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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/</link>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>TCE-PR recomenda repasse de ganhos de eficiência aos passageiros na futura concessão dos ônibus de Curitiba (PR); veja os detalhes do edital e a linha do tempo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/tce-pr-recomenda-repasse-de-ganhos-de-eficiencia-aos-passageiros-na-futura-concessao-dos-onibus-de-curitiba-pr-veja-os-detalhes-do-edital-e-a-linha-do-tempo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 22:31:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Concorrência prevê cinco lotes, contratos de 15 anos, investimentos de R$ 3,9 bilhões e 250 ônibus elétricos; propostas estão previstas para 17 de novembro e leilão para o dia 26, na B3 ADAMO BAZANI O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) homologou quatro recomendações à Urbanização de Curitiba (Urbs) para aperfeiçoar a transparência [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="904" height="611" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/curitb.jpg?fit=904%2C611&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/curitb.jpg?w=904&amp;ssl=1 904w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/curitb.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/curitb.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/curitb.jpg?resize=768%2C519&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/curitb.jpg?resize=400%2C270&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 904px) 100vw, 904px" /> <p><em>Concorrência prevê cinco lotes, contratos de 15 anos, investimentos de R$ 3,9 bilhões e 250 ônibus elétricos; propostas estão previstas para 17 de novembro e leilão para o dia 26, na B3</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) homologou quatro recomendações à Urbanização de Curitiba (Urbs) para aperfeiçoar a transparência e as regras da futura concessão dos ônibus municipais. Entre as medidas está a definição de critérios para transferir aos usuários parte dos ganhos de eficiência e produtividade das operadoras nas revisões ordinárias. A decisão foi tomada em sessão encerrada em 24 de setembro de 2026, publicada em 5 de outubro e divulgada pelo tribunal em 7 de outubro.</p>
<p>As recomendações alcançam uma concorrência que prevê cinco lotes, contratos de 15 anos, investimentos estimados em R$ 3,9 bilhões e incorporação de 250 ônibus elétricos nos primeiros cinco anos da operação. Pelo calendário divulgado pela Urbs, as propostas deverão ser entregues em 17 de novembro, das 10h às 12h, e o leilão ocorrerá em 26 de novembro, às 10h, na B3, em São Paulo. Para o passageiro, o projeto reúne mudanças na integração, nas linhas e na frota, além de avaliações de qualidade que poderão reduzir a remuneração das concessionárias.</p>
<p>A licitação é do transporte municipal de Curitiba, gerenciado pela Urbs. Trata-se de um processo distinto da concessão estadual dos ônibus da Região Metropolitana.</p>
<h2>O que o Tribunal de Contas recomendou</h2>
<p>O Acórdão nº 2437/2026, do Tribunal Pleno, trata do processo nº 380423/26. A auditoria examinou a legalidade e a viabilidade técnico-financeira da futura concessão entre 7 de maio de 2025 e 3 de junho de 2026.</p>
<p>Inicialmente, foram identificados 13 achados. Após as manifestações da gestão, permaneceram dois: inadequações nos indicadores de desempenho e nas regras de reajuste e revisão contratual.</p>
<p>As quatro recomendações homologadas foram:</p>
<ol start="1" data-spread="false">
<li>Aperfeiçoar a cláusula sobre divulgação dos resultados de qualidade, especificando forma de publicação, periodicidade, conteúdo mínimo, acessibilidade e linguagem.</li>
<li>Incluir nos documentos da licitação e dos contratos referências expressas às exigências de transparência ativa, com informações claras, atualizadas e disponíveis em site oficial.</li>
<li>Ajustar o anexo do Sistema de Gestão da Qualidade para estabelecer a elaboração, consolidação e divulgação periódica dos relatórios de desempenho, com responsáveis e procedimentos definidos.</li>
<li>Explicitar, na revisão ordinária, os critérios para transferir aos usuários parte dos ganhos de eficiência e produtividade das empresas, com publicação integral dos documentos desse procedimento.</li>
</ol>
<p>Portanto, são três recomendações relacionadas à transparência dos indicadores e uma sobre o compartilhamento de ganhos nas revisões.</p>
<p>O tribunal estabeleceu prazo de três meses para atendimento, nos termos regimentais. A implementação deverá ser demonstrada pela Urbs e será monitorada pelo TCE-PR. Cabe recurso da decisão.</p>
<h2>Como os ganhos podem beneficiar o passageiro</h2>
<p>O objetivo é permitir que economias obtidas pelas operadoras sejam consideradas na revisão das condições econômicas da concessão.</p>
<p>A discussão envolve, por exemplo, redução de gastos com insumos, melhoria da organização operacional e aumento de produtividade. O ponto destacado pelo TCE-PR é que os contratos devem explicar como uma parcela desses benefícios chegará aos usuários.</p>
<p>Isso não representa uma redução imediata e previamente calculada no preço da passagem. O resultado dependerá dos ganhos efetivamente apurados, dos critérios de compartilhamento e da política tarifária municipal.</p>
<p>Também é necessário distinguir a tarifa pública, cobrada do passageiro, da remuneração das empresas. Uma redução no custo contratual pode criar condições para conter pressões sobre a passagem ou sobre o subsídio público, mas a consequência concreta precisa ser demonstrada no procedimento de revisão.</p>
<h2>Cinco lotes: dois estruturais e três regionais</h2>
<p>A Concorrência Pública FUC nº 001/2026 prevê a concessão da operação, manutenção e ampliação do Sistema Integrado de Mobilidade (SIM), com soluções de baixa emissão.</p>
<p>Os contratos terão duração de 15 anos contados da data de assunção dos serviços.</p>
<p>A apresentação oficial realizada em 24 de setembro detalhou a seguinte divisão:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Lote</th>
<th>Perfil predominante</th>
<th>Linhas previstas</th>
<th>Frota no ano 1</th>
</tr>
<tr>
<td>BRT1</td>
<td>Linhas estruturais, principalmente na região Sul</td>
<td>24</td>
<td>263</td>
</tr>
<tr>
<td>BRT2</td>
<td>Linhas estruturais, principalmente no Norte e Oeste</td>
<td>17</td>
<td>177</td>
</tr>
<tr>
<td>Norte</td>
<td>Alimentadoras e linhas locais</td>
<td>100</td>
<td>276</td>
</tr>
<tr>
<td>Oeste</td>
<td>Alimentadoras e linhas locais</td>
<td>84</td>
<td>335</td>
</tr>
<tr>
<td>Sul</td>
<td>Alimentadoras e linhas locais</td>
<td>92</td>
<td>295</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>Cinco lotes</td>
<td>317</td>
<td>1.346</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os números são referências da modelagem apresentada aos interessados. A frota indicada para o primeiro ano não deve ser comparada diretamente com a frota operacional atual sem considerar reservas e critérios de composição.</p>
<p>Nos lotes BRT1 e BRT2, as concessionárias terão responsabilidades sobre infraestrutura, incluindo limpeza, conservação e manutenção de estações-tubo e plataformas elevadas dos terminais, além dos eletropostos públicos.</p>
<p>Os lotes regionais concentram o atendimento dos bairros. A divisão contratual mantém a rede sob planejamento e gestão da Urbs.</p>
<h2>Como será escolhido o vencedor</h2>
<p>O critério de julgamento será o maior desconto sobre a remuneração referencial de cada lote.</p>
<p>As propostas serão classificadas pelo desconto oferecido. O edital também prevê uma etapa de lances para os participantes que atenderem aos critérios de aproximação da melhor oferta.</p>
<p>O desconto incide sobre a remuneração contratual do operador. Não corresponde a um desconto percentual automaticamente aplicado à passagem.</p>
<p>É permitida a participação em mais de um lote. Entretanto, quem vencer vários lotes deverá comprovar capacidade técnica compatível com o conjunto das concessões.</p>
<p>Podem participar interessados nacionais e estrangeiros, isoladamente ou em consórcio, conforme as condições do edital. Entre os requisitos estão regularidade jurídica, fiscal, social e trabalhista, capacidade econômico-financeira e experiência técnica.</p>
<p>Cada vencedor deverá constituir uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) para executar o respectivo contrato.</p>
<p>Há exigência de garantia de proposta equivalente a 1% dos investimentos obrigatórios considerados no edital, descontada a subvenção pública. Essa garantia é distinta da garantia de execução contratual.</p>
<h2>R$ 3,9 bilhões em investimentos e R$ 18,84 bilhões em remuneração referencial</h2>
<p>Os valores representam parcelas diferentes da modelagem.</p>
<p>Os investimentos estimados ao longo dos 15 anos somam aproximadamente R$ 3,9 bilhões e abrangem frota e infraestrutura.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Lote</th>
<th>Investimento estimado</th>
</tr>
<tr>
<td>BRT1</td>
<td>R$ 1,317 bilhão</td>
</tr>
<tr>
<td>BRT2</td>
<td>R$ 1,042 bilhão</td>
</tr>
<tr>
<td>Norte</td>
<td>R$ 475,2 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Oeste</td>
<td>R$ 588,6 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Sul</td>
<td>R$ 480,1 milhões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A soma dos valores de remuneração referencial estabelecidos no edital, por sua vez, é de R$ 18.843.399.724, aproximadamente R$ 18,84 bilhões.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Lote</th>
<th>Remuneração referencial em 15 anos</th>
</tr>
<tr>
<td>BRT1</td>
<td>R$ 4.658.145.846</td>
</tr>
<tr>
<td>BRT2</td>
<td>R$ 3.588.227.311</td>
</tr>
<tr>
<td>Norte</td>
<td>R$ 3.186.465.560</td>
</tr>
<tr>
<td>Oeste</td>
<td>R$ 3.885.446.221</td>
</tr>
<tr>
<td>Sul</td>
<td>R$ 3.525.114.786</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Esses valores servem como referência para a disputa e não representam um pagamento integral no momento da contratação.</p>
<p>O edital adota 28 de fevereiro de 2026 como data-base, salvo previsão expressa diferente.</p>
<p>A modelagem também prevê subvenção municipal de aproximadamente R$ 893,6 milhões, destinada principalmente aos ônibus elétricos e à infraestrutura de recarga. Esse aporte integra o financiamento dos investimentos previstos.</p>
<h2>Frota: 250 elétricos e climatização gradual</h2>
<p>O projeto prevê 250 ônibus elétricos nos primeiros cinco anos, com 90 veículos no início da nova operação.</p>
<p>A composição anunciada é:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Tipo de ônibus elétrico</th>
<th>Quantidade</th>
</tr>
<tr>
<td>Biarticulado</td>
<td>141</td>
</tr>
<tr>
<td>Articulado</td>
<td>98</td>
</tr>
<tr>
<td>Padrón</td>
<td>7</td>
</tr>
<tr>
<td>Comum</td>
<td>4</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>250</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A concentração de veículos de grande capacidade busca ampliar a participação da eletrificação na oferta de lugares.</p>
<p>Também estão previstos 151 novos ônibus a diesel com tecnologia Euro 6 no início da operação.</p>
<p>Os novos veículos elétricos terão ar-condicionado, assim como os novos ônibus a diesel adquiridos durante o contrato. A previsão municipal é atingir metade da frota climatizada em 2031 e a totalidade em até 12 anos.</p>
<p>Assim, a renovação será gradual: o início da concessão não significa que todos os veículos serão imediatamente elétricos ou climatizados.</p>
<h2>Integração fora dos terminais e novas ligações</h2>
<p>Uma das principais mudanças previstas é a ampliação da integração temporal para todas as linhas, mediante utilização do cartão-transporte da Urbs.</p>
<p>O passageiro poderá realizar conexões em pontos comuns, dentro de um intervalo previamente definido, sem necessariamente passar por terminal ou estação-tubo e sem pagar outra passagem na conexão autorizada.</p>
<p>As condições de utilização dependerão das regras operacionais implantadas.</p>
<p>O projeto também prevê quatro linhas conectoras:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Ligação prevista</th>
</tr>
<tr>
<td>Terminal Tatuquara – Terminal Carmo</td>
</tr>
<tr>
<td>Terminal Pinheirinho – Terminal Centenário</td>
</tr>
<tr>
<td>Terminal Portão – Terminal Capão da Imbuia</td>
</tr>
<tr>
<td>Terminal Santa Felicidade – Terminal Bairro Alto</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outra previsão é o retorno da Circular Centro com ônibus elétricos.</p>
<p>Há ainda um programa experimental de transporte por demanda, com nove micro-ônibus ou midi-ônibus e duração de 12 meses. A proposta é avaliar agendamento por aplicativo e rotas ajustadas à procura. Trata-se de um teste, cujo resultado deverá orientar decisões posteriores.</p>
<h2>Remuneração ligada à oferta e à qualidade</h2>
<p>A remuneração das empresas será calculada considerando fatores como quilometragem, horas de operação, frota disponibilizada, infraestrutura e investimentos.</p>
<p>O valor também será influenciado pelo desconto oferecido na licitação e pelo desempenho da concessionária.</p>
<p>A gestão da bilhetagem permanecerá pública, com arrecadação direcionada ao Fundo de Urbanização de Curitiba (FUC).</p>
<p>O modelo inclui subsídio tarifário para complementar o custeio. Em esclarecimento publicado em outubro, a Urbs informou que referências a possíveis recursos estaduais ou federais não condicionam o direito da concessionária à remuneração contratualmente devida.</p>
<p>Também está prevista garantia pública apoiada em recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Sua constituição é uma condição para emissão da ordem de início.</p>
<h2>Avaliação dos passageiros poderá afetar o pagamento</h2>
<p>O sistema de qualidade considera indicadores relacionados à frota, operação e experiência dos usuários.</p>
<p>Entre os critérios estão reclamações, satisfação, sinistros, confiabilidade, cumprimento das viagens, pontualidade e utilização do tipo correto de ônibus. Nos lotes estruturais, também será avaliada a infraestrutura delegada.</p>
<p>Os resultados formarão o Índice de Desempenho Global (IDG), com nota de zero a dez. Desempenho insuficiente poderá provocar redução de até 3% da remuneração mensal.</p>
<p>O Boletim de Esclarecimento nº 6 confirma um período inicial de três meses de teste dos indicadores sem efeitos na remuneração. Também prevê manifestação da concessionária antes do resultado final.</p>
<p>É nesse conjunto de regras que o TCE-PR recomendou mais clareza sobre divulgação, periodicidade, responsáveis e acesso público aos resultados.</p>
<h2>Reajustes e revisões têm funções diferentes</h2>
<p>O modelo prevê reajustes anuais e revisões ordinárias trienais.</p>
<p>O reajuste atualiza componentes da remuneração conforme as fórmulas e os índices previstos contratualmente.</p>
<p>A revisão ordinária reavalia parâmetros técnicos, preços, indicadores e metas. É nesse procedimento que o TCE-PR recomendou critérios explícitos de compartilhamento dos ganhos de eficiência.</p>
<p>Também há revisão extraordinária para situações previstas nos contratos e na matriz de riscos, com análise da responsabilidade pelo evento e de seu impacto econômico.</p>
<p>A existência desses mecanismos não significa que todo aumento de custo será repassado diretamente ao passageiro. Eles tratam da relação contratual entre poder concedente e operador; a tarifa pública permanece submetida à política municipal.</p>
<h2>Disputa judicial e estudos sobre os contratos atuais</h2>
<p>Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, os contratos atuais começaram em 2010, após licitação realizada em 2009. Tinham duração original de 15 anos e foram prorrogados em 2025 até 31 de dezembro de 2026.</p>
<p>As atuais operadoras defendem a análise de uma alternativa à nova concorrência: renegociação dos contratos, com investimentos e apuração de eventual desequilíbrio econômico-financeiro.</p>
<p>Estudos da Fipecafi foram organizados para examinar o possível passivo, o plano de negócios das empresas e a vantagem comparativa das alternativas.</p>
<p>Um valor potencial de R$ 584,5 milhões entrou no debate. A Urbs contesta que o montante represente dívida já reconhecida e sustenta que depende de comprovação.</p>
<p>Em junho, o TJ-PR impediu temporariamente a publicação do edital. Em julho, o STJ afastou o bloqueio fixo de 180 dias, mantendo a determinação de retomada dos estudos e sua compatibilização com a licitação.</p>
<p>Após nova análise estadual, o edital foi publicado em agosto. Em setembro, a concorrência e os estudos seguiram em paralelo.</p>
<h2>Transição: leilão, assinatura e início são etapas distintas</h2>
<p>A realização do leilão não significa entrada imediata das novas concessionárias.</p>
<p>Depois da disputa, haverá habilitação, recursos, homologação, cumprimento das condições contratuais e preparação operacional.</p>
<p>O Boletim de Esclarecimento nº 5 registra questionamentos sobre a compatibilidade entre o calendário da licitação e os prazos de transição.</p>
<p>Na resposta, a Urbs reafirmou que a minuta prevê termo final ordinário em 31 de dezembro de 2026, com possibilidade de prorrogação até 28 de agosto de 2027 mediante autorização do poder concedente. O documento também reconhece a hipótese de a data de início ocorrer depois do termo ordinário.</p>
<p>Esse ponto exige acompanhamento porque o leilão está marcado para o fim de novembro. As datas efetivas de assinatura e assunção dependerão do andamento do processo e da preparação dos serviços.</p>
<h2>Linha do tempo da futura concessão</h2>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Data ou período</th>
<th>Marco</th>
</tr>
<tr>
<td>2009</td>
<td>Licitação que deu origem aos contratos atuais.</td>
</tr>
<tr>
<td>Setembro de 2010</td>
<td>Início das concessões municipais com prazo original de 15 anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Outubro de 2023</td>
<td>Contratação do BNDES para estruturar o novo modelo.</td>
</tr>
<tr>
<td>Maio de 2025 a junho de 2026</td>
<td>Auditoria do TCE-PR sobre a futura concessão.</td>
</tr>
<tr>
<td>Agosto de 2025</td>
<td>Prorrogação dos contratos atuais até 31 de dezembro de 2026.</td>
</tr>
<tr>
<td>19 de setembro a 17 de novembro de 2025</td>
<td>Consulta pública da modelagem.</td>
</tr>
<tr>
<td>1º e 15 de outubro de 2025</td>
<td>Audiências públicas.</td>
</tr>
<tr>
<td>8 de abril de 2026</td>
<td>Prefeitura anuncia edital para 27 de abril e leilão até julho.</td>
</tr>
<tr>
<td>24 de abril de 2026</td>
<td>Município informa que o edital dependeria de ajustes finais.</td>
</tr>
<tr>
<td>25 de junho de 2026</td>
<td>TJ-PR estabelece bloqueio temporário à concorrência e determina retomada dos estudos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Julho de 2026</td>
<td>STJ afasta o bloqueio fixo de 180 dias e mantém a exigência dos estudos.</td>
</tr>
<tr>
<td>19 de agosto de 2026</td>
<td>Publicação do edital FUC nº 001/2026.</td>
</tr>
<tr>
<td>1º de setembro de 2026</td>
<td>Nova discussão no TJ-PR mantém o prosseguimento da concorrência em paralelo aos estudos.</td>
</tr>
<tr>
<td>24 de setembro de 2026</td>
<td>Apresentação do projeto a investidores e encerramento da sessão do TCE-PR que homologou as recomendações.</td>
</tr>
<tr>
<td>2 de outubro de 2026</td>
<td>Publicação dos boletins de esclarecimento nº 4 a 7.</td>
</tr>
<tr>
<td>5 de outubro de 2026</td>
<td>Publicação do Acórdão nº 2437/2026 no Diário Eletrônico do TCE-PR.</td>
</tr>
<tr>
<td>7 de outubro de 2026</td>
<td>Divulgação das recomendações pelo tribunal.</td>
</tr>
<tr>
<td>12 de novembro de 2026</td>
<td>Prazo previsto para esclarecimentos e impugnações.</td>
</tr>
<tr>
<td>16 de novembro de 2026</td>
<td>Data prevista para respostas e conclusão das visitas técnicas.</td>
</tr>
<tr>
<td>17 de novembro de 2026</td>
<td>Entrega dos envelopes na B3, das 10h às 12h.</td>
</tr>
<tr>
<td>26 de novembro de 2026</td>
<td>Leilão na B3, a partir das 10h.</td>
</tr>
<tr>
<td>Após a contratação e preparação operacional</td>
<td>Assunção dos serviços pelas novas concessionárias.</td>
</tr>
<tr>
<td>Primeiros cinco anos da operação</td>
<td>Incorporação prevista dos 250 ônibus elétricos.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As etapas futuras correspondem ao calendário divulgado e podem ser alteradas por atos administrativos ou decisões judiciais.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
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  </item>
  <item>
    <title>Inova Turismo obtém anulação de seis processos de multas da ANTT após Justiça apontar obstáculos à defesa em São Paulo</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 22:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sentença assinada nesta quinta-feira (8) identifica dificuldades de acesso aos documentos das autuações; caso pode fundamentar contestações semelhantes, mas seus efeitos se limitam aos procedimentos julgados e ainda cabe recurso ADAMO BAZANI Colabrou Yuri Sena A Justiça Federal em São Paulo declarou nulos seis processos administrativos da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) relacionados a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="927" height="629" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/inova-turismp.jpg?fit=927%2C629&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/inova-turismp.jpg?w=927&amp;ssl=1 927w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/inova-turismp.jpg?resize=300%2C204&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/inova-turismp.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/inova-turismp.jpg?resize=768%2C521&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/inova-turismp.jpg?resize=400%2C271&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 927px) 100vw, 927px" /> <p><em>Sentença assinada nesta quinta-feira (8) identifica dificuldades de acesso aos documentos das autuações; caso pode fundamentar contestações semelhantes, mas seus efeitos se limitam aos procedimentos julgados e ainda cabe recurso</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p><strong><em>Colabrou Yuri Sena</em></strong></p>
<p>A Justiça Federal em São Paulo declarou nulos seis processos administrativos da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) relacionados a multas contra a Inova Turismo Ltda. Na sentença assinada nesta quinta-feira, 8 de outubro de 2026, a juíza federal Rosana Ferri, da 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, concluiu que a empresa enfrentou obstáculos para acessar os documentos das autuações, comprometendo o exercício do direito de defesa.</p>
<p>A decisão pode servir de fundamento para outras transportadoras que comprovem dificuldades semelhantes, mas não cancela multas de todo o setor nem autoriza novas linhas ou viagens. Para os passageiros, as repercussões são indiretas: envolvem a segurança jurídica das operações e a necessidade de uma fiscalização capaz de sustentar suas punições com documentos acessíveis e procedimentos regulares. Trata-se de sentença de primeira instância, ainda sujeita a recurso.</p>
<p>A empresa pediu a declaração de nulidade dos autos de infração e da cobrança das multas, sustentando que não conseguia conhecer os fatos que motivaram as penalidades. Segundo o relato reproduzido na sentença, os seis processos administrativos estavam com acesso restrito.</p>
<p>O pedido de antecipação de tutela — uma decisão provisória antes do julgamento do mérito — havia sido negado. Ao final da análise, entretanto, a magistrada acolheu o pedido da transportadora.</p>
<h2>Justiça identificou obstáculos mesmo após pedido de acesso à ANTT</h2>
<p>A sentença relata que, em 18 de fevereiro de 2026, a empresa consultou o sistema de multas da ANTT, o SIFAMA, e encontrou quatro multas classificadas como impeditivas. A ação, contudo, abrange seis processos administrativos, todos expressamente anulados no dispositivo da decisão.</p>
<p>Ao tentar consultar os documentos que explicariam as autuações, a Inova afirmou que não conseguiu acesso. A empresa então apresentou requerimento à agência solicitando o conteúdo dos procedimentos.</p>
<p>Segundo a magistrada, a resposta da ANTT indicou um endereço eletrônico que encaminhava a transportadora novamente ao sistema, sem solucionar o problema.</p>
<p>As capturas de tela apresentadas pela autora mostraram uma sequência de links, cadastros, confirmações, redirecionamentos, pesquisas e redefinição de senha. Na avaliação judicial, esse percurso não resultou no acesso pretendido aos documentos.</p>
<p>A juíza também destacou que a ANTT poderia ter apresentado cópias dos processos administrativos na própria ação judicial. Isso permitiria verificar as notificações e o respeito às garantias de defesa.</p>
<p>Com os elementos apresentados, segundo a sentença, não foi possível demonstrar sequer a notificação da empresa sobre as multas questionadas.</p>
<h2>ANTT sustentou validade das autuações e das notificações eletrônicas</h2>
<p>Em sua defesa, a ANTT afirmou que a transportadora havia recebido orientações detalhadas para consultar os processos e que não existiam indícios de que tivesse seguido os procedimentos informados.</p>
<p>A agência sustentou ainda que a notificação não precisa ser entregue pessoalmente durante a fiscalização. Poderia ocorrer posteriormente, por correspondência ou por meio eletrônico, observadas as condições aplicáveis.</p>
<p>Também argumentou que caberia à empresa provar os fatos que fundamentavam o pedido de anulação e que os autos de infração possuem presunção de veracidade.</p>
<p>A magistrada, porém, considerou que a documentação apresentada pela Inova comprovava o requerimento de acesso e as dificuldades encontradas.</p>
<p>O fundamento da sentença é a impossibilidade de exercício adequado da defesa diante dos obstáculos documentais. A decisão não estabelece uma proibição geral de notificações eletrônicas pela ANTT.</p>
<h2>Autuação precisa explicar concretamente a infração</h2>
<p>A sentença também trata da necessidade de descrição clara dos fatos que motivam uma punição.</p>
<p>O artigo 29 do regulamento aprovado pela Resolução ANTT nº 5.083/2016 exige informações como identificação do infrator, relato circunstanciado da infração, dispositivo infringido, penalidade prevista, prazo de defesa, local, data, hora e identificação do responsável pela autuação.</p>
<p>Na prática, a empresa precisa conhecer qual comportamento foi atribuído a ela para apresentar documentos, contestar a fiscalização e produzir provas.</p>
<p>A magistrada explicou que uma autuação com termos vagos ou genéricos, limitada à indicação de um artigo sem individualizar a conduta, pode comprometer a defesa.</p>
<p>A própria regulamentação da agência prevê consulta aos processos por sistema eletrônico apropriado ou acesso aos documentos não digitalizados. A Lei nº 9.784/1999, que disciplina o processo administrativo federal, também assegura aos interessados acesso aos autos e obtenção de cópias, respeitadas as hipóteses de sigilo.</p>
<p>O processo judicial tem valor da causa de R$ 43.879,99. A sentença não apresenta uma tabela com o valor individual de cada uma das seis multas, motivo pelo qual esse montante não deve ser automaticamente tratado como a soma das penalidades anuladas.</p>
<p>A ANTT foi condenada a pagar honorários aos advogados da autora, fixados em 10% sobre o valor da causa.</p>
<p>A ação tramita sob o número 5008759-65.2026.4.03.6100. O dispositivo declara nulos os seis processos administrativos indicados pela transportadora.</p>
<p>O documento não contém informação sobre trânsito em julgado, expressão utilizada quando a decisão já não admite recursos. Também não comprova que os registros das penalidades tenham sido retirados dos sistemas da ANTT.</p>
<h2>Caso Gadotti também envolveu questionamentos ao direito de defesa</h2>
<p>Há outros episódios no transporte de passageiros em que a Justiça examinou a forma como a ANTT conduziu procedimentos administrativos.</p>
<p>Em reportagem publicada em 18 de junho de 2026, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> mostrou uma liminar da 2ª Vara Federal de Blumenau (SC) que suspendeu os efeitos da cassação de autorizações de linhas da Auto Viação Gadotti.</p>
<p>Naquele caso, o juiz federal Vitor Hugo Anderle apontou indícios de que a decisão administrativa havia sido tomada antes do encerramento do prazo concedido à empresa para manifestação e sem análise da documentação apresentada.</p>
<p>A medida tinha repercussão operacional sobre ligações entre Santa Catarina e São Paulo, como Blumenau–São Paulo, Gaspar–Guarulhos e Pomerode–São Bernardo do Campo.</p>
<p>A proximidade com o caso Inova está na discussão sobre o direito de defesa. Os objetos são diferentes: a Gadotti questionava cassações de autorizações de serviço regular; a Inova obteve sentença de anulação de seis processos relacionados a multas.</p>
<p>A decisão da Gadotti citada na reportagem de junho era provisória. Esse histórico não deve ser confundido com confirmação de seu resultado definitivo.</p>
<h2>A própria Inova já questionou retenção de ônibus</h2>
<p>Em outro processo, noticiado pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 26 de janeiro de 2026, a Inova Turismo obteve sentença da 4ª Vara Federal de Campo Grande (MS) contra a exigência de pagamento de despesas como condição para liberação de um ônibus apreendido.</p>
<p>A decisão havia sido proferida em 20 de janeiro pelo juiz federal substituto Guilherme Vicente Lopes Leites e tratava de um veículo retido desde janeiro de 2025.</p>
<p>Naquele julgamento, o objeto era a possibilidade de condicionar a devolução do ônibus ao pagamento de multas e despesas administrativas. No caso decidido agora em São Paulo, a discussão é o acesso aos processos e a possibilidade de defesa contra as penalidades.</p>
<p>São exemplos de controle judicial de aspectos distintos da atuação administrativa, sem equivalência automática entre seus fundamentos.</p>
<h2>O que pode mudar para os passageiros</h2>
<p>A sentença desta quinta-feira não determina redução de preços, devolução de passagens, indenização a usuários ou criação de serviços.</p>
<p>Uma possível repercussão operacional depende de saber quais consequências concretas os processos anulados produziam sobre a empresa. Embora a sentença mencione multas classificadas como impeditivas no sistema, ela não identifica viagens interrompidas, linhas suspensas ou passageiros afetados.</p>
<p>Por isso, não há base para anunciar retomada de serviços decorrente desse julgamento.</p>
<p>A repercussão mais ampla para o usuário está na qualidade da fiscalização. Processos bem instruídos, com descrição das infrações e oportunidade efetiva de defesa, dão sustentação às punições e reduzem o risco de anulação por falhas administrativas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a anulação por obstáculos à defesa não comprova que as viagens fiscalizadas cumpriam todas as exigências. A regularidade operacional e a validade do procedimento de punição são questões que precisam ser examinadas com suas respectivas provas.</p>
<h2>Como a decisão pode repercutir no mercado de ônibus</h2>
<p>Para outras empresas, o caso oferece um argumento que pode ser apresentado em contestações administrativas ou judiciais: disponibilizar um caminho eletrônico não resolve o problema quando o acesso efetivo aos documentos permanece inviabilizado.</p>
<p>Isso não significa que qualquer dificuldade com senha ou cadastro seja suficiente para cancelar uma multa. No caso da Inova, a magistrada considerou o requerimento de acesso, as capturas de tela e a ausência de apresentação dos procedimentos pela ANTT durante a ação.</p>
<p>Transportadoras em situação semelhante precisariam demonstrar os obstáculos encontrados e sua repercussão sobre a defesa. A sentença não possui alcance automático sobre processos de outras empresas.</p>
<p>A fundamentação também pode ser invocada em discussões com órgãos estaduais e municipais, por envolver garantias de defesa. Entretanto, cada caso depende das normas aplicáveis, dos documentos e da apreciação da autoridade ou do juízo competente.</p>
<p>Para a ANTT, o julgamento evidencia a importância de assegurar acesso funcional aos autos e de apresentar os elementos que sustentam as sanções quando sua validade é questionada.</p>
<p>Em entrevista publicada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 23 de junho de 2026, o advogado especializado em regulação Ilo Löbel da Luz avaliou que decisões dessa natureza delimitam o exercício do poder regulatório e exigem respeito ao devido processo legal, sem afastar a competência técnica e fiscalizatória da agência.</p>
<p>Esse posicionamento foi dado sobre os casos discutidos naquela ocasião, e não sobre a sentença da Inova assinada nesta quinta-feira.</p>
<h2>Sentença ainda pode ser revista pelo TRF-3</h2>
<p>A ANTT pode recorrer ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Pela regra geral do Código de Processo Civil, a apelação tem efeito suspensivo, observadas as exceções legais.</p>
<p>Como o documento registra que a tutela antecipada foi negada e não contém ordem expressa de baixa imediata das multas no sistema, a sentença não permite afirmar que todos os efeitos administrativos já foram removidos.</p>
<p>O alcance concreto confirmado é a declaração judicial de nulidade dos seis processos. A execução desse resultado e sua eventual revisão dependerão dos próximos atos processuais.</p>
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<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Vale do Aço (MG): homologada contratação de R$ 3,8 milhões da Codemge para Plano de Mobilidade regional</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/vale-do-aco-mg-homologada-contratacao-de-r-38-milhoes-da-codemge-para-plano-de-mobilidade-regional/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 21:00:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estudos de engenharia e planejamento urbano vão subsidiar decisões sobre deslocamentos entre cidades; histórico inclui pesquisa Origem-Destino e diretrizes para integração do transporte coletivo ADAMO BAZANI A Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Vale do Aço homologou uma contratação de R$ 3,8 milhões da Codemge para elaborar o Plano de Mobilidade regional. O trabalho [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="784" height="533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vaedoaco.jpg?fit=784%2C533&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vaedoaco.jpg?w=784&amp;ssl=1 784w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vaedoaco.jpg?resize=300%2C204&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vaedoaco.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vaedoaco.jpg?resize=768%2C522&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/vaedoaco.jpg?resize=400%2C272&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 784px) 100vw, 784px" /> <p><em>Estudos de engenharia e planejamento urbano vão subsidiar decisões sobre deslocamentos entre cidades; histórico inclui pesquisa Origem-Destino e diretrizes para integração do transporte coletivo</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Vale do Aço homologou uma contratação de R$ 3,8 milhões da Codemge para elaborar o Plano de Mobilidade regional. O trabalho deverá fornecer base técnica para planejar os deslocamentos entre cidades que compartilham viagens diárias para trabalho, estudo, atendimento de saúde e outros serviços, com reflexos na organização do transporte coletivo e dos investimentos em infraestrutura.</p>
<p>O ato foi publicado nesta terça-feira, 6 de outubro de 2026, no Diário Oficial de Minas Gerais. A contratação reúne serviços especializados de engenharia consultiva e planejamento urbano e se insere em uma agenda que já conta com pesquisa de deslocamentos e um plano diretor metropolitano. A região reúne Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e Santana do Paraíso, com relações de transporte que também alcançam municípios do Colar Metropolitano.</p>
<h2>Agência regional homologa contratação direta de estudos da Codemge</h2>
<p>A homologação é datada de 2 de outubro e foi assinada pela diretora-geral da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Vale do Aço, Christie Garcia Martins.</p>
<p>O objeto publicado é a prestação de serviços técnicos especializados de engenharia consultiva e planejamento urbano para elaborar o Plano de Mobilidade da Região Metropolitana do Vale do Aço, identificado como Planmob-RMVA.</p>
<p>A modalidade informada é dispensa de licitação. A Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais, a Codemge, aparece como fornecedora, inscrita no CNPJ 29.768.219/0001-17, pelo valor total de R$ 3.800.000,00.</p>
<p>A homologação formaliza a aprovação administrativa do procedimento de contratação. O extrato informa o objeto, a fornecedora e o valor; o detalhamento dos produtos, dos prazos e das condições de execução depende do instrumento contratual e de seus anexos.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Informação</th>
<th>Detalhe</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Órgão responsável</td>
<td>Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Vale do Aço</td>
</tr>
<tr>
<td>Fornecedora</td>
<td>Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais — Codemge</td>
</tr>
<tr>
<td>Valor homologado</td>
<td>R$ 3.800.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Modalidade publicada</td>
<td>Dispensa de licitação</td>
</tr>
<tr>
<td>Objeto</td>
<td>Engenharia consultiva e planejamento urbano para o Planmob-RMVA</td>
</tr>
<tr>
<td>Data da homologação</td>
<td>2 de outubro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Publicação</td>
<td>6 de outubro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Identificação para consulta documental</td>
<td>Processo 2461022 000021/2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h2>Plano metropolitano precisa considerar viagens que atravessam limites municipais</h2>
<p>O desafio regional decorre do fato de os deslocamentos cotidianos ultrapassarem o território de cada prefeitura. Uma pessoa pode morar em uma cidade, trabalhar em outra e utilizar serviços de saúde ou educação em uma terceira.</p>
<p>O planejamento metropolitano permite avaliar essa circulação como uma rede. A perspectiva é diferente da análise restrita às ruas e linhas de um único município: considera as conexões entre cidades, os pontos de transferência e as relações entre transporte e ocupação urbana.</p>
<p>Para o passageiro, essas decisões podem se refletir no acesso às linhas, nas conexões e no tempo total de viagem. A realização de estudos, porém, é uma etapa de preparação: a implantação das soluções depende das decisões dos gestores, da regulamentação dos serviços e dos recursos necessários.</p>
<p>Em abril de 2026, o anúncio da elaboração do plano indicava investimento de aproximadamente R$ 4 milhões. O valor exato da contratação agora homologada é de R$ 3,8 milhões.</p>
<h2>Engenharia consultiva transforma dados de deslocamento em diagnóstico e alternativas para o transporte</h2>
<p>A engenharia consultiva reúne atividades técnicas que apoiam o planejamento e a tomada de decisões. Em mobilidade, o trabalho relaciona informações de demanda, características da rede e condições da infraestrutura para avaliar problemas e alternativas.</p>
<p>Um diagnóstico de transporte pode examinar, por exemplo, onde se concentram viagens e transferências, quais ligações têm maior demanda e como a ocupação urbana se relaciona com a oferta de serviços. A comparação de alternativas permite avaliar consequências antes de escolher uma intervenção.</p>
<p>O planejamento urbano complementa essa análise ao considerar localização de moradias, empregos, escolas, serviços públicos e áreas em expansão. Uma nova centralidade pode aumentar a demanda em um eixo; uma ocupação distante dos serviços pode tornar as viagens mais longas.</p>
<p>Esses são exemplos do papel técnico de um plano de mobilidade. A definição dos estudos e entregas exigidos da Codemge será aquela estabelecida na documentação da contratação.</p>
<h2>Pesquisa Origem-Destino foi contratada para compreender a circulação regional antes de discutir a integração dos ônibus</h2>
<p>O histórico de preparação inclui a primeira Pesquisa Origem-Destino do Vale do Aço, contratada pela agência regional em dezembro de 2022.</p>
<p>Uma pesquisa desse tipo identifica de onde partem as viagens e para onde se dirigem. As matrizes Origem-Destino organizam os fluxos entre áreas e ajudam a compreender padrões de circulação ao longo do dia.</p>
<p>A contratação anunciada pelo Governo de Minas utilizava dados de operadoras de telefonia móvel. A metodologia previa tratamento das informações conforme a Lei Geral de Proteção de Dados e comparação de períodos de referência de 2019 e 2022.</p>
<p>À época, a agência informou que o diagnóstico havia sido pactuado com os prefeitos durante discussão sobre a integração dos sistemas municipais e do transporte intermunicipal gerido pelo Estado.</p>
<p>O anúncio do plano em abril de 2026 relacionava sua elaboração à base de dados de deslocamentos entre 28 municípios da região metropolitana e do Colar Metropolitano. A pesquisa fornece uma referência territorial mais ampla que os quatro municípios do núcleo regional.</p>
<h2>Plano diretor aprovado em 2024 estabelece integração operacional, tarifária e de gestão</h2>
<p>O Vale do Aço já possui um Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado, o PDDI, instituído pela Lei Complementar estadual 178, de 19 de dezembro de 2024.</p>
<p>Esse instrumento reúne políticas de desenvolvimento institucional, urbano, ambiental, econômico e social. Na mobilidade, estabelece diretrizes para integrar modos de transporte e melhorar a circulação de pessoas e cargas.</p>
<p>Entre os objetivos estão a implantação de um sistema integrado de transporte público, com eficiência regulatória, operacional e tarifária; o estímulo aos deslocamentos não motorizados; a organização da rede cicloviária; e a articulação do território por uma rede viária eficiente.</p>
<p>A integração envolve decisões distintas. A dimensão operacional trata de como os serviços se conectam. A tarifária trata das regras de cobrança e transferência. A regulatória envolve competências, contratos e acompanhamento do sistema. Essas dimensões precisam ser coordenadas para que a conexão prevista no planejamento funcione para o usuário.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Instrumento</th>
<th>Papel no planejamento</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Pesquisa Origem-Destino</td>
<td>Caracterizar os fluxos de deslocamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Plano diretor metropolitano</td>
<td>Estabelecer diretrizes de desenvolvimento e integração territorial</td>
</tr>
<tr>
<td>Plano de Mobilidade regional</td>
<td>Desenvolver o planejamento específico dos deslocamentos</td>
</tr>
<tr>
<td>Projetos de infraestrutura</td>
<td>Detalhar as intervenções escolhidas para execução</td>
</tr>
<tr>
<td>Gestão e contratos dos serviços</td>
<td>Organizar responsabilidades e condições de operação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A relação entre esses instrumentos é importante: os dados ajudam a compreender a demanda, o planejamento orienta as escolhas e os projetos detalham o que será implantado.</p>
<h2>Quem é a Codemge e qual sua atuação em projetos de mobilidade</h2>
<p>A Codemge é uma empresa estatal integrante da administração indireta de Minas Gerais, organizada como sociedade por ações e controlada pelo Estado. Em 2018, assumiu atividades da Codemig após uma cisão parcial.</p>
<p>Além de outras frentes de desenvolvimento, atua na estruturação de projetos, concessões e parcerias público-privadas. Nesses trabalhos, a modelagem técnica e econômica fornece subsídios para definir como um empreendimento poderá ser contratado e executado.</p>
<p>Na contratação homologada para o Vale do Aço, sua função publicada é elaborar o plano regional por meio dos serviços de engenharia consultiva e planejamento urbano.</p>
<h2>Projetos de terminais em Ipatinga fazem parte da agenda local e precisam conversar com o planejamento regional</h2>
<p>A Codemge também participa de iniciativas próprias de mobilidade em Ipatinga.</p>
<p>Em março de 2026, anunciou parceria com o município no âmbito do programa Cidade Parceira. A agenda incluía uma declaração conjunta para modelagem da nova rodoviária e a estruturação de concessão de três terminais de integração: Cidade Nobre, Bethânia e Centro.</p>
<p>Os estudos dos terminais foram apresentados como preparação para implantação, operação e manutenção dessas estruturas, com reorganização do transporte coletivo e melhoria das conexões.</p>
<p>Essa frente possui objeto próprio. Sua relação com o plano metropolitano está na necessidade de compatibilizar a infraestrutura local com os fluxos entre municípios.</p>
<p>A discussão municipal também continua. Em setembro, a Câmara de Ipatinga recebeu representantes do Conselho Municipal da Cidade para debater o projeto de lei da mobilidade urbana em tramitação. O episódio demonstra a existência de decisões locais que precisam dialogar com a escala regional.</p>
<h2>Da homologação à implantação, os estudos devem orientar decisões sobre a rede e os investimentos</h2>
<p>O resultado prático esperado do planejamento é oferecer informações e alternativas para que Estado, municípios e instâncias metropolitanas escolham prioridades de mobilidade.</p>
<p>Para o transporte coletivo, essa coordenação é relevante porque uma alteração de rede ou a criação de um terminal pode mudar fluxos de passageiros em cidades vizinhas. A análise conjunta ajuda a avaliar essas relações antes da implantação.</p>
<p>A publicação de outubro formaliza a aprovação da contratação de R$ 3,8 milhões para essa etapa técnica. O acompanhamento dos produtos e das decisões decorrentes do plano permitirá verificar quais propostas serão adotadas e como serão incorporadas à organização dos serviços e aos investimentos regionais.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Santa Cruz recebe autorização para Campinas–Pinhal e Transpen tem suspensão de Buri–Sorocaba aprovada por 180 dias em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/santa-cruz-recebe-autorizacao-para-campinas-pinhal-e-transpen-tem-suspensao-de-buri-sorocaba-aprovada-por-180-dias-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 20:30:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Artesp também abre prazo para manifestações sobre mudanças da Santa Cruz nas linhas São Paulo–Mococa e São Paulo–Tapiratiba; empresa solicita viagens semidiretas e alterações de horários e de tempo de percurso ADAMO BAZANI A Artesp autorizou a Santa Cruz a operar a ligação entre Campinas e Espírito Santo do Pinhal conforme a programação aprovada e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="795" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/stacruz.jpg?fit=1024%2C795&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/stacruz.jpg?w=3689&amp;ssl=1 3689w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/stacruz.jpg?resize=300%2C233&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/stacruz.jpg?resize=1024%2C795&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/stacruz.jpg?resize=150%2C116&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/stacruz.jpg?resize=768%2C596&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/stacruz.jpg?resize=1536%2C1192&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/stacruz.jpg?resize=2048%2C1589&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/stacruz.jpg?resize=400%2C310&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/stacruz.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Artesp também abre prazo para manifestações sobre mudanças da Santa Cruz nas linhas São Paulo–Mococa e São Paulo–Tapiratiba; empresa solicita viagens semidiretas e alterações de horários e de tempo de percurso</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Artesp autorizou a Santa Cruz a operar a ligação entre Campinas e Espírito Santo do Pinhal conforme a programação aprovada e permitiu à Transpen suspender por 180 dias a linha entre Buri e Sorocaba. As decisões foram publicadas no Diário Oficial do Estado de São Paulo, atendendo a pedidos das empresas.</p>
<p>Na mesma edição, a agência abriu prazo de sete dias para consulta aos documentos e apresentação de manifestações sobre mudanças solicitadas pela Santa Cruz nas ligações de São Paulo com Mococa e Tapiratiba. Comunicados da própria transportadora detalham que os pedidos envolvem tempo de percurso, horários e, no caso de Mococa, viagens semidiretas. Essas duas alterações ainda estão em análise.</p>
<p>Os quatro atos estão na página 76 do Caderno Executivo, Atos Normativos, e tratam de serviços rodoviários intermunicipais de passageiros.</p>
<h2>Santa Cruz deve operar Campinas–Pinhal conforme as tabelas aprovadas para dois itinerários</h2>
<p>A autorização para Campinas–Espírito Santo do Pinhal é em caráter efetivo e abrange os itinerários A e B, conforme as respectivas tabelas de horários e distâncias aprovadas pela Artesp. O despacho determina que a empresa inicie a operação após a publicação.</p>
<p>Trata-se de uma alteração operacional de uma ligação já existente. Em 16 de outubro de 2023, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou outra autorização em caráter efetivo para essa mesma linha, identificada pelo procedimento 8079/DER/77.</p>
<p>No site oficial da Santa Cruz, um comunicado de janeiro de 2026 informa que a empresa havia solicitado a implantação de uma seção na Unicamp e alterações de horários nessa ligação. Uma seção corresponde a um trecho atendido dentro da linha, permitindo deslocamentos entre pontos intermediários.</p>
<p>O extrato publicado nesta quarta-feira, porém, não reproduz as tabelas aprovadas nem descreve a diferença entre os dois itinerários. Por isso, não permite confirmar os horários de atendimento à universidade ou afirmar que todas as condições daquele pedido anterior foram acolhidas.</p>
<p>As tabelas são identificadas pelos documentos SEI 0101127639, para o itinerário A, e 0101127775, para o B. O processo atual é o 134.00035353/2024-45.</p>
<h2>Transpen obtém suspensão temporária de Buri–Sorocaba a partir de 7 de outubro</h2>
<p>A Artesp deferiu o pedido da Transpen e autorizou a paralisação temporária da linha rodoviária entre Buri e Sorocaba por 180 dias, contados da publicação desta quarta-feira.</p>
<p>A medida permite interromper a operação durante esse período. O ato não extingue a linha e não estabelece uma data confirmada de retomada das viagens.</p>
<p>O despacho também não apresenta a justificativa da empresa nem informa a designação de outra operadora para atender aos passageiros durante a suspensão. Esses pontos são relevantes para quem depende da ligação e não podem ser esclarecidos apenas pelo extrato publicado.</p>
<p>A linha já havia recebido autorização para operação em caráter efetivo em janeiro de 2024, conforme reportagem do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> publicada no dia 26 daquele mês. A decisão atual está vinculada ao mesmo procedimento, 7646/DER/75, no processo 134.00029697/2024-15.</p>
<h2>Santa Cruz pede viagens semidiretas em alguns horários da ligação São Paulo–Mococa</h2>
<p>Para São Paulo–Mococa, a Artesp abriu prazo de sete dias para consulta e manifestações sobre o pedido de alteração da tabela de horários e distâncias do itinerário A.</p>
<p>Em comunicado datado de outubro de 2026, a Santa Cruz informa que solicitou alterações no tempo de percurso e a implantação de viagens semidiretas em alguns horários.</p>
<p>Viagens semidiretas têm atendimento mais restrito a pontos intermediários em comparação com serviços que fazem todas as paradas previstas. O comunicado não enumera quais paradas seriam atendidas ou suprimidas, nem identifica os horários envolvidos.</p>
<p>A abertura de prazo permite que interessados conheçam a proposta e apresentem manifestações antes da decisão da agência. Portanto, a publicação de hoje não autoriza a execução dessas mudanças.</p>
<p>O pedido consta do processo 134.00020218/2024-03, relativo ao procedimento 4319/DER/62. A tabela submetida à análise é o documento SEI 0078450767.</p>
<h2>Pedido para São Paulo–Tapiratiba envolve tempo de percurso e reorganização de horários</h2>
<p>Na ligação São Paulo–Tapiratiba, o prazo para consulta e manifestações também é de sete dias e se refere à tabela de horários e distâncias do itinerário A.</p>
<p>O comunicado oficial da Santa Cruz, também de outubro de 2026, informa que o pedido envolve tempo de percurso e estabelecimento, cancelamento, alteração, remanejamento ou transformação de horários.</p>
<p>A empresa não apresenta, nesse aviso, uma comparação entre a programação atual e a proposta. Assim, ainda não é possível identificar quais partidas seriam modificadas ou quantificar a oferta resultante.</p>
<p>O processo é o 134.00020209/2024-12, ligado ao procedimento 4359/DER/62, e a tabela indicada pela Artesp é o documento SEI 0123745224.</p>
<h2>Como consultar as propostas e encaminhar manifestações à Artesp</h2>
<p>Nos dois pedidos da Santa Cruz em análise, a Artesp orienta que o agendamento de acesso aos documentos e o encaminhamento de manifestações sejam feitos por peticionamento eletrônico ou pelo e-mail <a href="mailto:vistas@artesp.sp.gov.br">vistas@artesp.sp.gov.br</a>.</p>
<p>Ao solicitar acesso, o interessado pode identificar a ligação e o respectivo processo. A consulta às tabelas é necessária para conhecer os horários, tempos de percurso e demais condições concretas pretendidas pela empresa.</p>
<h2>Razões sociais e CNPJs das empresas citadas nas decisões</h2>
<p>A Santa Cruz é a marca da Viação Santa Cruz Ltda., cuja matriz está inscrita no CNPJ 52.771.516/0001-33. A razão social e o número são confirmados no código de ética publicado pela empresa.</p>
<p>A Transpen corresponde à Transpen Transporte Coletivo e Encomendas Ltda., CNPJ 75.156.265/0001-82. O site oficial da transportadora confirma esse CNPJ.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa e ligação</th>
<th>Situação publicada em 7 de outubro</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Santa Cruz: Campinas–Espírito Santo do Pinhal</td>
<td>Operação autorizada em caráter efetivo conforme as tabelas dos itinerários A e B</td>
</tr>
<tr>
<td>Transpen: Buri–Sorocaba</td>
<td>Suspensão temporária autorizada por 180 dias</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Cruz: São Paulo–Mococa</td>
<td>Prazo de sete dias para consulta e manifestações sobre alterações solicitadas</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Cruz: São Paulo–Tapiratiba</td>
<td>Prazo de sete dias para consulta e manifestações sobre alterações solicitadas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>ARTESP multa Pássaro Marron, Gardênia, Piracicabana e outras empresas; publicação reúne R$ 80,2 mil em penalidades</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/artesp-multa-passaro-marron-gardenia-piracicabana-e-outras-empresas-publicacao-reune-r-802-mil-em-penalidades/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 20:01:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Dez operadoras concentram 438 autuações por descumprimento de normas; outros registros envolvem transporte sem autorização, fretamento sem registro e notificações de inspeção ADAMO BAZANI A ARTESP publicou multas contra empresas de ônibus e outros transportadores em São Paulo. Entre as operadoras estão Pássaro Marron, Expresso Gardênia e a antiga Breda, incorporada à Viação Piracicabana. Somente [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="787" height="543" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/gardeniamulkta.jpg?fit=787%2C543&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/gardeniamulkta.jpg?w=787&amp;ssl=1 787w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/gardeniamulkta.jpg?resize=300%2C207&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/gardeniamulkta.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/gardeniamulkta.jpg?resize=768%2C530&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/gardeniamulkta.jpg?resize=400%2C276&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 787px) 100vw, 787px" /> <p><em>Dez operadoras concentram 438 autuações por descumprimento de normas; outros registros envolvem transporte sem autorização, fretamento sem registro e notificações de inspeção</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A ARTESP publicou multas contra empresas de ônibus e outros transportadores em São Paulo. Entre as operadoras estão Pássaro Marron, Expresso Gardênia e a antiga Breda, incorporada à Viação Piracicabana. Somente o grupo de penalidades por descumprimento de normas reúne 438 autuações e R$ 45.657,12, distribuídos entre dez empresas.</p>
<p>Considerando também os registros por transporte regular sem autorização, fretamento sem registro e falta de atendimento a notificações de inspeção, as relações publicadas totalizam 1.079 autuações e R$ 80.185,53. Os atos impõem multas, mas não anunciam suspensão de linhas ou cassação de empresas, nem demonstram que os valores já foram pagos.</p>
<h2>Pássaro Marron e São José concentram mais autuações por descumprimento de normas; Gardênia tem cinco registros</h2>
<p>O maior bloco envolvendo operadoras regulares enquadra as infrações como descumprimento de resolução, portaria ou norma das autoridades competentes. Cada multa deste grupo é de R$ 104,24, e os registros apresentam a data de 21 de setembro de 2026.</p>
<p>Pássaro Marron aparece com 159 autuações, seguida pela Rodoviário e Turismo São José, com 103. Juntas, as duas concentram 262 registros e R$ 27.310,88, aproximadamente 60% das autuações deste enquadramento.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>Autuações</th>
<th>Total das multas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Empresa de Ônibus Pássaro Marron</td>
<td>159</td>
<td>R$ 16.574,16</td>
</tr>
<tr>
<td>Rodoviário e Turismo São José</td>
<td>103</td>
<td>R$ 10.736,72</td>
</tr>
<tr>
<td>Cidade Natureza Transportes e Turismo</td>
<td>53</td>
<td>R$ 5.524,72</td>
</tr>
<tr>
<td>Litorânea Transportes Coletivos</td>
<td>46</td>
<td>R$ 4.795,04</td>
</tr>
<tr>
<td>Expresso Redenção Transportes e Turismo</td>
<td>39</td>
<td>R$ 4.065,36</td>
</tr>
<tr>
<td>Antiga Breda, incorporada à Piracicabana — publicada como Breda Transportes e Serviços S/A</td>
<td>16</td>
<td>R$ 1.667,84</td>
</tr>
<tr>
<td>ABC Transportes Coletivos Vale do Paraíba</td>
<td>11</td>
<td>R$ 1.146,64</td>
</tr>
<tr>
<td>Expresso Gardênia</td>
<td>5</td>
<td>R$ 521,20</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Branca Transportes</td>
<td>3</td>
<td>R$ 312,72</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Jacareí</td>
<td>3</td>
<td>R$ 312,72</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>438</td>
<td>R$ 45.657,12</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Os valores foram somados a partir dos autos individuais publicados no Diário Oficial. A quantidade de autuações não corresponde necessariamente ao número de ônibus, linhas ou passageiros envolvidos.</p>
<p>O enquadramento utilizado é o artigo 55, inciso V, alínea “t”, do regulamento estadual dos serviços metropolitanos de transporte coletivo regular por ônibus. A publicação não identifica, para cada registro, qual determinação foi descumprida. Assim, os autos não permitem atribuir as multas especificamente a atrasos, supressão de viagens, lotação, conservação de veículos ou outra conduta operacional.</p>
<p>Também é importante distinguir a ABC Transportes Coletivos Vale do Paraíba da ABC Sistema Transporte: são denominações empresariais diferentes, e o bloco de multas traz a primeira.</p>
<h2>Breda foi incorporada à Piracicabana em 2021, mas o Diário ainda utiliza a denominação anterior</h2>
<p>O nome Breda Transportes e Serviços S/A continua aparecendo na relação oficial, com 16 multas neste enquadramento. Para o leitor, a referência atual é a Viação Piracicabana, do Grupo Comporte, que incorporou a Breda.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a incorporação foi oficializada em 1º de julho de 2021. A permanência da denominação antiga na publicação desta terça-feira deve ser preservada na identificação dos registros, sem tratar Breda e Piracicabana como duas operadoras independentes neste histórico.</p>
<h2>Outros blocos punem transporte sem autorização e descumprimento de notificações; datas dos registros são diferentes</h2>
<p>Além das 438 multas contra as dez operadoras, o Diário traz outras três categorias de infração. Elas pertencem a relações distintas e não devem ser atribuídas indistintamente às empresas da tabela anterior.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Enquadramento publicado</th>
<th>Número de autuações</th>
<th>Soma dos valores</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Executar transporte coletivo regular sem autorização</td>
<td>9</td>
<td>R$ 23.454,99</td>
</tr>
<tr>
<td>Descumprir resolução, portaria ou norma da autoridade competente</td>
<td>438</td>
<td>R$ 45.657,12</td>
</tr>
<tr>
<td>Operar fretamento sem registro</td>
<td>32</td>
<td>R$ 4.821,42</td>
</tr>
<tr>
<td>Deixar de atender notificação relativa à inspeção</td>
<td>600</td>
<td>R$ 6.252,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Total das relações examinadas</td>
<td>1.079</td>
<td>R$ 80.185,53</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>No transporte regular sem autorização, cada multa é de R$ 2.606,11. Os nove registros estão distribuídos entre oito transportadores, com duas autuações em nome de Debora Michele dos Santos Cacique e uma para cada um dos demais: Agenario Soares, Anderson Alves Fidelis, Andrea Conceição Martins de Brito, Carioca Transportes Ltda. ME, Ivanildo Delfino da Silva Transportes Ltda. ME, Jose Lucas Lourenco Transportes ME e Jose Luiz Lozano Pereira Guarulhos ME.</p>
<p>Os registros desse bloco apresentam datas de julho e agosto de 2026. Já as relações de fretamento incluem autos de períodos anteriores, inclusive de 2025. Portanto, 6 de outubro é a data da publicação examinada, e não uma data comum de ocorrência de todas as infrações.</p>
<p>As penalidades por falta de atendimento a notificações de inspeção têm valor individual de R$ 10,42. Esse enquadramento trata da resposta à fiscalização; por si só, não descreve um defeito mecânico encontrado em um veículo.</p>
<p>Para os passageiros, a publicação informa medidas de fiscalização e punição administrativa. Ela não estabelece novas tarifas, alterações de itinerários ou retirada imediata de ônibus de circulação.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Mobi-Rio reúne licitações, manutenção e proteção da frota e das garagens do BRT no Rio de Janeiro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/mobi-rio-reune-licitacoes-manutencao-e-protecao-da-frota-e-das-garagens-do-brt-no-rio-de-janeiro/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/mobi-rio-reune-licitacoes-manutencao-e-protecao-da-frota-e-das-garagens-do-brt-no-rio-de-janeiro/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 19:00:06 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Publicações incluem peças de carroceria, recuperação de câmbios, alerta contra furto de cabos, seguro de três garagens e convocação de profissionais para testes ADAMO BAZANI A manutenção dos ônibus e das instalações da Mobi-Rio, responsável pela operação do BRT no Rio de Janeiro, reúne novas licitações, prorrogação de registro de preços e contratos para recuperação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="790" height="482" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3010.jpg?fit=790%2C482&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3010.jpg?w=790&amp;ssl=1 790w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3010.jpg?resize=300%2C183&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3010.jpg?resize=150%2C92&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3010.jpg?resize=768%2C469&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3010.jpg?resize=400%2C244&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 790px) 100vw, 790px" /> <p><em>Publicações incluem peças de carroceria, recuperação de câmbios, alerta contra furto de cabos, seguro de três garagens e convocação de profissionais para testes</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A manutenção dos ônibus e das instalações da Mobi-Rio, responsável pela operação do BRT no Rio de Janeiro, reúne novas licitações, prorrogação de registro de preços e contratos para recuperação de componentes e proteção dos veículos. As medidas publicadas no Diário Oficial abrangem peças de carroceria, caixas de marcha, materiais para as unidades físicas, detecção de furto de cabos e contenção de vazamentos de óleos e combustíveis.</p>
<p>A companhia também prorrogou o seguro contra incêndio das garagens de Curicica, Ramos e Cascadura e publicou resultado curricular com convocação de profissionais de manutenção e apoio para testes. O conjunto envolve diferentes etapas administrativas: há compras ainda em disputa, preços registrados para aquisições conforme a necessidade e contratos que receberam gestores e equipes de fiscalização.</p>
<h3>Peças para carrocerias Marcopolo e materiais de serralheria terão disputas em outubro e novembro</h3>
<p>A Mobi-Rio abriu duas licitações destinadas à manutenção da frota e de suas instalações.</p>
<p>A primeira prevê registro de preços para aquisição de peças e acessórios novos e originais para carrocerias Marcopolo, modelos Torino e Viale Express, identificados no procedimento como grupo F. A sessão está marcada para 30 de outubro, às 11h.</p>
<p>O aviso descreve a destinação à manutenção preventiva e corretiva da frota de articulados. Como também menciona o modelo Torino, a aplicação específica de cada peça depende da relação de itens e do termo de referência.</p>
<p>A segunda licitação contempla materiais de serralheria, grupo B, para manutenção rotineira das unidades físicas da companhia. A disputa ocorrerá em 3 de novembro, às 11h.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Licitação</th>
<th>Objeto</th>
<th>Sessão</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1751/2026</td>
<td>Peças e acessórios para carrocerias Marcopolo Torino e Viale Express — grupo F</td>
<td>30 de outubro, às 11h</td>
</tr>
<tr>
<td>1752/2026</td>
<td>Materiais de serralheria para manutenção das unidades físicas — grupo B</td>
<td>3 de novembro, às 11h</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Nos dois casos, o julgamento será pelo menor preço por item. Os avisos informam que os valores estimados são sigilosos, conforme a legislação aplicável às empresas estatais e o regulamento da Mobi-Rio.</p>
<p>Os procedimentos estabelecem condições para futuras aquisições. A abertura das disputas não corresponde à entrega das peças ou ao início imediato de todos os serviços de manutenção.</p>
<h3>Registro de peças de lanternagem será mantido até outubro de 2027</h3>
<p>A Mobi-Rio autorizou a prorrogação da ata de registro de preços de peças e acessórios de lanternagem com as empresas MT Soluções Corporativas Ltda. e Márcio Henrique Pinto Chaves Ltda.</p>
<p>A nova vigência começa em 7 de outubro de 2026 e termina em 6 de outubro de 2027. A finalidade é permitir o consumo do saldo remanescente da ata, cuja continuidade foi considerada vantajosa pela companhia.</p>
<p>Os componentes devem ser novos e originais, destinados à manutenção preventiva e corretiva dos ônibus.</p>
<p>Lanternagem é a atividade de reparação e conservação de elementos da carroceria. A manutenção preventiva busca preservar as condições do veículo antes de uma falha; a corretiva atende danos e defeitos que exigem reparação.</p>
<p>O despacho não apresenta o valor do saldo disponível, os quantitativos restantes ou o número de ônibus que poderão ser atendidos.</p>
<p>A prorrogação é da ata 098/2025. Ela mantém as condições registradas para aquisição, sem significar que todo o saldo será comprado de uma só vez.</p>
<h3>Caixas de marcha dos padron Volkswagen terão acompanhamento de contrato de recondicionamento</h3>
<p>Outra publicação organiza a fiscalização do contrato de recondicionamento de caixas de marcha ZF, modelo 6S 1010 BO, mecânicas, aplicadas à frota padron com chassis Volkswagen 17.260 e 22.280.</p>
<p>O recondicionamento consiste na recuperação do conjunto, conforme as especificações contratadas, para que possa voltar a cumprir sua função na transmissão do veículo.</p>
<p>A medida está vinculada à manutenção preventiva e corretiva da frota. O documento não informa quantas caixas serão recuperadas, o valor contratado ou a empresa responsável pelo serviço.</p>
<p>O gestor do contrato 257/2026 será Cláudio Ferreira Guimarães. A comissão de fiscalização reúne os coordenadores de manutenção Bruno dos Santos Ferreira, Rodolfo Carvalho Guedes e Andre Mauricio dos Santos Feitosa.</p>
<p>A portaria determina que pelo menos três integrantes atestem os documentos fiscais de acordo com o objeto da cobrança. Esse acompanhamento permite conferir os serviços apresentados para pagamento.</p>
<h3>Articulados terão contrato fiscalizado para alerta de corte e furto de cabos na sanfona</h3>
<p>A companhia também designou gestor e comissão de fiscalização do contrato de fornecimento e instalação de kits de alerta destinados à detecção de cortes e furtos nos cabos existentes dentro da sanfona dos ônibus articulados.</p>
<p>A sanfona envolve a região de articulação entre os módulos do ônibus. O objeto contratado busca identificar intervenções nos cabos instalados nesse espaço.</p>
<p>A publicação desta terça-feira trata da gestão e fiscalização do contrato 255/2026. Não apresenta a quantidade de kits, o fornecedor, o valor ou o calendário de instalação.</p>
<p>Cláudio Ferreira Guimarães será o gestor. A comissão é formada por Bruno dos Santos Ferreira, Rodolfo Carvalho Guedes e Andre Mauricio dos Santos Feitosa.</p>
<p>A existência do contrato não permite afirmar que todos os articulados já receberam os dispositivos. Para estabelecer a cobertura da frota, é necessário acompanhar as entregas e instalações efetivamente realizadas.</p>
<h3>Kits ambientais atenderão vazamentos nos corredores e nas garagens</h3>
<p>A Mobi-Rio instituiu a fiscalização de contrato para fornecimento, sob demanda, de kits de mitigação ambiental destinados à contenção de vazamentos de produtos químicos, como óleos e combustíveis.</p>
<p>Os materiais poderão ser utilizados em acidentes e derramamentos nos corredores e nas garagens da companhia.</p>
<p>A contenção busca limitar a dispersão dos produtos enquanto são adotados os procedimentos de atendimento e limpeza. O documento publicado não detalha a composição dos kits, as quantidades ou os locais de armazenamento.</p>
<p>O contrato 246/2026 terá como gestor Felipe Ferreira Barreto.</p>
<p>Também foi organizada a gestão e fiscalização do contrato 256/2026, relativo à aquisição de componentes de informática, ferramentas e equipamentos, grupo B. O gestor designado é Alexandre Gomes Domingues.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Contrato</th>
<th>Finalidade</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>257/2026</td>
<td>Recondicionamento de caixas de marcha dos padron Volkswagen</td>
</tr>
<tr>
<td>255/2026</td>
<td>Fornecimento e instalação de alerta para cortes e furtos de cabos nos articulados</td>
</tr>
<tr>
<td>246/2026</td>
<td>Kits para conter vazamentos de óleos e combustíveis</td>
</tr>
<tr>
<td>256/2026</td>
<td>Componentes de informática, ferramentas e equipamentos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As quatro publicações designam responsáveis pelo acompanhamento dos contratos. Não são avisos de abertura de novas disputas e não trazem seus valores.</p>
<h3>Seguro contra incêndio de três garagens é prorrogado por R$ 18,6 mil</h3>
<p>A Mobi-Rio prorrogou por mais 12 meses o contrato com a Gente Seguradora S.A. para cobertura patrimonial contra incêndio das garagens de Curicica, Ramos e Cascadura.</p>
<p>O aditamento foi assinado em 28 de setembro. A nova vigência vai de 16 de outubro de 2026 a 15 de outubro de 2027.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Informação</th>
<th>Condição publicada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Garagens cobertas</td>
<td>Curicica, Ramos e Cascadura</td>
</tr>
<tr>
<td>Seguradora</td>
<td>Gente Seguradora S.A.</td>
</tr>
<tr>
<td>Objeto</td>
<td>Seguro patrimonial contra incêndio, tipo risco relativo</td>
</tr>
<tr>
<td>Franquia</td>
<td>Sem franquia</td>
</tr>
<tr>
<td>Valor total</td>
<td>R$ 18.596,62</td>
</tr>
<tr>
<td>Vigência</td>
<td>16/10/2026 a 15/10/2027</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O valor corresponde ao serviço de seguro contratado. O extrato não apresenta os limites de indenização por garagem.</p>
<p>A cobertura descrita é patrimonial e relacionada a incêndio. O documento não informa contratação de seguro dos ônibus contra acidentes de trânsito.</p>
<h3>Ata registra 42 mil arruelas para manutenção dos veículos</h3>
<p>Foi publicado extrato da ata de registro de preços 129/2026, voltada à aquisição de abraçadeiras e arruelas para manutenção preventiva e corretiva dos veículos da Mobi-Rio.</p>
<p>O item apresentado nesta edição é uma arruela de alumínio de 14 milímetros, fornecida pela Welsen Serviços e Distribuição Ltda., CNPJ 01.554.951/0001-75.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Quantidade registrada</th>
<th>Preço unitário</th>
<th>Valor</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Arruela de alumínio de 14 mm</td>
<td>42.000 unidades</td>
<td>R$ 0,37</td>
<td>R$ 15.540,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A ata vigora de 5 de outubro de 2026 a 4 de outubro de 2027.</p>
<p>A publicação informa que o extrato havia sido omitido no Diário Oficial de 5 de outubro. O registro desta terça-feira complementa, portanto, a divulgação do procedimento.</p>
<p>Os R$ 15.540,00 correspondem ao item apresentado. O registro da quantidade estabelece condições para aquisição, mas não comprova que as 42 mil unidades já tenham sido entregues ou pagas.</p>
<h3>Outro pregão foi adiado para 20 de outubro</h3>
<p>A comissão de licitação comunicou o adiamento da sessão do pregão 1754/2026 para 20 de outubro, às 10h.</p>
<p>O aviso não reproduz o objeto nem apresenta a justificativa do adiamento. Assim, a publicação permite confirmar a nova data, mas não identificar, por esse documento isolado, quais materiais ou serviços serão disputados.</p>
<h3>Profissionais de manutenção e apoio são convocados para testes</h3>
<p>Além dos procedimentos de compras e contratos, a Mobi-Rio publicou o resultado da análise curricular do processo seletivo simplificado regido pelo edital 020/2026.</p>
<p>Os candidatos relacionados foram convocados para testes de funções de manutenção e apoio.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Área</th>
<th>Funções relacionadas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Carroceria</td>
<td>Ajudante de lanterneiro e lanterneiro</td>
</tr>
<tr>
<td>Elétrica</td>
<td>Eletricista predial e eletricista veicular</td>
</tr>
<tr>
<td>Mecânica</td>
<td>Mecânico, alinhador, suspensão, montador, socorrista e valista</td>
</tr>
<tr>
<td>Refrigeração</td>
<td>Mecânico de refrigeração veicular e técnico em manutenção de refrigeração</td>
</tr>
<tr>
<td>Apoio</td>
<td>Apontador</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A data, o horário e o local de realização dos testes serão disponibilizados no site oficial da companhia e enviados ao e-mail cadastrado na inscrição.</p>
<p>Os candidatos deverão apresentar documento de identificação com foto e CNH atualizada nas funções em que esse documento for obrigatório.</p>
<p>O não comparecimento, qualquer que seja o motivo, será considerado desistência e resultará na eliminação do processo seletivo.</p>
<p>A publicação corresponde à análise curricular e à convocação para a etapa seguinte. Não abre novas inscrições nem confirma a contratação de todos os candidatos relacionados.</p>
<h3>Compras, contratos e seleção de trabalhadores estão em etapas diferentes</h3>
<p>As publicações integram a sustentação da estrutura operacional da Mobi-Rio, mas têm efeitos distintos.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Tipo de ato</th>
<th>Efeito</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Aviso de licitação</td>
<td>Abre a disputa para selecionar fornecedores</td>
</tr>
<tr>
<td>Registro de preços</td>
<td>Estabelece preços e condições para aquisições conforme a necessidade</td>
</tr>
<tr>
<td>Prorrogação de ata</td>
<td>Mantém sua vigência para utilização do saldo</td>
</tr>
<tr>
<td>Designação de fiscalização</td>
<td>Define responsáveis por acompanhar o contrato e conferir sua execução</td>
</tr>
<tr>
<td>Aditamento do seguro</td>
<td>Prolonga a cobertura das garagens</td>
</tr>
<tr>
<td>Convocação do processo seletivo</td>
<td>Chama candidatos para testes</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Para os passageiros, peças, serviços de oficina, equipes de manutenção e proteção das instalações fazem parte da estrutura necessária para manter os ônibus disponíveis e em condições de operação.</p>
<p>As publicações desta terça-feira, entretanto, não apresentam indicadores de disponibilidade da frota, quantidade de veículos em manutenção ou mudanças nos intervalos das linhas. O resultado operacional dessas medidas dependerá das aquisições, da execução dos contratos e da atuação das equipes.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Renovação de ônibus na Grande Goiânia (GO) pode evitar 8 mil toneladas de gases de efeito estufa por ano, aponta levantamento</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/renovacao-de-onibus-na-grande-goiania-go-pode-evitar-8-mil-toneladas-de-gases-de-efeito-estufa-por-ano-aponta-levantamento/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/renovacao-de-onibus-na-grande-goiania-go-pode-evitar-8-mil-toneladas-de-gases-de-efeito-estufa-por-ano-aponta-levantamento/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 18:19:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Divulgação do Mova-se inclui elétricos, biometano e diesel Euro VI; benefícios econômicos ligados à saúde são estimados em R$ 3,75 milhões anuais ADAMO BAZANI A renovação de parte da frota de ônibus da Região Metropolitana de Goiânia pode evitar a emissão de aproximadamente 8 mil toneladas de gases de efeito estufa por ano, segundo resultados [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="779" height="481" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/dt-oin.jpg?fit=779%2C481&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/dt-oin.jpg?w=779&amp;ssl=1 779w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/dt-oin.jpg?resize=300%2C185&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/dt-oin.jpg?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/dt-oin.jpg?resize=768%2C474&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/dt-oin.jpg?resize=400%2C247&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 779px) 100vw, 779px" /> <p><em>Divulgação do Mova-se inclui elétricos, biometano e diesel Euro VI; benefícios econômicos ligados à saúde são estimados em R$ 3,75 milhões anuais</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A renovação de parte da frota de ônibus da Região Metropolitana de Goiânia pode evitar a emissão de aproximadamente 8 mil toneladas de gases de efeito estufa por ano, segundo resultados divulgados de um levantamento atribuído ao Mova-se Fórum Nacional de Mobilidade. A avaliação considera a substituição de veículos antigos por ônibus elétricos, a biometano e também a diesel com tecnologia mais moderna, associando a mudança à redução de poluentes e a benefícios econômicos relacionados à saúde da população.</p>
<p>Os resultados divulgados estimam benefícios de R$ 3,75 milhões por ano, entre redução de despesas de saúde e ganhos sociais, com possibilidade de chegar a R$ 21,94 milhões anuais em um cenário de ampliação da frota até 2027. A checagem do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, entretanto, identificou uma divergência na quantidade de ônibus apresentada na divulgação. Também não foi localizada a íntegra do relatório técnico, necessária para verificar os cálculos, o período de coleta e a contribuição de cada tecnologia.</p>
<h3>Resultado divulgado é anual e inclui ônibus diesel mais modernos</h3>
<p>O levantamento aborda a primeira fase do projeto Nova RMTC, a Rede Metropolitana de Transporte Coletivo.</p>
<p>Segundo a divulgação, a comparação com a frota anterior aponta redução anual de 8.072,41 toneladas de CO₂ equivalente, correspondente a 18,4%, e de 3,16 milhões de litros de diesel.</p>
<p>CO₂ equivalente é uma unidade utilizada para expressar o efeito climático de diferentes gases em uma mesma medida. Por isso, o resultado não deve ser apresentado simplesmente como quantidade de dióxido de carbono retirada da atmosfera.</p>
<p>Énecessário considerar que o resultado envolve uma combinação de tecnologias. A divulgação inclui veículos elétricos, a biometano e ônibus convencionais Euro VI, em substituição a uma frota identificada como Euro III.</p>
<h3>Quantidades informadas somam 534 ônibus, enquanto divulgação menciona 539 substituições</h3>
<p>A composição apresentada para a primeira fase é a seguinte:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Tecnologia</th>
<th>Quantidade divulgada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Elétricos articulados</td>
<td>54</td>
</tr>
<tr>
<td>Biometano</td>
<td>3</td>
</tr>
<tr>
<td>Convencionais Euro VI</td>
<td>477</td>
</tr>
<tr>
<td>Soma dos grupos</td>
<td>534</td>
</tr>
<tr>
<td>Total de substituições mencionado</td>
<td>539</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Há uma diferença de cinco veículos entre a soma e o total informado.</p>
<h3>Redução de poluentes dos ônibus é diferente de melhora medida na qualidade do ar</h3>
<p>A divulgação também atribui ao levantamento reduções de 84,2% nas emissões de óxidos de nitrogênio, identificados pela sigla NOx, e de 79,4% no material particulado nos corredores e eixos considerados.</p>
<p>Esses percentuais dizem respeito às emissões informadas para o recorte avaliado. Não devem ser interpretados como redução equivalente da concentração de poluição em toda a Região Metropolitana de Goiânia.</p>
<p>O Proconve, programa brasileiro de controle da poluição por veículos, estabelece limites progressivamente mais restritivos para diferentes poluentes. A fase P-8, associada à tecnologia Euro VI dos veículos pesados, integra esse processo de modernização.</p>
<p>Isso explica por que a renovação de ônibus diesel também pode produzir benefícios ambientais. A contribuição climática e a redução de poluentes locais, porém, são indicadores diferentes e precisam ser avaliados separadamente.</p>
<h3>Benefício de R$ 3,75 milhões reúne despesas de saúde e efeitos econômicos sobre a sociedade</h3>
<p>O levantamento divulgado atribui à primeira fase benefícios anuais de R$ 3,75 milhões relacionados à redução dos efeitos da poluição sobre a saúde.</p>
<p>Desse valor, R$ 1,05 milhão seria associado a custos diretos do Sistema Único de Saúde. Outros R$ 2,70 milhões corresponderiam a benefícios sociais, incluindo produtividade, redução de afastamentos e efeitos relacionados à mortalidade prematura.</p>
<h3>Projeção para 2027 considera 1.200 veículos e benefícios de R$ 21,94 milhões por ano</h3>
<p>Para o cenário de ampliação até 2027, a divulgação apresenta uma frota de 1.200 ônibus, distribuída entre 65 elétricos articulados, 500 a biometano e 635 Euro VI.</p>
<p>Nesse cenário, os benefícios econômicos relacionados à saúde poderiam alcançar R$ 21,94 milhões por ano.</p>
<p>Trata-se de uma projeção vinculada à composição futura considerada pelo levantamento. O valor deve ser distinguido dos R$ 3,75 milhões atribuídos à primeira fase e não representa uma economia já realizada.</p>
<p>A realização desse cenário depende da implantação dos veículos e das condições de operação utilizadas nos cálculos.</p>
<h3>Goiás autorizou 501 ônibus a biometano e GNV, com fornecimento gradual</h3>
<p>O processo de renovação tem antecedentes documentados.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 16 de janeiro de 2026, Goiás publicou autorização para implantação de 501 ônibus a biometano e/ou Gás Natural Veicular, com diferentes portes e configurações.</p>
<p>A divulgação oficial do Governo de Goiás apresenta 79 articulados e 422 padrons, destinados aos corredores de maior demanda e às linhas alimentadoras da capital e de municípios vizinhos. O cronograma informado naquela publicação vai até 31 de dezembro de 2027.</p>
<p>Esse programa autorizado deve ser distinguido da projeção do levantamento, que considera 500 veículos a biometano.</p>
<p>Também existe uma diferença entre os combustíveis. Segundo a ANP, o biometano é obtido pelo processamento do biogás e pode substituir o gás natural em suas aplicações. A possibilidade de um ônibus utilizar ambos não comprova qual combustível foi efetivamente empregado em cada viagem.</p>
<p>Para verificar o balanço ambiental, é importante conhecer o abastecimento real da frota considerada.</p>
<h3>Produção e abastecimento de biometano fazem parte da estrutura necessária à expansão</h3>
<p>Em 31 de março de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou o anúncio da EcoGeo, formada por Ecopar e GeoGreen BioGás, de investimento de R$ 140 milhões em uma planta de biometano em Guapó, nas proximidades de Goiânia.</p>
<p>Na ocasião, o projeto previa produção inicial de aproximadamente 30 mil metros cúbicos por dia, capacidade anunciada para abastecer cerca de 100 ônibus diariamente e implantação de um gasoduto de 25 quilômetros. O prazo divulgado para funcionamento completo era de 24 meses.</p>
<p>Esses dados eram previsões de implantação, sem representar comprovação de que a estrutura já estivesse operando.</p>
<p>O abastecimento ajuda a explicar por que a substituição de frota depende de investimentos além da compra dos veículos. No caso dos elétricos, é necessário organizar a recarga; para os ônibus a biometano, a expansão envolve oferta de combustível e logística de fornecimento.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Rodoanel deve receber 780 mil veículos durante feriado de Nossa Senhora Aparecida</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/rodoanel-deve-receber-780-mil-veiculos-durante-feriado-de-nossa-senhora-aparecida/</link>
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    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 18:00:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[SPMAR estima maior concentração de tráfego no domingo (11), entre 7h e 20h; concessionária reforçará estrutura operacional YURI SENA Os trechos Sul e Leste do Rodoanel Mario Covas devem receber cerca de 780 mil veículos durante o feriado de Nossa Senhora Aparecida. A estimativa da SPMAR considera o período entre sexta-feira (9) e terça-feira (13). [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="596" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/b6cd5dcf-ea79-48ac-a181-8419d610ad25-e1791410832462.jpg?fit=800%2C596&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">SPMAR estima maior concentração de tráfego no domingo (11), entre 7h e 20h; concessionária reforçará estrutura operacional</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os trechos Sul e Leste do Rodoanel Mario Covas devem receber cerca de 780 mil veículos durante o feriado de Nossa Senhora Aparecida. A estimativa da SPMAR considera o período entre sexta-feira (9) e terça-feira (13).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do total previsto, aproximadamente 550 mil veículos devem circular pelo Trecho Sul e outros 230 mil pelo Trecho Leste. O período de maior movimento é esperado para o domingo (11), entre 7h e 20h.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concessionária recomenda que os motoristas evitem os horários de maior fluxo. As faixas indicadas para uma viagem com menor movimento são:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Sexta-feira (9): antes das 6h ou depois das 21h;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Sábado (10): antes das 7h ou depois das 20h;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Domingo (11): antes das 7h ou depois das 20h;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Segunda-feira (12): antes das 7h ou depois das 21h;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Terça-feira (13): antes das 7h ou depois das 21h.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Trecho Leste do Rodoanel pode ser utilizado como alternativa pelos motoristas que saem das regiões do ABC e do Alto Tietê com destino às rodovias Presidente Dutra e Ayrton Senna, utilizadas no deslocamento em direção a Aparecida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a operação especial, a SPMAR disponibilizará 21 veículos para atendimento aos usuários, incluindo cinco ambulâncias, sete guinchos, cinco veículos de inspeção, um veículo de supervisão de tráfego, um caminhão de combate a incêndio e um veículo para resgate de animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também serão utilizados 20 Painéis de Mensagens Variáveis (PMVs) ao longo dos trechos administrados pela concessionária. Os equipamentos poderão exibir orientações e alertas relacionados às condições da viagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas praças de pedágio, a chamada Operação Papa-Fila poderá ser adotada para agilizar a cobrança quando houver necessidade. Os usuários também poderão realizar o pagamento da tarifa por cartão de débito por aproximação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concessionária recomenda que os motoristas façam uma revisão preventiva dos veículos antes de iniciar a viagem e respeitem os limites de velocidade e demais regras de trânsito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A operação especial conta com acompanhamento da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) e da Polícia Militar Rodoviária (PMRv).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Trecho Sul do Rodoanel vai do km 30 ao km 86 e conecta os trechos Oeste e Leste, com acessos às rodovias Régis Bittencourt, dos Imigrantes e Anchieta, além da Avenida Papa João XXIII, em Mauá.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o Trecho Leste se estende do km 86 ao km 130 e faz a ligação com a Rodovia Presidente Dutra, passando por acessos à SP-066, à Rodovia Ayrton Senna e à própria Dutra.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Artesp publica multas a 12 operadores e autoriza registros de fretamento para 16 empresas e transportadores em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/artesp-publica-multas-a-12-operadores-e-autoriza-registros-de-fretamento-para-16-empresas-e-transportadores-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/artesp-publica-multas-a-12-operadores-e-autoriza-registros-de-fretamento-para-16-empresas-e-transportadores-em-sao-paulo/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 17:31:15 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Autuações envolvem falta de atendimento a notificações de inspeção; autorizações abrangem fretamento eventual, contínuo, próprio e estudantil, com diferentes datas de início ADAMO BAZANI A Artesp publicou no Diário Oficial do Estado de São Paulo, 15 multas envolvendo 12 operadores de transporte metropolitano por fretamento. As autuações são por deixar de atender notificações relativas à [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PIRA.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PIRA.jpg?w=3891&amp;ssl=1 3891w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PIRA.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PIRA.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PIRA.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PIRA.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PIRA.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PIRA.jpg?resize=2048%2C1535&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PIRA.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PIRA.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Autuações envolvem falta de atendimento a notificações de inspeção; autorizações abrangem fretamento eventual, contínuo, próprio e estudantil, com diferentes datas de início</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Artesp publicou no Diário Oficial do Estado de São Paulo, 15 multas envolvendo 12 operadores de transporte metropolitano por fretamento. As autuações são por deixar de atender notificações relativas à inspeção e incluem empresas como Viação Piracicabana, Empresa de Ônibus Rosa e Elite Fretamento.</p>
<p>Na mesma edição, a agência autorizou registros ou renovações para 16 empresas e transportadores no fretamento intermunicipal. As decisões abrangem serviços eventuais, contínuos, próprios e estudantis, com validade de cinco anos ou de um ano, conforme a modalidade, e datas de início que vão de setembro de 2026 a janeiro de 2027.</p>
<h2>Multas são por falta de atendimento a notificações de inspeção</h2>
<p>Os 15 autos de infração publicados foram lavrados em 11 de agosto de 2026. O enquadramento informado pela Artesp é o artigo 21, inciso III, do regulamento do transporte coletivo metropolitano de passageiros sob regime de fretamento, correspondente à conduta de “deixar de atender notificação relativa a inspeção”.</p>
<p>O regulamento citado na publicação foi aprovado pelo Decreto estadual 19.835, de 29 de outubro de 1982, e recebeu alterações posteriores.</p>
<p>Elite Fretamento, Transportes Turismo e Serviços JP Grandino e Viação Piracicabana aparecem com duas autuações cada. Os demais operadores têm uma autuação na relação.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Operador</th>
<th>Quantidade de multas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Arucooper — Cooperativa de Transporte de Arujá</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Cconttur Transportes Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Elite Fretamento Ltda. ME</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>Empresa de Ônibus Rosa Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Guirro Transportes Ltda. ME</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>S. M. Arcanjo Transporte Eireli</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>S.L. Serviços de Locação, Transportes, Turismo e Fretamento</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Sier Transportes e Locação de Veículos Rodoviários de Passageiros</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>SL Transportes e Turismo Ltda. EPP</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Transperson de Mauá Viagens, Turismo e Locação Ltda.</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Transportes Turismo e Serviços JP Grandino Ltda.</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Piracicabana S.A.</td>
<td>2</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>15</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A relação publicada indica R$ 10,42 para as autuações de S.L. Serviços de Locação e de Sier Transportes. Para os demais autos, classificados no documento como reincidência, o valor indicado é de R$ 20,85 por autuação.</p>
<p>Esses são os valores apresentados no texto do Diário Oficial consultado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<h2>Registros para fretamento eventual e contínuo têm validade de cinco anos</h2>
<p>Quatro empresas receberam autorização de registro para atuar nas modalidades eventual e contínua: ACML Transportes, Andretta Transportes e Turismo, Vimar Transporte e Turismo e Yoshi Locadora de Veículos.</p>
<p>Outras oito tiveram a renovação autorizada nessas modalidades: Moraes Locadora de Veículos, Paulo Vitor Santarem, Savanna Transportes, Turismo e Locadora, VJR Locadora de Veículos, Ipojucatur Transportes e Turismo, Jumbo Turismo, TFA Transportes Rodoviários e Viação Stenico.</p>
<p>O fretamento eventual atende viagens contratadas para ocasiões específicas. O contínuo é destinado a deslocamentos recorrentes de grupos contratantes. As autorizações publicadas são para esses serviços de fretamento e não constituem criação de linhas regulares com venda individual de passagens ao público.</p>
<p>As datas de início variam entre os operadores. Embora os atos tenham sido publicados em 5 de outubro, algumas renovações têm início anterior ou posterior à publicação.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>Decisão</th>
<th>Início da validade</th>
<th>Prazo</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>ACML Transportes Ltda.</td>
<td>Registro</td>
<td>05/10/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Andretta Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>Registro</td>
<td>05/10/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Moraes Locadora de Veículos Ltda.</td>
<td>Renovação</td>
<td>05/10/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Paulo Vitor Santarem Ltda.</td>
<td>Renovação</td>
<td>29/09/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Savanna Transportes, Turismo e Locadora</td>
<td>Renovação</td>
<td>05/10/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>VJR Locadora de Veículos Ltda.</td>
<td>Renovação</td>
<td>08/12/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Vimar Transporte e Turismo Ltda.</td>
<td>Registro</td>
<td>05/10/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Yoshi Locadora de Veículos Ltda.</td>
<td>Registro</td>
<td>05/10/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Ipojucatur Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>Renovação</td>
<td>30/10/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Jumbo Turismo Ltda.</td>
<td>Renovação</td>
<td>27/01/2027</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>TFA Transportes Rodoviários Ltda.</td>
<td>Renovação</td>
<td>23/11/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Stenico Ltda.</td>
<td>Renovação</td>
<td>05/10/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h2>Fretamento próprio e estudantil também receberam autorizações</h2>
<p>A Guapiara Mineração Indústria e Comércio e a Transportadora Cruz de Malta receberam autorização de registro na modalidade de fretamento próprio. Para ambas, o prazo é de cinco anos a partir de 5 de outubro de 2026.</p>
<p>O fretamento próprio é uma modalidade distinta do eventual e do contínuo, voltada ao transporte vinculado às necessidades da própria organização autorizada.</p>
<p>No fretamento estudantil, a Artesp autorizou o registro de Tiago Luiz Garcia Abrantes e a renovação do registro de Edneia Cabreira Gonçalves Biacca. Os dois atos estabelecem validade de um ano a partir da publicação.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Operador</th>
<th>Modalidade</th>
<th>Decisão</th>
<th>Início da validade</th>
<th>Prazo</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Guapiara Mineração Indústria e Comércio Ltda.</td>
<td>Próprio</td>
<td>Registro</td>
<td>05/10/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Transportadora Cruz de Malta Ltda.</td>
<td>Próprio</td>
<td>Registro</td>
<td>05/10/2026</td>
<td>5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Tiago Luiz Garcia Abrantes</td>
<td>Estudantil</td>
<td>Registro</td>
<td>05/10/2026</td>
<td>1 ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Edneia Cabreira Gonçalves Biacca</td>
<td>Estudantil</td>
<td>Renovação</td>
<td>05/10/2026</td>
<td>1 ano</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As multas e as autorizações foram publicadas pela Superintendência de Transporte Coletivo da Artesp, na seção de Atos Normativos do Diário Oficial do Estado.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/artesp-publica-multas-a-12-operadores-e-autoriza-registros-de-fretamento-para-16-empresas-e-transportadores-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=537242</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Mobi-Rio registra R$ 10 milhões para manutenção e autoriza portas antievasão por R$ 819,8 mil no Rio de Janeiro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/mobi-rio-registra-r-10-milhoes-para-manutencao-e-autoriza-portas-antievasao-por-r-8198-mil-no-rio-de-janeiro/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/mobi-rio-registra-r-10-milhoes-para-manutencao-e-autoriza-portas-antievasao-por-r-8198-mil-no-rio-de-janeiro/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 17:01:01 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Publicações abrangem peças de ônibus, ar-condicionado, vidros das instalações, materiais de limpeza e nova licitação para armazenagem; Tribunal de Contas também determina diligência sobre contrato de diesel ADAMO BAZANI A Mobi-Rio publicou registros de preços que somam R$ 10,06 milhões para possíveis aquisições de peças de ônibus, componentes de ar-condicionado e vidros para suas instalações [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="948" height="615" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3008.jpg?fit=948%2C615&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3008.jpg?w=948&amp;ssl=1 948w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3008.jpg?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3008.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3008.jpg?resize=768%2C498&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/3008.jpg?resize=400%2C259&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 948px) 100vw, 948px" /> <p><em>Publicações abrangem peças de ônibus, ar-condicionado, vidros das instalações, materiais de limpeza e nova licitação para armazenagem; Tribunal de Contas também determina diligência sobre contrato de diesel</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Mobi-Rio publicou registros de preços que somam R$ 10,06 milhões para possíveis aquisições de peças de ônibus, componentes de ar-condicionado e vidros para suas instalações no Rio de Janeiro. A companhia também autorizou a contratação de portas antievasão e fechamentos para estações e terminais por R$ 819,8 mil. As medidas foram divulgadas no Diário Oficial municipal desta quinta-feira, 8 de outubro de 2026.</p>
<p>A edição reúne ainda uma licitação para melhorar a armazenagem de peças da manutenção, a aprovação de fornecedores de materiais de limpeza e higiene e uma compra autorizada de monitores. Os quatro registros de preços de manutenção valem por um ano e estabelecem fornecedores, quantidades e preços para futuras compras, sem significar que todo o valor já tenha sido gasto. Em outra publicação, o Tribunal de Contas do Município determinou diligência sobre o contrato de fornecimento de diesel da empresa com a Ipiranga.</p>
<p>As decisões da Companhia Municipal de Transportes Coletivos, nome oficial da Mobi-Rio, abrangem diferentes etapas das aquisições: abertura de disputa, aprovação de resultados, registro de preços e autorização de contratação.</p>
<h3>Portas antievasão e fechamentos serão destinados às estações e aos terminais</h3>
<p>A diretora-presidente da Mobi-Rio autorizou a contratação da Wolpac Soluções em Controle de Acesso Ltda. por R$ 819.793,82 para aquisição de portas antievasão do modelo Wolthunder, acompanhadas de fechamentos e com frete incluído.</p>
<p>Os equipamentos serão destinados às estações e aos terminais da companhia. O despacho aprova o termo de referência e informa período de dois meses para a contratação.</p>
<p>A autorização utiliza como fundamento a hipótese de inexigibilidade prevista na Lei das Estatais, além do regulamento interno da Mobi-Rio e das regras municipais. Trata-se de contratação direta, fundamentada na inviabilidade de competição.</p>
<p>A publicação não informa a quantidade de portas nem relaciona as estações e os terminais que receberão os equipamentos. Também não estabelece uma data de entrada em funcionamento. O documento publicado é a autorização da contratação.</p>
<h3>Quatro registros de preços somam R$ 10,06 milhões e têm validade até outubro de 2027</h3>
<p>Os quatro registros de preços para manutenção têm vigência de 8 de outubro de 2026 a 7 de outubro de 2027.</p>
<p>A soma dos valores dos itens publicados chega a R$ 10.055.703,84. A maior parcela corresponde aos componentes Mercedes-Benz utilizados na frota de ônibus.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Destinação</th>
<th>Valor dos itens registrados</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Componentes Mercedes-Benz</td>
<td>R$ 7.674.772,52</td>
</tr>
<tr>
<td>Refrigeração Arco</td>
<td>R$ 2.212.676,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Refrigeração Valeo/Spheros</td>
<td>R$ 127.478,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Vidros para instalações</td>
<td>R$ 40.777,32</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>R$ 10.055.703,84</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>No registro de preços, a empresa pública estabelece as condições para aquisições durante a vigência do instrumento. A compra efetiva depende das contratações e dos pedidos de fornecimento realizados posteriormente.</p>
<p>Assim, os R$ 10,06 milhões representam a soma das quantidades e dos preços publicados, e não uma despesa integral já executada.</p>
<h3>Peças Mercedes-Benz incluem radiadores, sensores, filtros e módulos eletrônicos dos ônibus</h3>
<p>O maior registro, no valor de R$ 7.674.772,52, contempla materiais novos e genuínos da Mercedes-Benz para manutenção preventiva e corretiva de ônibus com chassi O500, motor OM457 e modelos Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>Os fornecedores são Guanabara Diesel S.A. Comércio e Representações, Miriam Minas Rio Automóveis e Máquinas S.A. e Rio Diesel Veículos e Peças S.A.</p>
<p>Entre os itens da Guanabara Diesel estão 280 sensores de ângulo de giro para ônibus O500 Euro VI, com preço unitário de R$ 10.450,00 e valor total de R$ 2.926.000,00. Também foram registrados 180 radiadores de água, por R$ 1.548.000,00, e 220 sensores de NOx, por R$ 1.328.054,20.</p>
<p>Os sensores de NOx fazem parte do monitoramento dos óxidos de nitrogênio no sistema de controle de emissões. A relação da empresa também inclui 780 elementos filtrantes separadores de água e 780 filtros de diesel.</p>
<p>A Miriam Minas Rio fornecerá, conforme as quantidades registradas, módulos do painel, placas eletrônicas, sensores de ar comprimido e tampões do reservatório de água. Um dos itens é o módulo do painel PSM de 24 volts, com 36 unidades a R$ 16.490,00 cada, totalizando R$ 593.640,00.</p>
<p>Já a Rio Diesel tem itens como abraçadeiras do filtro de partículas, módulos eletrônicos de desgaste de freio e módulos do sistema de suspensão. O registro inclui 36 módulos ESAC 6&#215;2 para ônibus O500, por R$ 575.380,80.</p>
<p>As condições foram publicadas no registro de preços 136/2026, decorrente do pregão 1559/2026.</p>
<h3>Ar-condicionado Arco concentra R$ 2,21 milhões em alternadores, compressores e outros componentes</h3>
<p>O registro para componentes de refrigeração Arco soma R$ 2.212.676,00 e tem como fornecedores Mamuti Representação Comercial, Peças e Serviços Automotivos Ltda., J.C. Durigam Comércio de Autopeças Ltda. e Dorschtech Comércio Ltda.</p>
<p>O objeto abrange peças, componentes, acessórios e insumos novos e genuínos para manutenção preventiva e corretiva do ar-condicionado dos ônibus operados pela Mobi-Rio.</p>
<p>A J.C. Durigam aparece com 361 alternadores de 150 amperes e 24 volts, ao preço unitário de R$ 3.372,00, totalizando R$ 1.217.292,00.</p>
<p>A Dorschtech tem 114 conjuntos de polia eletromagnética, por R$ 4.573,00 cada, com valor total de R$ 521.322,00.</p>
<p>A Mamuti reúne diferentes componentes, incluindo motores do condensador e de renovação de ar, painéis de controle, sensores de temperatura, relés, pressostatos, alternadores, compressores, chicotes e serpentinas.</p>
<p>Entre seus itens estão 180 motores do condensador, por R$ 67.680,00, e 90 painéis de controle, por R$ 50.130,00. Há ainda 12 compressores, distribuídos entre a parcela principal e a cota destinada a microempresas e empresas de pequeno porte, ao preço unitário de R$ 9.870,00.</p>
<p>As condições constam do registro de preços 131/2026, vinculado ao pregão 1448/2026.</p>
<h3>Componentes Valeo/Spheros têm três fornecedores e valor registrado de R$ 127,5 mil</h3>
<p>Outro registro de preços contempla peças novas e originais de refrigeração para o sistema Valeo/Spheros dos ônibus.</p>
<p>O valor dos itens publicados é de R$ 127.478,00, dividido entre três fornecedores.</p>
<p>A Dorschtech Comércio Ltda. tem 161 acabamentos superiores externos de ar-condicionado, por R$ 574,00 cada, totalizando R$ 92.414,00.</p>
<p>A CCS Comércio de Peças e Serviços Ltda. aparece com nove unidades do acabamento, na cota reservada a microempresas e empresas de pequeno porte, por R$ 696,00 cada, somando R$ 6.264,00.</p>
<p>A MT Soluções Corporativas tem 120 tubos de alumínio para o ar-condicionado, por R$ 240,00 cada, com total de R$ 28.800,00.</p>
<p>A publicação corresponde ao registro de preços 137/2026, decorrente do pregão 1579/2026.</p>
<h3>Vidros laminados serão destinados à manutenção das instalações da Mobi-Rio</h3>
<p>A Templar Soluções Integradas Ltda. foi identificada como fornecedora no registro de preços para vidros e acessórios destinados à manutenção rotineira das unidades físicas da companhia.</p>
<p>A relação publicada reúne 18 itens de vidro laminado incolor de 10 milímetros de espessura, em diferentes dimensões, com referências aos desenhos dos painéis de vidro do BRT.</p>
<p>A soma dos itens é de R$ 40.777,32. São materiais para manutenção das instalações, em uma aquisição separada das peças destinadas aos ônibus.</p>
<p>As condições constam do registro de preços 135/2026, decorrente do pregão 1534/2026.</p>
<h3>Licitação de 27 de outubro prevê materiais para organizar os estoques da manutenção</h3>
<p>A Mobi-Rio marcou para 27 de outubro de 2026, às 10h, a abertura do pregão eletrônico para registro de preços de materiais novos de verticalização de estoques.</p>
<p>O objetivo é melhorar a armazenagem de peças e acessórios nos setores de manutenção da companhia. A verticalização permite organizar materiais aproveitando também a altura disponível no espaço de estoque.</p>
<p>O julgamento será pelo menor preço por item. O orçamento estimado está sob sigilo, conforme a legislação e o regulamento de contratações da empresa.</p>
<p>A disputa será realizada eletronicamente, com identificação da unidade compradora pelo código UASG 986001.</p>
<p>A publicação é um aviso de licitação, sem fornecedor escolhido. A referência é o pregão 1738/2026, no processo 007300.001958/2026-20.</p>
<h3>Materiais de limpeza e higiene têm resultado aprovado com dez fornecedores</h3>
<p>A diretora-presidente da Mobi-Rio também adjudicou e homologou o pregão 1195/2026, destinado ao registro de preços de materiais de limpeza e higiene.</p>
<p>A adjudicação atribui os itens aos fornecedores selecionados, enquanto a homologação aprova o resultado do procedimento.</p>
<p>Foram aceitos itens de dez fornecedores:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Fornecedor</th>
<th>Itens aprovados</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>18.136.220 Adriana Maria da Silva de Souza</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Colt Distribuidora, Comércio e Serviços Ltda.</td>
<td>2, 3, 23, 38 e 41</td>
</tr>
<tr>
<td>Shaper do Brasil Comércio e Serviços Ltda.</td>
<td>6, 10, 14, 28 e 45</td>
</tr>
<tr>
<td>JCLL Comércio Ltda.</td>
<td>7</td>
</tr>
<tr>
<td>Limpezas In House e Comércio Ltda.</td>
<td>11</td>
</tr>
<tr>
<td>Ajurdy Distribuidora de Produtos Ltda.</td>
<td>16</td>
</tr>
<tr>
<td>Mega Produtos, Locações e Serviços Ltda.</td>
<td>18</td>
</tr>
<tr>
<td>Levítico Distribuidora Ltda.</td>
<td>19 e 39</td>
</tr>
<tr>
<td>Lacosant Supply &amp; Solutions Ltda.</td>
<td>20 e 30</td>
</tr>
<tr>
<td>A C P da Silva Quinoy Comércio e Serviços ME</td>
<td>36</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O despacho informa os preços unitários dos itens aprovados, que variam de R$ 2,20 a R$ 35,00. Como essa publicação não apresenta as respectivas quantidades e descrições dos produtos, não permite calcular o valor global do fornecimento.</p>
<h3>Companhia autoriza compra de monitores por R$ 29,99 mil</h3>
<p>A Diretoria de Administração e Finanças aprovou o termo de referência e autorizou a contratação da HSR Soluções e Serviços Ltda. para aquisição de monitores LG de 27 polegadas.</p>
<p>O valor autorizado é de R$ 29.994,00, com prazo de 30 dias.</p>
<p>A decisão foi fundamentada na regra de dispensa do regulamento interno de licitações e contratos da Mobi-Rio.</p>
<h3>Tribunal de Contas determina diligência sobre fornecimento de diesel pela Ipiranga</h3>
<p>Na seção do Tribunal de Contas do Município, a edição publica decisão de diligência e ciência no processo que examina o contrato entre a Mobi-Rio e a Ipiranga Produtos de Petróleo S.A. para fornecimento parcelado de diesel por 12 meses.</p>
<p>A decisão tem como relator o conselheiro Ivan Moreira dos Santos e está relacionada ao contrato 194/2025.</p>
<p>A diligência é uma etapa de instrução do processo, utilizada para obter esclarecimentos ou documentação. O resumo publicado não detalha as exigências determinadas pelo Tribunal, nem apresenta conclusão de irregularidade, multa ou suspensão do fornecimento.</p>
<p>A referência para acompanhamento é o processo 40/102642/2026.</p>
<h3>Mudanças de pessoal abrangem as áreas de administração e de licitações e contratos</h3>
<p>A Mobi-Rio também publicou mudanças em funções de confiança.</p>
<p>Débora dos Santos de Carvalho Gama foi exonerada da função de Assistente II na Gerência de Administração e nomeada para a função de Assessor III na Gerência de Licitações e Contratos, com validade a partir de 8 de outubro de 2026.</p>
<p>Júlia de Araújo Soares Moreira foi nomeada para a função de Assistente II na Gerência de Administração, com validade a partir de 13 de outubro de 2026.</p>
<p>As publicações da companhia estão nas páginas 32 e 83 a 85 do Diário Oficial municipal. A decisão do Tribunal de Contas sobre o diesel aparece na página 101.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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