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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Secretaria de Transportes de Praia Grande (SP) divulga dados de pesquisa de satisfação com usuários do sistema urbano</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/11/01/secretaria-de-transportes-de-praia-grande-sp-divulga-dados-de-pesquisa-de-satisfacao-com-usuarios-do-sistema-urbano/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 02 Nov 2026 01:00:15 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nota de satisfação geral é 7. Dos entrevistados, 80,5% recomendam o sistema de transporte do município VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Secretaria de Transportes (Setransp) de Praia Grande (SP) realizou em parceria com a WRI Brasil uma pesquisa de satisfação com os usuários do transporte público municipal. Essa foi a terceira edição da pesquisa, a primeira [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/20260320zje1iah4f-e1774130845781.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Nota de satisfação geral é 7. Dos entrevistados, 80,5% recomendam o sistema de transporte do município</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A Secretaria de Transportes (Setransp) de Praia Grande (SP) realizou em parceria com a WRI Brasil uma pesquisa de satisfação com os usuários do transporte público municipal. Essa foi a terceira edição da pesquisa, a primeira foi feita em 2023, a segunda em 2025. Neste ano, seguindo os critérios do estudo, a nota de satisfação geral dos usuários foi 7. Os fatores da qualidade com maior satisfação foram: informação ao cliente com nota 7,6 e conforto nos terminais com 7,5. Além disso, 78% dos entrevistados concordam que podem confiar nos ônibus para seus deslocamentos. Outro dado interessante é que 87% dos clientes são a favor da implantação de ônibus elétricos. Ainda nesse contexto, 80,5% recomendaria o sistema de transporte coletivo por ônibus.</p>
<p>A pesquisa foi realizada com amostra de 262 pessoas e contemplou as linhas 11PR, 12CO, 13TR, 17SA, 22ME, 30JT, 33MA, 95CF, 96CF e 97SH. As respostas traçaram o perfil dos usuários dos ônibus municipais de Praia Grande: 64% são mulheres; 62% se identificam como pretos ou pardos; 48% possuem renda familiar de 1,5 salários mínimos; 65% utilizam o ônibus 5 vezes ou mais por semana; 69,1% utilizam o transporte para ir ao trabalho; 62% gastam em média 1 hora com deslocamentos.</p>
<p>O levantamento também mostrou uma evolução em relação aos dados apresentados em 2025. O item “informação ao cliente” tinha nota 5,7 em 2025 e saltou para 7,6, destacando-se o fator de qualidade com maior satisfação. O “conforto nos terminais” obteve nota 6,2 no ano anterior, já nesse conseguiu nota 7,5. Outro destaque que também ficou com nota superior em 2026 no comparativo foi o quesito “forma de pagamento e recarga”, sendo 6,9 em 2025 contra 7,4. O “conforto nos ônibus” também progrediu de nota, levando 6,8 em 2025 e 7,2 nesse ano.</p>
<p>O estudo ainda demonstrou os pontos de melhoria no sistema de transporte municipal. O problema mais frequente apontado pelos usuários é a superlotação dos ônibus, seguido pelo elevado tempo de espera e pelos atrasos durante a viagem. Outro ponto de atenção é a disponibilidade dos serviços no período noturno e aos fins de semana.</p>
<p>Para o secretário de Transportes, Leandro Avelino, ouvir a opinião dos usuários é fundamental. “Através da pesquisa entendemos o que a população quer como melhoria e podemos traçar as metas, direcionar os investimentos e, dessa forma, entregar para todos os usuários do transporte municipal as melhores condições possíveis para que eles possam se deslocar com qualidade, segurança e eficiência. Além disso, a pesquisa também serve para respaldar nossas ações, focando naquilo que o usuário do transporte público nos passa como resposta. E nesse cenário, trabalhamos muito para resolver os apontamentos sobre os abrigos e pontos de parada de ônibus. São o nosso foco no momento”.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Novembro começa com encerramentos de operações, mudanças de linhas e trocas de empresas de ônibus; São José dos Campos mantém atuais operadoras</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 02 Nov 2026 00:22:59 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Rio de Janeiro terá saída da Mobi-Rio de linha por decisão judicial e prevê novas conexões com metrô e aeroporto; Campina Grande registra mudanças em quatro linhas e encerramento das operações da Viação Cabral e Santa Rosa após 61 anos; Distrito Federal amplia atendimentos ADAMO BAZANI O mês de novembro de 2026 começa com uma [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_20261031_1102447E2.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_20261031_1102447E2.jpg?w=4096&amp;ssl=1 4096w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_20261031_1102447E2.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_20261031_1102447E2.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_20261031_1102447E2.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_20261031_1102447E2.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_20261031_1102447E2.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_20261031_1102447E2.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_20261031_1102447E2.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/IMG_20261031_1102447E2.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Rio de Janeiro terá saída da Mobi-Rio de linha por decisão judicial e prevê novas conexões com metrô e aeroporto; Campina Grande registra mudanças em quatro linhas e encerramento das operações da Viação Cabral e Santa Rosa após 61 anos; Distrito Federal amplia atendimentos</em><br><br><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br><br>O mês de novembro de 2026 começa com uma série de mudanças no transporte coletivo por ônibus em cidades brasileiras, incluindo encerramentos de operações, substituições de empresas, alterações de itinerários e previsão de novas ligações. No Rio de Janeiro (RJ), a Mobi-Rio deixa neste domingo, 1º de novembro, a linha 634, entre Bananal e Saens Peña, por determinação judicial, com o atendimento passando integralmente ao Consórcio Internorte. A capital fluminense também tem duas novas conexões programadas para 7 de novembro, ligando a Ilha do Governador e o Aeroporto Internacional do Galeão ao metrô Del Castilho.<br><br>Em Campina Grande (PB), quatro linhas municipais têm mudanças de itinerário a partir deste domingo, enquanto a Viação Cabral e Santa Rosa encerra sua trajetória operacional após 61 anos de atuação. Em São José dos Campos (SP), a situação é de manutenção das atuais operadoras: a Prefeitura prorrogou até outubro de 2027 os contratos com Viação Saens Peña, Joseense Transporte de Passageiros e Expresso Maringá, garantindo a continuidade dos serviços durante a preparação do novo modelo de transporte coletivo.<br><br>As mudanças mostram diferentes situações enfrentadas pelo setor. Enquanto algumas operações são encerradas ou transferidas, outras são mantidas por meio de prorrogações contratuais, e novas ligações são planejadas para ampliar as opções de deslocamento dos passageiros.<br><br><strong>Rio de Janeiro: Mobi-Rio deixa linha 634 e Consórcio Internorte assume operação</strong><br><br>A partir deste domingo, 1º de novembro, o Consórcio Internorte volta a ser o responsável integral pela operação da linha 634, que liga Bananal, na Ilha do Governador, à Praça Saens Peña, na Tijuca.<br><br>A mudança ocorre por determinação judicial e encerra a participação da Mobi-Rio no atendimento.<br><br>A empresa municipal havia assumido a operação em maio de 2026, depois de uma intervenção determinada pela Prefeitura do Rio de Janeiro diante de problemas atribuídos à prestação do serviço.<br><br>A Transportes Paranapuan, integrante do Consórcio Internorte, era uma das empresas historicamente responsáveis pela ligação.<br><br>Com a intervenção, a Mobi-Rio colocou 25 ônibus novos no atendimento, equipados com ar-condicionado, e estabeleceu uma programação de funcionamento durante 24 horas.<br><br>O serviço também passou a integrar experiências de ampliação do pagamento eletrônico, sem recebimento de dinheiro em espécie dentro dos ônibus.<br><br>A retomada da operação pelas empresas privadas foi marcada por disputas administrativas e judiciais.<br><br>Em agosto, veículos de empresas integrantes do Consórcio Internorte voltaram a atender a ligação em uma operação compartilhada com a Mobi-Rio.<br><br>Participaram dessa etapa empresas como Paranapuan, Ideal, Caprichosa e Pavunense.<br><br>Agora, a determinação judicial estabelece a saída da empresa municipal e a transferência integral da responsabilidade operacional ao consórcio.<br><br>A linha 634 atende deslocamentos entre a Ilha do Governador e regiões como Fundão, Bonsucesso, Benfica, São Cristóvão, Praça da Bandeira e Tijuca, além de áreas próximas à Rodoviária Novo Rio.<br><br>Para os passageiros, a principal questão será a manutenção da regularidade das viagens, dos intervalos e das condições dos veículos.<br><br>A saída da Mobi-Rio da linha não representa o encerramento das atividades da empresa municipal, que continua responsável por outros serviços de transporte na cidade.<br><br><strong>Rio prevê duas novas conexões a partir de 7 de novembro</strong><br><br>Além da troca de operador na linha 634, o Rio de Janeiro tem previsão de implantação de duas novas ligações no sábado, 7 de novembro.<br><br>A programação apresentada para a Mobi-Rio contempla as linhas Conexão 91 e Conexão 95, com uma frota total de 17 ônibus e atendimento previsto entre 4h e 23h.<br><br>A Conexão 91 deverá ligar Bananal, na Ilha do Governador, à estação de metrô Del Castilho, na Zona Norte.<br><br>Estão previstos dez ônibus para a operação.<br><br>Entre os principais pontos de interesse do percurso estão a Estação das Barcas de Cocotá, o Terminal BRT Fundão, a Estação de Trem de Bonsucesso e a estação Del Castilho do metrô.<br><br>A linha 901 aparece como referência para a nova ligação, com quatro ônibus na programação comparativa.<br><br>A proposta representa, portanto, um acréscimo de seis veículos em relação à frota indicada para o serviço de referência.<br><br>Já a Conexão 95 deverá ligar o Aeroporto Internacional do Galeão à estação de metrô Del Castilho.<br><br>A previsão é de sete ônibus.<br><br>O itinerário proposto contempla a Área de Apoio do Galeão, os terminais 1 e 2 do aeroporto, o Terminal BRT Aroldo Melodia, a Estação de Trem de Bonsucesso e o metrô Del Castilho.<br><br>A linha 915 foi utilizada como referência para a nova operação, com dois veículos, diante dos sete previstos para a Conexão 95.<br><br>Somadas, as duas ligações terão 17 ônibus previstos, em comparação com os seis indicados para os serviços atuais utilizados como referência.<br><br>O acréscimo proposto é de 11 veículos.<br><br>A principal vantagem para os passageiros será a ampliação das possibilidades de deslocamento entre a Ilha do Governador, o aeroporto e outras regiões da cidade, com acesso a estações de trem, metrô, BRT e barcas.<br><br>A conexão física entre os sistemas, entretanto, não significa necessariamente integração tarifária gratuita.<br><br>Os horários específicos de partida, os intervalos e as regras de pagamento ainda dependem da programação operacional definitiva.<br><br>A data de 7 de novembro consta do planejamento divulgado, mas o início efetivo das operações deverá ser confirmado pela administração municipal.<br><br><strong>Campina Grande: mudanças em quatro linhas e fim da operação da Cabral e Santa Rosa</strong><br><br>Em Campina Grande (PB), o início de novembro também é marcado por mudanças no transporte coletivo.<br><br>A Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) anunciou alterações nos itinerários das linhas 200, 910, 500 e 505, com início programado para este domingo, 1º de novembro.<br><br>Como mostrou o Diário do Transporte, as mudanças atingem o atendimento aos bairros Jardim Continental, Bento Figueiredo e Mirante.<br><br>A linha 200 passa a atender o Jardim Continental nos dois sentidos, ampliando o acesso a serviços como a Unidade de Pronto Atendimento Manoel Tavares, o Atacadão, o Senac e o Terminal de Integração.<br><br>A linha 910 deixa de passar pelo Jardim Continental e segue pelas ruas Quinze de Novembro e Paris.<br><br>Já a linha 500, que liga o Centro à Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), retoma seu percurso original e deixa de atender o bairro Bento Figueiredo.<br><br>O atendimento dessa região passa a ser ampliado pela linha 505, que liga Rodoviária, Centro, Araxá e UFCG.<br><br>A 505 também passa a circular pela Rua Fernandes Vieira, no bairro Mirante, nas proximidades da Escola Estadual Nenzinha Cunha Lima e da faculdade Cesrei.<br><br>Paralelamente, a Viação Cabral e Santa Rosa encerrou suas operações no sábado, 31 de outubro, depois de 61 anos de atividades no transporte coletivo de Campina Grande.<br><br>Fundada em 1965, a empresa começou com dois ônibus e ampliou gradualmente sua presença no transporte municipal.<br><br>Nos últimos anos, enfrentou dificuldades financeiras e passou por uma redução significativa de suas atividades.<br><br>Em junho de 2024, a Transnacional, integrante do Grupo A. Cândido, assumiu oito linhas anteriormente operadas pela Cabral e Santa Rosa: 500, 505, 555, 077, 092, 922, 902 e 903-B.<br><br>A empresa permaneceu vinculada ao atendimento da linha 910, conhecida como Jenipapo.<br><br>O encerramento das operações marca o fim de uma trajetória de mais de seis décadas no transporte coletivo da cidade, período em que a empresa acompanhou a expansão urbana de Campina Grande e integrou a rotina de milhares de passageiros.<br><br>A saída também envolve questões relacionadas à continuidade do atendimento da linha remanescente, à situação dos trabalhadores e aos procedimentos administrativos decorrentes do encerramento operacional.<br><br><strong>São José dos Campos mantém três empresas e prorroga contratos até outubro de 2027</strong><br><br>Em São José dos Campos (SP), na Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, o cenário é de manutenção das atuais operadoras.<br><br>A Prefeitura prorrogou os contratos com Viação Saens Peña, Joseense Transporte de Passageiros e Expresso Maringá até 21 de outubro de 2027.<br><br>Os aditamentos foram assinados em 21 de outubro de 2026 e permitem a continuidade do transporte coletivo enquanto o município prepara a implantação de um novo modelo operacional.<br><br>Os contratos possuem cláusula que permite encerramento antecipado, conforme o desenvolvimento da transição.<br><br>A mudança planejada envolve a substituição gradual do atual sistema por uma estrutura baseada na locação de ônibus elétricos e na contratação separada dos serviços de operação.<br><br>O projeto contempla 400 ônibus elétricos, com financiamento de R$ 879,4 milhões aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), dentro de um investimento total de aproximadamente R$ 1,139 bilhão na renovação da frota.<br><br>Os veículos são produzidos pela Eletra, fabricante brasileira sediada em São Bernardo do Campo (SP).<br><br>A programação atualizada prevê a entrega de 24 ônibus articulados até o fim de novembro e outros 65 veículos até dezembro de 2026.<br><br>O restante da frota deverá ser entregue gradualmente, com conclusão prevista para junho de 2027.<br><br>O planejamento original previa a conclusão das entregas em setembro de 2026, mas o cronograma passou por adiamentos.<br><br>A implantação do novo sistema também depende da contratação da futura operadora.<br><br>Assim, embora exista uma transformação estrutural em preparação, não há substituição imediata das três empresas neste início de novembro.<br><br>A prorrogação contratual busca evitar descontinuidade no atendimento enquanto o município organiza a transição.<br><br><strong>Distrito Federal começa novembro com ampliação de atendimentos</strong><br><br>No Distrito Federal, os passageiros entram em novembro com alterações operacionais anunciadas pela Secretaria de Transporte e Mobilidade em outubro.<br><br>Entre as novidades está a linha 963.2, que liga o Terminal da M Norte, Ceilândia Centro, Condomínio Vista Bela e Terminal do Setor O.<br><br>O serviço foi programado para atender especialmente deslocamentos noturnos, com uma viagem diária, partindo do Terminal da M Norte às 22h10.<br><br>A tarifa anunciada é de R$ 2,70, com operação pela BsBus.<br><br>Também foram programadas ampliações nas linhas 0.963, que atende a região da QNR e o Condomínio Ikeda, e 929.3, no Sol Nascente.<br><br>Na 0.963, a programação passou de quatro para sete viagens diárias.<br><br>Na 929.3, a oferta prevista aumentou de dez para 16 viagens por dia, com atendimento aos trechos II e III e ao Condomínio Vitória.<br><br>Em Brazlândia, a linha 406.1 teve alteração de itinerário para atender o Setor de Oficinas.<br><br>A linha 0.450 recebeu duas viagens noturnas adicionais, passando de 50 para 52 viagens diárias.<br><br>Também foram anunciados ajustes nos horários da 402.5.<br><br>Essas alterações foram programadas para outubro e não representam implantações específicas de novembro, mas integram a oferta disponível aos passageiros neste início de mês.<br><br><strong>Mudanças de linhas e empresas exigem atenção à continuidade do transporte</strong><br><br>As situações registradas no início de novembro mostram diferentes formas de reorganização do transporte coletivo brasileiro.<br><br>No Rio de Janeiro, a mudança da linha 634 decorre de uma determinação judicial e transfere a responsabilidade operacional, sem extinguir o serviço.<br><br>As conexões previstas para 7 de novembro representam uma proposta de ampliação da rede, com novos trajetos e maior quantidade de veículos.<br><br>Em Campina Grande, as alterações de itinerários procuram reorganizar o atendimento em diferentes bairros, enquanto o encerramento das operações da Viação Cabral e Santa Rosa marca o fim da atuação de uma empresa com mais de seis décadas de história no transporte municipal.<br><br>Em São José dos Campos, a prorrogação dos contratos demonstra que a preparação de um novo modelo operacional pode exigir a manutenção temporária das empresas atuais.<br><br>Já no Distrito Federal, o aumento de viagens e as alterações de itinerários ampliam a oferta em áreas específicas.<br><br>Para os passageiros, o principal desafio é garantir que essas mudanças representem melhoria efetiva do atendimento, com regularidade, segurança, acessibilidade, horários adequados e informações claras.<br><br>Para os trabalhadores, substituições de empresas e encerramentos de operações também podem envolver questões trabalhistas e necessidade de definição sobre os vínculos de emprego.<br><br>É importante distinguir o encerramento de uma operação do fechamento definitivo de uma empresa, assim como a mudança de operador não significa necessariamente a extinção de uma linha.<br><br>O Diário do Transporte continuará acompanhando as mudanças programadas para novembro, os efeitos sobre os passageiros e as decisões dos gestores públicos responsáveis pelos sistemas municipais e metropolitanos.<br><br><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Pedágio Eletrônico começa a operar em Pirangi e Monte Alto, no interior de São Paulo, neste domingo (1º)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/11/01/pedagio-eletronico-comeca-a-operar-em-pirangi-e-monte-alto-no-interior-de-sao-paulo-neste-domingo-1o/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 01 Nov 2026 23:00:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estruturas substituirão praças de cobrança já existentes, sem alteração das tarifas; sistema elimina paradas e oferece descontos a partir de 5% para veículos com TAG VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Ecovias Noroeste Paulista substituirá duas praças físicas por pórticos do Siga Fácil em Pirangi e Monte Alto, sem criação de novos pontos de cobrança e sem [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/foto__ECOVIAS-NOROESTE-PAULISTA_Pedagio-Eletronico-comecara-operar-Pirangi-Monte-Alto-domingo-e1793122044295.png?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Estruturas substituirão praças de cobrança já existentes, sem alteração das tarifas; sistema elimina paradas e oferece descontos a partir de 5% para veículos com TAG</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p style="font-weight: 400;">A Ecovias Noroeste Paulista substituirá duas praças físicas por pórticos do Siga Fácil em Pirangi e Monte Alto, sem criação de novos pontos de cobrança e sem alteração das tarifas, neste domingo (01/11). O sistema oferece descontos a partir de 5% para veículos de passeio com TAG, com reduções progressivas conforme a frequência de utilização do mesmo pórtico, no mesmo sentido e dentro do mês.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com a mudança, os veículos passam a ser identificados, automaticamente, por TAG ou pela leitura da placa, eliminando a necessidade de parada e contribuindo para a fluidez do tráfego e a segurança dos usuários. Um terceiro pórtico, este na cidade de Colina, entrará em operação no dia 1º de dezembro deste ano. Veja mais informações a seguir:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">1º de novembro: Pirangi &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone (SP-351), quilômetro 184+281m.</li>
<li style="font-weight: 400;">1º de novembro: Monte Alto &#8211; Rodovia José Della Vechia (SP-323), quilômetro 19+081m.</li>
<li style="font-weight: 400;">1º de dezembro: Colina &#8211; Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), quilômetro 407+479m.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Com as três substituições, a Ecovias Noroeste Paulista passará a contar com sete pórticos do Siga Fácil em sua malha. A implantação começou em setembro de 2024, com a substituição das praças físicas no quilômetro 179 da Rodovia Laurentino Mascari (SP-333), em Itápolis, e no quilômetro 110 da Rodovia Carlos Tonanni (SP-333), em Jaboticabal. Em novembro de 2025, entrou em operação o pórtico do quilômetro 307 da Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), em Dobrada. Um mês depois, foi a vez da estrutura do quilômetro 357 da mesma rodovia, em Taiúva.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Corredores regionais</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">As substituições em Pirangi, Monte Alto e Colina ocorrerão em pontos já utilizados para cobrança e atendem importantes fluxos de deslocamento da região.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Pirangi (SP-351)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O trecho onde estará o pórtico de Pirangi registra um Volume Diário Médio (VDM) de, aproximadamente, 3.100 veículos. A nova estrutura atenderá usuários que circulam entre Pirangi, Bebedouro, Taquaritinga, Monte Azul Paulista, Catanduva e Pindorama.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Monte Alto (SP-323)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O VDM estimado deste ponto é de 3.500 veículos. Este pórtico atenderá deslocamentos entre Monte Alto, Taquaritinga, Jaboticabal, Pirangi, Fernando Prestes e Vista Alegre do Alto.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Colina (SP-326)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Este trecho é, entre os três novos pórticos, é o que tem maior movimento, com um VDM estimado de 12.500 veículos. A estrutura atenderá, principalmente, deslocamentos entre Colina, Barretos, Bebedouro, Jaborandi e Colômbia, além de integrar importante corredor logístico regional.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Diferentes formas de pagamento</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O uso de TAG não é obrigatório no Siga Fácil. Para veículos de passeio que utilizam o dispositivo, a primeira passagem já conta com desconto de 5%. A partir da segunda passagem pelo mesmo pórtico, no mesmo sentido e dentro do mesmo mês, passam a ser aplicados descontos progressivos do programa Desconto Usuário Frequente (DUF).</p>
<p style="font-weight: 400;">Quanto maior a frequência de utilização, maior a redução no valor da tarifa, até a 30ª passagem do mês. A partir daí, o menor valor alcançado permanece válido até o último dia do período. Para veículos sem TAG, a placa é identificada pelo pórtico e o usuário tem até 30 dias após a passagem para quitar a tarifa pelos canais oficiais da concessionária:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Site: <a href="http://www.pedagiodigital.com/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.pedagiodigital.com&amp;source=gmail&amp;ust=1793207674905000&amp;usg=AOvVaw0Vs_d7pIO5wDT56Mao9lmf">www.pedagiodigital.com</a>.</li>
<li style="font-weight: 400;">Aplicativo Ecovias Noroeste Paulista: Android e iOS.</li>
<li style="font-weight: 400;">WhatsApp: 0800-326-3663.</li>
<li style="font-weight: 400;">Totens: Autoatendimento nas bases do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) de Barrinha, Taquaritinga, Itápolis, Matão, Jaboticabal, Santa Ernestina e Taquaral.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Com a operação dos pórticos de Pirangi, Monte Alto e Colina, o serviço também será oferecido nos SAUs de Monte Alto e Pirangi, na SP-323; Bebedouro e Palmares Paulista, na SP-351; e Bebedouro e Colina, na SP-326.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Consulta de débitos pelo aplicativo CNH do Brasil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O usuário sem TAG também pode consultar débitos pelo aplicativo CNH do Brasil. A funcionalidade permite visualizar, em um único ambiente, os registros de passagens realizados em sistemas de cobrança eletrônica integrados, além da situação das tarifas e dos canais indicados para quitação da dívida.</p>
<p style="font-weight: 400;">O pagamento, porém, continua sendo realizado, exclusivamente, pelos canais oficiais da concessionária. Se não for feito no prazo, pode caracterizar evasão, que é uma infração prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Minas Gerais atualiza benefício fiscal que permite à Viação Getúlio Vargas comprar diesel com abatimento de ICMS</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 01 Nov 2026 22:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Medida mantém empresa na relação de transportadores credenciados até 31 de outubro; mecanismo permite redução do preço do combustível por meio de crédito presumido concedido às distribuidoras ADAMO BAZANI A Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais atualizou o credenciamento da Viação Getúlio Vargas Ltda. no programa que permite a empresas de transporte rodoviário [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="779" height="506" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/president.jpg?fit=779%2C506&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/president.jpg?w=779&amp;ssl=1 779w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/president.jpg?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/president.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/president.jpg?resize=768%2C499&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/president.jpg?resize=400%2C260&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 779px) 100vw, 779px" /> <p><em>Medida mantém empresa na relação de transportadores credenciados até 31 de outubro; mecanismo permite redução do preço do combustível por meio de crédito presumido concedido às distribuidoras</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais atualizou o credenciamento da Viação Getúlio Vargas Ltda. no programa que permite a empresas de transporte rodoviário público de passageiros adquirir óleo diesel com abatimento no preço correspondente a um benefício fiscal de ICMS. A medida consta da Portaria SUFIS nº 508, assinada em 21 de outubro, e mantém o registro da transportadora com vigência de 1º de maio a 31 de outubro de 2026. O mecanismo funciona por meio de um crédito presumido do imposto concedido a distribuidoras de combustíveis credenciadas, que devem refletir a vantagem tributária no preço cobrado dos operadores habilitados.</p>
<p>O benefício tem importância para os custos do transporte coletivo porque o diesel representa uma das principais despesas variáveis das empresas de ônibus. Ao reduzir o preço de aquisição do combustível, a medida pode aliviar parte dos gastos operacionais das transportadoras participantes, desde que cumpridas as condições estabelecidas pela legislação mineira. A atualização publicada nesta quinta-feira diz respeito ao registro fiscal da Viação Getúlio Vargas e não representa autorização de novas linhas, alteração tarifária ou concessão de subsídio financeiro direto à empresa.</p>
<p>A portaria foi assinada pelo superintendente de Fiscalização da Secretaria de Fazenda, Carlos Renato Machado Confar.</p>
<p>O documento modifica o cadastro de empresas habilitadas para aquisição de combustível com o tratamento tributário diferenciado.</p>
<p>A transportadora está identificada pela inscrição estadual 1.044.760 e pelo CNPJ-base 17.429.671.</p>
<p>O credenciamento informado tem vigência até 31 de outubro de 2026, conforme a relação publicada pelo Governo de Minas Gerais.</p>
<h2>Como funciona o benefício de ICMS sobre o diesel</h2>
<p>O programa estadual estabelece um mecanismo tributário para reduzir o custo de aquisição do combustível utilizado por transportadores públicos de passageiros previamente credenciados.</p>
<p>A operação envolve três participantes principais: o Governo de Minas Gerais, a distribuidora de combustíveis e a empresa de transporte.</p>
<p>A distribuidora precisa estar habilitada para realizar operações dentro das condições previstas na legislação.</p>
<p>A transportadora também deve constar da relação de prestadores autorizados pela Secretaria de Fazenda.</p>
<p>Uma vez atendidas as exigências, o óleo diesel resultante da mistura com biodiesel pode ser comercializado com abatimento no preço equivalente ao crédito presumido de ICMS previsto nas normas estaduais.</p>
<p>O crédito presumido é um benefício tributário que permite ao contribuinte utilizar um crédito de imposto calculado de acordo com regras específicas, reduzindo o montante a recolher.</p>
<p>Nesse mecanismo, a vantagem fiscal é atribuída à distribuidora credenciada e deve ser refletida no preço praticado na venda do combustível ao transportador habilitado.</p>
<p>Assim, o benefício alcança economicamente a empresa de ônibus por meio da aquisição do diesel a um preço menor.</p>
<p>Isso é diferente de um pagamento direto do Tesouro estadual à transportadora.</p>
<p>Também não significa que a empresa de transporte esteja automaticamente dispensada de todas as obrigações tributárias incidentes sobre suas atividades.</p>
<p>A operação precisa seguir os requisitos de documentação, credenciamento e controle previstos na regulamentação.</p>
<h2>Por que a redução do custo do diesel é importante para as empresas de ônibus</h2>
<p>O combustível é um dos principais componentes dos custos operacionais dos ônibus movidos a diesel.</p>
<p>O consumo varia conforme o modelo e a idade do veículo, a motorização, o relevo das vias, a quantidade de passageiros, as condições de tráfego e a extensão dos trajetos.</p>
<p>Nas operações rodoviárias e intermunicipais, também interferem os deslocamentos entre garagens e pontos de início das viagens, as condições das estradas e a utilização efetiva da frota.</p>
<p>Como o custo do combustível é recorrente, diferenças no preço por litro podem produzir efeitos relevantes ao longo do tempo.</p>
<p>Uma empresa que utiliza vários ônibus diariamente precisa manter abastecimento regular para cumprir horários, realizar viagens programadas e preservar a continuidade dos serviços.</p>
<p>A redução do preço de aquisição, quando aplicada às operações elegíveis, contribui para diminuir parte dessa despesa.</p>
<p>Entretanto, o efeito financeiro depende da quantidade efetivamente adquirida com o benefício, do abatimento aplicável e das condições específicas das operações.</p>
<p>No caso da Viação Getúlio Vargas, a portaria publicada nesta quinta-feira não informa o volume de diesel adquirido, o preço por litro ou a economia financeira obtida pela transportadora.</p>
<p>Também não apresenta um valor total de renúncia fiscal individualizado para a empresa.</p>
<p>Dessa forma, não é possível calcular quanto a Viação Getúlio Vargas economizou durante o período de credenciamento apenas com os dados do Diário Oficial.</p>
<h2>Crédito presumido não é o mesmo que isenção total de ICMS</h2>
<p>Uma diferença importante está na natureza tributária do benefício.</p>
<p>A portaria utiliza expressamente o conceito de crédito presumido, previsto na legislação estadual do ICMS.</p>
<p>Nesse sistema, a norma autoriza um tratamento de crédito tributário específico, que repercute no preço da operação de fornecimento.</p>
<p>O abatimento destinado ao transportador corresponde ao valor do crédito presumido calculado conforme as regras aplicáveis.</p>
<p>Por isso, a medida não deve ser interpretada como uma isenção geral de ICMS incidente sobre todo combustível comercializado no Estado.</p>
<p>A aplicação está vinculada aos requisitos legais e às empresas habilitadas.</p>
<p>O benefício também não corresponde necessariamente a um percentual fixo de desconto sobre o preço de bomba praticado nos postos de combustíveis.</p>
<p>A legislação trata de operações internas realizadas por distribuidoras credenciadas, nas condições estabelecidas pelo Regulamento do ICMS de Minas Gerais.</p>
<p>Para o transportador, a vantagem econômica ocorre na compra elegível realizada com a distribuidora, conforme o procedimento fiscal regulamentado.</p>
<h2>Quem pode utilizar o mecanismo</h2>
<p>O regulamento estadual estabelece condições para o credenciamento dos prestadores de serviço de transporte rodoviário público de passageiros e das distribuidoras de combustíveis.</p>
<p>A autorização não é automática para qualquer empresa que possua ônibus.</p>
<p>É necessário que o prestador esteja enquadrado nas condições da legislação e incluído no cadastro estadual.</p>
<p>A Secretaria de Fazenda divulga relações de empresas autorizadas e pode atualizar os registros conforme a situação de cada prestador.</p>
<p>A publicação da Viação Getúlio Vargas integra justamente esse procedimento de atualização.</p>
<p>A empresa consta do item 117 do cadastro previsto na Portaria SUFIS nº 458, de 30 de abril de 2026.</p>
<p>A nova portaria altera as informações desse registro e estabelece a situação publicada para o período de 1º de maio a 31 de outubro.</p>
<p>A habilitação tem natureza fiscal e não modifica, por si só, os contratos e as autorizações de transporte de passageiros.</p>
<h2>Benefício pode reduzir custos, mas não provoca mudança automática nas tarifas</h2>
<p>A redução de custos operacionais é importante para o equilíbrio econômico do transporte coletivo.</p>
<p>Entretanto, é necessário distinguir o preço pago pelo combustível da tarifa cobrada ao passageiro.</p>
<p>Nos serviços regulados, o valor da passagem depende das regras de remuneração, dos critérios tarifários e das decisões da autoridade competente.</p>
<p>Uma diminuição do custo de aquisição de diesel pode ser considerada nas condições econômicas da prestação do serviço, conforme o regime regulatório aplicável.</p>
<p>Mas o benefício fiscal, isoladamente, não determina redução imediata do preço dos bilhetes.</p>
<p>Também não implica autorização para aumentar viagens ou criar novos itinerários.</p>
<p>A publicação desta quinta-feira está relacionada especificamente ao credenciamento tributário da Viação Getúlio Vargas.</p>
<p>Para os passageiros, o interesse público está no acompanhamento das medidas que interferem nos custos de operação do transporte coletivo, na continuidade dos serviços e na utilização dos benefícios fiscais concedidos pelo Estado.</p>
<h2>Regras estão previstas no Regulamento do ICMS de Minas Gerais</h2>
<p>O mecanismo está disciplinado no Regulamento do ICMS de Minas Gerais, estabelecido pelo Decreto nº 48.589, de 2023.</p>
<p>A portaria desta quinta-feira faz referência ao item 36 da Parte 1 do Anexo IV e ao Capítulo LXIII do Anexo VIII, que tratam do crédito presumido e das condições de sua aplicação.</p>
<p>A regulamentação estabelece a relação entre as distribuidoras de combustíveis e os prestadores de transporte público credenciados.</p>
<p>As operações devem ocorrer conforme as exigências do Estado, permitindo o controle tributário e a identificação das empresas beneficiadas.</p>
<p>A atualização do cadastro é parte desse mecanismo de fiscalização.</p>
<p>Com a nova publicação, a Viação Getúlio Vargas permanece identificada na relação estadual de transportadoras habilitadas para o período especificado.</p>
<p>O benefício, portanto, representa uma medida de redução de custo por meio do tratamento tributário do diesel, condicionada ao cumprimento das regras estaduais, e não uma transferência direta de recursos financeiros à empresa de ônibus.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Ilhabela (SP) reduz tarifa de ônibus municipais a partir deste domingo (1º)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/11/01/ilhabela-sp-reduz-tarifa-de-onibus-municipais-a-partir-deste-domingo-1o/</link>
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    <pubDate>Sun, 01 Nov 2026 21:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Passagem caiu de R$ 4,80 para R$ 2,50 no cartão recarregável e de R$ 10 para R$ 5 nos pagamentos em dinheiro ou Pix VINÍCIUS DE OLIVEIRA A tarifa dos ônibus municipais de Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo, foi reduzida em cerca de 50% a partir deste domingo (1º). Com a mudança, o [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="426" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/img_1300.png?fit=640%2C426&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/img_1300.png?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/img_1300.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/img_1300.png?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/img_1300.png?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Passagem caiu de R$ 4,80 para R$ 2,50 no cartão recarregável e de R$ 10 para R$ 5 nos pagamentos em dinheiro ou Pix</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<h1 class="wp-block-heading"></h1>



<p class="p3 wp-block-paragraph">A tarifa dos ônibus municipais de Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo, foi reduzida em cerca de 50% a partir deste domingo (1º). Com a mudança, o valor da passagem paga com cartão eletrônico recarregável caiu de R$ 4,80 para R$ 2,50.</p>



<p class="p4 wp-block-paragraph">Para os passageiros que pagam em dinheiro ou Pix, a tarifa passou de R$ 10 para R$ 5. A redução foi anunciada pela Prefeitura em outubro e entrou em vigor neste domingo.</p>



<p class="p4 wp-block-paragraph">Segundo a administração municipal, a medida busca estimular o uso do transporte público regular. O decreto que estabeleceu a mudança aponta que o valor anterior da passagem contribuiu para a redução do número de passageiros e para o aumento da procura por serviços de transporte clandestino.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tarifa do Aquabus permanece inalterada</strong></h2>



<p class="p4 wp-block-paragraph">Apesar da redução no transporte coletivo por ônibus, a tarifa do sistema aquaviário Aquabus permanece em R$ 20.</p>



<p class="p5 wp-block-paragraph">Para os passageiros que utilizam o cartão eletrônico do transporte municipal por ônibus, o valor cobrado no Aquabus é de R$ 4,80.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>CPTM e Metrô de São Paulo anunciam alterações no atendimento deste domingo e segunda-feira (01 e 02)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/11/01/cptm-e-metro-de-sao-paulo-anunciam-alteracoes-no-atendimento-deste-domingo-e-segunda-feira-01-e-02/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 01 Nov 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Linhas do Metrô contam com funcionamento ininterrupto até à 0h desta segunda-feira (02) VINÍCIUS DE OLIVEIRA Durante o feriado de Finados, que ocorre nesta segunda-feira (02), as empresas vinculadas à Secretaria dos Transportes Metropolitanos &#8211; CPTM e Metrô &#8211; terão mudanças na operação. Na CPTM, as linhas 10‑Turquesa, 11‑Coral e 12‑Safira seguirão a programação praticada [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/04/metro-e1747957929987.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Linhas do Metrô contam com funcionamento ininterrupto até à 0h desta segunda-feira (02)</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>Durante o feriado de Finados, que ocorre nesta segunda-feira (02), as empresas vinculadas à Secretaria dos Transportes Metropolitanos &#8211; CPTM e Metrô &#8211; terão mudanças na operação.</p>
<p>Na <strong>CPTM</strong>, as linhas 10‑Turquesa, 11‑Coral e 12‑Safira seguirão a programação praticada aos domingos. No feriado, entre 9h e 16h, a circulação dos trens da Linha 11‑Coral ficará interrompida no trecho entre as estações Tatuapé e Corinthians‑Itaquera, em razão de obras programadas. Como alternativa, os passageiros deverão utilizar a Linha 3‑Vermelha do Metrô para o deslocamento.</p>
<p>Já no <strong>Metrô</strong>, neste domingo (01), a circulação dos trens seguirá a programação habitual de cada dia, com oferta de viagens adequada à demanda. Durante a madrugada de sábado para domingo, as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata funcionaram ininterruptamente, com todas as estações abertas para embarque e desembarque de passageiros. Lembrando que o funcionamento ininterrupto vai até meia-noite de segunda-feira (entre domingo e segunda), retomando a operação às 4h40 da segunda. Na segunda-feira (02), feriado de Finados, as linhas 1-Azul, 2-Verde e 15-Prata terão operação equivalente à de um domingo. Na Linha 3-Vermelha, haverá reforço na oferta de trens, em razão da interdição programada na Linha 11-Coral. Na segunda (02), a Linha 17-Ouro, que está em operação transitória, funcionará das 06h às 22h.</p>
<p>Todas as linhas serão monitoradas e contarão com trens reserva, que poderão ser acionados para reforço da frota, se necessário.</p>
<p><strong>Bikes &#8211; </strong>Aos sábados, domingos e feriados, os passageiros podem embarcar com suas bicicletas no Metrô e na CPTM em qualquer horário. As bicicletas devem ser de tamanho convencional e, caso sejam elétricas, de dimensões semelhantes às das convencionais. Nos dias úteis, de segunda a sexta, o embarque é permitido entre 10h e 16h e das 21h até o encerramento da operação. O embarque da bike no trem é permitido apenas no último carro, no limite de quatro bicicletas por viagem. O embarque da bike no trem é permitido apenas no último carro, no limite de quatro bicicletas por viagem.</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Secretaria de Mobilidade Urbana de Juiz de Fora (MG) intensifica fiscalização dos ônibus do transporte público</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/11/01/secretaria-de-mobilidade-urbana-de-juiz-de-fora-mg-intensifica-fiscalizacao-dos-onibus-do-transporte-publico/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 01 Nov 2026 19:00:59 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Atenção dos agentes da pasta se volta, principalmente, aos equipamentos de acessibilidade VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Prefeitura de Juiz de Fora (MG), por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (SMU), intensificou a fiscalização dos ônibus do transporte coletivo urbano, com atenção especial às condições de funcionamento dos equipamentos de acessibilidade. A operação é realizada pelos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="524" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/FISCALIZACAOTCU_181534.jpg?fit=1024%2C524&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/FISCALIZACAOTCU_181534.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/FISCALIZACAOTCU_181534.jpg?resize=300%2C154&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/FISCALIZACAOTCU_181534.jpg?resize=1024%2C524&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/FISCALIZACAOTCU_181534.jpg?resize=150%2C77&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/FISCALIZACAOTCU_181534.jpg?resize=768%2C393&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/FISCALIZACAOTCU_181534.jpg?resize=400%2C205&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Atenção dos agentes da pasta se volta, principalmente, aos equipamentos de acessibilidade</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Juiz de Fora (MG), por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (SMU), intensificou a fiscalização dos ônibus do transporte coletivo urbano, com atenção especial às condições de funcionamento dos equipamentos de acessibilidade. A operação é realizada pelos Agentes de Transporte e Trânsito e terá abordagens diárias nas próximas semanas.</p>
<p>O trabalho busca garantir que os elevadores e as rampas dos veículos estejam funcionando adequadamente, assegurando o embarque e o desembarque de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Atualmente, 100% da frota do transporte coletivo urbano conta com equipamentos de acessibilidade.</p>
<p>A fiscalização desses dispositivos faz parte do trabalho contínuo da SMU, que também atua a partir de denúncias dos usuários. Durante as abordagens, os agentes verificam ainda outros itens, como sinais sonoros, luzes de freio, faróis, letreiros e as condições gerais de conservação dos veículos.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
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    <title>Belo Horizonte abre seleção para supervisionar obras do BRT Amazonas, novas estações na Área Hospitalar e faixas exclusivas de ônibus no Barreiro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/11/01/belo-horizonte-abre-selecao-para-supervisionar-obras-do-brt-amazonas-novas-estacoes-na-area-hospitalar-e-faixas-exclusivas-de-onibus-no-barreiro/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/11/01/belo-horizonte-abre-selecao-para-supervisionar-obras-do-brt-amazonas-novas-estacoes-na-area-hospitalar-e-faixas-exclusivas-de-onibus-no-barreiro/#comments</comments>
    <pubDate>Sun, 01 Nov 2026 18:00:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Contratação integra projeto financiado pelo Banco Mundial, com intervenções previstas em quase 40 quilômetros de vias; empresa escolhida deverá acompanhar projetos, execução das obras, contratos e impactos ambientais e sociais. Prazo para manifestação de interesse termina em 27 de novembro ADAMO BAZANI A Prefeitura de Belo Horizonte (MG) abriu uma nova etapa do projeto do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="712" height="431" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-17.jpg?fit=712%2C431&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-17.jpg?w=712&amp;ssl=1 712w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-17.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-17.jpg?resize=150%2C91&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-17.jpg?resize=400%2C242&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 712px) 100vw, 712px" /> <p><em>Contratação integra projeto financiado pelo Banco Mundial, com intervenções previstas em quase 40 quilômetros de vias; empresa escolhida deverá acompanhar projetos, execução das obras, contratos e impactos ambientais e sociais. Prazo para manifestação de interesse termina em 27 de novembro</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de Belo Horizonte (MG) abriu uma nova etapa do projeto do BRT Amazonas, com a seleção de uma empresa especializada em engenharia que ficará responsável por supervisionar a construção de estações de transferência de passageiros na Área Hospitalar, as intervenções viárias no entorno e a implantação de faixas exclusivas e preferenciais para ônibus na região do Barreiro. A contratação também prevê o acompanhamento dos projetos técnicos, a fiscalização da execução das obras e a administração dos contratos. As empresas interessadas têm até 27 de novembro de 2026 para apresentar suas qualificações.</p>
<p>A medida, publicada no Diário Oficial do Município integra o Programa de Mobilidade e Inclusão Urbana, financiado pelo Banco Mundial, e está relacionada à implantação do futuro MOVE Amazonas, previsto pela administração municipal para entrar em operação em 2030. O empreendimento pretende melhorar as viagens de ônibus entre o Centro de Belo Horizonte, a região Oeste, o Barreiro e municípios metropolitanos, como Contagem. Para os passageiros, os resultados esperados incluem redução do tempo perdido no trânsito, melhores condições de embarque e desembarque, acessibilidade e maior regularidade das viagens. A supervisão agora prevista será uma das ferramentas para verificar se as intervenções atenderão às exigências técnicas, aos contratos e às necessidades da população.</p>
<p>A contratação foi anunciada pela Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (Smobi), responsável pela execução do programa, em conjunto com a Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap).</p>
<p>A publicação também formaliza uma comissão especial encarregada de conduzir o processo de escolha da consultoria, que poderá reunir empresas nacionais ou estrangeiras, individualmente ou em consórcio.</p>
<p>O trabalho envolverá dois conjuntos de intervenções: as estações de transferência do BRT e o sistema viário na Área Hospitalar, além das faixas destinadas ao transporte coletivo em vias do Barreiro.</p>
<p>Embora façam parte do mesmo programa de mobilidade, essas intervenções possuem características diferentes e exigem acompanhamento específico.</p>
<h3>O que a empresa contratada terá de fiscalizar</h3>
<p>A consultoria deverá apoiar tecnicamente o gerente do projeto, supervisionar o desenvolvimento e a validação dos projetos de engenharia, acompanhar a execução das obras e prestar apoio à administração dos contratos.</p>
<p>Na prática, seu papel será verificar se as soluções propostas pelas empresas responsáveis pelos projetos e pelas obras são compatíveis com os requisitos técnicos estabelecidos pelo município.</p>
<p>Isso inclui a análise de intervenções em sistemas viários, pavimentação, calçadas acessíveis, corredores de transporte coletivo e estruturas destinadas ao embarque, desembarque e transferência de passageiros.</p>
<p>A presença de uma supervisora técnica é relevante porque uma obra de transporte coletivo envolve muito mais do que a construção de estações ou a pintura de faixas no pavimento.</p>
<p>É necessário compatibilizar o espaço destinado aos ônibus com cruzamentos, circulação de pedestres, acessos a imóveis, condições de segurança, sinalização e demais elementos urbanos.</p>
<p>No caso de um corredor de ônibus, a geometria das vias interfere diretamente na operação. Curvas, conversões, aproximação dos veículos às plataformas e condições de entrada e saída das estações precisam ser adequadas às dimensões e às características operacionais da frota.</p>
<p>Também é necessário avaliar como os ônibus se comportarão nos cruzamentos e pontos de conflito com outros veículos.</p>
<p>Uma intervenção que ofereça prioridade aos coletivos em determinado trecho, mas provoque retenções na sequência do percurso, pode comprometer parte dos ganhos de velocidade e regularidade pretendidos.</p>
<p>Por isso, a fiscalização dos projetos e da execução das obras tem relação direta com a qualidade do serviço que será oferecido aos passageiros.</p>
<p>O procedimento divulgado nesta terça-feira estabelece três grupos principais de experiências exigidas das empresas interessadas.</p>
<p>O primeiro envolve fiscalização e supervisão de obras de infraestrutura urbana, incluindo implantação, ampliação, adequação ou requalificação de sistemas viários, calçadas acessíveis e estruturas de transporte coletivo.</p>
<p>O segundo exige experiência na elaboração, revisão, análise ou validação de projetos de engenharia relacionados a esses mesmos tipos de intervenção.</p>
<p>O terceiro trata especificamente da supervisão ambiental e social das obras.</p>
<p>Nesse último caso, a empresa deverá demonstrar experiência no acompanhamento de condicionantes ambientais, planos de gestão, identificação de riscos e adoção de medidas preventivas, mitigadoras ou corretivas.</p>
<p>Essa exigência tem importância em obras realizadas em áreas urbanas consolidadas, onde os serviços podem afetar temporariamente deslocamentos, acessos a estabelecimentos comerciais e circulação de moradores.</p>
<h3>Estações na Área Hospitalar e faixas no Barreiro: por que essas intervenções são importantes</h3>
<p>A implantação de estações de transferência na Área Hospitalar é uma das intervenções previstas para ampliar a integração do futuro BRT Amazonas com outras regiões da capital.</p>
<p>A Área Hospitalar concentra serviços de saúde e recebe deslocamentos de pacientes, acompanhantes, trabalhadores e demais usuários do transporte coletivo.</p>
<p>Nessas condições, o planejamento precisa considerar não apenas a circulação dos ônibus, mas também o deslocamento de pessoas com mobilidade reduzida, idosos, usuários de cadeiras de rodas e passageiros que dependem de conexões entre linhas.</p>
<p>As condições de acesso às estações, as travessias e a integração com as calçadas terão importância para que a infraestrutura seja efetivamente utilizada pela população.</p>
<p>A proposta também contempla intervenções no sistema viário do entorno, necessárias para adequar a circulação à implantação das estruturas de transferência.</p>
<p>No Barreiro, o objeto da contratação inclui a supervisão de faixas exclusivas e preferenciais destinadas ao transporte coletivo.</p>
<p>Essas duas modalidades possuem diferenças operacionais.</p>
<p>Nas faixas exclusivas, a circulação é reservada aos veículos autorizados, conforme a regulamentação aplicável. Já as faixas preferenciais estabelecem prioridade para os ônibus, mas podem admitir compartilhamento em condições definidas pela sinalização e pelas regras de trânsito.</p>
<p>A escolha do modelo depende das características das vias, do volume de ônibus, da circulação geral e das necessidades de acesso.</p>
<p>Para os passageiros que utilizam o transporte coletivo diariamente, a prioridade viária pode representar viagens menos sujeitas aos congestionamentos e maior previsibilidade nos horários de chegada.</p>
<p>A regularidade também é importante para o funcionamento das linhas. Quando os ônibus ficam retidos no trânsito, aumenta a possibilidade de intervalos desiguais entre veículos, atrasos sucessivos e concentração de passageiros nos pontos.</p>
<p>A melhoria do desempenho depende, entretanto, da continuidade das medidas de prioridade e da compatibilidade entre a infraestrutura e a programação operacional.</p>
<h3>Projeto prevê 39,7 quilômetros de intervenções e operação em 2030</h3>
<p>O MOVE Amazonas tem como eixo estruturante uma das principais avenidas de Belo Horizonte.</p>
<p>Segundo a configuração divulgada pela Prefeitura, o projeto contempla aproximadamente 39,7 quilômetros de intervenções viárias, dos quais 8,64 quilômetros correspondem ao tratamento em BRT nas avenidas Amazonas e Olegário Maciel.</p>
<p>Os demais trechos abrangem vias utilizadas no acesso às regiões atendidas pelo sistema.</p>
<p>O planejamento também inclui aproximadamente 8,65 quilômetros de intervenções em áreas destinadas à circulação de pedestres, chamadas de bolsões de caminhabilidade, com melhorias de acessibilidade, paisagismo e qualificação urbana.</p>
<p>Essas medidas procuram integrar o sistema de ônibus ao espaço público.</p>
<p>A proposta tem importância especialmente porque a viagem de transporte coletivo começa antes de o passageiro entrar no veículo e termina depois do desembarque.</p>
<p>A qualidade das calçadas, as travessias seguras, a distância até os pontos e as condições de acesso às estações interferem diretamente na experiência de quem utiliza o sistema.</p>
<p>O programa pretende atender deslocamentos entre a região central, o vetor Oeste e o Barreiro, além de conexões metropolitanas.</p>
<p>Em setembro de 2023, durante a apresentação das propostas para elaboração dos estudos e projetos do empreendimento, a Prefeitura mencionou como objetivo melhorar as condições de deslocamento de uma população usuária de transporte público estimada em 835 mil passageiros por dia.</p>
<p>Esse número foi apresentado naquele contexto como referência da população beneficiada pelas intervenções e não deve ser interpretado como uma previsão de passageiros transportados exclusivamente pelo futuro corredor BRT.</p>
<p>A previsão municipal mais recente situa o início da operação do MOVE Amazonas em 2030, condicionado à continuidade das etapas de projeto, contratação, execução das obras e preparação operacional.</p>
<h3>Financiamento do Banco Mundial e histórico do empreendimento</h3>
<p>O programa foi estruturado a partir de financiamento internacional contratado pela Prefeitura de Belo Horizonte junto ao Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (Bird), instituição integrante do Banco Mundial.</p>
<p>O acordo de empréstimo foi assinado em 14 de setembro de 2022.</p>
<p>O programa original reúne investimentos de US$ 100 milhões, sendo US$ 80 milhões provenientes do financiamento internacional e US$ 20 milhões de contrapartida municipal, conforme valores divulgados pela administração municipal.</p>
<p>O dinheiro é destinado a diferentes componentes relacionados à mobilidade, infraestrutura urbana, planejamento e gerenciamento.</p>
<p>A implantação do BRT Amazonas é um dos principais empreendimentos desse conjunto.</p>
<p>Em setembro de 2023, cinco consórcios formados por empresas brasileiras e estrangeiras apresentaram propostas para a elaboração dos estudos e projetos necessários à reestruturação do corredor.</p>
<p>Posteriormente, em 19 de junho de 2024, a administração municipal assinou ordem de serviço para o desenvolvimento dos estudos e projetos de mobilidade urbana.</p>
<p>Na ocasião, o prazo previsto para a conclusão dos trabalhos era de 30 meses.</p>
<p>O histórico da contratação, entretanto, teve dificuldades.</p>
<p>Conforme noticiado pelo Diário do Transporte em 7 de outubro de 2026, o primeiro contrato de elaboração de projetos, identificado como DJ 017/2024, foi rescindido em dezembro de 2024 por descumprimento de obrigações contratuais.</p>
<p>O contrato inicial estava relacionado ao Consórcio Certare–Architectus–TTC.</p>
<p>Após a rescisão, a Prefeitura consultou o Banco Mundial sobre a possibilidade de convocar o segundo colocado na seleção.</p>
<p>O financiador admitiu essa alternativa, observadas as condições de interesse, disponibilidade e manutenção do valor da proposta apresentada pelo consórcio convocado.</p>
<p>O novo contrato, divulgado em abril de 2025, tinha valor inicial aproximado de R$ 20,5 milhões e estava relacionado ao Consórcio Oficina–ITDP–Pitmen–GPA&amp;A.</p>
<p>Em outubro de 2026, o Diário do Transporte também noticiou um acréscimo de aproximadamente R$ 1,62 milhão nesse contrato, destinado a levantamentos, sondagens e ensaios técnicos.</p>
<p>Os trabalhos adicionais são necessários ao conhecimento das condições físicas dos locais onde serão desenvolvidas as intervenções.</p>
<p>A nova seleção publicada nesta terça-feira, por sua vez, tem finalidade distinta: escolher uma consultoria para supervisionar projetos, obras e a administração dos contratos referentes às intervenções especificadas no edital.</p>
<p>A separação entre as funções de elaboração de projetos, execução das obras e supervisão técnica é importante para compreender as diferentes responsabilidades dentro do programa.</p>
<h3>Seleção vai avaliar experiência técnica e proposta financeira</h3>
<p>A escolha da empresa supervisora seguirá regras de contratação do Banco Mundial.</p>
<p>O método adotado é o de Seleção Baseada na Qualidade e Custo, conhecido pela sigla SBQC.</p>
<p>Nesse modelo, a avaliação considera a capacidade técnica dos participantes e as condições financeiras apresentadas, conforme critérios estabelecidos nos documentos da seleção.</p>
<p>Na etapa atual, as empresas devem manifestar interesse e apresentar informações que comprovem sua experiência.</p>
<p>Podem ser encaminhados portfólios, relações de contratos executados e documentos demonstrativos da qualificação técnica.</p>
<p>Para os contratos utilizados como comprovação, a Prefeitura exige identificação do gestor técnico do contratante, com nome, cargo, telefone e e-mail.</p>
<p>As empresas também poderão formar associações empresariais ou contratar subconsultorias para complementar suas especializações.</p>
<p>A documentação deverá identificar a forma de participação de cada integrante.</p>
<p>A Prefeitura instituiu uma comissão especial com representantes da Smobi e da Sudecap para conduzir o procedimento.</p>
<p>Entre as atribuições estão receber questionamentos, avaliar a documentação, verificar capacidades técnicas e financeiras, examinar propostas e elaborar relatórios de julgamento.</p>
<p>A comissão também deverá observar requisitos de prevenção e tratamento de conflitos de interesses estabelecidos nas regras do financiamento internacional.</p>
<p>As manifestações de interesse devem ser encaminhadas até 27 de novembro de 2026 pelo endereço eletrônico comissao.contratacoes-bancomundial@pbh.gov.br, com a identificação “Manifestação de Interesse SMOBI 96.047/2026”.</p>
<h3>O que muda para o passageiro e quais etapas ainda precisam ocorrer</h3>
<p>A publicação representa mais uma etapa administrativa e técnica de preparação do empreendimento.</p>
<p>A contratação da supervisora não significa o início imediato das obras nem determina, por si só, mudanças nas linhas e nos pontos de ônibus.</p>
<p>As alterações operacionais dependerão das etapas posteriores, da aprovação dos projetos e da programação dos serviços.</p>
<p>Para os passageiros, a principal relevância está na forma como a futura infraestrutura será implantada.</p>
<p>O acompanhamento técnico deverá contribuir para verificar a execução das soluções de acessibilidade, as características das estações, a qualidade das intervenções viárias e o atendimento às exigências ambientais e sociais.</p>
<p>Também será importante acompanhar a organização do trânsito durante a execução das obras, especialmente nos locais onde intervenções possam exigir alterações temporárias na circulação de ônibus e pedestres.</p>
<p>Em um projeto que pretende reorganizar deslocamentos em um dos principais eixos de Belo Horizonte, o resultado dependerá tanto da qualidade das obras quanto da integração com as linhas municipais e metropolitanas que utilizam a região.</p>
<p>A previsão de operação em 2030 coloca o cumprimento dos próximos cronogramas entre os principais pontos de acompanhamento do empreendimento.</p>
<p>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</p>
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    <title>Mercedes-Benz coloca 35 ônibus elétricos e a hidrogênio em operação na Eslovênia e amplia aposta na eletromobilidade também no Brasil</title>
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    <pubDate>Sun, 01 Nov 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Frota de Liubliana reúne 25 eCitaro elétricos e dez articulados com células de combustível; no mercado brasileiro, fabricante expande atuação com eO500U, eO500UA e projeto eCity ADAMO BAZANI A Mercedes-Benz ampliou sua participação na transformação do transporte coletivo de Liubliana, capital da Eslovênia, com a incorporação de 35 ônibus urbanos de emissão zero no escapamento, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/FB_IMG_1793551424535.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/FB_IMG_1793551424535.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/FB_IMG_1793551424535.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/FB_IMG_1793551424535.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/FB_IMG_1793551424535.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/FB_IMG_1793551424535.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/FB_IMG_1793551424535.jpg?resize=1536%2C1022&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/11/FB_IMG_1793551424535.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><br><em>Frota de Liubliana reúne 25 eCitaro elétricos e dez articulados com células de combustível; no mercado brasileiro, fabricante expande atuação com eO500U, eO500UA e projeto eCity</em><br><br><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br><br>A Mercedes-Benz ampliou sua participação na transformação do transporte coletivo de Liubliana, capital da Eslovênia, com a incorporação de 35 ônibus urbanos de emissão zero no escapamento, incluindo veículos totalmente elétricos a bateria e articulados que utilizam hidrogênio para ampliar a autonomia. A renovação foi realizada pela operadora pública Ljubljanski Potniški Promet (LPP) e representa uma das mais importantes iniciativas recentes de modernização da frota da cidade.<br><br>O movimento europeu também ajuda a contextualizar a expansão da eletromobilidade da Mercedes-Benz no Brasil, onde a fabricante desenvolve sua estratégia com a plataforma elétrica eO500, a ampliação da oferta de ônibus de maior capacidade, incluindo o articulado eO500UA, e iniciativas associadas ao projeto eCity. Embora as soluções adotadas nos dois mercados tenham características distintas, ambas demonstram a necessidade de integrar veículos, infraestrutura energética, planejamento operacional e assistência técnica para viabilizar a substituição gradual dos ônibus movidos a diesel.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> <strong>Liubliana combina baterias e hidrogênio na renovação dos ônibus</strong><br><br>De acordo com informações divulgadas pela Daimler Truck e repercutidas pelo portal Trotamundos Perú, a operadora pública LPP incorporou 35 ônibus Mercedes-Benz eCitaro ao longo do último ano.<br><br>O conjunto é dividido entre 25 ônibus convencionais totalmente elétricos, alimentados por baterias, e dez articulados Mercedes-Benz eCitaro G fuel cell, que combinam armazenamento de energia elétrica com células de combustível alimentadas por hidrogênio.<br><br>A diferença entre as duas tecnologias está principalmente na forma de garantir a energia necessária para a operação.<br><br>Nos ônibus elétricos convencionais, a energia é armazenada em baterias recarregadas por meio de equipamentos conectados à rede elétrica.<br><br>Já nos articulados com células de combustível, o hidrogênio é utilizado para produzir eletricidade a bordo, complementando a energia armazenada nas baterias e permitindo ampliar a flexibilidade operacional.<br><br>A tecnologia não deve ser confundida com a de um motor convencional que queima hidrogênio. Nas células de combustível, ocorre uma reação eletroquímica que gera eletricidade, utilizada pelo sistema de tração do veículo.<br><br>Em ambos os casos, não há emissão direta de dióxido de carbono pelo escapamento durante a operação. Entretanto, o impacto ambiental total depende também da origem da eletricidade e da forma de produção do hidrogênio.<br><br> <strong>Estratégia permite atender linhas com diferentes necessidades</strong><br><br>A utilização simultânea de ônibus elétricos a bateria e de veículos equipados com células de combustível permite à operadora adequar a tecnologia às características de cada linha.<br><br>Os modelos exclusivamente a bateria podem ser direcionados a serviços cujos percursos, intervalos e oportunidades de recarga sejam compatíveis com sua autonomia.<br><br>Os articulados com células de combustível oferecem uma alternativa para operações que exigem maior flexibilidade energética, especialmente quando existem limitações de tempo ou infraestrutura para recargas frequentes.<br><br>Isso não significa que o hidrogênio seja necessariamente mais econômico ou eficiente do que a eletricidade armazenada diretamente em baterias.<br><br>A escolha depende de fatores como quilometragem diária, consumo de energia, topografia, temperatura, disponibilidade de abastecimento, custo do hidrogênio e investimentos em infraestrutura.<br><br>No caso de Liubliana, a renovação também envolve instalações de recarga elétrica, abastecimento de hidrogênio e adaptações operacionais necessárias para a utilização das duas tecnologias.<br><br>A experiência demonstra que a eletrificação do transporte coletivo não depende apenas da compra de ônibus novos. É necessário preparar garagens, redes de energia, equipes de manutenção, procedimentos de segurança e sistemas de gestão para garantir a disponibilidade dos veículos.<br><br><strong>No Brasil, Mercedes-Benz amplia presença com o eO500U</strong><br><br>Enquanto a operação europeia utiliza ônibus integrais da família eCitaro, a estratégia brasileira da Mercedes-Benz está concentrada principalmente no fornecimento de chassis elétricos para encarroçamento por fabricantes nacionais.<br><br>Um dos principais representantes dessa estratégia é o eO500U, chassi padron totalmente elétrico desenvolvido e produzido na fábrica da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo (SP), no ABC Paulista.<br><br>O modelo foi projetado para atender às condições de operação das cidades brasileiras, incluindo características de pavimentação, topografia, lotação e exigências dos sistemas municipais de transporte coletivo.<br><br>O crescimento comercial ganhou força em 2025, quando foram emplacadas 222 unidades do eO500U, segundo dados da Fenabrave divulgados pela Mercedes-Benz. O desempenho colocou o modelo na liderança nacional de vendas de chassis de ônibus elétricos naquele ano.<br><br>Em agosto de 2026, durante a Lat.Bus, a fabricante informou que aproximadamente 400 unidades do eO500U já circulavam na cidade de São Paulo.<br><br>A expansão acompanha os investimentos na substituição de ônibus a diesel na capital paulista e a necessidade de oferecer alternativas elétricas para diferentes tipos de operação.<br><br>A Mercedes-Benz também participa do mercado de eletromobilidade por meio do fornecimento de chassis para projetos de outras fabricantes, incluindo soluções desenvolvidas pela brasileira Eletra, que atua na integração de sistemas de tração elétrica e na produção de ônibus destinados a diferentes cidades.<br><br> <strong>eO500UA: articulado elétrico amplia oferta para corredores de maior capacidade</strong><br><br>Outra etapa importante da estratégia da Mercedes-Benz no Brasil é o eO500UA, chassi articulado elétrico destinado a sistemas de transporte de maior capacidade.<br><br>O modelo foi apresentado inicialmente na Lat.Bus 2024, quando ainda estava em desenvolvimento.<br><br>Dois anos depois, na edição de agosto de 2026, a fabricante anunciou oficialmente o início das vendas do articulado para o Brasil e outros mercados latino-americanos.<br><br>Com aproximadamente 18 metros de comprimento na configuração apresentada, o eO500UA foi desenvolvido para aplicações em corredores estruturais, linhas de elevada demanda e operações que necessitam transportar um número maior de passageiros por viagem.<br><br>A chegada da versão articulada amplia as possibilidades de utilização de veículos elétricos em sistemas que tradicionalmente dependem de ônibus de maior porte movidos a diesel.<br><br>O desafio, entretanto, não está apenas na capacidade de transportar passageiros. Veículos articulados exigem planejamento energético compatível com a quilometragem diária, a carga transportada e as condições de operação.<br><br>Nesse aspecto, a experiência de Liubliana também oferece uma referência interessante: enquanto a cidade europeia utiliza células de combustível de hidrogênio em parte dos articulados, a Mercedes-Benz aposta, no mercado brasileiro, em uma solução articulada alimentada por baterias.<br><br>São alternativas tecnológicas diferentes, que não devem ser comparadas apenas pela autonomia anunciada, mas pelo custo total de operação, infraestrutura necessária, eficiência energética e disponibilidade dos veículos.<br><br><strong>eCity: Mercedes-Benz quer levar ônibus elétricos também a cidades menores</strong><br><br>A terceira frente da expansão brasileira é o eCity, apresentado oficialmente na Lat.Bus 2026.<br><br>O novo ônibus elétrico utiliza uma plataforma derivada da tradicional família OF, conhecida pela utilização de chassis com motor dianteiro em sistemas urbanos brasileiros.<br><br>O eCity foi desenvolvido para ampliar o acesso à eletromobilidade, especialmente em cidades de médio e pequeno porte e operações que não exigem necessariamente veículos padron de maior capacidade.<br><br>O projeto conta com parceria da fabricante brasileira de carrocerias Caio, responsável pelo encarroçamento inicial.<br><br>Diferentemente do modelo tradicional de comercialização de chassis, a proposta é oferecer o eCity já encarroçado, simplificando a aquisição pelas empresas operadoras.<br><br>Com aproximadamente 12 metros de comprimento e autonomia média anunciada de 150 quilômetros por recarga, o veículo busca atender serviços urbanos com características operacionais compatíveis com sua capacidade energética.<br><br>A previsão de chegada ao mercado é 2027.<br><br>A proposta também considera o custo de aquisição, uma das principais barreiras à eletrificação do transporte coletivo em municípios com menor capacidade de investimento.<br><br>Entretanto, a viabilidade dependerá de fatores como preço final, financiamento, disponibilidade de energia nas garagens, quilometragem diária e despesas de manutenção.<br><br><strong>Três modelos, diferentes aplicações no Brasil</strong><br><br>Com a ampliação do portfólio, a Mercedes-Benz passa a oferecer três alternativas de ônibus elétricos urbanos desenvolvidas para diferentes perfis de operação.<br><br>O eCity tem como foco ampliar o acesso à tecnologia, especialmente em serviços de menor demanda e municípios de médio e pequeno porte.<br><br>O eO500U atende principalmente operações padron, como as utilizadas em diversas linhas de São Paulo.<br><br>Já o eO500UA é destinado a serviços de maior capacidade, incluindo corredores estruturais e sistemas que utilizam veículos articulados.<br><br>A diversificação permite que operadores e gestores públicos avaliem diferentes soluções dentro de uma mesma marca, considerando a demanda de passageiros e as características de cada sistema.<br><br><strong>Hidrogênio pode ganhar espaço no Brasil?</strong><br><br>A utilização de ônibus com células de combustível em Liubliana também levanta uma discussão sobre o futuro dessa tecnologia no transporte coletivo brasileiro.<br><br>O Brasil possui potencial para a produção de hidrogênio de baixa emissão, especialmente pela disponibilidade de fontes renováveis de energia.<br><br>Entretanto, a aplicação em ônibus urbanos ainda enfrenta obstáculos importantes, como custos de produção, armazenamento, transporte e abastecimento do combustível.<br><br>Também é necessário considerar que o uso direto da eletricidade em baterias normalmente apresenta maior eficiência energética do que a produção de hidrogênio por eletrólise, seguida de armazenamento e posterior conversão novamente em eletricidade dentro do veículo.<br><br>Por outro lado, sistemas com células de combustível podem apresentar vantagens operacionais em determinadas condições, especialmente quando há necessidade de maior autonomia ou limitações para a recarga convencional.<br><br>A escolha depende das características de cada operação e da infraestrutura disponível.<br><br>No Brasil, o desenvolvimento da eletromobilidade urbana está concentrado principalmente nos ônibus elétricos a bateria, com participação de fabricantes de chassis, carrocerias, sistemas de tração e equipamentos de recarga.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Modernização exige muito mais do que substituir ônibus</strong><br><br>A experiência da capital da Eslovênia e a expansão dos projetos brasileiros mostram que a transição energética no transporte coletivo depende de planejamento de longo prazo.<br><br>A aquisição de veículos precisa estar acompanhada de investimentos em infraestrutura, treinamento de trabalhadores, manutenção especializada, disponibilidade de peças e sistemas de gestão energética.<br><br>Também exige modelos de financiamento capazes de viabilizar a renovação das frotas sem comprometer a sustentabilidade econômica das operações.<br><br>No caso brasileiro, a ampliação da oferta de ônibus elétricos nacionais pode contribuir para fortalecer a cadeia produtiva, gerar empregos especializados e reduzir a dependência de veículos completos importados.<br><br>A Mercedes-Benz busca ampliar sua participação nesse mercado com o crescimento do eO500U, o início da comercialização do eO500UA e a preparação do eCity para 2027.<br><br>Já em Liubliana, os 35 novos ônibus demonstram uma estratégia de utilização complementar de baterias e hidrogênio, adaptada às necessidades da operação local.<br><br>Em ambos os casos, a transformação vai além da tecnologia instalada nos veículos.<br><br>O objetivo central continua sendo oferecer transporte coletivo com menor impacto ambiental, qualidade, regularidade e condições econômicas que permitam a continuidade dos serviços.<br><br><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Enem 2026: Prefeitura do Rio de Janeiro dará transporte gratuito nos dias 8 e 15 de novembro; veja como receber os créditos no Jaé</title>
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    <pubDate>Sun, 01 Nov 2026 17:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estudantes inscritos que ainda não têm gratuidade devem estar cadastrados no sistema até 6 de novembro; serão liberados R$ 10 por dia de prova para duas passagens nos transportes municipais ADAMO BAZANI Os estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 terão direito a transporte gratuito nos sistemas municipais de ônibus, BRT [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="780" height="542" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/risul.jpg?fit=780%2C542&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/risul.jpg?w=780&amp;ssl=1 780w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/risul.jpg?resize=300%2C208&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/risul.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/risul.jpg?resize=768%2C534&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/risul.jpg?resize=400%2C278&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px" /> <div>
<div>
<div>
<p><em>Estudantes inscritos que ainda não têm gratuidade devem estar cadastrados no sistema até 6 de novembro; serão liberados R$ 10 por dia de prova para duas passagens nos transportes municipais</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Os estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 terão direito a transporte gratuito nos sistemas municipais de ônibus, BRT e VLT do Rio de Janeiro nos dois dias de aplicação das provas, em 8 e 15 de novembro. A Prefeitura do Rio de Janeiro informou que os candidatos que ainda não possuem benefício de gratuidade receberão R$ 10 em créditos por dia de exame no sistema de bilhetagem Jaé, suficientes para duas passagens de R$ 5. Para ter acesso ao benefício, será necessário estar cadastrado na plataforma até as 23h59 de sexta-feira, 6 de novembro.</p>
<p>Os créditos serão disponibilizados automaticamente aos candidatos cadastrados dentro do prazo, a partir da relação de CPFs encaminhada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os estudantes que já possuem cartão com gratuidade deverão utilizá-lo normalmente, sem necessidade de receber créditos adicionais. A estimativa da Prefeitura do Rio de Janeiro é de aproximadamente 150 mil inscritos no Enem na capital fluminense. O benefício será válido nos dias das provas, e os valores que não forem utilizados serão retirados das contas ao final de cada data.</p>
<p>A medida abrange os transportes sob responsabilidade municipal, com a utilização dos benefícios tarifários disponíveis no Jaé.</p>
<p>O candidato deve verificar antecipadamente seu cadastro e planejar o deslocamento até o local de aplicação do exame, considerando o horário de entrada e o tempo necessário para chegar à unidade.</p>
<h2>Como receber o transporte gratuito pelo Jaé</h2>
<p>O procedimento depende da situação de cada estudante.</p>
<p>Quem já possui cartão com gratuidade ativa deve continuar utilizando normalmente o benefício nos dias 8 e 15 de novembro.</p>
<p>Já os candidatos sem gratuidade precisam estar cadastrados no Jaé até as 23h59 do dia 6 de novembro.</p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro informou que o Inep encaminhou previamente a relação dos CPFs dos inscritos. Dessa forma, a identificação dos beneficiários será realizada a partir dos dados dos candidatos e dos cadastros existentes no sistema de bilhetagem.</p>
<p>Os créditos serão liberados automaticamente nos dias das provas para os estudantes que atenderem aos requisitos.</p>
<p>Cada candidato contemplado terá direito a R$ 10 em créditos por dia, correspondentes a duas tarifas municipais de R$ 5.</p>
<p>Como o benefício será disponibilizado separadamente em cada dia do Enem, os valores não utilizados em 8 de novembro não ficarão acumulados para 15 de novembro.</p>
<h3>Veja as regras do benefício</h3>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Situação do estudante</th>
<th>Como funcionará</th>
</tr>
<tr>
<td>Inscrito no Enem sem gratuidade</td>
<td>Deve estar cadastrado no Jaé até 6 de novembro</td>
</tr>
<tr>
<td>Estudante que já possui gratuidade</td>
<td>Utiliza normalmente o cartão</td>
</tr>
<tr>
<td>Prazo para cadastro</td>
<td>6 de novembro, até as 23h59</td>
</tr>
<tr>
<td>Primeiro dia de prova</td>
<td>Domingo, 8 de novembro</td>
</tr>
<tr>
<td>Segundo dia de prova</td>
<td>Domingo, 15 de novembro</td>
</tr>
<tr>
<td>Crédito por dia</td>
<td>R$ 10</td>
</tr>
<tr>
<td>Quantidade de passagens</td>
<td>Duas tarifas de R$ 5 por dia</td>
</tr>
<tr>
<td>Liberação do crédito</td>
<td>Automática, conforme CPF informado pelo Inep</td>
</tr>
<tr>
<td>Crédito não utilizado</td>
<td>Retirado ao final de cada dia de prova</td>
</tr>
<tr>
<td>Estimativa de inscritos no município</td>
<td>Aproximadamente 150 mil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<h2>Integrações do Jaé podem permitir mais deslocamentos com o mesmo crédito</h2>
<p>Os candidatos poderão utilizar os créditos considerando as regras de integração tarifária do Jaé.</p>
<p>No Bilhete Único Carioca (BUC), o passageiro pode realizar até três viagens em um período de três horas, pagando uma única tarifa de R$ 5, desde que pelo menos um dos deslocamentos seja realizado no BRT.</p>
<p>Assim, um candidato que precise utilizar ônibus municipal e BRT para chegar ao local de prova poderá aproveitar a integração, desde que respeite as condições do benefício.</p>
<p>Outra possibilidade é o Bilhete Único Margaridas (BUM), destinado a passageiros de linhas intermunicipais que utilizam o Terminal BRT Metropolitano.</p>
<p>O benefício permite até quatro viagens entre BRT, VLT e ônibus municipais dentro de um intervalo de até 20 horas, com integração municipal no valor de R$ 5.</p>
<p>A gratuidade anunciada para o Enem refere-se aos transportes municipais. O comunicado não estabelece gratuidade geral para os serviços intermunicipais, como ônibus estaduais, trens e metrô.</p>
<p>Por isso, estudantes que dependam desses meios de transporte devem verificar as condições tarifárias específicas de cada sistema.</p>
<h2>Candidatos devem conferir o local de prova e planejar a viagem</h2>
<p>O Enem será realizado em dois domingos consecutivos, 8 e 15 de novembro.</p>
<p>Como os créditos disponibilizados pela Prefeitura do Rio de Janeiro serão válidos apenas nos respectivos dias, é importante que os candidatos organizem seus deslocamentos considerando os horários e os trajetos de ida e volta.</p>
<p>Também é recomendável verificar previamente as linhas disponíveis, as possibilidades de integração e o tempo de caminhada entre o ponto de desembarque e o local de aplicação do exame.</p>
<p>A utilização do Bilhete Único Carioca pode facilitar viagens que dependam de mais de um veículo, especialmente quando o trajeto inclui uma estação ou terminal do BRT.</p>
<p>Entretanto, o intervalo de três horas previsto para a integração deve ser considerado na organização do deslocamento.</p>
<p>Os R$ 10 diários serão disponibilizados para utilização nas viagens previstas pelo benefício, respeitadas as regras tarifárias.</p>
<p>A orientação é que o candidato não deixe o cadastro para o último momento, já que a liberação dos créditos depende de sua identificação no sistema Jaé.</p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro estima que cerca de 150 mil estudantes estejam inscritos para realizar o exame no município.</p>
<p>A medida busca assegurar duas passagens municipais gratuitas por dia de prova aos candidatos que ainda não possuem gratuidade, utilizando a estrutura do sistema de bilhetagem digital para identificar os beneficiários e distribuir os créditos.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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