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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Licitação de trecho do VLT de Salvador que fará ligação com o metrô é adiada para 21 de dezembro</title>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 19:31:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Atualização do edital modifica novamente a data de abertura; contratação prevê 3,75 quilômetros entre Santa Luzia, Baixa do Fiscal e a Estação Retiro ADAMO BAZANI A abertura da licitação para construir o trecho do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Salvador que fará ligação com a Estação Retiro do metrô foi adiada para 21 de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vlt-de-salvador-inicia-operacao-gratuita-veja-como0139354200202606291216.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vlt-de-salvador-inicia-operacao-gratuita-veja-como0139354200202606291216.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vlt-de-salvador-inicia-operacao-gratuita-veja-como0139354200202606291216.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vlt-de-salvador-inicia-operacao-gratuita-veja-como0139354200202606291216.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vlt-de-salvador-inicia-operacao-gratuita-veja-como0139354200202606291216.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vlt-de-salvador-inicia-operacao-gratuita-veja-como0139354200202606291216.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vlt-de-salvador-inicia-operacao-gratuita-veja-como0139354200202606291216.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Atualização do edital modifica novamente a data de abertura; contratação prevê 3,75 quilômetros entre Santa Luzia, Baixa do Fiscal e a Estação Retiro</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A abertura da licitação para construir o trecho do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Salvador que fará ligação com a Estação Retiro do metrô foi adiada para 21 de dezembro de 2026, às 9h. O aviso da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB) foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira, 13 de outubro.</p>
<p>A sessão estava prevista para 8 de outubro. Segundo a companhia, a mudança ocorre em razão da atualização do edital. O objeto é um segmento de 3,75 quilômetros que interliga a Parada Santa Luzia e a Baixa do Fiscal à Estação Retiro do sistema metroviário de Salvador e Lauro de Freitas.</p>
<p><strong>Contratação inclui projetos, obras e sistemas</strong></p>
<p>A Licitação Presencial nº 26.002 adota o modelo de contratação integrada de uma empresa ou consórcio.</p>
<p>O vencedor deverá elaborar os projetos básico e executivo, executar obras civis e implantar sistemas. Também ficará responsável pelo fornecimento, instalação, testes e comissionamento necessários à implantação e ampliação do trecho.</p>
<p>O comissionamento é a etapa de verificação do funcionamento dos equipamentos e sistemas antes de sua utilização.</p>
<p>O aviso de prorrogação não informa uma nova previsão de início das obras ou de operação comercial.</p>
<p><strong>Integração com o metrô é a finalidade do novo segmento</strong></p>
<p>A ligação até Retiro deverá criar uma conexão entre o VLT e a rede metroviária.</p>
<p>Para o passageiro, a finalidade é permitir deslocamentos combinando os dois sistemas. A publicação não detalha tarifa integrada, tempo de viagem ou regras futuras de transferência.</p>
<p>O adiamento desloca a etapa de abertura da licitação para dezembro. Antes de haver operação, o procedimento ainda precisa passar pela seleção e contratação do responsável, execução das intervenções e demais etapas previstas.</p>
<p><strong>Trecho já foi objeto de mudanças no calendário</strong></p>
<p>Em 2 de abril de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou o lançamento da concorrência para esse segmento, que então previa recebimento de propostas em 12 de junho.</p>
<p>Em 20 de abril, o veículo também informou a suspensão do procedimento para ajustes no edital.</p>
<p>O aviso publicado agora no DOU identifica 8 de outubro como a data anteriormente designada e estabelece 21 de dezembro como a nova sessão.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/02/governo-da-bahia-lanca-concorrencia-para-novo-segmento-do-vlt-em-salvador-entre-baixa-do-fiscal-e-retiro/?utm_source=chatgpt.com">Relembre a reportagem do Diário do Transporte sobre o lançamento da concorrência</a></p>
<p><strong>Adiamento se refere ao trecho licitado</strong></p>
<p>O documento trata dessa contratação específica de 3,75 quilômetros. Não informa paralisação de todas as frentes do projeto do VLT de Salvador e Região Metropolitana.</p>
<p>O edital e seus anexos estão disponíveis na CTB. A consulta presencial pode ser realizada na sede da companhia, no Largo da Calçada, no prédio anexo da Estação de Trens, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>CPTM retoma licitação de pedra britada para infraestrutura ferroviária em São Paulo após aceitar recurso</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/cptm-retoma-licitacao-de-pedra-britada-para-infraestrutura-ferroviaria-em-sao-paulo-apos-aceitar-recurso/</link>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 19:00:02 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Disputa será retomada na fase de habilitação com a Embu S/A Engenharia e Comércio; nova sessão está marcada para 21 de outubro de 2026 ADAMO BAZANI A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) anunciou a retomada de uma licitação destinada ao fornecimento de pedra britada nº 3, material empregado em serviços de infraestrutura ferroviária. A [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6001069-linha-de-ferrovia-linha-indo-a-distancia-ferrovia-trilho-com-pedra-triturada-dois-trilhos-paralelos-foto.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6001069-linha-de-ferrovia-linha-indo-a-distancia-ferrovia-trilho-com-pedra-triturada-dois-trilhos-paralelos-foto.jpg?w=2940&amp;ssl=1 2940w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6001069-linha-de-ferrovia-linha-indo-a-distancia-ferrovia-trilho-com-pedra-triturada-dois-trilhos-paralelos-foto.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6001069-linha-de-ferrovia-linha-indo-a-distancia-ferrovia-trilho-com-pedra-triturada-dois-trilhos-paralelos-foto.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6001069-linha-de-ferrovia-linha-indo-a-distancia-ferrovia-trilho-com-pedra-triturada-dois-trilhos-paralelos-foto.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6001069-linha-de-ferrovia-linha-indo-a-distancia-ferrovia-trilho-com-pedra-triturada-dois-trilhos-paralelos-foto.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6001069-linha-de-ferrovia-linha-indo-a-distancia-ferrovia-trilho-com-pedra-triturada-dois-trilhos-paralelos-foto.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6001069-linha-de-ferrovia-linha-indo-a-distancia-ferrovia-trilho-com-pedra-triturada-dois-trilhos-paralelos-foto.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6001069-linha-de-ferrovia-linha-indo-a-distancia-ferrovia-trilho-com-pedra-triturada-dois-trilhos-paralelos-foto.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Disputa será retomada na fase de habilitação com a Embu S/A Engenharia e Comércio; nova sessão está marcada para 21 de outubro de 2026</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) anunciou a retomada de uma licitação destinada ao fornecimento de pedra britada nº 3, material empregado em serviços de infraestrutura ferroviária. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo desta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, depois do provimento de um recurso administrativo apresentado durante o procedimento de contratação.</p>
<p>Com a decisão, o pregão eletrônico será retomado na fase de habilitação com a empresa Embu S/A Engenharia e Comércio. A nova sessão pública está marcada para quarta-feira, 21 de outubro, às 9h, por meio do sistema federal de compras eletrônicas.</p>
<h3>Recurso administrativo levou à retomada da licitação</h3>
<p>O procedimento corresponde ao pregão eletrônico PE03826, destinado ao fornecimento de pedra britada nº 3.</p>
<p>De acordo com o comunicado publicado pela CPTM, o recurso apresentado durante a sessão de processamento da licitação foi provido, levando à retomada do certame.</p>
<p>A nova etapa será realizada na fase de habilitação da Embu S/A Engenharia e Comércio.</p>
<p>Nesta fase, são examinados os requisitos de habilitação aplicáveis à licitante, conforme as exigências do edital e as regras que disciplinam as contratações públicas.</p>
<p>A decisão de retomar o procedimento permite a continuidade da disputa conforme o resultado da análise administrativa.</p>
<h3>Para que serve a pedra britada na infraestrutura ferroviária</h3>
<p>A pedra britada é um dos materiais utilizados na formação do lastro ferroviário, camada que fica sob os dormentes e participa da sustentação da superestrutura da via.</p>
<p>O lastro contribui para distribuir os esforços produzidos pela passagem dos trens, auxiliar a drenagem da água e manter a estabilidade geométrica da via.</p>
<p>A manutenção da infraestrutura ferroviária envolve atividades como correção de nivelamento, alinhamento dos trilhos, substituição de componentes e recomposição de materiais.</p>
<p>Esses serviços são importantes para preservar as condições de segurança e circulação dos trens, especialmente em sistemas urbanos de elevada frequência de viagens.</p>
<h3>Contratação integra as atividades de manutenção da companhia</h3>
<p>A CPTM é responsável por atividades de operação, manutenção e gestão da infraestrutura ferroviária sob sua administração na Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>O fornecimento de materiais de via permanente integra a cadeia de suprimentos necessária às atividades ferroviárias, que inclui trilhos, dormentes, fixações, aparelhos de mudança de via e outros componentes.</p>
<p>A retomada da licitação está marcada para 21 de outubro de 2026, às 9h, com processamento eletrônico.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Prefeitura de Salvador revoga licitação de R$ 166,5 milhões para compra de 180 ônibus do transporte complementar</title>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:31:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão da Secretaria Municipal de Mobilidade foi publicada nesta quarta-feira (14) e aponta necessidade de alterações no edital; veículos com ar-condicionado e tecnologia Euro 6 seriam destinados à renovação da frota dos “amarelinhos” ADAMO BAZANI A Prefeitura de Salvador (BA), por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), revogou a licitação para a aquisição de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="781" height="525" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baridlgas.jpg?fit=781%2C525&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baridlgas.jpg?w=781&amp;ssl=1 781w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baridlgas.jpg?resize=300%2C202&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baridlgas.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baridlgas.jpg?resize=768%2C516&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/baridlgas.jpg?resize=400%2C269&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 781px) 100vw, 781px" /> <div><em>Decisão da Secretaria Municipal de Mobilidade foi publicada nesta quarta-feira (14) e aponta necessidade de alterações no edital; veículos com ar-condicionado e tecnologia Euro 6 seriam destinados à renovação da frota dos “amarelinhos”</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de Salvador (BA), por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), revogou a licitação para a aquisição de 180 ônibus destinados à renovação da frota do Subsistema de Transporte Especial Complementar (STEC), conhecido como sistema dos “amarelinhos”. O procedimento tinha valor estimado de R$ 166,5 milhões e previa veículos com ar-condicionado e motores que atendem às normas de emissões Euro 6. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, e teve como justificativa a necessidade de alterações no edital.</p>
<p>A revogação atinge o Pregão Eletrônico nº 002/2026, cujo prazo para apresentação de propostas terminou em 23 de setembro. A contratação fazia parte do programa de renovação do transporte coletivo da capital baiana, anunciado pela administração do prefeito Bruno Reis, que havia estabelecido a expectativa de colocar novos veículos do sistema complementar em circulação até o fim de 2026. Com o encerramento do procedimento, a Prefeitura terá de realizar os ajustes administrativos necessários para uma nova licitação, o que poderá afetar o cronograma de renovação da frota.</p>
<p>O edital foi publicado originalmente em 22 de julho de 2026, na modalidade pregão eletrônico, com julgamento pelo sistema aberto e fechado e previsão de registro de preços.</p>
<p>O objeto era a eventual aquisição dos 180 veículos, conforme a conveniência e a necessidade da administração municipal, para substituição de parte da frota utilizada pelos operadores do transporte complementar.</p>
<p>O valor estimado por ônibus era de R$ 925 mil.</p>
<h3>Edital já havia sido relançado em setembro</h3>
<p>A licitação passou por mudanças no calendário antes da revogação.</p>
<p>Em 9 de setembro de 2026, a Semob publicou um aviso de relançamento do Pregão Eletrônico nº 002/2026.</p>
<p>Na ocasião, a secretaria estabeleceu o recebimento de propostas a partir de 21 de setembro e a abertura da sessão pública para 23 de setembro, às 10h.</p>
<p>O aviso descrevia a contratação de ônibus básicos, de piso alto e padrão Euro 6, destinados ao STEC.</p>
<p>A aquisição estava organizada em três itens, cada um com 60 veículos, ao valor estimado de R$ 55,5 milhões.</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Item da licitação</th>
<th>Quantidade</th>
<th>Valor estimado</th>
</tr>
<tr>
<td>10001</td>
<td>60 ônibus</td>
<td>R$ 55,5 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>20001</td>
<td>60 ônibus</td>
<td>R$ 55,5 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>30001</td>
<td>60 ônibus</td>
<td>R$ 55,5 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>180 ônibus</td>
<td>R$ 166,5 milhões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>O procedimento seguia as regras da Lei Federal nº 14.133/2021, a Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos.</p>
<p>A adoção do registro de preços permitiria à administração realizar aquisições conforme a necessidade e a disponibilidade de recursos, observadas as condições estabelecidas no edital e nas futuras contratações.</p>
<h3>Prefeitura havia anunciado novos ônibus até o fim de 2026</h3>
<p>A renovação da frota dos “amarelinhos” faz parte dos planos da Prefeitura de Salvador para ampliar a disponibilidade de veículos com ar-condicionado e substituir ônibus mais antigos utilizados no atendimento complementar.</p>
<p>Em setembro, o prefeito Bruno Reis mencionou a previsão de chegada de 190 veículos até o fim deste ano.</p>
<p>Na ocasião, o prefeito afirmou que a administração esperava concluir a contratação em aproximadamente 30 dias, após dificuldades registradas no procedimento licitatório.</p>
<p>A licitação agora revogada previa 180 ônibus, dez a menos que a quantidade mencionada pelo prefeito naquele anúncio.</p>
<p>O transporte complementar desempenha papel de atendimento em diferentes regiões da capital, conectando bairros e complementando a oferta das linhas convencionais.</p>
<p>Para os passageiros, a renovação representaria a incorporação de ônibus com ar-condicionado e motores enquadrados nas exigências atuais de controle de emissões.</p>
<p>Os veículos Euro 6 utilizam tecnologias destinadas a reduzir a emissão de poluentes locais, especialmente óxidos de nitrogênio e material particulado, em comparação com gerações anteriores de motores a diesel.</p>
<p>O procedimento de compra integra um planejamento mais amplo de renovação dos ônibus de Salvador, que contempla a previsão de incorporação de até 700 novos veículos ao transporte público da cidade.</p>
<h3>Revogação exige reorganização do processo de compra</h3>
<p>A revogação encerra o procedimento licitatório iniciado pela Semob, diferentemente de uma suspensão temporária, em que a licitação pode ser retomada dentro do mesmo processo após a resolução das questões identificadas.</p>
<p>A administração municipal poderá preparar um novo edital com as alterações consideradas necessárias, observando as exigências legais para a contratação.</p>
<p>O novo procedimento deverá definir as condições de participação dos fornecedores, as especificações dos veículos e o calendário das etapas de seleção.</p>
<p>A mudança também repercute sobre o planejamento das fabricantes de ônibus e dos operadores do STEC, considerando os prazos industriais necessários para produção, preparação e entrega dos veículos.</p>
<p>Para os passageiros, a principal consequência está na possibilidade de adiamento da renovação da frota do sistema complementar, especialmente em relação à previsão anunciada pela Prefeitura de disponibilizar os novos ônibus ainda em 2026.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
</div>
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  <item>
    <title>ANTT acolhe parte de contestação da Arteris e dá cinco dias úteis à EPR para ajustar garantia na disputa pela Régis Bittencourt</title>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:00:01 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Processo envolve a transferência de 100% das ações da concessionária da BR-116 entre São Paulo e Paraná; comissão exige adequação do seguro-garantia apresentado pela EPR e mantém calendário da disputa ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) acolheu parcialmente uma contestação apresentada pela Arteris S.A. contra a garantia oferecida pela EPR Participações S.A. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="764" height="401" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-12-1.jpg?fit=764%2C401&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-12-1.jpg?w=764&amp;ssl=1 764w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-12-1.jpg?resize=300%2C157&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-12-1.jpg?resize=150%2C79&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-12-1.jpg?resize=400%2C210&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 764px) 100vw, 764px" /> <p><em>Processo envolve a transferência de 100% das ações da concessionária da BR-116 entre São Paulo e Paraná; comissão exige adequação do seguro-garantia apresentado pela EPR e mantém calendário da disputa</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) acolheu parcialmente uma contestação apresentada pela Arteris S.A. contra a garantia oferecida pela EPR Participações S.A. no processo competitivo que envolve a transferência de 100% das ações da Autopista Régis Bittencourt, concessionária responsável pelo trecho da BR-116 entre São Paulo e Paraná. A decisão foi comunicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, e concede à EPR prazo de cinco dias úteis para apresentar uma apólice de seguro-garantia ajustada às exigências do procedimento.</p>
<p>A decisão mantém o andamento do processo competitivo e os prazos previstos no edital. A adequação da garantia é uma das condições para a assinatura do contrato de compra e venda das ações da concessionária. A Régis Bittencourt é uma das principais rodovias utilizadas pelo transporte rodoviário de cargas e passageiros entre as regiões Sudeste e Sul do Brasil, e a disputa envolve o controle da concessionária responsável pela administração desse corredor.</p>
<h3>Arteris questionou seguro-garantia apresentado pela EPR</h3>
<p>O Comunicado Relevante nº 10, de 13 de outubro de 2026, foi emitido pela Comissão do Processo Competitivo constituída pela Portaria nº 82, de 13 de abril de 2026.</p>
<p>A comissão conduz os procedimentos previstos no Edital de Processo Competitivo nº 01/2026, destinado à alienação de 100% das ações da Autopista Régis Bittencourt S.A.</p>
<p>A Arteris apresentou impugnação à apólice de seguro-garantia do Contrato de Compra e Venda de Ações e Outras Avenças, conhecido pela sigla CCVA, apresentada pela EPR Participações.</p>
<p>A comissão analisou os argumentos da Arteris e as contrarrazões apresentadas no procedimento, decidindo acolher parcialmente a impugnação.</p>
<p>A fundamentação consta da Nota Informativa SEI nº 1473/2026/COEPC1.2026/SUCON/DIR, de 13 de outubro.</p>
<p>O documento estabelece as adequações exigidas da garantia apresentada pela EPR.</p>
<h3>EPR terá cinco dias úteis para apresentar nova documentação</h3>
<p>A comissão determinou que a EPR Participações apresente, no prazo de cinco dias úteis contados do recebimento da comunicação, um endosso à apólice original ou uma nova apólice de seguro-garantia.</p>
<p>A documentação deverá contemplar as adequações indicadas na nota informativa.</p>
<p>A garantia é uma exigência vinculada à formalização do contrato de compra e venda das ações.</p>
<p>O comunicado estabelece ainda que o prazo concedido para a regularização não altera, suspende ou prorroga os prazos do edital.</p>
<p>A regularidade da garantia deverá estar definitivamente reconhecida antes do encerramento do prazo previsto no item 20.3 do instrumento convocatório.</p>
<p>O cumprimento dessa condição integra os requisitos para a celebração do contrato entre as partes.</p>
<p>O comunicado foi assinado pelo presidente da comissão, Thiago Martorelly Quirino de Aragão.</p>
<h3>Régis Bittencourt é ligação estratégica para ônibus e caminhões</h3>
<p>A BR-116, no trecho conhecido como Régis Bittencourt, conecta a Região Metropolitana de São Paulo à capital paranaense e aos demais corredores rodoviários que levam ao Sul do país.</p>
<p>A rodovia é utilizada por ônibus interestaduais, serviços de fretamento, caminhões de diferentes segmentos e veículos particulares.</p>
<p>A infraestrutura e a operação da concessão repercutem no transporte de passageiros e mercadorias, especialmente em questões como manutenção do pavimento, segurança viária, atendimento a incidentes, circulação de veículos pesados e condições das praças de pedágio.</p>
<p>A transferência do controle de uma concessionária rodoviária também envolve a continuidade das obrigações contratuais, dos investimentos e dos padrões de atendimento previstos na regulação.</p>
<p>A ANTT exerce a fiscalização federal sobre essas obrigações e sobre os procedimentos relacionados à concessão.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Ônibus elétrico da Iveco Bus é eleito o melhor da Polônia na categoria intermunicipal</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/onibus-eletrico-da-iveco-bus-e-eleito-o-melhor-da-polonia-na-categoria-intermunicipal/</link>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 17:30:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[CROSSWAY Low Entry ELEC venceu a premiação “Ônibus Polonês 2026”, organizada pelo veículo especializado TransInfo, e se destaca no segmento de transporte intermunicipal de emissão zero YURI SENA O ônibus elétrico CROSSWAY Low Entry ELEC, da Iveco Bus, foi eleito o “Ônibus Polonês 2026” na categoria intermunicipal (intercity). O resultado foi anunciado em uma competição [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/041343fc-d29b-458f-8a18-bec3892c8c83-e1792084495608.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">CROSSWAY Low Entry ELEC venceu a premiação “Ônibus Polonês 2026”, organizada pelo veículo especializado TransInfo, e se destaca no segmento de transporte intermunicipal de emissão zero</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ônibus elétrico CROSSWAY Low Entry ELEC, da Iveco Bus, foi eleito o “Ônibus Polonês 2026” na categoria intermunicipal (intercity). O resultado foi anunciado em uma competição organizada pelo veículo de comunicação especializado TransInfo, que reconhece modelos com destaque no mercado de transporte público da Polônia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em sua terceira edição, a premiação reuniu representantes do setor e passageiros para escolher os ônibus que mais se destacaram no último ano, considerando aspectos como operação, desempenho comercial e inovação tecnológica. Na categoria intermunicipal, quatro veículos chegaram à fase final.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O modelo elétrico da Iveco Bus, com 12 metros de comprimento, conquistou o primeiro lugar com quase um terço dos votos. O veículo opera na região polonesa da Voivodia da Cujávia-Pomerânia, com identidade visual associada à localidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A entrega do troféu ocorreu durante a TRANSEXPO 2026, feira do setor de transporte realizada em Kielce, na Polônia, entre 14 e 16 de outubro.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Linha CROSSWAY completa 20 anos</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O prêmio coincide com o 20º aniversário da linha CROSSWAY, que reúne veículos voltados ao transporte intermunicipal. Segundo a Iveco Bus, a versão Low Entry ELEC representa a aposta da fabricante na eletrificação desse segmento, com foco em atender às necessidades de operadores e autoridades de transporte durante a transição energética.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em comunicado, Giorgio Zino, responsável pelas operações comerciais da Iveco Bus na Europa, afirmou que a premiação representa o reconhecimento do mercado polonês à linha e à versão elétrica do veículo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fabricante destacou ainda que o resultado reforça a confiança dos operadores locais em soluções elétricas para o transporte intermunicipal.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  </item>
  <item>
    <title>PEC da Segurança Pública pode reforçar investigações sobre crime organizado em empresas de ônibus, como as que apuram suspeitas de atuação do PCC em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/pec-da-seguranca-publica-pode-reforcar-investigacoes-sobre-crime-organizado-em-empresas-de-onibus-como-as-que-apuram-suspeitas-de-atuacao-do-pcc-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/pec-da-seguranca-publica-pode-reforcar-investigacoes-sobre-crime-organizado-em-empresas-de-onibus-como-as-que-apuram-suspeitas-de-atuacao-do-pcc-em-sao-paulo/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 17:01:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Proposta que deve ser votada pelo Senado nesta quinta-feira (15) amplia atribuições da Polícia Federal, prevê maior integração entre órgãos de segurança e pode ter reflexos em investigações sobre lavagem de dinheiro e utilização de empresas de transporte por organizações criminosas; texto também estende atuação da Polícia Rodoviária Federal a ferrovias e hidrovias ADAMO BAZANI [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="799" height="488" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2024-04-17-at-10.35.31-e1713361036339.webp?fit=799%2C488&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2024-04-17-at-10.35.31-e1713361036339.webp?w=799&amp;ssl=1 799w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2024-04-17-at-10.35.31-e1713361036339.webp?resize=300%2C183&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2024-04-17-at-10.35.31-e1713361036339.webp?resize=150%2C92&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2024-04-17-at-10.35.31-e1713361036339.webp?resize=768%2C469&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2024-04-17-at-10.35.31-e1713361036339.webp?resize=400%2C244&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 799px) 100vw, 799px" /> <div><em>Proposta que deve ser votada pelo Senado nesta quinta-feira (15) amplia atribuições da Polícia Federal, prevê maior integração entre órgãos de segurança e pode ter reflexos em investigações sobre lavagem de dinheiro e utilização de empresas de transporte por organizações criminosas; texto também estende atuação da Polícia Rodoviária Federal a ferrovias e hidrovias</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2025, conhecida como PEC da Segurança Pública, pode ampliar os instrumentos de combate à atuação de organizações criminosas e milícias em empresas de transporte coletivo de passageiros. O texto, previsto para votação em dois turnos no Senado Federal nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, estabelece novas regras de cooperação entre as forças policiais e amplia as atribuições da Polícia Federal em crimes de repercussão interestadual e internacional. Essas disposições poderão ter reflexos em investigações sobre suspeitas de utilização de concessionárias de ônibus para lavagem de dinheiro, movimentação de recursos ilícitos e influência sobre contratos públicos.</p>
<p>Um exemplo é o conjunto de investigações conduzidas há mais de 20 anos pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e por órgãos policiais sobre suspeitas de infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no transporte coletivo da capital paulista. As apurações, que remontam aos anos 2000, ganharam novos desdobramentos com a Operação Fim da Linha, de abril de 2024, envolvendo a Transwolff e a UPBus, e com a Operação Vectura Corrupta, deflagrada em 17 de setembro de 2026, que alcançou empresários, pessoas ligadas à administração do transporte, agentes políticos e outras empresas. A PEC também amplia o policiamento federal sobre os transportes ao permitir que a Polícia Rodoviária Federal atue em rodovias, ferrovias e hidrovias federais.</p>
<p>A proposta é uma das iniciativas defendidas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área de segurança pública e chega ao Senado na reta final do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.</p>
<p>O texto já passou pela Câmara dos Deputados e teve sua votação concluída na Comissão de Constituição, Justiça (CCJ) do Senado na quarta-feira (14). O relator na comissão foi o senador Rogério Carvalho (PT-SE).</p>
<h3>O que a PEC estabelece sobre organizações criminosas e empresas</h3>
<p>Uma das principais mudanças está no artigo 144 da Constituição Federal, que trata da segurança pública e das atribuições das polícias.</p>
<p>O texto estabelece, no artigo 144, § 1º, inciso I, alínea b, que a Polícia Federal poderá apurar infrações penais:</p>
<blockquote><p>“cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme, como aquelas cometidas por organizações criminosas e milícias privadas, sem prejuízo das atribuições das polícias estaduais e do Ministério Público.”</p></blockquote>
<p>A redação é particularmente relevante para investigações que envolvam empresas com contratos públicos, operações financeiras em diferentes estados, aquisição de veículos, movimentações patrimoniais e suspeitas de participação de organizações criminosas.</p>
<p>No transporte coletivo, uma investigação inicialmente concentrada em uma determinada garagem, empresa ou contrato municipal pode alcançar operações financeiras e relações empresariais em outras localidades.</p>
<p>A possibilidade de participação da Polícia Federal, conforme as condições estabelecidas na Constituição e na legislação, poderá contribuir para a apuração de estruturas criminosas que ultrapassem os limites de um município ou estado.</p>
<p>No caso paulistano, as investigações já identificaram suspeitas envolvendo empresas e operações de transporte em São Paulo, Cubatão, São Vicente, Itanhaém e Leme, além de movimentações financeiras e possíveis relações com outras atividades econômicas.</p>
<p>A ampliação das atribuições federais poderá facilitar a atuação conjunta em casos dessa natureza, preservadas as competências do Ministério Público, das polícias estaduais e das autoridades judiciais.</p>
<p>A mudança não representa transferência automática para a Polícia Federal de todos os inquéritos conduzidos pelas autoridades estaduais. A atuação federal dependerá das características dos crimes investigados e das condições legais de competência.</p>
<h3>Confisco de bens e responsabilização de empresas também podem atingir estruturas usadas pelo crime organizado</h3>
<p>Outro ponto de interesse para o transporte coletivo é a inclusão de dispositivos no artigo 5º da Constituição, com regras específicas para o enfrentamento a facções criminosas, organizações paramilitares e milícias privadas.</p>
<p>A proposta prevê um regime penal mais rigoroso e proporcional à posição hierárquica de líderes e integrantes desses grupos.</p>
<p>Entre as medidas estão a possibilidade de confisco de bens vinculados a atividades criminosas, sem indenização, e a responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas.</p>
<p>O texto também contempla restrições à progressão de regime e a benefícios processuais, cumprimento de pena em estabelecimentos de segurança máxima nas situações previstas e proteção a denunciantes e familiares.</p>
<p>A responsabilização de pessoas jurídicas é especialmente relevante para investigações que envolvem empresas legalmente constituídas e suspeitas de utilização de suas estruturas para movimentar recursos ilícitos.</p>
<p>No transporte coletivo, isso pode alcançar situações em que investigadores encontrem indícios de lavagem de dinheiro por meio de aquisição de ônibus, contratos de manutenção, aluguel de garagens, operações financeiras entre empresas relacionadas, alterações societárias ou prestação de serviços.</p>
<p>Também poderá ter efeitos sobre a identificação dos verdadeiros controladores de concessionárias, questão presente nas investigações do Ministério Público paulista.</p>
<p>A aplicação dessas medidas dependerá da legislação correspondente, da demonstração dos fatos e das decisões judiciais cabíveis.</p>
<h3>Investigações sobre o PCC no transporte de São Paulo começaram há mais de 20 anos</h3>
<p>As suspeitas de infiltração do PCC no transporte coletivo paulistano são anteriores às operações policiais realizadas em 2024 e 2026.</p>
<p>As primeiras investigações surgiram no ambiente do transporte clandestino, que ganhou espaço na capital paulista durante a década de 1990, em um período de desemprego elevado e deficiência na oferta de ônibus em bairros periféricos.</p>
<p>Milhares de trabalhadores passaram a utilizar vans e peruas para transportar passageiros em regiões nas quais os serviços regulares eram insuficientes ou inexistentes.</p>
<p>Com o passar dos anos, esses operadores foram organizados em associações e cooperativas, que posteriormente passaram a participar do sistema municipal regulamentado.</p>
<p>O Ministério Público e a Polícia Civil começaram a identificar indícios de que integrantes do crime organizado teriam adquirido veículos, controlado pontos de embarque, cobrado valores de transportadores e assumido posições em cooperativas.</p>
<p>Um dos personagens investigados foi Antônio José Muller Júnior, conhecido como Granada, apontado pelas autoridades como integrante do PCC que teria exercido influência sobre a Transmetro, cooperativa que operava em Diadema e na zona Sul de São Paulo.</p>
<p>Ele foi preso em 2003.</p>
<p>Posteriormente, outras investigações alcançaram antigos integrantes de cooperativas, dirigentes empresariais e pessoas ligadas à administração dos serviços de ônibus.</p>
<p>A transformação de cooperativas em empresas concessionárias e a participação dessas organizações em licitações passaram a fazer parte das apurações.</p>
<p>O Diário do Transporte reconstruiu esse histórico em reportagem especial publicada em 21 de setembro de 2026, com base em documentos, investigações policiais e informações do Ministério Público.</p>
<p>A reportagem mostrou que a expansão do transporte clandestino ocorreu inicialmente como alternativa de trabalho e atendimento à população, sendo necessário distinguir os transportadores que exerciam a atividade daqueles que teriam se apropriado de estruturas empresariais para fins criminosos.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/21/especial-nucleo-do-pcc-nos-transportes-nasceu-no-clandestino-passou-pelas-cooperativas-e-hoje-e-apontado-como-um-imperio-entenda-essa-historia/">Relembre: Núcleo do PCC nos transportes nasceu no clandestino, passou pelas cooperativas e hoje é apontado como um império; entenda essa história</a></p>
<p>Em abril de 2024, o jornal também apresentou um documentário sobre a origem dessas suspeitas, com informações de promotores, documentos oficiais e registros históricos.</p>
<p>Naquele momento, havia pelo menos 17 frentes de investigação envolvendo órgãos como Ministério Público, Polícia Civil e Receita Federal.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/04/22/documentario-a-origem-do-pcc-no-transporte-publico-de-sao-paulo-ineficiencia-e-tarifa-alta-deram-margem-para-o-crime-organizado-diz-mp-sao-17-frentes-de-investigacao-hoje/">Relembre o documentário: A origem do PCC no transporte público de São Paulo</a></p>
<h3>Operação Fim da Linha levou à intervenção em empresas de ônibus em 2024</h3>
<p>Em 9 de abril de 2024, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo, deflagrou a Operação Fim da Linha.</p>
<p>As investigações se concentraram nas empresas Transwolff, da zona Sul, e UPBus, da zona Leste.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, havia indícios de utilização das empresas para lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas e de outras atividades criminosas.</p>
<p>Os investigadores passaram a analisar movimentações financeiras, aquisição de ônibus, operações societárias, relações comerciais e possíveis vínculos de administradores com integrantes do PCC.</p>
<p>A Prefeitura de São Paulo decretou intervenção nas duas concessionárias, com o objetivo de assegurar a continuidade do transporte dos passageiros durante as apurações.</p>
<p>A investigação também reuniu denúncias de antigos integrantes de cooperativas, que relataram ameaças, perdas patrimoniais e dificuldades para receber recursos relacionados aos veículos que possuíam.</p>
<p>Em uma das ações, o Ministério Público pediu indenização de R$ 684 milhões.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/04/18/membros-de-ex-cooperativas-de-onibus-em-sao-paulo-sofriam-ameacas-e-tinham-de-abrir-mao-de-veiculos-e-repasses-diz-mp-que-pede-r-684-milhoes-de-indenizacao/">Relembre: Membros de ex-cooperativas de ônibus sofriam ameaças e tinham de abrir mão de veículos e repasses, diz MP</a></p>
<h3>Operação Vectura Corrupta ampliou investigações para empresários, agentes públicos e outras viações</h3>
<p>Em 17 de setembro de 2026, a Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo deflagraram a Operação Vectura Corrupta, aprofundando as apurações sobre a possível infiltração do PCC no sistema municipal de ônibus.</p>
<p>Os investigadores passaram a examinar suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção de servidores, fraudes em contratações públicas e influência sobre decisões administrativas e políticas.</p>
<p>Entre os investigados estavam o ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite, o empresário Paulo Sirqueira Gorek Farias, conhecido como Paulo Korek, e o ex-presidente da SPTrans Levi dos Santos Oliveira.</p>
<p>Segundo documentos judiciais analisados pelo Diário do Transporte, a investigação apontou suspeitas de que Milton Leite seria o controlador de fato da Transwolff e teria influência sobre outras empresas.</p>
<p>A defesa do ex-presidente da Câmara negou qualquer relação com o PCC e contestou as acusações.</p>
<p>Paulo Korek, ligado à A2 Transportes, também negou envolvimento com o crime organizado e afirmou que as relações empresariais investigadas decorreram de operações comerciais regulares.</p>
<p>As investigações alcançaram ainda suspeitas relacionadas a contratos, licitações, negociações empresariais e movimentações financeiras envolvendo diferentes municípios.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/17/milton-leite-seria-o-dono-de-fato-da-transwolff-diz-decisao-sobre-operacao-contra-o-pcc-verificada-pelo-diario-do-transporte/">Relembre: Milton Leite seria o dono de fato da Transwolff, diz decisão sobre operação contra o PCC verificada pelo Diário do Transporte</a></p>
<p>Um dos episódios da operação ilustra os desafios enfrentados pelas autoridades quando as investigações envolvem empresas responsáveis por serviços essenciais.</p>
<p>A Polícia Civil pediu à Justiça o afastamento de 43 pessoas ligadas à administração de nove empresas de ônibus e defendeu a possibilidade de intervenção da SPTrans nas concessionárias.</p>
<p>O pedido incluía a proibição de acesso dos investigados às garagens e sedes empresariais, de participação em decisões administrativas e de recebimento de determinadas remunerações e distribuições de resultados.</p>
<p>O Gaeco manifestou-se contra o afastamento coletivo naquele estágio da investigação.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, era necessário individualizar as condutas e avaliar as consequências operacionais, considerando que a saída simultânea de dezenas de administradores poderia comprometer a continuidade dos serviços de transporte.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/17/exclusivo-policia-pediu-afastamento-de-43-gestores-de-nove-empresas-de-onibus-e-intervencao-da-sptrans-mas-gaeco-foi-contra-naquele-momento/amp/">Relembre: Polícia pediu afastamento de 43 gestores de nove empresas de ônibus e intervenção da SPTrans, mas Gaeco foi contra naquele momento</a></p>
<p>As acusações formuladas nas operações estão sujeitas à apuração individualizada, ao direito de defesa e às decisões judiciais. As investigações e medidas cautelares não equivalem a condenações definitivas.</p>
<h3>Como as novas regras poderiam influenciar investigações semelhantes</h3>
<p>A aplicação prática da PEC em investigações como as realizadas em São Paulo poderá ocorrer principalmente pela combinação de três mecanismos: ampliação das atribuições da Polícia Federal, maior cooperação entre órgãos de segurança e instrumentos de responsabilização de pessoas jurídicas.</p>
<p>A proposta estabelece mecanismos de cooperação entre União, estados, Distrito Federal e municípios, incluindo a formação de forças-tarefa conjuntas, o compartilhamento de informações e provas e a integração de sistemas.</p>
<p>A constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), atualmente disciplinado por legislação federal, faz parte dessa reorganização.</p>
<p>Em uma investigação envolvendo suspeitas de lavagem de dinheiro por meio de empresas de ônibus, esses instrumentos poderão facilitar a atuação coordenada de diferentes instituições, respeitados os requisitos legais.</p>
<p>A análise de dados financeiros e societários, por exemplo, poderá exigir informações sobre fornecedores, aquisição de veículos, contratos de financiamento, transferência de participações empresariais e movimentações entre pessoas físicas e jurídicas estabelecidas em diferentes estados.</p>
<p>Também poderá ser necessária a cooperação entre Polícia Civil, Polícia Federal, Ministério Público e órgãos especializados em inteligência financeira.</p>
<p>A atuação conjunta já ocorre em operações de combate ao crime organizado, inclusive nas investigações sobre empresas de ônibus de São Paulo. A PEC procura fortalecer constitucionalmente essa articulação.</p>
<p>As consequências para concessionárias investigadas dependerão da identificação dos responsáveis e da comprovação de irregularidades, sem afastar as competências dos gestores públicos para assegurar a prestação dos serviços.</p>
<p>No transporte coletivo, essa questão tem uma consequência imediata para a população: a eventual responsabilização de dirigentes ou controladores precisa ser compatibilizada com a continuidade das linhas, a preservação da frota em operação e os direitos dos trabalhadores que não tenham participação nas irregularidades.</p>
<h3>Polícia Rodoviária Federal poderá atuar em ferrovias e hidrovias</h3>
<p>Além dos instrumentos contra o crime organizado, a PEC da Segurança Pública prevê mudanças diretamente relacionadas ao policiamento dos transportes.</p>
<p>A proposta altera o artigo 144, § 2º, da Constituição, para ampliar a atuação da Polícia Rodoviária Federal.</p>
<p>O dispositivo passa a contemplar o policiamento ostensivo das:</p>
<blockquote><p>“rodovias, ferrovias e hidrovias federais”</p></blockquote>
<p>A redação preserva as competências das Forças Armadas e estabelece que as atribuições serão exercidas nos termos da legislação.</p>
<p>Atualmente, a PRF tem como principal competência constitucional o patrulhamento ostensivo das rodovias federais.</p>
<p>Com a mudança, a corporação poderá atuar também em corredores ferroviários e hidroviários federais, incluindo áreas utilizadas para o transporte de passageiros e cargas.</p>
<p>No transporte rodoviário, a PRF já realiza ações de fiscalização e segurança em estradas utilizadas por ônibus interestaduais, serviços de fretamento, turismo e veículos de transporte de cargas.</p>
<p>A ampliação das atribuições poderá facilitar operações integradas contra roubos, tráfico de drogas, circulação de mercadorias ilícitas e atuação de organizações criminosas em corredores de transporte.</p>
<p>A medida também poderá ter consequências para regiões onde o transporte de passageiros depende de hidrovias, especialmente na Região Norte.</p>
<p>As competências de regulação e fiscalização dos serviços de transporte permanecerão com os órgãos responsáveis por essas atividades, conforme a legislação.</p>
<h3>Segurança pública também poderá ter reflexos nos terminais e sistemas urbanos</h3>
<p>A PEC estabelece ainda a possibilidade de criação de polícias municipais de natureza civil, com atribuições de policiamento ostensivo e comunitário.</p>
<p>Essas instituições deverão atender a critérios legais e de organização, com mecanismos de controle e fiscalização.</p>
<p>Em municípios que adotarem esse modelo, a atuação das forças de segurança poderá alcançar regiões de terminais urbanos, pontos de ônibus, estações de integração e outros locais de grande circulação de passageiros.</p>
<p>A proposta também estabelece novas regras de cooperação entre órgãos municipais, estaduais e federais, o que poderá contribuir para operações de segurança em áreas atendidas por sistemas metropolitanos.</p>
<p>A aplicação dependerá das normas de regulamentação, das competências de cada instituição e das decisões dos poderes públicos.</p>
<h3>Proposta chega ao Senado na reta final do segundo turno presidencial</h3>
<p>Apresentada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2025, a PEC da Segurança Pública passou por modificações na Câmara dos Deputados e por nova análise no Senado.</p>
<p>Na quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a Comissão de Constituição e Justiça concluiu a votação da proposta, relatada pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE).</p>
<p>O presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), informou que havia possibilidade de o plenário iniciar a análise ainda nesta quinta-feira (15), após conversas com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).</p>
<p>A matéria precisa de aprovação em dois turnos, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada votação, para concluir essa etapa da tramitação.</p>
<p>O calendário poderá ser abreviado mediante acordo e aprovação dos procedimentos regimentais necessários.</p>
<p>A PEC integra as propostas defendidas pelo governo Lula na área de segurança pública e chega à fase final de discussão no Congresso Nacional durante a campanha para o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro de 2026.</p>
<p>O texto também tem sido objeto de debates sobre a distribuição de competências entre União e estados, as atribuições das forças policiais e os mecanismos de controle das instituições.</p>
<p>Para o setor de transportes, as alterações com efeitos mais diretos envolvem o enfrentamento de organizações criminosas que utilizem estruturas empresariais, a cooperação entre instituições de investigação e a ampliação do policiamento em rodovias, ferrovias e hidrovias federais.</p>
<p>As investigações conduzidas em São Paulo há mais de duas décadas, com novos desdobramentos em 2024 e 2026, representam um exemplo de como essas disposições poderão ser aplicadas a atividades essenciais à população.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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    <title>ABtec Mobilidade leva indústria de tecnologia ao fórum do Ministério das Cidades sobre transporte público</title>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 16:30:01 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Entidade terá representantes da Transdata e da Prodata no colegiado consultivo, com mandato de 2026 a 2028, para discutir políticas públicas e integração de sistemas YURI SENA A Associação Brasileira de Tecnologia para Mobilidade (ABtec Mobilidade) passou a integrar o Fórum Consultivo de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades. A entidade levará ao grupo a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="702" height="477" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cec022de-1d67-4a94-b5ca-d27918cc179e.jpg?fit=702%2C477&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cec022de-1d67-4a94-b5ca-d27918cc179e.jpg?w=702&amp;ssl=1 702w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cec022de-1d67-4a94-b5ca-d27918cc179e.jpg?resize=300%2C204&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cec022de-1d67-4a94-b5ca-d27918cc179e.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cec022de-1d67-4a94-b5ca-d27918cc179e.jpg?resize=400%2C272&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 702px) 100vw, 702px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Entidade terá representantes da Transdata e da Prodata no colegiado consultivo, com mandato de 2026 a 2028, para discutir políticas públicas e integração de sistemas</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Associação Brasileira de Tecnologia para Mobilidade (ABtec Mobilidade) passou a integrar o Fórum Consultivo de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades. A entidade levará ao grupo a perspectiva da indústria de tecnologia sobre políticas públicas de transporte coletivo, integração de sistemas e modernização dos serviços oferecidos aos passageiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A designação foi oficializada pela Portaria MCID nº 1.386, de 14 de outubro de 2026, publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (15). A associação será representada por Rafael Teles, da Transdata, como titular, e Felipe Leoni, da Prodata, como suplente, para o mandato de 2026 a 2028.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a ABtec Mobilidade, esta é a primeira vez que a indústria de tecnologia conta com representação específica no fórum. A participação busca ampliar o diálogo entre o governo federal e o setor sobre o desenvolvimento de soluções tecnológicas para o transporte público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O diretor-presidente da entidade, Gustavo Balieiro, afirmou que a presença no colegiado permitirá contribuir com discussões sobre padrões técnicos, integração de sistemas e governança de dados, temas que podem influenciar o planejamento e a evolução dos serviços de mobilidade urbana. Ele também destacou o avanço de tecnologias como a inteligência artificial e seus possíveis impactos no setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Fórum Consultivo de Mobilidade Urbana reúne 25 órgãos e entidades que assessoram o Ministério das Cidades em temas relacionados ao transporte coletivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os participantes estão a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), a Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), a Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (Fabus) e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De caráter consultivo, o colegiado auxilia a Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana na avaliação dos serviços de transporte coletivo e na proposição de ações, estudos e projetos. As reuniões ordinárias estão previstas para ocorrer a cada quatro meses, com possibilidade de criação de grupos de trabalho para tratar de assuntos específicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b><i>Diário do Transporte</i></b><span style="font-weight: 400;"> publicou nesta quinta-feira (15) uma reportagem sobre a nomeação de representantes da NTU, Fabus, Anfavea, ANPTrilhos e outras entidades para o Fórum Consultivo de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Relembre:</span></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="iTjoSb6G2f"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/ministerio-das-cidades-nomeia-representantes-da-ntu-fabus-anfavea-anptrilhos-e-outras-entidades-para-discutir-transporte-publico-e-mobilidade-urbana/">Ministério das Cidades nomeia representantes da NTU, Fabus, Anfavea, ANPTrilhos e outras entidades para discutir transporte público e mobilidade urbana</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Ministério das Cidades nomeia representantes da NTU, Fabus, Anfavea, ANPTrilhos e outras entidades para discutir transporte público e mobilidade urbana” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/ministerio-das-cidades-nomeia-representantes-da-ntu-fabus-anfavea-anptrilhos-e-outras-entidades-para-discutir-transporte-publico-e-mobilidade-urbana/embed/#?secret=EZjhLpgBy2#?secret=iTjoSb6G2f" data-secret="iTjoSb6G2f" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>VÍDEO: Trem da Linha 5-Lilás é evacuado após passageiro usar spray de pimenta em São Paulo </title>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 16:13:13 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ocorrência foi registrada nesta quinta-feira (15), nas proximidades da estação Largo Treze; agentes prestaram primeiros socorros e passageiros foram encaminhados para atendimento médico YURI SENA Uma composição da Linha 5-Lilás do metrô de São Paulo precisou ser evacuada após um passageiro utilizar spray de pimenta no interior do trem, nesta quinta-feira, 15 de outubro de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="629" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/5cffbf97-7e45-4972-a737-8facd8ad8f5d-e1792080713480.jpg?fit=800%2C629&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Ocorrência foi registrada nesta quinta-feira (15), nas proximidades da estação Largo Treze; agentes prestaram primeiros socorros e passageiros foram encaminhados para atendimento médico</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><div style="width: 576px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-539356-2" width="576" height="784" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-15-at-13.05.48.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-15-at-13.05.48.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-15-at-13.05.48.mp4</a></video></div></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma composição da Linha 5-Lilás do metrô de São Paulo precisou ser evacuada após um passageiro utilizar spray de pimenta no interior do trem, nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026. A ocorrência foi registrada nas proximidades da estação Largo Treze, na zona sul da capital paulista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nota, a Motiva informou que o uso do produto provocou o acionamento dos dispositivos de emergência e levou à evacuação da composição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a concessionária, Agentes de Atendimento e Segurança (AAS) prestaram os primeiros socorros aos passageiros. As pessoas que solicitaram atendimento médico especializado foram encaminhadas para receber assistência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As circunstâncias da ocorrência estão sendo apuradas. A empresa não informou quantas pessoas solicitaram atendimento médico nem se houve impacto na circulação dos trens.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Confira a nota da Motiva na íntegra:</span></i></p>
<p><em><b>&#8220;A Motiva informa que, após um cliente utilizar spray de pimenta no interior de um trem da Linha 5-Lilás e o acionamento de dispositivos de emergência, uma composição foi evacuada nas proximidades da Estação Largo Treze. Agentes de Atendimento e Segurança (AAS) prestaram os primeiros socorros aos clientes e encaminharam aqueles que solicitaram atendimento médico especializado. As circunstâncias da ocorrência estão sendo apuradas.”</b></em></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

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	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/video-trem-da-linha-5-lilas-e-evacuado-apos-passageiro-usar-spray-de-pimenta-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
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  </item>
  <item>
    <title>Fetpesp diz que fim da escala 6×1 foi açodado e injustificado; todos os 32 contratos das empresas de ônibus da capital paulista poderão ser revistos</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 15:39:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Como mostrou o Diário do Transporte, mobilidade terá regras específicas, mas todas as empresas terão de reduzir a carga horária dos trabalhadores ADAMO BAZANI A Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo (Fetpesp) criticou a rapidez com que o Senado Federal aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>Como mostrou o<em><strong> Diário do Transporte,</strong></em> mobilidade terá regras específicas, mas todas as empresas terão de reduzir a carga horária dos trabalhadores</div>
<div>
<p>ADAMO BAZANI</p>
<p>A Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo (Fetpesp) criticou a rapidez com que o Senado Federal aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição dos salários. Em posicionamento oficial, o presidente da entidade, Mauro Herszkowicz, classificou a aprovação como açodada e injustificada, diante dos impactos financeiros e operacionais previstos para o transporte coletivo de passageiros. A federação também alertou que a mudança poderá desencadear uma nova rodada de renegociações dos 32 contratos de concessão das empresas de ônibus da cidade de São Paulo.</p>
<p>A manifestação ocorre após a aprovação da PEC, nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, por 75 votos favoráveis e apenas um contrário em cada um dos dois turnos no Senado. Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> nesta quinta-feira (15), o texto prevê regras diferenciadas para a organização de escalas e folgas em atividades de funcionamento contínuo, como o transporte de passageiros, mas mantém a obrigação de redução gradual da jornada. A proposta também estabelece mecanismos de adaptação dos contratos de concessão, com o objetivo de preservar o equilíbrio econômico-financeiro dos serviços. A nova legislação deverá entrar em vigor gradualmente, após a promulgação pelo Congresso Nacional.</p>
<p>No posicionamento, intitulado &#8220;<strong>Desafios para o equilíbrio financeiros do setor de transportes de passageiros&#8221;,</strong> a Fetpesp afirma:</p>
<p><em>“Nada justifica o açodamento para a aprovação, no Senado Federal, da proposta de emenda constitucional (PEC) que acaba com a escala 6X1 e faz uma transição para a escala 5X2, reduzindo a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais, com manutenção do mesmo salário, sem uma criteriosa avaliação dos impactos sobre os custos das empresas operadoras do transporte de passageiros e de outros setores econômicos.”</em></p>
<p>A entidade sustenta que as características da operação do transporte coletivo, que exige trabalhadores disponíveis em diferentes horários, durante todos os dias da semana, deverão ampliar os desafios de contratação de pessoal e de organização das equipes.</p>
<p>Segundo a federação, o aumento das despesas poderá afetar os custos dos sistemas e exigir maior participação financeira do poder público.</p>
<p>“A adoção do regime de trabalho proposto na PEC deve trazer enormes desafios <em>estruturais para o setor, pois estamos tratando de um serviço essencial e de operação ininterrupta (praticamente, 24 horas por dia, sete dias da semana), com mão de obra intensiva.”</em></p>
<p>A Fetpesp acrescenta que a necessidade de contratar mais profissionais poderá ter reflexos sobre as tarifas pagas pelos passageiros.</p>
<h3>Entidade cita aumento de custos e possibilidade de reajustes nas passagens</h3>
<p>Um dos principais argumentos apresentados pela Fetpesp é o peso da mão de obra nas despesas das operadoras.</p>
<p>Segundo a federação, estudos da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) projetam aumento de até 15% nos custos relacionados à mão de obra com a redução da jornada e impactos que, nas estimativas mencionadas pela entidade, poderiam chegar a 9% nos preços das passagens dos ônibus urbanos e rodoviários.</p>
<p>A associação informa que a mão de obra representa aproximadamente 43% dos custos totais de operação dos sistemas urbanos.</p>
<p>Esses percentuais correspondem a projeções setoriais. O eventual reajuste das tarifas dependerá da estrutura de custos, das condições dos contratos, dos mecanismos de remuneração das empresas e das decisões dos poderes concedentes.</p>
<p>Nas cidades em que as empresas recebem subsídios públicos, parte das despesas adicionais poderá ser considerada no cálculo das compensações pagas pelas prefeituras.</p>
<p>Em outros modelos contratuais, a discussão poderá envolver receitas tarifárias, remuneração por quilômetro, produtividade operacional e revisão de custos.</p>
<p>A Fetpesp relaciona essas despesas à necessidade de manter os serviços durante os sete dias da semana, mesmo com a diminuição da carga horária individual dos empregados.</p>
<p>“Ampliar esta despesa, evitando o repasse integral para as tarifas, exigirá o aumento dos subsídios, impactando diretamente os orçamentos públicos municipais”, afirma a entidade.</p>
<p>No município de São Paulo, o transporte coletivo já opera com subsídios para complementar a remuneração das concessionárias. A revisão dos custos trabalhistas poderá, portanto, integrar as discussões entre as empresas e o poder público sobre o financiamento do sistema.</p>
<h3>Falta de motoristas preocupa empresas de ônibus</h3>
<p>Outro ponto levantado pela federação é a dificuldade de contratar motoristas profissionais, problema que já afeta operadoras urbanas, metropolitanas e rodoviárias.</p>
<p>A Fetpesp cita dados da Pesquisa CNT Perfil Empresarial, da Confederação Nacional do Transporte, segundo os quais 53,4% das empresas de ônibus urbanos relataram dificuldades para contratar motoristas.</p>
<p>O levantamento é utilizado pela entidade para argumentar que a necessidade de ampliar os quadros funcionais poderá encontrar obstáculos no mercado de trabalho.</p>
<p>No posicionamento, a federação menciona ainda estimativa de 240 mil novos trabalhadores necessários para atender à reorganização das escalas, atribuída à Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística).</p>
<p>Essa projeção abrange atividades do setor de transportes e não corresponde exclusivamente à necessidade das concessionárias de ônibus urbanos.</p>
<p>A avaliação da Fetpesp é de que a redução da jornada ocorrerá em um momento de dificuldades para o preenchimento de postos de trabalho, especialmente nas funções que exigem habilitação profissional, treinamento e experiência.</p>
<p>O<strong><em> Diário do Transporte</em> </strong>mostrou, em reportagem publicada nesta quinta-feira (15), que a falta de motoristas já representa uma preocupação para diferentes segmentos.</p>
<p>No transporte rodoviário interestadual, por exemplo, a Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati) estima um déficit de aproximadamente 26 mil motoristas.</p>
<p>A necessidade de ampliar as equipes também foi objeto de estudo apresentado em junho de 2026 durante encontro da própria Fetpesp.</p>
<p>Na ocasião, o engenheiro Wan Yu Chih, diretor da WPLEX, apresentou simulações que indicaram necessidade de aproximadamente 20% mais motoristas com a migração para a escala 5×2, conforme as condições operacionais analisadas.</p>
<p>Em um dos cenários, com 100 ônibus em circulação nos dias úteis, 90 aos sábados e 60 aos domingos, a necessidade adicional de profissionais chegou a aproximadamente 21%.</p>
<p>Os resultados variam conforme a programação dos serviços, o número de veículos, a distribuição dos turnos e as regras de organização das folgas.</p>
<p>Por outro lado, representantes dos trabalhadores defendem que a ampliação do descanso e a redução das jornadas poderão melhorar as condições de saúde, a segurança e a qualidade de vida dos profissionais, além de contribuir para tornar a atividade mais atrativa e reduzir a rotatividade.</p>
<h3>Os 32 contratos de ônibus de São Paulo poderão passar por renegociações</h3>
<p>A possibilidade de revisão dos contratos de concessão é um dos pontos destacados pela Fetpesp em sua manifestação.</p>
<p>A entidade afirma:</p>
<p><em>“A aprovação da PEC que acaba com a escala 6×1 pode desencadear uma nova rodada de renegociações dos 32 contratos de concessão de ônibus da cidade de São Paulo.”</em></p>
<p>Os contratos estabelecem obrigações relacionadas à prestação dos serviços, disponibilidade de frota, cumprimento de viagens, operação das linhas e remuneração das concessionárias.</p>
<p>Com a redução da carga horária semanal, as empresas terão de reorganizar a distribuição dos trabalhadores para manter a oferta programada de ônibus.</p>
<p>O eventual aumento das despesas com pessoal poderá ser analisado nos mecanismos de revisão e recomposição do equilíbrio econômico-financeiro.</p>
<p>A própria PEC aprovada pelo Senado prevê procedimentos específicos de adaptação dos contratos públicos que envolvem mão de obra, incluindo concessões e permissões de serviços públicos e parcerias público-privadas.</p>
<p>O texto estabelece prazo de até um ano após a publicação da emenda constitucional para os aditamentos contratuais abrangidos por essas disposições.</p>
<p>No caso da capital paulista, a aplicação das novas regras poderá envolver negociações entre concessionárias, Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte e SPTrans, responsável pela gestão do sistema municipal.</p>
<p>A necessidade e a extensão de eventuais revisões dependerão da análise das condições de cada contrato e dos impactos efetivamente demonstrados pelas operadoras.</p>
<h3>Fetpesp também aponta retomada gradual da tributação sobre a folha de pagamento</h3>
<p>A federação relaciona os possíveis impactos da nova jornada à reoneração gradual da folha de pagamentos, estabelecida pela Lei nº 14.973, de 2024.</p>
<p>A legislação criou um período de transição para a retomada das contribuições previdenciárias patronais de setores anteriormente beneficiados pela desoneração.</p>
<p>O processo começou em 2025 e prevê a retomada integral da tributação sobre a folha a partir de janeiro de 2028, conforme as regras aplicáveis.</p>
<p>Na avaliação da Fetpesp, os efeitos financeiros dessa transição deverão ser considerados juntamente com as novas despesas trabalhistas decorrentes da redução da jornada.</p>
<p>Apesar das críticas à tramitação e aos impactos econômicos, a federação afirma que sua posição não é contrária ao conteúdo da proposta.</p>
<p>“A FETPESP não se posiciona contra a proposta da PEC, mas defende que ela só seja adotada após uma ampla discussão sobre os efeitos econômicos e operacionais que a mudança no regime de trabalho pode ocasionar.”</p>
<h3>Como ficam as regras para empresas de ônibus e trabalhadores</h3>
<p>A PEC 221/2019 foi aprovada pelo Senado em dois turnos na quarta-feira, 14 de outubro, com 75 votos favoráveis e apenas um contrário em cada votação.</p>
<p>Como já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, a proposta segue para promulgação pelo Congresso Nacional.</p>
<p>As principais mudanças previstas são:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Prazo após a publicação da emenda</th>
<th>Regras previstas</th>
</tr>
<tr>
<td>Primeiros dois meses</td>
<td>Período de transição para adaptação das empresas e das normas coletivas</td>
</tr>
<tr>
<td>Após dois meses</td>
<td>Jornada máxima de 42 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado</td>
</tr>
<tr>
<td>Após mais 12 meses</td>
<td>Jornada máxima de 40 horas semanais, com limite geral de oito horas diárias</td>
</tr>
<tr>
<td>Durante a transição</td>
<td>Preservação dos salários e dos pisos salariais</td>
</tr>
<tr>
<td>Até um ano</td>
<td>Adaptação dos contratos públicos abrangidos pelas disposições da PEC</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A proposta estabelece dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos.</p>
<p>Para atividades que exigem funcionamento contínuo, como o transporte coletivo, acordos e convenções coletivas poderão estabelecer regimes excepcionais de compensação das folgas.</p>
<p>Nessas situações, deverá ser respeitada a média de dois dias de descanso por semana dentro do mês-calendário, além da garantia de pelo menos um dia de repouso a cada período máximo de uma semana.</p>
<p>Assim, motoristas e demais trabalhadores poderão ser escalados para atividades aos sábados, domingos e feriados, conforme a organização dos serviços e as condições previstas na legislação.</p>
<p>A negociação coletiva permitirá adaptar a distribuição das folgas às características das operações, mas as empresas continuarão submetidas à redução progressiva da jornada semanal.</p>
<p>A PEC também admite que legislação posterior estabeleça condições específicas para determinadas categorias e atividades, respeitados os limites constitucionais.</p>
<p>No transporte rodoviário, essas regras deverão ser conciliadas com a Lei nº 13.103, de 2015, conhecida como Lei do Motorista, e com as decisões judiciais que disciplinam jornadas, intervalos e períodos de descanso dos profissionais.</p>
<p>Para os passageiros, a manutenção dos horários, das frequências e da oferta de ônibus dependerá da organização das escalas pelas operadoras e da gestão dos contratos pelo poder público.</p>
<p>Para os trabalhadores, a principal mudança será a ampliação dos períodos de descanso e a redução das horas semanais sem diminuição dos salários.</p>
<p>Já as empresas terão de avaliar a necessidade de contratações, os ajustes operacionais e os efeitos financeiros da nova organização do trabalho.</p>
<h3>Relembre a cobertura do Diário do Transporte nesta quinta-feira (15)</h3>
<p>O Diário do Transporte detalhou, em duas reportagens publicadas nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, os efeitos da proposta para empresas, trabalhadores, passageiros e gestores públicos.</p>
<p>Na primeira reportagem, o jornal apresentou as principais mudanças na jornada e os possíveis efeitos sobre a saúde, o descanso, a contratação de profissionais, os custos operacionais e a continuidade dos serviços.</p>
<p>Leia: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/fim-da-escala-6x1-veja-os-impactos-na-vida-dos-trabalhadores-e-na-operacao-das-empresas-de-onibus-e-de-transporte-de-cargas/">Fim da escala 6×1: veja os impactos na vida dos trabalhadores e na operação das empresas de ônibus e de transporte de cargas</a></p>
<p>Na segunda reportagem, a publicação analisou as possibilidades de negociação coletiva, compensação de folgas, regulamentação de regimes diferenciados e adaptação dos contratos de concessão dos serviços públicos.</p>
<p>Leia: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/setor-de-transportes-tera-regras-diferenciadas-com-fim-da-escala-6x1-mas-empresas-de-onibus-e-cargas-terao-de-reduzir-jornadas/">Setor de transportes terá regras diferenciadas com fim da escala 6×1, mas empresas de ônibus e cargas terão de reduzir jornadas</a></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/fetpesp-diz-que-fim-da-escala-6x1-foi-acodado-e-injustificado-todos-os-32-contratos-das-empresas-de-onibus-da-capital-paulista-poderao-ser-revistos/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=539343</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Prefeitura do Rio de Janeiro cria centro de fiscalização 24 horas para ônibus, BRT, VLT e Sistema Rio, com controle de viagens, intervalos e frota em tempo real</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/prefeitura-do-rio-de-janeiro-cria-centro-de-fiscalizacao-24-horas-para-onibus-brt-vlt-e-sistema-rio-com-controle-de-viagens-intervalos-e-frota-em-tempo-real/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/prefeitura-do-rio-de-janeiro-cria-centro-de-fiscalizacao-24-horas-para-onibus-brt-vlt-e-sistema-rio-com-controle-de-viagens-intervalos-e-frota-em-tempo-real/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 15:01:39 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova estrutura vai reunir dados de GPS, bilhetagem Jaé, câmeras e sensores para identificar viagens não realizadas, ônibus em comboio, atrasos e descumprimento da programação; medida também acompanhará a implantação do Sistema Rio e fornecerá informações para avaliação e fiscalização das empresas ADAMO BAZANI A Prefeitura do Rio de Janeiro criou um centro permanente de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260423_090247-1-1024x768-1.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260423_090247-1-1024x768-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260423_090247-1-1024x768-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260423_090247-1-1024x768-1.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260423_090247-1-1024x768-1.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260423_090247-1-1024x768-1.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Nova estrutura vai reunir dados de GPS, bilhetagem Jaé, câmeras e sensores para identificar viagens não realizadas, ônibus em comboio, atrasos e descumprimento da programação; medida também acompanhará a implantação do Sistema Rio e fornecerá informações para avaliação e fiscalização das empresas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro criou um centro permanente de monitoramento do transporte público, que funcionará 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados, para acompanhar em tempo real a circulação dos ônibus municipais, do BRT, do VLT e, progressivamente, dos serviços complementares. O Centro de Operações de Mobilidade Rio (COM Rio), instituído por decreto publicado nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, também será responsável por acompanhar a implantação do Sistema Rio, que substituirá gradualmente o atual modelo de operação dos ônibus da cidade.</p>
<p>A nova estrutura utilizará informações de GPS, bilhetagem eletrônica Jaé, câmeras, sensores e programação das linhas para identificar viagens que deixam de ser realizadas, intervalos excessivos, ônibus circulando em comboios, desvios de itinerário e frota abaixo da quantidade determinada. A partir dessas informações, poderá acionar as empresas para regularizar partidas, reforçar a oferta de veículos e corrigir problemas durante a operação, além de produzir registros que serão utilizados pela Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) na fiscalização dos contratos e na avaliação da qualidade dos serviços.</p>
<p>O Decreto Rio nº 58.772, assinado pelo prefeito Eduardo Cavaliere em 14 de outubro, estabelece que o COM Rio funcionará nas instalações do Centro de Operações e Resiliência (COR), em regime ininterrupto, com equipes organizadas em turnos.</p>
<p>A unidade será vinculada à Secretaria Municipal de Transportes e integrada por servidores e colaboradores já lotados ou designados pela pasta, sem criação de novos cargos, empregos ou funções.</p>
<h3>Fiscalização acompanhará viagens realizadas, ônibus em circulação e cumprimento dos horários</h3>
<p>Uma das principais atribuições do COM Rio será comparar a programação estabelecida para cada linha com a operação efetivamente realizada.</p>
<p>O sistema poderá acompanhar a quantidade de veículos em circulação, viagens executadas, intervalos entre partidas, horários, itinerários e cumprimento da programação determinada pelo município.</p>
<p>O monitoramento permitirá identificar diferentes situações que afetam o passageiro.</p>
<p>Entre elas estão os intervalos superiores aos programados, a formação de comboios, quando dois ou mais ônibus de uma mesma linha circulam muito próximos depois de um período de espera, e as viagens previstas que deixam de ser realizadas.</p>
<p>Também serão acompanhados veículos parados, desvios de itinerário e outras ocorrências que possam comprometer a prestação do serviço.</p>
<p>Na prática, a estrutura será utilizada para identificar problemas durante a própria operação, permitindo que a Secretaria Municipal de Transportes acione os responsáveis antes que as irregularidades se prolonguem.</p>
<p>O decreto estabelece que o COM Rio poderá solicitar às empresas o reforço da oferta, a regularização das partidas e a correção de desvios, respeitando a programação operacional e os contratos vigentes.</p>
<p>Também poderá acionar diretamente as equipes de fiscalização da SMTR e solicitar a atuação de outros órgãos municipais.</p>
<h3>GPS e bilhetagem Jaé serão utilizados de forma integrada para verificar a operação</h3>
<p>O decreto determina a integração de oito grupos de informações utilizados no acompanhamento dos transportes.</p>
<p>O primeiro corresponde à localização dos veículos por GPS, permitindo verificar os deslocamentos da frota.</p>
<p>O segundo reúne os dados da bilhetagem digital Jaé, incluindo validações e informações de demanda por linha, veículo e horário.</p>
<p>Também será utilizada a programação operacional vigente, com ordens de serviço, quadros de horários, itinerários e frota determinada, inclusive em formato GTFS, padrão utilizado para organizar e compartilhar dados de transporte público.</p>
<p>A unidade terá acesso a imagens de câmeras instaladas nos ônibus, terminais e estações, além de dados de sensores e equipamentos embarcados.</p>
<p>Essas informações poderão ser cruzadas com registros do COR, incluindo ocorrências de trânsito e condições meteorológicas, e com manifestações dos passageiros recebidas pelos canais oficiais.</p>
<p>O oitavo conjunto corresponde aos dados dos sistemas inteligentes de transporte exigidos nos futuros contratos de concessão do Sistema Rio.</p>
<p>A integração permitirá relacionar a localização dos ônibus com as viagens programadas e os registros de utilização do transporte pelos passageiros.</p>
<h3>Novo centro acompanhará a passagem do sistema atual para o Sistema Rio</h3>
<p>A criação do COM Rio está diretamente relacionada à implantação do Sistema Rio – Rede Integrada de Ônibus, projeto de reorganização das concessões municipais de transporte.</p>
<p>O decreto estabelece expressamente que a nova estrutura acompanhará tanto o atual Serviço Público de Transporte de Passageiros por Ônibus (SPPO), enquanto estiver em funcionamento, quanto o Sistema Rio, inclusive durante suas etapas de implantação e transição operacional.</p>
<p>O projeto do Sistema Rio prevê a reorganização da operação por meio de cinco lotes de concessão, com investimentos em frota, infraestrutura, tecnologia e novos mecanismos de acompanhamento da qualidade dos serviços.</p>
<p>A licitação está estruturada para selecionar operadores responsáveis pela prestação do serviço de acordo com parâmetros contratuais de atendimento, frequência e desempenho.</p>
<p>O calendário divulgado para o projeto prevê a apresentação das propostas em 17 de novembro de 2026 e o leilão em 26 de novembro.</p>
<p>Entre os objetivos da reestruturação estão a reorganização da rede de linhas, a integração entre serviços, a renovação da frota e a ampliação da participação dos ônibus elétricos.</p>
<p>O planejamento prevê a incorporação de 250 ônibus elétricos entre 2027 e 2031.</p>
<p>Nesse contexto, o COM Rio terá a atribuição de acompanhar a implantação dos serviços concedidos e verificar o cumprimento dos parâmetros operacionais definidos nos contratos.</p>
<p>A implantação do centro também ocorre em um cenário no qual a remuneração dos operadores considera os quilômetros percorridos, enquanto os contratos preveem indicadores de desempenho e mecanismos de penalização por resultados abaixo dos padrões estabelecidos.</p>
<h3>Dados serão utilizados para calcular indicadores de desempenho e apoiar a fiscalização</h3>
<p>Outro ponto importante do decreto é a determinação de que o COM Rio produza os registros necessários à apuração dos componentes do Índice de Desempenho de Transporte (IDT), previsto nos instrumentos de delegação.</p>
<p>O novo centro deverá consolidar informações sobre a qualidade e a regularidade do atendimento, fornecendo relatórios e evidências aos gestores, fiscais e comissões responsáveis pelo acompanhamento dos contratos.</p>
<p>Entre suas atribuições estão o registro e a preservação das ocorrências identificadas, com mecanismos de rastreabilidade e auditoria.</p>
<p>Esses registros poderão subsidiar processos administrativos de fiscalização e avaliação contratual.</p>
<p>A aplicação de multas e outras penalidades continuará sendo atribuição dos agentes e autoridades competentes, com observância dos procedimentos administrativos, do contraditório e do direito de defesa.</p>
<p>O modelo procura estabelecer uma relação entre os dados registrados automaticamente pelos sistemas e o trabalho de fiscalização desenvolvido pela Secretaria Municipal de Transportes.</p>
<p>O COM Rio também deverá produzir estudos sobre a oferta, a programação operacional e os itinerários, permitindo que as informações coletadas sejam utilizadas no planejamento dos serviços.</p>
<h3>BRT e VLT serão acompanhados em articulação com seus próprios centros de controle</h3>
<p>O decreto estabelece que o monitoramento abrangerá o sistema BRT e o VLT, mediante articulação com seus respectivos centros de controle operacional.</p>
<p>A nova estrutura deverá respeitar as responsabilidades dos órgãos e operadores que já administram os sistemas.</p>
<p>No BRT, o monitoramento poderá contribuir para a análise das condições de circulação dos ônibus, da regularidade das viagens e das ocorrências que afetam corredores, terminais e estações.</p>
<p>A Mobi-Rio, companhia municipal responsável pela operação do BRT, mantém sua própria estrutura de gestão operacional.</p>
<p>No VLT, a articulação permitirá compartilhar informações relevantes para a circulação no Centro e na região portuária, incluindo interferências provocadas por incidentes, alterações no trânsito e eventos.</p>
<p>O decreto também prevê a inclusão progressiva do Sistema de Transporte Unificado Complementar (STUC), conforme os veículos e serviços sejam incorporados às tecnologias necessárias ao monitoramento.</p>
<p>Outros serviços de competência municipal poderão ser acrescentados por decisão do secretário municipal de Transportes.</p>
<h3>Centro poderá atuar em paralisações, fortes chuvas, interdições e grandes eventos</h3>
<p>A atuação do COM Rio também envolverá a coordenação da resposta operacional a situações que afetem o transporte público.</p>
<p>O decreto menciona interdições, incidentes, eventos climáticos, grandes eventos, paralisações e outras situações de contingência.</p>
<p>Nessas circunstâncias, a unidade deverá trabalhar em articulação com o COR, operadores de transporte e demais órgãos municipais responsáveis pelas medidas necessárias.</p>
<p>A integração pretende permitir que informações de diferentes sistemas sejam utilizadas para orientar alterações operacionais, acionar equipes e comunicar ocorrências aos usuários.</p>
<p>A nova unidade também terá atribuição de divulgar informações sobre alterações de itinerário, interrupções, desvios e outras situações relevantes para os passageiros.</p>
<p>A chefia do COM Rio deverá estabelecer protocolos operacionais, definir prioridades, supervisionar as equipes e apresentar relatórios periódicos das atividades à Secretaria Municipal de Transportes.</p>
<p>As empresas responsáveis pelos serviços monitorados deverão manter canais permanentes de comunicação com o centro e atender aos acionamentos realizados dentro das condições previstas nos contratos e atos regulatórios.</p>
<h3>Imagens e informações também poderão auxiliar a segurança pública</h3>
<p>O decreto autoriza o COM Rio a encaminhar informações, imagens e dados relacionados a ocorrências de interesse da segurança pública à CIVITAS e a outros órgãos competentes.</p>
<p>O compartilhamento deverá seguir protocolos formais, com definição da finalidade, dos dados utilizados, dos prazos de armazenamento e dos controles de acesso.</p>
<p>A norma também estabelece regras para o tratamento de informações pessoais, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a política municipal de proteção de dados.</p>
<p>O acesso aos registros e imagens deverá ser limitado aos agentes autorizados, com mecanismos de controle e rastreabilidade.</p>
<p>O encarregado de dados da Secretaria Municipal de Transportes será responsável por atuar na governança dessas informações e elaborar relatório de impacto à proteção de dados pessoais.</p>
<h3>Controle operacional passa a integrar a estrutura permanente de gestão do transporte</h3>
<p>Com o decreto, o monitoramento em tempo real passa a fazer parte da estrutura formal da Secretaria Municipal de Transportes, reunindo informações que podem ser utilizadas no acompanhamento da operação cotidiana e nos processos de reestruturação do sistema de ônibus.</p>
<p>A nova unidade terá responsabilidades que vão desde a identificação de falhas nas partidas até a produção de análises para revisão de itinerários e oferta de viagens.</p>
<p>O funcionamento será contínuo, com articulação entre empresas operadoras, equipes de fiscalização, centros de controle, órgãos de trânsito e serviços de emergência.</p>
<p>O decreto entrou em vigor nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026. A Secretaria Municipal de Transportes poderá editar normas complementares para disciplinar a execução das atividades do COM Rio.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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