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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Santo Anjo, do Grupo Garcia/Brasil Sul, está entre 36 empresas autorizadas pela ANTT para fretamento interestadual e internacional</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/santo-anjo-do-grupo-garcia-brasil-sul-esta-entre-36-empresas-autorizadas-pela-antt-para-fretamento-interestadual-e-internacional/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 08:01:17 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Fretamento]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quatro decisões publicadas nesta terça-feira habilitam transportadoras para serviços contratados de passageiros; atos são independentes da Primeira Janela Extraordinária de linhas regulares ADAMO BAZANI A Santo Anjo, empresa catarinense incorporada ao grupo Garcia/Brasil Sul, está entre as 36 transportadoras autorizadas pela ANTT a prestar serviços de fretamento interestadual e internacional de passageiros em quatro decisões [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="788" height="477" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/santoanjo3812.jpg?fit=788%2C477&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/santoanjo3812.jpg?w=788&amp;ssl=1 788w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/santoanjo3812.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/santoanjo3812.jpg?resize=150%2C91&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/santoanjo3812.jpg?resize=768%2C465&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/santoanjo3812.jpg?resize=400%2C242&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 788px) 100vw, 788px" /> <p><em>Quatro decisões publicadas nesta terça-feira habilitam transportadoras para serviços contratados de passageiros; atos são independentes da Primeira Janela Extraordinária de linhas regulares</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Santo Anjo, empresa catarinense incorporada ao grupo Garcia/Brasil Sul, está entre as 36 transportadoras autorizadas pela ANTT a prestar serviços de fretamento interestadual e internacional de passageiros em quatro decisões publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira, 6 de outubro de 2026. As autorizações permitem que as empresas acessem o sistema de emissão das licenças necessárias à realização das viagens, observadas as exigências da regulamentação.</p>
<p>Os atos abrangem transporte contratado em regime de fretamento, como viagens de grupos e serviços contínuos para públicos determinados. São decisões independentes da Primeira Janela Extraordinária: não concedem novas linhas regulares nem apresentam mercados, itinerários ou autorização de venda individual de passagens em serviços regulares.</p>
<h3>Santo Anjo é a empresa cuja aquisição foi anunciada em novembro de 2023</h3>
<p>A decisão identifica a Empresa Santo Anjo da Guarda S/A, com CNPJ 86.431.749/0001-09 e Termo de Autorização de Fretamento 420405. O cadastro coincide com o da transportadora catarinense conhecida pela marca Santo Anjo.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 13 de novembro de 2023, a Garcia/Brasil Sul anunciou naquela data a aquisição inicial de 49% da Santo Anjo. O comunicado previa a compra de 100% após anuência prévia da ANTT, e o grupo assumiria a operação das linhas ainda naquele mês.</p>
<p>Portanto, a aquisição anunciada remonta a novembro de 2023. A autorização de fretamento publicada agora é outro ato e não constitui aprovação de compra ou transferência de controle.</p>
<p>A Santo Anjo foi fundada em 1947 por Herbert Falk e consolidou sua atuação no transporte rodoviário do Sul do país. Na ocasião do anúncio da aquisição, a cobertura registrou sua presença nas ligações entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul.</p>
<h3>O que a autorização permite e por que ainda são necessárias licenças de viagem</h3>
<p>O Termo de Autorização de Fretamento, conhecido como TAF, habilita a transportadora para atuar nesse regime. Sua publicação não substitui as licenças de viagem ou as demais exigências relativas à empresa, aos veículos e à prestação do serviço.</p>
<p>O fretamento turístico e o eventual atendem deslocamentos ocasionais de grupos. O contínuo atende serviços contratados com frequência e horários previamente definidos, como transporte de trabalhadores e estudantes. A regulamentação trabalha com viagens em circuito fechado, com exceções previstas nas normas.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Modalidade</th>
<th>Aplicação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Turístico</td>
<td>Viagem ocasional de grupo com finalidade turística</td>
</tr>
<tr>
<td>Eventual</td>
<td>Deslocamento ocasional de grupo sem finalidade turística</td>
</tr>
<tr>
<td>Contínuo</td>
<td>Transporte contratado de público determinado, com frequência e horários definidos</td>
</tr>
<tr>
<td>Linha regular</td>
<td>Serviço distinto, sujeito à autorização própria e às regras de atendimento dos mercados</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Para quem contrata uma excursão ou transporte de funcionários, a autorização integra a verificação de regularidade da operadora. A condição da empresa, do veículo e da viagem precisa ser compatível com o serviço contratado.</p>
<p>O acesso ao sistema de licenças será disponibilizado a partir da publicação das decisões. O descumprimento das condições pode resultar em sanções. Os atos também preveem nulidade da autorização em caso de ilegalidade e cassação quando houver perda de condições indispensáveis ou infração grave, mediante processo regular.</p>
<h3>Quatro decisões somam 37 registros, mas abrangem 36 empresas distintas</h3>
<p>As decisões foram assinadas em 29 de setembro pelo superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros, Juliano de Barros Samôr.</p>
<p>A Ouro Minas Cooperativa aparece em dois anexos com o mesmo CNPJ e o mesmo TAF. Por isso, os 37 registros correspondem a 36 pessoas jurídicas distintas.</p>
<h4>Decisão SUPAS nº 1.384: 11 empresas</h4>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>TAF</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Classic Bus Serviços de Transporte e Excursões Ltda.</td>
<td>008037</td>
</tr>
<tr>
<td>Conexão Solução Transportes e Negócios Ltda.</td>
<td>011859</td>
</tr>
<tr>
<td>Costatur Ltda.</td>
<td>011860</td>
</tr>
<tr>
<td>Expresso EDS Transportes e Logística Ltda.</td>
<td>011861</td>
</tr>
<tr>
<td>Fabio Turismo e Transporte Ltda.</td>
<td>011862</td>
</tr>
<tr>
<td>Manfrin Grasel Ltda.</td>
<td>418593</td>
</tr>
<tr>
<td>Martinek Corporate Ltda.</td>
<td>011863</td>
</tr>
<tr>
<td>N.G. Diniz Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>007902</td>
</tr>
<tr>
<td>Nova Rota Viagens Ltda.</td>
<td>011864</td>
</tr>
<tr>
<td>Transtanques Offshore Turismo Translado e Transporte Ltda.</td>
<td>006946</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Redil Ltda.</td>
<td>007933</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h4>Decisão SUPAS nº 1.385: oito empresas</h4>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>TAF</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>KLP Transportes Ltda.</td>
<td>011865</td>
</tr>
<tr>
<td>M F de Oliveira Neto Ltda.</td>
<td>005656</td>
</tr>
<tr>
<td>MPP Transportes Ltda.</td>
<td>011866</td>
</tr>
<tr>
<td>Opção Turismo e Viagens Ltda.</td>
<td>004371</td>
</tr>
<tr>
<td>Ouro Minas Cooperativa — Cooperativa de Transportes Alternativo de Passageiros e Cargas de Minas Gerais</td>
<td>011867</td>
</tr>
<tr>
<td>Renascer Trans &amp; Tour Ltda.</td>
<td>011868</td>
</tr>
<tr>
<td>T.F.F. Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>008080</td>
</tr>
<tr>
<td>Transporte Santos Soares Ltda.</td>
<td>011869</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h4>Decisão SUPAS nº 1.386: sete empresas</h4>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>TAF</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>77 Autos &amp; Locação de Veículos Ltda.</td>
<td>011889</td>
</tr>
<tr>
<td>BT Transportes Ltda.</td>
<td>007294</td>
</tr>
<tr>
<td>Canaã Turismo Ltda.</td>
<td>008050</td>
</tr>
<tr>
<td>Daniel Rodrigues de Sousa Ltda.</td>
<td>011890</td>
</tr>
<tr>
<td>Flor do Sul Comércio e Serviços Ltda.</td>
<td>011891</td>
</tr>
<tr>
<td>Logitec Gerenciamento de Projetos e Serviços Ltda.</td>
<td>011892</td>
</tr>
<tr>
<td>S Romão Pereira Ltda.</td>
<td>006271</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h4>Decisão SUPAS nº 1.387: 11 registros</h4>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>TAF</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Empresa Santo Anjo da Guarda S/A</td>
<td>420405</td>
</tr>
<tr>
<td>Ferreira Turismos Ltda.</td>
<td>011882</td>
</tr>
<tr>
<td>Isetur Viagens e Transportes Ltda.</td>
<td>011893</td>
</tr>
<tr>
<td>Ivatur — Rent a Car, Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>011883</td>
</tr>
<tr>
<td>Ouro Minas Cooperativa — Cooperativa de Transportes Alternativo de Passageiros e Cargas de Minas Gerais</td>
<td>011867</td>
</tr>
<tr>
<td>Pro Executivo Turismo e Locação Ltda.</td>
<td>011884</td>
</tr>
<tr>
<td>Rapha Tur Transportes e Turismo Ltda.</td>
<td>007047</td>
</tr>
<tr>
<td>Tustão Transporte, Locações e Turismo Ltda.</td>
<td>011885</td>
</tr>
<tr>
<td>Unlimited Travel Viagens e Turismo Ltda.</td>
<td>011886</td>
</tr>
<tr>
<td>V.M.C7. Logística Inteligente Ltda.</td>
<td>011887</td>
</tr>
<tr>
<td>Vitória Barroso Ltda.</td>
<td>011888</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Fretamento e Primeira Janela Extraordinária seguem procedimentos diferentes</h3>
<p>A Primeira Janela Extraordinária trata do acesso a mercados de transporte rodoviário interestadual regular. As quatro decisões desta edição se baseiam na regulamentação do fretamento, especialmente na Resolução ANTT nº 4.777/2015.</p>
<p>Uma empresa pode ter atuação nos dois segmentos, mas precisa cumprir as exigências de cada regime. A presença de uma transportadora em um processo de linhas regulares não transforma sua autorização de fretamento em concessão de novos mercados.</p>
<p>Os atos estão publicados na Seção 1 do DOU, páginas 252 e 253, e entram em vigor nesta terça-feira.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>EXCLUSIVO: Motorista de ônibus está entre as profissões com maior número de divórcios, diz pesquisa internacional </title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/exclusivo-motorista-de-onibus-esta-entre-as-profissoes-com-maior-numero-de-divorcios-diz-pesquisa-internacional/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 07:31:07 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[EMTU]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Indicador de 48% inclui pessoas casadas mais de uma vez; dado abre discussão sobre jornadas, descanso e convivência familiar dos profissionais no Brasil ADAMO BAZANI Transportar passageiros desde as primeiras horas da manhã, trabalhar à noite, cumprir escalas em fins de semana e, em serviços rodoviários, permanecer longe de casa: a organização do transporte de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-12.15.03.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>
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<p><em>Indicador de 48% inclui pessoas casadas mais de uma vez; dado abre discussão sobre jornadas, descanso e convivência familiar dos profissionais no Brasil</em></p>
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<div><strong class="font-semibold"><em>ADAMO BAZANI</em></strong></div>
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<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Transportar passageiros desde as primeiras horas da manhã, trabalhar à noite, cumprir escalas em fins de semana e, em serviços rodoviários, permanecer longe de casa: a organização do transporte de outras famílias pode tornar mais difícil a convivência dos motoristas de ônibus com a própria. Uma análise de dados dos Estados Unidos, publicada em maio de 2026, colocou esses profissionais entre as ocupações com maior indicador de divórcio e separação, com 48%. O resultado reúne diferentes situações conjugais e não pode ser aplicado aos brasileiros, mas oferece um ponto de partida para discutir como trabalho, descanso e vida familiar se relacionam.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No Brasil, essa discussão encontra questões já abordadas pelo <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong>: pressão operacional, busca por renda complementar, condições de descanso e dificuldades das empresas para contratar e manter motoristas. Em entrevistas anteriores, a advogada especializada em direito empresarial e gestão de riscos Liana Variani destacou que escalas previsíveis, remuneração, escuta dos trabalhadores e preparação das chefias fazem parte da valorização profissional. Para empresas e categoria, o desafio é organizar um serviço essencial considerando também as necessidades de quem o realiza.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Quem produziu a análise e o que foi pesquisado</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A comparação foi elaborada por Nathan Yau, doutor em Estatística pela Universidade da Califórnia em Los Angeles, a UCLA, e responsável pelo FlowingData, dedicado à análise e visualização de dados.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O material foi publicado em 7 de maio de 2026. Yau utilizou microdados da American Community Survey, pesquisa do Departamento do Censo dos Estados Unidos, acessados por meio do IPUMS, plataforma de dados para pesquisadores. A base quinquenal de 2024 reúne informações do período de 2020 a 2024.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A coleta das informações populacionais é do órgão público norte-americano. A comparação entre ocupações foi produzida por Yau.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essa distinção importa: o levantamento não entrevistou motoristas para descobrir os motivos de seus divórcios. Ele comparou informações de ocupação e histórico conjugal disponíveis em uma base populacional.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">O que está dentro dos 48% atribuídos aos motoristas de ônibus</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A análise considera trabalhadores que se casaram ao menos uma vez. O indicador reúne pessoas divorciadas, separadas e aquelas que informaram ter se casado mais de uma vez, inclusive quando estavam casadas no momento da pesquisa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Não é, portanto, uma taxa anual de divórcios. Também não significa que 48% dos motoristas estavam sem companheiro ou companheira.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A inclusão de pessoas com mais de um casamento traz uma limitação: um novo matrimônio pode ocorrer após a morte do cônjuge. O número de casamentos, isoladamente, não comprova uma separação anterior.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Outra questão é a sequência dos acontecimentos. Uma pessoa pode ter se divorciado antes de começar a dirigir ônibus. A ocupação registrada na pesquisa não necessariamente corresponde àquela exercida quando o relacionamento terminou.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essas limitações impedem transformar o resultado em uma afirmação de que a profissão causa divórcios. Para investigar as causas, seria necessário acompanhar os trabalhadores ao longo do tempo e considerar idade, renda, escolaridade, jornadas e outras características.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Por que a rotina profissional merece atenção, mesmo sem explicar sozinha as separações</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O levantamento norte-americano mostra uma associação. As possíveis explicações precisam ser investigadas separadamente.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Há, entretanto, evidências sobre dificuldades de conciliar trabalho em turnos, jornadas prolongadas e vida familiar. O Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional dos Estados Unidos, o NIOSH, informa que horários exigentes podem reduzir o sono, aumentar a fadiga, prejudicar o humor e diminuir o tempo de qualidade com familiares e amigos.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O próprio instituto faz uma ressalva: são poucos os estudos que demonstraram aumento do risco de dificuldades conjugais e divórcio entre trabalhadores com horários fora do padrão. Seu material aborda os efeitos de jornadas e turnos, com foco em enfermagem, e não uma medição específica da categoria dos motoristas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A contribuição dessas pesquisas está em explicar mecanismos de desgaste. Cansaço e desencontro de horários podem dificultar o diálogo e a divisão de responsabilidades, mas não determinam o destino de um relacionamento.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Também é preciso evitar estigmas. Uma separação não mede competência profissional, caráter ou capacidade de cuidar dos filhos. O dado deve orientar uma discussão sobre condições de vida, preservando a privacidade dos trabalhadores.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">No transporte brasileiro, o horário do serviço nem sempre coincide com o da família</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O funcionamento dos ônibus exige profissionais disponíveis quando boa parte da população ainda não começou o dia ou já encerrou suas atividades.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Quem assume as primeiras viagens pode sair antes que os filhos acordem. Quem trabalha no encerramento da operação pode chegar quando eles já dormem. Nos fins de semana e feriados, a escala pode coincidir com encontros familiares, atividades escolares e comemorações.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No transporte rodoviário, viagens e períodos fora de casa acrescentam outras necessidades de organização.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">São exemplos de como a atividade pode produzir desencontros, sem que isso signifique que todos os motoristas vivam a mesma situação. Escalas, distâncias, condições de alojamento e jornadas variam entre empresas e serviços.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A previsibilidade faz diferença nesse cenário. Conhecer os horários com antecedência permite combinar compromissos e repartir tarefas. Mudanças frequentes ou comunicadas em cima da hora dificultam esse planejamento.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para a família, não basta saber que o motorista terá uma folga. É necessário saber quando ela ocorrerá e se haverá condições de aproveitá-la, considerando também a recuperação do trabalho.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">O desgaste pode continuar depois que o motorista deixa o volante</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A duração da jornada é apenas uma parte da discussão. As condições em que ela acontece também importam.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Um estudo brasileiro publicado em 2006, “Condições de trabalho e saúde de motoristas de transporte coletivo urbano”, relacionou problemas físicos e manifestações como estresse, irritabilidade e fadiga a efeitos sobre a atividade de dirigir e a vida social dos profissionais.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Por ser uma pesquisa antiga, não deve ser apresentada como retrato de toda a categoria em 2026. Mostra, porém, que a relação entre trabalho e vida fora do ônibus é investigada há décadas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Nas entrevistas ao <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong>, Liana Variani destacou fatores como violência, trânsito, infraestrutura e relacionamento com passageiros. São situações que podem variar até entre linhas da mesma empresa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Isso exige avaliar a operação efetivamente realizada. Um horário de viagem incompatível com os congestionamentos pode gerar atrasos e cobranças recorrentes sobre um motorista que não controla o trânsito.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Uma pausa também precisa oferecer condições de recuperação. Na entrevista publicada em 29 de junho de 2026, a especialista abordou falta de sanitários e água, alojamentos inadequados, problemas de manutenção e jornadas exaustivas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Esses fatores merecem prevenção por seus efeitos sobre o trabalhador. Não permitem, por si só, explicar o término de um casamento.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Liana Variani: planejamento das escalas melhora a qualidade de vida</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na reportagem de 1º de agosto de 2026 sobre os motivos pelos quais motoristas deixam a profissão, Liana relacionou organização das jornadas e valorização dos profissionais.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A advogada especializada em gestão de riscos empresariais, Liana Variani, afirmou naquela entrevista:</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">“Cumprir rigorosamente os períodos de descanso, evitar alterações repentinas na programação e dar previsibilidade às jornadas melhora muito a qualidade de vida do motorista.”</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A orientação tem aplicação direta na vida familiar. Horários conhecidos ajudam a organizar consultas, acompanhar os filhos e dividir responsabilidades com o companheiro ou a companheira.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na mesma reportagem, a especialista defendeu a escuta dos motoristas e a preparação das lideranças. A forma como o trabalhador é tratado pela chefia imediata pode influenciar sua decisão de permanecer na empresa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na matéria publicada em 4 de setembro de 2026 sobre atração e retenção de profissionais, Liana também destacou remuneração, acolhimento, reconhecimento e perspectivas de desenvolvimento. Sua avaliação foi de que respeito, regras, disciplina e hierarquia podem coexistir em um ambiente saudável.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essas manifestações foram dadas em entrevistas anteriores sobre trabalho e gestão. Não são declarações da especialista a respeito da análise norte-americana de divórcios.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Complementar a renda exige considerar também o tempo de recuperação</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong> já abordou a situação dos motoristas de ônibus que dirigem carros de aplicativo para ampliar a renda.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na entrevista de junho, Liana discutiu as dificuldades desse cenário: o profissional busca recursos adicionais, enquanto o acúmulo de horas ao volante pode comprometer a recuperação e criar riscos na operação.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A discussão também alcança a convivência familiar. O tempo fora da empresa pode estar ocupado por outra atividade remunerada, deslocamentos e tarefas domésticas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para orientar a categoria, é necessário considerar as razões econômicas dessa escolha. Recomendar descanso sem compreender o orçamento familiar deixa uma parte importante do problema sem resposta.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Ao mesmo tempo, profissionais e famílias precisam avaliar o ganho financeiro junto ao tempo consumido, ao desgaste e à disponibilidade para a convivência. A organização do orçamento e o diálogo sobre a carga total de trabalho podem ajudar nessa avaliação.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Empresas podem agir sobre escalas, infraestrutura e relacionamento</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">As medidas começam na operação: divulgar escalas com antecedência, reduzir mudanças desnecessárias, respeitar os descansos e estabelecer critérios transparentes para jornadas e folgas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">É recomendável manter canais para solicitar ajustes em situações familiares relevantes, com critérios conhecidos e tratamento equilibrado. Isso permite analisar necessidades sem depender de favores ou da proximidade com determinada chefia.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Fiscais, despachantes e gestores também precisam estar preparados para lidar com dificuldades operacionais. Cobrar segurança e cumprimento de procedimentos faz parte da gestão, mas a cobrança deve preservar o respeito e considerar as condições reais do serviço.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Infraestrutura de descanso, manutenção dos veículos e acesso a apoio de saúde complementam essas medidas. A valorização precisa aparecer na rotina de trabalho.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O acompanhamento pode considerar rotatividade, afastamentos, horas extras, mudanças de escala e relatos dos profissionais. O objetivo é identificar problemas e avaliar se as ações adotadas melhoram o ambiente.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O estado civil do trabalhador não deve servir como indicador de desempenho. A empresa pode melhorar as condições que oferece sem invadir a intimidade de seus funcionários.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Riscos psicossociais já integram as obrigações de prevenção no Brasil</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A nova redação do capítulo de gerenciamento de riscos da Norma Regulamentadora nº 1 entrou em vigor em 26 de maio de 2026, após prorrogação. Ela inclui expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, o gerenciamento deve ser contínuo, com identificação dos perigos, avaliação e controle dos riscos. Sua formalização ocorre pelo Programa de Gerenciamento de Riscos, o PGR, composto, no mínimo, por inventário de riscos e plano de ação.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No transporte, isso reforça a necessidade de avaliar jornadas, cobranças, relações internas e condições operacionais. A prevenção precisa produzir mudanças onde forem identificados problemas, com participação dos trabalhadores.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Profissionais, famílias, sindicatos e poder público têm caminhos para contribuir</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para os motoristas, compartilhar a escala e explicar as necessidades de descanso pode ajudar na organização doméstica. O NIOSH recomenda informar familiares e amigos sobre horários de trabalho e padrões de sono, além de comunicar mudanças com antecedência quando possível.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A divisão de responsabilidades também merece atenção. Combinar quem acompanha os filhos, resolve compromissos e realiza tarefas evita que toda a adaptação à jornada recaia sobre uma única pessoa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Quando houver sofrimento persistente, dificuldades de sono ou conflitos que a família não consegue administrar, procurar apoio profissional pode ser um caminho. Na relação de trabalho, comunicar problemas pelos canais disponíveis e buscar apoio sindical ajuda a encaminhar dificuldades recorrentes.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Os sindicatos podem transformar esses relatos em propostas sobre antecedência das escalas, critérios de folga, infraestrutura e prevenção do desgaste. Empresas podem utilizar o diálogo para identificar questões que não aparecem nos relatórios operacionais.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O poder público também tem responsabilidade sobre condições que afetam o serviço e seus profissionais. Segurança, infraestrutura dos terminais e planejamento dos transportes interferem no ambiente de trabalho, como Liana destacou nas entrevistas ao <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O levantamento dos Estados Unidos não responde quantos motoristas brasileiros passaram por separações nem quais foram os motivos. Sua contribuição é abrir uma discussão que pode gerar medidas concretas: organizar o transporte considerando que descanso, convivência e responsabilidades familiares também fazem parte da vida de quem conduz os passageiros.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold"><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Linha 7-Rubi passa a oferecer carregadores portáteis em 15 estações</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/linha-7-rubi-passa-a-oferecer-carregadores-portateis-em-15-estacoes/</link>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 01:00:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Equipamentos podem ser retirados gratuitamente por até uma hora após cadastro no aplicativo da JET YURI SENA Passageiros da Linha 7-Rubi passam a ter acesso a carregadores portáteis de celulares em 15 estações do trecho operado pela TIC Trens. Os equipamentos podem ser retirados nas máquinas instaladas pela JET e utilizados gratuitamente por até uma [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="670" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/a8324795-4a9e-40c1-a2bb-8bce0b16ce95-e1791240315121.jpg?fit=800%2C670&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Equipamentos podem ser retirados gratuitamente por até uma hora após cadastro no aplicativo da JET</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passageiros da Linha 7-Rubi passam a ter acesso a carregadores portáteis de celulares em 15 estações do trecho operado pela TIC Trens. Os equipamentos podem ser retirados nas máquinas instaladas pela JET e utilizados gratuitamente por até uma hora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para utilizar o serviço, o passageiro precisa baixar o aplicativo da JET, realizar um cadastro e retirar o powerbank em um dos terminais disponíveis. Após o uso, o equipamento pode ser devolvido em qualquer máquina da empresa instalada em locais públicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Linha 7-Rubi, os terminais estão disponíveis nas estações Várzea Paulista, Botujuru, Campo Limpo Paulista, Francisco Morato, Baltazar Fidélis, Franco da Rocha, Caieiras, Perus, Piqueri, Vila Aurora, Jaraguá, Vila Clarice, Pirituba, Lapa e Água Branca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A disponibilização dos carregadores é resultado de uma parceria entre a TIC Trens e a JET.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Real Alagoas, de Maceió (AL), terá os dois primeiros novos Torino 2027; primeira unidade está pronta com chassi Volkswagen</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:40:02 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Informação obtida diretamente na fonte pelo Diário do Transporte confirma o destino dos primeiros veículos; nova geração da Marcopolo foi conhecida pela reportagem antes do lançamento na Lat.Bus ADAMO BAZANI As duas primeiras unidades comerciais do novo Marcopolo Torino 2027 no Brasil serão destinadas à Real Alagoas, operadora do SIMM (Sistema Integrado de Mobilidade de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="884" height="603" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?fit=884%2C603&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?w=884&amp;ssl=1 884w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=768%2C524&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=400%2C273&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 884px) 100vw, 884px" /> <p><em>Informação obtida diretamente na fonte pelo <strong>Diário do Transporte</strong> confirma o destino dos primeiros veículos; nova geração da Marcopolo foi conhecida pela reportagem antes do lançamento na Lat.Bus</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>As duas primeiras unidades comerciais do novo Marcopolo Torino 2027 no Brasil serão destinadas à Real Alagoas, operadora do SIMM (Sistema Integrado de Mobilidade de Maceió), na capital alagoana. A informação foi obtida diretamente na fonte pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>. A unidade número 1 já está pronta e foi construída sobre chassi Volkswagen 17.260 Euro 6. O veículo foi fabrcado na unidade de São Mateus (ES).</p>
<p>A confirmação marca o início da materialização das encomendas da nova geração do ônibus urbano, apresentada oficialmente em agosto na Lat.Bus 2026. Para os passageiros de Maceió, os veículos representarão a chegada de um projeto com mudanças no posto do motorista, nas portas, na arquitetura elétrica e no ambiente interno, conforme a configuração adquirida pela transportadora.</p>
<p>A Real Alagoas será, assim, o destino das duas unidades iniciais dessa etapa comercial do Torino 2027. A conclusão da primeira permite identificar a combinação escolhida para o veículo: carroceria Marcopolo e chassi Volkswagen com motorização diesel compatível com o padrão brasileiro Proconve P8, correspondente ao Euro 6.</p>
<h2>Diário do Transporte conheceu o Torino antes do lançamento</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537409" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=884%2C603&#038;ssl=1" alt="" width="884" height="603" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?w=884&amp;ssl=1 884w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=768%2C524&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-21.36.31.jpeg?resize=400%2C273&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 884px) 100vw, 884px" /></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou a apresentação antecipada do Torino 2027 na semana anterior à Lat.Bus, conhecendo o veículo e entrevistando executivos da Marcopolo sobre as mudanças do projeto.</p>
<p>O lançamento público ocorreu em 11 de agosto de 2026, no São Paulo Expo. Posteriormente, durante a feira, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, voltou a conversar com o diretor Comercial e de Marketing da Marcopolo, Ricardo Portolan, sobre a receptividade dos operadores e as primeiras encomendas.</p>
<p>Na entrevista, Portolan relatou que clientes que aguardavam a apresentação física para escolher entre a geração anterior e a nova estavam optando pelo Torino 2027. Segundo o executivo, naquele momento os negócios já ultrapassavam 100 unidades, envolvendo aproximadamente 15 empresas.</p>
<p>Portolan também informou que as primeiras entregas ocorreriam ainda em 2026, com disponibilidade de produção inicialmente limitada e previsão de produção plena em 2027.</p>
<p>A identificação da Real Alagoas como destinatária das duas unidades iniciais acrescenta agora um dado concreto à cobertura das primeiras vendas e da preparação dos veículos.</p>
<p>Relembre a entrevista:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/19/video-entregas-do-torino-2027-comecam-ja-neste-ano-e-empresas-que-encomendaram-a-geracao-atual-estao-trocando-pelo-novo-diz-diretor-da-marcopolo/">https://diariodotransporte.com.br/2026/08/19/video-entregas-do-torino-2027-comecam-ja-neste-ano-e-empresas-que-encomendaram-a-geracao-atual-estao-trocando-pelo-novo-diz-diretor-da-marcopolo/</a></p>
<h2>Mudanças procuram reduzir manutenção e melhorar o ambiente de trabalho</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537405" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cc665e6-5f74-4121-b173-f0136877f340-e1791247002362.jpg?resize=800%2C589&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="589" /></p>
<p>O Torino 2027 incorpora alterações que vão além da dianteira e da iluminação em LED.</p>
<p>Entre os pontos apresentados por Portolan está o novo conjunto de portas, desenvolvido com testes em operação real. Segundo o executivo, o sistema ficou aproximadamente 30% mais leve e foi simplificado para facilitar a manutenção.</p>
<p>A carroceria também recebeu a arquitetura elétrica EVIA, sigla de Equipment for Vehicle Interface Architecture. O sistema integra equipamentos e permite diagnóstico de falhas, com o objetivo de facilitar intervenções das equipes de garagem.</p>
<p>Para a operação, a utilidade dessas mudanças está na possibilidade de identificar problemas e realizar reparos com maior rapidez. O efeito sobre custos e disponibilidade dependerá das condições de utilização e manutenção de cada frota.</p>
<p>No ambiente do motorista, o projeto inclui reorganização dos comandos, espaços para objetos e alterações de ventilação e visibilidade. Para o salão de passageiros, a fabricante apresenta novos bancos e soluções de isolamento térmico e acústico.</p>
<h2>Primeira unidade combina nova carroceria com Volkswagen 17.260</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537401" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/72b3cb71-d037-4b87-9579-272eaed50f5f-e1791246823139.jpg?resize=800%2C582&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="582" /></p>
<p>O chassi confirmado para a unidade número 1 é o Volkswagen 17.260 Euro 6.</p>
<p>A ficha comercial da Volkswagen informa motor de 6,9 litros, potência de 260 cv e torque de 950 Nm para o modelo. A linha oferece diferentes possibilidades de transmissão e suspensão, cuja adoção depende da configuração encomendada.</p>
<p>A distinção entre carroceria e chassi é importante: a Marcopolo responde pelo projeto da carroceria Torino 2027, enquanto a Volkswagen fornece a plataforma mecânica. A configuração final resulta da combinação desses conjuntos com as especificações do operador.</p>
<h2>Características do Marcopolo Torino 2027</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537404" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bdeede15-e14b-43ab-b347-72a783d0071f-e1791246855380.jpg?resize=800%2C594&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="594" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537400" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cdf845fd-f29a-44de-9095-49fc26058ae1-e1791246811619.jpg?resize=800%2C591&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="591" /></p>
<p>A tabela reúne características divulgadas para o modelo. As dimensões são de referência e não devem ser consideradas, automaticamente, as medidas da unidade da Real Alagoas. Equipamentos e opcionais dependem da encomenda.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>Informação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Fabricante da carroceria</td>
<td>Marcopolo</td>
</tr>
<tr>
<td>Modelo</td>
<td>Torino 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicação</td>
<td>Transporte coletivo urbano</td>
</tr>
<tr>
<td>Lançamento público</td>
<td>Lat.Bus, em agosto de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento de referência</td>
<td>12,50 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura de referência</td>
<td>2,54 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura de referência</td>
<td>3,41 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Identidade externa</td>
<td>Dianteira redesenhada e iluminação em LED</td>
</tr>
<tr>
<td>Portas</td>
<td>Novo conjunto, anunciado como aproximadamente 30% mais leve</td>
</tr>
<tr>
<td>Arquitetura elétrica</td>
<td>EVIA, com integração de equipamentos e diagnóstico</td>
</tr>
<tr>
<td>Central elétrica</td>
<td>Compartimento 15% maior, com acesso facilitado</td>
</tr>
<tr>
<td>Posto do motorista</td>
<td>Espaço redimensionado, console reorganizado e quatro difusores de ar direcionáveis</td>
</tr>
<tr>
<td>Visibilidade</td>
<td>Revisão dos retrovisores e do ambiente de condução</td>
</tr>
<tr>
<td>Climatização</td>
<td>Novos dutos; velocidade média do ar até 40% superior, segundo a fabricante</td>
</tr>
<tr>
<td>Isolamento</td>
<td>Novos pacotes térmicos e acústicos</td>
</tr>
<tr>
<td>Bancos</td>
<td>Nova família de poltronas urbanas</td>
</tr>
<tr>
<td>Conectividade para passageiros</td>
<td>Entradas USB opcionais</td>
</tr>
<tr>
<td>Chassi da primeira unidade</td>
<td>Volkswagen 17.260 Euro 6</td>
</tr>
<tr>
<td>Destino das duas unidades iniciais</td>
<td>Real Alagoas, do SIMM de Maceió</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O indicador de até 40% divulgado pela Marcopolo refere-se à velocidade média do ar no sistema de climatização. Não corresponde, por si só, a redução de consumo ou de temperatura na mesma proporção.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/real-alagoas-de-maceio-al-tera-os-dois-primeiros-novos-torino-2027-primeira-unidade-esta-pronta-com-chassi-volkswagen/feed/</wfw:commentRss>
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  </item>
  <item>
    <title>EM PRIMEIRA-MÃO: STF recoloca para 14 e 15 de outubro julgamento de lei mineira que restringe Buser e fretamento por aplicativos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/em-primeira-mao-stf-recoloca-para-14-e-15-de-outubro-julgamento-de-lei-mineira-que-restringe-buser-e-fretamento-por-aplicativos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/em-primeira-mao-stf-recoloca-para-14-e-15-de-outubro-julgamento-de-lei-mineira-que-restringe-buser-e-fretamento-por-aplicativos/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:02:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Após adiamento em agosto, caso volta à programação do Plenário; discussão envolve circuito fechado, venda individual de lugares e limites entre fretamento e transporte regular, com possíveis reflexos sobre o mercado nacional ADAMO BAZANI O STF (Supremo Tribunal Federal) incluiu na programação do Plenário para a semana de 14 e 15 de outubro de 2026 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="750" height="468" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bsei.jpg?fit=750%2C468&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bsei.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bsei.jpg?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bsei.jpg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bsei.jpg?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /> <p><em>Após adiamento em agosto, caso volta à programação do Plenário; discussão envolve circuito fechado, venda individual de lugares e limites entre fretamento e transporte regular, com possíveis reflexos sobre o mercado nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O STF (Supremo Tribunal Federal) incluiu na programação do Plenário para a semana de 14 e 15 de outubro de 2026 o julgamento sobre a validade de dispositivos da Lei nº 23.941/2021, de Minas Gerais, que restringem o fretamento intermunicipal e metropolitano e atingem o modelo de viagens intermediadas por plataformas como a Buser. O caso havia sido previsto para 26 de agosto, mas foi adiado por indicação da relatora, ministra Cármen Lúcia.</p>
<p>A discussão interessa a passageiros, empresas de fretamento, plataformas digitais e transportadoras regulares porque envolve a fronteira entre dois modelos de operação: a contratação de um ônibus para um grupo previamente definido e a oferta de viagens com reservas individualizadas. Embora o processo trate da legislação mineira, os fundamentos adotados pelo Supremo poderão influenciar disputas semelhantes em outras regiões do País.</p>
<p>O recurso aparece na programação de outubro divulgada pela Presidência do STF, sob comando do ministro Edson Fachin.</p>
<p>A indicação de 14 e 15 de outubro corresponde à semana reservada para a análise do caso. A organização anunciada pela Corte prevê inicialmente as quartas-feiras para julgamentos e as quintas-feiras para processos remanescentes. Portanto, a inclusão não garante que o recurso será chamado ou concluído nessas datas: a pauta pode sofrer alterações, adiamentos e mudanças na ordem dos processos.</p>
<h2>O que está em discussão</h2>
<p>O Supremo examinará restrições estabelecidas pela lei mineira para o transporte fretado entre municípios e em regiões metropolitanas.</p>
<p>O ponto central é saber se as exigências representam uma diferenciação constitucionalmente válida entre fretamento e transporte regular ou se impõem limitações desproporcionais à livre iniciativa, à concorrência e à organização de viagens por plataformas.</p>
<p>A controvérsia vai além da utilização de um aplicativo. Uma plataforma pode participar da comercialização de serviços com diferentes enquadramentos jurídicos. O que se discute é a forma como a viagem é contratada e executada e quais obrigações devem acompanhar essa operação.</p>
<p>Por isso, o julgamento não deve ser apresentado como uma decisão sobre a existência da Buser ou como uma autorização geral para qualquer ônibus anunciado pela internet.</p>
<h2>Circuito aberto e circuito fechado: entenda a diferença</h2>
<p>No circuito fechado, a contratação está vinculada a um grupo e a uma viagem organizada com retorno. No modelo chamado de circuito aberto, a composição dos passageiros pode variar entre os deslocamentos, sem obrigação de que todos façam juntos a ida e a volta.</p>
<p>Essa flexibilidade é um dos pontos defendidos pelas plataformas. Para os representantes das empresas regulares, quando acompanhada de comercialização individual e oferta habitual, ela aproxima a operação do serviço de linha.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Aspecto</th>
<th>Circuito fechado</th>
<th>Circuito aberto</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Grupo de passageiros</td>
<td>Previamente definido e vinculado ao circuito contratado.</td>
<td>Pode ser formado separadamente para cada deslocamento.</td>
</tr>
<tr>
<td>Ida e volta</td>
<td>O grupo realiza o circuito com retorno à origem, conforme as regras aplicáveis.</td>
<td>Não há necessariamente retorno do mesmo grupo.</td>
</tr>
<tr>
<td>Composição da viagem</td>
<td>Existe vínculo entre os passageiros dos trechos do circuito.</td>
<td>Passageiros da ida e da volta podem ser diferentes.</td>
</tr>
<tr>
<td>Contratação</td>
<td>Fretamento de veículo para atender um grupo.</td>
<td>Pode envolver reservas individualizadas reunidas pela plataforma.</td>
</tr>
<tr>
<td>Flexibilidade para o usuário</td>
<td>O deslocamento está condicionado à organização do grupo.</td>
<td>Permite organizar apenas a ida ou um retorno independente.</td>
</tr>
<tr>
<td>Controvérsia regulatória</td>
<td>É o formato previsto nas regras de fretamento examinadas nesta disputa.</td>
<td>Sua utilização sob autorização de fretamento é contestada por reguladores e empresas regulares.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>“Circuito aberto” é uma expressão utilizada no debate operacional e jurídico. Ela não significa, por si só, uma categoria de serviço automaticamente autorizada em todo o Brasil.</p>
<p>Também é necessário separar circuito aberto de transporte regular: uma linha regular pode vender passagens individuais porque opera sob o regime correspondente. A controvérsia surge quando essa comercialização é realizada sob autorização de fretamento.</p>
<h2>Por que o caso tem impacto regional</h2>
<p>Em Minas Gerais, o resultado poderá alterar as condições de organização de viagens fretadas dentro do estado, inclusive em deslocamentos metropolitanos.</p>
<p>Para os passageiros, a principal consequência potencial está na possibilidade de contratar apenas um trecho e escolher o retorno de forma independente. A manutenção das restrições preserva as limitações questionadas; eventual invalidação poderá ampliar a flexibilidade, conforme o alcance da decisão.</p>
<p>Para as empresas de fretamento, o julgamento interessa à formação de grupos, à utilização da frota e à contratação de viagens por intermediários digitais. Para as operadoras regulares, envolve a concorrência por passageiros e receitas em mercados atendidos por linhas autorizadas ou concedidas.</p>
<p>Os efeitos podem variar entre corredores de maior movimento e ligações de menor demanda. Em trajetos mais procurados, novas ofertas podem disputar passageiros com as linhas existentes. Nas ligações menos movimentadas, a questão é como preservar atendimento e continuidade sob as obrigações de cada regime.</p>
<p>Isso não permite afirmar antecipadamente que haverá redução de tarifas, fechamento de linhas ou aumento de oferta. Esses resultados dependem da decisão, da atuação dos órgãos reguladores e das escolhas comerciais das empresas.</p>
<h2>Reflexos nacionais não significam liberação automática</h2>
<p>O julgamento poderá fornecer fundamentos para processos que discutem restrições semelhantes em outros estados e no transporte interestadual.</p>
<p>Uma decisão favorável à flexibilização poderá fortalecer questionamentos contra exigências consideradas excessivas. A manutenção da legislação poderá reforçar a defesa da separação entre fretamento e transporte regular.</p>
<p>Mas o processo mineiro não equivale, automaticamente, à revogação de normas de outros estados ou da regulamentação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).</p>
<p>Uma viagem entre municípios de Minas Gerais está submetida à esfera estadual. Já uma ligação que cruza a divisa entre estados envolve o regime federal. Assim, uma operação dentro de Minas e outra entre Minas e São Paulo podem estar sujeitas a regras e decisões judiciais diferentes.</p>
<p>O alcance nacional dependerá do conteúdo do julgamento, dos dispositivos efetivamente examinados e de como seus fundamentos serão aplicados posteriormente.</p>
<h2>Quadro de argumentos: plataformas e empresas regulares</h2>
<p>Buser, Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia), Abrati (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros) e transportadoras regulares apresentam interpretações distintas sobre o papel do circuito fechado.</p>
<p>O quadro resume posições públicas dos envolvidos. São argumentos dos respectivos setores, e não conclusões definitivas do STF.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Tema</th>
<th>Buser e Amobitec</th>
<th>Abrati e empresas regulares</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Organização das viagens</td>
<td>A tecnologia permite reunir interessados e contratar transportadoras de fretamento.</td>
<td>A venda individual e a oferta habitual podem reproduzir uma linha regular sob outro enquadramento.</td>
</tr>
<tr>
<td>Circuito fechado</td>
<td>A Amobitec considera a exigência uma barreira de mercado sem função regulatória justificável.</td>
<td>A Abrati considera a regra necessária para distinguir os regimes e preservar o equilíbrio concorrencial.</td>
</tr>
<tr>
<td>Concorrência</td>
<td>Defendem abertura de mercado, inovação e maior liberdade de escolha.</td>
<td>Defendem concorrência acompanhada das obrigações correspondentes ao serviço efetivamente prestado.</td>
</tr>
<tr>
<td>Preço e acesso</td>
<td>Apresentam o fretamento colaborativo como alternativa mais acessível.</td>
<td>Argumentam que preços devem ser comparados considerando custos e responsabilidades regulatórias.</td>
</tr>
<tr>
<td>Segurança e fiscalização</td>
<td>A Buser sustenta a legitimidade da intermediação e destaca a atuação de transportadoras parceiras.</td>
<td>A Abrati defende exigências de segurança, qualificação e fiscalização compatíveis com a operação.</td>
</tr>
<tr>
<td>Questão central</td>
<td>Restrições não deveriam impedir novos modelos de contratação.</td>
<td>Inovação não deveria permitir substituir o serviço regular sem assumir suas exigências.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A Buser apresenta publicamente seu modelo como uma intermediação tecnológica entre viajantes e empresas de fretamento e reúne decisões que considera favoráveis à atividade.</p>
<p>A Amobitec defende expressamente a extinção da regra de circuito fechado no fretamento rodoviário, por entendê-la como obstáculo à concorrência.</p>
<p>A Abrati sustenta que a distinção entre fretamento e linha regular tem função concreta. Para a entidade, serviços que disputam o mesmo passageiro com características semelhantes precisam ser avaliados à luz das obrigações aplicáveis a cada operação.</p>
<p>A comparação exige cuidado: os regimes estadual e federal não são idênticos, e as responsabilidades variam conforme o serviço, a outorga e a legislação. Também não se pode concluir que toda empresa regular tenha a mesma posição sobre cada proposta de flexibilização.</p>
<h2>O que pensa a ANTT</h2>
<p>A posição regulatória publicada pela ANTT mantém o fretamento interestadual e internacional como serviço contratado para grupos previamente definidos, sob regras próprias, sem oferta de passagens individuais ao público em geral.</p>
<p>A agência apresenta o circuito fechado como característica do fretamento e utiliza a Resolução nº 4.777/2015 como referência. Suas orientações também exigem habilitação da transportadora e regularidade de veículos e viagens.</p>
<p>Portanto, a orientação administrativa federal não trata a autorização de fretamento como suficiente para explorar livremente uma operação com características de linha regular.</p>
<p>A ANTT também informa que o fretamento pode ser turístico, eventual ou contínuo. O transporte recorrente de trabalhadores ou estudantes, por exemplo, não se confunde automaticamente com uma linha aberta ao público: o grupo e a contratação são elementos relevantes.</p>
<p>A agência regula o transporte interestadual e internacional. No caso da lei mineira, a autorização estadual cabe ao DER-MG. Essa diferença de competência é essencial para compreender por que uma decisão relativa a Minas não altera, por simples consequência, todas as operações federais.</p>
<h2>Lei mineira permanece com as restrições questionadas</h2>
<p>A legislação exige autorização do DER-MG e estabelece circuito fechado com grupo previamente definido, retorno à origem no mesmo veículo e relação nominal dos passageiros.</p>
<p>Prevê envio do pedido e da lista com antecedência de seis horas e permite alterações limitadas antes da partida. Também restringe a intermediação com comercialização individual de lugares e operações com características de transporte público.</p>
<p>Segundo as anotações oficiais da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, dispositivos chegaram a ficar suspensos durante a tramitação judicial, mas decisão publicada em 13 de dezembro de 2024 restabeleceu sua eficácia.</p>
<p>Parte das regras foi vetada pelo governador Romeu Zema. A Assembleia rejeitou os vetos em novembro de 2021.</p>
<h2>Julgamento virtual foi interrompido</h2>
<p>Na etapa virtual iniciada em outubro de 2025, Cármen Lúcia votou para receber os embargos de declaração como agravo regimental e negar provimento ao recurso. Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin acompanharam a relatora, e André Mendonça pediu vista.</p>
<p>Na retomada, em abril de 2026, Mendonça apresentou divergência para invalidar parte dos dispositivos questionados.</p>
<p>O pedido de destaque de Edson Fachin levou a discussão ao Plenário presencial. Por isso, os votos registrados na fase virtual não representam um resultado definitivo do processo.</p>
<p>O caso foi posteriormente previsto para 26 de agosto. Antes da sessão, a relatora determinou a abertura de prazo para contrarrazões e indicou o adiamento.</p>
<p>A nova programação de outubro recoloca a controvérsia na agenda, mas ainda não resolve o mérito nem modifica, por si só, as regras em vigor.</p>
<h2>O que o passageiro deve observar</h2>
<p>Para quem utiliza esses serviços, a discussão envolve preço, liberdade para organizar a viagem, regularidade da operação e responsabilidade pelo atendimento.</p>
<p>O anúncio em aplicativo não define sozinho o enquadramento jurídico do transporte. É necessário considerar a empresa que realizará a viagem, a autorização aplicável, o percurso e as condições da contratação.</p>
<p>Também não basta a existência de uma decisão favorável em outro processo para presumir que qualquer viagem esteja protegida. Medidas judiciais podem ter alcance limitado a determinadas partes, localidades e operações.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> continuará acompanhando eventuais alterações da programação,</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo opera com velocidade reduzida nesta segunda-feira (5)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/linha-2-verde-do-metro-de-sao-paulo-opera-com-velocidade-reduzida-nesta-segunda-feira-5/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/linha-2-verde-do-metro-de-sao-paulo-opera-com-velocidade-reduzida-nesta-segunda-feira-5/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 23:37:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Interferência na via na estação Paraíso afeta a circulação dos trens YURI SENA A Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo opera com velocidade reduzida na noite desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026. Segundo o Metrô, a medida ocorre devido a uma interferência na via na estação Paraíso. A ocorrência provoca alterações na circulação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Trem-na-Linha-2-Verde-e1739298754403.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Interferência na via na estação Paraíso afeta a circulação dos trens</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo opera com velocidade reduzida na noite desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026. Segundo o Metrô, a medida ocorre devido a uma interferência na via na estação Paraíso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ocorrência provoca alterações na circulação dos trens, com redução da velocidade durante a operação da linha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b><i>Diário do Transporte</i></b><span style="font-weight: 400;"> procurou o Metrô de São Paulo e aguarda retorno.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Porto Alegre (RS): Trensurb publica contratações de R$ 3,97 milhões para infraestrutura e manutenção ferroviária</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 23:00:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Atos incluem sistemas elétricos da casa de bombas da Bacia Rodoferroviária, componente para mudança de via e kits de reparo fornecidos por RS Energia, JT &#38; Partners e Wabtec ADAMO BAZANI A Trensurb publicou contratações que somam R$ 3,97 milhões para infraestrutura e manutenção do sistema ferroviário na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS). Os [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="678" height="452" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TRENSURB.jpg?fit=678%2C452&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TRENSURB.jpg?w=678&amp;ssl=1 678w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TRENSURB.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TRENSURB.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TRENSURB.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px" /> <p><em>Atos incluem sistemas elétricos da casa de bombas da Bacia Rodoferroviária, componente para mudança de via e kits de reparo fornecidos por RS Energia, JT &amp; Partners e Wabtec</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Trensurb publicou contratações que somam R$ 3,97 milhões para infraestrutura e manutenção do sistema ferroviário na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS). Os investimentos abrangem os sistemas elétricos da Casa de Bombas da Bacia Rodoferroviária, a aquisição de um componente utilizado em aparelhos de mudança de via e kits de reparo de equipamentos.</p>
<p>Os atos constam do Diário Oficial da União desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026, e envolvem as empresas RS Energia e Automação, JT &amp; Partners Ferrovias e Wabtec Brasil. A contratação dos sistemas elétricos teve resultado de julgamento e homologação publicado, enquanto as duas aquisições de componentes foram anunciadas por inexigibilidade de licitação. As publicações não estabelecem datas de entrega nem alterações na circulação dos trens.</p>
<h3>Casa de bombas terá subestação transformadora e sistemas elétricos permanentes</h3>
<p>A RS Energia e Automação Ltda. foi selecionada para executar serviços de engenharia na Casa de Bombas da Bacia Rodoferroviária da Trensurb, pelo valor de R$ 449.852,15.</p>
<p>O objeto inclui fornecimento, montagem e instalação de uma subestação transformadora e dos sistemas elétricos permanentes da estrutura. Também estão previstas parametrização, testes e comissionamento.</p>
<p>A subestação transformadora adequa a energia elétrica às condições de utilização dos equipamentos atendidos. Já a parametrização envolve os ajustes necessários ao funcionamento dos sistemas.</p>
<p>O comissionamento é a etapa de verificações e testes destinada a conferir se a instalação está em condições de operar conforme os requisitos previstos. Assim, o objeto publicado contempla tanto a instalação física quanto a preparação e a verificação do funcionamento dos equipamentos.</p>
<p>O resultado de julgamento e homologação refere-se à Licitação 167/2026, realizada em lote único.</p>
<p>A publicação não informa a capacidade da subestação, o prazo de execução ou a data de entrada em funcionamento dos sistemas.</p>
<h3>Maior contratação é de componente utilizado nos aparelhos de mudança de via</h3>
<p>A aquisição de maior valor anunciada pela Trensurb é a de um “jacaré híbrido UIC/AREMA para AMV”, fornecido pela JT &amp; Partners Ferrovias Ltda., por R$ 2.814.477,86.</p>
<p>AMV significa aparelho de mudança de via, conjunto que permite direcionar os trens entre diferentes caminhos ferroviários.</p>
<p>O jacaré é um dos componentes desse conjunto, utilizado na região em que os trilhos se cruzam. Sua função está associada à passagem das rodas pelo cruzamento, compondo a infraestrutura que permite a movimentação entre vias.</p>
<p>As referências UIC e AREMA identificam padrões técnicos ferroviários mencionados na descrição do produto. O aviso não apresenta as especificações completas da peça nem informa em qual ponto do sistema ela será instalada.</p>
<p>A aquisição foi publicada como inexigibilidade de licitação, com fundamento no artigo 30, inciso I, da Lei das Estatais. Esse dispositivo trata de situações em que há inviabilidade de competição para a aquisição, nas condições previstas pela legislação.</p>
<p>O ato não detalha os documentos técnicos utilizados para justificar a contratação nem informa o cronograma de fornecimento.</p>
<h3>Wabtec fornecerá kits de reparo por R$ 701,8 mil</h3>
<p>A Trensurb também anunciou a contratação da Wabtec Brasil Fabricação e Manutenção de Equipamentos Ltda., no valor de R$ 701.807,02.</p>
<p>O objeto é a aquisição de kits de reparo de válvula descelostática e de peças de borracha da UCP, conforme a nomenclatura utilizada no aviso.</p>
<p>A publicação não apresenta a quantidade de kits, a distribuição entre os equipamentos atendidos ou a identificação dos trens em que os componentes serão utilizados. Também não desenvolve o significado da sigla UCP.</p>
<p>A contratação foi igualmente publicada por inexigibilidade de licitação, com fundamento no artigo 30, inciso I, da Lei das Estatais.</p>
<p>O fornecimento de kits de reparo é voltado à manutenção de componentes existentes. O aviso não anuncia compra de novos trens.</p>
<h3>Valores correspondem a três objetos distintos</h3>
<p>As três contratações totalizam R$ 3.966.137,03, mas atendem a necessidades diferentes do sistema.</p>
<p>A primeira envolve uma instalação elétrica vinculada à casa de bombas. A segunda é destinada à infraestrutura de via permanente. A terceira contempla materiais para reparo de equipamentos.</p>
<p>Os atos publicados não informam interrupções de serviço, mudanças de horários ou restrições de acesso às estações relacionadas a essas contratações. Também não apresentam um cronograma conjunto de execução e entrega.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Colisão de ônibus da Spencer Transporte contra carro e muro na Zona Norte de São Paulo (SP) deixa feridos nesta segunda-feira (05)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/colisao-de-onibus-da-spencer-transporte-contra-carro-e-muro-na-zona-norte-de-sao-paulo-sp-deixa-feridos-nesta-segunda-feira-05/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 22:45:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Vítimas foram socorridas ao Pronto Socorro do Mandaqui e à UPA Vila Maria; coletivo atendia a linha 1702/10 Jova Rural &#8211; Tietê VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na tarde desta segunda-feira, 05 de outubro, por volta das 16h13, um ônibus municipal da Spencer Transporte colidiu contra um carro e depois em um muro na Rua Arley Gilberto [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53a3ed1e3c4030c57f7c8abe44eb9768-e1791240824842.webp?fit=640%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53a3ed1e3c4030c57f7c8abe44eb9768-e1791240824842.webp?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53a3ed1e3c4030c57f7c8abe44eb9768-e1791240824842.webp?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53a3ed1e3c4030c57f7c8abe44eb9768-e1791240824842.webp?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/53a3ed1e3c4030c57f7c8abe44eb9768-e1791240824842.webp?resize=400%2C281&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Vítimas foram socorridas ao Pronto Socorro do Mandaqui e à UPA Vila Maria; coletivo atendia a linha 1702/10 Jova Rural &#8211; Tietê</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Na tarde desta segunda-feira, 05 de outubro, por volta das 16h13, um ônibus municipal da Spencer Transporte colidiu contra um carro e depois em um muro na Rua Arley Gilberto de Araújo, nº 01, no distrito de Tremembé, na Zona Norte de São Paulo (SP).</p>
<p>De acordo com o Corpo de Bombeiros, seis vítimas foram socorridas ao Pronto Socorro do Mandaqui e à UPA Vila Maria.</p>
<p>O coletivo envolvido no acidente atendia a linha 1702/10 Jova Rural &#8211; Tietê do sistema de mobilidade da capital paulista.</p>
<p>Em nota ao <strong>Diário do Transporte</strong>, a SPTrans (São Paulo Transporte) informou que uma equipe do Programa de Redução de Acidentes de Transporte apura a ocorrência.</p>
<p><em>&#8220;A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que uma equipe do Programa de Redução de Acidentes de Transporte (PRAT) apura a ocorrência da tarde desta segunda-feira (5) na Rua Arley Gilberto de Araújo, sentido bairro, no Tremembé. O caso envolveu um ônibus da Spencer Transporte que operava pela linha 1702/10 Jova Rural &#8211; Tietê. O Resgate foi acionado.&#8221;</em></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Seul planeja 500 ônibus sem motorista (autônomos) até 2030; experiências internacionais e brasileiras mostram os desafios da operação</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/seul-planeja-500-onibus-sem-motorista-autonomos-ate-2030-experiencias-internacionais-e-brasileiras-mostram-os-desafios-da-operacao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 22:01:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Capital sul-coreana firmou acordo para desenvolver ônibus de 11 metros e ampliar serviços regulares; projetos em Singapura, Noruega, Escócia e Brasil têm escalas e condições diferentes ADAMO BAZANI Seul, capital da Coreia do Sul, pretende incorporar 500 ônibus autônomos ao transporte público até 2030. A meta está vinculada à substituição gradual de veículos antigos e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="689" height="445" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-8.jpg?fit=689%2C445&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-8.jpg?w=689&amp;ssl=1 689w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-8.jpg?resize=300%2C194&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-8.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-8.jpg?resize=400%2C258&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 689px) 100vw, 689px" /> <p><em>Capital sul-coreana firmou acordo para desenvolver ônibus de 11 metros e ampliar serviços regulares; projetos em Singapura, Noruega, Escócia e Brasil têm escalas e condições diferentes</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Seul, capital da Coreia do Sul, pretende incorporar 500 ônibus autônomos ao transporte público até 2030. A meta está vinculada à substituição gradual de veículos antigos e ganhou uma nova etapa em 1º de outubro de 2026, com um acordo entre o governo municipal, a Hyundai Motor e a associação das empresas de ônibus da cidade para desenvolver veículos e estruturar sua operação.</p>
<p>A informação é confirmada pelos comunicados oficiais consultados pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, mas os 500 veículos representam uma meta futura. O programa ainda prevê desenvolvimento, demonstrações com passageiros e certificação de desempenho antes da ampliação. Experiências em outros países — e um protótipo brasileiro — mostram que colocar um ônibus em movimento sem intervenção constante do motorista é uma parte de um projeto que também envolve atendimento, manutenção, supervisão, segurança e organização do serviço.</p>
<h3>Ônibus de 11 metros e implantação por etapas</h3>
<p>O acordo prevê que a Hyundai desenvolva, fabrique, forneça e dê suporte a uma plataforma de ônibus de aproximadamente 11 metros, preparada para receber sistemas de condução autônoma.</p>
<p>O cronograma anunciado em outubro concentra desenvolvimento e demonstrações em 2027 e 2028. A incorporação em maior escala está prevista a partir de 2029, com a meta de alcançar 500 unidades em 2030.</p>
<p>A substituição dos ônibus antigos deverá ocorrer progressivamente, mediante verificações de segurança. Assim, o anúncio não significa que toda essa frota já esteja encomendada ou autorizada a circular sem motoristas.</p>
<p>A plataforma deverá permitir o controle eletrônico da direção, dos freios, das portas e da climatização. Também estão previstos mecanismos de segurança cibernética e redundância em componentes essenciais.</p>
<p>Redundância significa contar com recursos adicionais para preservar funções críticas em caso de falha. Portanto, a tradução que apresenta o projeto como uma “redução de componentes críticos” altera o sentido da informação original.</p>
<h3>O projeto envolve fabricantes, tecnologia e empresas de ônibus</h3>
<p>O comunicado da Hyundai e da Kia descreve uma estrutura que reúne fabricação dos veículos, fornecedores dos sistemas autônomos e empresas responsáveis pelo transporte.</p>
<p>A proposta inclui padronizar a instalação de sensores, como câmeras e LiDAR — equipamento que utiliza luz para medir distâncias e identificar elementos do ambiente. Uma configuração comum pode facilitar a integração de diferentes tecnologias à plataforma.</p>
<p>Também está previsto um sistema de controle para acompanhar a operação em tempo real e responder a situações de emergência. A integração com informações do transporte municipal deverá ajudar a coordenar os veículos com a rede existente.</p>
<p>Essas medidas mostram que o objetivo vai além de adaptar um ônibus para seguir uma rota. A operação em escala exige organizar informações, responsabilidades e suporte técnico para uma frota inteira.</p>
<h3>Seul já transporta passageiros em serviços autônomos</h3>
<p>O programa não começa do zero. Em um balanço publicado em agosto de 2026, a prefeitura informou que mantinha 24 veículos autônomos em operação em seis distritos: 16 ônibus, sete táxis e um veículo de transporte sob demanda.</p>
<p>Até o fim de julho, os serviços autônomos haviam acumulado mais de 234 mil embarques. O número reúne diferentes modalidades e não deve ser apresentado como quantidade de passageiros exclusivamente dos ônibus.</p>
<p>A cidade pretende iniciar a ampliação principalmente em corredores centrais exclusivos e em horários de madrugada e início da manhã, expandindo posteriormente as condições de circulação.</p>
<p>Esse recorte tem uma finalidade de transporte público: atender períodos e deslocamentos em que a oferta convencional é mais limitada. O planejamento também contempla identificar áreas com acesso insuficiente à rede e melhorar conexões.</p>
<p>A escala pretendida para 2030, portanto, combina uma política industrial com uma tentativa de preencher lacunas do atendimento.</p>
<h3>Serviço de madrugada mantém motorista de segurança</h3>
<p>Uma experiência concreta é a linha A504, entre Geumcheon e a região da prefeitura de Seul, cuja operação começou em 29 de abril de 2026.</p>
<p>Segundo o comunicado municipal, o serviço inicia as viagens às 3h30 nos dias úteis, antecipando a oferta para passageiros que precisam se deslocar antes dos horários habituais.</p>
<p>O veículo é um Hyundai ElecCity elétrico, equipado com tecnologia de condução autônoma da SUM. A configuração anunciada tem 31 assentos, exige que os passageiros permaneçam sentados e mantém um motorista de segurança.</p>
<p>A linha integra um conjunto de serviços autônomos de início da manhã que também inclui as rotas A160, A741 e A148.</p>
<p>A presença do profissional é um detalhe fundamental: um serviço pode utilizar tecnologia autônoma e, durante sua implantação, conservar uma pessoa preparada para assumir o controle. A classificação tecnológica e a autorização operacional precisam ser examinadas separadamente.</p>
<h3>Nível 4 tem limites definidos de funcionamento</h3>
<p>Na classificação da SAE International, referência técnica do setor automotivo, o nível 4 corresponde à capacidade de o sistema realizar a condução e administrar situações de falha dentro de condições determinadas, sem depender de uma intervenção humana para cumprir essas funções nesse domínio.</p>
<p>Essas condições podem delimitar o local, o tipo de via, a velocidade, o clima ou outras características da operação.</p>
<p>Isso não equivale a circular autonomamente em qualquer rua e em qualquer circunstância. Essa abrangência corresponde ao conceito de nível 5.</p>
<p>Também é necessário distinguir um motorista que supervisiona testes, um funcionário que atende passageiros e um operador em um centro de controle. São funções diferentes, que podem continuar presentes mesmo quando a condução é automatizada.</p>
<h3>Singapura prepara frota mista em linhas existentes</h3>
<p>Singapura adotou uma implantação inicialmente menor e integrada a serviços convencionais.</p>
<p>Em outubro de 2025, a autoridade de transportes terrestres, LTA, anunciou a contratação de um consórcio para fornecer seis ônibus autônomos elétricos com 16 assentos. O piloto foi programado para as linhas 400, na região de Marina Bay, e 191, em one-north, por um período inicial de três anos.</p>
<p>O anúncio previa começar no segundo semestre de 2026, após testes, com circulação ao lado de ônibus conduzidos por motoristas. Esse cronograma, isoladamente, não comprova que o serviço já tenha começado.</p>
<p>Na fase inicial, haverá um operador de segurança a bordo. Uma etapa posterior prevê supervisão contínua por um centro remoto e um funcionário no veículo para atendimento aos passageiros.</p>
<p>O projeto inclui acessibilidade e treinamento de trabalhadores para novas funções. A LTA também prevê a possibilidade de adquirir até 14 unidades adicionais, conforme a avaliação do piloto.</p>
<p>O caso evidencia uma transição gradual: testar veículos, preparar profissionais e observar o funcionamento da frota antes de ampliar a contratação.</p>
<h3>Noruega ampliou a complexidade das rotas</h3>
<p>Stavanger, na Noruega, oferece outra referência de aplicação em transporte público.</p>
<p>A autoridade regional Kolumbus registra o início da operação de um ônibus autônomo de maior porte em maio de 2022, ligando o centro da cidade à região da casa de concertos.</p>
<p>O veículo é um Karsan e-ATAK, com tecnologia autônoma da ADASTEC. Em fevereiro de 2024, a fabricante informou a ampliação do percurso para incluir cruzamentos, semáforos e um túnel de aproximadamente 800 metros.</p>
<p>A passagem por túnel acrescenta dificuldades de localização e percepção do ambiente, sobretudo pelas mudanças de iluminação e pelas limitações dos sinais de posicionamento por satélite.</p>
<p>Em comunicado mais recente, a Applied Autonomy, responsável pela plataforma de gestão, informou que a autoridade rodoviária norueguesa concedeu permissão à Vy e à Kolumbus para operar o ônibus sem motorista de segurança ao volante.</p>
<p>Segundo a empresa, a estrutura mantém acompanhamento e assistência remota aos passageiros. A experiência mostra que retirar o motorista da condução envolve estabelecer outros meios de supervisão e apoio.</p>
<h3>Escócia encerrou serviço experimental com cinco ônibus</h3>
<p>A trajetória internacional também inclui projetos encerrados.</p>
<p>Na Escócia, o serviço AB1, do programa CAVForth, começou em maio de 2023 com cinco ônibus autônomos. O percurso atravessava a Forth Road Bridge, conectando Fife ao oeste de Edimburgo.</p>
<p>A iniciativa reuniu Stagecoach, Fusion Processing, Alexander Dennis, Transport Scotland e instituições de pesquisa, com financiamento parcial do governo britânico.</p>
<p>A Stagecoach informa oficialmente que o teste e a linha AB1 terminaram em 14 de fevereiro de 2025. Portanto, a experiência não deve ser apresentada como um serviço que continua em funcionamento.</p>
<p>O encerramento, por si só, não demonstra fracasso tecnológico: um piloto pode ter duração delimitada e objetivos de demonstração. Mas o caso impede concluir que toda experiência com passageiros necessariamente se transforma em operação permanente ou em expansão de frota.</p>
<h3>Brasil desenvolveu micro-ônibus para ambientes controlados</h3>
<p>No Brasil, uma iniciativa diretamente relacionada ao transporte coletivo é o protótipo apresentado pela Marcopolo, por meio da Marcopolo Next, em parceria com a Lume Robotics.</p>
<p>Divulgado em junho de 2023, o projeto utiliza um Volare Attack 8 com capacidade para 21 passageiros. A fabricante descreve sua aplicação em situações específicas, como circuitos fechados de baixa velocidade.</p>
<p>Os testes começaram em dezembro de 2022. Em março de 2023, o veículo passou por uma avaliação em ambiente operacional na siderúrgica ArcelorMittal Tubarão, no Espírito Santo.</p>
<p>O desenvolvimento recebeu apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo. O protótipo reúne sensores e comandos para automatizar direção, frenagem, aceleração e câmbio, além de recursos para monitorar ocupação das poltronas e uso dos cintos.</p>
<p>Essa experiência demonstra desenvolvimento brasileiro, mas não corresponde à implantação de uma linha municipal autônoma em trânsito urbano aberto. As condições anunciadas são mais delimitadas que as pretendidas por Seul.</p>
<h3>Pesquisa universitária brasileira antecede o protótipo</h3>
<p>A tecnologia da Lume tem origem em trabalhos relacionados ao Laboratório de Computação de Alto Desempenho da Universidade Federal do Espírito Santo, responsável pelo projeto IARA.</p>
<p>A Pesquisa FAPESP registrou que, em 2017, o automóvel experimental percorreu 74 quilômetros entre o campus universitário e Guarapari, passando por três municípios. Um motorista acompanhou o trajeto, preparado para assumir o controle.</p>
<p>Em São Carlos, a Universidade de São Paulo também desenvolve tecnologias de navegação autônoma por meio do projeto CaRINA.</p>
<p>Um comunicado da universidade, publicado em 2013, descrevia preparação para testes em vias públicas, com sensores, câmeras, GPS e computadores responsáveis pelas decisões de condução. A experiência previa motorista de segurança e medidas de controle do trânsito.</p>
<p>São pesquisas com automóveis, e não serviços de ônibus. Sua relevância está na formação de conhecimento sobre percepção, localização e tomada de decisão, que pode alimentar aplicações em diferentes veículos. Elas não devem ser contabilizadas como transporte coletivo autônomo implantado.</p>
<h3>Projetos estão em etapas diferentes</h3>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Local</th>
<th>Experiência</th>
<th>Etapa confirmada nas fontes consultadas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Seul, Coreia do Sul</td>
<td>Serviços autônomos existentes e projeto de ônibus de 11 metros</td>
<td>Operação com passageiros em serviços específicos; meta de 500 ônibus até 2030</td>
</tr>
<tr>
<td>Singapura</td>
<td>Seis ônibus elétricos autônomos nas linhas 191 e 400</td>
<td>Piloto contratado, com início previsto para o segundo semestre de 2026 e implantação gradual</td>
</tr>
<tr>
<td>Stavanger, Noruega</td>
<td>Karsan e-ATAK na rede Kolumbus</td>
<td>Operação iniciada em 2022; fornecedor informa autorização posterior para retirada do motorista de segurança ao volante</td>
</tr>
<tr>
<td>Escócia</td>
<td>Linha AB1 do programa CAVForth</td>
<td>Serviço experimental realizado entre maio de 2023 e fevereiro de 2025</td>
</tr>
<tr>
<td>Brasil</td>
<td>Volare Attack 8 desenvolvido por Marcopolo e Lume Robotics</td>
<td>Protótipo e testes para circuitos fechados de baixa velocidade</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Atendimento e custos também definem a viabilidade</h3>
<p>Os casos permitem identificar questões que continuarão relevantes na implantação de Seul.</p>
<p>Para o passageiro, a condução automatizada precisa vir acompanhada de embarque acessível, informação sobre a viagem e auxílio diante de uma ocorrência. O planejamento de Singapura, ao prever um funcionário de atendimento mesmo após a mudança da supervisão, reconhece essa necessidade.</p>
<p>Para as empresas, a análise econômica deve considerar o conjunto da operação: aquisição dos veículos, sensores, programas, manutenção, centros de controle e capacitação. Uma eventual redução de tarefas de condução não demonstra, sozinha, redução do custo total.</p>
<p>Também não se pode presumir que o anúncio resulte automaticamente em passagens mais baratas. Os comunicados consultados não apresentam uma demonstração que permita atribuir esse efeito à futura frota de Seul.</p>
<p>A automação tampouco equivale à eletrificação. Ônibus elétricos podem ser conduzidos por motoristas, enquanto sistemas autônomos podem ser instalados em veículos com outras formas de propulsão. São decisões tecnológicas distintas, embora possam integrar o mesmo projeto.</p>
<h3>Meta de 500 veículos depende das próximas etapas</h3>
<p>A dimensão que distingue Seul é a tentativa de associar o desenvolvimento de uma plataforma específica à renovação da frota e à organização do serviço em escala.</p>
<p>As experiências internacionais oferecem referências de integração com linhas existentes, aumento gradual da complexidade das rotas e criação de funções de supervisão. O protótipo brasileiro mostra capacidade de desenvolvimento local, com aplicação anunciada em ambientes mais controlados.</p>
<p>Até 2030, a execução do programa sul-coreano deverá ser medida pela quantidade de veículos efetivamente autorizados e incorporados, pelas condições em que poderão circular e pelo serviço entregue ao passageiro. O acordo confirma a intenção de implantação; o cumprimento da meta dependerá das etapas técnicas e operacionais previstas.</p>
<p><em>Apuração baseada em comunicados do Governo Metropolitano de Seul, Hyundai Motor Group, LTA de Singapura, Kolumbus, Stagecoach, Karsan, Applied Autonomy, Marcopolo, USP e publicações da Ufes e da Pesquisa FAPESP.</em></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Águia Branca oferece 360 passagens gratuitas a atletas surdos em 2026</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 21:37:52 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Benefício foi concedido entre janeiro e setembro para deslocamentos a treinos, seletivas e competições em diferentes cidades YURI SENA A Viação Águia Branca concedeu 360 passagens gratuitas a atletas surdos do Espírito Santo entre janeiro e setembro de 2026. O benefício é resultado de uma parceria com o Clube de Atletismo do Espírito Santo (CAES) [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="491" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-1.jpg?fit=800%2C491&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-1.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-1.jpg?resize=300%2C184&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-1.jpg?resize=150%2C92&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-1.jpg?resize=768%2C471&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-1.jpg?resize=400%2C246&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Benefício foi concedido entre janeiro e setembro para deslocamentos a treinos, seletivas e competições em diferentes cidades</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Viação Águia Branca concedeu 360 passagens gratuitas a atletas surdos do Espírito Santo entre janeiro e setembro de 2026. O benefício é resultado de uma parceria com o Clube de Atletismo do Espírito Santo (CAES) e a Federação Capixaba de Surdoatletas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa disponibiliza 40 passagens por mês para atletas de modalidades como atletismo, futsal e goalball. Os bilhetes são utilizados em deslocamentos para treinamentos, seletivas e competições realizadas em diferentes cidades brasileiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os eventos que receberam atletas estão competições nacionais de atletismo, o Regional Sudeste 1 de goalball e os Meetings de Atletismo do Rio de Janeiro e de São Paulo. Também foram contemplados treinamentos e seletivas de futsal masculino, incluindo atletas das categorias sub-18 e sub-21, além de atividades de preparação de jogadoras pré-convocadas para a Seleção Brasileira de Futsal Feminino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo dados do Ministério do Esporte citados pela empresa, a Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS) reunia, em 2025, 4.987 atletas, 1.140 integrantes de comissões técnicas, 21 entidades filiadas e 128 clubes. No mesmo ano, o Brasil participou das Surdolimpíadas de Tóquio com 118 atletas em 21 modalidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outras ações de inclusão</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A companhia também participou da terceira edição nacional da Rota da Acessibilidade, realizada em Brasília (DF) pelo SEST SENAT, em parceria com a Confederação Nacional do Transporte (CNT) e o Instituto de Transporte e Logística (ITL). O encontro teve como objetivo discutir medidas de inclusão e acessibilidade no setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A gerente executiva de Gente e Gestão da Águia Branca, Fernanda Peroba, participou da atividade, que contou ainda com a presença do colaborador João Paulo Tommasi, integrante do projeto Amor que Acolhe. A iniciativa é voltada à inclusão profissional de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), considerando as habilidades individuais dos trabalhadores.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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