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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Mobi-Rio abre novas licitações para manutenção de ônibus Mercedes-Benz e Volkswagen e contrata peças para BRT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/mobi-rio-abre-novas-licitacoes-para-manutencao-de-onibus-mercedes-benz-e-volkswagen-e-contrata-pecas-para-brt/</link>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 20:00:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Compras incluem lubrificantes, materiais de funilaria, filtros de transmissões Voith, módulos eletrônicos e equipamentos para estações; companhia também formaliza registros de preços e contratos para manutenção da frota ADAMO BAZANI A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio), responsável pela operação do sistema BRT, publicou  novas licitações e contratações para manutenção dos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="784" height="548" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/volje.jpg?fit=784%2C548&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/volje.jpg?w=784&amp;ssl=1 784w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/volje.jpg?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/volje.jpg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/volje.jpg?resize=768%2C537&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/volje.jpg?resize=400%2C280&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 784px) 100vw, 784px" /> <p><em>Compras incluem lubrificantes, materiais de funilaria, filtros de transmissões Voith, módulos eletrônicos e equipamentos para estações; companhia também formaliza registros de preços e contratos para manutenção da frota</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio), responsável pela operação do sistema BRT, publicou  novas licitações e contratações para manutenção dos ônibus, incluindo modelos Mercedes-Benz e Volkswagen. Entre os materiais estão óleos, graxas, produtos de arrefecimento, peças para funilaria e soldagem, filtros para caixas de transmissão e módulos eletrônicos dos veículos.</p>
<p>As publicações também incluem a prorrogação de contratos de fornecimento, aquisição de equipamentos para estações e decisões relacionadas a licitações anteriores. As medidas atendem às necessidades de manutenção preventiva e corretiva da frota, especialmente dos ônibus articulados que circulam nos corredores BRT da cidade. A disponibilidade desses componentes influencia o tempo de permanência dos veículos nas oficinas e a capacidade de atendimento aos passageiros.</p>
<p>Entre os novos procedimentos, a Mobi-Rio marcou duas sessões públicas para novembro.</p>
<p>A primeira, prevista para 3 de novembro de 2026, às 10h, corresponde ao Pregão Eletrônico 1850/2026, destinado ao registro de preços para aquisição de óleos e graxas lubrificantes.</p>
<p>A compra abrange produtos homologados pelos fabricantes Mercedes-Benz e Volkswagen para utilização nos chassis dos ônibus operados pela empresa.</p>
<p>Entre os modelos mencionados estão Mercedes-Benz O500 e Volkswagen 17.260 OD, 22.280 OD e 22.260 S, incluindo configurações Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>A segunda licitação, marcada para 5 de novembro, também às 10h, é o Pregão Eletrônico 1853/2026, destinado ao registro de preços para aquisição de materiais de funilaria e soldagem.</p>
<p>Esses produtos são utilizados nos reparos de peças e estruturas dos veículos, em serviços de manutenção e recuperação de componentes.</p>
<p>Nos dois procedimentos, o critério de julgamento é o menor preço por item, e os valores estimados das contratações são sigilosos.</p>
<p><strong>Nova licitação e registro de preços de lubrificantes</strong></p>
<p>Além dos dois pregões, a presidente da Mobi-Rio autorizou a abertura de uma nova licitação relacionada à aquisição de lubrificantes.</p>
<p>A decisão permite aproveitar a fase interna do Pregão Eletrônico 1606/2026, incluindo os estudos e documentos preparatórios, com utilização de preço estimado constante de processo sigiloso.</p>
<p>Na mesma edição, a companhia publicou informações sobre o registro de preços decorrente do procedimento 1606/2026.</p>
<p>O registro contempla fornecimento de produtos para manutenção da frota, incluindo aditivos de arrefecimento, com participação da Extreme ADT Comércio e Representações Ltda.</p>
<p>A vigência informada é de 20 de outubro de 2026 a 19 de outubro de 2027.</p>
<p>O registro de preços é um instrumento que permite à administração realizar aquisições conforme a demanda e as condições estabelecidas, sem representar, necessariamente, a compra imediata de todos os quantitativos previstos.</p>
<p>A autorização de uma nova disputa e a existência de registros relacionados ao procedimento anterior devem ser consideradas separadamente.</p>
<p><strong>Filtros de transmissões Voith e equipamentos eletrônicos</strong></p>
<p>Outro contrato publicado pela Mobi-Rio envolve a aquisição de filtros lubrificantes novos e genuínos para caixas de transmissão Voith Turbo utilizadas nos ônibus da companhia.</p>
<p>A fornecedora é a Driventic Ltda., em contrato assinado em 5 de outubro de 2026, com vigência até 4 de janeiro de 2027.</p>
<p>O fornecimento foi contratado por meio do Pregão Eletrônico 1590/2026.</p>
<p>O extrato apresenta divergência no valor: o montante numérico é de R$ 809.400,00, enquanto o valor por extenso corresponde a R$ 268.714,00.</p>
<p>Por esse motivo, os valores precisam ser esclarecidos antes de uma definição sobre o custo efetivo do fornecimento.</p>
<p>O objeto do contrato é diferente da contratação de serviços de assistência técnica e recondicionamento das transmissões Voith, também autorizada pela Mobi-Rio nesta edição.</p>
<p>Em outra decisão, a companhia prorrogou por 12 meses a ata de registro de preços firmada com a Guanabara Diesel S/A Comércio e Representações.</p>
<p>O fornecimento envolve módulos de comando parametrizados, novos e genuínos, destinados à manutenção de ônibus Mercedes-Benz O500 equipados com motores OM457, nas versões Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>A prorrogação começa em 22 de outubro de 2026 e termina em 21 de outubro de 2027.</p>
<p>Segundo a empresa, a medida permite utilizar o saldo remanescente do registro, após análise da vantagem econômica da continuidade do fornecimento.</p>
<p>Os módulos eletrônicos são componentes dos sistemas de gerenciamento dos veículos e participam do funcionamento e do controle de diferentes equipamentos embarcados.</p>
<p><strong>Equipamentos para acessibilidade nas estações</strong></p>
<p>A Mobi-Rio também formalizou contrato de R$ 125 mil com a Santos &amp; Lima Soluções Ltda. para aquisição de cadeiras de espera do tipo longarina.</p>
<p>O fornecimento tem como objetivo adequar permanentemente as estações administradas pela companhia às normas de acessibilidade para pessoas com deficiência.</p>
<p>O contrato foi assinado em outubro e possui vigência de 14 de outubro a 13 de novembro de 2026.</p>
<p>A medida abrange equipamentos utilizados pelos passageiros enquanto aguardam os serviços, particularmente importantes para pessoas com mobilidade reduzida.</p>
<p>O extrato não apresenta a relação das estações contempladas nem a quantidade de assentos contratados.</p>
<p><strong>Compras para garagem de Deodoro</strong></p>
<p>A empresa também autorizou R$ 36.188 em equipamentos de escritório para utilização no auditório da garagem Unidade 05, em Deodoro.</p>
<p>Do valor total, R$ 2.168 correspondem à contratação da Faemed Comércio em Geral Ltda., enquanto R$ 34.020 são destinados à Innovizze Soluções Ltda.</p>
<p>O prazo informado para a contratação é de 30 dias.</p>
<p>A despesa está relacionada à infraestrutura administrativa e de apoio da companhia.</p>
<p><strong>Tribunal de Contas analisa licitações de peças e lubrificantes</strong></p>
<p>As compras da Mobi-Rio também foram objeto de decisões do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro.</p>
<p>Na sessão de 14 de outubro de 2026, o tribunal determinou o arquivamento com resolução de mérito de procedimentos relacionados aos pregões 1624/2026 e 1606/2026.</p>
<p>O primeiro trata do registro de preços para aquisição de peças destinadas à manutenção dos ônibus.</p>
<p>O segundo envolve lubrificantes homologados pelos fabricantes Mercedes-Benz e Volkswagen.</p>
<p>O arquivamento foi determinado conforme os votos dos relatores, e a extensão das conclusões depende dos fundamentos de cada decisão.</p>
<p>As contratações e os procedimentos de registro de preços integram as atividades de manutenção necessárias à operação do sistema BRT, que exige veículos disponíveis para atender à programação de viagens.</p>
<p>A manutenção da frota envolve não apenas o fornecimento de peças, mas também a execução dos serviços, o funcionamento das instalações de oficina e a disponibilidade de profissionais especializados.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>VÍDEO: Grupo protocola aviso de nova greve nas linhas que eram da Transwolff para o dia 26 de outubro de 2026</title>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:36:25 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Denominada “União dos Motoristas – 2026”, organização diz representar parte dos cooperados da Cooper Pam, cooperativa que deu origem às operações na zona Sul, e pede revogação de demissão de grevistas, de decreto de desapropriação de garagens e diz que imóveis são atribuídos ao ex-vereador Milton Leite, preso em operação contra o PCC ADAMO BAZANI [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="776" height="506" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/twr.jpg?fit=776%2C506&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/twr.jpg?w=776&amp;ssl=1 776w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/twr.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/twr.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/twr.jpg?resize=768%2C501&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/twr.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 776px) 100vw, 776px" /> <div><em>Denominada “União dos Motoristas – 2026”, organização diz representar parte dos cooperados da Cooper Pam, cooperativa que deu origem às operações na zona Sul, e pede revogação de demissão de grevistas, de decreto de desapropriação de garagens e diz que imóveis são atribuídos ao ex-vereador Milton Leite, preso em operação contra o PCC</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
<p>Um grupo de motoristas e cooperados que integraram as operações da Transwolff, empresa de ônibus que não presta mais serviços à cidade de São Paulo, protocolou nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, um comunicado à Prefeitura de São Paulo anunciando uma nova paralisação do transporte coletivo a partir da 0h de segunda-feira, 26 de outubro. Denominado “União dos Motoristas – 2026”, o movimento reivindica pagamentos de direitos trabalhistas, a readmissão de três funcionários dispensados por justa causa após a greve da última segunda-feira (19) e a revogação de um decreto municipal que declarou de utilidade pública imóveis utilizados para garagem de ônibus. O grupo também pede tratamento igualitário para três garagens vinculadas à antiga Transwolff, entre elas duas cuja titularidade é atribuída pelos manifestantes ao ex-presidente da Câmara Municipal Milton Leite, preso em uma operação que investiga suspeitas de infiltração do PCC (Primeiro Comando da Capital) no transporte público.</p>
<p>O Sindmotoristas, sindicato oficial de representação dos funcionários do transporte público municipal da capital paulista, diz não ter envolvimento com o grupo.</p>
<p>O comunicado, ao qual o Diário do Transporte teve acesso, foi encaminhado ao prefeito Ricardo Nunes, com cópias à SPTrans (São Paulo Transporte) e à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte. O documento tem registro de recebimento nesta quarta-feira (21) e prevê que a paralisação alcance os lotes D10, dos ônibus azul-claros, e D11, dos coletivos na cor vinho. É importante esclarecer que a União dos Motoristas – 2026 representa um grupo de trabalhadores e de antigos integrantes da Cooper Pam, não significando necessariamente a adesão de todos os funcionários, proprietários de veículos ou cooperados que fazem parte da estrutura operacional. Atualmente, os serviços são administrados diretamente pela Prefeitura, por meio da SPTrans, após a retirada da Transwolff da operação e a desistência da Sancetur de assumir os contratos.</p>
<p>A comunicação não significa que a greve já esteja confirmada em toda a rede. Trata-se de um aviso formal de paralisação apresentado por representantes de uma parcela dos trabalhadores e cooperados. A eventual abrangência do movimento dependerá da adesão dos profissionais e das negociações realizadas até segunda-feira.</p>
<p>A rede anteriormente concedida à Transwolff tem frota de referência de 1.206 ônibus, distribuídos pelos lotes D10 e D11, que atendem a zona Sul da capital paulista.</p>
<p>Uma das particularidades dessas operações é a participação de antigos cooperados da Cooper Pam, entidade da qual se originou a Transwolff. Eles atuam como prestadores de serviços e proprietários de veículos que integram a frota. Estimativas relacionadas à estrutura operacional apontam que quase 900 ônibus estão sob responsabilidade desses cooperados, número que pode variar conforme o critério utilizado para identificar os veículos e seus vínculos contratuais.</p>
<p>Isso não significa, entretanto, que todos esses proprietários participem do movimento ou concordem com as reivindicações agora apresentadas.</p>
<p>O Diário do Transporte já mostrou que a antiga Transwolff reúne diferentes núcleos, com interesses e posições que nem sempre são coincidentes. Essa característica ajuda a explicar as dificuldades para substituir a empresa e esteve entre os fatores que contribuíram para a desistência da Sancetur, em janeiro deste ano.</p>
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<h3>Nova greve é anunciada dois dias depois de paralisação que prejudicou passageiros</h3>
<p><div style="width: 576px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-540517-2" width="576" height="1040" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-21-at-16.04.02.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-21-at-16.04.02.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-21-at-16.04.02.mp4</a></video></div></p>
<p>O anúncio ocorre após a paralisação realizada na segunda-feira, 19 de outubro, quando motoristas que atuam nas linhas anteriormente concedidas à Transwolff cruzaram os braços na madrugada.</p>
<p>O protesto afetou principalmente o lote D10, identificado pelos ônibus azul-claros. O D11, dos coletivos na cor vinho, continuou operando normalmente naquele dia.</p>
<p>Segundo a Prefeitura, aproximadamente 267 mil passageiros foram prejudicados pela interrupção dos serviços.</p>
<p>Para reduzir os impactos, a SPTrans acionou o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), por meio do qual ônibus de outras operadoras são deslocados para auxiliar nas linhas afetadas.</p>
<p>O atendimento emergencial chegou a abranger 37 linhas.</p>
<p>A administração municipal também solicitou reforço policial nas garagens.</p>
<p>Na ocasião, a Prefeitura classificou a paralisação como ilegal, argumentando que não havia sido observado o prazo mínimo de comunicação de 72 horas previsto para serviços essenciais.</p>
<p>A SPTrans afirmou ainda que os pagamentos de salários e benefícios estavam em dia e contestou as alegações de atrasos, informando que vinha cumprindo suas obrigações trabalhistas e realizando depósitos relacionados a encargos por meio judicial.</p>
<p>Já os trabalhadores apontaram pendências envolvendo FGTS, direitos trabalhistas e outras obrigações.</p>
<p>Após reunião com representantes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte e da SPTrans, a paralisação foi encerrada na tarde de segunda-feira.</p>
<p>A retomada gradual dos serviços começou por volta das 13h50, embora o Paese tenha permanecido em funcionamento para auxiliar no atendimento.</p>
<p>A normalização da circulação, entretanto, não encerrou as divergências entre representantes dos trabalhadores e a administração municipal.</p>
<p>Na terça-feira (20), novas manifestações e ameaças de paralisação passaram a circular entre funcionários. A SPTrans adotou medidas preventivas de segurança, inclusive com presença da Guarda Civil Metropolitana em instalações utilizadas pelo transporte.</p>
<p>Nesta quarta-feira (21), os ônibus dos dois lotes continuaram operando, sem a confirmação da nova paralisação que havia sido mencionada para esse dia.</p>
<p>Agora, o grupo que se apresenta como União dos Motoristas – 2026 formalizou uma nova data, 26 de outubro.</p>
<h3>Grupo pede readmissão de três trabalhadores dispensados por justa causa</h3>
<p>Um dos principais pontos do ofício é a situação de três funcionários que, segundo os representantes do movimento, foram desligados após a manifestação de segunda-feira.</p>
<p>O documento identifica os trabalhadores como:</p>
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<p>Valdemar de Jesus Araújo Junior;</p>
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<p>Leonardo Pires Cerqueira;</p>
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<p>Manoel C. Figueiredo Murta.</p>
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<p>De acordo com o ofício, os três receberam comunicações de dispensa por justa causa.</p>
<p>O documento menciona especificamente que o telegrama recebido por Valdemar de Jesus Araújo Junior registra os efeitos da dispensa a partir de 19 de outubro de 2026, com fundamento nas alíneas “b” e “h” do artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>
<p>Esses dispositivos tratam, respectivamente, de incontinência de conduta ou mau procedimento e de indisciplina ou insubordinação.</p>
<p>A utilização desses fundamentos na comunicação de desligamento não comprova, por si só, que as condutas tenham ocorrido.</p>
<p>Os representantes do movimento alegam que as dispensas estariam relacionadas à participação dos funcionários na paralisação.</p>
<p>No ofício, o grupo contesta a medida, solicita a imediata readmissão dos três trabalhadores, a revisão dos atos rescisórios e a apuração da alegada retaliação.</p>
<p>É necessário distinguir a alegação dos representantes da conclusão sobre a legalidade das dispensas. O documento apresenta a versão dos trabalhadores, mas não estabelece que houve efetivamente perseguição ou que as justas causas sejam juridicamente inválidas.</p>
<p>A legislação trabalhista prevê hipóteses específicas para a dispensa motivada, enquanto a Constituição assegura o direito de greve, observados os requisitos legais.</p>
<p>A eventual relação entre a participação no movimento e os desligamentos poderá ser discutida administrativamente ou na Justiça do Trabalho, considerando as circunstâncias de cada caso.</p>
<h3>PPR de 2025, verbas rescisórias e acordos judiciais também são cobrados</h3>
<p>Além da readmissão dos três trabalhadores, o grupo apresenta reivindicações financeiras.</p>
<p>Uma delas se refere ao Programa de Participação nos Resultados (PPR), relativo ao exercício de 2025.</p>
<p>Os representantes alegam descumprimento das obrigações relacionadas ao pagamento do benefício e pedem a apresentação de informações e providências concretas para regularizar a situação.</p>
<p>Também são cobrados pagamentos de verbas rescisórias e o cumprimento de acordos judiciais envolvendo trabalhadores da operação.</p>
<p>Esses pontos são relevantes porque a estrutura de funcionários e prestadores de serviços vinculada à antiga Transwolff atravessou diferentes etapas administrativas nos últimos dois anos.</p>
<p>A operação passou por intervenção municipal, procedimentos de avaliação da concessionária, rompimento contratual, tentativa de transferência a outra empresa e manutenção dos serviços sob administração da SPTrans.</p>
<p>Nesse contexto, há situações distintas envolvendo empregados contratados pelo regime da CLT, proprietários de ônibus prestadores de serviços, antigos cooperados e fornecedores.</p>
<p>As obrigações de cada parte dependem dos contratos, dos vínculos trabalhistas e das decisões administrativas e judiciais aplicáveis.</p>
<p>O movimento solicita que a Prefeitura e a SPTrans apresentem respostas concretas sobre essas pendências, sem se limitar a informações genéricas sobre a regularidade dos pagamentos.</p>
<h3>Decreto de desapropriação da garagem Olívia Guedes é contestado</h3>
<p>Outra reivindicação apresentada no ofício envolve o Decreto Municipal nº 65.433, de 19 de agosto de 2026, editado pelo prefeito Ricardo Nunes.</p>
<p>O ato declarou de utilidade pública, para fins de desapropriação, imóveis particulares situados no distrito de Socorro, na área da Subprefeitura da Capela do Socorro, necessários à implantação de garagem de transporte coletivo público sobre pneus.</p>
<p>O decreto abrange uma área de 43.348 metros quadrados.</p>
<p>A legislação permite que os imóveis sejam desapropriados judicialmente ou adquiridos mediante acordo, para atender à finalidade pública indicada.</p>
<p>O ato estabelece também que as despesas decorrentes de sua execução sejam custeadas por dotações orçamentárias municipais.</p>
<p>A declaração de utilidade pública é uma etapa jurídica que possibilita a desapropriação, mas não deve ser confundida com a comprovação de que todos os imóveis já tenham sido efetivamente desapropriados, indenizados ou transferidos ao patrimônio público.</p>
<p>No documento encaminhado nesta quarta-feira, os representantes da União dos Motoristas – 2026 associam o decreto à garagem Olívia Guedes e pedem que a Prefeitura reavalie a medida.</p>
<p>A reivindicação inclui a possibilidade de revogação do ato, caso a administração reconheça, conforme argumenta o grupo, que não existem mais razões de interesse público que justifiquem a manutenção da declaração de utilidade pública.</p>
<p>A avaliação da necessidade da desapropriação, entretanto, cabe ao poder público, observadas as exigências legais e a possibilidade de controle judicial.</p>
<p>A declaração de utilidade pública não constitui, por si só, irregularidade administrativa, e o ofício não apresenta decisão judicial que determine a revogação do decreto.</p>
<h3>Grupo cita garagens Varginha e Baronesa e atribui imóveis a Milton Leite</h3>
<p>O ponto mais delicado das reivindicações está relacionado ao tratamento dado às diferentes garagens utilizadas nas operações anteriormente vinculadas à Transwolff.</p>
<p>No documento, os representantes pedem que a Prefeitura considere não apenas a garagem Olívia Guedes, mas também as unidades Varginha e Baronesa.</p>
<p>Segundo os signatários, a titularidade das garagens Varginha e Baronesa é atribuída pelos cooperados ao ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite.</p>
<p>Essa afirmação consta expressamente do ofício, mas deve ser tratada como uma atribuição feita pelos representantes do movimento, e não como comprovação definitiva da propriedade registral dos imóveis.</p>
<p>A identificação jurídica dos proprietários exige a análise das matrículas imobiliárias e dos documentos societários correspondentes.</p>
<p>Os manifestantes alegam que a condução administrativa relacionada às garagens não estaria observando tratamento igualitário entre os proprietários e cooperados atingidos.</p>
<p>Como alternativa à revogação do decreto, defendem a abertura de negociações para uma solução administrativa que contemple, de forma isonômica e transparente, as três garagens vinculadas à antiga operação.</p>
<p>A discussão envolve interesses patrimoniais e operacionais distintos.</p>
<p>De um lado, a Prefeitura tem a responsabilidade de assegurar instalações adequadas para manter a circulação dos ônibus.</p>
<p>De outro, proprietários de imóveis, veículos e prestadores de serviços podem ter direitos e obrigações contratuais específicos, que precisam ser examinados individualmente.</p>
<p>Também é necessário diferenciar a propriedade de uma garagem da titularidade dos ônibus, da gestão operacional e do controle societário de uma empresa concessionária.</p>
<p>São situações jurídicas diferentes, mesmo quando existem vínculos comerciais entre os envolvidos.</p>
<h3>Milton Leite está preso e é investigado como possível controlador oculto da Transwolff</h3>
<p>A referência feita pelos cooperados a Milton Leite ocorre em meio às investigações policiais e judiciais que envolvem o ex-vereador e a antiga concessionária.</p>
<p>Milton Leite, que presidiu a Câmara Municipal de São Paulo, é investigado na Operação Vectura Corrupta, deflagrada em 17 de setembro de 2026, sobre suspeitas de infiltração do PCC no setor de transportes e em estruturas políticas e administrativas.</p>
<p>Entre as hipóteses investigadas está a de que o ex-parlamentar exerceria controle de fato sobre a Transwolff, apesar de não figurar formalmente como proprietário da companhia.</p>
<p>Em documentos judiciais examinados pelo Diário do Transporte, ele é apontado como suspeito de ser o proprietário de fato da empresa.</p>
<p>A suspeita de participação societária oculta é uma das linhas de investigação e não deve ser confundida com uma conclusão definitiva da Justiça.</p>
<p>Milton Leite se apresentou à Polícia Civil em 18 de setembro de 2026, após a decretação de sua prisão temporária.</p>
<p>Em 15 de outubro, a Justiça prorrogou a prisão por mais 30 dias.</p>
<p>A defesa do ex-presidente da Câmara nega as acusações, contesta a existência de vínculos com o PCC e rejeita a alegação de que ele seria sócio oculto ou controlador da Transwolff.</p>
<p>O caso teve outros desdobramentos recentes.</p>
<p>Em 16 de outubro, o Ministério Público e a Corregedoria da Polícia Civil realizaram a Operação Custódia (In)Fiel, voltada à apuração de possíveis privilégios concedidos ao ex-vereador na Cadeia Pública de Mogi das Cruzes.</p>
<p>No sábado (17), a Secretaria da Segurança Pública confirmou o afastamento de três delegados, um investigador e um carcereiro durante as apurações.</p>
<p>Esses procedimentos tratam de suspeitas que dependem de investigação e julgamento, sem representar condenação definitiva dos envolvidos.</p>
<p>No caso das garagens, há ainda uma distinção importante: o ofício dos cooperados atribui a Milton Leite a titularidade de duas instalações, enquanto as investigações sobre seu possível controle da Transwolff dizem respeito à atuação societária e empresarial.</p>
<p>Uma circunstância não comprova automaticamente a outra.</p>
<p>O pedido apresentado pelos cooperados também não demonstra, por si só, favorecimento administrativo a qualquer proprietário.</p>
<h3>História da Cooper Pam ajuda a entender a divisão da Transwolff em diferentes grupos</h3>
<p>A complexidade da atual situação tem origem no próprio processo de formação da Transwolff.</p>
<p>A companhia surgiu a partir das operações da Cooper Pam, a Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Transporte de São Paulo, integrada por permissionários e proprietários de veículos que participaram da reorganização do transporte coletivo municipal.</p>
<p>Esses profissionais tiveram origem, em grande parte, no modelo de transporte alternativo realizado por peruas e micro-ônibus na capital paulista.</p>
<p>Com a reorganização do sistema municipal, antigas cooperativas passaram a operar dentro de regras mais estruturadas, com exigências de frota, padronização, fiscalização, remuneração e contratos.</p>
<p>A transformação desse modelo cooperativo em operação empresarial não eliminou completamente os vínculos anteriores.</p>
<p>Na Transwolff, uma parcela expressiva dos veículos continuou ligada a proprietários que prestavam serviços à companhia.</p>
<p>A concessionária, assim, passou a reunir diferentes interesses dentro de uma mesma estrutura operacional.</p>
<p>Em reportagens anteriores, o Diário do Transporte mostrou a existência de pelo menos três grandes núcleos: a administração central e os sócios da empresa; os antigos cooperados, proprietários de veículos e prestadores de serviços; e os trabalhadores contratados pelo regime da CLT.</p>
<p>Mesmo entre os antigos cooperados existem divisões.</p>
<p>Alguns grupos defendem a continuidade da prestação de serviços por meio de contratos próprios, enquanto outros apresentam posições diferentes sobre a substituição da concessionária, a administração das garagens e o futuro da frota.</p>
<p>A existência desses núcleos ajuda a explicar por que uma manifestação de antigos integrantes da Cooper Pam não pode ser atribuída automaticamente à totalidade dos cooperados ou trabalhadores.</p>
<p>Em janeiro de 2026, quando a Sancetur desistiu de assumir a operação, o Diário do Transporte mostrou que grupos de proprietários de veículos vinculados à antiga cooperativa defendiam a possibilidade de contratação direta pelo município.</p>
<p>A reivindicação também não era consensual entre todos os integrantes da estrutura.</p>
<p>A situação atual acrescenta uma dimensão trabalhista à disputa empresarial e patrimonial.</p>
<h3>Sancetur desistiu de assumir os contratos em janeiro; Prefeitura mantém operação</h3>
<p>A crise da Transwolff teve um ponto decisivo em 9 de abril de 2024, quando o Ministério Público de São Paulo deflagrou a Operação Fim da Linha.</p>
<p>A investigação apurou suspeitas de utilização de empresas de ônibus para atividades relacionadas ao PCC, incluindo possíveis mecanismos de lavagem de dinheiro.</p>
<p>A Transwolff e a UPBus foram alvos da operação.</p>
<p>Na sequência, a Prefeitura determinou intervenções e realizou avaliações sobre a capacidade das empresas de continuar prestando serviços.</p>
<p>No caso da Transwolff, a administração municipal passou a trabalhar com a transferência das operações para a Sancetur, empresa ligada à família Chedid, que atua em diferentes municípios.</p>
<p>A transição, entretanto, encontrou resistências e dificuldades operacionais.</p>
<p>Além dos trabalhadores contratados pela concessionária, havia centenas de proprietários de veículos com relações comerciais anteriores, provenientes da Cooper Pam.</p>
<p>A situação se agravou em 2025, quando uma onda de ataques atingiu mais de 1,5 mil ônibus no Estado de São Paulo, principalmente na capital e na região metropolitana.</p>
<p>Uma das linhas de investigação da Polícia Civil relacionou parte desses episódios às disputas envolvendo a substituição de empresas de transporte.</p>
<p>Isso não significa que todos os trabalhadores, proprietários ou cooperados ligados às companhias investigadas tenham participado dos ataques.</p>
<p>Em dezembro de 2025, a Prefeitura decretou a caducidade dos contratos da Transwolff, após o processo administrativo de avaliação da concessionária. O rompimento também passou a ser discutido judicialmente.</p>
<p>Em 26 de janeiro de 2026, a Prefeitura assinou contrato emergencial para que a Sancetur assumisse os lotes D10 e D11.</p>
<p>O planejamento abrangia, naquele momento, 133 linhas, aproximadamente 1.100 ônibus e uma operação estimada em 555 mil passageiros por dia.</p>
<p>Dois dias depois, em 28 de janeiro, o Diário do Transporte revelou, em primeira mão, que a Sancetur havia desistido de assumir integralmente os serviços.</p>
<p>A empresa informou à administração municipal que não tinha condições de executar plenamente o contrato emergencial.</p>
<p>A estrutura heterogênea da antiga Transwolff, com diferentes relações de trabalho, prestação de serviços e propriedade de veículos, esteve entre os obstáculos à transferência.</p>
<p>Com a desistência, a Prefeitura permaneceu diretamente responsável pela administração das operações, por meio da SPTrans.</p>
<p>Isso não significa que a Transwolff tenha retomado seus contratos. As linhas são identificadas como pertencentes à antiga concessionária por sua origem histórica, mas a empresa não presta mais os serviços.</p>
<p>Desde então, a Prefeitura precisa assegurar o funcionamento das garagens, a manutenção dos veículos, a compra de componentes, o fornecimento de pneus, a segurança patrimonial e outras atividades necessárias à circulação dos ônibus.</p>
<h3>Nova licitação ainda depende de definição</h3>
<p>Em 15 de junho de 2026, o Diário do Transporte revelou que a Prefeitura havia encaminhado ao Tribunal de Contas do Município (TCM) uma proposta de edital para a nova concessão dos lotes D10 e D11.</p>
<p>Naquele mês, em entrevista ao jornal, o prefeito Ricardo Nunes explicou que o planejamento não previa simplesmente substituir a Transwolff por outra companhia com a mesma estrutura.</p>
<p>A administração pretendia reorganizar a rede, transferindo parte das linhas para empresas que já atendem a região e reduzindo a quantidade de serviços vinculados aos dois futuros lotes.</p>
<p>A proposta apresentada pelo prefeito contemplava redução estimada de aproximadamente 20% no número de linhas e diminuição da frota vinculada aos lotes, de cerca de 1.200 para aproximadamente 800 ônibus.</p>
<p>Segundo Nunes, essa reorganização não deveria significar redução da oferta de transporte, uma vez que parte dos serviços seria redistribuída entre outras operadoras.</p>
<p>A licitação, entretanto, ainda não tem uma data pública definida.</p>
<p>Enquanto isso, permanece a necessidade de administrar uma operação de grande porte, que envolve milhares de trabalhadores, centenas de proprietários de veículos e passageiros que dependem diariamente dos ônibus da zona Sul.</p>
<p>A nova ameaça de paralisação acrescenta outra dificuldade a esse processo.</p>
<h3>Ofício pede reunião urgente com Prefeitura, SPTrans e representantes da operação</h3>
<p>O documento apresentado nesta quarta-feira solicita uma reunião urgente com representantes dos motoristas, cooperados da Cooper Pam, SPTrans e demais responsáveis pela operação dos lotes D10 e D11.</p>
<p>Além da reunião, o grupo pede uma resposta formal da administração municipal, com indicação das medidas que serão adotadas e um cronograma de negociação.</p>
<p>Os representantes também defendem providências concretas sobre o PPR de 2025, verbas rescisórias, acordos judiciais, situação dos três trabalhadores dispensados e tratamento administrativo das garagens.</p>
<p>O ofício ressalta que o transporte coletivo é considerado serviço essencial, conforme a Lei Federal nº 7.783/1989.</p>
<p>Os signatários afirmam que pretendem respeitar as exigências legais relacionadas à manutenção dos serviços indispensáveis à população e à preservação da segurança de veículos, instalações e pessoas.</p>
<p>A lei estabelece que a decisão de paralisação em atividades essenciais deve ser comunicada aos empregadores e usuários com antecedência mínima de 72 horas.</p>
<p>O aviso protocolado em 21 de outubro para uma paralisação prevista em 26 de outubro supera esse intervalo temporal. No entanto, o cumprimento do prazo, isoladamente, não determina a legalidade de uma eventual greve, que também depende dos demais requisitos aplicáveis e da manutenção dos serviços indispensáveis.</p>
<p>O grupo afirma que permanece aberto ao diálogo imediato para buscar uma solução antes da data anunciada.</p>
<p>O ofício é assinado por Valdemar de Jesus Araújo Junior, Leonardo Pires Cerqueira e Manoel C. Figueiredo Murta, além de Walter Martins de Lana e do advogado Rogério A. Dias Avelar, da Avelar Advogados Associados.</p>
<p>A possibilidade de paralisação em 26 de outubro atinge um serviço essencial para a mobilidade da zona Sul da capital paulista.</p>
<p>O impasse reúne reivindicações trabalhistas, disputas relacionadas à propriedade e utilização de garagens, a situação dos antigos cooperados da Cooper Pam e a necessidade de definição dos futuros operadores.</p>
<p>Para os passageiros, a principal preocupação é a continuidade do atendimento.</p>
<p>Para o poder público, além da necessidade de negociar as reivindicações e examinar as questões administrativas e trabalhistas, permanece a responsabilidade de assegurar que as linhas continuem funcionando, independentemente das disputas envolvendo a antiga concessionária e os diferentes grupos que integraram sua estrutura.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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    <title>Bahia recebe 101 novos ônibus escolares rurais de chassis IVECO BUS e carrocerias Mascarelllo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/bahia-recebe-101-novos-onibus-escolares-rurais-de-chassis-iveco-bus-e-carrocerias-mascarelllo/</link>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:00:15 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Coletivos custaram R$ 43,8 milhões e atenderão mais de 195 mil estudantes das redes municipais e estadual em áreas rurais VINÍCIUS DE OLIVEIRA Nesta quarta-feira, 21 de outubro, o estado da Bahia recebeu 101 novos ônibus escolares rurais, que atenderão mais de 195 mil estudantes das redes municipais e estadual em áreas rurais. Os coletivos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="575" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Governo-do-Estado-entrega-101-novos-onibus-escolares-para-municipios-baianos-com-investimento-de-R-438-milhoes-4.jpeg?fit=1024%2C575&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Governo-do-Estado-entrega-101-novos-onibus-escolares-para-municipios-baianos-com-investimento-de-R-438-milhoes-4.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Governo-do-Estado-entrega-101-novos-onibus-escolares-para-municipios-baianos-com-investimento-de-R-438-milhoes-4.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Governo-do-Estado-entrega-101-novos-onibus-escolares-para-municipios-baianos-com-investimento-de-R-438-milhoes-4.jpeg?resize=1024%2C575&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Governo-do-Estado-entrega-101-novos-onibus-escolares-para-municipios-baianos-com-investimento-de-R-438-milhoes-4.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Governo-do-Estado-entrega-101-novos-onibus-escolares-para-municipios-baianos-com-investimento-de-R-438-milhoes-4.jpeg?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Governo-do-Estado-entrega-101-novos-onibus-escolares-para-municipios-baianos-com-investimento-de-R-438-milhoes-4.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Coletivos custaram R$ 43,8 milhões e atenderão mais de 195 mil estudantes das redes municipais e estadual em áreas rurais</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Nesta quarta-feira, 21 de outubro, o estado da Bahia recebeu 101 novos ônibus escolares rurais, que atenderão mais de 195 mil estudantes das redes municipais e estadual em áreas rurais.</p>
<p>Os coletivos de chassis IVECO BUS e carrocerias Mascarelllo são equipados com equipamentos de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, além de tração adequada para trafegar em estradas vicinais; os veículos representam um investimento de R$ 43,8 milhões, oriundos de recursos próprios e de emendas parlamentares.</p>
<p>A ação reforça as diretrizes do Programa Estadual de Transporte Escolar (PETE) e do Programa Caminhos da Escola, do governo federal.</p>
<p>A apresentação dos novos ônibus foi realizada no Farol da Barra, em Salvador, com o secretário da Educação do Estado, Marcius Gomes, e o governador Jerônimo Rodrigues.</p>
<p>De acordo com o poder executivo, a renovação da frota tem como objetivo assegurar pontualidade, frequência escolar e segurança no deslocamento dos estudantes.</p>
<p>​Em 2025, o Governo da Bahia investiu R$ 173 milhões na aquisição de 417 ônibus escolares rurais, além de ter realizado repasses para a manutenção da frota e a contratação direta de serviços, consolidando o compromisso com a mobilidade estudantil em toda o estado, por meio do Programa Estadual de Transporte Escolar.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Pagamento de salários normaliza circulação de ônibus em Taubaté (SP)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/pagamento-de-salarios-normaliza-circulacao-de-onibus-em-taubate-sp/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 18:26:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[ABC Transportes efetuou o repasse do adiantamento salarial na tarde desta quarta-feira (21), após motoristas interromperem as atividades por atraso no pagamento YURI SENA A circulação dos ônibus municipais de Taubaté, no interior paulista, foi normalizada por volta das 14h desta quarta-feira (21), depois que a ABC Transportes regularizou o pagamento do adiantamento salarial dos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="648" height="468" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/604a53bd-916e-44b7-93d3-638b09751680.jpg?fit=648%2C468&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/604a53bd-916e-44b7-93d3-638b09751680.jpg?w=648&amp;ssl=1 648w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/604a53bd-916e-44b7-93d3-638b09751680.jpg?resize=300%2C217&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/604a53bd-916e-44b7-93d3-638b09751680.jpg?resize=150%2C108&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/604a53bd-916e-44b7-93d3-638b09751680.jpg?resize=400%2C289&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 648px) 100vw, 648px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">ABC Transportes efetuou o repasse do adiantamento salarial na tarde desta quarta-feira (21), após motoristas interromperem as atividades por atraso no pagamento</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A circulação dos ônibus municipais de Taubaté, no interior paulista, foi normalizada por volta das 14h desta quarta-feira (21), depois que a ABC Transportes regularizou o pagamento do adiantamento salarial dos motoristas. A informação foi confirmada por Ronaldo Costa, presidente do Sindicato dos Condutores do Vale do Paraíba.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como noticiou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, a paralisação teve início durante a madrugada, após os trabalhadores não receberem o valor previsto para terça-feira (20). De acordo com o representante sindical, os funcionários foram informados de que o depósito não seria feito por falta de recursos repassados pela Prefeitura à concessionária.</span></p>
<p><em>Relembre: </em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="yygCp8EMst"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/greve-de-onibus-em-taubate-sp-prejudica-passageiros-nesta-quarta-feira-21/">Greve de ônibus em Taubaté (SP) prejudica passageiros nesta quarta-feira (21)</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Greve de ônibus em Taubaté (SP) prejudica passageiros nesta quarta-feira (21)” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/greve-de-onibus-em-taubate-sp-prejudica-passageiros-nesta-quarta-feira-21/embed/#?secret=CpMsuunyfO#?secret=yygCp8EMst" data-secret="yygCp8EMst" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em comunicado, a Busvale (Associação das Empresas de Transporte Coletivo de Passageiros do Vale do Paraíba) afirmou que a ABC Transportes comunicou previamente aos funcionários sobre dificuldades financeiras momentâneas e a impossibilidade de cumprir o prazo inicialmente estabelecido. A entidade informou que a empresa esperava regularizar a situação com a entrada de recursos nos dias seguintes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A administração municipal informou que realizou às 8h desta quarta-feira (21) a transferência dos valores destinados ao adiantamento salarial dos motoristas. Segundo a Prefeitura, o pagamento anterior havia ocorrido em 5 de outubro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da retomada integral dos serviços, o município declarou que aguardava a confirmação dos depósitos nas contas dos funcionários. A administração também afirmou que não foi avisada previamente sobre a paralisação e que os serviços indispensáveis à população não foram mantidos, como previsto no contrato de concessão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante da ocorrência, a Secretaria de Mobilidade Urbana deverá encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para análise de eventuais medidas. A Prefeitura ressaltou que o transporte coletivo é considerado serviço essencial pela Lei Federal nº 7.783/1989.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em posicionamento sobre o contrato, a administração municipal afirmou que os gastos com o transporte público cresceram em 2026 após alterações estabelecidas em um aditivo assinado em 2023. O documento prorrogou a concessão até 2034 e modificou a forma de remuneração da ABC Transportes, que passou a ser calculada com base nos quilômetros percorridos, e não na quantidade de passageiros transportados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Prefeitura, a mudança elevou os custos do serviço para os cofres municipais. O município informou ainda que mantém negociações com a concessionária sobre questões contratuais para assegurar a continuidade e a regularidade da operação.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Governo Federal libera crédito suplementar de R$ 40 milhões para ferrovias na Bahia, em Mato Grosso e Pernambuco</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/governo-federal-libera-credito-suplementar-de-r-40-milhoes-para-ferrovias-na-bahia-em-mato-grosso-e-pernambuco/</link>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 18:00:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Maior parcela, de R$ 38 milhões, é destinada à Ferrovia de Integração Oeste-Leste; FICO e Transnordestina recebem R$ 1 milhão cada, conforme publicação desta terça-feira (20) ADAMO BAZANI O Governo Federal abriu crédito suplementar de R$ 40 milhões no orçamento do Ministério dos Transportes para três projetos ferroviários: a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), na [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="735" height="417" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-20.jpg?fit=735%2C417&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-20.jpg?w=735&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-20.jpg?resize=300%2C170&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-20.jpg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-20.jpg?resize=400%2C227&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 735px) 100vw, 735px" /> <p><em>Maior parcela, de R$ 38 milhões, é destinada à Ferrovia de Integração Oeste-Leste; FICO e Transnordestina recebem R$ 1 milhão cada, conforme publicação desta terça-feira (20)</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Governo Federal abriu crédito suplementar de R$ 40 milhões no orçamento do Ministério dos Transportes para três projetos ferroviários: a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), na Bahia; a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), com recursos destinados ao trecho localizado em Mato Grosso; e a Ferrovia Transnordestina, em Pernambuco. A maior parte, R$ 38 milhões, foi reservada à FIOL, enquanto os outros dois empreendimentos receberam R$ 1 milhão cada.</p>
<p>A medida consta de portaria do Ministério do Planejamento e Orçamento publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 20 de outubro de 2026. Os recursos foram incluídos no orçamento da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., vinculada ao Ministério dos Transportes, e fazem parte de uma suplementação mais ampla, de R$ 124,31 milhões, que contempla também outras áreas do Governo Federal. O dinheiro para reforçar essas despesas será obtido por meio de anulação de outras dotações orçamentárias.</p>
<h2>FIOL fica com R$ 38 milhões</h2>
<p>A Ferrovia de Integração Oeste-Leste concentra 95% dos recursos destinados ao setor ferroviário nesta suplementação.</p>
<p>Os R$ 38 milhões estão vinculados à construção do trecho entre Caetité e Barreiras, na Bahia, identificado como parte da EF-334.</p>
<p>Do total reservado à FIOL, R$ 11.633.458 estão classificados na fonte de recursos 1000 e R$ 26.366.542 na fonte 1050.</p>
<p>A FIOL foi projetada para estabelecer uma ligação ferroviária entre áreas produtoras do interior brasileiro e a infraestrutura portuária da Bahia. O empreendimento tem importância especialmente para o transporte de grãos, minérios e outras cargas, com possibilidade de integração a diferentes corredores logísticos.</p>
<p>A ferrovia está dividida em trechos com características e estágios de implantação distintos. O segmento contemplado pela suplementação é o de Caetité a Barreiras, que integra o projeto de expansão da ligação ferroviária em direção ao oeste baiano.</p>
<p>O valor incluído no orçamento não deve ser confundido com o custo total do empreendimento nem significa que uma nova etapa de construção tenha sido contratada.</p>
<h2>FICO e Transnordestina recebem R$ 1 milhão cada</h2>
<p>A Ferrovia de Integração Centro-Oeste recebeu reforço orçamentário de R$ 1 milhão para o projeto identificado como Mara Rosa, em Goiás, a Porto Velho, em Rondônia, na EF-354. A localização orçamentária da despesa é Mato Grosso.</p>
<p>A FICO faz parte do planejamento de ampliação da malha ferroviária na região Centro-Oeste, buscando criar alternativas ao transporte rodoviário de cargas e permitir conexões entre regiões produtoras e outros corredores ferroviários.</p>
<p>O outro R$ 1 milhão foi destinado à Ferrovia Transnordestina, especificamente ao trecho entre Salgueiro e o Porto de Suape, em Pernambuco, identificado como EF-232.</p>
<p>A ligação ferroviária com Suape é importante no planejamento logístico do Nordeste por permitir que cargas transportadas pelo interior sejam encaminhadas ao complexo portuário pernambucano.</p>
<p>A suplementação, entretanto, não representa a conclusão da ligação até Suape nem informa a contratação de novas obras.</p>
<p>Os valores definidos pelo Governo Federal foram os seguintes:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Ferrovia e trecho</th>
<th>Crédito suplementar</th>
</tr>
<tr>
<td>FIOL — Caetité (BA) a Barreiras (BA)</td>
<td>R$ 38.000.000</td>
</tr>
<tr>
<td>FICO — Mara Rosa (GO) a Porto Velho (RO), com aplicação orçamentária em MT</td>
<td>R$ 1.000.000</td>
</tr>
<tr>
<td>Transnordestina — Salgueiro (PE) a Suape (PE)</td>
<td>R$ 1.000.000</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Total</strong></td>
<td><strong>R$ 40.000.000</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Recursos vêm de remanejamento do orçamento</h2>
<p>A suplementação foi autorizada pela Portaria GM/MPO nº 458, de 19 de outubro de 2026, assinada pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.</p>
<p>O documento abre crédito de R$ 124.316.169 para reforçar dotações dos ministérios da Educação, dos Transportes e do Esporte, além de Encargos Financeiros da União.</p>
<p>A portaria estabelece que os recursos necessários serão provenientes da anulação de outras dotações previstas no orçamento federal de 2026.</p>
<p>Na prática, trata-se de uma redistribuição de recursos orçamentários, com reforço das verbas disponíveis para os projetos contemplados.</p>
<p>A abertura do crédito permite a utilização dos valores nas finalidades indicadas, respeitadas as demais etapas de execução orçamentária e financeira.</p>
<p>Não significa, necessariamente, que os R$ 40 milhões já tenham sido pagos, empenhados integralmente ou transferidos às empresas responsáveis pelas obras.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Tarifa do transporte público de Presidente Prudente (SP) sofre reajuste a partir de 1º de novembro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/tarifa-do-transporte-publico-de-presidente-prudente-sp-sofre-reajuste-a-partir-de-1o-de-novembro/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/tarifa-do-transporte-publico-de-presidente-prudente-sp-sofre-reajuste-a-partir-de-1o-de-novembro/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 17:30:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Usuários do sistema urbano passam a pagar R$ 6,00 na passagem de ônibus VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir de 1º de novembro de 2026, a tarifa do transporte público de Presidente Prudente (SP) sofre reajuste de R$ 5,00 para R$ 6,00, conforme o Decreto nº 38.327, publicado no Diário Oficial do Município desta quarta-feira, 21 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="950" height="713" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/92a91a4bd1e160e061a2beff65f12fdd-scaled-e1753466184520.jpg?fit=950%2C713&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/92a91a4bd1e160e061a2beff65f12fdd-scaled-e1753466184520.jpg?w=950&amp;ssl=1 950w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/92a91a4bd1e160e061a2beff65f12fdd-scaled-e1753466184520.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/92a91a4bd1e160e061a2beff65f12fdd-scaled-e1753466184520.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/92a91a4bd1e160e061a2beff65f12fdd-scaled-e1753466184520.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/92a91a4bd1e160e061a2beff65f12fdd-scaled-e1753466184520.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 950px) 100vw, 950px" /> <p><em>Usuários do sistema urbano passam a pagar R$ 6,00 na passagem de ônibus</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A partir de 1º de novembro de 2026, a tarifa do transporte público de Presidente Prudente (SP) sofre reajuste de R$ 5,00 para R$ 6,00, conforme o Decreto nº 38.327, publicado no Diário Oficial do Município desta quarta-feira, 21 de outubro.</p>
<p>Desde janeiro de 2023, o sistema urbano de mobilidade não tinha os valores recalculados. Neste período, a prefeitura repassou cerca de R$ 54 milhões em subsídios para custear as operações.</p>
<p>O documento oficializado no DOM estabelece que, com a tarifa fixada em R$ 6,00, o passageiro pagará aproximadamente 39% do custo do transporte.</p>
<p>Vale a ressalva de que a tarifa técnica corresponde a cerca de R$ 15,23 por passageiro. A prefeitura reforça que a diferença superior a R$ 9,00 por passageiro ainda será custeada pelo município com recursos públicos e outras fontes de renda.</p>
<p>O reajuste da tarifa leva em conta aumento de custos operacionais, como combustíveis, salários, encargos trabalhistas, pneus, peças, manutenção e seguros, além da inflação acumulada de 18,3%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre janeiro de 2023 e julho de 2026.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Lula envia PEC da tarifa zero aos fins de semana e propõe R$ 11,2 bilhões de emendas; NTU estima custo de R$ 20,8 bilhões</title>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 16:53:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Proposta anunciada nesta quarta-feira (21) reserva ao menos 26,8% das emendas impositivas para financiar o transporte gratuito; medida depende de aprovação do Congresso e das regras de implantação ADAMO BAZANI O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, no Palácio do Planalto, a mensagem de envio ao [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="735" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1310542-1.jpg?fit=1024%2C735&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1310542-1.jpg?w=4049&amp;ssl=1 4049w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1310542-1.jpg?resize=300%2C215&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1310542-1.jpg?resize=1024%2C735&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1310542-1.jpg?resize=150%2C108&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1310542-1.jpg?resize=768%2C551&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1310542-1.jpg?resize=1536%2C1102&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1310542-1.jpg?resize=2048%2C1470&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1310542-1.jpg?resize=400%2C287&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261010_1310542-1.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Proposta anunciada nesta quarta-feira (21) reserva ao menos 26,8% das emendas impositivas para financiar o transporte gratuito; medida depende de aprovação do Congresso e das regras de implantação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, no Palácio do Planalto, a mensagem de envio ao Congresso Nacional da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) destinada a financiar a tarifa zero no transporte público aos fins de semana e feriados. Segundo o anúncio do governo, a iniciativa prevê reservar pelo menos 26,8% do montante global das emendas parlamentares impositivas para o custeio da gratuidade, com recursos estimados em cerca de R$ 11,2 bilhões em 2027.</p>
<p>O envio da proposta, quatro dias antes do segundo turno das eleições presidenciais, não altera imediatamente as tarifas dos sistemas brasileiros. A implantação depende da aprovação do Congresso e da definição das regras de financiamento e funcionamento. O valor anunciado pelo governo também é inferior à estimativa da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), que calcula em aproximadamente R$ 20,8 bilhões anuais o custo da operação gratuita de ônibus urbanos, trens e metrôs aos sábados, domingos e feriados, considerando aumento da demanda.</p>
<p>O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou durante a apresentação que a medida será fiscalmente neutra. A justificativa é utilizar parte dos recursos já destinados às emendas parlamentares obrigatórias, reorganizando sua aplicação para financiar o transporte coletivo.</p>
<p>Essa é a fonte de recursos apresentada pelo Executivo para viabilizar a proposta. A negociação envolve, portanto, a destinação de uma parcela do orçamento sobre a qual deputados e senadores têm participação direta na indicação dos gastos.</p>
<p>Lula manifestou a intenção de que a proposta seja votada ainda em 2026. O calendário pretendido pelo presidente, entretanto, depende das decisões das duas Casas do Congresso e da construção de apoio ao modelo de financiamento.</p>
<h2>Estimativa da NTU inclui a operação e o crescimento de passageiros</h2>
<p>A NTU calcula que a operação de ônibus urbanos, trens e metrôs nos fins de semana e feriados representa atualmente despesas de aproximadamente R$ 17,3 bilhões por ano. Desse total, R$ 14,5 bilhões correspondem aos ônibus urbanos.</p>
<p>A entidade acrescenta a esse cenário uma expectativa de crescimento médio de 20% na demanda com a retirada da cobrança, chegando à estimativa de aproximadamente R$ 20,8 bilhões anuais.</p>
<p>A diferença entre esse valor e os cerca de R$ 12 bilhões anunciados pelo governo é de R$ 8,8 bilhões por ano. A comparação, porém, exige distinguir a previsão de aporte federal da estimativa de custo operacional apresentada pelos empresários.</p>
<p>O valor anunciado pelo Executivo corresponde aos recursos que pretende direcionar ao programa. Já a conta da NTU considera a operação de diferentes modalidades e uma hipótese de expansão da procura. A diferença aritmética, isoladamente, não permite concluir quanto cada governo precisará complementar ou qual será a necessidade final de financiamento em cada sistema.</p>
<p>A definição desses pontos depende da abrangência da política, dos critérios de repasse e do tratamento dos recursos que já sustentam os serviços.</p>
<p>A expectativa de mais passageiros também tem efeito sobre a operação. A gratuidade pode ampliar os deslocamentos, mas o atendimento dessa procura depende de oferta de viagens, capacidade dos veículos e organização das redes. A projeção de crescimento de 20% é uma estimativa da NTU, e não um resultado já verificado para uma política nacional.</p>
<h2>Empresários defendem financiamento também para os dias úteis</h2>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> nas reportagens de 16 e 19 de outubro, a NTU considera positiva a proposta de gratuidade nos fins de semana, mas defende uma política permanente para reduzir o peso das passagens também de segunda a sexta-feira.</p>
<p>A posição da entidade é que o financiamento precisa contemplar os deslocamentos cotidianos para trabalho, estudo e acesso a serviços, além das viagens de lazer e convivência familiar.</p>
<p>Esse debate integra o programa Transporte para Todos, apresentado pela associação em agosto de 2026. A proposta dos empresários reúne a modernização e ampliação do Vale-Transporte do Trabalhador, a criação de um Vale-Transporte Social para famílias em situação de vulnerabilidade inscritas no Bolsa Família e o financiamento das gratuidades pelos orçamentos das políticas públicas responsáveis pelos benefícios.</p>
<p>A discussão antecede o anúncio presidencial e trata de uma mudança mais ampla na sustentação dos sistemas, com redução da dependência da arrecadação obtida diretamente dos passageiros.</p>
<h2>Uso das emendas enfrenta resistência no Congresso</h2>
<p>A fonte de financiamento já é um dos pontos de discussão política. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem sinalizado apoio à proposta de gratuidade, mas resistência à utilização das emendas parlamentares para custeá-la.</p>
<p>Isso distingue o apoio ao benefício da concordância com a forma de financiá-lo. A aprovação da PEC exige que o governo obtenha votos também para a reorganização dos recursos orçamentários.</p>
<p>Lula anunciou a intenção de enviar a proposta em 15 de outubro e confirmou o encaminhamento na terça-feira (20), durante agenda em São Luís, no Maranhão. Nesta quarta-feira, formalizou a iniciativa no Palácio do Planalto.</p>
<p>O presidente vinculou a gratuidade à ampliação das possibilidades de descanso e lazer dos trabalhadores. Também declarou que, caso a experiência tenha resultado positivo, pretende buscar uma expansão do benefício para outros dias.</p>
<p>Essa eventual ampliação é uma intenção manifestada pelo presidente e não deve ser confundida com gratuidade nacional já aprovada ou em funcionamento.</p>
<h2>O que precisa acontecer para a proposta valer</h2>
<p>Uma PEC precisa ser aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e em dois turnos no Senado Federal, com apoio de pelo menos três quintos dos integrantes de cada Casa em cada votação. Isso corresponde a 308 deputados e 49 senadores.</p>
<p>Depois da aprovação do mesmo texto pelas duas Casas, a emenda constitucional é promulgada pelas Mesas da Câmara e do Senado. Não há sanção presidencial nessa etapa.</p>
<p>Para a operação do benefício, também será necessário observar as regras de implantação e financiamento que resultarem da tramitação. O objetivo anunciado é utilizar recursos de 2027, mas a data de início dependerá da conclusão das etapas exigidas.</p>
<p>Até que haja mudança efetivamente aprovada e implantada, os passageiros devem seguir as tarifas e gratuidades vigentes em cada cidade ou sistema. A assinatura da mensagem presidencial não autoriza, por si só, o embarque gratuito em todo o país.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-540478" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-2.jpg?resize=532%2C744&#038;ssl=1" alt="" width="532" height="744" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-2.jpg?w=532&amp;ssl=1 532w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-2.jpg?resize=215%2C300&amp;ssl=1 215w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-2.jpg?resize=107%2C150&amp;ssl=1 107w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-2.jpg?resize=400%2C559&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-2.jpg?resize=150%2C210&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 532px) 100vw, 532px" /></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Reforma tributária: ARTESP abre consulta sobre impactos da CBS nos contratos de concessão de transportes de São Paulo em 2027 e 2028</title>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 16:31:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Agência quer definir calendário e metodologia provisória para calcular possíveis desequilíbrios financeiros com a substituição do PIS e da Cofins; concessionárias, passageiros e interessados podem participar até 19 de novembro ADAMO BAZANI A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) abriu nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="742" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260808_1157212.jpg?fit=1024%2C742&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260808_1157212.jpg?w=3595&amp;ssl=1 3595w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260808_1157212.jpg?resize=300%2C217&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260808_1157212.jpg?resize=1024%2C742&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260808_1157212.jpg?resize=150%2C109&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260808_1157212.jpg?resize=768%2C556&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260808_1157212.jpg?resize=1536%2C1113&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260808_1157212.jpg?resize=2048%2C1483&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260808_1157212.jpg?resize=400%2C290&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260808_1157212.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Agência quer definir calendário e metodologia provisória para calcular possíveis desequilíbrios financeiros com a substituição do PIS e da Cofins; concessionárias, passageiros e interessados podem participar até 19 de novembro</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) abriu nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, uma consulta pública para discutir como a reforma tributária será considerada nos contratos de concessão regulados pela autarquia. A proposta pretende estabelecer um cronograma para avaliar os efeitos econômico-financeiros das mudanças no sistema de impostos e definir uma metodologia provisória para calcular eventuais desequilíbrios decorrentes da substituição do PIS e da Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), especificamente nos exercícios de 2027 e 2028.</p>
<p>A consulta fica aberta até 19 de novembro e poderá receber contribuições de concessionárias, representantes do setor, usuários e demais interessados. A iniciativa é importante porque mudanças na tributação podem alterar os custos das empresas responsáveis por serviços e infraestruturas concedidos, criando discussões sobre a preservação das condições econômicas originalmente estabelecidas nos contratos. A abertura da consulta, entretanto, não determina reajustes imediatos de tarifas, não reconhece automaticamente prejuízos às concessionárias e não estabelece valores de compensação: essas questões dependem das regras contratuais, da legislação aplicável e das avaliações a serem realizadas pela agência.</p>
<h2>O que a ARTESP pretende definir</h2>
<p>A consulta pública número 012/2026 foi aberta para receber sugestões sobre uma minuta de regulamentação que trata de dois pontos principais.</p>
<p>O primeiro é a elaboração de um cronograma para apurar os efeitos econômico-financeiros da reforma tributária sobre os contratos de concessão submetidos à regulação da ARTESP.</p>
<p>O segundo é a definição de uma metodologia provisória para avaliar possíveis desequilíbrios financeiros durante a chamada Fase I, correspondente à substituição do PIS e da Cofins pela CBS nos exercícios de 2027 e 2028.</p>
<p>A distinção entre os dois pontos é relevante.</p>
<p>O calendário organiza quando e como os impactos deverão ser avaliados.</p>
<p>A metodologia estabelece critérios para a análise dos efeitos da nova tributação sobre as condições financeiras dos contratos.</p>
<p>Na prática, uma concessionária pode alegar que determinada mudança tributária aumentou seus custos ou alterou receitas previstas. A avaliação regulatória precisa verificar se o efeito realmente ocorreu, qual sua dimensão e de que maneira deve ser tratado conforme a legislação e o contrato.</p>
<p>Da mesma forma, uma eventual redução de custos tributários também pode ser relevante para a análise do equilíbrio contratual, dependendo das regras aplicáveis.</p>
<p>A agência pretende receber contribuições antes de consolidar a regulamentação.</p>
<h2>Como funciona a reforma tributária e o que muda com a CBS</h2>
<p>A reforma tributária sobre o consumo foi instituída pela Emenda Constitucional 132, de 2023, e regulamentada, em sua etapa principal, pela Lei Complementar 214, de 2025.</p>
<p>O objetivo é substituir gradualmente parte dos tributos incidentes sobre bens e serviços por um modelo baseado na tributação sobre valor agregado.</p>
<p>Entre as principais mudanças está a criação de dois tributos.</p>
<p>A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) é de competência federal e substituirá o PIS e a Cofins.</p>
<p>O Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) é de competência compartilhada entre estados e municípios e substituirá, progressivamente, o ICMS e o ISS.</p>
<p>Os dois tributos compõem o modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, no qual a tributação ocorre segundo regras mais uniformes e com mecanismos de aproveitamento de créditos tributários, observadas as exceções legais.</p>
<p>A reforma também instituiu o Imposto Seletivo, voltado a determinados bens e serviços definidos na legislação.</p>
<p>Para o setor de transportes, essas mudanças exigem atenção porque atividades diferentes podem estar sujeitas a tratamentos tributários específicos.</p>
<p>Transporte coletivo de passageiros, serviços rodoviários, operações metropolitanas, concessões de infraestrutura e atividades complementares possuem características próprias que precisam ser consideradas na análise.</p>
<p>Além disso, os contratos existentes foram estruturados a partir de premissas de custos, receitas, investimentos e regras tributárias anteriores à implementação completa da reforma.</p>
<p>A passagem de um sistema para outro pode modificar essas premissas, o que explica a necessidade de avaliação contratual.</p>
<h2>Por que 2027 e 2028 são importantes</h2>
<p>A implementação da reforma tributária ocorre de maneira gradual.</p>
<p>O ano de 2026 foi previsto como etapa de transição e testes para os novos tributos, nos termos da legislação.</p>
<p>A partir de 2027, a CBS passa a desempenhar papel central na tributação federal sobre o consumo, em substituição ao PIS e à Cofins.</p>
<p>O mesmo período marca outras etapas da transição, enquanto a substituição gradual do ICMS e do ISS pelo IBS ocorrerá posteriormente, entre 2029 e 2032, com conclusão do novo sistema prevista para 2033.</p>
<p>Por isso, a ARTESP delimitou a primeira etapa da metodologia aos exercícios de 2027 e 2028.</p>
<p>Essa fase trata especificamente da transição dos tributos federais, sem abranger automaticamente todos os efeitos futuros da substituição dos impostos estaduais e municipais.</p>
<p>A implementação em etapas também permite que os efeitos sejam avaliados conforme as novas regras entram em funcionamento, em vez de considerar toda a reforma como uma alteração única e instantânea.</p>
<h2>O que é o equilíbrio econômico-financeiro de uma concessão</h2>
<p>Um contrato de concessão estabelece condições para a prestação de serviços ou exploração de infraestrutura durante determinado período.</p>
<p>Essas condições podem envolver investimentos, custos de operação, manutenção, despesas financeiras, receitas tarifárias, contraprestações públicas, indicadores de qualidade e obrigações de atendimento aos usuários.</p>
<p>O equilíbrio econômico-financeiro está relacionado à manutenção das condições contratuais e à distribuição dos riscos assumidos pelo poder concedente e pela concessionária.</p>
<p>Quando ocorre uma mudança relevante que não esteja atribuída ao risco exclusivo da empresa, pode surgir a discussão sobre a necessidade de recomposição desse equilíbrio.</p>
<p>A reforma tributária é uma das situações que podem provocar esse debate porque altera regras fiscais aplicáveis a atividades econômicas.</p>
<p>Isso não significa, porém, que qualquer mudança de tributação gere automaticamente direito a aumento de tarifa ou compensação financeira.</p>
<p>É necessário identificar o impacto efetivo, verificar o tratamento previsto na legislação e nos contratos e avaliar os mecanismos aplicáveis.</p>
<p>Também é importante considerar que o resultado da reforma pode variar de um contrato para outro.</p>
<p>Empresas com estruturas de custos distintas, níveis diferentes de utilização de créditos tributários e atividades submetidas a tratamentos fiscais específicos podem experimentar efeitos econômicos diferentes.</p>
<p>Por essa razão, uma metodologia de avaliação precisa permitir a apuração dos impactos reais, evitando que estimativas genéricas sejam automaticamente aplicadas a todos os contratos.</p>
<h2>O que pode acontecer com as tarifas pagas pelos passageiros</h2>
<p>A repercussão sobre as tarifas é um dos pontos de maior interesse público.</p>
<p>Em concessões de transporte, o equilíbrio econômico-financeiro pode ser tratado por mecanismos diferentes, dependendo do contrato.</p>
<p>Entre as possibilidades previstas em modelos de concessão estão revisões tarifárias, alterações de obrigações contratuais, compensações, ajustes de prazo e outras medidas juridicamente admitidas.</p>
<p>A escolha do mecanismo depende das características de cada contrato e das regras aplicáveis.</p>
<p>No caso dos transportes de passageiros, também é necessário distinguir a tarifa paga pelo usuário da remuneração efetivamente recebida pela concessionária.</p>
<p>Em determinados modelos, essas receitas podem coincidir em grande parte. Em outros, a remuneração envolve receitas complementares, pagamentos públicos ou mecanismos próprios de compensação.</p>
<p>Assim, um eventual impacto tributário sobre uma concessionária não deve ser confundido automaticamente com um aumento da passagem para o usuário.</p>
<p>A consulta anunciada nesta quarta-feira discute a metodologia de apuração dos possíveis desequilíbrios, não uma tabela de novos preços de passagens.</p>
<p>A análise deve considerar, ainda, os direitos dos passageiros, a continuidade dos serviços e a necessidade de transparência na utilização dos mecanismos de reequilíbrio.</p>
<h2>Como a mudança interessa ao transporte rodoviário e às concessões de infraestrutura</h2>
<p>As concessões de transporte e infraestrutura envolvem compromissos de longo prazo.</p>
<p>Ao longo da vigência contratual, concessionárias realizam despesas com trabalhadores, energia, combustíveis, materiais, tecnologia, manutenção e investimentos em equipamentos e instalações.</p>
<p>As receitas e os custos de cada atividade podem receber tratamentos diferentes no novo sistema tributário.</p>
<p>Por exemplo, empresas que administram infraestrutura rodoviária possuem uma estrutura operacional distinta daquela de uma transportadora de passageiros.</p>
<p>Da mesma forma, contratos de transporte metropolitano, exploração de terminais e outros serviços regulados podem possuir diferentes fontes de receita, obrigações de investimento e regras específicas.</p>
<p>A aplicação da reforma deve respeitar essas particularidades.</p>
<p>No caso dos ônibus, a discussão ocorre em um mercado que já enfrenta desafios relacionados à renovação de frota, aquisição de veículos menos poluentes, custos de operação, manutenção da oferta e financiamento dos serviços.</p>
<p>Nos sistemas ferroviários e nas concessões de infraestrutura, investimentos de longo prazo e obrigações contratuais também tornam relevante o acompanhamento das alterações fiscais.</p>
<p>Esses exemplos mostram a importância econômica do assunto para o setor, mas não significam que a consulta da ARTESP tenha aprovado compensações específicas para cada modalidade.</p>
<p>A delimitação concreta dos contratos abrangidos e dos critérios de cálculo deverá observar a regulamentação que resultar do procedimento.</p>
<h2>Como participar da consulta pública</h2>
<p>A ARTESP estabeleceu prazo de 30 dias para o recebimento das contribuições, entre 21 de outubro e 19 de novembro de 2026.</p>
<p>Os interessados deverão utilizar o modelo específico de documento disponibilizado pela agência.</p>
<p>O material preenchido deverá ser enviado em formato Word para o endereço eletrônico:</p>
<p><a href="mailto:reformatributaria@artesp.sp.gov.br">reformatributaria@artesp.sp.gov.br</a></p>
<p>No assunto da mensagem, a agência solicita a identificação do participante, seguida da referência à reforma tributária e à Consulta Pública 012/2026.</p>
<p>A documentação está prevista para consulta na área de Transparência e Participação Social da ARTESP.</p>
<p>Empresas concessionárias, entidades representativas, especialistas, usuários e demais interessados podem apresentar observações e sugestões dentro do prazo.</p>
<p>A participação pode contribuir para o debate sobre critérios de cálculo, transparência, tratamento dos efeitos tributários e preservação das condições de prestação dos serviços.</p>
<p>Encerrada a etapa de contribuições, caberá à agência analisar as manifestações e definir os encaminhamentos para a regulamentação.</p>
<p>A decisão final terá importância para o acompanhamento dos contratos de concessão nos próximos anos, quando as mudanças no sistema tributário brasileiro começarão a produzir efeitos mais amplos sobre a estrutura de custos e receitas das atividades econômicas.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Governo de São Paulo confirma gratuidade nos ônibus intermunicipais, trens, metrô e VLT no domingo (25), segundo turno das eleições</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/governo-de-sao-paulo-confirma-gratuidade-nos-onibus-intermunicipais-trens-metro-e-vlt-no-domingo-25-segundo-turno-das-eleicoes/</link>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 16:06:59 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Tarifa-zero inclui ainda ônibus rodoviários e suburbano dentro do Estado, mas regras mudam de acordo com o sistema de transportes ADAMO BAZANI O Governo do Estado de São Paulo confirmou nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, que os passageiros poderão utilizar gratuitamente os ônibus metropolitanos e intermunicipais, trens, metrô e VLT (Veículo Leve sobre [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="776" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-21-at-13.02.32.jpeg?fit=1024%2C776&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-21-at-13.02.32.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-21-at-13.02.32.jpeg?resize=300%2C227&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-21-at-13.02.32.jpeg?resize=1024%2C776&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-21-at-13.02.32.jpeg?resize=150%2C114&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-21-at-13.02.32.jpeg?resize=768%2C582&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-21-at-13.02.32.jpeg?resize=1536%2C1164&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-21-at-13.02.32.jpeg?resize=400%2C303&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>
<p>Tarifa-zero inclui ainda ônibus rodoviários e suburbano dentro do Estado, mas regras mudam de acordo com o sistema de transportes</p>
</div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Governo do Estado de São Paulo confirmou nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, que os passageiros poderão utilizar gratuitamente os ônibus metropolitanos e intermunicipais, trens, metrô e VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) no próximo domingo (25), quando será realizado o segundo turno das eleições. A medida também inclui viagens em ônibus rodoviários e suburbanos entre municípios paulistas. Os horários de gratuidade variam conforme a modalidade de transporte: nos sistemas metropolitanos, o benefício será das 6h às 20h, enquanto nos serviços intermunicipais rodoviários e semiurbanos a passagem será gratuita durante todo o domingo.</p>
<p>A gratuidade será aplicada nos serviços da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Metrô, Motiva, TIC Trens, Trívia Trens e VLT, além dos ônibus metropolitanos e intermunicipais sob gerenciamento da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). A decisão segue determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), prevista na Resolução nº 23.751, e foi regulamentada pelo Governo de São Paulo por meio do Decreto Estadual nº 70.916. Assim como ocorreu no primeiro turno, o objetivo é garantir o acesso ao transporte coletivo durante o dia de votação, facilitando o deslocamento dos eleitores até os locais onde estão registrados para votar.</p>
<p>A medida foi confirmada pelas secretarias estaduais dos Transportes Metropolitanos, de Parcerias em Investimentos e da Casa Civil.</p>
<p>A gratuidade será aplicada em diferentes modalidades, com horários específicos para cada sistema. Os passageiros devem observar as regras para planejar as viagens de ida e volta.</p>
<h3>Trens, metrô, VLT e ônibus metropolitanos: das 6h às 20h</h3>
<p>Nos sistemas metropolitanos sobre trilhos, a passagem será gratuita das 6h às 20h de domingo (25).</p>
<p>A medida abrange as linhas operadas pela CPTM, pelo Metrô e pelas concessionárias privadas Motiva, TIC Trens e Trívia Trens, além do VLT.</p>
<p>Na Região Metropolitana de São Paulo, a gratuidade alcançará as linhas de metrô e trens metropolitanos, permitindo deslocamentos entre a capital e municípios atendidos pela rede ferroviária.</p>
<p>Também serão beneficiados os passageiros dos ônibus metropolitanos gerenciados pela Artesp, incluindo os serviços que fazem ligações entre municípios da Grande São Paulo e de outras regiões metropolitanas do Estado.</p>
<p>Na Região Metropolitana de São Paulo, os serviços intermunicipais por ônibus são utilizados diariamente por passageiros que se deslocam entre a capital e cidades como Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Guarulhos, Osasco e municípios das demais áreas metropolitanas.</p>
<p>O benefício também alcança as ligações metropolitanas do Corredor ABD, que conecta municípios do ABC Paulista à capital.</p>
<p>O horário de gratuidade dos ônibus metropolitanos será das 6h às 20h, período que também será aplicado aos sistemas metroferroviários abrangidos pela decisão.</p>
<h3>Ônibus rodoviários e semiurbanos: gratuidade durante as 24 horas</h3>
<p>Para os serviços intermunicipais rodoviários e semiurbanos, o Governo de São Paulo estabeleceu um período maior de gratuidade.</p>
<p>Nesses casos, a isenção das tarifas valerá durante todo o domingo, 25 de outubro, começando à meia-noite e terminando às 23h59.</p>
<p>A medida abrange os serviços intermunicipais sob regulação estadual, incluindo as ligações rodoviárias entre municípios paulistas.</p>
<p>A diferença em relação ao transporte metropolitano é relevante para passageiros que precisam realizar viagens mais longas para chegar aos locais de votação.</p>
<p>No transporte rodoviário, os deslocamentos podem envolver viagens com duração de várias horas, inclusive entre cidades situadas em diferentes regiões do Estado.</p>
<p>A gratuidade durante todo o dia amplia o período disponível para esses deslocamentos, enquanto os serviços metropolitanos terão uma janela específica de 14 horas.</p>
<p>Os passageiros poderão planejar os deslocamentos de acordo com os horários de saída das viagens e as orientações das empresas responsáveis pelos serviços.</p>
<h3>Governo prevê ônibus e trens de reserva para atender à demanda</h3>
<p>Segundo o Governo de São Paulo, as operadoras de transporte sobre trilhos e as concessionárias de ônibus intermunicipais manterão veículos de reserva em pontos estratégicos.</p>
<p>A operação será monitorada durante o domingo, com possibilidade de reforço de frota conforme a movimentação dos passageiros.</p>
<p>Também está previsto o aumento do número de funcionários destinados ao atendimento nas estações.</p>
<p>O planejamento busca atender à demanda de deslocamentos provocada pela votação, que pode alterar a distribuição habitual de passageiros ao longo do domingo.</p>
<p>A Secretaria dos Transportes Metropolitanos informa que, nos dias úteis, o conjunto dos sistemas de transporte público metropolitano atende, em média, aproximadamente 8,5 milhões de passageiros.</p>
<p>A gratuidade durante o segundo turno das eleições poderá modificar a procura pelos serviços, especialmente nos períodos de abertura e encerramento da votação.</p>
<p>Os reforços serão realizados conforme a necessidade operacional identificada pelas empresas e pelos órgãos responsáveis pelo acompanhamento dos serviços.</p>
<h3>Passageiros poderão levar bicicletas nos trens e no metrô</h3>
<p>Outra possibilidade para os passageiros no domingo de votação será o transporte de bicicletas nos sistemas metroferroviários.</p>
<p>A Secretaria dos Transportes Metropolitanos informou que, aos sábados, domingos e feriados, o embarque com bicicletas é permitido durante todo o horário de funcionamento dos sistemas.</p>
<p>São aceitas bicicletas convencionais e bicicletas elétricas que tenham dimensões semelhantes às dos modelos tradicionais.</p>
<p>O transporte deve ser realizado exclusivamente no último carro de cada composição, respeitando o limite de quatro bicicletas por viagem.</p>
<p>Nos dias úteis, de segunda a sexta-feira, a entrada com bicicletas é autorizada das 10h às 16h e das 21h até o encerramento da operação.</p>
<p>Com a autorização para o domingo, os passageiros poderão combinar deslocamentos por bicicleta e transporte sobre trilhos, respeitando as normas de embarque e circulação estabelecidas pelos operadores.</p>
<h3>Confira os horários da gratuidade em São Paulo no domingo (25)</h3>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Modalidade</th>
<th>Horário de gratuidade</th>
</tr>
<tr>
<td>Metrô</td>
<td>Das 6h às 20h</td>
</tr>
<tr>
<td>Trens da CPTM</td>
<td>Das 6h às 20h</td>
</tr>
<tr>
<td>Trens das concessionárias privadas</td>
<td>Das 6h às 20h</td>
</tr>
<tr>
<td>VLT</td>
<td>Das 6h às 20h</td>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus metropolitanos da Artesp</td>
<td>Das 6h às 20h</td>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus intermunicipais suburbanos</td>
<td>Das 0h às 23h59</td>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus intermunicipais rodoviários</td>
<td>Das 0h às 23h59</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A gratuidade determinada pelo Governo do Estado de São Paulo contempla os serviços estaduais abrangidos pelo decreto.</p>
<p>Os ônibus municipais são administrados pelas prefeituras, responsáveis pelas programações e medidas de gratuidade em suas respectivas cidades.</p>
<p>Na capital paulista, a Prefeitura de São Paulo já confirmou que os ônibus municipais terão tarifa zero no domingo (25), dentro do programa Domingão Tarifa Zero.</p>
<p>A SPTrans também anunciou reforço de aproximadamente 40% na frota em relação aos domingos habituais, com previsão de circulação de 6,9 mil ônibus, cerca de 2 mil veículos adicionais. A programação será equivalente à utilizada aos sábados para permitir o deslocamento dos eleitores.</p>
<p>Com isso, os passageiros da capital poderão utilizar os ônibus municipais gratuitamente durante todo o domingo e também contar com o benefício nos transportes metropolitanos estaduais, das 6h às 20h.</p>
<p>O segundo turno das eleições será realizado no domingo, 25 de outubro de 2026, com votação das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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  </item>
  <item>
    <title>Mobi-Rio convoca eletricistas e mecânicos para trabalhar na manutenção de ônibus do BRT; veja nomes e orientações</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/mobi-rio-convoca-eletricistas-e-mecanicos-para-trabalhar-na-manutencao-de-onibus-do-brt-veja-nomes-e-orientacoes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 15:30:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Companhia divulgou resultado de processo seletivo para oito funções técnicas e chamou 14 profissionais classificados para entrega de documentos e exames médicos. Empresa também prorrogou por mais 12 meses a validade de outra seleção ADAMO BAZANI A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio), responsável pela operação do sistema BRT, publicou na [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="764" height="508" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mecanico.jpg?fit=764%2C508&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mecanico.jpg?w=764&amp;ssl=1 764w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mecanico.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mecanico.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mecanico.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 764px) 100vw, 764px" /> <p><em>Companhia divulgou resultado de processo seletivo para oito funções técnicas e chamou 14 profissionais classificados para entrega de documentos e exames médicos. Empresa também prorrogou por mais 12 meses a validade de outra seleção</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio), responsável pela operação do sistema BRT, publicou na terça-feira, 20 de outubro de 2026, a convocação de 14 profissionais aprovados em processo seletivo simplificado para contratação temporária. As oportunidades abrangem eletricistas prediais e veiculares, mecânicos, mecânicos de refrigeração, suspensão, montagem, socorro e serviços especializados de manutenção.</p>
<p>Os convocados devem aguardar o contato da Mobi-Rio pelo endereço de e-mail informado no momento da inscrição, por meio do qual receberão orientações para apresentação dos documentos comprobatórios. Os candidatos que forem aprovados nessa etapa serão encaminhados para exames médicos. Na mesma edição do Diário Oficial, a empresa também prorrogou por mais 12 meses a validade de outro processo seletivo, realizado em 2025.</p>
<p>A convocação faz parte do processo seletivo simplificado regido pelo Edital nº 020/2026, destinado à contratação de profissionais por tempo determinado para atender necessidades temporárias de excepcional interesse público.</p>
<p>A contratação segue as disposições do artigo 37 da Constituição Federal e da legislação municipal que disciplina esse tipo de seleção.</p>
<p>O resultado publicado apresenta a classificação e a pontuação dos candidatos aprovados nos testes de avaliação.</p>
<p>Entretanto, nem todos os nomes relacionados nas classificações foram convocados nesta etapa. A empresa delimitou a chamada de acordo com a quantidade prevista para cada função.</p>
<p><strong>Confira os profissionais convocados pela Mobi-Rio</strong></p>
<p>ELETRICISTA PREDIAL</p>
<p>1º — Mateus Barbosa dos Santos — 100 pontos.</p>
<p>ELETRICISTA VEICULAR</p>
<p>1º — Eude Gustavo Silveira da Silva — 76 pontos.</p>
<p>2º — Vinicius da Silva e Silva — 74 pontos.</p>
<p>MECÂNICO</p>
<p>1º — Matheus Carvalho de Oliveira — 87,5 pontos.</p>
<p>2º — Leandro Figueiredo — 85 pontos.</p>
<p>3º — David Batista da Costa — 82,5 pontos.</p>
<p>4º — Luiz Fernando de Jesus — 80 pontos.</p>
<p>5º — John Lenon Anastacio de Castro — 80 pontos.</p>
<p>6º — Arlan Pereira da Silva — 74 pontos.</p>
<p>MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO VEICULAR</p>
<p>1º — Igor Alves da Silva Sodré — 90 pontos.</p>
<p>MECÂNICO DE SUSPENSÃO</p>
<p>1º — Rafael Santana Vieira — 80 pontos.</p>
<p>MECÂNICO MONTADOR</p>
<p>1º — Ricardo dos Santos Marcolino — 85,5 pontos.</p>
<p>MECÂNICO SOCORRISTA</p>
<p>1º — Patric Lopes Dias — 85 pontos.</p>
<p>MECÂNICO VALISTA</p>
<p>1º — Flávio Coelho da Costa — 80,5 pontos.</p>
<p><strong>Outros aprovados permanecem na classificação</strong></p>
<p>Além dos 14 convocados, o resultado publicado pela Mobi-Rio apresenta outros cinco profissionais aprovados que não foram incluídos na chamada desta etapa.</p>
<p>São eles:</p>
<p>ELETRICISTA PREDIAL</p>
<p>2º — Fabricio Marçal de Macedo — 98,5 pontos.</p>
<p>3º — Akiko Cerqueira Lourenço dos Santos — 97,5 pontos.</p>
<p>4º — Erinaldo Almeida da Silva — 95,5 pontos.</p>
<p>5º — Flávio Alvares de Oliveira — 94,5 pontos.</p>
<p>MECÂNICO MONTADOR</p>
<p>2º — João Eudes da Silva Santos — 83 pontos.</p>
<p>MECÂNICO VALISTA</p>
<p>2º — Cristiano Pereira Fernandes — 80 pontos.</p>
<p>A permanência desses profissionais na lista de aprovados não significa convocação imediata. Eventuais chamadas posteriores dependem das necessidades da companhia e das regras previstas no edital.</p>
<p><strong>Como os convocados devem proceder</strong></p>
<p>A Mobi-Rio estabeleceu duas etapas para os profissionais chamados nesta fase.</p>
<p>A primeira é aguardar o contato por e-mail, enviado ao endereço eletrônico informado pelo candidato no momento da inscrição.</p>
<p>A mensagem conterá orientações sobre a apresentação da documentação necessária à comprovação das condições exigidas na seleção.</p>
<p>Após a análise dos documentos, os candidatos aprovados nessa fase serão convocados para a realização de exames médicos.</p>
<p>O comunicado publicado nesta terça-feira não estabelece comparecimento presencial imediato nem informa data única para entrega de documentos.</p>
<p>Dessa forma, os candidatos devem acompanhar o e-mail cadastrado, incluindo eventuais mensagens direcionadas à caixa de spam, e observar as instruções que forem encaminhadas pela companhia.</p>
<p>A aprovação no teste de avaliação e a convocação para apresentação de documentos são etapas do processo seletivo e não equivalem, isoladamente, à contratação concluída.</p>
<p><strong>Mobi-Rio prorroga outra seleção por mais 12 meses</strong></p>
<p>Além da convocação vinculada ao Edital nº 020/2026, a presidente da Mobi-Rio, Claudia Antunes Secin, autorizou a prorrogação por mais 12 meses da validade do processo seletivo simplificado correspondente ao Edital nº 020/2025.</p>
<p>A decisão foi assinada em 19 de outubro de 2026 e publicada no Diário Oficial desta terça-feira.</p>
<p>O procedimento também é destinado à contratação de profissionais por tempo determinado.</p>
<p>A prorrogação amplia o período de validade da seleção anterior, permitindo sua utilização conforme as regras do edital e as necessidades da companhia.</p>
<p>São dois procedimentos diferentes: a lista de profissionais convocados nesta terça-feira pertence ao Edital nº 020/2026, enquanto a prorrogação de validade se refere ao Edital nº 020/2025.</p>
<p><strong>Manutenção de ônibus e necessidade de profissionais especializados</strong></p>
<p>A convocação ocorre em um momento em que as empresas de transporte coletivo enfrentam dificuldades para atrair e manter profissionais qualificados, especialmente nas atividades de manutenção.</p>
<p>A operação de uma frota de ônibus articulados e convencionais exige equipes com conhecimentos em mecânica, sistemas elétricos, suspensão, refrigeração e outros componentes.</p>
<p>Nos corredores BRT, a disponibilidade dos veículos influencia diretamente a capacidade de atendimento, os intervalos entre viagens e a regularidade dos serviços.</p>
<p>A manutenção preventiva busca identificar e corrigir problemas antes que comprometam o funcionamento dos ônibus. Já a manutenção corretiva exige profissionais preparados para diagnosticar defeitos, executar reparos e permitir o retorno dos veículos à circulação.</p>
<p>A Mobi-Rio também mantém contratos de fornecimento de peças, componentes eletrônicos, lubrificantes e serviços especializados para a frota.</p>
<p>Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, a companhia autorizou nesta mesma edição do Diário Oficial a contratação de até R$ 7,46 milhões para serviços de assistência técnica e recondicionamento de transmissões Voith utilizadas nos ônibus articulados.</p>
<p>A disponibilidade de componentes, equipamentos e profissionais qualificados faz parte das condições necessárias à manutenção operacional do sistema.</p>
<p>A convocação dos novos trabalhadores integra esse conjunto de medidas de apoio à operação, mas a publicação não informa uma ampliação específica do número de ônibus em circulação em decorrência das contratações.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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</rss>