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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Ratinho Jr promete novo Contorno Metropolitano e, como antecipou Diário do Transporte, Leblon entrega ônibus articulados com pacote tecnológico de segurança</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/ratinho-jr-promete-novo-contorno-metropolitano-e-como-antecipou-diario-do-transporte-leblon-entrega-onibus-articulados-com-pacote-tecnologico-de-seguranca/</link>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 16:31:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Promessa foi feita em cerimônia na manhã desta sexta-feira (11). Estudos do BRT Norte-Sul Metropolitano, entre Curitiba e Fazenda Rio Grande, avançam, diz governador ADAMO BAZANI Como anunciou o Diário do Transporte, em primeira mão, a Leblon Transporte de Passageiros realizou nesta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, a entrega dos primeiros 20 ônibus articulados [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p data-start="162" data-end="329"><em data-start="162" data-end="329">Promessa foi feita em cerimônia na manhã desta sexta-feira (11). Estudos do BRT Norte-Sul Metropolitano, entre Curitiba e Fazenda Rio Grande, avançam, diz governador</em></p>
<p data-start="331" data-end="349"><strong data-start="331" data-end="349"><em data-start="333" data-end="347">ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p data-start="351" data-end="741">Como anunciou o <strong data-start="367" data-end="393"><em data-start="369" data-end="391">Diário do Transporte</em></strong>, em primeira mão, a Leblon Transporte de Passageiros realizou nesta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, a entrega dos primeiros 20 ônibus articulados de 20 metros cada e com tecnologia de segurança inédita em modelos urbanos para a ligação entre a cidade de Fazenda Rio Grande (PR), na região metropolitana, e a capital paranaense, Curitiba (PR).</p>
<p data-start="743" data-end="1473">Os veículos, com chassis Scania K 320 6&#215;2/2 e carroceria Marcopolo Viale, possuem itens como sensor que detecta presença de pessoas, animais e obstáculos na lateral do veículo, sistema de frenagem automática e alerta de mudança de faixa sem sinalização. Com 20 metros de comprimento, cada coletivo tem capacidade para cerca de 160 pessoas, ar-condicionado, tomadas USB e acessibilidade. O lote total é composto por 37 unidades, sendo 20 na cor “branco Califórnia”, que é o padrão visual da gerenciadora de transportes do Estado, a Amep, e 17 vermelhos, cor inédita em ligação metropolitana, já com vistas ao corredor BRT Norte-Sul Metropolitano, entre Curitiba (PR) e Fazenda Rio Grande (PR).</p>
<p data-start="1475" data-end="1781">Os 20 ônibus brancos são para a linha F01 &#8211; Fazenda Rio Grande ao Terminal do Pinheirinho e à Cidade Industrial de Curitiba (CIC), e os 17 vermelhos são para a linha F02 Curitiba/Fazenda Rio Grande, que liga o terminal de integração da cidade vizinha da capital à Praça Carlos Gomes, no Centro de Curitiba.</p>
<p data-start="1783" data-end="1888">Veja reportagem do <strong data-start="1802" data-end="1828"><em data-start="1804" data-end="1826">Diário do Transporte</em></strong> dada em primeira mão: <span class="contents" data-content-reference-start="1836" data-content-reference-end="2126"><span class="" data-state="closed"><a class="decorated-link" href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/10/leblon-apresenta-primeiros-dos-37-onibus-articulados-para-o-sistema-metropolitano-de-curitiba-com-inedito-pacote-de-seguranca-em-modelos-urbanos/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Leblon apresenta primeiros dos 37 ônibus articulados para o sistema metropolitano de Curitiba</a></span></span></p>
<p data-start="1890" data-end="2078">Na cerimônia desta sexta-feira (11), o governador Ratinho Jr disse que estão avançando os procedimentos para os estudos que contemplam este novo corredor, que deve ter 17,5 km de extensão.</p>
<p data-start="2080" data-end="2239">O governador, no mesmo evento, prometeu a conclusão do chamado “Contorno Metropolitano”, para a ligação com Araucária (PR), Campo Largo (PR) e Balsa Nova (PR).</p>
<p data-start="2241" data-end="2289">O objetivo é reduzir o trânsito no Contorno Sul.</p>
<p data-start="2291" data-end="2425">Ratinho Jr ainda prometeu a ligação entre Mandirituba (PR) e São José dos Pinhais (PR), que deve desafogar o fluxo na região da Ceasa.</p>
<h3 data-section-id="1q0v1s4" data-start="2427" data-end="2485">ÔNIBUS TÊM 320 CV E PACOTE DE ASSISTÊNCIA AO MOTORISTA</h3>
<p data-start="2487" data-end="2584">O modelo escolhido pela Leblon é voltado a operações urbanas e metropolitanas de alta capacidade.</p>
<p data-start="2586" data-end="3037">O Scania K 320 6&#215;2/2 é um chassi desenvolvido para ônibus articulados. A atual geração possui motor de nove litros, cinco cilindros, com 320 cv de potência a 1.900 rpm e torque máximo de 1.600 Nm entre 1.050 e 1.400 rpm. A motorização atende ao padrão de emissões Proconve P8, equivalente ao Euro 6. A própria Scania classifica esta configuração entre as destinadas a linhas troncais e corredores de alta demanda.</p>
<p data-start="3039" data-end="3259">Nos veículos da Leblon, o conjunto recebeu carroceria Marcopolo Viale articulada, com aproximadamente 20 metros de comprimento e capacidade para cerca de 160 passageiros. Há ar-condicionado, acessibilidade e tomadas USB.</p>
<p data-start="3261" data-end="3596">Um dos principais diferenciais está no pacote de assistência à condução. Entre as tecnologias confirmadas para os veículos estão frenagem automática de emergência, monitoramento lateral de pontos cegos e de usuários vulneráveis, como pedestres e ciclistas, e alerta de saída involuntária da faixa.</p>
<p data-start="3598" data-end="3847">No sistema da Scania, câmera, radar e sensores trabalham para identificar situações de risco e alertar o motorista ou, em determinadas condições, atuar na frenagem. São recursos de assistência: o condutor continua responsável pela direção do ônibus.</p>
<p data-start="3849" data-end="4108">A adoção deste tipo de equipamento ganha importância também pelo percurso atual entre Fazenda Rio Grande (PR) e Curitiba (PR), que utiliza trechos da BR-116 sem segregação integral dos ônibus e, portanto, compartilha espaço com automóveis e veículos de carga.</p>
<p data-start="4110" data-end="4328">Segundo informação prestada pela Leblon ao <strong data-start="4153" data-end="4179"><em data-start="4155" data-end="4177">Diário do Transporte</em></strong> na apresentação dos veículos, o investimento no lote de 37 articulados ficou em aproximadamente R$ 70 milhões.</p>
<h3 data-section-id="o19mdm" data-start="4330" data-end="4389">LEBLON TEM MAIS DE QUATRO DÉCADAS DE HISTÓRIA NA REGIÃO</h3>
<p data-start="4391" data-end="4531">A trajetória da Leblon está diretamente relacionada ao crescimento de Fazenda Rio Grande (PR) e à integração do município com Curitiba (PR).</p>
<p data-start="4533" data-end="4922">A história da família Isaak no transporte de passageiros começou em 1965, quando Alfredo Willy Isaak adquiriu um ônibus Chevrolet para transporte escolar. Em 1982, a família passou a operar a ligação Curitiba-Tietê, via Fazenda Rio Grande, que havia pertencido à Viação Montreal. A Leblon Transporte de Passageiros foi formalmente constituída em 1983.</p>
<p data-start="4924" data-end="5372">Em março de 1989, Fazenda Rio Grande, ainda antes da emancipação municipal, passou a fazer parte de uma experiência de integração tarifária com a rede de Curitiba. O passageiro passou a conseguir combinar linhas metropolitanas e alimentadoras dentro do sistema integrado sem pagar uma segunda passagem, experiência que ajudou a estruturar a integração metropolitana posteriormente ampliada para outras cidades.</p>
<p data-start="5374" data-end="5628">A empresa também tem histórico com ônibus de maior capacidade. Em 2012, incorporou articulados Neobus BRT sobre chassis Volvo e, nos anos seguintes, realizou testes com veículos de diferentes dimensões e tecnologias.</p>
<p data-start="5630" data-end="5958">Na área de gestão, o Grupo Leblon registra certificação ISO 9001 desde 1997, ISO 14001 desde 2008 e OHSAS 18001, então relacionada à saúde e segurança ocupacional, a partir de 2009. Mais recentemente, a Leblon também passou a trabalhar com a ISO 39001, voltada à gestão da segurança viária.</p>
<p data-start="5960" data-end="6366">O grupo participou ainda de diferentes ciclos do Prêmio ANTP de Qualidade. A empresa registra Troféu Prata em 2013 e novo reconhecimento à Leblon em 2015. Naquele ano, a ANTP confirmou a Leblon como Troféu Prata na categoria de operadoras rodoviárias urbanas e metropolitanas. Em 2017, a Viação Nobel, também do Grupo Leblon, recebeu o Troféu Prata na mesma categoria.</p>
<h3 data-section-id="1g2vbdd" data-start="6368" data-end="6448">BRT NORTE-SUL METROPOLITANO TERÁ 17,5 KM ENTRE CURITIBA E FAZENDA RIO GRANDE</h3>
<p data-start="6450" data-end="6610">Os novos ônibus chegam enquanto ainda está sendo desenvolvido o projeto que pode mudar estruturalmente a operação entre Fazenda Rio Grande (PR) e Curitiba (PR).</p>
<p data-start="6612" data-end="6773">O BRT Norte-Sul Metropolitano é um projeto da Amep para prolongar a infraestrutura de corredores exclusivos de Curitiba em direção aos municípios metropolitanos.</p>
<p data-start="6775" data-end="7067">No trecho Sul, que interessa diretamente à operação da Leblon, são previstos 17,5 quilômetros de corredor na BR-116, partindo da região do Pinheirinho, em Curitiba (PR), passando pelo Terminal Central de Fazenda Rio Grande e chegando ao bairro Estados.</p>
<p data-start="7069" data-end="7265">A proposta não é apenas pintar faixas para ônibus. Os estudos abrangem canaletas exclusivas, estações de embarque e desembarque, intervenções viárias, acessos aos terminais e pontos de integração.</p>
<p data-start="7267" data-end="7609">O projeto completo também possui um braço ao Norte. Neste caso, estão previstos outros 5,9 quilômetros entre a Estação Atuba, em Curitiba (PR), e as proximidades do Terminal Guaraituba, em Colombo (PR), passando pelo Terminal Maracanã. Também é estudada infraestrutura de integração na região da Ceasa.</p>
<p data-start="7611" data-end="7981">A Amep assinou em 31 de março de 2026 contrato de R$ 5,8 milhões com a Modera Engenharia para elaborar os estudos e o anteprojeto. Portanto, esta etapa não corresponde ainda à contratação das obras. O material técnico deverá definir as soluções de engenharia e subsidiar posteriormente a licitação para implantação efetiva do BRT.</p>
<p data-start="7983" data-end="8237">A mudança antecipada de 17 ônibus da Leblon para a cor vermelha aproxima visualmente esses veículos do padrão dos serviços estruturais de alta capacidade de Curitiba, embora, por enquanto, eles continuem utilizando a infraestrutura disponível atualmente.</p>
<h3 data-section-id="6z8hk" data-start="8239" data-end="8332">CONTORNO METROPOLITANO FAZ PARTE DE UM NOVO EIXO VIÁRIO AO SUL E OESTE DA GRANDE CURITIBA</h3>
<p data-start="8334" data-end="8534">O chamado “Contorno Metropolitano” mencionado por Ratinho Jr durante a cerimônia está inserido em um conjunto de obras rodoviárias que pretende criar uma alternativa ao atual Contorno Sul de Curitiba.</p>
<p data-start="8536" data-end="8728">Uma das principais intervenções é denominada oficialmente pelo Governo do Estado de Corredor Metropolitano de Curitiba, também apresentada em comunicações oficiais como um “novo Contorno Sul”.</p>
<p data-start="8730" data-end="8999">O projeto prevê uma nova rodovia de 9,5 quilômetros, prolongando a PR-423 a partir da BR-476, em Araucária (PR), até a BR-116, na divisa entre Curitiba (PR) e Fazenda Rio Grande (PR). O investimento anunciado é de R$ 336 milhões.</p>
<p data-start="9001" data-end="9387">A obra se conecta à duplicação da própria PR-423 entre Araucária (PR) e Campo Largo (PR), eixo que também atende a região de Balsa Nova (PR). Somados, estes projetos criam um caminho alternativo para quem vem do interior pela região da Rodovia do Café e precisa seguir para a BR-116 sem entrar no trecho atualmente mais carregado do Contorno Sul.</p>
<p data-start="9389" data-end="9800">Segundo cálculos divulgados pela Amep e pelo DER-PR, o novo corredor pode retirar entre 35% e 40% do volume de automóveis e caminhões do Contorno Sul atual, por onde passam cerca de 70 mil veículos por dia. A Amep também estimou possibilidade de redução de até 40 minutos em determinados deslocamentos do transporte coletivo entre Curitiba (PR) e Fazenda Rio Grande (PR).</p>
<p data-start="9802" data-end="9960">O contrato da nova ligação de 9,5 quilômetros foi autorizado em agosto de 2025, com prazo informado pelo Governo do Estado de dois anos e meio para conclusão.</p>
<h3 data-section-id="1lv0wqm" data-start="9962" data-end="10039">LIGAÇÃO MANDIRITUBA–SÃO JOSÉ DOS PINHAIS TERÁ 26 KM ENTRE BR-116 E BR-376</h3>
<p data-start="10041" data-end="10109">A outra ligação citada pelo governador já possui obras em andamento.</p>
<p data-start="10111" data-end="10455">O projeto conecta Mandirituba (PR) a São José dos Pinhais (PR) por aproximadamente 26 quilômetros de pavimentação em concreto, criando uma ligação direta entre a BR-116 e a BR-376. O traçado vai da região da Rua Gilberto Palu, em Mandirituba, ao trevo da fábrica Volkswagen-Audi, em São José dos Pinhais.</p>
<p data-start="10457" data-end="10743">A obra foi concebida para transformar antigas estradas rurais em um novo eixo metropolitano, permitindo que parte dos deslocamentos entre o Sul da região metropolitana, São José dos Pinhais e o eixo da BR-376 não precise utilizar os caminhos hoje mais congestionados próximos à capital.</p>
<p data-start="10745" data-end="11036">Também deve facilitar o escoamento de produção agrícola de Mandirituba (PR), Quitandinha (PR), Agudos do Sul (PR), Piên (PR), Campo do Tenente (PR) e Rio Negro (PR), além de melhorar a ligação com o aeroporto, o litoral e outros corredores logísticos.</p>
<p data-start="11038" data-end="11334">A página atual da Amep informa investimento de R$ 111,8 milhões. Em abril de 2026, o Estado divulgou que a obra havia atingido 65,5% de execução. Além da pavimentação em concreto, estão previstas ciclovias, drenagem, iluminação e dispositivos de segurança.</p>
<p data-start="11336" data-end="11695">Há, entretanto, uma diferença de cronograma que merece acompanhamento. A previsão oficial disponível na Amep ainda aponta agosto de 2026 para a conclusão, prazo que já passou. A declaração de Ratinho Jr nesta sexta-feira, portanto, ocorre quando a ligação ainda é apresentada pelo governo como uma obra a ser concluída.</p>
<p data-start="11697" data-end="11893">Segundo o governador durante o evento, esta conexão também integra a estratégia para retirar tráfego de outros pontos sobrecarregados da Região Metropolitana, incluindo o fluxo na região da Ceasa.</p>
<p data-start="11895" data-end="12217">Embora tenham efeitos complementares, são projetos diferentes: o BRT Norte-Sul é voltado prioritariamente ao transporte coletivo de alta capacidade; o Corredor Metropolitano busca redistribuir o tráfego rodoviário no eixo Oeste-Sul; e a ligação Mandirituba–São José dos Pinhais cria uma nova conexão entre BR-116 e BR-376.</p>
<p data-start="12219" data-end="12278" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="12219" data-end="12278" data-is-last-node=""><em data-start="12221" data-end="12276">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Linha 7-Rubi opera com velocidade reduzida após queda de árvore nesta sexta-feira (11)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/linha-7-rubi-opera-com-velocidade-reduzida-apos-queda-de-arvore-nesta-sexta-feira-11/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 16:20:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Circulação ocorre em via única entre Pirituba e Perus, com embarque e desembarque realizados na mesma plataforma YURI SENA A Linha 7-Rubi, operada pela TIC Trens, circula com velocidade reduzida na tarde desta sexta-feira, 11 de setembro de 2026 após a queda de árvores na região. Por conta da ocorrência, os trens operam em via [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="555" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Linha-7-possui-mao-inglesa-e1776374185722.jpeg?fit=1024%2C555&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Circulação ocorre em via única entre Pirituba e Perus, com embarque e desembarque realizados na mesma plataforma</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Linha 7-Rubi, operada pela TIC Trens, circula com velocidade reduzida na tarde desta sexta-feira, 11 de setembro de 2026 após a queda de árvores na região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por conta da ocorrência, os trens operam em via única no trecho entre as estações Pirituba e Perus. Nesse intervalo, o embarque e o desembarque dos passageiros são realizados na mesma plataforma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A medida provoca maior tempo de viagem no trecho afetado. A circulação deve ser normalizada após a liberação da via.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Governo de Minas autoriza desapropriação para Estação Ferrugem e Linha 2 do Metrô de Belo Horizonte (MG) avança rumo ao Barreiro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/governo-de-minas-autoriza-desapropriacao-para-estacao-ferrugem-e-linha-2-do-metro-de-belo-horizonte-mg-avanca-rumo-ao-barreiro/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 16:00:54 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Área de 889,78 m² no Bairro das Indústrias I poderá ser incorporada pela Metrô BH para construção da estação; Linha 2 terá 10,5 km e sete estações, já começou a operar parcialmente e deve chegar integralmente ao Barreiro em 2028 ADAMO BAZANI O Governo de Minas Gerais autorizou a desapropriação de um terreno de 889,78 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/2474958.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/2474958.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/2474958.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/2474958.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/2474958.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/2474958.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/2474958.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p data-start="14045" data-end="14275"><em data-start="14045" data-end="14275">Área de 889,78 m² no Bairro das Indústrias I poderá ser incorporada pela Metrô BH para construção da estação; Linha 2 terá 10,5 km e sete estações, já começou a operar parcialmente e deve chegar integralmente ao Barreiro em 2028</em></p>
<p data-start="14277" data-end="14295"><strong data-start="14277" data-end="14295"><em data-start="14279" data-end="14293">ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p data-start="14297" data-end="14767">O Governo de Minas Gerais autorizou a desapropriação de um terreno de 889,78 metros quadrados necessário à implantação da Estação Ferrugem, uma das sete estações da Linha 2 do Metrô de Belo Horizonte (MG). A área fica no Bairro das Indústrias I, junto à Avenida Padre José Nascimento, e a concessionária Metrô BH poderá promover a desapropriação, inclusive com pedido de imissão urgente na posse, para permitir o avanço das obras.</p>
<p data-start="14769" data-end="15306">A medida ocorre em uma etapa importante da construção da linha de 10,5 quilômetros que ligará Nova Suíça ao Barreiro. As estações Nova Suíça e Amazonas foram inauguradas em 3 de julho de 2026 e deram início à operação parcial do novo ramal, enquanto há frentes de obras em Nova Gameleira, Nova Cintra, Vista Alegre, Ferrugem e Barreiro. A meta atualmente divulgada pelo Governo de Minas é colocar toda a Linha 2 em funcionamento em 2028, com projeção de aproximadamente 56 mil passageiros por dia.</p>
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<div class="pt-4">
<div class="relative isolate overflow-hidden motion-safe:transition-[max-height,opacity] motion-safe:duration-300 motion-safe:ease-out" aria-hidden="false">
<div class="bg-[rgba(244,240,239,0.5)] dark:bg-[rgba(38,43,61,0.5)] rounded-[30px]">Área de Ferrugem foi declarada de utilidade pública</div>
</div>
</div>
</div>
<p data-start="15409" data-end="15489">A autorização foi formalizada pelo Decreto NE nº 924, de 10 de setembro de 2026.</p>
<p data-start="15491" data-end="15746">O terreno confronta com lotes das quadras do Bairro das Indústrias I e com área pública da Avenida Padre José Nascimento. A declaração de utilidade pública alcança também eventuais benfeitorias existentes no imóvel.</p>
<p data-start="15748" data-end="16145">A Metrô BH, responsável pela concessão do sistema, foi autorizada a promover a desapropriação de pleno domínio. O decreto também permite que a empresa alegue urgência para buscar a imissão na posse, instrumento que pode permitir o acesso ao terreno antes do encerramento definitivo da discussão sobre a indenização, desde que atendidos os requisitos legais.</p>
<p data-start="16147" data-end="16240">A publicação não informa quem é o proprietário do imóvel nem o valor estimado da indenização.</p>
<h3 data-section-id="1hcftdc" data-start="16242" data-end="16309">Ferrugem é um dos pontos tecnicamente mais complexos da Linha 2</h3>
<p data-start="16311" data-end="16441">A futura Estação Ferrugem está em um trecho no qual o metrô precisa conviver com a infraestrutura ferroviária de cargas existente.</p>
<p data-start="16443" data-end="16811">Desde 2023, Governo de Minas, Metrô BH, MRS Logística, VLI e ANTT discutem soluções para compatibilizar as operações. Em fevereiro de 2025, a própria Metrô BH informou que seria necessária uma alteração nas linhas ferroviárias da MRS e da VLI na região de Ferrugem para viabilizar a implantação de um viaduto destinado ao metrô.</p>
<p data-start="16813" data-end="17111">Em agosto de 2026, o remanejamento da ferrovia de cargas entrou em uma nova fase. O novo alinhamento passou a liberar parte da área da futura estação, embora trilhos antigos ainda precisassem ser retirados para permitir o avanço de outras frentes de serviço.</p>
<p data-start="17113" data-end="17227">A desapropriação publicada agora acrescenta mais uma frente necessária para liberar fisicamente a área da estação.</p>
<h3 data-section-id="1whm7yt" data-start="17229" data-end="17295">Trecho entre Ferrugem e Barreiro será construído com via dupla</h3>
<p data-start="17297" data-end="17432">Um dos pontos que mais geraram discussão no projeto da Linha 2 foi justamente a configuração do trecho final entre Ferrugem e Barreiro.</p>
<p data-start="17434" data-end="17693">Documentos enviados pela Seinfra à Assembleia Legislativa de Minas Gerais mostram que a Metrô BH chegou inicialmente a propor uma via singela, ou seja, apenas uma linha para circulação dos trens entre as duas estações, alegando restrições de espaço na região.</p>
<p data-start="17695" data-end="18106">O Estado pediu estudos e simulações adicionais para avaliar os reflexos da alternativa sobre a qualidade da operação e sobre a capacidade futura da linha. Em resposta oficial encaminhada em maio de 2026 à Assembleia, a Seinfra informou que os estudos posteriores concluíram pela viabilidade da via dupla. Essa passou a ser a solução adotada no desenvolvimento do projeto.</p>
<p data-start="18108" data-end="18324">Segundo a Secretaria, a definição também considera as exigências da MRS para permitir a convivência entre os sistemas ferroviários de passageiros e de cargas no Pátio Barreiro.</p>
<p data-start="18326" data-end="18458">Isso significa que, pelo projeto atualmente adotado, o trecho Ferrugem–Barreiro não deverá ficar limitado à operação em linha única.</p>
<h3 data-section-id="i2quhw" data-start="18460" data-end="18513">Linha 2 começou a funcionar parcialmente em julho</h3>
<p data-start="18515" data-end="18836">As obras da Linha 2 começaram formalmente em setembro de 2024, encerrando mais de duas décadas de espera pela retomada efetiva do projeto. O traçado possui 10,5 quilômetros e as sete estações são Nova Suíça, Amazonas, Nova Gameleira, Nova Cintra, Vista Alegre, Ferrugem e Barreiro.</p>
<p data-start="18838" data-end="19019">Em 3 de julho de 2026, Nova Suíça e Amazonas foram inauguradas antecipadamente e a Linha 2 passou a transportar passageiros de forma parcial.</p>
<p data-start="19021" data-end="19367">A operação inicial foi implantada de maneira assistida, enquanto prosseguem testes e obras do restante do corredor. Na inauguração, as viagens entre as duas primeiras estações foram iniciadas em horário reduzido, das 9h às 16h nos dias úteis, com expansão gradual prevista à medida que o sistema avançasse.</p>
<p data-start="19369" data-end="19610">O Governo de Minas informa que as frentes seguintes estão concentradas nas estações Nova Gameleira, Nova Cintra, Vista Alegre, Ferrugem e Barreiro e mantém a previsão de funcionamento integral em 2028.</p>
<h3 data-section-id="x5hywj" data-start="19612" data-end="19676">Projeto prevê cerca de 56 mil passageiros por dia na Linha 2</h3>
<p data-start="19678" data-end="19983">Quando concluída, a Linha 2 deverá transportar aproximadamente 56 mil passageiros diariamente, segundo projeção mais recente divulgada pelo Governo de Minas. A estimativa para o conjunto do metrô é chegar a cerca de 223 mil usuários por dia, somando as duas linhas.</p>
<p data-start="19985" data-end="20177">O Barreiro é um dos principais polos populacionais e econômicos da capital mineira e historicamente depende de ônibus e do sistema viário para as ligações com outras regiões de Belo Horizonte.</p>
<p data-start="20179" data-end="20340">Com a Linha 2, o passageiro terá conexão com a Linha 1 em Nova Suíça, permitindo prosseguir pelo eixo metroviário que atende Belo Horizonte (MG) e Contagem (MG).</p>
<h3 data-section-id="jv6mro" data-start="20342" data-end="20395">Concessão foi assinada com Grupo Comporte em 2023</h3>
<p data-start="20397" data-end="20508">A transformação do projeto em obra ocorreu após a concessão do metrô da Região Metropolitana de Belo Horizonte.</p>
<p data-start="20510" data-end="20789">O contrato foi assinado em março de 2023 com a Comporte Participações. A concessionária Metrô BH passou a ser responsável pela operação do sistema, modernização e expansão da Linha 1 e conclusão da Linha 2 durante uma concessão de 30 anos.</p>
<p data-start="20791" data-end="21100">O pacote de investimentos previsto para a modernização e ampliação do sistema é de aproximadamente R$ 3,7 bilhões. Desse montante, R$ 2,8 bilhões correspondem a recursos federais e aproximadamente R$ 440 milhões têm origem no Acordo Judicial de Reparação de Brumadinho.</p>
<p data-start="21102" data-end="21521">Documentos encaminhados pela Seinfra à Assembleia mostram que, até 30 de junho de 2025, dos R$ 2,8 bilhões federais depositados em conta vinculada, R$ 666,4 milhões já haviam sido liberados à concessionária mediante cumprimento de marcos contratuais. O saldo permanecia aplicado e condicionado ao avanço das etapas previstas no contrato, principalmente as relacionadas à Linha 2.</p>
<p data-start="21523" data-end="21662">Além da nova linha, o contrato inclui a modernização das estações da Linha 1, a expansão até Novo Eldorado e a aquisição de 24 novos trens.</p>
<p data-start="21664" data-end="21889">Com o decreto publicado nesta sexta-feira, a futura Estação Ferrugem ganha agora mais um instrumento necessário para o avanço físico das obras: a liberação da área que será diretamente ocupada pela infraestrutura metroviária.</p>
<p data-start="21891" data-end="21950" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="21891" data-end="21950" data-is-last-node=""><em data-start="21893" data-end="21948">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Linha 11-Coral da CPTM volta a operar com normalidade após falha nesta sexta-feira (11)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 15:50:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada ARTHUR FERRARI Passageiros da linha 11-Coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) enfrentaram dificuldades desde às 12h46 desta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, quando uma falha no sistema passou a afetar a circulação dos trens. De acordo com a CPTM, houve falha no [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="366" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cptm-linha-11-coral.jpg?fit=1024%2C366&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cptm-linha-11-coral.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cptm-linha-11-coral.jpg?resize=300%2C107&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cptm-linha-11-coral.jpg?resize=1024%2C366&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cptm-linha-11-coral.jpg?resize=150%2C54&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cptm-linha-11-coral.jpg?resize=768%2C274&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cptm-linha-11-coral.jpg?resize=400%2C143&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Passageiros da linha 11-Coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) enfrentaram dificuldades desde às 12h46 desta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, quando uma falha no sistema passou a afetar a circulação dos trens.</p>
<p>De acordo com a CPTM, houve falha no sistema de energia, o que acabou interrompendo a operação de composições no trecho entre as estações Tatuapé e Corinthians-Itaquera.</p>
<p><em>Confira a nota da CPTM:</em></p>
<p><em><strong>A circulação da Linha 11-Coral está em processo de normalização na tarde desta sexta-feira (11/09).</strong></em></p>
<p><em><strong>Entre 12h20 e 13h30, foi identificada queda de energia em uma subestação na região do Tatuapé. O trecho entre as estações Tatuapé e Corinthians-Itaquera ficou sem circulação no período. A CPTM pede desculpas pelos transtornos causados aos passageiros.</strong></em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>“Metronização” do BRT Norte Sul é entregue nesta sexta (11) em Goiânia e ônibus recebem visual comemorativo de 93 anos da cidade</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/metronizacao-do-brt-norte-sul-e-entregue-nesta-sexta-11-em-goiania-e-onibus-recebem-visual-comemorativo-de-93-anos-da-cidade/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 15:31:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Opinião]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Segundo prefeitura da capital e governo de Goiás, com prioridade nos cruzamento e ajuste semafórico, velocidade média subiu 31% ADAMO BAZANI A chamada “metronização” do BRT Norte-Sul é entregue nesta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, em Goiânia (GO), completando a implantação do sistema de prioridade aos ônibus nos dois principais corredores de BRT da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20260911_121152_0000.png?fit=600%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20260911_121152_0000.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20260911_121152_0000.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20260911_121152_0000.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20260911_121152_0000.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p data-start="134" data-end="263"><em data-start="134" data-end="263">Segundo prefeitura da capital e governo de Goiás, com prioridade nos cruzamento e ajuste semafórico, velocidade média subiu 31%</em></p>
<p data-start="265" data-end="283"><strong data-start="265" data-end="283"><em data-start="267" data-end="281">ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p data-start="285" data-end="955">A chamada “metronização” do BRT Norte-Sul é entregue nesta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, em Goiânia (GO), completando a implantação do sistema de prioridade aos ônibus nos dois principais corredores de BRT da capital. São 17 quilômetros no eixo Norte-Sul, entre os terminais Recanto do Bosque e Isidória, que se somam aos 14 quilômetros do BRT Leste-Oeste. Com isso, Goiânia passa a ter 31 quilômetros de corredores equipados com a tecnologia. Segundo dados divulgados pelo poder público, a velocidade média dos ônibus nos trechos já tratados passou de aproximadamente 16 km/h para mais de 21 km/h, aumento de pelo menos 31%.</p>
<p data-start="957" data-end="1382">A entrega também é marcada por uma mudança visual nos veículos. Ônibus do sistema receberam caracterização especial alusiva aos 93 anos de Goiânia, que serão completados em 24 de outubro. A identidade comemorativa não representa alteração no padrão operacional dos veículos, mas passa a circular pelas ruas junto com a conclusão da prioridade semafórica dos BRTs, associando a frota às comemorações do aniversário da capital.</p>
<h3 data-section-id="1vliklz" data-start="1384" data-end="1412">O QUE É A “METRONIZAÇÃO”</h3>
<p data-start="1414" data-end="1506">Apesar do nome, metronização não significa transformar o BRT em metrô nem implantar trilhos.</p>
<p data-start="1508" data-end="1710">O termo é usado em Goiânia para identificar um conjunto de medidas operacionais e tecnológicas destinado a fazer o ônibus perder menos tempo nos cruzamentos e se aproximar de uma operação mais contínua.</p>
<p data-start="1712" data-end="1932">Na prática, sensores e sistemas de comunicação acompanham a aproximação dos ônibus. Essas informações chegam ao controle semafórico, que pode ajustar os tempos dos sinais para favorecer a passagem do transporte coletivo.</p>
<p data-start="1934" data-end="2116">Isso pode ocorrer, por exemplo, prolongando por alguns segundos o sinal verde quando um ônibus está chegando ou reduzindo uma fase que faria o coletivo permanecer parado no vermelho.</p>
<p data-start="2118" data-end="2363">O sistema combina prioridade semafórica, sincronização dos sinais, monitoramento em tempo real e recursos de controle do tráfego. A Prefeitura também informa o emprego de inteligência artificial na operação.</p>
<p data-start="2365" data-end="2710">É importante diferenciar prioridade de preferência absoluta. A lógica não é simplesmente deixar todos os semáforos permanentemente verdes para o BRT, o que desorganizaria os demais movimentos do cruzamento. O sistema tenta compatibilizar os diferentes fluxos e, dentro dessa programação, reduzir as paradas desnecessárias do transporte coletivo.</p>
<h3 data-section-id="188dop9" data-start="2712" data-end="2777">POR QUE UM BRT EXCLUSIVO AINDA PODE PERDER TEMPO EM SEMÁFOROS</h3>
<p data-start="2779" data-end="2852">Ter uma faixa ou canaleta exclusiva resolve apenas uma parte do problema.</p>
<p data-start="2854" data-end="3146">Ao ser separado dos automóveis, o ônibus deixa de enfrentar diretamente grande parte dos congestionamentos. Mas, se o corredor atravessa dezenas de cruzamentos em nível e o veículo encontra sucessivos sinais vermelhos, uma parcela importante do ganho obtido com a segregação da via é perdida.</p>
<p data-start="3148" data-end="3285">Cada parada acrescenta o tempo do semáforo e também o período necessário para o ônibus frear, permanecer imobilizado e voltar a acelerar.</p>
<p data-start="3287" data-end="3569">Em sistemas com veículos articulados, grande número de passageiros e intervalos pequenos, sucessivas retenções também podem provocar aproximação entre ônibus que deveriam circular separados. O resultado são comboios, intervalos irregulares e aumento do tempo de espera nas estações.</p>
<p data-start="3571" data-end="3961">Por isso, a prioridade nos cruzamentos é um dos elementos técnicos associados a BRTs de melhor desempenho. Levantamento da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), já mostrado pelo <strong data-start="3774" data-end="3800"><em data-start="3776" data-end="3798">Diário do Transporte</em></strong>, inclui o tratamento das interseções para diminuir interferências entre os atributos importantes de um sistema deste tipo.</p>
<h3 data-section-id="2ylb1j" data-start="3963" data-end="4032">VELOCIDADE PASSOU DE 16 KM/H PARA MAIS DE 21 KM/H, DIZ PREFEITURA</h3>
<p data-start="4034" data-end="4131">Os resultados divulgados anteriormente no BRT Leste-Oeste dão uma dimensão do impacto pretendido.</p>
<p data-start="4133" data-end="4314">Antes da implantação, segundo a Prefeitura de Goiânia, os ônibus encontravam sinal verde em aproximadamente 48% dos cruzamentos. Com a tecnologia, este índice chegou a cerca de 90%.</p>
<p data-start="4316" data-end="4417">O número de paradas em semáforos teria caído de mais de 30 para uma média de sete em todo o percurso.</p>
<p data-start="4419" data-end="4672">A velocidade média passou de cerca de 16 km/h para mais de 21 km/h. Considerando exatamente 21 km/h, o crescimento é de 31,25%. Como o resultado divulgado é superior a 21 km/h, o ganho informado é de pelo menos 31%.</p>
<p data-start="4674" data-end="4892">No Leste-Oeste, a administração municipal também informa redução entre 15 e 20 minutos no tempo de viagem ao longo dos 14 quilômetros entre os terminais Novo Mundo e Padre Pelágio.</p>
<p data-start="4894" data-end="5179">Esses números são dados apresentados pela Prefeitura e não significam que todas as viagens terão exatamente o mesmo ganho. Tempo de percurso e velocidade variam conforme horário, demanda nas estações, condições do trânsito nos cruzamentos, operação dos ônibus e ocorrências no sistema.</p>
<h3 data-section-id="1brquuw" data-start="5181" data-end="5239">NORTE-SUL TEM 17 KM ENTRE RECANTO DO BOSQUE E ISIDÓRIA</h3>
<p data-start="5241" data-end="5371">A etapa concluída nesta sexta-feira compreende os 17 quilômetros do BRT Norte-Sul entre os terminais Recanto do Bosque e Isidória.</p>
<p data-start="5373" data-end="5613">Parte do corredor, entre o Terminal Isidória e a Praça Cívica, já estava operando com a tecnologia. Os equipamentos foram posteriormente ampliados em direção ao Recanto do Bosque até completar o trecho.</p>
<p data-start="5615" data-end="5780">Com os 17 quilômetros do Norte-Sul e os 14 quilômetros do Leste-Oeste, a capital chega aos 31 quilômetros anunciados com prioridade semafórica nos dois eixos de BRT.</p>
<p data-start="5782" data-end="6166">O Norte-Sul é um corredor estrutural da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos e conecta regiões de grande concentração de viagens. Documentos técnicos da própria Prefeitura estimam demanda de aproximadamente 112 mil passageiros por dia no eixo e potencial para cerca de 120 mil com a consolidação das melhorias de infraestrutura e operação.</p>
<h3 data-section-id="1app0zt" data-start="6168" data-end="6217">GANHO NÃO É APENAS PARA O TEMPO DO PASSAGEIRO</h3>
<p data-start="6219" data-end="6312">Aumentar a velocidade comercial produz efeitos que vão além de chegar mais rápido ao destino.</p>
<p data-start="6314" data-end="6558">Quanto menos tempo um ônibus leva para completar uma viagem, maior pode ser a produtividade do mesmo veículo ao longo do dia. Em determinadas condições, uma frota consegue realizar mais viagens sem aumentar proporcionalmente o número de ônibus.</p>
<p data-start="6560" data-end="6754">Há também reflexos potenciais sobre consumo de combustível ou energia, utilização da mão de obra, regularidade dos intervalos e desgaste provocado pelo ciclo repetitivo de aceleração e frenagem.</p>
<p data-start="6756" data-end="6869">Isso não significa que a prioridade semafórica, isoladamente, resolva todos os problemas de um sistema de ônibus.</p>
<p data-start="6871" data-end="7124">O desempenho continua dependendo de fatores como qualidade das faixas exclusivas, pavimento, funcionamento das estações, rapidez nos embarques e desembarques, fiscalização, quantidade adequada de veículos, manutenção da frota e regularidade da operação.</p>
<p data-start="7126" data-end="7302">A vantagem da metronização é atuar justamente sobre uma interferência que continuava existindo mesmo onde os ônibus já tinham espaço exclusivo: o tempo perdido nos cruzamentos.</p>
<h3 data-section-id="grhbb3" data-start="7304" data-end="7343">LESTE-OESTE FOI CONCLUÍDO EM AGOSTO</h3>
<p data-start="7345" data-end="7441">O BRT Leste-Oeste foi o primeiro dos dois corredores a ter o sistema concluído de ponta a ponta.</p>
<p data-start="7443" data-end="7673">Em 21 de agosto de 2026 foram entregues os últimos cinco quilômetros entre a Praça A e o Terminal Padre Pelágio. O corredor possui 14 quilômetros entre os terminais Novo Mundo e Padre Pelágio.</p>
<p data-start="7675" data-end="7980">Naquela etapa, o trecho final recebeu 22 semáforos integrados ao sistema e equipamentos de alimentação ininterrupta nos cruzamentos, os chamados nobreaks, destinados a manter os dispositivos funcionando diante de oscilações ou interrupções do fornecimento de energia.</p>
<p data-start="7982" data-end="8064">Com a conclusão agora do Norte-Sul, a implantação alcança os dois BRTs de Goiânia.</p>
<h3 data-section-id="19jyyjw" data-start="8066" data-end="8113">ÔNIBUS GANHAM VISUAL DOS 93 ANOS DE GOIÂNIA</h3>
<p data-start="8115" data-end="8233">Além da mudança operacional, passageiros passam a encontrar nas ruas ônibus caracterizados para os 93 anos de Goiânia.</p>
<p data-start="8235" data-end="8416">A capital foi fundada em 1933 e completa 93 anos em 24 de outubro de 2026. A adesivação especial integra a identidade comemorativa preparada para o período de aniversário da cidade.</p>
<p data-start="8418" data-end="8609">O destaque visual ocorre num momento em que a frota da Região Metropolitana passa por uma transformação mais ampla, com renovação de veículos e entrada de tecnologias diferentes de propulsão.</p>
<p data-start="8611" data-end="8971">O <strong data-start="8613" data-end="8639"><em data-start="8615" data-end="8637">Diário do Transporte</em></strong> mostrou que o sistema de BRT de Goiânia já reúne ônibus convencionais, articulados e veículos de tecnologias mais recentes, inclusive elétricos e unidades movidas a biometano. A pesquisa nacional de BRTs da NTU também registra a presença dessas duas alternativas energéticas no sistema goiano.</p>
<p data-start="8973" data-end="9163">Assim, a caracterização pelos 93 anos é temporária e comemorativa, enquanto a metronização representa uma mudança permanente na forma de administrar a circulação dos ônibus pelos corredores.</p>
<p data-start="9165" data-end="9323">Para o passageiro, o resultado técnico esperado é bastante concreto: menos tempo parado diante dos semáforos, maior velocidade média e viagens mais regulares.</p>
<p data-start="9325" data-end="9384" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="9325" data-end="9384" data-is-last-node=""><em data-start="9327" data-end="9382">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Associação pede à ANTT criação de categoria própria em resolução de fiscalização para viações de fretamento operarem de forma regular</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/associacao-pede-a-antt-criacao-de-categoria-propria-em-resolucao-de-fiscalizacao-para-viacoes-de-fretamento-operarem-de-forma-regular/</link>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Segundo a advogada Rita Januzzi, representante da ANTD, o objetivo é mudar a norma e estão sendo feitas reuniões com o Governo Federal: viações prestam serviço justamente nas rotas e regiões que as grandes operadoras não têm interesse em explorar ADAMO BAZANI Um grupo de advogados que representa empresários de ônibus de fretamento e turismo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="955" height="607" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/marcopolo_1350.jpg?fit=955%2C607&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/marcopolo_1350.jpg?w=955&amp;ssl=1 955w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/marcopolo_1350.jpg?resize=300%2C191&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/marcopolo_1350.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/marcopolo_1350.jpg?resize=768%2C488&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/marcopolo_1350.jpg?resize=400%2C254&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 955px) 100vw, 955px" /> <p data-start="366" data-end="614"><em data-start="366" data-end="614">Segundo a advogada Rita Januzzi, representante da ANTD, o objetivo é mudar a norma e estão sendo feitas reuniões com o Governo Federal: viações prestam serviço justamente nas rotas e regiões que as grandes operadoras não têm interesse em explorar</em></p>
<p data-start="616" data-end="634"><strong data-start="616" data-end="634"><em data-start="618" data-end="632">ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p data-start="636" data-end="1044">Um grupo de advogados que representa empresários de ônibus de fretamento e turismo apresentou à ANTT (Agência Nacional de Transportes) uma proposta para mudar a Resolução ANTT nº 6.074, de 17 de dezembro de 2025, que estabelece o novo regime de sanções e medidas administrativas aplicável às empresas que prestam serviço regular de transporte rodoviário coletivo interestadual de passageiros sob autorização.</p>
<p data-start="1046" data-end="1418">Segundo a advogada Rita Januzzi, uma das representantes da ANTD (Associação Nacional de Transportes Diversos), um dos pedidos é a criação de uma categoria própria dentro da resolução e a abertura de espaço, por janela ordinária ou extraordinária, para que essas empresas possam operar de forma organizada e regular, dentro da viabilidade operacional e técnica de cada uma.</p>
<p data-start="1420" data-end="1640">Rita Januzzi explica que estas empresas já prestam serviço justamente nas rotas e regiões que as grandes operadoras não têm interesse em explorar, como interior, municípios de difícil acesso, ligações de baixa densidade.</p>
<p data-start="1642" data-end="1772">O Nordeste é apontado como a região onde esse vazio de oferta é mais evidente e onde a atuação dessas empresas é mais consolidada.</p>
<p data-start="1774" data-end="2018"><em data-start="1774" data-end="2013">&#8220;Existe demanda e existe falta de atendimento em determinadas regiões do Brasil. Esses requisitos merecem ser analisados com paciência e responsabilidade, porque o que está em jogo é a mobilidade de quem hoje não é atendido por ninguém&#8221;,</em> diz.</p>
<p data-start="2020" data-end="2137">A advogada explica que estão sendo realizadas reuniões com o Governo Federal para tentar avanços na mudança da norma.</p>
<p data-start="2139" data-end="2428">Rita Januzzi diz que, enquanto não há avanços, a entidade atua em duas frentes simultâneas: a via institucional, de negociação com o Governo Federal para a reforma da norma, e a via judicial, para assegurar segurança jurídica aos associados enquanto a discussão regulatória não se resolve.</p>
<p data-start="2430" data-end="2933">Segundo a representante, na regulação atual não existe uma categoria que acomode empresas que já operam com toda a documentação em dia. São transportadoras que possuem registro junto à ANTT e que já detêm o TAF ou estão formalmente em processo de obtenção do documento, recolhem tributos, mantêm frota em condições técnicas adequadas — em muitos casos, em estado de conservação superior ao de grandes operadoras — e cumprem as mesmas exigências impostas às empresas de transporte regular de passageiros.</p>
<p data-start="2935" data-end="3356"><em data-start="2935" data-end="3145">&#8220;O clandestino é o empresário que não tem documento nenhum, que não tem vínculo com a ANTT, que opera cem por cento à margem e que sequer existe dentro do cenário da agência. Não é disso que estamos falando&#8221;,</em> afirma a advogada Rita Januzzi. <em data-start="3178" data-end="3356">&#8220;Estamos defendendo empresários que cumprem documentação, pagam imposto, têm veículos em perfeito estado — e que hoje correm o risco de ser multados e até de perder o veículo.&#8221;</em></p>
<h3 data-section-id="p9liq3" data-start="3358" data-end="3404">O que estabelece a Resolução ANTT nº 6.074</h3>
<p data-start="3406" data-end="3818">A Resolução nº 6.074 foi aprovada pela Diretoria Colegiada da ANTT em 17 de dezembro de 2025 e publicada no Diário Oficial da União no dia seguinte. Seu objeto principal é regulamentar fiscalização, infrações, sanções e medidas administrativas relacionadas ao serviço regular de transporte rodoviário coletivo interestadual de passageiros prestado sob regime de autorização.</p>
<p data-start="3820" data-end="4401">A norma implantou o conceito de fiscalização responsiva, pela qual a atuação da agência passa a considerar dados, risco regulatório, histórico e comportamento das transportadoras. A fiscalização pode ocorrer remotamente, inclusive por análise dos sistemas e informações transmitidas à ANTT, ou presencialmente. O desempenho das empresas também pode ser relacionado ao IQT (Índice de Qualidade do Transporte), que considera indicadores como cumprimento de viagens, transmissão de bilhetes, pontualidade e generalidade dos Termos de Autorização.</p>
<p data-start="4403" data-end="4936">As infrações foram distribuídas em oito grupos de gravidade. Nos sete primeiros há valores-base de multas graduados em UMRP (Unidade Monetária de Referência de Passageiros), além da possibilidade de advertência e de circunstâncias agravantes ou atenuantes. As ocorrências mais graves podem levar à suspensão ou cassação da autorização. A resolução também estabelece medidas como retenção e recolhimento de ônibus, inativação cadastral, transbordo de passageiros e interdição de estabelecimentos.</p>
<h3 data-section-id="1ifkfq3" data-start="4938" data-end="4987">Fretamento também foi atingido pelas mudanças</h3>
<p data-start="4989" data-end="5460">Apesar de a Resolução nº 6.074 ter como objeto central o transporte regular interestadual, seu artigo 80 alterou diretamente a Resolução ANTT nº 233/2003, que passou a disciplinar penalidades relativas aos serviços semiurbanos e aos serviços realizados sob regime de fretamento no transporte interestadual e internacional. É neste ponto que a nova regulamentação produz efeitos diretos para as empresas representadas pela associação.</p>
<p data-start="5462" data-end="5916">Uma das alterações mais sensíveis está na definição de serviço clandestino. Pela norma em vigor, é considerado clandestino o transporte remunerado interestadual ou internacional realizado sem a concessão, permissão ou autorização correspondente da ANTT, mas também aquele realizado por uma empresa que possui autorização da agência quando a operação ocorre em modalidade diferente daquela para a qual foi autorizada.</p>
<p data-start="5918" data-end="6353">Na prática, possuir um TAF (Termo de Autorização de Fretamento) significa estar autorizado para a modalidade de fretamento, e não automaticamente para a exploração de uma linha regular. A própria ANTT informa que o fretamento deve transportar grupos previamente definidos, sem venda individual de passagens, enquanto a autorização do serviço regular é feita por meio de TAR (Termo de Autorização).</p>
<p data-start="6355" data-end="6755">É justamente essa separação regulatória que está no centro da discussão apresentada pela ANTD. Segundo o argumento da associação, há empresas formalizadas no regime de fretamento que realizam transportes em regiões de baixa oferta e que pretendem uma alternativa regulatória para passar à prestação regular sem serem equiparadas, durante esse processo, aos transportadores completamente clandestinos.</p>
<h3 data-section-id="1y49cpm" data-start="6757" data-end="6813">Recolhimento por 96 horas e até perdimento do ônibus</h3>
<p data-start="6815" data-end="6946">A questão ganhou ainda mais importância porque as consequências previstas para a caracterização do serviço clandestino são severas.</p>
<p data-start="6948" data-end="7267">A Resolução nº 6.074 estabeleceu que, quando a fiscalização constatar a execução de serviço clandestino, deve ocorrer o transbordo dos passageiros para um transporte autorizado e o recolhimento do veículo. Para o fretamento, essas disposições foram incorporadas à Resolução nº 233.</p>
<p data-start="7269" data-end="7649">O ônibus considerado utilizado em serviço clandestino permanece recolhido por 96 horas. Depois desse período, a liberação depende do pagamento das despesas de remoção, guarda e estadia. A transportadora também fica responsável por assegurar a continuidade da viagem e, quando cabível, por despesas de alimentação e hospedagem dos passageiros.</p>
<p data-start="7651" data-end="7944">Há ainda previsão de perdimento do veículo em favor da ANTT em caso de reincidência no uso do mesmo ônibus para serviço clandestino dentro de um ano. O prazo é contado a partir do trânsito em julgado administrativo da decisão que aplicou a primeira multa.</p>
<p data-start="7946" data-end="8143">A multa prevista para comercialização ou execução de serviço clandestino é de 53.240 UMRP. O valor da UMRP para 2026 foi atualizado pela ANTT para R$ 0,292308.</p>
<h3 data-section-id="1senpgh" data-start="8145" data-end="8211">Resolução de penalidades não é a mesma norma que abre mercados</h3>
<p data-start="8213" data-end="8300">Há uma distinção importante entre os dois pedidos relatados pela representante da ANTD.</p>
<p data-start="8302" data-end="8584">A Resolução nº 6.074 trata essencialmente de fiscalização, infrações, penalidades e medidas administrativas. A própria ANTT afirmou, quando publicou a norma, que ela não modifica as regras de entrada ou saída do mercado de transporte regular.</p>
<p data-start="8586" data-end="8789">Já as chamadas janelas de abertura de mercados fazem parte da Resolução ANTT nº 6.033, de 21 de dezembro de 2023, que regulamenta a prestação do serviço regular interestadual sob o regime de autorização.</p>
<p data-start="8791" data-end="9216">Assim, juridicamente são duas frentes relacionadas, mas diferentes: para mudar a forma como uma empresa de fretamento é enquadrada ou fiscalizada, o debate alcança a Resolução nº 6.074 e a Resolução nº 233; para permitir que uma empresa obtenha mercados e passe a operar regularmente linhas interestaduais, entram as regras da Resolução nº 6.033 e os mecanismos de abertura de mercado.</p>
<h3 data-section-id="1m4xfmh" data-start="9218" data-end="9281">Discussão que originou a Resolução nº 6.074 começou em 2011</h3>
<p data-start="9283" data-end="9372">A Resolução nº 6.074 é resultado de uma discussão regulatória de aproximadamente 14 anos.</p>
<p data-start="9374" data-end="9927">Em 2011, a ANTT incluiu na Agenda Regulatória a revisão das regras de penalidades aplicadas ao transporte de passageiros. Em maio de 2013, a agência abriu um processo específico para estudar penalidades e medidas administrativas na fiscalização. Os trabalhos avançaram até 2014, mas precisaram ser revistos depois que a Lei Federal nº 12.996/2014 alterou o regime de delegação do transporte rodoviário regular de passageiros, que deixou de se estruturar pelo modelo de permissão e passou ao regime de autorização.</p>
<p data-start="9929" data-end="10221">Em 2015, os estudos foram retomados, já separando as questões referentes ao serviço rodoviário das relacionadas ao semiurbano. Naquele mesmo período, a ANTT implantava o regime autorizativo para o transporte regular por meio da Resolução nº 4.770/2015.</p>
<p data-start="10223" data-end="10734">Entre 2016 e 2018, SUPAS e SUFIS produziram sucessivas propostas para regulamentar penalidades, medidas administrativas e procedimentos de fiscalização. Em junho de 2018, uma proposta chegou à Audiência Pública nº 7/2018. O processo foi suspenso em agosto daquele ano para ajustes e reaberto em dezembro, mas a própria documentação posterior da ANTT registra que não foi localizada naquele processo a conclusão da análise das contribuições e o respectivo relatório final.</p>
<h3 data-section-id="n9l2p5" data-start="10736" data-end="10790">Novo marco começou a tomar forma entre 2020 e 2022</h3>
<p data-start="10792" data-end="10923">No fim de 2018 e ao longo de 2019, a ANTT aprofundou estudos sobre a abertura do mercado regular de passageiros a novos operadores.</p>
<p data-start="10925" data-end="11234">Em 2020, uma proposta de novo marco regulatório do transporte interestadual foi submetida à Audiência Pública nº 4/2020. Paralelamente, foram desenvolvidos estudos para uma regulamentação complementar dedicada justamente às infrações, sanções e medidas administrativas.</p>
<p data-start="11236" data-end="11542">Os trabalhos foram interrompidos em 2021 pela necessidade de reformulação do próprio marco regulatório e retomados em 2022, após mudanças legislativas introduzidas pela Lei Federal nº 14.298/2022 e em sintonia com a proposta discutida na Audiência Pública nº 6/2022.</p>
<p data-start="11544" data-end="11633">Deste processo nasceu a minuta que se transformaria posteriormente na Resolução nº 6.074.</p>
<h3 data-section-id="19asyd0" data-start="11635" data-end="11690">Audiência pública recebeu 260 contribuições em 2023</h3>
<p data-start="11692" data-end="11968">Em 19 de janeiro de 2023, a Diretoria Colegiada da ANTT aprovou a abertura da Audiência Pública nº 1/2023 para discutir especificamente as infrações, sanções e medidas administrativas do transporte regular interestadual sob autorização.</p>
<p data-start="11970" data-end="12304">O período de contribuições começou em 30 de janeiro e terminou em 16 de março de 2023. A sessão pública ocorreu em 7 de março, em Brasília (DF), de forma presencial e virtual. A reunião teve 11 manifestações orais, 23 participantes no auditório e mais de 360 pessoas acompanhando pela internet.</p>
<p data-start="12306" data-end="12677">Ao todo, a ANTT recebeu 260 contribuições, posteriormente analisadas individualmente pela área técnica. O processo também passou por Análise de Impacto Regulatório e por análise da Procuradoria Federal junto à agência. Em parecer de 2025, a área jurídica concluiu pela adequação e legalidade do procedimento de participação social.</p>
<h3 data-section-id="xcd6ld" data-start="12679" data-end="12725">Resolução foi aprovada em dezembro de 2025</h3>
<p data-start="12727" data-end="12969">Depois da análise das contribuições e da conclusão dos estudos técnicos e jurídicos, o processo foi distribuído em novembro de 2025 ao diretor Felipe Queiroz, que ficou responsável pela relatoria final.</p>
<p data-start="12971" data-end="13276">Em 17 de dezembro de 2025, na 1.023ª Reunião de Diretoria da ANTT, a Diretoria Colegiada aprovou a resolução, a Instrução Normativa nº 41/2025 e o relatório final da Audiência Pública nº 1/2023. Os atos foram publicados no Diário Oficial da União em 18 de dezembro.</p>
<p data-start="13278" data-end="13487">A Instrução Normativa nº 41 complementou a resolução, relacionando de maneira exemplificativa os fatos geradores às diferentes infrações previstas pelo novo regulamento.</p>
<h3 data-section-id="rsndqi" data-start="13489" data-end="13558">Empresas tiveram oito meses até a aplicação das principais regras</h3>
<p data-start="13560" data-end="13686">Apesar de ter sido publicada em 18 de dezembro de 2025, a maior parte da Resolução nº 6.074 não começou a valer imediatamente.</p>
<p data-start="13688" data-end="13926">O artigo 82 determinou que as principais regras entrassem em vigor apenas em 18 de agosto de 2026. Somente os artigos 77, 78 e 79 e o inciso I do artigo 81 tiveram vigência já na data da publicação.</p>
<p data-start="13928" data-end="14168">Antes da entrada em vigor, a ANTT promoveu, em 21 de maio de 2026, um workshop com empresas, especialistas e técnicos para apresentar as mudanças e esclarecer dúvidas sobre fiscalização e penalidades.</p>
<p data-start="14170" data-end="14470">Na véspera da entrada em vigor, em 17 de agosto, SUPAS e SUFIS realizaram uma nova capacitação destinada a servidores e representantes do setor regulado. No dia seguinte, 18 de agosto de 2026, a ANTT anunciou formalmente o início da aplicação das novas regras.</p>
<h3 data-section-id="1depo7p" data-start="14472" data-end="14519">Janelas são regidas pela Resolução nº 6.033</h3>
<p data-start="14521" data-end="14696">A outra parte da reivindicação apresentada pela ANTD — permitir a entrada dessas empresas no transporte regular por meio de uma janela — remete a uma regulamentação diferente.</p>
<p data-start="14698" data-end="14948">A Resolução nº 6.033/2023 entrou em vigor em 1º de fevereiro de 2024 e estruturou o chamado Novo Marco do TRIP, disciplinando a prestação do transporte rodoviário coletivo interestadual regular sob autorização.</p>
<p data-start="14950" data-end="15312">Em 27 de setembro de 2024, a ANTT abriu a Janela Extraordinária nº 1/2024 para receber pedidos de mercados sem atendimento ou atendidos por somente uma transportadora. A janela é um mecanismo previsto nos artigos 232 a 234 da Resolução nº 6.033 e pode resultar na emissão ou alteração de TAR para as empresas contempladas.</p>
<p data-start="15314" data-end="15613">O procedimento se estendeu por 2025 e 2026. Em julho de 2026, foi temporariamente suspenso por decisão cautelar do STF. Em 13 de agosto, o Supremo revogou a cautelar e negou seguimento à reclamação apresentada contra a ANTT, permitindo a retomada do processo.</p>
<p data-start="15615" data-end="16001">É neste cenário — com o novo marco de penalidades já em vigor desde 18 de agosto e com a abertura de mercados sendo disciplinada separadamente pela Resolução nº 6.033 — que a ANTD busca uma solução regulatória para as empresas de fretamento que, segundo a entidade, já possuem estrutura e documentação para atuar e atendem áreas nas quais há deficiência de oferta do transporte regular.</p>
<p data-start="16003" data-end="16062" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="16003" data-end="16062" data-is-last-node=""><em data-start="16005" data-end="16060">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Mobi-Rio prepara manutenção pesada de ônibus e renova contratos de segurança que somam R$ 1,57 milhão</title>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 14:10:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Pacote envolve remanufatura de motores Volkswagen, peças para articulados Marcopolo e chassis Mercedes-Benz, sistemas de refrigeração, resíduos e proteção contra vazamentos; CCPAR abre contratação separada para monitoramento ambiental do Terminal Gentileza ADAMO BAZANI A Mobi-Rio, empresa pública da Prefeitura do Rio de Janeiro responsável pela operação do BRT e que também passou a atuar em [&#8230;]]]></description>
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<p data-start="20329" data-end="20587"><em data-start="20329" data-end="20587">Pacote envolve remanufatura de motores Volkswagen, peças para articulados Marcopolo e chassis Mercedes-Benz, sistemas de refrigeração, resíduos e proteção contra vazamentos; CCPAR abre contratação separada para monitoramento ambiental do Terminal Gentileza</em></p>
<p data-start="20589" data-end="20607"><strong data-start="20589" data-end="20607"><em data-start="20591" data-end="20605">ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p data-start="20609" data-end="21272">A Mobi-Rio, empresa pública da Prefeitura do Rio de Janeiro responsável pela operação do BRT e que também passou a atuar em linhas municipais convencionais, abriu e movimentou nesta semana um amplo pacote de licitações e contratos para manter ônibus e infraestrutura em funcionamento. As medidas abrangem remanufatura completa de motores Volkswagen, peças de carroceria de articulados Marcopolo, componentes de chassis Mercedes-Benz, manutenção dos sistemas de refrigeração, serviços em garagens, estações e terminais e dois contratos de vigilância que, juntos, somam R$ 1,57 milhão.</p>
<p data-start="21274" data-end="21938">A edição do Diário Oficial desta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, mostra que parte dos valores das novas concorrências permanecerá sob sigilo até a disputa, o que impede calcular neste momento quanto poderá custar todo o pacote. Em uma das atas já concluídas, entretanto, os valores máximos registrados para componentes Mercedes-Benz O500 chegam a aproximadamente R$ 9,70 milhões. Paralelamente, a CCPAR, que é outra empresa municipal e não a Mobi-Rio, prepara uma contratação ambiental para o Terminal Intermodal Gentileza, importante ponto de integração entre BRT, VLT e ônibus.</p>
<h3 data-section-id="1izvsct" data-start="21940" data-end="22025"><span role="text"><strong data-start="21944" data-end="22025">MOTORES VOLKSWAGEN SERÃO RETIRADOS DOS ÔNIBUS, REMANUFATURADOS E REINSTALADOS</strong></span></h3>
<p data-start="22027" data-end="22085">Uma das licitações mais relevantes é de manutenção pesada.</p>
<p data-start="22087" data-end="22295">A Mobi-Rio autorizou a abertura de pregão eletrônico para formar registro de preços destinado à remoção, remanufatura e posterior reinstalação de motores completos utilizados em ônibus com chassis Volkswagen.</p>
<p data-start="22297" data-end="22434">Estão abrangidos os modelos 17.260OD, 22.280OD e 22.260S, equipados com motores D08 de seis cilindros, nas configurações Euro 5 e Euro 6.</p>
<p data-start="22436" data-end="22588">A contratação deve incluir peças novas e genuínas e mão de obra especializada tanto para a retirada quanto para a reinstalação dos motores nos veículos.</p>
<p data-start="22590" data-end="22818">O objetivo declarado é atender à manutenção preventiva e corretiva da frota operada pela companhia. O orçamento será mantido em sigilo até a etapa prevista na legislação para a divulgação.</p>
<p data-start="22820" data-end="23065">Remanufaturar um motor completo é uma intervenção mais profunda do que a manutenção periódica. O conjunto é retirado do veículo, desmontado e recuperado com substituição ou recondicionamento dos componentes necessários antes de voltar ao ônibus.</p>
<p data-start="23067" data-end="23203">A medida permite recuperar veículos cuja estrutura geral ainda tenha condições de operação sem necessariamente substituir todo o ônibus.</p>
<h3 data-section-id="13o71l1" data-start="23205" data-end="23287"><span role="text"><strong data-start="23209" data-end="23287">ARTICULADOS MARCOPOLO TORINO E VIALE EXPRESS TERÃO NOVA LICITAÇÃO DE PEÇAS</strong></span></h3>
<p data-start="23289" data-end="23362">Outro pregão será voltado especificamente às carrocerias dos articulados.</p>
<p data-start="23364" data-end="23537">A empresa autorizou registro de preços para aquisição de peças e acessórios novos e originais da Marcopolo destinados aos modelos Torino e Viale Express utilizados na frota.</p>
<p data-start="23539" data-end="23740">A Mobi-Rio informa que os materiais serão empregados em manutenção preventiva e corretiva dos articulados. Também neste caso o valor estimado permanece sigiloso.</p>
<p data-start="23742" data-end="23834">A variedade de peças e marcas contratadas reflete a própria formação da atual frota pública.</p>
<p data-start="23836" data-end="24241">Documentação da companhia já analisada pelo <strong data-start="23880" data-end="23906"><em data-start="23882" data-end="23904">Diário do Transporte</em></strong> mostra, por exemplo, 287 articulados Marcopolo Viale Express de 23 metros sobre chassis Mercedes-Benz O500 MDA e outros 100 articulados Marcopolo de 22 metros sobre chassis Volvo B340M. A frota do sistema foi formada em diferentes compras e inclui outras configurações de carrocerias e chassis.</p>
<h3 data-section-id="127tlei" data-start="24243" data-end="24317"><span role="text"><strong data-start="24247" data-end="24317">PEÇAS DE CHASSIS MERCEDES-BENZ TÊM ATÉ R$ 9,70 MILHÕES REGISTRADOS</strong></span></h3>
<p data-start="24319" data-end="24377">Uma parte desta manutenção já passou da fase de licitação.</p>
<p data-start="24379" data-end="24598">A Ata de Registro de Preços nº 118/2026, com vigência entre 11 de setembro de 2026 e 10 de setembro de 2027, contempla peças novas e genuínas para ônibus Mercedes-Benz O500, com motor OM457, nas versões Euro 5 e Euro 6.</p>
<p data-start="24600" data-end="24719">Os fornecedores registrados são Rio Diesel Veículos e Peças, Miriam Minas Rio Automóveis e Máquinas e Guanabara Diesel.</p>
<p data-start="24721" data-end="24826">A soma dos valores máximos de todos os itens relacionados na ata chega a aproximadamente R$ 9,70 milhões.</p>
<p data-start="24828" data-end="25070">Isso não significa, entretanto, que os R$ 9,70 milhões serão gastos imediatamente. Em uma ata de registro de preços, as quantidades funcionam como referência máxima para aquisições conforme a necessidade da administração ao longo da vigência.</p>
<p data-start="25072" data-end="25395">Entre os itens de maior valor estão 120 eletrobombas do sistema de ARLA para veículos Euro 5, registradas por R$ 3,24 milhões; 120 radiadores para ônibus Euro 6, por R$ 1,032 milhão; 220 sensores de NOx por R$ 1,045 milhão e outros 220 sensores, de outro código, por R$ 1,137 milhão.</p>
<p data-start="25397" data-end="25591">Também aparecem cabeçotes, rolamentos, juntas, tensores, filtros, tubulações, componentes de cubos de roda e peças dos sistemas de tratamento de emissões.</p>
<p data-start="25593" data-end="25847">A Mobi-Rio ainda formalizou gestores e comissões de fiscalização de outros contratos ligados a eixos, embreagem, sistemas elétricos, direção, câmbio, suspensão e transmissão de ônibus Mercedes-Benz Euro 5 e Euro 6.</p>
<h3 data-section-id="1gne31a" data-start="25849" data-end="25896"><span role="text"><strong data-start="25853" data-end="25896">AR-CONDICIONADO TAMBÉM TERÁ NOVO PREGÃO</strong></span></h3>
<p data-start="25898" data-end="25955">A manutenção dos sistemas de climatização é outra frente.</p>
<p data-start="25957" data-end="26185">A companhia marcou para 23 de setembro de 2026, às 10h, um pregão eletrônico para registro de preços de peças, componentes, acessórios e insumos novos e originais dos sistemas de refrigeração Valeo/Spheros instalados nos ônibus.</p>
<p data-start="26187" data-end="26235">O julgamento será pelo menor preço de cada item.</p>
<p data-start="26237" data-end="26332">O valor estimado também foi classificado como sigiloso.</p>
<p data-start="26334" data-end="26542">A compra é relevante para o passageiro porque o ar-condicionado deixou de ser apenas um equipamento de conforto adicional e passou a fazer parte das exigências de qualidade das frotas mais recentes da cidade.</p>
<p data-start="26544" data-end="26687">Paradas prolongadas por problemas de climatização também reduzem a disponibilidade dos veículos, principalmente nos meses de maior temperatura.</p>
<h3 data-section-id="qsr6mw" data-start="26689" data-end="26753"><span role="text"><strong data-start="26693" data-end="26753">TRANSBRASIL TERÁ VIGILÂNCIA 24 HORAS POR MAIS SEIS MESES</strong></span></h3>
<p data-start="26755" data-end="26790">O pacote não envolve apenas ônibus.</p>
<p data-start="26792" data-end="27021">A Mobi-Rio prorrogou por mais seis meses o contrato com a Conquista Vigilância e Segurança Patrimonial para manter vigilância desarmada 24 horas por dia e sete dias por semana nas estações e terminais do corredor BRT TransBrasil.</p>
<p data-start="27023" data-end="27091">O novo período vai de 2 de agosto de 2026 a 1º de fevereiro de 2027.</p>
<p data-start="27093" data-end="27160">O valor é de R$ 971.264,70.</p>
<p data-start="27162" data-end="27360">A TransBrasil é hoje uma das principais estruturas do BRT municipal e liga a região central à Avenida Brasil, conectando-se ao Terminal Intermodal Gentileza e a outros corredores e serviços da rede.</p>
<h3 data-section-id="vw7fju" data-start="27362" data-end="27428"><span role="text"><strong data-start="27366" data-end="27428">SEGUNDO CONTRATO DE VIGILÂNCIA LEVA TOTAL A R$ 1,57 MILHÃO</strong></span></h3>
<p data-start="27430" data-end="27507">No mesmo Diário Oficial aparece outra prorrogação com a Conquista Vigilância.</p>
<p data-start="27509" data-end="27652">Neste caso, são mais três meses de vigilância patrimonial desarmada, também 24 horas por dia e sete dias por semana, ao custo de R$ 600.959,10.</p>
<p data-start="27654" data-end="27748">A publicação não especifica no extrato quais instalações são atendidas neste segundo contrato.</p>
<p data-start="27750" data-end="27946">A prorrogação poderá ser encerrada antes dos três meses caso seja concluído o novo processo licitatório que está em andamento para substituir a contratação.</p>
<p data-start="27948" data-end="28016">Somados, os dois aditivos de vigilância representam R$ 1.572.223,80.</p>
<h3 data-section-id="18pyr54" data-start="28018" data-end="28099"><span role="text"><strong data-start="28022" data-end="28099">GARAGENS, ESTAÇÕES E TERMINAIS TERÃO NOVO SERVIÇO PARA RESÍDUOS DE FOSSAS</strong></span></h3>
<p data-start="28101" data-end="28271">A empresa também autorizou uma licitação por 12 meses para retirada e transporte de resíduos dos sistemas de fossas sépticas existentes em garagens, estações e terminais.</p>
<p data-start="28273" data-end="28310">O serviço será executado sob demanda.</p>
<p data-start="28312" data-end="28459">Novamente, o orçamento não foi divulgado previamente porque a companhia optou pelo valor estimado sigiloso.</p>
<p data-start="28461" data-end="28632">Embora tenha caráter menos visível para quem utiliza o transporte, a contratação está relacionada ao funcionamento sanitário das instalações mantidas pela empresa pública.</p>
<h3 data-section-id="shw2ha" data-start="28634" data-end="28710"><span role="text"><strong data-start="28638" data-end="28710">KITS DE R$ 22,1 MIL SERÃO USADOS EM VAZAMENTOS DE ÓLEO E COMBUSTÍVEL</strong></span></h3>
<p data-start="28712" data-end="28761">Outra medida tem caráter ambiental e emergencial.</p>
<p data-start="28763" data-end="28983">A Mobi-Rio autorizou uma contratação de R$ 22.169,40 com a Sorbdom Comércio de Materiais Absorventes e EPI para fornecimento de kits destinados à contenção de vazamentos de óleos, combustíveis e outros produtos químicos.</p>
<p data-start="28985" data-end="29175">Os materiais poderão ser utilizados em acidentes e derramamentos nos corredores e nas garagens da companhia, conforme a necessidade, durante 12 meses.</p>
<p data-start="29177" data-end="29373">Os kits são utilizados para impedir ou reduzir que óleo diesel, lubrificantes e outros líquidos derramados se espalhem pela pista, drenagem ou solo enquanto são tomadas as providências de limpeza.</p>
<h3 data-section-id="9pt1d0" data-start="29375" data-end="29435"><span role="text"><strong data-start="29379" data-end="29435">TERMINAL GENTILEZA TEM OUTRA LICITAÇÃO, MAS DA CCPAR</strong></span></h3>
<p data-start="29437" data-end="29508">Há uma diferença importante entre os atos publicados nesta sexta-feira.</p>
<p data-start="29510" data-end="29584">A contratação relativa ao Terminal Intermodal Gentileza não é da Mobi-Rio.</p>
<p data-start="29586" data-end="29721">Ela é conduzida pela CCPAR, Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos, outra empresa controlada pela Prefeitura do Rio de Janeiro.</p>
<p data-start="29723" data-end="30037">A CCPAR autorizou a abertura de licitação para contratar consultoria especializada em gerenciamento e monitoramento ambiental da área do Terminal Intermodal Gentileza. O ato também aprova o termo de referência, mas não informa no extrato o valor previsto para a contratação.</p>
<p data-start="30039" data-end="30187">A inclusão do TIG no conjunto de medidas ligadas à mobilidade é relevante porque o terminal é um dos principais nós de integração da rede municipal.</p>
<p data-start="30189" data-end="30499">O local conecta o BRT TransBrasil ao VLT e a linhas convencionais de ônibus. Em 2026, passou também a desempenhar papel central na integração com o novo BRT Metropolitano e com o Bilhete Único Margaridas, permitindo continuidade das viagens para VLT e ônibus municipais.</p>
<h3 data-section-id="1rl5kso" data-start="30501" data-end="30545"><span role="text"><strong data-start="30505" data-end="30545">MOBI-RIO NÃO OPERA MAIS APENAS O BRT</strong></span></h3>
<p data-start="30547" data-end="30647">O volume e a diversidade das contratações também acompanham a ampliação do papel da empresa pública.</p>
<p data-start="30649" data-end="30777">A Mobi-Rio assumiu o BRT depois da crise operacional do antigo modelo e passou a receber frota própria adquirida pelo município.</p>
<p data-start="30779" data-end="30861">Mais recentemente, a companhia começou a entrar também em operações convencionais.</p>
<p data-start="30863" data-end="31132">Em maio de 2026, por exemplo, assumiu diretamente a linha 634, entre Bananal, na Ilha do Governador, e Saens Peña, na Tijuca, com 25 ônibus novos, depois de a Prefeitura considerar insatisfatória a prestação do operador anterior.</p>
<p data-start="31134" data-end="31230">Ao mesmo tempo, o sistema BRT ganhou ônibus de diferentes gerações, fabricantes e configurações.</p>
<p data-start="31232" data-end="31499">É justamente essa diversidade que ajuda a explicar por que o pacote publicado agora inclui desde remanufatura de motores Volkswagen até carrocerias Marcopolo, componentes Mercedes-Benz, equipamentos de refrigeração, segurança e infraestrutura de garagens e terminais.</p>
<p data-start="31501" data-end="31765">Para o passageiro, a efetividade destas contratações será medida principalmente por um resultado concreto: mais veículos disponíveis, menos ônibus parados por problemas mecânicos ou de ar-condicionado e estações e terminais em condições adequadas de funcionamento.</p>
<p data-start="31767" data-end="31826" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="31767" data-end="31826" data-is-last-node=""><em data-start="31769" data-end="31824">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Metrô de São Paulo libera pagamento por aproximação em todas as catracas das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata a partir de segunda-feira (14)</title>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 13:58:10 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Acesso com cartões bancários e dispositivos digitais por aproximação passa a valer integralmente para crédito e débito ARTHUR FERRARI O Metrô de São Paulo amplia, a partir desta segunda-feira (14), o pagamento de tarifas por aproximação para todas as catracas das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. A expansão ocorre na mesma data em que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/catracas-passageiros-e1789135079980.webp?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Acesso com cartões bancários e dispositivos digitais por aproximação passa a valer integralmente para crédito e débito</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>O Metrô de São Paulo amplia, a partir desta segunda-feira (14), o pagamento de tarifas por aproximação para todas as catracas das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. A expansão ocorre na mesma data em que o primeiro sistema metroviário do Brasil completa 52 anos de operação.</p>
<p>Com a mudança, os passageiros poderão utilizar cartões de débito ou crédito físicos com tecnologia de aproximação, além de versões virtuais cadastradas em celulares, smartwatches e outros dispositivos compatíveis. Serão aceitos cartões das bandeiras Elo, Mastercard e Visa, de acordo com as condições estabelecidas pelas instituições financeiras participantes.</p>
<p>A modalidade utiliza a tecnologia EMV, padrão internacional empregado em pagamentos por aproximação. O recurso já vinha sendo testado pelo Metrô por meio de catracas exclusivas e projetos-piloto. Durante esse período, a companhia avaliou aspectos técnicos e operacionais da solução, além da adesão dos usuários.</p>
<p>Segundo os dados divulgados pelo Metrô, o pagamento por aproximação registrou 13,24 milhões de acessos durante o projeto-piloto. Com a conclusão dessa etapa, a tecnologia deixa de ser restrita a equipamentos específicos e passa a integrar de forma definitiva as opções de entrada nas estações operadas pela companhia.</p>
<h3>Outras formas de acesso continuam disponíveis</h3>
<p>A ampliação do pagamento por aproximação não altera os demais meios de ingresso no sistema. As catracas continuarão aceitando Bilhete Único, TOP, QR Code e outras modalidades já disponíveis.</p>
<p>Os bloqueios exclusivos utilizados no projeto-piloto, que atualmente aceitam somente cartões físicos e virtuais, começarão a ser substituídos gradativamente a partir da segunda quinzena de outubro. Após a troca, esses equipamentos voltarão a aceitar todas as modalidades de ingresso.</p>
<p>O pagamento direto por cartão bancário, entretanto, não contempla as integrações tarifárias entre ônibus, metrô e trem. Para utilizar os benefícios de integração, o passageiro deverá recorrer às modalidades de pagamento que oferecem essa funcionalidade.</p>
<h3>Como pagar por aproximação</h3>
<p>Para utilizar a nova opção, basta aproximar do validador da catraca um cartão bancário habilitado para pagamentos por aproximação. Também é possível usar cartões virtuais cadastrados em carteiras digitais compatíveis em celulares, smartwatches ou outros dispositivos.</p>
<p>A solução passa a complementar o QR Code, que pode ser adquirido nas bilheterias, máquinas de autoatendimento, aplicativo para celular e WhatsApp.</p>
<p>A expansão também ocorre durante a transição para o fim do bilhete Edmonson, modelo magnético utilizado no sistema metroviário paulista durante 52 anos. Segundo os dados apresentados pelo Metrô, o bilhete foi usado 13,8 bilhões de vezes ao longo desse período e terá validade até 31 de outubro deste ano.</p>
<p>Com a aposentadoria do Edmonson, o pagamento por aproximação diretamente nas catracas ganha espaço entre as alternativas permanentes de acesso às quatro linhas administradas pelo Metrô, ao lado do QR Code e das demais modalidades eletrônicas.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Buses Vule aposta em inteligência operacional para ampliar eficiência da maior frota elétrica do Chile</title>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 13:30:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Experiência acumulada com mais de 500 ônibus elétricos leva operadora chilena a investir em ferramentas avançadas de planejamento da Mayör da Hitachi HMSS para reduzir custos, otimizar recursos e aumentar a confiabilidade do serviço ALEXANDRE PELEGI A eletrificação do transporte coletivo costuma ser associada à aquisição de novos ônibus, à instalação de carregadores e à [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/busvules.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/busvules.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/busvules.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/busvules.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/busvules.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/busvules.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/busvules.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Experiência acumulada com mais de 500 ônibus elétricos leva operadora chilena a investir em ferramentas avançadas de planejamento da Mayör da Hitachi HMSS para reduzir custos, otimizar recursos e aumentar a confiabilidade do serviço</em></p>
<p><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p>A eletrificação do transporte coletivo costuma ser associada à aquisição de novos ônibus, à instalação de carregadores e à redução das emissões de poluentes. Mas, para quem administra uma grande operação, a verdadeira transformação acontece nos bastidores. Planejar quando cada veículo deve sair da garagem, quanto tempo permanecerá em circulação, quando deverá recarregar, qual motorista executará cada jornada e como tudo isso poderá ocorrer com o menor custo possível tornou-se um desafio tão importante quanto a própria tecnologia embarcada nos veículos.</p>
<p>Foi exatamente essa experiência que levou a Buses Vule, uma das maiores operadoras do sistema de transporte público de Santiago, no Chile, a implantar uma plataforma integrada de planejamento operacional desenvolvida pela Hitachi Mobility Multimodal Solutions (HMMS).</p>
<p>Em entrevista concedida ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, <strong>David Illanes</strong>, chefe do Centro de Operações de Frota (COF) da Buses Vule, explicou como a empresa está transformando anos de experiência prática em inteligência operacional apoiada por algoritmos, simulações e análise de dados.</p>
<p>Segundo Illanes, a empresa chegou a operar aproximadamente 1.430 ônibus, praticamente todos movidos a diesel. Atualmente, após a reorganização das concessões do transporte da capital chilena, a frota é composta por 963 veículos, dos quais 532 já são elétricos.</p>
<p>A mudança começou de forma modesta, entre o final de 2017 e o início de 2018, quando a empresa colocou em circulação seu primeiro ônibus elétrico em caráter experimental.</p>
<p>Pouco depois vieram os primeiros 76 veículos.</p>
<p>&#8220;Nós simplesmente começamos a operar. Não existia um sistema que sustentasse toda essa operação. Aprendemos fazendo&#8221;, resumiu.</p>
<p><strong>A experiência veio antes do software</strong></p>
<p>Os primeiros anos da eletromobilidade foram marcados muito mais pela observação do comportamento da frota do que pelo apoio de sistemas de planejamento.</p>
<p>Havia dúvidas sobre praticamente tudo: autonomia das baterias, tempo necessário para recarga, disponibilidade dos veículos e impacto operacional.</p>
<p>Por precaução, parte significativa da frota permanecia parada.</p>
<p>Dos 76 ônibus elétricos iniciais, cerca de 50 eram utilizados regularmente.</p>
<p>Com o passar do tempo, a operação mostrou que muitas das preocupações eram maiores do que a realidade. Os ônibus permaneciam disponíveis por mais tempo, as recargas eram mais rápidas do que se imaginava e a manutenção exigia menos intervenções.</p>
<p>&#8220;<em>Descobrimos que duas horas de recarga eram suficientes para manter muitos veículos trabalhando durante grande parte do dia</em>&#8220;, contou Illanes.</p>
<p>Outro fator importante foi a elevada disponibilidade mecânica dos ônibus elétricos. Sem óleo lubrificante, filtros, sistemas complexos de escapamento e diversos componentes típicos dos motores a combustão, a manutenção tornou-se menos frequente.</p>
<p>Isso aumentou o tempo em que os veículos permanecem disponíveis para operação.</p>
<p><strong>Planejamento deixa de ser empírico</strong></p>
<p>Toda essa experiência acumulada passou agora a alimentar a plataforma de planejamento. Segundo Illanes, o grande avanço não está apenas em organizar horários, mas em permitir que a empresa simule diferentes cenários antes mesmo de colocá-los em prática.</p>
<p>A ferramenta considera simultaneamente autonomia das baterias, localização dos carregadores, custos da energia elétrica, jornadas de motoristas, blocos operacionais e utilização da frota.</p>
<p>No Chile, onde a tarifa de energia varia conforme o horário do dia, o sistema também ajuda a decidir quando vale a pena realizar as recargas. <em>&#8220;Hoje conseguimos transformar toda a experiência operacional que acumulamos em um planejamento estruturado</em>&#8220;, diz Illanes.</p>
<p><strong>Menos veículos para fazer o mesmo trabalho</strong></p>
<p>Um dos principais objetivos da Buses Vule é reduzir a necessidade de veículos sem comprometer a oferta do serviço.</p>
<p>Segundo Illanes, essa economia não ocorre pela redução da operação, mas pelo melhor aproveitamento dos recursos.Quando os tempos de recarga passam a ser conhecidos com maior precisão e a disponibilidade da frota aumenta, torna-se possível reorganizar toda a programação.</p>
<p>A consequência direta é uma utilização mais intensa dos ônibus. Ao mesmo tempo, reduz-se o tempo em que permanecem parados nas garagens.</p>
<p><strong>Veículos e motoristas passam a ser planejados juntos</strong></p>
<p>Outra mudança importante ocorre na programação das equipes. Antes, boa parte das decisões era tomada ao longo do dia pelos despachantes nos terminais.</p>
<p>Agora, a intenção é que motoristas iniciem a jornada sabendo exatamente quais tarefas executarão. Segundo Illanes, essa talvez seja a maior transformação cultural provocada pelo sistema: &#8220;O motorista deixará de esperar que alguém lhe diga o que fazer. Ele chegará sabendo exatamente qual será sua programação.&#8221;</p>
<p>O executivo reconhece que mudanças dessa natureza costumam gerar resistência. Mas acredita que, à medida que o sistema seja implantado gradualmente, os próprios motoristas perceberão os benefícios da organização.</p>
<p><strong>Algoritmo produz dezenas de alternativas</strong></p>
<p>Uma característica destacada por Illanes é a capacidade de processamento da plataforma. Enquanto antigas planilhas em Excel produziam praticamente uma única solução operacional, o novo sistema gera dezenas de alternativas.</p>
<p>Durante um estudo envolvendo uma unidade operacional com cerca de 309 ônibus, duas soluções surgiram em aproximadamente meia hora. Após oito horas de processamento, o algoritmo apresentou cerca de quarenta possibilidades diferentes.</p>
<p>Isso permite que a gerência compare cenários antes de decidir qual levar para operação. &#8220;Antes tínhamos apenas uma resposta. Hoje temos várias alternativas para escolher aquela que melhor atende à operação”, explica Illanes.</p>
<p>Toda essa estrutura passará por seu primeiro grande teste prático nas próximas semanas. A partir de agosto, dois terminais totalmente elétricos começaram a operar utilizando os planejamentos produzidos pela plataforma.</p>
<p>O desafio será administrar a logística de recarga. Como apenas um dos terminais possui infraestrutura completa, parte dos ônibus precisará deslocar-se para realizar o abastecimento elétrico.</p>
<p>Segundo Illanes, o planejamento permitirá reduzir tempos improdutivos e organizar esses deslocamentos com muito mais precisão.</p>
<p><strong>Viagens em vazio devem diminuir</strong></p>
<p>Outro benefício esperado é a redução dos chamados quilômetros mortos — ou viagens em vazio. As primeiras simulações já indicam diminuição desses deslocamentos.</p>
<p>Embora os resultados ainda dependam da implantação completa, Illanes acredita que o potencial é significativo. Quanto mais refinados forem os parâmetros utilizados pelo sistema, maiores tendem a ser os ganhos.</p>
<p><strong>Ferramenta ajudou empresa a vencer novas licitações</strong></p>
<p>A plataforma também teve impacto fora da operação diária. Segundo David Illanes, a capacidade de modelar cenários futuros permitiu que a empresa estruturasse propostas para novas licitações do transporte público chileno.</p>
<p>Esses estudos contribuíram diretamente para a conquista de duas novas unidades de negócio, que deverão incorporar aproximadamente 621 novos ônibus.</p>
<p>Para ele, essa experiência confirmou que a empresa precisava abandonar definitivamente os métodos baseados apenas em planilhas.</p>
<p><strong>O passageiro percebe o resultado sem conhecer a tecnologia</strong></p>
<p>Embora toda essa estrutura tecnológica funcione nos bastidores, Illanes afirma que o efeito chega diretamente ao passageiro. Na avaliação dele, qualidade não significa apenas ônibus novos.</p>
<p>Significa previsibilidade.</p>
<p><em>&#8220;Ninguém fica contando quantos ônibus passaram durante uma hora. O passageiro mede quanto tempo esperou pelo próximo veículo</em>.&#8221;</p>
<p>Segundo ele, quando o usuário sabe que, caso perca um ônibus, outro chegará em poucos minutos, a percepção de qualidade muda completamente.</p>
<p>Hoje, itens como ar-condicionado, Wi-Fi, tomadas USB e veículos modernos já fazem parte do padrão esperado pela população de Santiago. Por isso, a regularidade da operação passou a ser o principal indicador percebido pelos passageiros.</p>
<p>A experiência chilena demonstra que a eletromobilidade não depende apenas da compra de ônibus elétricos, mas da capacidade de transformar dados, planejamento e conhecimento operacional em uma operação mais eficiente.</p>
<p>Na Buses Vule, essa transformação já começou. Depois de aprender na prática como operar uma grande frota elétrica, a empresa agora aposta na inteligência operacional para dar o próximo passo: fazer mais com menos recursos, mantendo a qualidade do serviço e preparando o futuro do transporte coletivo.</p>
<p><strong><em>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Andorinha pede à ARTESP novas mudanças de horários e distâncias em linhas de Presidente Prudente para Teodoro Sampaio e Rosana</title>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 13:00:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Agência abriu prazo de sete dias para manifestações antes de decidir os pedidos; ligação com Teodoro Sampaio chegou a ser considerada inoperante em 2024, voltou experimentalmente em 2025 e foi autorizada em caráter efetivo em 2026 ADAMO BAZANI A Empresa de Transportes Andorinha pediu à ARTESP mudanças nas tabelas de horários e distâncias de duas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="750" height="529" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/androinhar.jpg?fit=750%2C529&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/androinhar.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/androinhar.jpg?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/androinhar.jpg?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/androinhar.jpg?resize=400%2C282&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /> <p data-start="10859" data-end="11091"><em data-start="10859" data-end="11091">Agência abriu prazo de sete dias para manifestações antes de decidir os pedidos; ligação com Teodoro Sampaio chegou a ser considerada inoperante em 2024, voltou experimentalmente em 2025 e foi autorizada em caráter efetivo em 2026</em></p>
<p data-start="11093" data-end="11111"><strong data-start="11093" data-end="11111"><em data-start="11095" data-end="11109">ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p data-start="11113" data-end="11637">A Empresa de Transportes Andorinha pediu à ARTESP mudanças nas tabelas de horários e distâncias de duas ligações que partem de Presidente Prudente (SP) para o extremo oeste paulista: Teodoro Sampaio (SP) e Rosana (SP). A agência abriu nesta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, prazo de sete dias para vistas e manifestações de interessados antes de prosseguir com a análise. Portanto, nenhuma alteração de horário, percurso ou atendimento aos passageiros está aprovada neste momento.</p>
<p data-start="11639" data-end="12376">Os dois pedidos têm históricos diferentes, mas fazem parte de uma sequência de reorganizações das linhas da Andorinha na região. A ligação entre Presidente Prudente (SP) e Teodoro Sampaio (SP), em especial, foi considerada inoperante pela ARTESP em 2024, quando a agência chegou a procurar outra empresa para assumir emergencialmente o atendimento. A Andorinha voltou a receber autorização experimental em 2025, obteve mudanças adicionais meses depois e, em janeiro de 2026, recebeu autorização para operação em caráter efetivo. A ligação Presidente Prudente (SP)–Rosana (SP), por sua vez, teve uma nova autorização experimental de 90 dias em fevereiro de 2024 e agora volta à análise regulatória.</p>
<h2 data-section-id="1v325fl" data-start="12378" data-end="12427"><span role="text"><strong data-start="12381" data-end="12427">ARTESP AINDA NÃO APROVOU OS NOVOS HORÁRIOS</strong></span></h2>
<p data-start="12429" data-end="12492">Este é o primeiro ponto de utilidade pública para o passageiro.</p>
<p data-start="12494" data-end="12575">A publicação desta sexta-feira <strong data-start="12525" data-end="12574">não muda imediatamente os horários dos ônibus</strong>.</p>
<p data-start="12577" data-end="12864">Para a ligação entre Presidente Prudente (SP) e Teodoro Sampaio (SP), a ARTESP informa apenas que existe um pedido da Andorinha para “alteração operacional da tabela de horários e distâncias” e abre sete dias para vistas e eventuais manifestações.</p>
<p data-start="12866" data-end="13092">O procedimento é o mesmo para Presidente Prudente (SP)–Rosana (SP). Também neste caso, a agência fala em mudança de horários e distâncias e abre prazo para participação dos interessados.</p>
<p data-start="13094" data-end="13152">O DOE não publica as novas tabelas propostas pela empresa.</p>
<p data-start="13154" data-end="13380">Assim, ainda não é possível saber com segurança, apenas pela publicação, se a Andorinha pretende aumentar ou reduzir viagens, mudar dias de operação, alterar partidas, modificar pontos de atendimento ou ajustar quilometragens.</p>
<p data-start="13382" data-end="13543">As tabelas requeridas aparecem identificadas dentro dos respectivos processos administrativos, mas não foram reproduzidas no extrato publicado no Diário Oficial.</p>
<p data-start="13545" data-end="13726">Eventuais manifestações podem ser encaminhadas por peticionamento eletrônico ou pelo endereço informado pela ARTESP, <a class="decorated-link" href="mailto:vistas@artesp.sp.gov.br" rel="noopener" data-start="13662" data-end="13685">vistas@artesp.sp.gov.br</a>.</p>
<h2 data-section-id="1nd1mok" data-start="13728" data-end="13806"><span role="text"><strong data-start="13731" data-end="13806">PRESIDENTE PRUDENTE–TEODORO SAMPAIO CHEGOU A SER CONSIDERADA INOPERANTE</strong></span></h2>
<p data-start="13808" data-end="13945">A história recente da ligação Presidente Prudente (SP)–Teodoro Sampaio (SP) ajuda a entender por que o novo pedido merece acompanhamento.</p>
<p data-start="13947" data-end="14108">Em maio de 2024, a ARTESP abriu chamamento público para que outras transportadoras manifestassem interesse em assumir sete linhas da Andorinha no Oeste Paulista.</p>
<p data-start="14110" data-end="14212">A agência dizia naquele momento que a permissionária <strong data-start="14163" data-end="14186">não estava operando</strong> os serviços relacionados.</p>
<p data-start="14214" data-end="14391">Uma das sete era justamente Presidente Prudente (SP)–Teodoro Sampaio (SP), vinculada aos Autos 6540/DER/1970, os mesmos que aparecem agora no pedido publicado nesta sexta-feira.</p>
<p data-start="14393" data-end="14673">Naquele momento, a ARTESP classificava a ligação como <strong data-start="14447" data-end="14460">suburbana</strong>. A proposta era entregar a operação a outra transportadora emergencialmente por 180 dias, prorrogáveis uma vez pelo mesmo período, para evitar a descontinuidade do serviço.</p>
<p data-start="14675" data-end="14880">Além desta, estavam na lista outras ligações da Andorinha envolvendo Presidente Venceslau (SP), Marabá Paulista (SP), Mirante do Paranapanema (SP), Teodoro Sampaio (SP), Rosana (SP) e Santo Anastácio (SP).</p>
<h2 data-section-id="ijyr0f" data-start="14882" data-end="14945"><span role="text"><strong data-start="14885" data-end="14945">ANDORINHA VOLTOU À LINHA EM CARÁTER EXPERIMENTAL EM 2025</strong></span></h2>
<p data-start="14947" data-end="14972">A situação mudou em 2025.</p>
<p data-start="14974" data-end="15149">Em 4 de julho daquele ano, a ARTESP deferiu novo pedido da Andorinha para Presidente Prudente (SP)–Teodoro Sampaio (SP), desta vez classificando a ligação como <strong data-start="15134" data-end="15148">semiurbana</strong>.</p>
<p data-start="15151" data-end="15353">A operação foi autorizada experimentalmente por 90 dias, com obrigação de começar em até 15 dias e seguir a tabela de horários e distâncias aprovada pela agência.</p>
<p data-start="15355" data-end="15596">Em outubro de 2025, houve nova decisão regulatória. A Andorinha recebeu autorização por outros 90 dias para alterações operacionais nesta ligação, juntamente com mudanças em outros serviços da empresa.</p>
<p data-start="15598" data-end="15711">Finalmente, em janeiro de 2026, a ARTESP deferiu o pedido e passou a autorizar a operação <strong data-start="15688" data-end="15710">em caráter efetivo</strong>.</p>
<p data-start="15713" data-end="16007">A publicação oficial de janeiro utiliza novamente a expressão “linha semiurbana entre Presidente Prudente e Teodoro Sampaio”. Trata-se do mesmo processo administrativo nº 134.00016957/2025-73 e dos mesmos Autos 6540/DER/70 que aparecem nesta sexta-feira.</p>
<h2 data-section-id="1w7ptw7" data-start="16009" data-end="16067"><span role="text"><strong data-start="16012" data-end="16067">DOE DESTA SEXTA CHAMA A MESMA LINHA DE “RODOVIÁRIA”</strong></span></h2>
<p data-start="16069" data-end="16143">Há aqui uma inconsistência documental que merece esclarecimento da ARTESP.</p>
<p data-start="16145" data-end="16285">Em maio de 2024, a agência chamava Presidente Prudente (SP)–Teodoro Sampaio (SP) de linha suburbana.</p>
<p data-start="16287" data-end="16413">Em julho de 2025 e janeiro de 2026, a classificação utilizada passou a ser semiurbana.</p>
<p data-start="16415" data-end="16642">Já na publicação de 11 de setembro de 2026, para os mesmos Autos 6540/DER/70, o texto do Diário Oficial usa a expressão <strong data-start="16535" data-end="16601">“Linha RODOVIÁRIA entre PRESIDENTE PRUDENTE e TEODORO SAMPAIO”</strong>.</p>
<p data-start="16644" data-end="16771">O extrato não informa se houve reclassificação formal do serviço ou se “rodoviária” foi usada de forma incorreta na publicação.</p>
<p data-start="16773" data-end="16854">Não seria adequado assumir nenhuma das duas hipóteses sem manifestação da ARTESP.</p>
<h2 data-section-id="1tkxveg" data-start="16856" data-end="16941"><span role="text"><strong data-start="16859" data-end="16941">LINHA JÁ TEVE INCLUSÃO DE ATENDIMENTOS EM DISTRITOS DE MIRANTE DO PARANAPANEMA</strong></span></h2>
<p data-start="16943" data-end="17029">Os Autos 6540/DER/70 são antigos e registram diversas alterações ao longo das décadas.</p>
<p data-start="17031" data-end="17342">Uma decisão publicada em julho de 2019 mostra, por exemplo, que a ARTESP rejeitou naquela ocasião a criação de um seccionamento tarifário em Tarabai (SP), mas aprovou a inclusão de seções em <strong data-start="17222" data-end="17284">Fazenda Santana, Costa Machado, Novo Paraíso e Martilândia</strong>, localidades pertencentes a Mirante do Paranapanema (SP).</p>
<p data-start="17344" data-end="17480">A mesma decisão autorizou mudanças de horário e de tempo de percurso solicitadas pela Andorinha.</p>
<p data-start="17482" data-end="17761">Isso ajuda a explicar por que uma mudança na “tabela de distâncias” não é apenas um detalhe burocrático. No transporte intermunicipal, a tabela pode estar ligada ao percurso autorizado, seções intermediárias, quilometragem e estrutura tarifária entre diferentes pontos atendidos.</p>
<p data-start="17763" data-end="17908">Por isso, somente a consulta ao documento nº 0115706642, citado no processo atual, permitirá saber exatamente o que a Andorinha quer mudar agora.</p>
<h2 data-section-id="1c54r4a" data-start="17910" data-end="17967"><span role="text"><strong data-start="17913" data-end="17967">O QUE ESTÁ SENDO VENDIDO HOJE PARA TEODORO SAMPAIO</strong></span></h2>
<p data-start="17969" data-end="18378">Como referência para o passageiro, e não como substituição da tabela oficial da ARTESP, consultas comerciais realizadas para 10 de setembro de 2026 mostravam viagens da Andorinha de Presidente Prudente (SP) para Teodoro Sampaio (SP) às <strong data-start="18205" data-end="18227">4h50, 5h45 e 17h30</strong>, com tempos anunciados entre 2h15 e 2h55. No sentido contrário, apareciam partidas às <strong data-start="18314" data-end="18337">7h50, 20h20 e 20h55</strong>.</p>
<p data-start="18380" data-end="18751">É importante fazer esta ressalva: sistemas de venda podem mostrar seções de viagens maiores ou diferentes serviços autorizados. Por isso, esses horários servem apenas como retrato do que estava comercialmente disponível às vésperas da publicação e <strong data-start="18628" data-end="18750">não permitem concluir quais deles pertencem especificamente à tabela dos Autos 6540 nem quais a empresa pretende mudar</strong>.</p>
<h2 data-section-id="re5kss" data-start="18753" data-end="18829"><span role="text"><strong data-start="18756" data-end="18829">PRESIDENTE PRUDENTE–ROSANA TEVE NOVA AUTORIZAÇÃO EXPERIMENTAL EM 2024</strong></span></h2>
<p data-start="18831" data-end="18966">O segundo pedido desta sexta-feira refere-se aos Autos 8620/DER/78, da ligação rodoviária entre Presidente Prudente (SP) e Rosana (SP).</p>
<p data-start="18968" data-end="19132">Em 5 de fevereiro de 2024, a ARTESP já havia autorizado a Andorinha a operar este serviço experimentalmente por até 90 dias.</p>
<p data-start="19134" data-end="19230">Também não se trata de uma ligação nova. Há registros de alterações operacionais bem anteriores.</p>
<p data-start="19232" data-end="19411">Em outubro de 2016, por exemplo, a agência autorizou experimentalmente por 90 dias mudanças pretendidas pela Andorinha na linha e aprovou uma nova tabela de horários e distâncias.</p>
<p data-start="19413" data-end="19639">Em maio de 2019, os mesmos Autos 8620/DER/78 voltaram a ser objeto de decisão, quando a agência autorizou a operação em caráter precário conforme uma nova tabela de horários e extensões.</p>
<p data-start="19641" data-end="19758">A publicação de agora mostra, portanto, mais uma etapa de alterações de uma permissão que vem sendo ajustada há anos.</p>
<h2 data-section-id="1b28cay" data-start="19760" data-end="19830"><span role="text"><strong data-start="19763" data-end="19830">PRIMAVERA APARECE COMO PONTO IMPORTANTE NO ATENDIMENTO A ROSANA</strong></span></h2>
<p data-start="19832" data-end="19971">A estrutura comercial atual também mostra uma característica importante da ligação com Rosana (SP): o atendimento ao distrito de Primavera.</p>
<p data-start="19973" data-end="20219">Em pesquisa de passagens para esta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, apareciam saídas da Andorinha de Presidente Prudente (SP) às 4h50, 5h45 e 17h30 para o Terminal Rodoviário de Primavera, com chegadas às 8h40, 10h20 e 21h35, respectivamente.</p>
<p data-start="20221" data-end="20470">Para a área central de Rosana (SP), apareciam os mesmos horários de partida, com chegadas às 9h, 10h50 e 21h55. Os valores encontrados iam aproximadamente de R$ 93 a R$ 101, dependendo do ponto de desembarque.</p>
<p data-start="20472" data-end="20615">Também neste caso, esses dados são comerciais e não representam necessariamente, viagem por viagem, a tabela regulatória objeto do novo pedido.</p>
<p data-start="20617" data-end="20910">Eles são úteis, entretanto, para mostrar o impacto potencial da decisão: qualquer mudança aprovada pela ARTESP poderá atingir não apenas viagens entre as duas cidades que dão nome à linha, mas também o atendimento intermediário e o distrito de Primavera, dependendo do conteúdo da nova tabela.</p>
<h2 data-section-id="chkb6f" data-start="20912" data-end="20979"><span role="text"><strong data-start="20915" data-end="20979">DUAS LINHAS, DOIS PROCESSOS E NENHUMA MUDANÇA AINDA EM VIGOR</strong></span></h2>
<p data-start="20981" data-end="21128">Para referência regulatória, o pedido de Presidente Prudente (SP)–Teodoro Sampaio (SP) está no processo nº 134.00016957/2025-73, Autos 6540/DER/70.</p>
<p data-start="21130" data-end="21235">O de Presidente Prudente (SP)–Rosana (SP) tramita no processo nº 134.00025537/2024-05, Autos 8620/DER/78.</p>
<p data-start="21237" data-end="21358">Nos dois casos, o ato publicado em 11 de setembro <strong data-start="21287" data-end="21308">não é autorização</strong>. É abertura de prazo para vistas e manifestações.</p>
<p data-start="21360" data-end="21509">Somente depois desta etapa a Superintendência de Transporte Coletivo da ARTESP poderá publicar decisão deferindo, alterando ou rejeitando os pedidos.</p>
<p data-start="21511" data-end="21604">Até lá, as tabelas em vigor permanecem sendo a referência para operação e venda de passagens.</p>
<p data-start="21606" data-end="22031">O ponto central que ainda precisa ser conhecido é justamente o conteúdo dos documentos anexados pela Andorinha: quais partidas pretende mudar, quais distâncias serão alteradas, se haverá inclusão ou retirada de horários, como ficarão os serviços intermediários e se haverá reflexos para passageiros de Mirante do Paranapanema (SP), Teodoro Sampaio (SP), Primavera, no município de Rosana (SP), e demais localidades atendidas.</p>
<p data-start="22033" data-end="22092" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="22033" data-end="22092" data-is-last-node=""><em data-start="22035" data-end="22090">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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