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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>BRT Transcarioca tem interdição parcial autorizada na Rua Cândido Benício a partir desta terça-feira (13)</title>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 12:31:09 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Intervenção ocorre na pista sentido Barra da Tijuca, em frente ao número 656, entre 7h e 16h, com autorização válida até 30 de novembro ADAMO BAZANI A Prefeitura do Rio de Janeiro autorizou uma interdição parcial na calha do BRT da Rua Cândido Benício, na pista sentido Barra da Tijuca, a partir desta terça-feira, 13 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-03-01-at-11.34.47.jpeg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-03-01-at-11.34.47.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-03-01-at-11.34.47.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-03-01-at-11.34.47.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-03-01-at-11.34.47.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-03-01-at-11.34.47.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-03-01-at-11.34.47.jpeg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-03-01-at-11.34.47.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Intervenção ocorre na pista sentido Barra da Tijuca, em frente ao número 656, entre 7h e 16h, com autorização válida até 30 de novembro</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro autorizou uma interdição parcial na calha do BRT da Rua Cândido Benício, na pista sentido Barra da Tijuca, a partir desta terça-feira, 13 de outubro de 2026. A intervenção está prevista para o trecho em frente ao número 656 e poderá ocorrer até 30 de novembro, diariamente dentro do período autorizado, das 7h às 16h.</p>
<p>A medida está relacionada a serviços de manutenção de pavimento rígido, drenagem, segregadores, tachões e nivelamento da infraestrutura viária. A autorização consta do Diário Oficial do Município, mas não estabelece alterações específicas de linhas, paradas ou horários de ônibus. Eventuais mudanças operacionais devem ser acompanhadas pelos passageiros nos canais oficiais do sistema BRT.</p>
<h2>Obras abrangem manutenção da estrutura viária utilizada pelos ônibus</h2>
<p>A autorização foi expedida pela Coordenadoria de Regulamentação e Infrações Viárias da Secretaria Municipal de Transportes.</p>
<p>O ato considera solicitação encaminhada pela Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos em 8 de outubro de 2026, além de parecer técnico da CET-Rio.</p>
<p>A intervenção prevista está relacionada a serviços de manutenção do pavimento rígido, drenagem, segregadores, tachões, nivelamentos e prevenção de problemas na pavimentação.</p>
<p>O pavimento rígido é utilizado em diferentes estruturas de circulação de veículos pesados, incluindo trechos de corredores de ônibus.</p>
<p>Os segregadores e tachões contribuem para a delimitação física e visual dos espaços de circulação.</p>
<p>A conservação desses elementos é importante para a segurança viária e para as condições de deslocamento dos ônibus.</p>
<h2>Interdição poderá ocorrer até 30 de novembro</h2>
<p>A autorização abrange o período de 13 de outubro a 30 de novembro de 2026, das 7h às 16h.</p>
<p>O trecho indicado é a Rua Cândido Benício, em frente à edificação de número 656, na pista sentido Barra da Tijuca.</p>
<p>O ato prevê interdição parcial, não o fechamento integral do corredor BRT.</p>
<p>A validade da autorização está condicionada ao cumprimento das exigências dos artigos 94 e 95 do Código de Trânsito Brasileiro, que tratam, entre outros aspectos, de segurança, sinalização e responsabilidades relacionadas a obras ou eventos que interfiram no trânsito.</p>
<h2>O que os passageiros devem observar</h2>
<p>A Rua Cândido Benício integra o eixo viário utilizado pelo BRT Transcarioca, importante ligação entre diferentes regiões da cidade.</p>
<p>Por se tratar de uma intervenção na área de circulação dos ônibus, os passageiros devem observar eventuais orientações operacionais durante a execução dos serviços.</p>
<p>A publicação não determina a suspensão de nenhuma linha específica.</p>
<p>A medida permite a intervenção dentro das datas e horários definidos, mas não significa obrigatoriamente que haverá bloqueio durante todas as horas de todos os dias.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Busscar entrega quatro novos ônibus DD NB1 à paraguaia NSA</title>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 12:15:29 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Veículos foram encarroçados sobre chassis Scania K410C B8x2, tendo capacidade para 60 passageiros ARTHUR FERRARI A Busscar entregou mais quatro ônibus Panorâmico DD NB1 à operadora paraguaia NSA. As unidades fazem parte de uma encomenda de seis veículos destinada à renovação da frota da empresa. Os dois primeiros exemplares do pedido já haviam sido entregues [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="731" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/post_NSA_PAN-DD-1.jpg?fit=1024%2C731&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/post_NSA_PAN-DD-1.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/post_NSA_PAN-DD-1.jpg?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/post_NSA_PAN-DD-1.jpg?resize=1024%2C731&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/post_NSA_PAN-DD-1.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/post_NSA_PAN-DD-1.jpg?resize=768%2C548&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/post_NSA_PAN-DD-1.jpg?resize=400%2C286&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Veículos foram encarroçados sobre chassis Scania K410C B8x2, tendo capacidade para 60 passageiros</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Busscar entregou mais quatro ônibus Panorâmico DD NB1 à operadora paraguaia NSA. As unidades fazem parte de uma encomenda de seis veículos destinada à renovação da frota da empresa. Os dois primeiros exemplares do pedido já haviam sido entregues anteriormente.</p>
<p>Os novos ônibus foram configurados para operações rodoviárias de longa distância e utilizam chassi Scania K410C B8x2. Cada veículo mede 15 metros de comprimento e tem capacidade para 60 passageiros, distribuídos entre os dois pavimentos.</p>
<p>A configuração interna inclui poltronas do tipo Leito Turismo no salão superior e Leito no inferior. Os veículos também contam com sistemas de climatização nos dois ambientes, recursos individuais de conectividade e espaços destinados ao descanso da equipe responsável pela operação.</p>
<p>A fabricante informou ainda que os ônibus possuem equipamentos de segurança e monitoramento, além de itens voltados ao atendimento dos passageiros durante viagens prolongadas.</p>
<p>A entrega das quatro unidades restantes conclui o fornecimento previsto no pedido da NSA e marca a retomada da relação comercial entre a operadora e a Busscar, após a entrega inicial dos outros dois veículos.</p>
<p>“Esta entrega reforça uma relação construída ao longo dos anos com a NSA. É uma satisfação participar novamente da renovação de sua frota e ver a confiança da operadora na BUSSCAR”, destaca Paulo Corso, Diretor Comercial da BUSSCAR.</p>
<p>Fabien Accariès, Gerente de Exportação da BUSSCAR, também comentou a relação com a empresa paraguaia. “A NSA é um cliente importante para a BUSSCAR, e essa parceria fortalece nossa presença no Paraguai, um mercado estratégico para nossa atuação na América do Sul.”</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Câmara de São Paulo inclui na pauta vetos sobre ônibus a diesel, gratuidades, transporte escolar e aplicativos</title>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 12:01:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sessão desta terça-feira, 13 de outubro, está convocada para as 15h; lista reúne propostas de diferentes anos, e inclusão na ordem do dia não significa aprovação nem mudança imediata nas regras ADAMO BAZANI A Câmara Municipal de São Paulo incluiu na pauta da sessão ordinária desta terça-feira, 13 de outubro de 2026, vetos a propostas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="941" height="594" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/48880.jpg?fit=941%2C594&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/48880.jpg?w=941&amp;ssl=1 941w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/48880.jpg?resize=300%2C189&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/48880.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/48880.jpg?resize=768%2C485&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/48880.jpg?resize=400%2C252&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 941px) 100vw, 941px" /> <p><em>Sessão desta terça-feira, 13 de outubro, está convocada para as 15h; lista reúne propostas de diferentes anos, e inclusão na ordem do dia não significa aprovação nem mudança imediata nas regras</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Câmara Municipal de São Paulo incluiu na pauta da sessão ordinária desta terça-feira, 13 de outubro de 2026, vetos a propostas que envolvem renovação dos ônibus, gratuidades para passageiros, transporte escolar, segurança nos aplicativos, táxis e infraestrutura cicloviária. Entre os assuntos está o veto do prefeito Ricardo Nunes ao dispositivo que permitiria a entrada de novos ônibus a diesel no sistema municipal durante a implantação da infraestrutura para veículos menos poluentes.</p>
<p>A sessão está convocada para as 15h, mas a presença dos temas na ordem do dia não garante que todos serão discutidos ou votados. Para rejeitar um veto, são necessários votos favoráveis da maioria absoluta dos vereadores. Até que haja deliberação e conclusão das etapas legais correspondentes, a pauta não cria benefícios, autoriza compras de veículos ou altera exigências para passageiros e operadores.</p>
<p>O levantamento do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> reúne os temas relacionados aos deslocamentos da população publicados no Diário Oficial da Cidade desta terça-feira e explica o conteúdo das propostas, o histórico dos vetos e as diferenças entre projetos integralmente barrados e textos que já tiveram parte sancionada.</p>
<p>A lista inclui matérias apresentadas há mais de uma década e vetos encaminhados por diferentes administrações municipais. Assim, a data da sessão não deve ser confundida com a data de criação dos projetos.</p>
<h2>Como funciona a análise de um veto e por que a pauta não equivale a uma nova lei</h2>
<p>Depois de aprovado pela Câmara, um projeto de lei é encaminhado ao prefeito, que pode sancioná-lo ou vetá-lo, total ou parcialmente, por entender que apresenta inconstitucionalidade ou contraria o interesse público.</p>
<p>No veto total, o Executivo rejeita todo o texto enviado. No parcial, determinados dispositivos são barrados, enquanto os demais podem ser sancionados.</p>
<p>Os vereadores podem reexaminar a decisão. A rejeição do veto depende da maioria absoluta da Câmara: pelo menos 28 votos, considerando as 55 cadeiras do Legislativo municipal.</p>
<p>Se o veto for rejeitado, o texto segue para promulgação, conforme o procedimento legal. Se for mantido, os dispositivos barrados permanecem fora da lei.</p>
<p>Essa distinção é especialmente importante em dois assuntos da pauta: as regras ambientais dos ônibus e a reserva de alvarás para taxistas experientes. Ambos tiveram sanção parcial, e o debate dos vetos se refere aos dispositivos rejeitados pelo Executivo.</p>
<h2>Ônibus a diesel: veto envolve possibilidade de renovar parte da frota durante implantação da infraestrutura</h2>
<p>O assunto de maior alcance para a renovação dos ônibus é o veto parcial ao projeto apresentado por Milton Leite sobre as metas ambientais do transporte coletivo.</p>
<p>A proposta foi aprovada pela Câmara em dezembro de 2024 e sancionada parcialmente pelo prefeito Ricardo Nunes em janeiro de 2025, dando origem à Lei 18.225/2025.</p>
<p>Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> na ocasião, o prefeito vetou os artigos 5º e 6º. O primeiro abria a possibilidade de admitir até 50% de veículos com tecnologias ou combustíveis de menor impacto que os convencionais substituídos durante a implantação dos projetos de infraestrutura, permitindo o retorno de compras de ônibus a diesel.</p>
<p>O segundo estabelecia prazo de até 180 dias para regulamentação.</p>
<p>Nas razões do veto, a Prefeitura afirmou que a reentrada dos ônibus a combustão prolongaria a exposição da população aos poluentes e alegou violação da separação dos Poderes na imposição do prazo de regulamentação.</p>
<p>A parte sancionada tratou da redução das emissões e da infraestrutura para ônibus elétricos e a gás, com metas finais para 2038.</p>
<p>O que aparece agora na pauta é o reexame do veto parcial ao PL 825/2024. A inclusão não representa autorização para as empresas voltarem a comprar ônibus a diesel.</p>
<h2>Passe Livre para o Cuidado: proposta busca facilitar acesso ao atendimento em saúde mental</h2>
<p>O veto total ao PL 580/2021 envolve a criação do chamado Passe Livre para o Cuidado.</p>
<p>O texto aprovado pela Câmara prevê isenção da tarifa no transporte coletivo de São Paulo para pessoas em tratamento nos Centros de Atenção Psicossocial, os CAPS, e nos Centros de Convivência e Cooperativa, os CECCOs.</p>
<p>A finalidade é reduzir a barreira financeira ao deslocamento para esses serviços. Para quem precisa de acompanhamento frequente, o custo das viagens pode interferir na continuidade do atendimento.</p>
<p>O projeto tem autoria coletiva, com Luana Alves e outros parlamentares, e foi vetado pelo prefeito Ricardo Nunes em setembro de 2025.</p>
<p>A Prefeitura alegou interferência em atribuições do Executivo relativas ao transporte, à tarifa e ao orçamento. Também apontou dificuldade operacional na previsão de transferência de créditos e afirmou que parte do público já poderia ser atendida pelo Bilhete Único Especial da Pessoa com Deficiência.</p>
<p>Essa avaliação foi apresentada pelo Executivo nas razões do veto e não significa que todas as pessoas atendidas em CAPS ou CECCOs tenham automaticamente direito ao benefício existente.</p>
<h2>Transporte para tratamento de saúde: projeto prevê atendimento gratuito porta a porta</h2>
<p>Outra matéria é o veto total ao PL 614/2015, de Arselino Tatto, que propõe um serviço especial gratuito de transporte para tratamento de saúde.</p>
<p>Segundo a apresentação do projeto feita pela própria Câmara, a proposta contempla atendimento porta a porta para pessoas com doenças crônicas ou consideradas graves.</p>
<p>A justificativa menciona deslocamentos para tratamentos contínuos, como hemodiálise, quimioterapia, radioterapia e fisioterapia.</p>
<p>O objetivo é atender uma necessidade diferente da simples isenção da tarifa: além do custo, parte dos pacientes enfrenta dificuldade física para chegar ao ponto de ônibus, realizar integrações ou completar o percurso até a unidade de saúde.</p>
<p>A discussão é sobre o veto a esse serviço proposto. A inclusão na pauta não abre inscrições nem comprova a existência de uma nova operação municipal para esse público.</p>
<h2>Estudantes de cursinhos: debate envolve ampliação das cotas de viagens gratuitas</h2>
<p>A pauta também inclui o veto total ao PL 508/2016, apresentado por Reis e outros vereadores, relacionado ao passe livre estudantil.</p>
<p>A ementa da ordem do dia menciona estudantes de cursinhos comunitários, cursos técnicos e cursinhos pré-vestibular. Nas razões do veto ao texto encaminhado à sanção, em novembro de 2019, a Prefeitura descreveu a proposta como criação de cotas gratuitas para estudantes de cursinhos populares pré-vestibular.</p>
<p>O tema é o acesso ao benefício tarifário por estudantes dessas modalidades de ensino.</p>
<p>Ao vetar o projeto, o Executivo apontou questões relacionadas à gestão do transporte e às regras tarifárias e mencionou a revisão dos descontos e isenções realizada naquele ano.</p>
<p>As condições de acesso aos benefícios estudantis não mudam apenas porque o veto voltou a constar da ordem do dia. A situação de cada estudante continua dependendo das regras aplicáveis ao serviço e ao cadastro correspondente.</p>
<h2>Policiais e guardas municipais: projeto propõe passe livre no transporte coletivo</h2>
<p>O PL 132/2017, de Reis e Edir Sales, propõe passe livre para policiais civis, policiais militares e integrantes da Guarda Civil Metropolitana no transporte coletivo municipal.</p>
<p>O veto total foi encaminhado em junho de 2019.</p>
<p>Nas razões apresentadas, a Prefeitura argumentou que a ampliação da gratuidade interferiria nos custos e na fixação das tarifas, além de envolver matérias cuja iniciativa considerava reservada ao prefeito.</p>
<p>O Executivo também citou a exigência de fontes específicas de recursos para novas dispensas ou reduções tarifárias.</p>
<p>O debate, portanto, envolve tanto o público contemplado quanto o financiamento do benefício. A pauta não comprova extensão automática da gratuidade às categorias nas condições propostas pelo projeto.</p>
<h2>Todos os assentos preferenciais: proposta amplia a prioridade dentro dos veículos</h2>
<p>O veto total ao PL 76/2016 trata da destinação preferencial de todos os assentos dos veículos de transporte coletivo urbano.</p>
<p>A proposta de Jair Tatto e Isac Félix contempla idosos, gestantes, pessoas obesas, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e pessoas com crianças de colo.</p>
<p>A ideia é estender a preferência a todos os bancos, em vez de concentrá-la apenas em determinados assentos identificados dentro dos veículos.</p>
<p>A preferência diz respeito à prioridade de utilização por quem se enquadra nas condições previstas. Não significa retirar bancos nem proibir sua utilização pelos demais passageiros quando não houver alguém com prioridade precisando do lugar.</p>
<p>A matéria aparece na pauta para discussão do veto total. O documento da sessão não anuncia uma nova regra de assentos já implantada no sistema municipal.</p>
<h2>Segurança nos aplicativos: projeto exige foto e documento dos passageiros</h2>
<p>O PL 727/2019, de Camilo Cristófaro e Marlon Luz, propõe cadastro de foto e documento dos usuários dos serviços de transporte remunerado privado individual de passageiros.</p>
<p>A finalidade declarada é aumentar a segurança dos motoristas por meio da identificação de quem solicita as viagens.</p>
<p>O prefeito Ricardo Nunes vetou integralmente o projeto em janeiro de 2022.</p>
<p>A Prefeitura argumentou que os aplicativos utilizam cadastros sob regras que alcançam usuários de diferentes localidades e que uma exigência municipal isolada poderia criar dificuldades para pessoas domiciliadas em outras cidades, Estados ou países.</p>
<p>A discussão envolve o equilíbrio entre identificação dos passageiros, segurança dos profissionais e funcionamento das plataformas. A inclusão do veto na pauta não institui uma nova obrigação de envio de documentos pelos usuários nesta terça-feira.</p>
<h2>Vai e Volta: proposta altera critério de atendimento do transporte escolar gratuito</h2>
<p>O veto ao PL 343/2017 envolve o Programa de Transporte Escolar Municipal Gratuito, conhecido como Vai e Volta.</p>
<p>A proposta tem autoria de Professor Toninho Vespoli, Milton Leite e Senival Moura.</p>
<p>Nas razões do veto, encaminhadas em maio de 2022, a Prefeitura informou que o texto estabeleceria prioridade para estudantes residentes a partir de um quilômetro, medido em linha reta entre a residência e a escola.</p>
<p>Naquele momento, o Executivo descreveu o critério administrativo de distância a partir de dois quilômetros, calculado pela rota a pé, além de exceções para situações especiais.</p>
<p>A Prefeitura estimou que a mudança poderia acrescentar mais de 92 mil estudantes ao programa e alegou ausência de estimativa do impacto orçamentário-financeiro.</p>
<p>Essa projeção pertence à análise feita em 2022, não a um levantamento atualizado de 2026.</p>
<p>O tema importa porque medir em linha reta é diferente de considerar o caminho efetivamente percorrido: obstáculos, travessias e o traçado das ruas podem alterar a distância do deslocamento. A pauta não muda imediatamente a elegibilidade dos alunos.</p>
<h2>Idade de táxis, veículos de aplicativos e transporte escolar: proposta nasceu no contexto da pandemia</h2>
<p>O PL 42/2021, de Camilo Cristófaro e Professor Toninho Vespoli, trata da idade dos veículos utilizados no transporte escolar, nos táxis, nos aplicativos e no motofrete, em razão da calamidade pública relacionada à Covid-19.</p>
<p>O veto total foi apresentado em maio de 2022.</p>
<p>Na justificativa, a Prefeitura mencionou medidas excepcionais já adotadas para permitir a continuidade de veículos em atividade, condicionadas a vistorias e controles de segurança.</p>
<p>Também defendeu que o tema fosse tratado por atos administrativos capazes de acompanhar as circunstâncias econômicas e sanitárias.</p>
<p>O contexto temporal é essencial: a matéria surgiu durante a pandemia. Sua presença na pauta de outubro de 2026 não prorroga automaticamente a idade dos veículos nem transforma as exceções daquele período em regras atuais.</p>
<h2>Taxistas experientes: reserva de 10% dos alvarás foi sancionada, e veto atingiu prazo de regulamentação</h2>
<p>O PL 474/2013, de Adilson Amadeu e Jair Tatto, deu origem à Lei 17.259/2020, sobre reserva de 10% dos alvarás nos sorteios municipais para taxistas que comprovem maior tempo de exercício profissional.</p>
<p>A lei prevê que possam concorrer à cota os profissionais que preencham os requisitos e ainda não tenham sido contemplados. A comprovação pode utilizar Condutax, atestados e certidões pertinentes.</p>
<p>Nesse caso, o veto foi parcial e atingiu o artigo que determinava regulamentação em 90 dias.</p>
<p>Nas razões do veto, o então prefeito Bruno Covas afirmou que a regulamentação deveria ocorrer por ocasião da abertura de novas vagas, mediante decreto específico.</p>
<p>Por isso, o assunto na pauta não é uma proposta integralmente rejeitada de reserva de licenças. A reserva foi sancionada; o dispositivo vetado trata do prazo de regulamentação.</p>
<h2>Campanhas em táxis: proposta envolve publicidade social e paisagem urbana</h2>
<p>O veto total ao PL 158/2018 envolve a divulgação de publicidade social e propaganda institucional em táxis na cidade de São Paulo.</p>
<p>O projeto é de Adilson Amadeu, Camilo Cristófaro, Marcelo Messias e Zé Turin.</p>
<p>Nas razões do veto, apresentadas em dezembro de 2022, a Prefeitura relacionou a proposta às regras de ordenamento da paisagem urbana, ao Plano Diretor e à Lei Cidade Limpa.</p>
<p>O Executivo também mencionou que já existiam espaços para mensagens institucionais em elementos do mobiliário urbano, como abrigos de ônibus e relógios digitais.</p>
<p>A discussão trata da utilização dos veículos como suporte para campanhas de interesse público. A pauta não anuncia autorização geral para instalar publicidade nos táxis.</p>
<h2>Leitura nos Ônibus: programa propõe empréstimo de livros durante as viagens</h2>
<p>O veto total ao PL 547/2014 envolve a criação do Programa Leitura nos Ônibus, de Alfredinho e José Police Neto.</p>
<p>O texto encaminhado à sanção previa empréstimo de livros dentro dos veículos aos usuários do transporte coletivo, para leitura durante as viagens.</p>
<p>A proposta relaciona o tempo de deslocamento ao acesso à leitura. Sua execução envolveria organização do acervo e procedimentos de disponibilização dos livros no serviço.</p>
<p>O veto consta da pauta como matéria de 2018, embora o projeto tenha sido apresentado em 2014.</p>
<p>A presença na ordem do dia não significa que os ônibus municipais passarão a oferecer livros imediatamente.</p>
<h2>Sistema cicloviário: veto parcial envolve calçadas, bicicletários e cobrança em estacionamentos</h2>
<p>O PL 655/2009, de Chico Macena, Jair Tatto, Nabil Bonduki e Soninha Francine, trata da organização do sistema cicloviário de São Paulo.</p>
<p>O veto parcial apresentado em abril de 2018 atingiu dispositivos sobre calçadas partilhadas, compensações ambientais, infraestrutura de mobilidade ativa em operações urbanas e instalação de bicicletários ou paraciclos.</p>
<p>Também alcançou a previsão de limitar o preço cobrado pelo estacionamento de bicicletas a 10% do valor cobrado por automóveis, ressalvada a situação indicada no projeto.</p>
<p>O Executivo alegou, entre outros pontos, necessidade de preservar as faixas de circulação dos pedestres, conflitos com regras urbanísticas e ambientais e limites da competência municipal para interferir na cobrança de estabelecimentos privados.</p>
<p>O assunto é distinto da fiscalização de bicicletas elétricas e autopropelidos que começa nesta terça-feira. Trata-se de reexame de dispositivos vetados de uma proposta anterior sobre infraestrutura cicloviária.</p>
<h2>Escadas rolantes: projeto prevê barreiras de proteção, inspeções e interrupção de emergência</h2>
<p>O veto total ao PL 364/2016, de Jair Tatto, envolve medidas de segurança em escadas rolantes de shopping centers, lojas, cinemas e estações de transporte público.</p>
<p>O texto aprovado previa placas, telas e grades de proteção, inspeções periódicas e dispositivos de interrupção em emergências, além de sanções.</p>
<p>O então prefeito João Doria vetou a proposta em novembro de 2017. A Prefeitura argumentou que esses equipamentos já estavam sujeitos a regras municipais de instalação, funcionamento, manutenção e inspeção.</p>
<p>Para os usuários do transporte, o tema está ligado à segurança nos acessos e na circulação dentro das estações. A manutenção do veto ao projeto não significa ausência de obrigações de segurança estabelecidas por outras normas.</p>
<h2>Passarela na Linha 12–Safira: proposta é de denominação, e veto apontou competência estadual</h2>
<p>O PL 281/2012, de Senival Moura, propõe denominar Dona Adélia Corsi da Silva uma passarela sobre a Linha 12–Safira.</p>
<p>O equipamento fica entre as estações Itaim Paulista e Jardim Romano, na altura dos números 1299 e 1295 da Rua Cordão de São Francisco, junto à Praça Maué Mirim, em Vila Aimoré, na Zona Leste.</p>
<p>O veto total apresentado em outubro de 2019 apontou que a passarela integrava a administração estadual, segundo as informações utilizadas pela Prefeitura, e não constituía logradouro ou próprio municipal.</p>
<p>A matéria trata do nome da estrutura. Não anuncia construção de uma nova passarela nem intervenção na ferrovia.</p>
<h2>Contatos dos Conselhos Tutelares em terminais: projeto busca ampliar acesso à proteção de crianças</h2>
<p>O PL 282/2024, de Hélio Rodrigues e Pastora Sandra Alves, determina a instalação de placas com endereço, telefone da sede, telefone de plantão e e-mail do Conselho Tutelar.</p>
<p>A proposta abrange equipamentos de educação, assistência social, saúde, esporte e cultura, além de terminais de ônibus.</p>
<p>O prefeito Ricardo Nunes vetou o texto em junho de 2026. A Prefeitura reconheceu a finalidade de ampliar o acesso aos serviços, mas alegou interferência na organização dos equipamentos públicos e abrangência excessiva da obrigação para estabelecimentos privados.</p>
<p>Nos terminais, a informação poderia facilitar a localização dos órgãos de proteção por passageiros e trabalhadores. A votação do veto é a etapa prevista na pauta, sem anúncio de implantação de novas placas.</p>
<h2>Resultado da sessão é que definirá o encaminhamento de cada matéria</h2>
<p>Os temas relacionados ao transporte estão distribuídos entre as páginas 641 e 656 do Diário Oficial da Cidade de São Paulo de 13 de outubro de 2026.</p>
<p>O conjunto reúne medidas com alcances diferentes: financiamento de gratuidades, renovação da frota, segurança dos usuários, critérios de transporte escolar, regras para profissionais e intervenções no espaço urbano.</p>
<p>Para saber o que efetivamente mudará, será necessário verificar quais vetos forem submetidos à votação, o resultado de cada deliberação e as etapas de promulgação e regulamentação aplicáveis.</p>
<p>A publicação da ordem do dia informa o que está disponível para análise pelos vereadores. Não substitui o resultado da sessão nem autoriza anunciar como vigentes os benefícios e exigências ainda sob veto.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Caso Buser JK expõe divergências nas regras da ANTT e acende debate sobre segurança jurídica no mercado de ônibus interestaduais, avalia especialista</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/caso-buser-jk-expoe-divergencias-nas-regras-da-antt-e-acende-debate-sobre-seguranca-juridica-no-mercado-de-onibus-interestaduais-avalia-especialista/</link>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:45:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Em análise enviada ao criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani, advogado Ilo Löbel da Luz explica por que a classificação regulatória de uma linha pode gerar disputas judiciais e afetar empresas e passageiros; caso foi revelado em primeira mão antes das 5h desta terça-feira (13) ADAMO BAZANI Uma divergência sobre quais regras [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="937" height="572" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jk-buser.jpg?fit=937%2C572&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jk-buser.jpg?w=937&amp;ssl=1 937w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jk-buser.jpg?resize=300%2C183&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jk-buser.jpg?resize=150%2C92&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jk-buser.jpg?resize=768%2C469&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jk-buser.jpg?resize=400%2C244&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 937px) 100vw, 937px" /> <p><em>Em análise enviada ao criador e editor-chefe do <strong>Diário do Transporte</strong>, Adamo Bazani, advogado Ilo Löbel da Luz explica por que a classificação regulatória de uma linha pode gerar disputas judiciais e afetar empresas e passageiros; caso foi revelado em primeira mão antes das 5h desta terça-feira (13)</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Uma divergência sobre quais regras devem ser aplicadas a uma linha de ônibus interestadual pode resultar em meses de discussões administrativas, disputas judiciais e mudanças de entendimento da própria Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), com consequências para empresas e passageiros. É o que demonstra o caso da Transportadora Buser JK, que teve aceita a desistência da linha Professor Jamil (GO)–Belo Horizonte (MG) depois de questionar na Justiça o enquadramento regulatório adotado pela agência. Para o advogado especializado em regulação do transporte rodoviário interestadual de passageiros Ilo Löbel da Luz, o episódio revela desafios que ultrapassam a situação de uma única empresa e alcançam todo o mercado nacional de ônibus.</p>
<p>Em análise encaminhada ao criador e editor-chefe do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, Adamo Bazani, o especialista destaca que a segurança jurídica depende tanto da existência das normas quanto da maneira como são interpretadas e aplicadas pela administração pública. A controvérsia foi noticiada em primeira mão pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> antes das 5h da manhã desta terça-feira, 13 de outubro de 2026, quando o jornal revelou a aceitação da desistência da Buser JK e novas autorizações de empresas de fretamento. Para o passageiro, a discussão ganha importância porque decisões sobre autorização, continuidade ou encerramento de linhas interferem nas opções de deslocamento, no planejamento das viagens e na garantia de direitos dos usuários.</p>
<p>Relembre a reportagem publicada em primeira mão pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/buser-jk-tem-desistencia-de-linha-entre-goias-e-minas-gerais-aceita-apos-decisao-judicial-antt-tambem-autoriza-23-empresas-para-fretamento/">Buser JK tem desistência de linha entre Goiás e Minas Gerais aceita após decisão judicial; ANTT também autoriza 23 empresas para fretamento</a></p>
<h2>Especialista: divergência sobre enquadramento regulatório pode prolongar disputas</h2>
<p>Ao examinar o caso Buser JK, Ilo Löbel da Luz chama a atenção para uma questão central: a interpretação das regras aplicáveis às operações que tiveram origem em decisões judiciais e passaram pelo processo de transição para o regime da Resolução ANTT nº 6.033/2023.</p>
<p>Para ele, a controvérsia demonstra como diferentes interpretações sobre uma mesma situação administrativa podem produzir consequências relevantes.</p>
<p>&#8220;O caso Buser JK mostra como uma divergência sobre o enquadramento regulatório de uma operação pode prolongar uma controvérsia, exigir intervenção judicial e levar a própria agência a reexaminar sua posição&#8221;, afirma o advogado.</p>
<p>Na avaliação do especialista, o episódio deve ser observado pelo setor como exemplo da importância de acompanhar não apenas o conteúdo das resoluções, mas também a maneira como a ANTT interpreta as situações particulares de cada transportadora.</p>
<p>A discussão envolve, entre outros aspectos, a origem das autorizações, a adaptação ao novo marco regulatório e as competências administrativas para decidir sobre a continuidade ou o encerramento de uma operação.</p>
<h2>Entenda o que ocorreu com a linha Professor Jamil–Belo Horizonte</h2>
<p>A Transportadora Buser JK Ltda. havia obtido autorização para a operação da linha Professor Jamil (GO)–Belo Horizonte (MG), com origem em decisão judicial anterior.</p>
<p>A autorização estava vinculada ao processo de transição entre o regime da Resolução ANTT nº 6.013/2023 e as regras estabelecidas pela Resolução nº 6.033/2023.</p>
<p>Em 26 de agosto de 2026, a Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros (SUPAS) indeferiu o pedido de desistência apresentado pela empresa.</p>
<p>O ato foi formalizado pela Decisão SUPAS nº 1.277/2026.</p>
<p>A transportadora contestou o entendimento e ajuizou mandado de segurança perante a Justiça Federal de São Paulo.</p>
<p>O processo recebeu o número 5028608-23.2026.4.03.6100 e foi analisado pela 11ª Vara Cível Federal de São Paulo.</p>
<p>A controvérsia estava relacionada à classificação da operação como <em>sub judice</em>, expressão utilizada para situações ainda vinculadas a discussões judiciais, e às consequências desse enquadramento para a análise do pedido de renúncia.</p>
<h2>Justiça determinou que ANTT reexaminasse o pedido sem utilizar a origem judicial como impedimento</h2>
<p>Ao analisar o mandado de segurança, a juíza federal Regilena Emy Fukui Bolognesi concedeu parcialmente a medida liminar requerida pela transportadora.</p>
<p>A decisão determinou que a ANTT se abstivesse de utilizar a condição <em>sub judice</em>, a origem judicial da autorização ou a classificação da linha como judicial como fundamento para decidir o pedido de desistência.</p>
<p>Também determinou o encaminhamento do pedido à Diretoria Colegiada da agência, conforme as competências estabelecidas na regulamentação.</p>
<p>A Justiça suspendeu a eficácia da decisão administrativa que havia indeferido a solicitação e determinou o prosseguimento do procedimento até a deliberação pela autoridade competente.</p>
<p>Esse ponto é relevante porque a discussão judicial envolveu não somente a interpretação das regras, mas também a competência administrativa para apreciar a renúncia.</p>
<p>A decisão reconheceu a necessidade de observância do procedimento previsto pela Resolução ANTT nº 6.033/2023.</p>
<h2>A própria área técnica da ANTT reviu o entendimento anterior</h2>
<p>Após a decisão judicial, a Gerência Operacional de Transporte de Passageiros (GEOPE), vinculada à SUPAS, reexaminou o histórico administrativo da transportadora.</p>
<p>O despacho foi elaborado em 30 de setembro de 2026 e assinado eletronicamente em 2 de outubro.</p>
<p>A análise verificou que a Buser JK havia participado de procedimento de adequação regulatória relacionado à transição para as novas regras.</p>
<p>Durante esse procedimento, a agência havia analisado operações mantidas por força de decisões judiciais.</p>
<p>Parte das linhas da transportadora foi adequada ao novo regime, com emissão de novos Termos de Autorização para as ligações Brasília (DF)–Guarulhos (SP), Aparecida de Goiânia (GO)–Vila Rica (MT) e Aparecida de Goiânia (GO)–Santa Rosa do Tocantins (TO).</p>
<p>Entretanto, o procedimento de transição referente à linha Professor Jamil–Belo Horizonte permaneceu sem conclusão específica.</p>
<p>A reavaliação técnica concluiu que essa circunstância era determinante para compreender a situação da linha.</p>
<p>Assim, a GEOPE reviu a interpretação anteriormente adotada e considerou possível o processamento do pedido de renúncia, observadas as competências administrativas previstas na regulamentação.</p>
<p>O despacho foi assinado pela gerente operacional de Transporte de Passageiros, Juliana Esteves Lima de Oliveira.</p>
<p>O caso evidencia uma questão importante para as transportadoras: operações de uma mesma empresa podem apresentar situações regulatórias distintas, ainda que estejam relacionadas ao mesmo processo de adequação.</p>
<h2>Desistência foi aceita e decisões anteriores foram revogadas</h2>
<p>A conclusão administrativa ocorreu com a Decisão SUPAS nº 1.419, de 5 de outubro de 2026, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 13 de outubro.</p>
<p>A ANTT deferiu o pedido da Transportadora Buser JK para desistir da operação da linha Professor Jamil (GO)–Belo Horizonte (MG) e de suas seções.</p>
<p>O ato também revogou a Decisão SUPAS nº 1.277/2026, que havia indeferido a solicitação, e a Decisão SUPAS nº 630/2024, relacionada à autorização anterior da operação.</p>
<p>A linha estava identificada pelo prefixo GOMG1527004.</p>
<p>A sequência compreende o indeferimento inicial, a contestação judicial, a revisão técnica da agência e o deferimento administrativo da desistência.</p>
<p>Para Ilo Löbel da Luz, situações dessa natureza precisam ser examinadas sob a perspectiva da segurança jurídica e da aplicação coerente das normas regulatórias.</p>
<h2>&#8220;A segurança jurídica não depende apenas da existência de normas&#8221;, avalia advogado</h2>
<p>O especialista considera que um marco regulatório precisa oferecer condições para que empresas compreendam suas obrigações e possam planejar suas atividades.</p>
<p>&#8220;A segurança jurídica no Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros não depende apenas da existência de normas. Depende também da clareza dos fundamentos das decisões, da coerência de sua aplicação e da capacidade de corrigir entendimentos quando a análise técnica aponta outro caminho&#8221;, afirma Ilo Löbel da Luz.</p>
<p>Na avaliação do advogado, o funcionamento do mercado também depende da previsibilidade das decisões administrativas.</p>
<p>A interpretação de uma autorização pode influenciar a decisão de uma empresa de manter determinada linha, ampliar serviços, direcionar ônibus para novos mercados ou reorganizar sua atuação.</p>
<p>A divergência regulatória pode, portanto, assumir consequências econômicas e operacionais que vão além do procedimento administrativo de uma ligação específica.</p>
<h2>Discussão ultrapassa a Buser JK e alcança todo o mercado interestadual</h2>
<p>A análise do advogado ganha importância diante das mudanças regulatórias que vêm sendo implementadas pela ANTT.</p>
<p>A Resolução nº 6.033/2023 estabeleceu um novo conjunto de regras para a exploração do transporte rodoviário interestadual de passageiros.</p>
<p>A transição entre diferentes regimes regulatórios envolve operações concedidas ou autorizadas em momentos distintos, inclusive situações relacionadas a decisões judiciais.</p>
<p>Nesse contexto, o enquadramento de cada linha pode interferir em procedimentos de adequação, manutenção das autorizações, pedidos de desistência e cumprimento de obrigações operacionais.</p>
<p>Ilo Löbel da Luz destaca a dimensão prática desse problema.</p>
<p>&#8220;Para as transportadoras, a consequência é concreta: a classificação regulatória de uma linha pode influenciar o planejamento operacional, a estratégia de mercado, a alocação de recursos e a continuidade do serviço&#8221;, afirma.</p>
<p>A avaliação também é pertinente às discussões sobre abertura do mercado, entrada de novos operadores e procedimentos de autorização de linhas.</p>
<p>Empresas que pretendem ampliar sua atuação precisam considerar os requisitos regulatórios, os riscos de investimento e as obrigações decorrentes da autorização.</p>
<p>As decisões administrativas e judiciais podem influenciar o planejamento desses investimentos, especialmente em operações que demandam aquisição de ônibus, contratação de trabalhadores, utilização de terminais e organização de estruturas comerciais.</p>
<h2>Primeira Janela Extraordinária amplia importância da previsibilidade regulatória</h2>
<p>A discussão ocorre também no contexto da Primeira Janela Extraordinária de requerimentos da ANTT, referente a pedidos de autorização de mercados interestaduais.</p>
<p>O procedimento envolve a análise de solicitações apresentadas por transportadoras e a aplicação das regras estabelecidas para o ingresso e a operação no mercado.</p>
<p>A Janela Extraordinária possui procedimentos próprios, enquanto o caso Buser JK trata de uma linha vinculada a uma autorização anterior de origem judicial e a um processo específico de adequação regulatória.</p>
<p>Ainda assim, ambos os assuntos levantam uma questão comum: a necessidade de critérios administrativos claros e de aplicação consistente das normas.</p>
<p>A previsibilidade é importante tanto para transportadoras que já operam quanto para empresas interessadas em ingressar em novos mercados.</p>
<p>Os investimentos podem envolver veículos, garagens, equipamentos, profissionais, pontos de venda e sistemas de atendimento aos passageiros.</p>
<p>Por isso, decisões relacionadas às autorizações têm consequências que ultrapassam os atos formais publicados pela agência.</p>
<h2>E para o passageiro? Segurança jurídica também significa previsibilidade das viagens</h2>
<p>Embora as discussões regulatórias utilizem termos técnicos e envolvam procedimentos administrativos e judiciais, seus resultados podem chegar diretamente ao cotidiano dos passageiros.</p>
<p>Uma autorização define a possibilidade de determinada empresa prestar serviços regulares em uma ligação interestadual.</p>
<p>A continuidade dessa operação, sua reorganização ou seu encerramento podem alterar as alternativas de transporte disponíveis entre as cidades atendidas.</p>
<p>Quando uma empresa deixa de operar determinado itinerário, os usuários precisam reorganizar suas viagens, buscar outras opções e observar as condições aplicáveis aos bilhetes adquiridos.</p>
<p>Em localidades que contam com poucas alternativas de transporte regular, essas mudanças podem assumir importância ainda maior.</p>
<p>A previsibilidade regulatória também interessa ao passageiro porque permite que o planejamento das viagens esteja associado a serviços devidamente autorizados e submetidos às exigências de fiscalização.</p>
<p>O equilíbrio entre liberdade de atuação das empresas, cumprimento das regras e proteção do usuário é um dos pontos centrais da regulação dos transportes.</p>
<h2>ANTT determinou respeito às garantias dos passageiros</h2>
<p>No caso da Buser JK, a Decisão SUPAS nº 1.419/2026 determinou expressamente que a empresa observe as garantias relacionadas ao cancelamento de bilhetes de viagens programadas para datas posteriores ao encerramento das atividades.</p>
<p>A determinação remete à Seção V do Capítulo VI da Resolução ANTT nº 6.033/2023.</p>
<p>A proteção é importante porque o encerramento de uma operação pode atingir passageiros que já organizaram seus deslocamentos e adquiriram passagens antecipadamente.</p>
<p>A desistência de uma linha está submetida a procedimentos administrativos e às obrigações estabelecidas pela regulamentação.</p>
<p>A análise dos direitos dos usuários precisa considerar essas condições, inclusive quando a operação está relacionada a decisões judiciais anteriores.</p>
<h2>&#8220;Conhecer a norma é apenas o ponto de partida&#8221;, conclui especialista</h2>
<p>Para Ilo Löbel da Luz, o episódio demonstra a importância de acompanhar a evolução dos processos administrativos e compreender os fundamentos técnicos e jurídicos utilizados nas decisões.</p>
<p>&#8220;Por isso, acompanhar as publicações da ANTT não basta. É necessário compreender os fundamentos das decisões, avaliar seus efeitos e identificar riscos para a operação&#8221;, afirma o advogado.</p>
<p>Na avaliação do especialista, essa atenção deve integrar o planejamento das empresas que atuam no transporte rodoviário interestadual.</p>
<p>&#8220;O caso Buser JK deixa uma lição para o setor: no novo marco regulatório do TRIP, conhecer a norma é apenas o ponto de partida. O diferencial está em compreender como ela se aplica a cada operação e agir antes que a incerteza regulatória se transforme em custo, restrição operacional ou perda de oportunidade&#8221;, conclui Ilo Löbel da Luz.</p>
<p>O caso permite observar como a interpretação das normas, a atuação dos órgãos técnicos, as competências da Diretoria Colegiada e o controle judicial se relacionam na regulação do transporte interestadual.</p>
<p>Para o mercado, a discussão envolve planejamento e segurança jurídica. Para o passageiro, envolve a continuidade, a organização e a confiabilidade dos serviços disponíveis para suas viagens.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>CatSul adota bilhetagem digital na travessia entre Porto Alegre e Guaíba e integra vendas, pagamentos e controle de lotação</title>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:30:21 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sistema desenvolvido pela ONBOARD entrou em operação em setembro de 2026 e reúne bilheteria, comércio eletrônico, pagamento por aproximação e Cartão TEU. No primeiro mês, cerca de 500 passageiros se cadastraram espontaneamente nos canais digitais ALEXANDRE PELEGI A CatSul, responsável pela travessia hidroviária entre Porto Alegre e Guaíba, no Rio Grande do Sul, passou a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cATSUL.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cATSUL.jpeg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cATSUL.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cATSUL.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cATSUL.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cATSUL.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cATSUL.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div><em>Sistema desenvolvido pela ONBOARD entrou em operação em setembro de 2026 e reúne bilheteria, comércio eletrônico, pagamento por aproximação e Cartão TEU. No primeiro mês, cerca de 500 passageiros se cadastraram espontaneamente nos canais digitais</em></div>
<div>
<p><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p>A CatSul, responsável pela travessia hidroviária entre Porto Alegre e Guaíba, no Rio Grande do Sul, passou a operar, desde 4 de setembro de 2026, com um novo sistema de bilhetagem digital desenvolvido pela empresa brasileira ONBOARD. A plataforma integra os diferentes canais de comercialização de passagens, incluindo bilheterias físicas, comércio eletrônico, pagamentos por aproximação nas catracas e Cartão TEU, utilizado no transporte metropolitano.</p>
<p>A mudança permite que todas as modalidades de venda compartilhem, em tempo real, as informações sobre a disponibilidade de lugares nas embarcações, evitando a comercialização de passagens acima da capacidade permitida.</p>
<p>Entre 4 de setembro e 7 de outubro, período inicial de funcionamento da plataforma, aproximadamente 500 passageiros realizaram cadastros espontâneos nos canais digitais, mesmo sem campanhas de divulgação dos novos serviços.</p>
<p>A implantação também atende à necessidade de adequação da operadora às exigências fiscais relacionadas ao Bilhete de Passagem Eletrônico para o transporte metropolitano (BP-e TM).</p>
<p><strong>Mudança de sistema após mais de 12 anos</strong></p>
<p>Durante mais de 12 anos, a CatSul utilizou um sistema de bilhetagem tradicionalmente empregado no transporte rodoviário, responsável pela venda de passagens, controle de acesso, gestão da lotação e embarque de passageiros.</p>
<p>A necessidade de substituição surgiu com a obrigatoriedade de emissão do BP-e TM, funcionalidade que não estava disponível na plataforma anterior.</p>
<p>A empresa decidiu aproveitar a mudança para ampliar as possibilidades de comercialização de passagens, incluindo pagamentos com cartão diretamente nas catracas, Pix, comércio eletrônico, integração com WhatsApp e conexão com novos parceiros comerciais por meio de interfaces de programação de aplicações (APIs).</p>
<p>Outro objetivo foi reduzir a dependência de diferentes fornecedores para atividades relacionadas à bilhetagem e à gestão das vendas.</p>
<p>Anteriormente, a utilização de sistemas distintos dificultava a identificação e a solução de problemas operacionais. Com a nova plataforma, bilhetagem, canais de venda e informações sobre os embarques passaram a ser administrados em um mesmo ambiente.</p>
<p><strong>Processo de seleção considerou experiência em operações aquaviárias</strong></p>
<p>A escolha da ONBOARD ocorreu após um processo formal de consulta ao mercado, conhecido como RFP (Request for Proposal), no qual a CatSul avaliou diferentes fornecedores de sistemas de bilhetagem.</p>
<p>Segundo as informações do projeto, um dos principais critérios adotados foi a existência de soluções já utilizadas comercialmente, em vez de funcionalidades que ainda dependeriam de desenvolvimento.</p>
<p>Entre as empresas avaliadas, a ONBOARD foi identificada como a única que já reunia experiência operacional em bilhetagem aquaviária e integração com sistemas de cartões de terceiros.</p>
<p>Nas demais propostas, essas funcionalidades exigiriam etapas adicionais de desenvolvimento, condição considerada pela CatSul na avaliação dos riscos de implantação.</p>
<p><strong>Operação exige controle simultâneo de capacidade e vendas</strong></p>
<p>A travessia entre Porto Alegre e Guaíba apresenta características que exigem sincronização entre os sistemas de venda e embarque.</p>
<p>A CatSul utiliza embarcações com capacidades de 122 e 172 passageiros. Como não é permitido transportar pessoas em pé, a quantidade de passagens comercializadas precisa corresponder ao número de assentos disponíveis em cada viagem.</p>
<p>O sistema deve impedir tanto a venda acima da capacidade quanto o bloqueio indevido de lugares disponíveis, situação que pode representar perda de receita para a operadora.</p>
<p>A programação compreende 30 travessias diárias, sendo 15 em cada sentido, realizadas entre 5h45 e 20h.</p>
<p>Nos primeiros horários de saída de Guaíba, mais de 500 passageiros embarcam em um intervalo reduzido, principalmente trabalhadores que se deslocam para Porto Alegre.</p>
<p>Nessas condições, eventuais falhas na bilhetagem podem afetar centenas de usuários em poucos minutos.</p>
<p>Outra particularidade da operação é o atendimento ao Pontal, ponto que recebe viagens provenientes tanto de Porto Alegre quanto de Guaíba.</p>
<p>A plataforma precisa identificar corretamente a origem de cada embarque para evitar conflitos entre viagens que utilizam o mesmo local.</p>
<p>Além disso, diferentes meios de pagamento — Cartão TEU, cartões de crédito e débito, Pix e QR Code — precisam obedecer às mesmas regras de disponibilidade de lugares.</p>
<p>Com a integração, quando uma embarcação atinge sua capacidade máxima, a venda de passagens é interrompida simultaneamente em todos os canais.</p>
<p><strong>Cartão TEU e bilheterias concentram a maior parte das transações</strong></p>
<p>A implantação da plataforma preservou a utilização de sistemas e equipamentos já existentes na operação, incluindo o Cartão TEU, os dispositivos de pagamento das bilheterias e os mecanismos de emissão fiscal.</p>
<p>Os dados do primeiro mês mostram que os canais tradicionais continuam concentrando a maior parte dos embarques e das transações, enquanto as novas modalidades digitais começam a ser utilizadas pelos passageiros.</p>
<div>
<p>Participação informada por canal no primeiro mês</p>
<div>
<div>
<div></div>
</div>
<div>
<div>
<div>
<table style="height: 269px;" width="516">
<tbody>
<tr>
<td width="189"><strong>Cartão TEU </strong></td>
<td width="189">
<p style="text-align: center;"><strong>49,5%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="189"><strong>Bilheteria </strong></td>
<td width="189">
<p style="text-align: center;"><strong>48,4%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="189"><strong>E-commerce </strong></td>
<td width="189">
<p style="text-align: center;"><strong>1,9%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="189"><strong>Aproximação na catraca </strong></td>
<td width="189">
<p style="text-align: center;"><strong>0,2%</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<div>
<div>
<div></div>
</div>
</div>
</div>
<p><em>Fonte: dados do projeto CatSul/ONBOARD. O Cartão TEU corresponde à participação nos embarques; os demais percentuais foram informados sobre o volume de transações.</em></div>
<p>O Cartão TEU, utilizado no sistema de transporte metropolitano, é lido diretamente nas catracas, com registro dos embarques na nova plataforma. No primeiro mês, respondeu por aproximadamente 49,5% dos embarques.</p>
<p>Nas bilheterias físicas, a venda passou a ser realizada por meio de um aplicativo de Rede de Venda integrado aos terminais de pagamento (PinPad), permitindo transações com cartões de crédito e débito. Esse canal representou 48,4% do volume total de transações no período.</p>
<p>O pagamento por aproximação é realizado diretamente no Dispositivo de Bilhetagem Digital (DBD), equipamento que reúne funcionalidades de bilhetagem, rastreamento e processamento da operação.</p>
<p>Nessa modalidade, o passageiro aproxima seu cartão de crédito ou débito do dispositivo instalado na catraca. A participação foi de 0,2% das transações no primeiro mês.</p>
<p>O comércio eletrônico, por sua vez, respondeu por 1,9% das transações, utilizando a mesma disponibilidade de lugares das bilheterias e das catracas.</p>
<p>A emissão do BP-e TM também passou a ocorrer de forma integrada à comercialização das passagens.</p>
<p>A arquitetura do sistema permite que futuras vendas realizadas por WhatsApp ou por outros canais digitais sejam incorporadas ao mesmo controle de capacidade, sem a criação de estoques separados de passagens.</p>
<p><strong>Novos canais registram adesão espontânea</strong></p>
<p>Entre 4 de setembro e 7 de outubro de 2026, a operação funcionou integralmente na nova plataforma.</p>
<p>A CatSul optou por priorizar a estabilização do sistema antes de iniciar ações de divulgação dos novos canais de atendimento e comercialização.</p>
<p>Mesmo assim, aproximadamente 500 passageiros realizaram cadastros espontâneos no ambiente digital.</p>
<p>Esses registros permitem à empresa identificar usuários e desenvolver ações comerciais específicas, incluindo a oferta de tarifas promocionais.</p>
<p>Também foram registradas vendas pelo comércio eletrônico e por aproximação diretamente nas catracas, sem campanhas para estimular a utilização dessas modalidades.</p>
<p>Segundo as informações do projeto, passageiros passaram a reconhecer o símbolo de pagamento por aproximação nos equipamentos e a utilizar o recurso por iniciativa própria.</p>
<p>A adoção desses canais pode contribuir para reduzir a demanda por atendimento presencial nas bilheterias, especialmente nos horários de maior movimento.</p>
<p>A transição entre os sistemas ocorreu sem interrupção das vendas, com as bilheterias e o Cartão TEU funcionando desde o primeiro dia de implantação.</p>
<p><strong>Plataforma reúne informações operacionais em nuvem</strong>O sistema adotado pela CatSul utiliza o BDOS, plataforma de gestão em nuvem desenvolvida pela ONBOARD.</p>
<p>O ambiente concentra regras tarifárias, controle de lotação por viagem e informações sobre vendas e embarques em tempo real.</p>
<p>Nas catracas, os Dispositivos de Bilhetagem Digital (DBDs) permitem a leitura de QR Codes e cartões de crédito e débito por aproximação.</p>
<p>Os equipamentos autorizam o embarque de acordo com a capacidade disponível em cada viagem. A leitura à distância também permite validar bilhetes sem a necessidade de contato físico com o dispositivo.</p>
<p>Nas bilheterias, o aplicativo de Rede de Venda foi adaptado à rotina de atendimento da CatSul e integrado aos equipamentos de pagamento.</p>
<p>O comércio eletrônico permite a compra de passagens mediante cadastro do passageiro, utilizando o mesmo estoque de lugares disponível nos demais canais.</p>
<p>Outra funcionalidade incorporada foi a possibilidade de estabelecer tarifas diferenciadas por horário.</p>
<p>Com isso, a CatSul passou a aplicar preços promocionais em viagens específicas, recurso que não estava disponível no sistema anterior.</p>
<p>A plataforma também envia aos equipamentos instalados nas catracas as informações sobre a programação de viagens, horários e configurações operacionais.</p>
<p><strong>Próxima etapa prevê ampliação dos canais de comercialização</strong></p>
<p>Após a implantação da bilhetagem digital, a CatSul pretende ampliar sua rede de distribuição de passagens, incorporando novos canais e parceiros comerciais.</p>
<p>A estratégia busca permitir que os usuários adquiram passagens por diferentes meios, sem depender exclusivamente das bilheterias físicas ou dos canais próprios da operadora.</p>
<p>Segundo Alex Dutra, gerente de Tecnologia da Informação e Head de PMO da CatSul, a possibilidade de integração com outros sistemas representa uma das principais mudanças introduzidas pela nova plataforma.</p>
<blockquote><p><em>“Antes, a possibilidade de integrar a CatSul com outros canais era zero. Com o sistema novo, a gente consegue conectar outros players e vender passagem em qualquer lugar, porque onde mais eu tiver vendendo, melhor. O produto tem um grande potencial de crescimento.”</em></p></blockquote>
<p>A ampliação dos canais deverá manter o controle centralizado de disponibilidade de lugares, de forma que as passagens comercializadas por diferentes parceiros sejam registradas na mesma base operacional.</p>
<p><strong>ONBOARD atua em mais de dez estados brasileiros</strong></p>
<p>A ONBOARD é uma empresa brasileira de tecnologia voltada à mobilidade, especializada em sistemas de bilhetagem baseada em conta, conhecidos pela sigla ABT (Account-Based Ticketing).</p>
<p>Segundo dados da companhia, sua plataforma atende operações de ônibus, trens, metrôs e ferryboats em mais de dez estados brasileiros, incluindo quatro capitais.</p>
<p>A empresa informa processar aproximadamente cinco milhões de transações por mês.</p>
<p>Entre os produtos oferecidos estão o Bipay, aplicativo destinado aos passageiros, e o DBD, equipamento embarcado que integra funções de bilhetagem, rastreamento e processamento operacional.</p>
<p>A implantação na CatSul representa a aplicação dessas tecnologias à operação hidroviária metropolitana, com integração entre meios de pagamento, gestão de capacidade e diferentes canais de comercialização de passagens.</p>
<p><strong><em>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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  <item>
    <title>Linhas Paulistar chegam a 77 mil passageiros transportados em São Paulo; confira os trajetos dos cinco circuitos gratuitos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/linhas-paulistar-chegam-a-77-mil-passageiros-transportados-em-sao-paulo-confira-os-trajetos-dos-cinco-circuitos-gratuitos/</link>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:22:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços funcionam aos domingos com ônibus elétricos e atendem museus, parques, escolas de samba e pontos turísticos; duas novas linhas, inauguradas em setembro, já transportaram 1,8 mil pessoas ADAMO BAZANI As cinco linhas Paulistar, que operam gratuitamente aos domingos na cidade de São Paulo, chegaram à marca de 77 mil passageiros transportados desde o início [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="948" height="622" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/paulista.jpg?fit=948%2C622&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/paulista.jpg?w=948&amp;ssl=1 948w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/paulista.jpg?resize=300%2C197&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/paulista.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/paulista.jpg?resize=768%2C504&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/paulista.jpg?resize=400%2C262&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 948px) 100vw, 948px" /> <p><em>Serviços funcionam aos domingos com ônibus elétricos e atendem museus, parques, escolas de samba e pontos turísticos; duas novas linhas, inauguradas em setembro, já transportaram 1,8 mil pessoas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>As cinco linhas Paulistar, que operam gratuitamente aos domingos na cidade de São Paulo, chegaram à marca de 77 mil passageiros transportados desde o início do serviço, em setembro de 2025. O balanço, divulgado pela SPTrans (São Paulo Transporte) nesta terça-feira, 13 de outubro de 2026, considera a operação dos circuitos Cultura, Parques, Lazer, Samba e Conexão ZL, que utilizam ônibus elétricos para ligar museus, parques, espaços culturais, equipamentos esportivos e outros pontos turísticos da capital paulista.</p>
<p>Do total de 77 mil embarques, aproximadamente 1,8 mil ocorreram nas linhas Paulistar 4 – Circuito Samba e Paulistar 5 – Circuito Conexão ZL, inauguradas em 27 de setembro de 2026. Os cinco circuitos funcionam aos domingos, das 8h às 19h, sem cobrança de tarifa, e integram o programa Domingão Tarifa Zero, que, de acordo com a Prefeitura de São Paulo, já registrou 428 milhões de passageiros transportados gratuitamente desde dezembro de 2023.</p>
<p>O levantamento mais recente considera os dados acumulados até domingo, 11 de outubro de 2026.</p>
<p>Na atualização anterior, divulgada em 28 de setembro, quando o Paulistar completou um ano de operação, a SPTrans havia contabilizado 72.029 passageiros. Na ocasião, os três circuitos originais somavam 71.449 embarques e as duas novas linhas tinham registrado 580 passageiros na estreia.</p>
<p>A diferença entre os dois balanços corresponde a aproximadamente cinco mil embarques adicionais no conjunto das linhas.</p>
<p>Segundo a SPTrans, os trajetos foram planejados com base em pesquisas sobre os destinos mais procurados pelos passageiros aos domingos, durante a operação da gratuidade no sistema municipal.</p>
<h3>Confira os cinco circuitos Paulistar e os locais atendidos</h3>
<p>Os serviços foram implantados em duas etapas. Os três primeiros circuitos começaram a funcionar em 28 de setembro de 2025. As linhas Samba e Conexão ZL foram acrescentadas um ano depois, ampliando o atendimento às regiões Norte, Oeste e Leste.</p>
<h3>Paulistar 1 – Circuito Cultura: Terminal Parque Dom Pedro II – Pinacoteca</h3>
<p>A linha percorre o Centro Histórico e outras áreas da região central de São Paulo, permitindo deslocamentos entre museus, teatros, igrejas, praças e locais de interesse cultural.</p>
<p>Entre os pontos atendidos estão o Mercado Municipal, Museu Catavento, Pateo do Collegio, Praça da Sé, Liberdade, Bixiga, Theatro Municipal, Praça da República, Sala São Paulo, Museu da Língua Portuguesa, Parque da Luz e Pinacoteca.</p>
<p>O circuito também passa pelo entorno do Centro Cultural São Paulo e da Avenida Paulista, na região do Paraíso.</p>
<p>Entre as principais vias percorridas estão a Avenida Rangel Pestana, Praça da Sé, Avenida da Liberdade, Rua Vergueiro, Avenida Bernardino de Campos, Rua Treze de Maio, Avenida Brigadeiro Luís Antônio, Rua Boa Vista, Viaduto do Chá, Avenida São João, Avenida Ipiranga, Avenida Duque de Caxias, Rua Mauá e Avenida Tiradentes.</p>
<p>O percurso circular tem como referência o Terminal Parque Dom Pedro II, com passagem pelos locais culturais da região central e retorno ao terminal.</p>
<p>No balanço divulgado em setembro de 2026, o Circuito Cultura havia transportado aproximadamente 20 mil passageiros no primeiro ano.</p>
<h3>Paulistar 2 – Circuito Parques: Museu do Ipiranga – Parque do Ibirapuera</h3>
<p>O Circuito Parques atende a região do Museu do Ipiranga, localizado no Parque da Independência, e segue por bairros da Zona Sul até o entorno do Parque do Ibirapuera.</p>
<p>Também contempla o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), o Parque da Aclimação, o Sesc Vila Mariana e outros equipamentos culturais e de lazer.</p>
<p>Entre as vias do percurso estão a Rua Costa Aguiar, Rua dos Sorocabanos, Rua Cipriano Barata, Rua Coronel Diogo, Rua Basílio da Cunha, Avenida da Aclimação, Rua Vergueiro, Avenida Bernardino de Campos, Rua Treze de Maio, Avenida Brigadeiro Luís Antônio, Rua Jundiaí, Rua Manoel da Nóbrega, Avenida Pedro Álvares Cabral e Avenida Doutor Dante Pazzanese.</p>
<p>Em maio de 2026, a SPTrans alterou parte do trajeto para incluir uma parada no entorno do Monumento às Bandeiras, junto ao Parque do Ibirapuera. A mudança passou a valer em 10 de maio, com circulação pela Praça Armando Sales de Oliveira.</p>
<p>O Circuito Parques havia registrado aproximadamente 25,4 mil passageiros no primeiro ano de funcionamento, o maior volume entre as três linhas originais.</p>
<h3>Paulistar 3 – Circuito Lazer: Paraíso – Pacaembu</h3>
<p>O Circuito Lazer conecta a região do Paraíso ao Pacaembu, com passagem pelo entorno da Avenida Paulista e do Parque do Ibirapuera.</p>
<p>O itinerário atende áreas próximas ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), Casa das Rosas, Japan House, Praça Charles Miller e equipamentos esportivos e culturais da região do Pacaembu.</p>
<p>O percurso tem como referência o Terminal Metrô Ana Rosa e passa por vias como a Rua Vergueiro, Avenida Bernardino de Campos, Rua São Carlos do Pinhal, Rua Antônio Carlos, Rua da Consolação, Avenida Paulista, Rua Minas Gerais, Avenida Doutor Arnaldo, Praça Charles Miller, Avenida Rebouças, Alameda Santos, Avenida Brigadeiro Luís Antônio e Rua Manoel da Nóbrega.</p>
<p>Assim como ocorreu com o Circuito Parques, o itinerário recebeu uma alteração em maio de 2026 para atender ao Monumento às Bandeiras, nas proximidades do Parque do Ibirapuera.</p>
<p>No primeiro ano de operação, a linha havia transportado aproximadamente 24,3 mil passageiros.</p>
<h3>Paulistar 4 – Circuito Samba: Terminal Parada Inglesa – Centro de Tradições Nordestinas</h3>
<p>Inaugurado em 27 de setembro de 2026, o Circuito Samba atende regiões da Zona Norte e Oeste relacionadas às atividades carnavalescas da capital paulista.</p>
<p>A linha tem como referência o Terminal Parada Inglesa, na Zona Norte, e passa pelo entorno do Complexo do Anhembi, onde está localizado o Sambódromo de São Paulo, além de regiões que concentram quadras de escolas de samba.</p>
<p>O circuito também atende o entorno do Centro de Tradições Nordestinas (CTN).</p>
<p>Entre as principais vias percorridas estão as avenidas Luiz Dumont Villares, Zaki Narchi, Morvan Dias de Figueiredo, Santos Dumont, Olavo Fontoura, Braz Leme, Otaviano Alves de Lima, Engenheiro Caetano Álvares, Nicolas Boer e Marquês de São Vicente.</p>
<p>O percurso inclui as pontes das Bandeiras e Júlio de Mesquita Neto.</p>
<p>O itinerário circular começa no Terminal Parada Inglesa, passa pela região do Anhembi, segue por áreas da Casa Verde, Limão e Barra Funda e retorna à Zona Norte.</p>
<p>O Diário do Transporte divulgou em primeira mão, em 25 de setembro de 2026, o itinerário operacional completo da linha, incluindo todas as ruas e avenidas atendidas.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/25/paulistar-tera-mais-duas-linhas-ineditas-aos-domingos-escolas-de-samba-e-pontos-turisticos-da-zona-leste-confira-os-itinerarios-completos/">RELEMBRE: Paulistar terá mais duas linhas inéditas aos domingos: escolas de samba e pontos turísticos da Zona Leste; confira os itinerários completos</a></p>
<h3>Paulistar 5 – Circuito Conexão ZL: Parque CERET – Largo da Concórdia</h3>
<p>Também inaugurada em 27 de setembro de 2026, a Paulistar 5 atende regiões do Tatuapé, Belém e Brás, na Zona Leste de São Paulo.</p>
<p>O trajeto conecta o Parque CERET (Centro Esportivo, Recreativo e Educativo do Trabalhador), no Tatuapé, ao Largo da Concórdia, passando por áreas de comércio, lazer, atividades esportivas e turismo religioso.</p>
<p>Entre os locais atendidos estão o Sesc Belenzinho, a Paróquia São José do Belém e o Templo de Salomão.</p>
<p>O ponto inicial fica na Rua Eleonora Cintra, nº 510, nas proximidades do Parque CERET.</p>
<p>O percurso passa pelas ruas Emília Marengo, Itapura, Tijuco Preto, Tuiuti, Padre Adelino, Júlio de Castilhos, Visconde de Parnaíba e Belém, além das avenidas Álvaro Ramos, Celso Garcia, Rangel Pestana e Alcântara Machado.</p>
<p>Também inclui o Viaduto Guadalajara, Largo São José do Belém e Viaduto Pires do Rio.</p>
<p>O itinerário segue do CERET em direção ao Largo da Concórdia, na região do Brás, e retorna ao Tatuapé por outras vias do Belém.</p>
<p>O Diário do Transporte também antecipou o trajeto completo dessa linha antes de sua implantação.</p>
<h3>Ônibus elétricos e operação aos domingos</h3>
<p>As cinco linhas Paulistar utilizam ônibus movidos exclusivamente a eletricidade, equipados com ar-condicionado, conexão Wi-Fi, tomadas USB e recursos de acessibilidade.</p>
<p>A frota inicial, utilizada nos três circuitos inaugurados em setembro de 2025, era composta por 14 ônibus elétricos adicionais à operação dominical da cidade.</p>
<p>Na implantação, a SPTrans anunciou intervalos de aproximadamente 20 minutos entre as partidas dos três primeiros circuitos.</p>
<p>O serviço funciona das 8h às 19h, enquanto o Domingão Tarifa Zero abrange as linhas municipais regulares durante todo o domingo.</p>
<p>Para utilizar o Paulistar, os passageiros seguem o procedimento habitual de embarque, com apresentação do Bilhete Único no validador para registro da viagem, sem desconto de tarifa.</p>
<p>A identificação dos veículos é feita pelos letreiros eletrônicos, que indicam o número e o nome do circuito.</p>
<p>Os itinerários podem receber alterações operacionais em razão de eventos, interdições e atividades realizadas nas vias atendidas.</p>
<h3>Pesquisa da SPTrans registra aprovação de 100% entre passageiros entrevistados</h3>
<p>A SPTrans também divulgou o resultado de uma pesquisa de satisfação realizada com passageiros dos três circuitos originais.</p>
<p>Segundo a gerenciadora, 100% dos entrevistados aprovaram os serviços avaliados.</p>
<p>O levantamento abordou aspectos como conforto dos ônibus elétricos, segurança dos trajetos e atendimento prestado pelos profissionais que trabalham nas linhas.</p>
<p>O resultado corresponde à avaliação dos passageiros participantes da pesquisa nos circuitos Cultura, Parques e Lazer.</p>
<h3>Diário do Transporte acompanha o Paulistar desde antes da implantação</h3>
<p>O Diário do Transporte acompanha o desenvolvimento das linhas Paulistar desde setembro de 2025, quando antecipou a criação dos três primeiros circuitos e divulgou seus itinerários.</p>
<p>Em 25 de setembro daquele ano, o site apresentou os trajetos dos circuitos Cultura, Parques e Lazer, antes do início da operação, ocorrido no domingo seguinte, dia 28.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/09/25/confira-os-trajetos-das-tres-linhas-paulistar-de-apelo-turistico-com-onibus-eletricos-na-capital-paulista/">RELEMBRE: Confira os trajetos das três linhas Paulistar de apelo turístico com ônibus elétricos na capital paulista</a></p>
<p>O acompanhamento também incluiu os primeiros resultados da operação. Em outubro de 2025, a cobertura registrou aproximadamente mil passageiros no domingo de estreia e, posteriormente, o balanço de mais de 4,7 mil passageiros durante o primeiro mês.</p>
<p>Em 2026, a cobertura acompanhou as alterações operacionais relacionadas ao Carnaval, a retomada dos circuitos em março e a inclusão do atendimento ao Monumento às Bandeiras, em maio.</p>
<p>Em setembro, o Diário do Transporte antecipou os itinerários completos das linhas Samba e Conexão ZL e acompanhou a estreia dos serviços.</p>
<p>No dia 29 daquele mês, o site publicou o balanço de 72.029 passageiros transportados, que agora foi atualizado para 77 mil.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/29/sptrans-divulga-balanco-de-72-mil-passageiros-nas-linhas-paulistar-em-um-ano-e-amplia-rede-para-cinco-circuitos-aos-domingos/">RELEMBRE: SPTrans divulga balanço de 72 mil passageiros nas linhas Paulistar em um ano e amplia rede para cinco circuitos aos domingos</a></p>
<p>A implantação dos circuitos específicos para cultura e lazer ocorre dentro do Domingão Tarifa Zero, iniciado em 17 de dezembro de 2023.</p>
<p>O programa municipal permite que passageiros utilizem gratuitamente os ônibus da cidade aos domingos, incluindo as linhas convencionais que atendem bairros afastados das regiões contempladas pelo Paulistar.</p>
<p>Com os cinco circuitos em operação, o serviço reúne trajetos para o Centro Histórico, Parque da Independência, Ibirapuera, Pacaembu, Anhembi, regiões das escolas de samba e pontos culturais e religiosos da Zona Leste.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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    <title>Turma do Senai Ipiranga faz capacitação sobre ônibus elétricos na Caio; formação profissional é desafio para ampliar eletrificação</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Atividade em Botucatu aproxima ensino e indústria; preparação de trabalhadores envolve fabricação, manutenção, segurança e infraestrutura de recarga nas garagens ADAMO BAZANI Uma turma do Senai Ipiranga – Automobilística, de São Paulo, participou de uma capacitação sobre ônibus elétricos na fábrica da Caio Induscar, em Botucatu, no interior paulista. Segundo divulgação da escola, a atividade [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="755" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/senais.jpg?fit=1024%2C755&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/senais.jpg?w=1193&amp;ssl=1 1193w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/senais.jpg?resize=300%2C221&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/senais.jpg?resize=1024%2C755&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/senais.jpg?resize=150%2C111&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/senais.jpg?resize=768%2C567&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/senais.jpg?resize=400%2C295&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Atividade em Botucatu aproxima ensino e indústria; preparação de trabalhadores envolve fabricação, manutenção, segurança e infraestrutura de recarga nas garagens</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Uma turma do Senai Ipiranga – Automobilística, de São Paulo, participou de uma capacitação sobre ônibus elétricos na fábrica da Caio Induscar, em Botucatu, no interior paulista. Segundo divulgação da escola, a atividade foi conduzida pelo instrutor Val Arrais e abordou competências relacionadas aos sistemas, às tecnologias e às aplicações da eletromobilidade.</p>
<p>A experiência ocorre em um momento em que a expansão dos ônibus elétricos amplia a necessidade de profissionais preparados para fabricar, operar e manter esses veículos. A dificuldade de encontrar mão de obra especializada, apontada no setor, envolve tanto a indústria quanto as empresas de transporte e coloca a aproximação entre fabricantes e instituições de ensino entre os caminhos para acompanhar a mudança tecnológica.</p>
<h2>Capacitação aproxima o aprendizado da realidade industrial</h2>
<p>De acordo com o Senai Ipiranga, os participantes desenvolveram conhecimentos relacionados aos ônibus elétricos durante a atividade na encarroçadora.</p>
<p>O contato com o ambiente industrial permite aproximar a formação das aplicações encontradas nos veículos. A fabricação de um ônibus elétrico envolve a integração entre carroceria, chassi, sistema de tração, baterias e equipamentos auxiliares, com responsabilidades distribuídas entre diferentes fornecedores.</p>
<p>Essa integração também precisa ser compreendida pelas equipes que posteriormente receberão o veículo nas garagens. Identificar a origem de uma falha e o procedimento adequado de atendimento exige conhecer como os sistemas se relacionam.</p>
<p>A divulgação da escola não detalha a carga horária, o número de participantes ou o programa completo da capacitação. Assim, não é possível atribuir à atividade conteúdos específicos além dos informados pelo Senai.</p>
<h2>Mudança tecnológica exige atualização dos trabalhadores</h2>
<p>A eletrificação modifica parte das competências necessárias na cadeia do ônibus. O conhecimento acumulado na manutenção dos veículos convencionais continua relevante para componentes como carroceria, suspensão, portas e sistemas pneumáticos, mas precisa ser complementado para os equipamentos de propulsão elétrica.</p>
<p>Entre as áreas de formação estão segurança nas intervenções, diagnóstico eletrônico, baterias, gerenciamento de energia e infraestrutura de recarga.</p>
<p>O próprio catálogo do Senai-SP demonstra essa diversificação. A instituição mantém cursos voltados tanto aos veículos de transporte coletivo quanto a componentes e procedimentos da eletromobilidade.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Curso no catálogo do Senai-SP</th>
<th>Carga horária</th>
<th>Objetivo principal</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Eletricista de Veículos a Combustão e Elétricos de Transporte Coletivo</td>
<td>800 horas</td>
<td>Instalação e manutenção de sistemas elétricos e eletrônicos</td>
</tr>
<tr>
<td>Segurança na Manutenção em Veículos Eletrificados – Nível 1</td>
<td>16 horas</td>
<td>Desenvolvimento de competências de segurança na manutenção</td>
</tr>
<tr>
<td>Baterias e Gerenciamento de Energia em Veículos Elétricos e Híbridos</td>
<td>30 horas/aula</td>
<td>Conhecimento de baterias, controle de recarga e impactos de sua destinação</td>
</tr>
<tr>
<td>Infraestrutura para Eletromobilidade – Tecnologias e Aplicações</td>
<td>24 horas</td>
<td>Identificação de requisitos de infraestrutura, armazenamento e regulamentação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A presença no catálogo não significa que todos esses cursos estejam com inscrições abertas no Senai Ipiranga. A disponibilidade depende da unidade e da programação das turmas.</p>
<h2>Falta de qualificação pode repercutir na disponibilidade dos ônibus</h2>
<p>Para as operadoras, a preparação das equipes tem relação direta com a capacidade de manter os veículos disponíveis para o serviço.</p>
<p>Como consequência possível, a ausência de pessoal preparado para um diagnóstico pode prolongar uma intervenção ou aumentar a dependência de atendimento externo. O efeito sobre o passageiro dependerá da cobertura oferecida pela frota e da organização da manutenção.</p>
<p>A formação também alcança motoristas e responsáveis pela programação operacional. A utilização dos recursos do veículo e a organização das recargas precisam ser compatíveis com os percursos e as exigências do serviço.</p>
<p>Isso não significa que um curso isolado resolva a necessidade de qualificação. A variedade de funções exige percursos de formação diferentes e atualização conforme os equipamentos incorporados às frotas.</p>
<p>Não há, nas informações da capacitação divulgadas pelo Senai, um levantamento que quantifique o déficit nacional de profissionais especializados em ônibus elétricos.</p>
<h2>Caio integra carrocerias a diferentes plataformas</h2>
<p>A Caio participa da cadeia da eletrificação como fornecedora de carrocerias, trabalhando com diferentes configurações de chassis e sistemas de propulsão.</p>
<p>Entre as combinações presentes nesse mercado estão veículos com tecnologias ou plataformas de Eletra, BYD, Mercedes-Benz, Volvo, Scania, Volkswagen e Blu Electric. Esses nomes, entretanto, não representam funções idênticas: há fabricantes de chassis, fornecedores e integradores de sistemas de tração.</p>
<p>Um exemplo é o ônibus apresentado pela Blu Electric, que reúne carroceria Caio, plataforma Volkswagen e sistema de eletrificação desenvolvido pela Blu.</p>
<p>A diversidade reforça a importância de uma formação que ofereça fundamentos comuns e também permita conhecer as particularidades de cada configuração. Um procedimento aplicável a determinado veículo não deve ser presumido como adequado a todos os modelos.</p>
<h2>Cooperação pode incluir laboratórios, docentes e pesquisa</h2>
<p>A capacitação em Botucatu ilustra uma possibilidade de aproximação entre indústria e ensino. Essa cooperação pode assumir outras formas, com objetivos e responsabilidades definidos pelas instituições participantes.</p>
<p>Entre os caminhos possíveis estão a disponibilização de componentes para aulas práticas, atualização de docentes, estágios supervisionados e desenvolvimento de pesquisas aplicadas.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Forma de cooperação</th>
<th>Contribuição possível para a formação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Visitas e capacitações nas fábricas</td>
<td>Contato com processos e aplicações industriais</td>
</tr>
<tr>
<td>Cessão de veículos e componentes</td>
<td>Atividades práticas em ambiente de ensino</td>
</tr>
<tr>
<td>Atualização de docentes</td>
<td>Incorporação de tecnologias recentes aos cursos</td>
</tr>
<tr>
<td>Estágios supervisionados</td>
<td>Experiência acompanhada na rotina de trabalho</td>
</tr>
<tr>
<td>Pesquisa aplicada</td>
<td>Investigação de problemas de operação e manutenção</td>
</tr>
<tr>
<td>Participação das operadoras</td>
<td>Aproximação dos cursos às necessidades das garagens</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Essas possibilidades não constituem compromissos anunciados na visita à Caio. São formas pelas quais a cooperação pode ser ampliada.</p>
<p>Um precedente foi anunciado pela Stellantis em agosto de 2024, em parceria com o Instituto Senai de Tecnologia em Mobilidade Elétrica e Energias Renováveis de Santa Catarina. A iniciativa previu formação em manutenção e segurança de veículos elétricos e híbridos, além do fornecimento de veículos e equipamentos para um laboratório.</p>
<p>Embora voltado a automóveis, o modelo demonstra como o apoio industrial pode alcançar a estrutura permanente de ensino, além de atividades pontuais.</p>
<h2>Setor de ônibus já promove encontros técnicos</h2>
<p>A troca de conhecimentos também aparece em iniciativas anteriores da cadeia do transporte coletivo.</p>
<p>Em março de 2023, Caio, Eletra, Enel X e WEG realizaram um workshop em São Bernardo do Campo (SP), com aproximadamente 200 participantes, segundo a organização.</p>
<p>O encontro abordou sistemas elétricos, carrocerias, chassis, baterias e infraestrutura de recarga, com participação também de profissionais de Mercedes-Benz e Scania.</p>
<p>Eventos desse tipo permitem disseminar informações sobre a tecnologia. A formação para executar intervenções, entretanto, envolve aprendizado específico, prática e avaliação compatíveis com cada atividade.</p>
<h2>Escola divulga canais para interessados</h2>
<p>O Senai Ipiranga – Automobilística informou que possui turmas com matrículas abertas para a comunidade. Os interessados podem consultar a programação da unidade no portal do Senai-SP e confirmar requisitos, horários e disponibilidade.</p>
<p>A escola fica na Rua Moreira de Godói, 226, no Ipiranga, em São Paulo. O telefone divulgado é (11) 2066-1988.</p>
<p>A capacitação na Caio mostra uma aproximação entre a formação profissional e a produção de ônibus elétricos. Para que essa experiência alcance as fábricas e as garagens de maneira contínua, o desafio é desenvolver trabalhadores em diferentes funções e acompanhar a evolução dos veículos e de sua infraestrutura.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Ônibus do Move é consumido por incêndio no centro de Belo Horizonte (MG) na manhã desta terça-feira (13)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/onibus-do-move-e-consumido-por-incendio-no-centro-de-belo-horizonte-mg-na-manha-desta-terca-feira-13/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 10:22:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Fogo no veículo que atendia a linha 510C começou por volta das 5h30; passageiros conseguiram desembarcar e ninguém ficou ferido ARTHUR FERRARI Um ônibus metropolitano de Minas Gerais, da linha 510C, que atende o Terminal Vilarinho, pegou fogo na manhã desta terça-feira (13), na estação Oiapoque, na região central de Belo Horizonte. O incêndio atingiu [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="547" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-1.png?fit=800%2C547&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-1.png?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-1.png?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-1.png?resize=768%2C525&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-1.png?resize=400%2C274&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <div><em>Fogo no veículo que atendia a linha 510C começou por volta das 5h30; passageiros conseguiram desembarcar e ninguém ficou ferido</em></div>
<div>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um ônibus metropolitano de Minas Gerais, da linha 510C, que atende o Terminal Vilarinho, pegou fogo na manhã desta terça-feira (13), na estação Oiapoque, na região central de Belo Horizonte. O incêndio atingiu parte da estrutura do ponto de embarque e provocou a interdição da avenida Oiapoque durante o trabalho do Corpo de Bombeiros.</p>
<p>De acordo com a corporação, as chamas começaram por volta das 5h30. O motorista relatou que passageiros perceberam o início do fogo e avisaram o condutor. Havia poucos passageiros no coletivo. A fumaça começou a sair da região do motor, na parte traseira do ônibus, e os ocupantes alertaram os demais sobre o problema. Todos conseguiram sair do veículo antes que o fogo se alastrasse.</p>
<p>Além do ônibus, parte da estrutura da estação Oiapoque também foi atingida pelo fogo. A avenida precisou ser bloqueada temporariamente para permitir o combate ao incêndio.</p>
<p>Não há registro de feridos.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
</div>
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  <item>
    <title>Cometa recebe autorização para alteração na linha Campinas–Ribeirão Preto, com prolongamento até Sertãozinho</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/cometa-recebe-autorizacao-para-alteracao-na-linha-campinas-ribeirao-preto-com-prolongamento-ate-sertaozinho/</link>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 10:01:17 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Operação terá período experimental de 180 dias, e empresa deverá iniciar o atendimento conforme a tabela aprovada em até 15 dias após a publicação ADAMO BAZANI A Viação Cometa recebeu autorização da Artesp para uma alteração operacional na linha rodoviária entre Campinas e Ribeirão Preto, com prolongamento até Sertãozinho, no interior de São Paulo. A [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="753" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-04.22.08.jpeg?fit=1024%2C753&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-04.22.08.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-04.22.08.jpeg?resize=300%2C221&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-04.22.08.jpeg?resize=1024%2C753&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-04.22.08.jpeg?resize=150%2C110&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-04.22.08.jpeg?resize=768%2C565&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-04.22.08.jpeg?resize=1536%2C1130&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-04.22.08.jpeg?resize=400%2C294&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Operação terá período experimental de 180 dias, e empresa deverá iniciar o atendimento conforme a tabela aprovada em até 15 dias após a publicação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Viação Cometa recebeu autorização da Artesp para uma alteração operacional na linha rodoviária entre Campinas e Ribeirão Preto, com prolongamento até Sertãozinho, no interior de São Paulo. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira, 13 de outubro de 2026, e estabelece um período experimental de 180 dias.</p>
<p>A empresa deverá iniciar a operação conforme a tabela de horários e distâncias aprovada em até 15 dias após a publicação. Ao final da experiência, se não houver manifestação dos interessados, a tabela será considerada efetiva de forma tácita, ou seja, sem necessidade de uma nova manifestação expressa para essa finalidade, conforme o despacho.</p>
<h3>Autorização atende a pedido da Cometa e vincula a operação à tabela aprovada</h3>
<p>A Superintendência de Transporte Coletivo da Artesp deferiu o requerimento apresentado pela permissionária e autorizou a operação em conformidade com o documento identificado como itinerário A.</p>
<p>O ato foi publicado na categoria de alteração operacional de linha. Assim, a decisão se refere às condições de funcionamento da ligação já identificada no processo, e não deve ser confundida com a criação de uma linha inteiramente nova.</p>
<p>A ligação tem Campinas e Ribeirão Preto como os municípios indicados no trajeto principal e Sertãozinho como prolongamento. As três cidades estão no Estado de São Paulo, e a autorização foi expedida pela agência estadual responsável pela regulação do serviço.</p>
<h3>Horários, paradas e tarifas precisam ser consultados antes da viagem</h3>
<p>O despacho não reproduz a tabela de horários e distâncias, os preços das passagens nem a relação completa de pontos de embarque e desembarque. Também não detalha, no texto publicado, quais condições da operação anterior foram modificadas.</p>
<p>Para o passageiro, a informação confirmada é a aprovação da alteração, com prazo para implantação e duração experimental. A publicação, isoladamente, não comprova que a nova tabela já esteja disponível para compra ou sendo executada.</p>
<p>Antes de viajar, é necessário confirmar com a Cometa o horário pretendido, o local de embarque e a disponibilidade do trecho até Sertãozinho.</p>
<h3>Período experimental permite manifestações sobre o funcionamento da ligação</h3>
<p>O prazo de 180 dias está associado à operação autorizada. A decisão prevê que a ausência de manifestações dos interessados ao término desse período permitirá tornar efetiva a tabela aprovada.</p>
<p>O despacho consta na página 61 do caderno Executivo — Atos Normativos e está vinculado aos autos 9189/DER/81 e ao processo 134.00035567/2024-11. A tabela aprovada é identificada no processo pelo documento 0116155730.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Governo Federal publica novas regras de atendimento ao consumidor, com opção de atendente humano e exigências para plataformas de transporte como Uber e 99</title>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 09:01:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decreto prevê vigência em vinte dias; aplicativos de transporte individual deverão apresentar seus modelos de atendimento à Secretaria Nacional do Consumidor ADAMO BAZANI Consumidores de serviços abrangidos pela regulamentação federal terão novas garantias de atendimento, incluindo acesso a uma pessoa humana, acompanhamento da reclamação e restrições a procedimentos que obriguem o usuário a repetir ou [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/homem-clicando-no-GPS-do-seu-celular-dentro-do-carro_11zon-1024x576-1.webp?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/homem-clicando-no-GPS-do-seu-celular-dentro-do-carro_11zon-1024x576-1.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/homem-clicando-no-GPS-do-seu-celular-dentro-do-carro_11zon-1024x576-1.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/homem-clicando-no-GPS-do-seu-celular-dentro-do-carro_11zon-1024x576-1.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/homem-clicando-no-GPS-do-seu-celular-dentro-do-carro_11zon-1024x576-1.webp?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/homem-clicando-no-GPS-do-seu-celular-dentro-do-carro_11zon-1024x576-1.webp?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Decreto prevê vigência em vinte dias; aplicativos de transporte individual deverão apresentar seus modelos de atendimento à Secretaria Nacional do Consumidor</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Consumidores de serviços abrangidos pela regulamentação federal terão novas garantias de atendimento, incluindo acesso a uma pessoa humana, acompanhamento da reclamação e restrições a procedimentos que obriguem o usuário a repetir ou reiniciar sua solicitação. O decreto que estabelece essas regras foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira, 13 de outubro de 2026.</p>
<p>O texto também determina que plataformas digitais de transporte remunerado privado individual de passageiros apresentem seus modelos de atendimento à Secretaria Nacional do Consumidor. As novas regras ainda estão no intervalo entre publicação e entrada em vigor: o decreto prevê vinte dias para começar a valer.</p>
<p><strong>Texto foi publicado e prevê entrada em vigor em novembro</strong></p>
<p>O Decreto nº 13.135, assinado em 9 de outubro de 2026, regulamenta o Código de Defesa do Consumidor em relação ao Serviço de Atendimento ao Consumidor, conhecido como SAC.</p>
<p>Considerando a publicação de 13 de outubro e o prazo de vinte dias previsto no próprio texto, a entrada em vigor está prevista para 2 de novembro de 2026.</p>
<p>Portanto, nesta terça-feira, a norma já está publicada, mas suas novas obrigações ainda não entraram em vigor. Esse período permite a adequação dos fornecedores.</p>
<p>O decreto prevê a revogação do Decreto nº 11.034/2022. Também reserva às agências e aos órgãos reguladores a definição de aspectos específicos, como hipóteses de urgência, acessibilidade e regras complementares de atendimento.</p>
<p><strong>Aplicativos de transporte terão de apresentar informações sobre reclamações</strong></p>
<p>As plataformas de transporte individual estão expressamente mencionadas no artigo que exige apresentação dos modelos de atendimento à Secretaria Nacional do Consumidor.</p>
<p>Entre as informações exigidas estão quantidade de reclamações relativas ao atendimento, taxa de resolução das demandas, índice de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor e grau de satisfação dos usuários.</p>
<p>A entrega ocorrerá na forma e no prazo estabelecidos. O decreto não fixa, nesse artigo, uma data única para todas as plataformas apresentarem os dados.</p>
<p>A secretaria avaliará os modelos e poderá adotar medidas para assegurar a adequação e a efetividade do atendimento.</p>
<p><strong>Como fica a aplicação ao transporte regulado pela União</strong></p>
<p>O texto também alcança fornecedores de produtos e serviços regulados pelo Executivo federal que se enquadrem nos critérios definidos pela agência ou pelo órgão competente.</p>
<p>Para o transporte rodoviário interestadual, isso torna necessário observar o enquadramento e a regulamentação da ANTT.</p>
<p>Não há fundamento para estender automaticamente o decreto, sem essa análise, a todo serviço municipal ou estadual de transporte. A norma estabelece um alcance específico e distribui competências entre os órgãos públicos.</p>
<p><strong>Atendimento humano deve estar disponível também nos canais digitais</strong></p>
<p>O decreto permite triagem e resolução automatizadas, inclusive com inteligência artificial, desde que seja assegurada a opção de atendimento em tempo real por pessoa humana nas condições previstas.</p>
<p>Pelo menos um canal eletrônico deverá funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana. O atendimento humano nesses canais deverá ser garantido das 8h às 20h, de maneira ininterrupta, durante os sete dias da semana.</p>
<p>Há previsão de suspensão do atendimento humano nos períodos em que o serviço não estiver disponível para utilização ou contratação, conforme regulamentação do órgão competente.</p>
<p>Os canais eletrônicos não poderão usar mais de cinco níveis de atendimento para concluir uma demanda. A opção de cancelamento e, no horário previsto, de atendimento humano deverá estar disponível em qualquer nível.</p>
<p><strong>Telefone continua obrigatório e terá parâmetros de espera</strong></p>
<p>O atendimento telefônico é obrigatório, com atendimento humano das 8h às 20h, sete dias por semana, observadas as condições do decreto.</p>
<p>Quando selecionado o contato direto com atendente, o texto estabelece espera de até vinte segundos para pelo menos 80% das demandas atendidas e de até cinco minutos para as demais. Esse parâmetro não se aplica quando houver regra específica da agência ou do órgão regulador.</p>
<p>Se uma chamada com atendente humano for interrompida acidentalmente antes de terminar, o fornecedor deverá retornar em até cinco minutos, aproveitando as informações já fornecidas.</p>
<p>As demandas consideradas urgentes deverão receber atendimento imediato e a qualquer tempo. A definição dessas situações ficará a cargo das autoridades reguladoras.</p>
<p><strong>Consumidor não poderá ser obrigado a começar tudo novamente</strong></p>
<p>A norma proíbe exigir repetição da demanda após seu registro no primeiro atendimento, salvo razão técnica fundamentada.</p>
<p>Também determina continuidade e acompanhamento até a conclusão efetiva, sem obrigar o consumidor a realizar novos contatos para tratar da mesma solicitação.</p>
<p>O acesso ao SAC será gratuito. O início do atendimento ou o encaminhamento para uma pessoa humana não poderá depender do fornecimento prévio de dados.</p>
<p>Mensagens publicitárias ficam proibidas em qualquer etapa do SAC, inclusive durante a espera.</p>
<p><strong>Resposta em até sete dias e acesso ao histórico</strong></p>
<p>As demandas não urgentes deverão ser respondidas em até sete dias corridos. A resposta deverá ser clara, conclusiva e abordar todos os pontos apresentados.</p>
<p>O consumidor terá direito a protocolo e acesso gratuito ao histórico. Quando solicitado, esse histórico deverá ser enviado em até cinco dias úteis.</p>
<p>Gravações telefônicas e mensagens de voz ou texto deverão ser mantidas por pelo menos noventa dias. O histórico de cada demanda deverá permanecer disponível por, no mínimo, seis meses após sua resolução.</p>
<p>O decreto também exige acessibilidade aos canais e atendimento prioritário e adequado às necessidades das pessoas idosas.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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