<?xml version="1.0"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
<channel>
	<title>Diário do Transporte</title>
	<link>https://diariodotransporte.com.br</link>
	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
  <lastBuildDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</lastBuildDate>
  <atom:link href="https://diariodotransporte.com.br/2026/01/15/antt-homologa-licenca-complementar-para-empresa-argentina-silvia-sociedad-operar-linha-entre-resistencia-ar-e-torres-rs/" rel="self" type="application/rss+xml" />
  <item>
    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=494300</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=358722</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Ministério da Fazenda autoriza aditivo de crédito de até R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de aplicativos; lei federal também contempla transporte escolar</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/ministerio-da-fazenda-autoriza-aditivo-de-credito-de-ate-r-30-bilhoes-para-taxistas-e-motoristas-de-aplicativos-lei-federal-tambem-contempla-transporte-escolar/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/ministerio-da-fazenda-autoriza-aditivo-de-credito-de-ate-r-30-bilhoes-para-taxistas-e-motoristas-de-aplicativos-lei-federal-tambem-contempla-transporte-escolar/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 10:01:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Contrato com o BNDES financia a aquisição de veículos novos por profissionais do transporte individual; legislação sancionada em setembro inclui linhas para renovação de veículos escolares, enquanto regulamentação permite até sete anos de pagamento para automóveis de até R$ 200 mil ADAMO BAZANI O Ministério da Fazenda autorizou um aditivo ao contrato firmado entre a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="512" height="297" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?fit=512%2C297&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?w=512&amp;ssl=1 512w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?resize=300%2C174&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?resize=400%2C232&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /> <p><em>Contrato com o BNDES financia a aquisição de veículos novos por profissionais do transporte individual; legislação sancionada em setembro inclui linhas para renovação de veículos escolares, enquanto regulamentação permite até sete anos de pagamento para automóveis de até R$ 200 mil</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Ministério da Fazenda autorizou um aditivo ao contrato firmado entre a União e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para disponibilizar até R$ 30 bilhões em linhas de financiamento destinadas à aquisição de veículos novos por taxistas, cooperativas de táxi e motoristas do transporte remunerado privado individual de passageiros, incluindo profissionais que trabalham com aplicativos. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, e integra a política federal de renovação de veículos consolidada em setembro, quando foi sancionada uma lei que também contempla o transporte escolar.</p>
<p>O financiamento será realizado por meio de operações de crédito reembolsáveis, ou seja, os beneficiários terão de devolver os recursos contratados. Para taxistas e motoristas de aplicativos, a regulamentação prevê prazo máximo de 84 meses, equivalente a sete anos, carência de até seis meses para amortização do principal e limite de R$ 200 mil para o valor do automóvel financiado. A Lei nº 15.503, de 14 de setembro de 2026, incorporou medidas de diferentes iniciativas legislativas e estabeleceu condições para o financiamento de veículos novos que atendam a critérios de sustentabilidade ambiental, social ou econômica. O transporte escolar também passou a integrar o alcance da legislação, com instrumento próprio relacionado à renovação de frota.</p>
<p>O despacho foi assinado pelo ministro da Fazenda, Dario Carnevalli Durigan, em 28 de outubro.</p>
<p>O documento autoriza a celebração do primeiro termo aditivo ao contrato nº 682/2026/CAFIN, firmado entre a União e o BNDES.</p>
<p>A operação tem fundamento na Medida Provisória nº 1.359, de maio de 2026, cujas disposições foram posteriormente incorporadas à legislação federal sancionada em setembro.</p>
<p>A autorização considera manifestações técnicas da Secretaria do Tesouro Nacional e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional sobre o cumprimento dos requisitos necessários à formalização contratual.</p>
<p>O limite de R$ 30 bilhões corresponde ao montante máximo autorizado para a estrutura de financiamento abrangida pelo contrato.</p>
<p>A contratação pelos beneficiários dependerá das condições regulamentares, da atuação das instituições financeiras e da disponibilidade de recursos.</p>
<h3>Transporte escolar também faz parte da legislação sancionada em setembro</h3>
<p>O transporte escolar foi expressamente incluído no alcance da Lei nº 15.503/2026.</p>
<p>A legislação trata da disponibilização de recursos para financiamento reembolsável destinado à aquisição de veículos automotores novos utilizados em diferentes atividades de transporte de passageiros.</p>
<p>A inclusão do segmento escolar é relevante porque envolve profissionais e empresas que precisam investir periodicamente na substituição de veículos e no cumprimento de exigências específicas de segurança.</p>
<p>O transporte de estudantes possui regras próprias previstas no Código de Trânsito Brasileiro e em regulamentações das autoridades competentes.</p>
<p>Os veículos precisam atender às exigências de identificação, equipamentos, inspeções e autorização para circulação nessa atividade.</p>
<p>Também existem condições específicas para os condutores.</p>
<p>A aquisição de uma van, micro-ônibus ou outro veículo destinado ao transporte escolar pode representar investimento significativo para transportadores autônomos, cooperativas e empresas.</p>
<p>A possibilidade de financiamento de longo prazo pode ajudar a distribuir esse custo ao longo dos anos, de acordo com as condições de contratação.</p>
<p>A legislação sancionada em setembro também alterou regras relacionadas ao Fundo de Investimento em Infraestrutura Social, permitindo operações de financiamento voltadas a infraestrutura, equipamentos e renovação de frota do transporte escolar.</p>
<p>Essa modalidade deve ser diferenciada da linha de crédito de até R$ 30 bilhões expressamente destinada, no despacho desta quinta-feira, a taxistas e profissionais do transporte privado individual.</p>
<p>Para os operadores escolares, o acesso dependerá das condições específicas do instrumento financeiro utilizado e do enquadramento dos interessados.</p>
<h3>Taxistas e motoristas de aplicativos poderão financiar automóveis de até R$ 200 mil</h3>
<p>A regulamentação do Conselho Monetário Nacional prevê limite de R$ 200 mil para o valor do automóvel financiado nas operações destinadas ao transporte remunerado individual de passageiros.</p>
<p>O prazo máximo de pagamento é de 84 meses, correspondente a sete anos.</p>
<p>Também está prevista a possibilidade de carência de até seis meses para amortização do principal.</p>
<p>Essas condições permitem que o custo de aquisição seja distribuído ao longo de um período relativamente extenso.</p>
<p>A contratação deverá observar a capacidade financeira do profissional e as exigências da instituição responsável pelo crédito.</p>
<p>Para quem utiliza o automóvel como instrumento de trabalho, a decisão de comprar um veículo envolve mais do que a prestação do financiamento.</p>
<p>É necessário considerar combustível ou energia elétrica, manutenção, seguro, impostos e outros custos operacionais.</p>
<p>O preço do veículo, o prazo de pagamento e os encargos da operação também influenciam a viabilidade econômica.</p>
<p>A utilização do financiamento deverá ser compatível com a atividade profissional e com as regras estabelecidas para cada beneficiário.</p>
<h3>Mulheres terão encargo diferenciado sobre os recursos da linha de crédito</h3>
<p>A regulamentação prevê uma condição específica para operações contratadas por mulheres.</p>
<p>O encargo sobre a fonte de recursos foi estabelecido em 1,5% ao ano nessas contratações.</p>
<p>Para as demais operações, o percentual correspondente é de 2,5% ao ano.</p>
<p>Essa diferença se aplica ao encargo definido para os recursos utilizados no financiamento.</p>
<p>A taxa final contratada poderá incluir outras remunerações e despesas previstas na regulamentação.</p>
<p>O BNDES possui remuneração máxima de 1,25% ao ano, enquanto as instituições financeiras habilitadas poderão cobrar remuneração de até 8,5% ao ano, observadas as regras aplicáveis.</p>
<p>Por isso, a comparação entre financiamentos deve considerar o custo efetivo total.</p>
<p>Esse indicador reúne os encargos da operação e permite avaliar quanto o beneficiário pagará durante o período contratado.</p>
<h3>Cooperativas de táxi também estão entre os beneficiários</h3>
<p>A legislação inclui expressamente as cooperativas de taxistas.</p>
<p>A participação dessas organizações permite que profissionais vinculados a estruturas cooperativas tenham acesso às operações de financiamento, conforme os critérios definidos.</p>
<p>A regulamentação considera limites de aquisição por beneficiário e, no caso das cooperativas, por cooperado.</p>
<p>A medida pode contribuir para a substituição de veículos utilizados em serviços regulamentados de táxi.</p>
<p>Em diversas cidades, o serviço é prestado tanto por profissionais individuais quanto por cooperativas, que organizam atividades como atendimento, comunicação, distribuição de chamadas e serviços de apoio.</p>
<p>A renovação de frota pode envolver mudanças na estrutura de custos dessas operações.</p>
<p>Os contratos de financiamento deverão observar os requisitos financeiros e documentais aplicáveis.</p>
<h3>Veículos financiados deverão ser novos e atender a critérios de sustentabilidade</h3>
<p>A legislação estabelece que os recursos sejam destinados à aquisição de veículos automotores novos que atendam a critérios de sustentabilidade ambiental, social ou econômica.</p>
<p>O enquadramento dependerá das condições regulamentares e das características dos veículos.</p>
<p>A exigência pode favorecer a substituição de automóveis mais antigos por unidades com tecnologias recentes de segurança e eficiência energética.</p>
<p>Veículos de diferentes tecnologias poderão ser avaliados conforme as regras do programa.</p>
<p>No transporte de passageiros, a renovação de frota também precisa considerar a adequação dos veículos às condições reais de operação.</p>
<p>Automóveis utilizados por motoristas de aplicativos e taxistas frequentemente apresentam elevada utilização diária, com despesas recorrentes de manutenção e abastecimento.</p>
<p>A decisão de financiamento deve levar em conta essas características, além da capacidade de pagamento do profissional.</p>
<p>No transporte escolar, a tecnologia e a idade do veículo precisam ser consideradas em conjunto com as exigências obrigatórias de segurança e autorização.</p>
<h3>Programa começou com medida provisória de maio e foi consolidado em setembro</h3>
<p>A estrutura de financiamento para veículos destinados ao transporte privado individual foi inicialmente prevista na Medida Provisória nº 1.359, de 19 de maio de 2026.</p>
<p>A proposta autorizou a União a disponibilizar até R$ 30 bilhões para linhas de financiamento reembolsável.</p>
<p>Posteriormente, durante a tramitação de outra medida provisória, o Congresso incorporou dispositivos relacionados ao financiamento de veículos e ampliou o alcance das medidas.</p>
<p>O resultado foi a Lei nº 15.503, sancionada em 14 de setembro.</p>
<p>A legislação passou a contemplar expressamente o transporte escolar e reuniu alterações em diferentes normas federais.</p>
<p>O Conselho Monetário Nacional também atualizou a regulamentação das operações, estabelecendo condições financeiras para os beneficiários.</p>
<p>A autorização do aditivo contratual publicada nesta quinta-feira representa mais uma etapa da operacionalização da política.</p>
<p>O contrato com o BNDES permitirá estruturar a disponibilização dos recursos dentro dos limites e condições estabelecidos.</p>
<h3>Financiamento de R$ 30 bilhões é diferente dos R$ 14,5 bilhões aprovados pelo Senado para ônibus e caminhões</h3>
<p>A decisão da Fazenda ocorre um dia depois da aprovação, pelo Senado, de outra proposta relacionada à renovação de veículos.</p>
<p>Na quarta-feira, 28 de outubro, os senadores aprovaram um projeto que autoriza até R$ 14,5 bilhões para operações de financiamento de veículos utilizados no transporte de passageiros e cargas.</p>
<p>Essa proposta inclui ônibus e micro-ônibus novos, caminhões, caminhões-tratores e implementos rodoviários, conforme as condições previstas.</p>
<p>Também permite financiar chassis e carrocerias de ônibus separadamente, desde que cumpram os requisitos de fabricação nacional e credenciamento no BNDES.</p>
<p>O projeto segue para sanção presidencial.</p>
<p>As duas iniciativas possuem finalidades relacionadas à renovação de frotas, mas apresentam públicos e regras diferentes.</p>
<p>O financiamento de até R$ 30 bilhões previsto no despacho desta quinta-feira é voltado aos beneficiários do transporte privado individual indicados no contrato.</p>
<p>O projeto de R$ 14,5 bilhões abrange também empresas e profissionais do transporte rodoviário e urbano de passageiros e cargas, incluindo a aquisição de ônibus novos.</p>
<p>Já o transporte escolar possui previsão própria na legislação sancionada em setembro.</p>
<p>A execução das políticas dependerá da regulamentação, das condições de contratação e da disponibilidade financeira.</p>
<h3>Renovação pode beneficiar profissionais e passageiros</h3>
<p>A oferta de crédito para aquisição de veículos novos pode contribuir para a substituição de unidades antigas utilizadas no transporte de passageiros.</p>
<p>Para taxistas e motoristas de aplicativos, a renovação poderá representar a aquisição de veículos com tecnologias mais recentes, de acordo com as condições de cada modelo.</p>
<p>Para o transporte escolar, o financiamento poderá integrar investimentos destinados à atualização dos veículos utilizados na condução de estudantes.</p>
<p>A efetiva melhoria dos serviços dependerá das aquisições realizadas e do cumprimento das exigências de segurança e operação.</p>
<p>Também será necessário acompanhar como os recursos serão distribuídos entre os beneficiários e quais condições financeiras estarão disponíveis na contratação.</p>
<p>A medida publicada nesta quinta-feira representa a continuidade da estrutura federal de financiamento para veículos de transporte de passageiros, com participação do BNDES e utilização de recursos reembolsáveis.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/ministerio-da-fazenda-autoriza-aditivo-de-credito-de-ate-r-30-bilhoes-para-taxistas-e-motoristas-de-aplicativos-lei-federal-tambem-contempla-transporte-escolar/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=542171</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Compra de ônibus novos, diesel e biometano para transporte coletivo, linha 4-Amarela e importação de trens do Metrô de BH terão benefícios fiscais prorrogados até 2028</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/compra-de-onibus-novos-diesel-e-biometano-para-transporte-coletivo-linha-4-amarela-e-importacao-de-trens-do-metro-de-bh-terao-beneficios-fiscais-prorrogados-ate-2028/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/compra-de-onibus-novos-diesel-e-biometano-para-transporte-coletivo-linha-4-amarela-e-importacao-de-trens-do-metro-de-bh-terao-beneficios-fiscais-prorrogados-ate-2028/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 09:01:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão do Confaz também mantém autorizações tributárias para vans e micro-ônibus, implantação da Linha 4-Amarela de São Paulo e projeto do Metrô Curitibano; medidas envolvem isenções, redução de base de cálculo e créditos presumidos de ICMS ADAMO BAZANI Empresas de ônibus, operadores de transporte complementar, fornecedores de combustíveis e projetos de metrô poderão continuar utilizando [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-1024x576.avif" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-1024x576.avif 1024w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-300x169.avif 300w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-150x84.avif 150w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-768x432.avif 768w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-1536x864.avif 1536w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU-400x225.avif 400w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/RUN5DSD2MJDI7SIFMHFJXRA6FU.avif 1960w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<p><em>Decisão do Confaz também mantém autorizações tributárias para vans e micro-ônibus, implantação da Linha 4-Amarela de São Paulo e projeto do Metrô Curitibano; medidas envolvem isenções, redução de base de cálculo e créditos presumidos de ICMS</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Empresas de ônibus, operadores de transporte complementar, fornecedores de combustíveis e projetos de metrô poderão continuar utilizando benefícios fiscais autorizados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) até 31 de dezembro de 2028. A prorrogação, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, abrange operações relacionadas à aquisição de ônibus, micro-ônibus e vans novos, ao fornecimento de diesel, biodiesel, biometano e gás natural veicular para o transporte coletivo e à compra de equipamentos e trens destinados a sistemas metroviários. Entre os empreendimentos contemplados estão a Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, o projeto do Metrô Curitibano e a importação de composições para o Metrô de Belo Horizonte.</p>
<p>A decisão foi tomada pelo Confaz em reunião extraordinária realizada em 27 de outubro e reúne benefícios tributários criados em diferentes períodos, alguns deles há quase duas décadas. As medidas permitem que estados autorizados mantenham isenções, reduções de base de cálculo e créditos presumidos de ICMS em operações específicas. Para as empresas de transporte de passageiros, os benefícios podem influenciar despesas com aquisição de frota e abastecimento. Nos sistemas ferroviários, podem integrar a estrutura financeira de investimentos em equipamentos e material rodante. A aplicação depende das condições previstas em cada convênio e da legislação das unidades federativas abrangidas.</p>
<p>A prorrogação foi estabelecida pelo Convênio ICMS nº 131/2026.</p>
<p>O documento reúne autorizações tributárias que alcançam diferentes setores da economia, incluindo atividades diretamente relacionadas ao transporte público.</p>
<p>No setor de ônibus, os benefícios podem interferir em duas despesas importantes: a aquisição de veículos e o consumo de combustíveis.</p>
<p>A compra de ônibus novos envolve investimentos que podem ser elevados, especialmente em sistemas que exigem veículos de maior capacidade, acessibilidade e equipamentos específicos.</p>
<p>Já o abastecimento representa uma despesa recorrente das operações.</p>
<p>No caso do transporte ferroviário, a tributação de equipamentos, componentes e composições pode ser considerada na estrutura de investimentos necessários à implantação ou modernização dos sistemas.</p>
<p>Os benefícios fiscais possuem diferentes mecanismos.</p>
<p>A isenção dispensa o recolhimento do imposto nas operações enquadradas.</p>
<p>A redução da base de cálculo diminui o valor sobre o qual o tributo é calculado.</p>
<p>O crédito presumido permite utilizar um crédito fiscal nas condições previstas, reduzindo o imposto devido.</p>
<p>Essas diferenças são importantes porque os efeitos financeiros variam conforme a operação, o contribuinte e a legislação estadual.</p>
<h3>Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo tem autorização de isenção para implantação prorrogada</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 57, de 5 de junho de 2007, autoriza o Estado de São Paulo a conceder isenção do imposto nas operações internas com bens e mercadorias destinados à implantação da Linha 4-Amarela do Metrô.</p>
<p>O benefício foi criado durante o processo de estruturação e implantação de um dos principais projetos ferroviários da capital paulista.</p>
<p>A Linha 4-Amarela é operada pela concessionária ViaQuatro e permite integração com outros serviços metroferroviários.</p>
<p>O empreendimento foi implantado em diferentes etapas e passou a desempenhar papel importante na ligação entre regiões da cidade.</p>
<p>A autorização tributária está relacionada aos bens e mercadorias destinados à implantação do sistema, observadas as condições previstas.</p>
<p>A prorrogação até dezembro de 2028 preserva a possibilidade de utilização desse tratamento fiscal.</p>
<p>A medida pode ser considerada em operações que se enquadrem nas exigências do convênio e da legislação paulista.</p>
<p>O benefício se refere à estrutura tributária do empreendimento e deve ser distinguido das tarifas cobradas dos passageiros e da remuneração da concessionária.</p>
<h3>Metrô Curitibano mantém autorização fiscal criada em 2013 para implantação do projeto</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 161, de 6 de dezembro de 2013, autoriza o Paraná a conceder isenção do imposto em operações internas com bens e mercadorias destinados à implantação do Metrô Curitibano.</p>
<p>A autorização foi instituída no período em que a capital paranaense discutia alternativas de expansão da capacidade do transporte coletivo.</p>
<p>Curitiba consolidou historicamente seu sistema em torno dos corredores de ônibus, terminais de integração e serviços expressos.</p>
<p>O projeto de metrô foi objeto de estudos e discussões sobre viabilidade técnica, financeira e operacional.</p>
<p>A autorização tributária criada em 2013 permaneceu entre os instrumentos fiscais relacionados ao empreendimento.</p>
<p>Com a decisão do Confaz, sua vigência poderá se estender até 31 de dezembro de 2028.</p>
<p>A medida mantém a possibilidade de tratamento tributário diferenciado para bens e mercadorias destinados à implantação do projeto, dentro das condições legais.</p>
<p>O histórico também permite relacionar a discussão do metrô com os projetos de modernização do transporte coletivo da capital paranaense, que incluem renovação da frota de ônibus, mudanças nos contratos e investimentos em corredores.</p>
<h3>Diesel e biodiesel destinados ao transporte coletivo continuam com autorização de redução do ICMS</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 79, de 5 de julho de 2019, autoriza determinadas unidades federativas a conceder redução da base de cálculo do imposto nas operações internas com óleo diesel e biodiesel destinados a empresas concessionárias ou permissionárias de transporte coletivo de passageiros por qualquer modal.</p>
<p>A medida alcança uma das principais despesas operacionais dos sistemas de ônibus.</p>
<p>O diesel permanece como combustível utilizado por grande parte da frota brasileira, incluindo veículos municipais, metropolitanos e rodoviários.</p>
<p>O custo do abastecimento interfere diretamente nas despesas das empresas.</p>
<p>Nos contratos de transporte coletivo, esse gasto pode integrar fórmulas de remuneração e revisão dos custos dos serviços.</p>
<p>A redução da base de cálculo permite diminuir a parcela do valor da operação utilizada para apurar o imposto, conforme as regras aplicáveis.</p>
<p>O benefício pode produzir efeitos diferentes dependendo das condições de fornecimento, da legislação estadual e da forma como o combustível é adquirido.</p>
<p>A prorrogação até 2028 mantém a autorização para continuidade desse tratamento tributário.</p>
<p>Também é necessário considerar a interação com as regras nacionais de tributação de combustíveis, incluindo o regime monofásico de ICMS.</p>
<p>Para os passageiros, eventual repercussão sobre o valor das tarifas depende das condições contratuais e da forma como os poderes públicos remuneram as empresas.</p>
<h3>Vans e micro-ônibus utilizados no transporte complementar mantêm isenção para aquisição de veículos</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 91, de 1º de julho de 2022, autoriza unidades federativas a conceder isenção do imposto em operações internas com micro-ônibus e vans destinados ao transporte complementar de passageiros.</p>
<p>A medida interessa a sistemas que utilizam veículos de menor capacidade em serviços regulamentados.</p>
<p>Em diferentes municípios, vans e micro-ônibus são utilizados em atividades que complementam a rede convencional.</p>
<p>Esses serviços podem atender regiões de menor demanda ou trajetos específicos, de acordo com a organização estabelecida pelo poder público.</p>
<p>A renovação da frota representa uma despesa relevante para os operadores.</p>
<p>A aquisição de veículos novos também pode ser necessária para atender exigências de acessibilidade, segurança e idade máxima estabelecidas nas regulamentações locais.</p>
<p>A isenção tributária pode reduzir o custo de aquisição quando as operações cumprem as condições do benefício.</p>
<p>O enquadramento depende da destinação dos veículos e das exigências previstas no convênio e nas normas estaduais.</p>
<p>A prorrogação até dezembro de 2028 permite a continuidade da autorização para as compras elegíveis.</p>
<h3>Fornecimento de diesel e biodiesel para concessionárias de transporte coletivo mantém crédito presumido</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 21, de 14 de abril de 2023, autoriza as unidades federativas a conceder crédito presumido nas operações de saída de óleo diesel e biodiesel destinados a empresas concessionárias ou permissionárias de transporte coletivo de passageiros.</p>
<p>O mecanismo permite tratamento tributário específico na comercialização dos combustíveis.</p>
<p>Diferentemente da isenção, o crédito presumido está relacionado à utilização de crédito fiscal nas condições estabelecidas.</p>
<p>Para o transporte coletivo, essa estrutura pode interferir nos custos da cadeia de fornecimento de diesel e biodiesel.</p>
<p>As empresas de ônibus frequentemente possuem consumo elevado de combustível, especialmente nos sistemas que operam grandes frotas e realizam viagens durante praticamente todo o dia.</p>
<p>O abastecimento representa uma despesa permanente.</p>
<p>Nos contratos de concessão, os gastos podem ser considerados na composição dos custos operacionais.</p>
<p>A manutenção do crédito presumido até 2028 permite que os estados autorizados continuem utilizando o mecanismo tributário previsto.</p>
<p>O efeito financeiro dependerá das regras de aplicação e da estrutura das operações comerciais.</p>
<h3>Ônibus, micro-ônibus e vans novos mantêm isenção sobre diferencial de alíquotas em compras interestaduais</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 194, de 8 de dezembro de 2023, autoriza a concessão de isenção do imposto nas operações interestaduais com ônibus, micro-ônibus e vans novos, relativamente à diferença entre as alíquotas interna e interestadual.</p>
<p>O benefício possui importância para a indústria brasileira de ônibus e para as empresas que adquirem veículos produzidos em outros estados.</p>
<p>A fabricação nacional de ônibus envolve diferentes empresas de chassis e carrocerias, distribuídas por diversas regiões.</p>
<p>Um operador sediado em determinado estado pode adquirir veículos de indústrias instaladas em outra unidade federativa.</p>
<p>Dependendo da operação, as regras tributárias podem envolver o recolhimento do diferencial de alíquotas do ICMS.</p>
<p>A autorização do Confaz permite tratamento específico para as aquisições abrangidas.</p>
<p>A medida pode influenciar o custo de compra dos veículos e integrar o planejamento financeiro de projetos de renovação de frota.</p>
<p>A aplicação depende das condições legais, da localização dos participantes e da finalidade da aquisição.</p>
<p>A prorrogação até o final de 2028 mantém a possibilidade de utilização do benefício nas operações enquadradas.</p>
<h3>Transporte metropolitano mantém crédito presumido de ICMS sobre combustível destinado às concessionárias</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 213, de 21 de dezembro de 2023, autoriza crédito presumido nas saídas de óleo diesel e biodiesel destinados a empresas concessionárias ou permissionárias de transporte público coletivo de passageiros de determinadas regiões metropolitanas.</p>
<p>A medida foi estruturada para sistemas abrangidos pelas condições específicas da autorização.</p>
<p>O transporte metropolitano frequentemente apresenta características diferentes dos serviços exclusivamente municipais.</p>
<p>As linhas podem atravessar limites entre cidades e conectar bairros, centros comerciais, terminais e polos de emprego de diferentes municípios.</p>
<p>Esses trajetos também podem envolver percursos extensos e elevado consumo de combustível.</p>
<p>O crédito presumido estabelece um tratamento fiscal específico para as operações de abastecimento enquadradas.</p>
<p>A manutenção da autorização até dezembro de 2028 poderá integrar a estrutura de custos e de fornecimento dos combustíveis utilizados pelos operadores abrangidos.</p>
<p>O efeito financeiro depende das condições de cada sistema e da legislação estadual correspondente.</p>
<h3>Produtores de biogás e biometano mantêm autorização de redução tributária</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 129, de 6 de dezembro de 2024, autoriza a concessão de redução da base de cálculo do imposto nas operações realizadas por estabelecimentos industriais produtores de biogás ou biometano.</p>
<p>O benefício possui relação com a cadeia de produção de combustíveis que podem ser utilizados em diferentes atividades, incluindo o transporte coletivo.</p>
<p>O biogás é obtido a partir da decomposição de matéria orgânica e pode ser produzido com resíduos agroindustriais, resíduos urbanos, esgoto e outras fontes.</p>
<p>Após processos de tratamento e purificação, pode ser transformado em biometano, combustível que deve atender às especificações técnicas aplicáveis.</p>
<p>O biometano pode substituir o gás natural de origem fóssil em aplicações compatíveis, incluindo veículos preparados para esse tipo de abastecimento.</p>
<p>No transporte de passageiros, a tecnologia aparece entre as alternativas consideradas para reduzir a utilização de diesel.</p>
<p>Sua adoção envolve a aquisição de ônibus adequados, contratos de fornecimento, estrutura de abastecimento e manutenção específica.</p>
<p>O benefício prorrogado alcança operações de estabelecimentos industriais produtores enquadrados nas regras.</p>
<p>A medida pode influenciar a estrutura econômica do fornecimento de combustível, conforme as condições tributárias e comerciais.</p>
<h3>Biometano e gás natural veicular destinados a empresas de ônibus mantêm benefícios específicos</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 24, de 11 de abril de 2025, autoriza a concessão de benefícios fiscais nas operações internas com biometano e gás natural veicular destinados a empresas concessionárias de transporte coletivo.</p>
<p>O dispositivo possui relação direta com o abastecimento das frotas.</p>
<p>A utilização de biometano em ônibus depende de veículos com tecnologia compatível e de uma estrutura capaz de fornecer o combustível nas condições exigidas.</p>
<p>A adoção dessa alternativa também envolve planejamento de garagens e pontos de abastecimento.</p>
<p>O benefício fiscal pode integrar a estrutura de custos dos projetos.</p>
<p>O biometano se diferencia do gás natural convencional principalmente pela origem.</p>
<p>Enquanto o gás natural é de origem fóssil, o biometano é obtido a partir de matérias orgânicas e resíduos.</p>
<p>Ambos podem ser utilizados em equipamentos compatíveis, observadas as especificações técnicas.</p>
<p>A prorrogação até 2028 preserva a autorização tributária relativa às operações contempladas.</p>
<p>A medida interessa a projetos de mobilidade que avaliam diferentes tecnologias de propulsão e procuram reduzir o consumo de diesel.</p>
<h3>Aquisição de ônibus novos em operações interestaduais mantém benefício sobre diferencial de ICMS</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 86, de 4 de julho de 2025, autoriza isenção do recolhimento do imposto relativo à diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações interestaduais com ônibus novos, conforme as condições estabelecidas.</p>
<p>A medida também possui relação com a aquisição de frota por empresas de transporte.</p>
<p>Os fabricantes brasileiros de ônibus estão distribuídos por diferentes estados.</p>
<p>A compra de um veículo pode envolver fabricantes de chassis, encarroçadores e fornecedores instalados em unidades federativas diferentes daquela em que a transportadora opera.</p>
<p>O tratamento tributário aplicável às operações interestaduais pode influenciar o custo final de aquisição.</p>
<p>A manutenção do benefício permite a continuidade das condições fiscais autorizadas para compras enquadradas nas regras.</p>
<p>A medida pode ser considerada em projetos de renovação de frota e na estruturação financeira das aquisições.</p>
<p>A aplicação precisa observar as exigências do convênio e a legislação dos estados envolvidos.</p>
<h3>Metrô de Belo Horizonte mantém isenção para importação de 24 trens com 96 carros</h3>
<p>O Convênio ICMS nº 171, de 5 de dezembro de 2025, autoriza a concessão de isenção do imposto nas importações de trens destinados à implantação do Sistema de Trens Metropolitanos de Belo Horizonte.</p>
<p>A medida possui uma característica importante: a regulamentação de Minas Gerais identifica expressamente a quantidade e a configuração do material rodante beneficiado.</p>
<p>O Decreto estadual nº 49.156, de 30 de dezembro de 2025, contempla a importação de 24 trens, compostos por quatro carros cada.</p>
<p>Ao todo, são 96 carros ferroviários.</p>
<p>Cada composição prevista possui três carros motores e um carro reboque.</p>
<p>A isenção está relacionada à importação realizada diretamente pela concessionária Metrô BH S.A., nos termos da regulamentação estadual.</p>
<p>Os veículos são classificados no código 8603.10.00 da nomenclatura de mercadorias utilizada para fins tributários.</p>
<p>A legislação mineira também disciplina procedimentos para a liberação das composições importadas, incluindo documentação específica para a aplicação da isenção.</p>
<p>A medida é relevante para os investimentos no sistema metroviário de Belo Horizonte, que envolvem aquisição de material rodante e ampliação da capacidade de transporte.</p>
<p>A entrada de novos trens na operação depende da integração com a infraestrutura ferroviária, da realização de testes e das condições de segurança exigidas.</p>
<p>A prorrogação da autorização fiscal pelo Confaz até dezembro de 2028 também deverá ser observada em conjunto com a regulamentação estadual, que originalmente estabeleceu prazo para utilização do benefício.</p>
<h3>Benefícios alcançam diferentes custos do transporte coletivo e podem influenciar investimentos</h3>
<p>Os convênios prorrogados pelo Confaz possuem impactos potenciais diferentes sobre a estrutura econômica do transporte de passageiros.</p>
<p>Na aquisição de veículos, os benefícios podem reduzir a tributação incidente sobre operações específicas envolvendo ônibus, micro-ônibus e vans.</p>
<p>No abastecimento, a manutenção de autorizações relacionadas ao diesel, biodiesel, biometano e gás natural veicular pode influenciar a composição de custos dos operadores e fornecedores.</p>
<p>Nos sistemas ferroviários, o tratamento tributário de equipamentos e trens pode integrar o planejamento financeiro dos projetos.</p>
<p>A diversidade das medidas também mostra que a política tributária relacionada ao transporte coletivo não se concentra em uma única tecnologia.</p>
<p>Existem benefícios envolvendo combustíveis convencionais, alternativas de menor emissão e aquisição de veículos.</p>
<p>O efeito dessas medidas sobre os passageiros depende da forma como os custos são reconhecidos nos contratos e da maneira como os sistemas são financiados.</p>
<p>No transporte municipal e metropolitano, diferentes modelos de remuneração podem fazer com que alterações tributárias sejam absorvidas pelas empresas, consideradas no cálculo dos subsídios ou incorporadas às regras de revisão contratual.</p>
<p>Já na aquisição de frota, as condições fiscais podem influenciar o montante necessário para a substituição dos veículos e a estruturação dos financiamentos.</p>
<p>No caso dos metrôs, a tributação pode compor o custo de aquisição de trens e equipamentos, dentro dos projetos de investimento.</p>
<p>A prorrogação até 31 de dezembro de 2028 mantém as autorizações nacionais para utilização desses benefícios, respeitadas as disposições dos convênios e a legislação específica de cada unidade federativa.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div>
<div></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/compra-de-onibus-novos-diesel-e-biometano-para-transporte-coletivo-linha-4-amarela-e-importacao-de-trens-do-metro-de-bh-terao-beneficios-fiscais-prorrogados-ate-2028/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=542167</guid>
  </item>
  <item>
    <title>ANTT nega pedidos de novos mercados de ônibus da Expresso Maia, Bueno Viagens e Viação Garcia após decisões judiciais; entenda os efeitos e a relação com a Janela Extraordinária</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/antt-nega-pedidos-de-novos-mercados-de-onibus-da-expresso-maia-bueno-viagens-e-viacao-garcia-apos-decisoes-judiciais-entenda-os-efeitos-e-a-relacao-com-a-janela-extraordinaria/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/antt-nega-pedidos-de-novos-mercados-de-onibus-da-expresso-maia-bueno-viagens-e-viacao-garcia-apos-decisoes-judiciais-entenda-os-efeitos-e-a-relacao-com-a-janela-extraordinaria/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 08:01:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões publicadas nesta quinta-feira (29) envolvem solicitações antigas de três transportadoras e aplicação das regras de transição do transporte interestadual; histórico inclui autorizações provisórias da Expresso Maia, ligação entre Goiás e Maranhão e novas seções da Viação Garcia na rota entre Rio de Janeiro e Sorocaba ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="843" height="557" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?fit=843%2C557&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?w=843&amp;ssl=1 843w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?resize=768%2C507&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/garrit.jpg?resize=400%2C264&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 843px) 100vw, 843px" /> <p><em>Decisões publicadas nesta quinta-feira (29) envolvem solicitações antigas de três transportadoras e aplicação das regras de transição do transporte interestadual; histórico inclui autorizações provisórias da Expresso Maia, ligação entre Goiás e Maranhão e novas seções da Viação Garcia na rota entre Rio de Janeiro e Sorocaba</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) negou pedidos de autorização para operar novos mercados de ônibus interestaduais apresentados pela Expresso Maia, pela Bueno Viagens e pela Viação Garcia. As decisões foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, em cumprimento a determinações judiciais envolvendo as três transportadoras. Os indeferimentos foram fundamentados nas regras estabelecidas para adequar solicitações apresentadas sob a regulamentação anterior ao novo marco do transporte rodoviário interestadual, que entrou em vigor em 2024 e também estabeleceu o procedimento da primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>As três decisões ocorrem durante a fase de apresentação de lances da Janela Extraordinária, cujo prazo foi prorrogado para 13 de novembro, após determinações judiciais envolvendo Amarelinho, Catedral e Progresso modificarem 4.838 classificações de solicitações. Os casos de Expresso Maia, Bueno Viagens e Viação Garcia, entretanto, envolvem procedimentos individuais de adaptação de requerimentos antigos. A situação é especialmente relevante para a Expresso Maia, que já teve outras solicitações indeferidas e chegou a obter autorizações provisórias posteriormente revertidas pela ANTT, inclusive em ligações entre Goiás, Tocantins, Maranhão e Piauí. Já a Viação Garcia também participa da Janela Extraordinária, tendo recebido em setembro autorização para implantar uma seção entre Rio de Janeiro (RJ) e Arujá (SP) em uma linha que liga a capital fluminense a Sorocaba (SP).</p>
<p>As decisões desta quinta-feira foram assinadas pelo superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros, Juliano de Barros Samôr, em 22 de outubro.</p>
<p>As três transportadoras tiveram requerimentos indeferidos com fundamento nos artigos 230 e 231 da Resolução ANTT nº 6.033, de dezembro de 2023.</p>
<p>Esses dispositivos disciplinam o tratamento dos pedidos de Licença Operacional apresentados antes da entrada em vigor da regulamentação atual.</p>
<p>A mudança é uma das etapas da reorganização do mercado rodoviário interestadual, que passou a utilizar procedimentos de seleção para determinadas ligações e condições específicas de entrada de novos operadores.</p>
<h3>Expresso Maia recebe nova negativa após histórico de autorizações provisórias e decisões judiciais</h3>
<p>A Expresso Maia Ltda., inscrita no CNPJ 01.526.219/0001-91, teve indeferido um requerimento apresentado em 2023.</p>
<p>A decisão publicada nesta quinta-feira foi expedida em cumprimento a determinação judicial relacionada ao mandado de segurança nº 1044595-13.2025.4.01.3400.</p>
<p>O pedido administrativo examinado é o nº 50500.300919/2023-32.</p>
<p>A Expresso Maia atua no transporte rodoviário interestadual de passageiros e possui vínculos empresariais com o Grupo Novo Horizonte, que reúne outras transportadoras.</p>
<p>A empresa deve ser identificada separadamente da Viação Novo Horizonte Ltda., outra pessoa jurídica do grupo.</p>
<p>A distinção ganha importância porque a expansão das empresas associadas ao Grupo Novo Horizonte tem sido acompanhada pelo Diário do Transporte, especialmente em relação às solicitações apresentadas à ANTT.</p>
<p>A negativa desta quinta-feira se soma a outras decisões administrativas relacionadas à Expresso Maia ao longo de 2025 e 2026.</p>
<p>Em junho de 2025, por exemplo, a agência já havia indeferido outro pedido da empresa, relacionado ao requerimento administrativo nº 50500.300923/2023-09.</p>
<p>Em setembro de 2026, uma nova negativa foi publicada, desta vez envolvendo o processo nº 50500.300922/2023-56.</p>
<p>As decisões foram fundamentadas nas mesmas disposições de adequação dos pedidos ao novo marco regulatório.</p>
<p>O histórico revela uma sequência de solicitações apresentadas em 2023, posteriormente submetidas a discussões judiciais e a novas análises pela ANTT.</p>
<h3>Ligação Goiânia–São Bernardo, via Palmas, também esteve envolvida em disputa judicial da Expresso Maia</h3>
<p>Uma das decisões anteriores de maior relevância ocorreu em maio de 2026.</p>
<p>Na ocasião, a ANTT suspendeu os efeitos de uma autorização concedida provisoriamente à Expresso Maia para operar a linha Goiânia (GO)–São Bernardo (MA), via Palmas (TO).</p>
<p>A autorização original havia sido concedida em janeiro de 2026 na condição sub judice, ou seja, vinculada ao andamento de discussão judicial.</p>
<p>Em maio, a agência publicou a Decisão SUPAS nº 802/2026, suspendendo os efeitos da autorização e indeferindo o pedido de mercados correspondente.</p>
<p>A decisão também estabeleceu providências para proteger os passageiros que eventualmente tivessem comprado bilhetes depois de sua publicação.</p>
<p>Nesses casos, a transportadora deveria assegurar a devolução dos valores pagos ou a aquisição de passagens em outra empresa autorizada, às suas custas, conforme a legislação aplicável.</p>
<p>A determinação demonstra como uma disputa regulatória pode alcançar diretamente a oferta de serviços interestaduais.</p>
<p>A decisão envolveu o requerimento administrativo nº 50500.300931/2023-47, também apresentado pela Expresso Maia.</p>
<p>O caso é distinto daquele examinado na publicação desta quinta-feira, mas integra o histórico de pedidos da transportadora submetidos a decisões administrativas e judiciais.</p>
<h3>Trindade–Parnaíba: autorização provisória também foi revogada pela ANTT</h3>
<p>Outro episódio ocorreu em abril de 2026.</p>
<p>A ANTT revogou uma autorização provisória anteriormente concedida à Expresso Maia para operar a linha Trindade (GO)–Parnaíba (PI).</p>
<p>A empresa havia recebido autorização em janeiro, também na condição sub judice.</p>
<p>Posteriormente, a agência publicou a Decisão SUPAS nº 673/2026, revogando a autorização e indeferindo os mercados correspondentes.</p>
<p>O fundamento foi novamente a aplicação das regras de transição da Resolução nº 6.033/2023.</p>
<p>A decisão também tratou da proteção aos passageiros que tivessem adquirido passagens após a publicação, com previsão de restituição dos valores ou aquisição de bilhetes em outra transportadora autorizada.</p>
<p>Esse histórico mostra que a situação regulatória da Expresso Maia envolve diferentes requerimentos e linhas interestaduais, além de discussões judiciais individualizadas.</p>
<p>Em votação da Diretoria Colegiada da ANTT, outro pedido da empresa, apresentado em setembro de 2023, também foi submetido à análise após decisão judicial.</p>
<p>Nesse processo, a Justiça havia determinado que a agência examinasse o requerimento no prazo de 30 dias, com fundamentação nas normas aplicáveis ao período de apresentação do pedido.</p>
<p>O episódio evidencia a importância da transição entre a regulamentação anterior e as regras atualmente utilizadas pela ANTT.</p>
<h3>Bueno Viagens tem pedido de mercados indeferido após mandado de segurança</h3>
<p>A Bueno Viagens Ltda., CNPJ 05.493.209/0001-58, também recebeu decisão de indeferimento.</p>
<p>A negativa consta da Decisão SUPAS nº 1.476/2026, relacionada ao requerimento administrativo nº 50505.014440/2025-06.</p>
<p>A publicação faz referência ao mandado de segurança nº 1028560-75.2025.4.01.3400.</p>
<p>A empresa buscou a Justiça Federal em uma discussão envolvendo o procedimento administrativo de autorização de mercados.</p>
<p>Em cumprimento à determinação judicial, a SUPAS examinou o requerimento e aplicou os artigos 230 e 231 do novo marco regulatório.</p>
<p>O resultado foi o indeferimento da solicitação.</p>
<p>A decisão representa uma etapa da reorganização dos pedidos de transporte interestadual que permaneciam submetidos à apreciação da agência.</p>
<p>Nesse processo, o ponto central é a adaptação às exigências estabelecidas para solicitações antigas.</p>
<h3>Viação Garcia tem pedido iniciado em 2020 negado após discussão na Justiça Federal</h3>
<p>A Viação Garcia Ltda., CNPJ 78.586.674/0001-07, teve um pedido de autorização indeferido pela Decisão SUPAS nº 1.477/2026.</p>
<p>O requerimento administrativo nº 50500.126668/2020-75 foi apresentado em novembro de 2020, mais de três anos antes da publicação do novo marco regulatório.</p>
<p>A decisão foi tomada em cumprimento a determinação relacionada ao mandado de segurança nº 1108191-05.2024.4.01.3400.</p>
<p>A Viação Garcia é uma das empresas tradicionais do transporte rodoviário de passageiros no Brasil, com atuação principalmente nas regiões Sul e Sudeste.</p>
<p>A transportadora integra o Grupo GBS, que reúne diferentes marcas e operações no transporte rodoviário.</p>
<p>Cada autorização, entretanto, é vinculada à pessoa jurídica responsável pela operação.</p>
<p>A negativa desta quinta-feira refere-se ao requerimento específico da Viação Garcia Ltda., que passou pelo procedimento de adaptação dos antigos pedidos de mercados.</p>
<p>O histórico também demonstra a duração de determinadas solicitações apresentadas sob a regulamentação anterior.</p>
<p>O pedido original é de 2020, o processo judicial foi iniciado em 2024 e a nova decisão administrativa foi publicada em outubro de 2026.</p>
<h3>Viação Garcia já recebeu contemplação na Janela Extraordinária para seção Rio de Janeiro–Arujá</h3>
<p>A Viação Garcia também aparece em decisões favoráveis relacionadas à primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>Em setembro de 2026, a ANTT autorizou a alteração do Termo de Autorização de Serviços Regulares da linha Rio de Janeiro (RJ)–Sorocaba (SP).</p>
<p>A mudança permitiu a implantação da seção Rio de Janeiro (RJ)–Arujá (SP), em decorrência da contemplação de mercado desatendido na Janela Extraordinária nº 1/2024.</p>
<p>A decisão foi publicada em 14 de setembro.</p>
<p>O serviço possui o TAR nº RJSP0035002.</p>
<p>A agência também determinou que a implantação da seção intermediária reiniciasse a contagem do período mínimo de atendimento da linha, conforme a regulamentação.</p>
<p>A operação entre Rio de Janeiro e Arujá, portanto, integra a participação da Viação Garcia no procedimento extraordinário de abertura de mercados.</p>
<p>A autorização de setembro e o indeferimento publicado nesta quinta-feira correspondem a requerimentos administrativos distintos, submetidos a análises específicas.</p>
<p>Esse histórico demonstra que uma empresa pode receber autorização para determinados mercados e ter outros pedidos negados, conforme as condições aplicáveis a cada requerimento.</p>
<h3>Como funcionam as regras de adaptação dos pedidos antigos</h3>
<p>As três decisões publicadas nesta quinta-feira utilizam os artigos 230 e 231 da Resolução ANTT nº 6.033/2023.</p>
<p>O primeiro estabelece a necessidade de adequação dos requerimentos pendentes à nova regulamentação.</p>
<p>O segundo disciplina a comunicação às transportadoras para identificação dos mercados originalmente solicitados que pretendem operar.</p>
<p>A regra faz parte da transição entre o modelo anterior de autorização de linhas e o sistema atualmente utilizado pela ANTT.</p>
<p>Uma das principais características do novo procedimento é a diferenciação entre mercados monopolistas, desatendidos e outras situações de atendimento.</p>
<p>Nos mercados monopolistas, existe uma empresa autorizada e pode ser aberta uma vaga adicional para permitir o ingresso de concorrente.</p>
<p>Nos mercados desatendidos, a agência considera a ausência de atendimento regular reconhecido naquela classificação, possibilitando a disponibilização de duas vagas.</p>
<p>A primeira Janela Extraordinária foi organizada justamente para lidar com essas categorias durante a transição regulatória.</p>
<p>Por isso, a análise dos pedidos antigos e a seleção de novos operadores fazem parte de um processo mais amplo de reorganização do transporte rodoviário interestadual.</p>
<h3>Decisões judiciais também alteraram milhares de classificações na Janela Extraordinária</h3>
<p>O histórico dos indeferimentos ocorre em um momento de grande movimentação no processo de abertura de mercados.</p>
<p>Como revelou em primeira mão o Diário do Transporte, em 24 de outubro, a ANTT prorrogou para 13 de novembro o encerramento dos lances da primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>A alteração ocorreu após decisões judiciais envolvendo Viação Amarelinho, Viação Catedral e Empresa Auto Viação Progresso.</p>
<p>O reprocessamento promovido pela SUPAS modificou 4.838 classificações de solicitações.</p>
<p>No caso da Amarelinho, o arquivamento de 4.301 pedidos provocou mudanças para outras transportadoras.</p>
<p>Com a retirada dessas solicitações, 239 pedidos de 56 empresas, distribuídos por 133 mercados, passaram à possibilidade de contemplação direta.</p>
<p>Já a reinclusão de solicitações da Catedral fez com que 52 pedidos de outras 12 transportadoras passassem a depender de lances.</p>
<p>O bloqueio de 17 mercados relacionado à Progresso afetou 34 solicitações de dez empresas.</p>
<p>As mudanças demonstram como a situação administrativa de uma transportadora pode interferir nas oportunidades disponíveis para concorrentes.</p>
<p>A fase atual de lances contempla 5.364 mercados, conforme a base atualizada pela ANTT em outubro.</p>
<p>O procedimento ainda será seguido pelas etapas de classificação, convocação, confirmação dos mercados e emissão dos termos de autorização.</p>
<p>Para os passageiros, o resultado dependerá da entrada efetiva de novas transportadoras e da implantação das viagens.</p>
<p>O conjunto de decisões administrativas e judiciais também demonstra que a abertura de mercados envolve não apenas a apresentação de pedidos, mas o cumprimento de exigências regulatórias, a capacidade operacional das empresas e a continuidade dos serviços autorizados.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/antt-nega-pedidos-de-novos-mercados-de-onibus-da-expresso-maia-bueno-viagens-e-viacao-garcia-apos-decisoes-judiciais-entenda-os-efeitos-e-a-relacao-com-a-janela-extraordinaria/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=542155</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Motiva Trilhos registra mais de 20 mil objetos perdidos em 2026</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/motiva-trilhos-registra-mais-de-20-mil-objetos-perdidos-em-2026/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/motiva-trilhos-registra-mais-de-20-mil-objetos-perdidos-em-2026/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 01:00:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviço contabilizou 5.435 atendimentos entre janeiro e setembro, aumento de 17,4% em relação ao mesmo período de 2025; quase 28 mil itens foram doados desde 2024 YURI SENA O serviço de Achados e Perdidos da Motiva Trilhos registrou 20.162 objetos encontrados e realizou 5.435 atendimentos entre janeiro e setembro de 2026. O número de atendimentos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="902" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/841e85fc-b658-454f-986e-9b8dd0c55dab-e1793211476829.jpg?fit=1024%2C902&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Serviço contabilizou 5.435 atendimentos entre janeiro e setembro, aumento de 17,4% em relação ao mesmo período de 2025; quase 28 mil itens foram doados desde 2024</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O serviço de Achados e Perdidos da Motiva Trilhos registrou 20.162 objetos encontrados e realizou 5.435 atendimentos entre janeiro e setembro de 2026. O número de atendimentos representa um aumento de 17,4% na comparação com os nove primeiros meses de 2025, quando foram contabilizados 4.630.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os itens esquecidos pelos passageiros nas linhas 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda estão documentos, cartões, roupas e celulares. Também foram encontrados objetos menos comuns, como dentaduras, guitarras, cadeiras de rodas, monitores, bicicletas e carrinhos de bebê.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No período, 1.364 pertences foram devolvidos aos proprietários. Os objetos encontrados são registrados e armazenados para que os passageiros possam consultar o serviço e tentar recuperá-los. Aqueles que não são retirados em até 90 dias são destinados a instituições parceiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De janeiro a setembro deste ano, foram doados 4.251 itens, dos quais 3.974 vieram das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda e 277 da linha 5-Lilás. Considerando o período entre 2024 e setembro de 2026, o total de doações chegou a 27.744 objetos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, roupas lideraram os registros entre janeiro e agosto, com 2.174 ocorrências. Na sequência, apareceram cartões bancários, com 1.266 registros, e documentos, com mais de 1.100.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na linha 5-Lilás, os cartões de transporte, bancários e de refeição foram os itens mais frequentes no mesmo período, somando 3.850 registros. Os documentos ficaram em segundo lugar, com 1.302 ocorrências.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Everton Trindade, diretor-executivo das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, o registro e a organização dos objetos são etapas importantes para facilitar a recuperação dos pertences pelos passageiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já Fábio Silva, gerente-executivo de atendimento das linhas 4-Amarela e 5-Lilás, orienta que os clientes procurem os canais oficiais assim que perceberem a perda de algum objeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Motiva Trilhos mantém parcerias com as unidades da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Jandira e Taboão da Serra, o Instituto Jô Clemente e o Lar Jesus Entre as Crianças, em Osasco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Ivana Carvalho, coordenadora de Responsabilidade Social da plataforma de trilhos da companhia, a iniciativa busca dar uma nova destinação aos objetos não resgatados e beneficiar instituições e comunidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, o setor de Achados e Perdidos fica na Estação Osasco, na Praça Antônio Menck, no Centro de Osasco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na linha 5-Lilás, o atendimento é realizado na estação Adolfo Pinheiro, localizada na Avenida Adolfo Pinheiro, 301.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, exceto feriados. Os objetos permanecem armazenados por até 90 dias, contados a partir da data de entrada na central. Os passageiros devem consultar os canais oficiais da respectiva linha para verificar se o pertence foi localizado e receber orientações para a retirada.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/motiva-trilhos-registra-mais-de-20-mil-objetos-perdidos-em-2026/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=542059</guid>
  </item>
  <item>
    <title>TIC Trens inaugura espaço de tecnologia e inovação de 600 m² em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/tic-trens-inaugura-espaco-de-tecnologia-e-inovacao-de-600-m%c2%b2-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/tic-trens-inaugura-espaco-de-tecnologia-e-inovacao-de-600-m%c2%b2-em-sao-paulo/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 00:00:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estrutura reúne nove salas, laboratório com impressoras 3D e recursos de inteligência artificial; sede administrativa também recebe novo nome em homenagem a Constantino de Oliveira Junior YURI SENA A TIC Trens inaugurou nesta semana um Espaço de Tecnologia e Inovação na sede administrativa da concessionária, localizada na Lapa, zona Oeste de São Paulo. Com 600 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="532" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Espaco-de-Tecnologia-e-Inovacao-5-e1793053162360.jpeg?fit=800%2C532&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Estrutura reúne nove salas, laboratório com impressoras 3D e recursos de inteligência artificial; sede administrativa também recebe novo nome em homenagem a Constantino de Oliveira Junior</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A TIC Trens inaugurou nesta semana um Espaço de Tecnologia e Inovação na sede administrativa da concessionária, localizada na Lapa, zona Oeste de São Paulo. Com 600 m², o ambiente será destinado ao desenvolvimento de projetos, treinamentos, reuniões e à experimentação de novas tecnologias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concessionária é responsável pela modernização, operação e manutenção da Linha 7-Rubi, além da implantação dos futuros Trem Intercidades (TIC) Eixo Norte e Trem Intermetropolitano (TIM).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O espaço conta com nove salas e um laboratório equipado com impressoras 3D, máquina de gravação e corte a laser, óculos de realidade virtual e recursos de inteligência artificial. A estrutura também inclui um estúdio com isolamento acústico para a produção de podcasts.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a empresa, o ambiente foi projetado para estimular a colaboração entre os profissionais e ampliar as possibilidades de desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas aos projetos da concessionária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Pedro Moro, diretor-presidente da TIC Trens, a inauguração formaliza um trabalho de desenvolvimento de projetos e incorporação de novas tecnologias realizado pela empresa há mais de um ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir desta segunda-feira (26), a sede administrativa da TIC Trens passa a se chamar Centro Administrativo Constantino de Oliveira Junior, em homenagem ao empresário Constantino de Oliveira Junior (1968-2026) e à família Constantino, acionistas da concessionária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a empresa, a mudança busca reconhecer a trajetória do empresário no setor de transportes e sua contribuição para a mobilidade brasileira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inauguração do espaço tecnológico e a mudança de nome do centro administrativo fazem parte da estratégia da concessionária de valorizar ambientes voltados à colaboração, à criatividade e ao desenvolvimento de projetos.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/tic-trens-inaugura-espaco-de-tecnologia-e-inovacao-de-600-m%c2%b2-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=541565</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Ecovias instalará pórtico eletrônico na pista norte da Imigrantes</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/ecovias-instalara-portico-eletronico-na-pista-norte-da-imigrantes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/ecovias-instalara-portico-eletronico-na-pista-norte-da-imigrantes/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 23:00:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sistema Siga Fácil substituirá praça física de pedágio e dividirá a tarifa de R$ 40,60 em duas cobranças de R$ 20,30, uma por sentido YURI SENA A Ecovias iniciará a instalação de um pórtico eletrônico do sistema Siga Fácil na pista norte da Rodovia dos Imigrantes, no sentido São Paulo, durante a madrugada desta quarta-feira [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="705" height="455" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?fit=705%2C455&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?w=705&amp;ssl=1 705w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?resize=300%2C194&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cb1dfa5f-35b1-4f6b-93f3-d2283cd63fe4.jpg?resize=400%2C258&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 705px) 100vw, 705px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Sistema Siga Fácil substituirá praça física de pedágio e dividirá a tarifa de R$ 40,60 em duas cobranças de R$ 20,30, uma por sentido</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Ecovias iniciará a instalação de um pórtico eletrônico do sistema Siga Fácil na pista norte da Rodovia dos Imigrantes, no sentido São Paulo, durante a madrugada desta quarta-feira (28) para quinta-feira (29). A estrutura será instalada no km 37,3 e permitirá a substituição da praça física de pedágio após a homologação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a entrada em operação do sistema, a tarifa de R$ 40,60, atualmente cobrada em um único sentido, será dividida em duas cobranças de R$ 20,30, uma para cada direção. Segundo a concessionária, a mudança busca melhorar a fluidez do tráfego, reduzir filas e aumentar a segurança viária, principalmente em períodos de maior movimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A data para o início da cobrança eletrônica ainda será definida. Após a instalação, o equipamento passará por testes e validação operacional antes da liberação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pórtico será instalado no km 37,3, em substituição ao ponto inicialmente previsto no km 29. A estrutura que já havia sido instalada nesse trecho será mantida para monitoramento operacional da rodovia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a concessionária, a escolha do novo local considerou fatores técnicos, ambientais e sociais, incluindo a preservação dos deslocamentos das comunidades próximas. O equipamento ficará antes do km 40, onde começa o trecho de serra que, segundo a empresa, não apresenta condições técnicas para a instalação do sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A diretora da Artesp, Raquel Carneiro, afirma que a cobrança nos dois sentidos deve contribuir para a modernização da rodovia, com redução de acidentes, maior fluidez e diminuição das emissões associadas às frenagens dos veículos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema utiliza câmeras, sensores e antenas para identificar e classificar os veículos por meio da placa ou de uma TAG eletrônica, sem a necessidade de parar para pagar a tarifa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os motoristas que já utilizam TAG, a cobrança continuará automática. Quem não possui o dispositivo poderá consultar e pagar a passagem pelo site Pedágio Digital ou nos totens de autoatendimento instalados em pontos do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI). O prazo para pagamento será de até 30 dias após a passagem, com opções como Pix e cartão de crédito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dados da concessionária referentes ao período entre junho e outubro apontam que cerca de 75% dos veículos registrados no SAI tinham TAG ativa. Entre caminhões e ônibus, o índice foi de 93%; entre veículos de passeio, de 70%. Os demais foram identificados por reconhecimento automático de placas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A implantação integra as ações de modernização do Sistema Anchieta-Imigrantes, que, segundo a concessionária, acumula R$ 11 bilhões em investimentos ao longo de 28 anos de concessão. Entre as obras citadas estão a construção da pista descendente da Imigrantes, o Anel Viário de Cubatão e a Marginal da Via Anchieta, em São Bernardo do Campo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Siga Fácil já opera em outras concessões rodoviárias paulistas, incluindo trechos do Rodoanel Norte, do Litoral, da região Noroeste, da Tamoios e da Raposo Tavares. A implantação ocorre de forma gradual, sob supervisão da Artesp.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais informações sobre os pórticos, formas de pagamento e canais de atendimento estão disponíveis no site oficial do Siga Fácil.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/ecovias-instalara-portico-eletronico-na-pista-norte-da-imigrantes/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=542144</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Acciona abre inscrições para programa de trainees em infraestrutura com formação pela USP e universidade espanhola</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/acciona-abre-inscricoes-para-programa-de-trainees-em-infraestrutura-com-formacao-pela-usp-e-universidade-espanhola/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/acciona-abre-inscricoes-para-programa-de-trainees-em-infraestrutura-com-formacao-pela-usp-e-universidade-espanhola/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 22:30:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Iniciativa oferece pós-graduação em Gestão de Projetos com dupla titulação e vagas em diferentes estados; inscrições vão até 18 de janeiro de 2027 YURI SENA A Acciona abriu inscrições para a edição de 2027 do programa global de trainees iXPA, voltado a profissionais formados em áreas de engenharia, arquitetura e outros cursos relacionados a STEM. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/0b472548-8007-49ae-b603-452af1ffe550-e1793217261651.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Iniciativa oferece pós-graduação em Gestão de Projetos com dupla titulação e vagas em diferentes estados; inscrições vão até 18 de janeiro de 2027</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Acciona abriu inscrições para a edição de 2027 do programa global de trainees iXPA, voltado a profissionais formados em áreas de engenharia, arquitetura e outros cursos relacionados a STEM. As oportunidades estão vinculadas a projetos de infraestrutura, água e saneamento em diferentes regiões do Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podem participar candidatos que concluíram a graduação entre dezembro de 2022 e dezembro de 2026, com inglês avançado. As vagas contemplam projetos nos estados de São Paulo, Pernambuco, Paraná e Espírito Santo, entre outras localidades, conforme a necessidade da companhia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta é a quinta edição do programa no Brasil. Segundo a Acciona, mais de 160 trainees já passaram pela iniciativa, que combina experiência profissional em projetos da empresa com formação acadêmica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de nove meses, os selecionados terão acesso a uma pós-graduação em Gestão de Projetos com dupla titulação pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidad Politécnica de Madrid (UPM), na Espanha. A especialização prevê mais de 300 horas de aulas, com conteúdos em português e inglês, e atividades voltadas à aplicação prática dos conhecimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa também inclui uma trilha personalizada para o desenvolvimento de habilidades comportamentais, de acordo com as necessidades profissionais e interpessoais de cada participante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo María Castroviejo, diretora de Organização, Talento e Saúde da Acciona no Brasil, a iniciativa busca preparar profissionais para atuar em projetos de infraestrutura e ampliar suas perspectivas de carreira em um setor com demandas cada vez mais complexas e internacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da formação superior nas áreas elegíveis e do inglês avançado, a empresa considera diferenciais a experiência profissional de até dois anos em funções relacionadas à graduação, a flexibilidade e o interesse em conhecer diferentes áreas de atuação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O início do programa está previsto para abril de 2027. A contratação será em regime CLT, com benefícios como assistência médica e odontológica, seguro de vida, participação nos lucros ou resultados (PLR), vale-alimentação, vale-refeição, vale-transporte e programas de treinamento e desenvolvimento. A disponibilidade de alguns benefícios pode variar conforme o projeto ou a unidade de alocação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As inscrições estão previstas para terminar em 18 de janeiro de 2027. Os interessados devem consultar os requisitos e realizar a candidatura pelo link divulgado pela Acciona.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/acciona-abre-inscricoes-para-programa-de-trainees-em-infraestrutura-com-formacao-pela-usp-e-universidade-espanhola/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=542102</guid>
  </item>
  <item>
    <title>EM PRIMEIRA-MÃO: Senado aprova R$ 14,5 bilhões para financiamento de ônibus, micro-ônibus e caminhões; projeto permite compra separada de chassis e carrocerias</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/em-primeira-mao-senado-aprova-r-145-bilhoes-para-financiamento-de-onibus-micro-onibus-e-caminhoes-projeto-permite-compra-separada-de-chassis-e-carrocerias/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/em-primeira-mao-senado-aprova-r-145-bilhoes-para-financiamento-de-onibus-micro-onibus-e-caminhoes-projeto-permite-compra-separada-de-chassis-e-carrocerias/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 22:07:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Proposta aprovada nesta quarta-feira (28) segue para sanção presidencial e recupera regras de medida provisória que perdeu validade em agosto; crédito poderá beneficiar empresas de transporte urbano e rodoviário de passageiros, mas dependerá de regulamentação e disponibilidade de recursos ADAMO BAZANI O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, um projeto de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?w=4096&amp;ssl=1 4096w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_0835072.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Proposta aprovada nesta quarta-feira (28) segue para sanção presidencial e recupera regras de medida provisória que perdeu validade em agosto; crédito poderá beneficiar empresas de transporte urbano e rodoviário de passageiros, mas dependerá de regulamentação e disponibilidade de recursos</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, um projeto de lei que autoriza a destinação de até R$ 14,5 bilhões para financiamentos destinados à renovação de frotas de transporte rodoviário de passageiros e cargas em todo o Brasil. A medida contempla a aquisição de ônibus e micro-ônibus novos por empresas que atuam no transporte urbano e rodoviário, além de caminhões e outros veículos de carga. Um dos dispositivos permite que chassis e carrocerias de ônibus sejam financiados separadamente, desde que sejam fabricados no Brasil e estejam credenciados no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O texto segue para sanção presidencial.</p>
<p>A autorização consta do Projeto de Lei nº 5.649/2026, de autoria do deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-PE), aprovado pela Câmara dos Deputados na terça-feira (27) e pelo Senado nesta quarta-feira (28), em regime de urgência. O texto recupera mecanismos de financiamento previstos na Medida Provisória nº 1.353/2026, que perdeu eficácia em 27 de agosto. A proposta também contém dispositivos de apoio à agricultura, financiamento de infraestrutura e operações de crédito para a aviação civil. Para o setor de ônibus, o principal ponto é a possibilidade de utilização de recursos federais em linhas de crédito reembolsáveis para renovação de frota, com participação do BNDES, sujeitas à disponibilidade orçamentária e financeira e às condições regulamentares.</p>
<p>Os R$ 14,5 bilhões representam o limite global autorizado para o conjunto das operações de financiamento de veículos. O valor não é reservado exclusivamente à aquisição de ônibus, sendo compartilhado com caminhões, caminhões-tratores, micro-ônibus e implementos rodoviários.</p>
<p>Também não se trata de dinheiro destinado à distribuição gratuita de veículos. As empresas beneficiadas precisarão contratar operações de crédito e cumprir as condições de pagamento.</p>
<p>A regulamentação das taxas de juros, dos encargos, dos prazos e das demais condições caberá ao Conselho Monetário Nacional (CMN), enquanto o Ministério da Fazenda será responsável pela gestão dos recursos e o BNDES atuará como agente financeiro.</p>
<h3>Financiamento poderá atender empresas de ônibus urbanos, rodoviários e microempreendedores</h3>
<p>O artigo 9º do projeto estabelece as regras para utilização dos recursos.</p>
<p>Poderão ser beneficiados os transportadores autônomos de cargas, pessoas físicas vinculadas a cooperativas de transporte rodoviário de cargas, microempreendedores individuais, empresários individuais e pessoas jurídicas que atuem nos setores de transporte rodoviário ou urbano de cargas e passageiros.</p>
<p>A inclusão expressa das atividades de transporte urbano e rodoviário de passageiros permite que empresas de ônibus desses segmentos sejam consideradas nas linhas de financiamento, desde que atendam aos critérios estabelecidos.</p>
<p>A medida poderá alcançar, por exemplo, transportadoras que operam serviços municipais, metropolitanos, intermunicipais e interestaduais, conforme o enquadramento de cada empresa e as condições que forem estabelecidas para contratação.</p>
<p>O projeto não estabelece uma reserva específica de recursos para cada modalidade, nem define antecipadamente quantos ônibus poderão ser financiados.</p>
<p>Também não determina uma divisão entre ônibus urbanos convencionais, articulados, superarticulados, rodoviários ou micro-ônibus.</p>
<p>Essa distribuição dependerá da procura pelas linhas de financiamento, das condições de habilitação e das regras operacionais aplicáveis.</p>
<h3>Ônibus e micro-ônibus precisarão ser novos; seminovos são previstos para caminhões</h3>
<p>Um detalhe importante da redação aprovada é a diferença de tratamento entre os veículos de passageiros e de cargas.</p>
<p>Para os ônibus e micro-ônibus, o projeto estabelece expressamente a aquisição de veículos novos.</p>
<p>Já no caso de caminhões e caminhões-tratores, admite unidades novas ou seminovas, com condições específicas para os beneficiários da compra de usados.</p>
<p>Essa distinção consta do artigo 9º e evita uma interpretação mais ampla da proposta, como se a nova linha de crédito permitisse financiar ônibus usados.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Categoria</th>
<th>Condição prevista</th>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus</td>
<td>Novos</td>
</tr>
<tr>
<td>Micro-ônibus</td>
<td>Novos</td>
</tr>
<tr>
<td>Caminhões</td>
<td>Novos ou seminovos</td>
</tr>
<tr>
<td>Caminhões-tratores</td>
<td>Novos ou seminovos</td>
</tr>
<tr>
<td>Implementos rodoviários</td>
<td>Novos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Fonte: redação final do PL nº 5.649/2026, artigo 9º, aprovada pela Câmara dos Deputados e encaminhada ao Senado.</p>
<p>Além disso, os veículos novos financiados deverão ser de fabricação nacional e estar inscritos no Credenciamento de Fornecedores Informatizado (CFI) do BNDES.</p>
<p>A exigência poderá beneficiar a cadeia produtiva brasileira de ônibus, composta por fabricantes de chassis, carrocerias, sistemas de propulsão e outros fornecedores, na medida em que os produtos atendam aos requisitos de credenciamento.</p>
<p>A presença de uma fábrica no Brasil, entretanto, não significa automaticamente que todos os seus modelos estejam habilitados à linha. Será necessário observar o credenciamento específico dos bens.</p>
<h3>Projeto permite financiar chassis e carrocerias de ônibus separadamente</h3>
<p>Uma das disposições de maior interesse para a indústria brasileira de ônibus está no parágrafo 6º do artigo 9º.</p>
<p>O dispositivo permite financiar individualmente o chassi com motor e a carroceria quando esses componentes forem comercializados de forma separada.</p>
<p>Isso é relevante porque parte significativa dos ônibus produzidos no Brasil utiliza uma estrutura industrial na qual o fabricante do chassi e o encarroçador são empresas diferentes.</p>
<p>Nesse modelo, a empresa operadora pode adquirir um chassi de determinado fabricante e contratar a carroceria de outra indústria.</p>
<p>A redação aprovada contempla essa característica do mercado nacional.</p>
<p>Para que o financiamento individual seja admitido, os componentes deverão cumprir duas condições: fabricação nacional e credenciamento no CFI do BNDES.</p>
<p>Na prática, o dispositivo poderá facilitar a estruturação financeira de aquisições realizadas em etapas ou com contratos separados, conforme as regras da operação de crédito.</p>
<p>O texto, porém, não garante automaticamente a aprovação de qualquer combinação de chassi e carroceria. Além do credenciamento, continuarão aplicáveis as exigências técnicas, financeiras e regulatórias.</p>
<h3>Ônibus elétricos e veículos de menor emissão poderão ser contemplados, sujeitos aos critérios de sustentabilidade</h3>
<p>A proposta determina que os financiamentos observem critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica.</p>
<p>Esses critérios serão estabelecidos por ato do ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.</p>
<p>O texto aprovado não limita expressamente o financiamento de ônibus a uma única tecnologia de propulsão.</p>
<p>Assim, veículos elétricos, modelos de menor consumo energético ou outras tecnologias poderão ser considerados conforme os requisitos que forem definidos e o enquadramento dos produtos.</p>
<p>O projeto também não fixa um percentual mínimo dos R$ 14,5 bilhões para veículos elétricos.</p>
<p>Isso significa que a aprovação da proposta não representa, por si só, a criação de uma linha exclusiva de eletrificação do transporte coletivo.</p>
<p>A possibilidade de financiar chassis e carrocerias separadamente também merece atenção nesse segmento, em razão das diferentes configurações industriais existentes no mercado de ônibus.</p>
<p>Entretanto, as condições específicas de acesso aos recursos e a elegibilidade de cada tecnologia dependerão da regulamentação.</p>
<p>A medida ocorre em um contexto de ampliação das compras de veículos de baixa emissão por sistemas municipais e metropolitanos, como São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Goiânia (GO) e Rio de Janeiro (RJ).</p>
<p>Nessas cidades, projetos de renovação e eletrificação de frotas envolvem investimentos em veículos, mas também exigem infraestrutura de abastecimento ou recarga, adequações de garagens e planejamento das operações.</p>
<p>A autorização de crédito para compra de ônibus não significa que esses outros investimentos estejam automaticamente incluídos na mesma linha de financiamento.</p>
<h3>BNDES poderá operar diretamente ou por meio de instituições financeiras habilitadas</h3>
<p>O projeto estabelece que os recursos sejam repassados pelo Ministério da Fazenda ao BNDES.</p>
<p>O banco poderá combinar esses valores com recursos próprios para viabilizar as operações.</p>
<p>A concessão dos financiamentos poderá ocorrer diretamente pelo BNDES ou por instituições financeiras habilitadas.</p>
<p>Esses agentes financeiros assumirão os riscos das operações, incluindo o risco de crédito.</p>
<p>Portanto, a existência de recursos autorizados não elimina a necessidade de avaliação das condições financeiras dos interessados.</p>
<p>A aprovação dos empréstimos continuará sujeita às regras de concessão de crédito, à capacidade de pagamento e aos critérios de habilitação aplicáveis.</p>
<p>O projeto também admite o financiamento do seguro do bem e do seguro prestamista, quando contratados em conjunto com o veículo, além de eventuais tributos federais incidentes sobre as operações, observadas as normas regulamentares.</p>
<p>Outro dispositivo determina que o BNDES apresente anualmente um relatório circunstanciado sobre as operações financiadas com os recursos previstos.</p>
<p>Esse relatório poderá permitir o acompanhamento da utilização do dinheiro e da distribuição dos financiamentos entre os beneficiários.</p>
<h3>Medida recupera financiamento previsto desde abril, mas que perdeu eficácia em agosto</h3>
<p>A autorização de recursos para renovação de frota tem origem na Medida Provisória nº 1.353, publicada em 30 de abril de 2026.</p>
<p>A MP já previa até R$ 14,5 bilhões para financiamento de veículos de transporte rodoviário de passageiros e cargas, além de alterações relacionadas ao Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).</p>
<p>Posteriormente, a Medida Provisória nº 1.374, de junho, modificou dispositivos relacionados aos beneficiários das operações.</p>
<p>Entretanto, a MP nº 1.353 perdeu eficácia em 27 de agosto, sem ter sido convertida em lei.</p>
<p>O PL nº 5.649/2026 recupera o mecanismo de financiamento para renovação de frota, agora em uma proposta que também reúne medidas voltadas à agricultura, ao setor aéreo e a projetos de infraestrutura.</p>
<p>Há, contudo, uma distinção importante: a redação final do projeto não reproduz integralmente todos os dispositivos da MP nº 1.353.</p>
<p>A medida provisória original, por exemplo, também previa disposições específicas para reforço do FGI. Essa autorização de aporte não aparece da mesma forma no texto final do PL aprovado.</p>
<p>Também é necessário distinguir o novo limite legal de informações sobre recursos já contratados em programas anteriores.</p>
<p>Durante a discussão no Senado, a líder do governo na Casa, senadora Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que recursos destinados à renovação de frotas já haviam sido integralmente utilizados, mencionando mais de 19 mil contratos em 1.966 municípios, com cerca de R$ 19 bilhões para empresas do setor de transportes e quase R$ 1 bilhão para transportadores autônomos.</p>
<p>Esses valores foram apresentados pela parlamentar em referência à execução de iniciativas de financiamento. Não devem ser confundidos com uma comprovação de que os R$ 14,5 bilhões autorizados pelo novo projeto já tenham sido especificamente contratados para ônibus.</p>
<p>O projeto também dependerá de sanção presidencial para se converter em lei.</p>
<h3>Financiamento poderá contribuir para renovação, mas resultado para passageiros dependerá das compras</h3>
<p>A renovação de ônibus pode trazer consequências para o transporte coletivo, especialmente em sistemas que operam veículos com maior idade média ou enfrentam dificuldades para financiar novas aquisições.</p>
<p>A disponibilidade de crédito de longo prazo pode permitir que empresas distribuam o custo de aquisição ao longo do período de pagamento, em vez de dependerem integralmente de recursos próprios.</p>
<p>Entretanto, a possibilidade de financiamento não significa que a renovação ocorrerá automaticamente.</p>
<p>Os investimentos dependem de contratos, da capacidade de endividamento das transportadoras e, em muitos casos, da estrutura de remuneração dos serviços definida pelos poderes concedentes.</p>
<p>No transporte urbano, a substituição de veículos também precisa considerar as condições dos contratos de concessão, as exigências de acessibilidade, o planejamento das frotas e a remuneração dos investimentos.</p>
<p>Já no transporte rodoviário intermunicipal e interestadual, os financiamentos podem ser utilizados pelas empresas para adequar ou renovar a frota, desde que atendam aos requisitos da linha e às normas específicas de cada serviço.</p>
<p>A efetiva contribuição da medida para a população será verificada posteriormente, por meio das contratações realizadas, da entrada de novos ônibus em operação e das condições de atendimento.</p>
<h3>Projeto também prevê seguro de crédito para aviação civil</h3>
<p>Além do financiamento de ônibus e caminhões, o PL nº 5.649/2026 modifica as regras do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) para contemplar operações de seguro de crédito interno vinculadas à aviação civil.</p>
<p>A mudança ocorre por meio de alteração na Lei nº 9.818, de 1999.</p>
<p>Pela redação aprovada, poderão ser incluídas operações relacionadas a financiamentos para aquisição de combustível de aviação, além de outros insumos e serviços necessários ao funcionamento das companhias do setor.</p>
<p>O mecanismo não significa pagamento direto do governo pelas despesas operacionais das empresas aéreas.</p>
<p>A proposta amplia a possibilidade de cobertura de riscos de crédito em operações financeiras, conforme as condições aplicáveis ao fundo.</p>
<p>O dispositivo poderá facilitar o acesso a determinadas modalidades de financiamento para despesas necessárias à operação do transporte aéreo.</p>
<p>A medida, entretanto, não estabelece redução automática no preço das passagens nem determina diminuição de tarifas aeroportuárias.</p>
<h3>Capital de giro para infraestrutura também está previsto</h3>
<p>Outra alteração aprovada permite o financiamento de capital de giro associado a investimentos em infraestrutura.</p>
<p>O dispositivo modifica a Lei nº 14.947, de agosto de 2024.</p>
<p>Na prática, a medida autoriza que determinadas operações financeiras relacionadas a projetos de infraestrutura contemplem também recursos necessários à sua execução, além dos investimentos principais.</p>
<p>Essa autorização pode ter relevância para diferentes setores de infraestrutura, conforme as linhas de financiamento e os projetos elegíveis.</p>
<p>O projeto não reserva, entretanto, um valor específico para corredores de ônibus, terminais, sistemas BRT ou outras obras de mobilidade urbana nesse dispositivo.</p>
<p>A inclusão dessas estruturas dependerá do enquadramento de cada projeto nas regras aplicáveis.</p>
<h3>Agricultura recebe outras duas medidas de apoio financeiro</h3>
<p>O PL também autoriza a concessão de subvenção econômica a produtores independentes de cana-de-açúcar da Região Nordeste afetados pelas tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos ou por eventos climáticos extremos.</p>
<p>O auxílio previsto é de R$ 12 por tonelada de cana-de-açúcar produzida e comprovadamente entregue a usinas, destilarias ou cooperativas durante a safra 2025/2026, observados os critérios definidos.</p>
<p>A proposta ainda permite utilizar até R$ 10 bilhões do superávit financeiro do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) em linhas de financiamento reembolsável para projetos de inovação tecnológica na produção agrícola.</p>
<p>Esses recursos são distintos do limite de R$ 14,5 bilhões previsto para renovação de veículos.</p>
<p>O projeto foi relatado no Senado pelo senador Fernando Dueire (PSD-PE).</p>
<p>A aprovação ocorreu em regime de urgência, após a Câmara dos Deputados ter concluído a votação no dia anterior.</p>
<p>Com a aprovação nas duas Casas, a proposta será encaminhada à Presidência da República para sanção ou veto.</p>
<p>No caso específico dos ônibus, o próximo passo será verificar a manutenção dos dispositivos de financiamento na lei sancionada e as condições estabelecidas para efetiva contratação dos créditos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-542134" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-10.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-10.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-10.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-10.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-10.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-10.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-10.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-10.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1-10.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-542135" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2-10.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2-10.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2-10.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2-10.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2-10.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2-10.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2-10.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2-10.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2-10.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-542136" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3-9.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3-9.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3-9.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3-9.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3-9.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3-9.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3-9.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3-9.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3-9.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-542137" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4-8.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4-8.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4-8.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4-8.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4-8.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4-8.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4-8.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4-8.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4-8.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-542138" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/5-7.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/5-7.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/5-7.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/5-7.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/5-7.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/5-7.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/5-7.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/5-7.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/5-7.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-542139" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6-7.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6-7.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6-7.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6-7.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6-7.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6-7.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6-7.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6-7.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/6-7.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-542140" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7-6.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7-6.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7-6.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7-6.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7-6.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7-6.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7-6.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7-6.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7-6.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-542141" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8-6.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8-6.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8-6.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8-6.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8-6.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8-6.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8-6.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8-6.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/8-6.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/em-primeira-mao-senado-aprova-r-145-bilhoes-para-financiamento-de-onibus-micro-onibus-e-caminhoes-projeto-permite-compra-separada-de-chassis-e-carrocerias/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=542129</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Taubaté (SP) muda horários de 19 linhas de ônibus a partir de domingo e terá atendimento ao Mirante do Pôr do Sol</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/taubate-sp-muda-horarios-de-19-linhas-de-onibus-a-partir-de-domingo-e-tera-atendimento-ao-mirante-do-por-do-sol/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/taubate-sp-muda-horarios-de-19-linhas-de-onibus-a-partir-de-domingo-e-tera-atendimento-ao-mirante-do-por-do-sol/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 21:30:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Linha 22 fará ligação circular com a ECO Cecap diariamente; linha 25 terá itinerário ampliado para atender o Residencial Mirante ADAMO BAZANI O transporte coletivo de Taubaté (SP) terá alterações nos horários de 19 linhas a partir deste domingo, 1º de novembro de 2026. A programação também inclui atendimento ao Mirante do Pôr do Sol, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="679" height="459" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?fit=679%2C459&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?w=679&amp;ssl=1 679w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/abc.jpg?resize=400%2C270&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px" /> <p><em>Linha 22 fará ligação circular com a ECO Cecap diariamente; linha 25 terá itinerário ampliado para atender o Residencial Mirante</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O transporte coletivo de Taubaté (SP) terá alterações nos horários de 19 linhas a partir deste domingo, 1º de novembro de 2026. A programação também inclui atendimento ao Mirante do Pôr do Sol, em Quiririm, pela linha 22, e ampliação do trajeto da linha 25 para alcançar o Residencial Mirante.</p>
<p>Segundo a Prefeitura, os horários de pico serão mantidos, assim como a programação das demais linhas do sistema. A Secretaria de Mobilidade Urbana afirma que definiu os ajustes após levantamento dos períodos de menor utilização dos ônibus, com o objetivo de adequar a oferta de viagens à demanda.</p>
<h3>Linha 22 atenderá o mirante todos os dias</h3>
<p>A linha 22 fará o itinerário Estação de Conexão ECO Cecap/Mirante do Pôr do Sol/Circular.</p>
<p>O atendimento será diário, incluindo os finais de semana, oferecendo uma alternativa de transporte coletivo para moradores e visitantes que pretendem chegar ao ponto turístico de Quiririm.</p>
<p>O mirante é conhecido pela vista panorâmica e recebe visitantes especialmente no fim da tarde.</p>
<h3>Linha 25 passará pela Avenida Hilário José Signorini</h3>
<p>Outra mudança será a extensão do percurso da linha 25, que atende o Parque Três Marias e a Chácara São Silvestre.</p>
<p>Os ônibus passarão pela Avenida Hilário José Signorini, permitindo o atendimento aos passageiros do Residencial Mirante.</p>
<p>A alteração de itinerário integra o conjunto de mudanças previsto para começar em 1º de novembro.</p>
<h3>Confira os serviços com programação divulgada</h3>
<p>A Prefeitura anuncia ajustes em 19 linhas e o atendimento ao mirante pela linha 22. A página municipal com as tabelas de horários reúne os 20 serviços abaixo, incluindo a 22.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Ligação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>01</td>
<td>Rodoviária Velha/Estoril</td>
</tr>
<tr>
<td>02</td>
<td>Rodoviária Velha/Continental</td>
</tr>
<tr>
<td>05</td>
<td>Rodoviária Velha/Cidade de Deus</td>
</tr>
<tr>
<td>06</td>
<td>Rodoviária Velha/Marlene Miranda</td>
</tr>
<tr>
<td>07</td>
<td>Rodoviária Velha/Vila Aparecida via Parque Sabará</td>
</tr>
<tr>
<td>08</td>
<td>Rodoviária Velha/Parque Aeroporto</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>Rodoviária Velha/Parque Ipanema/Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td>Rodoviária Velha/Vila São Geraldo</td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>ECO Cecap–Rodoviária Velha via Gurilândia</td>
</tr>
<tr>
<td>15</td>
<td>Rodoviária Velha/Jardim América</td>
</tr>
<tr>
<td>16</td>
<td>ECO Cecap–Rodoviária Velha via Residencial Independência</td>
</tr>
<tr>
<td>18</td>
<td>Rodoviária Velha/Distrito Industrial</td>
</tr>
<tr>
<td>19</td>
<td>Rodoviária Velha/São Gonçalo</td>
</tr>
<tr>
<td>21</td>
<td>Rodoviária Velha/Parque Urupês/Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>22</td>
<td>ECO Cecap/Mirante do Pôr do Sol/Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>23</td>
<td>ECO Cecap–Quiririm</td>
</tr>
<tr>
<td>24</td>
<td>ECO Cecap–Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>25</td>
<td>Rodoviária Velha/Chácara Silvestre/Parque Três Marias</td>
</tr>
<tr>
<td>27</td>
<td>ECO Cecap–Santa Tereza/Circular</td>
</tr>
<tr>
<td>28</td>
<td>ECO Cecap/Rodoviária Velha via Bonfim</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Passageiros terão orientação antes das mudanças</h3>
<p>A Secretaria de Mobilidade Urbana informou que realizará ações nos ônibus das linhas afetadas para esclarecer dúvidas e distribuir materiais informativos antes da entrada em vigor da programação.</p>
<p>Também está prevista a instalação de cartazes nos veículos.</p>
<p>As tabelas foram disponibilizadas no portal da Prefeitura, na página “Alterações no horário do transporte público — 01/11/2026”. Após a implantação, a programação atualizada também poderá ser consultada na seção de horários do site da concessionária Vou de Tau.</p>
<p>Para quem utiliza as linhas relacionadas, a orientação é conferir a tabela correspondente ao dia da viagem antes do deslocamento.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/taubate-sp-muda-horarios-de-19-linhas-de-onibus-a-partir-de-domingo-e-tera-atendimento-ao-mirante-do-por-do-sol/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=542024</guid>
  </item>
  <item>
    <title>BRT-ABC: Pedido para ouvir secretário de Tarcísio e presidente da Next Mobilidade tem decisão adiada na Assembleia após deputado pedir vista</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/brt-abc-pedido-para-ouvir-secretario-de-tarcisio-e-presidente-da-next-mobilidade-tem-decisao-adiada-na-assembleia-apos-deputado-pedir-vista/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/brt-abc-pedido-para-ouvir-secretario-de-tarcisio-e-presidente-da-next-mobilidade-tem-decisao-adiada-na-assembleia-apos-deputado-pedir-vista/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 21:04:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Edson Giriboni terá três dias para analisar requerimento de Ana Carolina Serra sobre atrasos nas obras e eventual rompimento do contrato; Artesp aponta descumprimento de prazos, enquanto concessionária apresenta histórico de dificuldades com redes elétricas, licenciamento ambiental, desapropriações e alterações de projeto ADAMO BAZANI A Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais da Assembleia Legislativa de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="648" height="454" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-abc-vistas-giriboinei.jpg?fit=648%2C454&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-abc-vistas-giriboinei.jpg?w=648&amp;ssl=1 648w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-abc-vistas-giriboinei.jpg?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-abc-vistas-giriboinei.jpg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-abc-vistas-giriboinei.jpg?resize=400%2C280&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 648px) 100vw, 648px" /> <p><em>Edson Giriboni terá três dias para analisar requerimento de Ana Carolina Serra sobre atrasos nas obras e eventual rompimento do contrato; Artesp aponta descumprimento de prazos, enquanto concessionária apresenta histórico de dificuldades com redes elétricas, licenciamento ambiental, desapropriações e alterações de projeto</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) adiou a decisão sobre o requerimento que pretende ouvir o secretário estadual de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini, e a diretora-presidente da Next Mobilidade, Milena Braga Romano, para esclarecer os atrasos nas obras do BRT-ABC e as medidas que o Governo do Estado poderá adotar caso decida romper o contrato da concessionária. Na reunião de terça-feira, 27 de outubro de 2026, o deputado estadual Edson Giriboni recebeu vista do pedido por três dias, conforme documento oficial da Assembleia obtido pelo Diário do Transporte.</p>
<p>O requerimento, apresentado pela deputada estadual Ana Carolina Serra, busca esclarecimentos sobre o futuro do corredor de ônibus elétricos de 17,8 quilômetros projetado para ligar o ABC Paulista à capital. A discussão ocorre em meio ao processo de caducidade aberto pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) contra a Next Mobilidade, que poderá resultar no encerramento de uma concessão que não envolve apenas a construção do BRT, mas também a operação de ônibus e trólebus já utilizados diariamente por passageiros da região. O governo estadual aponta descumprimento contratual, enquanto a concessionária sustenta que dificuldades externas à sua atuação afetaram o andamento do empreendimento e precisam ser consideradas na definição das responsabilidades.</p>
<p>O documento da Alesp, datado de 27 de outubro, registra expressamente:</p>
<p>“Concedida vista ao Deputado Edson Giriboni pelo prazo de 03 dias em 27/10/2026.”</p>
<p>A movimentação foi formalizada às 19h39 pelo analista legislativo Marcelo Salviano da Costa, da Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais.</p>
<p>O pedido de vista significa que o parlamentar poderá examinar o requerimento antes da continuidade de sua apreciação. A medida não representa rejeição da proposta, tampouco demonstra que Giriboni seja contrário à realização da audiência.</p>
<p>Também não significa que os representantes do governo estadual e da concessionária tenham sido dispensados de prestar esclarecimentos. O convite ainda depende de deliberação da comissão, que poderá retomar a análise posteriormente.</p>
<p>A documentação consultada não estabelece uma nova data para a votação.</p>
<p>A movimentação representa o primeiro desdobramento formal da reunião de 27 de outubro identificado na tramitação do requerimento.</p>
<p>Como mostrou o Diário do Transporte em 19 e 26 de outubro, a discussão foi levada à Assembleia diante da possibilidade de encerramento antecipado do contrato da Next Mobilidade e das consequências que essa decisão pode provocar para as obras e para o transporte metropolitano do ABC.</p>
<h3>Artesp abriu processo que pode encerrar concessão, mas decisão ainda depende de análise da defesa</h3>
<p>O Conselho Diretor da Artesp aprovou, em 5 de outubro de 2026, a conversão de um procedimento administrativo de apuração de irregularidades contratuais em processo de caducidade da concessão da Next Mobilidade.</p>
<p>A caducidade é uma modalidade de extinção de concessão pública motivada por descumprimento de obrigações contratuais, mediante procedimento administrativo que assegure o direito de defesa da empresa.</p>
<p>Segundo a agência reguladora, o prazo contratual para conclusão das obras do BRT-ABC terminou em 30 de novembro de 2024.</p>
<p>Posteriormente, a concessionária apresentou um plano de ação com previsão de conclusão até 31 de outubro de 2026.</p>
<p>Na avaliação da Artesp, a evolução física do empreendimento demonstrou que a empresa não conseguiria cumprir o cronograma apresentado.</p>
<p>A agência também considerou o histórico de atrasos e as obrigações assumidas pela operadora.</p>
<p>Entretanto, a abertura do processo não significa que o contrato já tenha sido encerrado.</p>
<p>A concessionária tem direito ao contraditório e à ampla defesa. Depois da apresentação e análise das manifestações, o procedimento deverá passar pela avaliação técnica da Artesp e pela Consultoria Jurídica.</p>
<p>A decisão sobre uma eventual caducidade caberá à Secretaria de Parcerias em Investimentos, comandada por Rafael Benini, um dos representantes que a deputada Ana Carolina Serra pretende ouvir na Assembleia.</p>
<p>Essa divisão de responsabilidades é relevante porque a agência reguladora conduz a apuração administrativa, enquanto a decisão final sobre o eventual encerramento da concessão depende do poder concedente.</p>
<p>A Next Mobilidade, por sua vez, afirma que mantém tratativas com a Artesp e defende a análise individualizada das causas dos atrasos antes de uma decisão definitiva.</p>
<h3>Next Mobilidade aponta interferências de concessionárias, licenciamento e mudanças de engenharia</h3>
<p>A Next Mobilidade contesta a interpretação de que os atrasos possam ser atribuídos exclusivamente à sua atuação.</p>
<p>Em documento obtido pelo Diário do Transporte e divulgado em 8 de outubro, a concessionária apresentou um histórico de obstáculos enfrentados desde o início da implantação do corredor.</p>
<p>A empresa sustenta que o BRT-ABC é um empreendimento de elevada complexidade, desenvolvido em áreas urbanas consolidadas, com grande quantidade de redes de infraestrutura subterrâneas e aéreas, vias movimentadas, imóveis, instalações industriais e áreas sujeitas a intervenções ambientais.</p>
<p>Segundo a Next, parte dessas dificuldades exigiu providências de concessionárias de serviços públicos, órgãos ambientais, administrações municipais e outras instituições, o que teria comprometido diferentes etapas do cronograma.</p>
<p>Entre os exemplos apresentados pela companhia estão dez intervenções em redes de distribuição de energia elétrica atribuídas à Enel.</p>
<p>Na Rua Abrahão Braga, segundo o levantamento da empresa, um dos remanejamentos levou 455 dias para ser concluído.</p>
<p>Na Praça dos Andarilhos, o prazo informado foi de 428 dias.</p>
<p>Na Rua do Grito, a concessionária aponta 421 dias.</p>
<p>Na região do Viaduto Delamare, o documento menciona uma intervenção concluída em 304 dias, além de uma pendência envolvendo infraestrutura de alta tensão.</p>
<p>Também são relacionadas interferências em locais como as avenidas Guido Aliberti, Afonsina e Lauro Gomes, além de trechos da Winston Churchill e da Estrada das Lágrimas.</p>
<p>A Next argumenta que essas intervenções tiveram reflexos sobre a sequência das obras porque determinados serviços não poderiam ser executados antes da retirada ou adequação das redes existentes.</p>
<p>A empresa considera necessário examinar, para cada situação, quando a interferência foi identificada, quais órgãos eram responsáveis pelas providências, quanto tempo foi necessário para a liberação das áreas e de que forma houve repercussão sobre as etapas seguintes.</p>
<p>Por outro lado, a existência de interferências não significa automaticamente que a concessionária esteja isenta de responsabilidade.</p>
<p>A avaliação contratual precisa considerar quais riscos foram assumidos pela empresa, quais obrigações pertenciam ao poder público e se os problemas encontrados efetivamente impediram a execução das atividades previstas.</p>
<p>É justamente essa distribuição de responsabilidades que está entre os pontos de divergência entre a concessionária e a agência reguladora.</p>
<h3>Empresa relata quase três anos para obter autorização ambiental da segunda etapa</h3>
<p>Outro ponto destacado pela Next Mobilidade envolve o licenciamento ambiental.</p>
<p>O histórico apresentado pela companhia começa em março de 2021, quando foi firmado o termo aditivo que estabeleceu a implantação do BRT-ABC.</p>
<p>Naquele momento, segundo a concessionária, ainda não estavam concluídos os estudos e as autorizações ambientais necessários à execução integral do empreendimento.</p>
<p>Em maio de 2021, a empresa protocolou a documentação para consulta prévia junto à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).</p>
<p>A licença ambiental prévia foi emitida em junho de 2022.</p>
<p>Em outubro daquele ano, foi concedida a licença de instalação da primeira etapa, correspondente a aproximadamente 3,5 quilômetros.</p>
<p>Já a licença de instalação da segunda fase foi emitida em 31 de janeiro de 2024.</p>
<p>Segundo a Next, transcorreram aproximadamente dois anos e nove meses entre o início das providências ambientais e a autorização para executar a segunda etapa.</p>
<p>A companhia sustenta que a implantação exigiu atendimento a mais de 20 exigências técnicas e anuências de diferentes órgãos municipais.</p>
<p>Também foram necessárias intervenções de drenagem, compensações ambientais, adequações de projetos e providências relacionadas à vegetação existente no percurso.</p>
<p>O intervalo entre o início dos procedimentos e a obtenção das licenças, entretanto, não pode ser atribuído integralmente à atuação do órgão ambiental sem a análise das datas de apresentação dos estudos, solicitações de complementação e respostas da concessionária.</p>
<p>A Next defende que essas circunstâncias sejam consideradas na avaliação do cumprimento das obrigações contratuais.</p>
<h3>Mudança de traçado na Avenida Presidente Wilson exigiu negociações com CPTM, União e Transpetro</h3>
<p>A concessionária também aponta dificuldades na implantação do trecho previsto para a Avenida Presidente Wilson, na capital paulista.</p>
<p>De acordo com a empresa, os projetos executivos demonstraram limitações para a construção do corredor na configuração originalmente prevista.</p>
<p>Entre os obstáculos relacionados estavam o movimento de caminhões, a presença de galpões industriais e logísticos, limitações físicas da via e a necessidade de compatibilizar a obra com outras intervenções urbanas.</p>
<p>A solução estudada foi deslocar parte do traçado para uma área próxima à infraestrutura ferroviária.</p>
<p>Essa alteração exigiu negociações envolvendo terrenos e instalações relacionados à CPTM e à União.</p>
<p>A empresa também informou a identificação de interferências com gasodutos e caixas de válvulas da Transpetro.</p>
<p>A mudança não se limitou ao deslocamento do corredor no desenho do projeto. Ela trouxe necessidade de novos estudos de engenharia, soluções de drenagem e adequações das estruturas previstas.</p>
<p>Em agosto de 2024, o diretor da Next Mobilidade Fabrízio Braga já havia explicado ao Diário do Transporte as dificuldades relacionadas ao trecho da Presidente Wilson e a alternativa de implantação próxima aos trilhos.</p>
<p>A concessionária considera esse conjunto de alterações um dos exemplos de situações que exigiram revisão do planejamento inicial.</p>
<h3>BRT-ABC tem 17,8 quilômetros e projeto prevê 92 ônibus elétricos</h3>
<p>O BRT-ABC foi concebido como um corredor de transporte de média capacidade para melhorar os deslocamentos entre municípios do ABC Paulista e a cidade de São Paulo.</p>
<p>O empreendimento prevê infraestrutura específica para ônibus elétricos, estações de embarque e desembarque e operação integrada ao sistema metropolitano.</p>
<p>O projeto foi estruturado para atender deslocamentos entre São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul e a capital, com conexão à rede de transporte sobre trilhos.</p>
<p>A implantação também deve proporcionar uma nova alternativa de circulação entre áreas de grande concentração residencial, comercial e de empregos.</p>
<p>Os dados técnicos apresentados ao longo da implantação são os seguintes:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>Projeto BRT-ABC</th>
</tr>
<tr>
<td>Extensão total</td>
<td>17,8 quilômetros</td>
</tr>
<tr>
<td>Estações previstas</td>
<td>16</td>
</tr>
<tr>
<td>Frota prevista</td>
<td>92 ônibus elétricos</td>
</tr>
<tr>
<td>Tecnologia</td>
<td>Ônibus movidos a baterias</td>
</tr>
<tr>
<td>Tipo de infraestrutura</td>
<td>Corredor de ônibus com estações específicas</td>
</tr>
<tr>
<td>Integração prevista</td>
<td>Sistemas metropolitanos e transporte sobre trilhos</td>
</tr>
<tr>
<td>Municípios envolvidos no atendimento</td>
<td>São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul e São Paulo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A construção ocorre em diferentes etapas, com características de engenharia que variam ao longo do percurso.</p>
<p>O empreendimento foi estruturado como alternativa ao projeto da Linha 18-Bronze de monotrilho, que previa uma ligação sobre trilhos entre a região do ABC e a capital.</p>
<p>A substituição da solução ferroviária por um corredor de ônibus alterou o modelo de implantação da infraestrutura e as características operacionais do futuro serviço.</p>
<p>No caso do BRT, os veículos podem circular sobre vias especialmente preparadas e atender estações distribuídas pelo trajeto, com instalações de recarga e sistemas próprios de operação.</p>
<p>A eficácia do empreendimento dependerá não apenas da aquisição dos ônibus, mas também da conclusão dos corredores, estações, sistemas de energia, instalações operacionais e integração com a rede existente.</p>
<h3>Next afirma ter dez quilômetros preparados, nove estações e 20 ônibus elétricos para operação inicial</h3>
<p>Apesar dos atrasos apontados pela Artesp, a Next Mobilidade afirma que parte do BRT-ABC já reúne condições de receber passageiros.</p>
<p>Segundo informações apresentadas pela empresa ao Diário do Transporte, aproximadamente dez quilômetros do corredor estão preparados para uma primeira etapa de operação.</p>
<p>O segmento fica entre a Parada Metrópole, em São Bernardo do Campo, e a Vila Império, em São Caetano do Sul.</p>
<p>A concessionária informa que essa primeira etapa dispõe de nove estações e licença ambiental de operação concedida pela Cetesb.</p>
<p>Também afirma ter disponibilizado 20 ônibus elétricos articulados, com 21,5 metros de comprimento, destinados ao atendimento inicial.</p>
<p>Os veículos utilizam baterias para armazenamento de energia e têm recarga prevista em instalações da empresa.</p>
<p>De acordo com a Next, a garagem de São Bernardo do Campo conta com estrutura para recarregar até 14 veículos simultaneamente.</p>
<p>A empresa apresentou pedido para realizar uma operação assistida, experimental e gratuita no trecho preparado.</p>
<p>A proposta divulgada anteriormente previa funcionamento inicial das 9h às 15h, permitindo avaliar o desempenho dos veículos, das estações e das demais instalações antes da operação comercial definitiva.</p>
<p>Na alternativa apresentada pela concessionária, os passageiros que precisassem prosseguir até Tamanduateí utilizariam outro ônibus da Next Mobilidade, com transbordo e passagem pelo Sacomã, sem pagamento de uma segunda tarifa.</p>
<p>Essa configuração seria provisória, enquanto as obras do trecho restante fossem executadas.</p>
<p>A disponibilidade de ônibus e a existência de licença ambiental são elementos relevantes, mas não representam, isoladamente, autorização para início da operação.</p>
<p>O atendimento depende das autorizações operacionais exigidas e das condições de segurança e funcionamento determinadas pelos órgãos responsáveis.</p>
<p>A proposta de operação experimental também não significa que o corredor completo esteja concluído.</p>
<p>A diferença entre os dez quilômetros informados pela empresa e os 17,8 quilômetros do projeto permanece entre os principais pontos da discussão contratual.</p>
<h3>Artesp manteve negativa de revisão de remuneração e separou outras análises contratuais</h3>
<p>A divergência entre a agência reguladora e a Next Mobilidade não se limita ao cronograma das obras.</p>
<p>A concessionária apresentou pedidos relacionados ao reequilíbrio econômico-financeiro, à remuneração pela operação dos serviços metropolitanos, à revisão dos prazos e a alterações no projeto do BRT-ABC.</p>
<p>Em deliberação divulgada em outubro, a Artesp manteve o indeferimento do pedido de aumento da tarifa de remuneração.</p>
<p>Quanto à postergação do cronograma e às modificações no projeto e no traçado, a agência decidiu não reabrir a discussão naquele procedimento, sob o entendimento de que os assuntos já haviam sido analisados em outra tramitação.</p>
<p>A decisão também separou questões remanescentes da revisão ordinária para exame em processo próprio.</p>
<p>Essa diferenciação é importante porque uma negativa de aumento de remuneração não equivale, necessariamente, à rejeição de todos os pedidos administrativos apresentados pela concessionária.</p>
<p>A Next sustenta que os diferentes temas precisam ser examinados de acordo com as disposições contratuais e os fatos que motivaram as solicitações.</p>
<p>Enquanto isso, a Artesp mantém sua avaliação sobre o descumprimento dos prazos de implantação do BRT.</p>
<h3>Possível rompimento também envolve ônibus e trólebus que já transportam passageiros</h3>
<p>A eventual caducidade tem consequências que vão além da conclusão das obras do BRT-ABC.</p>
<p>A concessão da Next Mobilidade, operada pela ABC Sistema de Transporte SPE S.A., CNPJ 40.181.203/0001-46, abrange serviços metropolitanos já existentes no ABC Paulista.</p>
<p>Entre eles estão o Corredor Metropolitano ABD e linhas convencionais que atendem municípios da região.</p>
<p>O Corredor ABD possui uma infraestrutura consolidada e opera com ônibus convencionais e trólebus, conectando cidades como São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, Diadema e São Paulo, além de atender deslocamentos metropolitanos que se relacionam com outras localidades do ABC.</p>
<p>Já as linhas comuns alcançam bairros e corredores viários que não são atendidos diretamente pela infraestrutura exclusiva do ABD.</p>
<p>Esses serviços transportam passageiros independentemente do estágio de execução do novo BRT.</p>
<p>Por isso, uma eventual decisão de encerramento contratual exigiria providências específicas para preservar a continuidade da operação.</p>
<p>Seria necessário definir quem assumiria as linhas, como seriam mantidos os veículos, garagens, equipamentos e sistemas operacionais, além da responsabilidade sobre trabalhadores e contratos necessários à prestação do serviço.</p>
<p>O governo estadual também precisaria estabelecer as condições de transição, evitando que uma disputa relacionada às obras comprometa o atendimento diário.</p>
<p>Outro ponto envolve os investimentos já realizados na implantação do BRT-ABC.</p>
<p>Uma eventual extinção contratual exige apuração sobre os bens vinculados à concessão, as obras executadas e possíveis indenizações, conforme as regras contratuais e a legislação.</p>
<p>Isso não significa que a Next tenha direito automático ao ressarcimento de todos os valores que declarar ter investido. Também não significa que os investimentos possam ser desconsiderados sem a devida apuração.</p>
<p>A avaliação precisa levar em conta as obrigações assumidas, eventuais descumprimentos e os critérios de reconhecimento dos bens reversíveis.</p>
<h3>CPTM já realizou vistorias e pode participar de alternativa para conclusão das obras</h3>
<p>O governo estadual também passou a estudar possíveis alternativas para o BRT-ABC caso decida encerrar a concessão atual.</p>
<p>Como noticiou o Diário do Transporte em 6 e 7 de outubro, a CPTM realizou vistorias nas obras, em um movimento relacionado à avaliação da infraestrutura existente e à possibilidade de participação da companhia ferroviária em uma futura solução.</p>
<p>Uma das alternativas consideradas envolve a CPTM assumir a gestão ou a continuidade das obras do corredor.</p>
<p>Nesse cenário, os serviços metropolitanos de ônibus que fazem parte da concessão da Next poderiam ser reorganizados e incluídos em futuras licitações juntamente com outras áreas do transporte intermunicipal.</p>
<p>Entretanto, essas possibilidades não representam uma decisão definitiva de transferência das obras à CPTM nem demonstram que a companhia assumirá a operação dos ônibus.</p>
<p>A definição depende de atos administrativos específicos, avaliações técnicas, condições jurídicas e financeiras.</p>
<p>Uma eventual nova contratação também precisaria considerar as características das estruturas já construídas, os projetos pendentes, os equipamentos disponíveis e a integração com os serviços existentes.</p>
<p>Para os passageiros, o principal risco seria a ampliação do período de espera pela conclusão do BRT ou dificuldades durante a reorganização dos serviços metropolitanos.</p>
<p>A eventual troca de responsável pelo empreendimento, por si só, não garante aceleração das obras nem redução de custos.</p>
<h3>Registro da ABC Sistema foi renovado por um ano mesmo com processo de caducidade</h3>
<p>Em 23 de outubro, a Artesp autorizou a renovação do Certificado de Registro Cadastral da ABC Sistema de Transporte SPE S.A., empresa responsável pela operação com a marca Next Mobilidade.</p>
<p>A renovação tem validade de 12 meses e se refere ao cadastro para prestação de serviços metropolitanos regulares de transporte coletivo de passageiros.</p>
<p>A decisão ocorreu depois da abertura do processo de caducidade.</p>
<p>Entretanto, os dois atos têm finalidades diferentes.</p>
<p>O registro cadastral é um instrumento de regularidade administrativa da empresa perante a agência reguladora.</p>
<p>Já o processo de caducidade examina o possível descumprimento de obrigações da concessão.</p>
<p>Assim, a renovação cadastral não equivale a uma prorrogação do prazo das obras nem antecipa a decisão final sobre o contrato.</p>
<h3>Pedido da Assembleia pretende esclarecer futuro do contrato e consequências para a população</h3>
<p>É nesse cenário que o requerimento da deputada Ana Carolina Serra entrou em análise na Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais.</p>
<p>O pedido pretende ouvir Rafael Benini, responsável pela secretaria que terá participação decisiva na definição do futuro da concessão, e Milena Braga Romano, diretora-presidente da Next Mobilidade.</p>
<p>A iniciativa busca esclarecer as causas dos atrasos do BRT-ABC e quais medidas poderão ser adotadas pelo governo estadual caso o contrato seja rompido.</p>
<p>A audiência também poderá permitir o confronto entre as conclusões técnicas da Artesp e os argumentos apresentados pela concessionária, além de esclarecer as alternativas consideradas para finalizar o corredor.</p>
<p>Entre os pontos que permanecem sem definição pública conclusiva estão a responsabilidade por cada atraso, a possibilidade de colocar em operação o trecho preparado, as condições de continuidade dos serviços existentes e o destino dos investimentos já realizados.</p>
<p>A análise parlamentar não substitui as atribuições da agência reguladora nem a competência do poder concedente para decidir sobre o contrato.</p>
<p>Entretanto, poderá contribuir para esclarecer consequências administrativas e operacionais de uma eventual ruptura.</p>
<p>Com a concessão de vista ao deputado Edson Giriboni, por três dias, a votação do requerimento permanece pendente.</p>
<p>O documento da Assembleia de 27 de outubro não informa quando a proposta voltará a ser analisada.</p>
<p>Enquanto isso, a Artesp prossegue com o procedimento administrativo relacionado aos atrasos, e a Next Mobilidade mantém sua posição de que as dificuldades encontradas durante a implantação precisam ser avaliadas individualmente antes de uma decisão sobre o encerramento contratual.</p>
<p>Para os passageiros do ABC Paulista, a indefinição envolve tanto a entrega de uma nova infraestrutura de transporte quanto a preservação dos ônibus e trólebus que já fazem parte da rotina de deslocamento entre as cidades da região e a capital.</p>
<h2><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></h2>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/brt-abc-pedido-para-ouvir-secretario-de-tarcisio-e-presidente-da-next-mobilidade-tem-decisao-adiada-na-assembleia-apos-deputado-pedir-vista/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=542120</guid>
  </item>
</channel>
</rss>