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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Nova greve da Transwolff tem ameaça para esta quarta (21) e faz SPTrans acionar preventivamente a Guarda Civil para garagens</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/nova-greve-da-transwolff-tem-ameaca-para-esta-quarta-21-e-faz-sptrans-acionar-preventivamente-a-guarda-civil-para-garagens/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 22:14:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Greve]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trabalhadores estão insatisfeitos com descontos na folha de pagamento e desligamentos por causa da paralisação desta segunda-feira (19) ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira Moradores da zona Sul da capital paulista mais uma vez podem, nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, ser afetados por uma paralisação dos serviços dos lotes D10 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="639" height="472" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-20-at-18.52.16.jpeg?fit=639%2C472&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-20-at-18.52.16.jpeg?w=639&amp;ssl=1 639w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-20-at-18.52.16.jpeg?resize=300%2C222&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-20-at-18.52.16.jpeg?resize=150%2C111&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-20-at-18.52.16.jpeg?resize=400%2C295&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 639px) 100vw, 639px" /> <div><em>Trabalhadores estão insatisfeitos com descontos na folha de pagamento e desligamentos por causa da paralisação desta segunda-feira (19)</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
<p>Moradores da zona Sul da capital paulista mais uma vez podem, nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, ser afetados por uma paralisação dos serviços dos lotes D10 e D11, correspondentes às linhas originalmente concedidas à Transwolff.</p>
<p>Circulam em redes sociais e entre funcionários que integravam o quadro da companhia ameaças de nova greve, depois de descontos na folha de pagamento e alegados desligamentos de trabalhadores que cruzaram os braços na segunda-feira (19).</p>
<p>Na ocasião, as linhas afetadas foram as que integram o lote D10, dos ônibus com a cor azul-clara. O lote D11, da cor vinho, funcionou.</p>
<p>Diante da ameaça de nova greve, por meio de nota, a SPTrans (São Paulo Transporte), empresa da prefeitura que gerencia o sistema municipal de ônibus e desde 9 de abril de 2024 é responsável por uma intervenção na Transwolff, que acabou tendo o contrato rompido, informou que já acionou preventivamente a GCM (Guarda Civil Metropolitana) para garantir, nesta quarta-feira (21), a saída dos ônibus das garagens e permitir a operação dos serviços.</p>
<p>A administração municipal estima que uma nova paralisação dos dois lotes possa prejudicar aproximadamente 500 mil passageiros. A SPTrans afirma que a interrupção das atividades sem comunicação oficial com antecedência mínima de 72 horas contraria a legislação federal que regulamenta as greves em serviços essenciais.</p>
<p>A prefeitura confirmou ainda que três trabalhadores foram desligados após a paralisação de segunda-feira, sob a alegação de que tiveram responsabilidade pela interrupção irregular dos serviços.</p>
<p>A situação amplia as tensões trabalhistas e operacionais em torno das antigas linhas da Transwolff, empresa que foi alvo de uma investigação do Ministério Público de São Paulo sobre suspeitas de envolvimento de dirigentes e pessoas ligadas à companhia com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p>O caso já resultou em intervenção municipal, rompimento de contratos, tentativa frustrada de substituição da operadora e uma série de investigações policiais. Entretanto, as suspeitas contra antigos dirigentes e terceiros não representam responsabilização automática dos funcionários que prestam os serviços de transporte.</p>
<p>Nota da prefeitura na íntegra</p>
<p><strong><em>A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans repudiam a ameaça de nova paralisação nos lotes D10 e D11 do transporte público, prevista para esta quarta-feira (21), que pode prejudicar cerca de 500 mil passageiros. Para garantir a circulação dos ônibus, a Guarda Civil Metropolitana (GCM) dará apoio às garagens, assegurando a entrada e a saída dos veículos e permitindo que os trabalhadores cumpram suas jornadas. Os funcionários que aderirem à paralisação terão o dia descontado do salário. A SMT e a SPTrans destacam que a interrupção de um serviço essencial sem comunicação prévia oficial, com antecedência mínima de 72 horas, contraria a Lei Federal nº 7.783/1989, conhecida como Lei de Greve.</em></strong><br />
<strong><em>Na segunda-feira (19), três funcionários da Transwolff foram desligados após serem identificados como responsáveis pela interrupção irregular do serviço. Em relação aos pagamentos dos colaboradores da Transwolff, os valores referentes ao INSS e ao FGTS estão sendo depositados integralmente em juízo, à espera de deliberação da Justiça. Todas as obrigações estão sendo rigorosamente cumpridas pela SPTrans e os documentos comprobatórios foram apresentados aos empregados ontem (19). A Prefeitura destaca que a Transwolff não opera na cidade desde dezembro de 2025 e que um processo de alteração da identificação dos ônibus começou nesta terça-feira (20). A mudança já estava prevista e não altera o vínculo dos trabalhadores com a operação do sistema.</em></strong></p>
<h2>O que ocorreu na segunda-feira e por que os trabalhadores pararam</h2>
<p>A paralisação de segunda-feira, 19 de outubro, começou nas primeiras horas da manhã, atingindo a garagem de Parelheiros e comprometendo o atendimento de parte importante da zona Sul da cidade de São Paulo.</p>
<p>Os trabalhadores alegaram falta de comprovação da regularidade dos recolhimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e das contribuições ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), além de cobrarem esclarecimentos sobre obrigações trabalhistas e benefícios após o encerramento dos contratos da Transwolff com a prefeitura.</p>
<p>A principal divergência está na maneira como os recolhimentos vêm sendo realizados. Segundo a SPTrans, os valores são depositados integralmente em juízo, dependendo de deliberação da Justiça para sua destinação.</p>
<p>Para os trabalhadores, entretanto, a situação provoca dúvidas sobre a efetiva regularização das obrigações e o acesso aos valores devidos, sobretudo diante das mudanças na estrutura jurídica e administrativa da operação.</p>
<p>Os depósitos judiciais e a disponibilização dos recursos nas contas vinculadas dos empregados são situações diferentes. A regularidade do procedimento depende também das determinações judiciais aplicáveis, razão pela qual a apresentação dos comprovantes passou a ser um dos pontos centrais da negociação.</p>
<p>A paralisação atingiu o lote D10, responsável por linhas operadas com ônibus identificados pela pintura azul-clara, enquanto o lote D11, com veículos na cor vinho, manteve as atividades.</p>
<p>Segundo balanço divulgado durante o movimento, cerca de 267 mil passageiros foram afetados, com comprometimento de aproximadamente 67 linhas. A prefeitura acionou o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese) para atender 37 linhas, buscando reduzir os efeitos da interrupção.</p>
<p>A medida emergencial, entretanto, não significa a substituição integral de toda a frota normalmente empregada no atendimento.</p>
<p>O movimento foi encerrado no início da tarde, depois de reunião entre representantes dos trabalhadores, do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo e da SPTrans.</p>
<p>A circulação começou a ser retomada gradualmente.</p>
<p>A prefeitura sustentou que salários e benefícios estavam em dia e que os recolhimentos questionados seguiam o procedimento judicial determinado para a operação.</p>
<p>Já os trabalhadores mantiveram questionamentos sobre a situação dos depósitos e a segurança de seus direitos trabalhistas.</p>
<p>O novo conflito ganhou força após a confirmação dos três desligamentos e da previsão de desconto dos dias não trabalhados, que passaram a integrar as razões apresentadas por participantes das mobilizações para uma possível nova paralisação.</p>
<p>A Lei de Greve estabelece regras específicas para serviços essenciais, entre eles o transporte coletivo, incluindo comunicação antecipada e manutenção das atividades indispensáveis ao atendimento da população.</p>
<p>Isso não elimina o direito constitucional de greve, mas submete seu exercício a condições específicas. A avaliação da legalidade de uma paralisação e de eventuais consequências trabalhistas também pode ser submetida à Justiça.</p>
<p>No caso das linhas da antiga Transwolff, a situação tem uma particularidade: os trabalhadores permanecem vinculados a uma estrutura operacional que passou a ser administrada diretamente pelo poder público após o rompimento dos contratos com a antiga concessionária.</p>
<p>Assim, além das reivindicações trabalhistas, os conflitos envolvem a continuidade dos serviços, a manutenção dos empregos e a definição do futuro operador.</p>
<h2>Operação Fim da Linha, intervenção e rompimento dos contratos da Transwolff</h2>
<p>A situação atual dos trabalhadores e das linhas de ônibus da zona Sul tem origem direta nos desdobramentos da Operação Fim da Linha, deflagrada em 9 de abril de 2024 pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, com participação de órgãos policiais e da Receita Federal.</p>
<p>A investigação teve como alvos a Transwolff, que operava na zona Sul, e a UPBus, responsável por linhas da zona Leste da capital.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, as apurações identificaram indícios de que integrantes das estruturas empresariais das concessionárias teriam participado de mecanismos de lavagem de dinheiro provenientes de atividades criminosas do PCC.</p>
<p>Entre os investigados da Transwolff estavam Luiz Carlos Efigênio Pacheco, conhecido como Pandora, Robson Flares Lopes Pontes e Joelson Santos da Silva.</p>
<p>A investigação procurou identificar a origem dos recursos utilizados pelas empresas, a participação de pessoas que poderiam exercer influência sobre os negócios sem aparecer formalmente nos contratos sociais e eventuais movimentações financeiras destinadas a ocultar dinheiro de origem ilícita.</p>
<p>A suspeita central não era a de que todos os profissionais das empresas estivessem envolvidos com a organização criminosa, mas de que determinadas estruturas administrativas, financeiras e societárias poderiam estar sendo utilizadas por integrantes da facção.</p>
<p>No mesmo dia da operação, o prefeito Ricardo Nunes determinou a intervenção da SPTrans nas duas concessionárias.</p>
<p>O objetivo declarado pela prefeitura foi manter as linhas em funcionamento, preservar o atendimento à população e assegurar os empregos enquanto as autoridades investigavam as suspeitas.</p>
<p>A intervenção colocou a administração operacional das empresas sob acompanhamento direto do município.</p>
<p>A Transwolff tinha uma das maiores frotas do sistema paulistano, com aproximadamente 1,2 mil ônibus, e transportava centenas de milhares de passageiros diariamente.</p>
<p>A estrutura operacional também apresentava uma particularidade herdada de sua origem como cooperativa de transportadores autônomos.</p>
<p>Parte expressiva dos veículos pertencia a antigos cooperados da Cooperpam, enquanto outra parcela da operação estava vinculada a trabalhadores contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>
<p>Essa composição passou a representar um dos maiores obstáculos para a substituição da concessionária, porque a transferência de contratos não dependia apenas da escolha de uma nova empresa.</p>
<p>Era necessário solucionar questões relacionadas à propriedade dos ônibus, à disponibilidade dos veículos, às garagens, às obrigações financeiras e à continuidade dos vínculos de trabalho.</p>
<p>Em 28 de fevereiro de 2025, a Prefeitura de São Paulo anunciou que a Transwolff e a UPBus seriam substituídas por outras operadoras.</p>
<p>No caso da Transwolff, a empresa escolhida foi a Sancetur, ligada à família Chedid, com atuação em diferentes municípios paulistas.</p>
<p>A transição deveria começar em 15 de março daquele ano, mas não avançou conforme o cronograma inicialmente divulgado.</p>
<p>Em julho de 2025, a prefeitura instituiu um grupo de trabalho para avaliar a transferência dos direitos contratuais, em meio às dificuldades administrativas e operacionais.</p>
<p>Ao longo do processo, surgiram conflitos e resistências envolvendo os diferentes grupos que integravam a estrutura da antiga operadora.</p>
<p>O Diário do Transporte mostrou, em reportagem exclusiva publicada em dezembro de 2025, que a Transwolff reunia diferentes núcleos de interesses dentro de uma mesma estrutura empresarial.</p>
<p>Entre eles estavam antigos dirigentes, proprietários de ônibus remanescentes da Cooperpam e empregados contratados diretamente.</p>
<p>Os levantamentos também identificaram divergências entre esses grupos sobre o futuro dos contratos e dos veículos.</p>
<p>A existência dessas diferenças é relevante porque a continuidade das linhas dependia não somente de uma decisão administrativa da prefeitura, mas também da disponibilidade dos ônibus e de pessoas habilitadas para manter a operação.</p>
<p>Em 4 de dezembro de 2025, a prefeitura anunciou a caducidade dos contratos da Transwolff, formalizada por decreto publicado no dia seguinte.</p>
<p>A medida representou o encerramento da relação contratual entre a empresa e o município, com a continuidade da operação sob responsabilidade da SPTrans.</p>
<p>A Transwolff contestou a decisão judicialmente, incluindo questionamentos sobre o rompimento dos contratos e valores que alegava ter a receber da administração municipal. Em dezembro, a discussão chegou a resultar em decisão judicial suspendendo o rompimento, acrescentando uma disputa jurídica ao processo de substituição da operadora.</p>
<p>Apesar dos questionamentos, a prefeitura manteve o entendimento de que a antiga concessionária não poderia continuar à frente dos serviços e prosseguiu com as providências para assegurar a operação.</p>
<h2>Onda de ataques atingiu mais de 1,5 mil ônibus em 2025 e Polícia Civil investigou relação com a transferência dos contratos</h2>
<p>O processo de substituição da Transwolff também foi acompanhado de uma das maiores ondas de ataques a ônibus já registradas no Estado de São Paulo.</p>
<p>Entre junho e agosto de 2025, mais de 1,5 mil coletivos foram atingidos por ações de vandalismo, especialmente na capital e em municípios da Região Metropolitana.</p>
<p>Em muitos casos, os veículos tiveram vidros quebrados por pedras e outros objetos arremessados durante a circulação, colocando em risco motoristas, cobradores e passageiros.</p>
<p>Houve registros de pessoas feridas.</p>
<p>Os episódios se tornaram especialmente preocupantes pela repetição dos ataques, pela distribuição geográfica e pela dificuldade inicial de identificar os responsáveis e esclarecer se existia coordenação entre os casos.</p>
<p>Uma das principais linhas de investigação da Polícia Civil passou a considerar a possibilidade de ligação entre parte dos ataques e a transferência dos contratos da Transwolff para a Sancetur.</p>
<p>O Diário do Transporte acompanhou a sequência dos acontecimentos e mostrou que a escalada dos ataques começou em 12 de junho de 2025, data que coincidiu com uma decisão administrativa relacionada ao processo de transferência contratual.</p>
<p>Levantamentos obtidos pela reportagem mostraram que a média anterior de depredações era de até cinco registros diários, mas saltou para aproximadamente 40 episódios naquele dia.</p>
<p>O crescimento foi expressivo nas semanas seguintes.</p>
<p>Em 13 de julho de 2025, por exemplo, foram registrados 47 ataques em apenas 24 horas, um dos maiores números diários daquela sequência.</p>
<p>Em 31 de julho, o acumulado já havia alcançado 587 ocorrências somente na capital paulista, conforme informações fornecidas pela SPTrans ao Diário do Transporte.</p>
<p>A Polícia Civil investigou diferentes possibilidades de motivação, incluindo interesses contrários à transferência dos contratos e a eventual participação de grupos organizados.</p>
<p>A apuração resultou em detenções e diligências. Entre os investigados havia pessoas suspeitas de participação na organização ou execução das depredações.</p>
<p>Em dezembro de 2025, a Secretaria da Segurança Pública informou ao Diário do Transporte que o inquérito sobre a onda de ataques ainda estava em andamento e que pelo menos 20 pessoas haviam sido detidas no decorrer das investigações.</p>
<p>A própria Polícia Civil tratava a possível relação com a transferência da Transwolff como uma hipótese investigativa, e não como conclusão definitiva aplicável a todos os episódios.</p>
<p>Essa distinção é importante porque, embora a coincidência de datas e os interesses econômicos envolvidos tenham fundamentado uma das frentes de apuração, a autoria e a motivação dos ataques dependem das provas reunidas em cada investigação.</p>
<p>A onda de violência também expôs a vulnerabilidade dos passageiros e dos trabalhadores diante de disputas que envolvem empresas responsáveis por serviços essenciais.</p>
<p>Além dos danos materiais aos ônibus, as depredações provocaram interrupções, atrasos e riscos diretos à integridade das pessoas transportadas.</p>
<h2>Sancetur desistiu de assumir as linhas em janeiro de 2026</h2>
<p>A tentativa de substituir a Transwolff pela Sancetur teve um novo desdobramento em janeiro de 2026.</p>
<p>Em 26 de janeiro, a Prefeitura de São Paulo anunciou a assinatura de um contrato emergencial para que a Sancetur assumisse 133 linhas e aproximadamente 1,1 mil ônibus da antiga concessionária.</p>
<p>O planejamento previa a continuidade dos serviços, manutenção dos empregos e preservação dos compromissos com fornecedores.</p>
<p>A operação assistida deveria começar em 1º de fevereiro.</p>
<p>Entretanto, apenas dois dias depois, em 28 de janeiro de 2026, o Diário do Transporte revelou em primeira mão que a Sancetur havia desistido de assumir integralmente os serviços.</p>
<p>A empresa encaminhou um ofício à prefeitura alegando impossibilidade de executar plenamente o contrato emergencial dos lotes D10 e D11.</p>
<p>O município confirmou oficialmente a comunicação e informou que prosseguiria com as medidas para uma nova licitação.</p>
<p>A desistência evidenciou as dificuldades de substituir uma operadora cuja estrutura tinha origem em uma cooperativa e apresentava relações comerciais, patrimoniais e trabalhistas distintas das encontradas em empresas convencionais de ônibus.</p>
<p>Havia questões envolvendo a propriedade dos veículos, os contratos de utilização da frota e os interesses de diferentes grupos de antigos cooperados.</p>
<p>A saída da Sancetur também abriu espaço para reivindicações de proprietários de ônibus ligados à antiga Cooperpam, que passaram a defender alternativas para continuar participando da operação.</p>
<p>A administração municipal, por sua vez, manteve diretamente a responsabilidade pelos serviços.</p>
<p>Dessa forma, a estrutura que atende às linhas dos lotes D10 e D11 chegou a outubro de 2026 sem que tivesse sido concluída a transferência definitiva para uma nova concessionária.</p>
<p>É nesse contexto que surgem os novos conflitos trabalhistas, agora relacionados à comprovação dos recolhimentos de FGTS e INSS, à manutenção de empregos e às consequências da paralisação de segunda-feira.</p>
<p>O anúncio da prefeitura de que começou nesta terça-feira (20) a retirada da identificação da Transwolff dos veículos representa mais uma etapa da mudança administrativa.</p>
<p>Segundo a SPTrans, essa alteração visual já estava prevista e não modifica os vínculos dos trabalhadores com a operação.</p>
<h2>Milton Leite é transferido para Guarulhos nesta terça-feira (20) e investigação aponta suspeita de que seria dono de fato da Transwolff</h2>
<p>Outro desdobramento das investigações sobre o transporte coletivo ocorreu nesta terça-feira, 20 de outubro de 2026.</p>
<p>O ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite (União Brasil) foi transferido da Cadeia Pública de Mogi das Cruzes para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarulhos.</p>
<p>A transferência ocorreu após uma operação do Ministério Público e da Corregedoria da Polícia Civil para investigar suspeitas de regalias concedidas ao ex-parlamentar durante o período em que esteve preso em Mogi das Cruzes.</p>
<p>Milton Leite está preso desde 18 de setembro de 2026, em decorrência da Operação Vectura Corrupta, que investiga a possível infiltração do PCC no sistema de ônibus da capital paulista.</p>
<p>Conforme decisão judicial analisada pelo Diário do Transporte, declarações de policiais militares apontam a suspeita de que o ex-presidente da Câmara seria o proprietário de fato da Transwolff, mesmo sem aparecer formalmente como sócio da companhia.</p>
<p>A investigação também examina possíveis relações entre empresários de ônibus, agentes públicos, dirigentes de empresas e integrantes do crime organizado.</p>
<p>Milton Leite nega ser dono da Transwolff e rejeita qualquer envolvimento com o PCC.</p>
<p>A relevância do ex-vereador para o setor não se limita às investigações atuais.</p>
<p>Milton Leite construiu uma trajetória política marcada pela proximidade com o transporte coletivo paulistano, especialmente desde a época da regulamentação das cooperativas de perueiros e de sua transformação em empresas de ônibus.</p>
<p>Ao longo de seus mandatos, exerceu influência política sobre discussões relacionadas à organização das linhas, aos contratos de concessão e à estrutura do transporte municipal.</p>
<p>Também foi presidente da Câmara Municipal de São Paulo, cargo que ampliou sua atuação nas articulações políticas da capital.</p>
<p>A Operação Vectura Corrupta procura esclarecer se essa influência política teria sido utilizada para favorecer interesses de pessoas ou empresas ligadas ao crime organizado.</p>
<p>Entre os elementos investigados estão mensagens atribuídas a suspeitos de participação na facção e depoimentos que mencionam o ex-parlamentar em articulações relacionadas às empresas de ônibus.</p>
<p>As apurações também alcançaram outros nomes com atuação no setor, como o ex-presidente da SPTrans Levi dos Santos Oliveira e o empresário Paulo Sirqueira Korek Farias, ligado à A2 Transportes.</p>
<p>Em setembro, a Polícia Civil chegou a solicitar medidas de afastamento de 43 pessoas ligadas à administração de nove operadoras, além de intervenções em concessionárias. O Ministério Público considerou prematura, naquele momento, a adoção de parte dessas providências.</p>
<p>A amplitude das investigações demonstra que a apuração ultrapassou os fatos inicialmente atribuídos à Transwolff e à UPBus.</p>
<p>Também passaram a ser examinadas suspeitas sobre mecanismos de influência administrativa e política que poderiam beneficiar organizações criminosas.</p>
<p>Em 15 de outubro, a Justiça prorrogou por mais 30 dias a prisão temporária de Milton Leite.</p>
<p>No dia seguinte, o Ministério Público e a Corregedoria da Polícia Civil realizaram a Operação Custódia (In)Fiel para investigar possíveis irregularidades durante sua permanência na unidade de Mogi das Cruzes.</p>
<p>Foram levantadas suspeitas sobre visitas em condições irregulares, entrada de objetos proibidos e eventual concessão de tratamento privilegiado.</p>
<p>Durante as diligências, os investigadores apreenderam aproximadamente R$ 155 mil e US$ 10 mil com um carcereiro suspeito de favorecer o ex-parlamentar.</p>
<p>Também foram encontrados dois aparelhos celulares na cela ocupada pelo político, conforme informações divulgadas sobre a operação.</p>
<p>No sábado, 17 de outubro, como noticiou o Diário do Transporte, a Secretaria da Segurança Pública confirmou o afastamento de três delegados, um investigador e um carcereiro.</p>
<p>A transferência de Milton Leite para Guarulhos ocorreu na manhã desta terça-feira, por volta das 9h.</p>
<p>A defesa do ex-vereador nega que ele tenha recebido benefícios indevidos na cadeia e afirma que não existem provas que sustentem as acusações de participação no crime organizado.</p>
<p>Também contesta a suspeita de que Milton Leite seja proprietário oculto da Transwolff.</p>
<p>As investigações sobre sua eventual participação em empresas de ônibus e sobre possíveis irregularidades durante a prisão são procedimentos distintos.</p>
<p>Até o momento, as suspeitas não representam condenação criminal definitiva.</p>
<h2>Cronologia: mais de três décadas de conflitos, investigações e operações contra o crime organizado no transporte de São Paulo</h2>
<p>A presença de organizações criminosas em atividades ligadas ao transporte coletivo não começou com a Operação Fim da Linha, em 2024.</p>
<p>As suspeitas têm antecedentes no período de expansão do transporte clandestino por vans, kombis, micro-ônibus e ônibus, especialmente na periferia da capital paulista.</p>
<p>O crescimento dessas operações ocorreu em um contexto de deficiências do sistema regular, com bairros sem cobertura adequada, longos intervalos e demanda por alternativas de deslocamento.</p>
<p>Esse ambiente favoreceu o surgimento de transportadores autônomos e, posteriormente, de cooperativas.</p>
<p>A atividade informal, porém, também passou a ser marcada por disputas por pontos, linhas e passageiros, além de episódios de violência e investigações sobre participação de grupos criminosos.</p>
<p>O histórico mostra uma mudança nas características das suspeitas ao longo dos anos: de disputas territoriais ligadas ao transporte clandestino para possíveis mecanismos de lavagem de dinheiro e influência sobre empresas formalmente constituídas e contratadas pelo poder público.</p>
<p><strong>Final dos anos 1980 e início dos anos 1990 – Expansão do transporte clandestino</strong></p>
<p>A capital paulista registra crescimento das operações de perueiros, especialmente nas periferias.</p>
<p>As vans e kombis passam a disputar passageiros com as empresas de ônibus regulares.</p>
<p>Além da insuficiência de atendimento em determinados bairros, o período é marcado por conflitos relacionados ao controle de itinerários e pontos de embarque.</p>
<p>É nesse ambiente que surgem algumas das estruturas de transporte alternativo que posteriormente dariam origem a cooperativas e empresas de ônibus.</p>
<p><strong>Década de 1990 – Disputas por linhas e presença de grupos criminosos</strong></p>
<p>O transporte informal se expande e passam a surgir investigações policiais sobre episódios de violência, ameaças e disputas pelo controle de determinadas áreas.</p>
<p>A atuação de grupos criminosos no setor começa a integrar o histórico de preocupações das autoridades.</p>
<p>Entretanto, a existência de transporte clandestino ou informal não significa, por si só, ligação com organizações criminosas.</p>
<p>Milhares de trabalhadores ingressaram nesse mercado como alternativa de renda diante das dificuldades econômicas e da demanda por transporte.</p>
<p><strong>2003 – Regulamentação do transporte alternativo e fortalecimento das cooperativas</strong></p>
<p>A reorganização do transporte coletivo municipal, durante a administração da prefeita Marta Suplicy, incorpora parte dos antigos transportadores autônomos ao sistema regulamentado.</p>
<p>O transporte alternativo passa a integrar uma estrutura organizada por áreas e cooperativas.</p>
<p>A medida busca dar maior controle público a um segmento que havia crescido à margem das concessões tradicionais.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a regulamentação transforma antigas organizações informais em estruturas com acesso a contratos e receitas provenientes do transporte público.</p>
<p><strong>2006 – Investigação envolvendo dirigente da Cooperpam</strong></p>
<p>Em junho de 2006, Luiz Carlos Efigênio Pacheco, conhecido como Pandora e então presidente da Cooperpam, foi preso sob suspeita de envolvimento com financiamento de fuga de presos.</p>
<p>O episódio tornou-se um dos antecedentes importantes das investigações posteriores sobre pessoas ligadas à estrutura que daria origem à Transwolff.</p>
<p>Pacheco voltaria a figurar entre os investigados da Operação Fim da Linha, em abril de 2024.</p>
<p>A ocorrência de investigações em momentos diferentes, entretanto, exige a análise individual das acusações e dos respectivos resultados judiciais.</p>
<p><strong>Década de 2010 – Cooperativas passam a ser transformadas em empresas</strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo amplia as exigências de formalização das organizações que haviam ingressado no sistema por meio do transporte alternativo.</p>
<p>A partir de 2014, o processo de transformação das cooperativas em empresas ganha importância na preparação de novos modelos de contratação.</p>
<p>Parte das antigas estruturas passa a operar sob formato empresarial, mas mantém características herdadas das cooperativas, como a existência de diferentes proprietários de veículos e relações comerciais específicas.</p>
<p>Essa particularidade ajuda a explicar dificuldades encontradas anos depois na tentativa de substituição da Transwolff.</p>
<p><strong>4 de março de 2020 – Assassinato de dirigente da Transunião</strong></p>
<p>O presidente da Transunião, Adauto Soares Jorge, é assassinado na zona Leste da capital.</p>
<p>O crime passa a integrar o histórico de investigações sobre possíveis disputas de poder e influência criminosa no setor.</p>
<p>As apurações consideraram suspeitas de envolvimento de integrantes do crime organizado na execução ou determinação do assassinato.</p>
<p>A Transunião voltaria a ser alvo de uma investigação de grande repercussão em 2026.</p>
<p><strong>9 de abril de 2024 – Operação Fim da Linha</strong></p>
<p>O Ministério Público, com participação de órgãos policiais e da Receita Federal, deflagra operação contra suspeitas de lavagem de dinheiro do PCC envolvendo pessoas ligadas à Transwolff e à UPBus.</p>
<p>São realizadas prisões, buscas e apreensões.</p>
<p>A Prefeitura de São Paulo decreta intervenção nas duas concessionárias para preservar os serviços.</p>
<p>O promotor de Justiça Lincoln Gakiya, conhecido por sua atuação em investigações contra o PCC, participa das apurações que examinam o avanço da facção sobre atividades econômicas regulares.</p>
<p><strong>2024 – Investigação identifica novas frentes de suspeita</strong></p>
<p>Após a Operação Fim da Linha, as autoridades aprofundam as apurações sobre a estrutura financeira e administrativa das empresas de ônibus.</p>
<p>O Ministério Público informa a existência de diferentes frentes de investigação relacionadas à possível presença do crime organizado no transporte.</p>
<p>Em reportagem especial publicada em abril de 2024, o Diário do Transporte recupera o histórico das cooperativas e mostra como as deficiências de mobilidade dos anos 1990 contribuíram para a formação do mercado de transporte alternativo posteriormente regulamentado.</p>
<p><strong>28 de fevereiro de 2025 – Prefeitura anuncia substituição de empresas investigadas</strong></p>
<p>O prefeito Ricardo Nunes anuncia que a Transwolff será substituída pela Sancetur e a UPBus pela Alfa Rodobus.</p>
<p>A transição deveria começar em março daquele ano.</p>
<p>O processo, entretanto, enfrenta dificuldades administrativas e operacionais.</p>
<p>12 de junho de 2025 – Começa a onda de ataques a ônibus</p>
<p>A capital paulista registra um aumento expressivo das depredações de ônibus, com aproximadamente 40 ocorrências no primeiro dia da escalada.</p>
<p>A Polícia Civil passa a investigar se existe relação entre parte da violência e a transferência dos contratos de empresas de ônibus investigadas.</p>
<p><strong>Junho a agosto de 2025 – Mais de 1,5 mil ônibus atacados</strong></p>
<p>A onda de vandalismo atinge a capital, a Grande São Paulo e outros municípios paulistas.</p>
<p>Passageiros e trabalhadores ficam feridos, e veículos são retirados de circulação para reparos.</p>
<p>As investigações incluem a hipótese de ações destinadas a pressionar o poder público ou interferir na reorganização das empresas de transporte.</p>
<p><strong>4 e 5 de dezembro de 2025 – Rompimento dos contratos da Transwolff</strong></p>
<p>A prefeitura anuncia e formaliza a caducidade dos contratos da empresa.</p>
<p>A decisão ocorre após meses de dificuldades para concluir a transferência da operação.</p>
<p>A Transwolff questiona judicialmente o rompimento.</p>
<p>A SPTrans permanece responsável pela continuidade dos serviços.</p>
<p><strong>26 de janeiro de 2026 – Contrato emergencial com a Sancetur</strong></p>
<p>A prefeitura anuncia a assinatura de contrato emergencial para a Sancetur assumir os dois lotes anteriormente operados pela Transwolff.</p>
<p>O acordo prevê atendimento de 133 linhas, com aproximadamente 1,1 mil ônibus e manutenção dos empregos.</p>
<p><strong>28 de janeiro de 2026 – Sancetur comunica desistência</strong></p>
<p>O Diário do Transporte revela em primeira mão que a Sancetur encaminhou ofício à prefeitura afirmando não ter condições de assumir integralmente os serviços.</p>
<p>A gestão municipal confirma a desistência e mantém a operação sob sua responsabilidade.</p>
<p><strong>25 de junho de 2026 – Operação Última Parada</strong></p>
<p>O Ministério Público e a Polícia Civil deflagram uma nova operação, desta vez com foco na Transunião, operadora da zona Leste da cidade.</p>
<p>Entre os presos estão o vereador Senival Moura (PT), então presidente da Comissão de Transportes da Câmara Municipal, e pessoas apontadas como dirigentes ou gestores ocultos da empresa.</p>
<p>Um dos investigados é Jair Ramos de Freitas, conhecido como Cachorrão.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, as suspeitas envolvem lavagem de dinheiro, fraudes em contratos e licitações e possível participação de integrantes do PCC na estrutura da operadora.</p>
<p>A Justiça determina medidas de bloqueio e sequestro de bens, abrangendo valores de aproximadamente R$ 194 milhões, além de veículos, imóveis e embarcações.</p>
<p>A Prefeitura de São Paulo decreta intervenção na Transunião, com duração inicial de seis meses, e nomeia Ângelo Fêde para a administração da empresa.</p>
<p>Durante a apresentação da operação, o promotor Lincoln Gakiya alerta para o risco de infiltração do crime organizado em atividades econômicas formais, incluindo o transporte público.</p>
<p><strong>Julho de 2026 – Prisões da Operação Última Parada são prorrogadas</strong></p>
<p>A Justiça determina a prorrogação por mais 30 dias das prisões temporárias de investigados da operação realizada em junho, incluindo o vereador Senival Moura.</p>
<p>As investigações continuam sobre o possível funcionamento de uma estrutura de comando e influência não declarada na Transunião.</p>
<p>17 de setembro de 2026 – Operação Vectura Corrupta</p>
<p>Uma nova operação aprofunda as investigações sobre a possível infiltração do PCC em empresas de ônibus, contratos públicos e estruturas políticas e administrativas.</p>
<p>A Justiça determina prisões e medidas de investigação envolvendo empresários e agentes públicos.</p>
<p>Entre os alvos estão Milton Leite, ex-presidente da Câmara Municipal, e Paulo Sirqueira Korek Farias, ligado à A2 Transportes.</p>
<p>O ex-presidente da SPTrans Levi dos Santos Oliveira também aparece entre os investigados.</p>
<p>O Diário do Transporte examina documentos judiciais que apontam a suspeita de Milton Leite ser o proprietário de fato da Transwolff.</p>
<p>A investigação alcança um conjunto de empresas e pessoas mais amplo do que aquele identificado inicialmente na Operação Fim da Linha.</p>
<p>18 de setembro de 2026 – Milton Leite se entrega à Polícia Civil</p>
<p>O ex-presidente da Câmara Municipal se apresenta às autoridades após ter prisão temporária decretada.</p>
<p>Sua defesa nega as acusações e contesta qualquer ligação com o PCC ou participação societária oculta na Transwolff.</p>
<p><strong>15 de outubro de 2026 – Justiça prorroga prisão de Milton Leite</strong></p>
<p>O Tribunal de Justiça determina a continuidade da prisão temporária por mais 30 dias.</p>
<p>A investigação permanece em andamento, sem condenação definitiva.</p>
<p><strong>16 de outubro de 2026 – Operação Custódia (In)Fiel</strong></p>
<p>O Ministério Público e a Corregedoria da Polícia Civil investigam suspeitas de concessão de privilégios a Milton Leite na Cadeia Pública de Mogi das Cruzes.</p>
<p>A operação inclui buscas e apuração da atuação de servidores públicos.</p>
<p>17 de outubro de 2026 – Policiais são afastados</p>
<p>A Secretaria da Segurança Pública confirma o afastamento de três delegados, um investigador e um carcereiro.</p>
<p>As suspeitas envolvem possíveis irregularidades no tratamento concedido ao ex-presidente da Câmara Municipal durante o período de prisão.</p>
<p><strong>19 de outubro de 2026 – Paralisação dos antigos trabalhadores da Transwolff</strong></p>
<p>Funcionários que atuam no lote D10 cruzam os braços na zona Sul da capital, cobrando esclarecimentos sobre FGTS, INSS e obrigações trabalhistas.</p>
<p>A paralisação prejudica aproximadamente 267 mil passageiros e mobiliza o Paese.</p>
<p>Após negociação, os serviços começam a ser retomados.</p>
<p>A prefeitura confirma posteriormente o desligamento de três trabalhadores e informa que os depósitos questionados são realizados judicialmente.</p>
<p><strong>20 de outubro de 2026 – Milton Leite é transferido e aumenta ameaça de nova greve</strong></p>
<p>O ex-presidente da Câmara Municipal é transferido para o CDP de Guarulhos.</p>
<p>No mesmo dia, a SPTrans informa que acionará preventivamente a Guarda Civil Metropolitana para garantir a circulação dos ônibus dos lotes D10 e D11 na quarta-feira (21).</p>
<p>A prefeitura também inicia o processo de alteração da identificação visual dos veículos que ainda ostentam a marca Transwolff.</p>
<h2>Continuidade dos serviços e direitos trabalhistas são os principais desafios</h2>
<p>A sucessão de investigações e mudanças administrativas coloca a Prefeitura de São Paulo diante de dois desafios que precisam ser enfrentados simultaneamente.</p>
<p>O primeiro é assegurar que empresas contratadas para prestar serviços públicos estejam livres de interferências de organizações criminosas, com mecanismos de fiscalização capazes de identificar irregularidades financeiras, societárias e administrativas.</p>
<p>O segundo é garantir que as medidas adotadas contra empresas e dirigentes investigados não provoquem a interrupção dos transportes nem prejudiquem os direitos de trabalhadores e passageiros que não têm relação com as suspeitas.</p>
<p>No caso da Transwolff, a intervenção começou em abril de 2024 e, mais de dois anos depois, os lotes D10 e D11 ainda apresentam consequências operacionais e trabalhistas da reorganização.</p>
<p>A tentativa frustrada de transferência para a Sancetur, a estrutura de propriedade dos veículos e os questionamentos sobre obrigações trabalhistas mostram a complexidade do processo.</p>
<p>Para os passageiros, os efeitos são imediatos sempre que uma paralisação impede a saída dos ônibus das garagens.</p>
<p>Para os trabalhadores, as preocupações envolvem a preservação do emprego, a regularidade dos recolhimentos previdenciários e do FGTS e a garantia de recebimento dos direitos previstos na legislação.</p>
<p>Já para o poder público, permanece a obrigação de assegurar a continuidade de um serviço essencial, independentemente das investigações criminais e das disputas empresariais.</p>
<p>A possível paralisação desta quarta-feira (21) representa, portanto, mais um episódio de uma crise que deixou de ser exclusivamente policial ou contratual e passou a afetar também a rotina dos empregados e de centenas de milhares de passageiros da zona Sul da capital.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Mobi-Rio organiza execução de três contratos para manutenção de ônibus Mercedes-Benz e caixas de câmbio Voith</title>
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    <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 21:30:43 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Publicações envolvem filtros lubrificantes e peças de chassis O500 utilizados na frota de transporte coletivo; companhia define responsáveis pela conferência e fiscalização dos materiais ADAMO BAZANI A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio) publicou novas designações de gestores e fiscais para três contratos destinados à manutenção preventiva e corretiva da frota [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="799" height="533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53379352473_e641a93d38_c.jpg?fit=799%2C533&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53379352473_e641a93d38_c.jpg?w=799&amp;ssl=1 799w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53379352473_e641a93d38_c.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53379352473_e641a93d38_c.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53379352473_e641a93d38_c.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53379352473_e641a93d38_c.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 799px) 100vw, 799px" /> <p><em>Publicações envolvem filtros lubrificantes e peças de chassis O500 utilizados na frota de transporte coletivo; companhia define responsáveis pela conferência e fiscalização dos materiais</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio) publicou novas designações de gestores e fiscais para três contratos destinados à manutenção preventiva e corretiva da frota de ônibus. As contratações envolvem filtros lubrificantes para caixas de marcha Voith Turbo e materiais novos e genuínos para chassis Mercedes-Benz O500, com motor OM457, nas configurações de emissões Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>É a aquisição de filtros lubrificantes novos e genuínos para caixas de marcha do fabricante Voith Turbo.</p>
<p>Os materiais são destinados à manutenção preventiva e corretiva dos ônibus operados pela Mobi-Rio.</p>
<p>Outras duas publicações tratam da aquisição de materiais novos e genuínos para chassis Mercedes-Benz O500, com motor OM457, de modelos Euro 5 e Euro 6-G.</p>
<p>Os materiais serão empregados nos serviços de manutenção preventiva e corretiva da frota operada pela companhia.</p>
<p>O chassi O500 é utilizado em diferentes aplicações de ônibus, incluindo veículos de grande capacidade, dependendo da configuração.</p>
<h2>Mobi-Rio define gestores e responsáveis pela fiscalização</h2>
<p>As três portarias designam Cláudio Ferreira Guimarães como gestor contratual.</p>
<p>A comissão responsável pela fiscalização será composta por:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Bruno dos Santos Ferreira, coordenador de Manutenção;</li>
<li>Rodolfo Carvalho Guedes, coordenador de Manutenção;</li>
<li>Andre Mauricio dos Santos Feitosa, coordenador de Manutenção.</li>
</ul>
<p>Bruno dos Santos Ferreira presidirá a comissão.</p>
<p>O grupo deverá acompanhar a execução dos contratos e atestar os documentos fiscais, de acordo com as regras administrativas da companhia.</p>
<p>As designações foram estabelecidas pelas Portarias P nº 281, 283 e 284, todas de 9 de outubro de 2026.</p>
<p>A manutenção é uma das atividades fundamentais para a continuidade dos serviços de transporte coletivo.</p>
<p>Ônibus que apresentam problemas mecânicos precisam passar por avaliação e reparação antes de retornar à circulação em condições adequadas.</p>
<p>Quanto maior a utilização diária da frota, maior a importância do planejamento das intervenções, da disponibilidade de peças compatíveis e do acompanhamento das condições de funcionamento dos veículos.</p>
<p>No transporte de passageiros, esses fatores estão relacionados à regularidade das viagens e à capacidade de manter a frota programada em operação.</p>
<p>Isso não significa que a simples contratação de peças resulte automaticamente em aumento da oferta de ônibus.</p>
<p>A disponibilidade depende também da execução dos serviços de manutenção, das condições dos veículos e do planejamento operacional.</p>
<h2>Três contratos e diferentes conjuntos mecânicos</h2>
<p>As publicações permitem identificar os seguintes objetos:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Contrato</th>
<th>Materiais previstos</th>
</tr>
<tr>
<td>261/2026</td>
<td>Filtros lubrificantes para caixas de marcha Voith Turbo</td>
</tr>
<tr>
<td>263/2026</td>
<td>Materiais para chassis Mercedes-Benz O500, motor OM457, Euro 5 e Euro 6-G</td>
</tr>
<tr>
<td>264/2026</td>
<td>Materiais para chassis Mercedes-Benz O500, motor OM457, Euro 5 e Euro 6-G</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os três instrumentos estão vinculados à manutenção preventiva e corretiva da frota municipal.</p>
<p>Os atos entraram em vigor na data de publicação.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>ANTT apreende cinco ônibus clandestinos que seguiam para o Sul e lacra duas agências de turismo no Ceará</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/antt-apreende-cinco-onibus-clandestinos-que-seguiam-para-o-sul-e-lacra-duas-agencias-de-turismo-no-ceara/</link>
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    <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 21:04:06 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículos fiscalizados na região de Ipu apresentavam pneus sem condições de uso, falhas elétricas e problemas nas saídas de emergência; estabelecimentos comercializavam viagens interestaduais sem autorização ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apreendeu cinco ônibus que realizavam transporte clandestino de passageiros na região de Ipu, no Ceará, com destino à região Sul [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="828" height="615" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261020-WA0193.jpg?fit=828%2C615&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261020-WA0193.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261020-WA0193.jpg?resize=300%2C223&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261020-WA0193.jpg?resize=150%2C111&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261020-WA0193.jpg?resize=768%2C570&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261020-WA0193.jpg?resize=400%2C297&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Veículos fiscalizados na região de Ipu apresentavam pneus sem condições de uso, falhas elétricas e problemas nas saídas de emergência; estabelecimentos comercializavam viagens interestaduais sem autorização</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<div style="width: 1024px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-540237-2" width="1024" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-20-at-17.54.19.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-20-at-17.54.19.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-20-at-17.54.19.mp4</a></video></div>
<p><br /><br />A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apreendeu cinco ônibus que realizavam transporte clandestino de passageiros na região de Ipu, no Ceará, com destino à região Sul do país. Durante a fiscalização, que integra a Operação Rota Segura, também foram lacrados dois estabelecimentos de venda de passagens que comercializavam serviços interestaduais não autorizados pela agência.<br /><br />Segundo a ANTT, além da falta de autorização para realizar as viagens, os ônibus apresentavam irregularidades que comprometiam a segurança dos passageiros e da tripulação, incluindo pneus sem condições de uso, defeitos no sistema elétrico e problemas nas saídas de emergência. Os veículos foram autuados e recolhidos a um pátio credenciado da agência, que informou que a operação continua.<br /><br />Nas inspeções, os fiscais encontraram extintores de incêndio vencidos ou sem o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), ausência de faixas refletivas e para-brisas com trincas acima dos limites permitidos pela legislação.<br /><br />Também foram identificadas saídas de emergência sem sinalização adequada ou com defeitos nos dispositivos de abertura. De acordo com a agência, o conjunto de falhas impedia a circulação dos ônibus.<br /><br />A fiscalização alcançou ainda a comercialização das viagens. Os dois estabelecimentos lacrados ofertavam passagens para serviços de transporte interestadual de passageiros sem autorização da ANTT.<br /><br /><strong>Fiscalização verifica autorização e condições de segurança</strong><br /><br />O caso reúne dois aspectos que precisam ser observados na contratação de uma viagem: a regularidade do serviço e as condições do veículo. Na operação em Ipu, a ANTT identificou problemas nas duas frentes.<br /><br />A autorização permite verificar quem é o responsável pelo transporte e se o serviço oferecido corresponde à atividade que a empresa está habilitada a realizar. Já a inspeção dos ônibus permite identificar falhas que podem passar despercebidas pelo passageiro no momento da compra.<br /><br />Os equipamentos apontados na fiscalização têm funções diretamente relacionadas à proteção dos ocupantes. As saídas de emergência precisam estar identificadas e em condições de abertura para permitir a retirada de pessoas em situações de risco. Extintores, pneus e instalações elétricas também exigem manutenção e verificação, enquanto as faixas refletivas ajudam na identificação do veículo por outros motoristas, especialmente à noite.<br /><br />Por isso, a aparência externa do ônibus, o anúncio de equipamentos de conforto ou a oferta de uma viagem de longa distância não bastam para demonstrar que o transporte está regular e em condições adequadas.<br /><br />A atuação nos pontos de venda também permite alcançar a oferta do serviço antes do embarque. A existência de uma agência de turismo ou de um estabelecimento comercial, por si só, não comprova que a transportadora contratada tenha autorização para executar a viagem anunciada.<br /><br /><strong>O que conferir antes de comprar e embarcar</strong><br /><br />Antes de pagar, o passageiro deve identificar a empresa que efetivamente realizará o transporte. Quando houver uma agência ou outro intermediário na venda, é importante obter também o nome e o CNPJ da transportadora, além das informações sobre origem, destino, horário e local de embarque.<br /><br />Esses dados ajudam na consulta à ANTT e na identificação do responsável pelo serviço. A verificação deve considerar a viagem oferecida, além da identificação da empresa.<br /><br />Preço baixo, embarque fora de uma rodoviária ou venda pela internet, isoladamente, não comprovam clandestinidade. Da mesma forma, um ponto de venda físico ou um anúncio com fotografias de ônibus não asseguram a regularidade. O cuidado é conferir quem fará o transporte e esclarecer dúvidas antes da contratação.<br /><br />Também é recomendável guardar comprovantes de pagamento, bilhetes, contratos e mensagens trocadas com o vendedor. Esses registros permitem documentar o que foi ofertado e ajudam a fundamentar uma reclamação ou denúncia.<br /><br />No embarque, o passageiro deve observar as condições visíveis do ônibus, a disponibilidade do cinto de segurança e a identificação das saídas de emergência. Pneus aparentemente danificados, vidros com avarias e dispositivos de segurança quebrados são motivos para pedir esclarecimentos e comunicar a fiscalização.<br /><br />Essa observação não substitui a inspeção técnica. Parte dos defeitos depende de avaliação especializada, como ocorreu na operação realizada no Ceará.<br /><br /><strong>Como pedir informações e denunciar</strong><br /><br />A ANTT disponibiliza canais para esclarecer dúvidas sobre a regularidade das empresas e receber denúncias de transporte interestadual irregular:<br /><br />&#8211; WhatsApp: (61) 99688-4306.<br />&#8211; Telefone: 166.<br />&#8211; E-mail: ouvidoria@antt.gov.br.<br /><br />Ao registrar uma denúncia, é útil informar a placa do ônibus, o nome da empresa, o local e o horário do embarque, a origem e o destino da viagem e a irregularidade observada. Fotografias e comprovantes podem ajudar, desde que obtidos sem exposição do passageiro a situações de risco.<br /><br />A agência mantém atendimento eletrônico pelo telefone 166 durante 24 horas. O atendimento humano nesse canal funciona de segunda-feira a sábado, das 7h às 19h.<br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Semob do DF apura uso irregular de cartões de ônibus e reabre investigação sobre contrato de fiscalização de obras em terminais e ciclovias</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/semob-do-df-apura-uso-irregular-de-cartoes-de-onibus-e-reabre-investigacao-sobre-contrato-de-fiscalizacao-de-obras-em-terminais-e-ciclovias/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 20:31:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Governo notifica passageiros por suspeitas de irregularidades na bilhetagem, com possibilidade de suspensão dos benefícios por até um ano e cobrança de valores; outra investigação envolve contrato de 2013 para supervisão de obras do Programa de Transporte Urbano do Distrito Federal ADAMO BAZANI A Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob) [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="946" height="627" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/df-bh.jpg?fit=946%2C627&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/df-bh.jpg?w=946&amp;ssl=1 946w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/df-bh.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/df-bh.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/df-bh.jpg?resize=768%2C509&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/df-bh.jpg?resize=400%2C265&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 946px) 100vw, 946px" /> <p><em>Governo notifica passageiros por suspeitas de irregularidades na bilhetagem, com possibilidade de suspensão dos benefícios por até um ano e cobrança de valores; outra investigação envolve contrato de 2013 para supervisão de obras do Programa de Transporte Urbano do Distrito Federal</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob) abriu novos procedimentos de fiscalização relacionados ao uso de cartões do transporte coletivo e retomou uma investigação sobre possíveis irregularidades em um antigo contrato de supervisão de obras de terminais de ônibus e ciclovias. Os atos foram publicados no Diário Oficial. No caso da bilhetagem, passageiros estão sendo notificados por suspeitas de utilização indevida dos cartões e poderão ser obrigados a devolver valores aos cofres públicos, além de sofrer suspensão dos benefícios, conforme a gravidade e a comprovação das irregularidades.</p>
<p>A segunda frente envolve a reinstauração de uma Tomada de Contas Especial sobre um contrato firmado em 2013 para acompanhamento técnico, fiscalização e controle tecnológico de obras do Programa de Transporte Urbano do Distrito Federal (PTU/DF). O procedimento administrativo foi originalmente instaurado em 2023 e voltou a ser formalizado em 2026, com prazo de 60 dias para os trabalhos da comissão responsável. As duas medidas tratam de situações diferentes, mas estão relacionadas à fiscalização dos recursos destinados ao transporte público, tanto no custeio das viagens quanto na execução de obras de infraestrutura.</p>
<h3>Passageiros são notificados por suspeitas de uso irregular de cartões</h3>
<p>A Diretoria de Controle do Sistema de Bilhetagem (Dicob), vinculada à Subsecretaria de Arrecadação, Gestão e Controle de Gratuidades da Semob, publicou uma relação de usuários do Sistema de Transporte Público Coletivo do Distrito Federal submetidos a procedimentos administrativos.</p>
<p>As notificações envolvem suspeitas de utilização indevida dos cartões e a possibilidade de ressarcimento de recursos públicos utilizados de maneira irregular.</p>
<p>Os passageiros relacionados nos avisos têm prazo de dez dias úteis, contado da publicação, para apresentar recurso.</p>
<p>A documentação pode ser entregue presencialmente no atendimento do BRB Mobilidade, no mezanino da Rodoviária do Plano Piloto, loja 21, em Brasília, ou em outros postos do BRB Mobilidade no Distrito Federal.</p>
<p>O valor de eventual prejuízo a ser ressarcido será comunicado durante o processo administrativo.</p>
<p>A Semob também publicou uma notificação de prosseguimento dos trâmites processuais referente ao deferimento de defesas prévias ou recursos apresentados por usuários.</p>
<p>A existência desses procedimentos permite a análise individualizada das situações e o exercício do direito de defesa dos passageiros.</p>
<h3>O que é considerado uso irregular dos cartões de transporte?</h3>
<p>O Distrito Federal possui regras específicas para a fiscalização dos cartões utilizados nos ônibus e no metrô.</p>
<p>A principal regulamentação foi estabelecida pela Portaria nº 131, de 12 de maio de 2025, posteriormente complementada por outros atos.</p>
<p>A norma considera os cartões do Sistema de Bilhetagem Automática pessoais e intransferíveis, com exceção do bilhete avulso por QR Code, destinado a uma única viagem.</p>
<p>Entre as situações classificadas como uso irregular estão o empréstimo do cartão a terceiros, a comercialização de passagens ou créditos, a utilização fora da finalidade do benefício, a apresentação de documentos falsos, a clonagem de cartões e o acúmulo indevido de gratuidades.</p>
<p>Também são previstas regras específicas para o número de acessos permitidos diariamente.</p>
<p>Os cartões vinculados ao Passe Livre Estudantil, Passe Livre Pessoa com Deficiência, Criança Candanga, Sênior e Vale-Transporte possuem limite geral de oito acessos por dia, observadas as condições específicas de cada modalidade.</p>
<p>No caso das pessoas com deficiência que possuem direito a acompanhante, a regulamentação estabelece condições próprias para utilização dos acessos.</p>
<p>O uso dos créditos de acompanhante pelo titular e a utilização do benefício pelo acompanhante desacompanhado do beneficiário são situações tratadas pela norma.</p>
<p>Também podem ser identificados como irregulares acessos realizados em intervalos inferiores a um minuto entre utilizações, ressalvadas as exceções previstas, ou em intervalo inferior a 30 minutos no mesmo ponto.</p>
<p>A fiscalização alcança ainda situações de comercialização de créditos mediante utilização irregular das regras de integração tarifária.</p>
<h3>Biometria facial é utilizada para identificar possíveis irregularidades</h3>
<p>A regulamentação também prevê a utilização de biometria facial para verificar a correspondência entre o titular do cartão e a pessoa que utiliza o benefício.</p>
<p>Inconsistências identificadas durante a utilização dos cartões podem ser registradas pelos operadores do transporte coletivo e pelo Metrô-DF.</p>
<p>Essas ocorrências são encaminhadas para avaliação administrativa, permitindo que o órgão responsável examine os registros e os elementos de identificação.</p>
<p>A biometria é uma das ferramentas de fiscalização utilizadas no sistema, especialmente em situações nas quais existe suspeita de cessão do benefício a terceiros.</p>
<p>A análise dos registros integra o procedimento administrativo, que deve assegurar ao passageiro a possibilidade de apresentar esclarecimentos, documentos e recursos.</p>
<p>A regulamentação também estabelece que, quando esgotadas as tentativas de contato pelos meios cadastrados pelo usuário, a notificação poderá ocorrer por publicação no Diário Oficial.</p>
<h3>Suspensão pode chegar a 12 meses e valores poderão ser cobrados</h3>
<p>A legislação distrital estabelece penalidades proporcionais aos prejuízos apurados, depois da conclusão dos procedimentos administrativos.</p>
<p>Para suspeitas de irregularidades envolvendo valores de até R$ 350, a regulamentação prevê advertência e registro da ocorrência, observadas as regras específicas de cada modalidade de cartão e de reincidência.</p>
<p>Quando o prejuízo comprovado ultrapassa R$ 350, as penalidades podem incluir suspensão do benefício e ressarcimento integral dos valores.</p>
<p>As faixas estabelecidas são:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Prejuízo apurado</th>
<th>Suspensão prevista</th>
</tr>
<tr>
<td>De R$ 350,01 a R$ 500</td>
<td>3 meses</td>
</tr>
<tr>
<td>De R$ 500,01 a R$ 750</td>
<td>6 meses</td>
</tr>
<tr>
<td>De R$ 750,01 a R$ 1.000</td>
<td>9 meses</td>
</tr>
<tr>
<td>Acima de R$ 1.000</td>
<td>12 meses</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Existem disposições específicas para cartões estudantis, benefícios de pessoas com deficiência e outras modalidades de gratuidade.</p>
<p>A norma também prevê consequências para a reincidência e a possibilidade de cobrança administrativa dos valores, inclusive com inscrição de débitos na Dívida Ativa do Distrito Federal em situações previstas na regulamentação.</p>
<p>Para os cartões Vale-Transporte e Mobilidade, o ressarcimento integral do dano, incluindo encargos aplicáveis, permite a revogação da suspensão nos termos da portaria.</p>
<p>Os usuários têm direito à defesa e ao recurso administrativo, com prazo de dez dias úteis nas etapas estabelecidas.</p>
<p>Quando a defesa é acolhida, a regulamentação determina o restabelecimento dos créditos ou benefícios tarifários em até três dias úteis.</p>
<h3>Outra investigação envolve contrato de 2013 para obras de terminais e ciclovias</h3>
<p>Além das ações de fiscalização da bilhetagem, a Semob determinou a reinstauração de uma Tomada de Contas Especial relacionada à execução do contrato de supervisão nº 19/2013-ST.</p>
<p>O procedimento busca apurar possíveis irregularidades na prestação dos serviços contratados e examinar fatos, ações ou omissões relacionados à execução do contrato.</p>
<p>Uma pesquisa em publicações oficiais anteriores permitiu identificar o objeto do contrato, que estava associado à supervisão, ao acompanhamento técnico e ao controle tecnológico de obras civis, projetos e fornecimentos destinados à implantação e reforma de terminais de ônibus urbanos e à construção de ciclovias.</p>
<p>Esses serviços integravam o Programa de Transporte Urbano do Distrito Federal, conhecido como PTU/DF.</p>
<p>A contratação previa o acompanhamento das etapas de execução das obras, incluindo fiscalização técnica, verificação de prazos, controle da qualidade dos serviços e conferência da documentação necessária aos pagamentos.</p>
<p>A investigação administrativa procura examinar a regularidade da execução contratual, por meio de procedimento de controle interno.</p>
<p>A tomada de contas é um instrumento utilizado pela administração pública para apurar fatos que possam ter causado prejuízo aos cofres públicos, identificar responsabilidades e quantificar eventuais danos.</p>
<p>A apuração pode resultar em providências administrativas e encaminhamentos aos órgãos de controle competentes, conforme as conclusões dos trabalhos.</p>
<h3>Investigação começou em 2023 e teve novas movimentações em 2026</h3>
<p>O histórico dos atos oficiais mostra que a investigação teve início formal em outubro de 2023.</p>
<p>A Portaria nº 263, de 31 de outubro daquele ano, instituiu a Tomada de Contas Especial para apurar possíveis irregularidades no contrato de supervisão.</p>
<p>O ato foi publicado no Diário Oficial de 6 de novembro de 2023 e designou uma comissão integrada por Marcelo Barbosa da Conceição, Márcia Costa Gama e Márcio da Silva Sousa.</p>
<p>Em março de 2026, outra portaria determinou a reinstauração do procedimento, preservando os trabalhos já realizados anteriormente.</p>
<p>A medida foi publicada na edição de 6 de abril de 2026.</p>
<p>Poucos dias depois, em 9 de abril, a Semob publicou a substituição de um dos integrantes da comissão, com a entrada de Pablo Alves Oliveira no lugar de Márcio da Silva Sousa.</p>
<p>Agora, em outubro, a secretaria voltou a formalizar a continuidade da apuração, por meio da Portaria nº 292, de 14 de outubro de 2026.</p>
<p>O novo ato estabelece prazo de 60 dias para o desenvolvimento dos trabalhos e apresentação do relatório conclusivo.</p>
<p>A possibilidade de examinar fatos relacionados ao contrato também está expressamente prevista na decisão administrativa, permitindo que a comissão analise documentos e ocorrências conexas identificadas durante a investigação.</p>
<h3>Por que a fiscalização desses contratos é importante para o transporte público?</h3>
<p>Os contratos de supervisão exercem papel importante na execução de obras públicas.</p>
<p>No caso de terminais de ônibus, a qualidade da infraestrutura interfere diretamente nas condições de embarque e desembarque, segurança, acessibilidade e organização das operações.</p>
<p>A implantação e reforma de terminais exigem acompanhamento de aspectos como pavimentação, drenagem, estruturas de embarque, instalações e condições de circulação de passageiros e veículos.</p>
<p>Os contratos de supervisão têm a finalidade de apoiar o poder público na verificação da correspondência entre aquilo que foi contratado, os serviços efetivamente executados e os pagamentos realizados.</p>
<p>No caso das ciclovias, o acompanhamento técnico também envolve condições de segurança, execução dos projetos e qualidade da infraestrutura entregue.</p>
<p>A Tomada de Contas Especial instaurada pela Semob faz parte dos mecanismos de fiscalização administrativa desses serviços.</p>
<p>A apuração ocorre em paralelo às medidas de controle da bilhetagem eletrônica, que envolvem o uso de recursos públicos para custear benefícios tarifários e gratuidades.</p>
<p>A fiscalização dos dois segmentos — arrecadação e utilização dos cartões, de um lado, e execução dos contratos de infraestrutura, de outro — integra as responsabilidades do poder público sobre a aplicação dos recursos destinados à mobilidade urbana.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Prefeitura de São Paulo aponta ausência de postos de atendimento do SPTaxi em decisão sobre equipamento de taxímetro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/prefeitura-de-sao-paulo-aponta-ausencia-de-postos-de-atendimento-do-sptaxi-em-decisao-sobre-equipamento-de-taximetro/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/prefeitura-de-sao-paulo-aponta-ausencia-de-postos-de-atendimento-do-sptaxi-em-decisao-sobre-equipamento-de-taximetro/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 20:01:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Departamento de Transportes Públicos autorizou retirada de desacoplador de veículo e determinou que equipamento fique sob responsabilidade de oficina credenciada ou do interessado; decisão menciona a concessionária Taksim ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo registrou que a concessionária responsável pelo aplicativo oficial SPTaxi não mantém postos de atendimento ao cidadão nas dependências do Departamento [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="345" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ranque.webp?fit=600%2C345&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ranque.webp?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ranque.webp?resize=300%2C173&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ranque.webp?resize=150%2C86&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ranque.webp?resize=400%2C230&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <p><em>Departamento de Transportes Públicos autorizou retirada de desacoplador de veículo e determinou que equipamento fique sob responsabilidade de oficina credenciada ou do interessado; decisão menciona a concessionária Taksim</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo registrou que a concessionária responsável pelo aplicativo oficial SPTaxi não mantém postos de atendimento ao cidadão nas dependências do Departamento de Transportes Públicos (DTP) ou em outro endereço divulgado. A informação consta de um despacho publicado no Diário Oficial da Cidade desta terça-feira, 20 de outubro de 2026, relacionado à autorização para retirada de um dispositivo instalado em um táxi.</p>
<p>A decisão envolve o veículo de placas GFxxx, cujo responsável solicitou autorização para desinstalar um equipamento desacoplador. O DTP permitiu a retirada por oficinas credenciadas pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) e pela Taksim Inteligência em Mobilidade Urbana, estabelecendo que o dispositivo poderá permanecer sob a guarda da oficina credenciada ou do próprio interessado, diante da situação dos postos de atendimento mencionada pela Prefeitura.</p>
<p>O pedido foi apresentado por José XXXX e recebeu autorização administrativa do Departamento de Transportes Públicos.</p>
<p>A decisão chama a atenção não apenas pelo procedimento técnico relacionado ao veículo, mas também pela referência expressa à estrutura de atendimento ao público vinculada ao aplicativo oficial de táxis da capital paulista.</p>
<h3>O que determinou o Departamento de Transportes Públicos</h3>
<p>O despacho autoriza a desinstalação do dispositivo desacoplador do veículo identificado no procedimento.</p>
<p>Para a execução do serviço, a Prefeitura estabelece que a retirada deverá ser realizada por oficinas credenciadas pelo Ipem e pela empresa Taksim Inteligência em Mobilidade Urbana.</p>
<p>O equipamento retirado deverá permanecer sob a guarda e responsabilidade da oficina credenciada pela empresa ou do próprio interessado.</p>
<p>A justificativa apresentada pelo DTP é a ausência de postos de atendimento da concessionária do aplicativo oficial SPTaxi nas dependências do departamento ou em endereço divulgado.</p>
<p>O registro é relevante porque o atendimento presencial pode ser necessário para determinados procedimentos envolvendo equipamentos, documentação e serviços destinados aos profissionais do setor.</p>
<p>A publicação, entretanto, trata especificamente da autorização de desinstalação e da responsabilidade pela guarda do dispositivo.</p>
<p>Não determina a interrupção do funcionamento do aplicativo, o cancelamento da concessão ou a suspensão de serviços prestados aos taxistas.</p>
<h3>SPTaxi integra os serviços oficiais destinados aos taxistas da capital</h3>
<p>O SPTaxi é o aplicativo oficial da Prefeitura de São Paulo relacionado ao serviço de táxis da cidade.</p>
<p>A plataforma se insere no conjunto de instrumentos utilizados para organizar a prestação do serviço, aproximar passageiros e profissionais e oferecer funcionalidades relacionadas à operação dos táxis.</p>
<p>A Taksim Inteligência em Mobilidade Urbana é mencionada no despacho como concessionária associada ao aplicativo.</p>
<p>O Departamento de Transportes Públicos, por sua vez, é o órgão municipal responsável por atividades de regulamentação e administração dos serviços sob sua competência, incluindo o transporte individual de passageiros por táxi.</p>
<p>Na capital paulista, os serviços de táxi estão sujeitos a regras específicas que envolvem autorização, identificação dos veículos, equipamentos, fiscalização e condições de operação.</p>
<p>O Ipem participa da estrutura de controle metrológico de equipamentos sujeitos à verificação, como os taxímetros.</p>
<p>A exigência de realização do procedimento em oficinas credenciadas busca assegurar que a intervenção seja feita por estabelecimentos habilitados.</p>
<h3>Referência aos postos de atendimento abre discussão sobre serviços oferecidos aos profissionais</h3>
<p>A afirmação registrada no despacho merece atenção porque envolve a disponibilidade de canais presenciais para os taxistas que precisam resolver questões relacionadas ao aplicativo e aos equipamentos associados à prestação do serviço.</p>
<p>É necessário, entretanto, distinguir a constatação administrativa da existência de eventual descumprimento contratual.</p>
<p>A publicação não apresenta conclusão sobre responsabilidade da concessionária, aplicação de penalidade ou violação de cláusulas específicas do contrato.</p>
<p>Também não esclarece se existem outros canais de atendimento disponíveis, como suporte eletrônico ou telefônico, nem informa o histórico da estrutura anteriormente oferecida.</p>
<p>Esses pontos são importantes para avaliar quais obrigações de atendimento foram estabelecidas e como os taxistas conseguem realizar procedimentos técnicos e administrativos.</p>
<p>No caso publicado nesta terça-feira, a solução determinada pelo DTP foi permitir que o equipamento retirado permanecesse com a oficina credenciada ou com o próprio interessado, sem exigir sua entrega em um posto da concessionária.</p>
<p>A medida se refere ao procedimento analisado e não representa autorização geral para a retirada indiscriminada de equipamentos de outros veículos.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Artesp renova registros de Bizoca, Intervale, Expresso Mundial e Ronaldo Inacio da Silva Transportes</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/artesp-renova-registros-de-bizoca-intervale-expresso-mundial-e-ronaldo-inacio-da-silva-transportes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 19:30:21 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Três empresas tiveram renovação para fretamento eventual e contínuo por cinco anos; outro ato mantém registro no Serviço Especial Conveniado por um ano ADAMO BAZANI A Artesp autorizou a renovação dos registros de Bizoca Fretamento de Veículos, Intervale Transporte e Turismo e Expresso Mundial para transporte coletivo intermunicipal de passageiros sob fretamento em São Paulo. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="943" height="635" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/21010.jpg?fit=943%2C635&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/21010.jpg?w=943&amp;ssl=1 943w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/21010.jpg?resize=300%2C202&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/21010.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/21010.jpg?resize=768%2C517&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/21010.jpg?resize=400%2C269&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 943px) 100vw, 943px" /> <p><em>Três empresas tiveram renovação para fretamento eventual e contínuo por cinco anos; outro ato mantém registro no Serviço Especial Conveniado por um ano</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Artesp autorizou a renovação dos registros de Bizoca Fretamento de Veículos, Intervale Transporte e Turismo e Expresso Mundial para transporte coletivo intermunicipal de passageiros sob fretamento em São Paulo. As decisões foram publicadas no Diário Oficial do Estado e abrangem as modalidades eventual e contínua.</p>
<p>Os três registros terão prazo de cinco anos a partir de 15 de dezembro de 2026. Em outro ato, a agência renovou por um ano, contado da publicação, o registro da Ronaldo Inacio da Silva Transportes no Serviço Especial Conveniado, identificado pela sigla SEC.</p>
<h3>Três renovações abrangem fretamento eventual e contínuo</h3>
<p>As autorizações foram expedidas pela Superintendência de Transporte Coletivo da agência e mantêm o cadastramento das empresas nas modalidades expressamente indicadas.</p>
<p>O fretamento eventual atende a deslocamentos contratados para ocasiões específicas. O contínuo está associado a serviços recorrentes. Os certificados publicados tratam da renovação do registro das transportadoras, sem anunciar novas linhas regulares ou horários de atendimento ao público.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>CNPJ</th>
<th>Modalidades e prazo</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Bizoca Fretamento de Veículos Ltda.</td>
<td>11.879.057/0001-29</td>
<td>Eventual e contínuo; cinco anos a partir de 15/12/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Intervale Transporte e Turismo Ltda.</td>
<td>05.737.091/0001-66</td>
<td>Eventual e contínuo; cinco anos a partir de 15/12/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Expresso Mundial — Agência de Viagens, Locação de Veículos, Transporte e Turismo Ltda.</td>
<td>18.785.716/0001-07</td>
<td>Eventual e contínuo; cinco anos a partir de 15/12/2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A Bizoca está cadastrada sob o registro F4-2370/21; a Intervale, sob o F5-2393/24; e a Expresso Mundial, sob o F5-2276/21.</p>
<h3>Serviço Especial Conveniado tem certificado próprio</h3>
<p>A renovação da Ronaldo Inacio da Silva Transportes Ltda., CNPJ 03.585.497/0001-45, foi publicada separadamente como certificado cadastral do Serviço Especial Conveniado.</p>
<p>A validade é de um ano a partir de 13 de outubro de 2026. Esse ato não deve ser apresentado como um quarto certificado de fretamento com prazo de cinco anos, porque o documento identifica outra categoria de registro e duração diferente.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Sindicato dos rodoviários de Governador Valadares marca eleição para 14 de janeiro de 2027</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/sindicato-dos-rodoviarios-de-governador-valadares-marca-eleicao-para-14-de-janeiro-de-2027/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 19:01:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Votação terá urna na sede e mesa itinerante nas empresas; eleitos terão mandato de março de 2027 a março de 2031 ADAMO BAZANI O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Governador Valadares (SINTTRO/GV), em Minas Gerais, marcou para 14 de janeiro de 2027 a eleição de sua diretoria, conselho fiscal e delegados representantes junto [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="718" height="480" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/135.jpg?fit=718%2C480&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/135.jpg?w=718&amp;ssl=1 718w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/135.jpg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/135.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/135.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 718px) 100vw, 718px" /> <p>Votação terá urna na sede e mesa itinerante nas empresas; eleitos terão mandato de março de 2027 a março de 2031</p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Governador Valadares (SINTTRO/GV), em Minas Gerais, marcou para 14 de janeiro de 2027 a eleição de sua diretoria, conselho fiscal e delegados representantes junto à Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado de Minas Gerais (Fettrominas). A votação ocorrerá das 8h às 17h, sem interrupção, com participação dos associados aptos a votar.</p>
<p>O edital, publicado no Diário Oficial de Minas Gerais, prevê uma mesa coletora fixa na sede do sindicato e outra itinerante, que percorrerá empresas de transporte da cidade onde houver associados eleitores. Os representantes eleitos, efetivos e suplentes, exercerão mandato de 29 de março de 2027 a 28 de março de 2031.</p>
<p>A convocação foi assinada pelo presidente do sindicato, Carlos Augusto Araújo. O prazo para registro de chapas é de cinco dias, contado a partir do primeiro dia útil após a publicação do aviso.</p>
<p>O requerimento de inscrição deverá ser dirigido ao presidente da entidade e poderá ser assinado por qualquer integrante da chapa, acompanhado da documentação exigida pelo estatuto.</p>
<p>Os pedidos, protocolos e documentos do processo eleitoral deverão ser apresentados por escrito, em meio físico, na secretaria do sindicato, na Rua São Paulo, nº 391, Centro de Governador Valadares. Durante o período de registro de chapas, o atendimento será das 8h às 11h e das 14h às 17h.</p>
<p>O edital exige participação de mais de 50% dos eleitores relacionados na lista. Se esse quórum não for alcançado, haverá uma segunda votação em 18 de janeiro de 2027, com exigência de participação de mais de 40% dos associados em condições de votar.</p>
<p>Caso seja necessária uma terceira votação, ela ocorrerá em 20 de janeiro de 2027 e será válida com participação de mais de 30% dos associados aptos. As votações adicionais seguirão os mesmos horários e condições da primeira, com participação apenas das chapas previamente registradas.</p>
<p>Após a publicação da relação de chapas inscritas, haverá prazo de três dias, contado do primeiro dia útil seguinte, para impugnações fundamentadas em prova documental. O edital também estabelece prazo de três dias, após a notificação, para recurso administrativo de candidatos ou chapas impugnados, com igual período para julgamento.</p>
<p>A apuração será realizada no mesmo dia do encerramento de cada votação. O edital completo e as demais orientações do processo eleitoral estão disponíveis no quadro de avisos da sede do sindicato.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Trensurb homologa compra de bancos de baterias por R$ 2,32 milhões para sistema ferroviário no Rio Grande do Sul</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/trensurb-homologa-compra-de-bancos-de-baterias-por-r-232-milhoes-para-sistema-ferroviario-no-rio-grande-do-sul/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 18:31:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Saft do Brasil venceu os dois lotes da licitação, com valores de R$ 1,64 milhão e R$ 684,9 mil; equipamentos integram investimentos na infraestrutura elétrica da empresa de trens metropolitanos ADAMO BAZANI A Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb) homologou a aquisição de bancos de baterias no valor total de R$ 2.328.503,50. A [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-19.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-19.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-19.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-19.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-19.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> <p><em>Saft do Brasil venceu os dois lotes da licitação, com valores de R$ 1,64 milhão e R$ 684,9 mil; equipamentos integram investimentos na infraestrutura elétrica da empresa de trens metropolitanos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb) homologou a aquisição de bancos de baterias no valor total de R$ 2.328.503,50. A empresa Saft do Brasil venceu os dois lotes da licitação, segundo publicação no Diário Oficial da União desta terça-feira, 20 de outubro de 2026. A contratação está relacionada ao fornecimento de equipamentos elétricos para a companhia federal responsável pelo sistema de trens metropolitanos da Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.</p>
<p>O resultado da licitação contempla dois lotes, sendo o primeiro de R$ 1.643.541,28 e o segundo de R$ 684.962,22. A aquisição faz parte das atividades de manutenção e atualização da infraestrutura da empresa. Os bancos de baterias são componentes utilizados em sistemas elétricos que precisam de armazenamento de energia, mas a publicação não especifica quais instalações da Trensurb receberão os equipamentos nem os detalhes de capacidade e tecnologia.</p>
<p>A homologação refere-se ao Pregão nº 86/2026, cujo objeto é a aquisição de bancos de baterias.</p>
<p>A distribuição dos valores ficou estabelecida da seguinte maneira:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Lote</th>
<th>Empresa vencedora</th>
<th>Valor</th>
</tr>
<tr>
<td>1</td>
<td>Saft do Brasil</td>
<td>R$ 1.643.541,28</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Saft do Brasil</td>
<td>R$ 684.962,22</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td></td>
<td>R$ 2.328.503,50</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A Saft do Brasil foi declarada vencedora dos dois lotes, de acordo com o resultado de julgamento e homologação divulgado pela Trensurb.</p>
<p>A publicação é assinada pelo pregoeiro Luciano Oliveira.</p>
<p>A homologação confirma o resultado do procedimento de compra, mas deve ser diferenciada da entrega efetiva dos equipamentos e da conclusão de sua instalação.</p>
<p>A informação publicada também não apresenta cronograma de fornecimento, quantidade de bancos adquiridos ou valores individuais por unidade.</p>
<p>Os bancos de baterias são conjuntos de acumuladores de energia que podem ser utilizados para garantir alimentação elétrica em situações nas quais a rede principal sofre interrupções ou oscilações.</p>
<p>Em instalações ferroviárias, dependendo do projeto, esses equipamentos podem atender circuitos de controle, sinalização, telecomunicações, sistemas de proteção e outros dispositivos que necessitam de alimentação elétrica contínua ou de emergência.</p>
<p>Sua utilização depende das características de cada instalação e das exigências técnicas dos sistemas aos quais estão conectados.</p>
<p>Os bancos de baterias não devem ser confundidos com as baterias de tração utilizadas em determinados veículos elétricos, cuja função principal é fornecer energia para sua movimentação.</p>
<p>Nos sistemas ferroviários eletrificados convencionais, como os trens metropolitanos operados pela Trensurb, o fornecimento de energia para movimentação das composições está relacionado à infraestrutura de alimentação elétrica da ferrovia.</p>
<p>A aquisição divulgada não significa que os trens passarão a funcionar por meio de baterias, nem permite afirmar que os equipamentos serão destinados diretamente às composições.</p>
<p>A definição da aplicação depende das especificações técnicas da compra.</p>
<p>Além da aquisição dos bancos de baterias, a edição desta terça-feira do Diário Oficial da União apresenta outra homologação da Trensurb, referente à contratação de obras de infraestrutura civil e implementação de quadros de comando e painéis elétricos de um sistema de drenagem.</p>
<p>O valor desta contratação é de R$ 426.123,97, em lote único.</p>
<p>Os sistemas de drenagem têm importância para a conservação da infraestrutura ferroviária, especialmente em instalações sujeitas ao acúmulo de água.</p>
<p>O funcionamento de bombas, quadros de comando e painéis elétricos permite controlar equipamentos empregados no escoamento de água, conforme as características do sistema instalado.</p>
<p>A manutenção dessas estruturas contribui para reduzir riscos operacionais associados a problemas de drenagem, embora a publicação não identifique especificamente o local de execução das obras.</p>
<p>A homologação dos bancos de baterias e a contratação relativa à drenagem somam R$ 2.754.627,47.</p>
<p>Os dois procedimentos possuem objetos distintos e devem ser tratados como investimentos separados na infraestrutura da companhia.</p>
<p>A Trensurb é responsável pelo serviço de trens metropolitanos que liga Porto Alegre a municípios da Região Metropolitana, incluindo Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo e Novo Hamburgo.</p>
<p>O sistema desempenha papel importante nos deslocamentos metropolitanos, com integração a outros meios de transporte e atendimento aos passageiros que se deslocam diariamente entre os municípios.</p>
<p>A manutenção dos equipamentos elétricos e das estruturas de apoio integra as necessidades permanentes de operação de uma ferrovia eletrificada.</p>
<p>Falhas nesses sistemas podem afetar instalações essenciais ao funcionamento dos serviços, mesmo quando não estão diretamente relacionadas aos motores dos trens.</p>
<p>Nesse contexto, a aquisição de bancos de baterias e os trabalhos envolvendo infraestrutura elétrica e drenagem fazem parte das contratações voltadas à manutenção da estrutura operacional.</p>
<p>A conclusão dos procedimentos de compra não deve ser confundida, entretanto, com a efetiva instalação dos equipamentos ou com a entrega de melhorias já realizadas.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Obras provocam alterações no trânsito de veículos nas rodovias da Ecovias Noroeste Paulista no interior de São Paulo até sábado (24)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/obras-provocam-alteracoes-no-transito-de-veiculos-nas-rodovias-da-ecovias-noroeste-paulista-no-interior-de-sao-paulo-ate-sabado-24/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/obras-provocam-alteracoes-no-transito-de-veiculos-nas-rodovias-da-ecovias-noroeste-paulista-no-interior-de-sao-paulo-ate-sabado-24/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 18:00:18 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços diurnos ocorrem das 7h às 17h, e no período noturno, das 21h às 7h VINÍCIUS DE OLIVEIRA Até sábado, 24 de outubro de 2026, as rodovias gerenciadas pela concessionária Ecovias Noroeste Paulista no interior de São Paulo sofrem alterações no trânsito de veículos. Serão realizadas obras, intervenções e manutenções nas rodovias Washington Luís (SP-310); [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/foto_ECOVIAS-NOROESTE-PAULISTA_Cronograma-de-obras_19.10-e1792427472195.jpeg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em class="_aupe copyable-text xkrh14z x1k4tb9n">Serviços diurnos ocorrem das 7h às 17h, e no período noturno, das 21h às 7h</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>Até sábado, 24 de outubro de 2026, as rodovias gerenciadas pela concessionária Ecovias Noroeste Paulista no interior de São Paulo sofrem alterações no trânsito de veículos.</p>
<p>Serão realizadas obras, intervenções e manutenções nas rodovias Washington Luís (SP-310); Brigadeiro Faria Lima (SP-326); Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil (SP-333); Comendador Pedro Monteleone (SP-351); José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto (SP-323).</p>
<p>Os serviços diurnos ocorrem das 7h às 17h, e as atuações noturnas, das 21h às 7h.</p>
<p>O cronograma está sujeito a alterações e pode ser acompanhado pelo Instagram@_econoreste.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para as obras de ampliação da Rodovia Washington Luís (SP-310), o fechamento de faixas de tráfego ocorrem no período diurno:</p>
<p style="font-weight: 400;">SÃO CARLOS &#8211; de segunda a quinta-feira, das 6 às 17 horas, de sexta-feira, diurna das 6 às 16 horas e sábado, das 7h às 17 horas e noturna das 21 às 5 horas da manhã.</p>
<p style="font-weight: 400;">CEDRAL &#8211; de segunda a quinta-feira, das 7 às 17 horas, de sexta-feira, das 7 às 16 horas e sábado, das 7h às 17 horas.</p>
<p style="font-weight: 400;">SÃO JOSÉ DO RIO PRETO &#8211; de segunda a quinta-feira, das 7h30 às 17 horas, de sexta-feira, das 7h30 às 16 horas e sábado, das 7h30 às 17 horas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS / MARGINAIS)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>São Carlos (SP-310) &#8211; </strong>Quilômetros 229 a 241 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição total do viaduto quilômetro 236+100m (Jardim Jockey Club).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição total da alça de acesso da Rodovia Dr. Paulo Lauro (SP-215), para a pista norte da SP-310 (sentido capital–interior), no dispositivo localizado no quilômetro 227.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Cedral (SP-310) </strong>&#8211; km 425-B (Pista Sul / Sentido Capital): Obras de adequação de acesso e nova estrutura de retorno. Nova rotatória na Rodovia João Neves: Estará fechada para adequações.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211; Quem segue pela Rodovia João Neves: Não poderá utilizar a rotatória para retornar a Potirendaba. O retorno deverá ser feito no quilômetro 421, em Cedral.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211; Quem vem de Potirendaba (sentido Rio Preto ou Cedral): O tráfego segue no padrão atual, sendo necessário também utilizar o retorno no quilômetro 421.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>São José do Rio Preto (SP-310) </strong>&#8211; km 434 (Ponte do Córrego dos Macacos / Conexão Av. Percy Gandini e Av. Mário Andreazza): Alargamento da ponte.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211; km 436: Obras de fundação para novo viaduto transversal.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211; km 440+600m ao 442 (Entre o Aeroporto e a Av. Juscelino K. Oliveira): Construção da via marginal, em ambos os sentidos.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211; km 442+650m (Acesso ao Aeroporto): Construção de dois viadutos.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211; km 442+650m ao 444+750m (Pista Sul / Sentido São José do Rio Preto &#8211; Mirassol): Obras da 3ª e 4ª faixa com possibilidade de interdição de uma faixa de rolamento.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211; km 443+700m: fechamento de duas alças de acesso na Avenida Fernando Bonvino, no Distrito Industrial, para obras na marginal na pista norte (sentido capital-interior).</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211; km 442+650m ao 444: construção das marginais</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211; km 439: Obras de fundação do viaduto da marginal que passará sobre a Avenida Alberto Andaló.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211; km 444+750m: Alargamento do viaduto pelo canteiro central (ambos os sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211; km 446: Continuidade das obras da marginal do Clube Monte Líbano.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8211; km 448: Continuidade das obras da marginal do Interior Eventos.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SERVIÇOS GERAIS (PAVIMENTO, SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL, MANUTENÇÃO E CONSERVA)</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Segunda-feira &#8211; 19/10 </strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara / Matão / Taquaritinga / Fernando Prestes / Santa Adélia / Pindorama / Catanduva / Catiguá / Ibirá / Uchoa / Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol &#8211; Quilômetros 227 a 454 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Sertãozinho / Barrinha / Jaboticabal / Taquaritinga / Itápolis / Borborema &#8211; Quilômetros 83 a 212 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Bebedouro / Pirangi / Paraíso / Palmares Paulista / Catanduva  &#8211; Quilômetros 151 a 218 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Taquaritinga / Monte Alto / Vista Alegre do Alto / Pirangi &#8211; Quilômetros 000 a 044 (diurna, dois sentidos).</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Terça-feira &#8211; 20/10                      </strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara / Matão / Taquaritinga / Fernando Prestes / Santa Adélia / Pindorama / Catanduva / Catiguá / Ibirá / Uchoa / Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol &#8211; Quilômetros 228 a 454 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Jaboticabal / Taquaritinga / Itápolis / Borborema &#8211; Quilômetros 109 a 212 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Bebedouro / Pirangi / Paraíso / Palmares Paulista / Catanduva  &#8211; Quilômetros 151 a 218 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Taquaritinga / Monte Alto / Vista Alegre do Alto / Pirangi &#8211; Quilômetros 000 a 044 (diurna, dois sentidos).</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Quarta-feira – 21/10</strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara / Matão / Taquaritinga / Fernando Prestes / Santa Adélia / Pindorama / Catanduva / Catiguá / Ibirá / Uchoa / Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol &#8211; Quilômetros 228 a 454 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Jaboticabal / Taquaritinga / Itápolis / Borborema &#8211; Quilômetros 119 a 212 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Bebedouro / Pirangi / Paraíso / Palmares Paulista / Catanduva &#8211; Quilômetros 151 a 218 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Taquaritinga / Monte Alto / Vista Alegre do Alto / Pirangi &#8211; Quilômetros 000 a 044 (diurna, dois sentidos).</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Quinta-feira &#8211; 22/10</strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara / Matão / Taquaritinga / Fernando Prestes / Santa Adélia / Pindorama / Catanduva / Catiguá / Ibirá / Uchoa / Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol &#8211; Quilômetros 228 a 454 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Jaboticabal / Taquaritinga / Itápolis / Borborema &#8211; Quilômetros 119 a 212 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Bebedouro / Pirangi / Paraíso / Palmares Paulista / Catanduva &#8211; Quilômetros 151 a 218 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Taquaritinga / Monte Alto / Vista Alegre do Alto / Pirangi &#8211; Quilômetros 000 a 044 (diurna, dois sentidos).</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Sexta-feira – 23/10</strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara / Matão / Taquaritinga / Fernando Prestes / Santa Adélia / Pindorama / Catanduva / Catiguá / Ibirá / Uchoa / Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol &#8211; Quilômetros 228 a 454 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Jaboticabal / Taquaritinga / Itápolis / Borborema &#8211; Quilômetros 119 a 212 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Bebedouro / Pirangi / Paraíso / Palmares Paulista / Catanduva &#8211; Quilômetros 151 a 218 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Taquaritinga / Monte Alto / Vista Alegre do Alto / Pirangi &#8211; Quilômetros 000 a 044 (diurna, dois sentidos).</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Sábado &#8211; 24/10</strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara / Matão / Taquaritinga / Fernando Prestes / Santa Adélia / Pindorama / Catanduva / Catiguá / Ibirá / Uchoa / Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol &#8211; Quilômetros 228 a 454 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Jaboticabal / Taquaritinga / Itápolis / Borborema &#8211; Quilômetros 119 a 212 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Bebedouro / Pirangi / Paraíso / Palmares Paulista / Catanduva &#8211; Quilômetros 151 a 218 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Taquaritinga / Monte Alto / Vista Alegre do Alto / Pirangi &#8211; Quilômetros 000 a 044 (diurna, dois sentidos).</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Domingo – 25/10</strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara / Matão / Taquaritinga / Fernando Prestes / Santa Adélia / Pindorama / Catanduva / Catiguá / Ibirá / Uchoa / Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol &#8211; Quilômetros 240 a 454 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Itápolis / Borborema &#8211; Quilômetros 187 a 212 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Catanduva &#8211; Quilômetros 205 a 218 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Pirangi &#8211; Quilômetros 036 a 044 (diurna, dois sentidos).</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/obras-provocam-alteracoes-no-transito-de-veiculos-nas-rodovias-da-ecovias-noroeste-paulista-no-interior-de-sao-paulo-ate-sabado-24/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=539934</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Infra S.A. (Valec) contrata sistema de auditoria e gestão de dados por R$ 10,79 milhões para atividades da estatal de transportes</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/infra-s-a-valec-contrata-sistema-de-auditoria-e-gestao-de-dados-por-r-1079-milhoes-para-atividades-da-estatal-de-transportes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/20/infra-s-a-valec-contrata-sistema-de-auditoria-e-gestao-de-dados-por-r-1079-milhoes-para-atividades-da-estatal-de-transportes/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 17:31:28 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Contrato de três anos foi firmado com a Athena Soluções em Informática e contempla licenciamento, atualizações e suporte de tecnologia para ambientes digitais da empresa federal ADAMO BAZANI A Infra S.A., estatal federal de infraestrutura de transportes cuja razão social é Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., contratou a Athena Soluções em Informática Ltda. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="792" height="432" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/valec-pode-impulsionar-infraestrutura-alavancar-economia-brasileira-820.jpg?fit=792%2C432&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/valec-pode-impulsionar-infraestrutura-alavancar-economia-brasileira-820.jpg?w=792&amp;ssl=1 792w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/valec-pode-impulsionar-infraestrutura-alavancar-economia-brasileira-820.jpg?resize=300%2C164&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/valec-pode-impulsionar-infraestrutura-alavancar-economia-brasileira-820.jpg?resize=150%2C82&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/valec-pode-impulsionar-infraestrutura-alavancar-economia-brasileira-820.jpg?resize=768%2C419&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/valec-pode-impulsionar-infraestrutura-alavancar-economia-brasileira-820.jpg?resize=400%2C218&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 792px) 100vw, 792px" /> <p><em>Contrato de três anos foi firmado com a Athena Soluções em Informática e contempla licenciamento, atualizações e suporte de tecnologia para ambientes digitais da empresa federal</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Infra S.A., estatal federal de infraestrutura de transportes cuja razão social é Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., contratou a Athena Soluções em Informática Ltda. por R$ 10,79 milhões para fornecer uma solução tecnológica de auditoria e governança de dados. O contrato foi publicado no Diário Oficial da Uniãoe terá vigência de 36 meses.</p>
<p>A contratação contempla ferramentas para controle e auditoria de informações em ambientes digitais utilizados pela estatal, incluindo Active Directory, servidores de arquivos e plataformas Microsoft 365. A solução será fornecida em modelo de assinatura ou licenciamento, com direito de uso, atualizações e suporte técnico, e faz parte da estrutura de tecnologia utilizada pela empresa responsável por atividades relacionadas ao planejamento e ao desenvolvimento de projetos federais de infraestrutura de transportes.</p>
<h3>Contrato prevê licenciamento e suporte por três anos</h3>
<p>O Contrato nº 031/2026 foi firmado entre a Infra S.A., inscrita no CNPJ 42.150.664/0001-87, e a Athena Soluções em Informática Ltda., CNPJ 28.234.200/0001-28.</p>
<p>O valor contratado é de R$ 10.790.000,00.</p>
<p>A contratação decorre do Pregão Eletrônico nº 005/2026 e está vinculada à nota de empenho 2026NE000337.</p>
<p>A solução deverá funcionar em diferentes ambientes digitais da estatal.</p>
<p>O Active Directory é utilizado na administração de identidades, contas e permissões de acesso em redes corporativas.</p>
<p>Os servidores de arquivos armazenam documentos e informações institucionais, enquanto as plataformas Microsoft 365 reúnem ferramentas utilizadas em comunicação, produção de documentos, colaboração e gestão de dados.</p>
<p>O contrato abrange o direito de uso da solução tecnológica e o acesso às atualizações disponibilizadas pelo fabricante.</p>
<p>O fornecimento inclui suporte técnico associado ao licenciamento, nas condições previstas no edital e no termo de referência.</p>
<h3>Tecnologia integra atividades administrativas da estatal</h3>
<p>A Infra S.A. atua em projetos, estudos e atividades de planejamento e desenvolvimento de infraestrutura de transportes.</p>
<p>Essas atividades demandam o armazenamento e o processamento de documentos técnicos, informações administrativas, dados contratuais e registros de projetos.</p>
<p>Sistemas de auditoria e governança de dados são utilizados para acompanhar acessos, permissões e procedimentos de administração das informações.</p>
<p>A contratação da Athena está relacionada à infraestrutura tecnológica interna da estatal.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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