<?xml version="1.0"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
<channel>
	<title>Diário do Transporte</title>
	<link>https://diariodotransporte.com.br</link>
	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
  <lastBuildDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</lastBuildDate>
  <atom:link href="https://diariodotransporte.com.br/2024/02/13/capital-da-estonia-decide-retomar-investimento-em-trolebus-a-bateria-ao-inves-de-comprar-onibus-eletricos-puros/" rel="self" type="application/rss+xml" />
  <item>
    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=494300</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=358722</guid>
  </item>
  <item>
    <title>STJ decide que Viação Águia Branca deve assumir linhas da Itapemirim e que a Suzantur deve sair</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 20:21:55 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Como havia noticiado em primeira-mão o Diário do Transporte, sessão ocorreu nesta terça-feira, 09 de junho de 2026 ADAMO BAZANI A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="474" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-16.11.33-e1781032322214.jpeg?fit=800%2C474&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Como havia noticiado em primeira-mão o <strong>Diário do Transporte</strong>, sessão ocorreu nesta terça-feira, 09 de junho de 2026</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair.</p>
<p>Cabe recurso. A decisão ocorreu pelo provimento das alegações do empresa capixaba.</p>
<p>A troca não é imediata. Além de haver a possibilidade de recurso, há transições a seguir.</p>
<p>O julgamento teve início com a manifestação do ministro Gurgel de Faria, tinha pedido vistas, que divergiu do relator ministro Sergio Kukina, sendo favorável para que o novo arrendamento seja válido para a Viação Águia Branca assumir as linhas. Gurgel de Faria seguiu o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo.</p>
<p>Sergio Kukina destacou que ainda tem dúvidas sobre a competência da Primeira Turma sobre o assunto, mas compreendeu que o tema necessita de uma análise urgente. O relator ainda reconheceu que a proposta econômica da Águia Branca ser mais vantajosa aos credores, mas se disse preocupado se a troca de empresas poderia prejudicar os serviços e o que ocorreria com os funcionários registrados pela Suzantur.</p>
<p>Em seguida, a ministra Regina Helena Costa se manifestou e acompanhou a divergência de Faria, sendo favorável a Viação Águia Branca.</p>
<p>O ministro Paulo Sérgio Domingues foi o terceiro e se manifestou também em prol da Águia Branca no arrendamento. O ministro Benedito Gonçalves foi a favor da Suzatur.</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento ocorreu nesta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento foi remarcado para esta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>Como tinha mostrado o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> o contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p><strong>O PASSO A PASSO EM RESUMO:</strong></p>
<p><strong>18 de maio de 2026: </strong>O <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> com exclusividade, revelou que contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/</a></p>
<p><strong>14 de maio de 2026: </strong>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, com a colaboração do repórter Yuri Sena trazem em primeira mão nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026: acaba de ser marcada a retomada do julgamento pelo STJ sobre o arrendamento das linhas, mercados e estruturas da Viação Itapemirim, que será a partir de 09 de junho de 2026. Será julgamento presencial.</p>
<p><strong>07 de abril de 2026:</strong> Retomado o julgamento do recurso da Suzantur contra decisão da Justiça de São Paulo que permitiu que a Águia Branca, após um procedimento de concorrência judicial, assumisse um novo. Mas de novo foi adiada decisão sobre se a Viação Águia Branca assume arrendamento da Itapemirim no lugar da Suzantur. Em sessão que ocorreu em 07 de abril de 2026, o ministro Gurgel de Faria pede de novo vistas. Uma nova data será marcada. Já foi o segundo adiamento. A ministra Regina Helena Costa levantou na sessão dúvidas sobre se o processo deveria mesmo ser pela Primeira Turma, por ser de natureza falimentar.</p>
<p><strong>12 de março de 2026:</strong> Remarcado o julgamento</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>02 de março de 2026:</strong> Ministro Gurgel de Faria, do STJ, pediu vistas para melhor análise do processo, suspendendo a sessão virtual que teve início em 23 de fevereiro de 2026.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>24 de fevereiro de 2026:</strong> o ministro-relator do processo, Sergio Kukina, votou favoravelmente a permanência da Suzantur frente às operações arrendadas da Itapemirim até o leilão das linhas, marcas e guichês, mas ainda faltam outros ministros para votar.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/</a></p>
<p><strong>09 de setembro de 2025</strong>: De forma monocrática (sozinho) e em liminar (decisão provisória) o ministro relator Sérgio Kukina atendeu ao pedido da Suzantur e manteve a viação no arrendamento até o julgamento por parte da corte, justamente este concluído em 03 de março de 2026, e noticiado <strong>em primeira-mão pelo DIÁRIO DO TRANSPORTE.</strong></p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/">https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/</a></p>
<p><strong>07 de abril 2025:</strong>  O juiz Marcelo Stabel de Carvalho Hannoun, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo atendeu recurso da Águia Branca e decidiu homologar a proposta da empresa para assumir no lugar da viação de urbanos do ABC.</p>
<p>As propostas foram:</p>
<p>&#8211; <strong>Viação Águia Branca</strong> ofereceu R$ 3,02 milhões por mês, independentemente da receita;</p>
<p>&#8211; <strong>Grupo Comporte,</strong> pela Expresso União, ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens</p>
<p>&#8211; <strong>Íntese Empreendimentos</strong>, do dono inoperante Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. O empresário tem o hábito de acionar a Justiça contra jornalistas. Funcionários, entretanto, reclamam de falta de pagamento.</p>
<p><strong>04 de março de 2023:</strong> Da garagem provisória da Suzantur, em Santo André, parte o primeiro ônibus da fase de retomada de linhas. O veículo, de dois andares e quatro eixos, fez a linha São Paulo x Curitiba, inaugurando a era da administração do diretor da Suzantur, Claudinei Brogliato, frente às operações interestaduais com o nome Nova Itapemirim.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou a saída da garagem provisória de Santo André (SP) com exclusividade. Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/">https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/</a></p>
<p><strong>27 de fevereiro de 2023:</strong> Depois de longa batalha jurídica contra a ANTT e empresas de ônibus concorrentes, como as que formam o Grupo Comporte (família Constantino de Oliveira), Grupo Garcia Brasil Sul (Paraná) e Grupo Águia Branca (Espírito Santo), a Suzantur (São Paulo) consegue liberação da ANTT para gradativamente retomar as operações de todas as 125 linhas de ônibus interestaduais que haviam sido paralisadas entre as gestões da família do fundador da Itapemirim, Camilo Cola, e do empresário Sidnei Piva de Jesus (que era dono da Itapemirim na data da falência)</p>
<p><strong>05 de outubro de 2022</strong>: A administradora judicial da falência do Grupo Itapemirim, EXM Partners, protocola o contrato de arrendamento das linhas de ônibus interestaduais junto à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).</p>
<p><strong>29 de setembro de 2022</strong>: É assinado o contrato de arrendamento entre a Suzantur e a massa falida do Grupo Itapemirim. O objetivo do arrendamento é gerar recursos para a massa falida.</p>
<p><strong>21 de setembro de 2022:</strong> As viações Itapemirim e Kaissara pertencem ao Grupo Itapemirim, que teve falência decretada pela Justiça, em 21 de setembro de 2022. Na mesma decisão, o juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, até então responsável pelo processo em primeira instância, aceitou proposta da empresa de ônibus urbanos, Suzantur, de Santo André, no ABC Paulista, a operar por dois anos as linhas por arrendamento como forma de angariar recursos para os credores. O Grupo Itapemirim acumulou dívidas demais de R$ 3 bilhões.</p>
<p><strong>LEILÃO NÃO VAI NEM &#8220;ARRANHAR A SUPERFÍCIE&#8221; DE DÍVIDAS DO GRUPO ITAPEMIRIM</strong></p>
<p>O leilão do Grupo Itapemirim é para garantir recursos aos credores da falência que foi decretada pela Justiça em 21 de setembro de 2022, mas a estimativa de arrecadação não vai nem “arranhar a superfície” do endividamento deixado pelas administrações anteriores, como a família do fundador Camilo Cola e, posteriormente, os empresários Sidnei Piva e Camila Valdívia (que se retirou da sociedade antes da falência). As dívidas deixadas, com fornecedores, trabalhadores, bancos, passivos judiciais e impostos se aproximam de R$ 3 bilhões. A mais recente avaliação da EXM Partners, publicada em outubro de 2025, cotava a UPI em R$ 101,1 milhões como lance mínimo, mas o valor deve ser revisto.</p>
<p>Também para garantir parte dos recursos, já foram realizados leilões de ônibus usados e imóveis com arrecadação estimada de R$ 77,2 milhões (Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/">https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/</a> ), mas há contestações judiciais sobre alguns bens. Além disso, em 27 de outubro de 2022 passou a valer o arrendamento por dois anos das linhas para a empresa de ônibus urbanos Suzantur, de Santo André (SP), cujo contrato estipula um pagamento mínimo de R$ 200 mil à massa falia ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens (guichês e agências) – o que for maior. Diante da não realização do leilão o contrato foi postergado. A Viação Águia Branca, de Cariacica (ES), obteve na Justiça o reconhecimento de que o contrato com a Suzantur havia acabado e, também, conseguiu que fosse homologada sua proposta de R$ 3,02 milhões por mês para um novo arrendamento. Mas a Suzantur recorreu e o SJT (Superior Tribunal de Justiça) determinou que a empresa ficasse no arrendamento até a conclusão do leilão.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=519234</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Abaixo-assinado pela criação do agente de bordo nos ônibus de Blumenau (SC) ultrapassa 16 mil assinaturas e avança para a Câmara</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/abaixo-assinado-pela-criacao-do-agente-de-bordo-nos-onibus-de-blumenau-sc-ultrapassa-16-mil-assinaturas-e-avanca-para-a-camara/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/abaixo-assinado-pela-criacao-do-agente-de-bordo-nos-onibus-de-blumenau-sc-ultrapassa-16-mil-assinaturas-e-avanca-para-a-camara/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 19:50:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Projeto defendido pelo sindicato propõe a manutenção de dois profissionais nos coletivos, com novas atribuições para o atual cargo de cobrador YURI SENA A mobilização em defesa da presença de um segundo profissional nos ônibus do transporte coletivo de Blumenau ganhou um novo impulso. O abaixo-assinado organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivos de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="799" height="533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/11/blumenau.jpg?fit=799%2C533&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/11/blumenau.jpg?w=799&amp;ssl=1 799w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/11/blumenau.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/11/blumenau.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/11/blumenau.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/11/blumenau.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 799px) 100vw, 799px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Projeto defendido pelo sindicato propõe a manutenção de dois profissionais nos coletivos, com novas atribuições para o atual cargo de cobrador</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mobilização em defesa da presença de um segundo profissional nos ônibus do transporte coletivo de Blumenau ganhou um novo impulso. O abaixo-assinado organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivos de Blumenau e Região (Sindetranscol) já ultrapassou a marca de 16 mil assinaturas, número superior ao necessário para a apresentação de um projeto de lei de iniciativa popular no município.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proposta busca restabelecer a obrigatoriedade de dois trabalhadores a bordo dos coletivos após a revogação, no final de 2025, da legislação que exigia a presença de cobradores nos veículos. Segundo o sindicato, a nova iniciativa prevê a criação da função de agente de bordo, profissional que atuaria ao lado do motorista em atividades relacionadas ao atendimento dos passageiros e à operação do sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a entidade, o projeto estabelece que o motorista permaneça responsável exclusivamente pela condução do ônibus, enquanto o agente de bordo assumiria funções como orientação aos usuários, auxílio a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, operação de equipamentos de acessibilidade, acompanhamento do embarque e desembarque e apoio em situações de emergência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O número de assinaturas já supera o percentual mínimo exigido para projetos de iniciativa popular em Blumenau, equivalente a 5% do eleitorado da cidade. Com isso, o Sindetranscol pretende encaminhar a proposta para análise da Câmara Municipal, ampliando o debate sobre o modelo de operação do transporte coletivo urbano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A defesa da medida tem sido baseada, principalmente, em argumentos relacionados à segurança operacional, à qualidade do atendimento aos passageiros e à preservação dos postos de trabalho no setor. O sindicato sustenta que a presença de um segundo profissional permite que o motorista mantenha foco integral na condução do veículo, especialmente em linhas de maior movimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tema também ganhou repercussão em veículos de comunicação locais e deve ser levado à tribuna da Câmara de Vereadores nos próximos dias. A expectativa da entidade é que a proposta seja discutida pelos parlamentares ainda neste ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme informado pelo sindicato, a campanha continua recebendo adesões da população mesmo após atingir o número mínimo necessário para a formalização do projeto. A intenção é demonstrar amplo apoio popular à manutenção de dois profissionais nos ônibus e fortalecer a tramitação da proposta no Legislativo municipal.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/abaixo-assinado-pela-criacao-do-agente-de-bordo-nos-onibus-de-blumenau-sc-ultrapassa-16-mil-assinaturas-e-avanca-para-a-camara/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=519221</guid>
  </item>
  <item>
    <title>ENTREVISTAS: Bilhetagem eletrônica é mais que cobrança de passagem, se tornando ferramenta de planejamento, além de auxiliar na segurança jurídica dos contratos de transportes</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/entrevistas-bilhetagem-eletronica-e-mais-que-cobranca-de-passagem-se-tornando-ferramenta-de-planejamento-alem-de-auxiliar-na-seguranca-juridica-dos-contratos-de-transportes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/entrevistas-bilhetagem-eletronica-e-mais-que-cobranca-de-passagem-se-tornando-ferramenta-de-planejamento-alem-de-auxiliar-na-seguranca-juridica-dos-contratos-de-transportes/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 19:45:29 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[De acordo com especialista, a partir do momento em que as transações sejam transparentes e tenham um acompanhamento da sociedade, narrativas como “caixa-preta dos transportes” podem cair por terra ADAMO BAZANI Quando se fala em bilhetagem eletrônica no transporte coletivo, a primeira imagem que a população em geral tem é o cartão usado nos ônibus [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bilhetagem-2048x1365-1.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bilhetagem-2048x1365-1.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bilhetagem-2048x1365-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bilhetagem-2048x1365-1.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bilhetagem-2048x1365-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bilhetagem-2048x1365-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bilhetagem-2048x1365-1.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/bilhetagem-2048x1365-1.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>De acordo com especialista, a partir do momento em que as transações sejam transparentes e tenham um acompanhamento da sociedade, narrativas como “caixa-preta dos transportes” podem cair por terra</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Quando se fala em bilhetagem eletrônica no transporte coletivo, a primeira imagem que a população em geral tem é o cartão usado nos ônibus ou estações de trem e metrô para pagar a passagem.</p>
<p>O cidadão que pensa assim não está errado, afinal, este é o principal objetivo da bilhetagem eletrônica.</p>
<p>Mas, estes sistemas tecnológicos, muitas vezes complexos para quem não tem conhecimento, vão além do “chamado Bilhete Único”. E não se trata de falar de novas formas de pagamento possíveis, como Pix, QR Code, chips em relógios, cartões de banco por aproximação, etc.</p>
<p>A Bilhetagem Eletrônica se tornou, ao longo do desenvolvimento das tecnologias, instrumento para controle, fiscalização e até planejamento de linhas e serviços e, além disso: pode se tornar um instrumento para segurança jurídica dos contratos de transportes.</p>
<p>De acordo com a advogada especializada em risco empresarial e segurança jurídica, Liana Variani, toda a geração de dados de arrecadação e faturamento de qualquer contrato, inclusive de transportes, não deixa de ser um documento que pode dar garantias a gestores públicos, iniciativa privada, como os operadores de transportes, e da sociedade em geral, como consumidora (cliente) e usuária dos serviços.</p>
<p><strong><em>“Ocorre é que a todo momento são gerados dados e relatórios naturalmente pelos mais variados sistemas tecnológicos. Mas, ainda grande parte deste material é desperdiçada. Em nosso trabalho de análise de riscos empresariais vemos isso, e não somente com bilhetagem eletrônica. O problema é que se foca apenas na atividade-fim de determinada tecnologia, sendo que automaticamente são geradas informações preciosas que podem ser estratégicas para interesses em comum”</em></strong> – disse.</p>
<p>A partir do momento em que as transações são transparentes e tenham um acompanhamento da sociedade, narrativas como “caixa-preta dos transportes” podem cair por terra.</p>
<p>Uma das questões que se debate hoje na mobilidade urbana é: quem deve operar e controlar a bilhetagem eletrônica, e, dependendo da interpretação, saber antes de todo o mundo o quanto um sistema de transportes está arrecadando.</p>
<p>Os serviços tecnológicos são prestados por empresas especializadas neste segmento, mas a concessão tem adotado diferentes modelos. Em alguns contratos de transportes, a bilhetagem eletrônica é prevista na própria concessão das linhas de ônibus. Em outros modelos, o contrato de bilhetagem é direto com o poder público e há ainda modelos em que a gestão financeira, contando a bilhetagem eletrônica, é um terceiro contrato de concessão, pelo qual, o poder público não é gestor direto, atuando como regulador e fiscalizador.</p>
<p>Qual o melhor modelo? A resposta pode depender de cada sistema.</p>
<p>Entretanto, em todos, é possível incorporar mecanismos de transparência e acompanhamento social.</p>
<p>De certa forma, é o que prevê o Marco Legal do Transporte Público, recentemente aprovado pela Câmara dos Deputados, depois de cinco anos de tramitação: transparência e maior controle da arrecadação e dos contratos.</p>
<p><strong>PLANEJAMENTO:</strong></p>
<p>Já em relação ao planejamento de linhas, a bilhetagem pode gerar dados como mapas de calor (locais onde há mais embarques, mostrando variações de interesse ao longo do dia), rotas de interesse, e abrir possibilidades para a criação de serviços que atendam de fato a demanda da população.</p>
<p>Um destes dados desprezados é o chamado “reembarque”.</p>
<p>A maior parte, mas não necessariamente todos os passageiros, que desembarcam em uma determinada localidade, para voltar ao seu ponto de origem, vão embarcar no mesmo local ou nas proximidades.</p>
<p>Isso pode indicar comportamentos de demanda e orientar “por onde” deve passar o ônibus.</p>
<p>Claro que este dado deve ser cruzado com outras fontes, como o GPS dos ônibus e acompanhamentos por telemetria e em campo.</p>
<p>Um exemplo bem-sucedido de planejamento que, entre as mais diversas fontes de informação, também considerou o reembarque é a linha B-45 (Bairro Paraíso – Hospital Mário Covas / Represa – Vila Luzita), da Viação Guaianazes, em Santo André (SP).</p>
<p>Chamada de “Circular da Saúde”, segundo o Instituto Paraná Pesquisas, é a linha de ônibus mais bem avaliada do Brasil, com 91% de aprovação.</p>
<p>A linha é tarifada, regular, comum, mas usou o “conceito de transporte sob demanda”.</p>
<p>A B-45 passa por mais de 10 estabelecimentos de saúde públicos e privados de Santo André, entre clínicas, UBS, UPA, hospitais e o postos.</p>
<p>O conceito sob demanda não é porque se pensou em atender a demanda da saúde da cidade (mesmo porque grande parte dos passageiros a usa também para o trabalho e lazer).</p>
<p>Mas foi porque a roteirização levou em conta o que de fato o passageiro precisa, ou seja, não somente de onde ele sai e não só para onde ele vai, mas por onde ele passa.</p>
<p>Na saúde pública brasileira (e na privada não é muito diferente dependendo do nível do plano de saúde), para ter o tratamento e o atendimento completo, muitas vezes, é necessário fazer uma peregrinação.</p>
<p>Pega a visão &#8230;. A pessoa tem uma dor de cabeça que não passa. Primeiro, vai no “postinho” do bairro onde mora e quase em 100% dos casos sai com uma receita de Dipirona. Não melhora. Então, precisa voltar e sai com uma receita de Paracetamol. Não melhora, então passa pela terceira vez. Sai com a receita de Ibuprofeno. Nada&#8230;</p>
<p>Volta uma quarta vez e o plantonista decide encaminhar para um hospital maior.</p>
<p>Aí, passa pelo médico, que pede um exame, que muitas vezes, não faz naquele hospital.</p>
<p>Então, precisa ir a um outro estabelecimento de saúde. Faz o exame. Dias depois, volta para o médico do hospital, que decide encaminhar para um neurologista, que fica em outro hospital.</p>
<p>Pois é, essa é a realidade do passageiro. Mas nem sempre a lógica do gestor público e do operador.</p>
<p>Muitas vezes, a empresa de ônibus e a secretaria de transportes planejam uma linha para ir do ponto A, para o ponto B, para o ponto C e para o ponto D&#8230;.Mas, a maior parte dos passageiros vai precisar ir de A para C, depois B e seguir para o D.</p>
<p><strong><em>“Pegamos todos estes dados gerados e entendemos a demanda dos usuários. Depois compatibilizamos com as possibilidades operacionais. Algumas vias eram impossíveis para ônibus grandes passarem e a demanda indicada não seria atendida por ônibus menores. Mas focamos o que passageiro precisa, ou seja, roteirizamos o serviço de acordo com a demanda, não nossa lógica”</em></strong> – disse o diretor de Transportes Públicos da SA-TRANS (Santo André Transportes), gerenciadora da prefeitura, Rodrigo Ageu Padoveze, no dia em que a linha foi lançada, em 25 de outubro de 2025.</p>
<p>Desde então, a demanda (quantidade) da B-45 só tem crescido e a prefeitura estuda outras circulares da saúde.</p>
<p>O dado do reembarque foi um dos usados e considerado fundamental para a roteirização.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/entrevistas-bilhetagem-eletronica-e-mais-que-cobranca-de-passagem-se-tornando-ferramenta-de-planejamento-alem-de-auxiliar-na-seguranca-juridica-dos-contratos-de-transportes/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=519112</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Irizar apresenta nova geração do ônibus rodoviário a hidrogênio com autonomia superior a 1.000 km</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/irizar-apresenta-nova-geracao-do-onibus-rodoviario-a-hidrogenio-com-autonomia-superior-a-1-000-km/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/irizar-apresenta-nova-geracao-do-onibus-rodoviario-a-hidrogenio-com-autonomia-superior-a-1-000-km/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 19:20:13 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Modelo i6S Efficient H2 FCEV traz avanços em capacidade, eficiência e tempo de abastecimento, reforçando aposta da fabricante na descarbonização do transporte de longa distância YURI SENA A fabricante espanhola Irizar anunciou a nova geração do i6S Efficient H2 FCEV, seu ônibus rodoviário movido a hidrogênio e célula de combustível.  Segundo a fabricante, a nova [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="753" height="428" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.47.57.jpeg?fit=753%2C428&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.47.57.jpeg?w=753&amp;ssl=1 753w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.47.57.jpeg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.47.57.jpeg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.47.57.jpeg?resize=400%2C227&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 753px) 100vw, 753px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Modelo i6S Efficient H2 FCEV traz avanços em capacidade, eficiência e tempo de abastecimento, reforçando aposta da fabricante na descarbonização do transporte de longa distância</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fabricante espanhola Irizar anunciou a nova geração do i6S Efficient H2 FCEV, seu ônibus rodoviário movido a hidrogênio e célula de combustível. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a fabricante, a nova versão do veículo recebeu uma série de aprimoramentos técnicos em relação ao modelo anterior. Entre os destaques estão o aumento da capacidade para passageiros e bagagens, redução do peso total do veículo e melhorias na eficiência energética.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos principais avanços apresentados pela Irizar é a autonomia superior a 1.000 quilômetros com um único abastecimento de hidrogênio. Além disso, o processo de reabastecimento pode ser realizado em aproximadamente 10 minutos, característica considerada estratégica para aplicações rodoviárias de longa distância.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O i6S Efficient H2 FCEV utiliza um sistema de propulsão elétrica alimentado por célula de combustível de hidrogênio, tecnologia que gera eletricidade a bordo para movimentar o veículo, emitindo apenas vapor d’água como subproduto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a empresa, o novo modelo já concluiu os processos de homologação e deverá iniciar operações comerciais em condições reais de serviço junto à operadora espanhola Alsa, na região de Madri, nos próximos meses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa também destacou a trajetória da primeira geração do ônibus a hidrogênio, que realizou uma viagem de aproximadamente 2.500 quilômetros entre a sede da fabricante, em Ormaiztegi, no País Basco, e a cidade de Briançon, nos Alpes Franceses. A empresa considera a operação um marco para a validação da tecnologia em serviços rodoviários de longa distância.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O lançamento foi realizado durante um evento da SHYNE (Spanish Hydrogen Network), organização que reúne empresas e entidades ligadas ao desenvolvimento da cadeia do hidrogênio na Espanha.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/irizar-apresenta-nova-geracao-do-onibus-rodoviario-a-hidrogenio-com-autonomia-superior-a-1-000-km/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=519210</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Marcopolo diz liderar mercado de ônibus em Minas Gerais e que fretamento puxou crescimento da empresa com alta de 186,4% no segmento</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/marcopolo-diz-liderar-mercado-de-onibus-em-minas-gerais-e-que-fretamento-puxou-crescimento-da-empresa-com-alta-de-1864-no-segmento/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/marcopolo-diz-liderar-mercado-de-onibus-em-minas-gerais-e-que-fretamento-puxou-crescimento-da-empresa-com-alta-de-1864-no-segmento/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 18:57:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[De 283 unidades entregues, 126 ônibus foram para fretadoras ADAMO BAZANI A Marcopolo divulgou nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, balanço do mercado de ônibus de Minas Gerais, um dos maiores do Brasil, no qual diz liderar e ter registrado crescimento de 2,5% nos “primeiros meses” deste ano (sem especificar o intervalo exato) em [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.56.01.jpeg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.56.01.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.56.01.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.56.01.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.56.01.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.56.01.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.56.01.jpeg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-15.56.01.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>De 283 unidades entregues, 126 ônibus foram para fretadoras</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Marcopolo divulgou nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, balanço do mercado de ônibus de Minas Gerais, um dos maiores do Brasil, no qual diz liderar e ter registrado crescimento de 2,5% nos “primeiros meses” deste ano (sem especificar o intervalo exato) em relação ao que seria o mesmo período do ano passado.</p>
<p>Ainda de acordo com a fabricante de carrocerias, o segmento que puxou esta elevação foi o de fretamento. De 283 unidades entregues, 126 ônibus foram para fretadoras.</p>
<p>Em nota, o gerente da Filial Marcopolo de Minas Gerais, Luiz Antonio Soares, disse que o crescimento somente no recorte de fretamento foi de 186,4%.</p>
<p><strong><em> “O mercado se mantém aquecido desde 2021, com uma contínua renovação de frota. Somente neste início de ano, foram 126 ônibus fornecidos para as operadoras, contra 44 no mesmo período do ano passado e aumento de 186,4%”,</em></strong> disse.</p>
<p>Ainda de acordo com o comunicado, Soares detalhou os modelos mais procurados e as aplicações mais comuns, como agricultura e mineração.</p>
<p><strong><em>“O mercado mineiro de fretamento mantém forte demanda, atrelado a setores tradicionais da economia do estado como a mineração e o agronegócio. Os modelos mais vendidos são o Ideale 800 e Viaggio 800, pelas suas características de conforto, robustez, reduzido custo de manutenção e maior valor de revenda”,</em></strong> explica.</p>
<p>No ano de 2020, a fabricante abriu uma unidade em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, apostando no potencial de crescimento.</p>
<p>Ainda de acordo com a nota, a Marcopolo destaca vendas para outros segmentos como modelos rodoviários para linhas regulares para a Viação Saritur e dois ônibus elétricos integrais para operações em aeroportos.</p>
<p><strong><em>Além dos veículos para fretamento, nos primeiros meses deste ano a Marcopolo fez a entrega de veículos rodoviários, como para a Viação Saritur, de Belo Horizonte, que adquiriu as suas primeiras unidades da Geração 8, dos modelos Paradiso G8 1800 DD e Paradiso G8 1200, e de urbanos, com destaque para o fornecimento de dois ônibus 100% elétricos Attivi Integral para o Aeroporto Internacional Belo Horizonte/Confins–Tancredo Neves, marcando o início da transição para uma mobilidade sustentável e de zero ou baixa emissão do Aeroporto de BH.</em></strong></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/marcopolo-diz-liderar-mercado-de-onibus-em-minas-gerais-e-que-fretamento-puxou-crescimento-da-empresa-com-alta-de-1864-no-segmento/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=519214</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Associação que representa a Buser e a Flixbus diz que revalidação de resultados de janela da ANTT corrige “um equívoco grave”</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/associacao-que-representa-a-buser-e-a-flixbus-diz-que-revalidacao-de-resultados-de-janela-da-antt-corrige-um-equivoco-grave/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/associacao-que-representa-a-buser-e-a-flixbus-diz-que-revalidacao-de-resultados-de-janela-da-antt-corrige-um-equivoco-grave/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 18:13:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Entretanto, Amobitec ressaltou que “processo já nasceu torto” e que concorrência não é garantida ainda no setor plenamente, prejudicando passageiros ADAMO BAZANI A Amobitec, associação que representa empresas como Buser e Flixbus, além de companhias como 99, Uber e iFood, se manifestou nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, sobre a revalidação dos resultados da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-sem-nome-90-e1781027486351.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Entretanto, Amobitec ressaltou que “processo já nasceu torto” e que concorrência não é garantida ainda no setor plenamente, prejudicando passageiros</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Amobitec, associação que representa empresas como Buser e Flixbus, além de companhias como 99, Uber e iFood, se manifestou nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, sobre a revalidação dos resultados da primeira janela extraordinária.</p>
<p>De acordo com nota oficial da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia, a <em>“revalidação dos resultados preliminares corrige um equívoco grave e reestabelece o caminho que vinha sendo percorrido”.</em></p>
<p>Entretanto, Amobitec ressaltou que o <em>“processo já nasceu torto”</em> e que a concorrência não é garantida ainda no setor plenamente, prejudicando passageiros</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta segunda-feira, 08 de junho de 2026, a ANTT voltou atrás na própria decisão e tornou válidos novamente os estes resultados que permitem a criação de itinerários e novos atendimentos por ônibus entre diferentes estados.</p>
<p>As relações dos mercados rodoviários foram publicadas em 24 de abril de 2026. Em 11 de maio de 2026, a ANTT alegando que antes deveria regularizar administrativamente linhas que eram alvos de litígio judicial, suspendeu os resultados que ela mesma divulgou. A ANTT então marcou a divulgação de novas relações para 15 de junho de 2026. Em 02 de junho de 2026, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em primeira-mão, o MPF (Ministério Público Federal) questionou a agência sobre a suspensão. Em 08 de junho de 2026, a ANTT soltou um novo comunicado (número 43) dizendo que a divulgação de 24 de abril de 2026 voltava a valer e deu até 10 de julho de 2026 para as empresas contempladas protocolem requerimento para emissão de novo Termo de Autorização – TAR ou para realizem a solicitação de modificações em TAR existente.</p>
<p>A alegação da ANTT para voltar atrás na própria decisão foi para garantir mais segurança jurídica ao segmento e também para evitar uma série de representações e ações judiciais.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/08/antt-retoma-a-validade-dos-resultados-da-primeira-janela-extraordinaria-para-novos-mercados-de-onibus-rodoviarios/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/08/antt-retoma-a-validade-dos-resultados-da-primeira-janela-extraordinaria-para-novos-mercados-de-onibus-rodoviarios/</a></p>
<p>Especialistas em entrevista ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, como as advogadas Rita Januzzi e Liana Variani, já indicavam os riscos de insegurança jurídica com a decisão da ANTT e de uma eventual “avalanche” de processos.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/13/escritorios-de-advocacia-especializada-ja-preparam-acoes-contra-suspensao-de-resultados-de-janelas-antt-contrariou-suas-proprias-normas-supas-38/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/13/escritorios-de-advocacia-especializada-ja-preparam-acoes-contra-suspensao-de-resultados-de-janelas-antt-contrariou-suas-proprias-normas-supas-38/</a></p>
<p>Os resultados criam 47.291 mercados de ônibus rodoviários interestaduais. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”. Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”.</p>
<p>Com a marca própria Flixbus, a gigante alemã conseguiu 1158 mercados onde não havia oferta até então e 72 mercados onde já há uma oferta, somando 1230 mercados. A FlixBus está no Brasil desde 2021, mas a atuação na Europa começou em 2011 e hoje se tornou gigante, tendo, inclusive frota própria de ônibus e operando até mesmo ferrovias.</p>
<p>A Buser, criada no Brasil em 2017, obteve 27 mercados autorizados, sendo 26 onde não havia atendimento e um para concorrer onde há uma empresa apenas. Mas as liberações não foram para a Buser em si, mas para duas empresas de linhas regulares que comprou, a Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal. Ambas já atuavam no setor dessas linhas. O aplicativo Buser se caracterizou pelo que chama de &#8220;fretamento colaborativo&#8221;, modelo que é alvo de um debate jurídico sobre se é legal ou não no Brasil.</p>
<p>Ainda de acordo com a nota da Amobitec, o vai e vem da ANTT mostra o que classificou de “imaturidade regulatória”.</p>
<p>Veja na íntegra:</p>
<p><strong><em>A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) repudia a instabilidade crônica da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que acaba de revalidar os resultados preliminares das empresas selecionadas para novos mercados, de acordo com a 1ª janela extraordinária do transporte rodoviário interestadual de passageiros (TRIP).  </em></strong></p>
<p><strong><em>A revalidação dos resultados preliminares corrige um equívoco grave e reestabelece o caminho que vinha sendo percorrido. No entanto, tal processo já nasceu torto, tendo em vista o que se espera para um regime de autorizações. A criação de janelas e processos seletivos – sem a devida transparência de critérios &#8211; geram obstáculos que limitam a concorrência e deixam milhares de municípios e cidadãos desassistidos por longo tempo. </em></strong></p>
<p><strong><em>A mudança de posicionamento da agência, em cerca de dois meses &#8211; primeiro suspendendo, e depois retomando o resultado para a abertura de mercado – evidencia imaturidade regulatória. Setores estruturais, como o TRIP, exigem diretrizes firmes e estabilidade nos ritos de tomada de decisão para a previsibilidade necessária dos investimentos das empresas e a segurança jurídica no setor. </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>As consequências do vaivém não se restringem aos balanços financeiros das empresas de tecnologia e operação de transporte. O verdadeiro prejudicado é o passageiro na ponta. As cobranças reiteradas do Ministério Público junto à ANTT dão provas de que o modelo de abertura de mercado e outras práticas vigentes são incompatíveis com a realidade do setor. </em></strong></p>
<p><strong><em>A abertura do mercado TRIP é uma urgência econômica e social, frente a uma demanda reprimida indevidamente. A Amobitec reitera o compromisso com o desenvolvimento do setor e adverte que é tempo de autoridades competentes assumirem protagonismo para a credibilidade do ambiente de negócios do TRIP no País. </em></strong></p>
<p><strong><em><u>Sobre a</u></em></strong><strong><em><u> Amobitec</u></em></strong><strong><em><u> </u>&#8211;</em></strong><strong><em> Fundada em 2018, a Associa</em></strong><strong><em>ção Brasileira de Mobilidade e Tecnologia &#8211;</em></strong><strong><em> Amobitec</em></strong><strong><em> </em></strong><strong><em>é uma entidade que re</em></strong><strong><em>úne empresas de tecnologia prestadoras de servi</em></strong><strong><em>ços que oferecem solu</em></strong><strong><em>ções inovadoras e disruptivas, contribuindo para a evolu</em></strong><strong><em>ção da economia tradicional. Atuam em atividades relacionadas </em></strong><strong><em>à mobilidade de bens ou pessoas e </em></strong><strong><em>à cadeia do e-commerce. S</em></strong><strong><em>ão associadas:</em></strong><strong><em> 99,</em></strong><strong><em> Alibaba,</em></strong><strong><em> Amazon,</em></strong><strong><em> Buser, iFood,</em></strong><strong><em> Flixbus,</em></strong><strong><em> Lalamove,</em></strong><strong><em> Shein, Uber, Z</em></strong><strong><em>é Delivery.</em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>TOTAL NO BRASIL</strong></p>
<p>A ANTT aprovou, na ocasião, 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”. Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p><strong>O QUE SÃO ESTES MERCADOS?</strong></p>
<p>Cada mercado corresponde, simplificando a explicação, a um trecho dentro das linhas, que significa o ponto a ponto para embarque ou desembarque desde que entre cidades de estados diferentes para não competir com as linhas intermunicipais. Assim, uma única linha pode ter dezenas de mercados.</p>
<p>Por exemplo, uma linha entre Santo André (SP) e Salvador (BA): se a empresa é autorizada a, dentro desta mesma linha, vender passagens no sentido Bahia entre 1) Santo André (SP) x Campos dos Goytacazes (RJ); 2) Santo André (SP) x Vitória (ES); 3) Santo André (SP) x Teixeira de Freitas (BA), serão quatro mercados nesta linha: as três paradas (Campos dos Goytacazes, Vitória e Teixeira de Freitas) mais o destino (Salvador).</p>
<p>Esta divisão ocorre para ampliar as opções dos passageiros e permitir que as empresas vendam passagens em assentos que forem ir desocupando no meio da viagem.</p>
<p><strong>VAI E VEM DA ANTT:</strong></p>
<p>As relações dos mercados rodoviários foram publicadas em 24 de abril de 2026. Em 11 de maio de 2026, a ANTT alegando que antes deveria regularizar administrativamente linhas que eram alvos de litígio judicial, suspendeu os resultados que ela mesma divulgou. A ANTT então marcou a divulgação de novas relações para 15 de junho de 2026. Em 02 de junho de 2026, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em primeira-mão, o MPF (Ministério Público Federal) questionou a agência sobre a suspensão. Em 08 de junho de 2026, a ANTT soltou um novo comunicado (número 43) dizendo que a divulgação de 24 de abril de 2026 voltava a valer e deu até 10 de julho de 2026 para as empresas contempladas protocolem requerimento para emissão de novo Termo de Autorização – TAR ou para realizem a solicitação de modificações em TAR existente.</p>
<p>A alegação da ANTT para voltar atrás na própria decisão foi para garantir mais segurança jurídica ao segmento e também para evitar uma série de representações e ações judiciais.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/08/antt-retoma-a-validade-dos-resultados-da-primeira-janela-extraordinaria-para-novos-mercados-de-onibus-rodoviarios/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/08/antt-retoma-a-validade-dos-resultados-da-primeira-janela-extraordinaria-para-novos-mercados-de-onibus-rodoviarios/</a></p>
<p>Especialistas em entrevista ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, como as advogadas Rita Januzzi e Liana Variani, já indicavam os riscos de insegurança jurídica com a decisão da ANTT e de uma eventual “avalanche” de processos.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/13/escritorios-de-advocacia-especializada-ja-preparam-acoes-contra-suspensao-de-resultados-de-janelas-antt-contrariou-suas-proprias-normas-supas-38/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/13/escritorios-de-advocacia-especializada-ja-preparam-acoes-contra-suspensao-de-resultados-de-janelas-antt-contrariou-suas-proprias-normas-supas-38/</a></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/associacao-que-representa-a-buser-e-a-flixbus-diz-que-revalidacao-de-resultados-de-janela-da-antt-corrige-um-equivoco-grave/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=519202</guid>
  </item>
  <item>
    <title>TOP lança novo WhatsApp exclusivo para compra de passagens e recarga de cartões</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/top-lanca-novo-whatsapp-exclusivo-para-compra-de-passagens-e-recarga-de-cartoes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/top-lanca-novo-whatsapp-exclusivo-para-compra-de-passagens-e-recarga-de-cartoes/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 17:50:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Canal dedicado promete agilizar a aquisição de bilhetes por QR Code e recargas dos cartões TOP Comum e Escolar YURI SENA A TOP, plataforma de mobilidade administrada pela Autopass, passou a oferecer um novo canal de atendimento via WhatsApp voltado exclusivamente para a compra de passagens digitais e recarga de cartões. A novidade busca tornar [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-09-at-09.29.00-e1781027234562.jpeg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Canal dedicado promete agilizar a aquisição de bilhetes por QR Code e recargas dos cartões TOP Comum e Escolar</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A TOP, plataforma de mobilidade administrada pela Autopass, passou a oferecer um novo canal de atendimento via WhatsApp voltado exclusivamente para a compra de passagens digitais e recarga de cartões. A novidade busca tornar mais rápida e prática a experiência dos usuários do transporte público que utilizam os serviços da plataforma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a mudança, as operações de compra de passagens por QR Code e recarga dos cartões TOP Comum e TOP Escolar passam a ser realizadas pelo número (11) 3777-9456. Já o número anteriormente utilizado pelos passageiros permanece ativo apenas para atendimento e suporte aos clientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Autopass, a criação de um canal específico para transações digitais faz parte da estratégia de aprimoramento dos serviços oferecidos aos usuários, simplificando o processo de compra e reduzindo etapas durante o atendimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as funcionalidades disponíveis estão a possibilidade de adquirir bilhetes para terceiros mediante a inclusão de outro CPF, além do envio do comprovante de compra para um endereço de e-mail diferente do cadastrado pelo usuário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra novidade é que os bilhetes em QR Code passam a ser enviados diretamente como imagem na conversa do WhatsApp, facilitando o acesso e a utilização durante o embarque. A empresa também informa que a aceitação dos Termos e Condições será necessária apenas no primeiro acesso ao serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A TOP é utilizada em diferentes sistemas de transporte público da Região Metropolitana de São Paulo e integra o portfólio de soluções da Autopass, empresa especializada em bilhetagem eletrônica e mobilidade urbana.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Serviço</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">WhatsApp TOP Compras: (11) 3777-9456</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Serviços disponíveis: compra de passagens por QR Code e recarga dos cartões TOP Comum e TOP Escolar.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/top-lanca-novo-whatsapp-exclusivo-para-compra-de-passagens-e-recarga-de-cartoes/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=519196</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Luminator Brasil prepara lançamentos inéditos para a Lat.Bus 2026 após investimento em nova linha de produção</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/luminator-brasil-prepara-lancamentos-ineditos-para-a-lat-bus-2026-apos-investimento-em-nova-linha-de-producao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/luminator-brasil-prepara-lancamentos-ineditos-para-a-lat-bus-2026-apos-investimento-em-nova-linha-de-producao/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 17:20:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa anuncia tecnologias voltadas à informação ao passageiro e destaca modernização industrial com a implantação da mais avançada linha SMT da América Latina YURI SENA A Luminator Technology Group Brasil confirmou que apresentará uma série de novidades tecnológicas durante a Lat.Bus 2026, principal feira do setor de transporte por ônibus da América Latina, que será [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="688" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/09062026-Luminator-Brasil_Lat.Bus-2026_1-e1781025858141.jpg?fit=1024%2C688&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Empresa anuncia tecnologias voltadas à informação ao passageiro e destaca modernização industrial com a implantação da mais avançada linha SMT da América Latina</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Luminator Technology Group Brasil confirmou que apresentará uma série de novidades tecnológicas durante a Lat.Bus 2026, principal feira do setor de transporte por ônibus da América Latina, que será realizada entre os dias 11 e 13 de agosto, no São Paulo Expo, na capital paulista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As inovações fazem parte de um amplo processo de modernização industrial promovido pela fabricante em sua unidade de Caxias do Sul (RS). Recentemente, a empresa colocou em operação uma nova linha de montagem de componentes eletrônicos baseada na tecnologia SMT (Surface Mount Technology), considerada pela companhia uma das mais avançadas da América Latina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Luminator, os novos equipamentos que serão apresentados na feira foram desenvolvidos para elevar o padrão dos sistemas de informação ao passageiro, oferecendo melhor legibilidade, maior qualidade visual e comunicação mais eficiente nos veículos do transporte coletivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de beneficiar os usuários com informações mais claras e acessíveis, as soluções também prometem auxiliar operadores e empresas na gestão da comunicação embarcada, contribuindo para uma experiência mais moderna no transporte urbano e metropolitano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fabricante destaca que os investimentos realizados na área produtiva ampliam a capacidade de fabricação de equipamentos eletrônicos de alta tecnologia e permitem atender requisitos internacionais mais rigorosos de qualidade e confiabilidade. O novo processo produtivo também reduz a dependência de etapas manuais, aumentando a precisão na montagem dos componentes e fortalecendo os controles de qualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com presença consolidada no mercado de sistemas de informação para ônibus e trens, a Luminator pretende utilizar a Lat.Bus 2026 como vitrine para apresentar ao setor soluções alinhadas às novas demandas de digitalização e modernização do transporte coletivo.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-519175" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/09062026-Luminator-Brasil_Lat.Bus-2026_3.jpg?resize=1024%2C682&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/09062026-Luminator-Brasil_Lat.Bus-2026_3.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/09062026-Luminator-Brasil_Lat.Bus-2026_3.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/09062026-Luminator-Brasil_Lat.Bus-2026_3.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/09062026-Luminator-Brasil_Lat.Bus-2026_3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/09062026-Luminator-Brasil_Lat.Bus-2026_3.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/09062026-Luminator-Brasil_Lat.Bus-2026_3.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/09062026-Luminator-Brasil_Lat.Bus-2026_3.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/luminator-brasil-prepara-lancamentos-ineditos-para-a-lat-bus-2026-apos-investimento-em-nova-linha-de-producao/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=519173</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Ecovias Noroeste Paulista divulga cronograma de obras em rodovias do interior paulista até 14 de junho</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/ecovias-noroeste-paulista-divulga-cronograma-de-obras-em-rodovias-do-interior-paulista-ate-14-de-junho/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/ecovias-noroeste-paulista-divulga-cronograma-de-obras-em-rodovias-do-interior-paulista-ate-14-de-junho/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 17:00:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Intervenções incluem serviços de manutenção, conservação e ampliação de capacidade em trechos das rodovias Washington Luís, Brigadeiro Faria Lima, SP-333, SP-351 e SP-323 YURI SENA A concessionária Ecovias Noroeste Paulista divulgou o cronograma semanal de obras e serviços programados entre os dias 8 e 14 de junho de 2026 em rodovias sob sua administração. As [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/foto_ECOVIAS-NOROESTE-PAULISTA-INFORMA.Cronograma-de-obras-de-8.6-e1780936439523.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Intervenções incluem serviços de manutenção, conservação e ampliação de capacidade em trechos das rodovias Washington Luís, Brigadeiro Faria Lima, SP-333, SP-351 e SP-323</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concessionária Ecovias Noroeste Paulista divulgou o cronograma semanal de obras e serviços programados entre os dias 8 e 14 de junho de 2026 em rodovias sob sua administração. As intervenções envolvem atividades de manutenção, conservação do pavimento, reforço da sinalização e obras de ampliação viária em diferentes regiões do interior paulista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os trabalhos ocorrerão principalmente nas rodovias Rodovia Washington Luís (SP-310), Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), SP-333, Rodovia Comendador Pedro Monteleone (SP-351) e SP-323.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os destaques da programação estão as obras de implantação de terceiras e quartas faixas na SP-310, especialmente nos municípios de São Carlos, Cedral, Mirassol e São José do Rio Preto. Os serviços incluem movimentação de terra, adequação de acessos, construção de viadutos e implantação de vias marginais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em São Carlos, seguem as intervenções entre os quilômetros 229 e 241 da Washington Luís, com interdições de faixas e restrições em viadutos da região do Jardim Jockey Clube. Já em São José do Rio Preto, continuam as obras de ampliação entre os quilômetros 442 e 444, incluindo melhorias no acesso ao Aeroporto Estadual Professor Eribelto Manoel Reino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concessionária informa que os serviços poderão provocar interdições parciais de faixas, acostamentos e dispositivos de acesso. Por isso, os motoristas devem redobrar a atenção, respeitar a sinalização temporária e reduzir a velocidade nos trechos em obras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As atividades estão programadas para ocorrer entre segunda-feira (8) e sábado (13), tanto em períodos diurnos quanto noturnos. No domingo (14), não há previsão de obras nas rodovias administradas pela concessionária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Ecovias Noroeste Paulista, o cronograma poderá sofrer alterações em razão das condições climáticas ou de necessidades operacionais.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/ecovias-noroeste-paulista-divulga-cronograma-de-obras-em-rodovias-do-interior-paulista-ate-14-de-junho/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=518993</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Dorival Piccoli, pioneiro dos transportes do Sul e que teve história retratada pelo Diário do Transporte, vai batizar rua em Curitiba</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/dorival-piccoli-pioneiro-dos-transportes-do-sul-e-que-teve-historia-retratada-pelo-diario-do-transporte-vai-batizar-rua-em-curitiba/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/dorival-piccoli-pioneiro-dos-transportes-do-sul-e-que-teve-historia-retratada-pelo-diario-do-transporte-vai-batizar-rua-em-curitiba/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 15:55:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[História]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresário fundador de companhias como Expresso São Bento morreu em 2019. No ano de 2015, conversou com Adamo Bazani e contou sobre várias companhias em que foi sócio, como a gigante Nossa Senhora da Penha ADAMO BAZANI O empresário de ônibus Dorival Piccoli, que morreu em 2019 e foi um dos pioneiros dos transportes no [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="598" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-sem-nome.png?fit=598%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-sem-nome.png?w=598&amp;ssl=1 598w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-sem-nome.png?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-sem-nome.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-sem-nome.png?resize=400%2C301&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 598px) 100vw, 598px" /> <p><em>Empresário fundador de companhias como Expresso São Bento morreu em 2019. No ano de 2015, conversou com Adamo Bazani e contou sobre várias companhias em que foi sócio, como a gigante Nossa Senhora da Penha</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O empresário de ônibus Dorival Piccoli, que morreu em 2019 e foi um dos pioneiros dos transportes no Sul do País, será homenageado dando o nome a uma rua em Curitiba.</p>
<p>Trata-se de um projeto de lei, do vereador Hernani, aprovado pela Câmara Municipal. A rua fica no Jardim Botânico (logradouro código S058A), região onde se estabeleceu uma de suas companhias de ônibus, a Expresso São Bento, que existe até hoje e é ligada ao grupo empresarial da Leblon Transporte e Viação Nobel, que fazem o transporte urbano e metropolitano.</p>
<p>A Expresso São Bento é responsável por ligações interestaduais entre Paraná e Santa Catarina.</p>
<p>No ano de 2015, Dorival Piccoli conversou com o editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> (que à época se chamava Blog Ponto de Ônibus), Adamo Bazani, e contou sobre várias companhias em que foi sócio e a família atuou, como a gigante Nossa Senhora da Penha, que já pertenceu a Camilo Cola (fundador da Viação Itapemirim) e hoje integra o Grupo Comporte, da família de Constantino de Oliveira. <u>O <strong><em>Diário do Transporte </em></strong>tem uma trajetória bem longa e não nasceu “do nada”. Desde a época que integrava a plataforma da Rádio CBN, ainda no início doa anos 2000, se preocupava em noticiar fatos atuais, sem deixar de lado a memória da mobilidade. A história retratada de Piccoli é um dos exemplos deste trabalho.</u></p>
<p>E foram várias empresas de Piccoli e família que ajudaram a abrir os caminhos do desenvolvimento do Sul do País por meio dos ônibus: Flexa de Ouro (com “x” mesmo”), Expresso Curitiba-Lages, União Catarinense, Expresso Lages-Porto Alegre, Empresa Nossa Senhora da Penha, Viação Dovaltur Ltda, Empresa Curitiba Cerro Azul, Viação do Sul, Expresso do Sul, Expresso Estrela Azul, Expresso São Bento Ltda, além de representação na fabricante de carrocerias Eliziário, que foi uma das mais importantes no desenvolvimento de novos conceitos para os veículos de transporte coletivo no Brasil. Hoje a família permanece no controle da Empresa Curitiba Cerro Azul.</p>
<p>De acordo com a proposta, a via deverá ter placas com a mensagem: “Dorival Piccoli  &#8211; empresário e visionário”</p>
<p><strong><em>A trajetória de Piccoli também está associada ao bairro Jardim Botânico. Na década de 1970, ele adquiriu uma propriedade no então bairro Capanema e, posteriormente, a sede da Expresso São Bento na mesma região. O vereador contou que o empresário brincava que “havia mudado de endereço sem sair de casa”, em referência à mudança do nome do bairro para Jardim Botânico</em></strong>. – diz nota da Câmara Municipal.</p>
<p>Relembre a longa entrevista dada por Dorival Piccoli a Adamo Bazani, em 2015, intitulada <strong>HISTÓRIA – Dorival Piccoli: “O ônibus é o grande amigo das pessoas”</strong></p>
<h1>HISTÓRIA – Dorival Piccoli: “O ônibus é o grande amigo das pessoas”</h1>
<h6>Publicado em: 23 de junho de 2015</h6>
<div class="texto-noticia mb-5">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/01.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18478" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/01.jpg?resize=640%2C430&#038;ssl=1" alt="01" width="640" height="430" /></a></p>
<div id="attachment_18479" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/02.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18479" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/02.jpg?resize=640%2C480&#038;ssl=1" alt="Dorival Piccoli" width="640" height="480" aria-describedby="caption-attachment-18479" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18479" class="wp-caption-text">Dorival Piccoli começou a atuar diretamente no transporte de passageiros em 1947. Com 17 anos já dirigia. Hoje, aos 81 anos revela sua paixão pelo setor em cada detalhe de seu escritório em Curitiba, repleto de fotos históricas de ônibus. Foto 1: Acervo Família Piccoli e Foto 2: Adamo Bazani</p>
</div>
<p><strong>Dorival Piccoli: “O ônibus é o grande amigo das pessoas”</strong></p>
<p><em>De família pioneira que atuou em diversas empresas e na encarroçadora Eliziário, empresário destaca como os transportes interligaram sonhos e proporcionaram desenvolvimento no Sul do País</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI </em></strong></p>
<div id="attachment_18480" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/03.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18480" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/03.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="ônibus" width="640" height="450" aria-describedby="caption-attachment-18480" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18480" class="wp-caption-text">Foi na Flexa de Prata, que ligava localidades diferentes do Sul do País, que Piccoli começou a trilhar o caminho do desenvolvimento pelos transportes coletivos. Foto: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus.</p>
</div>
<p>O escritório do empresário Dorival Piccoli na região central de Curitiba, no Paraná, já revela a paixão pelo transporte de vidas: as paredes são forradas por quadros com imagens históricas das empresas que a família atuou. E não foram poucas: Flexa de Ouro (com “x” mesmo”), Expresso Curitiba-Lages, União Catarinense, Expresso Lages-Porto Alegre, Empresa Nossa Senhora da Penha, Viação Dovaltur Ltda, Empresa Curitiba Cerro Azul, Viação do Sul, Expresso do Sul, Expresso Estrela Azul, Expresso São Bento Ltda, além de representação na fabricante de carrocerias Eliziário, que foi uma das mais importantes no desenvolvimento de novos conceitos para os veículos de transporte coletivo no Brasil. Hoje a família permanece no controle da Empresa Curitiba Cerro Azul.</p>
<p>Nascido em 09 de dezembro de 1933, Dorival Piccoli, em Farroupilha (RS), tem no sangue a herança da paixão pelos transportes. O pai, Modesto Piccoli, nascido em 8 de julho de 1881, transportava mercadorias pelo Sul do país em lombos de animais. Modesto Piccoli participou do movimento para emancipar Farroupilha, no Rio Grande do Sul. Uma rua da cidade recebe seu nome.</p>
<div id="attachment_18481" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/04.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18481" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/04.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="ônibus" width="640" height="450" aria-describedby="caption-attachment-18481" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18481" class="wp-caption-text">A Expresso Curitiba – Lages, em 1958, da família Piccoli, começou a ganhar importância com o crescimento das duas cidades. Foto: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus.</p>
</div>
<p>A família de Dorival era grande e desde cedo já via nos transportes a oportunidade de crescimento. Ao todo, Modesto teve doze filhos: Istácio Piccoli, Maria Piccoli, Cidina Piccoli, Inês Piccoli, Martim Piccoli, Ida Piccoli, Wilson Piccoli, Ivone Piccoli, Ilse Piccoli, Saul Piccoli, Dorival Piccoli (nosso entrevistado) e Ipenor Piccoli.</p>
<p>Dorival pode ser considerado uma memória viva dos transportes e seus olhos brilham ao contar as histórias do crescimento do Sul do país “pelo trafegar” dos ônibus.</p>
<p>“O ônibus é o grande amigo das pessoas. Ao longo da história sempre esteve presente levando as pessoas para onde elas queriam independentemente das dificuldades para isso” – disse Dorival Piccoli em entrevista ao jornalista Adamo Bazani, no<em><strong> Blog Ponto de Ônibus.</strong></em></p>
<p>E dificuldades realmente não faltavam. Estradas de terra, atoleiros, córregos, veículos rústicos exigiam muita disposição e fé para prosseguir nos caminhos.</p>
<p>Mas tudo isso ajudou a impulsionar o desenvolvimento das cidades da região que cresciam de maneira diferente. A população de alguns municípios menos providos de recursos precisava se deslocar para as cidades com mais oportunidades de emprego e renda.</p>
<p>No entanto, ao fazer as ligações, os ônibus não só levavam as pessoas para os locais com mais recursos como também traziam desenvolvimento para as regiões onde originavam as linhas. Os transportes eram atrativos para mais moradores e exigiam uma melhor infraestrutura, muitas vezes implantada pelos próprios donos dos ônibus que alargavam vias e até mesmo tapavam os buracos por onde os veículos tinham de passar.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/05.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18482" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/05.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="05" width="640" height="450" /></a></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/06.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18483" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/06.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="06" width="640" height="450" /></a></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/07.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18484" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/07.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="07" width="640" height="450" /></a></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/08.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18485" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/08.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="08" width="640" height="450" /></a></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/09.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18486" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/09.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="09" width="640" height="450" /></a></p>
<div id="attachment_18487" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/10.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18487" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/10.jpg?resize=640%2C480&#038;ssl=1" alt="ônibus" width="640" height="480" aria-describedby="caption-attachment-18487" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18487" class="wp-caption-text">A Empresa Curitiba – Cerro Azul está até hoje com a família. Dorival assumiu a companhia em 1961. Com o desenvolvimento das cidades, aumento da demanda e aperfeiçoamento da indústria, os ônibus também se tornavam mais moderno. Mesmo assim, os caminhos ainda não eram fáceis de ser percorridos. Fotos: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus.</p>
</div>
<p>O primeiro contato de Dorival Piccoli com o mundo dos ônibus foi na empresa da família chamada Flexa de Ouro, em 1947 (era escrito com “x” mesmo e não com “ch”). Os veículos com carrocerias de madeira ligavam inicialmente as cidades de Getúlio Vargas e Passo Fundo, ambas no Rio Grande do Sul. Depois atuando na Região de Santa Catarina na lateral dos ônibus era pintada a relação dos locais servidos: Varjão, Faxinal dos Guedes, Xanxerê, Xaxim, Chapecó.</p>
<p>Com 17 anos de idade, Dorival já começou a dirigir ônibus.</p>
<p>No ano seguinte, em 1948, o pai Modesto morreu com 67 anos de idade, aumentando ainda mais a responsabilidade dos sucessores.</p>
<p>Nesta época, o mundo se recuperava ainda da Segunda Guerra (1939 – 1945) e a luta em todos os países era para crescer.</p>
<p>E os transportes acompanhavam e auxiliavam nesta luta. A batalha das estradas era diferente: mais digna, mas muito desgastante.</p>
<p>O país ainda estava em processo de urbanização e fazer trajetos que hoje demoram duas ou três horas para serem percorridos de ônibus poderia levar dias.</p>
<p>“Várias vezes ficávamos de 3 a 5 dias nas estradas, principalmente quando tinha cheia. Dependíamos de balsa para cruzar as cidades, mas quando rios subiam de nível, como Timbó (em Santa Catarina), era impossível passar. Era uma aventura que deu certo pela persistência” – comenta.</p>
<p>Nesta época, em 1953, a família Piccoli atuava na empresa União Catarinense, que ligava Chapecó, em Santa Catarina, a Curitiba, no Paraná.</p>
<p>As cidades continuavam a crescer assim como as linhas.</p>
<p>A ligação entre Chapecó e Curitiba tinha sido prolongada. Assim, em 1958, nascia duas empresas da família Piccoli denominadas de acordo com os itinerários: Expresso Lages-Curitiba e Expresso Lages-Porto Alegre.</p>
<p>O sonho e a necessidade de viajar da população ganhavam mais espaço e as distâncias a serem ligadas ficavam maiores. Em 1960, conta Dorival, foi criada a empresa Expresso do Sul (não é a mesma que pertence hoje ao Grupo da Viação Cometa). A Expresso do Sul fazia a ligação direta entre Curitiba e Porto Alegre. Nesta época, ainda ficou operando a Expresso Curitiba-Lages.</p>
<p>Logo em seguida, a Expresso do Sul seria vendida para uma empresa transportadora de gás chamada Bosca Tur, que continuou a linha por um tempo.</p>
<div id="attachment_18488" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/11.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18488" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/11.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="ônibus" width="640" height="450" aria-describedby="caption-attachment-18488" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18488" class="wp-caption-text">Dovaltur foi uma empresa criada em 1960, ligando Porto Alegre ao Rio de Janeiro. O nome da companhia de ônibus se tratava da junção das primeiras sílabas dos dois sócios: Dorival Piccoli e Valmor Schmidt. Foto: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus.</p>
</div>
<p><strong>A COMPRA DE UMA GIGANTE:</strong></p>
<p>No início dos anos de 1960, surgiu então para Dorival uma oportunidade de negócio: a compra da Empresa Nossa Senhora da Penha, uma das maiores do país que posteriormente foi adquirida por Camilo Cola, da Viação Itapemirim, e hoje pertence ao grupo de Constantino Oliveira, fundador da Gol Linhas Aéreas.</p>
<p>“A Penha era de Albertino Castro que morreu num acidente aéreo. Os herdeiros não quiseram continuar no ramo de transportes, então assumimos a empresa que era uma referência. A Penha fazia linhas muito importantes como Porto Alegre / São Paulo e Porto Alegre / Rio de Janeiro.” – relembra Dorival Piccoli.</p>
<p>Com a aquisição da Penha, pelo fato de coincidirem os itinerários, não havia mais razão de a Expresso Curitiba – Lages continuar operando.</p>
<p>“A Penha tinha uma reputação muito boa no mercado. Os ônibus eram novos, as viagens mais rápidas. Quando ela se destacou com os requintados ônibus Eliziário era nossa família que cuidava da empresa” – conta Dorival. Entre 1973 e 1974, depois de muita negociação, Camilo Cola, da Itapemirim adquiriu a Penha. Em 2007, a empresa passa para o controle da família de Constantino Oliveira.</p>
<p>Quase na mesma época da aquisição de Penha, em 1960, era criada a empresa Viação Dovaltur Ltda, com a linha Porto Alegre – Rio de Janeiro. O nome da companhia é a junção das primeiras sílabas dos sócios: Dorival Piccoli, que tinha 50% da empresa, e Valmor Schmidt, com a outra metade.</p>
<p>Enquanto administrava a Penha, Dorival assumia outras empresas de ônibus que serviam para interligar áreas de características econômicas diferentes no Sul do País.</p>
<p>Em 1961, foi a vez da Empresa Curitiba Cerro Azul. Até hoje com a família Piccoli, atende ligações consideradas fundamentais para o crescimento integrado de parte do Sul do País.</p>
<p>Entre estas ligações estão:</p>
<p>Curitiba (PR) / Cerro Azul (PR)</p>
<p>Curitiba (PR) / Adrianópolis (PR)</p>
<p>Curitiba (PR) / Dr. Ulysses (PR)</p>
<p>Curitiba (PR) / Apiaí (SP)</p>
<p>Entre 1963 e 1989, Dorival também esteve a frente da empresa de ônibus metropolitanos Viação do Sul, ligando as cidades de Rio Branco do Sul e Curitiba. No ano de 1965, também passou a integrar a Expresso Estrela Azul.</p>
<p><strong>UMA DAS MELHORES CARROCERIAS DO PAÍS:</strong></p>
<p>Enquanto administrava as empresas de ônibus, Dorival Piccoli atuava em outros segmentos relacionados ao transporte de passageiros, como na indústria.</p>
<p>Ele foi representante da fabricante de carrocerias Eliziário, fundada em 1946, por Eliziário Goulart, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.</p>
<p>“Certamente era uma das melhores carrocerias de ônibus do Brasil. O capricho no acabamento, os materiais, os modelos inovadores com serviço leito e frigobar eram diferenciais naquela época. Fui revendedor nos anos sessenta (anos de 1960) da Eliziário e era garantia de bons negócios. Na época eram fabricadas mais ou menos 20 carrocerias por mês Metade era para o Sul do País. Mas também foram vendidos ônibus até para o Nordeste”  – conta Dorival Piccoli.</p>
<p>Quando empresas que ligavam diferentes estados e em longos roteiros compraram uma carroceria era uma espécie de propaganda para frotistas de locais mais distantes que se interessavam pelos modelos e procuravam a fábrica.</p>
<div id="attachment_18489" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/12.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18489" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/12.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="Dorival Piccoli, além de empresário de ônibus, era representante da fábrica de carrocerias Eliziário. Indústria do Rio Grande do Sul era conhecida por fazer veículos com elevado nível de acabamento. Alguns modelos foram considerados pioneiros para a indústria no País, com poltronas tipo leito e até frigobar nos anos de 1960. Fotos: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus." width="640" height="450" aria-describedby="caption-attachment-18489" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18489" class="wp-caption-text">Dorival Piccoli, além de empresário de ônibus, era representante da fábrica de carrocerias Eliziário. Indústria do Rio Grande do Sul era conhecida por fazer veículos com elevado nível de acabamento. Alguns modelos foram considerados pioneiros para a indústria no País, com poltronas tipo leito e até frigobar nos anos de 1960. Fotos: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus.</p>
</div>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/13.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18490" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/13.jpg?resize=640%2C455&#038;ssl=1" alt="13" width="640" height="455" /></a></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/14.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18491" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/14.jpg?resize=640%2C451&#038;ssl=1" alt="14" width="640" height="451" /></a></p>
<div id="attachment_18492" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/15.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18492" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/15.jpg?resize=640%2C457&#038;ssl=1" alt="ônibus" width="640" height="457" aria-describedby="caption-attachment-18492" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18492" class="wp-caption-text">Dorival Piccoli, além de empresário de ônibus, era representante da fábrica de carrocerias Eliziário. Indústria do Rio Grande do Sul era conhecida por fazer veículos com elevado nível de acabamento. Alguns modelos foram considerados pioneiros para a indústria no País, com poltronas tipo leito e até frigobar nos anos de 1960. Fotos: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus.</p>
</div>
<p>“Trabalhar com o senhor Eliziário era muito bom. Homem firme, justo e inovador. A Penha teve uma frota de Eliziário que ficou conhecida em todo País. Quando em 1965, chegaram os ônibus Eliziário Scania novos na Penha foi uma festa na garagem, com direito a cerimônia de entrega” – relembra.</p>
<p>Os ônibus tinham poltronas tipo leito e bar que oferecia lanches, sucos e refrigerantes.</p>
<p>A Eliziário foi comprada entre 1969 e 1970 pela então “Carrocerias Nicola” que logo se tornaria Marcopolo.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/untitled-1.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18505" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/untitled-1.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="Untitled-1" width="640" height="450" /></a></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/untitled-15.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18503" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/untitled-15.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="Untitled-15" width="640" height="450" /></a></p>
<div id="attachment_18504" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/untitled-14.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18504" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/untitled-14.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="adamo" width="640" height="450" aria-describedby="caption-attachment-18504" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18504" class="wp-caption-text">O design interno dos ônibus já era preocupação da indústria. Modelos tinham de passar conforto real, mas também um ar de sofisticação</p>
</div>
<p><strong>CADA EMPRESA, CADA CARACTERÍSTICA ECONÔMICA REGIONAL:</strong></p>
<p>A importância do segmento de transportes no conjunto da sociedade é tão grande, que a história de cada empresa revela as características da região onde prestaram serviços.</p>
<p>Estas empresas levavam os trabalhadores até as atividades principais de cada cidade. Era para atender a estas necessidades de deslocamentos que as companhias de ônibus se fortaleciam.</p>
<p>A Empresa Curitiba Cerro Azul ajudou na consolidação da agroindústria, em especial da citricultura.</p>
<p>A partir de 1940, a cidade de Cerro Azul começou a ganhar novo fôlego após a construção de uma estrada ligando Cerro Azul a então rodovia “São Paulo – Curitiba”.</p>
<p>Também funcionou por um determinado período uma indústria ligada ao processamento de chumbo.</p>
<p>A última empresa que Dorival Piccoli disse ter adquirido foi a Expresso São Bento, que contribuiu no desenvolvimento das atividades ligadas à indústria moveleira em São Bento do Sul, em Santa Catarina, e ao setor têxtil de Jaraguá do Sul, também município catarinense.</p>
<p>A Expresso São Bento começou a ser comprada por Dorival em 1971, quando assumiu uma parte da companhia que tem uma história muito relacionada com a integração entre municípios do Sul do País.</p>
<p><strong>EXPRESSO SÃO BENTO: DESBRAVADORA DO SUL DO PAÍS</strong></p>
<p><em>Empresa foi a segunda no Brasil a conseguir registro oficial para o transporte de passageiros</em></p>
<div id="attachment_18493" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/16.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18493" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/16.jpg?resize=640%2C480&#038;ssl=1" alt="ônibus" width="640" height="480" aria-describedby="caption-attachment-18493" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18493" class="wp-caption-text">Foi desbravando os caminhos entre Paraná e Santa Catarina, enfrentando estradas de terra, atoleiros e até córregos que a Expresso São Bento contribuiu com o crescimento regional no Sul do País. Foto: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus.</p>
</div>
<p>A história do transporte de passageiros está intimamente relacionada com o desenvolvimento econômico das diferentes regiões do País e com o crescimento pessoal de milhões de cidadãos ao longo do tempo. Isso porque, o setor de transportes, especialmente por ônibus no caso do Brasil, foi o que conseguiu dar a resposta mais rápida às necessidades de deslocamento da população à medida que determinadas regiões se tornavam mais atrativas que as outras para moradia e trabalho. E, especificamente sobre os transportes por ônibus, o serviço de ligar pessoas à concretização do sonho de uma melhor qualidade de vida vinha muito antes da infraestrutura viária.</p>
<p>Não era rara a cena de os ônibus, ainda feitos de madeiras, enfrentarem estradas de terra, atoleiros e até fazer travessia de córregos. Tudo movido pelo sonho, pelo ideal.</p>
<p>Com a Expresso São Bento não foi diferente. A história da empresa faz parte das memórias de crescimento de parte da região Sul do País.</p>
<p>A começar pela tradição. A “ Expresso São Bento” foi fundada em 1948 por Lino Fortes Bouzan e Pasquale Palmieri, sendo a segunda empresa de ônibus no Brasil a conseguir registro do DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. A primeira empresa foi a Auto Viação Catarinense, também do Sul do País. Nesta época, era o DNER que concedia as permissões para operação de linhas rodoviárias interestaduais. Hoje esta atribuição é da ANTT –Agência Nacional de Transportes Terrestres.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/17.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18494" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/17.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="17" width="640" height="450" /></a></p>
<div id="attachment_18495" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/18.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18495" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/18.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="ônibus" width="640" height="450" aria-describedby="caption-attachment-18495" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18495" class="wp-caption-text">Foi desbravando os caminhos entre Paraná e Santa Catarina, enfrentando estradas de terra, atoleiros e até córregos que a Expresso São Bento contribuiu com o crescimento regional no Sul do País. Foto: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus.</p>
</div>
<p>Em 1948, a cidade de Curitiba, no Paraná, estava em plena expansão já assumindo ares de metrópole para os padrões da época. Os demais municípios da região Sul do País também cresciam, mas ainda sem a mesma oferta de serviços e oportunidades profissionais. A necessidade das cidades terem ligações era cada vez maior.</p>
<p>São Bento do Sul, em Santa Catarina, município criado em 30 de janeiro de 1884, foi marcado pela forte presença de imigrantes na ocasião da Áustria, Bavária, Prússia, Polônia, Saxônia, Tchecoslováquia. Logo que eles desembarcaram nas terras perceberam o potencial madeireiro da região.</p>
<p>Na época da fundação da Expresso São Bento, o parque industrial moveleiro para os padrões fabris da época começava a se expandir.</p>
<p>O fluxo até Curitiba então se tornava necessário no deslocamento de mão de obra entre os dois pontos e também de representantes comerciais destas fábricas.</p>
<p>Foi neste momento que a Expresso São Bento supriu a necessidade.</p>
<p>Mas ligar Paraná e Santa Catarina não era nada fácil. Se havia desenvolvimento em cada cidade, era no caminho entre elas que estavam as grandes dificuldades. Os ônibus da Expresso São Bento enfrentavam estradas de terra, atolavam e seus fundadores, que também dirigiam os veículos iam com ferramentas para abrir novos caminhos e retirar os ônibus do lamaçal. Levar correntes para colocar nos pneus e enfrentar a pista escorregadia era obrigatório.</p>
<p>Quando chovia e havia cheias era necessário parar de três a cinco dias no meio do percurso.</p>
<div id="attachment_18496" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/19.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18496" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/19.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="ônibus" width="640" height="450" aria-describedby="caption-attachment-18496" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18496" class="wp-caption-text">Além de integrar pessoas, os ônibus desenvolviam um papel importante no transporte de encomenda. Os materiais eram levados no teto protegidos por lonas. Foto: Acervo Família Piccoli.</p>
</div>
<p>Foi assumindo um papel de desbravador que o setor de transportes contribuía não só para a ligação entre cidades, mas também para a criação de infraestrutura. Por onde os ônibus passavam, algo tinha de ser feito pelo poder público, mesmo que tardiamente. Assim, a rota dos ônibus virou caminho de desenvolvimento.</p>
<p>Com a expansão regional, motivada pelo crescimento econômico e populacional, novas cidades começaram a ganhar importância. Exemplo é Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, que se destacou pela indústria têxtil.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/20.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18497" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/20.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="20" width="640" height="450" /></a></p>
<div id="attachment_18498" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/21.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18498" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/21.jpg?resize=640%2C910&#038;ssl=1" alt="ônibus" width="640" height="910" aria-describedby="caption-attachment-18498" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18498" class="wp-caption-text">Uma curiosidade é que ainda não havia um sistema unificado de veículos comerciais até meados dos anos de 1950. Assim, os ônibus normalmente tinham duas placas: uma da cidade de origem e outra de destino. Fotos: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus.</p>
</div>
<p>E a Expresso São Bento mais uma vez acompanhou este desenvolvimento criando linhas para mais cidades ao longo de sua trajetória.</p>
<p>A linha entre Curitiba e Jaraguá do Sul foi permitida pelo DNER em 1964. Interessante é que na época, a empresa que quisesse operar qualquer linha tinha de depositar um valor como “caução” ao DNER, como se fosse, guardadas as devidas proporções, uma outorga onerosa. Era uma espécie de garantia que a linha seria cumprida e que a empresa teria uma segurança jurídica evitando que outro operador fizesse o trajeto sem autorização.</p>
<div id="attachment_18499" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/22.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18499" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/22.jpg?resize=640%2C903&#038;ssl=1" alt="DNER" width="640" height="903" aria-describedby="caption-attachment-18499" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18499" class="wp-caption-text">Permissão de linha para a Expresso São Bento unir as cidades Lages, em Santa Catarina, e Curitiba, no Paraná. DNER – Departamento de Estradas de Rodagem exigia um “caução” das empresas interessadas em operar os serviços como garantia. Foto: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus.</p>
</div>
<p>Com o passar do tempo, a São Bento já tinha diversas ligações entre urbana intermunicipal, rodoviárias intermunicipais e rodoviárias interestaduais:</p>
<p>Curitiba (PR) / São Bento do Sul (SC)</p>
<p>Curitiba (PR) / Jaraguá do Sul (SC)</p>
<p>São Bento do Sul (SC) / Jaraguá do Sul (SC)</p>
<p>Curitiba (PR) / Piên (PR)</p>
<p>Agudos do Sul (PR) / Fazenda Rio Grande (PR)</p>
<p><strong>NOVAS GESTÕES:</strong></p>
<div id="attachment_18500" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/23.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18500" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/23.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="ônibus" width="640" height="450" aria-describedby="caption-attachment-18500" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18500" class="wp-caption-text">Com o passar do tempo, as jardineiras davam lugar para os ônibus mais modernos e confortáveis. Era o progresso e a exigência do passageiro. As rústicas carrocerias de madeira cediam espaço no mercado para bem acabadas carrocerias de metal e os bancos simples eram substituídos por poltronas estofadas com maior conforto. Foto: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus.</p>
</div>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/24.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18501" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/24.jpg?resize=640%2C910&#038;ssl=1" alt="24" width="640" height="910" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_18502" class="wp-caption aligncenter">
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/25.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18502" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2015/06/25.jpg?resize=640%2C450&#038;ssl=1" alt="ônibus" width="640" height="450" aria-describedby="caption-attachment-18502" /></a></p>
<p id="caption-attachment-18502" class="wp-caption-text">Com o passar do tempo, as jardineiras davam lugar para os ônibus mais modernos e confortáveis. Era o progresso e a exigência do passageiro. As rústicas carrocerias de madeira cediam espaço no mercado para bem acabadas carrocerias de metal e os bancos simples eram substituídos por poltronas estofadas com maior conforto. Foto: Acervo Família Piccoli. – Matéria: Adamo Bazani – Blog Ponto de Ônibus.</p>
</div>
<p>Após o falecimento de Pasquale Palmieri, um dos fundadores da São Bento, os herdeiros decidem vender a metade que pertencia ao pai. Assim, em 1971 entra na sociedade Dorival Piccoli, empresário de família tradicional dos transportes no Sul do País com atuações em empresas como Nossa Senhora da Penha, Empresa Curitiba Cerro Azul, Viação do Sul e Expresso Estrela Azul, entre outras.</p>
<p>Dorival Piccoli era representante e sócio da fabricante de carrocerias de ônibus Eliziário, que tinha sido assumida pela Marcopolo, antiga carrocerias Nicola.</p>
<p>A entrada de Piccoli representou o início de uma gestão mais experiente e pela facilidade de contato com as encarroçadoras também marcou uma renovação de frota.</p>
<p>Quando o outro fundador da empresa, Lino Fortes, morreu, Dorival Piccoli arrematou mais uma parte ficando com 87% da companhia de ônibus.</p>
<p>A empresa assim adotou um programa constante de renovação de ônibus e qualificação da operação.</p>
<p><strong>ACOMPANHE NESTE LINK ABAIXO VÍDEO DE ACERVO DA FAMÍLIA PICCOLI COM A CHEGADA DE ÔNIBUS ELIZIÁRIO SCANIA EM 1965 NA EMPRESA NOSSA SENHORA DA PENHA CEDIDO PARA ESTA REPORTAGEM ESPECIAL DO BLOG PONTO DE ÔNIBUS (DIÁRIO DO TRANSPORTE). O vídeo foi gravado sem áudio na época:</strong></p>
<p><span class="embed-youtube"><iframe loading="lazy" class="youtube-player" src="https://www.youtube.com/embed/tI2joiZfaMU?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;autohide=2&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;wmode=transparent" width="640" height="360" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></span></p>
<p>ou em:</p>
<p><span class="embed-youtube"><iframe loading="lazy" class="youtube-player" src="https://www.youtube.com/embed/tI2joiZfaMU?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;autohide=2&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;wmode=transparent" width="640" height="360" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></span></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes.</em></strong></p>
</div>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/dorival-piccoli-pioneiro-dos-transportes-do-sul-e-que-teve-historia-retratada-pelo-diario-do-transporte-vai-batizar-rua-em-curitiba/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=519159</guid>
  </item>
</channel>
</rss>