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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p>A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p>Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p>Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Linha 12-Safira tem problemas e atendimento é prejudicado nesta quarta-feira (29)</title>
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    <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:34:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada ARTHUR FERRARI Quem utiliza a linha 12-Safira da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) enfrenta dificuldades desde às 10h12 desta quarta-feira, 29 de abril de 2026, quando uma falha passou a afetar o atendimento. De acordo com os canais oficiais da CPTM, os trens circulam [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Linha-12-safira-jpg-e1679064472364.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Linha-12-safira-jpg-e1679064472364.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Linha-12-safira-jpg-e1679064472364.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Linha-12-safira-jpg-e1679064472364.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Linha-12-safira-jpg-e1679064472364.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Linha-12-safira-jpg-e1679064472364.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada</em></p>
<p><strong><em>ARTHUR FERRARI</em></strong></p>
<p>Quem utiliza a linha 12-Safira da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) enfrenta dificuldades desde às 10h12 desta quarta-feira, 29 de abril de 2026, quando uma falha passou a afetar o atendimento.</p>
<p>De acordo com os canais oficiais da CPTM, os trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada devido a problemas no sistema de energia.</p>
<p>As composições circulam com velocidade reduzida e maiores intervalos entre as estações Itaim Paulista e Calmon Viana.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> procurou a CPTM para mais detalhes e aguarda.</p>
<p><strong><em>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
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    <title>Princesa dos Campos e Cantelle estão entre as empresas que mais cresceram com abertura de “janela” da ANTT: 1373 mercados de uma só vez</title>
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    <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:59:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Maior parte é para a Cantelle em ligações que ainda não tinham atendimento e que são de longa extensão ADAMO BAZANI A abertura das chamadas “janelas de mercado rodoviário” para novas linhas interestaduais de ônibus por todo o Brasil tem sido oportunidade para ampliar o atendimento a comunidades onde não havia oferta e também para [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="708" height="482" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-08.38.49.jpeg?fit=708%2C482&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-08.38.49.jpeg?w=708&amp;ssl=1 708w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-08.38.49.jpeg?resize=300%2C204&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-08.38.49.jpeg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-08.38.49.jpeg?resize=400%2C272&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 708px) 100vw, 708px" /> <p><em>Maior parte é para a Cantelle em ligações que ainda não tinham atendimento e que são de longa extensão</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A abertura das chamadas “janelas de mercado rodoviário” para novas linhas interestaduais de ônibus por todo o Brasil tem sido oportunidade para ampliar o atendimento a comunidades onde não havia oferta e também para o crescimento de grupos empresariais.</p>
<p>O procedimento é da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), responsável pela regulação deste setor que vê oportunidades de ganhos diante da alta dos preços das passagens aéreas por causa da atual guerra no Oriente Médio. É esperada uma migração de parte da demanda do avião para o rodoviário.</p>
<p>Mesmo com o diesel mais caro, os reajustes ainda estão inferiores aos enfrentados pelas aéreas.</p>
<p>O editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, tem recebido uma série de informações da agência sobre alguns aspectos interessantes do momento atual.</p>
<p>Um destes grupos empresariais que devem registrar um crescimento significativo nesta primeira janela da ANTT é o que reúne as empresas Expresso Princesa dos Campos e Viação Cantelle, com origem em 1934, no Estado do Paraná.</p>
<p>Entre as duas companhias, são 1373 mercados liberados pela ANTT de uma só vez.</p>
<p>Deste total, são 1.190 ligações que até então não havia nenhum tipo de atendimento, dos quais, 256 para a Princesa dos Campos e 934 para a Cantelle.</p>
<p>Já em relação aos mercados que só tinham apenas uma empresa atendendo, o Grupo vai passar a atuar em 183 mercados, sendo, 135 para a Cantelle e 48 para a Princesa dos Campos.</p>
<p>Alguns destes mercados envolvem linhas de grande extensão, de milhares de quilômetros compreendendo não apenas estados diferentes, mas regiões distintas. Entre os exemplos estão Cuiabá (MT) x Canoas (RS); Anápolis (GO) x Pato Branco (PR); e Eldorado do Carajás (PA) x São Paulo (SP).</p>
<p><strong>Mercados até então sem Atendimento</strong></p>
<p><u>Princesa dos Campos</u></p>
<p>256 mercados</p>
<p>Exemplos</p>
<p>Belo Horizonte (MG) x Itajaí (SC), Betim (MG) x Castro (PR), Campo Grande (MS) x Osório (RS); Cuiabá (MT) x Canoas (RS)</p>
<p><u>Cantelle</u></p>
<p>934 mercados</p>
<p>Exemplos</p>
<p>Brasília (DF) x Vitória (ES), Brasília (DF) x Guarapari (ES), Belém (PA) x Florianópolis (SC), Palmas (TO) x Florianópolis (SC) , Aracruz (ES) x Rio de Janeiro (RJ), Aracruz (ES) x São Paulo (SP),  Marabá (PA) x Florianópolis (SC), Imperatriz (MA) x Florianópolis (SC), Palmas  (TO) x Porto Alegre (RS) , Macaé (RJ) x Florianópolis (SC), Macaé (RJ) x Guarulhos (SP), Belém (PA) x Curitiba (PR), Vitória (ES) x Curitiba (PR), Vitória (ES) x Porto Alegre (RS)</p>
<p><strong>Mercados que só tinham uma empresa até então</strong></p>
<p><u>Princesa dos Campos</u></p>
<p>48 mercados</p>
<p>Exemplos</p>
<p>Coxim (MS) x Tubarão (SC), Lucas do Rio Verde (MT) x Porto Alegre (RS), Vitória da Conquista x Betim (MG)</p>
<p><u>Cantelle</u></p>
<p>135 mercados</p>
<p>Exemplos</p>
<p>Anápolis (GO) x Pato Branco (PR), Eldorado do Carajás (PA) x São Paulo (SP), Goiânia (GO) x São Caetano do Sul (SP)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>GRUPOS TRADICIONAIS X &#8220;START UPS&#8221;</strong></p>
<p>Se a abertura das janelas tem sido aproveitada por grandes novos grupos tradicionais, as chamadas “strarups” também se beneficiam.</p>
<p>Em 28 de abril de 2026, o criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani, mostrou que o aplicativo  Buser vai operar 27 mercados.</p>
<p>As operações se darão por meio da compra recente pelo aplicativo das empresas Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal.</p>
<p>Somente em relação aos chamados mercados “desatendidos”, que são ligações para as quais não havia nenhuma oferta, são 26, sendo 18 pela empresa do ABC e oito pela JK.</p>
<p>Barbacena (MG) x Santo André (SP); Campo Belo (MG) x São Bernardo do Campo (SP); Formiga (MG) x São José do Rio Preto (SP); são alguns exemplos pela Santa Maria e; Morrinhos (MG) x Belo Horioznte (MG); Pinhas (PR) x Registro (SP) e Rio de Janeiro (RJ) x Itaquaquecetuba (SP), pela JK, são casos dos mercados antes sem oferta de ligações.</p>
<p>Já entre os mercados que tinham a atuação de uma só empresa, a Buser vai operar, pela Expresso JK, a ligação Contagem (MG) x Três Rios (RJ).</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="H71vVus12Z"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/">EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/embed/#?secret=Z2QTw28PGq#?secret=H71vVus12Z" data-secret="H71vVus12Z" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>No dia 27 de abril de 2026, Adamo Bazani mostrou que a plataforma internacional Flixbus conseguiu autorizações para operar diretamente linhas de ônibus nestas janelas.</p>
<p>Foram 1158 mercados onde não havia oferta até então, que são chamados pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), de mercados desatendidos, tendo a Flixbus como contemplada 1.: Alagoinhas (BA) x Jaboatão dos Guararapes (PE); Balneário Camboriú (SC) x Umbaúba (SE); Bayeux (PB) x Santo André (SP); Camapuã (MS) x Cascavel (PR) estão entre os exemplos.</p>
<p>A plataforma também vai atender 72 mercados onde já há uma oferta, como Curitiba (PR) x São Vicente.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="4EBpGpq9iw"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/">EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/embed/#?secret=7GxQm4fRpO#?secret=4EBpGpq9iw" data-secret="4EBpGpq9iw" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Os modelos de negócios foram escolhidos de forma diferente.</p>
<p>Enquanto a Flixbus fez as solicitações diretas por sua marca, a Buser foi contemplada por meio das compras de viações de linhas regulares que fez.</p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou em primeira mão, de forma oficial, a aquisição.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="vnt9NxF6NH"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/">Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/embed/#?secret=I5A565HZ8E#?secret=vnt9NxF6NH" data-secret="vnt9NxF6NH" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>O QUE SÃO JANELAS E QUANTAS SÃO:</strong></p>
<p>As chamadas &#8216;janelas de entrada&#8217; são períodos predefinidos pela agência durante os quais empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros podem apresentar requerimentos para obter novas autorizações de linhas ou para a ampliação de serviços já existentes. Fora dessas janelas, o sistema regulatório é, em regra, fechado para novos pedidos.</p>
<p>No recorte de mercados, foram registradas 47.291 solicitações válidas. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos e 8.912 a mercados operados por apenas uma empresa. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%.</p>
<p>A reportagem completa do editor e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, sobre as janelas, você confere neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="z4q2PvZa2L"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/">ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/embed/#?secret=zW5i8LEd0T#?secret=z4q2PvZa2L" data-secret="z4q2PvZa2L" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/29/princesa-dos-campos-e-cantelle-estao-entre-as-empresas-que-mais-cresceram-com-abertura-de-janela-da-antt-1373-mercados-de-uma-so-vez/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=513085</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Ônibus &#8220;entala&#8221; no meio-fio ao tentar fazer curva na Zona Sul de São Paulo na manhã desta quarta (29)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/29/onibus-entala-no-meio-fio-ao-tentar-fazer-curva-na-zona-sul-de-sao-paulo-na-manha-desta-quarta-29/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:04:56 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículo do sistema municipal não transportava passageiros no momento do incidente ARTHUR FERRARI Um ônibus municipal da cidade de São Paulo acabou preso ao meio-fio de uma calçada ao tentar fazer uma curva na Rua José Pestana com a Avenida Maria Rosa, no Jardim Maria Rosa, Zona Sul da capital, na manhã desta quarta-feira, 29 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260429_075003_Samsung-Internet-e1777460663945.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Veículo do sistema municipal não transportava passageiros no momento do incidente</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um ônibus municipal da cidade de São Paulo acabou preso ao meio-fio de uma calçada ao tentar fazer uma curva na Rua José Pestana com a Avenida Maria Rosa, no Jardim Maria Rosa, Zona Sul da capital, na manhã desta quarta-feira, 29 de abril de 2026.</p>
<p>O veículo não transportava passageiros no momento do incidente e ninguém ficou ferido.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-513075" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260429_075232_Samsung-Internet.jpg?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="576" /></p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> procurou a SPTrans, que informou por meio de nota que o coletivo, da concessionária Auto Bless, estava em modo reservado no momento do incidente, portanto não atendia nenhuma linha.</p>
<p><strong>Nota da SPTrans na íntegra</strong></p>
<p><em>A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que o coletivo da Auto Bless, que trafegava no modo reservado e estava sem passageiros, ficou travado na Rua José Pestana com a Av. Maria Rosa. O caso foi às 6h20 desta quarta-feira (29). Não há registro de vítimas.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
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    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=513072</guid>
  </item>
  <item>
    <title>ENTREVISTA: Santo André (SP) estuda ampliar linhas com tarifa zero, vincular gratuidade nos ônibus a consultas médicas e licitar Vila Luzita até outubro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/29/entrevista-santo-andre-sp-estuda-ampliar-linhas-com-tarifa-zero-vincular-gratuidade-nos-onibus-a-consultas-medicas-e-licitar-vila-luzita-ate-outubro/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/29/entrevista-santo-andre-sp-estuda-ampliar-linhas-com-tarifa-zero-vincular-gratuidade-nos-onibus-a-consultas-medicas-e-licitar-vila-luzita-ate-outubro/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 09:21:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Prefeito Gilvan Ferreira descarta, neste momento, fazer um “Tarifa Zero” geral e irrestrito em todo o sistema de transportes, a exemplo do que fez a vizinha São Caetano do Sul, que, agora, revê a medida ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari A cidade de Santo André, no ABC Paulista, estuda ampliar a quantidade de linhas de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?fit=600%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <p><em>Prefeito Gilvan Ferreira descarta, neste momento, fazer um “Tarifa Zero” geral e irrestrito em todo o sistema de transportes, a exemplo do que fez a vizinha São Caetano do Sul, que, agora, revê a medida</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Arthur Ferrari</em></strong></p>
<p><div style="width: 1280px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-513033-2" width="1280" height="720" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Coletivo-Gilvan.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Coletivo-Gilvan.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Coletivo-Gilvan.mp4</a></video></div></p>
<p>A cidade de Santo André, no ABC Paulista, estuda ampliar a quantidade de linhas de ônibus sem cobrança de tarifas aos passageiros, mas descarta, neste momento, fazer um “Tarifa Zero” geral e irrestrito em todo o sistema de transportes, a exemplo do que fez a vizinha São Caetano do Sul, cidade que, agora, diante do aumento dos custos e da demanda, deve limitar a gratuidade apenas a moradores.</p>
<p>Áreas carentes e de difícil acesso, sem oferta de transportes regulares e legalizados e até vincular as gratuidades às consultas médicas na rede pública estão entre as alternativas da administração andreense.</p>
<p>A ideia de Santo André é começar aos poucos com a tarifa zero, dentro das condições financeiras dos cofres públicos para custeio dos serviços e da infraestrutura do sistema, contanto com limitações das vias, terminais e quantidade de ônibus em circulação.</p>
<p>O caminho que a cidade escolheu foi descobrir demandas específicas para atender, nesta fase, rotas para quem mais precisa da gratuidade.</p>
<p>A explicação é do prefeito Gilvan Ferreira, que nesta terça-feira, 28 de abril de 2028, apresentou o primeiro serviço de ônibus sem cobrança de tarifas da cidade. Chamado de “Circular Luzitinha”, é operado pela Suzantur, uma das viações do município com um micro-ônibus que liga a comunidade do “Cruzado” no Jardim Santo André, uma das áreas mais carentes da cidade, até o Terminal Vila Luzita, que é uma centralidade regional.  O trajeto é feito em locais de difícil acesso onde não havia transportes públicos.</p>
<p>Em São Caetano do Sul, diante do crescimento da demanda de passageiros e dos custos operacionais, além da diminuição da qualidade do serviço, a proposta é limitar a gratuidade a apenas moradores da cidade.</p>
<p>A Câmara de São Caetano do Sul aprovou um projeto de lei da prefeitura que cria uma espécie de cadastro único municipal que daria aos cidadãos acesso aos serviços da cidade, entre os quais, os transportes.</p>
<p>Seria o primeiro passo da restrição da gratuidade, que ainda precisa ter uma lei específica e uma regulamentação.</p>
<p>Em resposta ao editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, o prefeito Gilvan Ferreira disse que o custeio do primeiro Tarifa Zero da cidade sairá para os cofres do município menos de R$ 2 por mês por morador que possa ser atendido.</p>
<p>Sobre a ampliação do programa “Tarifa Zero” em Santo André, a proposta é oferecer ônibus sem cobrança de passagem em outras áreas carentes ligando estes setores do território ao sistema troncalizado de ônibus municipais.</p>
<p>Já em relação à vinculação das gratuidades às consultas médicas na rede pública, Gilvan disse que tecnicamente é possível integrar dados do SUS (Sistema Único de Saúde) e da Saúde Municipal com a bilhetagem eletrônica para garantir, no dia do tratamento ou visita ao médico, ida e volta sem a cobrança da tarifa.</p>
<p>Os estudos vão analisar a aplicabilidade legal, contratual e técnica, mas a proposta inicial é oferecer a gratuidade nos ônibus das duas linhas “Circular da Saúde”, a B 31 (Jardim Santo André – Poupatempo da Saúde/Atrium Shopping) e o eixo principal que é a B 45 (Hospital Mário Covas/Bairro Paraíso – Vila Luzita/Jardim Represa).</p>
<p>A B 45 liga mais de 10 unidades de saúde de Santo André  e, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, é a linha de ônibus com maior aprovação do País, cujo índice é de 91%</p>
<p>Ambas são tarifadas normalmente e, apesar do nome, não são usadas apenas para quem vai a consultadas médicas, sendo linhas convencionais, mas com a nomenclatura para identificação.</p>
<p>Neste caso, entre os riscos jurídicos estaria a necessidade de um aditivo contratual e até mesmo a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), uma vez que o sistema de transportes teria acesso às datas de consultas, especialidades médicas unidades de saúde onde o passageiro irá.</p>
<p>Gilvan Ferreira também falou que o sistema tronco-alimentado de Vila Luzita, que abrange a área onde o “Circular Luzitnha” opera, deve ter a licitação concluída até outubro desde ano de 2026. A promessa inicial da gestão era o fim de 2025, mas a história é bem mais antiga. Desde 2016, há dez anos, o sistema está para ser licitado, mas sem sucesso, depois de bloqueios por parte do TCE (Tribunal de Contas do Estado) ou esvaziamentos sem apresentação de propostas.</p>
<p>A Szuantur foi contratada em 2016 para substituir emergencialmente a Expresso Guarará. O contrato emergencial era de 180 dias, mas, diante da indefinição se tornou contrato a título precário.</p>
<p>Segundo Gilvan, estudos indicaram que o melhor modelo de remuneração da futura operadora (que pode ou não ser a Suzantur, depende do resultado da concorrência) seja por quilômetro rodado (serviço prestado) e não por passageiro transportado, o que pode, na visão da prefeitura, aumentar a disponibilidade da frota e reduzir a lotação, uma das queixas atuais, principalmente em relação às linhas troncais do sistema.</p>
<p><strong><u>Gilvan Ferreira:</u></strong> <em>É hoje um projeto super importante, a gente está muito feliz do Luzitinha. A Tarifa Zero começa aqui a atuar em Santo André, a gente começa pelo Luzitinha e depois temos projetos para ampliar em mais linhas, em mais serviços públicos. Sabendo que tem orçamento limitado, então a gente vai ampliando pouco a pouco. Mas mais do que isso, é o acesso a 30 mil pessoas que têm direito ao ônibus. E isso, uma cidade como Santo André, a vigésima quinta cidade do país, quinta cidade do estado, é um direito que as pessoas têm, então a gente tem feito esse trabalho de verificar onde o ônibus vai chegar, preparar também as ruas para que ele passe e aí a ideia do micro, para que a gente consiga ter o acesso e dar a volta subindo pela Renascer, descendo pela Missionários. Então imagina que pessoas que antes, às vezes iam ao supermercado, precisam carregar sacolinha, subir tudo isso aqui, 40 minutos de caminhada, levar uma criança na UBS, um idoso ir num parque, então as pessoas perdem a qualidade de vida de acessar a própria cidade. Então hoje o que a gente traz aqui é direito real das pessoas e dignidade para o morador de Santo André.</em></p>
<p><strong><u> Adamo Bazani:</u></strong>  <strong>Prefeito, agora pela estimativa de custo e o número de moradores atendidos, vai dar em torno de menos de R$2,00 por mês por morador, é isso mesmo? E já aproveitando sobre a licitação da Vila Luzita.</strong></p>
<p><strong><u>Gilvan Ferreira:</u></strong>  <em>Sim, é isso mesmo, a gente coloca aqui em torno de R$50 mil por mês, R$600 mil por ano. Então do ponto de vista de investimento para a população atendida, dá menos de R$2,00 por mês, para ver que com inteligência, com boa política pública, a gente consegue oferecer um serviço de qualidade sem custar muito para o poder público.</em></p>
<p>A licitação da Vila Luzita, a gente está finalizando, a gente ia soltar aquele modelo <em>tradicional, mas está sendo feito um estudo e está finalizando agora, de pagar por quilômetro rodado. E qual é a diferença do quilômetro rodado? A prefeitura dá demanda para a empresa, por exemplo, nos horários de pico a gente pode colocar mais ônibus e quanto mais a empresa rodar, mais ganha. Isso traz um benefício de eficiência para o município, porque é o município que coloca a demanda e a gente consegue ir ajustando isso. Então, está finalizando isso e a gente pretende soltar ainda esse ano e muito antes, até setembro, outubro, aí essa licitação já está finalizada.</em></p>
<p><strong>MATÉRIA ANTERIOR:</strong></p>
<p><em>Serviço vai ligar comunidade &#8220;Cruzado&#8221; no Jardim Santo André até Terminal Vila Luzita com paradas apenas dentro da área residencial</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Arthur Ferrari</strong></em></p>
<p><div style="width: 1280px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-513033-3" width="1280" height="720" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Luzitinha-Tarifa-Zero.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Luzitinha-Tarifa-Zero.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Luzitinha-Tarifa-Zero.mp4</a></video></div></p>
<p>Menos de R$ 2,00 por mês por morador. Esta é a estimativa de custo aos cofres públicos para manter um serviço especial de tarifa zero que inaugura a modalidade na cidade de Santo André, no ABC Paulista. Será apenas uma linha chamada Circular Luzitinha que estará à disposição de uma comunidade de aproximadamente 35 mil moradores. Atenção: Tarifa pública é o que o usuário paga. Se neste caso, o passageiro não paga nada, logo a TARIFA é ZERO. Mas este serviço tem um custeio e, segundo a prefeitura, o valor pode ser considerado baixo aos cofres públicos diante dos benefícios sociais e para o comércio local.</p>
<p>Por mês, a estimativa do custo de operação deste micro-ônibus é de R$ 55 mil aproximadamente. Sendo assim, por R$ 1,57 aos cofres públicos, quem reside nesta comunidade poderá ter acesso ao transporte gratuito. Com porte reduzido, por causa das vias estreitas, o modelo do tipo micro-ônibus vai fazer embarques e desembarques apenas para os usuários que tiverem acesso dentro das comunidades, como comunidade Cruzado, na região do Jardim Santo André, uma das áreas mais carentes da cidade.</p>
<p>Os pontos ficarão distribuídos somente na Rua Renascer, Rua da Conquista e Rua dos Missionários. Os demais ônibus da cidade continuam com tarifação normal. Esta linha, chamada Circular Luzitinha, vai fazer a ligação desta área carente até o terminal Vila Luzita, o mais próximo do bairro.</p>
<p>O diretor de transportes da SATrans (Santo André Transportes), Rodrigo Ageu Padoveze, diz que um dos intuitos é levar transporte a quem mais precisa.</p>
<p><div style="width: 576px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-513033-4" width="576" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Video-2026-04-24-at-20.18.21.mp4?_=4" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Video-2026-04-24-at-20.18.21.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Video-2026-04-24-at-20.18.21.mp4</a></video></div></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-512965" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/eac54d51-a7b6-44ac-96d6-6f12612e7168-1.jpg?resize=594%2C858&#038;ssl=1" alt="" width="594" height="858" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/eac54d51-a7b6-44ac-96d6-6f12612e7168-1.jpg?w=594&amp;ssl=1 594w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/eac54d51-a7b6-44ac-96d6-6f12612e7168-1.jpg?resize=208%2C300&amp;ssl=1 208w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/eac54d51-a7b6-44ac-96d6-6f12612e7168-1.jpg?resize=104%2C150&amp;ssl=1 104w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/eac54d51-a7b6-44ac-96d6-6f12612e7168-1.jpg?resize=400%2C578&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/eac54d51-a7b6-44ac-96d6-6f12612e7168-1.jpg?resize=150%2C217&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 594px) 100vw, 594px" /></p>
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<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Arthur Ferrari</strong></em></p>
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    <title>Campos do Jordão (SP) adita contrato com consultoria para diagnóstico e revisão do transporte público urbano</title>
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    <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:10:16 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[* Aditamento de R$ 10,6 mil reforça estudo iniciado em 2025 para reequilibrar concessão, após queixas de usuários e pressão por melhorias no sistema ALEXANDRE PELEGI O Município de Campos do Jordão firmou aditamento ao Contrato nº 027/2025 com a empresa Urbantrans – Consultoria e Assessoria em Mobilidade Urbana Ltda., ampliando o escopo de serviços [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="678" height="452" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281629.jpeg?fit=678%2C452&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281629.jpeg?w=678&amp;ssl=1 678w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281629.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281629.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281629.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px" /> 
<p>*<br><br>Aditamento de R$ 10,6 mil reforça estudo iniciado em 2025 para reequilibrar concessão, após queixas de usuários e pressão por melhorias no sistema<br><br><em>ALEXANDRE PELEGI</em><br><br>O Município de Campos do Jordão firmou aditamento ao Contrato nº 027/2025 com a empresa Urbantrans – Consultoria e Assessoria em Mobilidade Urbana Ltda., ampliando o escopo de serviços técnicos voltados ao diagnóstico e à reestruturação do transporte público coletivo urbano. O extrato do documento foi publicado no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira, 29 de abril de 2026.  <br><br>O objeto do contrato permanece centrado na realização de um estudo diagnóstico do sistema, considerando o contrato de concessão vigente (nº 38/2016), além da análise e proposição de revisão contratual, com foco no reequilíbrio econômico-financeiro e na implantação de uma nova rede de linhas.<br><br>O aditamento prevê prazo de 90 dias, a partir de 29 de novembro de 2025, e valor adicional de R$ 10.621,60, dentro do processo licitatório do Pregão Eletrônico nº 005/2025.<br><br>A contratação da consultoria foi anunciada ainda em fevereiro de 2025, quando a prefeitura abriu licitação justamente para enfrentar um cenário considerado crítico na operação do transporte coletivo.<br><br>Segundo o Termo de Referência, a concessionária responsável — Viação na Montanha Ltda. — vinha apresentando sucessivas demandas por reajuste tarifário, reequilíbrio do contrato e alterações operacionais, ao mesmo tempo em que crescia a insatisfação dos usuários.<br><br>Esse quadro levou inclusive a manifestações junto ao Ministério Público e à necessidade de maior fiscalização do contrato, evidenciando a pressão institucional por mudanças estruturais no sistema.<br><br>*Objetivo: revisão da concessão e nova rede de linhas*<br><br>Dentro desse contexto, o estudo conduzido pela Urbantrans tem como eixo central não apenas diagnosticar o sistema atual, mas reformular sua lógica operacional, com propostas que incluem:<br><br>* revisão contratual da concessão<br>* reequilíbrio econômico-financeiro<br>* redefinição de itinerários e oferta<br>* implantação de uma nova rede de linhas<br><br>Quando o contrato original foi firmado em 2025, a prefeitura já apontava a necessidade de uma reestruturação e modernização urgentes do sistema, com prazo de 90 dias para entrega dos estudos.<br><br>O aditamento agora publicado indica a continuidade e aprofundamento desse processo técnico, que deve subsidiar decisões futuras sobre o modelo de operação do transporte coletivo na cidade — seja por meio de ajustes na concessão atual ou de uma reconfiguração mais ampla do sistema.<br><br>_*Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes*_</p>
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    <title>Prefeitura de São Paulo remaneja R$ 14,8 milhões de subsídios do sistema de ônibus para obras viárias e drenagem</title>
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    <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:05:38 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[** _Decreto abre crédito de R$ 16,9 milhões e reduz dotação de compensações tarifárias, recurso essencial para equilíbrio do transporte coletivo na capital_ ALEXANDRE PELEGI A Prefeitura de São Paulo publicou decreto que remaneja R$ 16,9 milhões do orçamento municipal, com impacto direto sobre o sistema de transporte coletivo por ônibus. Do total utilizado para [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_editor_output_image1673459380-1777449479231.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_editor_output_image1673459380-1777449479231.jpg?w=3857&amp;ssl=1 3857w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_editor_output_image1673459380-1777449479231.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_editor_output_image1673459380-1777449479231.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_editor_output_image1673459380-1777449479231.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_editor_output_image1673459380-1777449479231.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_editor_output_image1673459380-1777449479231.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_editor_output_image1673459380-1777449479231.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_editor_output_image1673459380-1777449479231.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image_editor_output_image1673459380-1777449479231.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p>**<br><br>_Decreto abre crédito de R$ 16,9 milhões e reduz dotação de compensações tarifárias, recurso essencial para equilíbrio do transporte coletivo na capital_<br><br>ALEXANDRE PELEGI <br><br>A Prefeitura de São Paulo publicou decreto que remaneja R$ 16,9 milhões do orçamento municipal, com impacto direto sobre o sistema de transporte coletivo por ônibus. Do total utilizado para abertura do crédito adicional, R$ 14,8 milhões saem da rubrica de compensações tarifárias — mecanismo que sustenta o equilíbrio econômico das operações diante das tarifas pagas pelos passageiros.<br><br>O Decreto nº 65.138/2026, assinado pelo prefeito Ricardo Nunes, destina os recursos principalmente para obras no sistema viário (R$ 11 milhões), intervenções em áreas de risco geológico (R$ 3,8 milhões) e melhorias no sistema de drenagem (R$ 2,1 milhões).<br><br>*Impacto sobre o sistema de ônibus*<br><br>A principal fonte de recursos para viabilizar o crédito suplementar foi justamente a dotação destinada às compensações tarifárias do sistema de ônibus, que teve redução de R$ 14,8 milhões.<br><br>Essas compensações são fundamentais para cobrir a diferença entre o custo real da operação — pressionado por fatores como combustível, mão de obra e renovação de frota — e o valor da tarifa paga pelos usuários. Na prática, funcionam como subsídio público para manter o sistema operando sem repassar integralmente os custos ao passageiro.<br><br>A retirada de recursos dessa rubrica, ainda que pontual, ocorre em um contexto de forte dependência do sistema em relação aos aportes públicos, especialmente após a queda de demanda registrada nos últimos anos e a necessidade de manutenção da oferta de serviços.<br><br>*Prioridade para infraestrutura urbana*<br><br>Segundo o decreto, os recursos serão redirecionados para frentes consideradas prioritárias pela administração municipal, com destaque para intervenções viárias — que, embora não sejam exclusivas do transporte coletivo, impactam diretamente a circulação dos ônibus — e obras de drenagem, relevantes para mitigar alagamentos que frequentemente afetam corredores e linhas.<br><br>*Equilíbrio delicado*<br><br>O remanejamento evidencia o desafio estrutural das grandes cidades brasileiras: equilibrar investimentos em infraestrutura urbana com o financiamento contínuo do transporte público.<br><br>Em São Paulo, o sistema de ônibus é altamente dependente de subsídios, e qualquer ajuste orçamentário nessa rubrica costuma ser acompanhado de atenção pelo setor, já que pode pressionar contratos, qualidade do serviço ou, no limite, a política tarifária.<br><br>Embora o decreto não detalhe eventuais compensações futuras ou recomposição da dotação, o movimento reforça a centralidade do debate sobre financiamento do transporte coletivo — tema que ganha força também no âmbito federal com discussões sobre um novo modelo de custeio para o setor.<br><br>_*Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes*_</p>
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    <title>SPTrans suspende licitação de estudos para novos atracadouros nas represas Billings e Guarapiranga</title>
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    <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:00:30 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Projeto previa base técnica para expansão do transporte hidroviário e integração ao sistema de ônibus com Bilhete Único ALEXANDRE PELEGI A SPTrans suspendeu, por tempo indeterminado (sine die), a Licitação nº 006/2026, que previa a contratação de estudos técnicos para implantação de quatro novos atracadouros nas represas da capital paulista. O aviso foi publicado no [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG-20240926-WA0033.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG-20240926-WA0033.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG-20240926-WA0033.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG-20240926-WA0033.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG-20240926-WA0033.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG-20240926-WA0033.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG-20240926-WA0033.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG-20240926-WA0033.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p><br>Projeto previa base técnica para expansão do transporte hidroviário e integração ao sistema de ônibus com Bilhete Único<br><br>ALEXANDRE PELEGI<br><br>A SPTrans suspendeu, por tempo indeterminado (sine die), a Licitação nº 006/2026, que previa a contratação de estudos técnicos para implantação de quatro novos atracadouros nas represas da capital paulista. O aviso foi publicado no Diário Oficial da Cidade nesta quarta-feira, 29 de abril de 2026.<br><br>O certame tinha como objeto a elaboração de estudos de viabilidade para estruturas hidroviárias nos reservatórios Billings e Guarapiranga, considerados estratégicos para ampliar o uso do transporte por barcos em São Paulo.<br><br>A licitação suspensa representava um avanço na proposta de diversificar a matriz de transporte coletivo na capital, incorporando as chamadas “avenidas de água” ao sistema público.<br><br>O plano previa quatro novos atracadouros:<br><br>&#8211; Na Represa Billings: ponto no Apurá<br>&#8211; Na Represa Guarapiranga: Guaraci, Santa Paula e Clube Náutico<br><br>A iniciativa tinha como foco atender regiões periféricas da zona sul, como Grajaú, Pedreira, Jardim Ângela e Cidade Dutra, oferecendo alternativa ao transporte terrestre congestionado.<br><br>Os serviços previstos na licitação incluíam a elaboração de EVTEA (Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental), etapa essencial antes de qualquer implantação física.<br><br>Durante cerca de 10 meses, seriam realizados levantamentos batimétricos (profundidade das represas), análises ambientais e avaliações de demanda e viabilidade econômica.<br><br>Esses estudos definiriam se os terminais são seguros, sustentáveis e operacionais.<br><br>*Integração com ônibus e trilhos*<br><br>Um dos principais diferenciais do projeto é a integração ao sistema existente, com uso do Bilhete Único. A ideia é que o transporte hidroviário funcione como complemento às redes de ônibus, metrô e trens, reduzindo o tempo de deslocamento.<br><br>Na prática, o modelo busca permitir que o passageiro utilize embarcações para encurtar trajetos hoje feitos por vias saturadas, especialmente em áreas próximas às represas.<br><br>No comunicado oficial, a SPTrans não detalha os motivos da suspensão nem estabelece novo cronograma para retomada do processo licitatório.<br><br>A decisão interrompe, ao menos temporariamente, um dos projetos mais emblemáticos de diversificação modal do transporte coletivo paulistano, que vinha sendo acompanhado como alternativa de médio prazo para ampliar a capacidade e eficiência do sistema.<br><br>_*Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes*_</p>
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    <title>CPTM tem intervenções no Complexo da Estação Brás aprovadas pelo Condephaat</title>
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    <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 07:55:11 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Projeto envolve pátios, estruturas operacionais e preservação de patrimônio histórico ferroviário na capital paulista ALEXANDRE PELEGI A CPTM obteve aprovação do Condephaat para intervenções no Complexo da Estação Brás e no chamado Abrigo Roosevelt, em São Paulo. A decisão, unânime, foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, 29 de abril de 2026, e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="612" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/53806353985_bfe2e9a2b8_k.jpg?fit=1024%2C612&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/53806353985_bfe2e9a2b8_k.jpg?w=2047&amp;ssl=1 2047w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/53806353985_bfe2e9a2b8_k.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/53806353985_bfe2e9a2b8_k.jpg?resize=1024%2C612&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/53806353985_bfe2e9a2b8_k.jpg?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/53806353985_bfe2e9a2b8_k.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/53806353985_bfe2e9a2b8_k.jpg?resize=1536%2C918&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/53806353985_bfe2e9a2b8_k.jpg?resize=400%2C239&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p><em>Projeto envolve pátios, estruturas operacionais e preservação de patrimônio histórico ferroviário na capital paulista</em></p>



<p><em><strong>ALEXANDRE PELEGI</strong></em></p>



<p>A CPTM obteve aprovação do Condephaat para intervenções no Complexo da Estação Brás e no chamado Abrigo Roosevelt, em São Paulo. A decisão, unânime, foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, 29 de abril de 2026, e refere-se ao processo nº 010.00007587/2025-15.</p>



<p>O aval do colegiado diz respeito a intervenções em um dos principais nós ferroviários da Região Metropolitana, que concentra linhas estratégicas da rede sobre trilhos e também abriga estruturas históricas vinculadas à formação ferroviária da cidade.</p>



<p><em>Modernização com preservação histórica</em></p>



<p>O projeto de modernização do Complexo da Estação Brás e do Abrigo Roosevelt é uma iniciativa da CPTM para melhorar a eficiência das linhas ferroviárias e revitalizar uma das áreas mais históricas de São Paulo.</p>



<p>Na prática, o foco é transformar o complexo em um centro logístico mais ágil. Entre as medidas previstas está a criação de novas vagas de estacionamento para trens no Pátio Roosevelt, permitindo que as composições fiquem estrategicamente posicionadas para entrar em operação com maior rapidez. As intervenções também incluem melhorias de acessibilidade, substituição de coberturas e readequação de prédios de manutenção.</p>



<p><em>Papel do Condephaat: o “guardião” do patrimônio</em></p>



<p>Como a Estação Brás é um bem tombado, o Condephaat atua como instância obrigatória de validação técnica e histórica do projeto.</p>



<p>Na prática isso quer dizer que nenhuma intervenção pode ser realizada sem autorização prévia, desde alterações estruturais até elementos aparentemente simples, como pintura ou instalação de passarelas. O objetivo é garantir que a arquitetura original — marcada por estruturas do século XIX e pela linguagem ferroviária clássica — seja preservada</p>



<p>O desafio central é equilibrar a incorporação de tecnologias e estruturas contemporâneas — como novos pátios e sistemas operacionais — com a manutenção da identidade histórica do conjunto ferroviário.</p>



<p><em>Impactos para operação e cidade</em></p>



<p>Para o passageiro, o resultado esperado é uma operação mais confiável, com maior regularidade e melhor organização dos fluxos ferroviários. Também há ganhos indiretos em segurança e conforto.</p>



<p>Do ponto de vista urbano, o projeto reforça um ponto sensível: a modernização do transporte sobre trilhos sem perda da memória ferroviária. O Brás é um dos marcos da formação industrial e logística da cidade de São Paulo, e sua preservação tem valor simbólico e histórico.</p>



<p>A aprovação do Condephaat não encerra o processo: a CPTM ainda precisa obter licenças de outros órgãos competentes. Mas o aval patrimonial indica que o projeto conseguiu atender a um dos pontos mais delicados — conciliar expansão operacional com preservação.</p>



<p>Em síntese, trata-se de uma intervenção que busca unir a necessidade técnica de ampliar a capacidade ferroviária com o dever de proteger um dos conjuntos históricos mais relevantes da mobilidade paulistana.</p>



<p><em><strong>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Artesp autoriza Piracicabana em linha entre São Paulo e Itanhém e renova fretamento da ViaSol</title>
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    <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 07:47:15 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[No caso da linha regular, trajeto é pela Imigrantes de forma experimental ALEXANDRE PELEGI Duas decisões da Artesp envolvem o setor de ônibus,  uma sobre linha regular para a Viação Piracicabana e outra de fretamento para a ViaSol do Grupo Paraty. PIRACICABANA A Viação Piracicabana S/A recebeu autorização para operar, em caráter experimental por 90 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="799" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_172757.jpg?fit=1024%2C799&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_172757.jpg?w=2885&amp;ssl=1 2885w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_172757.jpg?resize=300%2C234&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_172757.jpg?resize=1024%2C799&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_172757.jpg?resize=150%2C117&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_172757.jpg?resize=768%2C599&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_172757.jpg?resize=1536%2C1198&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_172757.jpg?resize=2048%2C1597&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_172757.jpg?resize=400%2C312&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p><em>No caso da linha regular, trajeto é pela Imigrantes de forma experimental </em></p>



<p><em><strong>ALEXANDRE PELEGI </strong></em></p>



<p>Duas decisões da Artesp envolvem o setor de ônibus,  uma sobre linha regular para a Viação Piracicabana e outra de fretamento para a ViaSol do Grupo Paraty.</p>



<p><strong>PIRACICABANA</strong> </p>



<p>A Viação Piracicabana S/A recebeu autorização para operar, em caráter experimental por 90 dias, a linha rodoviária entre Itanhaém e São Paulo, conforme publicação no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (29). A decisão consta no processo SEI nº 134.00034461/2024-09 (Autos 9535/DER/84).</p>



<p>A autorização, concedida pela ARTESP, permite a operação da linha com itinerário via Rodovia dos Imigrantes (itinerário A), conforme tabela de horários e distâncias aprovada no processo.</p>



<p>A empresa deverá iniciar a operação em até 15 dias após a publicação. Durante o período experimental, o serviço será monitorado para avaliar demanda, regularidade e viabilidade operacional — etapa comum antes de uma eventual autorização definitiva.</p>



<p>A ligação entre Itanhaém, no litoral sul paulista, e a capital atende a um eixo com forte potencial de deslocamento, especialmente em períodos de alta temporada e fins de semana, o que tende a ser um dos pontos de observação da agência reguladora ao longo dos 90 dias.</p>



<p><strong>Operação sob avaliação</strong></p>



<p>O modelo de autorização experimental permite ajustes operacionais ao longo do período, incluindo eventuais revisões de horários, frequência e ocupação. Ao final, a ARTESP poderá deliberar pela continuidade, alteração ou encerramento da linha, com base nos dados coletados.</p>



<p>A medida também se insere no contexto mais amplo de revisão e dinamização da oferta de transporte intermunicipal no estado, com foco em adequação à demanda real e maior eficiência na ocupação das linhas.</p>



<p><strong>VIASOL</strong> </p>



<p>A ARTESP autorizou a renovação do registro da ViaSol Transportes Rodoviários Ltda. no serviço de transporte coletivo intermunicipal de passageiros sob fretamento, nas modalidades eventual e contínuo.</p>



<p>A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo desta quarta-feira, 29 de abril de 2026, com base no processo nº 134.00015814/2026-25. A empresa está cadastrada na agência sob o registro F1-3858/21.</p>



<p>A renovação tem validade de cinco anos, a contar de 13 de maio de 2026.</p>



<p>Com sede em Araras (SP), a ViaSol atua no transporte rodoviário intermunicipal no interior paulista. A empresa foi fundada em 2013, a partir da união da SC Araras e da SC Rio Claro, e opera ligações envolvendo cidades como Rio Claro, Americana, Limeira, Mogi Mirim, Pirassununga e São Carlos.</p>



<p>A empresa integra o grupo que se apresenta comercialmente como Paraty Mobilidade, responsável por operações de transporte urbano, rodoviário e fretamento no interior paulista. O controle do grupo é exercido pela família do empresário Mauro Artur Herszkowicz, tradicional no setor de transporte na região.</p>



<p>Apesar da adoção da marca Paraty Mobilidade nos últimos anos, a ViaSol mantém seus registros jurídicos e operacionais junto aos órgãos reguladores, como no caso da autorização renovada pela ARTESP.</p>



<p>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
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    <title>ARTESP tem superávit em 2025, mas impacto da Tamoios leva resultado ao vermelho</title>
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    <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 07:36:26 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[** _Receita segue concentrada nas concessões rodoviárias, enquanto a Desvinculação de Receitas — que retira 30% da arrecadação — limita capacidade financeira da agência mesmo com expansão para outros modais_ ALEXANDRE PELEGI A Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (ARTESP) registrou em 2025 um superávit orçamentário de R$ 77,8 milhões, impulsionado principalmente [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281529.jpeg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281529.jpeg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281529.jpeg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281529.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281529.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p>**<br><br>_Receita segue concentrada nas concessões rodoviárias, enquanto a Desvinculação de Receitas — que retira 30% da arrecadação — limita capacidade financeira da agência mesmo com expansão para outros modais_<br><br>ALEXANDRE PELEGI<br><br>A Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (ARTESP) registrou em 2025 um superávit orçamentário de R$ 77,8 milhões, impulsionado principalmente pelo aumento do tráfego rodoviário, reajustes tarifários e ampliação das competências da agência, que passou a atuar também sobre novos modais de transporte.	<br><br>É o que mostra o Relatório das demonstrações contábeis da ARTESP do exercício de 2025, publicado no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira, 29 de abril de 2026.<br><br>Esse resultado ocorre em um momento de inflexão institucional da autarquia. A partir de 2024, com a Lei Complementar nº 1.413, e sua regulamentação em 2025, a ARTESP passou a atuar sobre praticamente todos os modais delegados de transporte no Estado — ampliando sua base de receitas, mas também sua exposição a diferentes dinâmicas econômicas.<br><br>A leitura do balanço por modo de transporte ajuda a entender onde estão os ganhos — e também as limitações — desse novo desenho.<br><br>Rodovias: principal motor de crescimento<br><br>O segmento rodoviário segue como o pilar financeiro da ARTESP. Em 2025, o desempenho foi claramente positivo, sustentado por três fatores principais:<br>•	aumento do volume de tráfego nas concessões<br>•	reajustes tarifários ocorridos ao longo do ano<br>•	ampliação do número de contratos com cobrança de ônus variável de 3%<br><br>Esse conjunto elevou a arrecadação das concessionárias e, consequentemente, a receita da agência. Trata-se do componente mais estável e previsível do caixa da ARTESP, diretamente associado ao nível de atividade econômica.<br><br>O Saldo é positivo e determinante para o superávit orçamentário<br><br>*Transporte coletivo (intermunicipal e metropolitano): recuperação com a demanda*<br><br>No transporte coletivo por ônibus, o resultado também foi positivo, mas com outra lógica.<br>A receita da ARTESP nesse segmento vem de percentuais sobre as tarifas:<br>•	cerca de 2% nas linhas intermunicipais<br>•	cerca de 3,86% nas regiões metropolitanas<br><br>Em 2025, o crescimento da demanda — puxado pela retomada da mobilidade e da atividade econômica — elevou o número de passageiros transportados, ampliando a arrecadação da agência.<br><br>Ainda assim, trata-se de um segmento mais sensível a ciclos econômicos e políticas tarifárias. O saldo aqui é positivo, mas mais volátil que rodovias<br><br>*Transporte metroferroviário: receita estável, mas limitada*<br><br>Nas concessões metroferroviárias (como Linhas 5, 8 e 9), a ARTESP arrecada por meio de:<br>•	1% da receita tarifária bruta (Linha 5 – Lilás)<br>•	0,5% nas Linhas 8 e 9<br><br>O modelo garante previsibilidade, mas com baixa capacidade de expansão de receita, já que os percentuais são reduzidos e vinculados à tarifa. Neste caso é um saldo positivo, porém com impacto financeiro limitado no total.<br><br>*Aeroportos: crescimento moderado e novo eixo de receita*<br><br>O setor aeroportuário também contribuiu positivamente:<br>•	contratos mais antigos com ônus variável de 3% sobre a receita líquida<br>•	novos contratos com 0,5% sobre a receita bruta<br>O crescimento da movimentação aérea e das receitas não tarifárias ajudou a elevar a arrecadação, consolidando esse modal como um eixo complementar relevante. Apesar de positivo, o saldo em expansão é ainda secundário frente às rodovias<br><br>´*Hidrovias: presença institucional, impacto ainda marginal*<br><br>Embora incluído no novo escopo da ARTESP, o sistema hidroviário interior ainda não apresenta peso relevante no resultado financeiro da agência. Ou seja, o saldo é neutro do ponto de vista arrecadatório.<br><br>*Contraponto: impacto fiscal e contratos puxam resultado para baixo*<br><br>Apesar do desempenho positivo em praticamente todos os modais, dois fatores pesaram negativamente no resultado global:<br>•	DREM (Desvinculação de Receitas): retira 30% da arrecadação da agência, reduzindo sua capacidade financeira real<br>•	Reequilíbrio da concessão da Tamoios: pagamento de cerca de R$ 293 milhões, que gerou déficit patrimonial de R$ 143 milhões<br><br>O balanço mostra que a ampliação da ARTESP para um modelo multimodal trouxe ganhos claros de diversificação de receita. Mas também evidencia que o desempenho da agência continua altamente dependente das rodovias — e que fatores externos, como decisões fiscais e reequilíbrios contratuais, ainda têm peso decisivo no resultado final.<br><br>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
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