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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Capital paulista entra em estado de atenção para alagamentos nesta quarta-feira (14)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/capital-paulista-entra-em-estado-de-atencao-para-alagamentos-nesta-quarta-feira-14/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:31:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trânsito de veículos é afetado no Centro da cidade, com pontos de alagamento intransitáveis VINÍCIUS DE OLIVEIRA Nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a cidade de São Paulo se encontra em estado de atenção para alagamentos, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas; o trânsito de veículos e operação do transporte público é afetado [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="613" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/03/chuva_sp_1_1-e1733855046138.webp?fit=1024%2C613&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> 

<em>Trânsito de veículos é afetado no Centro da cidade, com pontos de alagamento intransitáveis</em>



<strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong>



Nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a cidade de São Paulo se encontra em estado de atenção para alagamentos, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas; o trânsito de veículos e operação do transporte público é afetado no município.

O órgão da prefeitura aponta três pontos de alagamento, sendo dois deles intransitáveis, todos na região da Sé, no Centro da cidade.



Confira o comunicado do CGE sobre a situação do clima:


<p class="pf0 wp-block-paragraph"><em>&#8220;A combinação do calor e entrada da brisa marítima estimula a formação de chuva com até forte intensidade dentro da cidade de São Paulo. Imagens do radar meteorológico indica chuva forte  com potencial para queda de granizo entre os bairros de Pirituba, Jaraguá, ambos zona norte e na Lapa e Pinheiros, na zona oeste. Na ocasião da chuva, além de queda de granizo, pode ocorrer rajadas de vento e alagamentos intransitáveis.&#8221;</em></p>


O órgão da prefeitura aponta as seguintes recomendações para amenizar os efeitos dos alagamentos:



– Evite transitar em ruas alagadas;



– Se a chuva causou inundações, não se aventure a enfrentar correntezas;



– Fique em lugar seguro. Se precisar, peça ajuda;



– Mantenha-se longe da rede elétrica e não pare debaixo de árvores. Abrigue-se em casas e prédios;



– Planeje suas viagens, para que haja menor possibilidade de enfrentar engarrafamentos causados por ruas bloqueadas;



– Em caso de dúvida sobre vias bloqueadas, ligue para a central de atendimento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) através do número 156 ou entre no site da CET para saber como está o trânsito nas principais vias.



<strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong>

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  </item>
  <item>
    <title>SPTrans mantém prazos de licitação de plano de saúde para trabalhadores das linhas da antiga Transwolff</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/sptrans-mantem-prazos-de-licitacao-de-plano-de-saude-para-trabalhadores-das-linhas-da-antiga-transwolff/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:01:29 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Novo esclarecimento permite apresentação digital de documentos de habilitação; contratação prevê aproximadamente 3.641 titulares e integra estrutura provisória dos lotes D10 e D11 ADAMO BAZANI A SPTrans publicou um novo esclarecimento da licitação de assistência médica para trabalhadores dos lotes D10 e D11, anteriormente concedidos à Transwolff, na zona Sul de São Paulo. A companhia [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="910" height="586" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?fit=910%2C586&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?w=910&amp;ssl=1 910w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?resize=768%2C495&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/capao.jpg?resize=400%2C258&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 910px) 100vw, 910px" /> <p><em>Novo esclarecimento permite apresentação digital de documentos de habilitação; contratação prevê aproximadamente 3.641 titulares e integra estrutura provisória dos lotes D10 e D11</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A SPTrans publicou um novo esclarecimento da licitação de assistência médica para trabalhadores dos lotes D10 e D11, anteriormente concedidos à Transwolff, na zona Sul de São Paulo. A companhia confirmou que documentos de habilitação originalmente digitais poderão ser apresentados nesse formato, sem impressão integral, e informou que os prazos de propostas e abertura da disputa permanecem inalterados.</p>
<p>O plano integra as contratações necessárias para manter a estrutura dos dois lotes enquanto não é concluída a nova concessão das linhas. A documentação estima aproximadamente 3.641 beneficiários, com base em junho de 2026, e prevê atendimento médico, hospitalar, cirúrgico e obstétrico, além da possibilidade de encerramento antecipado do contrato quando forem celebradas as novas concessões.</p>
<h2>O que muda com o quarto boletim de esclarecimentos</h2>
<p>Uma empresa interessada perguntou se os documentos de habilitação produzidos originalmente em meio digital poderiam ser entregues eletronicamente, dispensando a impressão integral, especialmente quando houver elevado número de páginas.</p>
<p>A pergunta menciona documentos assinados eletronicamente, emitidos com certificação ICP-Brasil ou dotados de mecanismos de validação pela internet pelos órgãos responsáveis.</p>
<p>A SPTrans respondeu positivamente, remetendo aos itens do edital que disciplinam essa apresentação.</p>
<p>Isso permite comprovar a habilitação pelos arquivos digitais e pelos mecanismos de autenticidade previstos, sem exigir a reprodução em papel de todo o conteúdo.</p>
<p>O esclarecimento não dispensa documentos obrigatórios nem altera as condições exigidas para a operadora do plano.</p>
<p>Segundo a SPTrans, a resposta não interfere na preparação das propostas. Por esse motivo, o limite de recebimento e a sessão pública de abertura permanecem inalterados.</p>
<p>O boletim publicado nesta sexta-feira não reproduz as datas. Portanto, o ato permite informar a manutenção do calendário vigente, mas não autoriza recuperar como atual uma data anunciada em etapas anteriores.</p>
<h2>Plano estima 3.641 trabalhadores; número definitivo será informado na contratação</h2>
<p>O termo de referência utiliza a posição de junho de 2026 para estimar 3.641 beneficiários.</p>
<p>A relação exata deverá ser fornecida pela SPTrans na assinatura do contrato. Assim, a estimativa não deve ser tratada como uma contagem atualizada automaticamente para outubro.</p>
<p>Em esclarecimentos anteriores, a companhia confirmou que o universo informado corresponde a titulares, sem dependentes ou agregados, e que há motoristas entre os beneficiários.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o plano também deverá manter a identificação dos empregados de cada lote para faturamentos distintos.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/31/sptrans-cita-futura-licitacao-das-linhas-da-antiga-transwolff-em-esclarecimento-sobre-plano-de-saude-para-3-641-trabalhadores-dos-lotes-d10-e-d11/amp/?utm_source=chatgpt.com">SPTrans detalha plano de saúde para 3.641 trabalhadores de D10 e D11 e cita futura concessão das linhas</a>.</p>
<h2>Cobertura inclui consultas, internações e atendimento a acidentes de trabalho</h2>
<p>A contratação exige operadora registrada na Agência Nacional de Saúde Suplementar e assistência de abrangência estadual.</p>
<p>O termo prevê atendimento ambulatorial, hospitalar com obstetrícia, exames laboratoriais e serviços de apoio ao diagnóstico, observando o rol de procedimentos da ANS e suas atualizações.</p>
<p>Também estão previstos atendimentos por acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.</p>
<p>A rede deverá garantir urgência e emergência durante 24 horas, inclusive aos sábados, domingos e feriados. A operadora deverá manter serviço de atendimento ao beneficiário para orientações sobre rede, exames, consultas, autorizações e internações.</p>
<p>A documentação exige disponibilização eletrônica da relação de profissionais e instituições credenciadas. As carteiras de identificação, físicas ou digitais, deverão ser fornecidas sem custo adicional, em até dez dias corridos após a solicitação.</p>
<p>Se houver substituição de prestador hospitalar durante uma internação e o paciente não puder ser removido, o termo determina a manutenção do atendimento até a alta, segundo avaliação médica.</p>
<h2>Grupo inicial será incluído sem carência; plano prevê coparticipação</h2>
<p>A operadora deverá assumir o grupo existente na contratação sem limitação de idade, exigência de exame prévio ou carência, independentemente do estado de saúde.</p>
<p>Para inclusões posteriores, a documentação estabelece regras específicas sobre prazo de inscrição e eventual carência.</p>
<p>O plano prevê padrão enfermaria e opção de apartamento. No padrão apartamento, a diferença de preço em relação à enfermaria ficará a cargo do titular, mediante os procedimentos previstos para desconto em folha.</p>
<p>A coparticipação indicada no termo de referência é:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Atendimento</th>
<th>Coparticipação prevista</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Consulta eletiva</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Consulta em pronto-socorro</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Exame simples</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Terapia simples</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Internação</td>
<td>0%</td>
</tr>
<tr>
<td>Exame complexo</td>
<td>0%</td>
</tr>
<tr>
<td>Terapia complexa</td>
<td>0%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>São condições da contratação, não um anúncio de início imediato do benefício. O boletim desta sexta-feira não apresenta resultado da disputa, operadora vencedora ou data de implantação do plano.</p>
<h2>Convênio médico faz parte das responsabilidades assumidas após a caducidade</h2>
<p>A justificativa da SPTrans relaciona a contratação ao decreto que extinguiu as concessões da Transwolff e à continuidade das operações.</p>
<p>O termo também menciona a cláusula da convenção coletiva que institui o direito ao convênio médico para os trabalhadores da categoria. A companhia apresenta o benefício como cumprimento das obrigações aplicáveis e instrumento de retenção dos profissionais necessários aos dois lotes.</p>
<p>A SPTrans, portanto, está contratando um serviço para trabalhadores de uma operação de ônibus cuja estrutura permanece sob sua responsabilidade durante a transição.</p>
<p>Manutenção dos veículos, segurança das unidades, pneus e benefícios trabalhistas são contratações distintas da futura concessão das linhas.</p>
<p>O contrato de assistência médica está previsto para 12 meses, com possibilidade de encerramento antecipado caso a licitação de D10 e D11 seja concluída e os novos contratos de concessão sejam celebrados.</p>
<p>O quarto boletim de esclarecimentos consta na página 548 do Diário Oficial e refere-se à licitação 024/2026.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>ANTT antecipa duplicação da BR-153 em Tocantins e Goiás e autoriza novas estruturas de apoio a motoristas em Minas Gerais</title>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:31:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ecovias Araguaia poderá executar no quinto ano de concessão obras previstas inicialmente para os anos 23 e 24; Way 153 recebe autorização para base operacional na BR-153 e concessionária da BR-040 poderá construir ponto de parada e descanso ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou a antecipação de obras de duplicação da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/duplicacao-br-153-ecovias-scaled-1.webp?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Ecovias Araguaia poderá executar no quinto ano de concessão obras previstas inicialmente para os anos 23 e 24; Way 153 recebe autorização para base operacional na BR-153 e concessionária da BR-040 poderá construir ponto de parada e descanso</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou a antecipação de obras de duplicação da BR-153 em Tocantins e Goiás, além do início da construção de duas estruturas de apoio aos usuários de rodovias federais em Minas Gerais. As decisões, publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, envolvem três concessionárias: Ecovias Araguaia, Rota Sertaneja (Way 153) e Concessionária da Rodovia Belo Horizonte–Cristalina. As intervenções abrangem a ampliação da capacidade de tráfego, o atendimento a motoristas e passageiros e a implantação de um ponto de descanso para profissionais que utilizam as rodovias.</p>
<p>Na BR-153, a Ecovias Araguaia recebeu autorização para antecipar a execução de aproximadamente 3,5 quilômetros de obras, originalmente previstas para os anos 23 e 24 da concessão, que agora poderão ocorrer no quinto ano contratual. Em Minas Gerais, a Way 153 poderá iniciar a construção de uma Base de Serviços Operacionais e de Atendimento ao Usuário no km 175,660 da BR-153, enquanto a concessionária da BR-040 foi autorizada a implantar um Ponto de Parada e Descanso no km 434, na pista sul. As estruturas integram as obrigações previstas nos respectivos contratos de concessão.</p>
<p>As autorizações foram expedidas pela Superintendência de Infraestrutura Rodoviária (SUROD), responsável pelo acompanhamento das condições de operação, manutenção e investimentos nas rodovias federais concedidas.</p>
<h3>Duplicação da BR-153 será antecipada em mais de 18 anos em trechos de Tocantins e Goiás</h3>
<p>A decisão de antecipar as obras atende a um pedido da Ecovias Araguaia S.A., responsável pela concessão de trechos da BR-153 que integram o corredor rodoviário entre Tocantins e Goiás.</p>
<p>O primeiro segmento fica no município de Talismã, no Tocantins, entre os quilômetros 800 e 802,531 da BR-153, totalizando 2,531 quilômetros.</p>
<p>A intervenção estava programada para o 23º ano de concessão e poderá ser realizada no quinto ano contratual, uma antecipação de 18 anos em relação ao cronograma original.</p>
<p>O segundo segmento fica em Goiás, entre os quilômetros 0 e 1 da BR-153, com extensão de um quilômetro.</p>
<p>Nesse caso, a execução estava prevista para o 24º ano da concessão e foi antecipada para o quinto ano, representando 19 anos de diferença em relação ao planejamento inicial.</p>
<p>Somadas, as duas intervenções abrangem 3,531 quilômetros de rodovia.</p>
<p>As obras fazem parte do Programa de Exploração da Rodovia (PER), documento que estabelece os investimentos, serviços e obrigações previstos no contrato da concessionária.</p>
<p>A BR-153 é um dos principais eixos rodoviários de ligação entre o Centro-Oeste, o Norte e outras regiões do país. O corredor atende ao transporte de cargas, às viagens de ônibus interestaduais e aos deslocamentos regionais de passageiros.</p>
<p>A duplicação de trechos de rodovias permite separar os fluxos de veículos em sentidos opostos, ampliando a capacidade de circulação e contribuindo para a redução dos riscos associados a ultrapassagens e conflitos entre veículos.</p>
<p>Essas características são especialmente importantes em corredores utilizados simultaneamente por automóveis, caminhões e ônibus rodoviários, que apresentam diferenças de velocidade, comprimento e condições de frenagem.</p>
<h3>Antecipação das obras terá efeitos no equilíbrio econômico-financeiro da concessão</h3>
<p>A decisão da ANTT também estabelece como serão tratados os efeitos financeiros da antecipação dos investimentos.</p>
<p>O contrato prevê a utilização do chamado Fator A, mecanismo de recomposição do equilíbrio econômico-financeiro aplicado a determinadas obras e melhorias executadas pela concessionária.</p>
<p>Por esse mecanismo, investimentos realizados antecipadamente podem ser reconhecidos no processo de revisão tarifária previsto no contrato.</p>
<p>Segundo a decisão, os efeitos financeiros deverão ser processados na revisão tarifária ordinária seguinte à conclusão das obras.</p>
<p>O texto também estabelece que a eventual não execução antecipada dessas intervenções não resultará, especificamente por essa antecipação, em desconto tarifário ou aplicação de sanções à concessionária.</p>
<p>O procedimento está previsto nas regras do contrato de concessão da Ecovias Araguaia e na regulamentação da ANTT.</p>
<p>A utilização do Fator A busca tratar a diferença entre o cronograma original de investimentos e a execução antecipada, considerando os efeitos econômicos decorrentes da realização das obras antes do prazo contratualmente previsto.</p>
<h3>Way 153 recebe autorização para construir base operacional e de atendimento em Minas Gerais</h3>
<p>Outra decisão publicada nesta quarta-feira autoriza a Concessionária Rota Sertaneja, identificada como Way 153, a iniciar a implantação de uma Base de Serviços Operacionais (BSO) e de um Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) na BR-153, em Minas Gerais.</p>
<p>A estrutura ficará no km 175,660 da rodovia e será identificada como SAU 08.</p>
<p>A obra integra o Programa de Exploração Rodoviária da concessão, referente ao contrato firmado a partir do edital de 2025.</p>
<p>O cronograma contratual prevê a conclusão da instalação até o primeiro ano de concessão.</p>
<p>As bases operacionais e de atendimento são utilizadas para apoiar a prestação dos serviços previstos nas concessões rodoviárias, incluindo atividades de assistência aos usuários e suporte à operação da rodovia.</p>
<p>Essas instalações integram a estrutura necessária para o atendimento de ocorrências e para a organização dos recursos empregados pela concessionária.</p>
<p>Para passageiros de ônibus rodoviários, motoristas profissionais e demais usuários, a existência de serviços operacionais ao longo da estrada é importante nas situações que exigem apoio durante a viagem, especialmente em trechos extensos e de grande circulação de veículos pesados.</p>
<p>A implantação da unidade faz parte das obrigações de atendimento previstas no contrato da Way 153.</p>
<h3>BR-040 terá novo ponto de parada e descanso para motoristas na pista sul</h3>
<p>Na BR-040, em Minas Gerais, a ANTT autorizou o início das obras de um Ponto de Parada e Descanso (PPD) no km 434, na pista sul.</p>
<p>A estrutura será implantada pela Concessionária da Rodovia Belo Horizonte–Cristalina S.A., responsável pelo trecho concedido.</p>
<p>A instalação está prevista no Programa de Exploração da Rodovia e deverá ser concluída até o segundo ano da concessão, conforme o cronograma contratual.</p>
<p>Os pontos de parada e descanso são estruturas destinadas a oferecer locais adequados para interrupção das viagens, especialmente por motoristas profissionais que percorrem longas distâncias.</p>
<p>No transporte rodoviário de cargas, essas instalações possuem relação direta com as condições de repouso dos caminhoneiros e com as exigências legais sobre jornadas de trabalho e períodos de descanso.</p>
<p>A disponibilidade de locais apropriados para parar também contribui para a segurança viária, pois facilita o planejamento das viagens e a realização de pausas em locais destinados a essa finalidade.</p>
<p>A BR-040 é um dos corredores utilizados no deslocamento entre Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal, com circulação de caminhões, ônibus e veículos de passeio.</p>
<p>Para o transporte rodoviário de passageiros, a presença de estruturas de apoio na malha concedida também é relevante para a organização operacional e para as condições de circulação dos veículos ao longo dos percursos.</p>
<h3>Três intervenções integram contratos diferentes de concessão</h3>
<p>As decisões publicadas pela ANTT envolvem contratos distintos, com investimentos e prazos previstos nos respectivos programas de exploração rodoviária.</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária</th>
<th>Rodovia e localização</th>
<th>Intervenção</th>
<th>Prazo contratual</th>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Araguaia</td>
<td>BR-153, km 800 ao 802,531, Talismã (TO)</td>
<td>Antecipação de duplicação de 2,531 km</td>
<td>Do 23º para o 5º ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Araguaia</td>
<td>BR-153, km 0 ao 1, Goiás</td>
<td>Antecipação de duplicação de 1 km</td>
<td>Do 24º para o 5º ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Sertaneja (Way 153)</td>
<td>BR-153, km 175,660, Minas Gerais</td>
<td>Base operacional e Serviço de Atendimento ao Usuário</td>
<td>Até o 1º ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Belo Horizonte–Cristalina</td>
<td>BR-040, km 434, pista sul, Minas Gerais</td>
<td>Ponto de Parada e Descanso</td>
<td>Até o 2º ano</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>As medidas constam das Decisões SUROD nº 1.629, de 6 de outubro, nº 1.650, de 7 de outubro, e nº 1.656, de 8 de outubro de 2026, todas publicadas na seção 1 do Diário Oficial da União desta quarta-feira (14).</p>
<p>A antecipação da duplicação e a implantação das estruturas operacionais fazem parte das intervenções previstas na malha rodoviária federal concedida, que concentra corredores importantes para o transporte de passageiros e de mercadorias.</p>
<p>A execução das obras permitirá ampliar a infraestrutura disponível nesses trechos, com efeitos esperados sobre as condições de circulação, a prestação de serviços aos usuários e o apoio aos profissionais que trabalham diariamente nas rodovias.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>STF rejeita recurso da Uber para liberar mototáxi por aplicativo em São Paulo e mantém decisão favorável à Prefeitura</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/stf-rejeita-recurso-da-uber-para-liberar-mototaxi-por-aplicativo-em-sao-paulo-e-mantem-decisao-favoravel-a-prefeitura/</link>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:02:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ministra Cármen Lúcia negou seguimento à reclamação da empresa contra decisão do Tribunal de Justiça que suspendeu o credenciamento da Uber Moto; julgamento envolve exigências de seguro, segurança dos passageiros e limites da regulamentação municipal ADAMO BAZANI A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento a uma reclamação apresentada pela Uber do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="655" height="468" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-11.jpg?fit=655%2C468&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-11.jpg?w=655&amp;ssl=1 655w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-11.jpg?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-11.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-11.jpg?resize=400%2C286&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 655px) 100vw, 655px" /> <div><em>Ministra Cármen Lúcia negou seguimento à reclamação da empresa contra decisão do Tribunal de Justiça que suspendeu o credenciamento da Uber Moto; julgamento envolve exigências de seguro, segurança dos passageiros e limites da regulamentação municipal</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento a uma reclamação apresentada pela Uber do Brasil Tecnologia Ltda. contra uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que suspendeu a obrigação de a Prefeitura da capital credenciar a plataforma para oferecer transporte remunerado de passageiros por motocicletas. A decisão foi assinada em 6 de outubro de 2026 e mantém os efeitos da suspensão determinada pela Justiça paulista em 24 de julho, impedindo, por enquanto, que a Uber obtenha o credenciamento por meio da ordem judicial anteriormente concedida.</p>
<p>A empresa pretendia reverter a decisão do TJ-SP com o argumento de que o Município de São Paulo estaria descumprindo determinações do próprio Supremo sobre a regulamentação dos serviços de transporte por aplicativo, especialmente quanto às exigências de seguros. Cármen Lúcia, entretanto, concluiu que a reclamação não preenchia os requisitos processuais para ser examinada pelo STF. A ministra apontou que a Uber ainda não havia esgotado as possibilidades de recurso nas instâncias anteriores e que faltavam documentos necessários para demonstrar a alegada contrariedade às decisões do Supremo.</p>
<p>A decisão foi tomada na Reclamação nº 100.528, apresentada pela Uber em 25 de setembro de 2026, e representa mais um capítulo da disputa judicial entre as plataformas de transporte e a Prefeitura de São Paulo sobre a operação do chamado mototáxi por aplicativo.</p>
<p>O entendimento de Cármen Lúcia preserva, neste momento, a decisão favorável ao Município, mas não representa um julgamento definitivo sobre a constitucionalidade das regras municipais nem sobre o direito das plataformas de oferecer o serviço.</p>
<h3>Uber tentava reverter suspensão determinada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo</h3>
<p>A disputa específica começou com um pedido de credenciamento apresentado pela Uber ao Comitê Municipal de Uso do Viário (CMUV), órgão responsável pela análise das solicitações das empresas interessadas em intermediar o transporte remunerado individual de passageiros por motocicletas.</p>
<p>Em 31 de março de 2026, o pedido foi indeferido pela administração municipal.</p>
<p>A empresa recorreu à Justiça e, em 15 de junho, obteve decisão favorável da 16ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de São Paulo. A sentença declarou ilegal a negativa administrativa ao credenciamento.</p>
<p>Posteriormente, em 15 de julho, o CMUV voltou a indeferir o pedido, desta vez com fundamento nas exigências relacionadas à contratação do Seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros (APP).</p>
<p>O Município sustentou que a documentação apresentada pela plataforma não demonstrava o cumprimento dos requisitos de cobertura previstos na legislação federal e nas decisões do Supremo.</p>
<p>A Uber, por sua vez, considerou que a nova negativa contrariava as determinações judiciais e solicitou o cumprimento provisório da sentença.</p>
<p>Em 21 de julho, a Justiça paulista determinou que o CMUV formalizasse o credenciamento da empresa em 48 horas, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.</p>
<p>Como mostrou o Diário do Transporte, a Prefeitura recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo e conseguiu suspender a determinação em 24 de julho.</p>
<p>Na ocasião, o desembargador Dimas Borelli Thomaz Júnior, da 13ª Câmara de Direito Público, concedeu efeito suspensivo ao recurso municipal.</p>
<p>A administração alegou que a nova negativa de credenciamento estava fundamentada em circunstâncias jurídicas e documentais que deveriam ser analisadas separadamente da primeira decisão administrativa.</p>
<p>Também argumentou que a segurança viária e a proteção da vida deveriam ser consideradas na avaliação do serviço, especialmente diante dos riscos associados ao transporte de passageiros em motocicletas.</p>
<p>Relembre as reportagens publicadas pelo Diário do Transporte:</p>
<ul>
<li>
<div>
<div>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/22/justica-determina-que-prefeitura-de-sao-paulo-autorize-operacao-de-mototaxi-por-aplicativo-da-uber-em-ate-48-horas/">Justiça determina que Prefeitura de São Paulo autorize operação de mototáxi por aplicativo da Uber em até 48 horas – 22 de julho de 2026</a></p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/24/tj-sp-suspende-decisao-que-obrigava-prefeitura-de-sao-paulo-a-credenciar-uber-moto-em-48-horas/">TJ-SP suspende decisão que obrigava Prefeitura de São Paulo a credenciar Uber Moto em 48 horas – 24 de julho de 2026</a></p>
</div>
</div>
</li>
</ul>
<h3>Cármen Lúcia aponta ausência de requisitos para julgamento no Supremo</h3>
<p>Na reclamação apresentada ao STF, a Uber argumentou que a suspensão do credenciamento contrariava dois precedentes do próprio tribunal.</p>
<p>O primeiro era o Recurso Extraordinário nº 1.054.110, correspondente ao Tema 967 da repercussão geral, no qual o Supremo estabeleceu limites à atuação dos municípios na regulamentação do transporte privado individual remunerado de passageiros por aplicativos.</p>
<p>O segundo era a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 1.296, que trata especificamente das regras municipais para o transporte de passageiros por motocicletas em São Paulo.</p>
<p>Ao examinar o pedido, Cármen Lúcia considerou que a empresa utilizou um instrumento processual inadequado para tentar modificar a decisão do TJ-SP.</p>
<p>Segundo a ministra, o Código de Processo Civil exige o esgotamento das instâncias ordinárias antes da apresentação de uma reclamação destinada a garantir o cumprimento de entendimento firmado pelo STF em repercussão geral.</p>
<p>A relatora registrou que não havia notícia da interposição de recurso extraordinário no caso.</p>
<p>Quanto à alegação de descumprimento das decisões da ADPF 1.296, Cármen Lúcia apontou outra deficiência: a Uber não apresentou a petição do agravo de instrumento formulado pela Prefeitura de São Paulo no Tribunal de Justiça.</p>
<p>Esse documento, segundo a ministra, seria indispensável para identificar os fundamentos efetivamente submetidos à Justiça paulista e verificar eventual incompatibilidade com as determinações do Supremo.</p>
<p>A relatora observou ainda que a decisão contestada havia sido tomada de maneira provisória, acolhendo os argumentos do recurso municipal.</p>
<p>Para Cármen Lúcia, a reclamação estava sendo utilizada como tentativa de substituir os recursos judiciais próprios.</p>
<p>Diante dessas circunstâncias, a ministra decidiu:</p>
<blockquote><p>“Pelo exposto, nego seguimento à presente reclamação.”</p></blockquote>
<p>A decisão também contém uma advertência sobre a possibilidade de aplicação de multa processual em caso de apresentação de recurso manifestamente inadmissível contra o pronunciamento.</p>
<h3>Seguro de passageiros está no centro da disputa entre Uber e Prefeitura</h3>
<p>Um dos pontos mais importantes do conflito é a definição das coberturas de seguro que podem ser exigidas das plataformas responsáveis pela intermediação do transporte de passageiros por motocicletas.</p>
<p>A legislação municipal aprovada em 2025 estabeleceu requisitos para o credenciamento das empresas, incluindo exigências de seguro que abrangiam passageiros, condutores e terceiros, além de indenizações por danos morais.</p>
<p>O tema foi levado ao Supremo pela Confederação Nacional de Serviços (CNS), que questionou dispositivos da Lei Municipal nº 18.349/2025 e do Decreto Municipal nº 64.811/2025.</p>
<p>Em 19 de janeiro de 2026, o ministro Alexandre de Moraes concedeu uma medida cautelar que suspendeu parte das exigências municipais.</p>
<p>Entre os pontos atingidos estavam regras que condicionavam a operação à ausência de manifestação da Prefeitura mesmo depois de transcorridos 60 dias, a obrigatoriedade de registro das motocicletas na categoria aluguel e a vinculação automática do transporte privado por aplicativo às normas do serviço público de mototáxi.</p>
<p>Posteriormente, em 26 de junho, Alexandre de Moraes ampliou a decisão cautelar para tratar especificamente dos seguros.</p>
<p>O ministro considerou que o Município havia estabelecido exigências adicionais às previstas na legislação federal, inclusive quanto aos beneficiários das coberturas e aos valores mínimos das indenizações.</p>
<p>Na avaliação apresentada naquela decisão, a legislação municipal poderia estar invadindo a competência da União para disciplinar seguros.</p>
<p>Com isso, Moraes suspendeu a eficácia do dispositivo municipal que ampliava essas exigências e determinou que a Prefeitura analisasse os pedidos de credenciamento em 15 dias, observando a legislação federal e as determinações do Supremo.</p>
<p>A Lei Federal nº 12.587/2012, que estabelece as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, prevê a contratação de Seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros como uma das condições aplicáveis ao transporte remunerado privado individual.</p>
<p>A controvérsia envolvendo a Uber passou, portanto, a envolver a comprovação do atendimento às exigências federais de seguro e os limites da análise administrativa municipal.</p>
<h3>O que muda para os passageiros e motoristas</h3>
<p>Na prática, a decisão de Cármen Lúcia mantém a situação judicial estabelecida em 24 de julho de 2026, quando o Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu a ordem que obrigava a Prefeitura a credenciar imediatamente a Uber.</p>
<p>Com isso, a empresa continua sem obter, por força daquela ordem judicial, a autorização administrativa que pretendia para intermediar viagens remuneradas de passageiros por motocicletas na capital.</p>
<p>A discussão também interessa aos motociclistas que pretendem trabalhar com transporte de passageiros por aplicativo, uma vez que o credenciamento das plataformas é uma das etapas da regulamentação municipal da atividade.</p>
<p>Para os passageiros, permanecem em debate as condições exigidas para a prestação regular do serviço, a fiscalização dos veículos e condutores e as coberturas de seguro em situações de acidente.</p>
<p>O Supremo já reconheceu, em decisões anteriores, a possibilidade de os municípios estabelecerem determinadas exigências de segurança e fiscalização.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Corte tem considerado inconstitucionais restrições municipais desproporcionais capazes de inviabilizar atividades de transporte privado individual permitidas pela legislação federal.</p>
<p>É justamente a aplicação desses dois entendimentos ao transporte remunerado por motocicletas que está no centro do conflito entre a Prefeitura de São Paulo e as plataformas.</p>
<h3>Disputa sobre segurança viária também envolve responsabilidade das plataformas</h3>
<p>Além das exigências administrativas, o transporte de passageiros por motocicletas tem provocado discussões judiciais sobre a responsabilidade das empresas intermediadoras em caso de acidentes.</p>
<p>Em agosto de 2026, o Diário do Transporte mostrou uma decisão judicial que abordou a responsabilidade das plataformas pelos danos sofridos por passageiros, mesmo quando os motociclistas são classificados como parceiros autônomos.</p>
<p>O debate envolve a relação entre o usuário, o motociclista e a empresa responsável pela intermediação da viagem.</p>
<p>As plataformas defendem o enquadramento do serviço como transporte privado individual e a aplicação das regras federais ao setor.</p>
<p>A Prefeitura de São Paulo sustenta que a atividade exige controles específicos diante dos riscos à segurança viária.</p>
<p>A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) também tem defendido maior atenção à segurança e à responsabilização das empresas que atuam na intermediação desse tipo de transporte.</p>
<p>Em entrevista anterior ao Diário do Transporte, o superintendente da entidade, Luiz Carlos Néspoli, alertou para os riscos da modalidade e defendeu medidas de proteção aos usuários e condutores.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/26/aplicativos-que-oferecem-transporte-de-passageiros-por-motos-devem-se-responsabilizar-por-acidentes-mesmo-com-a-classificacao-parceiro-autonomo-diz-justica/amp/">Aplicativos que oferecem transporte de passageiros por motos devem se responsabilizar por acidentes mesmo com a classificação de parceiro autônomo, diz Justiça – 26 de agosto de 2026</a></p>
<h3>Disputa judicial continua após decisão do STF</h3>
<p>A negativa de seguimento à reclamação da Uber não encerra a discussão sobre a operação do transporte de passageiros por motocicletas em São Paulo.</p>
<p>O agravo de instrumento apresentado pela Prefeitura no Tribunal de Justiça e a discussão constitucional mais ampla, examinada na ADPF 1.296, são procedimentos distintos da reclamação rejeitada por Cármen Lúcia.</p>
<p>A decisão do STF, portanto, mantém os efeitos da suspensão concedida ao Município, enquanto o conflito sobre o credenciamento e a regulamentação da atividade continua sujeito às decisões judiciais cabíveis.</p>
<p>A Reclamação nº 100.528 tem como reclamante a Uber do Brasil Tecnologia Ltda. e como autoridade reclamada o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O Município de São Paulo e o Comitê Municipal de Uso do Viário figuram como beneficiários da decisão contestada.</p>
<p>O pronunciamento foi assinado pela ministra Cármen Lúcia em Brasília, em 6 de outubro de 2026.</p>
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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Prefeitura do Rio de Janeiro cria grupo para melhorar projetos de obras e concessões e reduzir riscos de atrasos e desperdício de dinheiro público</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/prefeitura-do-rio-de-janeiro-cria-grupo-para-melhorar-projetos-de-obras-e-concessoes-e-reduzir-riscos-de-atrasos-e-desperdicio-de-dinheiro-publico/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:31:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Medida atende a determinação do Tribunal de Contas e busca aprimorar o planejamento de intervenções que afetam a população, como obras viárias, drenagem, infraestrutura urbana e serviços públicos; objetivo é evitar falhas que possam gerar custos adicionais e prolongar transtornos aos cidadãos ADAMO BAZANI Obras públicas que demoram mais do que o previsto, intervenções que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?w=2400&amp;ssl=1 2400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ObrasTerminalBRT_BairroImperial_MarcoAntonioLima-4.JPG.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Medida atende a determinação do Tribunal de Contas e busca aprimorar o planejamento de intervenções que afetam a população, como obras viárias, drenagem, infraestrutura urbana e serviços públicos; objetivo é evitar falhas que possam gerar custos adicionais e prolongar transtornos aos cidadãos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Obras públicas que demoram mais do que o previsto, intervenções que precisam ser refeitas, ruas interditadas por períodos prolongados e recursos que poderiam ser utilizados em outras melhorias para a população. Para reduzir os riscos desses problemas, a Prefeitura do Rio de Janeiro criou um grupo de trabalho que terá a missão de estabelecer critérios técnicos mais precisos para a elaboração dos projetos de obras públicas e concessões de serviços públicos. A medida atende a uma determinação do Tribunal de Contas do Município (TCMRio) e foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira, 13 de outubro de 2026.</p>
<p>A iniciativa reúne a Secretaria Municipal de Infraestrutura, a Rio-Urbe, a Geo-Rio e a Rio-Águas para melhorar o planejamento das contratações e estabelecer padrões comuns para os projetos. Na prática, a proposta é identificar antecipadamente as condições técnicas necessárias à realização das intervenções, contribuindo para maior previsibilidade de custos e prazos. Para o cidadão, isso pode representar obras mais bem planejadas, menor risco de desperdício de recursos públicos e redução dos transtornos provocados por intervenções mal dimensionadas.</p>
<p>Antes de uma obra começar, é necessário conhecer as condições do local, definir os serviços que serão executados, identificar possíveis dificuldades técnicas e calcular os recursos necessários.</p>
<p>Quando essas etapas apresentam falhas, problemas podem surgir durante a execução.</p>
<p>Uma intervenção viária, por exemplo, pode exigir alterações de trânsito, remanejamento de redes de água, energia e telecomunicações, mudanças na drenagem ou adequações que não foram devidamente consideradas no planejamento inicial.</p>
<p>Essas situações podem provocar revisões de projetos, necessidade de serviços adicionais, mudanças nos cronogramas e aumento dos custos.</p>
<p>Para a população, as consequências podem aparecer de diferentes maneiras: congestionamentos, desvios de ônibus, dificuldades de acesso ao comércio, redução da circulação de pedestres e prolongamento de obras em ruas e avenidas.</p>
<p>Outro aspecto é o financeiro. Quando uma intervenção custa mais do que o previsto, os recursos adicionais podem comprometer a disponibilidade orçamentária para outras necessidades da cidade.</p>
<p>A padronização técnica determinada pela prefeitura pretende fortalecer justamente a etapa de preparação dos projetos, quando é possível identificar riscos e organizar melhor as soluções de engenharia.</p>
<h2>Obras em corredores de ônibus e vias públicas exigem planejamento integrado</h2>
<p>No setor de mobilidade urbana, a qualidade dos projetos é especialmente importante porque as intervenções frequentemente ocorrem em espaços que continuam sendo utilizados pela população.</p>
<p>Obras de corredores de ônibus, terminais, estações, pavimentação, drenagem e requalificação viária precisam considerar o funcionamento da cidade durante a execução dos serviços.</p>
<p>Em um corredor de transporte coletivo, por exemplo, os estudos devem levar em conta as características dos ônibus, as condições de circulação, os acessos, a acessibilidade, as redes subterrâneas e os impactos sobre o trânsito.</p>
<p>Uma obra que exige a interdição de uma via pode afetar não somente motoristas particulares, mas também passageiros de ônibus, comerciantes, trabalhadores e moradores da região.</p>
<p>Por isso, projetos tecnicamente consistentes contribuem para que os órgãos responsáveis planejem as etapas da intervenção e as medidas necessárias para reduzir os transtornos.</p>
<p>O grupo criado pela prefeitura terá atuação no âmbito da Secretaria Municipal de Infraestrutura e de suas entidades vinculadas. A aplicação dos critérios em diferentes intervenções dependerá das atribuições de cada órgão e das normas que vierem a ser estabelecidas.</p>
<p>A criação do grupo foi estabelecida pela Resolução SMI nº 05, de 9 de outubro de 2026.</p>
<p>O documento atende a uma determinação do Tribunal de Contas do Município, identificada como DT.6, relacionada ao item 38 do Acórdão nº 2.214/2025, mencionado no parecer prévio sobre as Contas de Governo de 2025.</p>
<p>O Tribunal determinou a fixação de referências técnicas mais precisas para os elementos mínimos que devem compor os projetos básicos de obras públicas e concessões.</p>
<p>A resolução estabelece que os trabalhos deverão observar a Lei Federal nº 14.133/2021, que trata das licitações e contratos administrativos, e a Deliberação TCMRio nº 235/2017.</p>
<p>A finalidade é aperfeiçoar a preparação dos documentos utilizados para definir e dimensionar as contratações públicas.</p>
<p>A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Infraestrutura.</p>
<p>Também participarão representantes das seguintes entidades:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Empresa Municipal de Urbanização (Rio-Urbe);</li>
<li>Fundação Instituto de Geotécnica do Município do Rio de Janeiro (Geo-Rio);</li>
<li>Fundação Instituto das Águas do Município do Rio de Janeiro (Rio-Águas).</li>
</ul>
<p>A participação dessas instituições reúne especialidades importantes para o planejamento de obras urbanas, incluindo engenharia, características do terreno, drenagem e infraestrutura.</p>
<p>A resolução permite ainda que outros órgãos e entidades sejam convidados, de acordo com as necessidades técnicas das discussões.</p>
<p>Cada instituição deverá indicar representantes titulares e suplentes.</p>
<p>A resolução estabelece três frentes de trabalho.</p>
<p>A primeira consiste em mapear e revisar as diretrizes técnicas utilizadas atualmente pelos órgãos envolvidos na elaboração dos projetos básicos.</p>
<p>A segunda será produzir uma proposta normativa e técnica que estabeleça referências mínimas para a preparação desses documentos.</p>
<p>A terceira envolve a elaboração de um relatório final, acompanhado de manifestação técnica formal, demonstrando as medidas adotadas para atender à determinação do Tribunal de Contas.</p>
<p>O grupo permanecerá em atividade até o cumprimento integral das exigências estabelecidas pelo órgão de controle.</p>
<p>A resolução inclui expressamente as concessões de serviços públicos entre as atividades abrangidas pela padronização.</p>
<p>Nesse tipo de contratação, o poder público estabelece condições para a execução de serviços e investimentos por empresas responsáveis, conforme o modelo adotado.</p>
<p>Projetos bem estruturados são importantes para definir as características da infraestrutura, os investimentos previstos, as responsabilidades das partes e os padrões técnicos exigidos.</p>
<p>Em concessões relacionadas à mobilidade, por exemplo, o planejamento pode envolver terminais, instalações de apoio, estruturas viárias e equipamentos necessários à prestação dos serviços.</p>
<p>A precisão dessas informações contribui para a elaboração das propostas, a fiscalização dos contratos e o acompanhamento das obrigações assumidas pelas empresas.</p>
<p>Para os usuários, o principal interesse está na qualidade dos serviços e no cumprimento dos compromissos relacionados aos investimentos.</p>
<p>Uma das consequências mais importantes de um planejamento eficiente é a possibilidade de utilizar melhor o dinheiro público.</p>
<p>Obras que exigem correções sucessivas, revisões de soluções técnicas ou serviços adicionais podem consumir recursos superiores aos inicialmente previstos.</p>
<p>Isso pode afetar a capacidade de investimento da administração em outras áreas.</p>
<p>Em uma cidade como o Rio de Janeiro, que possui demandas de manutenção viária, drenagem, acessibilidade, transporte coletivo e infraestrutura urbana, a aplicação eficiente dos recursos é fundamental.</p>
<p>A elaboração de projetos mais completos pode contribuir para reduzir a necessidade de alterações durante a execução, melhorar a previsibilidade financeira e oferecer melhores condições de fiscalização.</p>
<p>O resultado esperado é que o planejamento técnico ajude a transformar os recursos disponíveis em intervenções executadas com maior eficiência.</p>
<p>A efetividade das novas medidas dependerá da qualidade dos critérios estabelecidos, de sua aplicação nas contratações e do acompanhamento das obras.</p>
<h2>Próximas etapas serão submetidas ao acompanhamento do Tribunal de Contas</h2>
<p>A Secretaria Municipal de Infraestrutura deverá coordenar a participação dos órgãos envolvidos e consolidar os resultados dos trabalhos.</p>
<p>O relatório final e a manifestação técnica deverão demonstrar como a prefeitura atendeu à determinação do Tribunal de Contas.</p>
<p>A padronização representa uma etapa de aprimoramento da gestão das obras públicas, com reflexos potenciais sobre o planejamento, os custos e os prazos das intervenções.</p>
<p>Para o cidadão, o objetivo mais concreto é que uma obra pública cause o menor transtorno possível, utilize os recursos de maneira adequada e entregue os benefícios previstos à população.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Viação Presidente apresenta proposta de acordo judicial para pagamento de direitos trabalhistas e rodoviários terão assembleia em Minas Gerais</title>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:01:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empregados e ex-empregados da empresa vão discutir e votar proposta referente a intervalos durante a jornada de trabalho entre 2015 e 2020; reunião está marcada para 16 de outubro, em São João del-Rei ADAMO BAZANI Empregados e ex-empregados da Viação Presidente Ltda. foram convocados para uma assembleia extraordinária na próxima sexta-feira, 16 de outubro de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="333" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Onibus-Presidente.jpeg?fit=640%2C333&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Onibus-Presidente.jpeg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Onibus-Presidente.jpeg?resize=300%2C156&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Onibus-Presidente.jpeg?resize=150%2C78&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Onibus-Presidente.jpeg?resize=400%2C208&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><br /><em>Empregados e ex-empregados da empresa vão discutir e votar proposta referente a intervalos durante a jornada de trabalho entre 2015 e 2020; reunião está marcada para 16 de outubro, em São João del-Rei</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br /><br />Empregados e ex-empregados da Viação Presidente Ltda. foram convocados para uma assembleia extraordinária na próxima sexta-feira, 16 de outubro de 2026, em São João del-Rei, Minas Gerais, para discutir e votar uma proposta apresentada pela empresa para a celebração de um acordo judicial relacionado ao pagamento de direitos trabalhistas. A negociação envolve uma ação coletiva sobre intervalos durante a jornada de trabalho, referentes ao período de 2015 a 2020.<br /><br />A convocação foi publicada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de São João del-Rei. A assembleia está marcada para as 9h, na sede da entidade, no bairro Tijuco.<br /><br />De acordo com o edital, a proposta da Viação Presidente está relacionada ao processo jucdial, em tramitação na Vara do Trabalho de São João del-Rei.<br /><br />A ação coletiva trata do chamado intervalo intrajornada, período de descanso e alimentação que deve ser concedido ao trabalhador durante o expediente.<br /><br />No transporte rodoviário, o cumprimento desses intervalos é uma questão importante, especialmente em atividades que envolvem jornadas prolongadas, escalas de motoristas e outros profissionais envolvidos na operação dos serviços.<br /><br />O intervalo intrajornada é previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A legislação estabelece regras sobre a duração do descanso e as consequências de sua concessão irregular, observadas as disposições legais e coletivas aplicáveis a cada situação.<br /><br /><strong>Assembleia terá votação dos trabalhadores</strong><br /><br />A convocação é dirigida tanto aos atuais empregados quanto aos ex-empregados da Viação Presidente Ltda.<br /><br />A assembleia ocorrerá na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de São João del-Rei, localizada na Rua Rossini Baccarini, nº 296-A, bairro Tijuco.<br /><br />A primeira convocação será às 9h. Caso não seja atingido o número mínimo de participantes previsto nas regras da entidade, a reunião será realizada às 9h30, no mesmo local, com qualquer número de presentes.<br /><br />A pauta estabelece duas etapas: leitura do edital de convocação e discussão e votação da proposta apresentada pela empresa para celebração do acordo judicial.<br /><br />O documento é assinado pela presidente do sindicato, Sarita Passarelli Maciel Ribeiro, com data de 9 de outubro de 2026.<br /><br /><strong>O que pode acontecer após a votação</strong><br /><br />A assembleia representa uma etapa de deliberação coletiva sobre a proposta apresentada pela Viação Presidente.<br /><br />Caso os trabalhadores aprovem as condições negociadas, a formalização e os efeitos do acordo dependerão dos procedimentos judiciais aplicáveis ao processo.<br /><br />A eventual aprovação sindical, por si só, não permite concluir que os pagamentos serão imediatos ou que a ação estará automaticamente encerrada.<br /><br />Da mesma forma, o edital não informa quais seriam os próximos procedimentos caso a proposta seja rejeitada.<br /><br />A publicação também não anuncia paralisação, greve ou alterações nos serviços prestados pela empresa. Portanto, não há indicação, nesse documento, de impactos imediatos sobre a circulação dos ônibus.<br /><br />O Diário do Transporte ressalta que os valores envolvidos, o número de beneficiários e as condições de pagamento não constam do edital publicado.<br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Artesp renova dez registros de fretamento e indefere pedidos de Viação Sul de Minas e Pryslla Transportes em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/artesp-renova-dez-registros-de-fretamento-e-indefere-pedidos-de-viacao-sul-de-minas-e-pryslla-transportes-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 16:30:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões incluem cinco renovações de fretamento contínuo e eventual, quatro de estudantes e uma de Serviço Especial Conveniado; prazos variam de um a cinco anos ADAMO BAZANI A Artesp publicou a renovação de dez registros de empresas e operadores de fretamento em São Paulo, com prazos de um ou cinco anos, conforme a modalidade. Na [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="676" height="484" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?fit=676%2C484&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?w=676&amp;ssl=1 676w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?resize=300%2C215&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pryscilla.jpg?resize=400%2C286&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 676px) 100vw, 676px" /> <p><em>Decisões incluem cinco renovações de fretamento contínuo e eventual, quatro de estudantes e uma de Serviço Especial Conveniado; prazos variam de um a cinco anos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Artesp publicou a renovação de dez registros de empresas e operadores de fretamento em São Paulo, com prazos de um ou cinco anos, conforme a modalidade. Na mesma edição do Diário Oficial, a agência indeferiu o registro da Viação Sul de Minas e não autorizou o pedido de fretamento contínuo e eventual da Pryslla Transportes.</p>
<p>As renovações abrangem transporte de estudantes, fretamento contínuo e eventual e Serviço Especial Conveniado. Os indeferimentos dizem respeito aos pedidos de registro perante a agência paulista; os atos não anunciam extinção de linhas regulares nem estabelecem uma proibição nacional de atuação das duas empresas.</p>
<h3>Cinco empresas têm renovação para fretamento contínuo e eventual</h3>
<p>Bruma, F. S. Tur Vans, Ideal Expresso Transporte e Turismo, Karitur e São Paulo/Jabaquara Turismo tiveram seus registros renovados por cinco anos nas modalidades contínua e eventual.</p>
<p>O fretamento contínuo atende deslocamentos contratados de forma recorrente. O eventual corresponde a serviços contratados para ocasiões específicas, conforme as condições da autorização.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa identificada no ato</th>
<th>CNPJ</th>
<th>Início do período de cinco anos</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Bruma Locadora e Transportes Ltda.</td>
<td>07.540.659/0001-80</td>
<td>27/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>F. S. Tur Vans Ltda.</td>
<td>13.353.184/0001-15</td>
<td>07/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Ideal Expresso Transporte e Turismo Ltda.</td>
<td>34.821.147/0001-64</td>
<td>07/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Karitur Transportadora Turística Ltda.</td>
<td>07.784.656/0001-91</td>
<td>23/11/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>São Paulo/Jabaquara Turismo Ltda. – ME</td>
<td>02.895.479/0001-05</td>
<td>30/09/2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A Bruma Locadora e Transportes utiliza o nome fantasia Bruma. A Karitur Transportadora Turística, de CNPJ 07.784.656/0001-91, é identificada como Karitur.</p>
<p>A São Paulo/Jabaquara Turismo consta no cadastro da EMTU com o nome fantasia São Vicente/São Mateus. A identificação pelo CNPJ permite distinguir a operadora de outras empresas com nomes semelhantes.</p>
<p>No caso da Ideal Expresso Transporte e Turismo, o cadastro da EMTU identifica o mesmo CNPJ 34.821.147/0001-64 com o nome fantasia Ideal Bus. A razão social utilizada no ato da Artesp é Ideal Expresso Transporte e Turismo Ltda.</p>
<h3>Quatro registros de estudantes e um de Serviço Especial Conveniado</h3>
<p>Na modalidade de estudantes, foram renovados por um ano os registros de 35.477.805 Flavio Salgado, Edilaine de Albuquerque Landim, José Afonso Viana Vasconcelos e Margareth Rosan.</p>
<p>O operador Flavio Salgado aparece registrado como empresa, sob o CNPJ 35.477.805/0001-05. Os outros três atos identificam os operadores por CPF parcialmente oculto.</p>
<p>Também foi renovado por um ano o registro de Luis Carlos N. de Oliveira Transportes Ltda., CNPJ 03.406.682/0001-25, no Serviço Especial Conveniado, identificado pela sigla SEC.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Operador</th>
<th>Modalidade</th>
<th>Prazo desde a publicação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>35.477.805 Flavio Salgado</td>
<td>Estudantes</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Edilaine de Albuquerque Landim</td>
<td>Estudantes</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
<tr>
<td>José Afonso Viana Vasconcelos</td>
<td>Estudantes</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Margareth Rosan</td>
<td>Estudantes</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
<tr>
<td>Luis Carlos N. de Oliveira Transportes Ltda.</td>
<td>Serviço Especial Conveniado</td>
<td>Um ano</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Viação Sul de Minas tem registro indeferido</h3>
<p>A Viação Sul de Minas Ltda., CNPJ 11.109.318/0001-21, teve indeferido o registro para prestação de transporte coletivo de passageiros sob regime de fretamento perante a Artesp.</p>
<p>A decisão consta do processo 134.00007836/2026-11 e produz efeitos a partir da publicação. O extrato não especifica a razão do indeferimento.</p>
<h3>Pryslla Transportes tem pedido contínuo e eventual não autorizado</h3>
<p>A Pryslla Logística em Transportes Ltda., identificada comercialmente como Pryslla Transportes e inscrita no CNPJ 08.303.756/0001-11, não teve autorizado seu registro nas modalidades contínua e eventual.</p>
<p>A agência informa que a decisão decorre do descumprimento de dispositivos legais, mas não discrimina, no extrato, quais exigências deixaram de ser atendidas. O procedimento está no processo 134.00029560/2026-22.</p>
<p>As dez renovações e os dois indeferimentos estão na página 72 do Caderno Executivo, Atos Normativos, do Diário Oficial do Estado de 7 de outubro.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>China terá ônibus autônomos a cada 15 minutos ligados ao metrô durante feira internacional com 32 mil empresas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/china-tera-onibus-autonomos-a-cada-15-minutos-ligados-ao-metro-durante-feira-internacional-com-32-mil-empresas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 16:01:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Cidade de Guangzhou também amplia linhas convencionais, cria ligações especiais com hotéis e aeroporto e facilita pagamento direto nas catracas do metrô com cartões internacionais; evento começa nesta quinta-feira (15) ADAMO BAZANI A cidade de Guangzhou, no sul da China, vai colocar em operação uma linha experimental de ônibus autônomos com intervalos de 15 minutos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="547" height="365" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-10.jpg?fit=547%2C365&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-10.jpg?w=547&amp;ssl=1 547w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-10.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-10.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-10.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 547px) 100vw, 547px" /> <p><em>Cidade de Guangzhou também amplia linhas convencionais, cria ligações especiais com hotéis e aeroporto e facilita pagamento direto nas catracas do metrô com cartões internacionais; evento começa nesta quinta-feira (15)</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A cidade de Guangzhou, no sul da China, vai colocar em operação uma linha experimental de ônibus autônomos com intervalos de 15 minutos para transportar visitantes da 140ª Feira de Cantão, que começa nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026. O serviço circulará entre hotéis, estações de metrô e o centro de exposições, das 11h às 16h, como parte de um esquema de mobilidade que também inclui reforço das linhas convencionais, ônibus especiais, ligações com o aeroporto internacional e ampliação das facilidades de pagamento no transporte público.</p>
<p>O evento, que reunirá cerca de 32 mil empresas até 4 de novembro, terá medidas de transporte preparadas pelas autoridades municipais para atender visitantes, expositores e moradores. Além dos ônibus com condução automatizada, Guangzhou contará com serviços especiais para hotéis, reforço do metrô, linhas para o Aeroporto Internacional de Baiyun e organização de áreas para táxis e veículos solicitados por aplicativos. A proposta combina diferentes modalidades de transporte para distribuir a demanda de passageiros e reduzir a concentração de veículos nas proximidades do centro de exposições.</p>
<p>A nova linha de ônibus autônomos fará um circuito pela região de Pazhou, onde está localizado o complexo da Feira de Cantão.</p>
<p>O trajeto anunciado pelas autoridades de transportes começa no Hotel Shangri-La Guangzhou, passa pela saída E da estação de metrô Pazhou, pela parada de ônibus do centro de exposições, pela estação de Modiesha e pela parada de Pazhou, retornando ao hotel.</p>
<p>A circulação está programada para todos os dias de realização da feira, entre 11h e 16h, com partidas a cada 15 minutos.</p>
<p>É a primeira vez que o evento contará com uma linha demonstrativa desse tipo, incorporada ao esquema de atendimento aos visitantes.</p>
<p>A iniciativa permite avaliar a utilização de veículos automatizados em deslocamentos relativamente curtos, com pontos de embarque definidos e conexão com a rede convencional.</p>
<p>Para o transporte coletivo, uma das aplicações possíveis dessa tecnologia é a ligação entre estações de alta capacidade e destinos próximos, função que normalmente é realizada por linhas circulares, serviços alimentadores e veículos de menor porte.</p>
<h3>Ônibus convencionais terão reforço e linhas especiais para hotéis</h3>
<p>A operação preparada para a Feira de Cantão também prevê uma linha especial de ônibus entre o centro de exposições e a região da Rua Liuhua.</p>
<p>O serviço atenderá áreas comerciais e hotéis situados ao longo do percurso, incluindo os arredores de Tianhe, uma das principais regiões de atividades comerciais de Guangzhou.</p>
<p>A linha funcionará das 15h às 19h nos quatro primeiros dias de cada etapa do evento. No último dia de cada fase, o atendimento será realizado das 13h às 17h.</p>
<p>Além desse serviço, as empresas municipais de transporte deverão reforçar as linhas regulares que passam pela área da feira.</p>
<p>Entre os serviços contemplados estão as linhas 137, 229, 239, 262, 304, 461, 582, 762 e B7, além de outras ligações urbanas.</p>
<p>A programação prevê aumento da frequência conforme a demanda e o envio de ônibus vazios para pontos específicos quando houver concentração de passageiros.</p>
<p>Esse tipo de operação permite ampliar a oferta onde o volume de usuários aumenta temporariamente, principalmente na saída de grandes eventos.</p>
<p>As medidas também procuram manter o atendimento cotidiano da população, que utiliza as mesmas vias e parte das linhas que servem à região de Pazhou.</p>
<h3>Aeroporto terá ônibus especiais e metrô aceitará cartões internacionais diretamente nas catracas</h3>
<p>Outra medida será a oferta de uma linha especial entre o centro de exposições e o Aeroporto Internacional de Baiyun.</p>
<p>No sentido aeroporto–feira, o serviço funcionará das 9h às 16h. No sentido contrário, das 11h às 18h.</p>
<p>Durante os períodos de movimento regular, a programação prevê intervalos de 30 a 45 minutos, com partidas adicionais conforme a concentração de passageiros.</p>
<p>A ligação atenderá terminais aeroportuários e pontos de embarque relacionados ao centro de exposições, facilitando o deslocamento de visitantes que chegam à cidade por avião.</p>
<p>No metrô, as autoridades municipais ampliarão as orientações para utilização de cartões internacionais diretamente nas catracas.</p>
<p>O sistema aceita cartões das bandeiras Visa, Mastercard, American Express e JCB nas condições previstas pela operadora, permitindo que visitantes estrangeiros utilizem o transporte sem a necessidade de adquirir previamente bilhetes convencionais.</p>
<p>Também serão oferecidos bilhetes temáticos de um, três e cinco dias, voltados aos participantes do evento.</p>
<p>A utilização de cartões bancários no acesso ao transporte é uma das formas de integração entre bilhetagem e meios eletrônicos de pagamento. Esse modelo facilita o uso do sistema por passageiros ocasionais e visitantes que desconhecem a estrutura tarifária local.</p>
<p>Para os operadores, a tecnologia também representa uma alternativa aos cartões exclusivos de transporte e aos sistemas que exigem cadastro ou instalação de aplicativos específicos.</p>
<h3>Táxis terão orientação de preços e mecanismo de ressarcimento</h3>
<p>A organização também preparou medidas para os serviços de táxis convencionais e veículos solicitados por aplicativos.</p>
<p>As autoridades municipais estabeleceram pontos especiais de embarque e desembarque nas proximidades do centro de exposições.</p>
<p>Entre 17h e 18h, horário de encerramento das atividades, haverá reforço de táxis convencionais para atender à concentração de visitantes.</p>
<p>O município também disponibilizará um cartão informativo bilíngue, em chinês e inglês, com acesso a ferramentas para estimar o preço das viagens e registrar reclamações.</p>
<p>Os passageiros poderão consultar o valor aproximado antes do deslocamento e comunicar problemas como cobrança irregular, desvios injustificados de percurso, utilização inadequada do taxímetro ou encerramento indevido da viagem.</p>
<p>O sistema municipal prevê mecanismos de devolução antecipada de valores em situações de irregularidade, com análise inicial e ressarcimento, em princípio, no prazo de um dia pelas empresas responsáveis.</p>
<p>Essas medidas procuram atender especialmente visitantes estrangeiros, que podem ter dificuldades para compreender as regras locais de cobrança e contratação de transporte.</p>
<h3>Inteligência artificial também será utilizada para orientar visitantes</h3>
<p>A mobilidade é uma das áreas contempladas pelas soluções tecnológicas preparadas para a edição de 2026.</p>
<p>A organização anunciou mais de 50 medidas destinadas ao atendimento dos visitantes, incluindo aplicações digitais e sistemas com inteligência artificial.</p>
<p>Entre os recursos apresentados está um sistema de localização dentro do complexo de exposições, capaz de orientar visitantes até os estandes, com precisão anunciada de até um metro.</p>
<p>Também estão previstas ferramentas de realidade aumentada para consulta de informações sobre os expositores e localização de serviços.</p>
<p>O complexo terá mais de 75 mil estandes, distribuídos em uma área de exposições de aproximadamente 1,55 milhão de metros quadrados.</p>
<p>Esses sistemas podem facilitar os deslocamentos internos, especialmente para participantes que precisam visitar diferentes setores ao longo do dia.</p>
<p>A utilização de inteligência artificial em eventos de grande porte também oferece possibilidades para orientar passageiros, identificar pontos de maior concentração de pessoas e apoiar a distribuição de serviços de transporte.</p>
<p>No caso da Feira de Cantão, o uso de veículos autônomos para ligação entre o evento e o metrô representa uma aplicação específica da automação no transporte urbano.</p>
<h3>Evento terá espaço para veículos de novas energias e mobilidade inteligente</h3>
<p>A Feira de Cantão, oficialmente denominada Feira de Importação e Exportação da China, é promovida pelo Ministério do Comércio chinês e pelo governo da província de Guangdong, com organização do Centro de Comércio Exterior da China.</p>
<p>Criada em 1957, a feira chega à 140ª edição em 2026, distribuída em três etapas:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Etapa</th>
<th>Datas</th>
<th>Principais áreas</th>
</tr>
<tr>
<td>Primeira</td>
<td>15 a 19 de outubro</td>
<td>Indústria, veículos, novas energias, mobilidade inteligente e componentes</td>
</tr>
<tr>
<td>Segunda</td>
<td>23 a 27 de outubro</td>
<td>Artigos para o lar, mobiliário e materiais de construção</td>
</tr>
<tr>
<td>Terceira</td>
<td>31 de outubro a 4 de novembro</td>
<td>Têxteis, vestuário, saúde e bens de consumo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A primeira etapa terá setores dedicados a veículos de novas energias, mobilidade inteligente, componentes automotivos, equipamentos elétricos e tecnologias industriais.</p>
<p>Para fabricantes e fornecedores do setor de transportes, esses segmentos permitem acompanhar o desenvolvimento de veículos, sistemas de automação, eletrificação e componentes utilizados pela indústria automobilística.</p>
<p>A China reúne fabricantes de ônibus, baterias, motores elétricos e sistemas eletrônicos que também atuam ou buscam ampliar a presença em mercados internacionais, incluindo o Brasil.</p>
<p>A iniciativa de Guangzhou mostra uma aplicação prática dessas tecnologias na organização do transporte para eventos de grande circulação de pessoas.</p>
<p>Ao combinar ônibus convencionais, serviços especiais, metrô, ligações aeroportuárias e uma linha autônoma demonstrativa, a cidade também apresenta uma experiência de integração entre diferentes modalidades de deslocamento.</p>
<p>Para gestores públicos e operadores brasileiros, os aspectos que podem ser observados incluem a utilização de ônibus alimentadores, a programação de serviços conforme a demanda, a integração com o transporte sobre trilhos e a facilidade de pagamento das viagens.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>C40 inicia nova etapa do Mutirão Brasil com Salvador planejando 100 ônibus elétricos; programa prepara cidades para eletrificação e melhorias no transporte coletivo</title>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 15:16:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Iniciativa internacional reúne apoio técnico, planejamento de corredores, projetos de infraestrutura e busca de financiamento. Experiência de São Paulo, que ultrapassou 2 mil ônibus elétricos, mas enfrenta limitações na rede de energia, mostra desafios para expansão das frotas ADAMO BAZANI A rede internacional de cidades C40 e o Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="826" height="478" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-salvadfro.jpg?fit=826%2C478&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-salvadfro.jpg?w=826&amp;ssl=1 826w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-salvadfro.jpg?resize=300%2C174&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-salvadfro.jpg?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-salvadfro.jpg?resize=768%2C444&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brt-salvadfro.jpg?resize=400%2C231&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 826px) 100vw, 826px" /> <div><em>Iniciativa internacional reúne apoio técnico, planejamento de corredores, projetos de infraestrutura e busca de financiamento. Experiência de São Paulo, que ultrapassou 2 mil ônibus elétricos, mas enfrenta limitações na rede de energia, mostra desafios para expansão das frotas</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A rede internacional de cidades C40 e o Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia (GCoM) iniciaram uma nova etapa do programa Mutirão Brasil, voltado à preparação de projetos de mobilidade sustentável, eletrificação de ônibus e infraestrutura urbana. Uma das cidades participantes é Salvador (BA), que abriu nesta terça-feira, 13 de outubro de 2026, uma programação de atividades com representantes de organizações internacionais e do poder público municipal. A capital baiana pretende incorporar 100 ônibus elétricos em 2027, ampliando a experiência iniciada em 2022 no BRT, e contará com apoio técnico para estudar novas faixas exclusivas e preparar a expansão do transporte coletivo de baixa emissão.</p>
<p>O programa, desenvolvido com apoio da Bloomberg Philanthropies e participação de parceiros técnicos, procura enfrentar dificuldades que se tornaram evidentes à medida que cidades brasileiras passaram a substituir ônibus a diesel por elétricos. Entre os desafios estão a disponibilidade de energia nas garagens, a implantação de carregadores, o financiamento dos veículos, a adaptação dos corredores, a estruturação de contratos e a capacidade das prefeituras de transformar metas ambientais em operações regulares de transporte. A experiência de São Paulo, que chegou a 2.009 ônibus elétricos em setembro, mas reconheceu dificuldades para manter o ritmo de implantação por limitações na distribuição de energia, mostra a importância de preparar a infraestrutura juntamente com a aquisição das frotas.</p>
<p>O Mutirão Brasil também contempla projetos de mobilidade ativa, requalificação viária, segurança no trânsito, adaptação climática, gestão de resíduos e instrumentos de planejamento e financiamento ambiental.</p>
<p>O programa foi estruturado no contexto da mobilização climática brasileira e da articulação entre administrações municipais, governos estaduais, Governo Federal e organizações internacionais. A Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) participa da iniciativa, que utiliza assistência técnica especializada para ajudar as cidades a desenvolver projetos e buscar condições para sua execução.</p>
<p>Na frente de eletromobilidade, os trabalhos estão inseridos em um ciclo de projetos de 2025 a 2027. A C40 prevê apoio à modelagem técnica e econômica, preparação de licitações e acesso a financiamento. O Conselho Internacional de Transporte Limpo (ICCT) atua como parceiro técnico, contribuindo com estudos para os projetos selecionados.</p>
<h3>Salvador quer 100 ônibus elétricos em 2027 e inicia programação com a C40</h3>
<p>A Prefeitura de Salvador iniciou na terça-feira (13) as atividades locais do Mutirão Brasil, com programação prevista até sexta-feira (16).</p>
<p>O encontro envolve representantes da administração municipal e das organizações internacionais em discussões sobre transporte coletivo, mobilidade ativa, ações climáticas e gestão de resíduos.</p>
<p>Na abertura, foi instalado o Comitê de Governança Climática de Salvador, instituído por decreto municipal para coordenar a atuação das diferentes secretarias e acompanhar as políticas ambientais da cidade.</p>
<p>O secretário municipal de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-Estar e Proteção Animal, Ivan Euler, afirmou que o transporte é o principal responsável pelas emissões de gases de efeito estufa em Salvador, segundo o inventário municipal.</p>
<p>A expansão dos ônibus elétricos está entre as medidas propostas pela administração municipal para reduzir essas emissões.</p>
<p>O secretário afirmou que a Prefeitura trabalha com a perspectiva de chegar a 100 ônibus elétricos em 2027.</p>
<p>A meta está relacionada ao projeto de ampliação da eletrificação do BRT, acompanhado pelo Diário do Transporte desde os primeiros veículos e das negociações com instituições de financiamento.</p>
<p>O município também está revisando o Plano Municipal de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas, elaborado em 2020. A expectativa apresentada por Ivan Euler é concluir uma versão revisada em dezembro de 2026, antes da realização de audiência pública.</p>
<p>O planejamento climático estabelece como objetivo alcançar a neutralidade de carbono até 2049.</p>
<p>Outra frente do Mutirão Brasil em Salvador envolve o aproveitamento de resíduos orgânicos da Feira de São Joaquim. A programação inclui visitas e estudos para organizar a coleta e a compostagem desses materiais, reduzindo seu encaminhamento aos aterros sanitários.</p>
<h3>Compra de 100 ônibus e investimento de US$ 94 milhões já estavam nos planos de Salvador</h3>
<p>Em 18 de agosto de 2026, o Diário do Transporte mostrou que a Prefeitura de Salvador havia intensificado as negociações com o Banco Mundial para uma operação de crédito de US$ 94 milhões, destinada à aquisição de aproximadamente 100 ônibus elétricos e à preparação da infraestrutura necessária à ampliação do BRT.</p>
<p>O projeto contempla a compra de veículos, inclusive articulados, intervenções na infraestrutura de recarga e melhorias nas condições de acesso às estações.</p>
<p>Na ocasião, representantes da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) e do Banco Mundial discutiram cronogramas, aspectos técnicos, questões orçamentárias e as etapas da contratação.</p>
<p>A operação dependia da autorização do Senado Federal para a assinatura do contrato de financiamento.</p>
<p>Os novos ônibus são planejados tanto para substituir parte da frota existente quanto para atender à ampliação do BRT em regiões ainda não alcançadas pelo sistema.</p>
<p>Entre as ligações previstas está a conexão entre a Estação Pirajá e a Orla, utilizando corredores e avenidas importantes para os deslocamentos da população.</p>
<p>O planejamento também envolve os eixos das avenidas Gal Costa, Pinto de Aguiar, Anita Garibaldi e Milton Santos, com possibilidades de atendimento a regiões como Itapuã, São Cristóvão, São Marcos, Pau da Lima, Sussuarana, Novo Horizonte, Aeroporto e Barra.</p>
<p>Os ônibus articulados são importantes nesse planejamento porque permitem transportar mais passageiros por viagem, característica especialmente relevante em corredores de maior demanda.</p>
<p>A articulação com o Mutirão Brasil pode contribuir para o desenvolvimento das condições operacionais necessárias a essa expansão.</p>
<p>Em documento técnico publicado em junho de 2026, a própria C40 já havia incluído Salvador em um processo de contratação de estudos para implantação de novas faixas exclusivas destinadas ao transporte coletivo, considerando a operação de ônibus elétricos.</p>
<p>Esse trabalho prevê pesquisas de tráfego, simulações da circulação dos veículos e capacitação de profissionais municipais, de maneira a apoiar a definição dos corredores que receberão o transporte coletivo eletrificado.</p>
<p>Relembre a reportagem de 18 de agosto de 2026:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/18/salvador-prepara-compra-de-100-onibus-eletricos-para-ampliar-brt-investimento-de-us-94-milhoes-preve-articulados-e-novas-ligacoes/">https://diariodotransporte.com.br/2026/08/18/salvador-prepara-compra-de-100-onibus-eletricos-para-ampliar-brt-investimento-de-us-94-milhoes-preve-articulados-e-novas-ligacoes/</a></p>
<h3>Eletrificação de Salvador começou em 2022 com ônibus de tecnologia brasileira</h3>
<p>A ampliação pretendida pela capital baiana tem como ponto de partida a experiência dos oito ônibus elétricos que começaram a ser incorporados ao BRT em 2022.</p>
<p>Os veículos utilizam tecnologia de integração elétrica desenvolvida pela Eletra Industrial, fabricante brasileira localizada em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.</p>
<p>São ônibus de 12,5 metros, com carroceria Caio eMillennium, plataforma Mercedes-Benz O500 U de piso baixo e sistemas elétricos com componentes da WEG.</p>
<p>A primeira unidade foi apresentada em 30 de setembro de 2022, pouco antes do início da operação assistida dos trechos 1 e 3 do BRT.</p>
<p>Com capacidade para 72 passageiros, os ônibus possuem portas dos dois lados, ar-condicionado e recursos de acessibilidade.</p>
<p>O projeto também envolveu a preparação de um eletroterminal nas proximidades da Estação Rodoviária, inicialmente planejado com 20 pontos de recarga e investimento estimado em pouco mais de R$ 9 milhões.</p>
<p>Essa estrutura permitiu que Salvador começasse a acumular experiência na operação diária dos elétricos, incluindo consumo de energia, recarga, autonomia, manutenção e disponibilidade dos veículos.</p>
<p>A cidade também realizou testes com outras configurações e fabricantes.</p>
<p>Em setembro de 2024, por exemplo, foi testado um articulado elétrico com capacidade superior a 150 passageiros.</p>
<p>Em 2025, um Mercedes-Benz eO500 U elétrico passou aproximadamente 30 dias em avaliação na linha B1 do BRT, entre a Rodoviária e a Pituba.</p>
<p>Uma pesquisa QualiÔnibus, desenvolvida pelo WRI Brasil, identificou que 80% dos passageiros consultados apoiavam a ampliação da frota elétrica de Salvador.</p>
<p>A experiência ajuda a explicar por que o programa da C40 trata a eletrificação como parte de uma transformação mais ampla do transporte coletivo. Além da escolha dos veículos, são necessários estudos de demanda, definição dos itinerários, planejamento das recargas, preparação dos terminais e compatibilidade entre a infraestrutura disponível e as exigências da operação.</p>
<h3>C40 prepara estudos para aproximadamente 30 quilômetros de corredores em Salvador</h3>
<p>Os documentos técnicos do Mutirão Brasil detalham como a assistência internacional poderá contribuir para a expansão dos ônibus elétricos da capital baiana.</p>
<p>Em junho de 2026, a C40 publicou uma solicitação de propostas para contratar estudos de implantação de faixas exclusivas, incluindo a operação de ônibus elétricos em novos trechos do sistema BRS.</p>
<p>O planejamento envolve aproximadamente 30 quilômetros de vias, considerando as futuras linhas B6 e B7.</p>
<p>A proposta prevê comparar as condições atuais do trânsito com diferentes configurações de circulação dos ônibus, incluindo operação mista de veículos elétricos e a diesel e implantação de faixas exclusivas.</p>
<p>Para isso, o trabalho técnico estabelece a realização de contagens de veículos, levantamento das características do tráfego e simulações que permitam estimar os efeitos das mudanças.</p>
<p>Uma das exigências é utilizar imagens de 12 câmeras da Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) e realizar contagens em pelo menos 27 pontos estratégicos.</p>
<p>As pesquisas presenciais devem abranger seis horas por dia, durante três dias típicos, com registros dos movimentos de veículos a cada 15 minutos.</p>
<p>Os resultados serão utilizados em simulações pelo programa PTV Vissim, uma ferramenta empregada no planejamento de sistemas viários.</p>
<p>Entre os indicadores que deverão ser avaliados estão o tempo das viagens, as velocidades médias, a formação de filas, o consumo de combustível e as emissões atmosféricas.</p>
<p>O trabalho também prevê capacitação de 20 horas para até seis profissionais indicados pela Secretaria Municipal de Mobilidade.</p>
<p>A previsão original do edital é entregar o relatório consolidado até 15 de dezembro de 2026.</p>
<p>A proposta demonstra uma preocupação que vai além da troca de tecnologia dos motores. Um ônibus elétrico permanece sujeito aos congestionamentos quando circula nas mesmas condições de um coletivo convencional.</p>
<p>A implantação de faixas exclusivas pode melhorar a regularidade das viagens, reduzir o tempo de percurso e permitir maior utilização de cada veículo ao longo do dia. Para os operadores, essas condições também influenciam o consumo energético, a autonomia necessária e a programação das recargas.</p>
<h3>São Paulo ultrapassou 2 mil ônibus elétricos, mas dificuldades na rede de energia mostram importância do planejamento</h3>
<p>Uma das principais referências brasileiras para a ampliação da eletromobilidade é São Paulo, que possui a maior frota de ônibus elétricos do País e acumulou experiências técnicas, operacionais e financeiras ao longo da implantação dessa tecnologia.</p>
<p>Em 30 de setembro de 2026, a Prefeitura apresentou mais 250 ônibus elétricos, elevando a frota municipal para 2.009 veículos dessa modalidade, incluindo trólebus.</p>
<p>A quantidade representa aproximadamente 15% dos mais de 13 mil ônibus do sistema municipal.</p>
<p>Mesmo com essa expansão, o processo enfrenta dificuldades.</p>
<p>Nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, o Diário do Transporte mostrou que a própria administração municipal reconheceu uma redução temporária no ritmo de implantação de novos ônibus elétricos, relacionada principalmente às condições de fornecimento de energia e à infraestrutura de recarga.</p>
<p>A informação consta de registro de reunião sobre políticas climáticas publicado no Diário Oficial da Cidade de São Paulo.</p>
<p>Durante a apresentação, o coordenador-geral das políticas de mudanças climáticas, Alessandro Bender, da Secretaria Executiva de Mudanças Climáticas, explicou que a necessidade de adequações na rede de energia representa um dos principais obstáculos para ampliar a frota.</p>
<p>O problema aparece especialmente nas garagens.</p>
<p>A substituição de dezenas ou centenas de ônibus a diesel por elétricos altera as necessidades de abastecimento de energia das instalações.</p>
<p>Além dos carregadores, podem ser necessários transformadores, subestações, adequações na distribuição interna de eletricidade e obras na rede externa.</p>
<p>Essas intervenções dependem de investimentos, prazos técnicos, projetos de engenharia e coordenação com a concessionária responsável pela distribuição de energia.</p>
<p>A disponibilidade de potência também precisa considerar os horários de retorno dos ônibus às garagens.</p>
<p>Se muitos veículos precisarem ser carregados simultaneamente, a demanda elétrica pode superar a capacidade disponível naquele ponto da rede.</p>
<p>As consequências operacionais podem atingir a programação das viagens, a quantidade de ônibus disponíveis para circular e o cumprimento das obrigações das concessionárias.</p>
<p>São aspectos que precisam ser considerados ainda na preparação dos investimentos.</p>
<p>A experiência paulista também demonstra a necessidade de compatibilizar os cronogramas de fabricação e entrega dos veículos com os prazos de preparação das garagens.</p>
<p>A capacidade de produção da indústria, a disponibilidade de financiamento e as obras de infraestrutura precisam acompanhar o mesmo planejamento.</p>
<p>O aprendizado é especialmente relevante para municípios que pretendem sair de projetos iniciais com poucos ônibus elétricos e alcançar frotas com dezenas ou centenas de unidades.</p>
<p>Em São Paulo, mesmo com os resultados alcançados, a administração municipal estabeleceu como meta chegar a 3.300 ônibus elétricos até o encerramento da atual gestão, em 2028.</p>
<p>Considerando o balanço de setembro de 2026, faltam 1.291 veículos para alcançar esse objetivo.</p>
<p>Outro aspecto da experiência paulista é o financiamento das operadoras.</p>
<p>A compra de ônibus elétricos envolve valores superiores aos de veículos convencionais a diesel e depende de mecanismos financeiros capazes de distribuir os investimentos ao longo do período de operação.</p>
<p>As condições de crédito, a remuneração contratual, a segurança jurídica e a situação econômico-financeira das empresas também influenciam a velocidade da renovação.</p>
<p>O Diário do Transporte acompanha as preocupações do setor financeiro decorrentes das investigações sobre possível infiltração do crime organizado em empresas de ônibus da capital paulista, envolvendo suspeitas relacionadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p>Esse cenário acrescenta uma questão de integridade e segurança financeira ao processo de renovação da frota.</p>
<p>O conjunto de experiências de São Paulo pode servir de referência para outras administrações municipais, tanto pelas soluções implantadas quanto pelas dificuldades encontradas durante o crescimento da operação.</p>
<p>Relembre a reportagem publicada nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/prefeitura-de-sao-paulo-admite-reducao-no-ritmo-da-eletrificacao-dos-onibus-por-dificuldades-na-rede-de-energia-meta-e-de-3-300-veiculos-ate-o-fim-da-gestao/">https://diariodotransporte.com.br/2026/10/14/prefeitura-de-sao-paulo-admite-reducao-no-ritmo-da-eletrificacao-dos-onibus-por-dificuldades-na-rede-de-energia-meta-e-de-3-300-veiculos-ate-o-fim-da-gestao/</a></p>
<h3>Ricardo Nunes foi homenageado pela C40 durante entrega de 250 ônibus elétricos</h3>
<p>A participação de São Paulo na agenda internacional de eletromobilidade também foi reconhecida pela própria C40.</p>
<p>Durante a entrega dos 250 ônibus elétricos, realizada em 30 de setembro de 2026, na Zona Norte da capital paulista, o prefeito Ricardo Nunes recebeu uma homenagem da organização internacional.</p>
<p>O reconhecimento destacou a atuação municipal em políticas climáticas, incluindo eletrificação de veículos, orçamento climático e iniciativas voltadas à redução de emissões.</p>
<p>A homenagem ocorreu no evento que marcou a superação de 2 mil ônibus elétricos na cidade.</p>
<p>Na ocasião, a Prefeitura também mencionou a participação da C40 na estruturação de iniciativas de eletromobilidade, incluindo o programa ZEBRA, voltado à aceleração da adoção de ônibus de emissão zero na América Latina.</p>
<p>A experiência de São Paulo ocupa posição relevante no cenário internacional. Em agosto de 2026, a C40 e o Conselho Internacional de Transporte Limpo anunciaram que a América Latina havia alcançado 10 mil ônibus elétricos em operação, considerando mais de 80 cidades de 13 países.</p>
<p>São Paulo figurava como a segunda maior operação de ônibus elétricos da região, atrás do conjunto das cidades chilenas.</p>
<p>A dimensão da frota paulista também contribui para o desenvolvimento de fornecedores e fabricantes, com efeitos sobre a produção nacional de ônibus, componentes elétricos, carregadores e serviços especializados.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as limitações identificadas ao longo do processo fornecem informações que podem ser utilizadas por municípios em fases anteriores de eletrificação.</p>
<p>O planejamento antecipado da rede elétrica, por exemplo, pode evitar que ônibus já adquiridos tenham sua entrada em operação condicionada a intervenções ainda pendentes nas instalações.</p>
<h3>Belo Horizonte também participa do Mutirão Brasil com projeto voltado à recarga</h3>
<p>A capital mineira é outro exemplo de como o programa pode apoiar a preparação da infraestrutura necessária para ampliar o número de ônibus elétricos.</p>
<p>Em março de 2026, a Prefeitura de Belo Horizonte anunciou que havia sido selecionada para o Mutirão Brasil com o projeto de assessoria técnica para fiscalização da implantação da infraestrutura de recarga da frota.</p>
<p>A seleção foi anunciada durante uma reunião da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos, realizada em Curitiba (PR).</p>
<p>O trabalho está relacionado à preparação e ao acompanhamento técnico da infraestrutura necessária para operar os veículos.</p>
<p>Belo Horizonte possui um projeto de aquisição de 100 ônibus elétricos, com investimento contratado de aproximadamente R$ 307,68 milhões e previsão de fornecimento ao longo de 20 meses.</p>
<p>A preparação da recarga constitui parte importante dessa transição, especialmente para que a disponibilidade de energia e dos equipamentos acompanhe a entrada dos veículos na operação.</p>
<p>O projeto de Belo Horizonte e a experiência de São Paulo mostram duas etapas complementares da eletrificação: o planejamento da infraestrutura antes da ampliação e a necessidade de resolver problemas técnicos que aparecem quando a frota cresce.</p>
<h3>Mutirão Brasil também contempla Belém, Contagem, Maranguape e Serra</h3>
<p>O termo de referência da C40, datado de 13 de outubro de 2026, detalha outra frente do programa, dedicada à mobilidade sustentável e à adaptação climática.</p>
<p>Nessa modalidade estão contempladas cinco cidades: Belém (PA), Contagem (MG), Maranguape (CE), Salvador (BA) e Serra (ES).</p>
<p>Os municípios receberão apoio para desenvolver intervenções em áreas prioritárias, com projetos de melhoria dos deslocamentos a pé e de bicicleta, acesso ao transporte coletivo, segurança viária e adaptação dos espaços urbanos às mudanças climáticas.</p>
<p>O documento estabelece que o WRI Brasil atua como parceiro técnico, participando da capacitação das equipes municipais, da elaboração das soluções viárias e do acompanhamento dos projetos.</p>
<p>O termo de referência apresentado nesta semana trata especificamente da contratação de consultoria para preparar projetos básicos e orçamentos de intervenções em Maranguape e Serra.</p>
<p>São iniciativas diferentes da aquisição de ônibus elétricos, mas que integram a mesma estratégia de preparação das cidades para a mobilidade sustentável.</p>
<h3>Maranguape terá projeto para 2,7 quilômetros de vias ligando parques e equipamentos públicos</h3>
<p>Em Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza (CE), a iniciativa recebeu o nome de Entre Parques.</p>
<p>O projeto prevê a criação de corredores de mobilidade ativa para conectar parques, áreas verdes e equipamentos públicos por meio de trajetos com infraestrutura para pedestres e ciclistas.</p>
<p>O trecho piloto possui 2,7 quilômetros e compreende a Avenida Doutor Stênio Gomes e as ruas Chico Anísio e Capitão Jeová Colares.</p>
<p>A intervenção foi selecionada pela conexão entre o centro urbano e os parques municipais, além da proximidade de unidades de saúde, escolas e da rodoviária.</p>
<p>Entre as melhorias previstas estão requalificação das vias, implantação de infraestrutura cicloviária, padronização de calçadas, arborização e soluções para adaptação às condições climáticas.</p>
<p>Também está planejada uma intervenção experimental no entorno da Escola Francisca Gomes Fernandes Vieira, com modificações temporárias no espaço urbano para avaliar soluções antes da implantação definitiva.</p>
<p>Esse tipo de experiência permite observar o comportamento de pedestres, ciclistas e motoristas e verificar a adequação das mudanças propostas.</p>
<h3>Serra terá melhorias em avenida de 2,1 quilômetros e acesso ao transporte coletivo</h3>
<p>Em Serra, no Espírito Santo, o projeto recebeu o nome de Corredores Climáticos do Cotidiano.</p>
<p>A intervenção contempla uma área dos bairros Feu Rosa e Vila Nova de Colares, caracterizada pela presença de comunidades que dependem dos deslocamentos a pé, de bicicleta e de transporte coletivo.</p>
<p>O trecho selecionado é a Avenida Colares Júnior, principal via de Vila Nova de Colares, com aproximadamente 2,1 quilômetros de extensão.</p>
<p>O projeto pretende melhorar as condições de circulação e acesso a escolas, praças e outros equipamentos públicos.</p>
<p>Também estão previstas infraestrutura cicloviária, soluções de arborização e adaptação climática e a transformação da circulação viária em um sistema binário com a Rua Iguatemi.</p>
<p>O termo de referência estabelece que o projeto deverá considerar as exigências do Fundo Cidades, do Governo do Espírito Santo.</p>
<p>Além da segurança no trânsito, o planejamento deverá levar em conta problemas associados a chuvas intensas, altas temperaturas e condições de acessibilidade.</p>
<h3>Projetos de Maranguape e Serra poderão receber até US$ 90 mil para elaboração técnica</h3>
<p>A C40 abriu a seleção de uma consultoria especializada para preparar os projetos básicos das intervenções em Maranguape e Serra.</p>
<p>O orçamento máximo estabelecido é de US$ 90 mil para o conjunto dos serviços nas duas cidades.</p>
<p>O valor corresponde à contratação de estudos, desenhos técnicos, especificações e orçamentos, e não ao custo previsto para a execução das obras.</p>
<p>A consultoria deverá desenvolver projetos geométricos, sinalização, calçadas, ciclovias, soluções de drenagem e arborização, além de identificar interferências com redes de energia e outros elementos da infraestrutura urbana.</p>
<p>As soluções deverão observar as normas brasileiras de acessibilidade e segurança viária.</p>
<p>O contrato terá duração inicial até abril de 2027, com prazo de 165 dias após a assinatura para entrega das últimas representações gráficas dos projetos.</p>
<p>A C40 prevê que a contratação seja formalizada na primeira quinzena de novembro de 2026.</p>
<p>As empresas interessadas deverão apresentar propostas até 23 de outubro de 2026.</p>
<p>O termo também prevê projetos com orçamento detalhado, de maneira que as prefeituras tenham condições de buscar recursos e preparar futuras contratações das obras.</p>
<h3>Projetos devem considerar acessibilidade, segurança e mudanças climáticas</h3>
<p>Outra característica do Mutirão Brasil é a exigência de integrar o planejamento de transportes às condições de segurança e acessibilidade.</p>
<p>Os projetos deverão considerar as necessidades de crianças, idosos, mulheres, pessoas com deficiência e usuários com mobilidade reduzida.</p>
<p>As intervenções também precisam observar as condições de circulação de pedestres e ciclistas, com atenção especial às proximidades de escolas, unidades de saúde e equipamentos públicos.</p>
<p>Na área ambiental, o termo de referência prevê a avaliação de soluções como jardins de chuva, biovaletas, canteiros pluviais, pavimentos permeáveis e arborização.</p>
<p>Esses recursos podem contribuir para o escoamento das águas, a redução das temperaturas e a melhoria das condições de circulação, especialmente em cidades expostas a períodos de chuvas intensas e calor.</p>
<p>As propostas serão analisadas pelas equipes municipais, pelo WRI Brasil e pela C40, com etapas de validação antes da conclusão dos projetos.</p>
<p>O programa estabelece ainda participação da população, com atividades de escuta e avaliação das necessidades locais.</p>
<p>Em Maranguape, as equipes já iniciaram atividades com crianças da região do projeto.</p>
<p>Em Serra, foram realizadas consultas em escolas e uma atividade em praça pública, incluindo fechamento temporário de uma via e coleta de opiniões dos moradores sobre as condições de circulação.</p>
<h3>Planejamento da infraestrutura pode determinar a velocidade da eletrificação dos ônibus brasileiros</h3>
<p>A ampliação dos projetos da C40 no Brasil ocorre em um momento no qual diferentes administrações municipais passaram a incorporar ônibus elétricos em maior quantidade.</p>
<p>O crescimento do mercado envolve fabricantes de ônibus, fornecedores de baterias, sistemas de tração e equipamentos de recarga, empresas operadoras, distribuidoras de energia, instituições financeiras e gestores públicos.</p>
<p>Para os fabricantes, a continuidade dos investimentos depende de encomendas e de cronogramas capazes de sustentar a produção.</p>
<p>Para as empresas de ônibus, a transição envolve a aquisição dos veículos, a preparação das garagens, a capacitação das equipes de manutenção e a organização das recargas.</p>
<p>Para as prefeituras, o desafio inclui a definição das metas, o financiamento, a estruturação dos contratos e a coordenação das intervenções necessárias à operação.</p>
<p>A disponibilidade de energia precisa ser avaliada de acordo com as características das linhas, a quantidade de ônibus, as distâncias percorridas, a autonomia dos veículos e os períodos reservados para carregamento.</p>
<p>A tecnologia também influencia o dimensionamento das operações. Ônibus convencionais, articulados e superarticulados podem apresentar diferentes necessidades de energia e capacidades de transporte.</p>
<p>A melhoria da infraestrutura viária constitui outra parte desse planejamento, porque a prioridade para o transporte coletivo permite transportar mais passageiros com maior regularidade e aproveitar melhor a frota disponível.</p>
<p>A experiência de São Paulo mostra que uma cidade pode alcançar resultados expressivos na substituição dos veículos e, ao mesmo tempo, enfrentar dificuldades para continuar ampliando a operação.</p>
<p>Salvador procura aumentar uma frota ainda pequena, aproveitando os testes e a infraestrutura preparados desde 2022, enquanto Belo Horizonte busca apoio especializado para acompanhar a implantação dos sistemas de recarga.</p>
<p>Os diferentes estágios dessas cidades mostram como a assistência técnica e a troca de experiências podem contribuir para evitar problemas, reduzir riscos e preparar investimentos.</p>
<p>O Mutirão Brasil reúne parte dessas atividades ao apoiar administrações municipais na elaboração de estudos, no planejamento da infraestrutura e na preparação de projetos que poderão receber financiamento.</p>
<p>A efetiva expansão dos ônibus elétricos dependerá da execução das intervenções, da contratação dos veículos, da disponibilidade dos recursos financeiros e da capacidade de colocar as novas frotas em circulação regular.</p>
<p>Para os passageiros, os resultados deverão ser percebidos na qualidade do serviço, na regularidade das viagens, na acessibilidade, na redução do ruído e das emissões locais e na melhoria das condições de deslocamento pelas cidades.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Tatuzão Cora Coralina inicia escavação rumo à futura estação Guilherme Giorgi, que integra o projeto de expansão da linha 2-Verde do Metrô</title>
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    <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:45:20 +0000</pubDate>
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<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>O tatuzão Cora Coralina iniciou na noite da última terça-feira, 13 de outubro, após as 19h, uma nova etapa das obras de expansão da Linha 2-Verde do Metrô. Após chegar ao VSE (Ventilação e Saída de Emergência) Júlio Colaço, a agora segunda maior tuneladora em operação na América Latina segue em direção à futura estação Guilherme Giorgi, a penúltima do trecho de ampliação entre Vila Prudente e Penha.</p>
<p>Antes de iniciar essa nova jornada, a máquina já alcançou marcas expressivas na obra. Desde sua partida da estação Penha em dezembro, o equipamento escavou pouco mais de 1km de túneis e instalou 1.115 anéis de concreto que compõem o revestimento definitivo do túnel. Com quase 100 metros de comprimento, cerca de 2.700 toneladas e operação ininterrupta 24 horas por dia, a tuneladora avança continuamente na expansão da nova linha.</p>
<p>Após concluir o trecho até a estação Guilherme Giorgi, o tatuzão seguirá para sua última etapa de escavação, em direção à futura estação Santa Isabel, a última do segundo trecho. Na sequência, chegará ao Complexo Rapadura, encerrando a construção dos túneis do trecho de expansão da Linha 2-Verde entre Vila Prudente e Penha (Linha 3-Vermelha).</p>
<p>A ampliação da Linha 2-Verde é uma das maiores obras de mobilidade urbana em andamento no país e vai acrescentar 8,3 quilômetros de vias e oito novas estações à rede metroviária. Quando concluída, a expansão conectará a Linha 2-Verde à Linha 3-Vermelha na Penha, ampliando a capacidade de transporte sobre trilhos na zona leste e proporcionando viagens mais rápidas e confortáveis para a população.</p>
<p><strong>Trajetórias que marcam São Paulo</strong></p>
<p>No início de julho, a bisneta da escritora Cora Coralina, Gisela Sales, visitou as obras de expansão da Linha 2-Verde para conhecer a tuneladora batizada com o nome da poetisa. Como idealizadora de iniciativas de preservação do legado de Cora Coralina, Gisela percorreu o canteiro de obras, acompanhou a operação do equipamento e conheceu as equipes responsáveis pela escavação dos túneis entre Vila Prudente e Penha. Nessa visita, ela também conheçou a primeira operadora mulher do país, Sherry Ramanholi, responsável pela &#8220;Cora&#8221;.</p>
<p>Durante a visita, Gisela destacou a dimensão humana presente no empreendimento, traçando paralelos entre a construção da linha ao simbolismo da obra da escritora goiana.</p>
<p><strong>Expansão da Linha 2-Verde</strong></p>
<p>A expansão da Linha 2-Verde entre Vila Prudente e Penha contempla oito novas estações: Orfanato, Santa Clara, Anália Franco, Vila Formosa, Santa Isabel, Guilherme Giorgi, Aricanduva e Penha. Quando concluída, a ampliação vai facilitar o deslocamento dos moradores da zona leste, ampliar a integração da rede metroferroviária e redistribuir a demanda de passageiros entre as linhas do sistema. A futura conexão com a Linha 3-Vermelha beneficiará cerca de 1,2 milhão de pessoas diariamente, reduzindo tempos de viagem e ampliando o acesso ao transporte público de alta capacidade.</p>
<p>Na fase 2, a expansão vai levar a Linha 2-Verde até Guarulhos com cinco novas estações e um pátio de trens para a nova frota. Entre elas estão as estações Penha de França, Gabriela Mistral, Fernão Dias, Ponte Grande e Dutra, além do Pátio Paulo Freire de trens. O Metrô também encomendou mais uma tuneladora para iniciar a escavação até Guarulhos ainda em outubro, batizada de Hebe Camargo.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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