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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p>A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p>Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p>Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Caminhão tomba na BR-116 entre Canoas e Esteio, no Rio Grande do Sul, e placas de concreto nos trilhos interrompem operação da Trensurb</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/13/caminhao-tomba-na-br-116-entre-canoas-e-esteio-no-rio-grande-do-sul-e-placas-de-concreto-nos-trilhos-interrompem-operacao-da-trensurb/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 18:00:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Carga danificou a rede área de energia e o sistema de sinalização; desde às 11h30, atendimento ocorre de forma parcial entre São Leopoldo e Novo Hamburgo VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na noite do último domingo, 12 de abril, um caminhão que transportava placas de concreto tombou na BR-116, entre os municípios de Canoas e Esteio, no [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/6064982_227b46d147c9a0a-e1776103116697.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Carga danificou a rede área de energia e o sistema de sinalização; desde às 11h30, atendimento ocorre de forma parcial entre São Leopoldo e Novo Hamburgo</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Na noite do último domingo, 12 de abril, um caminhão que transportava placas de concreto tombou na BR-116, entre os municípios de Canoas e Esteio, no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Parte da carga caiu sobre os trilhos que são utilizados pela Trensurb para o transporte ferroviário de passageiros e paralisou a circulação dos trens urbanos.</p>
<p>Ao menos 12 estações tiveram as operações interrompidas durante a manhã desta segunda-feira (13), enquanto as placas eram retiradas do trecho em questão.</p>
<p>A rede área de energia e o sistema de sinalização da operadora ficaram danificados e o atendimento foi parcialmente retomado apenas às 11h30 entre São Leopoldo e Novo Hamburgo.</p>
<p>Ônibus do transporte público realizam a baldeação a partir de Canoas até a circulação dos trens ser totalmente normalizada.</p>
<p>Vale ressaltar que os usuários ainda terão de pagar a passagem nos coletivos citados.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Motiva está concluindo os estudos para levar a linha 9-Esmeralda para Parelheiros, diz Tarcísio</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/13/motiva-esta-concluindo-os-estudos-para-levar-a-linha-9-esmeralda-para-parelheiros-diz-tarcisio/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 17:37:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Segundo Governador, em inauguração do terminal de ônibus da Estação Varginha, extensão deve se integrar também ao sistema sobre pneus ADAMO BAZANI Colaborou Vinícius de Oliveira OUÇA: A linha 9-Esmeralda de trens metropolitanos deve ser prolongada da atual estação-terminal Varginha para mais ao extremo Sul da cidade de São Paulo, na região de Parelheiros. A [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="904" height="618" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/parcvelhrti.jpg?fit=904%2C618&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/parcvelhrti.jpg?w=904&amp;ssl=1 904w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/parcvelhrti.jpg?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/parcvelhrti.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/parcvelhrti.jpg?resize=768%2C525&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/parcvelhrti.jpg?resize=400%2C273&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 904px) 100vw, 904px" /> <p><em>Segundo Governador, em inauguração do terminal de ônibus da Estação Varginha, extensão deve se integrar também ao sistema sobre pneus</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
<p><strong>OUÇA:</strong></p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-510746-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/SONORA-TARCISIO-L9.mp3?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/SONORA-TARCISIO-L9.mp3">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/SONORA-TARCISIO-L9.mp3</a></audio></p>
<p>A linha 9-Esmeralda de trens metropolitanos deve ser prolongada da atual estação-terminal Varginha para mais ao extremo Sul da cidade de São Paulo, na região de Parelheiros.</p>
<p>A promessa foi feita pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, nesta segunda-feira, 13 de abril de 2026, em cerimônia de apresentação do Terminal de Ônibus anexo à estação Varginha, terminal da linha que, no outro extremo, para em Osasco, na Grande São Paulo.</p>
<p>A possibilidade de prolongamento da linha 9, que a tornaria entre 3,5 km e 5 km maior, cruzando o trecho Sul do Rodoanel e parando há cerca de 7 km do núcleo central de Parelheiros, não é de hoje e é pensada há quase 20 anos, bem antes da concessão para a ViaMobilidade, empresa formada pela Motiva (ex-CCR) e Ruas Invest (Grupo Ruas, de ônibus da cidade de São Paulo).</p>
<p>Ainda não há certeza de conexão com o terminal de ônibus no projeto</p>
<p>De acordo com Tarcísio, a Motiva está em fase final de estudos.</p>
<p><strong><em>&#8220;Nós não vamos descansar enquanto a gente não levar a Linha 9 para Parelheiros. Então, isso agora é uma profissão de ferro. Isso agora é uma questão importante para nós, e naquela oportunidade nós determinamos que a Motiva, que a concessionária, fizesse os estudos para estender a Linha 9 até Parelheiros, porque eu sei que quando essa linha chegar lá vai fazer a diferença. A Motiva está lá na reta final para concluir os estudos, e quando concluir os estudos nós vamos colocar isso para dentro e começar essa obra, nós vamos levar o trem para Parelheiros.&#8221;</em></strong> – disse Tarcísio.</p>
<p><strong>ATRASOS HISTÓRICOS:</strong></p>
<p>A inauguração oficial do Terminal de Ônibus da Estação Varginha ocorre, nesta segunda-feira, 13 de abril de 2026, ocorre mais de um ano depois da abertura do terminal de trens da linha 9-Esmeralda, que, também como mostrou o Diário do Transporte, começou as operações de forma gradativa em 27 de janeiro de 2025, inicialmente das 10h até 14h.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/01/26/estacao-varginha-da-linha-9-esmeralda-e-inaugurada-nesta-segunda-27-apos-mais-de-dez-anos-de-atraso/">https://diariodotransporte.com.br/2025/01/26/estacao-varginha-da-linha-9-esmeralda-e-inaugurada-nesta-segunda-27-apos-mais-de-dez-anos-de-atraso/</a></p>
<p>O funcionamento em horário de operação integral do sistema de trilhos da Grande São Paulo só ocorreu na estação Varginha em 25 de outubro de 2025.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/24/estacao-varginha-da-linha-9-esmeralda-inicia-atendimento-integral-neste-sabado-25/">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/24/estacao-varginha-da-linha-9-esmeralda-inicia-atendimento-integral-neste-sabado-25/</a></p>
<p>Mas todo o complexo mesmo deveria ter sido entregue, pelo projeto original, entre o fim de 2014 e primeiro semestre de 2015.</p>
<p>Apesar de a linha 9-Esmeralda, juntamente com a linha 8-Diamante ser concedida à ViaMobilidade (Motiva- ex-CCR e Ruas Invest &#8211; Grupo Ruas), as obras são de responsabilidade da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) do Governo do Estado.</p>
<p>As obras tiveram diferentes atrasos e paralisações. A promessa inicial era de abertura em 2015, mas as obras foram paralisadas em diversos momentos, sendo retomadas em 2023.</p>
<p>Problemas com empreiteiras e até mesmo em equipamentos que garantiriam a circulação dos trens com segurança estão entre os diversos motivos dos sucessivos adiamentos de previsões ao longo do tempo. Houve incompatibilidade tecnológica.</p>
<p>Permanece também em operação o terminal municipal atual, que é concedido pela prefeitura à iniciativa privada e teve obras de revitalização entregues em 28 de março de 2024, como também mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/03/27/terminal-varginha-revitalizado-sera-entregue-nesta-quinta-28-na-zona-sul-de-sao-paulo/">https://diariodotransporte.com.br/2024/03/27/terminal-varginha-revitalizado-sera-entregue-nesta-quinta-28-na-zona-sul-de-sao-paulo/</a></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Expansão no papel, barreira na prática: os limites da Janela Extraordinária da ANTT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/13/expansao-no-papel-barreira-na-pratica-os-limites-da-janela-extraordinaria-da-antt/</link>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 17:30:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Fatiamento de mercados e ausência de rotas lucrativas comprometem novas operações ALEXANDRE PELEGI Janela da ANTT: expansão real ou apenas números? A abertura do mercado interestadual de passageiros pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), por meio da chamada Janela Extraordinária do Novo Marco Regulatório, tem sido apresentada como um avanço relevante em termos de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/janela-ANTT.jpeg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/janela-ANTT.jpeg?w=1536&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/janela-ANTT.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/janela-ANTT.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/janela-ANTT.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/janela-ANTT.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/janela-ANTT.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p data-start="770" data-end="943"><em data-start="860" data-end="943">Fatiamento de mercados e ausência de rotas lucrativas comprometem novas operações</em></p>
<p data-start="770" data-end="943"><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p>Janela da ANTT: expansão real ou apenas números?</p>
<p>A abertura do mercado interestadual de passageiros pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), por meio da chamada Janela Extraordinária do Novo Marco Regulatório, tem sido apresentada como um avanço relevante em termos de ampliação de rotas e aumento da concorrência.</p>
<p>Mas, na avaliação do advogado e consultor <strong>Ilo Löbel da Luz</strong>, a leitura desses números exige cautela — especialmente quando confrontada com a realidade operacional do setor. <em>“Para muitos gestores, essa expansão parece existir mais no papel do que na prática, trazendo poucos efeitos reais para quem deseja entrar no mercado agora”</em>, afirma.</p>
<p><strong>A lógica econômica por trás das linhas</strong></p>
<p>Segundo Löbel, compreender o transporte rodoviário interestadual exige enxergar cada linha como um sistema econômico integrado — e não como um conjunto isolado de mercados. <em>“O transporte rodoviário funciona como um ecossistema econômico interdependente. Tudo está conectado</em>”, explica.</p>
<p>Ele detalha que a sustentabilidade do modelo depende de dois pilares fundamentais:</p>
<ul>
<li><em><strong>Mercados principais</strong>, que concentram maior demanda e garantem geração de caixa</em></li>
<li><em><strong>Atendimento social</strong>, viabilizado justamente pelos ganhos obtidos nesses eixos mais rentáveis</em></li>
</ul>
<p>“<em>São os mercados de maior densidade que sustentam a operação como um todo. Sem eles, não há equilíbrio econômico possível</em>”, resume.</p>
<p><strong>Vantagem para quem já está no sistema</strong></p>
<p>Na avaliação do especialista, o principal problema da Janela Extraordinária está no recorte adotado pela ANTT ao disponibilizar apenas mercados desassistidos ou com baixa concorrência. <em>“O que está sendo oferecido são as beiradas do sistema, mercados que tendem a ter pouca rentabilidade</em>”, diz.</p>
<p>Enquanto isso, os trechos mais atrativos permanecem vinculados à chamada janela ordinária — ainda sem cronograma definido. <em>“Sem acesso simultâneo aos mercados principais, fica muito difícil estruturar uma operação que se sustente. A conta simplesmente não fecha”</em>, afirma.</p>
<p>Esse desenho, segundo Löbel, acaba favorecendo empresas já estabelecidas, que conseguem absorver novos mercados como extensões de operações existentes. <em>“Para quem já opera, esses trechos podem ser incorporados como seções de linhas lucrativas. Para quem quer entrar, o desafio é muito maior”</em>, avalia.</p>
<p>Na prática, isso limita o potencial de renovação do mercado, mesmo diante de um volume expressivo de autorizações.</p>
<p><strong>Tecnologia e transparência em xeque</strong></p>
<p>Outro ponto de atenção destacado pelo especialista é a fragilidade dos sistemas tecnológicos que sustentam a gestão regulatória. <em>“Há indicações de que sistemas como o SIGMA e o SISHAB ainda enfrentam falhas relevantes</em>”, afirma.</p>
<p>Segundo ele, essas limitações podem comprometer a transparência e a própria eficiência da abertura de mercado. <em>“Sem uma base tecnológica sólida, o risco é criar um ambiente que não seja plenamente justo nem previsível para os operadores.</em>”</p>
<p>Na avaliação final, o modelo atual pode gerar um número elevado de autorizações, mas com baixa conversão em operações efetivas. <em>“A tendência é de muitas desistências. É muito difícil fechar a conta nesse modelo fragmentado”</em>, diz.</p>
<p>Para Löbel, isso pode inflar artificialmente os indicadores de abertura do mercado, sem necessariamente produzir impacto real na oferta de serviços.</p>
<blockquote><p><em><strong>“Autorizar mercados sem garantir viabilidade econômica é, na prática, condenar o serviço antes mesmo da primeira viagem.”</strong></em></p></blockquote>
<p><em><strong>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Prefeitura do Rio de Janeiro adquire 77 novos ônibus para frota do transporte público</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/13/prefeitura-do-rio-de-janeiro-adquire-77-novos-onibus-para-frota-do-transporte-publico/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:30:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Compra foi possibilitada após um acordo judicial ser firmado entre a administração do município e os consórcios ligados à Rio Ônibus VINÍCIUS DE OLIVEIRA A cidade do Rio de Janeiro contará com novos ônibus em circulação no sistema de transporte público em breve. A prefeitura adquiriu 77 coletivos zero quilômetro que atenderão linhas por toda [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/0c9868f5-c71c-4859-9cf7-bd22324bb03b-e1776097140257.jpg?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Compra foi possibilitada após um acordo judicial ser firmado entre a administração do município e os consórcios ligados à Rio Ônibus</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A cidade do Rio de Janeiro contará com novos ônibus em circulação no sistema de transporte público em breve.</p>
<p>A prefeitura adquiriu 77 coletivos zero quilômetro que atenderão linhas por toda a capital.</p>
<p>Os veículos possuem tecnologia Euro 6, que gera uma menor taxa de poluentes, sistema de ar-condicionado e GPS.</p>
<p>Um acordo judicial entre a administração do município e os consórcios ligados à Rio Ônibus, o sindicato das empresas, possibilitou a aquisição.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>COM NOTA OFICIAL: Gestão Tarcísio recua e não vai mais colocar trens antigos na linha 10 para repassar os novos ao Grupo Comporte</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/13/com-nota-oficial-gestao-tarcisio-recua-e-nao-vai-mais-colocar-trens-antigos-na-linha-10-para-repassar-os-novos-ao-grupo-comporte/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:07:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Diário do Transporte foi o primeiro órgão de jornalismo profissional a levantar o assunto. Cronograma seria até 20 de maio de 2026 ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari O Governo do Estado de São Paulo confirmou oficialmente ao Diário do Transporte que não vai mais colocar trens mais antigos na linha 10-Turquesa, que serve o ABC [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-10.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-10.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-10.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-10.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-10.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-10.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em><strong>Diário do Transporte</strong> foi o primeiro órgão de jornalismo profissional a levantar o assunto. Cronograma seria até 20 de maio de 2026</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Arthur Ferrari</strong></em></p>
<p>O Governo do Estado de São Paulo confirmou oficialmente ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> que não vai mais colocar trens mais antigos na linha 10-Turquesa, que serve o ABC Paulista e o centro e zona Oeste da capital e repassar os mais novos que faziam o transporte na ligação para as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, concedidas à Trivia Trens, integrante do Grupo Comporte Participações S.A., da família do fundador da GOL Linhas Aéreas e maior frotista de ônibus do Brasil. O Grupo Comporte, junto com a fabricante chinesa CRRC, também opera a linha 7-Rubi, pela TIC-Trens, na concessão que engloba a construção e operação do TIC Norte – Trem Intercidades, entre a capital paulista e a região de Campinas, no interior.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> foi o primeiro órgão de jornalismo profissional a levantar o assunto no primeiro dia de abril, sendo repercutido por outros órgãos de imprensa profissionais e blogs.</p>
<p><strong>Relembre</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="wBTDAXBPUr"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/01/por-causa-de-concessao-passageiros-da-linha-10-da-cptm-ficam-com-trens-mais-antigos-os-mais-novos-vao-para-concessionaria-privada-do-grupo-comporte-ate-o-dia-20-de-maio/">Por causa de concessão; passageiros da linha 10 da CPTM ficam com trens mais antigos. Os mais novos vão para concessionária privada do Grupo Comporte até o dia 20 de maio</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Por causa de concessão; passageiros da linha 10 da CPTM ficam com trens mais antigos. Os mais novos vão para concessionária privada do Grupo Comporte até o dia 20 de maio&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/01/por-causa-de-concessao-passageiros-da-linha-10-da-cptm-ficam-com-trens-mais-antigos-os-mais-novos-vao-para-concessionaria-privada-do-grupo-comporte-ate-o-dia-20-de-maio/embed/#?secret=mHd5coMScb#?secret=wBTDAXBPUr" data-secret="wBTDAXBPUr" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>De acordo com o governo de SP, em resposta ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, &#8220;A <em>reorganização da frota de trens que havia sido iniciada nas Linhas 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira será descontinuada, com manutenção das frotas da série 8500 no ramal que atende atualmente a região do ABC.&#8221;</em></p>
<p>Estavam sendo inseridos na linha 10-Turquesa composições dos anos 2008 a 2010 e sendo retiradas desta mesma linha e passadas para o Grupo Comporte trens bem mais novos e que já rodavam na 10-Turquesa, como os fabricados em 2020.</p>
<p>As composições que estavam sendo colocadas na linha estatal estão dentro da vida útil de um trem que pode ser de até 35 anos com as devidas modernizações, porém, mais antigas que as unidades que rodavam na linha 10, produzidas, inclusive, no ano de 2020.</p>
<p><strong>Para a concessionária Trivia, que assumiu as linhas 11, 12 e 13 iriam os seguintes modelos de trens:</strong></p>
<p>Série 8000: 2011/2012</p>
<p>Série 9000: 2012/2013</p>
<p>Série 8500: 2015</p>
<p>Série 2500: 2020</p>
<p><strong>Entre as principais diferenças, que reduzem o conforto e foram percebidas pelos usuários estão:</strong></p>
<p>&#8211; Não têm o chamado gangway, que é justamente a passagem livre entre os carros (vagões). Nos modelos mais novos, é possível trocar de vagão com o trem em movimento, podendo escolher um mais vazio;</p>
<p>&#8211; Espaço interno considerado menor pelos passageiros, prejudicando circulação dentro de cada vagão;</p>
<p>&#8211; Sobre as portas, o visor com os nomes das estações é um adesivo colado. Nos mais novos, luzes vão acendendo sobre os nomes de cada estação já percorrida na viagem, o que facilita a localização</p>
<p>&#8211; Interior, esverdeado, é mais escuro. Nos mais novos, o interior é mais claro com maior sensação de suavidade;</p>
<p>&#8211; Iluminação interna, com lâmpada fluorescente em formato de tubo, não tão eficiente como o led dos modelos novos;</p>
<p>A reportagem também movimentou parlamentares da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), que fizerem moções e questionamentos formais à gestão Tarcísio de Freitas, como também mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>.</p>
<p><strong>Relembre</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="UOBYrip5jc"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/10/trens-mais-antigos-na-linha-10-turquesa-da-cptm-apos-reportagem-do-diario-do-transporte-alesp-cobra-explicacoes-da-gestao-tarcisio-de-freitas/">Trens mais antigos na linha 10-Turquesa da CPTM: Após reportagem do Diário do Transporte, Alesp cobra explicações da gestão Tarcísio de Freitas</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Trens mais antigos na linha 10-Turquesa da CPTM: Após reportagem do Diário do Transporte, Alesp cobra explicações da gestão Tarcísio de Freitas&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/10/trens-mais-antigos-na-linha-10-turquesa-da-cptm-apos-reportagem-do-diario-do-transporte-alesp-cobra-explicacoes-da-gestao-tarcisio-de-freitas/embed/#?secret=C5hiokOAFB#?secret=UOBYrip5jc" data-secret="UOBYrip5jc" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Confira nota do Governo do Estado de São Paulo na íntegra</strong></p>
<p><em>A reorganização da frota de trens que havia sido iniciada nas Linhas 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira será descontinuada, com manutenção das frotas da série 8500 no ramal que atende atualmente a região do ABC. A Secretaria de Parcerias em Investimentos ressalta que a reorganização não está associada aos processos de concessão em curso, mas a ajustes operacionais permanentes da rede, que são realizados com base em critérios técnicos.</em></p>
<p><em>Toda a frota da CPTM está em perfeitas condições de uso, segurança, conforto e acessibilidade para os passageiros, com diferença mínima de vida útil entre as diferentes séries de composições. São cinco trens da série 2070 fabricados em 2008, outros 19 da série 7000 a partir de 2009 e 8 da série 7500 a partir de 2010, além de veículos da série 8500 a partir de 2011. A vida útil de um trem gira em torno de 35 anos, com as manutenções devidas.</em></p>
<p><em>O Governo de São Paulo também prepara a concessão da Linha 10-Turquesa, que prevê investimentos superiores a R$ 15 bilhões no sistema, incluindo a aquisição de 34 novos trens, redução de intervalos, melhorias operacionais e modernização de estações, com o objetivo de ampliar a capacidade e elevar o padrão de serviço ao longo dos próximos anos. Além disso, o projeto também garante a implantação da Linha 14-Ônix, que vai expandir a conectividade da região. O processo foi submetido a consulta e audiências públicas e segue com transparência e diálogo institucional.</em></p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Arthur Ferrari</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Caminhão descontrolado bate em ônibus municipal e atinge outros dois carros na Zona Sul de São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/13/caminhao-descontrolado-bate-em-onibus-municipal-e-atinge-outros-dois-carros-na-zona-sul-de-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:30:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Apesar da gravidade das colisões, ninguém se feriu ARTHUR FERRARI Uma série de colisões provocada por um caminhão descontrolado deixou uma cena de caos no cruzamento das avenidas Gaspar de Brito e Yervant Kissajikian, na Cidade Ademar, Zona Sul de São Paulo, por volta das 9h desta segunda-feira, 13 de abril de 2026. O veículo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260413_123705_0000.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260413_123705_0000.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260413_123705_0000.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260413_123705_0000.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260413_123705_0000.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260413_123705_0000.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Apesar da gravidade das colisões, ninguém se feriu</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Uma série de colisões provocada por um caminhão descontrolado deixou uma cena de caos no cruzamento das avenidas Gaspar de Brito e Yervant Kissajikian, na Cidade Ademar, Zona Sul de São Paulo, por volta das 9h desta segunda-feira, 13 de abril de 2026. O veículo de carga atingiu um ônibus municipal e em seguida dois carros.</p>
<p>De acordo com o Corpo de Bombeiros, acionado para atender a ocorrência, apesar da gravidade do acidente ninguém se feriu.</p>
<p>Ainda não há detalhes sobre a quantidade de passageiros nos veículos, mas o coletivo transportava passageiros no momento da colisão.</p>
<p>Em nota ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, a SPTrans (São Paulo Transporte) informou que o coletivo envolvido atende a linha 5013/10 Jardim Luso &#8211; Santo Amaro.</p>
<p><em>&#8220;A Secretaria de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que a ocorrência desta segunda-feira (13), por volta das 9h, na Av. Gaspar de Brito com a Av. Yervant Kissajikian, envolveu um ônibus da A2 Transportes, que operava pela linha 5013/10 Jd. Luso &#8211; Sto. Amaro. A Polícia Militar foi acionada. Não há desvios de linhas na região.&#8221;</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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  <item>
    <title>Scania terá novo diretor-geral das Operações Comerciais no Brasil, que entra em momento de desafios no setor de veículos pesados</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/13/scania-tera-novo-diretor-geral-das-operacoes-comerciais-no-brasil-que-entra-em-momento-de-desafios-no-setor-de-veiculos-pesados/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:00:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Eronildo Barros assume cargo a partir de 1º de maio de 2026. Executivo participou de almoço com jornalistas do setor, entre os quais, do Diário do Transporte em São Paulo ADAMO BAZANI A previsão é de que 2026 seja um dos mais desafiadores para o setor de veículos pesados. As incertezas sobre os impactos da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/980c680f-ca2d-4f5c-9356-0642229514f6-e1775864425985.jpg?fit=800%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Eronildo Barros assume cargo a partir de 1º de maio de 2026. Executivo participou de almoço com jornalistas do setor, entre os quais, do <strong>Diário do Transporte </strong>em São Paulo</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A previsão é de que 2026 seja um dos mais desafiadores para o setor de veículos pesados.</p>
<p>As incertezas sobre os impactos da guerra Estados Unidos-Israel e Irã em toda a mobilidade de pessoas e na cadeia de produção e distribuição de bens de capital e mercadorias, além do preço do diesel, estão entre os fatores a serem superados tanto pelos segmentos de ônibus como de caminhões.</p>
<p>No caso dos caminhões, especificamente, as tensões quanto a esta situação por parte de caminhoneiros autônomos e empresas transportadoras, os preços e políticas de fretes e a safra agrícola estão entre as questões.</p>
<p>Para o segmento de ônibus, a análise é de altos e baixos. Ao mesmo tempo em que existem estas incertezas, podem trazer alguma sinalização positiva o processo eleitoral, que no primeiro semestre deve estimular renovação de frotas urbanas, e a crise da aviação, por causa dos efeitos da guerra, podendo representar uma migração de passageiros do aéreo para o rodoviário, entre outros fatores.</p>
<p>Outro ponto de atenção é a “descarbonização”, com a expectativa real (econômica, social e ambiental), mas também política e midiática, traz oportunidades, pelo desenvolvimento de veículos com fontes de energia das quais o Brasil é mais independente, mas com as limitações e necessidade de investimentos e concretização de infraestrutura de recarga (elétricos) e distribuição (gás natural e biometano – combustível obtido na decomposição de resíduos).</p>
<p>É neste contexto que assumirá o cargo de diretor-geral das Operações Comerciais no Brasil, na Scania, Eronildo Barros Santos, oficialmente a partir de 1º de maio de 2026. A transição já começou.</p>
<p>Eronildo, que dirigia a Scania Peru desde maio de 2022, sucede o executivo italiano, que esteve à frente da operação comercial brasileira desde março de 2023 e deixa a companhia após 25 anos para assumir projetos pessoais.</p>
<p>Na última sexta-feira, 10 de abril de 2026, uma das primeiras atividades de Eronildo no Brasil nesta nova fase de sua carreira na montadora, antes de assumir oficialmente o cargo, foi um almoço de confraternização com jornalistas especializados em São Paulo, entre os quais, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani.</p>
<p>Não ocorreu uma “entrevista formal”, mesmo porque, oficialmente, o executivo ainda não assumiu o posto. Mas houve um bate-papo e uma fala de boas-vindas, na qual, Eronildo resumiu o desafio, ainda mais no momento atual, com duas palavras: “continuidade e avanço”.</p>
<p>E a ideia é essa mesma. Continuar os investimentos no que for possível para o momento, manter a política do que está dando certo, mas avançar com vistas às novas necessidades, aos ajustes que podem ter de ser feitos para enfrentar o momento e, pensar em médio e longo prazo, já focando o pós-crise conjuntural que o setor de pesados pode vir a passar.</p>
<p>Eronildo quer estar atento a tudo: caminhões, ônibus, agricultura, preço do diesel, exigências de prefeitos e governadores sobre frota limpa e o perfil dos transportadores e seus sucessores nas famílias, afinal, desde abril de 2022, seu último cargo na Scania no Brasil, em quatro anos, muita coisa mudou nos controles das transportadoras, tanto de cargas como de passageiros.</p>
<p>Na nota oficial da Scania sobre o novo cargo, Eronildo destacou a relação com os frotistas, a descarbonização, com tecnologias para ônibus e caminhões menos poluentes, e não deixou de lado o cuidado que terá com a rede de concessionários, sua “raiz” na Scania.</p>
<p><strong><em>“Seguirei comprometido com os objetivos da Scania de os clientes estarem sempre em primeiro lugar, no centro das decisões e no apoio irrestrito a eles, de avançar na liderança da descarbonização do transporte e ampliar nossa competitividade por meio de soluções completas com o menor custo total de operação. Além de continuar a evolução da nossa competente rede de concessionárias.” </em></strong>– disse.</p>
<p>Na nota, a Scania ainda fez um resumo da carreira de Eronildo, que devido ao tempo que ficou trabalhando no Peru, já trazia uma leve entonação “castelhana” e, no bate-papo mais informal com os jornalistas contou algumas curiosidades do País, como a geografia, o clima seco onde praticamente não chove, a operação severa dos ônibus e caminhões nas áreas de mineração (uma das principais atividades econômica do país) e até a gastronomia. O famoso ceviche peruano, Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, aqui, no Brasil, é quase que um “acontecimento” gastronômico e caro.</p>
<p>Mas a preparação refrescante de peixe cru marinado em suco de cítricos, na qual a acidez do limão &#8220;cozinha&#8221; quimicamente a proteína do peixe, no Peru, obviamente é um alimento comum, mas tão comum que é usado muito como entrada de refeições e até comercializado em estações e terminais de ônibus.</p>
<p><em>Eronildo Santos, 53 anos, é brasileiro, casado, tem duas filhas e nasceu em São Bernardo do Campo (SP). Formou-se em Administração de Empresas pela UMESP – Universidade Metodista de São Paulo, tem pós-graduação em Marketing, também pela UMESP, e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), de São Paulo. Complementou sua formação com programas internacionais nos Estados Unidos, Suécia, Holanda e Argentina.</em></p>
<p><em> Sua carreira na Scania começou em 1998, quando ingressou na função de gerente de negócios na área de Vendas de Caminhões. Em setembro de 2001, assumiu a gerência geral de Vendas da Casa Scania Codema, concessionária no Estado de São Paulo. Em abril de 2006, teve a primeira experiência internacional aceitando o desafio de comandar Vendas e Marketing da Scania México. Em 2007, regressou ao Brasil para assumir a gerência do Programa SuperZerado, de caminhões seminovos. No ano de 2008, assumiu a gerência executiva de Vendas de caminhões da Scania no Brasil na qual permaneceu até setembro de 2011. Entre outubro de 2011 a dezembro de 2014, Eronildo Santos foi diretor de Vendas de Veículos responsável pelas equipes de caminhões e ônibus. No período de 2015 a abril de 2018 liderou como diretor o time de Desenvolvimento de Negócios.</em></p>
<p><em> Seu último cargo no Brasil, de 2018 a abril de 2022, foi de diretor-geral das casas cativas da Scania, formadas pelas concessionárias Codema (SP), Cavese (SC) e Suvesa (RS). De onde partiu para comandar a operação comercial peruana.</em></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Linhas de ônibus em Mauá (SP) mudam de itinerário a partir desta segunda (13)</title>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 14:55:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços deixam de atender vias como Av. Washington Luiz, no sentido Centro; e Rua Frederico Rodrigues de Godói na direção do Bairro e Rua Jorge Máximo de Azevedo, Avenida Presidente Castelo Branco e Rua Ricardo Bechelli para o Centro ADAMO BAZANI Três linhas de ônibus do transporte municipal de Mauá, no ABC Paulista, estão com [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="887" height="660" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-09.32.39.jpeg?fit=887%2C660&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-09.32.39.jpeg?w=887&amp;ssl=1 887w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-09.32.39.jpeg?resize=300%2C223&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-09.32.39.jpeg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-09.32.39.jpeg?resize=768%2C571&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-09.32.39.jpeg?resize=400%2C298&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 887px) 100vw, 887px" /> <p><em>Serviços deixam de atender vias como Av. Washington Luiz, no sentido Centro; e Rua Frederico Rodrigues de Godói na direção do Bairro e Rua Jorge Máximo de Azevedo, Avenida Presidente Castelo Branco e Rua Ricardo Bechelli para o Centro</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Três linhas de ônibus do transporte municipal de Mauá, no ABC Paulista, estão com novos itinerários a partir desta segunda-feira, 13 de abril de 2026: 81 &#8211; Égnes, 85 – Jardim Zaíra 5 e 86 – Jardim Zaíra 6.</p>
<p>Segundo a prefeitura, as alterações fazem parte da Operação “Tô Chegando”, que tenta melhorar a fluidez do trânsito em pontos críticos e reduzir o tempo de deslocamentos de transportes públicos.</p>
<p><u>Veja as alterações</u></p>
<p><strong>81 – Égnes e 85 – Jardim Zaíra 5:</strong></p>
<p>As linhas 81 e 85 não passam mais pela Av. Washington Luiz no sentido Bairro/Centro.</p>
<p><strong>86 – Jardim Zaíra 6</strong></p>
<p>A linha 86, no sentido Centro/Bairro, deixa de atender a Rua Frederico Rodrigues de Godói, passando a operar pelas ruas Rodolfo Passin e Doutor Dorival Resende da Silva.</p>
<p>Já no sentido Bairro/Centro, os ônibus não passam mais pela Rua Jorge Máximo de Azevedo, Avenida Presidente Castelo Branco e Rua Ricardo Bechelli. O novo trajeto contempla as ruas Dona Emília Scarparo, Doutor Dorival Resende da Silva e Luiz Gonzaga Rei do Baião.</p>
<p>Novas mudanças em outras linhas não estão descartadas.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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    <title>Ônibus escapa por pouco de ser atingido por trem em passagem de nível em Jaraguá do Sul (SC)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/13/onibus-escapa-por-pouco-de-ser-atingido-por-trem-em-passagem-de-nivel-em-jaragua-do-sul-sc/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 14:30:30 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Prefeitura classificou incidente como “grave ato imprudente” e disse que tomará medidas ARTHUR FERRARI Um vídeo divulgado nas redes sociais mostrando um ônibus do transporte coletivo atravessando uma linha férrea com um trem em aproximação levou a Prefeitura de Jaraguá do Sul (SC) a iniciar procedimentos administrativos para apurar a conduta da concessionária responsável pelo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-11.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-11.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-11.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-11.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-11.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome-11.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Prefeitura classificou incidente como “grave ato imprudente” e disse que tomará medidas</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um vídeo divulgado nas redes sociais mostrando um ônibus do transporte coletivo atravessando uma linha férrea com um trem em aproximação levou a Prefeitura de Jaraguá do Sul (SC) a iniciar procedimentos administrativos para apurar a conduta da concessionária responsável pelo serviço.</p>
<p>As imagens foram registradas na Rua Reinoldo Rau, área central do município, e mostram o coletivo realizando a travessia com passageiros a bordo enquanto a composição ferroviária se aproximava do cruzamento. Pouco depois da passagem do ônibus, o trem atravessa o mesmo trecho, evidenciando a curta distância entre os veículos.</p>
<p>Diante da repercussão do caso, a Prefeitura de Jaraguá do Sul informou que abriu processo para avaliar a situação e verificar eventual descumprimento contratual por parte da empresa responsável pela operação do transporte coletivo. Entre as medidas previstas estão notificação formal, solicitação de esclarecimentos e análise de possíveis penalidades, como advertências ou multas.</p>
<p>Em posicionamento oficial, o município classificou a ocorrência como “grave ato imprudente” e afirmou que “é lamentável e inadmissível, sobretudo, diante do risco concreto de um acidente de grandes proporções, com potencial dano à integridade física de cidadãos e prejuízos à coletividade”, informou a Prefeitura de Jaraguá do Sul.</p>
<p>Além da investigação envolvendo o ônibus, a administração municipal também informou que outros condutores que eventualmente tenham desrespeitado a sinalização da travessia ferroviária serão identificados. “Paralelamente, a prefeitura está atuando na identificação dos demais condutores que, de forma imprudente, desrespeitaram a sinalização e os alertas de aproximação do trem, colocando em risco não apenas suas próprias vidas, mas também a de terceiros, em desacordo com o Código de Trânsito Brasileiro no seu artigo 212. As medidas legais cabíveis também serão aplicadas nesses casos”, informou a administração municipal.</p>
<p>O veículo pertence à Senhora dos Campos Concessionária de Transporte Urbano de Jaraguá do Sul SPE Ltda, responsável pela operação municipal. A empresa também se manifestou e informou que adotou providências internas após a apuração do episódio.</p>
<p>“A empresa Senhora dos Campos, responsável pelo sistema de transporte de passageiros do município, vem a público se manifestar sobre o ocorrido em 10/04/2026 envolvendo um de seus motoristas em travessia ferroviária. A empresa repudia com veemência qualquer atitude que contrarie os princípios de segurança e responsabilidade que norteiam suas operações. O comportamento registrado não condiz com os padrões exigidos e praticados pela organização. Informamos que, imediatamente após a apuração dos fatos, foram adotadas todas as medidas disciplinares cabíveis, conforme as normas internas da empresa e a legislação vigente. Reforçamos que a empresa mantém um programa contínuo de treinamentos e capacitações periódicas, com foco em direção defensiva, comportamento seguro e prevenção de acidentes, visando garantir a segurança de passageiros, colaboradores e da comunidade. Destacamos que a preservação da vida é o nosso valor mais importante, sendo prioridade absoluta em todas as nossas atividades. Seguimos comprometidos com a melhoria contínua dos nossos processos e com a segurança no transporte de passageiros”, informou a empresa Senhora dos Campos.</p>
<p>A Prefeitura de Jaraguá do Sul informou ainda que encaminhou o caso para análise técnica dos órgãos competentes e reforçou que continuará monitorando travessias ferroviárias para evitar situações semelhantes.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>A poluição invisível do transporte: o que estamos ignorando na corrida pela eletrificação</title>
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	<dc:creator><![CDATA[alepelegigmailcom]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 14:00:18 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estudo revela que desgaste de pneus e freios pode superar em até 1.850 vezes as emissões do escapamento, enquanto avanço do transporte individual amplia uma poluição ainda fora do radar regulatório ALEXANDRE PELEGI, COM COMENTÁRIOS DE OLIMPIO ALVARES A transição energética virou consenso. E, como todo consenso, corre o risco de simplificar demais uma realidade [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/polution-canada.jpeg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/polution-canada.jpeg?w=1536&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/polution-canada.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/polution-canada.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/polution-canada.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/polution-canada.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/polution-canada.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Estudo revela que desgaste de pneus e freios pode superar em até 1.850 vezes as emissões do escapamento, enquanto avanço do transporte individual amplia uma poluição ainda fora do radar regulatório</em></p>
<p><strong><em>ALEXANDRE PELEGI, COM COMENTÁRIOS DE OLIMPIO ALVARES</em></strong></p>
<p>A transição energética virou consenso. E, como todo consenso, corre o risco de simplificar demais uma realidade que é estruturalmente mais complexa do que parece.</p>
<p>A narrativa dominante é clara: substituir motores a combustão por veículos elétricos reduzirá drasticamente a poluição. E isso é verdade, — mas apenas parcialmente, quando vemos a realidade com um olho aberto e o outro fechado.</p>
<p><strong>A poluição que não sai do escapamento</strong></p>
<p>Um estudo recente da University of Calgary School of Public Policy, publicado na série Energy &amp; Environmental Policy Trends (novembro de 2024), chama atenção para um ponto que passa quase despercebido no debate público: os veículos não poluem apenas pelo escapamento — e, em muitos casos, essa já nem é a principal fonte.</p>
<p>Segundo o estudo, partículas provenientes do desgaste de pneus e freios têm um peso muito maior do que normalmente se imagina. Em condições reais de uso, as emissões de material particulado geradas pelo desgaste dos pneus podem ser até 1.850 vezes maiores do que aquelas provenientes do escapamento.</p>
<p><strong>Quando a regulação corre atrás do problema errado</strong></p>
<p>Durante décadas, a política ambiental se concentrou no controle das emissões do motor (a que sai pelo escapamento) e das emissões evaporativas, que escapam pelas conexões e mangueiras do sistema de armazenagem e distribuição de combustível.</p>
<p>E isso produziu avanços relevantes para a redução da contaminação atmosférica que excedia (e em certos casos ainda excede) patamares perigosos para a saúde. O problema é que alguns aspectos dos impactos ambientais dos veículos automotores ainda estão fora do radar do controle.</p>
<p>Hoje, regula-se com precisão aquilo que deixou de ser o principal problema — enquanto crescem, silenciosamente, fontes de poluição praticamente ignoradas.</p>
<p><strong>Carros elétricos: solução parcial, efeito colateral ignorado</strong></p>
<p>A eletrificação, por exemplo, é uma das respostas necessárias à crise climática, mas ela não é neutra em todos os aspectos ambientais.</p>
<p>Veículos elétricos são, em geral, mais pesados — sobretudo por conta das baterias — e entregam torque imediato muito maior que os equivalentes a combustão. Isso altera a dinâmica de contato com o solo.</p>
<p>Na prática, significa maior desgaste de pneus, maior emissão de partículas finas e maior impacto sobre o pavimento.</p>
<p>O estudo canadense aponta que, em um comparativo entre versões do mesmo modelo de um automóvel compacto, veículos elétricos podem gerar 28% mais partículas PM10 (com diâmetro até 10 microns) e 23% mais partículas PM2.5 (partículas mais finas e, portanto, mais tóxicas, até 2,5 microns) provenientes do desgaste dos pneus.</p>
<p>Não se trata de afirmar que o carro elétrico polui mais que o convencional, mas de reconhecer, no tocante às emissões de partículas oriundas do desgaste de pneus &#8211; fontes que ainda não estão devidamente reguladas –, que os veículos elétricos emitem de fato mais do que seus correspondentes a combustão (gasolina ou diesel).</p>
<p><strong>Mais veículos, mais desgaste, mais poluição invisível</strong></p>
<p>No Brasil, os dados ajudam a entender por que essa discussão é ainda mais urgente. Levantamentos da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), por meio do Sistema de Informações da Mobilidade Urbana &#8211; SIMOB, mostram que o transporte coletivo deixou de ser dominante nas cidades brasileiras. Após a pandemia, houve queda de cerca de 35% nas viagens por transporte coletivo, ao mesmo tempo em que o transporte individual avançou e a frota nacional se aproxima de 49 milhões de veículos. Hoje, aproximadamente 49% das distâncias percorridas nas cidades são feitas por transporte individual.</p>
<p>Esse dado muda completamente o eixo da discussão. Porque o problema da poluição por desgaste — pneus, freios e pavimento — cresce diretamente com o número de veículos em circulação e com a quilometragem total rodada por essa nova frota, não apenas com o tipo de motorização.</p>
<p><strong>Brasil acelera na direção oposta</strong></p>
<p>A expansão do transporte individual, portanto, não é apenas uma questão de congestionamento ou uso do espaço urbano. É também um vetor direto de aumento das emissões convencionais reguladas e das ainda não reguladas &#8211; igualmente ou até mais tóxicas que as reguladas. Mais veículos significam mais atrito, mais desgaste e mais partículas — mesmo que todos sejam elétricos.</p>
<p>Lembre-se que as concentrações atmosféricas de material particulado em ambientes externos são responsáveis pela morte prematura de 4,2 milhões de pessoas anualmente.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde, a exposição ao material particulado está associada a doenças isquêmicas do coração, acidentes vasculares cerebrais (AVC), doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e infecções respiratórias, como pneumonia, que afetam dezenas de milhões de pessoas em todo planeta. Mais de 90% dessas mortes e incidência de doenças ocorrem em países de baixa e média renda.</p>
<p><strong>Transporte coletivo como estratégia ambiental — não apenas social</strong></p>
<p>Nesse contexto, o transporte coletivo volta ao centro da discussão, não apenas como solução social, mas como estratégia ambiental. Dados da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos) mostram que o setor ainda responde por 39% dos deslocamentos urbanos, com cerca de 35,6 milhões de passageiros transportados diariamente.</p>
<p>No tocante ao impacto comparativo das emissões nos deslocamentos, o transporte coletivo “dá um banho” no transporte individual, uma vez que as emissões de um único veículo são diluídas entre dezenas de passageiros, enquanto o transporte individual multiplica as fontes de emissão.</p>
<p><strong>Da emissão de carbono ao ciclo completo do impacto</strong></p>
<p>A discussão ambiental no transporte começa, assim, a sair do escapamento e entrar em numa lógica mais ampla, que envolve peso e torque dos veículos, quantidade de veículos, e intensidade de uso, e é claro, as emissões de carbono fóssil de todo ciclo de vida do veículo, desde o berço até o túmulo – um assunto que ganha corpo no Brasil: a.  regulação que instituiu a quantificação das emissões de carbono no ciclo de vida dos veículos foi oficializada através do Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), regulamentado pelo Decreto nº 12.435, de 15 de abril de 2025.</p>
<p><strong>Europa avança, Brasil ainda não entrou no debate</strong></p>
<p>Nesse cenário mais amplo, a eletrificação enfrenta apenas uma parte do problema. Se o número de veículos continua crescendo — como indicam os dados brasileiros —, a tendência é de aumento das emissões não-exaustivas, mesmo com uma frota mais limpa em termos de emissões de carbono fóssil pelo escapamento.</p>
<p>A Europa já começa a reagir ao incluir emissões de pneus e freios nas novas normas ambientais. O Brasil ainda está distante desse debate, mas os dados indicadores mostram que pode enfrentar esse problema de forma objetiva, justamente pela combinação de crescimento da motorização individual, avanço no <em>market-share</em> dos veículos elétricos e da perda de participação do transporte coletivo.</p>
<p><strong>A nova fronteira da política ambiental no transporte</strong></p>
<p>Há, portanto, uma ilusão perigosa em tratar a eletrificação como solução completa. Reduzir emissões de carbono é fundamental, mas não resolve, por si só, todos os impactos ambientais do transporte. A questão estrutural permanece: quantos veículos circulam, quanto pesam e quanto se deslocam.</p>
<p>O debate ambiental no transporte entra, assim, em uma nova fase — menos visível, mais complexa e mais exigente. A poluição do escapamento está sendo enfrentada. A do asfalto, não. E ela cresce na mesma velocidade que o número de veículos nas ruas.</p>
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<p><strong><em>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<p><strong><em>Olimpio Alvares, engenheiro mecânico pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP). Coordenador da Comissão de Meio Ambiente da Associação Nacional de Transporte Públicos – ANTP</em></strong></p>
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