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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Belo Horizonte (MG): Prefeitura declara imóveis da Gameleira de utilidade pública para terminais e conexões do BRT Amazonas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/belo-horizonte-mg-prefeitura-declara-imoveis-da-gameleira-de-utilidade-publica-para-terminais-e-conexoes-do-brt-amazonas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:31:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Medida abrange quatro lotes e áreas indivisas que somam 15,38 mil metros quadrados; desapropriações poderão ocorrer por acordo ou pela Justiça ADAMO BAZANI A Prefeitura de Belo Horizonte declarou de utilidade pública imóveis no bairro Gameleira, na região Oeste, para viabilizar obras de implantação de terminais e pontos de conexão do BRT Amazonas. A medida, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="750" height="498" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?fit=750%2C498&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /> <p><em>Medida abrange quatro lotes e áreas indivisas que somam 15,38 mil metros quadrados; desapropriações poderão ocorrer por acordo ou pela Justiça</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Belo Horizonte declarou de utilidade pública imóveis no bairro Gameleira, na região Oeste, para viabilizar obras de implantação de terminais e pontos de conexão do BRT Amazonas. A medida, publicada no Diário Oficial do Município de sexta-feira, 2 de outubro de 2026, abrange quatro lotes e outras áreas da mesma quadra, incluindo as benfeitorias existentes.</p>
<p>As áreas indivisas relacionadas no decreto somam 15.383,99 metros quadrados, além dos quatro lotes também abrangidos pela declaração. As desapropriações poderão ser realizadas mediante acordo ou judicialmente, e a Prefeitura autorizou sua unidade jurídico-administrativa a alegar urgência em juízo. A iniciativa integra a preparação dos espaços necessários à infraestrutura de integração do futuro sistema de ônibus.</p>
<h2>Quatro lotes e quatro conjuntos de áreas estão abrangidos na quadra 054A da Gameleira</h2>
<p>O decreto alcança os lotes 01, 02, 03 e 04 da quadra 054A do bairro Gameleira, além de quatro áreas indivisas descritas individualmente. Uma dessas áreas é composta por duas parcelas.</p>
<p>A declaração também inclui as benfeitorias dos imóveis. Isso significa que o procedimento abrange, além dos terrenos, as construções e demais melhorias existentes nas áreas atingidas.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Imóveis abrangidos</th>
<th>Dimensão indicada</th>
</tr>
<tr>
<td>Lotes 01 a 04 da quadra 054A</td>
<td>Quatro lotes</td>
</tr>
<tr>
<td>Área indivisa composta por duas parcelas</td>
<td>5.872,63 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Segunda área indivisa</td>
<td>1.256,25 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Terceira área indivisa</td>
<td>1.150,90 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Quarta área indivisa</td>
<td>7.104,21 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Soma das áreas indivisas</td>
<td>15.383,99 m²</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A área de 5.872,63 metros quadrados resulta da soma de uma parcela de 5.861,82 metros quadrados com outra de 10,81 metros quadrados.</p>
<p>O total de 15.383,99 metros quadrados corresponde exclusivamente às áreas indivisas com dimensões expressas no decreto. Os quatro lotes são relacionados separadamente e não entram nessa soma.</p>
<p>A maior área indivisa, de 7.104,21 metros quadrados, representa aproximadamente 46,2% desse subtotal.</p>
<h2>Decreto identifica proprietários presumidos de parte dos imóveis</h2>
<p>Para os lotes 01 a 04, a Prefeitura relaciona como proprietários presumidos José Lourenço Pereira, Marilene Lourenço Pereira, Maryse Clementina Pereira, Alberto Carlos Lourenço Pereira, Maria Carolina Lourenço Pereira e Vasconcelos, Paulo Roberto Vasconcelos, Carlos Francisco Lourenço Pereira, Claudia Aparecida Lafetá Pereira e Carlos Floriano Lourenço Pereira.</p>
<p>Nas duas parcelas que, juntas, formam a área indivisa de 5.872,63 metros quadrados, os proprietários presumidos relacionados são Alberto Lourenço Pereira, José Lourenço Pereira, Maryse Clementina Pereira, Alberto Carlos Lourenço Pereira, Maria Carolina Lourenço Pereira, Carlos Francisco Lourenço Pereira e Carlos Floriano Lourenço Pereira.</p>
<p>Já as áreas de 1.256,25 metros quadrados, 1.150,90 metros quadrados e 7.104,21 metros quadrados aparecem no decreto como de propriedade não identificada.</p>
<p>A expressão “propriedade presumida” é a classificação utilizada pela própria Prefeitura para identificar os titulares relacionados no documento.</p>
<h2>Memoriais delimitam terrenos junto à Rua Goneri, ao Beco Guaratan e à alça da Avenida Tereza Cristina</h2>
<p>O anexo do decreto traz memoriais descritivos das áreas indivisas, com coordenadas, distâncias, direções e confrontações. Esses elementos delimitam tecnicamente os terrenos abrangidos pelo procedimento.</p>
<p>Entre as referências utilizadas estão a Rua Goneri, o Beco Guaratan e a alça da Avenida Tereza Cristina.</p>
<p>A parcela de 5.861,82 metros quadrados tem trecho de divisa junto à Rua Goneri e confrontação com o lote 004 da quadra 54A. A parcela de 10,81 metros quadrados é delimitada junto à alça da Avenida Tereza Cristina.</p>
<p>O memorial da área de 1.256,25 metros quadrados inclui confrontação com o Beco Guaratan. A área de 1.150,90 metros quadrados tem referências tanto ao beco quanto à alça da Avenida Tereza Cristina. A maior área, de 7.104,21 metros quadrados, começa em um ponto situado na face da Rua Goneri.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Área delimitada</th>
<th>Perímetro</th>
</tr>
<tr>
<td>Parcela de 5.861,82 m²</td>
<td>385,02 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Parcela de 10,81 m²</td>
<td>22,04 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Área de 1.256,25 m²</td>
<td>241,59 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Área de 1.150,90 m²</td>
<td>163,49 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Área de 7.104,21 m²</td>
<td>360,97 metros</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Perímetro é a medida do contorno de cada terreno. Já a área, expressa em metros quadrados, corresponde à superfície delimitada.</p>
<p>Os memoriais foram elaborados com base no projeto DES-TP030-01-01-QT54A-TOP-RO, executado pela Cappe Engenharia. As coordenadas estão georreferenciadas ao sistema SIRGAS 2000, com projeção UTM no fuso 23S, permitindo a localização técnica das parcelas.</p>
<h2>Áreas serão destinadas a terminais e pontos de conexão do sistema de ônibus</h2>
<p>A finalidade das desapropriações está expressamente definida: realizar obras para implantação de terminais e pontos de conexão do BRT Amazonas, previstas no Plano de Obras 3313.</p>
<p>Essas estruturas fazem parte da organização dos deslocamentos no sistema. Terminais concentram embarques, desembarques e transferências entre serviços, enquanto pontos de conexão permitem articular os diferentes trajetos da rede.</p>
<p>Para os passageiros, a infraestrutura de integração é uma parte do projeto tão necessária quanto o espaço de circulação dos ônibus: é nesses locais que se organiza a ligação entre linhas e o acesso aos principais eixos de transporte.</p>
<h2>Prefeitura poderá negociar a desapropriação ou recorrer à Justiça</h2>
<p>O Decreto nº 19.773, assinado pelo prefeito Álvaro Damião em 1º de outubro de 2026, estabelece duas possibilidades para efetivar as desapropriações: mediante acordo ou judicialmente.</p>
<p>Na primeira, o Município busca uma solução negociada com os titulares dos imóveis. Na segunda, o procedimento é levado à Justiça.</p>
<p>A declaração de utilidade pública formaliza a destinação dos imóveis ao empreendimento e fundamenta a realização das desapropriações. A efetivação da aquisição das áreas é uma etapa posterior.</p>
<p>O decreto também autoriza a unidade jurídico-administrativa competente a alegar urgência das desapropriações em juízo. Trata-se de autorização para apresentar esse pedido no procedimento judicial.</p>
<p>O texto municipal tem como fundamentos o artigo 108 da Lei Orgânica de Belo Horizonte e o Decreto-Lei federal nº 3.365, de 1941, que trata de desapropriações por utilidade pública. A medida entrou em vigor na data de sua publicação, em 2 de outubro.</p>
<h2>BRT Amazonas prevê corredor de ônibus e intervenções em uma rede de 39,7 quilômetros</h2>
<p>O MOVE Amazonas integra o Programa de Mobilidade e Inclusão Urbana de Belo Horizonte. Segundo o planejamento divulgado pela Prefeitura, o projeto contempla 39,7 quilômetros de intervenções viárias, dos quais 8,64 quilômetros nas avenidas Amazonas e Olegário Maciel receberão solução em BRT.</p>
<p>A proposta busca estruturar o transporte coletivo no vetor Oeste da capital e sua articulação com a Região Metropolitana, com destaque para o Barreiro e o Distrito Industrial de Contagem.</p>
<p>O cronograma divulgado pelo Município prevê conclusão dos estudos e projetos em agosto de 2027, obras entre 2028 e 2030 e entrada em operação em 2030. São previsões do planejamento municipal.</p>
<p>Os estudos são desenvolvidos pelo consórcio formado por Oficina Engenheiros Consultores Associados, Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento — ITDP Brasil, Pitmen Consultores e Gustavo Penna Arquiteto &amp; Associados.</p>
<h2>Terminal de integração também integra contratações do programa financiado pelo Banco Mundial</h2>
<p>A Prefeitura já incluiu entre as contratações do programa a seleção de estudos, projetos, obras e serviços de engenharia para implantação do Terminal de Integração do BRT Amazonas e do sistema viário do entorno.</p>
<p>Também está relacionada a contratação de consultoria para acompanhar o empreendimento na função de “Engenheiro”, prevista no modelo contratual adotado.</p>
<p>O Programa de Mobilidade e Inclusão Urbana é financiado pelo Banco Mundial, por meio do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento — BIRD. O financiamento original soma US$ 100 milhões para ações de mobilidade, urbanização e gerenciamento do programa.</p>
<p>A declaração de utilidade pública na Gameleira integra, portanto, a preparação da infraestrutura física necessária aos terminais e conexões previstos para o BRT Amazonas.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>VÍDEO: PM bloqueia ruas no Brás e ônibus têm desvios durante inauguração de loja responsável por aglomeração de pessoas nesta segunda-feira (05)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/video-pm-bloqueia-ruas-no-bras-e-onibus-tem-desvios-durante-inauguracao-de-loja-responsavel-por-aglomeracao-de-pessoas-nesta-segunda-feira-05/</link>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:17:45 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Interdição acontece nas ruas Monsenhor Andrade e Henrique dias nas proximidades da Av. do Estado ARTHUR FERRARI A Polícia Militar bloqueia, na manhã desta segunda-feira (5), a circulação de veículos pelas ruas Monsenhor Andrade e Henrique Dias, no Brás, região central de São Paulo (SP). A interdição ocorre devido à grande concentração de pessoas nas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Interdição acontece nas ruas Monsenhor Andrade e Henrique dias nas proximidades da Av. do Estado</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p><div style="width: 1024px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-537271-2" width="1024" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.mp4</a></video></div></p>
<p>A Polícia Militar bloqueia, na manhã desta segunda-feira (5), a circulação de veículos pelas ruas Monsenhor Andrade e Henrique Dias, no Brás, região central de São Paulo (SP). A interdição ocorre devido à grande concentração de pessoas nas proximidades de um estabelecimento comercial que será inaugurado na região.</p>
<p>Com as vias fechadas, os ônibus que normalmente circulam pelos dois trechos precisam realizar pequenos desvios temporários em seus itinerários. A medida foi adotada pela PM para proteger o fluxo de pedestres e evitar acidentes e atropelamentos diante da movimentação de público.</p>
<p>A concentração ocorre nas proximidades do cruzamento da Rua Monsenhor Andrade com a Avenida do Estado, onde uma loja que comercializa produtos entre R$ 1 e R$ 20 realiza sua inauguração.</p>
<p>O bloqueio conta com a atuação do Policiamento de Trânsito. Equipes permanecem na região para acompanhar a movimentação.</p>
<p>Segundo a corporação, os responsáveis pelo estabelecimento também estão sendo orientados a organizar e controlar o público para evitar tumultos, acidentes e outros transtornos para clientes, moradores e demais pessoas que circulam pelo local.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Rio de Janeiro divide em partes iguais receita de integração entre transporte complementar e outros serviços municipais</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/rio-de-janeiro-divide-em-partes-iguais-receita-de-integracao-entre-transporte-complementar-e-outros-servicos-municipais/</link>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:01:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova regulamentação do STUC exige Jaé, prevê repasses duas vezes por semana e limita a dez por veículo o pagamento municipal de gratuidades por dia ADAMO BAZANI O passageiro que integrar um serviço do transporte complementar a outro sistema municipal do Rio de Janeiro terá a viagem registrada pelo Jaé, enquanto o valor efetivamente arrecadado [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="620" height="465" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?fit=620%2C465&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?w=620&amp;ssl=1 620w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /> <p><em>Nova regulamentação do STUC exige Jaé, prevê repasses duas vezes por semana e limita a dez por veículo o pagamento municipal de gratuidades por dia</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O passageiro que integrar um serviço do transporte complementar a outro sistema municipal do Rio de Janeiro terá a viagem registrada pelo Jaé, enquanto o valor efetivamente arrecadado será repartido igualmente entre os dois prestadores. A regra consta da regulamentação do Sistema de Transporte Unificado Complementar, o STUC, publicada nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026.</p>
<p>A divisão será de 50% para o transporte complementar e 50% para o outro serviço utilizado, independentemente da ordem em que o passageiro fizer as viagens. A resolução também torna o Jaé obrigatório para participar dos mecanismos financeiros do STUC, estabelece pagamento aos operadores às terças e sextas-feiras e define como a Prefeitura custeará as gratuidades transportadas. A entrada de cada linha ou modalidade no sistema dependerá de atos específicos e da verificação dos equipamentos e cadastros.</p>
<p><strong>Quais serviços compõem o novo sistema complementar</strong></p>
<p>O STUC reúne três modalidades já identificadas nas normas municipais: o Serviço de Transporte Público Urbano Local, o STPL; o Serviço de Transporte de Passageiros Complementar Comunitário, o STPC, que inclui os chamados cabritinhos; e o Serviço de Transporte Urbano Especial Complementar de Passageiros, o TEC.</p>
<p>A inclusão no STUC organiza integração, bilhetagem e pagamentos. Ela não transforma automaticamente todas essas modalidades em uma única concessão nem substitui os títulos que autorizam cada prestador a operar. As regras específicas de cada serviço continuam aplicáveis nos pontos em que forem compatíveis com a nova regulamentação.</p>
<p>Para participar da integração e receber pelos mecanismos previstos, o prestador deverá estar regular, assim como seu título de operação e seus veículos. Também serão exigidos licenciamento e vistoria quando cabíveis, uso regular do Jaé e cumprimento dos requisitos operacionais e tecnológicos da Secretaria de Transportes.</p>
<p><strong>Jaé definirá quais integrações e gratuidades entram na conta</strong></p>
<p>A resolução coloca os registros da bilhetagem digital no centro da apuração financeira. Eles servirão para identificar viagens pagas, integrações, gratuidades, repartição da receita e valores devidos pelo município. Uma integração somente entrará na divisão de receita quando for reconhecida como válida pelo Jaé.</p>
<p>As condições de tempo e uso para o passageiro seguem as regras do Bilhete Único Municipal e da bilhetagem digital. A norma agora publicada estabelece a divisão do dinheiro arrecadado quando a integração for válida; ela não autoriza concluir que qualquer combinação de viagens, em qualquer intervalo, dará direito ao benefício.</p>
<p>A Secretaria poderá comparar os registros do Jaé com dados de cadastro, posicionamento dos veículos e fiscalização. Registros cancelados, duplicados, decorrentes de erro, relacionados a fraude comprovada ou incompatíveis com o serviço prestado poderão ser excluídos ou ajustados na apuração. Valores pagos indevidamente poderão ser compensados em ciclos posteriores, com direito de manifestação do prestador quando aplicável.</p>
<p><strong>Passageiro com gratuidade mantém o direito de embarcar além do limite de pagamento ao operador</strong></p>
<p>O município custeará as gratuidades legalmente previstas e validadas pelo Jaé até o limite de dez por veículo, por dia de operação. Esse teto é financeiro: define quantas gratuidades gerarão pagamento da Prefeitura ao prestador naquele dia.</p>
<p>Ele <strong>não limita o número de beneficiários transportados</strong>. O operador continua obrigado a permitir o embarque de todos os usuários que tenham direito à gratuidade, observada a capacidade do veículo. A partir da 11ª gratuidade validada em um mesmo veículo e dia, a resolução prevê que o transporte continue, mas sem pagamento municipal adicional por aquela validação.</p>
<p>Essa diferença é essencial para evitar que uma regra de custeio seja aplicada incorretamente ao passageiro. O benefício de quem tem direito legal à viagem gratuita permanece; o teto regula a relação financeira entre município e operador.</p>
<p><strong>Repasses ocorrerão às terças e sextas-feiras</strong></p>
<p>A cada ciclo, a Prefeitura apurará a receita tarifária do prestador, a parcela das integrações e as gratuidades validadas dentro do limite financeiro. O pagamento poderá passar pela Câmara de Compensação Tarifária ou por outro mecanismo definido pelo município.</p>
<p>Às terças-feiras serão pagos os valores de transações realizadas entre a quinta-feira e o domingo anteriores. Às sextas-feiras, os valores relativos à segunda, terça e quarta-feira anteriores. Se a data cair em dia sem expediente, o pagamento passa para o primeiro dia útil seguinte. A resolução estabelece ainda que esses valores serão repassados sem desconto da tarifa de bilhetagem do Jaé.</p>
<p>O operador terá cinco dias úteis, a partir da disponibilização do demonstrativo, para contestar objetivamente registros ou valores. A contestação não interrompe o pagamento da parte sobre a qual não houver divergência.</p>
<p><strong>Entrada será gradual e dependerá da instalação e do funcionamento dos equipamentos</strong></p>
<p>A Secretaria Municipal de Transportes poderá implantar o STUC por modalidade, região, linha, serviço ou grupo de prestadores. Para cada etapa, um ato próprio deverá identificar os participantes, a data de início e eventuais regras de transição.</p>
<p>Antes da entrada, a administração verificará cadastro e documentos, situação dos veículos, instalação e funcionamento do Jaé, transmissão das transações e condições de conciliação e pagamento. A implantação de um grupo não dependerá de que todos os demais estejam prontos ao mesmo tempo. Dessa forma, a publicação da regra geral nesta terça-feira não significa que todas as linhas das três modalidades já começaram a operar financeiramente pelo novo modelo.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Distribusion Brasil compra RJ Consultores e cria plataforma líder de tecnologia para transporte de passageiros no país</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 12:45:36 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Informe Publicitário]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Travel Tech mundial com sede na Alemanha amplia portfólio de produtos para clientes brasileiros De origem alemã e presente no Brasil desde 2019, a Distribusion Tecnologia do Brasil anuncia a compra de 100% da RJ Consultores, provedora brasileira líder em tecnologia para o setor de transportes de passageiros, com 40 anos de experiência no mercado. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="539" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?fit=1024%2C539&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?resize=300%2C158&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?resize=1024%2C539&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?resize=150%2C79&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?resize=768%2C404&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/logos.jpg?resize=400%2C211&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p style="font-weight: 400;"><em>Travel Tech mundial com sede na Alemanha amplia portfólio de produtos para clientes brasileiros</em></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><br />
</strong>De origem alemã e presente no Brasil desde 2019, a Distribusion Tecnologia do Brasil anuncia a compra de 100% da RJ Consultores, provedora brasileira líder em tecnologia para o setor de transportes de passageiros, com 40 anos de experiência no mercado. A operação da RJ era de domínio da TOTVS e permanecerá com o mesmo nome sob gestão da Distribusion.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Esta aquisição representa um forte compromisso da Distribusion com o Brasil e outros mercados da América Latina. Continuaremos investindo em práticas de escala corporativa, qualidade de serviço e agilidade, enquanto inovamos com as tecnologias mais recentes disponíveis, especialmente aplicações de Inteligência Artificial para o benefício de nossos parceiros”, diz Thomas Doering, CEO da Distribusion Technologies, matriz alemã.</p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com Paulo Jacob, CEO da RJ Consultores, a Distribusion já figurava como parceira de confiança há alguns anos, o que permitiu o reconhecimento e alinhamento da superioridade tanto técnica quanto cultural entre as duas companhias.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Esta é uma excelente oportunidade para dar continuidade à nossa jornada, continuar desenvolvendo soluções para nossos clientes, investir ainda mais em nossa tecnologia e atendimento, além de lançar novos recursos para nossos produtos. A Distribusion traz não apenas alcance e experiência globais, mas também acesso a tecnologias de classe mundial, afirma Jacob.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Estratégia</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">“Para incrementar nosso negócio e ampliar a oferta de soluções aos nossos clientes, optamos pela aquisição de uma empresa pela qual já tínhamos admiração e que desfruta de experiência e confiança de mais de 40 anos no mercado brasileiro”, afirma Fernando Cunha, diretor da Distribusion Brasil.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por parte da TOTVS, o vice-presidente de Negócios para Segmentos, Marcelo Cosentino, comemora ter concluído a venda RJ Consultores a uma empresa líder global no segmento, com ampla gama de tecnologias e recursos para desenvolver ainda mais produtos de sucesso da RJ que contribuirão para a expansão para outros mercados.</p>
<p style="font-weight: 400;">Segundo Cunha, a RJ construiu uma tecnologia fundamental de altíssimo padrão, atendendo a muitas das principais operadoras de transporte de passageiros do Brasil. “Vamos preservar e desenvolver ainda mais a experiência de mercado e a ampla gama de soluções da RJ, apoiando as necessidades individuais de nossos parceiros”, diz.</p>
<p style="font-weight: 400;">O executivo afirma ainda que a empresa trará o melhor da tecnologia global da Distribusion, para se manter ativa na inovação e na oferta de soluções excepcionais. “Como uma plataforma de tecnologia em sua essência, defendemos nossa posição independente e neutra, atendendo aos clientes com a melhor tecnologia disponível, afirma Cunha”</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><br />
</strong><strong>Sobre a Distribusion</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Distribusion opera como plataforma B2B líder em transporte terrestre de viagens programadas. Representa milhares de operadoras ferroviárias, rodoviárias, hidroviárias e urbanas em mais de 70 países. Por meio de API única, fornece horários, preços, emissão de passagens e recursos pós-venda para operadoras de transporte de passageiros de forma padronizada, e com suporte completo para agentes autônomos de IA (<em>agentic-enabled</em>). A Distribusion impulsiona grandes parceiros como Booking.com, Amadeus e Deutsche Bahn, e representa centenas de operadores no Google e Google Maps, permitindo reservas e atendendo países inteiros por meio de nossa tecnologia. A Distribusion está presente no Brasil desde 2019 com uma equipe de mais de 30 pessoas e um extenso portfólio com aproximadamente 250 operadoras, cobrindo praticamente todo o território nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre a RJ Consultores</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A RJ Consultores é uma provedora brasileira líder em tecnologia para o setor de transportes, com 40 anos de experiência no mercado. A empresa contava anteriormente com uma participação de 80% da gigante de software TOTVS, e continua sendo gerida operacionalmente por seus fundadores originais, Paulo Jacob e Alexandre Jacob. Com presença global, a RJ gerencia mais de 400 clientes corporativos em 10 países de três continentes. Sua principal plataforma em nuvem, o totalBUS, processa 2,5 milhões de passagens de ônibus diariamente. Por meio dessa extensa rede, a RJ ocupa uma posição de liderança na infraestrutura central de distribuição de passagens no Brasil.</p>
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    <title>Prefeitura de São Paulo formaliza mais 12 meses para obrigações ambientais de terminal e corredores de ônibus em Itaquera</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 12:31:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Aditivo envolve manejo de árvores na Rua Doutor Luís Aires e concretiza prorrogação autorizada em agosto; demais compromissos permanecem em vigor ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo formalizou a prorrogação por 12 meses do prazo para cumprir obrigações ambientais relacionadas à implantação de um terminal urbano e de corredores de ônibus na Rua Doutor [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Aditivo envolve manejo de árvores na Rua Doutor Luís Aires e concretiza prorrogação autorizada em agosto; demais compromissos permanecem em vigor</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo formalizou a prorrogação por 12 meses do prazo para cumprir obrigações ambientais relacionadas à implantação de um terminal urbano e de corredores de ônibus na Rua Doutor Luís Aires, em Itaquera, na Zona Leste. O aditivo foi publicado no Diário Oficial desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026, e envolve compromissos associados ao manejo de árvores.</p>
<p>A publicação concretiza a prorrogação cuja autorização já havia sido noticiada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 25 de agosto. É a formalização daquela medida, e não um segundo acréscimo de um ano. O documento mantém as demais cláusulas do compromisso ambiental e não estabelece uma nova data de entrega das obras.</p>
<h3>Compromisso foi firmado em 2015 e continua vinculado às intervenções</h3>
<p>O aditivo envolve a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras.</p>
<p>O termo original foi firmado em 2015, dentro de um procedimento administrativo iniciado em 2014. Seu objeto está relacionado ao manejo de vegetação de porte arbóreo necessário à implantação do terminal e dos corredores na Rua Doutor Luís Aires.</p>
<p>Esse histórico mostra que as obrigações ambientais acompanham um empreendimento cuja tramitação atravessa diferentes etapas e anos. A alteração publicada agora amplia o período para cumprimento dos compromissos já assumidos.</p>
<p>O extrato determina que a validade do aditivo começa com sua publicação no Diário Oficial e preserva as outras disposições do termo.</p>
<h3>Decisão de agosto e extrato de outubro são etapas da mesma prorrogação</h3>
<p>Em agosto, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente autorizou a elaboração do quarto aditivo ao compromisso ambiental, concedendo mais 12 meses para complementação do manejo arbóreo.</p>
<p>Naquela ocasião, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> apresentou a medida junto a outras decisões sobre infraestrutura do transporte coletivo, incluindo o Terminal Atracadouro Pedreira e o gerenciamento do corredor Aricanduva.</p>
<p>O extrato divulgado nesta segunda-feira corresponde à formalização do aditivo ambiental de Itaquera. Essa sequência é importante para acompanhar corretamente o prazo: a autorização administrativa e a publicação do instrumento não representam duas prorrogações independentes.</p>
<h3>Prazo ambiental não equivale ao cronograma de construção</h3>
<p>O compromisso ambiental trata das obrigações decorrentes da intervenção na vegetação. Já os prazos de construção e de entrega dependem dos contratos de engenharia e das respectivas ordens de serviço.</p>
<p>Por isso, os 12 meses publicados agora se referem ao atendimento das obrigações do termo ambiental. O extrato não informa percentual de execução das obras, data de inauguração, quantidade de árvores ainda abrangidas pelo manejo ou número de plantios pendentes.</p>
<p>A manutenção das demais cláusulas significa que o aditivo altera o prazo, preservando o restante do compromisso. Para conhecer a extensão de cada obrigação, é necessário consultar o termo original e seus instrumentos complementares.</p>
<h3>Itaquera concentra projetos de integração entre ônibus e trilhos</h3>
<p>A região de Itaquera é um dos principais pontos de integração do transporte na Zona Leste, com ligação entre ônibus e o sistema ferroviário e metroviário no complexo Corinthians-Itaquera.</p>
<p>O novo terminal da região também possui um histórico prolongado. Segundo a Prefeitura, o empreendimento esteve associado às intervenções planejadas para a Copa de 2014, enfrentou paralisações e passou por revisão e nova licitação antes da retomada das obras em 2023.</p>
<p>Outra frente é o corredor Radial Leste II, planejado para prolongar a ligação da Penha até Itaquera. O contrato de gerenciamento e fiscalização de seus projetos tem prazo até junho de 2027.</p>
<p>São procedimentos distintos, mas que ajudam a explicar a continuidade das intervenções de mobilidade na região. O ato publicado nesta segunda-feira trata especificamente do compromisso ambiental identificado como TCA 070/2015, relativo ao terminal urbano e aos corredores na Rua Doutor Luís Aires.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Empresas que ganham novas ligações de ônibus no Brasil precisam manter atendimento por pelo menos um ano</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 12:01:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Autorizações já publicadas e disputa prevista entre 26 de outubro e 6 de novembro exigem planejamento para colocar os serviços em operação; advogado Ilo Löbel da Luz explica as obrigações e os riscos para as transportadoras ADAMO BAZANI As empresas que recebem autorização para novas ligações de ônibus interestaduais pela chamada Primeira Janela Extraordinária precisam [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Autorizações já publicadas e disputa prevista entre 26 de outubro e 6 de novembro exigem planejamento para colocar os serviços em operação; advogado Ilo Löbel da Luz explica as obrigações e os riscos para as transportadoras</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>As empresas que recebem autorização para novas ligações de ônibus interestaduais pela chamada Primeira Janela Extraordinária precisam transformar a liberação em viagens e manter o atendimento dos mercados conquistados por pelo menos 12 meses. A regulamentação estabelece, nas condições ordinárias, uma frequência mínima de uma viagem semanal em cada sentido da linha, além de exigências de frota, motoristas e cumprimento dos pontos de embarque e desembarque cadastrados.</p>
<p>A obrigação também alcançará as transportadoras contempladas na disputa por mercados com mais interessadas do que vagas disponíveis, cuja apresentação de lances está prevista entre 26 de outubro e 6 de novembro de 2026. Para o advogado especialista em regulação do transporte rodoviário interestadual de passageiros Ilo Löbel da Luz, o planejamento precisa considerar tanto o valor oferecido na seleção quanto a capacidade de sustentar os serviços durante o período obrigatório.</p>
<p>“Vencer um mercado não garante apenas um direito: garante uma obrigação”, afirma Ilo, em análise encaminhada ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p>A avaliação complementa a cobertura das autorizações que vêm sendo publicadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Depois das disputas administrativas e judiciais que interromperam o procedimento, a nova etapa envolve uma questão prática para os passageiros: quando os ônibus começarão a circular, quais viagens serão oferecidas e como assegurar a continuidade do atendimento.</p>
<h2>O que a empresa recebe e o que muda para o passageiro</h2>
<p>Na regulamentação, “mercado” é a ligação entre dois municípios de estados diferentes, identificados como origem e destino. Uma mesma linha pode reunir vários desses mercados, porque atende cidades intermediárias ao longo do percurso.</p>
<p>Assim, uma autorização com dezenas de mercados não representa necessariamente dezenas de linhas independentes. Um ônibus que percorre uma rota com vários pontos de embarque e desembarque pode atender diferentes pares de cidades.</p>
<p>A Primeira Janela Extraordinária foi organizada para permitir a entrada de até duas novas transportadoras em mercados sem atendimento e de uma nova transportadora naqueles atendidos por apenas uma empresa. Quando a quantidade de interessadas ultrapassa o limite, há seleção pelo maior lance, com sorteio em caso de empate.</p>
<p>Para o passageiro, a publicação da autorização abre a possibilidade de um novo atendimento. A disponibilidade de passagens, porém, depende da implantação efetiva do serviço e de seu calendário de viagens.</p>
<p>O primeiro pacote publicado em 14 de setembro reuniu 39 decisões: 18 novas autorizações de linhas e 21 modificações de autorizações existentes. Segundo a agência, o conjunto abrangeu mais de 3 mil pares de origem e destino.</p>
<h2>Prazo para começar e obrigação de continuar</h2>
<p>A Resolução nº 6.033/2023 estabelece que a empresa deve iniciar a prestação dos serviços em até 30 dias contados do começo da vigência do Termo de Autorização, documento que formaliza a liberação da linha. O prazo pode ser prorrogado uma vez, por mais 30 dias, mediante justificativa.</p>
<p>O período mínimo de atendimento de 12 meses tem como referência a vigência da autorização. Portanto, o prazo para colocar os ônibus em circulação não deve ser confundido com uma autorização para manter o mercado reservado, sem prestar o serviço.</p>
<p>Nas condições ordinárias, a frequência mínima é de uma viagem semanal em cada sentido da linha, com oferta do serviço convencional. Trata-se de um piso regulatório: a empresa pode programar mais viagens, conforme sua operação e a demanda.</p>
<p>Ilo considera que essas exigências tornam decisiva a preparação anterior ao início do atendimento.</p>
<p>“A configuração definida antes da primeira viagem se torna a estratégia do primeiro ano”, avalia.</p>
<p>A manutenção do atendimento por 12 meses, entretanto, não significa congelamento de todos os aspectos da operação. A resolução permite mudanças de horários e modificações de serviço, respeitados os procedimentos, a frequência mínima e os direitos dos passageiros. A supressão de uma seção intermediária deve observar o período mínimo exigido.</p>
<p>Assim, a transportadora pode fazer ajustes permitidos pela regulamentação, mas não pode simplesmente abandonar uma ligação antes do prazo obrigatório porque o resultado comercial ficou abaixo do esperado.</p>
<h2>Desistência pode trazer restrições para a empresa</h2>
<p>O descumprimento do período mínimo de atendimento de um mercado pode levar à supressão das seções que o atendem e impedir a transportadora de voltar a operá-lo ou solicitá-lo por um ano. Esse impedimento é contado a partir do encerramento definitivo da decisão na esfera administrativa.</p>
<p>A renúncia ao Termo de Autorização também está vinculada ao cumprimento do período mínimo de atendimento.</p>
<p>Na avaliação de Ilo, essas consequências precisam entrar nas contas antes de a empresa organizar a linha ou disputar uma ligação.</p>
<p>O advogado chama a atenção para a diferença entre estimar a procura e conhecer o comportamento dos passageiros durante a operação. Um percurso pode reunir ligações com resultados bastante distintos, e a sustentabilidade do serviço depende da combinação dessas receitas com seus custos.</p>
<p>Nos mercados classificados como desatendidos, a transportadora pode encontrar pouca informação diretamente comparável sobre a demanda regular. Essa classificação, contudo, não significa necessariamente ausência de qualquer deslocamento entre as cidades: podem existir viagens por outros meios e, em determinadas situações, serviços amparados por decisões judiciais.</p>
<p>Nos mercados atendidos por uma única empresa, a chegada de uma concorrente altera a divisão da procura. Para Ilo, também nesse caso a entrante precisa avaliar se conseguirá manter o serviço durante todo o período obrigatório.</p>
<h2>Lance precisa considerar o custo das viagens</h2>
<p>O valor oferecido no processo seletivo é uma parte do compromisso financeiro assumido pela transportadora.</p>
<p>“O custo real de um mercado vencido, portanto, não é o valor do lance. É o lance somado a um ano de operação”, afirma Ilo.</p>
<p>A análise envolve despesas com veículos, motoristas, combustível ou energia, manutenção, instalações e demais recursos necessários para cumprir as viagens. A empresa também precisa considerar a receita esperada e a possibilidade de a procura ficar abaixo da projeção inicial.</p>
<p>O comunicado de abertura estabelece uma sequência de obrigações depois da seleção. A contemplada terá 48 horas, contadas do recebimento da convocação, para confirmar o interesse. Se não confirmar, perde o direito de pedir a autorização para aquele mercado, e a próxima classificada pode ser chamada.</p>
<p>Após a confirmação, a empresa selecionada recebe a guia com o valor dos lances e dispõe de cinco dias úteis para pagar. A falta de pagamento implica desistência, impedimento de participar da primeira janela ordinária e possibilidade de cobrança do débito.</p>
<p>Confirmado o pagamento, será aberto prazo improrrogável de 30 dias para solicitar a nova autorização ou a alteração de uma existente. Quem perder esse prazo ou não preencher os requisitos ficará impedido de participar da primeira janela ordinária e não receberá de volta o valor pago pelo lance.</p>
<p>A obtenção do mercado, portanto, ainda precisa ser seguida da formalização da autorização e da implantação do serviço.</p>
<h2>Informações da operação também influenciam as próximas aberturas</h2>
<p>Ilo defende que as empresas acompanhem os resultados de cada ligação desde o início, mesmo diante da obrigação de manter o atendimento.</p>
<p>Na avaliação do advogado, os dados do primeiro ano ajudarão a decidir o que fazer depois do período mínimo e como participar das próximas oportunidades de entrada em mercados.</p>
<p>Essas informações também têm importância regulatória. A agência utiliza dados de movimentação de passageiros, receitas e viagens para avaliar e classificar os mercados, dentro do modelo de abertura progressiva.</p>
<p>Isso torna a qualidade das informações relevante tanto para a gestão da empresa quanto para a leitura que o poder público faz da oferta e da procura pelos serviços.</p>
<h2>Processo passou por duas suspensões judiciais</h2>
<p>A Primeira Janela Extraordinária foi aberta em setembro de 2024, mas atravessou prorrogações, uma suspensão decorrente de ação na Justiça Federal e, posteriormente, uma interrupção determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Em julho de 2026, o ministro André Mendonça suspendeu o procedimento ao analisar uma reclamação apresentada pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Rodoviários de Passageiros (Anatrip). Entre os pontos discutidos estavam a segurança e a possibilidade de auditoria do sistema eletrônico.</p>
<p>A agência apresentou esclarecimentos técnicos. Em 13 de agosto, Mendonça reconsiderou a cautelar e negou seguimento à reclamação, permitindo a retomada. A associação apresentou recurso em 20 de agosto.</p>
<p>A retirada da suspensão permitiu o prosseguimento administrativo. A apresentação do recurso, por si só, não representa uma nova ordem de paralisação.</p>
<p>Em setembro, começaram as publicações das autorizações. O calendário anunciado pela agência prevê a abertura do sistema para lances em 26 de outubro e o encerramento dessa fase em 6 de novembro.</p>
<h2>Cronologia: da mudança na legislação às autorizações e à próxima disputa</h2>
<ul>
<li>Junho de 2014 — A Lei nº 12.996 altera a legislação do setor e estabelece o regime de autorização para o transporte rodoviário coletivo regular interestadual e internacional de passageiros.</li>
<li>29 de março de 2023 — O Supremo valida o regime de autorização, sem licitação prévia como regra geral, no julgamento das ações sobre o modelo de delegação dos serviços.</li>
<li>21 de dezembro de 2023 — A agência aprova a Resolução nº 6.033, que estabelece o novo marco regulatório e a abertura progressiva de mercados.</li>
<li>26 de dezembro de 2023 — A resolução é publicada no Diário Oficial da União.</li>
<li>26 de setembro de 2024 — A Diretoria Colegiada aprova a abertura da Primeira Janela Extraordinária, pela Deliberação nº 356.</li>
<li>27 de setembro de 2024 — É publicado o comunicado de abertura da Janela nº 1/2024.</li>
<li>25 de outubro de 2024 — O Comunicado nº 30 fixa o primeiro calendário de recebimento de pedidos.</li>
<li>29 de outubro de 2024 — Começa o envio das solicitações no sistema eletrônico, com encerramento inicialmente previsto para 29 de novembro.</li>
<li>18 de novembro de 2024 — A Deliberação nº 476 aprova alterações no comunicado de abertura.</li>
<li>21 de novembro de 2024 — O Comunicado nº 33 prorroga as solicitações até 13 de dezembro.</li>
<li>11 de dezembro de 2024 — O Comunicado nº 36 estende novamente o prazo, até 17 de janeiro de 2025.</li>
<li>17 de janeiro de 2025 — Encerra-se o primeiro período de solicitações.</li>
<li>27 de janeiro de 2025 — A agência comunica a suspensão das etapas seguintes por decisão judicial, em ação da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec).</li>
<li>30 de abril de 2025 — O Tribunal Regional Federal da 1ª Região suspende os efeitos da liminar que impedia a continuidade da janela.</li>
<li>6 de outubro de 2025 — O Comunicado nº 38 anuncia a reabertura dos pedidos, preservando as solicitações anteriores.</li>
<li>14 de outubro de 2025 — O sistema volta a receber solicitações, inicialmente até 31 de outubro.</li>
<li>12 de novembro de 2025 — Termina o prazo reaberto, após prorrogação.</li>
<li>2 de março de 2026 — O Comunicado nº 40 organiza a cobrança das inscrições e a divulgação do resultado.</li>
<li>12 de março de 2026 — Data estabelecida para encaminhamento das guias de pagamento às empresas.</li>
<li>24 de abril de 2026 — A agência divulga o resultado consolidado e identifica os mercados que dependerão de seleção.</li>
<li>11 de maio de 2026 — O Comunicado nº 42 determina reprocessamento dos pedidos após regularizações administrativas de mercados.</li>
<li>2 de junho de 2026 — O Ministério Público Federal questiona a suspensão dos resultados, conforme noticiado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</li>
<li>8 de junho de 2026 — O Comunicado nº 43 cancela o reprocessamento, preserva os resultados de abril e prevê a abertura dos lances para 20 de julho.</li>
<li>10 de julho de 2026 — Prazo fixado para pedidos de autorização dos mercados desatendidos contemplados sem seleção.</li>
<li>9 de julho de 2026 — André Mendonça determina a suspensão da janela. A decisão é divulgada no dia 10.</li>
<li>14 de julho de 2026 — O Comunicado nº 44 formaliza a paralisação administrativa em cumprimento à ordem do Supremo.</li>
<li>20 de julho de 2026 — Data anteriormente prevista para iniciar os lances; a fase fica impedida pela suspensão judicial.</li>
<li>29 de julho de 2026 — O Tribunal de Contas da União não conhece dos embargos contra decisão que havia considerado improcedente uma denúncia sobre a janela.</li>
<li>10 de agosto de 2026 — A agência apresenta informações técnicas ao Supremo e pede a retirada da suspensão.</li>
<li>13 de agosto de 2026 — Mendonça reconsidera a cautelar e nega seguimento à reclamação, liberando a retomada.</li>
<li>14 de agosto de 2026 — Data prevista para iniciar o julgamento colegiado da cautelar; a reconsideração do relator ocorre na véspera e o julgamento é retirado.</li>
<li>20 de agosto de 2026 — A Anatrip apresenta agravo regimental contra a decisão de Mendonça.</li>
<li>4 e 8 de setembro de 2026 — São assinadas as decisões do primeiro pacote de autorizações da retomada.</li>
<li>14 de setembro de 2026 — O Diário Oficial publica 39 decisões. Na mesma data, o Comunicado nº 45 anuncia o novo período de lances.</li>
<li>1º de outubro de 2026 — São publicadas mais quatro autorizações de linhas decorrentes da janela.</li>
<li>26 de outubro de 2026 — Início previsto da apresentação de lances nos mercados sujeitos à seleção.</li>
<li>6 de novembro de 2026 — Encerramento previsto da apresentação de lances.</li>
<li>Depois dos lances — Seguem a classificação, as convocações, a confirmação de interesse, o pagamento e os pedidos de autorização. Os prazos são contados dos respectivos atos e comunicações; o encerramento dos lances não corresponde à entrada imediata dos ônibus em operação.</li>
</ul>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Batida entre ônibus e caminhão na Dutra interdita descida da Serra das Araras nesta segunda-feira (05)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/batida-entre-onibus-e-caminhao-na-dutra-interdita-descida-da-serra-das-araras-nesta-segunda-feira-05/</link>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 11:30:53 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Acidente aconteceu na altura do Km 229 sentido Rio de Janeiro ARTHUR FERRARI Uma colisão entre ônibus e caminhão interditou a descida da Serra das Araras, na Rodovia Presidente Dutra, sentido Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026. O acidente aconteceu na altura do quilômetro 229, na região do município [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="426" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261005-WA0005.jpg?fit=600%2C426&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261005-WA0005.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261005-WA0005.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261005-WA0005.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261005-WA0005.jpg?resize=400%2C284&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <p><em>Acidente aconteceu na altura do Km 229 sentido Rio de Janeiro</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Uma colisão entre ônibus e caminhão interditou a descida da Serra das Araras, na Rodovia Presidente Dutra, sentido Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026. O acidente aconteceu na altura do quilômetro 229, na região do município de Piraí (RJ).</p>
<p>O coletivo transportava 34 passageiros e nenhum deles se feriu.</p>
<p>O tráfego foi totalmente bloqueado, gerando vários quilômetros de filas, e não há previsão de liberação da via.</p>
<p>As causas do acidente serão investigadas.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Volkswagen fornecerá 245 ônibus e 227 caminhões ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para ações em todo o Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/volkswagen-fornecera-245-onibus-e-227-caminhoes-ao-ministerio-da-integracao-e-do-desenvolvimento-regional-para-acoes-em-todo-o-brasil/</link>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 11:01:07 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ônibus terão carroceria Marcopolo Ideale 800, 40 poltronas reclináveis, banheiro e ar-condicionado; fornecimento abrangerá as cinco regiões brasileiras ADAMO BAZANI A Volkswagen Caminhões e Ônibus anunciou o fornecimento de 245 ônibus e 227 caminhões ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), totalizando 472 veículos destinados a ações de transporte, infraestrutura e logística nas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?w=2700&amp;ssl=1 2700w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Ônibus terão carroceria Marcopolo Ideale 800, 40 poltronas reclináveis, banheiro e ar-condicionado; fornecimento abrangerá as cinco regiões brasileiras</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Volkswagen Caminhões e Ônibus anunciou o fornecimento de 245 ônibus e 227 caminhões ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), totalizando 472 veículos destinados a ações de transporte, infraestrutura e logística nas cinco regiões do Brasil. Os ônibus serão do modelo Volksbus 17.230 OD, com carroceria Marcopolo Ideale 800 e capacidade para 40 passageiros.</p>
<p>Segundo o anúncio divulgado pela fabricante, a região Sul receberá o maior volume, com 152 veículos, seguida pelo Sudeste, com 108, Centro-Oeste, com 82, e Norte e Nordeste, com 65 unidades cada. Esses números somam ônibus e caminhões. A empresa não detalhou a divisão dos ônibus por região, os municípios beneficiados, o valor da contratação ou o cronograma de entregas.</p>
<h3>Ônibus terão banheiro, ar-condicionado e geladeira</h3>
<p>As 245 unidades do Volksbus 17.230 OD terão carroceria Marcopolo Ideale 800 na cor branca, com 40 poltronas reclináveis, banheiro, ar-condicionado e geladeira.</p>
<p>De acordo com a Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO), os veículos serão distribuídos entre todas as regiões brasileiras para apoiar operações de transporte e mobilidade vinculadas às atividades atendidas pelo ministério, com aplicações em prefeituras e estados.</p>
<p>O comunicado não especifica os serviços que serão realizados pelos ônibus nem apresenta itinerários ou critérios de utilização.</p>
<p>A gerente de Vendas ao Governo da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Adriana Cecconello, afirmou que os veículos atenderão diferentes demandas operacionais.</p>
<p>“Os veículos serão destinados a atividades essenciais em todas as regiões do Brasil, contribuindo para ampliar a capacidade de atendimento das ações coordenadas pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional”, disse.</p>
<h3>Caminhões serão utilizados no transporte de água e de cargas</h3>
<p>O lote de 227 caminhões terá dois modelos da linha Constellation, com configurações para transporte de água e de carga seca.</p>
<p>Serão fornecidas 115 unidades do Constellation 14.210 equipadas como caminhão-pipa, com capacidade de 6 mil litros, destinadas às regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul.</p>
<p>Outras 74 unidades do mesmo modelo terão carroceria de carga seca com sete metros de comprimento e serão destinadas ao Sudeste e ao Sul.</p>
<p>A operação inclui ainda 38 caminhões Constellation 26.260, configurados como caminhão-pipa de 12 mil litros, todos previstos para a região Sul.</p>
<p>Com isso, o fornecimento reúne 189 unidades do Constellation 14.210 e 38 do Constellation 26.260.</p>
<h3>Sul receberá o maior número de veículos</h3>
<p>A distribuição anunciada pela fabricante considera o conjunto de ônibus e caminhões:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Região</th>
<th>Total de veículos</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Sul</td>
<td>152</td>
</tr>
<tr>
<td>Sudeste</td>
<td>108</td>
</tr>
<tr>
<td>Centro-Oeste</td>
<td>82</td>
</tr>
<tr>
<td>Norte</td>
<td>65</td>
</tr>
<tr>
<td>Nordeste</td>
<td>65</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>472</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Segundo a montadora, a distribuição ocorrerá conforme as necessidades operacionais de cada localidade.</p>
<p>O anúncio apresenta o fornecimento como uma operação a ser realizada, sem informar quantas unidades já foram produzidas ou entregues. Também não identifica o procedimento de contratação, a origem dos recursos ou a vinculação a um programa específico do ministério.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/volkswagen-fornecera-245-onibus-e-227-caminhoes-ao-ministerio-da-integracao-e-do-desenvolvimento-regional-para-acoes-em-todo-o-brasil/feed/</wfw:commentRss>
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  </item>
  <item>
    <title>Eleições definem 20 governos no primeiro turno: o que esperar para ônibus, trens, metrôs e mobilidade em cada estado</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/eleicoes-definem-20-governos-no-primeiro-turno-o-que-esperar-para-onibus-trens-metros-e-mobilidade-em-cada-estado/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/eleicoes-definem-20-governos-no-primeiro-turno-o-que-esperar-para-onibus-trens-metros-e-mobilidade-em-cada-estado/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 10:01:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Expansão dos trilhos, renovação de ônibus, integração de tarifas e novas ligações metropolitanas estão entre os compromissos dos eleitos; sete unidades da Federação ainda têm disputas abertas, com ressalva judicial no Rio de Janeiro ADAMO BAZANI As eleições deste domingo, 4 de outubro de 2026, definiram os governadores de 20 estados e deram o primeiro [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="524" height="303" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transbrasil-BRT.png?fit=524%2C303&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transbrasil-BRT.png?w=524&amp;ssl=1 524w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transbrasil-BRT.png?resize=300%2C173&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transbrasil-BRT.png?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transbrasil-BRT.png?resize=400%2C231&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 524px) 100vw, 524px" /> <p><em>Expansão dos trilhos, renovação de ônibus, integração de tarifas e novas ligações metropolitanas estão entre os compromissos dos eleitos; sete unidades da Federação ainda têm disputas abertas, com ressalva judicial no Rio de Janeiro</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>As eleições deste domingo, 4 de outubro de 2026, definiram os governadores de 20 estados e deram o primeiro encaminhamento para decisões que vão afetar as viagens de milhões de brasileiros nos próximos quatro anos. Entre os compromissos apresentados estão ampliar metrôs e veículos leves sobre trilhos, renovar ônibus, integrar passagens e construir corredores metropolitanos. Dos vencedores, 11 já ocupam o governo e continuarão no cargo, enquanto nove representam a chegada de novos governadores.</p>
<p>Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins terão uma nova votação em 25 de outubro. No Rio de Janeiro, Douglas Ruas e Eduardo Paes aparecem como os dois candidatos da disputa seguinte, mas a definição exige uma ressalva: o tratamento judicial dos votos de Anthony Garotinho pode alterar o cálculo e permitir a vitória de Ruas ainda no primeiro turno. Para os passageiros, a expectativa em todo o país envolve tanto concluir obras quanto garantir ônibus e trens frequentes, integrações que funcionem e tarifas compatíveis com a renda das famílias.</p>
<h3>O resultado em cada estado e no Distrito Federal</h3>
<p>A tabela distingue os governadores reeleitos daqueles que chegam ao cargo. Nos casos de Goiás, Mato Grosso e Paraíba, os vencedores eram vices, assumiram o governo em 2026 e agora conquistaram a eleição como titulares.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Unidade da Federação</th>
<th>Vencedor ou candidatos que continuam na disputa</th>
<th>Situação eleitoral</th>
<th>Reeleição ou novo governador</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Acre</td>
<td>Mailza Assis, do PP, e Alan Rick, do Republicanos</td>
<td>Segundo turno</td>
<td>Mailza busca permanecer no governo; Alan busca assumir</td>
</tr>
<tr>
<td>Alagoas</td>
<td>João Henrique Caldas, o JHC, do PSDB</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Amapá</td>
<td>Dr. Furlan, do PSD</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Amazonas</td>
<td>Omar Aziz, do PSD, e Professora Maria do Carmo, do PL</td>
<td>Segundo turno</td>
<td>Ambos estão fora do governo atual; Omar já governou o estado</td>
</tr>
<tr>
<td>Bahia</td>
<td>Jerônimo Rodrigues, do PT</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
<tr>
<td>Ceará</td>
<td>Elmano de Freitas, do PT</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
<tr>
<td>Distrito Federal</td>
<td>Celina Leão, do PP, e Leandro Grass, do PT</td>
<td>Segundo turno</td>
<td>Celina busca permanecer no governo; Grass busca assumir</td>
</tr>
<tr>
<td>Espírito Santo</td>
<td>Lorenzo Pazolini, do Republicanos, e Ricardo Ferraço, do MDB</td>
<td>Segundo turno</td>
<td>Ferraço busca permanecer no governo; Pazolini busca assumir</td>
</tr>
<tr>
<td>Goiás</td>
<td>Daniel Vilela, do MDB</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito; assumiu como vice em 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Maranhão</td>
<td>Eduardo Braide, do PSD</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Mato Grosso</td>
<td>Otaviano Pivetta, do Republicanos</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito; assumiu como vice em 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Mato Grosso do Sul</td>
<td>Eduardo Riedel, do PP</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
<tr>
<td>Minas Gerais</td>
<td>Cleitinho Azevedo, do Republicanos</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Pará</td>
<td>Daniel Santos, o Dr. Daniel, do Podemos</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Paraíba</td>
<td>Lucas Ribeiro, do PP</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito; assumiu como vice em 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Paraná</td>
<td>Sergio Moro, do PL</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Pernambuco</td>
<td>Raquel Lyra, do PSD</td>
<td>Eleita no primeiro turno</td>
<td>Reeleita</td>
</tr>
<tr>
<td>Piauí</td>
<td>Rafael Fonteles, do PT</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio de Janeiro</td>
<td>Douglas Ruas, do PL, e Eduardo Paes, do PSD</td>
<td>Disputa aberta, com possibilidade de alteração judicial do resultado</td>
<td>Ambos buscam assumir o governo</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Grande do Norte</td>
<td>Allyson Bezerra, do União Brasil, e Cadu de Lula, do PT</td>
<td>Segundo turno</td>
<td>Ambos buscam assumir o governo</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Grande do Sul</td>
<td>Luciano Zucco, do PL</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Rondônia</td>
<td>Marcos Rogério, do PL</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Roraima</td>
<td>Arthur Henrique, do PL</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador no exercício do cargo</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Catarina</td>
<td>Jorginho Mello, do PL</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
<tr>
<td>São Paulo</td>
<td>Tarcísio de Freitas, do Republicanos</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
<tr>
<td>Sergipe</td>
<td>Fábio Mitidieri, do PSD</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O grupo dos oito governadores eleitos originalmente em 2022 e agora reeleitos reúne Jerônimo Rodrigues, Elmano de Freitas, Eduardo Riedel, Raquel Lyra, Rafael Fonteles, Jorginho Mello, Tarcísio de Freitas e Fábio Mitidieri. Daniel Vilela, Otaviano Pivetta e Lucas Ribeiro completam os 11 vencedores que já estavam à frente do Executivo.</p>
<p>Os nove novos governadores são JHC, Dr. Furlan, Eduardo Braide, Cleitinho, Dr. Daniel, Sergio Moro, Luciano Zucco, Marcos Rogério e Arthur Henrique. Em Roraima, Arthur também venceu uma eleição suplementar neste ano, mas não chegou a tomar posse; por isso, sua vitória de outubro representa a chegada ao exercício do governo.</p>
<h3>Como os governadores podem interferir na viagem diária, mesmo quando o ônibus é municipal</h3>
<p>A responsabilidade pelo transporte está distribuída entre diferentes governos. Os municípios administram seus ônibus urbanos; os estados têm papel direto nas linhas intermunicipais e metropolitanas, na infraestrutura estadual e, conforme o sistema, em metrôs, trens e barcas. Há ainda redes ferroviárias operadas por empresas federais.</p>
<p>Essa divisão aparece na vida do passageiro quando ele precisa atravessar uma divisa municipal. Uma mesma viagem pode envolver um ônibus da prefeitura, outro regulado pelo estado e um trem federal, com regras diferentes de integração e cobrança.</p>
<p>O novo Marco Legal do Transporte Público Coletivo, aprovado em 2026, reforça a participação dos estados no planejamento integrado das redes metropolitanas e abre espaço para apoio financeiro aos sistemas. A aplicação dependerá de orçamento, acordos entre governos e contratos capazes de transformar os recursos em serviços melhores.</p>
<p>O levantamento do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> reúne a seguir compromissos apresentados pelos candidatos, projetos existentes e os desafios de execução. As necessidades apontadas são uma análise do que cada proposta precisa resolver para produzir benefício ao passageiro.</p>
<h3>Alagoas: JHC propõe levar renovação dos ônibus e integração para além de Maceió</h3>
<p>JHC chega ao governo com uma agenda que pretende ampliar para o estado iniciativas associadas à sua passagem pela Prefeitura de Maceió. O programa apresentado inclui o Alagoas se Move, voltado à integração intermunicipal, além do Rapidão Alagoas, da renovação de veículos pela Rede Geladão e de passe livre estudantil estadual.</p>
<p>O ponto central será definir como essas medidas alcançarão viagens entre municípios. A aplicação exige identificar linhas, dimensionar frota, estabelecer regras de integração e determinar quem financiará os benefícios. Para o trabalhador que mora fora da capital, a melhoria precisa aparecer no custo total e no tempo do percurso.</p>
<p>Na infraestrutura ferroviária, o retorno do veículo leve sobre trilhos aos bairros de Mutange e Bebedouro integra a agenda existente. As obras foram anunciadas pela Prefeitura de Maceió com previsão de conclusão em 2027, após a interrupção provocada pelos problemas de instabilidade do solo.</p>
<p>A articulação com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos será necessária para aproximar os trilhos das linhas de ônibus e garantir acessibilidade nos caminhos até as estações.</p>
<h3>Amapá: Furlan coloca a ligação Macapá–Santana e o transporte fluvial entre as prioridades</h3>
<p>O programa de Dr. Furlan prevê estruturar uma concessão para o transporte coletivo metropolitano entre Macapá e Santana, com integração operacional e tarifária, renovação da frota e introdução gradual de ônibus elétricos. Também contempla prioridade à circulação dos coletivos e melhorias na infraestrutura de atendimento.</p>
<p>O desafio será organizar uma rede que trate os dois municípios como parte da mesma rotina de deslocamento. Horários compatíveis, conexões previsíveis e regras claras de cobrança serão decisivos para quem utiliza o transporte para trabalhar ou estudar.</p>
<p>A agenda inclui ainda terminais hidroviários em Macapá, Laranjal do Jari e Oiapoque, além de intervenções rodoviárias. No Amapá, os deslocamentos por água precisam entrar no planejamento de passageiros com condições de embarque, segurança e acessibilidade.</p>
<p>A eletrificação proposta terá de vir acompanhada de infraestrutura de recarga, capacidade das garagens e financiamento da operação, para que a compra de veículos resulte em serviço regular.</p>
<h3>Bahia: Jerônimo terá de concluir o veículo leve sobre trilhos e avançar na expansão do metrô</h3>
<p>A reeleição de Jerônimo Rodrigues mantém no centro da agenda o veículo leve sobre trilhos de Salvador e a expansão metroviária. Durante a campanha, o governador propôs ampliar o alcance do transporte ferroviário até Camaçari.</p>
<p>Há frentes em estágios distintos. Em abril de 2026, o governo estadual anunciou uma nova etapa do veículo leve sobre trilhos no eixo Baixa do Fiscal–Retiro e autorizou o avanço do metrô entre a Lapa e o Campo Grande. A extensão para Camaçari exige projetos, recursos e definição de etapas próprias.</p>
<p>Para o passageiro, o resultado dependerá da conexão entre os novos trechos, os ônibus alimentadores e o restante da rede. Acesso às estações, cobrança integrada e frequência serão tão relevantes quanto a extensão inaugurada.</p>
<p>O segundo mandato terá como cobrança principal transformar as intervenções em uma rede utilizável pelos moradores do Subúrbio Ferroviário e dos municípios metropolitanos, com redução efetiva das transferências e do tempo de viagem.</p>
<h3>Ceará: Elmano promete transporte gratuito nos fins de semana e mantém a Linha Leste como obra central</h3>
<p>Elmano de Freitas apresentou na reta final da campanha o Vai de Graça, em parceria com a Prefeitura de Fortaleza. A proposta é permitir viagens gratuitas aos sábados e domingos em ônibus, transporte complementar, metrô e veículos leves sobre trilhos.</p>
<p>A medida pode ampliar o acesso ao lazer, ao comércio e aos serviços, mas sua implantação exigirá definir a abrangência, o financiamento e a oferta de viagens. A gratuidade anunciada para Fortaleza não deve ser confundida com um benefício já assegurado a todas as linhas do estado.</p>
<p>Na infraestrutura, a Linha Leste do Metrô de Fortaleza permanece como uma das principais frentes de execução. O planejamento estadual também inclui o ramal ferroviário de acesso ao aeroporto.</p>
<p>A expectativa para o novo mandato combina a conclusão dos projetos com a integração da rede existente. Será necessário garantir conexões entre ônibus e trilhos, horários compatíveis e capacidade para atender a demanda que o programa de gratuidade pretende estimular.</p>
<h3>Goiás: Daniel Vilela promete dois eixos de transporte entre o Entorno e o Distrito Federal</h3>
<p>Daniel Vilela propôs um corredor de ônibus entre Luziânia e Santa Maria, no Distrito Federal, e um novo sistema de transporte de passageiros entre Águas Lindas de Goiás e Ceilândia.</p>
<p>Os dois eixos procuram atender deslocamentos que atravessam a divisa diariamente. A execução dependerá de acordos com o governo do Distrito Federal e os municípios, além da definição de operação, financiamento e integração de tarifas.</p>
<p>Na Grande Goiânia, o novo mandato também encontrará a continuidade da modernização do transporte coletivo. Em 2026, a Metrobus anunciou o recebimento de 21 ônibus elétricos Volvo, sendo 16 articulados e cinco biarticulados.</p>
<p>Para o usuário, a avaliação deverá considerar a regularidade dos serviços, o funcionamento das integrações e a redução dos tempos de viagem. No Entorno, a tarifa acumulada e as transferências entre sistemas precisam fazer parte do projeto desde o início.</p>
<h3>Maranhão: Braide promete novas estradas e intervenções no trânsito, com desafio de integrar a Grande Ilha</h3>
<p>Eduardo Braide propõe o Estrada Nova, para reconstruir e ampliar rodovias estaduais, e o Asfalto Novo, voltado à pavimentação nos municípios. Sua agenda também contempla intervenções para melhorar a circulação em parceria com as prefeituras.</p>
<p>A chegada ao governo amplia o alcance e a complexidade das decisões. Na Grande Ilha, viagens entre São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa exigem planejamento conjunto das linhas, dos pontos de transferência e das condições de circulação.</p>
<p>As obras viárias precisam ser acompanhadas de prioridade aos ônibus e de melhorias no acesso aos pontos. O benefício para o passageiro será limitado se os coletivos continuarem sujeitos aos mesmos congestionamentos, com conexões demoradas.</p>
<p>O transporte aquaviário entre a Ponta da Espera e o Cujupe também integra as responsabilidades da próxima gestão. A agenda de acompanhamento deve considerar disponibilidade das embarcações, manutenção, acessibilidade, capacidade dos terminais e atendimento nos períodos de maior procura.</p>
<h3>Mato Grosso: Pivetta terá de transformar as obras dos corredores em operação integrada</h3>
<p>Otaviano Pivetta assumirá o novo mandato com uma cobrança imediata sobre o sistema de ônibus de trânsito rápido de Cuiabá e Várzea Grande. Em setembro, prometeu concluir os terminais até dezembro de 2026.</p>
<p>O primeiro eixo liga a região da Avenida do CPA ao Aeroporto Marechal Rondon. O corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa constitui outra frente do projeto e terá continuidade a ser acompanhada no próximo ciclo de governo.</p>
<p>A conclusão das estruturas físicas precisa ser vinculada ao início do serviço. Em 2026, o estado ainda trabalhava na atualização de estudos de demanda, dimensionamento da frota e modelagem da operação e manutenção.</p>
<p>O sistema sucede o projeto de veículo leve sobre trilhos associado à Copa de 2014. Depois dos adiamentos e da mudança de solução, os passageiros precisarão conhecer cronogramas verificáveis, tarifas, linhas alimentadoras e condições de transferência entre Cuiabá e Várzea Grande.</p>
<h3>Mato Grosso do Sul: Riedel aposta na conexão rodoviária e terá de aproximar infraestrutura e transporte de passageiros</h3>
<p>Eduardo Riedel apresentou a meta de alcançar 6.660 quilômetros de rodovias estaduais pavimentadas até 2030. O programa também prevê fortalecer a aviação regional e integrar diferentes meios de transporte.</p>
<p>A continuidade dos investimentos pode melhorar as condições das viagens intermunicipais, inclusive os deslocamentos para serviços de saúde, educação e trabalho. Os resultados precisam ser acompanhados pela manutenção das estradas, pela segurança e pela disponibilidade de transporte para a população.</p>
<p>Nos projetos de aeroportos e aeródromos, a próxima gestão terá de avaliar como a infraestrutura se converte em conectividade efetiva, com serviços de passageiros e condições operacionais.</p>
<p>Na mobilidade urbana, a atuação estadual pode apoiar os municípios no planejamento e no financiamento. Em Campo Grande e nas cidades que recebem novos empreendimentos, será necessário relacionar expansão habitacional, localização dos empregos e oferta de ônibus, evitando que o crescimento aumente as distâncias para quem depende do transporte coletivo.</p>
<h3>Minas Gerais: Cleitinho propõe integração metropolitana e fiscalização das obras do metrô</h3>
<p>Cleitinho apresentou um novo marco para a mobilidade urbana metropolitana, com integração tarifária, física e operacional e fiscalização baseada no desempenho dos serviços.</p>
<p>Para a Região Metropolitana de Belo Horizonte, isso significa enfrentar a organização de viagens que combinam ônibus municipais, linhas metropolitanas e metrô. O passageiro deverá conseguir perceber a mudança no custo das conexões, na espera e na informação disponível.</p>
<p>Na infraestrutura ferroviária, o governador eleito encontrará a modernização da Linha 1 e a implantação da Linha 2, em direção ao Barreiro. Seu programa prevê fiscalizar a concessão para cobrar prazos e investimentos. O governo estadual apresentou em 2026 o cronograma das obras e a incorporação de novos trens.</p>
<p>Cleitinho também propôs destravar o Rodoanel de Belo Horizonte e redirecionar os recursos para outras intervenções caso o projeto permaneça impedido. Nas rodovias, defende investimentos orçamentários e captação federal, com reajustes de pedágio vinculados à entrega das obras previstas.</p>
<p>A necessidade de mobilidade envolve combinar essas frentes: melhorar o serviço existente enquanto as expansões são executadas, com proteção aos passageiros que dependem diariamente das linhas metropolitanas.</p>
<h3>Pará: Dr. Daniel assume com propostas para taxistas e aplicativos e uma rede metropolitana de ônibus para administrar</h3>
<p>Dr. Daniel prometeu zerar o imposto sobre veículos para motoristas e motociclistas de aplicativo e taxistas, além de criar pontos de apoio para esses profissionais. Também apresentou a intenção de acabar com pedágios e melhorar as estradas.</p>
<p>Essas medidas exigirão definição das condições de acesso, avaliação fiscal e tratamento dos contratos existentes. No caso do apoio aos profissionais, a execução precisa estabelecer localização, serviços e manutenção dos espaços.</p>
<p>Na Região Metropolitana de Belém, o governador eleito encontrará o sistema de ônibus de trânsito rápido em operação, com terminais e regras tarifárias próprias. A prioridade será assegurar que os investimentos se sustentem como serviço: viagens cumpridas, veículos disponíveis, conexões e fiscalização.</p>
<p>A articulação com os ônibus municipais de Belém, Ananindeua e dos demais municípios será fundamental. No interior, o planejamento também precisa considerar o transporte fluvial e as condições de embarque das comunidades atendidas por água.</p>
<h3>Paraíba: Lucas Ribeiro terá a Ponte do Futuro e a integração da Grande João Pessoa entre as cobranças</h3>
<p>Lucas Ribeiro defendeu a continuidade de projetos de mobilidade na capital e em outros municípios. Uma das principais obras é o complexo Ponte do Futuro, que pretende interligar Cabedelo, Santa Rita e Lucena.</p>
<p>O empreendimento reúne pontes, acessos rodoviários e intervenções complementares, com potencial para reorganizar viagens entre Cabedelo e o Litoral Norte. Durante 2026, a gestão manteve a previsão de conclusão até o fim do ano.</p>
<p>A execução também passou a exigir atenção adicional à segurança após o acidente de setembro, quando o desabamento de uma estrutura deixou uma pessoa morta e duas feridas.</p>
<p>Para o transporte público, a abertura de novas ligações deve ser acompanhada do planejamento das linhas e dos pontos de atendimento. A Grande João Pessoa também dispõe de uma rede ferroviária federal, incluída pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos na consulta de 2026 para aquisição de novos veículos leves sobre trilhos.</p>
<p>O próximo mandato terá de articular infraestrutura viária, ônibus e trens para que as novas rotas beneficiem quem viaja sem automóvel.</p>
<h3>Paraná: Moro propõe reorganizar linhas, qualificar terminais e fortalecer o planejamento metropolitano</h3>
<p>O programa de Sergio Moro prevê reestruturação das linhas de ônibus e dos eixos metropolitanos, além do Terminal Novo, voltado à reforma e à qualificação de terminais de transferência e pontos de atendimento.</p>
<p>As propostas incluem acessibilidade e melhorias nas condições de uso do transporte. Para a Região Metropolitana de Curitiba, a execução exigirá coordenação entre os serviços municipais e a rede administrada pelo estado.</p>
<p>O Paraná já dispõe de uma estrutura de planejamento metropolitano e de trabalhos para o desenvolvimento integrado da região de Curitiba. O novo governo terá de transformar essas ferramentas em decisões sobre trajetos, horários, contratos e investimentos.</p>
<p>Nos municípios de médio porte, o apoio estadual poderá contribuir para qualificar terminais e conexões regionais. As intervenções devem ser avaliadas pelo funcionamento das transferências, pela informação aos passageiros e pela redução dos tempos de espera, além das condições físicas dos equipamentos.</p>
<h3>Pernambuco: Raquel promete frota totalmente climatizada e continuidade dos investimentos metropolitanos</h3>
<p>Raquel Lyra assumiu o compromisso de garantir ônibus com ar-condicionado em toda a frota da Região Metropolitana do Recife. Sua agenda contempla veículos elétricos, melhorias nos terminais e continuidade da qualificação dos corredores.</p>
<p>Na campanha, a governadora destacou investimentos nos eixos Norte–Sul e Leste–Oeste, nas estações do sistema de ônibus de trânsito rápido e na política de integração tarifária.</p>
<p>O segundo mandato terá de apresentar um cronograma para completar a climatização e manter os veículos em condições de serviço. A renovação precisa ser acompanhada da infraestrutura necessária aos elétricos, do cumprimento das viagens e da adequação da frota à demanda.</p>
<p>Outra frente será a recuperação do Metrô do Recife e sua conexão com os ônibus. Como a rede ferroviária é federal, mudanças de gestão, investimentos e eventual reorganização dependerão de acordos com a União.</p>
<p>Para o passageiro, a cobrança será por uma viagem integrada, com menos espera e maior confiabilidade nos ônibus e nos trilhos.</p>
<h3>Piauí: Fonteles promete levar o metrô às zonas Sul e Norte de Teresina</h3>
<p>Rafael Fonteles apresentou a intenção de ampliar o sistema ferroviário de Teresina para as zonas Sul e Norte. Na campanha, afirmou que o estado trabalhava nos projetos para expandir a cobertura da rede.</p>
<p>O novo mandato dará continuidade à modernização já iniciada. Em julho de 2026, o governo entregou mais uma estação na zona Sudeste e informou avanço das intervenções no sistema.</p>
<p>A expansão precisa ser acompanhada da organização das conexões com os ônibus municipais. Frequência, localização das estações e acesso a pé serão determinantes para que os novos trechos sejam utilizados nas viagens diárias.</p>
<p>Também será necessário distinguir o cronograma das obras existentes daquele das expansões ainda em projeto. Para cada etapa, a população deverá conhecer traçado, recursos, contratação e previsão de atendimento.</p>
<p>A pavimentação de ruas e avenidas, igualmente presente na agenda do governador, pode melhorar a circulação dos ônibus, desde que venha acompanhada de planejamento de linhas, pontos acessíveis e prioridade ao transporte coletivo.</p>
<h3>Rondônia: Marcos Rogério propõe conectar regiões, fiscalizar acessibilidade e proteger profissionais do transporte</h3>
<p>Marcos Rogério apresentou o Rotas do Desenvolvimento, voltado à pavimentação e à conexão entre regiões, e o Rondônia Sem Atoleiro, para manutenção planejada de vias em parceria com os municípios.</p>
<p>No transporte de passageiros, o programa prevê fiscalização da acessibilidade dos veículos intermunicipais, incluindo equipamentos funcionando e preparação dos condutores para o atendimento.</p>
<p>Outra proposta é o Rota Protegida, destinado à segurança de taxistas, mototaxistas, motoristas de aplicativos e profissionais de diferentes modalidades de transporte. O plano contempla recursos tecnológicos para comunicação de emergências e localização.</p>
<p>A execução deverá combinar recuperação de acessos com fiscalização dos serviços e condições de viagem. Para os moradores do interior, estradas transitáveis durante o ano são necessárias para chegar às escolas, aos hospitais e aos centros regionais.</p>
<p>Nas áreas atendidas por rios, terminais e segurança das embarcações também precisam integrar o planejamento, com responsabilidades e mecanismos de acompanhamento definidos.</p>
<h3>Roraima: Arthur Henrique promete transporte para comunidades do Baixo Rio Branco</h3>
<p>Arthur Henrique apresentou a implantação de transporte público de passageiros e cargas para comunidades do Baixo Rio Branco como um compromisso de campanha.</p>
<p>A proposta procura atender moradores que dependem de serviços privados para sair das localidades e acessar estudo, trabalho e atendimento de saúde. Para avançar, precisará definir rotas, frequência, formas de contratação, financiamento e condições de embarque.</p>
<p>O programa também contempla recuperação de pontes e estradas vicinais e melhorias no transporte escolar. No Baixo Rio Branco, os acessos fluviais devem ser planejados considerando as condições de navegação e a continuidade do atendimento.</p>
<p>O próximo governo encontrará ainda iniciativas de infraestrutura, como a contratação de um aeródromo em Santa Maria do Boiaçu. A articulação entre transporte aéreo, terrestre e fluvial deve considerar as necessidades concretas dos moradores.</p>
<p>A principal cobrança será transformar os anúncios em serviços previsíveis, para que deslocamentos essenciais possam ser programados com segurança.</p>
<h3>Rio Grande do Sul: Zucco promete integrar ônibus e trem, com bilhetagem e fiscalização compartilhadas</h3>
<p>Luciano Zucco apresentou uma agenda específica para reorganizar a mobilidade metropolitana. Entre as propostas estão integração entre ônibus municipais, metropolitanos e Trensurb, bilhetagem interoperável, descontos nas conexões e uma estrutura de gestão compartilhada entre governos.</p>
<p>O plano também prevê contratos vinculados à qualidade, fiscalização em tempo real, renovação da frota e prioridade aos ônibus nos corredores, em acordo com os municípios.</p>
<p>Para o usuário, a proposta pode representar menos cobranças acumuladas, transferências mais rápidas e informação unificada. A execução exigirá definir a compensação financeira entre os operadores e as responsabilidades de cada ente.</p>
<p>A recuperação e a proteção da infraestrutura ferroviária e rodoviária diante de eventos climáticos constituem outra frente. As enchentes de 2024 demonstraram a necessidade de rotas alternativas e continuidade operacional.</p>
<p>O compromisso do novo governo inclui articular com a União e a Trensurb a integração e a recuperação resiliente do sistema. Expansões ferroviárias dependerão de demanda, projeto e financiamento próprios.</p>
<h3>Santa Catarina: Jorginho promete continuidade das rodovias e encontrará o projeto aquaviário da Grande Florianópolis</h3>
<p>Jorginho Mello apresentou a continuidade do Estrada Boa e a aceleração da Viamar, corredor rodoviário planejado paralelamente à rodovia federal que atravessa o litoral catarinense.</p>
<p>A execução deverá distinguir as etapas de projeto, licenciamento, contratação e obra. Para a mobilidade, será necessário avaliar como os novos acessos se relacionarão com os serviços de ônibus e com a circulação entre municípios.</p>
<p>Na Grande Florianópolis, o transporte aquaviário permanece como outra frente de planejamento. Em janeiro de 2026, a InvestSC apresentou uma oportunidade de concessão com estudos de viabilidade para ligações entre São José e o Centro de Florianópolis.</p>
<p>O projeto considera embarcações, terminais e integração com outros meios de transporte. Sua transformação em serviço depende da viabilidade, das condições operacionais e da tarifa.</p>
<p>A próxima gestão terá de combinar as intervenções rodoviárias com o fortalecimento do transporte coletivo, especialmente nas viagens entre a Ilha e o Continente e nas conexões metropolitanas.</p>
<h3>São Paulo: Tarcísio terá de entregar expansões, fiscalizar concessões e resolver os atrasos do corredor de ônibus do ABC</h3>
<p>Tarcísio de Freitas apresentou a continuidade da expansão de metrôs, trens, veículos leves sobre trilhos e corredores de ônibus, com maior integração entre os sistemas.</p>
<p>O segundo mandato encontrará uma extensa carteira de projetos, entre eles a Linha 6–Laranja, a expansão da Linha 2–Verde e o Trem Intercidades entre São Paulo e Campinas. As etapas precisam ser acompanhadas separadamente, considerando obras civis, sistemas, trens, testes e início do atendimento.</p>
<p>No Grande ABC, a execução do corredor de ônibus entre a região e a capital permanece como uma cobrança. Em setembro, Tarcísio afirmou que o contrato poderia ser encerrado por descumprimento caso o empreendimento não fosse entregue ainda em 2026.</p>
<p>A agenda de concessões exigirá fiscalização dos investimentos e da operação. Pontualidade, cumprimento de viagens, conservação, acessibilidade e resposta às falhas serão critérios para avaliar os resultados.</p>
<p>A integração tarifária e operacional também deverá avançar para que a expansão física da rede se traduza em trajetos mais simples. Uma nova estação precisa contar com acessos e conexões adequados aos bairros que pretende atender.</p>
<p>Nos ônibus metropolitanos, o estado terá de coordenar a renovação de frota e a transição energética com a infraestrutura e o financiamento. Nas cidades, inclusive na capital, os serviços municipais continuarão sob responsabilidade das prefeituras, exigindo cooperação para corredores e integrações.</p>
<h3>Sergipe: Mitidieri promete veículo leve sobre trilhos e terá de definir a operação regional</h3>
<p>Fábio Mitidieri reafirmou o compromisso de implantar um veículo leve sobre trilhos para conectar Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão e Laranjeiras, com aproveitamento de parte da malha ferroviária existente.</p>
<p>Em julho de 2026, foi assinado um acordo de cooperação para iniciar os procedimentos de viabilização. A etapa deve ser acompanhada pela apresentação dos projetos, pela definição do financiamento e pela contratação das intervenções necessárias.</p>
<p>O governador também apresentou o Arco Metropolitano e a nova ponte entre Aracaju e Barra dos Coqueiros em sua agenda de infraestrutura.</p>
<p>O novo mandato terá de explicar como essas iniciativas funcionarão com as linhas de ônibus da região. No caso dos trilhos, será necessário definir operador, manutenção, frequência e política tarifária.</p>
<p>A integração com terminais e linhas alimentadoras será decisiva para o alcance do serviço. O planejamento deve considerar os deslocamentos entre os quatro municípios e a continuidade das viagens até os bairros.</p>
<h3>Acre: segundo turno confronta propostas para rodovias, acessos e integração do território</h3>
<p>Mailza Assis e Alan Rick levam ao segundo turno propostas de melhoria das conexões do Acre. A agenda de Mailza contempla rodovias, ramais, pontes, aeródromos e acessos fluviais. Alan apresenta o Acre Interligado, com intervenções rodoviárias e propostas de contornos urbanos.</p>
<p>Entre as frentes citadas por Alan estão um arco metropolitano em Rio Branco e ligações para melhorar a circulação na região de Brasileia e Epitaciolândia. Os candidatos também tratam das rodovias federais que conectam o estado, cuja execução exige participação da União.</p>
<p>A necessidade principal é assegurar viagens confiáveis durante o ano, com manutenção adequada às condições locais. A dificuldade de acesso afeta transporte escolar, deslocamentos intermunicipais e atendimento de saúde.</p>
<p>No segundo turno, os programas precisarão detalhar prioridades, fontes de recursos e o atendimento por transporte público. Nas áreas mais afastadas, a avaliação deverá considerar também embarcações, terminais e serviços aéreos, conforme as necessidades de cada região.</p>
<h3>Amazonas: Omar prioriza a conclusão do Anel Leste; Maria do Carmo propõe o Expresso Oeste</h3>
<p>Omar Aziz inclui a conclusão do Anel Leste entre as intervenções para melhorar a mobilidade de Manaus e estruturar conexões entre áreas residenciais e de emprego.</p>
<p>Professora Maria do Carmo propõe o Expresso Oeste, uma ligação viária suspensa a partir da região da Ponta Negra, com primeira etapa em direção à área central. A candidata apresentou estimativa de R$ 3,8 bilhões e mencionou recursos estaduais e financiamento internacional.</p>
<p>Os dois compromissos exigem detalhamento sobre execução e benefício ao transporte público. Será necessário explicar como os corredores atenderão ônibus, reduzirão tempos de viagem e se conectarão ao sistema municipal.</p>
<p>Fora de Manaus, a mobilidade estadual envolve sobretudo os rios. A próxima gestão deverá considerar embarcações, terminais, segurança, acessibilidade e condições de atendimento durante mudanças no nível das águas.</p>
<p>O segundo turno abre espaço para esclarecer como as grandes propostas da capital se combinam com a circulação de passageiros no interior.</p>
<h3>Distrito Federal: Celina e Grass disputam o modelo de gratuidade e a expansão do metrô</h3>
<p>Celina Leão propõe ampliar a gratuidade para a população de baixa renda, expandir a Linha 1 do metrô e avançar em uma Linha 2 em direção ao Gama.</p>
<p>Leandro Grass defende implantação progressiva de tarifa zero com alcance mais amplo, bilhete único com o Entorno e investimento no sistema público de transporte.</p>
<p>A diferença envolve o público atendido e a forma de expansão do benefício. O segundo turno deverá esclarecer quem terá direito à gratuidade, em que prazo, com qual financiamento e com qual oferta de ônibus e metrô.</p>
<p>A expansão ferroviária exige separar intervenções em desenvolvimento de novos trechos que dependem de estudos e contratação. A integração com os municípios goianos será igualmente relevante.</p>
<p>Como Daniel Vilela já foi eleito em Goiás, a próxima gestão do Distrito Federal terá de negociar desde o início os projetos de Luziânia–Santa Maria e Águas Lindas–Ceilândia, com regras conjuntas para operação e tarifas.</p>
<h3>Espírito Santo: Pazolini propõe modernizar o Transcol; Ferraço aposta em novas conexões e expansão aquaviária</h3>
<p>Lorenzo Pazolini apresentou propostas de modernização do Transcol, qualificação dos terminais e integração com os sistemas municipais.</p>
<p>Ricardo Ferraço propõe uma nova ponte paralela à Florentino Avidos, expansão do transporte aquaviário, novas embarcações e melhorias nas conexões com os ônibus. Sua agenda também contempla infraestrutura cicloviária e acesso aos terminais.</p>
<p>O governo estadual colocou em operação, em maio de 2026, a estação aquaviária da Rodoviária de Vitória. Com isso, o sistema passou a contar com quatro pontos de embarque e desembarque na Grande Vitória.</p>
<p>A disputa deverá esclarecer como as propostas ampliarão frequência, cobertura e velocidade do transporte coletivo. A expansão aquaviária precisa considerar horários compatíveis com o Transcol e acesso adequado às estações.</p>
<p>Nas obras viárias, a avaliação para o passageiro deverá incluir prioridade aos ônibus e conexões com os terminais, além da circulação de veículos em geral.</p>
<h3>Rio de Janeiro: integração tarifária e recuperação dos trens estão no centro da disputa, com resultado sujeito a decisão judicial</h3>
<p>O Rio de Janeiro exige acompanhamento eleitoral adicional. Douglas Ruas e Eduardo Paes aparecem na disputa seguinte, mas o cálculo dos votos válidos poderá mudar conforme a decisão sobre os votos de Anthony Garotinho. A eventual confirmação da vitória de Ruas no primeiro turno alteraria o quadro nacional.</p>
<p>Na mobilidade, Ruas apresenta propostas de integração entre trens, metrô, barcas, ônibus e corredores de trânsito rápido. Seu programa contempla estudos e captação para a Linha 3 e um corredor metropolitano na Baixada Fluminense, além de acompanhamento dos indicadores de qualidade.</p>
<p>Paes promete recuperar a rede ferroviária, implantar bilhetagem eletrônica estadual, subsidiar o transporte intermunicipal e expandir o metrô. Durante a campanha, citou a extensão da Linha 2, a ligação em direção a São Gonçalo e atendimento a Belford Roxo e São João de Meriti.</p>
<p>A necessidade imediata é garantir confiabilidade ao serviço de trens e reduzir o peso das conexões no orçamento dos passageiros. A integração precisa abranger a Baixada, o Leste Fluminense e as viagens por barcas, com horários e regras de cobrança compreensíveis.</p>
<p>A Linha 3 permanece como uma proposta de grande porte. Sua execução exige definição de traçado, projeto, licenciamento, financiamento e contrato. Esses passos deverão ser apresentados ao público para permitir a cobrança de marcos concretos.</p>
<p>O próximo governo terá de atuar simultaneamente sobre as expansões e sobre a qualidade das viagens que já existem.</p>
<h3>Rio Grande do Norte: Allyson e Cadu propõem uma terceira ponte em Natal, mas terão de explicar o atendimento por transporte coletivo</h3>
<p>Allyson Bezerra e Cadu de Lula apresentaram a terceira ponte sobre o Rio Potengi como uma alternativa de mobilidade para Natal.</p>
<p>Allyson também propõe integrar as avenidas Itapetinga e das Fronteiras às pontes de Igapó e Newton Navarro. Em Mossoró, defendeu articulação com a União e a bancada federal para duplicar a Avenida Francisco Mota.</p>
<p>O segundo turno deverá esclarecer traçados, recursos, etapas e o papel do transporte coletivo nesses projetos. Para os moradores da Zona Norte e dos municípios metropolitanos, o resultado depende também de linhas, frequência e conexões.</p>
<p>A rede ferroviária federal de Natal constitui outra frente de articulação. Em 2026, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos incluiu o sistema em sua consulta para aquisição de novos veículos leves sobre trilhos.</p>
<p>O próximo governador precisará coordenar estado, prefeituras e União para aproximar os investimentos da rotina dos passageiros de Natal, da região metropolitana, de Mossoró e do interior.</p>
<h3>Tocantins: Dorinha e Vicentinho prometem extinguir a cobrança do fundo de transporte e terão de definir o financiamento das obras</h3>
<p>Professora Dorinha e Vicentinho Júnior assumiram o compromisso de extinguir a cobrança associada ao Fundo Estadual de Transporte.</p>
<p>Como o mecanismo foi criado para financiar infraestrutura, a disputa exige explicar quais receitas substituirão os recursos e como serão mantidos os investimentos e a manutenção das vias.</p>
<p>Vicentinho também apresentou propostas de ampliação da pavimentação e conexão entre diferentes meios de transporte. O detalhamento das prioridades e do financiamento será necessário para avaliar as etapas possíveis no próximo mandato.</p>
<p>Para os passageiros, a agenda envolve condições das estradas, segurança das viagens, transporte escolar e oferta intermunicipal. A regulação precisa acompanhar horários, acessibilidade e condições dos veículos.</p>
<p>Nos centros urbanos, a cooperação com as prefeituras deverá relacionar crescimento dos bairros, terminais e acesso ao transporte. O segundo turno será a oportunidade de esclarecer como a infraestrutura anunciada chegará ao atendimento cotidiano da população.</p>
<h3>A cobrança depois das urnas: recursos, prazos e resultados que o passageiro consiga perceber</h3>
<p>Os governos eleitos encontrarão projetos em situações distintas: obras em execução, serviços que precisam de recuperação e propostas que ainda dependem de estudos. O orçamento de 2027 e o planejamento dos quatro anos deverão mostrar quais compromissos terão recursos e prioridade.</p>
<p>Nas reeleições, a continuidade permite cobrar os cronogramas já anunciados. Nos estados com novos governadores, a transição precisará identificar contratos, obrigações e projetos existentes para definir a execução sem interromper o atendimento.</p>
<p>A renovação dos ônibus e a mudança da matriz energética exigirão planejamento de operação, manutenção e infraestrutura. A expansão da gratuidade dependerá de financiamento e oferta suficientes. Nos trilhos, o benefício das novas linhas estará ligado às conexões com os bairros e com os ônibus.</p>
<p>Para acompanhar os próximos quatro anos, os indicadores mais próximos da população serão viagens cumpridas, tempo de espera, custo das integrações, acessibilidade, segurança e tempo total de deslocamento. É nesses resultados que as promessas de mobilidade precisarão aparecer.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Investigação sobre infiltração do crime organizado nos transportes de São Paulo acende alerta até de investidores internacionais; novos modelos de negócios podem ser alternativas</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 09:01:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Em entrevista no Chile, a Adamo Bazani, CEO da TEVX explica avaliação de integridade e crédito para atrair capital nacional e internacional à eletrificação; Diário do Transporte mostrou que BNDES também acompanha operações no setor ADAMO BAZANI &#160; As investigações sobre a suspeita de infiltração do crime organizado em empresas de ônibus de São Paulo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="727" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?fit=1024%2C727&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?w=3557&amp;ssl=1 3557w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=1024%2C727&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=768%2C546&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=1536%2C1091&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=2048%2C1455&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=400%2C284&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Em entrevista no Chile, a Adamo Bazani, CEO da TEVX explica avaliação de integridade e crédito para atrair capital nacional e internacional à eletrificação; <strong>Diário do Transporte </strong>mostrou que BNDES também acompanha operações no setor</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<div style="width: 1024px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-537051-3" width="1024" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-20.21.36.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-20.21.36.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-20.21.36.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As investigações sobre a suspeita de infiltração do crime organizado em empresas de ônibus de São Paulo colocam a segurança dos investimentos no centro da discussão sobre a renovação das frotas e a eletrificação. O assunto chama a atenção até mesmo de investidores internacionais e preocupa. Além dos veículos e da infraestrutura de recarga, os projetos precisam oferecer garantias sobre quem recebe os recursos, a capacidade de pagamento e a regularidade dos negócios — requisitos que entram na avaliação de investidores nacionais e internacionais.<br /><br />Em entrevista exclusiva ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, na última sexta-feira, 2 de outubro de 2026, em Santiago, no Chile, o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza, explicou que a empresa pretende combinar a entrada dos ônibus elétricos Zhongtong no Brasil com soluções de energia, infraestrutura e financiamento. Entre as possibilidades estão modelos que permitem trazer investidores para financiar os veículos utilizados pelos operadores, com avaliações prévias de integridade e risco de crédito e alinhamento com as administrações responsáveis pelas concessões.<br /><br />A entrevista foi realizada pelo criador e editor-chefe do <em><strong>Diário do Transporte,</strong></em> Adamo Bazani, durante a visita que acompanhou a oficialização da TEVX como representante da fabricante chinesa no mercado brasileiro.<br /><br />Questionado sobre as investigações em São Paulo e os obstáculos à entrada de novos participantes no mercado, Souza destacou os critérios necessários para estruturar os investimentos.<br /><br />“<em>Quando a gente fala de solução financeira atendendo aquele cliente, seja o investidor internacional ou investidor local, sempre tem uma avaliação prévia, seja de compliance, seja de avaliação de rating de crédito daquele cliente”,</em> afirmou o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza.<br /><br />Na prática, essas análises envolvem dois aspectos diferentes: a verificação da integridade e da conformidade do negócio, conhecida como compliance, e a avaliação da capacidade de cumprir os compromissos financeiros, expressa pela classificação de risco de crédito.<br /><br />São questões que ligam o combate à entrada de recursos ilícitos no transporte à possibilidade de atrair capital para renovar os ônibus que atendem à população.<br /><br /><strong>BNDES acompanha investigações sobre o crime organizado nos transportes</strong><br /><br />A preocupação com a segurança dos recursos já aparece entre instituições que participam do financiamento da eletrificação no Brasil.<br /><br />Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 30 de setembro de 2026, a diretora de infraestrutura do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciana Costa, afirmou que o BNDES monitora as operações contra o crime organizado na cidade de São Paulo.<br /><br />A informação foi divulgada no contexto da renovação da frota municipal e das discussões sobre a situação da Transunião, operadora da zona Leste que foi alvo da Operação Última Parada, em junho deste ano.<br /><br />A atuação das autoridades também alcançou a Transwolff e a UPBus, investigadas na Operação Fim da Linha, deflagrada em abril de 2024, sobre suspeitas de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital por meio do transporte coletivo.<br /><br />As acusações são objeto de apuração e de processos judiciais. As defesas contestam as imputações, e a existência de investigação não equivale a uma condenação.<br /><br />Em junho de 2026, o <em><strong>Diário do</strong></em> <em><strong>Transporte</strong></em> também noticiou a declaração do promotor Lincoln Gakiya sobre a suspensão de financiamentos de ônibus elétricos destinados a empresas investigadas por supostas ligações com o PCC. Na ocasião, o promotor mencionou interlocução com o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento.<br /><br />Esse histórico mostra que as apurações têm efeitos sobre a análise dos projetos de renovação de frota e exigem atenção das instituições que fornecem recursos ao setor.<br /><br /><strong>Investidor pode financiar os ônibus utilizados pela empresa operadora</strong><br /><br />Uma das propostas apresentadas pela TEVX é ampliar as possibilidades de financiamento, aproximando os projetos de investidores que possam fornecer o capital necessário à aquisição dos veículos.<br /><br /><strong>Souza citou a experiência de Santiago como referência.</strong><br /><br /><em>“Uma das necessidades é você ter um investidor que possa financiar os operadores, os municípios, em modelos tal como o modelo de Santiago, que iniciou com um leasing de dez anos”,</em> disse o CEO da TEVX.<br /><br />O leasing é uma forma de arrendamento: a utilização do bem ocorre mediante pagamentos previstos em contrato. A estrutura permite organizar o acesso aos veículos ao longo de um período, em vez de concentrar todo o desembolso na compra inicial.<br /><br />Aplicado ao transporte, esse tipo de modelo pode ampliar as alternativas para a renovação de frota. A empresa responsável pelas viagens utiliza os ônibus dentro das condições contratadas, enquanto o investimento nos veículos pode contar com capital de outro participante.<br /><br />A distribuição das responsabilidades pela propriedade, manutenção, seguros e disponibilidade dos ônibus depende de cada contrato.<br /><br />Esse desenho pode ampliar o acesso a recursos, mas sua segurança depende da avaliação das partes, de garantias e de fiscalização. A mudança na forma de financiar a frota precisa vir acompanhada de controles sobre os participantes e os pagamentos.<br /><br />Segundo Souza, a TEVX trabalha para adaptar essas possibilidades à realidade brasileira.<br /><br />“<em>A gente vai ter nessa jornada até a fabricação local, já trazendo possíveis investidores, sejam internacionais ou investidores locais, e que esses preços caibam dentro do bolso do operador</em>”, afirmou.<br /><br /><strong>Concessões exigem alinhamento com prefeituras e governos estaduais</strong><br /><br />Outro ponto ressaltado pelo executivo é a participação do poder público na estruturação dos projetos.<br /><br />Como os ônibus podem atender a serviços concedidos, os compromissos financeiros e a implantação da infraestrutura precisam considerar as regras e os prazos dessas concessões.<br /><br /><em>“Sempre também, como são concessões públicas, ele vai estar a par e passo alinhado com as administrações municipais ou estaduais, dependendo do tipo de frota”,</em> disse o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza.<br /><br />Isso significa que a negociação dos veículos está ligada à organização do serviço público: duração dos contratos, obrigações de renovação, remuneração e condições de operação.<br /><br />Para o passageiro, a consequência prática é a necessidade de garantir que a chegada dos ônibus se traduza em atendimento. A frota precisa ter energia disponível, manutenção e condições de cumprir as viagens previstas.<br /><br /><strong>Energia e infraestrutura precisam estar prontas quando os ônibus chegarem</strong><br /><br />Na entrevista, Souza afirmou que a atuação da TEVX incluirá consultoria, infraestrutura e soluções de energia, além da representação comercial da Zhongtong.<br /><br />O executivo destacou o planejamento conjunto da chegada dos veículos e da estrutura necessária para colocá-los em circulação.<br /><br />“<em>A gente vai trazer a segurança de que a infraestrutura, de que a energia, ela chega de maneira planejada dentro da expectativa e da chegada dos próprios veículos</em>”, afirmou.<br /><br />A questão é relevante porque a aquisição do ônibus constitui uma etapa do projeto. A operação depende também de carregadores, disponibilidade de energia e organização das recargas de acordo com as jornadas dos veículos.<br /><br />A proposta apresentada pela empresa é acompanhar esse conjunto de necessidades, tanto para operadores privados quanto para municípios e governos estaduais.<br /><br /><strong>TEVX diz que primeiras unidades já foram vendidas e prevê fabricação local a partir de 2027</strong><br /><br />Souza afirmou que a entrada da Zhongtong no Brasil já conta com primeiras unidades negociadas. O nome do cliente deverá ser divulgado após o período de feriados conhecido como Golden Week, na China, e a conclusão dos detalhes com o comprador.<br /><br />“<em>Já temos as primeiras unidades. Em breve, a gente vai estar anunciando o cliente</em>”, disse o CEO da TEVX.<br /><br />Segundo o executivo, a parceria começou a ser construída no fim de 2025 e foi consolidada com a oficialização anunciada agora.<br /><br />Ao ser questionado sobre uma fábrica a partir de 2027, Souza confirmou o compromisso e destacou a transferência de tecnologia e a adaptação do processo de fabricação às necessidades brasileiras.<br /><br />“<em>Outro dos grandes compromissos que nós temos nesse acordo é a transferência de tecnologia, também trazer todo o processo de fabricação, atendendo às necessidades do mercado brasileiro”,</em> afirmou.<br /><br />De acordo com Souza, o projeto deverá aproveitar também a experiência do Grupo Cabal, representante da Zhongtong no Chile, para acelerar a implantação.<br /><br /><strong>Oferta inicial terá urbanos de 9 a 18 metros e modelo rodoviário</strong><br /><br />A prioridade comercial anunciada pelo executivo inclui ônibus urbanos de 9, 10, 12 e 18 metros, além de um rodoviário.<br /><br />A entrevista ocorreu diante de um articulado de 18 metros. Souza também destacou a proposta de oferecer um rodoviário com banheiro e autonomia adequada à aplicação pretendida.<br /><br />Segundo ele, o portfólio mais amplo da fabricante permite estudar outras configurações, com urbanos de 7 a 27 metros e diferentes tamanhos de rodoviários.<br /><br />A seleção inicial, afirmou, deverá acompanhar as necessidades locais e os compromissos assumidos com os compradores.<br /><br />O anúncio coloca lado a lado duas condições para a expansão dos elétricos no Brasil: oferecer veículos adequados às operações e estruturar negócios capazes de atrair recursos com segurança.<br /><br />No cenário das investigações em São Paulo, a análise da origem dos recursos, da integridade dos participantes e da capacidade de pagamento passa a fazer parte dessa discussão. A alternativa apresentada pela TEVX combina financiamento, infraestrutura e fornecimento de ônibus, com a proposta de ampliar as formas de viabilizar a renovação das frotas.<br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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