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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Linha 7-Rubi tem mudanças na operação deste domingo (06) e segunda-feira (07), feriado da Independência do Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/06/linha-7-rubi-tem-mudancas-na-operacao-deste-domingo-06-e-segunda-feira-07-feriado-da-independencia-do-brasil/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 06 Sep 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Alterações no atendimento ocorrem em razão de serviços na rede aérea, de sinalização e na via permanente, vinculadas ao projeto TIC Eixo Norte VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Linha 7-Rubi terá alterações na operação neste domingo (06) e na segunda-feira (07), feriado da Independência do Brasil, como parte do cronograma contínuo de melhorias da linha, que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="555" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Linha-7-possui-mao-inglesa-e1776374185722.jpeg?fit=1024%2C555&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Alterações no atendimento ocorrem em razão de serviços na rede aérea, de sinalização e na via permanente, vinculadas ao projeto TIC Eixo Norte</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>A Linha 7-Rubi terá alterações na operação neste domingo (06) e na segunda-feira (07), feriado da Independência do Brasil, como parte do cronograma contínuo de melhorias da linha, que incluem serviços na rede aérea, sinalização e via permanente, vinculadas ao projeto TIC Eixo Norte.</p>
<p><strong>Operação diferenciada neste domingo (06)</strong></p>
<p>As alterações ocorrerão no trecho entre as estações Botujuru e Campo Limpo Paulista, durante todo o horário de operação comercial, das 4h à meia-noite.</p>
<p>Para a realização dos serviços, os trens circularão por via única entre as duas estações. Com isso, o embarque e o desembarque ocorrerão na mesma plataforma, nos dois sentidos.</p>
<p>Os passageiros também devem ficar atentos às seguintes mudanças:</p>
<p>&#8211; Não haverá viagens diretas entre Palmeiras-Barra Funda e Jundiaí. Para seguir viagem, será necessário realizar transferência na estação Francisco Morato, em ambos os sentidos;</p>
<p>&#8211; O intervalo entre os trens será de 12,5 minutos no trecho entre Palmeiras-Barra Funda e Francisco Morato;</p>
<p>&#8211; Entre Francisco Morato e Jundiaí, o intervalo será de 30 minutos.</p>
<p><strong>Operação diferenciada na segunda-feira (07), feriado da Independência</strong></p>
<p>Já na segunda-feira (07), os intervalos programados serão de 10 minutos no trecho entre Palmeiras-Barra Funda e Caieiras e de 30 minutos entre Caieiras e Jundiaí.</p>
<p>Nas estações Franco da Rocha e Baltazar Fidélis, o embarque e o desembarque ocorrerão na mesma plataforma, nos dois sentidos.</p>
<p>A TIC Trens recomenda que os passageiros acompanhem os avisos sonoros nos trens e estações, além das informações disponibilizadas nos cartazes informativos e nos canais oficiais da concessionária. Durante a operação, agentes de atendimento e de segurança estarão posicionados nas plataformas para orientar os passageiros e esclarecer dúvidas sobre as alterações.</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Borborema Imperial Transportes é condenada a pagar R$ 5 mil de indenização para passageira que ficou ferida em freada brusca de ônibus em Recife</title>
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    <pubDate>Sun, 06 Sep 2026 12:45:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Mulher foi arremessada contra as barras metálicas no interior do coletivo e sofreu lesões na coluna cervical VINÍCIUS DE OLIVEIRA O Tribunal de Justiça de Pernambuco condenou a Borborema Imperial Transportes a indenizar em R$ 5 mil uma passageira que foi arremessada no interior de um ônibus da empresa durante uma freada brusca, atingindo as [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="479" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0015.jpg?fit=640%2C479&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0015.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0015.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0015.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0015.jpg?resize=400%2C299&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Mulher foi arremessada contra as barras metálicas no interior do coletivo e sofreu lesões na coluna cervical</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Justiça de Pernambuco condenou a Borborema Imperial Transportes a indenizar em R$ 5 mil uma passageira que foi arremessada no interior de um ônibus da empresa durante uma freada brusca, atingindo as barras metálicas de suporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi proferida pela 1ª Turma do I Colégio Recursal do Recife. Anteriormente, o 1º Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo da Capital havia julgado o caso improcedente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acidente ocorreu em 31 de março de 2022, na capital Recife. O coletivo envolvido no caso atendia a linha 024 – Circular Boa Viagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A passageira sofreu lesões na coluna cervical e foi encaminhada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Imbiribeira, na Zona Sul do município.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No processo, a Borborema argumentou que a freada efetuada pelo motorista foi para evitar uma colisão com um carro. Segundo a empresa, a culpa seria da vítima por suposta negligência ao não se segurar de forma adequada nas barras de proteção no interior do ônibus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juíz Eurico Brandão de Barros Correia. responsável pelo caso, reforçou que &#8220;o transportador assume a indeclinável cláusula de incolumidade, consubstanciada na obrigação de resultado de conduzir o passageiro são e salvo ao seu destino. (&#8230;) A responsabilidade do transportador coletivo é estritamente objetiva, independendo da perquirição de elemento subjetivo de culpa”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os representantes do Tribunal de Justiça de Pernambuco entendem que a situação se encaixa na regra exposta no artigo 735 do Código Civil, que diz que a responsabilidade contratual do transportador por acidente com o passageiro não é elidida por culpa de terceiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O fato de terceiro conexo com a circulação e manobras do trânsito constitui fortuito interno, inerente aos riscos da exploração econômica do transporte público, remanescendo incólume o dever da fornecedora perante a passageira lesada&#8221;, complementou o juíz.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Linhas de ônibus de Pelotas (RS) terão desvios durante feriado da Independência</title>
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	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 06 Sep 2026 12:00:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Alterações nos itinerários serão realizadas nesta segunda-feira (7) devido a eventos em vias públicas, incluindo o desfile cívico YURI SENA A Secretaria de Transporte e Trânsito informou que algumas linhas do transporte coletivo urbano de Pelotas (RS) terão mudanças temporárias em seus trajetos durante o feriado da Independência, nesta segunda-feira (7). Os desvios serão necessários [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="759" height="501" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/03/PELOTAS.jpg?fit=759%2C501&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/03/PELOTAS.jpg?w=759&amp;ssl=1 759w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/03/PELOTAS.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/03/PELOTAS.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/03/PELOTAS.jpg?resize=400%2C264&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 759px) 100vw, 759px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Alterações nos itinerários serão realizadas nesta segunda-feira (7) devido a eventos em vias públicas, incluindo o desfile cívico</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Secretaria de Transporte e Trânsito informou que algumas linhas do transporte coletivo urbano de Pelotas (RS) terão mudanças temporárias em seus trajetos durante o feriado da Independência, nesta segunda-feira (7).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os desvios serão necessários devido à realização de eventos em espaços públicos da cidade, entre eles o desfile cívico. As alterações afetarão linhas das regiões Norte, Porto, Bom Jesus, Laranjal, além dos serviços Padre Réus/Rodoviária e Fragata Pelotense.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira as mudanças:</span></p>
<p><b>Linhas da Zona Norte</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Bairro – Centro</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As linhas que utilizam normalmente a Avenida República do Líbano seguirão pela Avenida República do Líbano, Rua Guilherme Wetzel, Rua Deodoro, Rua Padre Felício, Rua Professor Araújo e Terminal Guanabara.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já as linhas que passam pela Rua Fernando Osório terão como trajeto a Rua Professor Araújo e o Terminal Guanabara.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Centro – Bairro</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As linhas dos dois itinerários seguirão pelas ruas Osório, Senador Mendonça, Marcílio Dias, Amarante e Osório Normal.</span></p>
<p><b>Linha Porto</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bairro – Centro</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A linha Navegantes Circular fará o seguinte percurso: Rua Osório, Senador Mendonça, Marcílio Dias, Amarante, General Osório, Leonardo Colares, Guilherme Wetzel, Barão de Azevedo Machado, Marechal Deodoro, Padre Felício, Professor Araújo, Argolo e Deodoro.</span></p>
<p><b>Linhas Bom Jesus</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Centro – Bairro</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bom Jesus Direita: Rua Osório, Avenida Bento, Avenida J.K. de Oliveira, Rafael Pinto Bandeira e itinerário normal;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Areal Circular: Rua Osório, Avenida Bento, Avenida J.K. de Oliveira, Domingos de Almeida e itinerário normal;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obelisco: Rua Osório, Avenida Bento, Avenida J.K. de Oliveira, Domingos de Almeida e itinerário normal.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Bairro – Centro</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bom Jesus Direita: Rua Gonçalves Chaves, Avenida J.K. de Oliveira, Avenida Ferreira Viana, Avenida Bento, Rua Almirante Barroso, Rua Telles, Rua Deodoro e terminal;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Areal Circular: Domingos de Almeida, Vitor Russomano, Avenida Ferreira Viana, Avenida Bento, Rua Almirante Barroso e itinerário normal;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obelisco: Domingos de Almeida, Vitor Russomano, Avenida Ferreira Viana, Avenida Bento, Rua Almirante Barroso e itinerário normal.</span></p>
<p><b>Linhas Laranjal</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bairro – Centro: Avenida Bento, Rua Almirante Barroso e Princesa Isabel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Centro – Bairro: Rua Santa Tecla, Avenida Bento e itinerário normal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Padre Réus/Rodoviária e Fragata Pelotense</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bairro – Centro: Rua Osório, Senador Mendonça, Marcílio Dias, Argolo, Avenida Bento e itinerário normal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Centro – Bairro: Rua Professor Araújo, Avenida Bento, Deodoro e itinerário normal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A orientação é que os passageiros que utilizam as linhas afetadas programem seus deslocamentos e fiquem atentos às alterações temporárias durante o feriado.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>HISTÓRIA &#8211; Sete de Setembro e Independência: empresas de ônibus levaram nomes do feriado pelas ruas do Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/06/historia-sete-de-setembro-e-independencia-empresas-de-onibus-levaram-nomes-do-feriado-pelas-ruas-do-brasil/</link>
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    <pubDate>Sun, 06 Sep 2026 11:33:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[História]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Operadoras com referências à data cívica marcaram os transportes em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul; em São Leopoldo, empresa criada justamente em 7 de setembro de 1954 continua em atividade ADAMO BAZANI Sete de Setembro e Independência não ficaram apenas nos nomes de avenidas, praças, bairros e escolas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="496" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7set2.jpg?fit=739%2C496&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7set2.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7set2.jpg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7set2.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7set2.jpg?resize=400%2C268&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> <div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow">
<div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" dir="auto" tabindex="0" data-message-author-role="assistant" data-message-id="84e17424-3911-4b77-8714-a2af895dcb87" data-turn-start-message="true" data-message-model-slug="gpt-5-6-thinking">
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<div class="markdown prose dark:prose-invert wrap-break-word w-full light markdown-new-styling">
<p data-start="106" data-end="326"><em data-start="106" data-end="326">Operadoras com referências à data cívica marcaram os transportes em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul; em São Leopoldo, empresa criada justamente em 7 de setembro de 1954 continua em atividade</em></p>
<p data-start="328" data-end="346"><em data-start="328" data-end="346"><strong data-start="329" data-end="345">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p data-start="348" data-end="706">Sete de Setembro e Independência não ficaram apenas nos nomes de avenidas, praças, bairros e escolas pelo Brasil. As referências à data em que se convencionou celebrar a Independência do País também foram parar nas laterais de ônibus e nas razões sociais de empresas que ajudaram a escrever diferentes capítulos da história do transporte coletivo brasileiro.</p>
<p data-start="708" data-end="1372">Há registros que atravessam quase um século. No Rio de Janeiro, a Independência Auto Ônibus já aparecia entre as empresas da cidade em 1927. Em São Paulo, a Viação Sete de Setembro começou a operar em 1960 e marcou a expansão da zona Sul. Embu-Guaçu, na Região Metropolitana paulista, teve a Independência Transporte Coletivo; Belo Horizonte também contou com uma Independência Auto Ônibus. E, em São Leopoldo (RS), a história é ainda mais diretamente ligada à data: a Empresa de Transporte Sete de Setembro nasceu no próprio feriado, em 7 de setembro de 1954, e continua transportando passageiros mais de sete décadas depois.</p>
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<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" data-start="1374" data-end="1725">
<thead data-start="1374" data-end="1404">
<tr data-start="1374" data-end="1404">
<th class="last:pe-10" data-start="1374" data-end="1384" data-col-size="sm">Empresa</th>
<th class="last:pe-10" data-start="1384" data-end="1392" data-col-size="sm">Local</th>
<th class="last:pe-10" data-start="1392" data-end="1404" data-col-size="sm">História</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="1419" data-end="1725">
<tr data-start="1419" data-end="1471">
<td data-start="1419" data-end="1438" data-col-size="sm">Sete de Setembro</td>
<td data-start="1438" data-end="1455" data-col-size="sm">São Paulo (SP)</td>
<td data-start="1455" data-end="1471" data-col-size="sm">Anos 1960/70</td>
</tr>
<tr data-start="1472" data-end="1525">
<td data-start="1472" data-end="1491" data-col-size="sm">Sete de Setembro</td>
<td data-start="1491" data-end="1511" data-col-size="sm">São Leopoldo (RS)</td>
<td data-start="1511" data-end="1525" data-col-size="sm">Desde 1954</td>
</tr>
<tr data-start="1526" data-end="1595">
<td data-start="1526" data-end="1554" data-col-size="sm">Independência Auto Ônibus</td>
<td data-start="1554" data-end="1576" data-col-size="sm">Rio de Janeiro (RJ)</td>
<td data-start="1576" data-end="1595" data-col-size="sm">Desde anos 1920</td>
</tr>
<tr data-start="1596" data-end="1644">
<td data-start="1596" data-end="1612" data-col-size="sm">Independência</td>
<td data-start="1612" data-end="1630" data-col-size="sm">Embu-Guaçu (SP)</td>
<td data-start="1630" data-end="1644" data-col-size="sm">Desde 1967</td>
</tr>
<tr data-start="1645" data-end="1725">
<td data-start="1645" data-end="1673" data-col-size="sm">Independência Auto Ônibus</td>
<td data-start="1673" data-end="1695" data-col-size="sm">Belo Horizonte (MG)</td>
<td data-start="1695" data-end="1725" data-col-size="sm">Antecessora da Trans Oeste</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<h2 data-section-id="xsgosm" data-start="1727" data-end="1791">São Paulo teve a Viação Sete de Setembro dos ônibus vermelhos</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-532253" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7-de-setembro.webp?resize=828%2C569&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="569" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7-de-setembro.webp?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7-de-setembro.webp?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7-de-setembro.webp?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7-de-setembro.webp?resize=768%2C528&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7-de-setembro.webp?resize=400%2C275&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p data-start="1793" data-end="1909">Uma das empresas mais conhecidas a carregar a data no nome foi a Viação Sete de Setembro Ltda., na capital paulista.</p>
<p data-start="1911" data-end="2309">Documentos históricos mostram que a companhia foi constituída em 16 de março de 1960 por Moysés dos Santos Ferreira e Hamilton Dias. Uma pesquisa sobre a administração dos transportes coletivos de São Paulo, disponível no acervo da Fundação Getulio Vargas, inclui a Viação 7 de Setembro entre as empresas de ônibus existentes na cidade já em abril daquele ano.</p>
<p data-start="2311" data-end="2634">A empresa atuou principalmente na zona Sul e acompanhou uma fase de crescimento acelerado de bairros de Santo Amaro, Grajaú e áreas vizinhas. Era um período em que antigos terrenos rurais e chácaras davam espaço a novos loteamentos, enquanto milhares de trabalhadores se instalavam cada vez mais longe das regiões centrais.</p>
<p data-start="2636" data-end="2874">O ônibus era muitas vezes um dos primeiros serviços estruturados a chegar a essas localidades. Além de transportar moradores aos locais de trabalho, comércio e serviços, as linhas acabavam induzindo a ocupação e a valorização dos bairros.</p>
<p data-start="2876" data-end="3131">A Sete de Setembro chegou também a operar uma ligação intermunicipal entre Itapecerica da Serra e Santo Amaro. Registros do Diário Oficial mostram que o serviço foi posteriormente transferido para a Viação Rio Bonito.</p>
<p data-start="3133" data-end="3449">A trajetória empresarial foi movimentada. A composição societária mudou diversas vezes e, em 1973, entraram empresários já ligados ao transporte no ABC Paulista, entre eles Danilo Adelmo Setti, Rubens Fogli e Antônio Said. A mudança coincidiu com uma fase de renovação de frota.</p>
<p data-start="3451" data-end="3810">Os ônibus ficaram conhecidos pela predominância do vermelho na pintura. A companhia chegou à segunda metade dos anos 1970 ainda integrada ao sistema paulistano. Uma edição da revista Transporte Moderno de junho de 1977 mostra a 7 de Setembro no setor 14, juntamente com Rio Bonito, Bola Branca e Nossa Senhora do Socorro.</p>
<p data-start="3812" data-end="4125">A empresa não atravessou por muito tempo a reorganização dos transportes promovida pela Prefeitura no fim daquela década. A reformulação dividiu a cidade em áreas, reorganizou operadoras e implantou a padronização de pintura conhecida como “saia e blusa”, mudando profundamente a estrutura empresarial do sistema.</p>
<p data-start="4127" data-end="4357">O <strong data-start="4129" data-end="4155"><em data-start="4131" data-end="4153">Diário do Transporte</em></strong> já recuperou essa história em reportagens anteriores, inclusive com registros da Junta Comercial e relatos de pesquisadores e passageiros que conheceram a empresa.</p>
<h2 data-section-id="w3327h" data-start="4359" data-end="4447">Em São Leopoldo, a Sete de Setembro nasceu no próprio 7 de setembro e existe até hoje</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-532255" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7set1.jpg?resize=784%2C495&#038;ssl=1" alt="" width="784" height="495" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7set1.jpg?w=784&amp;ssl=1 784w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7set1.jpg?resize=300%2C189&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7set1.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7set1.jpg?resize=768%2C485&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7set1.jpg?resize=400%2C253&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 784px) 100vw, 784px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p data-start="4449" data-end="4547">Se em São Paulo a data virou nome empresarial, no Rio Grande do Sul a ligação é ainda mais direta.</p>
<p data-start="4549" data-end="4655">A Empresa de Transporte Sete de Setembro, de São Leopoldo, foi criada exatamente em 7 de setembro de 1954.</p>
<p data-start="4657" data-end="4918">Pesquisa acadêmica da Unisinos registra que Waldemar Emílio Steglich, então taxista e marceneiro, comprou um ônibus de um quartel e iniciou a empresa, tornando-se um dos pioneiros do transporte coletivo urbano no município.</p>
<p data-start="4920" data-end="5217">A companhia cresceu junto com São Leopoldo. Em 1977, diversificou as atividades ao iniciar serviços de fretamento para funcionários da fabricante Stihl. Em 1983, diante da expansão das operações, transferiu suas instalações do Centro para o bairro Rio Branco.</p>
<p data-start="5219" data-end="5353">Ao contrário da maior parte das empresas históricas lembradas nesta reportagem, a Sete de Setembro gaúcha não ficou apenas na memória.</p>
<p data-start="5355" data-end="5659">A companhia continua operando linhas urbanas em São Leopoldo e integra o sistema de bilhetagem COLEO ao lado de Viação Feitoria, Viação Leopoldense e Viação Sinoscap. O próprio consórcio confirma atualmente a participação da Sete de Setembro no transporte municipal.</p>
<p data-start="5661" data-end="5736">Assim, em setembro de 2026, são 72 anos desde a primeira viagem da empresa.</p>
<h2 class="" data-section-id="gt11ah" data-start="5738" data-end="5808">Rio de Janeiro já tinha uma Independência Auto Ônibus nos anos 1920</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-532254" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-1.jpg?resize=278%2C180&#038;ssl=1" alt="" width="278" height="180" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-1.jpg?w=278&amp;ssl=1 278w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-1.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 278px) 100vw, 278px" /></p>
<p data-start="5810" data-end="6019">O registro mais antigo localizado pelo <strong data-start="5849" data-end="5875"><em data-start="5851" data-end="5873">Diário do Transporte</em></strong> nesta pesquisa vem do Rio de Janeiro e leva a história para os primeiros anos da expansão do ônibus motorizado nas grandes cidades brasileiras.</p>
<p data-start="6021" data-end="6216">Uma dissertação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, baseada em acervos históricos sobre o sistema carioca, relaciona a Independência Auto Ônibus entre as empresas existentes em 1927.</p>
<p data-start="6218" data-end="6553">Naquele ano, a companhia aparece com uma linha e quatro ônibus. Em 1929, essa Independência foi adquirida pela Viação Excelsior, que naquele período avançava sobre diversas pequenas empresas cariocas. A Excelsior também adquiriu Auto Viação Maracanã, Brasileira Auto Ônibus e Auto Viação Ypiranga.</p>
<p data-start="6555" data-end="6813">O cenário ajuda a mostrar como era diferente a organização do transporte naquele momento. Em vez das grandes concessionárias estruturadas que se tornariam comuns décadas depois, havia numerosas pequenas empresas disputando passageiros, linhas e autorizações.</p>
<p data-start="6815" data-end="7128">Curiosamente, a mesma pesquisa registra uma “Independência Auto Ônibus (nova)” já na relação de empresas de 1928. Isso mostra que o nome reapareceu no mercado carioca e exige cuidado para não tratar todas as empresas homônimas como uma única sociedade empresarial contínua.</p>
<h2 data-section-id="ia1t1i" data-start="7130" data-end="7199">Dez enormes GM-Coach chegaram para a Independência carioca em 1947</h2>
<p data-start="7201" data-end="7280">A presença do nome Independência no transporte do Rio não acabou nos anos 1920.</p>
<p data-start="7282" data-end="7493">Uma publicação de 1947 preservada pela Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional relata a chegada dos Estados Unidos de dez ônibus GM-Coach descritos na época como “gigantes”, com capacidade para 80 passageiros.</p>
<p data-start="7495" data-end="7813">Segundo a notícia, os veículos haviam sido importados pela Prefeitura do então Distrito Federal e vendidos à Independência Auto Ônibus Ltda. A previsão era colocar os carros em uma nova linha entre a Praça Barão de Drummond, em Vila Isabel, e Ipanema, passando pelo Jockey Club.</p>
<p data-start="7815" data-end="8099">O registro é especialmente significativo porque o Brasil ainda atravessava os efeitos das dificuldades de renovação de frota provocadas pela Segunda Guerra Mundial. A importação de ônibus norte-americanos ganhou importância para a recomposição dos sistemas urbanos depois do conflito.</p>
<p data-start="8101" data-end="8562">A Independência continuava aparecendo na documentação pública nos anos seguintes. Em 1950, seu nome consta em pautas da Justiça do Trabalho; em 1951, uma reportagem tratou das condições de trabalho de motoristas e cobradores da empresa; e um acervo do Tribunal Regional Federal da 2ª Região registra a Independência Auto Ônibus entre 16 empresas envolvidas em um processo sobre emplacamento de veículos entre 1952 e 1954.</p>
<p data-start="8564" data-end="8740">Há ainda registro judicial da empresa em 1957, o que confirma a permanência da denominação durante parte considerável da década de 1950.</p>
<h2 data-section-id="30iopa" data-start="8742" data-end="8810">Embu-Guaçu teve Independência ligando a cidade à capital paulista</h2>
<p data-start="8812" data-end="8903">Outra empresa com o nome cívico nasceu em Embu-Guaçu, na Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p data-start="8905" data-end="9153">A Independência Transporte Coletivo Ltda. teve sua abertura empresarial registrada em 20 de setembro de 1967 e atuou tanto no transporte municipal como em ligações metropolitanas entre Embu-Guaçu e São Paulo.</p>
<p data-start="9155" data-end="9544">Um documento oficial do Governo do Estado de São Paulo de 1997 mostra, por exemplo, uma proposta para autorização à Independência da linha entre Cipó, em Embu-Guaçu, e o Terminal Metrô Santa Cruz, na capital, com passagem pelo Largo Treze, em Santo Amaro. O mesmo procedimento previa serviço complementar entre Jardim Campestre e o Metrô Santa Cruz.</p>
<p data-start="9546" data-end="9745">Registros fotográficos preservam ônibus da empresa com modelos que marcaram várias gerações, como Caio Bela Vista, Caio Vitória, Caio Alpha e Busscar Urbanuss.</p>
<p data-start="9747" data-end="10160">Por volta de meados dos anos 2000, a operação passou a utilizar a marca Cidade Verde. Em 2006, documento oficial do Governo do Estado já relacionava a Viação Cidade Verde como uma das integrantes do Consórcio Intervias, responsável pela Área 1 do transporte metropolitano, que incluía Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Cotia, Taboão da Serra, Juquitiba e outros municípios.</p>
<p data-start="10162" data-end="10209">A Cidade Verde posteriormente deixou o sistema.</p>
<h2 data-section-id="gv0l30" data-start="10211" data-end="10270">Belo Horizonte também teve uma Independência Auto Ônibus</h2>
<p data-start="10272" data-end="10349">O nome Independência apareceu ainda no transporte coletivo de Belo Horizonte.</p>
<p data-start="10351" data-end="10594">Registros especializados da frota mineira identificam a Independência Auto Ônibus Ltda. como antecessora da Trans Oeste Transportes Urbanos, operadora que passou a utilizar outra denominação empresarial.</p>
<p data-start="10596" data-end="10819">Há registros fotográficos da Independência ainda na década de 2010, inclusive com ônibus Caio Apache Vip sobre chassis Mercedes-Benz circulando no sistema municipal de Belo Horizonte.</p>
<p data-start="10821" data-end="11146">Neste caso, entretanto, a documentação pública disponível de forma aberta é menos abundante sobre a origem e os primeiros anos da empresa do que nos exemplos de São Paulo, São Leopoldo e Rio de Janeiro. Por isso, não é possível estabelecer com a mesma segurança, a partir das fontes consultadas, uma data inicial de operação.</p>
<h2 data-section-id="pm3vn5" data-start="11148" data-end="11205">Nomes de empresas contam também a história das cidades</h2>
<p data-start="11207" data-end="11424">Sete de Setembro e Independência são exemplos de uma característica bastante visível na formação do transporte coletivo brasileiro: os nomes das empresas frequentemente refletiam o ambiente cultural e social da época.</p>
<p data-start="11426" data-end="11725">Santos e referências religiosas deram origem a incontáveis Nossa Senhora da Penha, Santa Brígida, Santa Cecília, São João, São José e São Geraldo. Lugares originaram Rio Bonito, Vila Carrão, Vila Ema, Itaquera e tantas outras. Datas, valores nacionais e símbolos cívicos também chegaram às garagens.</p>
<p data-start="11727" data-end="11963">As empresas mudaram, foram compradas, fundidas, desapareceram ou trocaram de nome. Mas seus ônibus participaram do crescimento de bairros e cidades e, muitas vezes, chegaram antes do asfalto, da iluminação e de outros serviços públicos.</p>
<p data-start="11965" data-end="12151">No caso das empresas que escolheram Sete de Setembro ou Independência, a história do transporte acabou cruzando, literalmente, com um dos símbolos mais conhecidos da história brasileira.</p>
<p data-start="12153" data-end="12280">E uma delas ainda roda diariamente: a Sete de Setembro de São Leopoldo, criada há 72 anos justamente no dia que lhe deu o nome.</p>
<p data-start="12282" data-end="12341" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="12282" data-end="12341" data-is-last-node=""><strong data-start="12283" data-end="12340">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Cartão TOP troca aplicativo a partir deste domingo (6); passageiros precisam baixar nova versão para continuar usando serviços digitais</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/06/cartao-top-troca-aplicativo-a-partir-deste-domingo-6-passageiros-precisam-baixar-nova-versao-para-continuar-usando-servicos-digitais/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 06 Sep 2026 10:06:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Aplicativo TOP será descontinuado e substituído pelo TOP – App de Transporte; usuários poderão manter o mesmo login e senha e dados da conta serão preservados ADAMO BAZANI Os passageiros que utilizam os serviços digitais do Cartão TOP precisam migrar, a partir deste domingo, 6 de setembro de 2026, para um novo aplicativo. A versão [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/TOP-APP.webp?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/TOP-APP.webp?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/TOP-APP.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/TOP-APP.webp?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/TOP-APP.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/TOP-APP.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/TOP-APP.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Aplicativo TOP será descontinuado e substituído pelo TOP – App de Transporte; usuários poderão manter o mesmo login e senha e dados da conta serão preservados</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Os passageiros que utilizam os serviços digitais do Cartão TOP precisam migrar, a partir deste domingo, 6 de setembro de 2026, para um novo aplicativo. A versão atual do app TOP será descontinuada e substituída pelo TOP – App de Transporte, que passa a concentrar operações como recargas, consulta de saldo e extratos, compra de bilhetes em QR Code e atualização de dados cadastrais.</p>
<p>De acordo com a Autopass, responsável pela plataforma, os usuários que já possuem cadastro não precisarão criar uma nova conta. O acesso ao novo aplicativo poderá ser feito com o mesmo login e senha utilizados anteriormente, e as informações, produtos e serviços associados ao perfil serão mantidos.</p>
<p>O TOP – App de Transporte já está disponível gratuitamente nas lojas Google Play, para aparelhos com sistema Android, e App Store, para iPhones.</p>
<p><strong>O que muda a partir deste domingo</strong></p>
<p>Com a desativação do aplicativo anterior, as operações digitais relacionadas ao Cartão TOP passam a ser feitas pelo novo aplicativo.</p>
<p>Entre os serviços disponíveis estão:</p>
<ul>
<li>recarga do Cartão TOP;</li>
<li>consulta de saldo;</li>
<li>consulta do histórico de utilização;</li>
<li>consulta de recargas realizadas;</li>
<li>compra de bilhetes em QR Code;</li>
<li>pagamento de recargas por Pix;</li>
<li>atualização de informações cadastrais;</li>
<li>consulta e utilização dos QR Codes comprados pelos canais digitais da plataforma TOP.</li>
</ul>
<p>Os bilhetes adquiridos por outros canais digitais da plataforma, incluindo o canal oficial de vendas pelo WhatsApp, também poderão ser acessados pelo novo aplicativo.</p>
<p><strong>Passageiro não precisa fazer novo cadastro</strong></p>
<p>Segundo a Autopass, a mudança de aplicativo não exige uma nova inscrição do passageiro.</p>
<p>Quem já utilizava o aplicativo TOP deverá baixar o TOP – App de Transporte e entrar com o mesmo login e senha cadastrados anteriormente.</p>
<p>Os produtos, serviços e informações vinculados à conta serão mantidos. Dessa forma, o usuário não precisará refazer configurações ou cadastrar novamente os dados já existentes no sistema.</p>
<p><strong>Aplicativo anterior será descontinuado</strong></p>
<p>A principal atenção para o passageiro é que o aplicativo TOP utilizado até então deixa de ser o canal para acesso aos serviços digitais da plataforma.</p>
<p>Assim, mesmo quem já possui o aplicativo instalado deverá baixar a nova versão para continuar fazendo operações pelo celular.</p>
<p>A Autopass informa que o TOP – App de Transporte foi desenvolvido com uma nova arquitetura tecnológica e uma organização dos serviços por produtos.</p>
<p>A proposta, segundo a empresa, é tornar a navegação mais simples e permitir que o usuário encontre em um mesmo ambiente digital as funcionalidades relacionadas ao Cartão TOP, benefícios de transporte e bilhetes em QR Code associados à sua conta.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Novo aplicativo: TOP – App de Transporte</p>
<p>Disponibilidade: Google Play e App Store</p>
<p>Início da migração: domingo, 6 de setembro de 2026</p>
<p>Novo cadastro: não é necessário para quem já possui conta</p>
<p>Login e senha: permanecem os mesmos do aplicativo anterior</p>
<p>Dados e produtos da conta: serão mantidos</p>
<p>Aplicativo antigo: será descontinuado</p>
<p>Principais serviços: recarga, saldo, extrato, Pix, QR Code e atualização cadastral</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>CPTM reajusta operações das linhas metropolitanas neste domingo e segunda-feira (06 e 07) para feriado da Independência do Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/06/cptm-reajusta-operacoes-das-linhas-metropolitanas-neste-domingo-e-segunda-feira-06-e-07-para-feriado-da-independencia-do-brasil/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 06 Sep 2026 09:00:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Expresso Aeroporto se manterá desativado durante toda a operação comercial deste domingo (06) VINÍCIUS DE OLIVEIRA As linhas administradas pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) recebem ajustes no atendimento neste domingo e segunda-feira, 06 e 07 de setembro, sendo esta última data o feriado da Independência do Brasil. As intervenções são necessárias para a realização [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="836" height="627" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/trem-da-linha-11-coral-da-cptm-1744197336615_v2_4x3.jpg?fit=836%2C627&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/trem-da-linha-11-coral-da-cptm-1744197336615_v2_4x3.jpg?w=836&amp;ssl=1 836w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/trem-da-linha-11-coral-da-cptm-1744197336615_v2_4x3.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/trem-da-linha-11-coral-da-cptm-1744197336615_v2_4x3.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/trem-da-linha-11-coral-da-cptm-1744197336615_v2_4x3.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/trem-da-linha-11-coral-da-cptm-1744197336615_v2_4x3.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 836px) 100vw, 836px" /> <p><em>Expresso Aeroporto se manterá desativado durante toda a operação comercial deste domingo (06)</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>As linhas administradas pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) recebem ajustes no atendimento neste domingo e segunda-feira, 06 e 07 de setembro, sendo esta última data o feriado da Independência do Brasil.</p>
<p>As intervenções são necessárias para a realização de obras de manutenção, melhorias de infraestrutura e modernização ao longo da via férrea.</p>
<p>Confira o cronograma detalhado da operação:</p>
<p><strong>Domingo (06)</strong></p>
<p>A circulação de trens seguirá os intervalos médios habituais de domingo.</p>
<p><strong>Linhas 11-Coral e 12-Safira</strong></p>
<p>&#8211; Durante toda a operação comercial, o trecho entre as estações Brás e Tatuapé permanecerá totalmente interditado para a continuidade dos serviços no Viaduto Guadalajara. Os passageiros deverão adotar a mesma estratégia da noite de sábado, utilizando a transferência para a Linha 3-Vermelha do Metrô para realizar o deslocamento.</p>
<p><strong>Expresso Aeroporto</strong></p>
<p>&#8211; Durante toda a operação comercial, o serviço continuará suspenso. O trajeto até o Aeroporto de Guarulhos deverá ser feito via Linha 13-Jade, acessando a Linha 12-Safira a partir do trecho liberado ou das conexões com o Metrô.</p>
<p><strong>Segunda-feira (07) – Feriado</strong></p>
<p>No feriado de 7 de setembro, a circulação dos trens seguirá a programação de intervalos médios praticada aos domingos.</p>
<p><strong>Linha 11-Coral</strong></p>
<p>&#8211; Das 8h às 18h, os trens operarão por via única no trecho entre as estações Corinthians-Itaquera e José Bonifácio para a substituição de Aparelho de Mudança de Via (AMV) e montagem de paralastro na região.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Detro/RJ aplica quase 290 autuações durante fiscalizações no transporte intermunicipal em agosto</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/05/detro-rj-aplica-quase-290-autuacoes-durante-fiscalizacoes-no-transporte-intermunicipal-em-agosto/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 06 Sep 2026 01:00:29 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Operações identificaram 89 irregularidades em ônibus, além de infrações envolvendo vans e casos de transporte ilegal de passageiros YURI SENA As ações de fiscalização realizadas pelo Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro/RJ) resultaram em quase 290 autuações durante o mês de agosto. O balanço aponta 89 autos de infração aplicados [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="717" height="468" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/beb71861-db5a-468e-a05b-35b29cd2fa55.jpg?fit=717%2C468&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/beb71861-db5a-468e-a05b-35b29cd2fa55.jpg?w=717&amp;ssl=1 717w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/beb71861-db5a-468e-a05b-35b29cd2fa55.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/beb71861-db5a-468e-a05b-35b29cd2fa55.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/beb71861-db5a-468e-a05b-35b29cd2fa55.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 717px) 100vw, 717px" /> <p><em><span style="font-weight: 400;">Operações identificaram 89 irregularidades em ônibus, além de infrações envolvendo vans e casos de transporte ilegal de passageiros</span></em></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As ações de fiscalização realizadas pelo Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro/RJ) resultaram em quase 290 autuações durante o mês de agosto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O balanço aponta 89 autos de infração aplicados a ônibus intermunicipais, além de 69 registros envolvendo vans do sistema complementar. Outros 127 casos foram relacionados ao transporte remunerado de passageiros realizado de forma irregular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As operações ocorreram em diferentes regiões do estado. A Região Metropolitana concentrou o maior número de irregularidades identificadas em ônibus e vans, enquanto a Baixada Litorânea apresentou a maior incidência de autuações relacionadas ao transporte sem autorização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante as abordagens, os fiscais verificaram aspectos como as condições de conservação dos veículos, equipamentos de segurança, acessibilidade e cumprimento dos horários das linhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No combate ao transporte ilegal, as equipes também fiscalizaram veículos particulares que realizavam o transporte remunerado de passageiros sem autorização do poder público ou fora das regras estabelecidas para esse tipo de serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das fiscalizações realizadas nas ruas, o Detro/RJ promoveu inspeções em garagens de empresas que atuam no transporte intermunicipal. Entre os veículos avaliados estavam ônibus alvo de reclamações encaminhadas à Ouvidoria e coletivos incluídos no cronograma de inspeção anual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dos 622 ônibus vistoriados em agosto, 593 foram aprovados. Outros 29 veículos precisaram permanecer nas garagens para a realização de reparos antes de retornarem à operação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passageiros que identificarem irregularidades no transporte intermunicipal do Rio de Janeiro podem encaminhar reclamações à Ouvidoria do Detro/RJ. O atendimento telefônico é realizado pelo número (21) 3883-4141, em dias úteis, das 9h às 17h.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é possível registrar manifestações pelo portal OuvERJ.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Etufor reforça frota de ônibus do transporte público em Fortaleza (CE) durante feriado do Dia da Independência do Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/05/etufor-reforca-frota-de-onibus-do-transporte-publico-em-fortaleza-ce-durante-feriado-do-dia-da-independencia-do-brasil/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 06 Sep 2026 00:00:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[População contará com 16 coletivos extras nos terminais de integração, das 6h às 15h VINÍCIUS DE OLIVEIRA Em virtude do feriado do Dia da Independência do Brasil e do evento cívico-militar, no dia 07 de setembro, a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) terá reforço na frota de ônibus com 16 veículos extras à [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="558" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/08/onibus-fortaleza.png?fit=800%2C558&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/08/onibus-fortaleza.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/08/onibus-fortaleza.png?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/08/onibus-fortaleza.png?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/08/onibus-fortaleza.png?resize=768%2C536&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/08/onibus-fortaleza.png?resize=400%2C279&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>População contará com 16 coletivos extras nos terminais de integração, das 6h às 15h</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Em virtude do feriado do Dia da Independência do Brasil e do evento cívico-militar, no dia 07 de setembro, a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) terá reforço na frota de ônibus com 16 veículos extras à disposição da população nos terminais de integração, das 6h às 15h.</p>
<p>O objetivo é facilitar o deslocamento dos fortalezenses durante o feriado. A distribuição dos coletivos será da seguinte forma: Papicu (2), Messejana (3), Parangaba (4), Siqueira (4) e Antônio Bezerra (3).</p>
<p>Além dos veículos reservas, as linhas 027-Siqueira/Aeroporto/Papicu, 030-Siqueira/13 de Maio/Papicu, 038-Parangaba/Papicu e 680-José Walter/Cidade Jardim/Papicu operam com quadro de horários especial e reforço na frota, ao longo da segunda-feira (07/09), garantindo maior oferta de transporte público durante o feriado.</p>
<p>Todas as informações sobre itinerários e horários das linhas de ônibus em cada ponto de parada de Fortaleza estão disponíveis no aplicativo Meu Ônibus, disponível para Android e iOS.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Após investimentos de mais de R$ 120 milhões em um ano pela BR7, qualidade dos transportes de São Bernardo do Campo (SP) supera média nacional, aponta INDSAT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/05/apos-investimentos-de-mais-de-r-120-milhoes-em-um-ano-pela-br7-qualidade-dos-transportes-de-sao-bernardo-do-campo-sp-supera-media-nacional-aponta-indsat/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/05/apos-investimentos-de-mais-de-r-120-milhoes-em-um-ano-pela-br7-qualidade-dos-transportes-de-sao-bernardo-do-campo-sp-supera-media-nacional-aponta-indsat/#comments</comments>
    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 23:45:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[De acordo com indicador nacional de satisfação de serviços públicos, 42,5% dos moradores classificaram o Transporte Público como ótimo ou bom. Atuação conjunta entre iniciativa privada e gestão pública é o caminho, diz diretora de empresa ADAMO BAZANI A qualidade dos transportes públicos de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, superou a média nacional [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="520" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-05-at-10.39.21-1-e1788617751679.jpeg?fit=1024%2C520&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>De acordo com indicador nacional de satisfação de serviços públicos, 42,5% dos moradores classificaram o Transporte Público como ótimo ou bom. Atuação conjunta entre iniciativa privada e gestão pública é o caminho, diz diretora de empresa</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-532387-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Audio-2026-09-05-at-14.28.51-online-audio-converter.com_.mp3?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Audio-2026-09-05-at-14.28.51-online-audio-converter.com_.mp3">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Audio-2026-09-05-at-14.28.51-online-audio-converter.com_.mp3</a></audio></p>
<p>A qualidade dos transportes públicos de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, superou a média nacional e conquistou o primeiro lugar entre grandes e médias cidades brasileiras, de acordo com pesquisa realizada pela INDSAT na quarta semana de agosto de 2026.</p>
<p>Segundo o levantamento da organização voltada à avaliação de serviços públicos em todo o País, em agosto, 42,5% dos moradores classificaram o transporte público como ótimo ou bom, enquanto 31% avaliaram o serviço como regular e 26,5% como ruim ou péssimo.</p>
<p>Isso significa, ainda de acordo com o órgão, que, neste período, o serviço alcançou 617 pontos no índice INDSAT, ficando 32 pontos acima da média de 585 pontos registrada entre os municípios do mesmo agrupamento populacional, ou seja, com 400 mil habitantes ou mais.</p>
<p>O resultado ocorre após investimentos da prefeitura e da empresa concessionária BR7 Mobilidade em frota, melhoria da infraestrutura e tecnologia de monitoramento e gestão.</p>
<p>Somente no último ano, a companhia de transportes realizou investimentos da ordem de R$ 120 milhões. Já a prefeitura fez aportes em readequações de vias, construção e modernização de terminais e fiscalização dos serviços.</p>
<p>A BR7 reforçou sua operação em 2026 com a entrega de 115 novos ônibus, todos equipados com ar-condicionado, tomadas USB, Wi-Fi, acessibilidade e monitoramento. A frota hoje conta com 391 veículos patrimoniais.</p>
<p>A pontualidade também foi destaque para o resultado. Entre janeiro e julho de 2026, a BR7 registrou 99,12% de cumprimento das viagens, com mais de 800 mil viagens realizadas no período.</p>
<p>A companhia ainda realizou a implantação de mais de 200 novos abrigos e a reforma e modernização de mais de dois mil abrigos espalhados por São Bernardo do Campo. Estes abrigos são equipados com Wi-Fi gratuito, ampliando o acesso à conectividade enquanto os passageiros aguardam seus ônibus.</p>
<p>De acordo com a diretora-presidente da empresa de transportes, Milena Braga Romano, o resultado é fruto justamente do trabalho em conjunto entre a concessionária e a gestão pública.</p>
<p><strong><em>“Os últimos dois anos representaram o maior investimento em mobilidade urbana que São Bernardo do Campo já registrou em sua história recente. Compramos ônibus com ar-condicionado e que reduzem a poluição, trocamos abrigos, modernizamos toda a parte tecnológica, ampliamos o cumprimento de viagens. Quando a gestão pública e a concessionária privada atuam em conjunto, o resultado é o melhor para a população. Sabemos que ainda há bastante coisa para fazer e para melhorar, mas estamos no caminho certo.”</em></strong> – disse.</p>
<p>Segundo nota da INDSAT, o transporte público figura entre as melhores percepções dos moradores no quesito mobilidade.</p>
<p><strong><em>“O resultado é particularmente relevante em um momento em que São Bernardo do Campo passa por importantes obras de mobilidade. Apesar das mudanças de tráfego e dos impactos associados às intervenções, o Transporte Público consegue preservar uma percepção relativamente positiva entre os moradores e apresenta desempenho superior ao parâmetro das grandes cidades brasileiras pesquisadas pela INDSAT. Com 617 pontos, 42,5% de avaliações positivas e desempenho 32 pontos acima da média das Cidades de Grande Porte, o Transporte Público aparece entre os componentes mais bem posicionados da mobilidade urbana de São Bernardo do Campo no levantamento de agosto”</em></strong> – diz a nota da INDSAT.</p>
<p>O indicador ainda mostra melhora da avaliação sobre os transportes entre todos os perfis de diferentes públicos.</p>
<p><strong><em>Um dos destaques da pesquisa de agosto aparece na análise por perfil dos entrevistados. O Transporte Público apresentou avaliações mais favoráveis especialmente entre homens, jovens, moradores com mais de 50 anos e pessoas com ensino superior.</em></strong></p>
<p><strong><em>Entre os jovens de 16 a 30 anos, 49,4% avaliaram positivamente o Transporte Público, resultado 10,1 pontos percentuais superior ao observado em julho. O mesmo percentual de aprovação, 49,4%, foi registrado entre os moradores com mais de 50 anos, grupo que também apresentou avanço na avaliação do serviço.</em></strong></p>
<p><strong><em>Entre os homens, as avaliações positivas chegaram a 48,1%, contra 25,4% de avaliações negativas. Entre as mulheres, 37,9% classificaram o Transporte Público como ótimo ou bom e 27,4% como ruim ou péssimo.</em></strong></p>
<p><strong><em>Outro movimento importante foi identificado entre os entrevistados com ensino superior. Em agosto, 45,5% desse grupo avaliaram positivamente o Transporte Público, enquanto 24,4% apresentaram avaliação negativa. No levantamento anterior, a relação era inversa, com apenas 28,5% de avaliações positivas e 38,7% negativas.</em></strong></p>
<p><strong><em>A mudança merece atenção porque os moradores com maior escolaridade estavam entre os públicos mais críticos na medição anterior. O movimento observado em agosto reduz essa diferença e indica uma percepção mais favorável sobre o serviço entre um segmento tradicionalmente mais exigente em aspectos relacionados à mobilidade urbana.</em></strong></p>
<p><strong><em>Os resultados mostram que o desempenho geral do Transporte Público não está concentrado apenas em um perfil específico da população. Há percepções favoráveis distribuídas entre diferentes faixas etárias, níveis de escolaridade e regiões do município.</em></strong></p>
<p><strong>ALTO GRAU DE SATISFAÇÃO NOS PRINCIPAIS QUESITOS DA PESQUISA:</strong></p>
<p>Na edição mais recente, a BR7 manteve o alto grau de satisfação na nota geral do transporte, com destaques para o atendimento dos motoristas, as reformas dos abrigos e a conservação e limpeza dos ônibus.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind1.jpg?resize=852%2C605&#038;ssl=1" class="aligncenter size-full wp-image-532390" alt="" width="852" height="605" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind1.jpg?w=852&amp;ssl=1 852w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind1.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind1.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind1.jpg?resize=768%2C545&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind1.jpg?resize=400%2C284&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 852px) 100vw, 852px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind2.jpg?resize=953%2C719&#038;ssl=1" class="aligncenter size-large wp-image-532391" width="953" height="719" alt="" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind2.jpg?w=953&amp;ssl=1 953w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind2.jpg?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind2.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind2.jpg?resize=768%2C579&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind2.jpg?resize=400%2C302&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 953px) 100vw, 953px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind3.jpg?resize=959%2C700&#038;ssl=1" class="aligncenter size-large wp-image-532392" width="959" height="700" alt="" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind3.jpg?w=959&amp;ssl=1 959w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind3.jpg?resize=300%2C219&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind3.jpg?resize=150%2C109&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind3.jpg?resize=768%2C561&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind3.jpg?resize=400%2C292&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 959px) 100vw, 959px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind4.jpg?resize=975%2C686&#038;ssl=1" class="aligncenter size-large wp-image-532393" width="975" height="686" alt="" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind4.jpg?w=975&amp;ssl=1 975w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind4.jpg?resize=300%2C211&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind4.jpg?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind4.jpg?resize=768%2C540&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ind4.jpg?resize=400%2C281&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 975px) 100vw, 975px" /></p>
<p><strong>Metodologia</strong></p>
<p>A pesquisa foi realizada pela INDSAT na quarta semana de agosto de 2026. Foram realizadas 600 entrevistas presenciais com eleitores de 16 anos ou mais, distribuídos pelos seis setores de São Bernardo do Campo. O levantamento possui margem de erro de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos nos resultados gerais, e nível de confiança de 95%.</p>
<p><strong>Resumo Geral dos Indicadores e Resultados:</strong></p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Indicador</strong></td>
<td><strong>Resultado</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Avaliação “ótimo ou bom” do transporte público</td>
<td><strong>42,5%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Avaliação “regular”</td>
<td><strong>31,0%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Avaliação “ruim ou péssimo”</td>
<td><strong>26,5%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Pontuação no índice INDSAT</td>
<td><strong>617 pontos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Média das cidades do mesmo porte</td>
<td><strong>585 pontos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Diferença sobre a média</td>
<td><strong>+32 pontos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Investimentos da BR7 no último ano</td>
<td><strong>Mais de R$ 120 milhões</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Novos ônibus entregues em 2026</td>
<td><strong>115 veículos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Frota patrimonial atual</td>
<td><strong>391 veículos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Cumprimento das viagens entre janeiro e julho de 2026</td>
<td><strong>99,12%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Viagens realizadas no período</td>
<td><strong>Mais de 800 mil</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Novos abrigos implantados</td>
<td><strong>Mais de 200</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Abrigos reformados e modernizados</td>
<td><strong>Mais de 2 mil</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Jovens de 16 a 30 anos com avaliação positiva</td>
<td><strong>49,4%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Variação entre jovens em relação a julho</td>
<td><strong>+10,1 p.p.</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Moradores com mais de 50 anos com avaliação positiva</td>
<td><strong>49,4%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Homens com avaliação positiva</td>
<td><strong>48,1%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Homens com avaliação negativa</td>
<td><strong>25,4%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Mulheres com avaliação positiva</td>
<td><strong>37,9%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Mulheres com avaliação negativa</td>
<td><strong>27,4%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Pessoas com ensino superior com avaliação positiva em agosto</td>
<td><strong>45,5%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Pessoas com ensino superior com avaliação negativa em agosto</td>
<td><strong>24,4%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Ensino superior — avaliação positiva no levantamento anterior</td>
<td><strong>28,5%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Ensino superior — avaliação negativa no levantamento anterior</td>
<td><strong>38,7%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Número de entrevistas</td>
<td><strong>600</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Idade mínima dos entrevistados</td>
<td><strong>16 anos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Setores do município contemplados</td>
<td><strong>6</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Margem de erro</td>
<td><strong>± 4 pontos percentuais</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Nível de confiança</td>
<td><strong>95%</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>4</slash:comments>
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  </item>
  <item>
    <title>Tamboré anuncia a restauração de mais um ícone dos transportes: Caio Amélia – 1986 Mercedes-Benz OF- 1113 ex – Urubupungá</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/05/tambore-anuncia-a-restauracao-de-mais-um-icone-dos-transportes-caio-amelia-1986-mercedes-benz-of-1113-ex-urubupunga/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 23:28:13 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[História]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa de Barueri, na Grande São Paulo, se tornou conhecida por preservar e manter parte da história do transporte coletivo e traz mais esta surpresa ADAMO BAZANI Um pedaço da história dos ônibus da Grande São Paulo vai ganhar uma nova chance de permanecer nas ruas, agora como veículo de preservação. A Transportadora Tamboré, de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="590" height="443" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes.jpg?fit=590%2C443&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes.jpg?w=590&amp;ssl=1 590w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px" /> <p><em>Empresa de Barueri, na Grande São Paulo, se tornou conhecida por preservar e manter parte da história do transporte coletivo e traz mais esta surpresa</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Um pedaço da história dos ônibus da Grande São Paulo vai ganhar uma nova chance de permanecer nas ruas, agora como veículo de preservação. A Transportadora Tamboré, de Barueri (SP), anunciou em suas redes sociais que a restauração dr um Caio Amélia, ano 1986, sobre chassi Mercedes-Benz OF-1113, que pertenceu à Auto Viação Urubupungá, tradicional empresa de Osasco (SP).</p>
<p>O anúncio é mais um capítulo de um trabalho que tornou a Tamboré conhecida também fora de sua atividade regular de fretamento e turismo. Nos últimos anos, a empresa e seu fundador, Eder Pereira, passaram a recuperar, recomprar e manter ônibus de diferentes épocas, muitos deles exibidos em encontros de veículos históricos. No caso do Amélia, a própria Tamboré contou que as negociações para obter o ônibus vinham desde o ano passado e que o veículo era mantido em um galpão pelo antigo proprietário.</p>
<p>A nova aquisição chama atenção por reunir três nomes intimamente relacionados à história dos transportes paulistas: Caio, Mercedes-Benz e Urubupungá. E é justamente a combinação entre a carroceria Amélia e o OF-1113 que transporta o admirador de ônibus diretamente para a primeira metade dos anos 1980.</p>
<p><strong>CAIO AMÉLIA: UM DOS ROSTOS DOS ÔNIBUS DOS ANOS 1980</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-532445" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes-2.jpg?resize=590%2C443&#038;ssl=1" alt="" width="590" height="443" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes-2.jpg?w=590&amp;ssl=1 590w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes-2.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes-2.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes-2.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p>Para quem viveu o transporte coletivo brasileiro durante os anos 1980, o desenho do Caio Amélia dificilmente passa despercebido.</p>
<p>O modelo sucedeu a família Gabriela, um dos grandes sucessos anteriores da fabricante paulista. A própria Caio registra em sua história que o Amélia marcou o começo daquela década e a nova fase industrial da empresa em Botucatu (SP). A fábrica foi oficialmente inaugurada em 1982, depois da transferência da produção que antes ocorria na capital paulista.</p>
<p>O Amélia podia ser produzido com estrutura de aço ou alumínio e rapidamente ganhou espaço nas frotas urbanas. Foi uma carroceria característica de uma época em que os ônibus brasileiros ainda tinham linhas bastante retas, grandes áreas envidraçadas e soluções mecânicas muito diferentes das encontradas atualmente.</p>
<p>A vida comercial do modelo avançou até 1988, quando a Caio apresentou o Vitória, que assumiu seu lugar e também se tornaria um dos ônibus urbanos mais populares do País. A trajetória do Amélia, portanto, ficou concentrada justamente em uma década de forte crescimento dos sistemas urbanos e metropolitanos.</p>
<p>O ônibus agora adquirido pela Tamboré é de 1986, ou seja, pertence à fase final da produção tanto da carroceria quanto do chassi que está por baixo dela.</p>
<p><strong>E O MERCEDES-BENZ OF-1113?</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-532446" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes-1.jpg?resize=590%2C443&#038;ssl=1" alt="" width="590" height="443" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes-1.jpg?w=590&amp;ssl=1 590w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes-1.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Tambore-Transportes-1.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O OF-1113 também é um personagem importante dessa história.</p>
<p>De acordo com dados técnicos da Mercedes-Benz do Brasil compilados pelo ViaCircular, o chassi foi fabricado entre 1983 e 1986 para aplicações urbanas e rodoviárias. Era um veículo de motor dianteiro equipado com o conhecido Mercedes-Benz OM-352, diesel, de seis cilindros em linha e 5,675 litros. A potência máxima era de 126 cavalos.</p>
<p>A transmissão era mecânica e o projeto seguia uma arquitetura típica dos ônibus urbanos daquele período, com suspensão por feixes de molas e freios a ar comprimido.</p>
<p>Pode parecer pouco diante das potências dos ônibus atuais, que chegam facilmente à faixa dos 200 cv ou mais nos modelos urbanos convencionais, mas o conjunto OF-1113 foi desenvolvido para uma realidade operacional completamente diferente, em veículos mais leves e com muito menos equipamentos embarcados.</p>
<p>Um detalhe torna o exemplar da Tamboré ainda mais interessante: 1986 é justamente o último ano apontado para a fabricação do OF-1113.</p>
<p>É, portanto, um ônibus que praticamente encerra uma geração.</p>
<p><strong>O PASSADO NA URUBUPUNGÁ</strong></p>
<p>A origem do veículo também acrescenta valor histórico.</p>
<p>A Auto Viação Urubupungá foi fundada em 1966 e passou a ser administrada pelo atual grupo controlador a partir de 1973. Naquele momento, operava cinco linhas na região de Lapa e Osasco.</p>
<p>A década de 1980, justamente quando o Caio Amélia agora resgatado foi produzido, foi um período importante de expansão da companhia. Segundo histórico divulgado pela própria Urubupungá, dezenas de novas linhas e centenas de novos ônibus foram incorporados acompanhando o crescimento da Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>A empresa também ficou marcada por experiências tecnológicas. No fim dos anos 1970 e começo dos anos 1980, participou de testes pioneiros com ônibus Mercedes-Benz abastecidos com álcool, dentro dos esforços desenvolvidos no País para reduzir a dependência do petróleo.</p>
<p>Assim, preservar um ônibus da Urubupungá de 1986 significa conservar fisicamente um objeto de uma fase de expansão dos transportes de Osasco (SP) e de toda a região Oeste da Grande São Paulo.</p>
<p><strong>TAMBORE TRANSFORMOU PRESERVAÇÃO EM OUTRA MARCA DA EMPRESA</strong></p>
<p>A atividade principal da Transportadora Turística Tamboré continua sendo o transporte de passageiros. A empresa, sediada em Barueri (SP), atua principalmente com fretamento e também oferece serviços voltados a turismo, excursões e transporte corporativo. Dados cadastrais apontam a abertura da Transportadora Turística Tamboré Ltda. em abril de 2013.</p>
<p>Mas, paralelamente, os ônibus antigos ganharam cada vez mais espaço.</p>
<p>Em 2023, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou um dos trabalhos que mais chamaram atenção: a recuperação de um Caio Vitória, Mercedes-Benz OF-1620, ano 1995, que estava em um pátio com destino à sucata.</p>
<p>O ônibus havia pertencido originalmente à Auto Viação Tabú e passou posteriormente por Expresso Paulistano, Transporte Coletivo São Judas e Via Sul. A Tamboré recuperou o veículo e inicialmente reproduziu elementos da identidade da antiga Tabú.</p>
<p>Mais tarde, o mesmo carro recebeu uma caracterização em homenagem à Viação Cidade Tiradentes, empresa ligada à história do empresário Constantino de Oliveira, o Nenê Constantino. O trabalho não ficou apenas na pintura: segundo reportagem do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, houve recuperação de componentes internos e externos para aproximar o ônibus de suas configurações históricas.</p>
<p>Outro Caio Padron Vitória, de número 330, que pertenceu à CMTB (Companhia Municipal de Transportes de Barueri), também passou a integrar o conjunto de ônibus históricos apresentado por Eder Pereira. Os dois foram levados pela Tamboré à BusBrasil Fest de 2024, em Barueri (SP).</p>
<p><strong>DE URBANO A RODOVIÁRIO: VEJA OS CLÁSSICOS LIGADOS À TAMBORE</strong></p>
<p>A Tamboré não mantém apenas ônibus urbanos. O acervo divulgado publicamente inclui modelos rodoviários e monoblocos que marcaram gerações diferentes.</p>
<p>Entre os veículos históricos já apresentados, recuperados ou recomprados pela empresa estão:</p>
<ul>
<li>Caio Vitória / Mercedes-Benz OF-1620 – ano 1995: originalmente da Auto Viação Tabú e posteriormente utilizado por outras empresas do sistema paulistano. Foi recuperado quando estava destinado à sucata e já recebeu caracterizações históricas da Tabú e da Viação Cidade Tiradentes.</li>
<li>Caio Padron Vitória nº 330 / Mercedes-Benz OF-1620: exemplar que pertenceu à CMTB, Companhia Municipal de Transportes de Barueri, e integra o trabalho de preservação apresentado pela Tamboré em eventos.</li>
<li>Marcopolo Paradiso GV 1450 / Scania K113 TLB – ano 1995: um dos rodoviários clássicos mantidos pela companhia. O carro de prefixo 1212 já participou de encontros de ônibus e esteve na BBF 2024. Registros especializados indicam chassi Scania K113 TL 6&#215;2 e potência de 362 cv.</li>
<li>Mercedes-Benz Monobloco O-371U – ano 1993: identificado pelo prefixo 9764, é outro representante dos anos 1990 mantido na identidade da Transportadora Tamboré. O veículo, de 184 cv, apareceu em agosto de 2026 no 3º Red Bus Fest, em Artur Nogueira (SP).</li>
<li>Marcopolo GV 1000: tem um significado diferente para a própria empresa. Segundo divulgação do Grupo Tamboré, trata-se do segundo ônibus de sua história, usado nos primeiros passos das operações. A companhia anunciou em janeiro de 2026 a recompra do veículo, trazendo-o de volta ao grupo para preservação.</li>
<li>Caio Amélia / Mercedes-Benz OF-1113 – ano 1986, ex-Auto Viação Urubupungá: é a mais nova aquisição anunciada e deverá passar pelo processo de restauração.</li>
</ul>
<p><strong>MAIS QUE NOSTALGIA</strong></p>
<p>Ônibus antigos costumam despertar memória afetiva porque fizeram parte da rotina de milhares de pessoas. Mas a preservação também tem uma dimensão técnica.</p>
<p>Um veículo como o Caio Amélia OF-1113 permite observar, na prática, como eram construídas as carrocerias, os postos de trabalho dos motoristas, os salões de passageiros, bancos, janelas, portas, painéis, iluminação e sistemas mecânicos de uma determinada época.</p>
<p>Também mostra quanto o ônibus urbano mudou em quatro décadas.</p>
<p>O OF-1113 que hoje representa uma tecnologia histórica era um chassi mecânico de motor dianteiro e 126 cv. Os ônibus atuais incorporam suspensão pneumática, transmissões automáticas, sistemas eletrônicos, ar-condicionado, recursos de acessibilidade e, cada vez mais, propulsão elétrica ou outras tecnologias de baixa emissão.</p>
<p>É essa diferença que faz um ônibus preservado deixar de ser apenas “um veículo velho” e se transformar em documento histórico sobre rodas.</p>
<p>No caso do Amélia de 1986, há ainda uma combinação especial: um modelo clássico da Caio, um dos chassis mais conhecidos da Mercedes-Benz daquele período e uma passagem pela Urubupungá justamente durante a expansão dos transportes na região Oeste da Grande São Paulo.</p>
<p>Agora, mais de quatro décadas depois, a história continua em Barueri (SP), onde a Tamboré prepara mais um ônibus para não deixar o passado dos transportes desaparecer.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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