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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Governo de Minas formaliza transferência de quatro linhas da Viação José Maria Rodrigues para Bassamar e mudança societária da São Luiz, ligada à holding VRMM e à Nova Sandra</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/governo-de-minas-formaliza-transferencia-de-quatro-linhas-da-viacao-jose-maria-rodrigues-para-bassamar-e-mudanca-societaria-da-sao-luiz-ligada-a-holding-vrmm-e-a-nova-sandra/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 13:45:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões publicadas nesta quarta-feira (21) consolidam a transferência de concessões na Zona da Mata e a reorganização empresarial envolvendo Vander Odilon Ferreira, a Viação São Luiz de Conselheiro Lafaiete e a empresa que assumiu linhas da antiga Viação Sandra; mudanças envolvem diferentes famílias e grupos tradicionais do transporte mineiro ADAMO BAZANI O Governo de Minas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="770" height="482" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bassamar.jpg?fit=770%2C482&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bassamar.jpg?w=770&amp;ssl=1 770w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bassamar.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bassamar.jpg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bassamar.jpg?resize=768%2C481&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bassamar.jpg?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 770px) 100vw, 770px" /> <p><em>Decisões publicadas nesta quarta-feira (21) consolidam a transferência de concessões na Zona da Mata e a reorganização empresarial envolvendo Vander Odilon Ferreira, a Viação São Luiz de Conselheiro Lafaiete e a empresa que assumiu linhas da antiga Viação Sandra; mudanças envolvem diferentes famílias e grupos tradicionais do transporte mineiro</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Governo de Minas Gerais formalizou nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, duas movimentações empresariais no transporte intermunicipal de passageiros. A Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra) publicou a transferência definitiva da titularidade de quatro contratos da Viação José Maria Rodrigues, também conhecida mais recentemente como Nova JMR, para a Viação Bassamar, nas ligações entre Juiz de Fora, Rio Novo, Astolfo Dutra, Piraúba e Piau, na Zona da Mata. Na mesma edição do Diário Oficial, o Estado registrou a alteração do controle societário da Empresa de Transportes São Luiz MG Ltda., conhecida comercialmente como Viação São Luiz, de Conselheiro Lafaiete, que passou por uma reorganização envolvendo o administrador Vander Odilon Ferreira e a holding VRMM Empreendimentos Ltda.</p>
<p>As duas decisões dão continuidade a mudanças acompanhadas pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> nos últimos meses, mas possuem naturezas diferentes. No caso da Bassamar, a empresa assumiu a operação das quatro linhas em 1º de julho de 2026, após o encerramento das atividades regulares da Viação José Maria Rodrigues, e agora passa a constar formalmente como titular dos contratos, com os respectivos direitos e obrigações. Já a São Luiz permanece como concessionária dos serviços vinculados aos seus contratos, enquanto o Estado regulariza sua nova composição societária. A reorganização também alcança a Auto Viação São Luiz MG Ltda., que utiliza a marca Nova Sandra e assumiu, em 2024, dez concessões da antiga Viação Sandra, ampliando a atuação do núcleo empresarial ligado a Vander Odilon Ferreira.</p>
<h2>Bassamar assume formalmente as quatro concessões da antiga Viação José Maria Rodrigues</h2>
<p>A Seinfra publicou quatro termos aditivos que transferem à Viação Bassamar Ltda. os contratos anteriormente mantidos pela José Maria Rodrigues &amp; Filhos Ltda.</p>
<p>As transferências envolvem as seguintes ligações:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Ligação</th>
</tr>
<tr>
<td>3514</td>
<td>Juiz de Fora – Rio Novo</td>
</tr>
<tr>
<td>3524</td>
<td>Juiz de Fora – Astolfo Dutra</td>
</tr>
<tr>
<td>3537</td>
<td>Piraúba – Juiz de Fora</td>
</tr>
<tr>
<td>3821</td>
<td>Piau – Juiz de Fora</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As quatro concessões estavam vinculadas aos contratos estaduais SETOP/STI 433/2012, 434/2012, 435/2012 e 436/2012.</p>
<p>Em cada termo, a Viação José Maria Rodrigues aparece como cedente e a Viação Bassamar como cessionária.</p>
<p>A redação estabelece que a Bassamar passa a ser a titular do respectivo contrato e assume todos os direitos e obrigações decorrentes da concessão.</p>
<p>A formalização é assinada pelo secretário estadual de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias, Pedro Bruno Barros de Souza.</p>
<p>Para os passageiros, a mudança representa a consolidação da responsabilidade da Bassamar pela prestação dos serviços nas quatro ligações.</p>
<p>Isso inclui o cumprimento das condições de operação, atendimento aos usuários e demais exigências contratuais e regulatórias.</p>
<p>A publicação desta quarta-feira representa a conclusão de uma nova etapa administrativa de uma transferência operacional iniciada meses antes.</p>
<h2>Bassamar começou a operar as linhas em julho, após encerramento das atividades da JMR</h2>
<p>A transferência tem um histórico acompanhado pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> desde o primeiro semestre.</p>
<p>Em 30 de junho de 2026, a Viação José Maria Rodrigues encerrou a operação regular das quatro ligações intermunicipais.</p>
<p>No dia seguinte, 1º de julho, a Bassamar assumiu os serviços.</p>
<p>A transição representou o fim de aproximadamente sete décadas de atuação operacional da tradicional empresa da família Rodrigues no transporte rodoviário da Zona da Mata mineira.</p>
<p>Em 26 de agosto, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> mostrou que o Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano de Minas Gerais havia aberto a etapa de manifestações sobre a transferência dos contratos.</p>
<p>Naquela ocasião, a questão submetida ao colegiado era a concessão de anuência prévia à transferência da titularidade.</p>
<p>A publicação de 21 de outubro avança em relação àquela fase: o Estado registra formalmente a Bassamar como nova titular dos quatro contratos.</p>
<p>A distinção entre a mudança operacional de julho e a formalização contratual de outubro é importante porque permite compreender a sequência da transição sem apresentar a atual publicação como início de operação.</p>
<h2>Viação José Maria Rodrigues, Nova JMR e José Maria Rodrigues &amp; Filhos: nomes da mesma empresa</h2>
<p>A transportadora que deixou as quatro linhas possui uma trajetória ligada à família Rodrigues.</p>
<p>Sua razão social registrada é José Maria Rodrigues &amp; Filhos Ltda., CNPJ 21.551.726/0001-92.</p>
<p>O nome fantasia cadastral é Viação José Maria Rodrigues.</p>
<p>Nos últimos anos de operação, a companhia também passou a utilizar comercialmente a marca Nova JMR.</p>
<p>Trata-se, portanto, de três denominações relacionadas à mesma operação empresarial: a razão social José Maria Rodrigues &amp; Filhos, a marca tradicional Viação José Maria Rodrigues e a identificação comercial mais recente Nova JMR.</p>
<p>A constituição cadastral da empresa ocorreu em 11 de agosto de 1966, em Juiz de Fora.</p>
<p>Sua história foi construída no atendimento rodoviário da Zona da Mata, com forte presença familiar e atuação em cidades da região.</p>
<p>Entre os nomes ligados à trajetória empresarial estão Fábio Rodrigues, Sebastião Rodrigues, José Manoel Rodrigues e Margareth Rodrigues.</p>
<p>Ao longo da expansão, José Maria Rodrigues deixou gradualmente a administração direta, principalmente a partir da década de 1970, quando a condução dos negócios passou a outros integrantes da família.</p>
<p>No final de 2024, ocorreu uma mudança de gestão, com a entrada de Leonardo de Souza Scher na administração da transportadora.</p>
<p>A nova gestão passou a utilizar a identidade Nova JMR, embora a pessoa jurídica permanecesse vinculada à família Rodrigues.</p>
<p>A mudança administrativa não representou, naquele momento, uma substituição da empresa titular das concessões.</p>
<p>Foi somente em 2026 que ocorreu a transferência operacional das quatro linhas para a Bassamar, posteriormente formalizada pela Seinfra.</p>
<h2>Holding JMRF Participações reúne integrantes da família Rodrigues</h2>
<p>A estrutura societária da antiga operadora também passou por reorganização.</p>
<p>Nos registros empresariais consultados, a José Maria Rodrigues &amp; Filhos Ltda. apresenta a JMRF Participações Ltda. como sócia e Leonardo de Souza Scher como administrador.</p>
<p>A JMRF Participações foi constituída em setembro de 2024.</p>
<p>Seu quadro societário reúne integrantes da família Rodrigues, entre os quais:</p>
<ul>
<li>Fábio Rodrigues;</li>
<li>Fátima Rodrigues Costa;</li>
<li>Ida Maria Rodrigues;</li>
<li>José Manoel Rodrigues;</li>
<li>Margareth Rodrigues;</li>
<li>Maria das Graças Rodrigues;</li>
<li>Marta Rodrigues;</li>
<li>Rosa Maria Rodrigues Marques;</li>
<li>Sebastião Rodrigues;</li>
<li>Terezinha Rodrigues;</li>
<li>Tarcísio Rodrigues.</li>
</ul>
<p>Tarcísio Rodrigues também aparece como administrador da holding.</p>
<p>A constituição da JMRF permitiu reunir participações familiares em uma pessoa jurídica específica.</p>
<p>Esse tipo de estrutura pode facilitar a organização das quotas societárias e a administração dos interesses patrimoniais, sem que a existência de uma holding signifique, por si só, transferência das concessões de transporte.</p>
<p>No caso da JMR, a holding integra a estrutura societária da empresa histórica, enquanto a transferência das quatro concessões para a Bassamar foi realizada por procedimento específico perante o Governo de Minas Gerais.</p>
<p>A pessoa jurídica José Maria Rodrigues &amp; Filhos Ltda. permanece com situação cadastral ativa nos registros consultados, apesar do encerramento das operações regulares das linhas transferidas.</p>
<p>A própria história da companhia passou a ser preservada em um acervo de memórias da Viação José Maria Rodrigues, que apresenta a transição para a Bassamar como continuidade do atendimento aos passageiros da região.</p>
<h2>Quem são os sócios da Viação Bassamar</h2>
<p>A Viação Bassamar Ltda. também é uma transportadora tradicional da Zona da Mata.</p>
<p>A empresa possui CNPJ 21.553.177/0001-95 e foi constituída em 16 de agosto de 1966, em Juiz de Fora.</p>
<p>A companhia chega, portanto, a seis décadas de existência em 2026.</p>
<p>Os registros societários consultados identificam três sócios-administradores:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Sócio-administrador</th>
<th>Histórico cadastral</th>
</tr>
<tr>
<td>Andrea Campos Macedo de Souza</td>
<td>Participação registrada desde agosto de 1998</td>
</tr>
<tr>
<td>Eneida Campos Macedo de Andrade</td>
<td>Participação registrada desde outubro de 2001</td>
</tr>
<tr>
<td>Márcio Campos Macedo</td>
<td>Participação registrada desde agosto de 1998</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Márcio Campos Macedo também aparece formalmente como diretor da Viação Bassamar em acordo coletivo de trabalho registrado no Ministério do Trabalho em 2026.</p>
<p>Além da matriz em Juiz de Fora, a transportadora possui estabelecimentos em municípios como Leopoldina, São João Nepomuceno e Lima Duarte.</p>
<p>Parte dessas unidades utiliza o nome fantasia Bassamar, semelhante à razão social da transportadora.</p>
<p>A incorporação operacional das quatro ligações da antiga JMR amplia a presença da empresa em um mercado regional no qual o transporte rodoviário intermunicipal tem importância para deslocamentos de trabalhadores, estudantes e usuários de serviços de saúde e comércio.</p>
<p>A movimentação reúne duas transportadoras com origem na década de 1960 e trajetórias construídas no atendimento à Zona da Mata.</p>
<h2>São Luiz de Conselheiro Lafaiete tem mudança societária formalizada</h2>
<p>A segunda decisão publicada pela Seinfra nesta quarta-feira envolve a Empresa de Transportes São Luiz MG Ltda., CNPJ 24.179.848/0001-98.</p>
<p>Essa empresa é conhecida comercialmente como Viação São Luiz e tem sede em Conselheiro Lafaiete, na Região Central de Minas Gerais.</p>
<p>O Estado formalizou a alteração de seu controle societário, alcançando os contratos de concessão SETOP/STI 152/2012 e 55/2015.</p>
<p>A publicação representa continuidade da decisão divulgada no sábado, 17 de outubro de 2026, e noticiada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> na segunda-feira (19).</p>
<p>Naquela ocasião, a Seinfra concedeu anuência para regularizar a mudança de controle societário da concessionária, depois de uma etapa de análise administrativa iniciada em setembro.</p>
<p>Agora, por meio de apostilamento, a alteração passa a integrar formalmente os registros dos contratos.</p>
<p>Diferentemente da operação entre JMR e Bassamar, a mudança da São Luiz não corresponde à transferência das duas concessões para outra pessoa jurídica.</p>
<p>A Empresa de Transportes São Luiz MG permanece como concessionária, com a reorganização de seus sócios e da estrutura de controle.</p>
<p>A medida ganha importância porque a empresa integra um núcleo empresarial também relacionado à Auto Viação São Luiz MG, que opera com a identificação Nova Sandra.</p>
<h2>Empresa de Transportes São Luiz MG: trajetória desde 1969</h2>
<p>A Empresa de Transportes São Luiz MG iniciou suas atividades em 20 de maio de 1969, originalmente identificada como Viação São Luiz Ltda.</p>
<p>A transportadora tem sede na Rua Ademar Bruno de Carvalho, nº 55, bairro Santa Matilde, em Conselheiro Lafaiete.</p>
<p>Seu capital social cadastrado é de R$ 1,5 milhão.</p>
<p>A atuação da empresa está ligada ao transporte regional de passageiros entre Conselheiro Lafaiete, municípios da Região Central e outras localidades mineiras.</p>
<p>Entre as ligações historicamente associadas à transportadora estão serviços envolvendo Rio Espera, Conselheiro Lafaiete, Joselândia, Cristiano Otoni, Santana dos Montes e Carandaí.</p>
<p>Também existem registros relacionados à linha Palmital dos Carvalhos–Carandaí, vinculada ao contrato estadual de concessão 55/2015.</p>
<p>Em julho de 2025, a empresa apareceu em procedimento relativo à linha Barbacena–Lagoa Dourada, com solicitação de paralisação temporária do serviço.</p>
<p>Além das atividades de transporte regular, a companhia possui atuação no segmento de fretamento.</p>
<p>Em novembro de 2025, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) incluiu a Empresa de Transportes São Luiz MG entre as transportadoras habilitadas para operações de fretamento interestadual e internacional, por meio de Termo de Autorização de Fretamento.</p>
<p>Essa habilitação federal constitui uma atividade regulatória distinta das concessões intermunicipais administradas pelo Governo de Minas Gerais.</p>
<h2>Quem são os sócios da São Luiz e qual é a relação com Vander Odilon Ferreira</h2>
<p>A reorganização societária envolve três participantes identificados nos registros empresariais consultados.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Nome</th>
<th>Participação cadastrada</th>
</tr>
<tr>
<td>Vander Odilon Ferreira</td>
<td>Administrador desde 17 de março de 2005</td>
</tr>
<tr>
<td>Vanderlei de Paulo Ferreira</td>
<td>Sócio desde 15 de setembro de 2010</td>
</tr>
<tr>
<td>VRMM Empreendimentos Ltda.</td>
<td>Sócia desde 6 de novembro de 2025</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A principal alteração identificada foi a entrada da VRMM Empreendimentos Ltda. na composição societária.</p>
<p>Antes dessa movimentação, Vander Odilon Ferreira aparecia diretamente como sócio-administrador.</p>
<p>Na estrutura cadastrada depois da reorganização, ele permanece como administrador da transportadora e também aparece como sócio-administrador da holding que passou a integrar o capital da São Luiz.</p>
<p>Vanderlei de Paulo Ferreira continua identificado como sócio.</p>
<p>A presença desses participantes permite compreender a reorganização em torno de uma estrutura de participações empresariais.</p>
<p>Entretanto, a identificação cadastral dos sócios não estabelece, isoladamente, a participação percentual de cada um no capital social.</p>
<p>A definição exata das quotas, dos direitos de voto e das eventuais regras de controle depende dos instrumentos societários correspondentes.</p>
<h2>VRMM Empreendimentos: holding foi criada em outubro de 2025</h2>
<p>A VRMM Empreendimentos Ltda. possui CNPJ 63.154.707/0001-72 e foi constituída em 13 de outubro de 2025.</p>
<p>É uma sociedade empresária limitada, com capital social registrado de R$ 100 mil.</p>
<p>Sua atividade principal é a participação em outras sociedades, classificada como holding de instituições não financeiras.</p>
<p>Os registros cadastrais também incluem atividades de compra, venda e aluguel de imóveis próprios.</p>
<p>A holding tem sede na Rua Ademar Bruno de Carvalho, nº 55, bairro Santa Matilde, em Conselheiro Lafaiete.</p>
<p>O endereço coincide com o da Empresa de Transportes São Luiz MG.</p>
<p>Os contatos telefônicos e eletrônicos cadastrados também estão vinculados à estrutura utilizada pela transportadora.</p>
<p>Vander Odilon Ferreira figura como sócio-administrador da VRMM desde sua constituição.</p>
<p>A sequência das movimentações societárias mostra a criação da holding e sua posterior entrada em duas empresas do transporte rodoviário:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Data</th>
<th>Movimentação</th>
</tr>
<tr>
<td>13 de outubro de 2025</td>
<td>Constituição da VRMM Empreendimentos Ltda.</td>
</tr>
<tr>
<td>31 de outubro de 2025</td>
<td>VRMM passa a integrar a Auto Viação São Luiz MG Ltda., conhecida como Nova Sandra</td>
</tr>
<tr>
<td>6 de novembro de 2025</td>
<td>VRMM ingressa na Empresa de Transportes São Luiz MG Ltda., de Conselheiro Lafaiete</td>
</tr>
<tr>
<td>15 de setembro de 2026</td>
<td>Conselho de Transporte abre etapa de manifestações sobre a regularização da alteração societária</td>
</tr>
<tr>
<td>17 de outubro de 2026</td>
<td>Seinfra concede anuência à regularização do controle societário da São Luiz</td>
</tr>
<tr>
<td>21 de outubro de 2026</td>
<td>Estado publica a formalização contratual da alteração societária</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A criação da holding e sua entrada nas duas operadoras ocorreram em um intervalo inferior a um mês.</p>
<p>Isso mostra que a reorganização empresarial foi estruturada em etapas próximas, com a participação da mesma pessoa jurídica em duas concessionárias distintas.</p>
<p>A VRMM não é, por si só, a empresa que opera os ônibus ou a titular direta das concessões estaduais.</p>
<p>Seu papel é de participação societária nas empresas operadoras.</p>
<p>As responsabilidades de prestação dos serviços continuam vinculadas às concessionárias que possuem os contratos.</p>
<h2>Diferença entre a Viação São Luiz e a Nova Sandra</h2>
<p>A identificação das empresas exige atenção porque duas pessoas jurídicas diferentes utilizam a denominação São Luiz.</p>
<p>A primeira é a Empresa de Transportes São Luiz MG Ltda., de Conselheiro Lafaiete, conhecida comercialmente como Viação São Luiz.</p>
<p>É essa a transportadora diretamente abrangida pela formalização do controle societário publicada em 21 de outubro.</p>
<p>A segunda é a Auto Viação São Luiz MG Ltda., CNPJ 07.271.007/0001-97, com sede cadastral em Congonhas.</p>
<p>Esta última utiliza o nome fantasia Nova Sandra.</p>
<p>A Auto Viação São Luiz MG tem Vander Odilon Ferreira como administrador desde 29 de agosto de 2016, segundo os registros societários consultados.</p>
<p>A VRMM Empreendimentos aparece como sócia desde 31 de outubro de 2025.</p>
<p>O capital social cadastrado da Auto Viação São Luiz MG é de R$ 500 mil.</p>
<p>Assim, o núcleo empresarial apresenta a seguinte organização:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Pessoa jurídica</th>
<th>Identificação comercial</th>
<th>Papel empresarial</th>
</tr>
<tr>
<td>Empresa de Transportes São Luiz MG Ltda.</td>
<td>Viação São Luiz</td>
<td>Operadora tradicional de Conselheiro Lafaiete</td>
</tr>
<tr>
<td>Auto Viação São Luiz MG Ltda.</td>
<td>Nova Sandra</td>
<td>Operadora que assumiu concessões da antiga Viação Sandra</td>
</tr>
<tr>
<td>VRMM Empreendimentos Ltda.</td>
<td>VRMM Empreendimentos</td>
<td>Holding com participação nas duas transportadoras</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A estrutura envolve empresas juridicamente distintas, embora apresentem vínculos de administração e participação societária.</p>
<p>Também é importante diferenciar a Nova Sandra da antiga Viação Sandra.</p>
<p>A marca Nova Sandra é utilizada pela Auto Viação São Luiz MG, que assumiu concessões anteriormente operadas pela transportadora histórica.</p>
<p>A adoção da marca comercial não significa que todas essas empresas sejam a mesma pessoa jurídica.</p>
<h2>Nova Sandra assumiu dez concessões anteriormente operadas pela Viação Sandra</h2>
<p>A reorganização empresarial ganha dimensão maior quando considerada a expansão da Auto Viação São Luiz MG no mercado mineiro.</p>
<p>Em 2024, a empresa assumiu dez concessões anteriormente operadas pela Viação Sandra.</p>
<p>As transferências envolveram ligações rodoviárias importantes entre Belo Horizonte, a Região Central, o Campo das Vertentes e o Sul de Minas.</p>
<p>Entre os mercados transferidos estavam:</p>
<ol start="1">
<li>Belo Horizonte – Entre Rios de Minas;</li>
<li>Belo Horizonte – São João del-Rei, via Barbacena;</li>
<li>Belo Horizonte – Jeceaba;</li>
<li>Belo Horizonte – Conselheiro Lafaiete;</li>
<li>Belo Horizonte – Desterro de Entre Rios;</li>
<li>Cruzília – São Vicente de Minas;</li>
<li>Andrelândia – São João del-Rei;</li>
<li>Lagoa Dourada – São João del-Rei;</li>
<li>Caxambu – Aiuruoca;</li>
<li>São João del-Rei – Ouro Branco.</li>
</ol>
<p>A incorporação dessas concessões ampliou a presença do núcleo empresarial administrado por Vander Odilon Ferreira no transporte rodoviário mineiro.</p>
<p>A mudança também aproximou a atuação das duas empresas São Luiz, embora cada uma mantenha sua personalidade jurídica e seus contratos.</p>
<p>Na prática, a Auto Viação São Luiz MG passou a operar um conjunto de ligações anteriormente identificado com a Viação Sandra, enquanto a Empresa de Transportes São Luiz MG continuou responsável pelas concessões tradicionais ligadas à sua trajetória em Conselheiro Lafaiete.</p>
<p>A entrada da VRMM no capital das duas sociedades, em outubro e novembro de 2025, representa outra etapa dessa reorganização.</p>
<h2>Vander Odilon Ferreira também aparece ligado à VRDN Transportes</h2>
<p>Além das duas transportadoras São Luiz e da holding VRMM, registros empresariais consultados relacionam Vander Odilon Ferreira à VRDN Locadora Ltda.</p>
<p>A empresa tem CNPJ 26.232.638/0001-41, utiliza o nome fantasia VRDN Transportes e foi constituída em 26 de setembro de 2016.</p>
<p>Seu capital social cadastrado é de R$ 820 mil.</p>
<p>Vander Odilon Ferreira aparece como sócio-administrador.</p>
<p>Também constam como participantes do quadro societário Maria Eduarda Braga Ferreira, Maria Fernanda Braga Ferreira e Rosemary Aparecida Braga Ferreira.</p>
<p>A presença de Vander em diferentes sociedades mostra que sua atuação empresarial não se limita à administração da São Luiz e à participação na VRMM.</p>
<p>Entretanto, a existência de sócios comuns não significa automaticamente que todas essas empresas integrem uma estrutura única de concessões, nem que seus contratos de transporte tenham sido transferidos entre elas.</p>
<p>Cada pessoa jurídica possui registro e responsabilidades próprios.</p>
<p>A relação é relevante para compreender a rede de participações e atividades empresariais associadas ao administrador.</p>
<h2>Duas reorganizações com consequências diferentes para o mercado mineiro</h2>
<p>As movimentações formalizadas pela Seinfra nesta quarta-feira ilustram duas formas de reorganização das empresas de transporte de passageiros.</p>
<p>Na Zona da Mata, a Bassamar passou a assumir diretamente a titularidade de concessões que pertenciam à Viação José Maria Rodrigues.</p>
<p>A operação ocorreu após a saída da antiga transportadora dos quatro serviços regulares, preservando o atendimento sob responsabilidade de outra empresa já estabelecida na região.</p>
<p>Em Conselheiro Lafaiete, a mudança envolve a composição societária da própria concessionária, que permanece titular dos contratos.</p>
<p>A entrada da VRMM nas empresas São Luiz permitiu concentrar participações empresariais em uma holding, mantendo separadas as pessoas jurídicas responsáveis pelas operações.</p>
<p>Em ambos os casos, a análise e a formalização das mudanças pelo Estado são relevantes porque contratos de transporte coletivo envolvem obrigações de interesse público.</p>
<p>A transferência de uma concessão ou a alteração do controle de uma empresa operadora precisa respeitar as regras aplicáveis à continuidade, à regularidade e à segurança dos serviços.</p>
<p>A formalização das transferências para a Bassamar e do controle societário da São Luiz representa, portanto, mais um capítulo da reorganização empresarial do transporte rodoviário de Minas Gerais, envolvendo marcas tradicionais, holdings familiares e a redistribuição de responsabilidades sobre linhas que atendem milhares de deslocamentos entre municípios mineiros.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Empresas de ônibus interestaduais serão avaliadas por indicadores da SUPAS em prêmio da ANTT e não precisarão fazer inscrições</title>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 13:01:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Opinião]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Agência altera regras do Prêmio Destaques 2026, que também contempla concessionárias de rodovias, ferrovias e transportadoras de cargas; desempenho das empresas de transporte regular de passageiros será analisado diretamente pelo órgão regulador ADAMO BAZANI As empresas de ônibus que operam linhas interestaduais regulares serão avaliadas diretamente pela Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="704" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0752422.jpg?fit=1024%2C704&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0752422.jpg?w=3933&amp;ssl=1 3933w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0752422.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0752422.jpg?resize=1024%2C704&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0752422.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0752422.jpg?resize=768%2C528&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0752422.jpg?resize=1536%2C1056&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0752422.jpg?resize=2048%2C1408&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0752422.jpg?resize=400%2C275&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0752422.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div><em>Agência altera regras do Prêmio Destaques 2026, que também contempla concessionárias de rodovias, ferrovias e transportadoras de cargas; desempenho das empresas de transporte regular de passageiros será analisado diretamente pelo órgão regulador</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>As empresas de ônibus que operam linhas interestaduais regulares serão avaliadas diretamente pela Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros (SUPAS), da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para a quarta edição do Prêmio ANTT – Destaques 2026. Diferentemente dos participantes de outras categorias, as transportadoras de passageiros não precisarão realizar inscrições nem apresentar projetos para concorrer. A seleção será feita com base em indicadores utilizados pela própria agência no acompanhamento dos serviços regulados.</p>
<p>A regra está prevista nas alterações do edital da premiação, publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 21 de outubro de 2026. As mudanças foram estabelecidas pelo Edital DG nº 24, assinado na terça-feira (20) pelo diretor-geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio, e também abrangem concessionárias de rodovias e ferrovias, além de transportadoras de cargas. A proposta é reconhecer resultados e iniciativas relacionados à qualidade, segurança, eficiência, inovação e sustentabilidade, com diferentes critérios de julgamento conforme o segmento do transporte terrestre.</p>
<p>Na categoria Transporte Rodoviário Regular de Passageiros, a avaliação será realizada a partir de indicadores obtidos junto à SUPAS, conforme as regras específicas previstas no edital original da quarta edição do prêmio.</p>
<p>Isso significa que as transportadoras interestaduais não precisarão elaborar ou encaminhar projetos exclusivamente para participar da seleção.</p>
<p>A agência utilizará informações do próprio acompanhamento regulatório para identificar as empresas que se destacarem de acordo com os critérios estabelecidos.</p>
<p>A publicação desta quarta-feira mantém a sistemática de avaliação prevista para o transporte regular de passageiros, enquanto promove alterações em outras categorias da premiação.</p>
<p>O procedimento diferencia o reconhecimento das empresas de ônibus das categorias nas quais os participantes precisam inscrever iniciativas para avaliação de um comitê julgador.</p>
<h2>Avaliação pode dar visibilidade ao desempenho das transportadoras</h2>
<p>A utilização de indicadores da SUPAS ganha relevância em um momento de mudanças no mercado de transporte rodoviário interestadual de passageiros.</p>
<p>A ANTT está dando continuidade à primeira Janela Extraordinária, procedimento que organiza a análise de solicitações de novos mercados e amplia as possibilidades de entrada e expansão de transportadoras.</p>
<p>O Diário do Transporte mostrou que o processo envolve milhares de pedidos, com participação de empresas tradicionais, novos operadores e grupos econômicos interessados na ampliação dos serviços.</p>
<p>A expansão do mercado aumenta a importância da fiscalização e do acompanhamento da qualidade operacional.</p>
<p>A concessão de uma autorização permite à empresa prestar determinado serviço, mas não representa, por si só, garantia de pontualidade, regularidade, qualidade do atendimento ou satisfação dos passageiros.</p>
<p>Esses resultados dependem da operação efetiva, da estrutura oferecida e do cumprimento das obrigações estabelecidas pela agência.</p>
<p>Nesse cenário, a utilização de indicadores no prêmio pode contribuir para dar visibilidade ao desempenho das transportadoras.</p>
<p>A publicação desta quarta-feira, entretanto, não apresenta novamente a relação detalhada dos indicadores nem seus respectivos pesos. O edital remete aos critérios específicos estabelecidos no Apêndice II da regulamentação original.</p>
<p>A premiação não substitui a fiscalização nem altera os direitos dos passageiros ou as obrigações das empresas.</p>
<p>Para os usuários, o interesse está principalmente na possibilidade de conhecer resultados do acompanhamento dos serviços, desde que os critérios e o desempenho das transportadoras sejam divulgados de forma clara.</p>
<h2>Transporte de cargas terá categorias para segurança, sustentabilidade e inovação</h2>
<p>As mudanças publicadas pela ANTT também reformulam a classe Transporte Rodoviário de Cargas Destaques 2026.</p>
<p>A premiação passa a contemplar quatro categorias.</p>
<p>A primeira, Segurança e Excelência no Transporte de Cargas, reconhecerá iniciativas relacionadas à prevenção de acidentes, gerenciamento de riscos, segurança operacional, qualificação de profissionais e melhoria dos processos.</p>
<p>A segunda, Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental, será direcionada a práticas de proteção ambiental, uso eficiente dos recursos, inclusão, diversidade, responsabilidade social e valorização dos trabalhadores.</p>
<p>A terceira, Inovação, Integração e Eficiência Logística, contemplará projetos que utilizem tecnologias, melhorias operacionais e integração entre diferentes agentes e modalidades de transporte.</p>
<p>A quarta, Excelência no Transporte Rodoviário Internacional de Cargas, será voltada a iniciativas que contribuam para melhorar as operações entre países, considerando qualidade, segurança, eficiência, sustentabilidade e cumprimento das exigências regulatórias.</p>
<p>Poderão participar empresas de transporte rodoviário de cargas, cooperativas e operadores de transporte multimodal habilitados perante a ANTT.</p>
<p>Cada participante poderá apresentar uma iniciativa, em apenas uma categoria.</p>
<p>Também será permitida a inscrição de projetos desenvolvidos em parceria com transportadores autônomos, fornecedores, embarcadores, instituições de ensino e entidades representativas.</p>
<p>Em cada categoria, o responsável pela iniciativa mais bem avaliada receberá um troféu. Os outros dois finalistas terão menções honrosas.</p>
<h2>Critérios de desempate e regras para evitar conflitos de interesses</h2>
<p>A ANTT também estabeleceu procedimentos para os julgamentos.</p>
<p>No transporte de cargas, em caso de empate, será considerada inicialmente a maior pontuação no critério de impactos positivos.</p>
<p>Se a igualdade permanecer, serão avaliados, sucessivamente, o grau de replicabilidade da iniciativa, a utilização eficiente dos recursos e o grau de inovação.</p>
<p>Caso o empate persista, a decisão caberá ao superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas, integrante do comitê julgador.</p>
<p>Para concessionárias de rodovias e ferrovias, a agência também estabeleceu critérios específicos, incluindo a avaliação de iniciativas que superem obrigações previstas nos contratos de concessão.</p>
<p>O Comitê Julgador terá 25 integrantes, entre representantes da ANTT, do Ministério dos Transportes e de entidades relacionadas aos segmentos contemplados.</p>
<p>A composição inclui representantes da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística) e da Associação Brasileira de Transportadores Internacionais (ABTI).</p>
<p>Os integrantes deverão declarar possíveis conflitos de interesses e não poderão avaliar iniciativas das quais tenham participado diretamente ou nas quais possuam interesse.</p>
<p>A agência poderá solicitar documentos e informações complementares para comprovar os resultados apresentados pelos participantes.</p>
<h2>Reconhecimento das empresas deve considerar benefícios concretos para os usuários</h2>
<p>Embora o prêmio tenha caráter de reconhecimento institucional, sua relevância para o setor está associada à possibilidade de estimular melhorias na prestação dos serviços.</p>
<p>No transporte rodoviário de passageiros, a qualidade do atendimento envolve fatores como regularidade das viagens, segurança, condições dos veículos, acessibilidade, informação aos usuários e cumprimento das obrigações regulatórias.</p>
<p>Esses aspectos também influenciam a escolha das transportadoras, especialmente em mercados onde há mais de uma empresa oferecendo viagens.</p>
<p>Para o passageiro, a concorrência pode representar maior variedade de horários, serviços e preços, mas a presença de diferentes operadores não dispensa o acompanhamento das condições de atendimento.</p>
<p>A premiação pode contribuir para destacar empresas que apresentem bons resultados dentro dos critérios adotados pela ANTT, sem que isso represente autorização para flexibilizar exigências ou substituir os mecanismos de fiscalização.</p>
<p>As alterações do Edital DG nº 24 entram em vigor nesta quarta-feira (21) e modificam dispositivos do regulamento original, publicado em 14 de outubro, além de substituir integralmente os apêndices referentes a outras categorias da premiação.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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  <item>
    <title>Câmara de São Paulo pede frota de ônibus equivalente à dos dias úteis no segundo turno das eleições de 25 de outubro</title>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 12:31:13 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Requerimento do vereador Nabil Bonduki menciona reclamações sobre oferta de transporte e solicita reforço para garantir deslocamento dos eleitores aos locais de votação ADAMO BAZANI A Câmara Municipal de São Paulo discutirá um pedido para que a Prefeitura coloque nas ruas, no domingo, 25 de outubro de 2026, uma quantidade de ônibus equivalente à utilizada [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="814" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/72e51fc5-1a5f-4e47-9300-01558f914986.webp?fit=1024%2C814&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/72e51fc5-1a5f-4e47-9300-01558f914986.webp?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/72e51fc5-1a5f-4e47-9300-01558f914986.webp?resize=300%2C239&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/72e51fc5-1a5f-4e47-9300-01558f914986.webp?resize=1024%2C814&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/72e51fc5-1a5f-4e47-9300-01558f914986.webp?resize=150%2C119&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/72e51fc5-1a5f-4e47-9300-01558f914986.webp?resize=768%2C611&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/72e51fc5-1a5f-4e47-9300-01558f914986.webp?resize=1536%2C1221&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/72e51fc5-1a5f-4e47-9300-01558f914986.webp?resize=400%2C318&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Requerimento do vereador Nabil Bonduki menciona reclamações sobre oferta de transporte e solicita reforço para garantir deslocamento dos eleitores aos locais de votação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Câmara Municipal de São Paulo discutirá um pedido para que a Prefeitura coloque nas ruas, no domingo, 25 de outubro de 2026, uma quantidade de ônibus equivalente à utilizada nos dias úteis, durante o segundo turno das eleições. O requerimento, apresentado pelo vereador Nabil Bonduki (PT), consta do Diário Oficial e busca ampliar a oferta de transporte coletivo para os eleitores que precisarão se deslocar até os locais de votação.</p>
<p>A proposta considera reclamações recebidas por mandatos parlamentares sobre a oferta de ônibus nos dias de eleição e solicita o encaminhamento de um ofício à Prefeitura de São Paulo e à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte. O objetivo é garantir que a gratuidade do transporte seja acompanhada de uma frequência de atendimento compatível com a demanda, evitando dificuldades de deslocamento e lotação excessiva.</p>
<p>O requerimento ECON 30/2026 foi incluído na pauta da Comissão de Trânsito, Transporte, Mobilidade Urbana e Atividade Econômica, cuja reunião está marcada para esta quinta-feira, 15 de outubro, às 14h.</p>
<h3>Pedido considera reclamações sobre disponibilidade de ônibus</h3>
<p>O vereador argumenta que a oferta de transporte coletivo precisa ser suficiente para atender aos deslocamentos dos eleitores.</p>
<p>A medida é especialmente importante nas regiões periféricas, onde a distância entre residências e locais de votação pode exigir a utilização de uma ou mais linhas de ônibus.</p>
<p>Em São Paulo, os domingos apresentam características operacionais distintas dos dias úteis. A frota programada normalmente é menor, acompanhando a redução da demanda de viagens para trabalho e estudos.</p>
<p>Em eleições, porém, parte da população realiza deslocamentos em horários concentrados, especialmente pela manhã e no início da tarde.</p>
<p>O reforço dos serviços busca atender essa movimentação sem comprometer a regularidade das viagens.</p>
<h3>Gratuidade e programação da frota</h3>
<p>A cidade possui o programa Domingão Tarifa Zero, que assegura viagens gratuitas nos ônibus municipais aos domingos.</p>
<p>Nas eleições, a organização do transporte envolve também as normas eleitorais sobre a garantia de deslocamento dos cidadãos aos locais de votação.</p>
<p>O atendimento depende da programação definida pela SPTrans, da disponibilidade de ônibus e motoristas e da distribuição da frota entre linhas e regiões.</p>
<p>O requerimento apresentado por Nabil Bonduki propõe que o parâmetro utilizado para 25 de outubro seja a frota dos dias úteis.</p>
<p>A solicitação representa uma iniciativa parlamentar destinada a orientar e cobrar providências da administração municipal.</p>
<p>A definição operacional caberá aos órgãos responsáveis pelo transporte municipal.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
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    <title>São Paulo prorroga obras em túnel e dois viadutos até dezembro e libera R$ 846,7 mil para requalificação de calçadas no Centro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/sao-paulo-prorroga-obras-em-tunel-e-dois-viadutos-ate-dezembro-e-libera-r-8467-mil-para-requalificacao-de-calcadas-no-centro/</link>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 12:01:26 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Prefeitura amplia prazos de recuperação do Túnel Tribunal de Justiça e dos viadutos Deputado Ulysses Guimarães e Dona Mora Guimarães; recursos para o Triângulo Histórico e o Quadrilátero República serão destinados ao acompanhamento técnico e ambiental das intervenções ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo autorizou a prorrogação, por mais dois meses, dos serviços de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="596" height="335" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-23.jpg?fit=596%2C335&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-23.jpg?w=596&amp;ssl=1 596w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-23.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-23.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-23.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 596px) 100vw, 596px" /> <p><em>Prefeitura amplia prazos de recuperação do Túnel Tribunal de Justiça e dos viadutos Deputado Ulysses Guimarães e Dona Mora Guimarães; recursos para o Triângulo Histórico e o Quadrilátero República serão destinados ao acompanhamento técnico e ambiental das intervenções</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo autorizou a prorrogação, por mais dois meses, dos serviços de recuperação do Túnel Tribunal de Justiça e dos viadutos Deputado Ulysses Guimarães e Dona Mora Guimarães. As decisões, publicadas no Diário Oficial desta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, estabelecem novos prazos de execução até dezembro e fazem parte das ações de manutenção da infraestrutura viária da capital paulista, necessária à circulação de veículos, ao funcionamento do transporte coletivo e à segurança de quem utiliza as vias da cidade.</p>
<p>Na mesma edição, a administração municipal também autorizou a destinação de R$ 846.712,65 à SPObras para custear serviços de engenharia, supervisão ambiental, proteção do patrimônio histórico e acompanhamento técnico relacionados às obras de reforma e requalificação de calçadas e calçadões do Triângulo Histórico e do Quadrilátero República, na região central. As três decisões envolvem intervenções com finalidades distintas, mas relacionadas à conservação dos espaços urbanos, à segurança da circulação e às condições de deslocamento de motoristas, pedestres e usuários do transporte público.</p>
<p>As medidas foram autorizadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (SIURB) e integram contratos de engenharia e serviços de acompanhamento de obras existentes.</p>
<h3>Recuperação do Túnel Tribunal de Justiça terá prazo até 19 de dezembro</h3>
<p>A Prefeitura autorizou a alteração do cronograma físico-financeiro dos serviços de recuperação do Túnel Tribunal de Justiça, que integram o lote 2 de intervenções na infraestrutura viária municipal.</p>
<p>A responsável pela execução é a Concrepoxi Engenharia Ltda., contratada para realizar os trabalhos de recuperação da estrutura.</p>
<p>O novo prazo de execução foi ampliado por dois meses, compreendendo o período de 20 de outubro a 19 de dezembro de 2026.</p>
<p>A decisão foi tomada após análise técnica e jurídica da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana, considerando as alterações contratuais solicitadas pela SPObras.</p>
<p>Além da prorrogação, a Prefeitura determinou a regularização da documentação técnica dos profissionais envolvidos no contrato, com a apresentação dos registros de responsabilidade técnica atualizados.</p>
<p>Esses documentos identificam os responsáveis habilitados pelos serviços de engenharia e pelas atividades desenvolvidas durante a execução das obras.</p>
<p>A administração municipal também condicionou a eficácia da decisão à comprovação de que a empresa continua atendendo às exigências de habilitação e idoneidade necessárias para contratar com o poder público.</p>
<p>A recuperação de túneis envolve aspectos como a integridade das estruturas, as condições de conservação e a segurança das instalações que permitem a circulação viária.</p>
<p>No caso dos ônibus, a manutenção adequada da infraestrutura contribui para evitar problemas estruturais que possam exigir bloqueios, desvios e alterações na circulação urbana.</p>
<p>A publicação desta quarta-feira, entretanto, não estabelece novos bloqueios de trânsito nem mudanças específicas nas linhas de transporte coletivo em decorrência da prorrogação contratual.</p>
<h3>Viadutos Deputado Ulysses Guimarães e Dona Mora Guimarães também terão mais dois meses de obras</h3>
<p>Outra decisão da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana amplia o período de execução dos serviços de recuperação estrutural de dois viadutos da cidade.</p>
<p>O contrato envolve o Viaduto Deputado Ulysses Guimarães e o Viaduto Dona Mora Guimarães, reunidos no lote 40 das obras de recuperação de estruturas viárias.</p>
<p>A execução está sob responsabilidade da Imper​ear Serviços de Engenharia Ltda., contratada pela Prefeitura para realizar as intervenções.</p>
<p>O novo cronograma prevê mais dois meses de trabalhos, no período de 9 de outubro a 8 de dezembro de 2026.</p>
<p>A autorização considera manifestação técnica da área de obras da secretaria e avaliação jurídica, com adequação do planejamento físico-financeiro da execução.</p>
<p>A Prefeitura também determinou a formalização do ajuste contratual, mediante apresentação dos documentos de regularidade fiscal da empresa e revalidação da garantia contratual.</p>
<p>A manutenção de viadutos é uma das atividades fundamentais para a preservação da malha viária de uma cidade com elevada circulação de veículos.</p>
<p>As estruturas são submetidas continuamente às cargas do tráfego, às variações climáticas e ao desgaste natural dos materiais.</p>
<p>Por isso, obras de recuperação estrutural são importantes para corrigir anomalias e preservar as condições de utilização, evitando que problemas de conservação se agravem ao longo do tempo.</p>
<p>A autorização publicada nesta quarta-feira trata especificamente da ampliação do prazo de execução.</p>
<p>Não há, nessa decisão, anúncio de interdição adicional ou de alteração de itinerários de ônibus em decorrência do novo cronograma.</p>
<h3>Prefeitura destina R$ 846,7 mil para acompanhamento de obras de calçadas e calçadões no Centro</h3>
<p>Além das intervenções em estruturas viárias, a Prefeitura autorizou a transferência de R$ 846.712,65 à São Paulo Obras (SPObras) para a cobertura de despesas relacionadas à requalificação de espaços destinados à circulação de pedestres na região central.</p>
<p>O recurso está vinculado às intervenções previstas para o Triângulo Histórico e o Quadrilátero República, duas áreas importantes para o deslocamento de pessoas no Centro de São Paulo.</p>
<p>O Triângulo Histórico reúne parte do núcleo mais antigo da cidade, com intensa presença de atividades comerciais, serviços, edifícios históricos e circulação de pedestres.</p>
<p>Já a região da República concentra estabelecimentos comerciais, serviços, equipamentos urbanos e acesso a diferentes modalidades de transporte coletivo.</p>
<p>A presença de estações de metrô, linhas de ônibus e pontos de conexão entre diferentes áreas da cidade torna a qualidade das calçadas especialmente importante para quem utiliza o transporte público.</p>
<p>Os recursos autorizados pela Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana serão empregados na cobertura de despesas de contratação de empresa ou consórcio especializado em engenharia para atividades necessárias às obras.</p>
<p>Entre os serviços previstos estão a implementação e supervisão de medidas ambientais, a elaboração e execução de um programa de salvaguarda do patrimônio histórico, cultural e arqueológico e o acompanhamento técnico das intervenções.</p>
<p>A preservação do patrimônio é especialmente relevante porque as áreas abrangidas possuem imóveis, espaços e referências urbanas ligados à formação histórica da capital paulista.</p>
<p>O acompanhamento técnico também permite fiscalizar a execução dos trabalhos e verificar sua adequação aos projetos e às exigências contratuais.</p>
<p>O montante de R$ 846,7 mil não corresponde ao custo total da reforma das calçadas e dos calçadões, mas aos recursos destinados, no exercício atual, a esses serviços de acompanhamento e proteção.</p>
<p>A autorização prevê a celebração de um instrumento contratual não oneroso entre a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e a SPObras para viabilizar o repasse.</p>
<h3>Conservação viária e acessibilidade têm efeitos sobre a mobilidade urbana</h3>
<p>Embora as decisões envolvam obras diferentes, todas dizem respeito à conservação e à adequação da infraestrutura utilizada diariamente pela população.</p>
<p>A recuperação de túneis e viadutos está relacionada à segurança estrutural e à manutenção das condições de circulação dos veículos.</p>
<p>Já a requalificação de calçadas e calçadões interfere diretamente na mobilidade a pé, especialmente para pessoas idosas, pessoas com deficiência, passageiros que utilizam ônibus e metrô e trabalhadores que percorrem diariamente a região central.</p>
<p>Calçadas em boas condições, superfícies regulares, travessias adequadas e percursos acessíveis são elementos importantes para permitir que as pessoas cheguem aos pontos de ônibus, terminais, estações e demais destinos.</p>
<p>No Centro de São Paulo, esses aspectos ganham importância pela concentração de atividades econômicas, de serviços públicos e de conexões de transporte.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a execução de intervenções em áreas de grande circulação exige planejamento para reduzir possíveis interferências sobre os deslocamentos cotidianos.</p>
<p>As publicações desta quarta-feira formalizam os novos prazos das obras estruturais e a destinação de recursos para os serviços técnicos relacionados às calçadas, sem estabelecer um calendário de eventuais alterações operacionais nas vias.</p>
<h3>Resumo dos prazos e valores</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Intervenção</th>
<th>Empresa ou órgão</th>
<th>Decisão</th>
</tr>
<tr>
<td>Recuperação do Túnel Tribunal de Justiça</td>
<td>Concrepoxi Engenharia</td>
<td>Prazo prorrogado até 19 de dezembro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Recuperação dos viadutos Deputado Ulysses Guimarães e Dona Mora Guimarães</td>
<td>Imper​ear Serviços de Engenharia</td>
<td>Prazo prorrogado até 8 de dezembro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Requalificação de calçadas e calçadões do Triângulo Histórico e Quadrilátero República</td>
<td>SPObras</td>
<td>R$ 846.712,65 para serviços de engenharia, acompanhamento técnico, medidas ambientais e proteção do patrimônio</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As três decisões foram publicadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana no Diário Oficial da Cidade de São Paulo de quarta-feira, 21 de outubro de 2026.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Greve de ônibus em Taubaté (SP) prejudica passageiros nesta quarta-feira (21)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/greve-de-onibus-em-taubate-sp-prejudica-passageiros-nesta-quarta-feira-21/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 11:32:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trabalhadores da ABC Transportes protestam contra atraso de adiantamento salarial ARTHUR FERRARI Os passageiros do transporte coletivo municipal de Taubaté (SP) enfrentam dificuldades desde o início desta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, durante uma paralisação de rodoviários na cidade. De acordo com o Sindicato dos Condutores do Vale do Paraíba, a greve, que atinge [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="679" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261021_083057_Chrome.jpg?fit=1024%2C679&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261021_083057_Chrome.jpg?w=1067&amp;ssl=1 1067w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261021_083057_Chrome.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261021_083057_Chrome.jpg?resize=1024%2C679&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261021_083057_Chrome.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261021_083057_Chrome.jpg?resize=768%2C509&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261021_083057_Chrome.jpg?resize=400%2C265&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Trabalhadores da ABC Transportes protestam contra atraso de adiantamento salarial</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os passageiros do transporte coletivo municipal de Taubaté (SP) enfrentam dificuldades desde o início desta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, durante uma paralisação de rodoviários na cidade.</p>
<p>De acordo com o Sindicato dos Condutores do Vale do Paraíba, a greve, que atinge a garagem da ABC Transportes, é motivada pelo atraso no adiantamento salarial, que de acordo com a entidade deveria ter sido depositado na terça (20). Já a empresa afirma que a falta de pagagmento é motivada por um atraso no repasse de recursos por parte de prefeitura.</p>
<p>A ABC Transportes opera 30 linhas em Taubaté. Até a última atualização desta reportagem todas estavam paralisadas e sem previsão de retorno.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Procon-SP mantém multa de R$ 5,6 mil contra Viação São Bento em processo de defesa do consumidor</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/procon-sp-mantem-multa-de-r-56-mil-contra-viacao-sao-bento-em-processo-de-defesa-do-consumidor/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/procon-sp-mantem-multa-de-r-56-mil-contra-viacao-sao-bento-em-processo-de-defesa-do-consumidor/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 11:01:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Penalidade contra empresa de ônibus com sede operacional em Ribeirão Preto consta de decisão publicada nesta quarta-feira (21); transportadora atua em ligações rodoviárias no interior paulista e entre São Paulo e Minas Gerais ADAMO BAZANI A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP) publicou nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="792" height="553" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/sbento.jpg?fit=792%2C553&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/sbento.jpg?w=792&amp;ssl=1 792w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/sbento.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/sbento.jpg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/sbento.jpg?resize=768%2C536&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/sbento.jpg?resize=400%2C279&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 792px) 100vw, 792px" /> <p><em>Penalidade contra empresa de ônibus com sede operacional em Ribeirão Preto consta de decisão publicada nesta quarta-feira (21); transportadora atua em ligações rodoviárias no interior paulista e entre São Paulo e Minas Gerais</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP) publicou nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, a manutenção de uma multa de R$ 5.639,10 contra a Viação São Bento Ltda., empresa de transporte rodoviário de passageiros com atuação no interior paulista e em ligações com Minas Gerais. A penalidade está relacionada a um processo administrativo sancionatório instaurado em 2025, no qual o órgão estadual considerou subsistente o auto de infração lavrado contra a transportadora.</p>
<p>A decisão determina a intimação da empresa para pagamento da multa ou apresentação de recurso administrativo, conforme os procedimentos de defesa do consumidor. O estabelecimento autuado está inscrito no CNPJ 44.944.577/0006-31, correspondente a uma unidade da Viação São Bento em Ribeirão Preto, na Avenida Bandeirantes, Vila Virgínia. A penalidade integra a fiscalização das relações de consumo realizada pelo Procon-SP, que possui competência para examinar infrações ao Código de Defesa do Consumidor e aplicar sanções administrativas.</p>
<h2>Processo administrativo e possibilidade de recurso</h2>
<p>A penalidade está vinculada ao procedimento administrativo sancionatório 00000820/2025 e ao auto de infração AI-2025-000825-D.</p>
<p>O valor estabelecido é de R$ 5.639,10.</p>
<p>A decisão considera subsistente a autuação e prevê que a transportadora seja intimada para efetuar o pagamento ou utilizar os mecanismos de recurso previstos na legislação.</p>
<p>O procedimento segue as disposições da Lei Estadual 10.177, de 1998, e da Portaria Normativa Procon-SP 229, de 2022.</p>
<p>A legislação estabelece regras para a tramitação dos procedimentos sancionatórios, incluindo apresentação de defesa, análise das infrações, aplicação de penalidades e recursos administrativos.</p>
<p>A manutenção de uma autuação pelo Procon-SP representa uma decisão na esfera de defesa do consumidor, distinta das penalidades operacionais aplicadas por agências reguladoras de transportes.</p>
<p>No caso da Viação São Bento, a decisão publicada é referente ao procedimento de 2025 e estabelece o valor da multa contra o estabelecimento identificado no auto de infração.</p>
<h2>Viação São Bento atua há 75 anos no transporte rodoviário</h2>
<p>A Viação São Bento iniciou suas atividades em 20 de julho de 1951, a partir da aquisição de uma linha de ônibus entre São Joaquim da Barra e Igarapava, no interior de São Paulo.</p>
<p>A operação começou com dois ônibus e estava originalmente sediada em Batatais.</p>
<p>Em dezembro daquele ano, a empresa passou a pertencer a José Virgílio Braghetto e José Alves Pereira. Posteriormente, a sede foi transferida para São Joaquim da Barra.</p>
<p>Com a ampliação das linhas e a aquisição de outras transportadoras, a companhia transferiu sua estrutura administrativa para Ribeirão Preto, município que passou a concentrar parte importante de suas operações.</p>
<p>A expansão incluiu a incorporação da Viação Santo Antônio, em 1960, de parte do Expresso São Luiz, em 1961, e de outras empresas nos anos seguintes, como Paiva, Santa Rita, Viação Record e Empresa Cruz.</p>
<p>Em 2013, a São Bento também adquiriu operações anteriormente exploradas pelas empresas Vera Cruz e Triângulino.</p>
<p>A companhia possui atuação em ligações rodoviárias no nordeste paulista e no Triângulo Mineiro, com atendimento a cidades como Ribeirão Preto, Franca, Uberaba, Uberlândia, Araxá, Passos, Igarapava e Ituverava.</p>
<p>O transporte nessas regiões atende deslocamentos relacionados a trabalho, estudos, saúde, comércio e viagens entre municípios de São Paulo e Minas Gerais.</p>
<p>A empresa também atua em atividades de encomendas, fretamento e turismo, além das linhas regulares de passageiros.</p>
<h2>Fiscalização envolve direitos dos passageiros</h2>
<p>O transporte rodoviário regular de passageiros está sujeito às normas de defesa do consumidor e à regulamentação específica de cada serviço.</p>
<p>Nas linhas intermunicipais paulistas, a ARTESP exerce atribuições de regulação e fiscalização. Nas ligações interestaduais, a competência regulatória é da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).</p>
<p>O Procon-SP, por sua vez, possui atribuições relacionadas à proteção dos consumidores, incluindo a fiscalização do cumprimento das normas aplicáveis à oferta e à prestação de serviços.</p>
<p>As penalidades administrativas são examinadas em procedimentos próprios, com possibilidade de apresentação de defesa e recurso pelas empresas autuadas.</p>
<p>A autuação da Viação São Bento foi mantida em decisão divulgada na edição desta quarta-feira do Diário Oficial do Estado de São Paulo.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Transwolff: SPTrans retoma licitação para atendimento médico de trabalhadores dos serviços de ônibus sob requisição administrativa</title>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 10:09:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Concorrência prevê exames periódicos e complementares para profissionais sob gestão direta da SPTrans; disputa de preços será realizada na segunda-feira (26) e integra medidas para manutenção dos serviços anteriormente operados pela empresa ADAMO BAZANI A São Paulo Transporte (SPTrans) retomou a licitação para contratar uma empresa especializada em medicina do trabalho, responsável pelo acompanhamento da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="631" height="470" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/tw-plsno-saude.jpg?fit=631%2C470&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/tw-plsno-saude.jpg?w=631&amp;ssl=1 631w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/tw-plsno-saude.jpg?resize=300%2C223&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/tw-plsno-saude.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/tw-plsno-saude.jpg?resize=400%2C298&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 631px) 100vw, 631px" /> <div><em>Concorrência prevê exames periódicos e complementares para profissionais sob gestão direta da SPTrans; disputa de preços será realizada na segunda-feira (26) e integra medidas para manutenção dos serviços anteriormente operados pela empresa</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A São Paulo Transporte (SPTrans) retomou a licitação para contratar uma empresa especializada em medicina do trabalho, responsável pelo acompanhamento da saúde ocupacional dos trabalhadores que estão sob regime de requisição administrativa e atualmente alocados na gestão operacional direta da companhia. O aviso foi publicado no Diário Oficial da Cidade de São Paulo desta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, e estabelece que as propostas serão recebidas até a próxima segunda-feira (26), quando também ocorrerá a disputa de preços. A medida é relevante no contexto da administração dos serviços de ônibus anteriormente prestados pela Transwolff, responsável pelos lotes D10 e D11 na zona sul da capital paulista.</p>
<p>A contratação contempla o gerenciamento do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), incluindo a realização de exames clínicos periódicos e complementares relacionados à saúde dos trabalhadores. Os serviços serão destinados aos profissionais que estão sob requisição administrativa, em uma estrutura na qual a SPTrans assumiu responsabilidades diretas de gestão operacional. A licitação é voltada à saúde ocupacional desses trabalhadores e não se confunde com uma concorrência para a escolha de novas empresas operadoras de ônibus.</p>
<p>A publicação corresponde à licitação nº 033/2026, conduzida pela Gerência de Contratações Administrativas da SPTrans.</p>
<p>De acordo com o aviso, o limite para recebimento das propostas será às 10h de 26 de outubro de 2026, por meio da plataforma Licitações-e, do Banco do Brasil.</p>
<p>A abertura das propostas e o início da disputa de preços também estão programados para as 10h da mesma data.</p>
<p>O aviso de retomada estabelece ainda duas correções no Anexo XI do edital. No item 3, a referência correta passa a ser o item 3.4, enquanto no item 4 deve ser considerado o item 3.3.</p>
<p>As demais condições da licitação permanecem inalteradas.</p>
<p>O aviso foi assinado pela pregoeira Maria Carolina Tiemy Naia M. da Silva e está datado de terça-feira, 20 de outubro.</p>
<h2>Requisição administrativa e operação dos antigos lotes da Transwolff</h2>
<p>A licitação ocorre em um contexto de mudanças na administração dos serviços municipais de ônibus da zona sul de São Paulo, especialmente em relação aos lotes D10 e D11, anteriormente operados pela Transwolff Transportes e Turismo.</p>
<p>A empresa esteve no centro de investigações envolvendo suspeitas de infiltração do crime organizado no sistema municipal de transporte coletivo, situação que levou a Prefeitura de São Paulo a adotar medidas administrativas para assegurar a continuidade dos serviços.</p>
<p>Entre essas medidas está a requisição administrativa, instrumento previsto na legislação brasileira que permite ao poder público utilizar temporariamente bens e serviços particulares em situações de necessidade pública, observadas as condições legais.</p>
<p>No transporte coletivo, a continuidade operacional exige não apenas a disponibilização de ônibus, garagens e equipamentos, mas também a manutenção das estruturas administrativas e de pessoal necessárias ao funcionamento das linhas.</p>
<p>Isso inclui atividades de apoio, acompanhamento dos trabalhadores, gestão de recursos humanos e cumprimento das obrigações relacionadas à segurança e à saúde ocupacional.</p>
<p>A SPTrans passou a desempenhar funções de gestão direta no âmbito dos serviços submetidos à requisição administrativa, situação diferente de sua atuação habitual como gerenciadora e fiscalizadora do sistema de ônibus da capital.</p>
<p>No modelo regular, as concessionárias são responsáveis pela contratação e administração de seus trabalhadores, pela manutenção dos veículos e pela execução dos serviços, enquanto a SPTrans acompanha o cumprimento das condições operacionais e contratuais estabelecidas pelo município.</p>
<p>Com a requisição administrativa, parte dessas responsabilidades passou a exigir providências específicas da administração pública para assegurar a continuidade do atendimento à população.</p>
<p>É nesse contexto que se insere a contratação de medicina do trabalho.</p>
<p>O aviso de licitação faz referência expressa aos trabalhadores sob requisição administrativa e alocados na gestão operacional direta da SPTrans, permitindo relacionar a medida ao contexto de reorganização dos serviços de ônibus anteriormente prestados pela Transwolff.</p>
<p>A contratação também evidencia que a manutenção da operação de ônibus sob gestão direta envolve despesas e procedimentos que vão além da circulação dos veículos.</p>
<h2>Exames periódicos e acompanhamento da saúde dos trabalhadores</h2>
<p>O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional é uma obrigação prevista na Norma Regulamentadora nº 7 (NR-7), do Ministério do Trabalho e Emprego, e integra as medidas destinadas à prevenção e ao acompanhamento de problemas de saúde relacionados às atividades profissionais.</p>
<p>O programa prevê avaliações médicas ocupacionais conforme os riscos presentes no ambiente de trabalho e as características das funções exercidas.</p>
<p>Entre os procedimentos previstos na regulamentação estão exames admissionais, periódicos, de retorno ao trabalho, de mudança de riscos ocupacionais e demissionais, conforme as situações aplicáveis.</p>
<p>No caso da licitação publicada pela SPTrans, o objeto especifica o gerenciamento do PCMSO, com a realização de exames clínicos periódicos e exames complementares correlatos.</p>
<p>Para o setor de transporte coletivo, a medicina ocupacional possui importância particular em razão das características das atividades desenvolvidas por motoristas, profissionais de manutenção, trabalhadores de garagens e demais empregados envolvidos na operação.</p>
<p>A condução de ônibus, por exemplo, exige atenção constante, capacidade de reação e condições de saúde compatíveis com uma atividade diretamente relacionada à segurança dos passageiros e das demais pessoas que circulam pelas vias.</p>
<p>Os trabalhadores também podem estar sujeitos a fatores de risco associados às jornadas, à postura prolongada, aos movimentos repetitivos e às condições do ambiente de trabalho, que devem ser considerados nas avaliações ocupacionais conforme a função desempenhada.</p>
<p>No caso dos profissionais responsáveis pela manutenção dos veículos, os riscos variam conforme as atividades executadas e podem envolver exposição a ruídos, produtos químicos e outros agentes presentes nas oficinas.</p>
<p>O acompanhamento médico ocupacional permite identificar alterações de saúde, orientar medidas preventivas e verificar a necessidade de avaliações complementares.</p>
<p>Essas ações fazem parte das obrigações de proteção aos trabalhadores e contribuem para a manutenção de condições adequadas de prestação dos serviços.</p>
<h2>Contratação integra responsabilidades da gestão direta da SPTrans</h2>
<p>A retomada da licitação ocorre em um momento no qual a administração municipal continua enfrentando os efeitos operacionais, administrativos e contratuais das medidas adotadas em relação às empresas de ônibus investigadas.</p>
<p>O caso da Transwolff provocou mudanças na forma de administração dos serviços, com a necessidade de assegurar o funcionamento das linhas mesmo diante das intervenções na gestão anteriormente exercida pela concessionária.</p>
<p>Para os passageiros, o principal aspecto dessas medidas é a continuidade do transporte coletivo, especialmente em regiões onde os ônibus representam a principal alternativa de deslocamento para trabalho, estudo, atendimento médico e outras atividades cotidianas.</p>
<p>Para os trabalhadores, a manutenção dos serviços de apoio e acompanhamento ocupacional é uma das condições necessárias à continuidade das atividades profissionais.</p>
<p>Já para a administração municipal, a execução dos serviços sob requisição administrativa envolve responsabilidades adicionais, inclusive quanto à contratação de fornecedores e à manutenção de estruturas necessárias ao funcionamento das operações.</p>
<p>A contratação de medicina do trabalho se soma a essas necessidades administrativas e operacionais.</p>
<p>A publicação de 21 de outubro representa a retomada do procedimento de seleção da empresa que deverá prestar os serviços, com a próxima etapa marcada para segunda-feira (26).</p>
<p>A contratação dependerá do andamento das fases da licitação, incluindo a avaliação das propostas, a definição da vencedora e o cumprimento das exigências previstas no edital.</p>
<p>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</p>
</div>
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    <title>Metrô de São Paulo terá pagamento por Pix em todas as máquinas de bilhetes da Linha 1-Azul a partir desta quinta-feira (22)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/metro-de-sao-paulo-tera-pagamento-por-pix-em-todas-as-maquinas-de-bilhetes-da-linha-1-azul-a-partir-desta-quinta-feira-22/</link>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 09:29:07 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Novidade começou a ser implantada na terça-feira (20) e será ampliada para as linhas 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata até 30 de outubro; bilhetes magnéticos utilizados há 52 anos deixam de ser aceitos no fim do mês ADAMO BAZANI A partir desta quinta-feira, 22 de outubro de 2026, todas as máquinas de autoatendimento das estações da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2207_3903_Portas_Plataforma_Jabaquara_L1-1024x682-1.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2207_3903_Portas_Plataforma_Jabaquara_L1-1024x682-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2207_3903_Portas_Plataforma_Jabaquara_L1-1024x682-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2207_3903_Portas_Plataforma_Jabaquara_L1-1024x682-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2207_3903_Portas_Plataforma_Jabaquara_L1-1024x682-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2207_3903_Portas_Plataforma_Jabaquara_L1-1024x682-1.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div><em>Novidade começou a ser implantada na terça-feira (20) e será ampliada para as linhas 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata até 30 de outubro; bilhetes magnéticos utilizados há 52 anos deixam de ser aceitos no fim do mês</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A partir desta quinta-feira, 22 de outubro de 2026, todas as máquinas de autoatendimento das estações da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo estarão habilitadas para receber pagamentos por Pix na compra de bilhetes unitários com QR Code. A novidade começou a ser implantada na terça-feira (20) e chegará gradualmente às linhas 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, com previsão de conclusão em 30 de outubro.</p>
<p>Com a mudança, os passageiros poderão utilizar o Pix diretamente nas máquinas de autoatendimento do sistema TOP, operadas pela Autopass, para comprar passagens sem precisar de dinheiro em espécie ou cartão bancário. Os equipamentos, disponíveis em todas as estações do Metrô, emitem bilhetes unitários impressos com QR Code, utilizados para liberar a passagem pelas catracas. O Pix será uma alternativa ao cartão de débito, que já é aceito nessas máquinas.</p>
<p>A implantação ocorre em etapas, conforme o cronograma divulgado pelo Metrô.</p>
<p>Na Linha 1-Azul, que liga o Jabaquara ao Tucuruvi, todos os equipamentos estarão habilitados até esta quinta-feira (22).</p>
<p>Na Linha 2-Verde, entre Vila Madalena e Vila Prudente, a disponibilização ocorrerá nos dias 23 e 26 de outubro.</p>
<p>Na Linha 3-Vermelha, que liga Palmeiras-Barra Funda a Corinthians-Itaquera, as máquinas receberão a atualização nos dias 27 e 28 de outubro.</p>
<p>Já na Linha 15-Prata, sistema de monotrilho que atende a zona leste da capital, a habilitação está programada para os dias 29 e 30 de outubro.</p>
<p>O novo recurso amplia as opções de pagamento para passageiros que não utilizam cartões específicos de transporte ou que precisam adquirir uma passagem avulsa.</p>
<p>A possibilidade de pagar por Pix também beneficia quem não possui cartão de débito ou prefere utilizar o saldo disponível em uma conta bancária ou carteira digital.</p>
<p>Na prática, o passageiro poderá utilizar o Pix na máquina de autoatendimento para adquirir um bilhete unitário, que será impresso com QR Code. Esse código deverá ser apresentado ao leitor da catraca para permitir o acesso à área paga da estação.</p>
<p>A novidade não elimina as demais alternativas de pagamento e integra o processo de modernização dos meios de acesso ao sistema metroviário.</p>
<h2>Metrô amplia alternativas de pagamento e acesso às estações</h2>
<p>A implantação do Pix faz parte de um conjunto de mudanças na bilhetagem do Metrô de São Paulo, que busca reduzir a dependência dos bilhetes físicos tradicionais e oferecer diferentes possibilidades de acesso ao transporte público.</p>
<p>Atualmente, os passageiros podem utilizar o Bilhete Único, o Cartão TOP, bilhetes unitários com QR Code e cartões bancários por aproximação, além dos canais digitais de venda.</p>
<p>Os bilhetes com QR Code podem ser adquiridos pelo WhatsApp, no número (11) 3777-9456, pelo aplicativo TOP, disponível para Android e iOS, e pelas máquinas de autoatendimento instaladas nas estações.</p>
<p>Outra possibilidade é utilizar cartões de crédito ou débito diretamente nas catracas, sem a necessidade de comprar antecipadamente um bilhete unitário.</p>
<p>Essa modalidade também permite o pagamento por meio de smartphones e relógios inteligentes equipados com carteiras digitais compatíveis com a tecnologia de aproximação.</p>
<p>O pagamento diretamente nas catracas começou a ser disponibilizado em dezembro de 2025 e foi ampliado em setembro de 2026 para todas as catracas das estações, que passaram a aceitar cartões de crédito e débito físicos ou virtuais.</p>
<p>A diferença entre as modalidades está na forma de utilização.</p>
<p>Enquanto o passageiro que paga por aproximação utiliza diretamente seu cartão bancário, smartphone ou relógio inteligente para acessar a estação, quem realiza a compra por Pix nas máquinas recebe um bilhete unitário impresso com QR Code.</p>
<p>A diversificação dos meios de pagamento também facilita o acesso de passageiros ocasionais, turistas e pessoas que não possuem cartões específicos de transporte.</p>
<p>Para quem utiliza diariamente os sistemas de ônibus, trens e metrô, os cartões de transporte continuam sendo importantes, especialmente nas situações em que existem regras de integração tarifária.</p>
<p>A modernização acompanha uma tendência observada em diferentes sistemas de transporte coletivo, com a ampliação da bilhetagem digital e a possibilidade de pagamento por meios bancários, reduzindo a necessidade de aquisição antecipada de créditos em pontos físicos.</p>
<p>Além da praticidade para os passageiros, a adoção de diferentes tecnologias permite diversificar os canais de venda e oferecer alternativas em situações nas quais o usuário não dispõe de seu cartão habitual de transporte.</p>
<h2>Bilhete magnético utilizado desde 1974 deixa de ser aceito em 31 de outubro</h2>
<p>A modernização dos meios de pagamento também marca o encerramento da utilização de um dos sistemas mais antigos de bilhetagem do transporte público paulistano.</p>
<p>Os bilhetes magnéticos conhecidos como Edmonson, utilizados desde o início da operação comercial do Metrô, em 1974, poderão ser utilizados pelos passageiros somente até 31 de outubro de 2026.</p>
<p>Após essa data, o Metrô disponibilizará postos de troca para os usuários que ainda possuírem bilhetes antigos.</p>
<p>Segundo a companhia, a substituição ocorre porque a tecnologia utilizada nos bilhetes magnéticos se tornou obsoleta, com dificuldades crescentes de manutenção dos equipamentos necessários para seu funcionamento.</p>
<p>O sistema acompanhou diferentes fases da expansão da rede metroviária e foi, durante décadas, uma das principais formas de acesso dos passageiros às estações.</p>
<p>Desde a inauguração das primeiras operações comerciais da Linha 1-Azul, em 1974, o bilhete magnético fez parte da rotina de milhões de viagens realizadas no sistema.</p>
<p>Ao longo dos anos, a bilhetagem passou por mudanças, com a introdução de cartões eletrônicos, integração com outros meios de transporte e, mais recentemente, sistemas digitais capazes de permitir o acesso por QR Code ou pagamento bancário por aproximação.</p>
<p>Com a adoção dessas tecnologias, os antigos bilhetes magnéticos perderam espaço para sistemas de leitura eletrônica que dispensam os mecanismos tradicionais de validação magnética.</p>
<p>O encerramento do uso do Edmonson representa, portanto, mais uma etapa da transformação tecnológica do Metrô de São Paulo, que completou 52 anos de operação comercial em 2026.</p>
<p>A substituição também ocorre em um momento de ampliação dos pagamentos digitais no transporte coletivo, tanto por meio de cartões bancários quanto de aplicativos, carteiras eletrônicas e sistemas de leitura de QR Code.</p>
<p>Para os operadores, a atualização tecnológica permite reduzir a dependência de equipamentos antigos e ampliar os canais de venda de passagens. Para os passageiros, o principal efeito é a possibilidade de escolher diferentes formas de pagamento, conforme os recursos disponíveis no momento da viagem.</p>
<p>Com a conclusão da implantação do Pix nas quatro linhas administradas pelo Metrô, prevista para 30 de outubro, o sistema passará a oferecer essa modalidade de pagamento nas máquinas de autoatendimento de todas as suas estações, ampliando as opções de compra de bilhetes unitários.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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  <item>
    <title>ARTESP autoriza mudanças em linhas da Cometa, Itamarati, Vale do Tietê, Mirim Guaçu e Danúbio Azul; Andorinha tem pedido em análise e empresas de fretamento recebem decisões</title>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 09:01:45 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Cometa poderá prolongar ligação entre São Paulo e Franca até São Bernardo do Campo; agência também autoriza mudanças de horários e itinerários, renova registros de transportadoras e indefere pedidos da Andreatur e União Transporte e Turismo ADAMO BAZANI A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) autorizou mudanças [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="761" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0721162.jpg?fit=1024%2C761&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0721162.jpg?w=3259&amp;ssl=1 3259w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0721162.jpg?resize=300%2C223&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0721162.jpg?resize=1024%2C761&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0721162.jpg?resize=150%2C111&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0721162.jpg?resize=768%2C571&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0721162.jpg?resize=1536%2C1142&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0721162.jpg?resize=2048%2C1522&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0721162.jpg?resize=400%2C297&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0721162.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Cometa poderá prolongar ligação entre São Paulo e Franca até São Bernardo do Campo; agência também autoriza mudanças de horários e itinerários, renova registros de transportadoras e indefere pedidos da Andreatur e União Transporte e Turismo</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) autorizou mudanças operacionais em linhas de ônibus intermunicipais das empresas Viação Cometa, Expresso Itamarati, Viação Vale do Tietê, Viação SC Mirim Guaçu e Viação Danúbio Azul. As decisões foram publicadas no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, e abrangem serviços rodoviários e semiurbanos, com períodos experimentais de 30 ou 180 dias. Uma das principais novidades é a autorização para a Cometa prolongar até São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, a linha entre São Paulo e Franca, criando a possibilidade de atendimento ao município sem que os passageiros precisem necessariamente iniciar a viagem na capital.</p>
<p>Na mesma edição, a ARTESP abriu prazo para manifestações sobre uma alteração solicitada pela Empresa de Transportes Andorinha na ligação entre Presidente Epitácio e São Paulo, além de autorizar registros e renovações de empresas de fretamento eventual e contínuo, de operadores do Serviço Especial Conveniado e de transporte de estudantes. A agência também indeferiu pedidos de registro da Andreatur Transportes e Serviços e da União Transporte e Turismo. As decisões têm efeitos distintos: enquanto as alterações de linhas autorizadas permitem a execução experimental de novas tabelas operacionais, o pedido da Andorinha ainda depende de análise, e as negativas de registro não representam, por si só, cassação de serviços anteriormente autorizados.</p>
<h2>Cometa poderá prolongar ligação São Paulo–Franca até São Bernardo do Campo</h2>
<p>A Viação Cometa recebeu autorização para alterar a linha rodoviária entre São Paulo e Franca, com prolongamento até São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.</p>
<p>A mudança foi autorizada em caráter experimental por 180 dias, conforme tabela de horários e distâncias apresentada pela transportadora e aceita pela ARTESP.</p>
<p>A companhia deverá iniciar a operação modificada em até 15 dias contados da publicação desta quarta-feira (21).</p>
<p>Depois do período experimental, caso não sejam apresentadas manifestações dos interessados, a tabela poderá ser considerada efetiva, conforme as condições estabelecidas pela agência.</p>
<p>A decisão tem importância para o mercado de ônibus rodoviários porque amplia as possibilidades de embarque fora dos terminais tradicionais da capital paulista.</p>
<p>São Bernardo do Campo é um dos principais municípios do ABC Paulista e possui integração com serviços municipais e metropolitanos de ônibus. A possibilidade de embarcar na região pode reduzir a necessidade de deslocamento até terminais da cidade de São Paulo, dependendo da localização do passageiro e dos pontos efetivamente utilizados na operação.</p>
<p>A autorização também acompanha uma tendência do transporte rodoviário de passageiros: a ampliação dos pontos de atendimento em municípios metropolitanos, centros comerciais e estruturas conectadas ao transporte urbano.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> vem acompanhando iniciativas de empresas como Cometa, Expresso do Sul, Penha, Guanabara e outras transportadoras que procuram diversificar as alternativas de embarque e desembarque, além de enfrentar a concorrência de plataformas digitais e novos modelos de comercialização de viagens.</p>
<p>No caso da Cometa, a autorização publicada não apresenta a relação completa dos horários nem especifica os pontos de embarque e desembarque em São Bernardo do Campo. Essas informações dependem da tabela operacional vinculada à decisão e da divulgação da operação pela transportadora.</p>
<p>A autorização também não significa que a nova configuração já esteja em funcionamento nesta quarta-feira.</p>
<h2>Expresso Itamarati poderá modificar serviços entre São José do Rio Preto, Macaubal e Guapiaçu</h2>
<p>A Expresso Itamarati recebeu duas autorizações para mudanças em linhas semiurbanas da região de São José do Rio Preto.</p>
<p>A primeira envolve a ligação entre São José do Rio Preto e Macaubal, com dois itinerários diferentes: o itinerário A, via Itaiúba, e o itinerário B, via Junqueira.</p>
<p>A ARTESP autorizou a alteração das tabelas de horários e distâncias em caráter experimental por 180 dias.</p>
<p>A transportadora deverá iniciar a nova programação em até 15 dias após a publicação. Encerrado o período experimental, sem manifestações dos interessados, a tabela poderá ser considerada efetiva.</p>
<p>A segunda autorização diz respeito à linha semiurbana entre São José do Rio Preto e Guapiaçu.</p>
<p>Neste caso, a decisão abrange quatro itinerários, identificados pelas letras A, B, C e D, também com modificações nas tabelas de horários e distâncias.</p>
<p>O prazo experimental é de 180 dias, com até 15 dias para a empresa iniciar a operação modificada.</p>
<p>As duas decisões devem ser analisadas separadamente porque envolvem ligações, itinerários e tabelas operacionais diferentes.</p>
<p>O transporte semiurbano desempenha papel importante nos deslocamentos entre municípios próximos, atendendo passageiros que utilizam os ônibus para trabalho, estudo, consultas médicas, comércio e outras atividades cotidianas.</p>
<p>Mudanças de horários ou itinerários podem interferir tanto no atendimento da população quanto na organização operacional das empresas.</p>
<p>As publicações não discriminam quais partidas serão acrescentadas, retiradas ou remanejadas em cada itinerário.</p>
<h2>Vale do Tietê recebe autorização para alterar linha entre Itu e São Paulo</h2>
<p>A Viação Vale do Tietê também recebeu autorização para modificar a operação da linha rodoviária entre Itu e São Paulo.</p>
<p>A decisão abrange o itinerário A, com percurso pelas rodovias SP-300 e SP-348, respectivamente a Rodovia Marechal Rondon e a Rodovia dos Bandeirantes.</p>
<p>A mudança envolve tabela de horários e frequências e foi autorizada experimentalmente por 180 dias.</p>
<p>A empresa deverá iniciar a nova programação em até 15 dias após a publicação.</p>
<p>Ao final do período, na ausência de manifestações contrárias de interessados ou do público usuário, a tabela poderá ser considerada efetiva.</p>
<p>A ligação entre Itu e a capital atende deslocamentos entre o interior e a Região Metropolitana de São Paulo, incluindo viagens relacionadas a trabalho, estudo, saúde e compromissos particulares.</p>
<p>A frequência das partidas e a distribuição dos horários são especialmente importantes em linhas utilizadas por passageiros que precisam chegar à capital em períodos determinados do dia.</p>
<p>A decisão publicada não reproduz a programação completa de partidas.</p>
<h2>Mirim Guaçu poderá modificar horários da ligação Mogi Mirim–Mogi Guaçu</h2>
<p>A Viação SC Mirim Guaçu foi autorizada a alterar a operação da linha semiurbana entre Mogi Mirim e Mogi Guaçu.</p>
<p>A decisão contempla a tabela de horários e distâncias do itinerário A, com período experimental de 180 dias.</p>
<p>A transportadora tem até 15 dias, contados da publicação, para iniciar a programação autorizada.</p>
<p>Se não houver manifestações dos interessados durante o período experimental, a tabela poderá ser considerada efetiva.</p>
<p>Os municípios de Mogi Mirim e Mogi Guaçu possuem relações econômicas e sociais que geram deslocamentos frequentes entre as duas cidades.</p>
<p>Por essa razão, mudanças nas tabelas de horários dos serviços semiurbanos podem ter efeitos diretos sobre a rotina de passageiros que dependem de transporte coletivo para acessar empregos, escolas, estabelecimentos comerciais e serviços públicos.</p>
<h2>Danúbio Azul tem mudança autorizada entre Leme e Santa Cruz da Conceição a partir de 26 de outubro</h2>
<p>A Viação Danúbio Azul recebeu autorização para alterar a linha rodoviária entre Leme e Santa Cruz da Conceição.</p>
<p>Diferentemente das demais mudanças, o período experimental neste caso será de 30 dias.</p>
<p>A operação modificada está prevista para começar na segunda-feira, 26 de outubro de 2026.</p>
<p>A alteração contempla a tabela de horários e distâncias referente ao itinerário B.</p>
<p>O prazo experimental mais curto significa que a operação será observada inicialmente durante um mês, de acordo com a autorização publicada.</p>
<p>A medida tem interesse regional por envolver uma ligação entre municípios do interior paulista e possíveis mudanças nas opções de deslocamento de seus passageiros.</p>
<h2>Andorinha: alteração da linha Presidente Epitácio–São Paulo ainda está em análise</h2>
<p>A Empresa de Transportes Andorinha aparece em outra decisão da ARTESP, mas em situação diferente das cinco transportadoras que já receberam autorização.</p>
<p>A agência abriu prazo de sete dias para vistas e eventuais manifestações sobre o pedido de alteração operacional da linha rodoviária entre Presidente Epitácio e São Paulo.</p>
<p>A solicitação envolve a tabela de horários e distâncias do itinerário A.</p>
<p>Os interessados poderão solicitar acesso à documentação e apresentar manifestações por peticionamento eletrônico ou pelo endereço <a href="mailto:vistas@artesp.sp.gov.br">vistas@artesp.sp.gov.br</a>.</p>
<p>A ligação entre Presidente Epitácio e a capital conecta o extremo oeste paulista à maior cidade do estado e integra a rede de deslocamentos rodoviários de longa distância.</p>
<p>A definição de horários e itinerários influencia a disponibilidade de viagens para passageiros de municípios que dependem de ligações regionais e de conexões com a capital.</p>
<p>A abertura do prazo de manifestações não equivale à aprovação do pedido apresentado pela Andorinha.</p>
<h2>ARTESP concede registros e renova autorizações para empresas de fretamento</h2>
<p>Além das decisões sobre linhas regulares, a ARTESP autorizou novos registros e renovações de empresas que prestam serviços intermunicipais de fretamento eventual e contínuo.</p>
<p>Os registros têm validade de cinco anos, observadas as datas estabelecidas para cada transportadora.</p>
<p>Duas empresas receberam registro: A.C. Transportes, Fretramento e Turismo e Resilience Locação e Transporte.</p>
<p>Outras oito tiveram seus registros renovados.</p>
<p>Confira a relação completa:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>CNPJ</th>
<th>Decisão e vigência</th>
</tr>
<tr>
<td>Sanytour Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>19.369.455/0001-07</td>
<td>Renovação por cinco anos a partir de 15/12/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>A.C. Transportes, Fretramento e Turismo Ltda. ME</td>
<td>23.361.053/0001-33</td>
<td>Registro por cinco anos a partir de 21/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Ample Locadora de Veículos Transportes e Turismo Ltda. ME</td>
<td>18.063.780/0001-84</td>
<td>Renovação por cinco anos a partir de 17/11/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Baptistella Locação de Veículos Ltda. ME</td>
<td>08.585.938/0001-22</td>
<td>Renovação por cinco anos, com data inicial não especificada corretamente na publicação</td>
</tr>
<tr>
<td>N da Silva Locação Eireli ME</td>
<td>14.568.597/0001-80</td>
<td>Renovação por cinco anos a partir de 22/12/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Nova Jaguar Locação de Veículos Ltda.</td>
<td>08.488.772/0001-26</td>
<td>Renovação por cinco anos a partir de 27/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Resilience Locação e Transporte Ltda.</td>
<td>14.381.215/0001-04</td>
<td>Registro por cinco anos a partir de 21/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Shayene Tur Service Ltda. EPP</td>
<td>62.677.034/0001-72</td>
<td>Renovação por cinco anos, com data inicial não especificada corretamente na publicação</td>
</tr>
<tr>
<td>Transcomin Transportadora Turística Ltda.</td>
<td>00.371.038/0001-70</td>
<td>Renovação por cinco anos a partir de 15/12/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Vandy Locadora de Veículos Ltda.</td>
<td>06.374.341/0001-03</td>
<td>Renovação por cinco anos a partir de 28/10/2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As autorizações abrangem as modalidades eventual e contínua.</p>
<p>O fretamento eventual é utilizado em deslocamentos contratados para viagens, excursões e outras necessidades específicas, enquanto o fretamento contínuo atende serviços contratados com regularidade, como o transporte de trabalhadores e outros grupos definidos.</p>
<p>Essas modalidades possuem características diferentes do transporte regular aberto ao público, que opera linhas, horários e condições previamente autorizados.</p>
<p>O registro junto à agência é uma das exigências de regularidade para a prestação dos serviços sob sua competência, sem dispensar o cumprimento dos demais requisitos aplicáveis.</p>
<h2>Serviço Especial Conveniado e transporte de estudantes também recebem renovações</h2>
<p>A ARTESP renovou por um ano os registros de quatro empresas vinculadas ao Serviço Especial Conveniado (SEC).</p>
<p>São elas:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>Anderson Alves dos Santos Transportes Ltda.</td>
<td>06.002.259/0001-58</td>
</tr>
<tr>
<td>Eliesio J Nascimento Transportes Ltda.</td>
<td>03.433.798/0001-53</td>
</tr>
<tr>
<td>Antonio Vieira Rodrigues Transportes Ltda.</td>
<td>04.673.086/0001-74</td>
</tr>
<tr>
<td>Carlos Alberto Barbosa da Silva Transportes Ltda.</td>
<td>53.226.411/0001-66</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As quatro renovações têm validade de um ano a partir da publicação de 21 de outubro de 2026.</p>
<p>A agência também autorizou a renovação, pelo prazo de um ano, do registro de Onivaldo Franco de Godoy para prestação de serviços de fretamento na modalidade estudantes.</p>
<p>Essas decisões fazem parte do controle cadastral exercido sobre diferentes modalidades de transporte intermunicipal de passageiros.</p>
<h2>Andreatur e União Transporte e Turismo têm pedidos de registro indeferidos</h2>
<p>Duas empresas tiveram seus pedidos de registro para transporte coletivo de passageiros sob regime de fretamento indeferidos pela ARTESP.</p>
<p>A primeira é a Andreatur Transportes e Serviços Ltda., inscrita no CNPJ 01.502.456/0001-12.</p>
<p>A segunda é a União Transporte e Turismo Ltda., inscrita no CNPJ 48.436.097/0001-06.</p>
<p>As decisões têm efeitos a partir da publicação de 21 de outubro de 2026.</p>
<p>As duas negativas aparecem associadas à mesma referência administrativa na edição do Diário Oficial.</p>
<p>A publicação não detalha a fundamentação individual dos indeferimentos. Por esse motivo, não é possível concluir que as empresas foram flagradas em transporte clandestino, que sofreram cassação de registros anteriormente válidos ou que cometeram determinada infração.</p>
<p>O indeferimento significa que os pedidos analisados não receberam aprovação da agência.</p>
<p>A distinção é importante porque o transporte por fretamento depende de regularização específica, e diferentes situações administrativas podem produzir consequências diferentes para as empresas e para seus contratantes.</p>
<p>Para os passageiros, a contratação de transportadoras regularmente habilitadas, com veículos e documentação compatíveis com o tipo de viagem, é uma medida importante de segurança e de conformidade com as exigências do setor.</p>
<p>As decisões desta quarta-feira mostram a atuação da ARTESP em duas frentes do transporte intermunicipal paulista: a organização das linhas regulares, por meio de alterações de horários e itinerários, e o controle cadastral das transportadoras que prestam serviços de fretamento.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/artesp-autoriza-mudancas-em-linhas-da-cometa-itamarati-vale-do-tiete-mirim-guacu-e-danubio-azul-andorinha-tem-pedido-em-analise-e-empresas-de-fretamento-recebem-decisoes/feed/</wfw:commentRss>
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  </item>
  <item>
    <title>ANTT autoriza linhas para Manu’s, Rio Uruguai, Roberto Viagens, Progresso e Cidade do Aço, mantém Gadotti, revoga decisões da Lopes Sul e libera 25 viações para fretamento</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/antt-autoriza-linhas-para-manus-rio-uruguai-roberto-viagens-progresso-e-cidade-do-aco-mantem-gadotti-revoga-decisoes-da-lopes-sul-e-libera-25-viacoes-para-fretamento/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 08:31:10 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões publicadas nesta quarta-feira (21) confirmam autorizações antecipadas pelo Diário do Transporte, ampliam mercados entre diferentes estados e incluem medidas judiciais, habilitações e liberações para fretamento; próxima fase da Janela Extraordinária está prevista para começar na segunda-feira (26) ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="845" height="573" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/antt-221-10.jpg?fit=845%2C573&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/antt-221-10.jpg?w=845&amp;ssl=1 845w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/antt-221-10.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/antt-221-10.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/antt-221-10.jpg?resize=768%2C521&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/antt-221-10.jpg?resize=400%2C271&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 845px) 100vw, 845px" /> <div><em>Decisões publicadas nesta quarta-feira (21) confirmam autorizações antecipadas pelo Diário do Transporte, ampliam mercados entre diferentes estados e incluem medidas judiciais, habilitações e liberações para fretamento; próxima fase da Janela Extraordinária está prevista para começar na segunda-feira (26)</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, um conjunto de decisões que autoriza novas linhas e amplia mercados interestaduais para empresas como Manu’s Turismo, Rio Uruguai, Roberto Viagens, Viação Progresso e Viação Cidade do Aço. Parte das autorizações confirma a antecipação de mercados desatendidos da primeira Janela Extraordinária, conforme o Diário do Transporte revelou nos dias 16 e 17 de outubro. A mesma edição do Diário Oficial da União traz medidas de natureza diferente, como a revogação de nove decisões anteriores que beneficiavam a Lopes Sul, a manutenção da habilitação da Auto Viação Gadotti, negativas envolvendo Estrela de Rondônia e Viação Sertões e novas autorizações para empresas de fretamento, entre elas a Expresso Central.</p>
<p>As medidas têm efeitos distintos para as transportadoras e para os passageiros. As novas autorizações da Janela Extraordinária abrangem ligações entre municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, enquanto as revogações da Lopes Sul atingem decisões anteriores relativas a serviços envolvendo também Mato Grosso. Para as novas linhas autorizadas, as empresas devem iniciar a operação em até 30 dias, contados do início da vigência do respectivo Termo de Autorização, com possibilidade de uma única prorrogação pelo mesmo período, mediante justificativa. A publicação não significa que os ônibus já estejam circulando. Paralelamente, a ANTT prepara a etapa de apresentação de lances da primeira Janela Extraordinária, prevista para ocorrer de 26 de outubro a 6 de novembro de 2026, envolvendo os mercados que dependem de processo seletivo.</p>
<p>As decisões da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros foram assinadas principalmente em 15 de outubro pelo superintendente Juliano de Barros Samôr, mas só chegaram ao Diário Oficial nesta quarta-feira.</p>
<p>O Diário do Transporte já havia antecipado parte das autorizações envolvendo Liderança Turismo, Manu’s Turismo, Roberto Viagens e Viação Progresso. Em reportagem publicada no sábado (17), o portal apresentou 360 seções contempladas em sete novos Termos de Autorização e outras quatro inclusões em duas linhas existentes.</p>
<p>A reportagem mostrou que a quantidade de mercados abrangidos é maior do que a quantidade de linhas, porque uma mesma ligação interestadual pode contemplar diferentes pares de municípios intermediários.</p>
<p>No transporte regular, mercado corresponde à ligação entre dois municípios, enquanto a seção representa um par de localidades autorizado dentro de determinada linha. Por isso, uma transportadora pode receber autorização para uma linha principal e, ao mesmo tempo, ter dezenas de possibilidades de atendimento durante o percurso.</p>
<p>As decisões desta quarta-feira confirmam parte desse levantamento antecipado e acrescentam outros desdobramentos administrativos e judiciais.</p>
<p>A seguir, os detalhes por empresa.</p>
<h2>Lopes Sul: ANTT revoga nove decisões de dezembro de 2025 que haviam autorizado serviços sob discussão judicial</h2>
<p>A Lopes Sul (Lopes e Oliveira Transportes e Turismo Ltda., CNPJ 05.423.509/0001-60), com sede em Carazinho, no Rio Grande do Sul, foi atingida por uma decisão que revoga nove deferimentos anteriores para operação de linhas interestaduais.</p>
<p>As autorizações haviam sido concedidas na condição de sub judice, ou seja, estavam relacionadas a discussão judicial.</p>
<p>A decisão publicada nesta quarta-feira foi tomada em cumprimento a determinação da Justiça Federal em mandado de segurança.</p>
<p>Os deferimentos agora revogados haviam sido assinados pela ANTT em 18 de dezembro de 2025 e publicados em 26 de dezembro daquele ano.</p>
<p>A revogação atinge as seguintes ligações:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Estados</th>
</tr>
<tr>
<td>Juína–São Paulo</td>
<td>Mato Grosso–São Paulo</td>
</tr>
<tr>
<td>Sinop–São Paulo</td>
<td>Mato Grosso–São Paulo</td>
</tr>
<tr>
<td>Foz do Iguaçu–Cuiabá</td>
<td>Paraná–Mato Grosso</td>
</tr>
<tr>
<td>Panambi–Sinop</td>
<td>Rio Grande do Sul–Mato Grosso</td>
</tr>
<tr>
<td>Carazinho–Querência</td>
<td>Rio Grande do Sul–Mato Grosso</td>
</tr>
<tr>
<td>Carazinho–Querência</td>
<td>Rio Grande do Sul–Mato Grosso</td>
</tr>
<tr>
<td>Passo Fundo–Juína</td>
<td>Rio Grande do Sul–Mato Grosso</td>
</tr>
<tr>
<td>Carazinho–Foz do Iguaçu</td>
<td>Rio Grande do Sul–Paraná</td>
</tr>
<tr>
<td>Carazinho–Foz do Iguaçu</td>
<td>Rio Grande do Sul–Paraná</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>As repetições de Carazinho–Querência e Carazinho–Foz do Iguaçu correspondem a decisões administrativas diferentes, embora tenham os mesmos municípios como pontos extremos.</p>
<p>Portanto, são nove deferimentos revogados, mas não nove pares distintos de municípios.</p>
<p>A medida demonstra a influência das decisões judiciais sobre o processo de autorização dos serviços interestaduais.</p>
<p>O regime de autorização exige que as transportadoras atendam às condições regulatórias estabelecidas pela ANTT, mas há situações em que empresas questionam administrativamente ou judicialmente a aplicação dessas regras.</p>
<p>Nesses casos, determinadas autorizações podem ser concedidas em cumprimento a decisões judiciais, ficando sujeitas aos desdobramentos do processo.</p>
<p>No caso da Lopes Sul, a decisão agora publicada determina expressamente a revogação dos nove deferimentos anteriores.</p>
<p>A publicação não apresenta essas revogações como consequência da contemplação de mercados na primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>Também não permite concluir, isoladamente, que todas as ligações atingidas estavam efetivamente em operação na data da publicação.</p>
<p>Para passageiros que eventualmente tenham passagens adquiridas em serviços relacionados aos deferimentos revogados, será importante verificar a situação efetiva das viagens, inclusive quanto à continuidade do atendimento, remarcações e eventuais reembolsos, conforme as regras aplicáveis.</p>
<p>A revogação dos deferimentos identificados não deve ser confundida automaticamente com a perda de todas as demais autorizações eventualmente mantidas pela empresa.</p>
<h2>Manu’s Turismo: quatro novas linhas somam 177 seções no Sul</h2>
<p>A Manu’s Turismo (Manos Turismo e Viagens Ltda., CNPJ 05.358.104/0001-96) aparece entre as transportadoras com maior número de seções contempladas nas decisões da primeira Janela Extraordinária publicadas nesta quarta-feira.</p>
<p>A empresa recebeu quatro Termos de Autorização, que somam 177 seções.</p>
<p>São três linhas ligando o Rio Grande do Sul a Santa Catarina e uma entre o Paraná e o Rio Grande do Sul, também com mercados envolvendo municípios catarinenses.</p>
<p>As linhas autorizadas são:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Seções</th>
</tr>
<tr>
<td>Marau (RS)–Joinville (SC)</td>
<td>32</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Rosa (RS)–Barra Velha (SC)</td>
<td>61</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Rosa (RS)–Sombrio (SC)</td>
<td>67</td>
</tr>
<tr>
<td>Foz do Iguaçu (PR)–Santa Rosa (RS)</td>
<td>17</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>177</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Na ligação Marau–Joinville, a autorização envolve municípios gaúchos como Lagoa Vermelha, Marau, Passo Fundo e Vacaria, com destinos catarinenses distribuídos entre o Planalto Serrano, a Grande Florianópolis, o Vale do Itajaí e o litoral norte.</p>
<p>Entre os destinos estão Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Biguaçu, Florianópolis, Itajaí, Itapema, Joinville, Lages, Navegantes, Palhoça, Penha, Porto Belo, São José e Tijucas.</p>
<p>A autorização Santa Rosa–Barra Velha reúne 61 seções.</p>
<p>São contemplados mercados de Carazinho, Cruz Alta, Erechim, Getúlio Vargas, Ibirubá, Ijuí, Não-Me-Toque, Passo Fundo, Santa Rosa, Santo Ângelo e Tapera, no Rio Grande do Sul, com localidades catarinenses.</p>
<p>Entre os destinos estão Barra Velha, Biguaçu, Concórdia, Florianópolis, Itajaí, Itapema, Joaçaba, Lages, Navegantes, Palhoça, Penha, Porto Belo, São José e Tijucas.</p>
<p>A terceira autorização liga Santa Rosa a Sombrio e reúne 67 seções, a maior quantidade entre os quatro termos concedidos à empresa.</p>
<p>Nesse caso, os mercados abrangem principalmente deslocamentos entre cidades gaúchas e localidades do sul catarinense.</p>
<p>Entre os destinos estão Araranguá, Criciúma, Garopaba, Içara, Imbituba, Laguna, Sombrio e Tubarão, além de municípios da Grande Florianópolis.</p>
<p>Na quarta autorização, Foz do Iguaçu–Santa Rosa, são 17 seções que envolvem cidades paranaenses como Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Medianeira e Pato Branco, municípios gaúchos como Carazinho, Cruz Alta, Ijuí, Santa Rosa e Santo Ângelo e localidades catarinenses como Chapecó e Concórdia.</p>
<p>O conjunto das autorizações também apresenta mercados repetidos em mais de uma linha da transportadora.</p>
<p>Um exemplo é Passo Fundo–Palhoça, presente em diferentes termos.</p>
<p>Isso significa que as 177 seções representam a soma das autorizações concedidas, e não necessariamente 177 pares exclusivos de municípios.</p>
<p>A ampliação pode aumentar as possibilidades de deslocamento entre o interior do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, especialmente em viagens relacionadas ao trabalho, turismo, estudo e visitas familiares.</p>
<p>Entretanto, o atendimento de cada seção dependerá da implantação dos serviços e da oferta comercial efetiva.</p>
<p>A empresa deve respeitar os itinerários, pontos de embarque e desembarque e demais condições registrados na ANTT.</p>
<h2>Rio Uruguai: nova autorização liga Foz do Iguaçu ao litoral norte gaúcho</h2>
<p>A Rio Uruguai, cuja razão social aparece no Diário Oficial como Rio Uruguai de Emrpesas Asociadas Central Argentino e El Dorado Ltda., CNPJ 45.989.578/0001-50, recebeu autorização para operar a linha Foz do Iguaçu (PR)–Arroio do Sal (RS).</p>
<p>A decisão integra os mercados desatendidos contemplados na primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>A autorização amplia as possibilidades de atendimento entre o oeste do Paraná e o litoral norte do Rio Grande do Sul.</p>
<p>O itinerário principal conecta Foz do Iguaçu, importante polo turístico e comercial da região de fronteira, a Arroio do Sal, município do litoral gaúcho.</p>
<p>Além da ligação entre os pontos extremos, a autorização contempla seções intermediárias estabelecidas pela ANTT.</p>
<p>Entre os mercados estão conexões envolvendo Medianeira, no Paraná, e Arroio do Sal.</p>
<p>A medida é relevante especialmente para viagens entre cidades do interior e municípios litorâneos, cuja demanda pode apresentar variações ao longo do ano.</p>
<p>A autorização não determina, por si só, que todas as ligações terão a mesma frequência ou que os serviços serão oferecidos diariamente.</p>
<p>A empresa deverá cadastrar e cumprir as condições operacionais exigidas pela agência.</p>
<p>Para o passageiro, será necessário acompanhar a divulgação dos horários e a efetiva disponibilidade de passagens nos mercados autorizados.</p>
<p>A decisão não representa autorização genérica para embarques e desembarques em qualquer cidade situada no percurso.</p>
<h2>Roberto Viagens: autorização entre Vitória da Conquista e Araçatuba contempla 20 seções</h2>
<p>A Roberto Viagens (Roberto Viagens Especiais Ltda., CNPJ 02.560.408/0001-43) recebeu autorização para operar a linha Vitória da Conquista (BA)–Araçatuba (SP).</p>
<p>A medida faz parte da antecipação de mercados desatendidos da primeira Janela Extraordinária e já havia sido detalhada pelo Diário do Transporte na reportagem publicada em 17 de outubro.</p>
<p>O Termo de Autorização contempla 20 seções entre municípios da Bahia, Minas Gerais e São Paulo.</p>
<p>Entre as localidades baianas estão Brumado, Caetité, Guanambi, Urandi e Vitória da Conquista.</p>
<p>Os destinos incluem cidades paulistas como Araçatuba, Barretos e São José do Rio Preto, além de municípios mineiros como Uberaba e Uberlândia.</p>
<p>Brumado, Caetité e Guanambi concentram cinco seções cada uma, com ligações para Araçatuba, Barretos, São José do Rio Preto, Uberaba e Uberlândia.</p>
<p>A estrutura da autorização demonstra como uma linha de longa distância pode reunir mercados com diferentes perfis de demanda.</p>
<p>Há deslocamentos entre municípios baianos e o interior paulista, além de conexões com importantes polos econômicos e de serviços do Triângulo Mineiro.</p>
<p>O atendimento aos mercados intermediários pode reduzir a necessidade de conexões para parte dos passageiros, desde que a empresa ofereça efetivamente as viagens autorizadas.</p>
<p>A transportadora terá até 30 dias, contados da vigência do Termo de Autorização, para iniciar os serviços, com possibilidade de prorrogação por igual período mediante justificativa.</p>
<p>O descumprimento das condições estabelecidas poderá resultar na revogação da autorização.</p>
<h2>Viação Progresso: nova linha Teresópolis–Juiz de Fora e ampliação da Barra Mansa–Carangola</h2>
<p>A Viação Progresso (Viação Progresso e Turismo S/A, CNPJ 32.404.063/0001-08) aparece em duas decisões vinculadas à primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>Uma delas autoriza uma nova linha entre Teresópolis (RJ) e Juiz de Fora (MG).</p>
<p>A outra permite a inclusão de duas seções na linha Barra Mansa (RJ)–Carangola (MG).</p>
<p>A autorização Teresópolis–Juiz de Fora amplia as possibilidades de atendimento entre a Região Serrana fluminense e Minas Gerais.</p>
<p>Já na ligação Barra Mansa–Carangola, as novas seções autorizadas são Carangola (MG)–Sapucaia (RJ) e Leopoldina (MG)–Vassouras (RJ).</p>
<p>O anexo atualizado da linha reúne 26 seções.</p>
<p>Entre os municípios mineiros contemplados estão Além Paraíba, Carangola, Divino, Fervedouro, Leopoldina e Muriaé.</p>
<p>No Rio de Janeiro, as ligações envolvem cidades como Barra do Piraí, Barra Mansa, Sapucaia, Três Rios, Vassouras e Volta Redonda.</p>
<p>A decisão também determina o reinício da contagem do período mínimo de atendimento da linha em razão da inclusão de seções intermediárias.</p>
<p>Esse detalhe é relevante porque a regulamentação exige compromissos de operação que vão além da obtenção da autorização.</p>
<p>A empresa deverá manter o atendimento nas condições estabelecidas pela agência e observar os requisitos de regularidade do serviço.</p>
<p>Para os passageiros, as duas decisões poderão representar maior oferta de viagens entre cidades que possuem relações econômicas, comerciais, educacionais e familiares.</p>
<p>Entretanto, uma nova autorização não significa necessariamente a criação imediata de novos horários ou a entrada em operação de veículos adicionais.</p>
<p>Essas condições dependem da implantação efetiva dos serviços.</p>
<h2>Viação Cidade do Aço: quatro novas seções na ligação Rio de Janeiro–Caxambu</h2>
<p>A Viação Cidade do Aço (Viação Cidade do Aço Ltda., CNPJ 28.670.958/0001-09) teve autorizada a ampliação de mercados na linha Rio de Janeiro (RJ)–Caxambu (MG).</p>
<p>A decisão permite a inclusão de quatro seções envolvendo Itamonte, no sul de Minas Gerais, e municípios fluminenses.</p>
<p>As novas ligações autorizadas são:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Origem</th>
<th>Destino</th>
</tr>
<tr>
<td>Itamonte (MG)</td>
<td>Barra Mansa (RJ)</td>
</tr>
<tr>
<td>Itamonte (MG)</td>
<td>Resende (RJ)</td>
</tr>
<tr>
<td>Itamonte (MG)</td>
<td>Rio de Janeiro (RJ)</td>
</tr>
<tr>
<td>Itamonte (MG)</td>
<td>Volta Redonda (RJ)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A decisão está expressamente relacionada à primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>Nesse caso, a ANTT não está concedendo uma linha principal inteiramente nova, mas ampliando os mercados que podem ser atendidos por um serviço já autorizado.</p>
<p>A inclusão das seções também implica o reinício da contagem do período mínimo de atendimento, conforme a regulamentação.</p>
<p>A mudança pode beneficiar passageiros que precisam viajar entre Itamonte e localidades do sul fluminense e da capital do Rio de Janeiro.</p>
<p>A oferta dependerá dos horários, itinerários e pontos de embarque efetivamente registrados e disponibilizados pela transportadora.</p>
<h2>Auto Viação Gadotti: habilitação é mantida e autorizações existentes preservadas</h2>
<p>A Auto Viação Gadotti (Auto Viação Gadotti Ltda., CNPJ 02.659.207/0001-06) teve reconhecido pela ANTT o cumprimento das condições de habilitação previstas para o transporte rodoviário coletivo interestadual regular.</p>
<p>A decisão determina a manutenção da empresa na condição de habilitada e preserva a validade e a eficácia dos Termos de Autorização vinculados à transportadora.</p>
<p>Trata-se de medida distinta das autorizações de novos mercados da Janela Extraordinária.</p>
<p>A agência não está simplesmente concedendo uma nova linha à Gadotti, mas reconhecendo o atendimento dos requisitos necessários à manutenção de sua condição regulatória.</p>
<p>No regime de autorização, a habilitação representa uma etapa fundamental.</p>
<p>As empresas devem comprovar o atendimento às exigências estabelecidas pela ANTT para que possam solicitar e manter autorizações de serviços regulares.</p>
<p>Isso significa que estar habilitada não equivale a ter autorização automática para operar qualquer mercado interestadual.</p>
<p>A empresa precisa possuir os respectivos Termos de Autorização e cumprir as condições aplicáveis a cada serviço.</p>
<p>No caso da Gadotti, a ANTT reconheceu os requisitos de habilitação e determinou a preservação das autorizações existentes.</p>
<p>A publicação não vincula expressamente essa decisão à contemplação de mercados na primeira Janela Extraordinária.</p>
<h2>Estrela de Rondônia: ANTT nega pedido de mercados após análise relacionada a decisão judicial</h2>
<p>A Estrela de Rondônia (Estrela de Rondônia Transporte e Turismo Ltda., CNPJ 01.557.408/0001-21) teve indeferido pedido de autorização para operar mercados interestaduais.</p>
<p>A decisão foi adotada em cumprimento a determinação judicial e teve como fundamento o descumprimento dos artigos 230 e 231 da Resolução nº 6.033/2023.</p>
<p>A negativa diz respeito aos mercados solicitados no procedimento analisado pela agência.</p>
<p>A decisão não significa, necessariamente, que todas as demais autorizações eventualmente existentes da empresa tenham sido atingidas.</p>
<p>Também não apresenta o indeferimento como consequência direta da distribuição de mercados desatendidos da primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>A situação evidencia que, mesmo no regime de autorização, a entrada em mercados interestaduais depende do atendimento às exigências regulatórias.</p>
<p>O interesse comercial de uma transportadora em determinado itinerário não substitui as condições estabelecidas pela ANTT.</p>
<p>Quando há discussão judicial, a agência também deve observar as determinações aplicáveis ao processo.</p>
<h2>Viação Sertões: ANTT nega habilitação para solicitar linhas regulares</h2>
<p>A Viação Sertões (Viação Sertões de Transportes Ltda., CNPJ 57.436.809/0001-88) teve indeferido o requerimento de habilitação para solicitar Termos de Autorização no transporte interestadual regular.</p>
<p>A decisão foi assinada em 20 de outubro de 2026.</p>
<p>Segundo a ANTT, a transportadora não atendeu às exigências da Resolução nº 6.033/2023.</p>
<p>A situação é diferente do caso da Estrela de Rondônia.</p>
<p>Enquanto a Estrela teve negado pedido de autorização para determinados mercados, a Sertões teve indeferido o requerimento de habilitação necessário à solicitação de autorizações.</p>
<p>A distinção é importante para compreender como funciona o regime regulatório.</p>
<p>Antes de prestar serviços regulares interestaduais, a empresa deve demonstrar o cumprimento dos requisitos exigidos pela agência.</p>
<p>A habilitação, entretanto, não representa autorização automática para qualquer linha.</p>
<p>Depois de habilitada, a transportadora precisa obter os termos correspondentes aos mercados em que pretende atuar.</p>
<p>A negativa divulgada nesta quarta-feira não está expressamente relacionada à contemplação de mercados da primeira Janela Extraordinária.</p>
<h2>Expresso Central, Amazonas Transporte, Baron Tur e outras empresas são autorizadas para fretamento</h2>
<p>A ANTT também divulgou uma relação de empresas autorizadas à prestação de transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional de passageiros em regime de fretamento.</p>
<p>Entre as transportadoras relacionadas estão Expresso Central Transporte, Amazonas Transporte e Tecnologia, Baron Tur, Conecta Via Sul Mobilidade, Danitur, Fênix Tur, Guimatur, Rotasul e outras empresas de diferentes regiões.</p>
<p>A Decisão SUPAS nº 1.430 estabelece que as autorizatárias devem observar as condições previstas na Resolução nº 4.777/2015 e demais normas aplicáveis ao fretamento.</p>
<p>A autorização para fretamento tem natureza diferente da autorização para linhas regulares.</p>
<p>No serviço regular, a transportadora opera mercados e itinerários autorizados, com comercialização individual de passagens dentro das condições estabelecidas pela ANTT.</p>
<p>No fretamento, a prestação ocorre conforme as regras próprias de contratação do serviço.</p>
<p>Por isso, uma empresa autorizada ao fretamento não passa automaticamente a ter o direito de abrir uma linha regular e comercializar passagens individuais como se possuísse autorização para aquele mercado.</p>
<p>A distinção é relevante diante das transformações do setor, com o crescimento das plataformas digitais, novos canais de comercialização e diferentes modelos de contratação de viagens.</p>
<p>Embora possam atender necessidades semelhantes dos passageiros, transporte regular e fretamento estão sujeitos a exigências específicas.</p>
<p>A autorização dessas empresas não decorre da contemplação de mercados desatendidos pela primeira Janela Extraordinária.</p>
<h2>ANTT autoriza 25 empresas para fretamento interestadual e internacional; confira a relação completa</h2>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou 25 empresas a prestar serviços de transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional de passageiros em regime de fretamento. A relação consta da Decisão SUPAS nº 1.430, de 15 de outubro de 2026, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (21).</p>
<p>A autorização permite às empresas atuar no fretamento, mediante cumprimento das exigências da Resolução ANTT nº 4.777/2015. A medida não equivale à autorização para operar linhas regulares interestaduais e não integra a primeira Janela Extraordinária nº 01/2024.</p>
<h3>Relação completa das 25 empresas</h3>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Nº</th>
<th>Empresa (razão social)</th>
<th>TAF</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>1</td>
<td>Absoluta Agrotransportes Ltda.</td>
<td>011964</td>
<td>34.773.909/0001-02</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Aggil Locação de Veículos Ltda.</td>
<td>000730</td>
<td>17.623.071/0001-43</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>Amazonas Transporte e Tecnologia Ltda.</td>
<td>011965</td>
<td>62.859.299/0001-91</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>Baron Tur Ltda.</td>
<td>011966</td>
<td>59.194.040/0001-64</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>Cesar Pereira Transporte e Turismo Ltda.</td>
<td>003502</td>
<td>34.905.906/0001-77</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>Conecta Via Sul Mobilidade Ltda.</td>
<td>011967</td>
<td>35.661.367/0001-30</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>Danitur Viagens e Turismo Ltda.</td>
<td>006960</td>
<td>21.334.928/0001-82</td>
</tr>
<tr>
<td>8</td>
<td>Douglas Acosta de Freitas Ltda.</td>
<td>011968</td>
<td>29.724.258/0001-12</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>Expresso Central Transporte Ltda.</td>
<td>011969</td>
<td>25.299.930/0001-19</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>Fênix Tur Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>011970</td>
<td>40.223.486/0001-41</td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td>Gomes &amp; Gonçalves Transportes Ltda.</td>
<td>011971</td>
<td>68.399.629/0001-90</td>
</tr>
<tr>
<td>12</td>
<td>Guimatur Empreendimentos Ltda.</td>
<td>008141</td>
<td>19.483.702/0001-00</td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>Leandro José de Oliveira Transporte e Turismo Ltda.</td>
<td>011972</td>
<td>62.663.585/0001-87</td>
</tr>
<tr>
<td>14</td>
<td>M&amp;M Tour e Transporte Ltda.</td>
<td>011973</td>
<td>50.633.421/0001-28</td>
</tr>
<tr>
<td>15</td>
<td>New Car Locadora de Veículos Ltda.</td>
<td>011974</td>
<td>07.369.575/0001-25</td>
</tr>
<tr>
<td>16</td>
<td>Orney Vitorino Junior Ltda.</td>
<td>011975</td>
<td>44.083.042/0001-09</td>
</tr>
<tr>
<td>17</td>
<td>Ramostur Transporte Ltda.</td>
<td>008078</td>
<td>18.046.843/0001-94</td>
</tr>
<tr>
<td>18</td>
<td>Rotasul Transportes Ltda.</td>
<td>011976</td>
<td>69.369.909/0001-18</td>
</tr>
<tr>
<td>19</td>
<td>Santos – Locadora de Veículos Ltda.</td>
<td>011977</td>
<td>02.576.678/0001-42</td>
</tr>
<tr>
<td>20</td>
<td>Siri Tur Ltda.</td>
<td>011978</td>
<td>68.505.005/0001-00</td>
</tr>
<tr>
<td>21</td>
<td>Styles Agência de Viagem Ltda.</td>
<td>005141</td>
<td>34.485.914/0001-01</td>
</tr>
<tr>
<td>22</td>
<td>TN Tur Transportes Ltda.</td>
<td>011979</td>
<td>36.033.119/0001-08</td>
</tr>
<tr>
<td>23</td>
<td>Triton Tour Transportes e Locadora de Veículos Ltda.</td>
<td>011980</td>
<td>21.786.072/0001-86</td>
</tr>
<tr>
<td>24</td>
<td>Valerya Turismo Ltda.</td>
<td>011981</td>
<td>68.676.389/0001-23</td>
</tr>
<tr>
<td>25</td>
<td>Vitor e Marly Transportes Ltda.</td>
<td>011982</td>
<td>05.497.991/0001-83</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Fonte: Diário Oficial da União, seção 1, edição de 21 de outubro de 2026, Decisão SUPAS nº 1.430/2026, anexo. TAF significa Termo de Autorização de Fretamento. Foram preservadas as razões sociais constantes da publicação, sem presumir marcas fantasia.</p>
<h2>Mercado interestadual: novas autorizações podem ampliar a concorrência, mas não garantem operação imediata</h2>
<p>As decisões publicadas nesta quarta-feira fazem parte de um cenário de transformação do transporte rodoviário interestadual no Brasil.</p>
<p>O regime de autorização permite que empresas habilitadas solicitem a exploração de mercados, observadas as exigências regulatórias e os procedimentos aplicáveis a cada situação.</p>
<p>A ampliação das possibilidades de entrada pode estimular a concorrência, diversificar os serviços oferecidos e criar alternativas de deslocamento.</p>
<p>Entretanto, os efeitos sobre tarifas, frequências e qualidade do atendimento dependem da operação efetiva das empresas.</p>
<p>A autorização de uma linha não significa automaticamente aumento de frota, novos horários diários ou redução de preços.</p>
<p>Também é necessário considerar as características da demanda em cada mercado.</p>
<p>Algumas ligações possuem grande movimentação de passageiros durante todo o ano. Outras apresentam procura concentrada em determinados períodos, como férias, feriados ou temporadas turísticas.</p>
<p>Há ainda mercados que podem ser atendidos como parte de itinerários maiores, sem necessidade de uma linha exclusiva entre as duas cidades.</p>
<p>Isso explica a importância das seções intermediárias.</p>
<p>Uma mesma viagem pode atender diferentes pares de municípios e permitir que a transportadora aproveite a estrutura operacional da linha para transportar passageiros em mais de um mercado.</p>
<p>No entanto, cada seção precisa estar autorizada e a operação deve respeitar as condições estabelecidas pela agência.</p>
<p>O Diário do Transporte revelou em 23 de setembro que a primeira Janela Extraordinária envolvia 41.832 mercados solicitados, dos quais 52,4% estavam concentrados em dez empresas.</p>
<p>O levantamento mostrou o interesse de grandes grupos, transportadoras tradicionais e novos participantes na ampliação de suas atividades.</p>
<p>A expansão também ocorre em um mercado que enfrenta mudanças nos hábitos dos passageiros, com maior utilização de plataformas digitais, comparação de preços e busca por opções de embarque mais convenientes.</p>
<p>Nesse cenário, a competição não depende apenas de tarifas.</p>
<p>Frequência, pontualidade, conforto, segurança, facilidade de compra, atendimento ao consumidor e localização dos pontos de embarque também influenciam a escolha dos usuários.</p>
<p>As empresas precisam avaliar a viabilidade econômica das operações, enquanto a ANTT deve acompanhar o cumprimento das exigências e a regularidade da prestação dos serviços.</p>
<h2>O que o passageiro deve esperar e cobrar das novas linhas</h2>
<p>A principal expectativa para o usuário é que as autorizações se transformem em serviços efetivamente disponíveis.</p>
<p>Nas novas linhas abrangidas pelas decisões, as empresas devem observar o prazo de início da operação, que poderá chegar a 30 dias após o começo da vigência do respectivo termo, com possibilidade de uma prorrogação de igual duração, mediante justificativa.</p>
<p>O passageiro deve acompanhar a divulgação dos horários, tarifas e locais de embarque e desembarque.</p>
<p>Também é importante verificar se o mercado pretendido está incluído na autorização da empresa.</p>
<p>Uma linha pode passar por diversas cidades, mas isso não significa que esteja automaticamente autorizada a vender passagens entre todos os municípios do percurso.</p>
<p>As seções autorizadas definem quais pares de localidades podem ser comercialmente atendidos.</p>
<p>Além disso, as transportadoras devem respeitar as exigências relativas à segurança dos veículos, acessibilidade, atendimento ao usuário e prestação de informações.</p>
<p>Alterações de horários, cancelamentos e interrupções precisam observar as regras aplicáveis aos serviços.</p>
<p>Os passageiros também podem cobrar informações claras sobre o tipo de serviço contratado, o valor da passagem, as condições de viagem e os canais de atendimento.</p>
<p>A ANTT possui canais para reclamações e denúncias, incluindo o telefone 166.</p>
<p>O acompanhamento das novas operações será importante para verificar se a abertura dos mercados resulta em melhoria concreta da oferta.</p>
<h1 style="text-align: center;">HISTÓRICO</h1>
<h2>Da adoção do regime de autorização à etapa de lances: veja a cronologia</h2>
<p><strong><em>Adamo Bazani</em></strong></p>
<p><strong>5 de junho de 2001 — Criação da ANTT</strong></p>
<p>A Lei nº 10.233 cria a Agência Nacional de Transportes Terrestres e estabelece bases da organização e regulação federal dos transportes terrestres.</p>
<p><strong>4 de agosto de 2014 — Regime de autorização</strong></p>
<p>A Lei nº 12.996 altera a legislação e estabelece o regime de autorização como modelo de exploração do transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional regular de passageiros.</p>
<p>A mudança representa uma transição em relação à estrutura anterior baseada em permissões.</p>
<p><strong>2015 — Regulamentação dos serviços</strong></p>
<p>A ANTT avança na regulamentação do transporte regular sob autorização e das regras aplicáveis ao fretamento interestadual e internacional.</p>
<p><strong>21 de dezembro de 2023 — Novo marco regulatório</strong></p>
<p>A ANTT aprova a Resolução nº 6.033, que disciplina o regime de autorização do transporte rodoviário coletivo interestadual de passageiros.</p>
<p>A norma estabelece requisitos de habilitação, emissão e modificação de autorizações, condições de prestação dos serviços e regras para abertura de mercados.</p>
<p>Também integra a base regulatória da primeira Janela Extraordinária.</p>
<p><strong>2024 — Primeira Janela Extraordinária</strong></p>
<p>A ANTT organiza a Janela Extraordinária nº 01/2024 para receber e analisar solicitações de mercados interestaduais.</p>
<p>O procedimento permite identificar diferentes situações, incluindo mercados desatendidos e aqueles que precisam passar por processo seletivo.</p>
<p><strong>2025 — Continuidade das análises e disputas regulatórias</strong></p>
<p>A agência dá prosseguimento aos procedimentos de autorização, regularização e análise de pedidos.</p>
<p>O período também registra decisões judiciais relacionadas às condições de entrada e permanência de transportadoras em determinados mercados.</p>
<p><strong>24 de abril de 2026 — Divulgação dos resultados da Janela</strong></p>
<p>O Comunicado SUPAS nº 41 apresenta as relações de mercados e pedidos analisados no procedimento.</p>
<p>A agência identifica mercados desatendidos, monopolistas e aqueles submetidos a processo seletivo.</p>
<p>As empresas contempladas para mercados desatendidos recebem orientações para solicitar os respectivos Termos de Autorização ou alterações de serviços existentes.</p>
<p><strong>Maio e junho de 2026 — Ajustes no processamento</strong></p>
<p>A ANTT divulga orientações sobre o tratamento de informações e resultados da Janela.</p>
<p>Após discutir o reprocessamento de determinados dados, mantém os resultados anteriormente divulgados, com justificativas relacionadas à estabilidade e à segurança jurídica do procedimento.</p>
<p><strong>14 de julho de 2026 — Suspensão da Janela Extraordinária</strong></p>
<p>A agência anuncia a suspensão do procedimento em cumprimento a decisão cautelar do Supremo Tribunal Federal na Reclamação nº 86.498.</p>
<p><strong>14 de setembro de 2026 — Retomada do procedimento</strong></p>
<p>Após reconsideração da cautelar pelo STF, a ANTT comunica a retomada da primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>O Comunicado SUPAS nº 45 informa a continuidade das etapas e o período previsto para apresentação de lances nos mercados submetidos a seleção.</p>
<p><strong>23 de setembro de 2026 — Diário do Transporte revela concentração dos pedidos</strong></p>
<p>O Diário do Transporte publica levantamento mostrando 41.832 mercados solicitados e concentração de 52,4% em dez empresas.</p>
<p>A reportagem detalha a participação de transportadoras tradicionais, grupos econômicos e novos interessados.</p>
<p><strong>15 de outubro de 2026 — ANTT assina novas decisões</strong></p>
<p>A Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros assina autorizações relacionadas aos mercados desatendidos e outras decisões administrativas e judiciais.</p>
<p><strong>16 e 17 de outubro de 2026 — Diário do Transporte antecipa novas autorizações</strong></p>
<p>O Diário do Transporte revela as decisões envolvendo Liderança Turismo, Manu’s Turismo, Roberto Viagens e Viação Progresso antes da publicação no Diário Oficial.</p>
<p>A reportagem de sábado (17) detalha 360 seções em sete novas autorizações, além de quatro inclusões em duas linhas existentes.</p>
<p><strong>21 de outubro de 2026 — Publicação no Diário Oficial da União</strong></p>
<p>As decisões são publicadas, confirmando parte das autorizações antecipadas pelo Diário do Transporte e trazendo outras medidas, como a revogação de nove deferimentos anteriores da Lopes Sul, a manutenção da habilitação da Gadotti, indeferimentos e autorizações para fretamento.</p>
<p><strong>26 de outubro a 6 de novembro de 2026 — Período previsto para os lances</strong></p>
<p>A ANTT prevê a etapa de apresentação de lances para os mercados da Janela Extraordinária que dependem de processo seletivo.</p>
<p>Essa fase é diferente das autorizações já concedidas para mercados classificados como desatendidos.</p>
<p>A apresentação dos lances não representa a conclusão imediata da seleção ou a liberação automática dos serviços.</p>
<p>As etapas posteriores dependerão do processamento dos resultados e do cumprimento das exigências regulatórias.</p>
<p>A sequência demonstra que a abertura do mercado interestadual ocorre por diferentes procedimentos, com regras próprias para habilitação, autorização, modificação de linhas e seleção de empresas.</p>
<p>Para as transportadoras, o desafio é transformar os novos mercados em operações viáveis e regulares.</p>
<p>Para os passageiros, a expectativa é de ampliação das alternativas de viagem, com cumprimento das exigências de segurança, qualidade e respeito aos direitos dos usuários.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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