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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p>A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p>Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p>Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>ZURB: Seminário de Mobilidade Urbana em Recife reúne lideranças do setor com cobertura presencial do Diário do Transporte</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/20/zurb-seminario-de-mobilidade-urbana-em-recife-reune-liderancas-do-setor-com-cobertura-presencial-do-diario-do-transporte/</link>
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    <pubDate>Wed, 20 May 2026 13:28:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nesta quarta-feira e quinta-feira (20 e 21 de maio) a capital pernambucana sedia debates de temas como mototáxis, Marco Legal do Transporte Público, e exemplos de BRT pelo Brasil ADAMO BAZANI Nesta quarta-feira, 20 de maio de 2026, e quinta-feira (21), é realizado em Recife o Zurb: Seminário de Mobilidade Urbana. O Diário do Transporte [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Suspensao-provisoria-de-operacao-de-estacoes-do-EBRT-no-sentido-CamaragibeRecife_FOTO_PAULO-MACIEL-1030x686-1.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Suspensao-provisoria-de-operacao-de-estacoes-do-EBRT-no-sentido-CamaragibeRecife_FOTO_PAULO-MACIEL-1030x686-1.jpg?w=1030&amp;ssl=1 1030w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Suspensao-provisoria-de-operacao-de-estacoes-do-EBRT-no-sentido-CamaragibeRecife_FOTO_PAULO-MACIEL-1030x686-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Suspensao-provisoria-de-operacao-de-estacoes-do-EBRT-no-sentido-CamaragibeRecife_FOTO_PAULO-MACIEL-1030x686-1.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Suspensao-provisoria-de-operacao-de-estacoes-do-EBRT-no-sentido-CamaragibeRecife_FOTO_PAULO-MACIEL-1030x686-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Suspensao-provisoria-de-operacao-de-estacoes-do-EBRT-no-sentido-CamaragibeRecife_FOTO_PAULO-MACIEL-1030x686-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Suspensao-provisoria-de-operacao-de-estacoes-do-EBRT-no-sentido-CamaragibeRecife_FOTO_PAULO-MACIEL-1030x686-1.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Nesta quarta-feira e quinta-feira (20 e 21 de maio) a capital pernambucana sedia debates de temas como mototáxis, Marco Legal do Transporte Público, e exemplos de BRT pelo Brasil</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Nesta quarta-feira, 20 de maio de 2026, e quinta-feira (21), é realizado em Recife o Zurb: Seminário de Mobilidade Urbana.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transport</strong><strong>e</strong></em> está presencialmente no evento fazendo a cobertura nacional.</p>
<p>Diversas lideranças do setor de transportes se reúnem no Recife Expo Center, no Cais de Santa Rita, para não só debaterem a conjuntura atual e os rumos da Mobilidade Urbana pelo Brasil, mas trocarem experiências do que já está sendo de prático implementado e que pode ser disseminado entre diferentes regiões, com as devidas adaptações locais.</p>
<p>Entre os exemplos estão palestras e apresentações sobre a mudança do sistema de BRT do Rio de Janeiro, que estava em plena degradação e agora recupera demanda e credibilidade; o BRT de Sorocaba, no interior de São Paulo, o primeiro no País no qual, como já ocorre em sistemas de trilhos, o operador dos ônibus também foi responsável pelas obras e projetos; e o Sistema Metropolitano de Ônibus em Goiânia e região, que só começou a se revitalizar depois de um novo modelo contratual, aprovado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) que permite a prorrogação e renovação dos contratos de forma antecipada em troca de ampliações nos investimentos.</p>
<p>O sistema de transportes da região metropolitana de Recife também será destaque.</p>
<p>Temas nacionais como a criação de um sistema nacional de financiamento dos transportes, chamado de SUS da Mobilidade, e o novo Marco Legal do Transporte Público, aprovado recentemente pela Câmara após cinco anos de tramitação no Congresso estão entre as exposições.</p>
<p>Outro destaque é a influência das mototáxis, que crescem pelo país, na mobilidade e na segurança viária.</p>
<p>Como mostrou o Diário do Transporte, nesta terça-feira, 19 de maio de 2026, ao anunciar o programa Move Brasil com R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de carros de aplicativo comprarem veículos novos, o presidente Luís Inácio Lula da Silva também flexibilizou as regras sobre os mototaxistase e motofretistas em geral, retirando exigências como a idade mínima de 21 anos para atividade remunerada, dois anos de CNH categoria A e a obrigatoriedade de cursos, que passam a ser facultativos.</p>
<p><strong>Veja a programação</strong></p>
<p>DIA 20/05 | 14h</p>
<p>O Cenário do Transporte Público no Brasil e na RMR</p>
<p>› Abertura ›</p>
<p>O transporte público no Brasil (Francisco Christovam – NTU) ›</p>
<p>O transporte público na RMR (Leonardo Meira – UFPE) ›</p>
<p>Os efeitos dos sinistros de motos na RMR (Leonardo Gomes &#8211; Coordenador-geral do SAMU) ›</p>
<p>Mesa Redonda (palestrantes com mediação de Roberta Soares)</p>
<p>DIA 21/05 | 08h30</p>
<p>As Soluções para o Transporte Público no Brasil e na RMR<br />
› As soluções para o transporte público no Brasil — Marco Legal, Sistema Único de Mobilidade, Tarifa Zero (Marcos Bicalho – NTU) ›</p>
<p>A nova rede de transporte coletivo da Região Metropolitana de Goiânia (Miguel Angelo Pricinote – RMTC) ›</p>
<p>A experiência de Sorocaba (Marcius Pereira &#8211; Coordenador de Transporte e Trânsito) ›</p>
<p>Combate a evasão no BRT: o caso do Rio de Janeiro (Maína Celidonio &#8211; ex Secretária de Mobilidade da Cidade do Rio de Janeiro) ›</p>
<p>Mesa Redonda (palestrantes com mediação de Rodrigo Tortoriello)</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Temporal e alagamentos em Petrópolis (RJ) paralisam 70 linhas de ônibus nesta quarta-feira (20)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/20/temporal-e-alagamentos-em-petropolis-rj-paralisam-70-linhas-de-onibus-nesta-quarta-feira-20/</link>
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    <pubDate>Wed, 20 May 2026 12:30:06 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Há diversas vias bloqueadas pela água em diversas regiões da cidade ARTHUR FERRARI A forte chuva que atinge Petrópolis (RJ) provocou a suspensão da operação de 70 linhas de ônibus na manhã desta quarta-feira (20). As empresas Cidade Real e Cidade das Hortênsias informaram que as interrupções começaram a ser contabilizadas por volta das 9h30, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="900" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2cb558daecd796df8c5b78162d816568_XL.jpg?fit=900%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2cb558daecd796df8c5b78162d816568_XL.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2cb558daecd796df8c5b78162d816568_XL.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2cb558daecd796df8c5b78162d816568_XL.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2cb558daecd796df8c5b78162d816568_XL.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2cb558daecd796df8c5b78162d816568_XL.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /> <p><em>Há diversas vias bloqueadas pela água em diversas regiões da cidade</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A forte chuva que atinge Petrópolis (RJ) provocou a suspensão da operação de 70 linhas de ônibus na manhã desta quarta-feira (20). As empresas Cidade Real e Cidade das Hortênsias informaram que as interrupções começaram a ser contabilizadas por volta das 9h30, em razão dos alagamentos registrados em diferentes regiões do município.</p>
<p>Segundo as operadoras, diversos pontos da cidade ficaram intransitáveis após o avanço da água, afetando diretamente a circulação do transporte coletivo urbano.</p>
<p>Entre os locais com registros de alagamentos estão a Avenida Ipiranga, Estrada da Saudade e as ruas Montecaseros, Souza Franco, Doutor Sá Earp, Coronel Veiga, Olavo Bilac e Mosela. Também houve impactos na Praça Duque de Caxias e na região do Valparaíso.</p>
<p>Com a situação, dezenas de linhas deixaram de operar temporariamente. A paralisação atingiu serviços em diferentes bairros e regiões da cidade serrana.</p>
<p>As linhas interrompidas são: 010, 019, 100, 102, 103, 104, 105, 106, 107, 108, 110, 112, 113, 114, 115, 118, 119, 122, 124, 129, 132, 133, 134, 135, 136, 139, 143, 147, 148, 149, 151, 152, 153, 155, 156, 157, 158, 161, 163, 165, 166, 167, 168, 170, 172, 173, 174, 175, 176, 178, 179, 180, 181, 182, 183, 184, 185, 187, 188, 189, 192, 193, 194, 326, 327, 328, 329, 333, 335 e 336.</p>
<p>Até o momento, as empresas não divulgaram previsão para normalização integral das operações.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>MP Turismo incorpora novo ônibus Busscar para operações de fretamento e viagens no Sul</title>
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    <pubDate>Wed, 20 May 2026 11:25:21 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Modelo El Buss FT entregue em Joinville (SC) aposta em configuração executiva, acessibilidade e maior espaço interno para atender transporte corporativo e turismo regional ARTHUR FERRARI A MP Turismo, empresa sediada em Joinville (SC) e atuante há três décadas nos segmentos de fretamento, turismo e transporte executivo, recebeu uma nova unidade do modelo El Buss [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="736" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/post_MP-Turismo-EBFT-1.jpg?fit=1024%2C736&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/post_MP-Turismo-EBFT-1.jpg?w=1076&amp;ssl=1 1076w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/post_MP-Turismo-EBFT-1.jpg?resize=300%2C216&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/post_MP-Turismo-EBFT-1.jpg?resize=1024%2C736&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/post_MP-Turismo-EBFT-1.jpg?resize=150%2C108&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/post_MP-Turismo-EBFT-1.jpg?resize=768%2C552&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/post_MP-Turismo-EBFT-1.jpg?resize=400%2C287&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Modelo El Buss FT entregue em Joinville (SC) aposta em configuração executiva, acessibilidade e maior espaço interno para atender transporte corporativo e turismo regional</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A MP Turismo, empresa sediada em Joinville (SC) e atuante há três décadas nos segmentos de fretamento, turismo e transporte executivo, recebeu uma nova unidade do modelo El Buss FT, fabricado pela Busscar. O veículo passa a integrar a frota da operadora para utilização em viagens corporativas, turismo regional e serviços dedicados de transporte de passageiros.</p>
<p>O ônibus foi desenvolvido para aplicações de curta e média distância e traz configuração executiva voltada ao conforto operacional e dos passageiros. Entre os diferenciais apontados pela fabricante está a carroceria de 2,60 metros de largura, característica que amplia o espaço interno e facilita a circulação dentro do salão.</p>
<p>O modelo entregue à MP Turismo possui capacidade para 44 passageiros e conta com poltronas reclináveis Class Soft. Os assentos receberam apoio de braços escamoteável, apoio para pés com balancim, porta-copos individuais, tomadas USB e cintos de segurança retráteis.</p>
<p>A configuração também contempla dois espaços reservados para pessoas com deficiência. Os lugares possuem identificação tátil, cintos de três pontos e elevador de acessibilidade.</p>
<p>O salão interno recebeu ar-condicionado de teto com sistema de renovação de ar e filtro antipólen, além de iluminação em LED e dois tetos solares. O veículo ainda dispõe de sanitário com sistema de odorização, campainha de serviço, armário porta-objetos e móvel refrigerado equipado com geladeira.</p>
<p>Na cabine, o ônibus traz poltrona do motorista com amortecimento, apoio de cabeça e cinto de três pontos. O conjunto também inclui sistema de defroster integrado ao ar-condicionado, sensor de ré com alerta sonoro e itinerário eletrônico em LED.</p>
<p>Segundo a fabricante, o El Buss FT entregue à empresa catarinense foi montado sobre chassi Volksbus VW 17.230, configuração voltada a operações de fretamento e turismo.</p>
<p>“É uma satisfação para a BUSSCAR entregar o El Buss FT para uma empresa reconhecida na região como a MP Turismo. O modelo foi desenvolvido para atender operações que exigem eficiência, robustez e conforto, características fundamentais para o segmento de fretamento e turismo”, afirmou Paulo Corso, diretor comercial da Busscar.</p>
<p>A entrega reforça a presença da fabricante no segmento de fretamento e turismo da Região Sul, mercado que vem concentrando investimentos em renovação de frota voltada ao transporte executivo e corporativo.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Metrô abre licitações relacionadas ao Metrô de Diadema (Linha 21 Vinho)</title>
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    <pubDate>Wed, 20 May 2026 10:59:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Companhia vai contratar empresas para investigação e análise de solo e serviços técnicos especializados de engenharia, arquitetura e geologia ARTHUR FERRARI A Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô publicou dois avisos de licitação voltados ao avanço dos estudos da futura Linha 21-Vinho, conhecida como Metrô de Diadema. Os processos tratam da contratação de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/anptrilhos-metrosp-1-e1779274757235.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Companhia vai contratar empresas para investigação e análise de solo e serviços técnicos especializados de engenharia, arquitetura e geologia</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô publicou dois avisos de licitação voltados ao avanço dos estudos da futura Linha 21-Vinho, conhecida como Metrô de Diadema. Os processos tratam da contratação de serviços técnicos especializados para elaboração de anteprojetos e análises geotécnicas do empreendimento.</p>
<p>Uma das licitações prevê a contratação de empresa para prestação de serviços técnicos especializados de engenharia, arquitetura e geologia destinados ao desenvolvimento do anteprojeto de engenharia e do Estudo de Impacto Ambiental da Linha 21-Vinho.</p>
<p>O certame corresponde à Licitação nº 10023315, vinculada ao Compras.gov nº 90151/2026. Segundo o aviso publicado pelo Metrô, o edital completo estará disponível a partir de 25 de maio de 2026 nos portais do Compras.gov, Diário Oficial do Estado de São Paulo e no site oficial da companhia.</p>
<p>A sessão pública da licitação eletrônica está marcada para o dia 4 de agosto de 2026, às 10h, por meio da plataforma Compras.gov.</p>
<p>O segundo processo aberto pela estatal paulista envolve a realização de investigações geotécnicas e sondagens para subsidiar o anteprojeto de engenharia da futura linha metroviária.</p>
<p>A contratação está vinculada à Licitação nº 10023318 e ao Compras.gov nº 90115/2026. O objetivo é obter dados técnicos sobre as condições do solo ao longo do traçado previsto para o projeto.</p>
<p>De acordo com o cronograma divulgado, os documentos desta concorrência também poderão ser acessados a partir de 25 de maio de 2026. Já a sessão pública para recebimento das propostas e processamento da disputa eletrônica ocorrerá em 8 de julho de 2026, às 9h.</p>
<p>As duas contratações fazem parte da etapa preliminar de desenvolvimento da Linha 21-Vinho, projeto que vem sendo estudado pelo Governo de São Paulo para ampliar a rede metroviária na Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, o Governador Tarcísio de Freitas confirmou a implantação da linhas 21-Vinho durante ainda na última semana.</p>
<p><strong>Relembre</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="o8qClNGSoF"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/16/entrevista-tarcisio-diz-nesta-sexta-15-que-obra-do-brt-abc-comecou-a-andar-bem-e-que-obras-da-linha-20-rosa-vao-demorar-cinco-anos-com-quatro-tatuzoes/">ENTREVISTA: Tarcísio diz nesta sexta (15) que obra do BRT-ABC começou a “andar bem” e que obras da linha 20-Rosa vão demorar cinco anos com quatro tatuzões</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ENTREVISTA: Tarcísio diz nesta sexta (15) que obra do BRT-ABC começou a “andar bem” e que obras da linha 20-Rosa vão demorar cinco anos com quatro tatuzões&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/16/entrevista-tarcisio-diz-nesta-sexta-15-que-obra-do-brt-abc-comecou-a-andar-bem-e-que-obras-da-linha-20-rosa-vao-demorar-cinco-anos-com-quatro-tatuzoes/embed/#?secret=oJsIk0aRxQ#?secret=o8qClNGSoF" data-secret="o8qClNGSoF" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-516279" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-516278" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>BNDES vai para a China e Alemanha para atrair novas fábricas de ônibus elétricos para o Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/20/bndes-vai-para-a-china-e-alemanha-para-atrair-novas-fabricas-de-onibus-eletricos-para-o-brasil/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 20 May 2026 09:30:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Delegação fica em viagem até 29 de maio de 2026 ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) mandou representantes para Pequim, na China; e para Frankfurt, na Alemanha; para tentar atrair mais plantas de produção de ônibus elétricos para o Brasil. De acordo com despacho autorizatório publicado nesta [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-20-at-05.47.26-e1779267118504.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Delegação fica em viagem até 29 de maio de 2026</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Arthur Ferrari</strong></em></p>
<p>O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) mandou representantes para Pequim, na China; e para Frankfurt, na Alemanha; para tentar atrair mais plantas de produção de ônibus elétricos para o Brasil.</p>
<p>De acordo com despacho autorizatório publicado nesta quarta-feira, 20 de maio de 2026, o gerente da instituição, Márcio Fróes Miguez, fica em viagem até 29 de maio.</p>
<p>Segundo o documento oficial, o objetivo é mostrar aos países a demanda atual e as projeções de demanda por ônibus elétricos no Brasil e as linhas de financiamento existentes no País para incentivar este tipo de veículo.</p>
<p>Além disso, de acordo com o documento assinado pelo presidente do Banco Aluízio Mercadante, a missão tem o objetivo de atrair investimentos, inclusive com novas plantas no Brasil.</p>
<p>A missão permitirá apresentar a demanda atual e futura do Brasil por ônibus elétricos, bem como os instrumentos de política pública e financiamento existentes, com vistas a atrair investimentos para a produção ou montagem local desses veículos, em FRANKFURT/ ALEMANHA e PEQUIM/ CHINA, no período de 17/5/2026 a 29/5/2026, inclusive trânsito, com ônus (Processo de Viagem ao Exterior nº 130805)_</p>
<p>Entre as principais linhas de financiamento para ônibus elétricos estão as inseridas no PAC da Mobilidade.</p>
<p>O Banco estima liberar cerca de R$ 6,5 bilhões para compra de ônibus elétricos e equipamentos de recarga de baterias.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Linha 5-Lilás opera com restrições nesta quarta-feira (20) devido a falha em equipamento de via</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/20/linha-5-lilas-opera-com-restricoes-nesta-quarta-feira-20-devido-a-falha-em-equipamento-de-via/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 20 May 2026 08:50:38 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada em trecho, mas toda a linha pode sofrer impactos ARTHUR FERRARI Quem utiliza a linha 5-Lilás de metrô enfrenta dificuldades desde às 5h42 desta quarta-feira, 20 de maio de 2026, quando uma falha em equipamento de via passou a afetar a operação. De acordo com [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="472" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-11-e1776359057606.jpg?fit=800%2C472&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada em trecho, mas toda a linha pode sofrer impactos</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Quem utiliza a linha 5-Lilás de metrô enfrenta dificuldades desde às 5h42 desta quarta-feira, 20 de maio de 2026, quando uma falha em equipamento de via passou a afetar a operação.</p>
<p>De acordo com a ViaMobilidade, concessionária responsável pelo sistema, o problema prejudica principalmente o trecho entre as estações Adolfo Pinheiro e Alto da Boa Vista. Vale lembrar que toda a extensão pode ser afetada devido a lotação e chegada de pico caso o problema não seja rapidamente solucionado.</p>
<p>O trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada principalmente no trecho impactado.</p>
<p>Em nota, a concessionária afirma que equipes de manutenção atuam para normalizar o atendimento o mais rápido possível.</p>
<p><strong>Nota da ViaMobilidade na íntegra</strong></p>
<p><em>A ViaMobilidade informa que, devido a uma falha em equipamento de via entre as estações Adolfo Pinheiro e Alto da Boa Vista, da Linha 5-Lilás, os trens circulam com velocidade reduzida na região no início da manhã desta quarta-feira, 20.</em></p>
<p><em>Por conta da ocorrência, o trecho entre as estações apresenta maiores intervalos entre os trens. As equipes de manutenção seguem atuando para normalizar a operação o mais rapidamente possível.</em></p>
<p><em>Agentes de atendimento foram direcionados às estações para auxiliar os clientes no que for necessário. O restante da linha opera regularmente.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>ANTT revoga autorização de linha interestadual da Evolução Transportes e Turismo e mantém negativa para reativação de operação</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/20/antt-revoga-autorizacao-de-linha-interestadual-da-evolucao-transportes-e-turismo-e-mantem-negativa-para-reativacao-de-operacao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/20/antt-revoga-autorizacao-de-linha-interestadual-da-evolucao-transportes-e-turismo-e-mantem-negativa-para-reativacao-de-operacao/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 20 May 2026 08:30:06 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Agência também oficializa transferência de serviço semiurbano entre Pernambuco e Bahia para nova empresa ARTHUR FERRARI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou novas deliberações envolvendo o transporte rodoviário interestadual e semiurbano de passageiros no país. As decisões incluem a revogação de uma autorização de linha entre Goiás e Tocantins, a manutenção do indeferimento [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="427" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_0633-MIKAELEVOLUCAO11-640w.webp?fit=640%2C427&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_0633-MIKAELEVOLUCAO11-640w.webp?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_0633-MIKAELEVOLUCAO11-640w.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_0633-MIKAELEVOLUCAO11-640w.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_0633-MIKAELEVOLUCAO11-640w.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Agência também oficializa transferência de serviço semiurbano entre Pernambuco e Bahia para nova empresa</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou novas deliberações envolvendo o transporte rodoviário interestadual e semiurbano de passageiros no país. As decisões incluem a revogação de uma autorização de linha entre Goiás e Tocantins, a manutenção do indeferimento de um pedido de reativação operacional e a transferência de autorização de serviço entre empresas que atuam entre Pernambuco e Bahia.</p>
<p>Uma das medidas tomadas pela diretoria colegiada da ANTT cancelou a autorização concedida à empresa Evolução Transportes e Turismo Ltda. para operar a linha interestadual entre Goiânia (GO) e Dianópolis (TO). A decisão foi publicada por meio da Deliberação nº 139, de 15 de maio de 2026.</p>
<p>Segundo a agência reguladora, a revogação ocorreu em cumprimento a uma decisão judicial relacionada ao Mandado de Segurança nº 1085375-92.2025.4.01.3400. Com isso, voltam a valer os efeitos da decisão anterior da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros (Supas), que havia negado originalmente o pedido da transportadora.</p>
<p>A ANTT também determinou que, caso tenham sido emitidas passagens após a publicação da deliberação, a empresa deverá assegurar os direitos dos passageiros, incluindo reembolso integral ou aquisição de bilhetes em outra operadora autorizada, sem custos adicionais aos usuários.</p>
<p>Outra deliberação publicada pela agência envolve a empresa Carvalho Turismo Expresso Ltda. A transportadora apresentou recurso contra o indeferimento do pedido de reativação de uma linha interestadual, mas teve a solicitação negada pela ANTT.</p>
<p>De acordo com a Deliberação nº 140, a diretoria colegiada entendeu que a empresa não se manifestou durante o período de adequação regulatória e também não demonstrou capacidade operacional suficiente para retomada da operação.</p>
<p>Além disso, a agência aprovou a transferência da autorização da linha semiurbana Petrolina (PE) – Juazeiro (BA), de prefixo 04-0202-70. A medida foi oficializada pela Deliberação nº 141.</p>
<p>Com a decisão, a autorização que pertencia à empresa Joafra Transportes Ltda. passa a ser vinculada à Atlântico Transportes Ltda. O início efetivo da operação pela nova empresa, no entanto, ainda dependerá da emissão de ordem de serviço pela Supas.</p>
<p>As três deliberações foram aprovadas pela Diretoria Colegiada da ANTT com base em análises técnicas e processos administrativos conduzidos pela agência federal.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
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    <title>Atenção: Falta apenas uma semana para a nova NR-1 nas empresas com avaliação de riscos à saúde mental. MTE publica perguntas e respostas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/20/atencao-falta-apenas-uma-semana-para-a-nova-nr-1-nas-empresas-com-avaliacao-de-riscos-a-saude-mental-mte-publica-perguntas-e-respostas/</link>
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    <pubDate>Wed, 20 May 2026 08:14:50 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[De acordo com a especialista Liana Variani, setor de transportes é um dos mais afetados e muitas empresas ainda não se preparam adequadamente ADAMO BAZANI Termina na próxima terça-feira, 26 de maio de 2026, o prazo para as empresas de todos os ramos no Brasil se adequarem à nova NR-1 para incluírem a avaliação e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="540" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/LIANA-ADAMO-NR1.jpg?fit=1024%2C540&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="NR1" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/LIANA-ADAMO-NR1.jpg?w=1155&amp;ssl=1 1155w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/LIANA-ADAMO-NR1.jpg?resize=300%2C158&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/LIANA-ADAMO-NR1.jpg?resize=1024%2C540&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/LIANA-ADAMO-NR1.jpg?resize=150%2C79&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/LIANA-ADAMO-NR1.jpg?resize=768%2C405&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/LIANA-ADAMO-NR1.jpg?resize=400%2C211&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>De acordo com a especialista Liana Variani, setor de transportes é um dos mais afetados e muitas empresas ainda não se preparam adequadamente</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Termina na próxima terça-feira, 26 de maio de 2026, o prazo para as empresas de todos os ramos no Brasil se adequarem à nova NR-1 para incluírem a avaliação e identificação dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho (saúde mental do trabalhador) no processo de gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST).</p>
<p>A partir desta data, as empresas que não incluírem estes riscos e protocolos de como evitá-los em seus processos de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) serão punidas.</p>
<p>As multas vão de R$ 50 mil a R$ 100 mil.</p>
<p>A regra vale para qualquer empresa com funcionários registrados no regime de CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), independentemente do porte.</p>
<p>Entre as informações que precisam estar no PGR ou na Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) se destacam: fatores ligados à organização do trabalho, metas, comunicação interna e dinâmica das equipes. Muitos destes dados precisam estar integrados com a Análise Ergonômica do Trabalho (AET), prevista na NR-17.</p>
<p>Para a advogada especializada em risco empresarial, Liana Variani, o momento é decisivo para empresas e trabalhadores, em especial do setor de transportes.</p>
<p><strong><em>“A atividade dos transportes de passageiros e de cargas sofre situações específicas que vão além do controle da empresa, mas que precisam estar no gerenciamento de riscos que afetam a saúde mental do trabalhador. Segurança urbana e nas rodovias, interferências de trânsito que causam extrapolação eventual de carga de trabalho, relacionamento com os passageiros ou com terceiros na cadeia logística são fatores que ocorrem do muro para fora e são um desafio para empresários e funcionários neste momento de atualização”</em></strong> – explica Liana que diz que há empresas que não se prepararam ainda de forma adequada.</p>
<p>De acordo com Liana Variani, empresas de transportes estão entre as mais sujeitas a fiscalizações e eventuais punições por causa dos afastamentos juto ao INSS.</p>
<p><strong><em>“Apesar de a atualização ter sido em agosto de 2024, mesmo com este prazo, ainda há dúvidas sobre o tema e ainda falta a inclusão de muitos procedimentos. Todas as empresas de todos os ramos e portes estão sujeitas a fiscalização, mas a atenção das equipes do Ministério do Trabalho estará voltada às companhias com maior número de afastamentos pelo INSS e isso é muito recorrente no ramo de transportes”</em></strong> – disse Liana Variani</p>
<p>Para a especialista, é necessário a atuação de equipes multidisciplinares nas empresas que dialoguem com o departamento jurídico próprio ou advogados externos contratados para estas adequações.</p>
<p><strong><em>“Apesar de a norma ser a mesma para todas as empresas, cada ramo tem sua especificidade. O risco de um motorista de ônibus não é o mesmo que de um bancário, de um atendente de shopping, de um médico ou de um profissional da construção civil. Mas todos deverão seguir a regra”</em></strong> – explica Liana Variani</p>
<p>Contato da especialista</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/varianimarins?igsh=MWptdWN3bmZmOGI1cg==" rel="nofollow">https://www.instagram.com/varianimarins?igsh=MWptdWN3bmZmOGI1cg==</a></p>
<p>O MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) relacionou um extenso “perguntas e respostas” sobre o tema.</p>
<p><strong>Sobre fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho A1) Aspectos gerais</strong></p>
<p><strong>Dúvidas a respeito da aplicação sobre os Riscos Psicossociais, como: todas as empresas serão obrigadas conforme a NR-1? </strong></p>
<p><strong>Quem determina os meios para aplicação da avaliação? Quem poderá aplicar?</strong> Todas as empresas estão obrigadas a realizar ações de prevenção por meio da Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP), conforme previsto na NR-17, incluindo os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho, no contexto do GRO da NR-1.</p>
<p>Em linhas gerais, isso significa identificar perigos, avaliar riscos, adotar medidas de prevenção e realizar o acompanhamento de todo esse processo. Quem determina os meios para realização desse processo é a própria organização. Ela é a responsável legal pelo Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e pela AEP. A empresa deve definir responsável com conhecimento técnico adequado para conduzir esse processo, observada a natureza e a complexidade das condições de trabalho avaliadas. Não há previsão nas NR, de forma geral, de exigência de contratação de profissional específico para essa finalidade.</p>
<p><strong>Quais documentos além do PGR serão aceitos como prova de gestão dos riscos psicossociais?</strong></p>
<p>A gestão de riscos ocupacionais não se resume à elaboração de documentos. Trata-se de um processo contínuo que exige coordenação de ações, implementação de medidas de prevenção e acompanhamento por parte da empresa. A documentação constitui parte importante desse processo, tanto para assegurar o acompanhamento da própria empresa quanto para gerar evidências de sua realização. São documentos obrigatórios previstos na NR-1: o inventário de riscos, o plano de ação e o documento dos critérios adotados no GRO (critérios das gradações de severidade e de probabilidade, os níveis de risco, os critérios de classificação de riscos e de tomada de decisão). Se a empresa documentou a AEP, ela poderá utilizá-la como evidência do processo de gestão dos riscos ergonômicos, incluindo os riscos psicossociais relacionados ao trabalho, quando aplicável às condições avaliadas. Destaque-se que, no caso de empresas ME e EPP graus de risco 1 e 2 dispensadas de PGR, nos termos da NR-1, a AEP torna-se documento obrigatório para evidenciar esse processo. A documentação referente à aplicação de questionários padronizados, quando utilizados, sobre os riscos psicossociais, não será considerada evidência suficiente, de forma isolada, para comprovação da gestão desses riscos, pois tais instrumentos constituem metodologias específicas cujos resultados devem ser tecnicamente analisados e incorporados à AEP e/ou ao inventário de riscos, como subsídio à identificação de perigos e à avaliação de riscos ocupacionais. A documentação referente aos resultados da metodologia deve ser anexada ao inventário de riscos e/ou AEP.</p>
<p><strong>A identificação de riscos psicossociais deve abranger trabalho remoto, híbrido e teletrabalho?</strong></p>
<p>Sim. A AEP, incluindo os perigos psicossociais relacionados ao trabalho, nos termos da NR-17, deve considerar as condições de trabalho aplicáveis às diferentes formas de organização e execução do trabalho, o que inclui atividades realizadas em regime remoto, híbrido ou de teletrabalho. Nesse contexto, a identificação de perigos e a avaliação de riscos, inclusive dos fatores psicossociais relacionados ao trabalho, também deve ser realizada. Para essas circunstâncias, poderá ser necessária a adoção de estratégias compatíveis com as especificidades do contexto avaliado, definidas pela própria organização com base em critérios técnicos adequados, podendo incluir, entre outras abordagens, instrumentos de levantamento de informações, autoavaliações estruturadas, entrevistas ou outros meios tecnicamente fundamentados.</p>
<p><strong>No PGR da indústria da construção, a contratante deve inserir em seu PGR os fatores de riscos psicossociais do PGR da contratada? </strong></p>
<p>Sim. Nos termos da NR-18 (item 18.4.4), as empresas contratadas devem fornecer à contratante o inventário de riscos ocupacionais específicos de suas atividades, para subsidiar o gerenciamento de riscos no canteiro de obras. Essas informações devem contemplar os riscos aplicáveis às atividades executadas, incluindo aspectos ergonômicos e fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, de modo que sejam considerados e integrados ao PGR do canteiro de obras da contratante. Isso não implica necessariamente a reprodução integral do PGR da contratada, mas exige que os riscos relacionados às atividades desenvolvidas e às interfaces existentes no ambiente de trabalho sejam adequadamente incorporados e gerenciados no contexto do PGR da obra.</p>
<p><strong>Existe modelo do documento? Planilha? </strong></p>
<p>A NR-17 não estabelece modelo padronizado para realização da AEP. Cabe à organização definir a metodologia, o formato documental e os instrumentos mais adequados para condução do processo, desde que atendidos os requisitos da NR-1 e da NR-17. Como referência orientativa, e não como modelo obrigatório, o Manual do GRO apresenta exemplos de planilhas e estruturas documentais que podem auxiliar na elaboração de registros, como o inventário de riscos e o plano de ação, conforme exemplificado nas páginas 94, 95 e 97.</p>
<p><strong>As empresas podem fazer o mapeamento de riscos psicossociais como parte da avaliação médica periódica, desde que sob sigilo médico e relacionadas ao trabalho? </strong></p>
<p>Não. A avaliação médica periódica, ainda que realizada sob sigilo profissional, não substitui o processo de identificação de perigos e avaliação de riscos previsto na NR-1. O processo de identificação de perigos e avaliação de riscos refere-se à análise das condições de trabalho, incluindo aspectos da organização do trabalho, nos termos da NR 17, e não se confunde com a avaliação clínica individual da saúde mental dos trabalhadores. O objetivo é verificar se características, exigências ou condições do trabalho podem atuar como fatores de risco relacionados ao trabalho, demandando medidas de prevenção. Trata-se, portanto, de um processo preventivo voltado à identificação e ao gerenciamento de causas e fatores presentes no ambiente e na organização do trabalho, e não de rastreamento clínico individual como instrumento principal de gestão desses riscos.</p>
<p><strong>Existe um profissional específico para identificação e avaliação dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho? Quem faz avaliação? Psicólogo, médico, SST ou RH? Técnico pode fazer AEP? Qual o profissional para realizar a NR1? Quem assina o PGR? </strong></p>
<p>A NR-1 e a NR-17 não estabelecem, de forma geral, um profissional específico ou categoria de profissional exclusiva para realizar a identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais, incluindo fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho. No entanto, a organização deve designar responsável ou equipe com conhecimento técnico adequado, compatível com as características de suas atividades e a natureza e complexidade dos riscos avaliados. Isso significa que a definição do profissional ou da equipe responsável é de responsabilidade da própria empresa, que poderá envolver equipe multiprofissional, conforme a necessidade técnica do caso, desde que haja competência compatível e suficiente para a adequada condução do processo. É responsabilidade da empresa selecionar o responsável que julgar adequado para realizar esse processo. Quanto ao PGR, a responsabilidade legal por sua elaboração, implementação e manutenção é da organização, cabendo a ela definir formalmente seus responsáveis, observadas as exigências normativas aplicáveis. Isso está expresso na ORIENTAÇÃO TÉCNICA SIT/Nº 9/2023, abaixo transcrita (disponível em <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/ptbr/assuntos/legislacao/orientacoes-tecnicas">https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/ptbr/assuntos/legislacao/orientacoes-tecnicas</a>):</p>
<p><strong>INSPEÇÃO DO TRABALHO. SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO.</strong></p>
<p><strong>PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS &#8211; PGR.</strong></p>
<p><strong>DEFINIÇÃO DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL POR SUA ELABORAÇÃO/IMPLEMENTAÇÃO. NORMA REGULAMENTADORA Nº 01</strong></p>
<p>O PGR é de responsabilidade da organização, sendo um programa &#8211; e não um documento &#8211; de gestão de todos os perigos e riscos ocupacionais a que os trabalhadores estão expostos nas atividades da organização e de definição das respectivas medidas de prevenção a serem implementadas.</p>
<p>Não se ignora, todavia, que seus métodos para a identificação e a forma de atuação são registrados em documentos, como o inventário de riscos e o plano de ação, que precisam ser datados e assinados por seus responsáveis. 3. Ressalvadas algumas exceções inseridas em Normas Regulamentadoras específicas, não há a definição do profissional responsável pela elaboração/implementação do PGR, cabendo-se observar que o profissional deve ter conhecimento técnico condizente com a complexidade dos perigos e riscos existentes no meio ambiente de trabalho.</p>
<p><strong>Avaliação de risco</strong></p>
<p><strong>É obrigatória a utilização de questionários para a avaliação dos riscos psicossociais? </strong></p>
<p>Não. A utilização de questionários não é obrigatória para a identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais relacionados a fatores de riscos psicossociais no trabalho. Esse processo integra a AEP, nos termos da NR 17, e pode ser conduzido por diferentes abordagens tecnicamente adequadas às condições de trabalho avaliadas, incluindo métodos qualitativos, participativos e outros instrumentos que permitem identificar perigos, avaliar riscos e subsidiar a adoção de medidas de prevenção de forma tecnicamente consistente.</p>
<p><strong>Com relação aos riscos psicossociais o MTE já desenvolveu alguma ferramenta para ser aplicada? Considerando que a NR-1 não indica instrumento específico para avaliação de riscos psicossociais, haverá indicação de instrumento oficial pelo MTE? </strong></p>
<p>A NR-1 não estabelece ferramenta, metodologia ou instrumento oficial único para a identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais relacionados a fatores de riscos psicossociais no trabalho, nem atribui, de forma normativa, ao MTE a definição de um instrumento obrigatório específico para essa finalidade. Cabe à própria organização selecionar metodologias, ferramentas ou instrumentos tecnicamente adequados à sua realidade operacional, às características de suas atividades e à estratégia de avaliação adotada, podendo utilizar, quando julgar pertinente, questionários, métodos qualitativos, abordagens participativas ou outras metodologias compatíveis com o contexto avaliado. Eventuais materiais orientativos disponibilizados por órgãos públicos podem servir como referência, mas não substituem a responsabilidade da empresa pela definição e implementação de processos tecnicamente fundamentados</p>
<p><strong>Como será tratada avaliação psicossocial feita via questionários sem outra forma de avaliação? </strong></p>
<p>A utilização de questionário padronizado é uma opção da empresa. Contudo, sua aplicação, de forma isolada, não é suficiente para caracterizar o gerenciamento de riscos ocupacionais relacionados a fatores de risco psicossociais no trabalho, nem atende, por si só, aos requisitos mínimos previstos na legislação (vide resposta à pergunta nº 2). Ao utilizar questionários, deve-se considerar suas limitações metodológicas, uma vez que, tais instrumentos podem não abranger integralmente todos os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho existentes nas condições de trabalho analisadas, permanecendo sob responsabilidade da empresa a identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais. De forma resumida, a empresa que optar pela utilização de questionários deve integrar tecnicamente seus resultados à AEP e/ou ao inventário de riscos, como subsídio à identificação de perigos e à avaliação de riscos ocupacionais. A aplicação de questionários não dispensa a realização da AEP nem a documentação dos elementos mínimos exigidos para o inventário de riscos e o plano de ação.</p>
<p><strong>Em relação à avaliação dos riscos psicossociais em grupos muito pequenos de empregados (por exemplo, 1 ou 2 pessoas), qual é a forma mais adequada de conduzir essa avaliação? Ouvi falar na metodologia de grupo focal, mas nesse caso ela seria realmente a mais indicada?</strong></p>
<p>Em grupos muito pequenos de trabalhadores, a identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais relacionados a fatores psicossociais tendem a ser mais adequadamente conduzidas por meio da observação das condições de trabalho, da análise da atividade e do diálogo com os trabalhadores envolvidos, buscando levantar e compreender as características concretas da organização e da execução do trabalho. Sugere-se que, ainda na etapa de preparação e planejamento do processo, sejam definidas unidades de avaliação para organizar o trabalho. São exemplos de unidades de avaliação: a atividade de trabalho, o posto de trabalho, a função, o setor ou o grupo similar de exposição. A definição das unidades de avaliação deve considerar o contexto da organização e a estratégia de integração com a AEP e o PGR. Por isso, considere utilizar unidades de avaliação compatíveis com aquelas estabelecidas no PGR ou na AEP, de modo a facilitar a gestão e a integração das informações. A observação da atividade de trabalho e o diálogo com os trabalhadores constituem abordagens relevantes no processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais, podendo ser complementadas por outras metodologias, como questionários, entrevistas individuais ou grupos de discussão, incluindo os grupos focais da pergunta, quando tecnicamente apropriado ao contexto avaliado. No uso de grupos de discussão ou de qualquer outra metodologia coletiva, devem ser observados cuidados relacionados à confidencialidade, ao anonimato e à qualidade das informações obtidas, especialmente em grupos reduzidos. Assim, grupos focais ou estratégias similares podem ser utilizados como recurso complementar, conforme o porte e a estrutura da organização e a estratégia de avaliação adotada, sem prejuízo da necessidade de integração dos resultados ao processo geral de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais.</p>
<p><strong>Haverá definição de periodicidade mínima obrigatória para reavaliação dos riscos psicossociais? Existe periodicidade mínima obrigatória para refazer o inventário de riscos psicossociais? Qual periodicidade para reavaliação dos riscos psicossociais? </strong></p>
<p>A revisão do processo de avaliação dos riscos ocupacionais deve observar a periodicidade e os critérios gerais estabelecidos na NR-1, o que inclui os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho considerados no processo de identificação de perigos e avaliação de riscos. Nos termos da norma, essa revisão deve ocorrer, no mínimo, a cada 2 anos, ou quando da ocorrência das situações previstas nas alíneas “a” até “f” do subitem 1.5.4.4.6 da NR-1. Assim, não há, na NR-1, periodicidade autônoma específica exclusivamente para “riscos psicossociais”, mas sim sua inserção na sistemática geral de revisão do processo de avaliação de riscos ocupacionais e do inventário de riscos, conforme previsto na NR-1. Para mais detalhes, recomenda-se consultar o subitem 1.5.4.4.6 da NR-1 e a seção “11.7 Revisão do processo de avaliação de risco ocupacional” do Manual do GRO/PGR do MTE.</p>
<p><strong>Fiscalização</strong></p>
<p><strong>Quais são as implicações legais para as empresas que não avaliarem os fatores de riscos ergonômicos, incluindo os psicossociais relacionados ao trabalho, após a atualização da NR-1? </strong></p>
<p>A omissão na identificação, avaliação e controle dos riscos ergonômicos, incluindo os riscos psicossociais relacionados ao trabalho, pode caracterizar descumprimento das obrigações previstas na NR-1 e na NR 17, no âmbito do GRO e da avaliação das condições de trabalho. Nessas situações, a organização poderá ficar sujeita à atuação da inspeção do trabalho, incluindo autos de infração, notificações, exigência de adequação e demais medidas administrativas cabíveis, nos termos da legislação trabalhista aplicável, inclusive o art. 201 da CLT, sem prejuízo de outras repercussões legais decorrentes das condições verificadas em cada caso concreto.</p>
<p><strong>Será cobrada alguma ferramenta e/ou metodologia específica para avaliação dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho durante a fiscalização?</strong> <strong>Qual será o entendimento do AFT sobre suficiência técnica da metodologia adotada pela organização?</strong></p>
<p>A NR-1 assegura à organização a definição das ferramentas, técnicas e metodologias mais adequadas para a identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais, incluindo fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, desde que tecnicamente fundamentadas, coerentes com a realidade das condições de trabalho avaliadas e compatíveis com a natureza e complexidade dos riscos existentes. No âmbito da fiscalização não cabe ao Auditor-Fiscal do Trabalho impor, de forma geral, ferramenta ou metodologia específica. A atuação fiscal irá se concentrar na verificação da conformidade do processo adotado com os requisitos normativos aplicáveis, especialmente quanto à sua consistência técnica, coerência metodológica, capacidade de identificar perigos, avaliar riscos, subsidiar a adoção de medidas de prevenção e produzir documentação compatível com as exigências da NR-1 e da NR-17. Assim, a suficiência técnica da metodologia adotada pela organização deverá ser demonstrada pela sua adequação ao contexto avaliado, pela coerência dos critérios utilizados, pela integração ao processo de GRO e pela efetividade na identificação, avaliação e controle dos riscos relacionados às condições e à organização do trabalho.</p>
<p><strong>Quais serão os critérios, utilizados pelos auditores, para avaliar a eficácia das ações implementadas pelas empresas em relação aos fatores psicossociais relacionados ao trabalho?</strong></p>
<p>Serão observados os critérios e requisitos previstos na própria NR-1, especialmente aqueles relacionados à consistência do processo de GRO adotado pela organização. Isso inclui, entre outros aspectos aplicáveis, a adequação da avaliação à realidade das atividades e das condições de trabalho, a identificação e o gerenciamento dos riscos identificados, a participação dos trabalhadores, a definição de medidas de prevenção, responsáveis, prazos, formas de acompanhamento e revisão das ações implementadas, nos termos dos dispositivos pertinentes da norma, incluindo o subitem 1.5.5.3.2. No contexto fiscalizatório, a análise tende a recair menos sobre a adoção de uma ferramenta específica e mais sobre a coerência técnica, a implementação efetiva e a capacidade das ações de prevenção de enfrentar os fatores de riscos identificados. Assim, a eficácia das medidas poderá ser avaliada com base em sua aptidão para eliminar perigos, reduzir ou controlar riscos, conforme a hierarquia das medidas de prevenção, bem como para promover melhorias concretas nas condições e na organização do trabalho, conforme aplicável.</p>
<p><strong>Que tipo de evidências a fiscalização utilizará para avaliar que uma empresa gerencia os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho? </strong></p>
<p>A fiscalização poderá considerar o conjunto de evidências documentais, processuais e operacionais relacionadas ao GRO, nos termos da NR-1 e da NR-17, incluindo, conforme aplicável, documentos como inventário de riscos, AEP, plano de ação, registros dos critérios e metodologias adotados, documentação de acompanhamento e revisão das medidas implementadas, entre outros elementos que demonstrem a estruturação e execução do processo de prevenção. Além da análise documental, poderão ser considerados outros elementos de verificação, como entrevistas, observação das condições reais de trabalho, inspeções no ambiente laboral, registros administrativos e ocupacionais pertinentes, dados de sistemas legalmente aplicáveis (como o eSocial, quando cabível), bem como evidências da implementação prática de medidas de prevenção, comunicação e acompanhamento relacionadas às condições e à organização do trabalho. A análise fiscal irá se concentrar não apenas na existência formal de documentos, mas na coerência entre avaliação, medidas adotadas, implementação efetiva e capacidade da organização de demonstrar que identifica, avalia, previne e acompanha adequadamente os riscos ocupacionais relacionados às suas atividades.</p>
<p><strong>Como será cobrada a participação dos trabalhadores no GRO? </strong></p>
<p>A participação dos trabalhadores no GRO, nos termos da NR-1, deve ser demonstrada de forma compatível com o processo de identificação de perigos, avaliação de riscos, definição, implementação e acompanhamento das medidas de prevenção adotadas pela organização. Essa participação poderá ser evidenciada, por exemplo, por meio de registros de consultas, escutas ou mecanismos de envolvimento dos trabalhadores na identificação de perigos e avaliação dos riscos, participação no acompanhamento das medidas de prevenção e controle, atas ou registros de reuniões, comunicação de riscos e medidas adotadas, ações de capacitação, entre outros meios tecnicamente pertinentes à realidade da organização. A NR-1 não estabelece modelo único ou documento padronizado para essa comprovação. No contexto fiscalizatório, a análise tende a recair sobre a demonstração de participação efetiva, contínua e coerente com o processo do GRO, e não apenas sobre registros formais isolados. Dessa forma, mais do que a existência de documentos, importa a capacidade da organização de evidenciar que os trabalhadores foram efetivamente considerados e envolvidos nas etapas pertinentes do GRO.</p>
<p><strong>A listagem exemplificativa de perigos (fatores de risco) presente no Guia de Informações sobre Fatores de Risco Psicossociais Relacionados ao Trabalho será usada como parâmetro pela fiscalização? </strong></p>
<p>As listagens exemplificativas de fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho apresentadas em guias, manuais, cursos ou materiais orientativos, como o Guia de Informações sobre Fatores de Risco Psicossociais Relacionados ao Trabalho (2025) e o Manual do GRO/PGR (2026), possuem caráter orientativo e referencial, não sendo, por si só, taxativas ou normativas. No contexto da fiscalização tais materiais podem ser utilizados como referências técnicas de apoio à compreensão e análise, mas a atuação fiscal deve estar fundamentada, prioritariamente, nos requisitos estabelecidos nas normas aplicáveis, especialmente na NR-1 e na NR-17, bem como na realidade concreta das condições e da organização do trabalho efetivamente verificadas. Assim, a fiscalização tende a avaliar se a organização realizou processo tecnicamente adequado de identificação de perigos, avaliação de riscos e implementação de medidas de prevenção compatíveis com seu contexto, não se limitando à mera verificação formal de aderência a listas exemplificativas. Essas referências podem subsidiar entendimento técnico, mas não substituem a análise contextualizada nem criam, por si, obrigações normativas adicionais.</p>
<p>Como serão interpretados pelo AFT os casos em que o Inventário de Riscos não apresentar nenhum risco psicossocial relacionado ao trabalho?</p>
<p>A ausência de registro de fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Inventário de Riscos, não constitui, por si só, irregularidade desde que a organização seja capaz de demonstrar, de forma tecnicamente fundamentada, que realizou processo adequado de identificação de perigos, avaliação das condições de trabalho e análise de riscos, incluindo a metodologia, critérios e evidências utilizados para reconhecer, caracterizar ou afastar a presença desses fatores no contexto avaliado. Para essa verificação, além da análise do conteúdo da AEP, do Inventário de Riscos e dos demais documentos pertinentes ao GRO/PGR, a fiscalização poderá considerar a coerência metodológica do processo adotado, a realidade das condições e da organização do trabalho observadas no local, entrevistas, registros pertinentes e outros elementos de verificação técnica. Caso o Auditor-Fiscal do Trabalho identifique, com base na fiscalização e nos requisitos normativos aplicáveis, a existência de perigos ou fatores de riscos ocupacionais não identificados, avaliados ou gerenciados adequadamente pela organização, poderão ser adotadas as medidas administrativas cabíveis, inclusive autuação, conforme o caso. Assim, o ponto central não é a presença obrigatória prévia de determinado risco no inventário, mas a consistência técnica, a suficiência e a adequação do processo utilizado para a identificação, a avaliação, o controle e o gerenciamento do risco.</p>
<p><strong>O novo texto entra em vigor em 26/05/2026. Após essa data minha empresa estará sujeita à autuação pela fiscalização? </strong></p>
<p>Após a entrada em vigor do novo texto, em 26/05/2026, as organizações passam a estar submetidas às exigências normativas aplicáveis. Contudo, para disposições novas da NR-1, incluindo aquelas relacionadas aos fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, aplica-se o critério de dupla visita, com caráter inicialmente orientativo. Assim, durante os 90 dias subsequentes à entrada em vigor, a atuação da Inspeção do Trabalho tende a priorizar ações de orientação, instrução e notificação das organizações quanto à necessidade de adequação, especialmente em relação às novas exigências introduzidas, sem prejuízo da adoção de medidas administrativas nos casos aplicáveis. Decorrido esse período, constatado o descumprimento das obrigações normativas aplicáveis, poderão ser adotadas as medidas administrativas cabíveis, incluindo autos de infração, conforme a situação verificada e os critérios legais pertinentes. Em termos práticos, isso significa que o período inicial não deve ser interpretado como dispensa de adequação, mas como fase de orientação fiscal para implementação e correção, sendo recomendável que as organizações utilizem esse intervalo para estruturar, revisar ou aprimorar seus processos de conformidade.</p>
<p><strong>Haverá uma diretriz técnica, protocolo operacional, checklist ou instrumento padronizado de fiscalização a ser utilizado nacionalmente para verificação do atendimento à NR-1 no que se refere aos riscos psicossociais relacionados ao trabalho? Qual o protocolo a ser seguido pelos auditores fiscais nas fiscalizações que envolvem os riscos psicossociais? </strong></p>
<p>Até o momento, não há previsão de protocolo operacional único, checklist nacional específico ou instrumento padronizado exclusivo para fiscalização de fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no âmbito da NR-1 e da NR-17, além dos referenciais normativos e orientativos aplicáveis já existentes. A atuação fiscal em SST tende a se fundamentar, primordialmente, nos requisitos previstos nas NR aplicáveis, especialmente NR-1 e NR-17, bem como em documentos oficiais, materiais orientativos e referências técnicas divulgados pelo MTE para apoio interpretativo e operacional. No contexto dos fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, materiais como guias, manuais e documentos orientativos podem servir como suporte técnico à atuação fiscal, mas não substituem o exame concreto da conformidade da organização com as obrigações normativas aplicáveis, nem necessariamente configuram protocolo normativo autônomo. Assim, a fiscalização tende a observar a consistência técnica do processo de GRO adotado pela organização, a adequação da identificação de perigos e avaliação de riscos às condições reais de trabalho, a implementação de medidas de prevenção e a conformidade documental e operacional com a NR-1 e a NR-17, sem prejuízo de orientações administrativas que possam ser futuramente expedidas pelos órgãos competentes.</p>
<p><strong>Como será fiscalizado tanto o inventário de riscos, bem como o plano de ação por parte do Auditor Fiscal do Trabalho? Como será a fiscalização na prática? O que as empresas terão que provar? </strong></p>
<p>Na prática, a fiscalização tende a combinar análise documental e verificação das condições reais de trabalho, com o objetivo de avaliar se a organização estruturou e implementou, de forma tecnicamente consistente, seu processo de GRO, nos termos da NR-1 e da NR-17. Isso poderá envolver a análise do inventário de riscos, do plano de ação, da AEP, dos critérios e metodologias adotados, dos registros de acompanhamento e revisão, bem como a verificação in loco das condições e da organização do trabalho, incluindo entrevistas, escuta de trabalhadores e outros elementos de evidência compatíveis com a fiscalização. O inventário de riscos deverá atender ao conteúdo mínimo previsto no subitem 1.5.7.3.2 da NR-1, enquanto o plano de ação deverá observar, no mínimo, os requisitos do subitem 1.5.5.2 da NR-1. No contexto dos fatores de riscos ergonômicos, incluindo fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, a fiscalização tende a buscar evidências de que a empresa realizou a AEP, considerou as condições e a organização do trabalho pertinentes, incluindo os perigos psicossociais, envolveu os trabalhadores nos termos previstos na NR-1 e na NR-17, e estabeleceu um plano de ação para adotar medidas de prevenção em relação aos perigos identificados e riscos avaliados. Em termos práticos, mais do que apenas apresentar documentos formais, a empresa deverá ser capaz de demonstrar coerência entre metodologia adotada, critérios definidos, realidade das atividades, perigos identificados e riscos avaliados, medidas de prevenção implementadas e efetividade do processo de GRO.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Ônibus é atingido por tiro e transporte público é suspenso no Vale das Pedrinhas, em Salvador (BA) </title>
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    <pubDate>Wed, 20 May 2026 01:38:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Semob interrompe operação no final de linha após disparo contra coletivo; não houve feridos YURI SENA O transporte público no bairro do Vale das Pedrinhas, no Complexo do Nordeste de Amaralina, em Salvador, foi suspenso na noite desta terça-feira, 19 de maio de 2026, após um ônibus ser atingido por um disparo de arma de [&#8230;]]]></description>
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<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O transporte público no bairro do Vale das Pedrinhas, no Complexo do Nordeste de Amaralina, em Salvador, foi suspenso na noite desta terça-feira, 19 de maio de 2026, após um ônibus ser atingido por um disparo de arma de fogo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade de Salvador (Semob), o coletivo afetado opera na linha 0319 – Estação BRT Pedrinhas x Vale das Pedrinhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a pasta, não houve registro de feridos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por questões de segurança, o atendimento foi suspenso no final de linha e transferido temporariamente para a entrada do bairro. Ainda segundo a Semob, não há previsão para retomada integral da operação na região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A secretaria informou que o serviço será normalizado assim que as condições de segurança forem restabelecidas no local.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Linha 8-Diamante tem nova etapa de manutenção programada na noite desta terça-feira (19)</title>
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    <pubDate>Wed, 20 May 2026 01:00:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços se estendem das 23h à 0h de quarta-feira (20) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A ViaMobilidade realiza nesta terça-feira, 19 de maio, mais uma ação de manutenção programada na linha 8-Diamante. A concessionária tem como objetivo aprimorar a infraestrutura ferroviária, reforçar a eficiência operacional e garantir mais segurança, conforto e qualidade aos clientes. Das 23h à [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="684" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/06/unnamed-2-2-e1750181781693.jpg?fit=1024%2C684&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Serviços se estendem das 23h à 0h de quarta-feira (20)</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A ViaMobilidade realiza nesta terça-feira, 19 de maio, mais uma ação de manutenção programada na linha 8-Diamante.</p>
<p>A concessionária tem como objetivo aprimorar a infraestrutura ferroviária, reforçar a eficiência operacional e garantir mais segurança, conforto e qualidade aos clientes.</p>
<p>Das 23h à meia-noite, a ViaMobilidade realizará manutenção de via permanente na região de Jardim Belval.</p>
<p>Durante as atividades, a circulação dos trens acontecerá em via única entre as estações Jardim Belval e Jandira, com intervalos de 15 minutos no trecho.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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