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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/</link>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  <item>
    <title>ANTT libera pela primeira janela extraordinária novas linhas da Quaresma, Nascimento e Tocantins; Planalto devolve autorização entre Foz do Iguaçu (PR) e Ijuí (RS)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/01/antt-libera-pela-primeira-janela-extraordinaria-novas-linhas-da-quaresma-nascimento-e-tocantins-planalto-devolve-autorizacao-entre-foz-do-iguacu-pr-e-ijui-rs/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 08:01:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quatro autorizações pela Primeira Janela Extraordinária incluem viagens entre São Caetano do Sul e o interior da Bahia, Pará e Teresina, Pará e Mato Grosso e Brasília e Tocantins. Renúncia da Planalto segue outro procedimento e atinge documento diferente da autorização noticiada em setembro ADAMO BAZANI A Quaresma Transporte e Turismo, a Irmãos Nascimento Turismo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="846" height="581" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/toaner.jpg?fit=846%2C581&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/toaner.jpg?w=846&amp;ssl=1 846w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/toaner.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/toaner.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/toaner.jpg?resize=768%2C527&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/toaner.jpg?resize=400%2C275&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 846px) 100vw, 846px" /> <p><em>Quatro autorizações pela Primeira Janela Extraordinária incluem viagens entre São Caetano do Sul e o interior da Bahia, Pará e Teresina, Pará e Mato Grosso e Brasília e Tocantins. Renúncia da Planalto segue outro procedimento e atinge documento diferente da autorização noticiada em setembro</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Quaresma Transporte e Turismo, a Irmãos Nascimento Turismo e a Tocantins receberam autorização para quatro linhas de ônibus interestaduais, incluindo ligações de São Caetano do Sul ao interior da Bahia, do Pará ao Piauí e a Mato Grosso e de Brasília ao Tocantins. As liberações foram publicadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) nesta quinta-feira, 1º de outubro de 2026, e integram a Primeira Janela Extraordinária, processo de abertura de mercados que voltou a produzir autorizações depois de suspensões e disputas judiciais.</p>
<p>Na mesma edição do Diário Oficial da União, a agência aceitou a devolução, pela Planalto, de uma autorização para Foz do Iguaçu–Ijuí, com efeito a partir de 19 de outubro e obrigação de proteger passageiros com passagens compradas para viagens atingidas pelo encerramento. Esse caso não é resultado da Janela: envolve uma autorização originada na adequação de serviços existentes e precisa ser distinguido de outro documento para Ijuí–Foz do Iguaçu, concedido à empresa em setembro e já noticiado pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>.</p>
<p>As quatro novas autorizações somam 59 ligações entre municípios. Para quem utiliza o ônibus, isso significa a possibilidade de atendimento tanto entre as cidades que dão nome às linhas como entre outros pontos previstos nos documentos. As empresas terão até 30 dias, contados do início da vigência das autorizações, para começar os serviços. Uma prorrogação pelo mesmo período poderá ser concedida mediante justificativa.</p>
<p><strong>Quais empresas receberam as linhas e o que cada autorização permite</strong></p>
<p>Os nomes que aparecem nos documentos oficiais nem sempre são exatamente aqueles encontrados pelo passageiro nos veículos e nos canais de venda. Nesta publicação, a J. Quaresma Transporte Ltda. corresponde à Quaresma Transporte e Turismo; a Irmãos Nascimento Turismo mantém essa identificação comercial; e a Tocantins Transporte e Turismo Ltda. utiliza o nome Tocantins.</p>
<p>A Quaresma recebeu duas linhas. Nascimento e Tocantins receberam uma cada.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>Linha e alcance</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Quaresma Transporte e Turismo</td>
<td>Itaituba (PA)–Teresina (PI), com dez ligações</td>
</tr>
<tr>
<td>Quaresma Transporte e Turismo</td>
<td>Santarém (PA)–Santa Carmem (MT), com quatro ligações</td>
</tr>
<tr>
<td>Irmãos Nascimento Turismo</td>
<td>São Caetano do Sul (SP)–Jacaraci (BA), com seis ligações</td>
</tr>
<tr>
<td>Tocantins</td>
<td>Brasília (DF)–Lajeado (TO), com 39 ligações</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A autorização é uma etapa necessária para colocar o serviço em funcionamento. A oferta ao passageiro se concretiza quando a transportadora organiza os horários, cadastra as viagens e disponibiliza as passagens.</p>
<p><strong>Quaresma poderá ligar o Pará a Teresina, cidades maranhenses e municípios de Mato Grosso</strong></p>
<p>A primeira autorização da Quaresma é para a linha Itaituba–Teresina. Seu alcance inclui também viagens entre Itaituba e cidades maranhenses, além de ligações de Santarém e Medicilândia ao Piauí.</p>
<p>O anexo mostra por que olhar apenas os dois municípios do nome da linha oferece uma visão incompleta do atendimento. Um passageiro de Bacabal, por exemplo, está entre os usuários contemplados pelas possibilidades de viagem para Itaituba e Santarém.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Ligações da autorização Itaituba–Teresina</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Açailândia (MA)–Itaituba (PA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Bacabal (MA)–Itaituba (PA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Bacabal (MA)–Santarém (PA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Itaituba (PA)–Teresina (PI)</td>
</tr>
<tr>
<td>Medicilândia (PA)–Teresina (PI)</td>
</tr>
<tr>
<td>Peritoró (MA)–Itaituba (PA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Inês (MA)–Itaituba (PA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Santarém (PA)–Teresina (PI)</td>
</tr>
<tr>
<td>Timon (MA)–Itaituba (PA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Timon (MA)–Santarém (PA)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A segunda linha autorizada à Quaresma é Santarém–Santa Carmem, com quatro ligações entre Pará e Mato Grosso.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Ligações da autorização Santarém–Santa Carmem</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Santa Carmem (MT)–Itaituba (PA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Carmem (MT)–Novo Progresso (PA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Carmem (MT)–Santarém (PA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Sinop (MT)–Belterra (PA)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As liberações constam das decisões da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros (SUPAS) nº 1.379 e nº 1.380, assinadas em 24 de setembro.</p>
<p><strong>Nascimento recebe ligação do ABC Paulista a seis cidades do interior da Bahia</strong></p>
<p>A Irmãos Nascimento Turismo foi autorizada a operar São Caetano do Sul–Jacaraci. Além de Jacaraci, o documento permite atendimento entre a cidade do ABC Paulista e outros cinco municípios baianos.</p>
<p>São ligações que podem atender quem viaja para visitar familiares, trabalhar ou resolver compromissos em outra região do país, com origens e destinos específicos previstos na autorização.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>De São Caetano do Sul (SP) para</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Belo Campo (BA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Condeúba (BA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Cordeiros (BA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Jacaraci (BA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Piripá (BA)</td>
</tr>
<tr>
<td>Tremedal (BA)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A decisão SUPAS nº 1.381 autoriza essas seis ligações. A inclusão de um município no anexo permite seu atendimento nas condições do serviço autorizado; os locais de embarque e desembarque devem seguir o esquema operacional cadastrado na ANTT.</p>
<p><strong>Tocantins concentra 39 ligações, com atendimento de Brasília e de sete municípios goianos</strong></p>
<p>A Tocantins recebeu autorização para Brasília–Lajeado. É o documento com maior número de ligações neste conjunto: 39, das quais uma entre o Distrito Federal e o Tocantins e 38 entre Goiás e o Tocantins.</p>
<p>O alcance vai além de Lajeado. Palmas, Gurupi, Porto Nacional, Alvorada e outros municípios tocantinenses aparecem como destinos de diferentes cidades goianas.</p>
<p>A tabela agrupa os pares de municípios para facilitar a consulta. Cada destino corresponde a uma ligação individual prevista no anexo.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Origem</th>
<th>Destinos no Tocantins</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Brasília (DF)</td>
<td>Lajeado</td>
</tr>
<tr>
<td>Barro Alto (GO)</td>
<td>Aliança do Tocantins, Brejinho de Nazaré, Figueirópolis e Lajeado</td>
</tr>
<tr>
<td>Estrela do Norte (GO)</td>
<td>Aliança do Tocantins, Alvorada, Figueirópolis, Gurupi, Palmas e Porto Nacional</td>
</tr>
<tr>
<td>Mara Rosa (GO)</td>
<td>Palmas e Porto Nacional</td>
</tr>
<tr>
<td>Padre Bernardo (GO)</td>
<td>Aliança do Tocantins, Alvorada, Brejinho de Nazaré, Figueirópolis, Gurupi, Lajeado, Palmas e Porto Nacional</td>
</tr>
<tr>
<td>Porangatu (GO)</td>
<td>Aliança do Tocantins, Alvorada, Figueirópolis, Gurupi, Palmas e Porto Nacional</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Tereza de Goiás (GO)</td>
<td>Aliança do Tocantins, Alvorada, Figueirópolis, Gurupi, Palmas e Porto Nacional</td>
</tr>
<tr>
<td>Uruaçu (GO)</td>
<td>Aliança do Tocantins, Alvorada, Figueirópolis, Gurupi, Palmas e Porto Nacional</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A autorização consta da decisão SUPAS nº 1.382.</p>
<p><strong>O que é a Primeira Janela e por que as autorizações continuam saindo dois anos depois de sua abertura</strong></p>
<p>A Primeira Janela Extraordinária foi criada para permitir a entrada de transportadoras em ligações interestaduais classificadas pela ANTT como sem atendimento ou atendidas por apenas uma empresa.</p>
<p>“Mercado”, nesse procedimento, significa uma origem e um destino em estados diferentes. É a possibilidade de transportar passageiros entre duas cidades. Já a linha é a organização do serviço, que pode reunir vários desses pares de municípios.</p>
<p>Por isso, os números precisam ser lidos com cuidado: as decisões desta quinta-feira autorizam quatro linhas com 59 ligações. Isso não equivale a 59 linhas independentes, nem define a quantidade de ônibus ou de partidas.</p>
<p>A Janela faz parte da implantação do marco regulatório aprovado pela ANTT em dezembro de 2023. Sua abertura foi publicada em setembro de 2024, mas o caminho até as autorizações passou por prorrogações de prazo, análise de pedidos, pagamento de emolumentos, divulgação de resultados, revisões administrativas e decisões judiciais.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> acompanha esse processo desde sua abertura. Em 11 de setembro de 2026, antecipou em primeira mão que a emissão de autorizações havia sido retomada e que as publicações começariam na semana seguinte. Entre as primeiras empresas identificadas estavam Bella Vita, Garcia e Itamarati. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/em-primeira-mao-antt-retoma-emissao-de-autorizacoes-da-janela-de-onibus-interestaduais-publicacoes-vao-ocorrer-mas-no-diario-do-transporte-saiba-antes-as-primeiras-linhas/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p><strong>Há mercados liberados sem disputa de lances e outros que ainda passam por seleção</strong></p>
<p>A Primeira Janela estabeleceu a possibilidade de entrada de até duas novas transportadoras nos mercados sem atendimento e de uma nova empresa naqueles atendidos por apenas uma autorizatária.</p>
<p>Quando o número de interessadas aptas ultrapassa as vagas previstas, é necessário um processo seletivo. Nos casos que podem ser contemplados diretamente, a empresa segue para o pedido de autorização, sujeito ao atendimento das exigências da agência.</p>
<p>As quatro decisões publicadas nesta quinta-feira afirmam expressamente que Quaresma, Nascimento e Tocantins foram contempladas em mercados desatendidos da Janela nº 01/2024. Também registram o cumprimento dos requisitos do marco regulatório.</p>
<p>Já os mercados encaminhados à seleção têm apresentação de lances prevista entre 26 de outubro e 6 de novembro de 2026, conforme a retomada anunciada em setembro. Essa fase dá continuidade aos pedidos já processados, sem abrir um novo período geral de solicitações. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/14/primeira-mao-antt-retoma-processo-seletivo-da-janela-extraordinaria-de-linhas-de-onibus-apos-nova-decisao-do-stf-lances-serao-de-26-de-outubro-a-6-de-novembro/?noamp=mobile&amp;utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p><strong>Da abertura às suspensões judiciais: os principais acontecimentos da Janela</strong></p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Quando</th>
<th>O que aconteceu</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Dezembro de 2023</td>
<td>ANTT aprova o marco regulatório que organiza a abertura de mercados por janelas</td>
</tr>
<tr>
<td>Setembro de 2024</td>
<td>Publicação da Primeira Janela Extraordinária</td>
</tr>
<tr>
<td>Outubro de 2024 a janeiro de 2025</td>
<td>Primeiro período de pedidos, com prorrogações</td>
</tr>
<tr>
<td>Janeiro de 2025</td>
<td>Liminar em ação da Amobitec suspende o procedimento</td>
</tr>
<tr>
<td>Abril de 2025</td>
<td>TRF-1 suspende os efeitos da liminar e permite a continuidade</td>
</tr>
<tr>
<td>Outubro e novembro de 2025</td>
<td>Sistema reaberto para solicitações</td>
</tr>
<tr>
<td>Março de 2026</td>
<td>Etapa de pagamento dos emolumentos</td>
</tr>
<tr>
<td>Abril de 2026</td>
<td>Divulgação dos resultados e separação entre contemplação direta e seleção</td>
</tr>
<tr>
<td>Maio e junho de 2026</td>
<td>ANTT anuncia reprocessamento e depois preserva os resultados de abril</td>
</tr>
<tr>
<td>Julho de 2026</td>
<td>Cautelar do STF interrompe a Janela</td>
</tr>
<tr>
<td>13 de agosto de 2026</td>
<td>Ministro André Mendonça reconsidera a cautelar</td>
</tr>
<tr>
<td>Setembro de 2026</td>
<td>Emissão e publicação de autorizações são retomadas</td>
</tr>
<tr>
<td>1º de outubro de 2026</td>
<td>Publicadas as quatro autorizações de Quaresma, Nascimento e Tocantins</td>
</tr>
<tr>
<td>26 de outubro a 6 de novembro</td>
<td>Período previsto para os lances dos mercados submetidos à seleção</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As interrupções ajudam a explicar a distância entre a abertura do procedimento, em 2024, e a publicação de autorizações em 2026. A reconsideração da cautelar permitiu prosseguir com a Janela; a emissão de cada autorização ainda depende da análise administrativa e das condições exigidas da transportadora. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/em-primeira-mao-antt-retoma-emissao-de-autorizacoes-da-janela-de-onibus-interestaduais-publicacoes-vao-ocorrer-mas-no-diario-do-transporte-saiba-antes-as-primeiras-linhas/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p><strong>Garcia, Brasil Sul, Bella Vita, Itamarati, Satélite Norte e Darlan já tiveram liberações noticiadas</strong></p>
<p>Em 14 de setembro, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> detalhou o primeiro grande pacote após a retomada: 39 decisões, com 18 novos termos de autorização e 21 ampliações de documentos existentes.</p>
<p>A relação abaixo recupera as linhas que receberam novos termos naquele pacote.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>Linhas com novos termos</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Garcia</td>
<td>Corumbá–Porecatu; Porecatu–Jundiaí; Maringá–Mogi Guaçu; Porecatu–Santos; Porecatu–Campinas; Ponta Porã–Curitiba</td>
</tr>
<tr>
<td>Brasil Sul/Santo Anjo</td>
<td>Porecatu–Florianópolis; Foz do Iguaçu–Santos</td>
</tr>
<tr>
<td>Itamarati</td>
<td>Alta Floresta–Porto Velho; Cuiabá–Olímpia; Jaciara–Barretos</td>
</tr>
<tr>
<td>Bella Vita</td>
<td>Jandira–Governador Valadares; Jandira–Rio de Janeiro; Guarulhos–Gramado; Jandira–Nova Lima; Guarulhos–Penha; Jandira–Angra dos Reis</td>
</tr>
<tr>
<td>Expresso Darlan</td>
<td>Ipaporanga–São Caetano do Sul</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A Satélite Norte recebeu ampliações em Goiânia–São Luís, Goiânia–Florianópolis, Fortaleza–Sinop, Goiânia–Belém via Paragominas, Imperatriz–Peixoto de Azevedo e Goiânia–Teresina. Garcia, Brasil Sul e Itamarati também tiveram ampliações naquele conjunto. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/14/em-primeira-mao-antt-publica-nesta-segunda-14-primeiro-pacote-da-primeira-janela-extraordinaria-do-mercado-rodoviario-de-onibus-como-adiantou-o-diario-do-transporte-na-semana-passada-garcia-bras/amp/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p>Em 25 de setembro, o jornal noticiou novas correções: a autorização da Itamarati para Alta Floresta–Porto Velho teve quatro mercados excluídos, passando de 108 para 104 seções. Na publicação da Darlan, a retificação corrigiu uma unidade da Federação. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/25/antt-autoriza-planalto-e-real-maia-retifica-mercados-de-itamarati-e-darlan-pela-primeira-janela-e-nega-dois-pedidos-da-bus-viagens/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p><strong>Contemplação de mercados ainda precisa se transformar em oferta de viagens</strong></p>
<p>O alcance da Janela também foi examinado em levantamento exclusivo do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> publicado em 23 de setembro, com consultoria da advogada Liana Variani, especialista em direito empresarial.</p>
<p>A apuração identificou dez empresas presentes em 21.902 mercados distintos contemplados diretamente, equivalentes a 52,4% dos 41.832 mercados dessa etapa. Além deles, a ANTT relacionou 5.459 mercados destinados ao processo seletivo.</p>
<p>O levantamento mede a distribuição das contemplações administrativas. Para o passageiro, o efeito depende da transformação dessas contemplações em autorizações e, depois, em viagens disponíveis para compra. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/23/exclusivo-primeira-janela-da-antt-e-concentracao-dez-empresas-aparecem-em-524-dos-41-832-mercados-contemplados-veja-ranking/?noamp=mobile&amp;utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p><strong>Planalto devolve autorização que veio da adequação da Unesul, fora da Primeira Janela</strong></p>
<p>A decisão sobre a Planalto tem outra origem. A empresa pediu a renúncia ao termo que autorizava Foz do Iguaçu–Ijuí e suas seções. A ANTT homologou o pedido e determinou o cancelamento das operações vinculadas especificamente a esse documento a partir de 19 de outubro.</p>
<p>O histórico da autorização permite afirmar a diferença em relação à Janela. A decisão de 2024 inicialmente adequou uma licença operacional da Unesul ao novo marco regulatório. Em abril de 2026, seu texto foi alterado para registrar a mudança de titularidade para a Planalto, em razão de uma operação societária de cisão parcial.</p>
<p>Assim, o documento agora devolvido está ligado à adequação e à mudança de titularidade de uma operação existente. As quatro autorizações de Quaresma, Nascimento e Tocantins decorrem da contemplação de mercados na Primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>A renúncia solicitada pela Planalto foi formalizada pela decisão SUPAS nº 1.383. Trata-se de devolução da autorização a pedido da empresa.</p>
<p><strong>Outro termo para Ijuí–Foz do Iguaçu foi noticiado em setembro e precisa ser distinguido</strong></p>
<p>Em 16 de setembro, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> noticiou que a Planalto havia recebido outro termo para a linha Ijuí–Foz do Iguaçu, com 490 seções envolvendo cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A publicação tratava de mercados já autorizados à empresa. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/16/antt-autoriza-planalto-na-linha-ijui-rs-foz-do-iguacu-pr-nega-mercados-a-jotamar-e-libera-33-empresas-para-fretamento/?noamp=mobile&amp;utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p>Os documentos têm identificações diferentes:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Documento</th>
<th>Situação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>PRRS0056044 — Foz do Iguaçu–Ijuí</td>
<td>Renúncia aprovada, com efeito em 19 de outubro</td>
</tr>
<tr>
<td>RSPR0056048 — Ijuí–Foz do Iguaçu</td>
<td>Outro termo, cuja emissão foi noticiada em 16 de setembro, com 490 seções</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Essa distinção evita interpretar a devolução de um termo como encerramento automático de todo atendimento da Planalto entre as duas cidades. A decisão desta quinta-feira cancela as operações vinculadas ao documento nela identificado.</p>
<p>Também em setembro, no dia 25, o jornal noticiou autorização para a Planalto em Foz do Iguaçu–Caxias do Sul, com 404 seções, e para a Real Maia em Teresina–Palmas, com 52. Esses procedimentos envolviam mercados previamente autorizados, diferentemente das liberações expressamente vinculadas à Janela. <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/25/antt-autoriza-planalto-e-real-maia-retifica-mercados-de-itamarati-e-darlan-pela-primeira-janela-e-nega-dois-pedidos-da-bus-viagens/?utm_source=chatgpt.com">diariodotransporte.com.br</a></p>
<p><strong>Quem comprou passagem para uma viagem cancelada tem direito a assistência e alternativas</strong></p>
<p>A ANTT determinou que a Planalto cumpra as garantias dos passageiros com bilhetes para viagens programadas depois do encerramento das operações abrangidas pelo termo devolvido.</p>
<p>A regulamentação citada na decisão prevê que, em caso de cancelamento, a empresa comunique o passageiro e informe as opções disponíveis com antecedência mínima de 24 horas do início previsto da viagem.</p>
<p>Entre as alternativas, à escolha do passageiro e nas condições da norma, estão a substituição por serviço equivalente da própria empresa ou a compra, pela transportadora, de passagem em outra autorizatária, sem custo adicional, para serviço de mesma classe de poltrona ou superior dentro do intervalo previsto.</p>
<p>O passageiro também pode optar pela restituição imediata e monetariamente atualizada do valor total da passagem. Taxas e serviços adicionais não utilizados integralmente devem ser restituídos nos casos previstos.</p>
<p>Para quem tem viagem marcada, a providência prática é confirmar com a Planalto a situação do serviço comprado e guardar o bilhete e o protocolo do atendimento. A devolução da autorização mantém as obrigações da empresa perante os passageiros atingidos.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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  <item>
    <title>Bahia e Pernambuco: contrato da Rota dos Sertões é publicado com concessão de 502 km por 30 anos  e investimentos de R$ 8,5 bilhões</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/bahia-e-pernambuco-contrato-da-rota-dos-sertoes-e-publicado-com-concessao-de-502-km-por-30-anos-e-investimentos-de-r-85-bilhoes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 01:00:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Projeto entre Salgueiro e Feira de Santana prevê duplicação, marginais, contorno de Serrinha e bases de atendimento; leilão teve desconto de 19,60% na tarifa básica ADAMO BAZANI A concessão da Rota dos Sertões, que reúne 502 quilômetros das BR-116 e BR-324 entre Pernambuco e Bahia, teve seu contrato publicado nesta quarta-feira, 30 de setembro de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="768" height="354" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/81de73b0-2c54-43cc-9644-a29eeec4028a.jpeg?fit=768%2C354&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/81de73b0-2c54-43cc-9644-a29eeec4028a.jpeg?w=768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/81de73b0-2c54-43cc-9644-a29eeec4028a.jpeg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/81de73b0-2c54-43cc-9644-a29eeec4028a.jpeg?resize=150%2C69&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/81de73b0-2c54-43cc-9644-a29eeec4028a.jpeg?resize=400%2C184&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /> <p><em>Projeto entre Salgueiro e Feira de Santana prevê duplicação, marginais, contorno de Serrinha e bases de atendimento; leilão teve desconto de 19,60% na tarifa básica</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A concessão da Rota dos Sertões, que reúne 502 quilômetros das BR-116 e BR-324 entre Pernambuco e Bahia, teve seu contrato publicado nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026. A Concessionária 116 Sertões S.A. ficará responsável pelo sistema por 30 anos contados da assunção, com obrigações de recuperação, manutenção, operação e ampliação da capacidade.</p>
<p>O projeto liga Salgueiro (PE) ao contorno de Feira de Santana (BA) e prevê intervenções que incluem duplicação, vias marginais, dispositivos de retorno e atendimento aos usuários. O contrato foi assinado em 29 de setembro, após o leilão de maio e a autorização da diretoria da ANTT para formalizar a concessão.</p>
<p><strong>Projeto prevê R$ 8,5 bilhões entre obras e demais investimentos</strong></p>
<p>Na apresentação do resultado do leilão, a ANTT informou previsão de R$ 8,5 bilhões em investimentos ao longo dos 30 anos, sendo R$ 4,1 bilhões destinados diretamente a obras de ampliação e modernização.</p>
<p>As intervenções abrangem 16 municípios e incluem duplicação de 108 quilômetros, vias marginais, retornos, contorno de Serrinha (BA), monitoramento inteligente, dez bases de atendimento ao usuário e ponto de parada e descanso para motoristas profissionais.</p>
<p>Esses dados descrevem o projeto apresentado pela agência. A publicação do contrato formaliza a concessão, mas a execução de cada intervenção deve ser acompanhada conforme as obrigações e os prazos contratuais.</p>
<p><strong>Ligação atende deslocamentos entre o interior pernambucano e a Bahia</strong></p>
<p>Em Pernambuco, a concessão inclui a BR-116 do entroncamento com as BR-232 e BR-316 até a divisa com a Bahia.</p>
<p>No território baiano, a BR-116 integra o sistema até o entroncamento com a Avenida Eduardo Fróes da Mota.</p>
<p>O trecho da BR-324 compreende o acesso ao Contorno de Feira de Santana até o entroncamento com a BR-116(B) e as rodovias BA-502 e BA-503.</p>
<p>Para o transporte de passageiros, o interesse está nas condições da infraestrutura utilizada pelas viagens. Duplicação, acessos, conservação e atendimento rodoviário interferem no deslocamento, embora o contrato não autorize novas linhas de ônibus.</p>
<p><strong>Leilão ocorreu em maio e teve três proponentes</strong></p>
<p>O Consórcio 116 Sertões venceu o leilão de 28 de maio com desconto de 19,60% sobre a tarifa básica de pedágio.</p>
<p>Outros dois grupos apresentaram propostas: Atlas Rodovias e Via dos Sertões.</p>
<p>O resultado foi homologado em 16 de julho. Em 28 de setembro, a diretoria da ANTT autorizou a emissão da outorga e a assinatura após a análise dos documentos, garantias e seguros exigidos.</p>
<p>O extrato publicado nesta quarta-feira registra a assinatura no dia seguinte.</p>
<p><strong>Referência por quilômetro não é o preço final de uma praça</strong></p>
<p>O documento informa tarifa básica de R$ 0,07642 por quilômetro para trechos homogêneos de pista simples, em valores de abril de 2023, observando o desconto nos termos do edital.</p>
<p>Esse valor é uma referência contratual. Não deve ser apresentado como preço final que um motorista ou uma empresa de ônibus pagará em determinada praça.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Equipe Tática da Motiva atua em mais de 300 eventos nos últimos 12 meses</title>
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	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Grupo especializado reforça a segurança em estações das linhas 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda durante jogos, shows e períodos de maior movimento YURI SENA A Equipe de Pronta Resposta da Motiva Trilhos participou de mais de 300 operações relacionadas a jogos, shows e outros grandes eventos nos últimos 12 meses. O grupo atua em situações [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="784" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/afa70e3f-c545-425e-ac86-cb1ad068352b-e1790705324148.jpg?fit=1024%2C784&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><span style="font-weight: 400"><i>Grupo especializado reforça a segurança em estações das linhas 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda durante jogos, shows e períodos de maior movimento</i></span></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Equipe de Pronta Resposta da Motiva Trilhos participou de mais de 300 operações relacionadas a jogos, shows e outros grandes eventos nos últimos 12 meses. O grupo atua em situações consideradas de maior complexidade e em períodos de aumento no fluxo de passageiros nas linhas 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com a concessionária, a movimentação nas estações pode crescer até 30% em dias de eventos em comparação com períodos regulares. Em ocasiões de maior demanda, o sistema pode receber mais de 800 mil passageiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A equipe foi criada em 2014 e atualmente reúne mais de 50 agentes. Os profissionais ingressam no quadro de Agentes de Atendimento e Segurança (AAS) e posteriormente passam por capacitação específica para atuação em ocorrências de maior complexidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a Motiva, os agentes recebem treinamentos ministrados por unidades da Polícia Militar de São Paulo, entre elas o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) e a 2ª Companhia do Choque.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A capacitação inclui técnicas de negociação, identificação e prevenção de ameaças envolvendo explosivos, procedimentos de varredura de segurança e controle de distúrbios civis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A atuação também utiliza como referência procedimentos de Controle de Multidão (CDM) do 2º Batalhão de Polícia de Choque (2º BPChq), de acordo com a concessionária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A distribuição dos profissionais considera o fluxo de passageiros e a realização de eventos nas proximidades das estações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nas linhas 4-Amarela e 5-Lilás, a equipe atua principalmente nas estações Luz, São Paulo-Morumbi e Paulista. Já nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, os principais pontos de atuação são Palmeiras-Barra Funda, Pinheiros e Santo Amaro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os eventos que demandam reforço estão partidas de futebol, shows e atividades realizadas em locais como o Autódromo de Interlagos e a Avenida Paulista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além dos treinamentos, os agentes utilizam equipamentos como escudos, cintos táticos e rádios comunicadores durante as operações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a Motiva, a equipe trabalha de forma integrada às demais áreas de segurança e operação da concessionária para responder a ocorrências e auxiliar na manutenção do funcionamento do sistema em períodos de maior concentração de passageiros.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Arrendamento da Itapemirim: processo passa à relatoria da ministra Regina Helena Costa no STJ</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/arrendamento-da-itapemirim-processo-passa-a-relatoria-da-ministra-regina-helena-costa-no-stj/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 23:01:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Após impedimento de Gurgel de Faria, ministra assume condução do processo; ela votou a favor da Águia Branca em junho, mas questionou qual colegiado deveria julgar a disputa. Caso envolve viagens e recursos para credores, especialmente antigos funcionários ADAMO BAZANI O processo no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que envolve a disputa entre Suzantur e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="799" height="532" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/53137045687-b1391dcdca-c.jpg?fit=799%2C532&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/53137045687-b1391dcdca-c.jpg?w=799&amp;ssl=1 799w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/53137045687-b1391dcdca-c.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/53137045687-b1391dcdca-c.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/53137045687-b1391dcdca-c.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/53137045687-b1391dcdca-c.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 799px) 100vw, 799px" /> <p><em>Após impedimento de Gurgel de Faria, ministra assume condução do processo; ela votou a favor da Águia Branca em junho, mas questionou qual colegiado deveria julgar a disputa. Caso envolve viagens e recursos para credores, especialmente antigos funcionários</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O processo no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que envolve a disputa entre Suzantur e Viação Águia Branca pelo arrendamento das antigas operações da Itapemirim passou à relatoria da ministra Regina Helena Costa nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026. Na manhã desta quarta-feira, 30, os documentos foram encaminhados à magistrada para análise, dando sequência à substituição do ministro Gurgel de Faria, que se declarou impedido de continuar atuando no caso.</p>
<p>Regina Helena Costa participou do julgamento favorável à Águia Branca em junho, mas também manifestou o entendimento de que a disputa, por sua natureza falimentar, não deveria ser examinada pelos colegiados de direito público do tribunal. A mudança de relatoria não altera, por si só, as viagens nem libera pagamentos aos credores, mas as próximas decisões podem repercutir na operação e nas receitas destinadas à massa falida, da qual antigos funcionários aguardam direitos, como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> no especial publicado na última semana.</p>
<p><strong>O que faz a relatora: ministra conduz o processo, mas decisões também podem depender dos demais integrantes da Turma</strong></p>
<p>A relatora é a ministra responsável por acompanhar e conduzir o processo dentro do tribunal. Ela examina os documentos e os pedidos das partes, determina as providências necessárias e prepara o caso para julgamento.</p>
<p>Quando a questão precisa ser decidida pela Primeira Turma, a relatora apresenta um resumo do processo e seu voto, explicando qual solução considera correta. Os demais ministros também votam e podem concordar ou discordar. O resultado é definido pela maioria.</p>
<p>A Turma é um grupo de ministros que julga determinadas matérias dentro do STJ. Portanto, assumir a relatoria não significa que todas as questões serão decididas somente por Regina Helena Costa.</p>
<p>Em situações permitidas pelas regras processuais, a relatora pode tomar determinadas decisões individualmente. Essas decisões podem ser contestadas por meio dos recursos cabíveis, inclusive para levar a discussão ao colegiado.</p>
<p>Para motoristas, mecânicos, funcionários administrativos e outros interessados que acompanham a falência, a mudança identifica quem passa a conduzir o procedimento no STJ. Ela não representa, sozinha, uma vitória de qualquer empresa ou a conclusão da disputa.</p>
<p><strong>“Conclusos para decisão” significa que os documentos chegaram à ministra para análise</strong></p>
<p>O andamento registrado às 10h desta quarta-feira informa que o processo está “concluso para decisão” à ministra Regina Helena Costa.</p>
<p>Na linguagem da Justiça, isso significa que os documentos foram encaminhados ao gabinete da magistrada para que ela examine a questão pendente e adote a providência judicial cabível.</p>
<p>A expressão não significa que a decisão já foi tomada. Também não corresponde ao encerramento do processo nem estabelece uma data para publicação do pronunciamento.</p>
<p>Os registros mostram a sequência da mudança:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Data</th>
<th>O que ocorreu</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>23 de setembro</td>
<td>Os documentos chegaram à unidade do STJ responsável pela classificação e distribuição dos processos</td>
</tr>
<tr>
<td>29 de setembro</td>
<td>O processo foi redistribuído à ministra Regina Helena Costa, em razão do impedimento</td>
</tr>
<tr>
<td>30 de setembro</td>
<td>Os documentos foram encaminhados à nova relatora para análise e decisão sobre a questão pendente</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A tutela cautelar é um pedido de proteção provisória relacionado a uma discussão judicial. Nesse caso, o procedimento foi utilizado na disputa sobre os efeitos de decisões envolvendo o arrendamento. Seu andamento não deve ser confundido com a conclusão de toda a falência da Itapemirim.</p>
<p><strong>Redistribuição concretiza substituição de Gurgel de Faria noticiada pelo Diário do Transporte</strong></p>
<p>Como revelou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 23 de setembro, o ministro Gurgel de Faria declarou-se impedido de continuar atuando no processo após o casamento de uma filha com advogado integrante de escritório que atua na causa envolvendo a Águia Branca.</p>
<p>O impedimento passou a valer em 18 de setembro de 2026, data do casamento. O magistrado determinou a redistribuição e preservou expressamente os atos praticados até 17 de setembro.</p>
<p>O impedimento é uma situação prevista nas regras judiciais que afasta o magistrado da atuação em determinado processo. Nesse caso, decorreu do vínculo familiar constituído pelo casamento.</p>
<p>A troca de relatoria não anulou automaticamente o julgamento de junho nem retirou seus efeitos.</p>
<p>A movimentação de 29 de setembro concretiza a substituição determinada naquele despacho. Já o encaminhamento de 30 de setembro coloca o procedimento sob análise da nova relatora.</p>
<p>O registro utiliza a expressão “por prevenção”, uma regra de vinculação processual aplicada para definir quem recebe o caso. A expressão não significa preferência por uma das empresas nem antecipação do resultado.</p>
<p><strong>Regina Helena Costa acompanhou decisão favorável à Águia Branca, mas questionou competência do colegiado</strong></p>
<p>Regina Helena Costa já participou do julgamento desse processo. Em 9 de junho de 2026, acompanhou o voto de Gurgel de Faria na decisão que retirou a proteção provisória obtida pela Suzantur e restabeleceu os efeitos da decisão paulista favorável ao arrendamento pela Águia Branca.</p>
<p>Ao proferir seu voto, entretanto, a ministra também manifestou o entendimento de que a disputa, por sua natureza falimentar, não deveria estar sob a competência dos colegiados de direito público do STJ, área à qual pertencem a Primeira Turma e a Primeira Seção.</p>
<p>Em termos simples, ela questionou se aquele era o grupo de ministros responsável por julgar o assunto. A palavra “competência”, nesse contexto, significa a atribuição legal de determinado órgão para examinar uma causa.</p>
<p>Como acompanhou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, a observação acrescentou uma discussão sobre a natureza do conflito: além de definir os efeitos das decisões sobre o arrendamento, havia a questão de qual órgão do tribunal deveria examiná-lo.</p>
<p>A ressalva não impediu Regina Helena Costa de votar naquele julgamento. Agora, ela assume a relatoria do procedimento no qual já havia levantado essa questão.</p>
<p>A manifestação anterior não significa que tenha sido determinada uma transferência para outro colegiado. O andamento informado mantém o processo na Primeira Turma, e eventual mudança dependerá de pronunciamento judicial específico.</p>
<p><strong>Julgamento de junho retirou proteção provisória da Suzantur por três votos a dois</strong></p>
<p>Em 9 de junho, a Primeira Turma decidiu por três votos a dois acolher o recurso da Águia Branca e rejeitar o pedido de efeito suspensivo apresentado pela Suzantur.</p>
<p>O efeito suspensivo, nessa situação, era a proteção que impedia temporariamente a aplicação da decisão contestada pela empresa paulista.</p>
<p>O relator original, ministro Sérgio Kukina, defendia a manutenção dessa proteção. O ministro Benedito Gonçalves acompanhou seu entendimento.</p>
<p>Gurgel de Faria apresentou voto diferente, seguido por Regina Helena Costa e Paulo Sérgio Domingues. Com a formação da maioria, tornou-se o relator para o acórdão, isto é, o responsável por redigir a decisão que expressou o entendimento vencedor.</p>
<p>O resultado retirou a suspensão que favorecia a Suzantur e restabeleceu a eficácia da decisão paulista relacionada ao novo arrendamento pela Águia Branca.</p>
<p>Isso não encerrou todas as questões da falência, da transição operacional ou do leilão dos ativos.</p>
<p>O voto anterior de Regina Helena Costa ajuda a compreender sua participação na disputa, mas não permite prever automaticamente como decidirá os pedidos que agora deverá examinar.</p>
<p><strong>Quem é Regina Helena Costa: trajetória na Justiça Federal, carreira acadêmica e apoio de entidades para o STF</strong></p>
<p>Natural de São Paulo, Regina Helena Costa tomou posse no STJ em 28 de agosto de 2013, na vaga anteriormente ocupada pelo ministro Teori Zavascki. Em agosto deste ano, completou 13 anos no tribunal.</p>
<p>Antes de chegar ao STJ, foi procuradora do Estado de São Paulo, procuradora da República, juíza federal e desembargadora do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que abrange São Paulo e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Ingressou na magistratura federal em 1991 e foi promovida ao TRF3 em 2003.</p>
<p>É mestre e doutora em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com carreira acadêmica na área tributária. Em maio de 2026, foi aprovada em concurso para professora titular de Direito Tributário da instituição.</p>
<p>No STJ, integra a Primeira Turma e a Primeira Seção, colegiados especializados em direito público. Presidiu a Primeira Turma entre 2017 e 2019 e a Primeira Seção de janeiro de 2024 a janeiro de 2026.</p>
<p>Sua trajetória também motivou uma manifestação pública de apoio à sua indicação ao Supremo Tribunal Federal. Em setembro de 2023, 26 entidades ligadas ao Direito Tributário defenderam seu nome para a vaga que seria aberta pela aposentadoria da ministra Rosa Weber.</p>
<p>O documento foi divulgado em 19 de setembro daquele ano, durante uma homenagem a Regina Helena Costa em Brasília. A manifestação também defendia que a escolha considerasse a participação de mulheres na composição do Supremo.</p>
<p>O apoio foi noticiado pelo JOTA e divulgado pela Associação Brasileira de Direito Financeiro (ABDF). A mobilização registra o reconhecimento da magistrada por entidades de sua área de atuação e acrescenta uma dimensão institucional à sua trajetória como ministra e professora.</p>
<p><strong>Disputa pelo arrendamento envolve receitas que podem contribuir para pagar credores</strong></p>
<p>O arrendamento permite explorar temporariamente ativos ligados à antiga operação e gerar receitas para a massa falida.</p>
<p>A massa falida reúne o patrimônio, os direitos e as obrigações das empresas atingidas pela falência. Sua administração busca arrecadar recursos e realizar pagamentos conforme as regras legais e as determinações da Justiça.</p>
<p>A Suzantur, cuja razão social é Transportadora Turística Suzano Ltda., iniciou as viagens da operação arrendada em 4 de março de 2023. O contrato previa pagamento mensal mínimo de R$ 200 mil à massa falida ou 1,5% sobre determinadas receitas de vendas presenciais de passagens, prevalecendo o maior valor.</p>
<p>Posteriormente, a Águia Branca apresentou proposta de pagamento fixo de R$ 3,02 milhões mensais, homologada pela Justiça paulista e contestada pela Suzantur.</p>
<p>Como o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> mostrou no acompanhamento dessa disputa, o valor proposto pela empresa capixaba corresponderia a R$ 36,24 milhões em 12 meses de execução integral do contrato.</p>
<p>Essa projeção não equivale a dinheiro já recebido. A arrecadação depende da efetiva execução do arrendamento e das condições jurídicas e operacionais aplicáveis.</p>
<p>Para os credores, a definição pode influenciar a entrada de recursos. Entretanto, uma receita maior não se transforma imediatamente em pagamento individual: o dinheiro precisa ser arrecadado e destinado conforme a classificação dos créditos e as ordens da Justiça da falência.</p>
<p><strong>Antigos funcionários aguardam direitos; mudança de relatoria não libera pagamentos automaticamente</strong></p>
<p>No especial de 26 de setembro, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> abordou a disputa empresarial pelas operações e a espera de famílias por valores decorrentes do trabalho prestado à antiga companhia.</p>
<p>A falência foi decretada em 21 de setembro de 2022, mas a recuperação judicial começou em março de 2016. Assim, parte dos credores convive com os efeitos da crise há um período maior que os quatro anos transcorridos desde a quebra.</p>
<p>A reportagem mostrou que, em setembro, a Justiça determinou pagamentos a credores trabalhistas extraconcursais incluídos em relação homologada e cobrou informações sobre as contas judiciais necessárias para executar as transferências.</p>
<p>Os créditos extraconcursais recebem tratamento específico na falência, conforme suas características e o momento em que surgiram. Já os créditos concursais seguem a classificação e as regras do conjunto geral de credores. Essa diferença influencia o procedimento de pagamento.</p>
<p>As ordens de transferência possuem tramitação própria no processo falimentar. Não se confundem com a mudança de relatoria no STJ.</p>
<p>Para os antigos empregados, o recebimento continua condicionado ao reconhecimento do crédito, à classificação, à documentação e às determinações de pagamento correspondentes.</p>
<p>Também é necessário distinguir as dívidas das empresas falidas das obrigações da arrendatária. Operar sob a marca Itapemirim não significa, por si só, assumir automaticamente todos os débitos trabalhistas históricos do grupo.</p>
<p>Como destacou o especial, esses créditos representam direitos decorrentes das relações de emprego. A demora tem consequências para famílias que precisam pagar despesas, tratar problemas de saúde ou reorganizar a vida financeira.</p>
<p><strong>Para passageiros, eventual transição precisa preservar viagens, bilhetes e atendimento</strong></p>
<p>A discussão judicial envolve ligações entre diferentes regiões do País, utilizadas para deslocamentos de trabalho, visitas familiares e viagens de longa distância.</p>
<p>As movimentações de 29 e 30 de setembro não estabelecem, por si mesmas, cancelamento de viagens, troca imediata de operador ou alteração de horários.</p>
<p>Se uma decisão vier a produzir efeitos operacionais, será necessário observar as determinações judiciais e as providências regulatórias e de transição correspondentes.</p>
<p>Para o passageiro, os pontos essenciais são a continuidade das viagens, o cumprimento dos bilhetes vendidos, a identificação da empresa responsável pelo atendimento e informações claras sobre eventuais mudanças.</p>
<p>A preservação da atividade também possui importância econômica para os credores. Uma operação regular ajuda a conservar o valor dos ativos e sua capacidade de produzir receitas.</p>
<p><strong>Arrendamento, leilão e pedido da ANTT são procedimentos diferentes</strong></p>
<p>A tutela cautelar agora atribuída a Regina Helena Costa integra a disputa entre Suzantur e Águia Branca. Ela não deve ser confundida com o procedimento de venda definitiva da UPI Operação Itapemirim.</p>
<p>UPI significa Unidade Produtiva Isolada: um conjunto de ativos reunidos para venda nas condições estabelecidas pela Justiça.</p>
<p>O arrendamento envolve a exploração temporária. O leilão busca a venda definitiva dos ativos, observadas as condições aprovadas e as exigências regulatórias.</p>
<p>Também existe outra frente recente: como noticiou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 28 de setembro, a ANTT apresentou ao STJ pedido de suspensão de decisões relacionadas ao arrendamento e ao controle regulatório dos mercados.</p>
<p>Esse pedido foi registrado como Suspensão de Liminar e de Sentença nº 3.819/SP e encaminhado à Presidência do tribunal. É um procedimento distinto daquele que passou à relatoria de Regina Helena Costa.</p>
<p>As discussões se relacionam porque envolvem a antiga operação rodoviária e seu aproveitamento econômico, mas uma movimentação em um processo não resolve automaticamente os demais.</p>
<p>Nesta quarta-feira, o fato novo é a chegada dos documentos à nova relatora para análise. Os efeitos para empresas, passageiros e credores dependerão do conteúdo das próximas decisões e de sua aplicação.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Linha 17-Ouro de monotrilho apresenta falha em primeiro dia de operação estendida no sistema metroviário de São Paulo (SP)</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 22:28:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trem sofreu falha de tração na estação Chucri Zaidan e vagões precisaram ser esvaziados  VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na noite desta quarta-feira, 30 de setembro, a linha 17-Ouro de monotrilho apresentou problemas no primeiro dia de operação estendida. Por volta das 18h43, um trem sofreu uma falha de tração na estação Chucri Zaidan. Passageiros relataram que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1007" height="706" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-19.19.44.jpeg?fit=1007%2C706&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-19.19.44.jpeg?w=1007&amp;ssl=1 1007w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-19.19.44.jpeg?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-19.19.44.jpeg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-19.19.44.jpeg?resize=768%2C538&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-19.19.44.jpeg?resize=400%2C280&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1007px) 100vw, 1007px" /> <p><em>Trem sofreu falha de tração na estação Chucri Zaidan e vagões precisaram ser esvaziados </em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Na noite desta quarta-feira, 30 de setembro, a linha 17-Ouro de monotrilho apresentou problemas no primeiro dia de operação estendida.</p>
<p>Por volta das 18h43, um trem sofreu uma falha de tração na estação Chucri Zaidan. Passageiros relataram que vagões foram esvaziados pelo excesso de peso.</p>
<p>Durante o desembarque dos usuários, uma das portas da composição também teria tido problemas.</p>
<p>Em nota ao <strong>Diário do Transporte</strong>, o Metrô de São Paulo informou que a operação foi normalizada.</p>
<p><em>&#8220;A operação da Linha 17-Ouro já foi normalizada. Um trem apresentou uma falha de tração na estação Chucri Zaidan, na Linha 17-Ouro, às 18h43, desta quarta-feira. Alguns vagões começaram a ser esvaziados, mas, 6 minutos depois, a composição foi restabelecida e conseguiu prosseguir viagem. O Metrô pede desculpas pelos transtornos aos passageiros.&#8221;</em></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Prefeitura de Salvador (BA) inicia testes com ônibus elétrico da Volvo e anuncia compra de 10 novos articulados elétricos para o BRT</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 22:15:50 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículo da fabricante sueca conta com 450W de potência e até 329 quilômetros de autonomia; período de avaliação começa nesta quinta-feira (1º) VINÍCIUS DE OLIVEIRA Nesta quarta-feira, 30 de setembro, a Prefeitura de Salvador (BA) anunciou a compra de 10 novos ônibus elétricos articulados para o sistema BRT. O comunicado ocorre na data em que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-17.50.30.jpeg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-17.50.30.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-17.50.30.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-17.50.30.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-17.50.30.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-17.50.30.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-17.50.30.jpeg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-30-at-17.50.30.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Veículo da fabricante sueca conta com 450W de potência e até 329 quilômetros de autonomia; período de avaliação começa nesta quinta-feira (1º)</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Nesta quarta-feira, 30 de setembro, a Prefeitura de Salvador (BA) anunciou a compra de 10 novos ônibus elétricos articulados para o sistema BRT.</p>
<p>O comunicado ocorre na data em que o modal completa quatro anos de operação na capital baiana. Ao longo deste período, transportou mais de 65 milhões de passageiros.</p>
<p>Além disso, a partir desta quinta-feira (1º), um novo modelo de ônibus 100% elétrico da Volvo inicia um período de 20 dias de testes nas linhas B1 e B5.</p>
<p>O veículo tem capacidade para transportar até 80 passageiros, possui ar-condicionado e piso baixo, este para auxiliar o embarque e desembarque dos usuários.</p>
<p>O modelo com carroceria Caio e chassis Volvo conta com unidade de potência elétrica de 450W e autonomia de até 329 quilômetros com uma carga completa.</p>
<p>Os testes realizados pelo ônibus elétrico irão auxiliar nos estudos técnicos para a compra de 100 novos coletivos elétricos, com financiamento via Banco Mundial.</p>
<p>De acordo com a prefeitura, uma ligação entre a Lapa e o Aeroporto Internacional de Salvador via Orla e Itapuã está entre os próximos passos na ampliação do sistema BRT.</p>
<p>Parte dela já entrou em operação através da linha B6, que sai do da estação no Centro da cidade e vai até a região de Patamares.</p>
<p>Outra linha proposta vai conectar a Orla, região de Patamares, à Estação Pirajá, passando pelas avenidas Pinto de Aguiar e Gal Costa.</p>
<p>Além disso, outro roteiro proposto no plano de expansão vai conectar a Lapa à Barra, passando pelas avenidas Garibaldi, Milton Santos (Ufba) e pela Orla.</p>
<p>Atualmente, o BRT Salvador registra uma média de dois milhões de passageiros transportados por mês.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>VÍDEO: Ônibus elétricos serão “praticamente de graça” para a cidade de São Paulo, diz Nunes</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 21:57:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Opinião]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Segundo prefeito, economia com manutenção, diesel e saúde pública vai “zerar a conta”. Entretanto, chefe do Executivo ainda não falou em redução de tarifas e subsídios ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, em entrega de 250 ônibus elétricos nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, disse que este [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="767" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49035b8f-189e-465d-9c2e-0f85fc28d183.jpg?fit=1024%2C767&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49035b8f-189e-465d-9c2e-0f85fc28d183.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49035b8f-189e-465d-9c2e-0f85fc28d183.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49035b8f-189e-465d-9c2e-0f85fc28d183.jpg?resize=1024%2C767&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49035b8f-189e-465d-9c2e-0f85fc28d183.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49035b8f-189e-465d-9c2e-0f85fc28d183.jpg?resize=768%2C575&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49035b8f-189e-465d-9c2e-0f85fc28d183.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>
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<div><em>Segundo prefeito, economia com manutenção, diesel e saúde pública vai “zerar a conta”. Entretanto, chefe do Executivo ainda não falou em redução de tarifas e subsídios</em></div>
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<p><em><strong>ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p><div style="width: 1276px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-536694-2" width="1276" height="720" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/nunes-eletricos.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/nunes-eletricos.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/nunes-eletricos.mp4</a></video></div></p>
<p>O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, em entrega de 250 ônibus elétricos nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, disse que este tipo de veículo vai sair “praticamente de graça” para a cidade.</p>
<p>Apesar de os modelos custarem cerca de três vezes mais que veículos do mesmo porte a diesel, segundo o chefe do Executivo paulistano, a conta vai fechar porque os elétricos consomem cinco vezes menos que os coletivos a combustão.</p>
<p>Isso sem contar, de acordo com Nunes, com a manutenção deste tipo de ônibus, que também é mais em conta, com a durabilidade de cada veículo, que é maior, e com a redução de custos externos, como os de saúde pública por causa da poluição do ar e sonora.</p>
<p>“No ônibus a diesel, a gente gasta 25 mil [reais] por mês de óleo diesel. Obviamente que a média, você tem ônibus que circulam mais ou menos tempo, a média da nossa frota, 25 mil reais por mês cada ônibus de diesel. Na eletricidade, 4 mil e pouco, 5 mil [reais] para arredondar. A gente economiza 20 mil reais por ônibus. Quando eu multiplico por 12 meses, são 240 mil”, disse.</p>
<p>De acordo com Nunes, a conta fecha ao longo do prazo de operação dos ônibus. Os veículos elétricos podem ter durabilidade entre 15 e 20 anos, enquanto os modelos a diesel, entre sete e 12 anos, sendo 10 anos, em média.</p>
<p>“Quando eu multiplico por 10 anos, e na verdade o ônibus elétrico não dura 10, ele dura 15, mas vamos pôr 10 para ficar fácil a conta, são 2 milhões e 400 [mil reais] de economia. Isso quer dizer o quê? A economia que a gente tem de não ter o diesel, com o financiamento com carência e o prazo de juros baixos, a gente paga o ônibus pela economia que eles nos geram”, prosseguiu no discurso.</p>
<p>Com a apresentação dos 250 ônibus, a cidade passa a ter 2.009 ônibus movidos a eletricidade, contando com 189 trólebus, conectados à fiação aérea. Ao todo, são 1.820 ônibus somente com bateria.</p>
<p>Segundo a prefeitura, São Paulo lidera a eletromobilidade no Brasil; na América Latina, só fica atrás da soma da frota de todo o Chile e supera Nova York, Madri, Roma, Berlim, Los Angeles, Chicago e Lisboa, juntas.</p>
<p>Apesar de ser um número expressivo, colocando a cidade de São Paulo entre as maiores frotas de ônibus elétricos das Américas, o número ainda está abaixo da meta de 2,6 mil coletivos, que deveria ter sido alcançada em dezembro de 2024. Ou seja, quase dois anos inteiros depois, foram alcançados 77,3% da meta. A quantidade de elétricos também é relativamente pequena diante de toda a frota de ônibus municipais gerenciada pela SPTrans (São Paulo Transporte), representando 14,7% de todos os 13.690 veículos da frota contratada em agosto, último mês disponível na série oficial da gerenciadora da capital paulista.</p>
<p>Para Nunes, apesar de importante o benefício econômico, o principal ganho é com a saúde, justamente pela redução de emissões localizadas de poluentes.</p>
<p>“Chegamos hoje a uma marca importante e que nos dá um orgulho enorme. Passar a marca de 2 mil ônibus elétricos representa deixar de consumir 70 milhões de litros de óleo diesel por ano. Deixaremos de emitir 174 mil toneladas de CO₂, que é o principal poluente produzido pelos ônibus a diesel, que faz um mal gigantesco para a nossa saúde, gera as doenças cardiorrespiratórias, pulmonares, que atrapalha a camada de ozônio.”</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> esteve no evento realizado entre a Praça Campo de Bagatelle e a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, em Santana, na zona norte.</p>
<p>Na ocasião, em resposta ao editor-chefe e criador do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, Adamo Bazani, o prefeito comentou que as investigações sobre a possível atuação da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) não vão atrapalhar o ritmo das renovações de frota e da eletrificação dos coletivos. Nunes disse que a prefeitura vai garantir todos os pagamentos em caso de intervenções em mais empresas e revelou ainda que sua equipe técnica já avalia a possibilidade de romper o contrato com a Transunião, empresa que atua na zona leste e foi uma das viações oriundas de cooperativas de transportes alvo de operações do Ministério Público e da Polícia Civil. A Transwolff, na zona sul, teve o contrato rompido, e as linhas devem ser licitadas após ter sido frustrada a transferência para a Sancetur, da família Chedid, do interior de São Paulo. Já a UpBus, da zona leste, também com contrato rompido, teve as operações assumidas por outra viação que surgiu de cooperativa, a Alfa Rodobus. A A2 Transportes, da zona sul, está na mira da prefeitura e das autoridades de segurança e investigação. O presidente da empresa, Paulo Sirqueira Korek Farias, conhecido como Paulo Camarão, foi preso na mais recente operação neste mês de setembro, quando também foram detidos o ex-presidente da Câmara Municipal, Milton Leite, e o ex-presidente da SPTrans (São Paulo Transporte), Levi de Oliveira.</p>
<p>Apesar das garantias da prefeitura, a diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciana Costa, disse que a instituição acompanha de perto a situação e que, para diminuir os riscos, direciona os financiamentos às fabricantes, e não às viações.</p>
<p>Veja no link: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/nunes-avalia-romper-contrato-com-a-transuniao-e-bndes-monitora-investigacoes-sobre-pcc-nos-transportes-para-eletrificacao/">https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/nunes-avalia-romper-contrato-com-a-transuniao-e-bndes-monitora-investigacoes-sobre-pcc-nos-transportes-para-eletrificacao/</a></p>
<p>Também no evento, o editor-chefe e criador do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, Adamo Bazani, conversou com a diretora-presidente da Eletra Industrial, Milena Romano. A fabricante lidera o fornecimento de tecnologia para os ônibus elétricos no País. Segundo Milena, os empresários de ônibus se sentem mais seguros e atendidos com maior diversidade de modelos e personalização com tecnologias brasileiras. A empresária revelou que projeta entregar em 2027 mais mil ônibus elétricos da marca, além dos que já operam.</p>
<p>Relembre acessando este link: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/exclusivo-eletra-preve-mais-de-mil-onibus-eletricos-em-2027-fabricante-brasileira-entregou-94-dos-250-apresentados-em-sao-paulo-e-fez-o-veiculo-numero-2-mil/">https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/exclusivo-eletra-preve-mais-de-mil-onibus-eletricos-em-2027-fabricante-brasileira-entregou-94-dos-250-apresentados-em-sao-paulo-e-fez-o-veiculo-numero-2-mil/</a></p>
<p><strong>Estudo do BNDES e do Ministério das Cidades apontava vantagens econômicas e potencial de tarifas menores</strong></p>
<p>A avaliação de que os ônibus elétricos podem compensar seu preço de aquisição mais elevado com menores despesas ao longo dos anos já aparecia no ENMU (Estudo Nacional de Mobilidade Urbana), desenvolvido pelo BNDES em parceria com o Ministério das Cidades.</p>
<p>Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em reportagem de 16 de julho de 2026, o estudo aponta que a combinação de eletrificação, corredores com maior velocidade operacional e expansão das redes de transporte pode reduzir os custos dos sistemas. Essa redução cria potencial para diminuir as tarifas pagas pelos passageiros, reduzir a necessidade de subsídios públicos e ampliar o retorno para operadores e investidores.</p>
<p>A lógica considera o desempenho durante a vida dos veículos. Um ônibus mais caro na aquisição pode apresentar resultado econômico favorável se gastar menos energia, exigir menos intervenções de manutenção e permanecer disponível por mais tempo.</p>
<p>O ganho, entretanto, depende também da estrutura em que o veículo circula. Um elétrico preso em congestionamentos continua exigindo motorista, manutenção, pneus e outros recursos durante o tempo em que produz poucas viagens. Corredores e faixas exclusivas permitem aproveitar melhor o investimento, com maior regularidade e mais passageiros transportados.</p>
<p>Por isso, o ENMU relaciona a renovação tecnológica à organização das redes. Eletrificar a frota, ampliar a prioridade ao transporte coletivo e integrar os serviços são medidas que podem atuar conjuntamente para reduzir o custo por viagem.</p>
<p>O estudo também identifica desafios para a expansão da tecnologia, como a dependência de componentes importados em parte dos modelos, a capacidade das redes de distribuição de energia e as condições de recarga.</p>
<p>Para que a vantagem projetada seja alcançada, o planejamento precisa reunir aquisição dos ônibus, infraestrutura elétrica, programação operacional e manutenção. Veículos disponíveis e abastecidos na hora necessária são uma condição para transformar a economia potencial em resultado cotidiano.</p>
<p><strong>Como funciona o modelo “três para um”: prefeitura assume a diferença entre o elétrico e o diesel</strong></p>
<p>O modelo de apoio à eletrificação adotado em São Paulo utiliza uma subvenção para investimento que cobre a diferença entre os preços de referência dos ônibus elétricos e dos veículos a diesel da categoria correspondente.</p>
<p>Em um exemplo simplificado, se um ônibus elétrico custa R$ 3 milhões e um diesel equivalente custa R$ 1 milhão, a diferença é de R$ 2 milhões. Pela lógica do modelo, a prefeitura assume essa parcela adicional, enquanto a concessionária responde pelo valor equivalente ao veículo convencional.</p>
<p>O objetivo é permitir que a empresa renove sua frota com uma tecnologia mais cara sem precisar arcar sozinha com todo o custo adicional da transição.</p>
<p>A proporção “três para um”, entretanto, é uma referência aproximada. Os preços variam conforme o tamanho do veículo, a capacidade de transporte, a configuração e os equipamentos.</p>
<p>A regulamentação municipal estabelece que a subvenção não pode superar a diferença entre os valores de referência aprovados pelo poder público. As compras dependem de autorização, documentação, análise técnica e disponibilidade de recursos. As concessionárias também devem negociar com os fornecedores para buscar preços menores que os referenciais.</p>
<p>A tabela municipal publicada em março de 2026, com valores a preços de maio de 2025, permite visualizar essa composição:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Tipo de ônibus</th>
<th>Referência diesel</th>
<th>Referência elétrica</th>
<th>Diferença</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Padron</td>
<td>R$ 800,9 mil</td>
<td>R$ 2,799 milhões</td>
<td>R$ 1,998 milhão</td>
</tr>
<tr>
<td>Padron de 15 metros</td>
<td>R$ 947,8 mil</td>
<td>R$ 3,106 milhões</td>
<td>R$ 2,158 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Articulado de 18 metros</td>
<td>R$ 1,402 milhão</td>
<td>R$ 4,440 milhões</td>
<td>R$ 3,037 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Articulado de 21 metros</td>
<td>R$ 1,441 milhão</td>
<td>R$ 4,501 milhões</td>
<td>R$ 3,060 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Articulado de 23 metros</td>
<td>R$ 1,495 milhão</td>
<td>R$ 4,646 milhões</td>
<td>R$ 3,151 milhões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Valores arredondados a partir da tabela municipal.</p>
<p>No padron, o preço de referência do elétrico equivale a aproximadamente 3,5 vezes o do diesel. No articulado de 18 metros, a relação é de aproximadamente 3,2 vezes.</p>
<p>O financiamento e a subvenção exercem funções diferentes. O crédito permite distribuir o desembolso ao longo do tempo; a subvenção define a parcela do investimento apoiada pelo município.</p>
<p>Quando a prefeitura contrata financiamento para viabilizar essa política, assume obrigações de pagamento. A vantagem econômica precisa ser avaliada comparando o investimento e seus encargos com as economias obtidas durante a utilização dos veículos.</p>
<p><strong>A conta apresentada por Nunes: R$ 240 mil por ano em economia de energia para cada ônibus</strong></p>
<p>A expressão “praticamente de graça” utilizada pelo prefeito se refere à expectativa de compensar o investimento com as despesas evitadas ao longo dos anos.</p>
<p>Pelos valores apresentados no discurso, substituir R$ 25 mil mensais em diesel por R$ 5 mil em eletricidade resulta em economia de R$ 20 mil por mês. São R$ 240 mil por ano e R$ 2,4 milhões em dez anos, mantendo constantes os valores utilizados na comparação.</p>
<p>Nesse exemplo, a despesa energética cai 80%. O gasto com eletricidade corresponde a um quinto do desembolso com diesel.</p>
<p>Aplicando essa economia ao exemplo de um elétrico de R$ 3 milhões e de um diesel de R$ 1 milhão, os R$ 2 milhões adicionais seriam compensados em aproximadamente oito anos e quatro meses.</p>
<p>Esse prazo é uma conta aritmética simples baseada nos números apresentados pelo prefeito. O cálculo completo precisa considerar juros, variação dos preços de energia e combustível, infraestrutura de recarga, manutenção, quilometragem e disponibilidade operacional.</p>
<p>A relação de cinco para um mencionada no discurso se refere à comparação entre diesel e eletricidade. O custo total de operação também inclui salários, pneus, limpeza, seguros, administração e outros componentes.</p>
<p>Nos elétricos, a manutenção pode ser favorecida pela menor quantidade de componentes associados ao motor a combustão e à transmissão convencional. Por outro lado, o sistema passa a exigir acompanhamento das baterias, dos equipamentos de alta tensão, dos carregadores e da infraestrutura elétrica.</p>
<p>A vida útil do ônibus e a das baterias também precisam ser consideradas separadamente. A permanência do veículo em operação por um período maior pode envolver intervenções no conjunto de armazenamento de energia, conforme a tecnologia, as garantias e as condições de uso.</p>
<p>É a soma desses fatores que determina o custo total durante a vida do veículo e o prazo efetivo de recuperação do investimento.</p>
<p><strong>Como a economia pode chegar à tarifa e aos subsídios municipais</strong></p>
<p>O potencial econômico dos ônibus elétricos abre uma discussão sobre o destino dos ganhos: menor necessidade de recursos públicos, tarifas mais acessíveis, ampliação das viagens ou novos investimentos.</p>
<p>A tarifa cobrada do passageiro, a remuneração das empresas e o subsídio municipal são componentes relacionados, mas diferentes.</p>
<p>O valor pago na catraca depende da política tarifária. A remuneração das concessionárias segue as regras dos contratos e os custos reconhecidos pelo sistema. O orçamento municipal complementa os recursos necessários para manter a operação.</p>
<p>Se a despesa com energia e manutenção diminui, essa economia pode contribuir para reduzir a necessidade de subsídios. Também pode ajudar a financiar mais viagens, novas aquisições ou criar espaço para revisão tarifária.</p>
<p>O resultado depende, entretanto, da evolução das demais despesas e da forma como os ganhos são incorporados às planilhas e aos contratos. Parte da economia pode absorver aumentos de outros custos, evitando uma pressão ainda maior sobre o orçamento.</p>
<p>Para avaliar o benefício, é necessário comparar ônibus de porte semelhante, com quilometragem e condições operacionais equivalentes. Linhas com trajetos, demanda e jornadas diferentes podem apresentar resultados distintos.</p>
<p>O acompanhamento deve considerar quanto cada veículo gasta por quilômetro, quantas viagens realiza, quantos passageiros transporta e por quanto tempo fica disponível para o serviço.</p>
<p>A possibilidade de tarifas menores e menor necessidade de subsídios apontada pelo ENMU depende dessa transformação da eficiência técnica em resultado financeiro para o sistema. Na apresentação desta quarta-feira, Nunes defendeu a compensação do investimento, mas ainda não anunciou redução de tarifas ou de subsídios vinculada às economias.</p>
<p><strong>Saúde pública e clima: eletrificação traz benefícios por caminhos diferentes</strong></p>
<p>A retirada de motores a diesel da circulação pode reduzir a exposição de passageiros, trabalhadores e moradores aos poluentes produzidos pela combustão.</p>
<p>Há uma distinção técnica em relação à fala do prefeito: o CO₂ é um gás de efeito estufa, relacionado ao aquecimento global. Os efeitos diretos da poluição do ar sobre a saúde respiratória e cardiovascular envolvem especialmente poluentes como material particulado e dióxido de nitrogênio.</p>
<p>A redução de emissões de CO₂ e a proteção da camada de ozônio também são questões ambientais distintas.</p>
<p>Os ônibus a bateria eliminam a emissão de escapamento durante a circulação. Já a avaliação ambiental completa considera também a geração da eletricidade e a produção dos veículos e de seus componentes.</p>
<p>A redução do ruído do motor pode beneficiar passageiros, motoristas e moradores próximos aos trajetos e às garagens, embora outras fontes de ruído, como pneus e contato com o pavimento, permaneçam.</p>
<p>Os benefícios de saúde alcançam a sociedade e podem contribuir para reduzir despesas e perdas de produtividade. Sua conversão em valores financeiros, porém, exige avaliação própria. Esses ganhos não se transformam automaticamente em receita disponível para pagar o financiamento dos ônibus.</p>
<p><strong>1947 e 1949: preparação e início do primeiro sistema de trólebus do Brasil</strong></p>
<p>A eletrificação dos ônibus paulistanos começou quase oito décadas antes da apresentação dos veículos a bateria desta quarta-feira.</p>
<p>Em 1947, a CMTC (Companhia Municipal de Transportes Coletivos) preparava a implantação do sistema e recebia os primeiros veículos importados. A frota inicial reuniu 30 trólebus de fornecedores dos Estados Unidos e do Reino Unido.</p>
<p>A companhia municipal assumia a reorganização dos transportes em um período de transição do sistema anteriormente operado pela Light.</p>
<p>Em 22 de abril de 1949, entrou em funcionamento a linha entre a Praça João Mendes e a Aclimação, com 7,2 quilômetros. Era o início do primeiro sistema de trólebus do Brasil.</p>
<p>Os veículos tinham pneus e motores elétricos, recebendo energia de uma rede aérea de dois fios. A implantação exigia investimentos nos ônibus, na fiação e nos equipamentos de alimentação elétrica.</p>
<p>Essa diferença continua relevante para a discussão atual. O trólebus recebe energia durante a circulação; o ônibus exclusivamente a bateria armazena eletricidade embarcada e depende de uma estratégia de recarga compatível com sua programação.</p>
<p><strong>Décadas de 1950 e 1960: nacionalização e oficinas da CMTC sustentaram a eletrificação</strong></p>
<p>A utilização dos trólebus estimulou o desenvolvimento de fornecedores brasileiros e a nacionalização de componentes.</p>
<p>A CMTC também passou a atuar na recuperação e fabricação de veículos. Em 1963, iniciou a construção de seus próprios trólebus.</p>
<p>A companhia montava carrocerias, integrava equipamentos elétricos, recuperava componentes e convertia ônibus a diesel para propulsão elétrica. Também aproveitava veículos de sistemas encerrados em outras cidades.</p>
<p>Esse trabalho ajudou a prolongar a utilização de equipamentos e a preservar conhecimento técnico. A eletrificação se apoiava em oficinas, profissionais especializados e fornecedores capazes de manter o sistema.</p>
<p>A experiência mostra que a compra dos veículos sempre foi apenas uma parte do investimento. A continuidade da operação dependia da manutenção dos ônibus e da infraestrutura que fornecia energia.</p>
<p><strong>Sistran, nos anos 1970: trólebus associados à integração e à prioridade ao transporte coletivo</strong></p>
<p>Na segunda metade dos anos 1970, o projeto Sistran, Sistema Integrado de Transportes, propôs ampliar e modernizar o transporte coletivo de São Paulo com participação dos trólebus.</p>
<p>Desenvolvido na gestão do prefeito Olavo Setúbal, com atuação do secretário de Transportes, Adriano Murgel Branco, o plano relacionava a renovação dos veículos à estruturação de uma rede de transporte.</p>
<p>A proposta não foi executada integralmente, mas impulsionou novas gerações de trólebus e contribuiu para manter a produção desses veículos no Brasil.</p>
<p>A crise do petróleo ampliava o interesse por alternativas à dependência de combustíveis derivados de petróleo. A eletricidade voltava a ocupar espaço no planejamento do transporte coletivo.</p>
<p>Nas décadas seguintes, os trólebus incorporaram sistemas de controle mais modernos e diferentes configurações de chassis e carrocerias. A indústria brasileira acumulou experiência na integração de equipamentos e na fabricação de veículos de maior capacidade.</p>
<p>A relação entre eletrificação e infraestrutura já estava presente: para aproveitar melhor o rendimento dos ônibus, era necessário organizar os percursos e oferecer condições de circulação mais regulares.</p>
<p><strong>Privatização da CMTC: transferência das operações e posterior redução da rede</strong></p>
<p>As operações da CMTC foram transferidas à iniciativa privada em etapas. Os serviços com ônibus a diesel passaram às empresas privadas em 1993; os trólebus, em 1994.</p>
<p>Em 1995, a SPTrans passou a exercer a função de gerenciadora do transporte municipal.</p>
<p>Os serviços de trólebus foram inicialmente assumidos por Transbraçal, Eletrobus e Transportes Coletivos Imperial, vinculadas às garagens do Brás, Tatuapé e Santo Amaro.</p>
<p>Nos anos seguintes, ocorreram mudanças de operadores e redução da rede. A retração se intensificou no início dos anos 2000, incluindo a desativação dos trólebus do eixo da Avenida Santo Amaro.</p>
<p>Parte das linhas permaneceu eletrificada, e renovações posteriores preservaram a tecnologia no sistema municipal.</p>
<p>Essa trajetória teve influência de decisões sobre contratos, manutenção e infraestrutura. A existência de fornecedores e veículos no mercado não foi suficiente para garantir a ampliação da rede.</p>
<p><strong>Tuttotrasporti: participação nos trólebus e desenvolvimento de chassis híbridos</strong></p>
<p>A Tuttotrasporti, de Caxias do Sul (RS), participou da cadeia brasileira de veículos elétricos e híbridos com plataformas e soluções mecânicas.</p>
<p>Na década de 1990, integrou o fornecimento de trólebus para São Paulo em parceria com Marcopolo e Eletra. Posteriormente, desenvolveu chassis para veículos híbridos, incluindo configurações articuladas e modelos de piso baixo.</p>
<p>Entre seus projetos esteve um ônibus de 15 metros, apresentado em 2003, com dois eixos direcionais dianteiros. A empresa também participou de plataformas para veículos elétricos de maior capacidade e do programa brasileiro de ônibus a hidrogênio.</p>
<p>As experiências ampliaram as alternativas de propulsão elétrica desenvolvidas no País.</p>
<p>No híbrido em série, o motor elétrico movimenta o veículo, enquanto um motor a combustão aciona um gerador para fornecer eletricidade ao sistema.</p>
<p>Essa configuração permite utilizar tração elétrica sem depender continuamente de uma rede aérea. Também se diferencia do ônibus exclusivamente a bateria, que dispensa motor a combustão embarcado.</p>
<p><strong>Fura-Fila: projeto elétrico mudou de configuração até se tornar o Expresso Tiradentes</strong></p>
<p>O Fura-Fila, apresentado nos anos 1990, previa veículos elétricos de grande capacidade sobre pneus em vias segregadas, incluindo estruturas elevadas.</p>
<p>A proposta original contemplava trólebus articulados ou biarticulados com guias laterais para auxiliar a condução. Foi desenvolvido um veículo com carroceria Marcopolo e aparência próxima à de um trem.</p>
<p>Ao longo das mudanças de gestão, o projeto foi alterado. Passou pela denominação Paulistão e chegou à operação como Expresso Tiradentes, em 2007, com ônibus a diesel.</p>
<p>O primeiro trecho foi entregue em 8 de março de 2007, ligando o Terminal Mercado ao Sacomã. A configuração original de trólebus guiados não foi implantada como prevista.</p>
<p>O corredor também recebeu experiência com veículo híbrido, com dois eixos dianteiros e um traseiro, ligado à geração de plataformas desenvolvidas pela Tuttotrasporti.</p>
<p>O caso reúne duas questões que continuam presentes na mobilidade: a escolha da tecnologia de propulsão e a continuidade dos projetos de infraestrutura.</p>
<p>A via segregada pode oferecer velocidade e regularidade, enquanto a matriz energética determina outra parcela do desempenho econômico e ambiental. As duas decisões precisam ser coordenadas para aproveitar o investimento.</p>
<p><strong>Híbridos e DualBus: diferentes tecnologias reunidas em um mesmo veículo</strong></p>
<p>As experiências brasileiras com híbridos permitiram utilizar tração elétrica com um gerador embarcado, ampliando as possibilidades de operação fora de trechos com rede aérea.</p>
<p>Também foram desenvolvidos projetos com diferentes combustíveis para o motor-gerador, como diesel e etanol.</p>
<p>Em 2011, por exemplo, foi apresentado um ônibus com tecnologia Eletra, motor a etanol, motor elétrico WEG, chassi Tuttotrasporti e carroceria Mascarello.</p>
<p>Em 2015, o DualBus reuniu outra combinação: um mesmo veículo podia operar como trólebus, híbrido em série e elétrico a bateria.</p>
<p>O projeto contou com participação de Eletra, Caio, Mercedes-Benz e WEG e foi destinado à operação da Metra no sistema metropolitano.</p>
<p>Conectado à rede aérea, recebia energia como um trólebus. No modo híbrido, utilizava um gerador embarcado. Também podia circular com a energia armazenada nas baterias.</p>
<p>Essa flexibilidade permitia adaptar o uso do veículo à infraestrutura disponível em diferentes trechos.</p>
<p>As experiências mostram que a eletrificação brasileira percorreu vários caminhos antes da expansão atual dos ônibus exclusivamente a bateria. Também demonstram que a propulsão elétrica pode utilizar formas distintas de alimentação.</p>
<p><strong>2019: frota piloto inaugurou a etapa atual de expansão dos ônibus a bateria</strong></p>
<p>Em novembro de 2019, São Paulo apresentou uma frota piloto de 15 ônibus exclusivamente a bateria BYD D9W para a linha 6030-10 Unisa-Campus 1–Terminal Santo Amaro, da Transwolff.</p>
<p>O projeto havia sido anunciado em 2018 e passou por avaliação das condições de operação e de fornecimento de energia.</p>
<p>A escolha da linha considerou percurso, quilometragem diária, demanda, tamanho da frota e condições para disponibilizar eletricidade na garagem.</p>
<p>Esses critérios buscavam compatibilizar a autonomia dos veículos com a programação de viagens e o retorno para recarga.</p>
<p>A experiência abriu uma nova etapa da eletrificação municipal, com operação cotidiana, infraestrutura de abastecimento elétrico e acompanhamento de desempenho.</p>
<p>Posteriormente, outros fabricantes apresentaram veículos à SPTrans, ampliando as alternativas de modelos e fornecedores.</p>
<p>A expansão passou a depender da combinação entre capacidade industrial, homologação, financiamento e infraestrutura nas garagens.</p>
<p><strong>De 2022 a 2026: restrição a novos veículos a diesel e apoio municipal à aquisição dos elétricos</strong></p>
<p>Em 17 de outubro de 2022, a Prefeitura de São Paulo determinou que novas inclusões de veículos no sistema deveriam utilizar tecnologias compatíveis com as metas de redução de emissões.</p>
<p>A administração anunciou que as concessionárias não poderiam mais comprar novos ônibus a diesel para o sistema, direcionando a renovação para tecnologias sustentáveis, como a elétrica.</p>
<p>A decisão aumentou a necessidade de compatibilizar a oferta de veículos com a infraestrutura de energia e os recursos para aquisição.</p>
<p>Em 2023, foi regulamentada a subvenção municipal para cobrir a diferença de preços entre elétricos e diesel. Nos anos seguintes, os referenciais foram atualizados e a frota a bateria cresceu.</p>
<p>A política reuniu exigências ambientais, apoio público ao investimento e financiamento para distribuir o custo da aquisição ao longo do tempo.</p>
<p>A expansão exige, ao mesmo tempo, adequação das garagens, conexão à rede elétrica, carregadores, formação de profissionais e disponibilidade de modelos para diferentes tipos de linhas.</p>
<p>Ônibus menores, padrons e articulados possuem necessidades distintas de autonomia, capacidade e recarga. A diversidade de veículos é necessária para atender tanto percursos de bairro quanto corredores de maior demanda.</p>
<p><strong>Trólebus com baterias e recarga em movimento ampliam as alternativas atuais</strong></p>
<p>A evolução tecnológica também aproximou o trólebus das soluções com armazenamento de energia.</p>
<p>Veículos que recebem eletricidade da rede aérea e utilizam baterias podem circular em trechos sem fiação, carregando durante o percurso conectado. Esse conceito é conhecido como recarga em movimento.</p>
<p>No Brasil, o E-Trol foi desenvolvido para combinar essas formas de alimentação. Em 2026, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> acompanhou testes do veículo em trechos do Corredor Metropolitano ABD, no contexto do projeto BRT-ABC.</p>
<p>Trata-se de uma experiência metropolitana, distinta da frota municipal gerenciada pela SPTrans, mas relacionada à mesma cadeia de desenvolvimento da eletrificação.</p>
<p>A tecnologia permite avaliar o aproveitamento de redes aéreas existentes e a redução da dependência de recarga exclusivamente nas garagens. Sua aplicação depende das características dos trajetos e da infraestrutura disponível.</p>
<p><strong>O marco de 2 mil reúne duas gerações da eletrificação paulistana</strong></p>
<p>Os 2.009 veículos contabilizados após a apresentação desta quarta-feira reúnem 1.820 ônibus a bateria e 189 trólebus.</p>
<p>O total aproxima duas etapas de uma história iniciada em 1947: a dos veículos que recebem energia da fiação aérea e a dos que armazenam eletricidade para circular sem conexão contínua à rede.</p>
<p>Entre essas etapas, São Paulo passou por fabricação e conversões realizadas pela CMTC, implantação parcial do Sistran, privatização das operações, redução da rede, projetos de veículos guiados, experiências híbridas e expansão da frota a bateria.</p>
<p>A comparação econômica apresentada por Nunes retoma uma questão presente em diferentes momentos dessa trajetória: quanto o investimento inicial pode retornar em menores despesas e melhores serviços.</p>
<p>Para o passageiro, esse resultado também será medido pela frequência das viagens, pela disponibilidade dos ônibus, pela duração dos deslocamentos e pelo peso da tarifa no orçamento. Para a cidade, envolve acompanhar se a economia projetada se confirma e como será incorporada ao financiamento e à operação do transporte coletivo.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes<br />
</strong></em></p>
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    <title>Belém (PA), Contagem (MG) e municípios da Paraíba publicam acordos para transporte eleitoral acessível</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 21:00:17 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Programa Seu Voto Importa organiza atendimento individual gratuito a eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida; parcerias também abrangem apoio operacional às eleições ADAMO BAZANI Eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida são o público de acordos publicados nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, para apoiar o deslocamento aos locais de votação. As parcerias envolvem Belém [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="756" height="409" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1140-ce9adcad23780800f590d51869e7cb00.jpeg?fit=756%2C409&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1140-ce9adcad23780800f590d51869e7cb00.jpeg?w=756&amp;ssl=1 756w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1140-ce9adcad23780800f590d51869e7cb00.jpeg?resize=300%2C162&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1140-ce9adcad23780800f590d51869e7cb00.jpeg?resize=150%2C81&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1140-ce9adcad23780800f590d51869e7cb00.jpeg?resize=400%2C216&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 756px) 100vw, 756px" /> <p><em>Programa Seu Voto Importa organiza atendimento individual gratuito a eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida; parcerias também abrangem apoio operacional às eleições</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida são o público de acordos publicados nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, para apoiar o deslocamento aos locais de votação. As parcerias envolvem Belém (PA), Contagem (MG), entidades de João Monlevade (MG) e os municípios paraibanos de Passagem, Pombal, Lagoa e São Domingos.</p>
<p>Os instrumentos integram o programa Seu Voto Importa ou incluem expressamente o transporte individual de seus beneficiários. O atendimento é voltado a quem não dispõe de meios próprios adequados para chegar à votação e precisa ser organizado pela Justiça Eleitoral e seus parceiros, com solicitação, análise e confirmação da viagem.</p>
<p><strong>Belém e Contagem formalizam participação no programa</strong></p>
<p>Em Belém, o acordo entre a prefeitura e o Tribunal Regional Eleitoral do Pará tem como finalidade implantar o Seu Voto Importa para assegurar o exercício do voto às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.</p>
<p>O documento foi assinado em 29 de setembro.</p>
<p>Em Contagem, a parceria com o TRE de Minas Gerais prevê cooperação técnico-administrativa em atividades relacionadas ao programa nas eleições de 2026.</p>
<p>O acordo mineiro foi assinado em 24 de setembro e tem vigência da publicação até 60 dias após o pleito.</p>
<p><strong>Paraíba prevê veículos para eleitores e apoio às zonas eleitorais</strong></p>
<p>Passagem celebrou instrumento com a 65ª Zona Eleitoral. Pombal, Lagoa e São Domingos firmaram acordos com a 31ª Zona Eleitoral.</p>
<p>As prefeituras disponibilizarão veículos oficiais ou a seu serviço para diferentes atividades: materiais, servidores, vistoria de locais, apoio à montagem das seções e deslocamentos no dia da eleição.</p>
<p>Os instrumentos também incluem transporte de eleitores nas condições da legislação eleitoral e atendimento individual às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.</p>
<p>A vigência dos acordos paraibanos é de dois meses a partir da assinatura, com possibilidade de prorrogação de até 30 dias.</p>
<p><strong>João Monlevade terá cooperação com entidade de pessoas com deficiência</strong></p>
<p>O TRE de Minas Gerais também publicou acordo com a Associação de Cooperação e Integração dos Portadores de Deficiência de João Monlevade, a Acinpode.</p>
<p>O objeto é integrar as instituições para implementar atividades do Seu Voto Importa nas eleições de 2026.</p>
<p>O instrumento foi assinado em 10 de setembro e prevê vigência até 60 dias após o pleito.</p>
<p><strong>Regras nacionais preveem pedido antecipado e confirmação do atendimento</strong></p>
<p>O programa estabelece transporte individual gratuito para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida sem meios próprios adequados de deslocamento.</p>
<p>A solicitação deve ser apresentada até 20 dias antes da eleição, presencialmente no cartório ou por canal divulgado pelo TRE. A confirmação deve ocorrer até 48 horas antes da votação.</p>
<p>O atendimento pode abranger ida e volta e acompanhante quando necessário. A análise considera limitações funcionais, condições do transporte público acessível e distância.</p>
<p>Como o primeiro turno ocorre em 4 de outubro, o prazo regular de solicitação já passou. Os acordos publicados agora não anunciam reabertura desse prazo.</p>
<p><strong>Atendimento especial complementa a mobilidade no dia da votação</strong></p>
<p>A regulamentação diferencia o transporte individual acessível da oferta gratuita de transporte coletivo nos dias de votação.</p>
<p>A existência dos acordos não permite deduzir horários de passe livre municipal, quantidade de veículos especiais ou canais locais de agendamento.</p>
<p>Os extratos divulgados confirmam as parcerias e seus objetos. Para orientar um beneficiário já inscrito, é necessário consultar a confirmação e as informações da Justiça Eleitoral responsável pelo atendimento.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Indaiatuba (SP) renova 46% da frota de ônibus do transporte coletivo</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 20:30:21 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Município recebe 36 veículos novos, que serão incorporados gradualmente às linhas urbanas até segunda-feira (5) YURI SENA A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana, apresentou nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, 36 novos ônibus que vão renovar parte da frota do transporte coletivo urbano do município. Os veículos serão incorporados [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="721" height="398" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a5860d35-95a5-449c-8abb-faa9d9238d0d.jpg?fit=721%2C398&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a5860d35-95a5-449c-8abb-faa9d9238d0d.jpg?w=721&amp;ssl=1 721w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a5860d35-95a5-449c-8abb-faa9d9238d0d.jpg?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a5860d35-95a5-449c-8abb-faa9d9238d0d.jpg?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a5860d35-95a5-449c-8abb-faa9d9238d0d.jpg?resize=400%2C221&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 721px) 100vw, 721px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Município recebe 36 veículos novos, que serão incorporados gradualmente às linhas urbanas até segunda-feira (5)</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana, apresentou nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, 36 novos ônibus que vão renovar parte da frota do transporte coletivo urbano do município. Os veículos serão incorporados gradualmente às linhas até segunda-feira (5) e substituirão modelos atualmente em operação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a aquisição, 46% da frota municipal será renovada. O sistema conta atualmente com 78 ônibus distribuídos em 36 linhas e transporta aproximadamente 24,7 mil passageiros por dia útil, dos quais 15.622 são pagantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os novos veículos são Mercedes-Benz OF 1721 Euro 6 e mantêm características já presentes na frota de Indaiatuba, como ar-condicionado e equipamentos de acessibilidade para passageiros com deficiência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ônibus também possuem conexão Wi-Fi, carregadores USB e poltronas classificadas como “+ Conforto”. Para o acompanhamento da operação e a segurança dos passageiros, os veículos contam com GPS e câmeras de monitoramento interno e externo em tempo real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a renovação, a idade média da frota do transporte coletivo urbano passa a ser de um ano e seis meses. Os 36 ônibus retirados das linhas municipais serão direcionados para a frota de transporte escolar da Secretaria Municipal de Educação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o secretário municipal de Mobilidade Urbana, Diego Vido, a medida permite modernizar o transporte coletivo e, simultaneamente, ampliar a frota disponível para o atendimento escolar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova frota utiliza motores com tecnologia Euro 6, padrão voltado à redução das emissões de poluentes. Os veículos passam a integrar a operação municipal mantendo os equipamentos de conforto e monitoramento já adotados no sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a administração municipal, a substituição dos ônibus também representa uma estratégia de reaproveitamento dos veículos retirados das linhas urbanas, que passarão a atender o transporte escolar.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Goiânia (GO) recebe 19 novos ônibus Caio Apache VIP SC V para renovação da frota do transporte coletivo na capital e Região Metropolitana</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 19:43:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coletivos possuem chassis Mercedes-Benz OF 1721 e são todos equipados com Wi-Fi e ar-condicionado VINÍCIUS DE OLIVEIRA Nesta quarta-feira, 30 de setembro, Goiânia (GO) recebeu 19 novos ônibus para a renovação da frota do transporte público da capital e da Região Metropolitana. Os coletivos possuem carrocerias Caio Apache VIP SC V e chassis Mercedes-Benz OF [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-2.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Coletivos possuem chassis Mercedes-Benz OF 1721 e são todos equipados com Wi-Fi e ar-condicionado</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Nesta quarta-feira, 30 de setembro, Goiânia (GO) recebeu 19 novos ônibus para a renovação da frota do transporte público da capital e da Região Metropolitana.</p>
<p>Os coletivos possuem carrocerias Caio Apache VIP SC V e chassis Mercedes-Benz OF 1721, são equipados com tecnologia sustentável Euro 6; a operação será da empresa HP Mobilidade.</p>
<p>A entrega faz parte do programa Nova RMTC, iniciativa que prevê a renovação de 100% da frota até 2027.</p>
<p>Todos os coletivos zero quilômetro contam com ar-condicionado, Wi-Fi, tomadas USB e câmeras de segurança.</p>
<p>De acordo com o prefeito Sandro Mabel, a capital se aproxima da marca de 60% de renovação na frota de ônibus.</p>
<p>Em 2026, a prefeitura investirá R$ 300 milhões no sistema de transporte coletivo; já em 2027, o orçamento passa para R$ 317 milhões.</p>
<p>Segundo o vice-presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo, Barbosa Neto, mais de 50% dos 1,2 mil veículos previstos já foram renovados.</p>
<p>No Grupo HP, 187 ônibus já foram adquiridos, dos quais 119 foram financiados pelo programa Refrota do Governo Federal.</p>
<p>A previsão é que, ao todo, sejam entregues 201 ônibus neste ano, o que aproximará a capital da marca de 70% de renovação.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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