE) anunciou a abertura do bolsão operacional do transporte rodoviário intermunicipal nas regiões do Litoral Leste e do Vale do Jaguaribe; até então, mercado tinha atendimento exclusivo da empresa São Benedito Autovia.</p>
<p>A medida deve beneficiar milhares de passageiros que se deslocam diariamente entre Fortaleza e os municípios do interior do estado.</p>
<p>Operadoras poderão ampliar o atendimento em cidades como Aracati, Beberibe, Fortim, Icapuí, Itaiçaba, Jaguaruana, Limoeiro do Norte, Morada Nova e Russas.</p>
<p>De acordo com a ARCE, a previsão é de que a mudança estimule a concorrência entre as empresas de transporte e haja um aumento na oferta de serviços ao povo cearense.</p>
<p>O modelo de bolsão operacional adotado pela agência reguladora permite que diferentes empresas operem dentro da mesma área geográfica.</p>
<p>Com isso, nascerão mais opções de horários e rotas diferenciadas em municípios estratégicos do estado do Ceará.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Justiça do Rio de Janeiro nega liminar do Procon-RJ para suspender substituição de meios de pagamento nos ônibus municipais</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/26/justica-do-rio-de-janeiro-nega-liminar-do-procon-rj-para-suspender-substituicao-de-meios-de-pagamento-nos-onibus-municipais/</link>
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    <pubDate>Tue, 26 May 2026 17:45:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coletivos do sistema urbano aceitarão apenas PIX ou cartões de crédito e débito a partir de sábado (30) VINÍCIUS DE OLIVEIRA Nesta terça-feira, 26 de maio, a 2ª Vara da Fazenda Pública, da Justiça do Rio de Janeiro, negou a liminar apresentada pelo Procon-RJ para suspender o pagamento das tarifas de ônibus em dinheiro. Com [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OnibusDeodoro_FabioMotta-1.jpg-e1779816615479.jpeg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Coletivos do sistema urbano aceitarão apenas PIX ou cartões de crédito e débito a partir de sábado (30)</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Nesta terça-feira, 26 de maio, a 2ª Vara da Fazenda Pública, da Justiça do Rio de Janeiro, negou a liminar apresentada pelo Procon-RJ para suspender o pagamento das tarifas de ônibus em dinheiro. Com a decisão da juíza Georgia Vasconcellos, a substituição dos meios de pagamento segue conforme o cronograma da prefeitura.</p>
<p>De acordo com a magistrada, o fim da passagem paga em espécie nos ônibus da capital não compromete a qualidade do serviço prestado ao público.</p>
<p>Em publicação nas redes sociais, o prefeito Eduardo Cavaliere explicou que o pagamento será feito diretamente no validador do Jaé dentro dos ônibus e nas estações de transporte público.</p>
<p>A partir de sábado, dia 30, os coletivos municipais passarão a aceitar somente PIX ou cartões de crédito e débito. Na mesma data, a integração do Bilhete Único Carioca (BUC) passa a valer exclusivamente pelo cartão Jaé preto. O cartão avulso do Jaé (verde) deixará de ser aceito nas integrações tarifárias do Bilhete Único Carioca (BUC) e do Bilhete Único Margaridas (BUM).</p>
<p>Anteriormente, a linha 634, que faz a conexão entre a Ilha do Governador e a Barra da Tijuca, foi a primeira a deixar de aceitar dinheiro.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Uberlândia (MG) inicia revitalização de 170 pontos de ônibus com investimento de R$ 2,2 milhões</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/26/uberlandia-mg-inicia-revitalizacao-de-170-pontos-de-onibus-com-investimento-de-r-22-milhoes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 26 May 2026 17:00:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Município amplia serviços de manutenção no sistema de transporte coletivo e prevê instalação de novas coberturas, bancos e calçadas em áreas de embarque ARTHUR FERRARI A Prefeitura de Uberlândia (MG) iniciou neste mês de maio uma nova etapa de melhorias na infraestrutura do transporte coletivo urbano, com obras de manutenção e reforma em 170 abrigos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="568" height="184" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/admin-ajax.jpg?fit=568%2C184&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/admin-ajax.jpg?w=568&amp;ssl=1 568w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/admin-ajax.jpg?resize=300%2C97&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/admin-ajax.jpg?resize=150%2C49&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/admin-ajax.jpg?resize=400%2C130&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 568px) 100vw, 568px" /> <p><em>Município amplia serviços de manutenção no sistema de transporte coletivo e prevê instalação de novas coberturas, bancos e calçadas em áreas de embarque</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Uberlândia (MG) iniciou neste mês de maio uma nova etapa de melhorias na infraestrutura do transporte coletivo urbano, com obras de manutenção e reforma em 170 abrigos e pontos de ônibus distribuídos pela cidade. O investimento previsto é superior a R$ 2,2 milhões.</p>
<p>As intervenções são realizadas por meio da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (Settran) e incluem instalação de novas coberturas, retirada e colocação de bancos de concreto e metálicos, além da execução de calçadas nos limites dos abrigos utilizados pelos passageiros do Sistema Integrado de Transporte (SIT).</p>
<p>Segundo a administração municipal, os serviços devem beneficiar mais de 120 mil usuários que utilizam diariamente o transporte coletivo urbano em Uberlândia (MG). As obras fazem parte de um contrato firmado após processo licitatório com a empresa Filgueira Engenharia, vencedora da concorrência pública. Os recursos utilizados são provenientes do Fundo Municipal de Trânsito e Transportes.</p>
<p>De acordo com a prefeitura, a proposta é reforçar a estrutura dos locais de embarque e desembarque para oferecer mais segurança e conforto aos passageiros durante a espera pelos ônibus.</p>
<p>“Precisamos trabalhar para que toda a cadeia estrutural do transporte coletivo urbano atenda de forma segura e eficiente aos passageiros, e o ponto de ônibus é a porta de entrada no sistema. Por isso, destacamos a importância deste trabalho de manutenção nos locais de embarque e desembarque, que precisa ser permanente”, afirmou o secretário municipal de Trânsito e Transportes, Paulo Romes.</p>
<p>A Settran informou ainda que os trabalhos de manutenção serão contínuos e alertou para os prejuízos causados por atos de vandalismo registrados em estruturas recém-reformadas ou recém-instaladas.</p>
<p>Segundo o secretário, parte dos recursos públicos acaba sendo utilizada para recuperar equipamentos danificados pouco tempo após as obras.</p>
<p>“Não se trata apenas do desgaste natural da estrutura. O que seria para durar 5, 10 anos, dura apenas meses. E isso por ação de pessoas que não respeitam o patrimônio público devidamente. Então, no que diz respeito à competência da Settran em relação à estrutura do transporte coletivo, para termos uma prestação de serviço a cada dia melhor, não podemos deixar de mencionar também que é dever de todos ajudar a preservar as estruturas”, declarou Paulo Romes.</p>
<p>As melhorias fazem parte das ações de manutenção da infraestrutura do transporte público municipal e devem ocorrer em diferentes regiões de Uberlândia (MG) ao longo dos próximos meses.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>ATENÇÃO: Entrou hoje (26) em vigor a NR-1 sobre saúde mental do trabalhador. Fundacentro lança manual para orientar empresas e funcionários</title>
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    <pubDate>Tue, 26 May 2026 16:15:54 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Especialista Liana Variani diz que setor de transportes deve considerar os impactos das externalidades das atividades nas análises de riscos psicossociais ADAMO BAZANI Entrou em vigor nesta terça-feira, 26 de maio de 2026, a nova versão da NR-1, norma regulamentadora sobre gerenciamento de riscos ocupacionais, que passam a incluir a necessidade de as empresas identificarem, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="769" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.03.57.jpeg?fit=1024%2C769&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.03.57.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.03.57.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.03.57.jpeg?resize=1024%2C769&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.03.57.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.03.57.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.03.57.jpeg?resize=1536%2C1153&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.03.57.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Especialista Liana Variani diz que setor de transportes deve considerar os impactos das externalidades das atividades nas análises de riscos psicossociais</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Entrou em vigor nesta terça-feira, 26 de maio de 2026, a nova versão da NR-1, norma regulamentadora sobre gerenciamento de riscos ocupacionais, que passam a incluir a necessidade de as empresas identificarem, analisarem e adotarem medidas para evitar os chamados riscos psicossociais.</p>
<p>As empresas, inclusive podem ser multadas em R$ 100 mil por trabalhador em caso de descumprimento, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/20/atencao-falta-apenas-uma-semana-para-a-nova-nr-1-nas-empresas-com-avaliacao-de-riscos-a-saude-mental-mte-publica-perguntas-e-respostas/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/20/atencao-falta-apenas-uma-semana-para-a-nova-nr-1-nas-empresas-com-avaliacao-de-riscos-a-saude-mental-mte-publica-perguntas-e-respostas/</a></p>
<p>Ainda há muitas dúvidas sobre o tema e como atender às novas exigências.</p>
<p>Para orientar profissionais de SST (segurança e saúde no trabalho), trabalhadores, cipeiros, docentes, empregadores e comunidade em geral, a Fundacentro disponibiliza uma nova publicação – Veja em: <a href="https://fundacentro.alma.exlibrisgroup.com/discovery/delivery/55FJD_INST:Baseline/129069990009501?lang=pt&amp;viewerServiceCode=DigitalViewer">Diretrizes para Aplicar a NR-1 com a Inclusão dos Riscos Psicossociais: analisar a organização e gestão do trabalho para intervir</a>.</p>
<p>Para a advogada especializada em risco empresarial, Liana Variani, o momento é decisivo para empresas e trabalhadores, em especial do setor de transportes.</p>
<p>Há situações que representam riscos psicossociais, mas que são frutos de externalidades.</p>
<p><strong><em>“A atividade dos transportes de passageiros e de cargas sofre situações específicas que vão além do controle da empresa, mas que precisam estar no gerenciamento de riscos que afetam a saúde mental do trabalhador. Segurança urbana e nas rodovias, interferências de trânsito que causam extrapolação eventual de carga de trabalho, relacionamento com os passageiros ou com terceiros na cadeia logística são fatores que ocorrem do muro para fora e são um desafio para empresários e funcionários neste momento de atualização”</em></strong> – orienta Liana, dizendo que as empresas poderão ter de buscar auxílio externo de especialistas, além das equipes próprias de Recursos Humanos e departamentos jurídicos próprios.</p>
<p>A <strong>Fundacentro</strong> (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) é uma fundação pública federal vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego. Criada em 1966, sua função é realizar pesquisas e estudos científicos para subsidiar políticas públicas e prevenir acidentes e doenças ocupacionais.</p>
<p><strong>O GUIA COM AS DIRETRIZES:</strong></p>
<p>Sob a coordenação da médica e pesquisadora da Fundacentro, Maria Maeno, a publicação oferece fundamentos teóricos, conceituais e práticos sobre a organização do trabalho e as relações de poder vigentes, que considerem o ponto de vista dos trabalhadores e das trabalhadoras e que contribuam para o aprimoramento das avaliações dos processos psicossociais no trabalho e a construção de medidas de proteção e promoção da saúde”.</p>
<p>A obra é dividida em cinco capítulos:</p>
<ol>
<li><strong> Riscos Psicossociais: Fatores ou Riscos Derivados de Processos de Trabalho; </strong></li>
<li><strong> NR-1 &#8211; Disposições Gerais sobre os Processos Psicossociais: Aplicação à Luz de Normas Nacionais e Internacionais; </strong></li>
<li><strong> Como a Participação Ativa dos Trabalhadores Pode Contribuir para um Ambiente de Trabalho mais Saudável; </strong></li>
<li><strong> NR-1 e o Poder de Agir dos Trabalhadores na Promoção da Saúde e na Prevenção do Adoecimento Físico e Mental; e </strong></li>
<li><strong> Perguntas e Respostas, que foram elaboradas a partir de dúvidas surgidas eventos com a participação dos autores.</strong></li>
</ol>
<p>Segundo Liana Variani, materiais oficiais e guias práticos são fundamentais para as empresas e trabalhadores se atualizarem sobre as novas previsões.</p>
<p><strong><em>“Mas é necessário buscar publicações junto a órgãos de credibilidade e oficiais ligados ao Ministério do Trabalho. Imprensa profissional e especializada, como o próprio Diário do Transporte, também são fontes importantes de conhecimento. Porém, equipes profissionais devem buscar adequar as especificidades de cada setor e de cada empresa à nova NR-1” –</em></strong> complementa Liana Variani.</p>
<p>Os leitores das Diretrizes da Fundacentro poderão aprofundar a discussão sobre os riscos psicossociais, conhecendo instrumentos para desenvolver intervenções que contribuam efetivamente para transformar aspectos adoecedores dos processos de trabalho. As diretrizes mostram a importância de se olhar para as condições, a organização e a gestão do trabalho e combatem visões individualizantes do adoecimento, que acabam por culpar os trabalhadores.</p>
<p>Outro as aspecto essencial é a participação dos trabalhadores em todo o processo de gerenciamento de riscos psicossociais, que são derivados do processo de trabalho. A análise e intervenção devem contar com a participação efetiva dos trabalhadores, com espaços democráticos que garantam o espaço crítico.</p>
<p><strong>Trabalho coletivo</strong></p>
<p>A publicação foi desenvolvida em parceria entre a Fundacentro, o Instituto Walter Leser da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e o Núcleo Semente &#8211; Saúde Mental e Direitos Humanos Relacionados ao Trabalho &#8211; Instituto Sedes Sapientiae.</p>
<p>Autores:  Ana Carolina Lemos Pereira, Andréia De Conto Garbin, Carlos Eduardo Carrusca Vieira, Claudia Osório da Silva, Cristiane Queiroz Barbeiro Lima, Daniela Sanches Tavares, Eliana Pintor, Laura Camara Lima, Leny Sato, Luiz Alfredo Scienza, Mara Alice Conti Takahashi, Marcelo Ferretti, Maria Dionísia do Amaral Dias, Maria Maeno, Renata Paparelli e Sandra Lorena Beltran Hurtado.</p>
<p>O MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) relacionou um extenso “perguntas e respostas” sobre o tema.</p>
<p><strong>Sobre fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho A1) Aspectos gerais</strong></p>
<p><strong>Dúvidas a respeito da aplicação sobre os Riscos Psicossociais, como: todas as empresas serão obrigadas conforme a NR-1? </strong></p>
<p><strong>Quem determina os meios para aplicação da avaliação? Quem poderá aplicar?</strong> Todas as empresas estão obrigadas a realizar ações de prevenção por meio da Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP), conforme previsto na NR-17, incluindo os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho, no contexto do GRO da NR-1.</p>
<p>Em linhas gerais, isso significa identificar perigos, avaliar riscos, adotar medidas de prevenção e realizar o acompanhamento de todo esse processo. Quem determina os meios para realização desse processo é a própria organização. Ela é a responsável legal pelo Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e pela AEP. A empresa deve definir responsável com conhecimento técnico adequado para conduzir esse processo, observada a natureza e a complexidade das condições de trabalho avaliadas. Não há previsão nas NR, de forma geral, de exigência de contratação de profissional específico para essa finalidade.</p>
<p><strong>Quais documentos além do PGR serão aceitos como prova de gestão dos riscos psicossociais?</strong></p>
<p>A gestão de riscos ocupacionais não se resume à elaboração de documentos. Trata-se de um processo contínuo que exige coordenação de ações, implementação de medidas de prevenção e acompanhamento por parte da empresa. A documentação constitui parte importante desse processo, tanto para assegurar o acompanhamento da própria empresa quanto para gerar evidências de sua realização. São documentos obrigatórios previstos na NR-1: o inventário de riscos, o plano de ação e o documento dos critérios adotados no GRO (critérios das gradações de severidade e de probabilidade, os níveis de risco, os critérios de classificação de riscos e de tomada de decisão). Se a empresa documentou a AEP, ela poderá utilizá-la como evidência do processo de gestão dos riscos ergonômicos, incluindo os riscos psicossociais relacionados ao trabalho, quando aplicável às condições avaliadas. Destaque-se que, no caso de empresas ME e EPP graus de risco 1 e 2 dispensadas de PGR, nos termos da NR-1, a AEP torna-se documento obrigatório para evidenciar esse processo. A documentação referente à aplicação de questionários padronizados, quando utilizados, sobre os riscos psicossociais, não será considerada evidência suficiente, de forma isolada, para comprovação da gestão desses riscos, pois tais instrumentos constituem metodologias específicas cujos resultados devem ser tecnicamente analisados e incorporados à AEP e/ou ao inventário de riscos, como subsídio à identificação de perigos e à avaliação de riscos ocupacionais. A documentação referente aos resultados da metodologia deve ser anexada ao inventário de riscos e/ou AEP.</p>
<p><strong>A identificação de riscos psicossociais deve abranger trabalho remoto, híbrido e teletrabalho?</strong></p>
<p>Sim. A AEP, incluindo os perigos psicossociais relacionados ao trabalho, nos termos da NR-17, deve considerar as condições de trabalho aplicáveis às diferentes formas de organização e execução do trabalho, o que inclui atividades realizadas em regime remoto, híbrido ou de teletrabalho. Nesse contexto, a identificação de perigos e a avaliação de riscos, inclusive dos fatores psicossociais relacionados ao trabalho, também deve ser realizada. Para essas circunstâncias, poderá ser necessária a adoção de estratégias compatíveis com as especificidades do contexto avaliado, definidas pela própria organização com base em critérios técnicos adequados, podendo incluir, entre outras abordagens, instrumentos de levantamento de informações, autoavaliações estruturadas, entrevistas ou outros meios tecnicamente fundamentados.</p>
<p><strong>No PGR da indústria da construção, a contratante deve inserir em seu PGR os fatores de riscos psicossociais do PGR da contratada? </strong></p>
<p>Sim. Nos termos da NR-18 (item 18.4.4), as empresas contratadas devem fornecer à contratante o inventário de riscos ocupacionais específicos de suas atividades, para subsidiar o gerenciamento de riscos no canteiro de obras. Essas informações devem contemplar os riscos aplicáveis às atividades executadas, incluindo aspectos ergonômicos e fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, de modo que sejam considerados e integrados ao PGR do canteiro de obras da contratante. Isso não implica necessariamente a reprodução integral do PGR da contratada, mas exige que os riscos relacionados às atividades desenvolvidas e às interfaces existentes no ambiente de trabalho sejam adequadamente incorporados e gerenciados no contexto do PGR da obra.</p>
<p><strong>Existe modelo do documento? Planilha? </strong></p>
<p>A NR-17 não estabelece modelo padronizado para realização da AEP. Cabe à organização definir a metodologia, o formato documental e os instrumentos mais adequados para condução do processo, desde que atendidos os requisitos da NR-1 e da NR-17. Como referência orientativa, e não como modelo obrigatório, o Manual do GRO apresenta exemplos de planilhas e estruturas documentais que podem auxiliar na elaboração de registros, como o inventário de riscos e o plano de ação, conforme exemplificado nas páginas 94, 95 e 97.</p>
<p><strong>As empresas podem fazer o mapeamento de riscos psicossociais como parte da avaliação médica periódica, desde que sob sigilo médico e relacionadas ao trabalho? </strong></p>
<p>Não. A avaliação médica periódica, ainda que realizada sob sigilo profissional, não substitui o processo de identificação de perigos e avaliação de riscos previsto na NR-1. O processo de identificação de perigos e avaliação de riscos refere-se à análise das condições de trabalho, incluindo aspectos da organização do trabalho, nos termos da NR 17, e não se confunde com a avaliação clínica individual da saúde mental dos trabalhadores. O objetivo é verificar se características, exigências ou condições do trabalho podem atuar como fatores de risco relacionados ao trabalho, demandando medidas de prevenção. Trata-se, portanto, de um processo preventivo voltado à identificação e ao gerenciamento de causas e fatores presentes no ambiente e na organização do trabalho, e não de rastreamento clínico individual como instrumento principal de gestão desses riscos.</p>
<p><strong>Existe um profissional específico para identificação e avaliação dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho? Quem faz avaliação? Psicólogo, médico, SST ou RH? Técnico pode fazer AEP? Qual o profissional para realizar a NR1? Quem assina o PGR? </strong></p>
<p>A NR-1 e a NR-17 não estabelecem, de forma geral, um profissional específico ou categoria de profissional exclusiva para realizar a identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais, incluindo fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho. No entanto, a organização deve designar responsável ou equipe com conhecimento técnico adequado, compatível com as características de suas atividades e a natureza e complexidade dos riscos avaliados. Isso significa que a definição do profissional ou da equipe responsável é de responsabilidade da própria empresa, que poderá envolver equipe multiprofissional, conforme a necessidade técnica do caso, desde que haja competência compatível e suficiente para a adequada condução do processo. É responsabilidade da empresa selecionar o responsável que julgar adequado para realizar esse processo. Quanto ao PGR, a responsabilidade legal por sua elaboração, implementação e manutenção é da organização, cabendo a ela definir formalmente seus responsáveis, observadas as exigências normativas aplicáveis. Isso está expresso na ORIENTAÇÃO TÉCNICA SIT/Nº 9/2023, abaixo transcrita (disponível em <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/ptbr/assuntos/legislacao/orientacoes-tecnicas">https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/ptbr/assuntos/legislacao/orientacoes-tecnicas</a>):</p>
<p><strong>INSPEÇÃO DO TRABALHO. SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO.</strong></p>
<p><strong>PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS &#8211; PGR.</strong></p>
<p><strong>DEFINIÇÃO DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL POR SUA ELABORAÇÃO/IMPLEMENTAÇÃO. NORMA REGULAMENTADORA Nº 01</strong></p>
<p>O PGR é de responsabilidade da organização, sendo um programa &#8211; e não um documento &#8211; de gestão de todos os perigos e riscos ocupacionais a que os trabalhadores estão expostos nas atividades da organização e de definição das respectivas medidas de prevenção a serem implementadas.</p>
<p>Não se ignora, todavia, que seus métodos para a identificação e a forma de atuação são registrados em documentos, como o inventário de riscos e o plano de ação, que precisam ser datados e assinados por seus responsáveis. 3. Ressalvadas algumas exceções inseridas em Normas Regulamentadoras específicas, não há a definição do profissional responsável pela elaboração/implementação do PGR, cabendo-se observar que o profissional deve ter conhecimento técnico condizente com a complexidade dos perigos e riscos existentes no meio ambiente de trabalho.</p>
<p><strong>Avaliação de risco</strong></p>
<p><strong>É obrigatória a utilização de questionários para a avaliação dos riscos psicossociais? </strong></p>
<p>Não. A utilização de questionários não é obrigatória para a identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais relacionados a fatores de riscos psicossociais no trabalho. Esse processo integra a AEP, nos termos da NR 17, e pode ser conduzido por diferentes abordagens tecnicamente adequadas às condições de trabalho avaliadas, incluindo métodos qualitativos, participativos e outros instrumentos que permitem identificar perigos, avaliar riscos e subsidiar a adoção de medidas de prevenção de forma tecnicamente consistente.</p>
<p><strong>Com relação aos riscos psicossociais o MTE já desenvolveu alguma ferramenta para ser aplicada? Considerando que a NR-1 não indica instrumento específico para avaliação de riscos psicossociais, haverá indicação de instrumento oficial pelo MTE? </strong></p>
<p>A NR-1 não estabelece ferramenta, metodologia ou instrumento oficial único para a identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais relacionados a fatores de riscos psicossociais no trabalho, nem atribui, de forma normativa, ao MTE a definição de um instrumento obrigatório específico para essa finalidade. Cabe à própria organização selecionar metodologias, ferramentas ou instrumentos tecnicamente adequados à sua realidade operacional, às características de suas atividades e à estratégia de avaliação adotada, podendo utilizar, quando julgar pertinente, questionários, métodos qualitativos, abordagens participativas ou outras metodologias compatíveis com o contexto avaliado. Eventuais materiais orientativos disponibilizados por órgãos públicos podem servir como referência, mas não substituem a responsabilidade da empresa pela definição e implementação de processos tecnicamente fundamentados</p>
<p><strong>Como será tratada avaliação psicossocial feita via questionários sem outra forma de avaliação? </strong></p>
<p>A utilização de questionário padronizado é uma opção da empresa. Contudo, sua aplicação, de forma isolada, não é suficiente para caracterizar o gerenciamento de riscos ocupacionais relacionados a fatores de risco psicossociais no trabalho, nem atende, por si só, aos requisitos mínimos previstos na legislação (vide resposta à pergunta nº 2). Ao utilizar questionários, deve-se considerar suas limitações metodológicas, uma vez que, tais instrumentos podem não abranger integralmente todos os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho existentes nas condições de trabalho analisadas, permanecendo sob responsabilidade da empresa a identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais. De forma resumida, a empresa que optar pela utilização de questionários deve integrar tecnicamente seus resultados à AEP e/ou ao inventário de riscos, como subsídio à identificação de perigos e à avaliação de riscos ocupacionais. A aplicação de questionários não dispensa a realização da AEP nem a documentação dos elementos mínimos exigidos para o inventário de riscos e o plano de ação.</p>
<p><strong>Em relação à avaliação dos riscos psicossociais em grupos muito pequenos de empregados (por exemplo, 1 ou 2 pessoas), qual é a forma mais adequada de conduzir essa avaliação? Ouvi falar na metodologia de grupo focal, mas nesse caso ela seria realmente a mais indicada?</strong></p>
<p>Em grupos muito pequenos de trabalhadores, a identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais relacionados a fatores psicossociais tendem a ser mais adequadamente conduzidas por meio da observação das condições de trabalho, da análise da atividade e do diálogo com os trabalhadores envolvidos, buscando levantar e compreender as características concretas da organização e da execução do trabalho. Sugere-se que, ainda na etapa de preparação e planejamento do processo, sejam definidas unidades de avaliação para organizar o trabalho. São exemplos de unidades de avaliação: a atividade de trabalho, o posto de trabalho, a função, o setor ou o grupo similar de exposição. A definição das unidades de avaliação deve considerar o contexto da organização e a estratégia de integração com a AEP e o PGR. Por isso, considere utilizar unidades de avaliação compatíveis com aquelas estabelecidas no PGR ou na AEP, de modo a facilitar a gestão e a integração das informações. A observação da atividade de trabalho e o diálogo com os trabalhadores constituem abordagens relevantes no processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais, podendo ser complementadas por outras metodologias, como questionários, entrevistas individuais ou grupos de discussão, incluindo os grupos focais da pergunta, quando tecnicamente apropriado ao contexto avaliado. No uso de grupos de discussão ou de qualquer outra metodologia coletiva, devem ser observados cuidados relacionados à confidencialidade, ao anonimato e à qualidade das informações obtidas, especialmente em grupos reduzidos. Assim, grupos focais ou estratégias similares podem ser utilizados como recurso complementar, conforme o porte e a estrutura da organização e a estratégia de avaliação adotada, sem prejuízo da necessidade de integração dos resultados ao processo geral de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais.</p>
<p><strong>Haverá definição de periodicidade mínima obrigatória para reavaliação dos riscos psicossociais? Existe periodicidade mínima obrigatória para refazer o inventário de riscos psicossociais? Qual periodicidade para reavaliação dos riscos psicossociais? </strong></p>
<p>A revisão do processo de avaliação dos riscos ocupacionais deve observar a periodicidade e os critérios gerais estabelecidos na NR-1, o que inclui os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho considerados no processo de identificação de perigos e avaliação de riscos. Nos termos da norma, essa revisão deve ocorrer, no mínimo, a cada 2 anos, ou quando da ocorrência das situações previstas nas alíneas “a” até “f” do subitem 1.5.4.4.6 da NR-1. Assim, não há, na NR-1, periodicidade autônoma específica exclusivamente para “riscos psicossociais”, mas sim sua inserção na sistemática geral de revisão do processo de avaliação de riscos ocupacionais e do inventário de riscos, conforme previsto na NR-1. Para mais detalhes, recomenda-se consultar o subitem 1.5.4.4.6 da NR-1 e a seção “11.7 Revisão do processo de avaliação de risco ocupacional” do Manual do GRO/PGR do MTE.</p>
<p><strong>Fiscalização</strong></p>
<p><strong>Quais são as implicações legais para as empresas que não avaliarem os fatores de riscos ergonômicos, incluindo os psicossociais relacionados ao trabalho, após a atualização da NR-1? </strong></p>
<p>A omissão na identificação, avaliação e controle dos riscos ergonômicos, incluindo os riscos psicossociais relacionados ao trabalho, pode caracterizar descumprimento das obrigações previstas na NR-1 e na NR 17, no âmbito do GRO e da avaliação das condições de trabalho. Nessas situações, a organização poderá ficar sujeita à atuação da inspeção do trabalho, incluindo autos de infração, notificações, exigência de adequação e demais medidas administrativas cabíveis, nos termos da legislação trabalhista aplicável, inclusive o art. 201 da CLT, sem prejuízo de outras repercussões legais decorrentes das condições verificadas em cada caso concreto.</p>
<p><strong>Será cobrada alguma ferramenta e/ou metodologia específica para avaliação dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho durante a fiscalização?</strong> <strong>Qual será o entendimento do AFT sobre suficiência técnica da metodologia adotada pela organização?</strong></p>
<p>A NR-1 assegura à organização a definição das ferramentas, técnicas e metodologias mais adequadas para a identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais, incluindo fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, desde que tecnicamente fundamentadas, coerentes com a realidade das condições de trabalho avaliadas e compatíveis com a natureza e complexidade dos riscos existentes. No âmbito da fiscalização não cabe ao Auditor-Fiscal do Trabalho impor, de forma geral, ferramenta ou metodologia específica. A atuação fiscal irá se concentrar na verificação da conformidade do processo adotado com os requisitos normativos aplicáveis, especialmente quanto à sua consistência técnica, coerência metodológica, capacidade de identificar perigos, avaliar riscos, subsidiar a adoção de medidas de prevenção e produzir documentação compatível com as exigências da NR-1 e da NR-17. Assim, a suficiência técnica da metodologia adotada pela organização deverá ser demonstrada pela sua adequação ao contexto avaliado, pela coerência dos critérios utilizados, pela integração ao processo de GRO e pela efetividade na identificação, avaliação e controle dos riscos relacionados às condições e à organização do trabalho.</p>
<p><strong>Quais serão os critérios, utilizados pelos auditores, para avaliar a eficácia das ações implementadas pelas empresas em relação aos fatores psicossociais relacionados ao trabalho?</strong></p>
<p>Serão observados os critérios e requisitos previstos na própria NR-1, especialmente aqueles relacionados à consistência do processo de GRO adotado pela organização. Isso inclui, entre outros aspectos aplicáveis, a adequação da avaliação à realidade das atividades e das condições de trabalho, a identificação e o gerenciamento dos riscos identificados, a participação dos trabalhadores, a definição de medidas de prevenção, responsáveis, prazos, formas de acompanhamento e revisão das ações implementadas, nos termos dos dispositivos pertinentes da norma, incluindo o subitem 1.5.5.3.2. No contexto fiscalizatório, a análise tende a recair menos sobre a adoção de uma ferramenta específica e mais sobre a coerência técnica, a implementação efetiva e a capacidade das ações de prevenção de enfrentar os fatores de riscos identificados. Assim, a eficácia das medidas poderá ser avaliada com base em sua aptidão para eliminar perigos, reduzir ou controlar riscos, conforme a hierarquia das medidas de prevenção, bem como para promover melhorias concretas nas condições e na organização do trabalho, conforme aplicável.</p>
<p><strong>Que tipo de evidências a fiscalização utilizará para avaliar que uma empresa gerencia os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho? </strong></p>
<p>A fiscalização poderá considerar o conjunto de evidências documentais, processuais e operacionais relacionadas ao GRO, nos termos da NR-1 e da NR-17, incluindo, conforme aplicável, documentos como inventário de riscos, AEP, plano de ação, registros dos critérios e metodologias adotados, documentação de acompanhamento e revisão das medidas implementadas, entre outros elementos que demonstrem a estruturação e execução do processo de prevenção. Além da análise documental, poderão ser considerados outros elementos de verificação, como entrevistas, observação das condições reais de trabalho, inspeções no ambiente laboral, registros administrativos e ocupacionais pertinentes, dados de sistemas legalmente aplicáveis (como o eSocial, quando cabível), bem como evidências da implementação prática de medidas de prevenção, comunicação e acompanhamento relacionadas às condições e à organização do trabalho. A análise fiscal irá se concentrar não apenas na existência formal de documentos, mas na coerência entre avaliação, medidas adotadas, implementação efetiva e capacidade da organização de demonstrar que identifica, avalia, previne e acompanha adequadamente os riscos ocupacionais relacionados às suas atividades.</p>
<p><strong>Como será cobrada a participação dos trabalhadores no GRO? </strong></p>
<p>A participação dos trabalhadores no GRO, nos termos da NR-1, deve ser demonstrada de forma compatível com o processo de identificação de perigos, avaliação de riscos, definição, implementação e acompanhamento das medidas de prevenção adotadas pela organização. Essa participação poderá ser evidenciada, por exemplo, por meio de registros de consultas, escutas ou mecanismos de envolvimento dos trabalhadores na identificação de perigos e avaliação dos riscos, participação no acompanhamento das medidas de prevenção e controle, atas ou registros de reuniões, comunicação de riscos e medidas adotadas, ações de capacitação, entre outros meios tecnicamente pertinentes à realidade da organização. A NR-1 não estabelece modelo único ou documento padronizado para essa comprovação. No contexto fiscalizatório, a análise tende a recair sobre a demonstração de participação efetiva, contínua e coerente com o processo do GRO, e não apenas sobre registros formais isolados. Dessa forma, mais do que a existência de documentos, importa a capacidade da organização de evidenciar que os trabalhadores foram efetivamente considerados e envolvidos nas etapas pertinentes do GRO.</p>
<p><strong>A listagem exemplificativa de perigos (fatores de risco) presente no Guia de Informações sobre Fatores de Risco Psicossociais Relacionados ao Trabalho será usada como parâmetro pela fiscalização? </strong></p>
<p>As listagens exemplificativas de fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho apresentadas em guias, manuais, cursos ou materiais orientativos, como o Guia de Informações sobre Fatores de Risco Psicossociais Relacionados ao Trabalho (2025) e o Manual do GRO/PGR (2026), possuem caráter orientativo e referencial, não sendo, por si só, taxativas ou normativas. No contexto da fiscalização tais materiais podem ser utilizados como referências técnicas de apoio à compreensão e análise, mas a atuação fiscal deve estar fundamentada, prioritariamente, nos requisitos estabelecidos nas normas aplicáveis, especialmente na NR-1 e na NR-17, bem como na realidade concreta das condições e da organização do trabalho efetivamente verificadas. Assim, a fiscalização tende a avaliar se a organização realizou processo tecnicamente adequado de identificação de perigos, avaliação de riscos e implementação de medidas de prevenção compatíveis com seu contexto, não se limitando à mera verificação formal de aderência a listas exemplificativas. Essas referências podem subsidiar entendimento técnico, mas não substituem a análise contextualizada nem criam, por si, obrigações normativas adicionais.</p>
<p>Como serão interpretados pelo AFT os casos em que o Inventário de Riscos não apresentar nenhum risco psicossocial relacionado ao trabalho?</p>
<p>A ausência de registro de fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Inventário de Riscos, não constitui, por si só, irregularidade desde que a organização seja capaz de demonstrar, de forma tecnicamente fundamentada, que realizou processo adequado de identificação de perigos, avaliação das condições de trabalho e análise de riscos, incluindo a metodologia, critérios e evidências utilizados para reconhecer, caracterizar ou afastar a presença desses fatores no contexto avaliado. Para essa verificação, além da análise do conteúdo da AEP, do Inventário de Riscos e dos demais documentos pertinentes ao GRO/PGR, a fiscalização poderá considerar a coerência metodológica do processo adotado, a realidade das condições e da organização do trabalho observadas no local, entrevistas, registros pertinentes e outros elementos de verificação técnica. Caso o Auditor-Fiscal do Trabalho identifique, com base na fiscalização e nos requisitos normativos aplicáveis, a existência de perigos ou fatores de riscos ocupacionais não identificados, avaliados ou gerenciados adequadamente pela organização, poderão ser adotadas as medidas administrativas cabíveis, inclusive autuação, conforme o caso. Assim, o ponto central não é a presença obrigatória prévia de determinado risco no inventário, mas a consistência técnica, a suficiência e a adequação do processo utilizado para a identificação, a avaliação, o controle e o gerenciamento do risco.</p>
<p><strong>O novo texto entra em vigor em 26/05/2026. Após essa data minha empresa estará sujeita à autuação pela fiscalização? </strong></p>
<p>Após a entrada em vigor do novo texto, em 26/05/2026, as organizações passam a estar submetidas às exigências normativas aplicáveis. Contudo, para disposições novas da NR-1, incluindo aquelas relacionadas aos fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, aplica-se o critério de dupla visita, com caráter inicialmente orientativo. Assim, durante os 90 dias subsequentes à entrada em vigor, a atuação da Inspeção do Trabalho tende a priorizar ações de orientação, instrução e notificação das organizações quanto à necessidade de adequação, especialmente em relação às novas exigências introduzidas, sem prejuízo da adoção de medidas administrativas nos casos aplicáveis. Decorrido esse período, constatado o descumprimento das obrigações normativas aplicáveis, poderão ser adotadas as medidas administrativas cabíveis, incluindo autos de infração, conforme a situação verificada e os critérios legais pertinentes. Em termos práticos, isso significa que o período inicial não deve ser interpretado como dispensa de adequação, mas como fase de orientação fiscal para implementação e correção, sendo recomendável que as organizações utilizem esse intervalo para estruturar, revisar ou aprimorar seus processos de conformidade.</p>
<p><strong>Haverá uma diretriz técnica, protocolo operacional, checklist ou instrumento padronizado de fiscalização a ser utilizado nacionalmente para verificação do atendimento à NR-1 no que se refere aos riscos psicossociais relacionados ao trabalho? Qual o protocolo a ser seguido pelos auditores fiscais nas fiscalizações que envolvem os riscos psicossociais? </strong></p>
<p>Até o momento, não há previsão de protocolo operacional único, checklist nacional específico ou instrumento padronizado exclusivo para fiscalização de fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no âmbito da NR-1 e da NR-17, além dos referenciais normativos e orientativos aplicáveis já existentes. A atuação fiscal em SST tende a se fundamentar, primordialmente, nos requisitos previstos nas NR aplicáveis, especialmente NR-1 e NR-17, bem como em documentos oficiais, materiais orientativos e referências técnicas divulgados pelo MTE para apoio interpretativo e operacional. No contexto dos fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, materiais como guias, manuais e documentos orientativos podem servir como suporte técnico à atuação fiscal, mas não substituem o exame concreto da conformidade da organização com as obrigações normativas aplicáveis, nem necessariamente configuram protocolo normativo autônomo. Assim, a fiscalização tende a observar a consistência técnica do processo de GRO adotado pela organização, a adequação da identificação de perigos e avaliação de riscos às condições reais de trabalho, a implementação de medidas de prevenção e a conformidade documental e operacional com a NR-1 e a NR-17, sem prejuízo de orientações administrativas que possam ser futuramente expedidas pelos órgãos competentes.</p>
<p><strong>Como será fiscalizado tanto o inventário de riscos, bem como o plano de ação por parte do Auditor Fiscal do Trabalho? Como será a fiscalização na prática? O que as empresas terão que provar? </strong></p>
<p>Na prática, a fiscalização tende a combinar análise documental e verificação das condições reais de trabalho, com o objetivo de avaliar se a organização estruturou e implementou, de forma tecnicamente consistente, seu processo de GRO, nos termos da NR-1 e da NR-17. Isso poderá envolver a análise do inventário de riscos, do plano de ação, da AEP, dos critérios e metodologias adotados, dos registros de acompanhamento e revisão, bem como a verificação in loco das condições e da organização do trabalho, incluindo entrevistas, escuta de trabalhadores e outros elementos de evidência compatíveis com a fiscalização. O inventário de riscos deverá atender ao conteúdo mínimo previsto no subitem 1.5.7.3.2 da NR-1, enquanto o plano de ação deverá observar, no mínimo, os requisitos do subitem 1.5.5.2 da NR-1. No contexto dos fatores de riscos ergonômicos, incluindo fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, a fiscalização tende a buscar evidências de que a empresa realizou a AEP, considerou as condições e a organização do trabalho pertinentes, incluindo os perigos psicossociais, envolveu os trabalhadores nos termos previstos na NR-1 e na NR-17, e estabeleceu um plano de ação para adotar medidas de prevenção em relação aos perigos identificados e riscos avaliados. Em termos práticos, mais do que apenas apresentar documentos formais, a empresa deverá ser capaz de demonstrar coerência entre metodologia adotada, critérios definidos, realidade das atividades, perigos identificados e riscos avaliados, medidas de prevenção implementadas e efetividade do processo de GRO.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>EXCLUSIVO COM DOCUMENTOS: Licitação do Caminho da Escola dá problemas: TCU suspende um dos lotes por prejuízos de R$ 30 milhões aos cofres federais. Documentação tem correção</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/26/exclusivo-com-documentos-licitacao-do-caminho-da-escola-da-problemas-tcu-suspende-um-dos-lotes-por-prejuizos-de-r-30-milhoes-aos-cofres-federais-documentacao-tem-correcao/</link>
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    <pubDate>Tue, 26 May 2026 15:51:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Parte do pregão precisará ser reaberto. Lote suspenso é para a compra de dois mil ônibus ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari O TCU (Tribunal de Contas da União) determinou a suspensão de parte da licitação bilionária do programa Caminho da Escola, do Governo Federal, para habilitação da compra com recursos públicos de 7.470 ônibus escolares, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-08.11.16.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-08.11.16.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-08.11.16.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-08.11.16.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-08.11.16.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-08.11.16.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-08.11.16.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-08.11.16.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Parte do pregão precisará ser reaberto. Lote suspenso é para a compra de dois mil ônibus</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Arthur Ferrari</em></strong></p>
<p>O TCU (Tribunal de Contas da União) determinou a suspensão de parte da licitação bilionária do programa Caminho da Escola, do Governo Federal, para habilitação da compra com recursos públicos de 7.470 ônibus escolares, divididos em 13 modelos de diferentes portes, aplicações e capacidades. Todos os modelos são a diesel, mas tecnologia Euro 6 que polui menos.</p>
<p>Trata-se de uma denúncia sobre o item 2 (ORE 2) protocolada pela Iveco (IVG BRASIL LTDA ONHIGHWAY) que aponta risco de prejuízos de quase R$ 30 milhões aos cofres da União.</p>
<p>O item 2 envolve dois mil ônibus 45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> traz a informação de forma exclusiva nesta terça-feira, 26 de maio de 2026, quando será retomada a sessão de demais lotes.</p>
<p>A Iveco foi desclassificada por supostos problemas com a documentação.</p>
<p>A segunda proposta, relativa à Volkswagen, segundo a IVG, é menos vantajosa e traria este prejuízo, de acordo com a representação.</p>
<p>A comunicação da suspensão pelo FNDE (Fundo nacional da Educação) foi no último dia 18 de maio de 2026.</p>
<p>No relatório do TCU, ao qual do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> teve acesso exclusivo, o ministro relator Augusto Nardes entende que há mesmo indícios de <strong><em>irregularidades, por isso, a suspensão como medida cautelar.</em></strong></p>
<p><strong><em>No que concerne à plausibilidade jurídica do pedido, foram confirmados pela área os indícios referentes à seguinte irregularidade: “Indevida desconsideração do enquadramento material da proposta do representante como beneficiário da margem de preferência para produtos nacionais, com inversão da classificação do item 2 com proposta mais onerosa”. 10. Dessa forma, em consonância com o entendimento uniforme da AudContratações, a alta materialidade presente no caso em exame, relativa à diferença entre as propostas da representante e da vencedora do certame de cerca R$ 30 milhões, impõe a concessão de medida cautelar, a fim de suspender o andamento do Pregão Eletrônico 90004/2026 em relação ao item 2. </em></strong>– diz o documento obtido pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong></p>
<p>Além disso, o FNDE recebeu manifestações contra o reenvio por parte da Volkswagen da documentação sobre balanços financeiros que estariam com erros.</p>
<p>A Volkswagen foi a classificada para a maior parte dos lotes: 88% de todo o volume de 7.470 ônibus.</p>
<p>De acordo com as manifestações, a montadora enviou um balanço desatualizado e, em vez de haver desclassificação e reabertura da concorrência para todos estes lotes, o pregoeiro abriu uma chance para enviar a documentação corrigida.</p>
<p>Ainda segundo estes apontamentos, isso não seria possível por lei.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-517009" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1_20260526_083903_0000.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-517010" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2_20260526_083903_0001.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><u>VEJA OS LANCES:</u></strong></p>
<p><strong><u>PROPOSTAS CLASSIFICADAS:</u></strong></p>
<p><strong>Três Marcas – 13 modelos e 7470 ônibus</strong></p>
<p><strong>Volkswagen Itens 1, 2, 3, 6, 8, 9, 10 e 12 </strong></p>
<p><strong>Subtotal: 6.590 ônibus dos 7.470 veículos, com 88,22% do volume total de coletivos.</strong></p>
<p><strong>Marcopolo S.A. – Itens 5, 7, 11 e 13</strong></p>
<p><strong>Subtotal: 620 ônibus dos 7.470 veículos, representando 8,3% do volume.</strong></p>
<p><strong>Agrale – Item 4</strong></p>
<p><strong>Subtotal: Um dos 13 lotes, somando 260 unidades, ou 3,48%</strong></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani</em></strong></p>
<p>Siglas para cada tipo de ônibus</p>
<p>ORE = Ônibus Rural Escolar</p>
<p>ONUREA = Ônibus Urbano Escolar Acessível</p>
<p>PA – Piso Alto</p>
<p>PB – Piso Baixo</p>
<p><strong>Item 1:</strong></p>
<p>ORE 1 Mecânica - 1.700</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 29 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 458,99 mil &#8211;  R$ 458.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 635 mil &#8211; R$ 635.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 2:</strong></p>
<p>ORE 2 Mecânica - 2.000 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 115CV, Capacidade: 45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 499,99 mil &#8211; R$ 499.999,00 por ônibus</p>
<p>R$ 514,99 mil R$ 514.990,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 3:</strong></p>
<p>ORE 3 Mecânica - 2.100 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 130CV, Capacidade: 60 Lugares, Distância Entre Eixos: 5950MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 724,99 mil &#8211; R$ 724.998,00 por ônibus</p>
<p>R$ 815 mil &#8211; R$ 815.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 4:</strong></p>
<p>ORE 0 4X4 Mecânica - 260 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 100CV, Capacidade: 15 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.350MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 845 mil R$ 845.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 5:</strong></p>
<p>ORE 1 4X4 Mecânica - 380 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 30 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.750MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 755 mil &#8211; R$ 755.000,00 por ônibus</p>
<p>R$ 1,05 milhão &#8211; R$ 1.050.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 6:</strong></p>
<p>ONUREA PA Mecânica - 400 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 449,88 mil &#8211; R$ 449.880,00 por ônibus</p>
<p>R$ 523,13 mil &#8211; R$ 523.130,00 por ônibus</p>
<p>R$ 625 mil &#8211; R$ 625.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 7:</strong></p>
<p>ONUREA PB Mecânica  &#8211; 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 3.835MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 775 mil &#8211; R$ 775.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 8:</strong></p>
<p>ORE 1 Automática - 130 Unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 29 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 498,99 mil &#8211; R$ 498.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 685 mil &#8211; R$ 685.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 9:</strong></p>
<p>ORE 2 Automática -120 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 115CV, Capacidade: 45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 525,99 mil &#8211; R$ 525.990,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 10: </strong></p>
<p>ORE 3 Automática - 120</p>
<p>Ônibus Potência: 130CV, Capacidade: 60 Lugares, Distância Entre Eixos: 5950MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 598,99 mil &#8211; R$ 598.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 727,52 mil &#8211; R$ 727.526,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 11:</strong></p>
<p>ORE 1 4X4 Automática – 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 30 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.750MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 798 mil &#8211; R$ 798.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 12:</strong></p>
<p>ONUREA PA Automática - 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 494,99 mil &#8211; R$ 494.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 675 mil &#8211; R$ 675.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 13:</strong></p>
<p>ONUREA PB Automática - 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 3.835MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 825 mil &#8211; R$ 825.000,00 por ônibus</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-511019" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ivercio.jpg?resize=881%2C798&#038;ssl=1" alt="" width="881" height="798" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ivercio.jpg?w=881&amp;ssl=1 881w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ivercio.jpg?resize=300%2C272&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ivercio.jpg?resize=150%2C136&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ivercio.jpg?resize=768%2C696&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ivercio.jpg?resize=400%2C362&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 881px) 100vw, 881px" /></p>
<p><strong>HISTÓRICO:</strong></p>
<p>O novo edital do Caminho da Escola, relançado em 01º de abril de 2026, traz as atualizações tecnológicas, de configuração e de segurança dos 13 modelos que somam 7.470 unidades e o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, de forma exclusiva, neste dia 02 de abril de 2026, destaca algumas das principais características que representam avanços em relação aos modelos que eram previstos no ciclo de compras iniciado em 2023. <strong>(AO LONGO DA REPORTAGEM, VEJA A TABELA NA ÍNTEGRA)</strong></p>
<p>No ciclo anterior, por exemplo, o diferencial traseiro tinha dispositivo de bloqueio com acionamento automático. Agora, vai precisar apesentar dispositivo de bloqueio e/ou Sistema Eletrônico de Controle de Tração Automático (acionamento automático).</p>
<p>No edital de 2023, não havia exigência de assistências obrigatórias. Agora, a nova proposta inclui Controle de Estabilidade e Assistência de Partida em Rampa.</p>
<p>O painel traseiro também mudou. De área envidraçada terá agora de ser totalmente fechado, com compartimento de acesso externo.</p>
<p>Não havia previsão de reforços estruturais nas saias (parte inferior da carroceria). Agora, são obrigatórios reforços metálicos na parte dianteira.</p>
<p>Os protetores de Arla 32 (um líquido injetado na queima do diesel para reduzir a poluição), no ciclo de 2023 tinham de ser metálicos. Agora, a exigência está mais rigorosa, a exemplo do sistema de escape, que precisará ter escapamento inclinado para baixo (20° a 25°), acima da linha da passa-balsa.</p>
<p>Em primeira-mão, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou que o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), após suspensões e anulações de editais que se arrastam desde 2025, relançou a licitação que deve habilitar montadoras e encarroçadoras para a compra de 7.470 ônibus escolares pelo Programa Caminho da Escola. A entrega das propostas para os 13 modelos desta frota total foi remarcada (se não houver novo entrave) para 14 de abril de 2026.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/01/caminho-da-escola-ja-tem-nova-data-para-abertura-de-propostas-14-de-abril-de-2026-sao-7-470-onibus-escolares-de-13-modelos-exclusivo/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/01/caminho-da-escola-ja-tem-nova-data-para-abertura-de-propostas-14-de-abril-de-2026-sao-7-470-onibus-escolares-de-13-modelos-exclusivo/</a></p>
<p>Além de ser esperada por estudantes, pais, prefeitos e governadores, a licitação é muito aguardada pela indústria. O Caminho da Escola representa 30% do volume de produção de ônibus no Brasil.</p>
<p>Apesar de o principal motivo para os adiantamentos e suspensão da licitação foi a entrada de novas regras tributárias sobre os veículos, pesou também para a nova decisão a questão de segurança, cujo debate foi ampliado, principalmente depois uma tragédia com a morte de uma estudante no Ceará foi levada em conta para a mudança, conforte apurou o editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani.</p>
<p>A menina Maria Isabella Rodrigues, de apenas 10 anos, morreu em 05 de fevereiro de 2026, na cidade de Nova Russas, a cerca de 300 quilômetros de Fortaleza, após cair do ônibus escolar do Caminho da Escola que a levava para casa.</p>
<p>A porta do veículo se abriu “sozinha” em movimento.</p>
<p>As causas estão sendo apuradas e a hipótese mais provável é falha na manutenção. Mas diante do fato, fontes ligadas ao Ministério da Educação, disseram ao <strong><em>Diário do Transport</em></strong>e, que itens de redundância para reforço de segurança foram considerados.</p>
<p><strong>MODELOS MAIS SEGUROS, MAS NÃO LIVRES DE EMISSÕES:</strong></p>
<p>Os ônibus escolares nos Estados Unidos são sinônimos de segurança, força e até um símbolo de orgulho do País. Muito comuns de aparecerem em filmes e até produções de Hollywood, os amarelões com cara de caminhão (devido ao cofre do motor avançado para o lado de fora), são tão robustos que, de acordo com reportagens de mídia norte-americana, já foram feitos bunkers e abrigos de ataques antiaéreos com as carrocerias destes ônibus. A sinalização destes veículos é especial e há até regras nas leis de trânsito norte-americanas sobre respeito e prioridade a estes ônibus que devem ser seguidas por motoristas de outros veículos. Apesar de o presidente Donald Trump ter bloqueado verbas para modelos elétricos, os escolares nos EUA entraram para a era dos veículos de emissão zero.</p>
<p>E no Brasil? O transporte escolar é, de uma forma geral, extremamente precário, com ônibus velhos, mal conservados e operações clandestinas.  Mas a situação melhorou muito com a adoção, em 2007, do Programa Caminho da Escola, pelo qual, o Governo Federal compra e financia aos Estados e municípios os ônibus escolares. Foram desenhados juntamente com as fabricantes de chassis e carrocerias os padrões com uniformização técnica, sendo atualizados a cada ciclo de licitação.</p>
<p>Atualmente, os veículos estão mais acessíveis e, seguindo as normas Euro 6 para motores a diesel, estão menos poluentes, mas ainda não livre de emissões como nos EUA.</p>
<p>Em parte pela falta de infraestrutura de recarga para baterias nas cidades, pelas condições severas de tráfego e por haver ainda pouca oferta no mercado nacional de ônibus elétricos com padrão escolar: a única fabricante a de fato apresentar um modelo indicado como escolar foi a nacional Eletra, de São Bernardo do Campo (SP), em parceria com a Caio e Mercedes-Benz.</p>
<p><strong>MODELOS E QUANTIDADES</strong></p>
<p>1 ORE 1 Mecânica - 1.700</p>
<p>2 ORE 2 Mecânica - 2.000</p>
<p>3 ORE 3 Mecânica - 2.100</p>
<p>4 ORE 0 4X4 Mecânica - 260</p>
<p>5 ORE 1 4X4 Mecânica - 380</p>
<p>6 ONUREA PA Mecânica - 400</p>
<p>7 ONUREA PB Mecânica  &#8211; 200</p>
<p>8 ORE 1 Automática - 130</p>
<p>9 ORE 2 Automática -120</p>
<p>10 ORE 3 Automática - 120</p>
<p>11 ORE 1 4X4 Automática &#8211; 20</p>
<p>12 ONUREA PA Automática - unidade 20</p>
<p>13 ONUREA PB Automática - 20</p>
<p>TOTAL – 7.470 ÔNIBUS</p>
<p><strong> Tipos de Ônibus (ORE e ONUREA):</strong></p>
<ul>
<li><strong>ORE 0 (4&#215;4):</strong> Capacidade para 13 estudantes.</li>
<li><strong>ORE 1:</strong> Capacidade para 29 estudantes.</li>
<li><strong>ORE 1 (4&#215;4):</strong> Capacidade para 23 ou 29 estudantes.</li>
<li><strong>ORE 2:</strong> Capacidade para 44 estudantes, com bloqueio de diferencial.</li>
<li><strong>ORE 3:</strong> Capacidade para 59 ou 60 estudantes.</li>
<li><strong>ONUREA Piso Alto:</strong> Capacidade para 29 estudantes.</li>
<li><strong>ONUREA Piso Baixo:</strong> Capacidade para 21 ou 29 estudantes (com acessibilidade).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EM PRIMEIRA-MÃO: Confira os lances da licitação bilionária do Caminho da Escola para a compra de 7.470 ônibus escolares – Volkswagen com 88%</strong></p>
<p><em>Após suspensões e anulações desde 2025, finamente a concorrência teve as ofertas nesta terça-feira, 14 de abril de 2026.Compra pública representa 30% do mercado de ônibus no Brasil</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Finalmente, nesta terça-feira, 14 de abril de 2026, ocorreu a sessão de ofertas para a licitação bilionária do Ministério da Educação que habilita os fabricantes de veículos a fornecer para o Programa Caminho da Escola ônibus escolares que serão financiados pela União e adquiridos por Estados e municípios em todo o Brasil. O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, traz a informação em primeira-mão com os valores dos lances.</p>
<p>O ciclo desta vez contempla 7.470 ônibus escolares, divididos em 13 modelos de diferentes portes, aplicações e capacidades.</p>
<p>Segundo a apresentação dos lances, a Volkswagen foi classificada com melhores propostas de preços em oito dos 13 modelos (itens), totalizando 6.590 ônibus dos 7.470 veículos, com 88,22% do volume total de coletivos.</p>
<p>A Marcopolo foi classificada, pelo critério de preço, em quatro dos 13 itens, com 620 ônibus dos 7.470 veículos, representando 8,3% do volume.</p>
<p>Por fim, a Agrale foi classificada em um dos 13 lotes, somando 260 unidades, ou 3,48%</p>
<p>Agora são abertos os prazos para eventuais impugnações e demais trâmites burocráticos.</p>
<p>A reportagem acompanha o processo desde 2025, que foi marcado por suspensões e anulações de editais por motivos que foram desde ajustes às novas normas tributárias até alterações relacionadas à segurança, motivadas pela morte de uma menina de 10 anos de idade no Ceará, após um acidente ocorrido com um ônibus escolar do programa em 05 de fevereiro de 2026.</p>
<p>Se a licitação deste ciclo era aguardada por estudantes, pais e responsáveis, além de prefeitos e governadores, a expectativa também era grande pelos fabricantes de veículos. E não é para menos: o Programa Caminho da Escola, criado em 2007, responde, em média, por cerca de 30% de todo o mercado de ônibus.</p>
<p><strong><u>VEJA OS LANCES:</u></strong></p>
<p><strong><u>PROPOSTAS CLASSIFICADAS:</u></strong></p>
<p><strong>Três Marcas – 13 modelos e 7470 ônibus</strong></p>
<p><strong>Volkswagen Itens 1, 2, 3, 6, 8, 9, 10 e 12 </strong></p>
<p><strong>Subtotal: 6.590 ônibus dos 7.470 veículos, com 88,22% do volume total de coletivos.</strong></p>
<p><strong>Marcopolo S.A. – Itens 5, 7, 11 e 13</strong></p>
<p><strong>Subtotal: 620 ônibus dos 7.470 veículos, representando 8,3% do volume.</strong></p>
<p><strong>Agrale – Item 4</strong></p>
<p><strong>Subtotal: Um dos 13 lotes, somando 260 unidades, ou 3,48%</strong></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani</em></strong></p>
<p>Siglas para cada tipo de ônibus</p>
<p>ORE = Ônibus Rural Escolar</p>
<p>ONUREA = Ônibus Urbano Escolar Acessível</p>
<p>PA – Piso Alto</p>
<p>PB – Piso Baixo</p>
<p><strong>Item 1:</strong></p>
<p>ORE 1 Mecânica - 1.700</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 29 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 458,99 mil &#8211;  R$ 458.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 635 mil &#8211; R$ 635.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 2:</strong></p>
<p>ORE 2 Mecânica - 2.000 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 115CV, Capacidade: 45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 499,99 mil &#8211; R$ 499.999,00 por ônibus</p>
<p>R$ 514,99 mil R$ 514.990,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 3:</strong></p>
<p>ORE 3 Mecânica - 2.100 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 130CV, Capacidade: 60 Lugares, Distância Entre Eixos: 5950MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 724,99 mil &#8211; R$ 724.998,00 por ônibus</p>
<p>R$ 815 mil &#8211; R$ 815.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 4:</strong></p>
<p>ORE 0 4X4 Mecânica - 260 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 100CV, Capacidade: 15 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.350MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 845 mil R$ 845.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 5:</strong></p>
<p>ORE 1 4X4 Mecânica - 380 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 30 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.750MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 755 mil &#8211; R$ 755.000,00 por ônibus</p>
<p>R$ 1,05 milhão &#8211; R$ 1.050.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 6:</strong></p>
<p>ONUREA PA Mecânica - 400 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 449,88 mil &#8211; R$ 449.880,00 por ônibus</p>
<p>R$ 523,13 mil &#8211; R$ 523.130,00 por ônibus</p>
<p>R$ 625 mil &#8211; R$ 625.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 7:</strong></p>
<p>ONUREA PB Mecânica  &#8211; 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 3.835MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 775 mil &#8211; R$ 775.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 8:</strong></p>
<p>ORE 1 Automática - 130 Unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 29 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 498,99 mil &#8211; R$ 498.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 685 mil &#8211; R$ 685.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 9:</strong></p>
<p>ORE 2 Automática -120 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 115CV, Capacidade: 45 Lugares, Distância Entre Eixos: 4.800MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 525,99 mil &#8211; R$ 525.990,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 10: </strong></p>
<p>ORE 3 Automática - 120</p>
<p>Ônibus Potência: 130CV, Capacidade: 60 Lugares, Distância Entre Eixos: 5950MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 598,99 mil &#8211; R$ 598.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 727,52 mil &#8211; R$ 727.526,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 11:</strong></p>
<p>ORE 1 4X4 Automática – 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 30 Lugares, Distância Entre Eixos: 3.750MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 798 mil &#8211; R$ 798.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 12:</strong></p>
<p>ONUREA PA Automática - 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 4.250MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 494,99 mil &#8211; R$ 494.990,00 por ônibus</p>
<p>R$ 675 mil &#8211; R$ 675.000,00 por ônibus</p>
<p><strong>Item 13:</strong></p>
<p>ONUREA PB Automática - 20 unidades</p>
<p>Ônibus Potência: 110CV, Capacidade: 23 Lugares + 1 Box Cadeirante, Distância Entre Eixos: 3.835MM, Quantidade Portas: Única, Cor: Amarela</p>
<p>R$ 825 mil-  R$ 825.000,00 por ônibus</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-509233" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, 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<p><strong>VEJA HISTÓRICO:</strong></p>
<p>Após dois entraves, a bilionária concorrência foi remarcada para 23 de fevereiro de 2026.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/09/exclusivo-governo-federal-retoma-licitacao-para-a-compra-de-7-470-onibus-escolares-do-programa-caminho-da-escola/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/09/exclusivo-governo-federal-retoma-licitacao-para-a-compra-de-7-470-onibus-escolares-do-programa-caminho-da-escola/</a></p>
<p>A primeira tentativa de licitação foi suspensa em 17 de dezembro de 2025 para esclarecimentos sobre o edital, depois revogada para ajustes de acordo com novas regras fiscais .</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/09/exclusivo-governo-federal-retoma-licitacao-para-a-compra-de-7-470-onibus-escolares-do-programa-caminho-da-escola/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/09/exclusivo-governo-federal-retoma-licitacao-para-a-compra-de-7-470-onibus-escolares-do-programa-caminho-da-escola/</a></p>
<p>Em 03 de fevereiro de 2026, notícia dada em primeira-mão pelo <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> revelou que o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), do Governo Federal, revogou a licitação para a compra de cerca de 7,5 mil ônibus escolares por meio do Programa Caminho da Escola. O motivo foi justamente a Nova lei alterou isenções, exigindo nova pesquisa e relançamento</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/04/em-primeira-mao-fnde-revoga-licitacao-de-75-mil-onibus-do-caminho-da-escola-e-novo-edital-sera-lancado-com-regras-diferentes/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/04/em-primeira-mao-fnde-revoga-licitacao-de-75-mil-onibus-do-caminho-da-escola-e-novo-edital-sera-lancado-com-regras-diferentes/</a></p>
<p>As dúvidas tributárias persistem.</p>
<p>A questão da reforma tributária preocupa porque se a fabricante ganha neste ano de 2026, e o pregão tem validade de um ano, ainda haverá ônibus para fornecer no próximo ano de 2027 pelo mesmo preço de 2026. Mas em 2027 entram os novos efeitos da reforma tributária com o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que vai substituir o ICMS e o ISS, adotando o modelo de IVA (Imposto sobre Valor Agregado). Também entra em 2027 a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) que também vai ser como um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) para substituir PIS, Cofins e parte do IPI.</p>
<p>Não há certezas dos impactos nos preços dos ônibus.</p>
<p>Além disso, os ônibus escolares tinham isenção de impostos desde 2007. Agora passam a ser tributados.</p>
<p>Uma cláusula no edital do Caminho da Escola para proteger os fornecedores desta variação poderia deixar o mercado mais seguro. Ou seja, as regras deveriam ser mantidas pelo momento do resultado do pregão e não da entrega dos ônibus.</p>
<p>Mas pesou mesmo para a nova decisão, uma tragédia com a morte de uma estudante no Ceará foi levada em conta para a mudança, conforte apurou o editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani.</p>
<p>A menina Maria Isabella Rodrigues, de apenas 10 anos, morreu em 05 de fevereiro de 2026, na cidade de Nova Russas, a cerca de 300 quilômetros de Fortaleza, após cair do ônibus escolar do Caminho da Escola que a levava para casa.</p>
<p>A porta do veículo se abriu “sozinha” em movimento.</p>
<p>As causas estão sendo apuradas e a hipótese mais provável é falha na manutenção. Mas diante do fato, fontes ligadas ao Ministério da Educação, disseram ao <strong><em>Diário do Transport</em></strong>e, que itens de redundância para reforço de segurança foram considerados.</p>
<p>A quantidade de veículos e modelos não mudam.</p>
<p><strong>REABERTURA:</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-508994" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-04-01-at-05.33.14.jpeg?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-04-01-at-05.33.14.jpeg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-04-01-at-05.33.14.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-04-01-at-05.33.14.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-04-01-at-05.33.14.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-04-01-at-05.33.14.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Uma das notícias mais aguardadas da indústria de veículos pesados finalmente saiu numa quarta-feira, 1º de abril de 2026, e em seu papel de <em>hardnews</em>, com cobertura do jornalismo factual, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> trouxe em primeira-mão:</p>
<p>Foi marcada a data para o prosseguimento da licitação para habilitar montadoras e encarroçadoras a produzir e comercializar 7.470 ônibus escolares pelo “Programa Caminho da Escola”, do Governo Federal. A abertura das propostas foi, desta vez, depois de adiamentos e suspensões, agendada para 14 de abril de 2026.</p>
<p>Na terça-feira, 31 de março de 2026, o editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, já havia noticiado, também de forma exclusiva, o aviso de reabertura do processo licitatório.</p>
<p>O FNDE (Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação), do Ministério da Educação, responsável pela concorrência, havia comunicado <em>o <strong>“Evento de Reabertura com publicação prevista para 01/04/2026. Motivo: Saneamento dos artefatos da licitação”.</strong></em></p>
<p>Saneamento de artefatos (documentos e propostas) em licitações é um instrumento previsto na chamada Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), que possibilita a correção de erros ou falhas formais que não alterem propostas, os documentos de habilitação ou o teor geral dos editais.</p>
<p>O relançamento da concorrência é aguardado ansiosamente por prefeituras e governos estaduais, que podem se habilitar para as compras, mas também pela indústria automotiva e de autopeças.</p>
<p>O “Caminho da Escola” chega a representar cerca de 30% de toda a produção de ônibus do Brasil, impactando até mesmo nas ações de fabricantes de capital aberto e que negociam em Bolsa de Valores, como a Marcopolo.</p>
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<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-508955" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/4584dac0-7e02-4ef6-b0c0-098bbb5de2eb.jpg?resize=828%2C293&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="293" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/4584dac0-7e02-4ef6-b0c0-098bbb5de2eb.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/4584dac0-7e02-4ef6-b0c0-098bbb5de2eb.jpg?resize=300%2C106&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/4584dac0-7e02-4ef6-b0c0-098bbb5de2eb.jpg?resize=150%2C53&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/4584dac0-7e02-4ef6-b0c0-098bbb5de2eb.jpg?resize=768%2C272&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/4584dac0-7e02-4ef6-b0c0-098bbb5de2eb.jpg?resize=400%2C142&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ATUALIZAÇÕES TÉCNICAS:</strong></p>
<p>O novo edital do Caminho da Escola, relançado em 01º de abril de 2026, traz as atualizações tecnológicas, de configuração e de segurança dos 13 modelos que somam 7.470 unidades e o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, de forma exclusiva, neste dia 02 de abril de 2026, destaca algumas das principais características que representam avanços em relação aos modelos que eram previstos no ciclo de compras iniciado em 2023. <strong>(AO LONGO DA REPORTAGEM, VEJA A TABELA NA ÍNTEGRA)</strong></p>
<p>No ciclo anterior, por exemplo, o diferencial traseiro tinha dispositivo de bloqueio com acionamento automático. Agora, vai precisar apesentar dispositivo de bloqueio e/ou Sistema Eletrônico de Controle de Tração Automático (acionamento automático).</p>
<p>No edital de 2023, não havia exigência de assistências obrigatórias. Agora, a nova proposta inclui Controle de Estabilidade e Assistência de Partida em Rampa.</p>
<p>O painel traseiro também mudou. De área envidraçada terá agora de ser totalmente fechado, com compartimento de acesso externo.</p>
<p>Não havia previsão de reforços estruturais nas saias (parte inferior da carroceria). Agora, são obrigatórios reforços metálicos na parte dianteira.</p>
<p>Os protetores de Arla 32 (um líquido injetado na queima do diesel para reduzir a poluição), no ciclo de 2023 tinham de ser metálicos. Agora, a exigência está mais rigorosa, a exemplo do sistema de escape, que precisará ter escapamento inclinado para baixo (20° a 25°), acima da linha da passa-balsa.</p>
<p>Em primeira-mão, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou que o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), após suspensões e anulações de editais que se arrastam desde 2025, relançou a licitação que deve habilitar montadoras e encarroçadoras para a compra de 7.470 ônibus escolares pelo Programa Caminho da Escola. A entrega das propostas para os 13 modelos desta frota total foi remarcada (se não houver novo entrave) para 14 de abril de 2026.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/01/caminho-da-escola-ja-tem-nova-data-para-abertura-de-propostas-14-de-abril-de-2026-sao-7-470-onibus-escolares-de-13-modelos-exclusivo/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/01/caminho-da-escola-ja-tem-nova-data-para-abertura-de-propostas-14-de-abril-de-2026-sao-7-470-onibus-escolares-de-13-modelos-exclusivo/</a></p>
<p>Além de ser esperada por estudantes, pais, prefeitos e governadores, a licitação é muito aguardada pela indústria. O Caminho da Escola representa 30% do volume de produção de ônibus no Brasil.</p>
<p>Apesar de o principal motivo para os adiantamentos e suspensão da licitação foi a entrada de novas regras tributárias sobre os veículos, pesou também para a nova decisão a questão de segurança, cujo debate foi ampliado, principalmente depois uma tragédia com a morte de uma estudante no Ceará foi levada em conta para a mudança, conforte apurou o editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani.</p>
<p>A menina Maria Isabella Rodrigues, de apenas 10 anos, morreu em 05 de fevereiro de 2026, na cidade de Nova Russas, a cerca de 300 quilômetros de Fortaleza, após cair do ônibus escolar do Caminho da Escola que a levava para casa.</p>
<p>A porta do veículo se abriu “sozinha” em movimento.</p>
<p>As causas estão sendo apuradas e a hipótese mais provável é falha na manutenção. Mas diante do fato, fontes ligadas ao Ministério da Educação, disseram ao <strong><em>Diário do Transport</em></strong>e, que itens de redundância para reforço de segurança foram considerados.</p>
<p><strong>MODELOS MAIS SEGUROS, MAS NÃO LIVRES DE EMISSÕES:</strong></p>
<p>Os ônibus escolares nos Estados Unidos são sinônimos de segurança, força e até um símbolo de orgulho do País. Muito comuns de aparecerem em filmes e até produções de Hollywood, os amarelões com cara de caminhão (devido ao cofre do motor avançado para o lado de fora), são tão robustos que, de acordo com reportagens de mídia norte-americana, já foram feitos bunkers e abrigos de ataques antiaéreos com as carrocerias destes ônibus. A sinalização destes veículos é especial e há até regras nas leis de trânsito norte-americanas sobre respeito e prioridade a estes ônibus que devem ser seguidas por motoristas de outros veículos. Apesar de o presidente Donald Trump ter bloqueado verbas para modelos elétricos, os escolares nos EUA entraram para a era dos veículos de emissão zero.</p>
<p>E no Brasil? O transporte escolar é, de uma forma geral, extremamente precário, com ônibus velhos, mal conservados e operações clandestinas.  Mas a situação melhorou muito com a adoção, em 2007, do Programa Caminho da Escola, pelo qual, o Governo Federal compra e financia aos Estados e municípios os ônibus escolares. Foram desenhados juntamente com as fabricantes de chassis e carrocerias os padrões com uniformização técnica, sendo atualizados a cada ciclo de licitação.</p>
<p>Atualmente, os veículos estão mais acessíveis e, seguindo as normas Euro 6 para motores a diesel, estão menos poluentes, mas ainda não livre de emissões como nos EUA.</p>
<p>Em parte pela falta de infraestrutura de recarga para baterias nas cidades, pelas condições severas de tráfego e por haver ainda pouca oferta no mercado nacional de ônibus elétricos com padrão escolar: a única fabricante a de fato apresentar um modelo indicado como escolar foi a nacional Eletra, de São Bernardo do Campo (SP), em parceria com a Caio e Mercedes-Benz.</p>
<p><strong>MODELOS E QUANTIDADES</strong></p>
<p>1 ORE 1 Mecânica - 1.700</p>
<p>2 ORE 2 Mecânica - 2.000</p>
<p>3 ORE 3 Mecânica - 2.100</p>
<p>4 ORE 0 4X4 Mecânica - 260</p>
<p>5 ORE 1 4X4 Mecânica - 380</p>
<p>6 ONUREA PA Mecânica - 400</p>
<p>7 ONUREA PB Mecânica  &#8211; 200</p>
<p>8 ORE 1 Automática - 130</p>
<p>9 ORE 2 Automática -120</p>
<p>10 ORE 3 Automática - 120</p>
<p>11 ORE 1 4X4 Automática &#8211; 20</p>
<p>12 ONUREA PA Automática - unidade 20</p>
<p>13 ONUREA PB Automática - 20</p>
<p>TOTAL – 7.470 ÔNIBUS</p>
<p><strong> Tipos de Ônibus (ORE e ONUREA):</strong></p>
<ul>
<li><strong>ORE 0 (4&#215;4):</strong> Capacidade para 13 estudantes.</li>
<li><strong>ORE 1:</strong> Capacidade para 29 estudantes.</li>
<li><strong>ORE 1 (4&#215;4):</strong> Capacidade para 23 ou 29 estudantes.</li>
<li><strong>ORE 2:</strong> Capacidade para 44 estudantes, com bloqueio de diferencial.</li>
<li><strong>ORE 3:</strong> Capacidade para 59 ou 60 estudantes.</li>
<li><strong>ONUREA Piso Alto:</strong> Capacidade para 29 estudantes.</li>
<li><strong>ONUREA Piso Baixo:</strong> Capacidade para 21 ou 29 estudantes (com acessibilidade).</li>
</ul>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-509232" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, 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<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Governo Federal vai fazer leilão nacional de baterias, que pode dar segurança na expansão de ônibus elétricos com sistemas de armazenamento do SIN</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 26 May 2026 15:19:38 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[De acordo com ministro, concorrência deve ocorrer ainda no segundo semestre ADAMO BAZANI O Governo Federal deve lançar uma licitação nacional de baterias para ampliar a segurança nas redes de distribuição e aos projetos de transição energética. A medida deve, inclusive, mesmo que de forma indireta, beneficiar expansões de frotas de ônibus elétricos já que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-16.17.04.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-16.17.04.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-16.17.04.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-16.17.04.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-16.17.04.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-16.17.04.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-16.17.04.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>De acordo com ministro, concorrência deve ocorrer ainda no segundo semestre</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Governo Federal deve lançar uma licitação nacional de baterias para ampliar a segurança nas redes de distribuição e aos projetos de transição energética.</p>
<p>A medida deve, inclusive, mesmo que de forma indireta, beneficiar expansões de frotas de ônibus elétricos já que deve estabilizar e potencializar o fornecimento de energia, mesmo em ocorrências climáticas de apagão, e reduzir oscilações de preços nas mudanças de “bandeiras tarifárias”, como da bandeira verde para a bandeira amarela, com a diminuição do uso de termelétricas emergenciais.</p>
<p>O primeiro leilão de baterias do Brasil tem o objetivo de criar sistemas de armazenamento de energia em baterias para atuação no Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>
<p>Em breve deve ser publicada portaria do MME (Ministério de Minas e Energia) e a concorrência deve ser lançada ainda no segundo semestre de 2026.</p>
<p>O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse, por meio de nota, que nunca o Governo Brasileiro fez uma concorrência deste tipo e que a ação integra o processo de modernização do setor elétrico e busca ampliar a segurança energética do país diante do avanço acelerado das fontes renováveis.</p>
<p><strong><em>“O armazenamento de energia será peça central para integrar renováveis, reduzir perdas e modernizar o sistema elétrico brasileiro</em></strong>”, afirmou o ministro ao defender a necessidade de ampliar a flexibilidade do sistema diante da expansão das fontes solar, eólica e biomassa.</p>
<p>Nesta terça-feira, 25 de maio de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> esteve na planta da Eletra Industrial, que produz tecnologia 100% nacional para ônibus elétricos, e acompanhou a entrega da unidade número mil.</p>
<p>A diretora-presidente da fabricante, com sede em São Bernardo do Campo (SP), Milena Braga Romano, disse que a Eletra já tem mais mil ônibus pedidos e afirmou que segurança energética é fundamental para a expansão de frotas de veículos elétricos, tanto públicas como privadas.</p>
<p><strong><em>“Ainda são necessários mais investimentos na infraestrutura e nas redes de distribuição, mas dos últimos três anos para cá ocorreram evoluções importantes e acreditamos que cada vez mais será seguro e financeiramente vantajoso investir em ônibus elétricos, que já trazem mais benefícios econômicos com custos de manutenções e consumo de três a cinco vezes menores que os modelos a diesel, além, claro, da redução da poluição e aumento do conforto e qualidade no transporte urbano”</em></strong> – disse Milena Braga Romano.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/26/entrevistas-eletra-ja-tem-mais-mil-onibus-em-pedidos-anuncia-novas-parcerias-e-lancamentos-e-entrega-milesimo-onibus-da-marca/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/26/entrevistas-eletra-ja-tem-mais-mil-onibus-em-pedidos-anuncia-novas-parcerias-e-lancamentos-e-entrega-milesimo-onibus-da-marca/</a></p>
<p>Durante Fórum Esfera Nacional, no Guarujá (SP), na sexta-feira, 22 de maio de 2026, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, ressaltou que o governo realizou uma ampla rodada de debates técnicos internacionais antes da definição do modelo brasileiro.</p>
<p>Ainda de acordo com Silveira, a experiência internacional demonstrou que projetos de armazenamento geralmente dependem de forte subsídio estatal, cenário diferente do adotado pelo Brasil. “<strong><em>Precisou ser um debate muito profundo para que a gente possa agora, com segurança, lançar o leilão”,</em></strong> afirmou.</p>
<p>O ministro também afirmou que o governo discute mecanismos progressivos de conteúdo local para estimular a cadeia produtiva nacional ligada ao setor de baterias e sistemas de armazenamento. “<strong><em>Nós precisamos fortalecer a indústria nacional”,</em></strong> destacou.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Marcopolo inicia entregas do motorhome integral 4&#215;4 Nomade</title>
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	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 26 May 2026 14:48:02 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Modelo inaugura nova frente da fabricante gaúcha no mercado de veículos recreativos de luxo, apostando em estrutura própria ARTHUR FERRARI A Marcopolo iniciou oficialmente as entregas do NOMADE, primeiro motorhome integral desenvolvido e produzido pela fabricante no Brasil. A primeira unidade do veículo foi entregue na última sexta-feira (23), em cerimônia realizada nas instalações da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Externo_2.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Externo_2.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Externo_2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Externo_2.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Externo_2.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Externo_2.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Externo_2.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Modelo inaugura nova frente da fabricante gaúcha no mercado de veículos recreativos de luxo, apostando em estrutura própria</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Marcopolo iniciou oficialmente as entregas do NOMADE, primeiro motorhome integral desenvolvido e produzido pela fabricante no Brasil. A primeira unidade do veículo foi entregue na última sexta-feira (23), em cerimônia realizada nas instalações da empresa em Caxias do Sul (RS), para um empresário de Santa Catarina (SC).</p>
<p>O lançamento marca a entrada da Marcopolo Motorhome, divisão da Marcopolo S.A., em um segmento que vem crescendo no país, especialmente entre consumidores interessados em viagens de longa distância, turismo off-road e veículos recreativos de alto padrão.</p>
<p>Apresentado inicialmente no fim de 2024, o NOMADE foi concebido desde o início como um motorhome integral com tração 4&#215;4, diferentemente da maior parte dos modelos comercializados atualmente no mercado brasileiro, geralmente produzidos a partir da adaptação de vans ou chassis-cabine.</p>
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<p>Segundo a fabricante, o veículo foi projetado para unir robustez, autonomia e conforto em viagens para destinos de difícil acesso, mantendo características voltadas à segurança estrutural e conectividade.</p>
<p>“Estamos introduzindo no mercado brasileiro um produto concebido desde a origem como motorhome, com padrões de segurança, qualidade, conforto e confiabilidade inéditos no País. A primeira entrega simboliza o início de uma nova etapa para o segmento”, afirmou Alexandre Leite Cruz, diretor executivo da Marcopolo Motorhome.</p>
<p>O NOMADE possui 7,5 metros de comprimento, 2,36 metros de largura e 3,18 metros de altura total. A estrutura integra cabine e área habitável em um único conjunto, sem separação física entre os ambientes, configuração comum em modelos compactos vendidos nos mercados europeu e norte-americano.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-517041" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Painel.jpg?resize=499%2C333&#038;ssl=1" alt="" width="499" height="333" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Painel.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Painel.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Painel.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Painel.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Painel.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/26052026-Marcopolo-Motorhome_Painel.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 499px) 100vw, 499px" /></p>
<p>A Marcopolo aposta justamente nessa característica para diferenciar o veículo no Brasil. No modelo integral, o fabricante tem maior liberdade de projeto, permitindo integração visual e melhor aproveitamento interno.</p>
<p>O veículo conta com espaço interno equipado com cozinha completa, banheiro separado, quarto com cama fixa, sala de convivência, sistema de ar-condicionado 24V, iluminação em LED, teto panorâmico, televisão e área expansível por meio de slide out, mecanismo que amplia o espaço interno quando o veículo está estacionado.</p>
<p>Entre os equipamentos embarcados estão sistema de armazenamento de energia com baterias de lítio, câmeras 360° no lugar dos retrovisores convencionais, internet via redes 4G e 5G, placas solares flexíveis com capacidade de geração de até 800W e compartimentos externos para bagagens, motocicletas e bicicletas.</p>
<p>O conjunto mecânico utiliza motor Cummins F3.8 de 175 cavalos de potência, câmbio automático Allison e tração 4&#215;4 com reduzida. O modelo foi desenvolvido sobre chassi específico para motorhome, com Peso Bruto Total (PBT) de 8 toneladas.</p>
<p>A fabricante também destacou elementos voltados ao uso fora de estrada, como snorkel dianteiro, guincho com capacidade superior a sete toneladas, pneus de uso misto e bagageiro externo.</p>
<p>Segundo a Marcopolo, outras unidades do NOMADE serão entregues ao longo de 2026.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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