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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>PPP dos ônibus elétricos do Rio de Janeiro terá de conciliar contratos de 16 anos com concessões de dez anos do Sistema Rio</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/ppp-dos-onibus-eletricos-do-rio-de-janeiro-tera-de-conciliar-contratos-de-16-anos-com-concessoes-de-dez-anos-do-sistema-rio/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 11:31:21 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Projeto de R$ 509 milhões prevê empresa responsável pelos veículos, manutenção e garagem, mas integração com operadoras das linhas exigirá regras sobre disponibilização da frota, pagamentos e responsabilidades ADAMO BAZANI A Prefeitura do Rio de Janeiro prepara uma parceria público-privada de 16 anos para colocar 175 ônibus elétricos no transporte municipal, mas o funcionamento do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="694" height="475" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/e-bus-rio.png?fit=694%2C475&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/e-bus-rio.png?w=694&amp;ssl=1 694w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/e-bus-rio.png?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/e-bus-rio.png?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/e-bus-rio.png?resize=400%2C274&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 694px) 100vw, 694px" /> <p><em>Projeto de R$ 509 milhões prevê empresa responsável pelos veículos, manutenção e garagem, mas integração com operadoras das linhas exigirá regras sobre disponibilização da frota, pagamentos e responsabilidades</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro prepara uma parceria público-privada de 16 anos para colocar 175 ônibus elétricos no transporte municipal, mas o funcionamento do projeto dependerá da integração entre dois modelos diferentes de contratação. Enquanto a futura PPP prevê uma empresa responsável pela aquisição e manutenção dos veículos e pela implantação de uma garagem própria, as novas concessionárias do Sistema Rio terão contratos com prazo inicial de dez anos para operar linhas de ônibus. A articulação entre esses contratos será necessária para definir como os veículos serão utilizados, quem responderá pelas falhas e como serão remunerados os serviços.</p>
<p>O projeto anunciado em 25 de setembro de 2026 prevê investimentos de R$ 509 milhões, dos quais R$ 329 milhões serão financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do Fundo Clima. A Prefeitura prevê iniciar a operação dos primeiros 80 veículos em outubro de 2027. Além dos investimentos em ônibus e infraestrutura, a modelagem precisará estabelecer procedimentos que garantam a disponibilidade dos veículos e a continuidade do atendimento aos passageiros durante a vigência da parceria, inclusive diante de eventuais mudanças nas empresas responsáveis pelas linhas.</p>
<h3><strong>Dois contratos diferentes para colocar os ônibus em circulação</strong></h3>
<p>O projeto de eletrificação apresenta uma característica que o diferencia das formas tradicionais de aquisição e operação de ônibus urbanos.</p>
<p>Na maioria dos sistemas brasileiros, as empresas responsáveis pelas linhas também adquirem e mantêm os veículos utilizados nas operações, conforme as condições estabelecidas pelos contratos de concessão.</p>
<p>No modelo anunciado para os 175 ônibus elétricos do Rio de Janeiro, a futura parceira privada ficará responsável pela aquisição dos veículos, pela manutenção e pela implantação e operação da garagem com infraestrutura de recarga.</p>
<p>As novas concessões do Sistema Rio, por sua vez, abrangem a operação das linhas de transporte coletivo.</p>
<p>Essa separação permitirá estabelecer responsabilidades distintas sobre os investimentos e a prestação dos serviços, mas exigirá mecanismos de integração entre os contratos.</p>
<p>A primeira questão diz respeito à disponibilização dos veículos.</p>
<p>Os documentos contratuais precisarão definir como os ônibus da PPP serão destinados às operações do Sistema Rio e quais condições deverão ser observadas pelas empresas responsáveis pelas linhas.</p>
<p>Também será necessário estabelecer procedimentos para a programação das viagens, a utilização da garagem, a recarga das baterias e a realização dos serviços de manutenção.</p>
<p>Essas definições possuem consequências práticas.</p>
<p>Quando um ônibus apresenta problemas mecânicos, por exemplo, o veículo pode precisar ser substituído para que a viagem programada seja realizada.</p>
<p>Em uma operação tradicional, aquisição, manutenção e utilização da frota frequentemente estão concentradas na mesma empresa.</p>
<p>Com responsabilidades distribuídas entre diferentes contratos, será necessário determinar como funcionará a comunicação entre o responsável pela manutenção e o operador da linha.</p>
<p>A estrutura contratual deverá permitir identificar as responsabilidades em cada situação.</p>
<h3><strong>PPP de 16 anos e concessões de dez anos: como conciliar os prazos?</strong></h3>
<p>Outro aspecto importante é a diferença entre a duração anunciada para os contratos.</p>
<p>A futura PPP terá prazo de 16 anos, sendo um ano destinado à implantação e 15 anos à operação.</p>
<p>Já as novas concessões comuns do Sistema Rio possuem prazo inicial de dez anos, com possibilidade de prorrogação conforme as regras contratuais.</p>
<p>Esses períodos não necessariamente coincidirão.</p>
<p>Uma consequência possível é a necessidade de manter a operação dos ônibus elétricos mesmo diante de alterações nos contratos das empresas responsáveis pelas linhas.</p>
<p>A modelagem precisa estabelecer mecanismos que permitam a continuidade da utilização dos veículos, independentemente de eventuais mudanças nos operadores.</p>
<p>Também deverão ser consideradas as responsabilidades relacionadas à garagem e aos equipamentos de carregamento.</p>
<p>O projeto prevê a implantação de instalações específicas na Vila do João, no Complexo da Maré, em um terreno de aproximadamente 41 mil metros quadrados.</p>
<p>Pouco mais da metade dessa área deverá receber a estrutura destinada aos ônibus elétricos.</p>
<p>Além dos espaços para estacionamento, estarão previstas instalações para manutenção, administração, almoxarifado e carregamento das baterias.</p>
<p>Essa infraestrutura constitui parte essencial do empreendimento e precisará permanecer integrada à operação do sistema durante a vigência da PPP.</p>
<h3><strong>Remuneração dos ônibus elétricos: como funcionarão os pagamentos?</strong></h3>
<p>A estrutura financeira constitui outro assunto que merece atenção.</p>
<p>A segunda etapa da licitação do Sistema Rio estabeleceu um mecanismo de incentivo à eletrificação.</p>
<p>Pelas regras divulgadas, os operadores poderão receber remuneração adicional de 12% por quilômetro rodado, proporcionalmente à quantidade de ônibus elétricos efetivamente utilizados nas condições previstas pelo edital.</p>
<p>Entretanto, a PPP anunciada pela Prefeitura possui uma estrutura própria de investimentos.</p>
<p>Dos R$ 509 milhões previstos, R$ 329 milhões correspondem ao financiamento do BNDES. A participação financeira anunciada para a futura concessionária é de R$ 141,2 milhões, enquanto a contrapartida municipal será de R$ 38,8 milhões.</p>
<p>O financiamento deverá ser destinado à aquisição dos veículos.</p>
<p>Como a futura concessionária da PPP ficará responsável pelos ônibus e pela infraestrutura de apoio, será necessário compreender de que maneira ocorrerá a remuneração de cada participante.</p>
<p>A existência de contratos diferentes não significa, por si só, pagamento duplicado.</p>
<p>A questão é identificar quais custos serão assumidos por cada empresa, quais serviços serão efetivamente prestados e quais mecanismos de remuneração estarão previstos nos respectivos contratos.</p>
<p>A definição também é importante para estabelecer incentivos relacionados à disponibilidade dos ônibus.</p>
<p>Os pagamentos poderão ser estruturados de diferentes maneiras, conforme a modelagem escolhida.</p>
<p>As regras definitivas deverão ser examinadas nos documentos da consulta pública e no futuro edital.</p>
<h3><strong>Manutenção e disponibilidade: os efeitos sobre os passageiros</strong></h3>
<p>A distribuição das responsabilidades possui consequências que vão além das questões contratuais.</p>
<p>Para o passageiro, a principal preocupação é a disponibilidade efetiva dos ônibus.</p>
<p>Um veículo pode estar tecnicamente apto para circular, mas ainda depender de recarga, de preparação operacional e da disponibilidade de trabalhadores para cumprir as viagens.</p>
<p>Da mesma forma, uma empresa pode contar com motoristas e viagens programadas, mas enfrentar dificuldades caso os ônibus destinados à operação estejam indisponíveis.</p>
<p>Por isso, a integração entre a concessionária responsável pelos veículos e as empresas que prestarão os serviços precisa estabelecer procedimentos operacionais claros.</p>
<p>Entre os assuntos que deverão ser definidos estão a programação da manutenção preventiva, a comunicação de falhas, a disponibilidade dos veículos reservas e a responsabilidade pela substituição dos ônibus que apresentarem problemas.</p>
<p>A operação elétrica também exige considerar os períodos necessários para recarga das baterias.</p>
<p>Diferentemente do abastecimento convencional, o carregamento precisa ser planejado de acordo com a capacidade dos equipamentos, a disponibilidade de energia e a programação operacional.</p>
<p>A Prefeitura já identificou a importância dessa infraestrutura durante os testes realizados com seis modelos elétricos.</p>
<p>O relatório municipal registrou limitações relacionadas à capacidade elétrica das garagens utilizadas nas demonstrações.</p>
<p>Os carregadores tiveram sua potência limitada a 60 kW, abaixo da capacidade nominal dos equipamentos disponíveis.</p>
<p>Também foram identificadas dificuldades de comunicação entre veículos e carregadores, além da necessidade de adaptações decorrentes das mudanças de garagem.</p>
<p>Essas constatações ajudam a compreender a importância de reunir os veículos e a infraestrutura de carregamento em um projeto específico.</p>
<p>Entretanto, a existência de uma garagem dedicada não elimina a necessidade de integração com as empresas responsáveis pelas linhas.</p>
<h3><strong>Por que a implantação da garagem é decisiva</strong></h3>
<p>O projeto anunciado para a Maré prevê concentrar a maior parte do carregamento das baterias durante a noite.</p>
<p>Isso permitirá preparar os veículos para as operações previstas no dia seguinte.</p>
<p>A garagem deverá contar com estacionamento, instalações administrativas, manutenção e equipamentos elétricos.</p>
<p>O planejamento precisará considerar a capacidade da infraestrutura para atender simultaneamente à frota prevista.</p>
<p>Também será necessário compatibilizar os horários de entrada e saída dos ônibus com a programação dos serviços.</p>
<p>A implantação da estrutura elétrica envolve aspectos técnicos específicos, incluindo fornecimento de energia, instalação de carregadores e sistemas de gerenciamento.</p>
<p>A integração entre esses componentes será determinante para a disponibilidade da frota.</p>
<p>Os testes realizados anteriormente pela Secretaria Municipal de Transportes demonstraram que os ônibus elétricos avaliados conseguiram cumprir as viagens programadas nas condições experimentadas.</p>
<p>Entretanto, a experiência também mostrou que a disponibilidade dos veículos depende de uma infraestrutura compatível.</p>
<h3><strong>Renovação da frota e continuidade dos serviços</strong></h3>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro pretende utilizar a PPP para introduzir 175 ônibus elétricos em uma frota municipal de aproximadamente cinco mil veículos.</p>
<p>O primeiro lote previsto para outubro de 2027 terá 80 unidades.</p>
<p>O programa está inserido na reorganização mais ampla do transporte municipal, conduzida por meio das novas licitações do Sistema Rio.</p>
<p>As concessões comuns admitem diferentes tecnologias de propulsão, incluindo veículos que atendam ao padrão Euro 6, ônibus elétricos e alternativas como o biometano.</p>
<p>A PPP representa um instrumento específico para viabilizar parte da eletrificação.</p>
<p>Sua implantação dependerá da conclusão da consulta pública, da licitação, da contratação e da execução dos investimentos.</p>
<p>A definição das responsabilidades entre a empresa da PPP e os operadores das linhas será uma etapa importante para compreender como os ônibus chegarão efetivamente aos passageiros e como será garantida a continuidade dos serviços.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Prefeitura de São Paulo prorroga até 9 de dezembro cadastros de taxistas, escolares, motofretistas e condutores de carga a frete</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 11:01:36 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Validade é estendida automaticamente para registros com vencimento entre 5 de junho e 8 de dezembro de 2026 ADAMO BAZANI Condutores de táxi, transporte escolar, motofrete e carga a frete em São Paulo terão até 9 de dezembro de 2026 a validade de seus cadastros municipais prorrogada, desde que o vencimento original ocorra entre 5 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="699" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Taxi-Nissan-Leaf.jpg?fit=1024%2C699&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Taxi-Nissan-Leaf.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Taxi-Nissan-Leaf.jpg?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Taxi-Nissan-Leaf.jpg?resize=1024%2C699&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Taxi-Nissan-Leaf.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Taxi-Nissan-Leaf.jpg?resize=768%2C524&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Taxi-Nissan-Leaf.jpg?resize=400%2C273&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Validade é estendida automaticamente para registros com vencimento entre 5 de junho e 8 de dezembro de 2026</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Condutores de táxi, transporte escolar, motofrete e carga a frete em São Paulo terão até 9 de dezembro de 2026 a validade de seus cadastros municipais prorrogada, desde que o vencimento original ocorra entre 5 de junho e 8 de dezembro deste ano. A extensão é automática, sem necessidade de requerimento.</p>
<p>A medida foi publicada no Diário Oficial da Cidade nesta segunda-feira, 28 de setembro. Durante a prorrogação, o cadastro enquadrado na regra deve ser considerado válido pela fiscalização, mesmo que o documento continue exibindo a data anterior de vencimento. Os demais requisitos para o exercício da atividade seguem exigidos.</p>
<h3>Quem está incluído e como funciona</h3>
<p>A portaria do Departamento de Transportes Públicos abrange quatro modalidades: táxi, transporte escolar, carga a frete e motofrete. O intervalo de vencimento começa em 5 de junho e termina em 8 de dezembro de 2026, com inclusão das duas datas.</p>
<p>Quem tiver cadastro municipal dentro desse intervalo recebe a prorrogação automaticamente. A Prefeitura não emitirá um novo documento apenas por causa dessa extensão, nem alterará o documento físico ou eletrônico já existente. Os registros correspondentes permanecem válidos até 9 de dezembro.</p>
<p>Para orientar a fiscalização, a portaria estabelece que o vencimento originalmente indicado no cadastro, isoladamente, não deve ser tratado como irregularidade durante o período prorrogado. A regra não dispensa o cumprimento das outras condições legais e regulamentares da atividade.</p>
<h3>Relação com a validade da CNH</h3>
<p>O Departamento de Transportes Públicos explica que a medida acompanha a prorrogação excepcional da validade de documentos de habilitação com vencimento no mesmo intervalo. A CNH renovada é um dos requisitos para renovar o cadastro municipal dessas categorias.</p>
<p>Ao estender também a validade do cadastro, a Prefeitura busca dar tratamento uniforme aos profissionais alcançados pela medida relativa à habilitação. A portaria municipal é a de nº 222/2026, assinada em 23 de setembro e publicada na edição de 28 de setembro.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Tribunal de Contas dá 15 dias úteis para SPTrans explicar pagamentos ligados à intervenção na Transwolff</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 10:01:44 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Representação questiona a destinação de recursos associados a embarcações do Projeto Aquático; conselheiro rejeitou pedido de pagamento imediato à empresa reclamante ADAMO BAZANI O Tribunal de Contas do Município de São Paulo determinou que a SPTrans esclareça, em 15 dias úteis, a destinação de duas notas de pagamento relacionadas à intervenção pública na Transwolff. A [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Aquatico-8-e1742924959805.webp?fit=800%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Aquatico-8-e1742924959805.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Aquatico-8-e1742924959805.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Aquatico-8-e1742924959805.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Aquatico-8-e1742924959805.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Aquatico-8-e1742924959805.webp?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Representação questiona a destinação de recursos associados a embarcações do Projeto Aquático; conselheiro rejeitou pedido de pagamento imediato à empresa reclamante</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Tribunal de Contas do Município de São Paulo determinou que a SPTrans esclareça, em 15 dias úteis, a destinação de duas notas de pagamento relacionadas à intervenção pública na Transwolff. A cobrança faz parte da análise de uma representação que questiona o uso de recursos associados à indenização de embarcações do Projeto Aquático.</p>
<p>Na decisão publicada nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, o conselheiro relator Ricardo Torres também rejeitou, por ora, o pedido urgente para obrigar a SPTrans a pagar parcelas de financiamento a uma empresa. A decisão trata da medida imediata e solicita informações para a análise da reclamação principal; ela não conclui que houve desvio de recursos.</p>
<h3>O que motivou a representação</h3>
<p>A reclamação foi apresentada por Alexandre Perugini de Azevedo Transporte ME. Segundo o relato reproduzido pelo Tribunal de Contas, a empresa afirma que valores destinados ao pagamento de embarcações do Projeto Aquático teriam sido usados para pagar o 13º salário de funcionários no contexto da intervenção na Transwolff Transportes e Turismo.</p>
<p>A representação menciona R$ 17 milhões e pede que o Tribunal reconheça irregularidades na destinação dessa quantia. Essa é a alegação da empresa reclamante, ainda sujeita à análise do órgão de controle e à manifestação da SPTrans.</p>
<p>Além da apuração sobre os recursos, a empresa pediu uma medida urgente para que a SPTrans pagasse imediatamente parcelas de um financiamento. Alegou que o pagamento evitaria prejuízo à sua atividade.</p>
<h3>Por que o pedido urgente foi rejeitado</h3>
<p>Ricardo Torres considerou ausentes os requisitos para conceder a medida cautelar. Na avaliação registrada na decisão, o pedido não demonstrou dano iminente aos cofres públicos que justificasse uma ordem imediata do Tribunal. O relator observou que a providência solicitada implicaria determinar pagamentos da administração a uma empresa privada.</p>
<p>A decisão menciona ainda que a Justiça paulista havia rejeitado pedido semelhante de pagamento apresentado pela reclamante. O conselheiro ressalvou a independência entre as esferas judicial e de controle, mas registrou esse histórico ao examinar a urgência.</p>
<p>O próximo passo é a manifestação da SPTrans sobre a destinação das notas de pagamento nº 329.647 e nº 357.489. O prazo fixado pelo Tribunal é de 15 dias úteis. A explicação solicitada permitirá avançar na análise das alegações feitas pela empresa sobre os recursos do Projeto Aquático.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Metrô de São Paulo vai trocar catracas no acesso sul da estação Luz, da Linha 1-Azul</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/metro-de-sao-paulo-vai-trocar-catracas-no-acesso-sul-da-estacao-luz-da-linha-1-azul/</link>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 09:31:50 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Licitação prevê substituir uma linha de bloqueios por módulos de torniquetes; edital deve detalhar equipamentos, acessibilidade e execução da obra ADAMO BAZANI O Metrô de São Paulo abriu uma licitação para trocar os equipamentos de passagem de passageiros no acesso sul da estação Luz, da Linha 1-Azul. O projeto prevê substituir uma linha de bloqueios [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metrosp-linha1-azul-estacao-luz-plataformas-foto-diariodotransporte.webp?fit=800%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metrosp-linha1-azul-estacao-luz-plataformas-foto-diariodotransporte.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metrosp-linha1-azul-estacao-luz-plataformas-foto-diariodotransporte.webp?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metrosp-linha1-azul-estacao-luz-plataformas-foto-diariodotransporte.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metrosp-linha1-azul-estacao-luz-plataformas-foto-diariodotransporte.webp?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/metrosp-linha1-azul-estacao-luz-plataformas-foto-diariodotransporte.webp?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <div>
<p><em>Licitação prevê substituir uma linha de bloqueios por módulos de torniquetes; edital deve detalhar equipamentos, acessibilidade e execução da obra</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Metrô de São Paulo abriu uma licitação para trocar os equipamentos de passagem de passageiros no acesso sul da estação Luz, da Linha 1-Azul. O projeto prevê substituir uma linha de bloqueios por módulos de torniquetes — as catracas que controlam a entrada e a saída da área paga. O edital completo estará disponível a partir de terça-feira, 29 de setembro de 2026, e a disputa está marcada para 9 de dezembro, às 10h.</p>
<p>A intervenção ocorrerá em uma estação que reúne viagens da Linha 1-Azul e conexões com a Linha 4-Amarela e os trens metropolitanos. O aviso publicado nesta segunda-feira informa o local e o objeto da contratação, mas ainda não detalha quantas catracas serão trocadas, o modelo escolhido ou como a passagem será organizada durante os serviços. Essas informações são necessárias para medir o efeito da obra na rotina de quem usa o acesso.</p>
<h3>O que o Metrô chama de bloqueio e de torniquete</h3>
<p>Ao entrar em uma estação, o passageiro passa por um equipamento que valida o bilhete ou cartão e libera a passagem. No vocabulário usado na operação metroviária, cada um desses pontos pode ser chamado de bloqueio. Vários equipamentos instalados lado a lado formam uma linha de bloqueios.</p>
<p>Torniquete, neste caso, é a catraca que permite a passagem controlada de uma pessoa depois da validação. A expressão “módulos torniquetes”, usada pelo Metrô, descreve os equipamentos que substituirão a linha existente. Ela, sozinha, não permite concluir que serão instaladas catracas de corpo inteiro, com grades até o alto, nem definir seu formato ou dimensões.</p>
<p>Também não se deve confundir a catraca comum com o portão de passagem mais larga. Esse portão atende situações em que o passageiro não consegue utilizar a passagem estreita de uma catraca, inclusive determinados deslocamentos de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A maneira como os diferentes pontos de passagem serão distribuídos no acesso sul precisa ser conferida nas especificações do projeto.</p>
<h3>Por que a mudança pode afetar a circulação na Luz</h3>
<p>A estação Luz, inaugurada em 1975 na Linha 1-Azul, é um ponto de distribuição de passageiros. Além de atender quem embarca ou desembarca na própria estação, participa das conexões com a Linha 4-Amarela e com os trens metropolitanos. O Metrô informa capacidade de referência de 40 mil passageiros por hora de pico para a estação da Linha 1-Azul.</p>
<p>Nesse contexto, trocar uma linha inteira de bloqueios exige atenção à quantidade de passagens disponíveis e aos sentidos de circulação. Se parte dos equipamentos tiver de ser isolada durante a instalação, a organização das filas e a sinalização dos caminhos serão importantes para quem chega à estação. O aviso da licitação, entretanto, ainda não anuncia interdição nem mudança de acesso: a forma de execução deverá constar da documentação da contratação.</p>
<p>A localização também merece precisão. O serviço anunciado é no acesso sul da estação Luz da Linha 1-Azul. Isso não significa a substituição de todas as catracas da estação ferroviária da Luz, de todos os pontos de integração ou de todos os acessos do complexo.</p>
<h3>O edital permitirá conferir quantidade, funcionamento e acessibilidade</h3>
<p>A publicação do Diário Oficial apresenta a contratação como “substituição de linha de bloqueios por módulos torniquetes”. Para entender o projeto completo, será necessário verificar no edital quantos módulos estão previstos, quais estruturas serão removidas, como ocorrerá a instalação e quais testes serão exigidos antes de liberar os equipamentos ao público.</p>
<p>Outra questão é a integração dos novos dispositivos aos sistemas usados na estação. Uma catraca não é apenas uma barreira física: precisa receber a validação da passagem, comandar a liberação e registrar seu funcionamento. Os requisitos concretos dessa integração, assim como os relativos à passagem acessível, deverão ser examinados nos anexos técnicos, sem presumir características que não aparecem no aviso resumido.</p>
<p>O edital foi anunciado para 29 de setembro. A sessão eletrônica da concorrência está prevista para 9 de dezembro de 2026, às 10h. Depois da disputa, ainda haverá as etapas de análise, contratação e execução. A publicação desta semana marca o início da licitação da intervenção; a data em que os passageiros encontrarão as novas catracas dependerá do andamento dessas etapas.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>VR Mobilidade tem R$ 153,4 milhões e Auto Viação Antonina, R$ 14,7 milhões selecionados para ônibus</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 09:01:38 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Antiga Viação Reunidas atende a região de Goiânia; proposta da Antonina envolve Curitiba e Almirante Tamandaré ADAMO BAZANI O Ministério das Cidades selecionou duas propostas de financiamento para a compra de ônibus urbanos com recursos do FGTS. A VR Mobilidade, antiga Viação Reunidas, consta com R$ 153,425 milhões para atender municípios da região de Goiânia. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="947" height="573" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/VR-GO.jpg?fit=947%2C573&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/VR-GO.jpg?w=947&amp;ssl=1 947w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/VR-GO.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/VR-GO.jpg?resize=150%2C91&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/VR-GO.jpg?resize=768%2C465&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/VR-GO.jpg?resize=400%2C242&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 947px) 100vw, 947px" /> <p><em>Antiga Viação Reunidas atende a região de Goiânia; proposta da Antonina envolve Curitiba e Almirante Tamandaré</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Ministério das Cidades selecionou duas propostas de financiamento para a compra de ônibus urbanos com recursos do FGTS. A VR Mobilidade, antiga Viação Reunidas, consta com R$ 153,425 milhões para atender municípios da região de Goiânia. A Auto Viação Antonina foi contemplada com R$ 14,7537 milhões para uma proposta ligada a Curitiba e Almirante Tamandaré, no Paraná. Juntos, os valores somam R$ 168,1787 milhões.</p>
<p>A seleção integra o eixo de renovação de frota do Novo PAC Mobilidade Urbana, por meio do programa Pró-Transporte. Trata-se de crédito a ser contratado e pago pelas empresas, sujeito às etapas seguintes de análise e formalização com os bancos. As publicações ainda não informam quantidade de ônibus, tecnologia de propulsão, data de entrega ou início da circulação dos veículos.</p>
<h3>VR Mobilidade: mesmo CNPJ historicamente associado à Viação Reunidas</h3>
<p>A proposta de R$ 153,425 milhões aparece no Diário Oficial em nome de VR Mobilidade Ltda. O CNPJ informado é o mesmo historicamente associado à Viação Reunidas. Assim, a referência à antiga Reunidas identifica a trajetória da empresa; não indica uma segunda beneficiária do financiamento.</p>
<p>O Banco Mercedes-Benz do Brasil figura como agente financeiro. A relação de municípios da proposta compreende Abadia de Goiás, Aparecida de Goiânia, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Bonfinópolis, Brazabrantes, Caldazinha, Goianápolis, Goiânia, Goianira, Guapó, Hidrolândia, Nerópolis, Nova Veneza, Santo Antônio de Goiás, Senador Canedo, Terezópolis de Goiás e Trindade.</p>
<p>A indicação dessas cidades delimita a abrangência apresentada ao programa. Ela não especifica, nesta publicação, quantos veículos caberão a cada município ou em quais linhas os novos ônibus poderão circular.</p>
<h3>Auto Viação Antonina: proposta para Curitiba e Almirante Tamandaré</h3>
<p>A Auto Viação Antonina Ltda. teve selecionada uma proposta de R$ 14.753.700,00, com o Banco Volvo do Brasil indicado como agente financeiro. O documento associa a aquisição de ônibus urbanos a Curitiba e Almirante Tamandaré.</p>
<p>O nome da empresa não significa que a proposta seja para o município paranaense de Antonina: as localidades relacionadas pelo Ministério das Cidades são Curitiba e Almirante Tamandaré. Auto Viação Antonina é a empresa identificada pelo CNPJ publicado, que deve orientar a leitura da seleção.</p>
<h3>Como funciona o financiamento da renovação de frota</h3>
<p>O Pró-Transporte utiliza recursos do FGTS em operações de financiamento. Depois da seleção pelo Ministério das Cidades, a proposta ainda passa pelas condições exigidas para a concessão do crédito e pela contratação com o agente financeiro. O dinheiro não é uma doação às operadoras nem um repasse cuja liberação integral esteja confirmada pela publicação.</p>
<p>Para os passageiros, a possível consequência é a renovação dos ônibus após a contratação, a compra e a entrada dos veículos em serviço. As duas seleções não definem modelo, acessibilidade específica além das exigências aplicáveis, combustível ou tração elétrica. Esses detalhes dependem de informações posteriores sobre as aquisições.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Ônibus tomba na BR-262, no Espírito Santo, deixando vários mortos e feridos</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 08:50:26 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículo seguia para Minas Gerais após excursão ARTHUR FERRARI Um ônibus tombou na BR-262, na altura do município de Ibatiba (ES), na madrugada desta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, deixando ao menos três mortos e 45 feridos. O veículo, que saiu de Contagem (MG), levou os passageiros para uma excursão no litoral do Espírito [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="770" height="459" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_060845_Instagram.jpg?fit=770%2C459&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_060845_Instagram.jpg?w=770&amp;ssl=1 770w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_060845_Instagram.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_060845_Instagram.jpg?resize=150%2C89&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_060845_Instagram.jpg?resize=768%2C458&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_060845_Instagram.jpg?resize=400%2C238&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /> <p><em>Veículo seguia para Minas Gerais após excursão</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um ônibus tombou na BR-262, na altura do município de Ibatiba (ES), na madrugada desta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, deixando ao menos três mortos e 45 feridos.</p>
<p>O veículo, que saiu de Contagem (MG), levou os passageiros para uma excursão no litoral do Espírito Santo e voltava para o município mineiro quando o acidente aconteceu na curva conhecida como Ferradura.</p>
<p>Diversas ambulância do SAMU e Corpo de Bombeiros atuaram no socorro às vítimas. Os feridos foram encaminhados para hospitais da região.</p>
<p>A viagem acontecia de forma regular, com autorização da ANTT para fretamento turístico.</p>
<p>As causas do acidente serão investigadas pelas autoridades.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Greve no DF é suspensa e ônibus circulam normalmente nesta segunda-feira (28); acordo entre trabalhadores e empresas garante reajuste salarial de 8%</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 08:23:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Greve]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Justiça havia determinado garantia 50% das viagens programadas; decisão de não paralisação aconteceu no fim do domingo (27) ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA / ARTHUR FERRARI Os rodoviários do Distrito Federal suspenderam a greve que estava prevista para começar à 0h desta segunda-feira (28). A expectativa do representante da categoria é de que os [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="694" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_051324_Chrome.jpg?fit=1024%2C694&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_051324_Chrome.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_051324_Chrome.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_051324_Chrome.jpg?resize=1024%2C694&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_051324_Chrome.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_051324_Chrome.jpg?resize=768%2C521&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_20260928_051324_Chrome.jpg?resize=400%2C271&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><em>Justiça havia determinado garantia 50% das viagens programadas; decisão de não paralisação aconteceu no fim do domingo (27)</em></p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold"><em>ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA / ARTHUR FERRARI</em></strong></p>
<p>Os rodoviários do Distrito Federal suspenderam a greve que estava prevista para começar à 0h desta segunda-feira (28). A expectativa do representante da categoria é de que os ônibus circulem normalmente já nas primeiras horas do dia.</p>
<p>A suspensão ocorreu após uma reunião entre trabalhadores e empresas realizada na noite deste domingo (27). Conforme as concessionárias, o entendimento prevê reajuste de 8% nos salários e de 10% no tíquete-refeição e na cesta básica.</p>
<p>As partes devem se reunir novamente nesta segunda-feira (28) para definir as cláusulas exatas do acordo.</p>
<p>A negociação trata da data-base dos trabalhadores, fixada em 1º de agosto de 2026. A categoria reivindicava reajuste de 8% nos salários, 10% nos benefícios de alimentação e 12% nos planos de saúde e odontológico.</p>
<p>Antes da suspensão da paralisação, o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) havia determinado a manutenção de 80% da frota nos horários de pico, entre 5h30 e 9h e das 17h às 20h, caso a greve fosse iniciada.</p>
<p>Nos demais períodos, a decisão estabelecia a circulação de pelo menos 50% das viagens programadas. O descumprimento poderia resultar em multa de R$ 100 mil por hora, com possibilidade de elevação para R$ 200 mil em caso de reincidência.</p>
<p>A determinação também previa a operação integral do transporte coletivo nos dias de votação das eleições, em 4 e 25 de outubro, sendo a segunda data condicionada à realização de segundo turno.</p>
<p>A greve havia sido aprovada pelos trabalhadores em 20 de setembro. No domingo (27), uma assembleia rejeitou por unanimidade a proposta apresentada anteriormente pelas empresas, que previa reajuste salarial de 6%.</p>
<p>A nova negociação realizada na noite de domingo alterou o cenário e levou à suspensão da paralisação prevista para esta segunda-feira.</p>
<p><strong>MATÉRIA ANTERIOR</strong></p>
<p>Após os rodoviários do transporte público do Distrito Federal rejeitarem a última proposta das empresas de ônibus e seguirem com o plano de greve para esta segunda-feira, 28 de setembro, a Justiça do Trabalho determinou que 80% da frota seja mantida em circulação nos horários de pico (das 5h30 às 9h e das 17h às 20h).</p>
<p>A decisão foi publicada pel<span style="caret-color: #1f2123; font-family: glbOpenSans, Inter, -apple-system, BlinkMacSystemFont,;">o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) neste domingo (27)</span>.</p>
<p>O órgão também estabeleceu que, nos demais horários, 50% das viagens programadas sejam cumpridas.</p>
<p>Caso haja descumprimento, o TRT anunciou multa de R$ 100 mil por hora. O valor pode chegar a R$ 200 mil se houver reincidências.</p>
<p>Além disso, o documento <span style="caret-color: #1f2123; font-family: glbOpenSans, Inter, -apple-system, BlinkMacSystemFont,;">prevê a operação integral do transporte </span>coletivo<span style="caret-color: #1f2123; font-family: glbOpenSans, Inter, -apple-system, BlinkMacSystemFont,;"> nos dias de votação das eleições, em 04 e 25 de outubro</span>, a segunda data caso haja segundo turno.</p>
<p>Em assembleia realizada neste domingo (27), os rodoviários do Distrito Federal rejeitaram a proposta das empresas de ônibus e, como noticiado anteriormente pelo <strong>Diário do Transporte</strong>, entrarão em greve a partir da 0h desta segunda-feira, dia 28.</p>
<p><span style="caret-color: #4a4a4a; font-family: Merriweather,;">A votação </span>promovida<span style="caret-color: #4a4a4a; font-family: Merriweather,;"> na </span>assembleia<span style="caret-color: #4a4a4a; font-family: Merriweather,;"> foi unânime</span> contra a oferta das operadoras. Não há previsão para o fim da mobilização dos profissionais.</p>
<p>As companhias haviam oferecido um reajuste salarial de 6% no último sábado (26), enquanto a categoria protesta por 8% nos salários, além de 10% nos benefícios de alimentação e 12% no plano de saúde e odontológico.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A paralisação foi aprovada em 20 de setembro. Para os passageiros, a decisão da categoria será determinante para o funcionamento dos ônibus no início da semana.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Segundo nota das concessionárias, a inflação acumulada no período é de 4,11%. Com base nesse índice, as empresas afirmam que a oferta salarial representa ganho real de 1,82%. O sindicato reivindica reajuste de 8% nos salários, 10% nos benefícios de alimentação e 12% no plano de saúde.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A proposta foi assinada por Bsbus, Viação Piracicabana, Viação Pioneira, Auto Viação Marechal e Consórcio Urbi-HP. As empresas dizem esperar que a oferta seja apresentada à categoria na assembleia e afirmam estar abertas a uma contraproposta formal do sindicato.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold">Oferta inclui seguro de vida, cobradores e pagamento retroativo</strong></p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Além dos reajustes, as concessionárias propõem dobrar o valor do seguro de vida em grupo, de aproximadamente R$ 24 mil para R$ 48 mil. A oferta também prevê a manutenção dos postos de trabalho dos cobradores durante a vigência do acordo.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Os valores retroativos a 1º de agosto seriam pagos de uma só vez na folha de outubro, conforme a nota das empresas. As negociações começaram em julho e, segundo as concessionárias, já tiveram mais de dez rodadas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">As empresas ressaltam que o transporte coletivo é um serviço essencial e defendem a manutenção do atendimento à população mesmo em caso de greve. A definição sobre a paralisação e seus possíveis efeitos na operação depende da assembleia dos trabalhadores e dos próximos passos da negociação.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold"><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>ANTT decide sobre Andorinha, Expresso Central, Gran Express e Mamoré (JL Expresso)</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 08:01:36 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões negam pedidos de duas empresas e tratam de linhas da Gran Express e da Mamoré por determinação judicial ADAMO BAZANI A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicou decisões que afetam pedidos de quatro empresas de ônibus interestaduais. A agência negou solicitações da Andorinha e da Expresso Central. Por determinação da Justiça, autorizou um [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="828" height="540" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/deciseso34466.jpg?fit=828%2C540&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/deciseso34466.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/deciseso34466.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/deciseso34466.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/deciseso34466.jpg?resize=768%2C501&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/deciseso34466.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> <p><em>Decisões negam pedidos de duas empresas e tratam de linhas da Gran Express e da Mamoré por determinação judicial</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicou decisões que afetam pedidos de quatro empresas de ônibus interestaduais. A agência negou solicitações da Andorinha e da Expresso Central. Por determinação da Justiça, autorizou um atendimento da Gran Express entre Cuiabá e Vilhena e restabeleceu os efeitos de autorizações concedidas à Expresso Mamoré para três linhas.</p>
<p>As publicações têm consequências diferentes para passageiros e operadores. As negativas impedem a emissão dos documentos solicitados pelas empresas. Já as decisões favoráveis à Gran Express e à Mamoré estão vinculadas a processos judiciais e não informam, por si só, quando haverá viagens, quais serão os horários ou quanto custarão as passagens.</p>
<h3>Andorinha: pedido negado porque os mercados solicitados não estavam autorizados à empresa</h3>
<p>A Empresa de Transportes Andorinha pediu à ANTT a emissão de um Termo de Autorização de Serviços Regulares, conhecido como TAR. A solicitação foi negada porque os mercados incluídos no pedido não constavam entre aqueles autorizados à empresa. A decisão publicada não identifica quais pares de cidades estavam em análise.</p>
<p>O TAR formaliza as condições em que uma transportadora pode prestar determinado serviço regular interestadual. A negativa publicada diz respeito ao pedido examinado; o texto não anuncia o encerramento das demais operações da Andorinha.</p>
<h3>Expresso Central: dois pedidos negados por falta de habilitação</h3>
<p>A Expresso Central Transporte recebeu duas negativas. Em ambas, a ANTT apontou que a empresa não estava habilitada conforme as exigências da regulamentação aplicável para obter os termos solicitados.</p>
<p>Uma das decisões não discrimina os mercados pretendidos. A outra relaciona pedidos para Cocalzinho de Goiás–Rio de Janeiro, Brasília–São Paulo, Rio de Janeiro–Foz do Iguaçu, Vitória–Rio de Janeiro e São Paulo–Belo Horizonte, além das respectivas seções. Portanto, a publicação não autoriza a empresa a iniciar esses atendimentos com base nas solicitações analisadas.</p>
<h3>Gran Express: decisão judicial permite atendimento entre Cuiabá e Vilhena</h3>
<p>A ANTT deferiu à Gran Express Transportes e Turismo o mercado Cuiabá–Vilhena em cumprimento a uma decisão judicial. A publicação o descreve como seção da linha Brasília–Rio Branco, que já se encontra autorizada sob condição judicial.</p>
<p>Uma seção é um atendimento entre cidades situadas ao longo de uma linha mais extensa. O deferimento reconhece o direito de incluir o trecho indicado nas condições determinadas pela Justiça. A publicação não apresenta grade de horários nem confirma a data de início da venda de passagens para esse percurso.</p>
<h3>Mamoré, conhecida como JL Expresso: efeitos de três autorizações são restabelecidos</h3>
<p>A Expresso Mamoré Transporte Turismo e Eventos teve restabelecidos, também por determinação judicial, os efeitos das autorizações relativas às linhas Araioses–São Paulo, Timon–Sinop e São Luís–Belo Horizonte. As três permanecem identificadas como serviços sob discussão judicial.</p>
<p>As autorizações haviam sido concedidas em maio e posteriormente revogadas pela ANTT em agosto. A nova decisão muda novamente sua situação administrativa para cumprir a ordem da Justiça. Restabelecer os efeitos dessas autorizações não equivale a confirmar que todas as viagens já estejam em operação: horários e disponibilidade precisam ser verificados para cada serviço.</p>
<p>Expresso Mamoré é o nome empresarial identificado pela ANTT e pelo CNPJ da decisão. JL Expresso é o nome pelo qual a operação também é conhecida. A diferença de nomes não representa, neste caso, uma quinta empresa entre as quatro abrangidas pelas publicações.</p>
<h3>Decisões não são apresentadas como resultado da primeira janela extraordinária</h3>
<p>Nenhuma das cinco decisões publicadas identifica expressamente a primeira janela extraordinária de pedidos da ANTT como sua origem. As situações da Gran Express e da Mamoré são descritas como cumprimento de determinações judiciais. Nas negativas à Andorinha e à Expresso Central, a agência informa os motivos administrativos de cada pedido, sem estabelecer na publicação uma ligação com aquela janela.</p>
<p>Essa distinção importa porque uma decisão sobre habilitação, um pedido de TAR e o cumprimento de uma ordem judicial são etapas e fundamentos diferentes. A publicação de um deles não demonstra, isoladamente, o resultado de uma disputa na janela extraordinária.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Linha 5-Lilás volta a operar normalmente nesta segunda-feira (28) após falha elétrica e danos à rede aérea</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 07:51:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Problema provocou maiores intervalos no domingo (27), circulação em via única e acionamento de ônibus do PAESE entre Capão Redondo e Santo Amaro ADAMO BAZANI A Linha 5-Lilás opera regularmente nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, após os transtornos enfrentados pelos passageiros durante o domingo. Segundo a ViaMobilidade, concessionária da plataforma de trilhos da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bdsp-mojo-1-20260520-0600-frame-243467.jpeg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bdsp-mojo-1-20260520-0600-frame-243467.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bdsp-mojo-1-20260520-0600-frame-243467.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bdsp-mojo-1-20260520-0600-frame-243467.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bdsp-mojo-1-20260520-0600-frame-243467.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bdsp-mojo-1-20260520-0600-frame-243467.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bdsp-mojo-1-20260520-0600-frame-243467.jpeg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bdsp-mojo-1-20260520-0600-frame-243467.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Problema provocou maiores intervalos no domingo (27), circulação em via única e acionamento de ônibus do PAESE entre Capão Redondo e Santo Amaro</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Linha 5-Lilás opera regularmente nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, após os transtornos enfrentados pelos passageiros durante o domingo. Segundo a ViaMobilidade, concessionária da plataforma de trilhos da Motiva, as equipes concluíram a recuperação da rede aérea danificada e a circulação foi totalmente normalizada.</p>
<p>No domingo (27), uma falha no sistema elétrico e danos à rede aérea levaram os trens a circular em via única entre Capão Redondo e Santo Amaro. Os intervalos aumentaram na linha, e ônibus da operação PAESE foram acionados para apoiar o atendimento no trecho afetado. A manutenção permaneceu mobilizada ao longo do dia, enquanto funcionários orientavam os passageiros e avisos sonoros eram emitidos nas estações.</p>
<h3>Como foi a operação no domingo</h3>
<p>Os primeiros informes da concessionária apontavam uma ocorrência no sistema elétrico entre as estações Santo Amaro e Largo Treze. Para manter a circulação diante da falha, a operação foi reorganizada: no trecho entre Capão Redondo e Santo Amaro, os trens passaram a compartilhar uma única via.</p>
<p>A circulação em via única limita a quantidade de trens que pode atravessar o segmento ao mesmo tempo. Por isso, uma falha localizada pode aumentar a espera também em outras estações. Os ônibus do PAESE, plano de apoio ao transporte sobre trilhos em situações de interrupção ou restrição da operação, foram empregados entre Capão Redondo e Santo Amaro.</p>
<p>Na nota divulgada nesta segunda-feira, a ViaMobilidade informou que houve danos à rede aérea e que a normalização completa ocorreu depois do trabalho de recuperação dessa estrutura. A concessionária não indicou na nota o horário exato em que os serviços foram concluídos.</p>
<p><em>São Paulo, 28 de setembro de 2026 &#8211; A Linha 5-Lilás opera regularmente nesta segunda-feira (28). No domingo (27), devido a uma falha no sistema elétrico e danos à rede aérea, a linha operou com maiores intervalos e em via única entre as estações Capão Redondo e Santo Amaro. Ônibus da operação PAESE prestaram apoio ao atendimento no trecho e equipes da concessionária orientaram os clientes e emitiram avisos sonoros nas estações. As equipes de manutenção permaneceram mobilizadas atuando durante todo o dia e a operação foi totalmente regularizada após a conclusão de recuperação da rede aérea.</em></p>
<h3>Linha liga Capão Redondo à Chácara Klabin</h3>
<p>A Linha 5-Lilás tem 17 estações e liga Capão Redondo, na zona sul, à Chácara Klabin. Ao longo do percurso, atende, entre outras regiões, Campo Limpo, Santo Amaro, Brooklin, Moema e Vila Mariana. Os passageiros podem fazer integração com a Linha 1-Azul na estação Santa Cruz e com a Linha 2-Verde em Chácara Klabin.</p>
<p>A normalização comunicada nesta segunda-feira encerra a alteração operacional registrada no domingo. Para quem utiliza a linha hoje, a informação da concessionária é de circulação regular, após a recuperação da rede aérea.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Adamo Bazani relembra trajetória no jornalismo e destaca desafios do setor de mobilidade durante participação no podcast/videocast &#8220;Ônibus Minha Paixão&#8221;</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 07:29:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Programa foi gravado durante a Lat.Bus 2026, principal evento do mercado de ônibus e que contou com cobertura presencial do Diário do Transporte VINÍCIUS DE OLIVEIRA O jornalista Adamo Bazani, especializado em transportes, foi o convidado de uma edição especial do podcast “Ônibus Minha Paixão”, em que relembrou momentos importantes de sua trajetória pessoal e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Programa foi gravado durante a Lat.Bus 2026, principal evento do mercado de ônibus e que contou com cobertura presencial do Diário do Transporte</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



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<p class="p3 wp-block-paragraph">O jornalista Adamo Bazani, especializado em transportes, foi o convidado de uma edição especial do podcast <strong>“Ônibus Minha Paixão”</strong>, em que relembrou momentos importantes de sua trajetória pessoal e profissional, além de discutir os desafios enfrentados atualmente pelo jornalismo e pelo transporte coletivo.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Com raízes no ABC Paulista, Bazani contou como a paixão pelos ônibus surgiu ainda na infância. A relação com o transporte também foi influenciada pela história familiar, especialmente pela figura de seu avô, que trabalhou como maquinista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Da paixão pelos ônibus ao jornalismo</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Antes de se dedicar ao jornalismo especializado em transporte, Bazani construiu uma longa trajetória na cobertura policial. O jornalista relembrou os <strong>16 anos em que trabalhou na Rádio CBN</strong>, período no qual acompanhou acontecimentos policiais e situações de grande impacto.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Um grave acidente acabou provocando um afastamento de suas atividades e abriu espaço para um momento de reflexão profissional. A experiência contribuiu para uma mudança de trajetória e para que a antiga paixão pelos ônibus ganhasse espaço dentro de sua carreira jornalística.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">O ponto de partida para essa nova fase surgiu ainda na CBN, por meio do quadro <strong>“CBN São Paulo, conte sua história”</strong>. A iniciativa permitiu que Bazani tivesse contato mais próximo com relatos relacionados à cidade e ao transporte, dando origem ao blog <strong>Ponto de Ônibus</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Do blog ao Diário do Transporte</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Com a saída da Rádio CBN, em 2015, o projeto passou por uma transformação. O blog deu lugar ao <strong>Diário do Transporte</strong>, veículo criado por Bazani com foco na cobertura jornalística do setor de mobilidade.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">A proposta passou a envolver não apenas a paixão pelos ônibus, mas também uma abordagem voltada ao <strong>hard news e ao jornalismo investigativo</strong>, acompanhando decisões, problemas, investimentos e acontecimentos que afetam diretamente o transporte público e os passageiros.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Dessa forma, uma paixão cultivada desde a infância acabou se transformando em uma atividade profissional especializada, aproximando a experiência jornalística de Bazani de um setor que já fazia parte de sua história pessoal.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Credibilidade diante da desinformação</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Durante a entrevista, Bazani também analisou os desafios enfrentados pelo jornalismo em um cenário marcado pela expansão das redes sociais e pela velocidade na disseminação de informações.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Para o jornalista, a credibilidade continua sendo um dos principais pilares da atividade. Nesse contexto, a apuração dos fatos e a preocupação com o interesse público devem prevalecer sobre a busca por engajamento.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Bazani chamou atenção para o crescimento de conteúdos produzidos por pessoas sem compromisso jornalístico, que podem priorizar audiência e repercussão em detrimento da verificação das informações. Nesse cenário, o trabalho de apuração se torna ainda mais importante para diferenciar o jornalismo profissional da simples produção de conteúdo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cansaço dos motoristas e segurança viária</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Outro dos principais assuntos abordados foi a <strong>segurança viária</strong>, especialmente em relação às condições de trabalho dos motoristas de ônibus.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Bazani destacou a situação de profissionais que, após suas jornadas no transporte coletivo, recorrem a aplicativos de transporte como forma de complementar a renda. O acúmulo de atividades pode resultar em jornadas prolongadas e períodos insuficientes de descanso.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">O problema ultrapassa a questão trabalhista e chega diretamente à segurança de passageiros, motoristas e demais usuários das vias. O cansaço ao volante pode aumentar os riscos de acidentes e, segundo o jornalista, representa uma questão social que precisa ser discutida de maneira mais ampla.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Nesse sentido, Bazani defendeu a necessidade de aprofundar o debate sobre <strong>legislação, condições de trabalho e limites de jornada</strong>, considerando as transformações ocorridas no mercado de transporte e o crescimento dos serviços mediados por aplicativos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma trajetória ligada ao transporte</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">A participação de Adamo Bazani no podcast mostra como diferentes momentos de sua vida acabaram convergindo para o jornalismo especializado em mobilidade.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Da influência do avô maquinista e da paixão pelos ônibus na infância à experiência de 16 anos no jornalismo policial, passando pelo acidente que provocou uma mudança de perspectiva e pela criação do Ponto de Ônibus, sua trajetória chegou à consolidação do Diário do Transporte.</p>



<p class="p4 wp-block-paragraph">Mais do que relembrar uma carreira, a entrevista também coloca em discussão o papel do jornalismo especializado diante dos desafios atuais da mobilidade. Entre eles estão a necessidade de informação confiável, as condições de trabalho dos profissionais do transporte e os impactos dessas questões sobre a segurança de toda a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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