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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Bilhetagem eletrônica pode ajudar cidades a reduzir desigualdades e planejar o transporte com segurança jurídica, apontam especialistas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/bilhetagem-eletronica-pode-ajudar-cidades-a-reduzir-desigualdades-e-planejar-o-transporte-com-seguranca-juridica-apontam-especialistas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 15:31:11 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[No Dia Mundial das Cidades, análises da advogada Liana Variani e do diretor executivo da Prodata Mais Mobi, Cassiano Rusycki, mostram como dados podem orientar serviços, dar transparência aos contratos e melhorar os deslocamentos ADAMO BAZANI Os registros gerados quando um passageiro utiliza o cartão de transporte podem ajudar o poder público a identificar necessidades [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="980" height="720" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bauhaus-interior-picture-id525194223_19.jpg?fit=980%2C720&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bauhaus-interior-picture-id525194223_19.jpg?w=980&amp;ssl=1 980w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bauhaus-interior-picture-id525194223_19.jpg?resize=300%2C220&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bauhaus-interior-picture-id525194223_19.jpg?resize=150%2C110&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bauhaus-interior-picture-id525194223_19.jpg?resize=768%2C564&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bauhaus-interior-picture-id525194223_19.jpg?resize=400%2C294&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>No Dia Mundial das Cidades, análises da advogada Liana Variani e do diretor executivo da Prodata Mais Mobi, Cassiano Rusycki, mostram como dados podem orientar serviços, dar transparência aos contratos e melhorar os deslocamentos</em><br><br><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br><br>Os registros gerados quando um passageiro utiliza o cartão de transporte podem ajudar o poder público a identificar necessidades de deslocamento, reorganizar linhas e avaliar o acesso a empregos, hospitais e escolas. Combinada com informações territoriais, socioeconômicas e operacionais, a bilhetagem eletrônica pode se tornar uma aliada do planejamento urbano, orientando investimentos e políticas para reduzir desigualdades.<br><br>Transformar essas informações em melhorias exige qualidade dos dados, capacidade técnica, proteção da privacidade e contratos que acompanhem as mudanças nas cidades. Em entrevistas e apresentações acompanhadas pelo Diário do Transporte, a advogada especializada em risco empresarial e segurança jurídica, Liana Variani, e o diretor executivo da Prodata Mais Mobi, Cassiano Rusycki, abordaram aspectos complementares desse desafio: aproveitar o conhecimento produzido pela tecnologia e convertê-lo em decisões que beneficiem o passageiro.<br><br>A discussão ganha espaço no Dia Mundial das Cidades, celebrado em 31 de outubro. Em 2026, a Organização das Nações Unidas (ONU) dedica a data ao tema “Regenerar a cidade: moradia adequada para todos”, em tradução livre, relacionando habitação a infraestrutura, conectividade e condições de vida nos bairros.<br><br>O transporte integra essa relação. O endereço de uma família influencia quanto tempo e dinheiro ela precisa gastar para trabalhar, estudar ou buscar atendimento médico. Planejar a expansão urbana junto com a mobilidade permite avaliar se os moradores terão acesso efetivo aos serviços de que precisam.<br><br><strong>Cassiano Rusycki: os dados precisam resultar em decisões</strong><br><br>“A bilhetagem é a maior rede de sensores de uma cidade”, afirmou o diretor executivo da Prodata Mais Mobi, Cassiano Rusycki, em apresentação sobre dados e mobilidade na Innovation Week, no Rio de Janeiro (RJ), abordada pelo Diário do Transporte em agosto.<br><br>A comparação se refere à capacidade dos registros de utilização do transporte de revelar padrões de deslocamento. Para o executivo, seu aproveitamento depende da combinação com outras bases, da organização das informações e da definição dos problemas que se pretende resolver.<br><br>“O dado bruto não tem valor”, disse.<br><br>Na avaliação de Rusycki, o processamento precisa levar a intervenções que melhorem a operação, reduzam custos ou aumentem a satisfação do passageiro. O acompanhamento da demanda, da regularidade e das integrações pode orientar decisões sobre oferta, desenho da rede e aplicação de subsídios.<br><br>Essa abordagem exige estabelecer objetivos e verificar os resultados das medidas adotadas.<br><br><strong>O que a bilhetagem permite conhecer</strong><br><br>Os registros de utilização ajudam a observar onde e em quais horários ocorrem embarques, com que frequência os passageiros usam o transporte e quais conexões realizam. O cruzamento com o GPS dos veículos permite relacionar essas movimentações aos percursos e à oferta de serviço.<br><br>É preciso distinguir uma validação de uma viagem completa. Uma pessoa pode utilizar dois ônibus para chegar ao trabalho. Nesse caso, os registros precisam ser analisados em conjunto para compreender seu deslocamento e o papel da transferência.<br><br>Em São Paulo (SP), a SPTrans descreveu, no Relatório Integrado da Administração de 2024, o uso de dados do Bilhete Único associados ao GPS para estimar os destinos dos passageiros do Domingão Tarifa Zero.<br><br>O método agrupou transações pertencentes a um mesmo deslocamento e permitiu analisar a variação dos destinos por distrito. O relatório também apresenta avaliações de terminais com informações sobre movimentação, origens, destinos e características do público atendido.<br><br>Essas análises permitem examinar quais regiões estão conectadas e quem depende de determinada estrutura, além de contabilizar embarques.<br><br>Planejar a cidade exige conhecer também quem encontra dificuldades para viajar<br><br>O uso dos dados pode ajudar a aproximar as decisões de transporte das políticas de saúde, educação e habitação.<br><br>No planejamento do atendimento a um novo hospital, por exemplo, é possível estudar os bairros de origem dos usuários, os horários de funcionamento, as conexões disponíveis e as condições de acesso aos pontos. Trata-se de uma aplicação possível do cruzamento entre informações de mobilidade e organização territorial.<br><br>O mesmo raciocínio vale para conjuntos habitacionais: a oferta de transporte precisa acompanhar a ocupação dos imóveis e os destinos procurados pelos moradores.<br><br>Os registros da bilhetagem, porém, retratam a utilização realizada. Para compreender quem deixa de viajar por custo, distância ou atendimento inadequado, o diagnóstico precisa incluir pesquisas, escuta da população e observações em campo.<br><br>Uma linha com poucos embarques, por exemplo, deve ser avaliada considerando frequência, horários, percurso e possibilidades de conexão. A baixa utilização pode exigir uma revisão do serviço, e a decisão precisa considerar as condições de acesso da população atendida.<br><br><strong>Liana Variani: informações podem dar segurança às relações contratuais</strong><br><br>Na entrevista publicada em 9 de junho de 2026, a advogada especializada em risco empresarial e segurança jurídica, Liana Variani, destacou o aproveitamento limitado das informações produzidas pelas tecnologias.<br><br>“O problema é que se foca apenas na atividade-fim de determinada tecnologia”, afirmou.<br><br>Segundo a especialista, os registros de arrecadação e faturamento podem constituir documentação relevante para gestores públicos, operadores e usuários. Transparência e acompanhamento social permitem conferir resultados e a aplicação dos recursos.<br><br>Essa perspectiva aproxima a bilhetagem da segurança jurídica: informações verificáveis oferecem uma base para acompanhar as obrigações e o funcionamento dos contratos.<br><br>A reportagem também mostrou a utilização de dados de reembarque, combinados com outras fontes, no planejamento da Circular da Saúde, em Santo André (SP). O exemplo demonstra como o conhecimento dos deslocamentos pode contribuir para organizar o atendimento conforme as necessidades dos passageiros.<br><br><strong>Integração precisa aparecer na viagem do cidadão</strong><br><br>Em entrevista publicada em 7 de julho de 2026, a advogada Liana Variani abordou a necessidade de conexão entre os contratos que compõem o transporte.<br><br>“Para o cidadão, não existe a bilhetagem, não existe a operação, não existe a gestão. Existe o serviço de transporte”, disse.<br><br>Segundo a especialista, essas atividades podem ter responsáveis e contratos diferentes, desde que sejam planejadas de forma complementar e coerente com a rede.<br><br>Na prática, a facilidade de pagar a passagem precisa ser acompanhada de condições para concluir o deslocamento: horários compatíveis, transferências acessíveis, informação compreensível e regras tarifárias claras.<br><br>A análise de dados pode apoiar essa organização. Já os contratos precisam definir responsabilidades, condições de acompanhamento e obrigações para sustentar o funcionamento do serviço.<br><br><strong>Privacidade e qualidade dos dados fazem parte do planejamento</strong><br><br>A utilização de informações sobre deslocamentos exige proteção da privacidade. Registros relacionados a uma pessoa identificada ou identificável estão sujeitos à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).<br><br>A legislação prevê hipóteses para o tratamento de dados, inclusive na execução de políticas públicas, e estabelece proteção contra usos inadequados. O planejamento e a prestação de contas devem respeitar essas condições.<br><br>Também é necessário avaliar se as informações representam adequadamente a realidade. Estimativas de deslocamento precisam ser confrontadas com pesquisas e verificações operacionais, sobretudo quando vão orientar mudanças que afetam o acesso da população.<br><br>O resultado esperado deve aparecer no cotidiano: menos tempo de espera, conexões viáveis, atendimento aos destinos necessários e maior previsibilidade da viagem.<br><br>No Dia Mundial das Cidades, essa é uma das relações entre tecnologia e desenvolvimento urbano. A bilhetagem pode ajudar a conhecer melhor a cidade; o benefício depende das decisões tomadas a partir desse conhecimento e da capacidade de transformá-las em serviço.<br><br><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Prefeitura de BH define responsáveis por estudo de R$ 325 mil que investigará 15 anos de equilíbrio financeiro dos contratos de ônibus</title>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 15:01:15 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova publicação detalha equipe que acompanhará trabalho da TransporteIntel para auxiliar conciliação no TCE-MG; análise envolve contratos desde 2008 e pode ter consequências para o financiamento do transporte coletivo da capital ADAMO BAZANI A Prefeitura de Belo Horizonte definiu os responsáveis pelo acompanhamento técnico e administrativo do estudo de R$ 325 mil contratado para avaliar [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="686" height="416" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/881.jpg?fit=686%2C416&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/881.jpg?w=686&amp;ssl=1 686w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/881.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/881.jpg?resize=150%2C91&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/881.jpg?resize=400%2C243&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 686px) 100vw, 686px" /> <p><em>Nova publicação detalha equipe que acompanhará trabalho da TransporteIntel para auxiliar conciliação no TCE-MG; análise envolve contratos desde 2008 e pode ter consequências para o financiamento do transporte coletivo da capital</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Belo Horizonte definiu os responsáveis pelo acompanhamento técnico e administrativo do estudo de R$ 325 mil contratado para avaliar o equilíbrio econômico-financeiro das concessões de ônibus da capital mineira durante aproximadamente 15 anos, entre 2008 e julho de 2023. A medida foi publicada nesta sexta-feira, 30 de outubro de 2026, e representa uma nova etapa da contratação da empresa André Dantas Treinamento e Consultoria Ltda., identificada como TransporteIntel, noticiada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> na última quarta-feira (28). O trabalho auxiliará uma mesa de conciliação instalada no Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG).</p>
<p>A análise tem como finalidade verificar a existência de eventual desequilíbrio financeiro e estimar seus valores, considerando o histórico dos contratos de concessão dos serviços municipais de ônibus desde 2008. A discussão é importante porque pode influenciar as negociações entre a administração municipal e as empresas operadoras, em um sistema que passou por mudanças na remuneração das concessionárias, na política de subsídios e nas regras de financiamento do transporte coletivo.</p>
<p>A contratação foi formalizada sob o número GRP 002835/2026 e está relacionada à mesa de conciliação e prevenção de conflitos instaurada no TCE-MG.</p>
<p>O trabalho envolve os contratos de concessão nº 001/2008 e o período anterior à implantação do novo marco de financiamento dos ônibus municipais.</p>
<h2>Quem acompanhará os estudos e qual será a responsabilidade da Prefeitura</h2>
<p>A publicação desta sexta-feira identifica a estrutura administrativa responsável pela execução do contrato.</p>
<p>O secretário municipal de Mobilidade Urbana, Marco Antônio Silveira, foi designado gestor da contratação.</p>
<p>O diretor de Planejamento e Economia dos Transportes, Gustavo Fonseca de Oliveira, foi indicado como fiscal titular.</p>
<p>Essas atribuições incluem acompanhar a prestação dos serviços contratados, verificar o cumprimento das obrigações previstas e subsidiar a administração municipal na avaliação dos resultados apresentados pela consultoria.</p>
<p>A fiscalização contratual tem importância especial porque os estudos poderão ser utilizados em discussões com repercussões financeiras para o transporte da capital.</p>
<p>A empresa contratada deverá produzir uma análise técnica sobre custos, receitas e eventuais desequilíbrios, a partir dos critérios estabelecidos no contrato.</p>
<p>A conclusão sobre a existência de valores a compensar dependerá da apuração, da análise das partes envolvidas e dos procedimentos pertinentes.</p>
<h2>Por que o estudo começa em 2008 e termina em julho de 2023</h2>
<p>O período escolhido corresponde a uma fase central do modelo de concessão do transporte coletivo por ônibus em Belo Horizonte.</p>
<p>Os contratos de 2008 estabeleceram uma estrutura de prestação dos serviços que, ao longo do tempo, passou por transformações econômicas, alterações nos custos operacionais e mudanças no perfil da demanda.</p>
<p>Entre os fatores que normalmente influenciam o equilíbrio financeiro do transporte estão as despesas com diesel, pessoal, manutenção, aquisição e renovação de veículos e o número de passageiros transportados.</p>
<p>Também entram na análise as receitas de tarifas, as obrigações contratuais e as alterações de políticas públicas que possam interferir na remuneração dos operadores.</p>
<p>O encerramento do período em julho de 2023 coincide com a publicação do Decreto Municipal nº 18.370/2023, que regulamentou a Lei nº 11.458/2023.</p>
<p>A legislação estabeleceu mudanças no modelo de financiamento do transporte coletivo, com participação de recursos públicos no custeio do sistema.</p>
<p>Isso cria uma distinção entre a avaliação do período anterior e a análise das regras de remuneração posteriores.</p>
<p>O estudo contratado pela Prefeitura concentra-se justamente no histórico que antecede essa mudança.</p>
<h2>Discussão envolve dinheiro público, contratos e responsabilidade das empresas</h2>
<p>O equilíbrio econômico-financeiro é um princípio aplicado aos contratos de concessão de serviços públicos.</p>
<p>Em termos simples, significa que as condições econômicas originalmente estabelecidas precisam ser consideradas ao longo da execução contratual, levando em conta os riscos atribuídos a cada parte.</p>
<p>Isso não significa que qualquer aumento de despesa de uma transportadora deva ser automaticamente coberto pela Prefeitura.</p>
<p>Da mesma maneira, situações que alterem de forma relevante as condições contratuais podem exigir análise específica de suas consequências.</p>
<p>É justamente nesse ponto que o estudo técnico pode ter importância.</p>
<p>A análise deve permitir que os responsáveis pela conciliação examinem os dados e as circunstâncias do período, distinguindo despesas ordinárias, riscos previstos nos contratos e situações que eventualmente justifiquem recomposição.</p>
<p>Essa discussão ganha relevância diante das limitações orçamentárias dos municípios.</p>
<p>Recursos destinados à remuneração do transporte coletivo precisam disputar espaço com outras despesas públicas, ao mesmo tempo em que os passageiros dependem de ônibus com regularidade, segurança e qualidade.</p>
<h2>MOVE também recebeu reforço de R$ 450 mil para manutenção</h2>
<p>A nova etapa do estudo ocorre dois dias depois de o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> publicar, conjuntamente, a contratação da consultoria e a destinação de R$ 450 mil adicionais à manutenção de estações e subestações do MOVE, o sistema de corredores de ônibus de Belo Horizonte.</p>
<p>Os recursos para o MOVE foram destinados ao Fundo Municipal de Mobilidade Urbana, com previsão de despesas relacionadas à conservação da infraestrutura, incluindo escadas rolantes e elevadores.</p>
<p>Embora sejam medidas distintas, as duas publicações mostram aspectos complementares da gestão do transporte coletivo.</p>
<p>De um lado, a Prefeitura precisa examinar questões financeiras acumuladas ao longo da concessão. De outro, necessita garantir recursos para a manutenção diária da infraestrutura utilizada pelos passageiros.</p>
<p>A qualidade do transporte depende tanto da sustentabilidade dos contratos quanto da conservação dos terminais, estações e equipamentos de acessibilidade.</p>
<p>Com a designação dos responsáveis pela fiscalização da consultoria, a Prefeitura estrutura o acompanhamento de um trabalho que poderá fornecer elementos para uma das discussões financeiras mais importantes dos contratos de ônibus da capital mineira.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
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    <title>Linha 7-Rubi tem operação afetada por árvore caída nesta sexta-feira (30)</title>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 14:41:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circulam com restrições e há trecho em via única ARTHUR FERRARI Passageiros que utilizam a Linha 7-Rubi de trens metropolitanos enfrentam dificuldades desde às 11h14 desta sexta-feira, 30 de outubro de 2026, após uma árvore cair sobre os trilhos no trecho entre as estações Vila Clarice e Caieiras. De acordo com a TIC Trens, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="547" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-5.png?fit=800%2C547&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-5.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-5.png?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-5.png?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-5.png?resize=768%2C525&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-5.png?resize=400%2C274&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Trens circulam com restrições e há trecho em via única</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Passageiros que utilizam a Linha 7-Rubi de trens metropolitanos enfrentam dificuldades desde às 11h14 desta sexta-feira, 30 de outubro de 2026, após uma árvore cair sobre os trilhos no trecho entre as estações Vila Clarice e Caieiras.</p>
<p>De acordo com a TIC Trens, concessionária responsável pela linha, os trens circulam por via única na região afetada, com embarques e desembarques sendo realizados na mesma plataforma.</p>
<p>Equipes de manutenção atuam para remover o bloqueio e restabelecer a operação.</p>
<p><strong>Nota da TIC Trens na íntegra</strong></p>
<p><em>Devido à queda de uma árvore na região de Perus, a Linha 7-Rubi opera em via única entre as estações Vila Clarice e Caieiras, desde às 11h14 desta sexta-feira (30), com embarque e desembarque na mesma plataforma.</em></p>
<p><em>As equipes de manutenção da TIC Trens estão atuando para restabelecer a operação o mais breve possível.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Responsabilidade fiscal e proteção social: depois das eleições, como sustentar benefícios e tirar obras de transporte do papel? Tarifa-zero x qualidade e infraestrutura é exemplo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/responsabilidade-fiscal-e-protecao-social-depois-das-eleicoes-como-sustentar-beneficios-e-tirar-obras-de-transporte-do-papel-tarifa-zero-x-qualidade-e-infraestrutura-e-exemplo/</link>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 14:01:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Transferência de renda e acesso à mobilidade fazem diferença na vida da população; exemplos brasileiros mostram como planejamento das contas, financiamento e fiscalização ajudam a manter serviços e construir corredores, metrôs e trens ADAMO BAZANI Com o encerramento das eleições de 2026, as promessas de ampliar benefícios, reduzir o peso das passagens e construir corredores [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=2048%2C1366&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ministerio-da-fazenda-reforma-tributaria-icms-aliquotas-scaled-1.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div><em>Transferência de renda e acesso à mobilidade fazem diferença na vida da população; exemplos brasileiros mostram como planejamento das contas, financiamento e fiscalização ajudam a manter serviços e construir corredores, metrôs e trens</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Com o encerramento das eleições de 2026, as promessas de ampliar benefícios, reduzir o peso das passagens e construir corredores de ônibus, metrôs e trens passam a depender de decisões que vão acompanhar a população durante anos: de onde virá o dinheiro, quanto custará manter os serviços e quais projetos terão condições de sair do papel. Para quem precisa de ajuda para comprar alimentos ou de transporte para trabalhar, a continuidade dessas políticas é tão importante quanto seu anúncio.</p>
<p>Dados e experiências brasileiras mostram que transferência de renda, acesso à mobilidade e responsabilidade fiscal se complementam. O benefício ajuda a enfrentar necessidades imediatas; uma rede de transporte eficiente aproxima o cidadão do emprego, da escola e da saúde; e o planejamento financeiro permite manter essas ações, pagar os serviços e realizar investimentos que atravessam diferentes governos.</p>
<p>O efeito aparece em situações simples. Uma família pode receber uma transferência de renda e ainda enfrentar dificuldades para chegar a uma consulta. Um trabalhador pode economizar na passagem, mas continuar perdendo horas em um ônibus preso no congestionamento. Uma cidade pode inaugurar um terminal e precisar, todos os meses, de dinheiro para limpeza, iluminação, segurança e manutenção.</p>
<p>A política pública precisa alcançar essas diferentes necessidades. O dinheiro para o presente e o investimento para melhorar o futuro têm funções próprias, que se encontram na rotina da mesma pessoa.</p>
<h3>A renda protege a família; o transporte permite acessar oportunidades</h3>
<p>A dimensão da transferência de renda pode ser observada no Bolsa Família. Em setembro de 2026, o programa atendeu 19,29 milhões de famílias, com benefício médio de R$ 678,18, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.</p>
<p>Para famílias de baixa renda, despesas pequenas para outros grupos podem determinar se haverá alimentação suficiente, compra de um medicamento ou possibilidade de procurar trabalho.</p>
<p>Há evidências acumuladas sobre essa proteção. Um estudo publicado em 2019 por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e outros autores analisou os primeiros 15 anos do Bolsa Família. A comparação da renda antes e depois das transferências mostrou que, em 2017, o programa reduzia em aproximadamente 15% o número de pessoas pobres e em mais de 25% o de extremamente pobres. São resultados daquele período, que demonstram a importância da transferência e de sua avaliação por dados.</p>
<p>Na mobilidade, a redução do gasto também pode ampliar as possibilidades de participação na vida da cidade.</p>
<p>Um exemplo é o Distrito Federal. Balanço divulgado pelo governo local registrou 1.306.036 acessos gratuitos aos ônibus e ao metrô nos dois domingos das eleições de 2026. O programa Vai de Graça oferece gratuidade aos domingos e feriados. Nos dias de votação, os ônibus tiveram tabela de dia útil.</p>
<p>Esse detalhe importa: o acesso depende tanto do preço quanto da existência de viagens. A gratuidade facilita o embarque, enquanto a oferta determina se haverá veículo, em qual horário e com que capacidade.</p>
<p>Os registros são de acessos, e uma pessoa pode embarcar mais de uma vez. Ainda assim, mostram a dimensão da utilização de uma política que combina redução de custo para o usuário e programação operacional.</p>
<h3>Tarifa zero exige pagamento e fiscalização do serviço</h3>
<p>Quando o passageiro deixa de pagar na catraca, permanecem as despesas com motoristas, energia ou combustível, pneus, peças, limpeza, seguros e renovação dos veículos.</p>
<p>A diferença é a origem dos recursos. O financiamento pode combinar orçamento público e outras receitas previstas para o sistema, conforme o modelo adotado. Por isso, a discussão sobre gratuidade precisa incluir o custo da operação e a capacidade de mantê-la ao longo dos anos.</p>
<p>Uma experiência de São João del-Rei (MG) mostra como benefício social e gestão contratual podem atuar juntos.</p>
<p>Em maio de 2026, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais informou a liberação do contrato relacionado ao transporte gratuito no município. Segundo o tribunal, a disputa resultou em preço de R$ 6,75 por quilômetro, abaixo do limite de R$ 7,23 previsto no edital e dos R$ 6,90 pagos no modelo emergencial anterior. A economia informada foi de R$ 5,3 milhões.</p>
<p>O caso mostra uma consequência concreta da contratação: o custo para manter a gratuidade também depende de concorrência, regras e fiscalização.</p>
<p>O preço por quilômetro, porém, precisa ser acompanhado da verificação do serviço entregue. É necessário conferir os quilômetros realizados, os horários cumpridos e as condições dos veículos. Uma viagem contratada e paga só cumpre sua função social quando atende o passageiro.</p>
<p>Esse acompanhamento permite avaliar quanto o poder público desembolsa e o que a população recebe em troca.</p>
<h3>Corredores e trilhos também fazem parte da proteção social</h3>
<p>O tempo gasto no deslocamento pesa na vida de quem depende do transporte coletivo.</p>
<p>Em um exemplo hipotético, uma pessoa que economize 20 minutos na ida e outros 20 na volta ganha 40 minutos por dia. Em 22 dias de deslocamento, são 14 horas e 40 minutos que podem ser usadas para descanso, estudo, cuidados com a família ou outras atividades.</p>
<p>Esse ganho exige intervenções adequadas à demanda: prioridade para ônibus, melhoria de cruzamentos, integração entre linhas, terminais bem localizados ou sistemas de maior capacidade, como metrôs e trens.</p>
<p>Também exige planejamento. Um corredor depende de projeto, drenagem, pavimento, pontos de parada, acessibilidade e fiscalização. Uma linha de metrô acrescenta túneis ou estruturas elevadas, estações, energia, sinalização e trens.</p>
<p>A Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo ilustra a escala financeira desses investimentos. Em divulgação de julho de 2025, o BNDES informou apoio de aproximadamente R$ 12,3 bilhões ao empreendimento: R$ 6,9 bilhões em crédito à concessionária e R$ 5,44 bilhões ao Governo do Estado.</p>
<p>A operação mostra que uma parceria público-privada pode reunir diferentes fontes e responsabilidades de financiamento. O empréstimo permite distribuir o pagamento no tempo, enquanto contratos, garantias e receitas precisam sustentar os compromissos assumidos.</p>
<p>Depois da construção, começa outra obrigação duradoura: manter o sistema funcionando, com trabalhadores, energia, manutenção e reposição de equipamentos.</p>
<h3>Responsabilidade fiscal ajuda a conseguir recursos e manter investimentos</h3>
<p>A relação entre situação fiscal e infraestrutura aparece nos critérios usados pelo Tesouro Nacional para avaliar estados e municípios que pretendem obter empréstimos com garantia da União.</p>
<p>A análise da Capacidade de Pagamento, conhecida como Capag, considera endividamento, poupança corrente e liquidez. Em linguagem simples, examina o tamanho da dívida, a relação entre receitas e despesas do dia a dia e a situação do caixa.</p>
<p>Essa avaliação participa da análise do risco de novos financiamentos. A organização das contas, portanto, tem relação prática com a possibilidade de financiar projetos, além de preservar o pagamento dos serviços existentes.</p>
<p>Responsabilidade fiscal envolve estimar receitas com realismo, conhecer as despesas, programar pagamentos e avaliar os efeitos das decisões futuras. Também exige examinar a qualidade dos gastos e das renúncias de arrecadação, para que os recursos produzam resultados.</p>
<p>O orçamento público tem características diferentes das contas de uma família: governos arrecadam tributos, recebem transferências e podem financiar investimentos por longos períodos, dentro das regras aplicáveis. Essa capacidade amplia suas possibilidades de atuação e exige planejamento dos compromissos que serão deixados para os anos seguintes.</p>
<p>Em São Paulo (SP), a proposta orçamentária municipal para 2027 prevê R$ 146,52 bilhões no total e R$ 13,96 bilhões para a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte. A prefeitura também informou previsão de mais de R$ 8,04 bilhões em operações de crédito para apoiar o conjunto dos investimentos municipais.</p>
<p>São valores de uma proposta submetida à Câmara. Sua transformação em serviços e obras depende da aprovação, da arrecadação, das contratações e da execução ao longo do exercício.</p>
<h3>Anunciar recursos é uma etapa; entregar e sustentar o serviço exige outras</h3>
<p>O Ministério das Cidades informa uma seleção de 33 propostas de mobilidade, destinadas a beneficiar 28 municípios, que totalizam R$ 6,5 bilhões em recursos do FGTS e do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima.</p>
<p>A carteira contempla infraestrutura de transporte, incluindo sistemas de média e alta capacidade e prioridade ao transporte coletivo. A seleção abre caminho para os empreendimentos, que precisam cumprir as etapas de contratação e execução.</p>
<p>As exigências da seleção de mobilidade de 2026 ajudam a entender esse percurso. Entre os documentos solicitados estão projeto funcional, estudo de pré-viabilidade para sistemas de média e alta capacidade e relatório sobre a situação das áreas necessárias à intervenção.</p>
<p>Na prática, uma obra pode depender de terrenos, desapropriações, licenciamento, projetos, financiamento e licitação antes de começar. Durante a execução, precisa de fiscalização, pagamentos e coordenação com outros serviços urbanos.</p>
<p>Para acompanhar uma promessa, o cidadão pode observar etapas distintas:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Etapa</th>
<th>O que significa na prática</th>
</tr>
<tr>
<td>Anúncio</td>
<td>O governo apresentou uma intenção</td>
</tr>
<tr>
<td>Previsão no orçamento</td>
<td>Há autorização proposta ou aprovada para a despesa</td>
</tr>
<tr>
<td>Financiamento contratado</td>
<td>Foram formalizadas as condições do crédito</td>
</tr>
<tr>
<td>Obra contratada</td>
<td>Há empresa e obrigações definidas para executar</td>
</tr>
<tr>
<td>Serviço em operação</td>
<td>A população passou a utilizar a estrutura</td>
</tr>
<tr>
<td>Manutenção e custeio</td>
<td>Há recursos e trabalho para preservar o atendimento</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Cada etapa permite uma cobrança diferente. O valor anunciado precisa ser acompanhado do prazo, da fonte de recursos e da situação efetiva do projeto.</p>
<h3>O compromisso continua depois da inauguração</h3>
<p>A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece exigências para a criação ou ampliação de ações que aumentem despesas, incluindo estimativa de impacto no ano de início e nos dois seguintes e compatibilidade com os instrumentos orçamentários. Para despesas obrigatórias continuadas, há requisitos específicos relacionados à origem dos recursos e à sustentação da medida.</p>
<p>Para o passageiro, esse planejamento se traduz em uma questão cotidiana: o ônibus continuará passando, a estação será conservada e o benefício estará disponível quando ele precisar?</p>
<p>Os exemplos de tarifa zero, contratação de serviços e financiamento de infraestrutura mostram caminhos concretos. Recursos públicos podem reduzir o peso do transporte no orçamento familiar, melhorar a oferta e financiar obras. Para isso, precisam de prioridades definidas, contratos fiscalizados e compromissos compatíveis com a capacidade de pagamento ao longo do tempo.</p>
<p>Passada a eleição, a promessa de mobilidade deve ser acompanhada por metas verificáveis: viagens realizadas, intervalos, acessibilidade, tempo de deslocamento, obras entregues e custos publicados. É assim que a população pode conferir se o dinheiro está garantindo acesso hoje e construindo condições melhores para os próximos anos.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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  </item>
  <item>
    <title>NTU Mulher e NTU Jovem terão primeiro encontro regional em Goiânia e Brasília nos dias 4 e 5 de novembro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/ntu-mulher-e-ntu-jovem-terao-primeiro-encontro-regional-em-goiania-e-brasilia-nos-dias-4-e-5-de-novembro/</link>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 13:45:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Programação inclui visitas técnicas e debates sobre liderança feminina, sucessão empresarial e inovação no transporte coletivo ADAMO BAZANI A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) realizará, nos dias 4 e 5 de novembro de 2026, em Goiânia (GO) e Brasília (DF), o primeiro encontro regional dos movimentos NTU Mulher e NTU Jovem. A [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="900" height="506" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/enem-estudante-no-onibus-1793210697835_v2_900x506.jpg?fit=900%2C506&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/enem-estudante-no-onibus-1793210697835_v2_900x506.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/enem-estudante-no-onibus-1793210697835_v2_900x506.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/enem-estudante-no-onibus-1793210697835_v2_900x506.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/enem-estudante-no-onibus-1793210697835_v2_900x506.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/enem-estudante-no-onibus-1793210697835_v2_900x506.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Programação inclui visitas técnicas e debates sobre liderança feminina, sucessão empresarial e inovação no transporte coletivo</em><br><br><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br><br>A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) realizará, nos dias 4 e 5 de novembro de 2026, em Goiânia (GO) e Brasília (DF), o primeiro encontro regional dos movimentos NTU Mulher e NTU Jovem. A programação reunirá profissionais e representantes do setor para discutir liderança feminina, sucessão empresarial, inovação e desafios do transporte público coletivo.<br><br>Segundo a entidade, o encontro inicia uma agenda de atividades regionais prevista para 2027, destinada à troca de experiências e à formação de lideranças nas empresas de transporte.<br><br>No dia 4, em Goiânia, estão previstas visitas técnicas e palestras sobre práticas do setor. No dia 5, em Brasília, a programação inclui apresentações sobre a NTU e a Confederação Nacional do Transporte (CNT), atividades em grupo e visita ao Centro de Documentação e Memória Eurico Divon Galhardi, na sede da NTU.<br><br>O NTU Mulher é coordenado nacionalmente pela diretora de Mobilidade Urbana da Semove, Richele Cabral, e tem como foco a participação feminina e o desenvolvimento profissional no transporte coletivo. Já o NTU Jovem, coordenado pela CEO da Paraty Mobilidade, Luciana Herszkowicz, aborda formação de lideranças, sucessão empresarial e aproximação entre gerações.<br><br>Os dois movimentos contam com representantes regionais responsáveis por mobilizar participantes e reunir demandas locais.<br><br><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <slash:comments>0</slash:comments>
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  </item>
  <item>
    <title>Mobi-Rio prepara quatro licitações para manutenção de ônibus e instalações, contrata R$ 349 mil em peças e baterias e homologa fornecedores para veículos Mercedes-Benz e Volvo</title>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 13:31:24 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Publicações incluem componentes para portas dos articulados Marcopolo Viale Express, carrocerias Torino, direção hidráulica de chassis O500, ar-condicionado de ônibus Volvo e serviços de apoio; companhia também atualiza fiscalização de contratos de vigilância ADAMO BAZANI A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio), responsável pela operação do sistema BRT e de serviços [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="788" height="498" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtrtt.jpg?fit=788%2C498&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtrtt.jpg?w=788&amp;ssl=1 788w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtrtt.jpg?resize=300%2C190&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtrtt.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtrtt.jpg?resize=768%2C485&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtrtt.jpg?resize=400%2C253&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 788px) 100vw, 788px" /> <p><em>Publicações incluem componentes para portas dos articulados Marcopolo Viale Express, carrocerias Torino, direção hidráulica de chassis O500, ar-condicionado de ônibus Volvo e serviços de apoio; companhia também atualiza fiscalização de contratos de vigilância</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio), responsável pela operação do sistema BRT e de serviços sob sua gestão, programou quatro novas licitações para novembro de 2026, destinadas à aquisição de peças de ônibus, materiais para manutenção das instalações, equipamentos de proteção individual e uniformes para os trabalhadores. Ao mesmo tempo, a empresa autorizou uma contratação de R$ 48.840 para componentes do sistema de portas dos articulados Marcopolo Viale Express e publicou um contrato de R$ 300.400 para fornecimento de baterias automotivas. As duas contratações somam R$ 349.240 e integram o conjunto de medidas de manutenção e apoio à operação.</p>
<p>As movimentações constam do Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro que também registra a homologação de fornecedores de fluidos para direção hidráulica de veículos Mercedes-Benz O500 e correias para sistemas de ar-condicionado de ônibus Volvo Padron. As publicações abrangem diferentes etapas de contratação, desde procedimentos ainda abertos para recebimento de propostas até licitações homologadas e contratos formalizados. Para os passageiros, a importância está na disponibilidade dos ônibus e no funcionamento de componentes diretamente relacionados ao embarque, desembarque, conforto e continuidade das viagens.</p>
<p>O conjunto das publicações mostra que a manutenção da frota demanda uma cadeia de fornecimento que vai além de pneus, motores e grandes componentes mecânicos.</p>
<p>Nos ônibus articulados, por exemplo, mecanismos de abertura e fechamento das portas são submetidos a milhares de ciclos de funcionamento ao longo da operação.</p>
<p>A indisponibilidade de peças pode dificultar reparos e comprometer a utilização dos veículos, dependendo da falha apresentada e das condições de segurança exigidas.</p>
<p>Por isso, contratos de valores relativamente pequenos podem ter importância operacional significativa, especialmente quando envolvem componentes específicos de determinados modelos.</p>
<h2>Marcopolo Viale Express terá contratação de R$ 48,84 mil para manutenção das portas</h2>
<p>Uma das publicações mais importantes do ponto de vista técnico é a autorização para contratar a Auto Recuperadora MJT Ltda., por R$ 48.840.</p>
<p>A empresa deverá prestar serviços de confecção de buchas, roletes de nylon 6 e travas meia-lua destinados à manutenção preventiva e corretiva do sistema de portas de ônibus Marcopolo Viale Express utilizados pela Mobi-Rio.</p>
<p>O prazo previsto para a prestação dos serviços é de três meses.</p>
<p>As buchas e os roletes são componentes que, conforme a aplicação mecânica, participam do apoio, guiamento e movimentação de conjuntos móveis.</p>
<p>O nylon 6, também conhecido como poliamida 6, é um material empregado na fabricação de peças técnicas por apresentar propriedades de resistência mecânica e ao desgaste, embora sua adequação dependa das condições de trabalho e das especificações de projeto.</p>
<p>As travas meia-lua também integram os componentes necessários aos mecanismos definidos pela fabricante.</p>
<p>A documentação identifica as peças a serem confeccionadas, mas não apresenta, no resumo publicado, a quantidade de veículos que receberão manutenção nem o número de componentes a ser produzido.</p>
<p>Também não especifica quantos ônibus estão atualmente fora de operação por problemas nas portas.</p>
<p>Portanto, a contratação deve ser compreendida como uma medida de manutenção programada, sem atribuir a ela um diagnóstico de falha generalizada da frota.</p>
<h3>Por que as portas são componentes críticos nos ônibus do BRT?</h3>
<p>A operação dos corredores BRT exige embarque e desembarque frequentes, com grandes volumes de passageiros em estações e terminais.</p>
<p>Os ônibus articulados utilizam sistemas de portas projetados para permitir o acesso e a saída dos usuários durante as paradas.</p>
<p>O funcionamento desses conjuntos depende da integridade dos mecanismos de acionamento, movimentação, travamento e controle.</p>
<p>Falhas podem exigir manutenção antes da liberação do veículo, conforme a natureza do defeito e as exigências de segurança operacional.</p>
<p>Além da segurança, o tempo necessário para abrir e fechar as portas também influencia as paradas nas estações.</p>
<p>Em sistemas de alta capacidade, a regularidade dos embarques e desembarques é um fator importante para o cumprimento dos intervalos entre os ônibus.</p>
<h2>Nova licitação contempla carrocerias Marcopolo Torino e Viale Express</h2>
<p>Outra publicação da Mobi-Rio trata de um pregão eletrônico para registro de preços de peças e acessórios originais das carrocerias Marcopolo Torino e Viale Express-D.</p>
<p>A aquisição será destinada à manutenção preventiva e corretiva dos veículos especificados no edital e utilizados pela companhia.</p>
<p>A disputa está programada para 5 de novembro de 2026.</p>
<p>O julgamento ocorrerá pelo menor preço por item, com orçamento estimado sigiloso.</p>
<p>A aquisição de peças originais está relacionada à necessidade de observar as características dos componentes utilizados nos veículos.</p>
<p>Carroceria e chassi cumprem funções diferentes na construção de um ônibus.</p>
<p>A carroceria inclui a estrutura de acomodação dos passageiros, portas, janelas, revestimentos, componentes de acabamento e diversos outros sistemas.</p>
<p>O chassi reúne, conforme o projeto, os componentes de propulsão, transmissão, suspensão, direção e outros conjuntos ligados ao deslocamento do veículo.</p>
<p>Essa distinção é importante porque a licitação para peças de carroceria não equivale à compra de componentes de motor, câmbio ou suspensão.</p>
<p>Também não deve ser confundida com a aquisição de ônibus novos.</p>
<h2>Mercedes-Benz O500: Mobi-Rio homologa fornecimento de fluido para direção hidráulica</h2>
<p>A empresa também homologou o pregão destinado ao fornecimento de fluido para direção hidráulica classe 236.2, destinado a veículos Mercedes-Benz O500 equipados com motores OM457 nas configurações Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>A vencedora foi a GBS Soluções Comerciais Ltda.</p>
<p>Os dois itens homologados possuem preço unitário de R$ 48,75.</p>
<p>O Mercedes-Benz O500 é uma família de chassis utilizada em diferentes configurações de ônibus urbanos, incluindo veículos de maior capacidade.</p>
<p>O motor OM457 equipou versões dessa família, com aplicações sujeitas às respectivas configurações técnicas e exigências de emissões.</p>
<p>O sistema de direção hidráulica utiliza fluido apropriado para transmitir pressão e auxiliar o comando da direção.</p>
<p>A especificação correta é importante para assegurar compatibilidade com os componentes e condições de funcionamento estabelecidas pelo fabricante.</p>
<p>A publicação identifica expressamente a classe do fluido e os modelos atendidos.</p>
<p>Os valores homologados são unitários e, portanto, não representam necessariamente a despesa total que será realizada pela companhia.</p>
<h2>Volvo Padron: correias serão utilizadas no ar-condicionado</h2>
<p>Outra homologação trata do fornecimento de correias destinadas aos sistemas de ar-condicionado de ônibus Volvo Padron.</p>
<p>A vencedora foi a GB Auto Peças Ltda.</p>
<p>Os dois itens foram homologados com preço unitário de R$ 299.</p>
<p>A especificação divulgada é a correia 2XPB 2100 Optibelt, do fabricante Arco, conforme descrito no procedimento.</p>
<p>A utilização de correias em sistemas de climatização depende da configuração do equipamento instalado no veículo.</p>
<p>De maneira geral, esses componentes podem transmitir movimento entre polias e equipamentos mecânicos.</p>
<p>Sua manutenção é importante porque falhas podem comprometer o funcionamento do sistema ao qual estão associados.</p>
<p>No caso dos ônibus, a manutenção da climatização é especialmente relevante em uma cidade como o Rio de Janeiro, onde as altas temperaturas tornam o ar-condicionado um equipamento importante para o conforto dos passageiros.</p>
<p>A homologação, entretanto, não informa a quantidade de veículos que necessitam de substituição das correias.</p>
<h2>Baterias automotivas: contrato de R$ 300,4 mil vai até janeiro de 2027</h2>
<p>Além das peças específicas para carrocerias e sistemas mecânicos, a Mobi-Rio formalizou contratação para aquisição de baterias automotivas.</p>
<p>A fornecedora é a GBG Pneus Ltda., responsável pelos itens 1 e 3 do procedimento de compra.</p>
<p>O contrato foi assinado em 9 de outubro de 2026 e possui valor de R$ 300.400.</p>
<p>A vigência está prevista até 8 de janeiro de 2027.</p>
<p>Apesar de a razão social da empresa mencionar pneus, a contratação publicada é especificamente para baterias automotivas.</p>
<p>As baterias desempenham funções relacionadas ao fornecimento e armazenamento de energia elétrica para sistemas dos veículos, conforme as características de cada modelo.</p>
<p>Nos ônibus com motores de combustão, participam do sistema elétrico e podem alimentar circuitos auxiliares, equipamentos de controle e componentes necessários à operação.</p>
<p>A reposição preventiva ou corretiva deve observar as especificações elétricas exigidas para cada aplicação.</p>
<p>O contrato não representa aquisição de ônibus elétricos nem de baterias de tração para veículos movidos exclusivamente a eletricidade.</p>
<h2>Quatro licitações estão programadas para novembro</h2>
<p>As novas disputas abrangem materiais destinados tanto aos ônibus quanto às instalações e condições de trabalho dos funcionários.</p>
<p>A Mobi-Rio utilizará o sistema de registro de preços, que permite contratar os itens conforme as condições estabelecidas e as necessidades administrativas, respeitadas as regras aplicáveis.</p>
<p>Os procedimentos terão julgamento pelo menor preço por item.</p>
<h3>Licitações da Mobi-Rio</h3>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Data da disputa</th>
<th>Objeto</th>
<th>Referência</th>
<th>Valor estimado</th>
</tr>
<tr>
<td>5 de novembro de 2026</td>
<td>Materiais de iluminação para manutenção das unidades físicas</td>
<td>PE 1892/2026</td>
<td>Sigiloso</td>
</tr>
<tr>
<td>5 de novembro de 2026</td>
<td>Peças e acessórios originais para carrocerias Marcopolo Torino e Viale Express-D</td>
<td>PE 1898/2026</td>
<td>Sigiloso</td>
</tr>
<tr>
<td>10 de novembro de 2026</td>
<td>Equipamentos de proteção individual para funcionários</td>
<td>PE 1895/2026</td>
<td>Sigiloso</td>
</tr>
<tr>
<td>12 de novembro de 2026</td>
<td>Confecção e fornecimento de uniformes aos empregados</td>
<td>PE 1896/2026</td>
<td>Sigiloso</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>No caso dos equipamentos de proteção individual, a publicação faz referência à Norma Regulamentadora nº 6, que estabelece requisitos relacionados aos EPIs.</p>
<p>Já a licitação de uniformes considera obrigações previstas na convenção coletiva da categoria e em normas regulamentadoras aplicáveis.</p>
<p>Os materiais de iluminação serão utilizados na manutenção rotineira das unidades físicas.</p>
<p>Essas unidades integram a estrutura de apoio necessária às operações, com instalações utilizadas para atividades administrativas, manutenção, armazenamento e circulação de profissionais.</p>
<p>A publicação não especifica, no resumo do aviso, quais garagens ou unidades receberão os materiais.</p>
<h2>Quadro geral dos contratos, homologações e licitações</h2>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Empresa ou objeto</th>
<th>Valor publicado</th>
<th>Situação</th>
<th>Finalidade</th>
</tr>
<tr>
<td>Auto Recuperadora MJT Ltda.</td>
<td>R$ 48.840,00</td>
<td>Contratação autorizada</td>
<td>Componentes de portas do Marcopolo Viale Express</td>
</tr>
<tr>
<td>GBG Pneus Ltda.</td>
<td>R$ 300.400,00</td>
<td>Contrato formalizado</td>
<td>Baterias automotivas</td>
</tr>
<tr>
<td>GBS Soluções Comerciais Ltda.</td>
<td>R$ 48,75 por item</td>
<td>Homologação</td>
<td>Fluido da direção hidráulica de veículos Mercedes-Benz O500</td>
</tr>
<tr>
<td>GB Auto Peças Ltda.</td>
<td>R$ 299 por item</td>
<td>Homologação</td>
<td>Correias de ar-condicionado de ônibus Volvo Padron</td>
</tr>
<tr>
<td>Peças para carrocerias Marcopolo</td>
<td>Não divulgado</td>
<td>Licitação prevista</td>
<td>Manutenção de carrocerias</td>
</tr>
<tr>
<td>Materiais de iluminação</td>
<td>Não divulgado</td>
<td>Licitação prevista</td>
<td>Manutenção das unidades físicas</td>
</tr>
<tr>
<td>Equipamentos de proteção individual</td>
<td>Não divulgado</td>
<td>Licitação prevista</td>
<td>Segurança dos trabalhadores</td>
</tr>
<tr>
<td>Uniformes</td>
<td>Não divulgado</td>
<td>Licitação prevista</td>
<td>Vestuário profissional</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Somente os dois valores globais identificados, referentes aos componentes de portas e às baterias automotivas, totalizam R$ 349.240.</p>
<p>Os preços unitários homologados e os orçamentos sigilosos não foram incluídos nessa soma.</p>
<p>Também é necessário distinguir os procedimentos: a contratação da Auto Recuperadora MJT foi autorizada, enquanto a aquisição de baterias possui contrato já formalizado.</p>
<p>As homologações de fluidos e correias, por sua vez, definem fornecedores e preços dos itens previstos, sem significar que todos os quantitativos possíveis já tenham sido adquiridos.</p>
<h2>Mobi-Rio também reorganiza fiscalização de contratos de segurança patrimonial</h2>
<p>A edição do Diário Oficial traz ainda duas publicações relacionadas à gestão de serviços de segurança patrimonial.</p>
<p>A presidente da companhia, Claudia Antunes Secin, designou Marcos de Oliveira Couto para atuar como gestor de contratos de vigilância das instalações da Mobi-Rio.</p>
<p>Uma das designações compreende três contratos de vigilância patrimonial desarmada, com prestação de serviços durante 24 horas por dia, sete dias por semana.</p>
<p>A segunda abrange oito contratos de vigilância armada e desarmada, em turnos de 12 horas, também durante toda a semana.</p>
<p>As publicações estabelecem comissões de fiscalização encarregadas de acompanhar a execução dos serviços e conferir a documentação necessária à atestação de despesas.</p>
<p>Entre os integrantes designados estão Claudemir Areias de Oliveira, Silvio Gutterres Fontes Junior, Vanessa Ferreira da Costa e Cunha e Inailson Barbosa de Azevedo.</p>
<p>A movimentação envolve a administração de contratos existentes. Não foram publicados, nesses dois documentos, novos valores globais nem a contratação de uma nova empresa de vigilância.</p>
<p>A segurança das instalações é um componente importante na operação do transporte, uma vez que garagens e unidades de apoio concentram veículos, equipamentos, peças e trabalhadores.</p>
<h2>Manutenção preventiva e corretiva influenciam a disponibilidade dos ônibus</h2>
<p>As contratações identificadas nesta edição abrangem equipamentos e materiais com finalidades diferentes, mas todos relacionados à sustentação da operação.</p>
<p>A manutenção preventiva é realizada para reduzir a probabilidade de falhas, considerando as especificações dos fabricantes, o histórico de utilização e os procedimentos definidos pela operadora.</p>
<p>A manutenção corretiva ocorre quando é necessário reparar ou substituir componentes que apresentaram defeitos ou desgaste incompatível com o funcionamento adequado.</p>
<p>Nos sistemas de transporte coletivo de alta capacidade, a disponibilidade mecânica dos veículos influencia o cumprimento da programação diária.</p>
<p>Para que uma linha opere com determinado intervalo, não basta possuir ônibus registrados na frota. É necessário que haja veículos em condições de operação, motoristas disponíveis e infraestrutura adequada.</p>
<p>A falta de componentes pode prolongar a permanência de veículos nas oficinas, dependendo do tipo de manutenção necessária.</p>
<p>Já o fornecimento regular de peças e materiais permite organizar melhor as intervenções, inclusive para reduzir paralisações não programadas.</p>
<p>As publicações da Mobi-Rio não apresentam indicadores de disponibilidade da frota, quantidade de ônibus em manutenção ou desempenho dos fornecedores.</p>
<p>Por esse motivo, não permitem concluir que exista aumento ou redução no número de veículos parados.</p>
<p>Entretanto, identificam as frentes de manutenção e as aquisições consideradas necessárias pela companhia.</p>
<h2>Contratações ocorrem durante mudanças no transporte municipal do Rio</h2>
<p>A movimentação administrativa da Mobi-Rio também ocorre em um momento de reestruturação mais ampla dos transportes municipais.</p>
<p>Além do BRT, cuja operação utiliza veículos de grande capacidade e infraestrutura específica de corredores e estações, a Prefeitura está implantando o Sistema Rio para reorganizar as concessões de ônibus convencionais.</p>
<p>Os dois sistemas possuem estruturas contratuais e operacionais próprias, mas fazem parte da rede de transporte público municipal.</p>
<p>A integração entre ônibus alimentadores, linhas convencionais, BRT e demais modalidades é importante para organizar os deslocamentos e reduzir dificuldades nas transferências.</p>
<p>Nesse cenário, a manutenção adequada dos veículos da Mobi-Rio é uma das condições para preservar a regularidade dos serviços sob sua responsabilidade.</p>
<p>Os contratos e licitações publicados nesta terça-feira mostram uma parte dessa estrutura de manutenção, desde componentes específicos de ônibus Marcopolo, Mercedes-Benz e Volvo até materiais para instalações e equipamentos de proteção dos trabalhadores.</p>
<p>Para quem utiliza diariamente os ônibus e corredores BRT do Rio de Janeiro, o resultado dessas contratações dependerá da entrega dos materiais, da execução dos serviços e da capacidade de transformar os recursos empregados em veículos disponíveis e operação regular.</p>
<h2><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></h2>
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    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=541649</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Engavetamento na Dutra envolvendo 22 veículos entre ônibus, caminhão e carros interdita rodovia e deixa vítimas nesta sexta-feira (30)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/engavetamento-na-dutra-envolvendo-22-veiculos-entre-onibus-caminhao-e-carros-interdita-rodovia-e-deixa-vitimas-nesta-sexta-feira-30/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/engavetamento-na-dutra-envolvendo-22-veiculos-entre-onibus-caminhao-e-carros-interdita-rodovia-e-deixa-vitimas-nesta-sexta-feira-30/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 12:45:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Colisões na altura de São João de Meriti (RJ) mobilizaram equipes de resgate e do Corpo de Bombeiros; motorista de coletivo teve infarto fulminante e veículo ficou descontrolado ARTHUR FERRARI Um acidente envolvendo um ônibus e diversos outros veículos deixou uma pessoa morta e outras dez feridas na manhã desta sexta-feira (30), na Rodovia Presidente [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-4.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-4.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-4.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-4.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-4.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-4.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Colisões na altura de São João de Meriti (RJ) mobilizaram equipes de resgate e do Corpo de Bombeiros; motorista de coletivo teve infarto fulminante e veículo ficou descontrolado</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um acidente envolvendo um ônibus e diversos outros veículos deixou uma pessoa morta e outras dez feridas na manhã desta sexta-feira (30), na Rodovia Presidente Dutra, em São João de Meriti (RJ). A ocorrência foi registrada na altura da Casa do Alemão e provocou a interdição da pista no sentido Rio de Janeiro.</p>
<p>Equipes de resgate e do Corpo de Bombeiros foram acionados para atender a emergência. Equipes de cinco quartéis foram mobilizadas para o resgate das vítimas. O homem que perdeu a vida é o motorista de um dos coletivos envolvido, que sofreu um infarto fulminante, o que acabou gerando o descontrole do veículo e o acidente.</p>
<p>Ao todo foram 22 veículos envolvidos no engavetamento.</p>
<p>Durante o atendimento, o tráfego precisou ser interrompido no sentido Rio de Janeiro para permitir o trabalho das equipes de socorro. A pista na direção de São Paulo seguiu liberada para a circulação de veículos.</p>
<p>Motoristas que passam pelo trecho devem redobrar a atenção e, se possível, procurar caminhos alternativos enquanto os trabalhos de atendimento e liberação da rodovia estiverem em andamento.</p>
<p><div id="attachment_542669" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-542669" class="wp-image-542669" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.00.jpeg?resize=500%2C281&#038;ssl=1" alt="" width="500" height="281" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.00.jpeg?w=1008&amp;ssl=1 1008w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.00.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.00.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.00.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.00.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-542669" class="wp-caption-text">Reprodução/TV Globo</p></div></p>
<p><div id="attachment_542668" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-542668" class=" wp-image-542668" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.48.jpeg?resize=500%2C281&#038;ssl=1" alt="" width="500" height="281" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.48.jpeg?w=1008&amp;ssl=1 1008w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.48.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.48.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.48.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.48.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-542668" class="wp-caption-text">Reprodução/TV Globo</p></div></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-542670" style="font-size: 16px;" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.24.jpeg?resize=496%2C279&#038;ssl=1" alt="" width="496" height="279" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.24.jpeg?w=1008&amp;ssl=1 1008w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.24.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.24.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.24.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-30-at-09.55.24.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /></p>
<p>Reprodução/TV Globo<em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/engavetamento-na-dutra-envolvendo-22-veiculos-entre-onibus-caminhao-e-carros-interdita-rodovia-e-deixa-vitimas-nesta-sexta-feira-30/feed/</wfw:commentRss>
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  </item>
  <item>
    <title>Artesp mantém pedágio de Jaguariúna em R$ 8,80 e aprova tarifas da Rota Mogiana para vigorar em 1º de novembro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/artesp-mantem-pedagio-de-jaguariuna-em-r-880-e-aprova-tarifas-da-rota-mogiana-para-vigorar-em-1o-de-novembro/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 12:31:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão estabelece valores para o primeiro ano contratual da concessionária, incluindo descontos para cobrança automática e usuários frequentes; agência também aprova aditivo para disciplinar efeitos financeiros da tarifa de Jaguariúna ADAMO BAZANI A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) homologou as tarifas de pedágio da concessionária Rota [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="678" height="452" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-21.jpg?fit=678%2C452&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-21.jpg?w=678&amp;ssl=1 678w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-21.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-21.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-21.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px" /> <p><em>Decisão estabelece valores para o primeiro ano contratual da concessionária, incluindo descontos para cobrança automática e usuários frequentes; agência também aprova aditivo para disciplinar efeitos financeiros da tarifa de Jaguariúna</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) homologou as tarifas de pedágio da concessionária Rota Mogiana para o período de 1º de novembro de 2026 a 31 de outubro de 2027. A decisão, publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (28), mantém em R$ 8,80 a tarifa básica para automóveis na praça de Jaguariúna, na Rodovia Governador Doutor Adhemar Pereira de Barros (SP-340), e estabelece valores diferenciados para quem utiliza cobrança automática.</p>
<p>A agência também aprovou um aditivo contratual destinado a formalizar a manutenção da tarifa de Jaguariúna e disciplinar os efeitos dessa decisão sobre o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. Os novos valores e descontos passam a valer à zero hora de domingo, 1º de novembro. A decisão abrange ainda regras de descontos para usuários frequentes e outras praças administradas pela concessionária.</p>
<p>A Rodovia SP-340 constitui uma das principais ligações entre Campinas (SP) e cidades do interior paulista, sendo utilizada por automóveis, veículos de transporte de cargas e ônibus intermunicipais e rodoviários.</p>
<p>O valor do pedágio integra os custos de utilização dessa infraestrutura e interessa também ao planejamento operacional das empresas de transporte.</p>
<h2>Jaguariúna terá tarifa básica de R$ 8,80 e cobrança automática de R$ 8,36</h2>
<p>Para os veículos enquadrados na categoria 1, que inclui automóveis de passeio, a tarifa homologada para Jaguariúna é de R$ 8,80 na cobrança manual.</p>
<p>Com o desconto de 5% para utilização da cobrança automática, o valor fica em R$ 8,36.</p>
<p>Os valores variam conforme a categoria do veículo.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Categoria</th>
<th>Cobrança manual</th>
<th>Cobrança automática</th>
</tr>
<tr>
<td>CAT-1</td>
<td>R$ 8,80</td>
<td>R$ 8,36</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-2</td>
<td>R$ 17,60</td>
<td>R$ 16,72</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-3</td>
<td>R$ 26,40</td>
<td>R$ 25,08</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-4</td>
<td>R$ 35,20</td>
<td>R$ 33,44</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-5</td>
<td>R$ 44,00</td>
<td>R$ 41,80</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-6</td>
<td>R$ 52,80</td>
<td>R$ 50,16</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-7</td>
<td>R$ 13,20</td>
<td>R$ 12,54</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-8</td>
<td>R$ 17,60</td>
<td>R$ 16,72</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-9</td>
<td>R$ 0,00</td>
<td>R$ 0,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Os valores correspondem à estrutura homologada para a praça de Jaguariúna e às categorias de cobrança previstas no contrato.</p>
<h2>Estiva Gerbi também tem valores definidos</h2>
<p>A publicação apresenta tarifas para a praça de Estiva Gerbi (SP).</p>
<p>Para veículos da categoria 1, o valor é de R$ 7,80 na cobrança manual e R$ 7,41 na automática.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Categoria</th>
<th>Cobrança manual</th>
<th>Cobrança automática</th>
</tr>
<tr>
<td>CAT-1</td>
<td>R$ 7,80</td>
<td>R$ 7,41</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-2</td>
<td>R$ 15,60</td>
<td>R$ 14,82</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-3</td>
<td>R$ 23,40</td>
<td>R$ 22,23</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-4</td>
<td>R$ 31,20</td>
<td>R$ 29,64</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-5</td>
<td>R$ 39,00</td>
<td>R$ 37,05</td>
</tr>
<tr>
<td>CAT-6</td>
<td>R$ 46,80</td>
<td>R$ 44,46</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>As demais categorias e os descontos progressivos constam dos anexos tarifários da concessão.</p>
<h2>Manutenção da tarifa de Jaguariúna tem efeitos contratuais</h2>
<p>Além da homologação das tarifas, a Artesp aprovou um instrumento contratual relacionado à decisão de manter o preço atualmente praticado em Jaguariúna.</p>
<p>O documento prevê que os efeitos dessa escolha sejam tratados dentro das regras de equilíbrio econômico-financeiro da concessão.</p>
<p>Esse aspecto importa porque as tarifas de pedágio integram o modelo econômico que sustenta a operação e os investimentos nas rodovias concedidas.</p>
<p>A decisão de manter determinado valor pode exigir ajustes contratuais, dependendo das condições originalmente previstas.</p>
<p>No caso da Rota Mogiana, a Artesp autorizou a formalização do aditivo correspondente.</p>
<p>As tarifas homologadas entram em vigor em 1º de novembro de 2026.</p>
<p>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Governo Federal prevê R$ 262,6 bilhões em rodovias e ferrovias para 2027 e abre oportunidades para empresas de transporte, construção e tecnologia</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/governo-federal-preve-r-2626-bilhoes-em-rodovias-e-ferrovias-para-2027-e-abre-oportunidades-para-empresas-de-transporte-construcao-e-tecnologia/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 12:01:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Carteira reúne 29 projetos, incluindo duplicações de rodovias, recuperação de ferrovias e novas concessões; investimentos poderão beneficiar passageiros, transportadoras e economias regionais, mas dependem de leilões, contratos e execução das obras ADAMO BAZANI O Ministério dos Transportes prevê para 2027 uma carteira de 29 projetos de infraestrutura, com investimentos estimados em R$ 262,6 bilhões em [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="680" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/190416-trem-estrada-de-ferro-carajas.webp?fit=1024%2C680&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/190416-trem-estrada-de-ferro-carajas.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/190416-trem-estrada-de-ferro-carajas.webp?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/190416-trem-estrada-de-ferro-carajas.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/190416-trem-estrada-de-ferro-carajas.webp?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/190416-trem-estrada-de-ferro-carajas.webp?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div><em>Carteira reúne 29 projetos, incluindo duplicações de rodovias, recuperação de ferrovias e novas concessões; investimentos poderão beneficiar passageiros, transportadoras e economias regionais, mas dependem de leilões, contratos e execução das obras</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Ministério dos Transportes prevê para 2027 uma carteira de 29 projetos de infraestrutura, com investimentos estimados em R$ 262,6 bilhões em rodovias e ferrovias de diferentes regiões do Brasil. São 11 projetos rodoviários, que representam R$ 102,68 bilhões, e 18 iniciativas ferroviárias, com previsão de R$ 160 bilhões. Além da construção e recuperação de estradas e trilhos, o planejamento representa oportunidades de negócios para empresas de transporte, concessionárias, fabricantes de equipamentos, fornecedores de tecnologia e prestadores de serviços.</p>
<p>Para quem utiliza ônibus rodoviários, dirige caminhões ou depende diariamente das estradas, os possíveis benefícios incluem percursos mais seguros, redução de congestionamentos, maior previsibilidade das viagens e melhores condições de circulação. Entretanto, os valores anunciados representam investimentos previstos para contratos e projetos que ainda precisam passar por diferentes etapas. Não significam que todo esse dinheiro será aplicado em 2027 nem que as intervenções estarão concluídas no próximo ano.</p>
<p>A carteira foi apresentada em 15 de outubro de 2026, na B3, em São Paulo (SP), pelo ministro dos Transportes, George Santoro. Nesta sexta-feira, 30 de outubro, o Governo Federal também inicia em Londres, no Reino Unido, uma agenda para apresentar as oportunidades a investidores internacionais.</p>
<p>A intenção é ampliar a concorrência entre grupos interessados em administrar rodovias, construir infraestrutura e recuperar trechos ferroviários, com a participação de empresas brasileiras e estrangeiras.</p>
<h3>Rodovias: duplicações, faixas adicionais e oportunidades para o transporte de passageiros</h3>
<p>Dos 11 projetos rodoviários previstos para 2027, nove correspondem a leilões de concessões e dois à chamada otimização de contratos existentes.</p>
<p>O conjunto dos nove leilões inclui a previsão de duplicação de 373,87 quilômetros de rodovias e implantação de 513,36 quilômetros de faixas adicionais.</p>
<p>Nos dois projetos de otimização contratual, estão previstas duplicações de outros 195,2 quilômetros e 36,93 quilômetros de faixas adicionais.</p>
<p>Somadas, as intervenções representam aproximadamente 569 quilômetros de duplicações e 550 quilômetros de faixas adicionais.</p>
<p>Para os passageiros de ônibus, duplicar uma rodovia ou ampliar sua capacidade pode significar viagens menos sujeitas a retenções, especialmente em trechos de intenso movimento de caminhões, automóveis e veículos de transporte coletivo.</p>
<p>Também há possíveis ganhos para o turismo rodoviário, o fretamento, o transporte intermunicipal e interestadual de passageiros e as linhas que atendem cidades do interior.</p>
<p>Esses resultados, porém, dependem das características de cada projeto, da execução das obras e da qualidade da operação posterior. Uma concessão, por si só, não garante a eliminação de congestionamentos ou acidentes.</p>
<p>Entre os projetos rodoviários apresentados para 2027 estão:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Projeto</th>
<th>Rodovias e localização</th>
</tr>
<tr>
<td>Rota Integração do Sul</td>
<td>BR-116, BR-158, BR-290 e BR-392, no Rio Grande do Sul</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Portuária do Sul</td>
<td>BR-116 e BR-392, no Rio Grande do Sul</td>
</tr>
<tr>
<td>Rodovias Integradas de Santa Catarina — Lote 1</td>
<td>BR-153, BR-282 e BR-470, em Santa Catarina</td>
</tr>
<tr>
<td>Rodovias Integradas de Santa Catarina — Lote 3</td>
<td>BR-153, BR-282 e BR-480, em Santa Catarina</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Vale do Café</td>
<td>BR-393, no Rio de Janeiro</td>
</tr>
<tr>
<td>Otimização Transbrasiliana</td>
<td>BR-153, em São Paulo</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Portuária Itaqui</td>
<td>BR-135 e BR-316, no Maranhão</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Norte Catarinense — Lote 2</td>
<td>BR-280, em Santa Catarina</td>
</tr>
<tr>
<td>Otimização Rota Planalto Sul</td>
<td>BR-116, no Paraná e em Santa Catarina</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota do Açu</td>
<td>BR-356, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Centro-Sul Baiano</td>
<td>BR-101, na Bahia</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A programação abrange corredores relevantes para a circulação de passageiros e mercadorias, inclusive ligações entre regiões industriais, áreas produtoras, cidades turísticas e instalações portuárias.</p>
<h3>Mercado poderá movimentar empresas de ônibus, fornecedores e construtoras</h3>
<p>Os investimentos rodoviários previstos vão além das empresas que disputarão diretamente as concessões.</p>
<p>A construção e a manutenção da infraestrutura podem gerar demanda para construtoras, empresas de engenharia, fabricantes de máquinas, fornecedores de sinalização, iluminação, sistemas de cobrança de pedágio e equipamentos de segurança.</p>
<p>Há ainda oportunidades para negócios ligados à operação das rodovias, como atendimento aos usuários, socorro mecânico, monitoramento de tráfego e soluções digitais.</p>
<p>Para o setor de ônibus, os benefícios comerciais podem aparecer de maneira indireta. Estradas em melhores condições e viagens mais previsíveis favorecem o planejamento de horários e a utilização dos veículos.</p>
<p>Um ônibus que enfrenta menos congestionamentos tende a apresentar melhores condições para cumprir sua programação, embora os ganhos concretos dependam do tráfego, da extensão dos percursos e das intervenções realizadas.</p>
<p>Por outro lado, a implantação ou alteração de pedágios pode representar custos adicionais para transportadoras e empresas de ônibus. Dependendo do contrato e das regras tarifárias aplicáveis, esses custos podem influenciar a composição do preço do transporte.</p>
<p>Por isso, além do volume de investimentos anunciado, será importante acompanhar as tarifas previstas, os prazos de execução, as obrigações contratuais e os mecanismos de fiscalização das futuras concessionárias.</p>
<h3>Governo quer recuperar contratos rodoviários que enfrentam dificuldades</h3>
<p>Uma parte da carteira não corresponde à entrega de novas rodovias à iniciativa privada, mas à tentativa de recuperar contratos que apresentam problemas financeiros ou dificuldades de execução.</p>
<p>São os chamados contratos de otimização.</p>
<p>Nesse modelo, as condições de concessões existentes passam por processos de revisão e reestruturação para permitir a retomada de investimentos e a continuidade dos serviços.</p>
<p>A proposta envolve mecanismos de reequilíbrio econômico-financeiro, novas obrigações e procedimentos para reorganizar a prestação dos serviços.</p>
<p>O Ministério dos Transportes informa que, com os dois projetos previstos para 2027, os acordos de otimização aprovados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) deverão chegar a nove, reunindo investimentos de R$ 124 bilhões.</p>
<p>A otimização, entretanto, precisa conciliar os interesses das empresas e a sustentabilidade dos contratos com a proteção dos usuários, especialmente em relação às tarifas de pedágio e à realização efetiva das obras.</p>
<h3>Ferrovias concentram a maior parte dos investimentos e podem abrir espaço para transporte de passageiros</h3>
<p>O maior volume financeiro da carteira está no setor ferroviário.</p>
<p>São R$ 160 bilhões estimados em 18 projetos, distribuídos entre oito concessões, nove chamamentos públicos para autorização e uma iniciativa de oferta permanente de terminais e trechos ferroviários ociosos.</p>
<p>O planejamento envolve tanto a implantação de novas estruturas quanto a recuperação de linhas existentes.</p>
<p>Uma das possibilidades é a utilização de trechos ferroviários atualmente subaproveitados, mediante apresentação de propostas por empresas interessadas em recuperar e operar a infraestrutura.</p>
<p>O modelo poderá contemplar o transporte de cargas ou passageiros, conforme as características dos trechos e a viabilidade dos projetos.</p>
<p>Essa possibilidade merece atenção especial porque parte da infraestrutura ferroviária brasileira deixou de atender passageiros ao longo das décadas, enquanto outras linhas perderam importância operacional ou passaram a funcionar com utilização reduzida.</p>
<p>A recuperação de trilhos pode representar alternativas de transporte para determinadas regiões, mas não significa automaticamente o retorno de trens de passageiros.</p>
<p>Para isso, serão necessários estudos de demanda, avaliação das condições da via, investimentos em material rodante, estações, sinalização e segurança operacional, além da definição de quem custeará os serviços.</p>
<h3>Corredor Minas-Rio terá chamamento público em dezembro</h3>
<p>Uma das iniciativas previstas ainda para 2026 é o chamamento público do Corredor Minas-Rio, marcado para 17 de dezembro.</p>
<p>O projeto envolve aproximadamente 733 quilômetros de infraestrutura ferroviária entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro.</p>
<p>A proposta faz parte de um modelo em que empresas poderão apresentar planos para recuperar e utilizar trechos ferroviários, inclusive com possibilidade de apoio governamental, conforme as regras estabelecidas.</p>
<p>O modelo de autorização procura permitir que interessados do setor privado apresentem soluções de exploração comercial para a infraestrutura.</p>
<p>O interesse econômico poderá variar de acordo com a localização, as condições dos trilhos, o potencial de transporte de cargas, a conexão com outras ferrovias e a possibilidade de atendimento de passageiros.</p>
<p>Outro projeto destacado pelo Ministério dos Transportes é o Anel Ferroviário do Sudeste, destinado a ampliar a integração da malha ferroviária com corredores logísticos e portos dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.</p>
<p>O empreendimento está previsto como uma concessão para implantação de nova infraestrutura, modalidade conhecida no mercado como greenfield.</p>
<p>Diferentemente da recuperação de uma ferrovia existente, esse tipo de projeto envolve a construção de uma nova ligação, com demandas específicas de engenharia, licenciamento ambiental, desapropriações e financiamento.</p>
<h3>Como os R$ 262,6 bilhões serão distribuídos</h3>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Segmento</th>
<th>Projetos</th>
<th>Investimentos previstos</th>
</tr>
<tr>
<td>Rodovias</td>
<td>11</td>
<td>R$ 102,68 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Ferrovias</td>
<td>18</td>
<td>R$ 160 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>29</td>
<td>R$ 262,68 bilhões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Os investimentos ferroviários representam aproximadamente 61% do montante anunciado, enquanto os rodoviários correspondem a cerca de 39%.</p>
<p>Na prática, a carteira também poderá movimentar fabricantes de trilhos, dormentes, equipamentos de sinalização, locomotivas, vagões e componentes ferroviários, além de empresas de projetos, engenharia e manutenção.</p>
<p>No caso das ferrovias, o Governo Federal pretende utilizar instrumentos como financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), garantias públicas, investimentos cruzados e aportes governamentais para melhorar a viabilidade econômica de determinados empreendimentos.</p>
<p>Esses mecanismos poderão ser importantes especialmente nos projetos com investimentos elevados, retorno financeiro de longo prazo ou necessidade de recuperação de infraestrutura deteriorada.</p>
<h3>Investimentos também dependerão de financiamento, segurança jurídica e capacidade de execução</h3>
<p>O anúncio de uma carteira bilionária representa uma perspectiva de mercado, mas sua transformação em obras depende de condições econômicas, regulatórias e contratuais.</p>
<p>Entre os principais fatores estão a disponibilidade de financiamento, as taxas de juros, os riscos de construção, o licenciamento ambiental, a previsão de receitas e a segurança jurídica dos contratos.</p>
<p>Em concessões rodoviárias, por exemplo, uma empresa precisa avaliar se a arrecadação esperada será suficiente para financiar obras, manutenção e operação, considerando também as obrigações assumidas perante o poder público.</p>
<p>Nas ferrovias, o desafio inclui investimentos de longo prazo e a necessidade de garantir demanda suficiente para justificar a recuperação ou a implantação de determinados corredores.</p>
<p>O Governo Federal informa que 18 novos grupos passaram a participar do mercado de concessões rodoviárias nos 25 leilões realizados desde 2023.</p>
<p>A ampliação do número de interessados pode favorecer a competição, mas a qualidade de uma concessão também precisa ser medida pela capacidade de entregar as obras, manter os serviços e cumprir as obrigações previstas.</p>
<h3>Próximos passos: editais e leilões em 2027</h3>
<p>O cronograma preliminar do Ministério dos Transportes prevê a publicação dos editais rodoviários entre março e agosto de 2027.</p>
<p>Os leilões estão programados para ocorrer entre junho e dezembro.</p>
<p>As datas ainda dependerão da conclusão dos estudos, das etapas regulatórias, das audiências públicas e do alinhamento com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).</p>
<p>No setor ferroviário, parte dos projetos seguirá modelos tradicionais de concessão, enquanto outra parcela poderá ser ofertada por meio de autorizações e chamamentos públicos.</p>
<p>Para o cidadão, o resultado desses projetos deverá ser acompanhado principalmente por indicadores concretos: quantos quilômetros foram duplicados, quais estradas tiveram melhorias, quais ferrovias voltaram a operar, como ficaram os custos de transporte e se houve ganhos reais de segurança, regularidade e qualidade dos serviços.</p>
<p>Para as empresas, a carteira representa um mercado potencial de grande dimensão, mas que exigirá planejamento, capacidade financeira, projetos consistentes e adaptação às exigências contratuais.</p>
<p>O desafio será transformar os R$ 262,6 bilhões previstos em investimentos efetivos, com benefícios que cheguem às estradas, aos trilhos, às empresas que movimentam a economia e, principalmente, às pessoas que dependem diariamente dos transportes.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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  <item>
    <title>Pedágios ficam mais caros em rodovias de São Paulo neste domingo (1º) e aumentos poderão chegar posteriormente às passagens de ônibus</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/30/pedagios-ficam-mais-caros-em-rodovias-de-sao-paulo-neste-domingo-1o-e-aumentos-poderao-chegar-posteriormente-as-passagens-de-onibus/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 11:30:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Concessionária Novo Litoral reajusta tarifas em 4,58% nas ligações do Alto Tietê, Baixada Santista e Vale do Ribeira; interior paulista também terá mudanças na cobrança, incluindo nova concessão na região de Campinas e pedágios eletrônicos em Pirangi e Monte Alto. Impactos sobre ônibus intermunicipais, rodoviários e fretados dependem das regras de cada serviço ADAMO BAZANI [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="525" height="349" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/59478.jpg?fit=525%2C349&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/59478.jpg?w=525&amp;ssl=1 525w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/59478.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/59478.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/59478.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 525px) 100vw, 525px" /> <div><em>Concessionária Novo Litoral reajusta tarifas em 4,58% nas ligações do Alto Tietê, Baixada Santista e Vale do Ribeira; interior paulista também terá mudanças na cobrança, incluindo nova concessão na região de Campinas e pedágios eletrônicos em Pirangi e Monte Alto. Impactos sobre ônibus intermunicipais, rodoviários e fretados dependem das regras de cada serviço</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Os motoristas e passageiros que utilizam rodovias paulistas terão mudanças nas tarifas e nos sistemas de cobrança de pedágio a partir da zero hora deste domingo, 1º de novembro de 2026, em pleno feriado prolongado de Finados. O aumento confirmado é de 4,58% nos pedágios eletrônicos administrados pela concessionária Novo Litoral, que atende importantes ligações entre o Alto Tietê, a Baixada Santista e o Vale do Ribeira. A atualização alcança rodovias como Mogi-Dutra, Mogi-Bertioga, Rio-Santos e Padre Manoel da Nóbrega.</p>
<p>Para quem viaja de ônibus, os reajustes também merecem atenção. O pedágio integra os custos das empresas de transporte intermunicipal, interestadual e de fretamento e poderá influenciar futuros reajustes de passagens ou preços de viagens contratadas. Entretanto, a elevação da tarifa rodoviária não significa aumento automático das passagens neste domingo. No caso dos serviços regulares, a incorporação desse custo depende das regras tarifárias e dos procedimentos adotados pelos órgãos reguladores responsáveis.</p>
<p>As mudanças de 1º de novembro também incluem o início da operação da Rota Mogiana, que substituirá a Renovias na administração de rodovias do interior, e a implantação do sistema eletrônico de cobrança em Pirangi e Monte Alto, pela Ecovias Noroeste Paulista.</p>
<p>Nesses dois casos, é necessário distinguir as alterações operacionais dos aumentos: a Rota Mogiana manterá os valores básicos das praças existentes, enquanto os novos pórticos substituirão pontos convencionais sem reajustar a tarifa.</p>
<h3>Novo Litoral: reajuste de 4,58% nas ligações para o litoral</h3>
<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) autorizou o reajuste de 4,576128%, arredondado para 4,58%, nas tarifas da Concessionária Novo Litoral (CNL).</p>
<p>A atualização foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo de quarta-feira, 28 de outubro, e corresponde à variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulada nos 12 meses encerrados em setembro de 2026.</p>
<p>O contrato abrange aproximadamente 212 quilômetros de rodovias em 13 municípios, incluindo ligações utilizadas por trabalhadores, turistas, transportadoras e empresas de ônibus.</p>
<p>O Diário do Transporte já havia noticiado o reajuste em 28 de outubro. A medida constitui a primeira atualização anual desde a implantação da cobrança eletrônica, em novembro de 2025.</p>
<p>As rodovias abrangidas são:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Rodovia</th>
<th>Trecho atendido</th>
</tr>
<tr>
<td>SP-088 — Mogi-Dutra</td>
<td>Arujá e Mogi das Cruzes</td>
</tr>
<tr>
<td>SP-098 — Mogi-Bertioga</td>
<td>Mogi das Cruzes e Bertioga</td>
</tr>
<tr>
<td>SP-055 — Rio-Santos</td>
<td>Bertioga e Santos</td>
</tr>
<tr>
<td>SP-055 — Padre Manoel da Nóbrega</td>
<td>Praia Grande a Miracatu</td>
</tr>
<tr>
<td>SPA-291/055 — Via Expressa Sul</td>
<td>Praia Grande</td>
</tr>
<tr>
<td>SPA-344/055 — Rodovia Coronel Rodolpho Pettená</td>
<td>Peruíbe e Itariri</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A atualização será aplicada aos pontos de cobrança eletrônica em operação. A inclusão de uma rodovia no contrato de concessão não significa que todos os seus trechos tenham pedágio ativo.</p>
<h3>Veja os novos valores dos pedágios da Novo Litoral</h3>
<p>As tarifas abaixo são para automóveis e utilitários de dois eixos, sem descontos por utilização de tag eletrônica.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Local do pórtico</th>
<th>Até 31 de outubro</th>
<th>A partir de 1º de novembro</th>
</tr>
<tr>
<td>Arujá — SP-088</td>
<td>R$ 1,56</td>
<td>R$ 1,63</td>
</tr>
<tr>
<td>Mogi das Cruzes — SP-088</td>
<td>R$ 1,99</td>
<td>R$ 2,08</td>
</tr>
<tr>
<td>Bertioga — SP-098</td>
<td>R$ 6,95</td>
<td>R$ 7,27</td>
</tr>
<tr>
<td>Santos — SP-055</td>
<td>R$ 5,80</td>
<td>R$ 6,07</td>
</tr>
<tr>
<td>Miracatu — SP-055</td>
<td>R$ 5,59</td>
<td>R$ 5,85</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Os novos valores valem a partir da zero hora de domingo e seguem a atualização contratual homologada pela Artesp.</p>
<p>Na Mogi-Bertioga, por exemplo, um automóvel que passar pelo pórtico de Bertioga pagará R$ 0,32 a mais por passagem.</p>
<p>Já na Mogi-Dutra, o aumento será de R$ 0,09 em Mogi das Cruzes e de R$ 0,07 em Arujá.</p>
<p>Os valores dos veículos comerciais variam conforme a categoria e o número de eixos considerados na cobrança.</p>
<h3>Ônibus também pagam pedágio e custos poderão influenciar passagens</h3>
<p>Os reajustes representam aumento de despesas para empresas de ônibus que utilizam os trechos concedidos.</p>
<p>O efeito poderá alcançar serviços regulares intermunicipais, linhas rodoviárias interestaduais e operações de fretamento.</p>
<p>Nas linhas intermunicipais reguladas pelo Estado de São Paulo, a definição de tarifas depende das regras aplicáveis aos serviços e da atuação dos órgãos competentes.</p>
<p>Nas ligações interestaduais, o regime tarifário é diferente, sob regulamentação federal da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).</p>
<p>Já no fretamento, os custos podem ser considerados na negociação comercial entre a empresa transportadora e o contratante.</p>
<p>Isso significa que o aumento do pedágio pode ser incorporado futuramente ao preço do transporte, mas não provoca necessariamente uma elevação imediata das passagens.</p>
<p>Também não significa que os bilhetes terão o mesmo reajuste percentual de 4,58%.</p>
<p>O custo do pedágio é apenas um dos componentes das despesas de uma empresa de ônibus, juntamente com combustível ou energia, manutenção, pneus, salários, encargos trabalhistas, aquisição de veículos e outros gastos operacionais.</p>
<p>Além disso, o impacto varia conforme a quantidade de praças atravessadas, o número de eixos do ônibus, a distância percorrida e a quantidade de viagens realizadas.</p>
<p>Uma empresa que opera dezenas de partidas diárias por uma mesma rodovia pode acumular um aumento de despesas significativo ao longo de um mês, mesmo quando a diferença por passagem no pedágio parece pequena.</p>
<p>Por outro lado, a existência de mais passageiros por viagem pode contribuir para distribuir esse custo entre um número maior de usuários.</p>
<p>A eventual repercussão no preço final dependerá da estrutura de custos e das regras específicas de cada serviço.</p>
<h3>Rota Mogiana assume rodovias da Renovias, mas mantém tarifas básicas</h3>
<p>Outra mudança importante ocorrerá no interior paulista, onde a concessionária Rota Mogiana assumirá, a partir de domingo, a administração de aproximadamente 520 quilômetros de rodovias.</p>
<p>A nova operação substituirá a Renovias em trechos que atendem regiões como Campinas, Jaguariúna, Mogi Mirim, Mogi Guaçu, São João da Boa Vista e municípios próximos.</p>
<p>O contrato, com duração de 30 anos, prevê R$ 9,4 bilhões em investimentos.</p>
<p>Diferentemente da Novo Litoral, a entrada da Rota Mogiana não representa aumento das tarifas básicas nas nove praças de pedágio existentes.</p>
<p>A Artesp homologou os valores para o primeiro ano contratual por meio da Deliberação nº 816, publicada em 28 de outubro.</p>
<p>Os motoristas que utilizam tag eletrônica passarão a contar com desconto aproximado de 5% nas tarifas, conforme as regras previstas na nova concessão.</p>
<h3>Confira as tarifas da Rota Mogiana a partir de domingo</h3>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Praça</th>
<th>Automóveis</th>
<th>Com tag</th>
</tr>
<tr>
<td>Jaguariúna</td>
<td>R$ 8,80</td>
<td>R$ 8,36</td>
</tr>
<tr>
<td>Estiva Gerbi</td>
<td>R$ 7,80</td>
<td>R$ 7,41</td>
</tr>
<tr>
<td>Casa Branca</td>
<td>R$ 8,15</td>
<td>R$ 7,74</td>
</tr>
<tr>
<td>Mococa</td>
<td>R$ 8,10</td>
<td>R$ 7,69</td>
</tr>
<tr>
<td>Espírito Santo do Pinhal</td>
<td>R$ 10,45</td>
<td>R$ 9,92</td>
</tr>
<tr>
<td>Águas da Prata</td>
<td>R$ 4,60</td>
<td>R$ 4,37</td>
</tr>
<tr>
<td>Aguaí</td>
<td>R$ 6,30</td>
<td>R$ 5,98</td>
</tr>
<tr>
<td>São João da Boa Vista</td>
<td>R$ 7,40</td>
<td>R$ 7,03</td>
</tr>
<tr>
<td>Itobi</td>
<td>R$ 10,75</td>
<td>R$ 10,21</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Os valores correspondem à tarifa básica de automóveis e aos descontos por pagamento automático.</p>
<p>O contrato também prevê descontos progressivos para usuários frequentes, conforme as regras aplicáveis.</p>
<p>A nova concessionária deverá realizar investimentos em duplicações, faixas adicionais, acessos, passarelas e estruturas de apoio aos usuários.</p>
<p>Entre os compromissos estão aproximadamente 217 quilômetros de duplicações, 138 quilômetros de faixas adicionais e a construção ou adequação de 135 pontos de ônibus.</p>
<p>As obras serão realizadas ao longo do contrato, de acordo com os cronogramas estabelecidos e a fiscalização da Artesp.</p>
<p>Para as empresas de ônibus, as condições das rodovias são importantes porque interferem na regularidade das viagens, na manutenção dos veículos e nos tempos de deslocamento.</p>
<h3>Pirangi e Monte Alto terão pedágio eletrônico sem aumento das tarifas</h3>
<p>Também a partir de domingo, a Ecovias Noroeste Paulista substituirá duas praças convencionais de pedágio por pórticos eletrônicos.</p>
<p>A mudança ocorrerá nos seguintes locais:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Município</th>
<th>Rodovia</th>
<th>Localização</th>
</tr>
<tr>
<td>Pirangi</td>
<td>SP-351 — Rodovia Comendador Pedro Monteleone</td>
<td>Km 184,281</td>
</tr>
<tr>
<td>Monte Alto</td>
<td>SP-323 — Rodovia José Della Vechia</td>
<td>Km 19,081</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A concessionária informou que não haverá criação de novos pontos de cobrança nem reajuste das tarifas atuais.</p>
<p>A alteração será na forma de pagamento: os motoristas deixarão de parar nas cabines e passarão pelos pórticos, onde serão identificados pela placa ou pela tag eletrônica.</p>
<p>Os automóveis com tag terão desconto de pelo menos 5%, além da possibilidade de descontos progressivos conforme a frequência de utilização.</p>
<p>Os veículos sem tag poderão realizar o pagamento posteriormente, dentro do prazo de 30 dias, pelos canais autorizados.</p>
<p>Outro pórtico está previsto para entrar em operação em 1º de dezembro, em Colina, no quilômetro 407,479 da Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326).</p>
<h3>Cobrança eletrônica exige atenção dos motoristas</h3>
<p>O sistema de pedágio eletrônico, também conhecido como free flow, permite que os veículos passem pelos pontos de cobrança sem parar.</p>
<p>A identificação ocorre por meio de câmeras e sensores instalados sobre as pistas.</p>
<p>Para os motoristas que utilizam tag, o pagamento geralmente é processado pela empresa responsável pelo dispositivo.</p>
<p>Quem não utiliza tag precisa consultar e quitar os valores pelos canais oficiais da concessionária, respeitando o prazo estabelecido.</p>
<p>A falta de pagamento pode caracterizar evasão de pedágio e resultar nas penalidades previstas na legislação de trânsito.</p>
<p>No caso das empresas de ônibus, o uso de sistemas eletrônicos de cobrança facilita o registro das passagens e a administração dos gastos operacionais.</p>
<p>Entretanto, os operadores devem considerar as regras de cobrança por categoria de veículo, número de eixos e eventuais benefícios ou descontos contratuais.</p>
<h3>Reajustes fazem parte de contratos diferentes</h3>
<p>Os reajustes e as mudanças anunciados para 1º de novembro não devem ser confundidos com a atualização anual aplicada em julho de 2026 em diversas outras rodovias paulistas.</p>
<p>Naquela ocasião, a Artesp autorizou reajustes baseados principalmente no IPCA acumulado entre junho de 2025 e maio de 2026, de 4,72%, alcançando concessões antigas e diferentes sistemas rodoviários.</p>
<p>As concessões mais recentes possuem datas próprias de atualização, geralmente relacionadas ao aniversário contratual.</p>
<p>Por isso, não existe uma única data em que todos os pedágios do Estado de São Paulo aumentam simultaneamente.</p>
<p>No caso da Novo Litoral, a atualização de 1º de novembro corresponde às condições estabelecidas para o contrato iniciado em 2024, com cobrança eletrônica implantada posteriormente.</p>
<p>Já a Rota Mogiana passa por uma mudança de concessionária, enquanto Pirangi e Monte Alto terão substituição da tecnologia utilizada para cobrar os pedágios.</p>
<h3>Custos de transporte e qualidade das rodovias</h3>
<p>Os pedágios são uma das fontes de remuneração utilizadas nas concessões rodoviárias para custear serviços de operação, manutenção, conservação e investimentos previstos nos contratos.</p>
<p>Entretanto, a existência da cobrança também cria uma obrigação de entrega de serviços e melhorias.</p>
<p>Para os passageiros de ônibus, as condições das rodovias interferem na segurança, no conforto e na duração das viagens.</p>
<p>Obras de duplicação, implantação de faixas adicionais e melhorias de pavimento podem contribuir para reduzir atrasos e melhorar a produtividade dos veículos.</p>
<p>Por outro lado, obras mal planejadas, interrupções prolongadas e problemas de manutenção podem gerar custos adicionais para as transportadoras.</p>
<p>O equilíbrio entre tarifas de pedágio, investimentos e qualidade dos serviços é, portanto, relevante tanto para motoristas particulares quanto para quem depende de ônibus.</p>
<p>No caso do transporte regular, os órgãos responsáveis pela regulação precisam considerar as condições econômicas das empresas e a capacidade de pagamento dos usuários.</p>
<p>O aumento de um componente de custo não representa, isoladamente, justificativa para a aplicação automática do mesmo percentual sobre as passagens.</p>
<p>A partir deste domingo, a principal alteração financeira confirmada será o reajuste de 4,58% dos pedágios da Novo Litoral. Nas demais concessões mencionadas, as mudanças envolvem a administração das rodovias, a implantação de novas formas de pagamento e descontos previstos nos contratos.</p>
<p>Para quem viaja de ônibus, a atenção deverá se voltar aos próximos processos de revisão tarifária e à maneira como os custos rodoviários serão considerados nos preços do transporte.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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