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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Linha 3-Vermelha tem problemas e ipera com restrições nesta quinta-feira (29)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/linha-3-vermelha-tem-problemas-e-ipera-com-restricoes-nesta-quinta-feira-29/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 13:47:07 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada ARTHUR FERRARI Os passageiros que utilizam a linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo enfrentam dificuldades desde às 10h38 desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, após problemas no sistema. Os trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada devido a interferência na [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="434" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/08/linha-3-vermelha_redes-sociais-e1712182729133.jpg?fit=640%2C434&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/08/linha-3-vermelha_redes-sociais-e1712182729133.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/08/linha-3-vermelha_redes-sociais-e1712182729133.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/08/linha-3-vermelha_redes-sociais-e1712182729133.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/08/linha-3-vermelha_redes-sociais-e1712182729133.jpg?resize=400%2C271&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os passageiros que utilizam a linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo enfrentam dificuldades desde às 10h38 desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, após problemas no sistema.</p>
<p>Os trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada devido a interferência na via na região da Estação Corinthians-Itaquera.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> procurou o Metrô para mais detalhes e aguarda.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Governo de Minas Gerais aprova duas novas linhas executivas de ônibus entre Alphaville e Belo Horizonte com tarifa de R$ 19</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/governo-de-minas-gerais-aprova-duas-novas-linhas-executivas-de-onibus-entre-alphaville-e-belo-horizonte-com-tarifa-de-r-19/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 13:31:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços terão itinerários pelas avenidas Nossa Senhora do Carmo e Raja Gabaglia; Seinfra também analisa mudança de trajeto de linha metropolitana que atende Palmares, Lajinha, Duval de Barros e Alameda da Serra ADAMO BAZANI O Governo de Minas Gerais aprovou a criação de duas linhas executivas metropolitanas de ônibus entre Alphaville, em Nova Lima (MG), [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="480" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-22.jpg?fit=640%2C480&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-22.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-22.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-22.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-22.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Serviços terão itinerários pelas avenidas Nossa Senhora do Carmo e Raja Gabaglia; Seinfra também analisa mudança de trajeto de linha metropolitana que atende Palmares, Lajinha, Duval de Barros e Alameda da Serra</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Governo de Minas Gerais aprovou a criação de duas linhas executivas metropolitanas de ônibus entre Alphaville, em Nova Lima (MG), e Belo Horizonte (MG), com tarifa prevista de R$ 19 por viagem. As autorizações foram publicadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra) contemplam dois percursos distintos: um pela Avenida Nossa Senhora do Carmo, com atendimento à região da Praça da Liberdade e à Avenida Afonso Pena, e outro pela Avenida Raja Gabaglia, com destino à região do Mercado Central.</p>
<p>Na mesma edição, a Seinfra abriu procedimento para analisar uma mudança de itinerário solicitada pelo Consórcio Via Amazonas para uma linha metropolitana que atende Palmares, Lajinha, Duval de Barros, Barreiro e Alameda da Serra. O percurso apresentado possui extensão informada de 55,977 quilômetros e está sujeito a impugnações antes de uma decisão definitiva. Diferentemente das duas novas linhas executivas de Alphaville, cuja criação foi deferida pelo Estado, essa alteração ainda está em fase de análise regulatória.</p>
<p>As decisões sobre Alphaville foram tomadas após a publicação de dois avisos em 9 de outubro de 2026, quando o governo apresentou as propostas de criação das linhas e abriu prazo para manifestações.</p>
<p>Os dois serviços foram solicitados pelo Consórcio Metropolitano de Transporte, responsável pela operação no âmbito do contrato metropolitano da região.</p>
<p>A publicação desta quarta-feira confirma o deferimento das duas propostas.</p>
<h3>Linha 3946 terá percurso pela Avenida Nossa Senhora do Carmo</h3>
<p>A primeira autorização contempla a criação da linha 3946, Alphaville/Belo Horizonte, via Avenida Nossa Senhora do Carmo, na modalidade executivo metropolitano.</p>
<p>A tarifa prevista é de R$ 19.</p>
<p>O percurso parte da região do Centro Comercial de Alphaville, na Avenida Picadilly, nº 150, em Nova Lima, e passa por vias internas do condomínio antes de acessar as rodovias BR-040 e BR-356 em direção a Belo Horizonte.</p>
<p>Na capital, o itinerário de ida contempla a Avenida Nossa Senhora do Carmo, a Avenida do Contorno, a Avenida Cristóvão Colombo, a região da Praça da Liberdade e vias do Centro, incluindo a Avenida Afonso Pena.</p>
<p>O ponto de referência divulgado para o destino é a Avenida Afonso Pena, nº 367.</p>
<p>Na volta, o percurso tem como referência a Rua São Paulo, nº 432, seguindo pela Avenida Afonso Pena, Rua da Bahia, Avenida Bias Fortes, Praça da Liberdade, Avenida Cristóvão Colombo, Avenida do Contorno e Avenida Nossa Senhora do Carmo, antes de retornar à região de Alphaville.</p>
<p>A documentação apresenta extensão de 47,060 quilômetros para o primeiro percurso descrito e de 33,142 quilômetros para o segundo.</p>
<p>A diferença entre as extensões decorre dos trajetos específicos previstos para cada sentido, inclusive dos acessos e da circulação nas vias urbanas.</p>
<h3>Linha 3949 passará pela Avenida Raja Gabaglia e atenderá região do Mercado Central</h3>
<p>A segunda autorização é para a linha 3949, Alphaville/Belo Horizonte, via Avenida Raja Gabaglia, também na modalidade executivo metropolitano.</p>
<p>A tarifa prevista é de R$ 19.</p>
<p>O serviço terá origem na Avenida Picadilly, nº 150, em Alphaville, com passagem pelas vias internas do empreendimento e acesso à BR-040 e à BR-356.</p>
<p>Em Belo Horizonte, o trajeto seguirá pela Avenida Raja Gabaglia, Avenida Álvares Cabral, Praça Carlos Chagas, Avenida Olegário Maciel e Rua dos Guajajaras.</p>
<p>O destino informado é a Rua Santa Catarina, nº 201, na região do Mercado Central.</p>
<p>No sentido de retorno, os ônibus passarão pela Rua Goitacazes, Rua Paracatu, Avenida Augusto de Lima, Rua Rio Grande do Sul, Rua dos Guajajaras, Avenida Olegário Maciel, Avenida Álvares Cabral e Avenida Raja Gabaglia, antes de seguir novamente pelas rodovias em direção a Nova Lima.</p>
<p>As extensões informadas são de 45,258 quilômetros para o primeiro percurso e 34,079 quilômetros para o segundo.</p>
<h3>Veja as duas linhas aprovadas</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>Linha 3946</th>
<th>Linha 3949</th>
</tr>
<tr>
<td>Ligação</td>
<td>Alphaville–Belo Horizonte</td>
<td>Alphaville–Belo Horizonte</td>
</tr>
<tr>
<td>Principal via de acesso à capital</td>
<td>Avenida Nossa Senhora do Carmo</td>
<td>Avenida Raja Gabaglia</td>
</tr>
<tr>
<td>Região atendida no Centro de BH</td>
<td>Praça da Liberdade e Avenida Afonso Pena</td>
<td>Praça Carlos Chagas e Mercado Central</td>
</tr>
<tr>
<td>Extensão do primeiro percurso</td>
<td>47,060 km</td>
<td>45,258 km</td>
</tr>
<tr>
<td>Extensão do segundo percurso</td>
<td>33,142 km</td>
<td>34,079 km</td>
</tr>
<tr>
<td>Tarifa prevista</td>
<td>R$ 19,00</td>
<td>R$ 19,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Operador indicado</td>
<td>Consórcio Metropolitano de Transporte</td>
<td>Consórcio Metropolitano de Transporte</td>
</tr>
<tr>
<td>Situação</td>
<td>Criação aprovada</td>
<td>Criação aprovada</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As autorizações representam uma ampliação das possibilidades de ligação entre Alphaville e a capital mineira.</p>
<p>Os dois percursos atendem regiões diferentes de Belo Horizonte, permitindo conexões com áreas comerciais, de serviços e de concentração de empregos.</p>
<p>A previsão de dois trajetos também possibilita distribuir o atendimento entre os eixos da Avenida Nossa Senhora do Carmo e da Avenida Raja Gabaglia, importantes ligações rodoviárias e urbanas da região.</p>
<p>Os despachos de aprovação não estabelecem, no texto publicado nesta quarta-feira, uma data específica para o início das viagens nem apresentam a programação de horários e frequências.</p>
<p>Essas informações deverão ser confirmadas na etapa de implantação operacional.</p>
<h3>Via Amazonas pede alteração de itinerário em ligação de 55,977 quilômetros</h3>
<p>Além das duas autorizações, a Seinfra publicou uma nova proposta envolvendo o Consórcio Via Amazonas.</p>
<p>O pedido diz respeito à linha metropolitana 2201, identificada pela ligação Palmares/Lajinha/Duval de Barros, via Barreiro e Alameda da Serra.</p>
<p>O percurso apresentado possui extensão de 55,977 quilômetros.</p>
<p>O itinerário proposto começa na Avenida Doutor Paulo Souza Lima, nas proximidades de uma ponte, e inclui vias como Rua Antônio Germano, Rua Jequitibá, Avenida das Acácias, Rua Ouro Preto, Rua Mariana e Rua Ítalo Bernardes.</p>
<p>O trajeto também contempla a Avenida Presidente Tancredo Neves, Avenida Marechal Hermes, Avenida Coronel Durval de Barros, Avenida Coronel Benjamin Guimarães e Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira.</p>
<p>Em direção ao Barreiro, passa por vias como Avenida Tereza Cristina, Avenida Afonso Vaz de Melo, Avenida Sinfrônio Brochado, Avenida Olinto Meireles e Avenida Waldyr Soeiro Emrich, conhecida como Via do Minério.</p>
<p>Posteriormente, utiliza o Anel Rodoviário e o conjunto formado pelas rodovias BR-040 e BR-356, com passagem pelo BH Shopping e acesso à MG-030, em direção à Alameda da Serra.</p>
<p>O percurso inclui, portanto, bairros e vias de Ibirité, Belo Horizonte e Nova Lima, com atendimento a regiões residenciais, comerciais e de serviços da Região Metropolitana.</p>
<h3>Alteração de itinerário está aberta a manifestações</h3>
<p>A proposta do Consórcio Via Amazonas foi divulgada para conhecimento dos interessados e está submetida ao procedimento regulatório estadual.</p>
<p>O prazo previsto para apresentação de impugnações fundamentadas é de dez dias corridos, contados a partir do primeiro dia útil seguinte à publicação.</p>
<p>As manifestações podem ser encaminhadas pelos canais administrativos indicados pela Seinfra, inclusive pelo sistema eletrônico de informações do Estado.</p>
<p>A análise dessas manifestações integra o procedimento que antecede a decisão sobre a mudança solicitada.</p>
<p>Por isso, o itinerário de 55,977 quilômetros representa o percurso apresentado pelo consórcio, enquanto as linhas executivas de Alphaville já tiveram sua criação deferida.</p>
<p>As três movimentações mostram demandas diferentes na rede metropolitana: de um lado, a criação de serviços executivos para atender Alphaville e a área central de Belo Horizonte; de outro, a proposta de reorganização de uma ligação que passa por regiões populosas da Grande BH e conecta áreas residenciais e de emprego.</p>
<p>Para os passageiros, o acompanhamento das próximas etapas será importante para conhecer os horários de operação das novas linhas, seus pontos de embarque e desembarque e o resultado do pedido de alteração da linha do Via Amazonas.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>São Paulo pode criar Bilhete Cidade Educadora para facilitar viagens de alunos da rede municipal em atividades fora das escolas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/sao-paulo-pode-criar-bilhete-cidade-educadora-para-facilitar-viagens-de-alunos-da-rede-municipal-em-atividades-fora-das-escolas/</link>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 13:01:40 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Projeto de lei que prevê utilização do transporte para atividades de expansão curricular entra na pauta da Comissão de Transportes da Câmara nesta quinta-feira (29); proposta relaciona mobilidade urbana e acesso à educação ADAMO BAZANI A Câmara Municipal de São Paulo incluiu na pauta da Comissão de Trânsito, Transporte, Mobilidade Urbana e Atividade Econômica desta [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="783" height="559" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cantarerei.jpg?fit=783%2C559&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cantarerei.jpg?w=783&amp;ssl=1 783w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cantarerei.jpg?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cantarerei.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cantarerei.jpg?resize=768%2C548&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cantarerei.jpg?resize=400%2C286&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 783px) 100vw, 783px" /> <p><em>Projeto de lei que prevê utilização do transporte para atividades de expansão curricular entra na pauta da Comissão de Transportes da Câmara nesta quinta-feira (29); proposta relaciona mobilidade urbana e acesso à educação</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Câmara Municipal de São Paulo incluiu na pauta da Comissão de Trânsito, Transporte, Mobilidade Urbana e Atividade Econômica desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, um projeto de lei que propõe criar o Bilhete Cidade Educadora, destinado a facilitar os deslocamentos de estudantes da rede municipal de ensino para atividades pedagógicas realizadas fora das escolas. A iniciativa busca ampliar as possibilidades de utilização da cidade como espaço de aprendizagem, associando o acesso ao transporte às atividades de formação previstas no currículo escolar.</p>
<p>A proposta, apresentada originalmente em 2024, é de autoria dos vereadores Manoel Del Rio, João Ananias, Hélio Rodrigues e Keit Lima. O texto integra a pauta da 13ª reunião ordinária da comissão, marcada para as 14h, e trata da utilização do Bilhete Cidade Educadora pelas escolas municipais para deslocamentos relacionados à expansão curricular, ao desenvolvimento e à aprendizagem dos estudantes.</p>
<p>A iniciativa parte da relação entre o transporte e o acesso a atividades educacionais que ultrapassam o espaço físico das unidades escolares.</p>
<p>Em uma cidade com as dimensões de São Paulo, os deslocamentos podem representar uma dificuldade logística para a realização de visitas pedagógicas, atividades culturais e outras experiências de aprendizagem em diferentes regiões.</p>
<p>A proposta busca oferecer um instrumento específico para facilitar esses deslocamentos, associando mobilidade e educação.</p>
<h3>Projeto pretende ampliar atividades educacionais em diferentes espaços da cidade</h3>
<p>O Bilhete Cidade Educadora está relacionado ao conceito de utilização de diferentes espaços urbanos como ambientes de aprendizagem.</p>
<p>Essa abordagem considera que a formação dos estudantes pode ocorrer também em atividades desenvolvidas fora da sala de aula, como visitas a instituições culturais, espaços históricos, equipamentos públicos e locais de interesse científico ou ambiental.</p>
<p>Em São Paulo, a distribuição desses equipamentos pelo território exige planejamento de viagens, especialmente para escolas localizadas em bairros mais afastados das regiões com maior concentração de serviços e atividades culturais.</p>
<p>O deslocamento de turmas também envolve organização de horários, acompanhamento dos estudantes, acessibilidade e compatibilidade com a programação escolar.</p>
<p>A criação de um bilhete específico procura inserir o transporte nessa estrutura de acesso às atividades pedagógicas.</p>
<p>A medida tem relevância especialmente para estudantes que dependem da rede pública e para unidades de ensino que desenvolvem projetos de formação em diferentes espaços da cidade.</p>
<h3>Transporte coletivo faz parte da discussão sobre acesso à educação</h3>
<p>A proposta aproxima duas políticas públicas que interferem diretamente no cotidiano da população: educação e transporte.</p>
<p>O funcionamento de uma rede municipal de ensino envolve diferentes necessidades de deslocamento, desde as viagens diárias entre residência e escola até atividades organizadas pelas próprias unidades de ensino.</p>
<p>Os deslocamentos coletivos para visitas pedagógicas exigem planejamento, porque envolvem grupos de alunos, profissionais responsáveis e horários previamente definidos.</p>
<p>Uma política específica de mobilidade educacional pode contribuir para ampliar as oportunidades de participação em atividades externas, desde que acompanhada de critérios de utilização e de organização operacional.</p>
<p>A implementação de instrumentos dessa natureza também exige atenção à demanda e à integração com o sistema municipal de transporte.</p>
<p>Outro aspecto relevante é a acessibilidade, para garantir que estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida possam participar das atividades escolares em condições adequadas.</p>
<h3>Proposta começou a tramitar em 2024 e foi incluída na pauta de outubro de 2026</h3>
<p>O projeto de lei nº 122/2024 foi apresentado pelos vereadores Manoel Del Rio, João Ananias, Hélio Rodrigues e Keit Lima.</p>
<p>A proposta dispõe sobre a instituição do Bilhete Cidade Educadora para utilização pelas escolas municipais nos deslocamentos pela cidade, relacionados à realização de atividades de expansão curricular e à formação dos estudantes da rede municipal.</p>
<p>Na reunião marcada para esta quinta-feira, o texto integra a pauta da Comissão de Trânsito, Transporte, Mobilidade Urbana e Atividade Econômica.</p>
<p>A comissão é responsável pela análise de propostas relacionadas à circulação, aos transportes e às atividades econômicas no município.</p>
<p>A discussão do Bilhete Cidade Educadora envolve a articulação entre as necessidades educacionais e o funcionamento dos serviços de transporte.</p>
<p>Também coloca em pauta a importância de políticas públicas que permitam aos estudantes utilizar equipamentos e espaços urbanos como parte de sua formação.</p>
<p>A tramitação legislativa é uma etapa da discussão sobre o modelo proposto.</p>
<p>Para as escolas e as famílias, o interesse da medida está na possibilidade de ampliar o acesso dos alunos a atividades educacionais em diferentes pontos da capital paulista, utilizando o transporte como um instrumento para conectar a rede de ensino às oportunidades oferecidas pela cidade.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Metrô de São Paulo abre licitações para componentes de escadas rolantes e equipamentos elétricos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/29/metro-de-sao-paulo-abre-licitacoes-para-componentes-de-escadas-rolantes-e-equipamentos-eletricos/</link>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 12:31:40 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Compras previstas para novembro incluem pentes de soleiras e adaptadores para conectores Harting, utilizados em diferentes sistemas e instalações técnicas ADAMO BAZANI O Metrô de São Paulo publicou duas licitações destinadas à aquisição de componentes de manutenção, incluindo pentes para soleiras de escadas rolantes e adaptadores para conectores Harting. As sessões estão previstas para os [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Escada-rolante.jpeg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Escada-rolante.jpeg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Escada-rolante.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Escada-rolante.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Escada-rolante.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Escada-rolante.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Escada-rolante.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Compras previstas para novembro incluem pentes de soleiras e adaptadores para conectores Harting, utilizados em diferentes sistemas e instalações técnicas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Metrô de São Paulo publicou duas licitações destinadas à aquisição de componentes de manutenção, incluindo pentes para soleiras de escadas rolantes e adaptadores para conectores Harting. As sessões estão previstas para os dias 6 e 9 de novembro de 2026, conforme divulgação no Diário Oficial do Estado.</p>
<p>Os materiais integram a estrutura de equipamentos utilizados no sistema metroviário. A contratação de peças para escadas rolantes possui relação com a manutenção de dispositivos de circulação de passageiros nas estações, enquanto os conectores elétricos e eletrônicos são utilizados em instalações e equipamentos técnicos.</p>
<p>As aquisições serão realizadas por procedimentos eletrônicos.</p>
<h3>Pentes para escadas rolantes</h3>
<p>Uma das licitações envolve o fornecimento de pentes para soleiras de escadas rolantes.</p>
<p>A sessão está marcada para 6 de novembro de 2026, às 9h.</p>
<p>Os pentes ficam na região de entrada e saída das escadas rolantes, onde os degraus encontram as plataformas de embarque e desembarque do equipamento.</p>
<p>São peças importantes para orientar a passagem dos degraus e reduzir riscos associados à interface entre a parte móvel e a estrutura fixa.</p>
<p>Seu desgaste, dano ou desalinhamento pode exigir substituição e intervenções de manutenção.</p>
<p>O procedimento de aquisição foi apresentado na modalidade de registro de preços, que permite estabelecer condições para fornecimento conforme as necessidades previstas na contratação.</p>
<h3>Adaptadores para conectores Harting</h3>
<p>A segunda licitação está prevista para 9 de novembro de 2026, também às 9h.</p>
<p>O objeto envolve adaptadores para conectores Harting.</p>
<p>Esse tipo de componente é empregado em conexões elétricas e eletrônicas, especialmente em equipamentos que exigem interfaces técnicas específicas.</p>
<p>A função dos adaptadores depende da instalação e do equipamento aos quais serão destinados.</p>
<p>No transporte metroviário, a disponibilidade de peças de reposição é necessária para manter sistemas em condições de funcionamento e realizar intervenções técnicas programadas.</p>
<h3>Manutenção e atendimento aos passageiros</h3>
<p>A aquisição de componentes é uma das etapas do trabalho de manutenção realizado em uma rede de transporte de grande porte.</p>
<p>Escadas rolantes e outros equipamentos das estações precisam passar por inspeções e intervenções periódicas.</p>
<p>A substituição de peças desgastadas é importante para o funcionamento seguro dos equipamentos.</p>
<p>A realização das licitações, entretanto, não estabelece automaticamente a data de instalação dos materiais nem informa a quantidade de unidades que serão efetivamente adquiridas.</p>
<p>Essas informações dependem das condições do edital, da contratação e das necessidades de manutenção identificadas pelo Metrô.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transporte</em></strong></p>
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    <title>Finados terá bloqueio na Linha 11-Coral e reforço no Metrô de São Paulo; confira funcionamento dos transporte metropolitanos</title>
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	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 12:15:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Interrupção entre Tatuapé e Corinthians-Itaquera ocorrerá das 9h às 16h; Linha 17-Ouro funcionará em horários específicos durante o feriado ARTHUR FERRARI Os passageiros que utilizam os trens metropolitanos e o Metrô de São Paulo (SP) devem ficar atentos às mudanças na operação durante o feriado de Finados, na segunda-feira (2 de novembro de 2026). A [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="550" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?fit=800%2C550&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=768%2C528&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=400%2C275&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Interrupção entre Tatuapé e Corinthians-Itaquera ocorrerá das 9h às 16h; Linha 17-Ouro funcionará em horários específicos durante o feriado</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os passageiros que utilizam os trens metropolitanos e o Metrô de São Paulo (SP) devem ficar atentos às mudanças na operação durante o feriado de Finados, na segunda-feira (2 de novembro de 2026). A programação prevê uma interrupção temporária na Linha 11-Coral, reforço na oferta de trens da Linha 3-Vermelha e horários específicos para a Linha 17-Ouro.</p>
<p>Na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira terão operação de acordo com a programação habitual de sábado (31) e domingo (1º). Na segunda-feira, a circulação seguirá os intervalos praticados aos domingos.</p>
<p>A principal alteração ocorrerá na Linha 11-Coral. Das 9h às 16h de segunda-feira, os trens não circularão entre as estações Tatuapé e Corinthians-Itaquera devido à realização de obras programadas. Durante esse período, a orientação é utilizar a Linha 3-Vermelha do Metrô como alternativa para o deslocamento.</p>
<h2>Funcionamento do Metrô</h2>
<p>No sábado e no domingo, as linhas do Metrô funcionarão conforme a programação habitual de cada dia, com oferta de viagens ajustada à demanda de passageiros.</p>
<p>Na madrugada de sábado para domingo, as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata operarão ininterruptamente, com todas as estações abertas para embarque e desembarque.</p>
<p>A operação contínua também está prevista para a virada de domingo para segunda-feira, até a meia-noite. Depois desse horário, o serviço será retomado às 4h40 da segunda-feira.</p>
<p>No feriado de Finados, as linhas 1-Azul, 2-Verde e 15-Prata terão programação equivalente à de um domingo. Já a Linha 3-Vermelha contará com mais trens para atender os passageiros que poderão utilizar o trajeto como alternativa à interrupção parcial da Linha 11-Coral.</p>
<h2>Linha 17-Ouro terá horário definido</h2>
<p>A Linha 17-Ouro, que opera em caráter transitório, funcionará das 6h às 22h no sábado (31) e na segunda-feira (2). A programação informada não detalha mudanças específicas para o domingo (1º).</p>
<p>Segundo a programação dos Transportes Metropolitanos, todas as linhas serão monitoradas durante o período e contarão com trens reserva, que poderão ser incorporados à operação caso seja necessário reforçar a frota.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>BRT Radial Leste: CET formaliza contrato para desvios durante obras de corredor prometido para fevereiro de 2026 e que segue em construção</title>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 12:01:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Consórcio responsável pelo primeiro lote terá apoio técnico para mudanças no trânsito; projeto de 9,8 km prevê 12 estações, atendimento a 400 mil passageiros por dia e redução de até 50% no tempo de viagem; implantação acumula mudanças de cronograma desde as primeiras contratações ADAMO BAZANI A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="658" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/tuskrr.jpg?fit=1024%2C658&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/tuskrr.jpg?w=1084&amp;ssl=1 1084w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/tuskrr.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/tuskrr.jpg?resize=1024%2C658&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/tuskrr.jpg?resize=150%2C96&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/tuskrr.jpg?resize=768%2C494&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/tuskrr.jpg?resize=400%2C257&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Consórcio responsável pelo primeiro lote terá apoio técnico para mudanças no trânsito; projeto de 9,8 km prevê 12 estações, atendimento a 400 mil passageiros por dia e redução de até 50% no tempo de viagem; implantação acumula mudanças de cronograma desde as primeiras contratações</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo formalizou um contrato com o Consórcio Corredor Radial para a elaboração e implantação de projetos de desvio de trânsito e sinalização viária necessários às obras do BRT Radial Leste, na Zona Leste da capital paulista. A medida, publicada no Diário Oficial desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, está relacionada ao primeiro lote do empreendimento, entre o Terminal Parque Dom Pedro II e a Rua Almirante Brasil, e ocorre em meio à continuidade das intervenções de um corredor cuja primeira entrega chegou a ser prometida para fevereiro deste ano.</p>
<p>O BRT Radial Leste é um dos principais projetos de transporte coletivo previstos para a ligação entre o Centro e a Zona Leste. A primeira fase contempla aproximadamente 9,8 quilômetros, 12 estações e capacidade projetada para atender cerca de 400 mil passageiros diariamente, com promessa de reduzir em até 50% o tempo de viagem. Apesar das previsões anteriores, a Prefeitura de São Paulo ainda executa as obras e contratou, em julho de 2026, dois novos lotes de construção, com prazo de 18 meses contado a partir de 31 de julho. A segunda fase, entre a Penha e Itaquera, também teve o prazo de elaboração dos projetos técnicos estendido até junho de 2027.</p>
<p>O novo instrumento foi formalizado em 28 de outubro de 2026 e envolve o Consórcio Corredor Radial, inscrito no CNPJ 53.144.743/0001-00, formado pelas empresas FBS Construção Civil e Pavimentação, Construtora Augusto Velloso e Zetta Infraestrutura.</p>
<p>A contratação estabelece a participação da CET na elaboração e assessoria técnica de Projetos de Desvio de Tráfego, conhecidos pela sigla PDDT, além de projetos de sinalização viária relacionados à execução das obras.</p>
<p>Também estão previstos estudos, relatórios e a produção de materiais informativos, incluindo a arte-final de folhetos destinados à orientação sobre as intervenções.</p>
<p>Os serviços estão vinculados ao primeiro lote do BRT, que se estende do Terminal Parque Dom Pedro II até a Rua Almirante Brasil. Nesse segmento, as intervenções ocorrem em uma área de intensa circulação de ônibus, automóveis, motocicletas e veículos comerciais, exigindo medidas para organizar o trânsito durante a implantação da infraestrutura.</p>
<h3>Obras exigem desvios e reorganização do trânsito na Radial Leste</h3>
<p>A necessidade de projetos específicos de circulação está relacionada às características da Avenida Alcântara Machado, principal eixo utilizado na implantação do corredor.</p>
<p>A Radial Leste concentra deslocamentos entre bairros da Zona Leste e a região central de São Paulo, funcionando como uma das principais ligações viárias da cidade.</p>
<p>A construção de um BRT nesse ambiente exige intervenções no pavimento, na geometria da via, nos cruzamentos, nos canteiros centrais e nos espaços destinados às futuras estações.</p>
<p>Para executar esses serviços, diferentes trechos precisam passar por mudanças temporárias na circulação. Os projetos de desvio definem as condições de funcionamento das pistas enquanto as frentes de obras ocupam parte da avenida.</p>
<p>Também podem envolver alterações de faixas, mudanças de sinalização, orientações aos motoristas, ajustes semafóricos e medidas para preservar a circulação do transporte coletivo.</p>
<p>Em julho e agosto de 2026, como acompanhou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, a CET implantou interdições parciais na Avenida Alcântara Machado para permitir a continuidade das obras.</p>
<p>Uma das intervenções começou em 27 de julho, no segmento entre a Rua Almirante Brasil e a Rua Doutor Fomm.</p>
<p>A formalização agora publicada integra essa estrutura de acompanhamento técnico das obras e da circulação viária durante a construção.</p>
<p>O desafio é executar um corredor de alta capacidade em uma avenida que continua recebendo diariamente grande volume de veículos e passageiros.</p>
<h3>Como será o BRT Radial Leste: estações, faixas exclusivas, pavimento e integração</h3>
<p>O projeto prevê um sistema de ônibus de maior capacidade e velocidade operacional, com infraestrutura própria e características diferentes das faixas exclusivas convencionais.</p>
<p>Na primeira fase, o corredor deverá ligar o Terminal Parque Dom Pedro II à região da Penha, passando por aproximadamente 9,8 quilômetros da Radial Leste.</p>
<p>Estão previstas 12 estações de embarque e desembarque, com estrutura para proporcionar mais rapidez e acessibilidade aos passageiros.</p>
<p>O BRT terá faixas exclusivas junto ao canteiro central, pavimento rígido de concreto dimensionado para a circulação de ônibus pesados, possibilidade de ultrapassagem nas estações e plataformas de embarque em nível.</p>
<p>Outro elemento importante é a cobrança antecipada da tarifa, realizada antes da entrada do passageiro nos ônibus. Essa característica permite reduzir o tempo de parada dos veículos nas estações.</p>
<p>A previsão também inclui intervenções de drenagem, acessibilidade, sinalização, ciclovia, videomonitoramento, equipamentos de controle operacional, sistemas inteligentes de transporte e reorganização de cruzamentos.</p>
<p>O planejamento contempla conexões com a rede metroferroviária, incluindo as regiões das estações Belém, Tatuapé e Carrão, por meio de passarelas e estruturas de acesso.</p>
<p>Também está prevista uma ciclopassarela junto ao Viaduto Pires do Rio.</p>
<p>A demanda estimada pela administração municipal é de aproximadamente 400 mil passageiros por dia.</p>
<p>A redução de até 50% no tempo de viagem é uma projeção do projeto, associada à prioridade de circulação, ao tratamento das paradas e à organização operacional do sistema.</p>
<p>A implantação da infraestrutura também deverá permitir maior regularidade dos ônibus, reduzindo a exposição dos coletivos aos congestionamentos que atualmente afetam a ligação entre o Centro e a Zona Leste.</p>
<h3>Primeira fase foi dividida em três lotes de obras</h3>
<p>A implantação do BRT Radial Leste I foi organizada em três lotes de construção.</p>
<p>O primeiro contempla o segmento entre o Terminal Parque Dom Pedro II e a Rua Almirante Brasil, com aproximadamente 2,8 quilômetros.</p>
<p>O segundo compreende a ligação entre a Rua Almirante Brasil e a Rua Armando Gardenghi, com aproximadamente 3,1 quilômetros.</p>
<p>O terceiro segue da Rua Armando Gardenghi até a região da Rua Professor Miguel Russiano, nas proximidades da Estação Penha, com aproximadamente 3,84 quilômetros.</p>
<p>Essa divisão permite a contratação e a execução de diferentes frentes de trabalho, embora o funcionamento do BRT dependa da integração entre os segmentos e da implantação dos sistemas necessários à operação.</p>
<p>O lote 1 foi contratado em agosto de 2024 com o Consórcio Corredor Radial, pelo valor inicial de R$ 108.876.607,23.</p>
<p>Naquele momento, a administração municipal estabeleceu prazo de execução de 18 meses, entre 22 de agosto de 2024 e 21 de fevereiro de 2026.</p>
<p>A data de fevereiro de 2026 passou a ser uma das referências públicas para a conclusão da primeira etapa de construção.</p>
<p>Em janeiro de 2025, durante o anúncio de novas intervenções na Avenida Alcântara Machado, a Prefeitura voltou a apresentar fevereiro de 2026 como previsão de entrega.</p>
<p>No entanto, ao longo de 2026, a implantação continuou exigindo novas intervenções viárias e medidas administrativas.</p>
<h3>Contratos dos lotes 2 e 3 receberam ordens de início em 2026 e somam R$ 302,9 milhões em valores atualizados</h3>
<p>Em 31 de julho de 2026, a Prefeitura formalizou os contratos e os aditamentos dos lotes 2 e 3 do BRT Radial Leste I.</p>
<p>O lote 2 foi contratado com o Consórcio BRT Radial Leste I, formado pelas empresas Tríade Pavimentação e Construções S.A., ERA Técnica Engenharia, Construções e Serviços Ltda. e Almeida Sapata Engenharia e Construções Ltda.</p>
<p>O valor inicial foi de R$ 141.725.840,08, posteriormente atualizado para R$ 155.900.603,04.</p>
<p>O lote 3 ficou sob responsabilidade do Consórcio SEA – Radial Leste I, integrado pelas empresas Souza Compec Engenharia e Construções Ltda., Arvek Técnica e Construções Ltda. e Construtora Etama Ltda.</p>
<p>Nesse caso, o contrato passou de R$ 135.393.333,05 para R$ 147.037.918,49, após atualização financeira de 8,60%.</p>
<p>Somados, os contratos atualizados dos lotes 2 e 3 representam R$ 302.938.521,53.</p>
<p>As ordens de início estabeleceram prazo de 18 meses para os dois lotes, contado a partir de 31 de julho de 2026. Dessa forma, o prazo contratual aponta para o início de 2028.</p>
<p>Esses valores se referem especificamente aos lotes 2 e 3 da primeira fase, enquanto o lote 1 possui contratação própria.</p>
<p>A diferença entre os prazos evidencia como o empreendimento passou por diferentes etapas de contratação e execução, apesar de a entrega inicial do primeiro lote ter sido anunciada para fevereiro de 2026.</p>
<h3>Governo federal formalizou financiamento de R$ 386 milhões</h3>
<p>Outro marco acompanhado pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> ocorreu em 6 de julho de 2026, quando foi publicado o extrato referente ao financiamento federal de R$ 386 milhões para implantação da primeira fase do BRT Radial Leste.</p>
<p>A operação envolve recursos contratados por meio da Caixa Econômica Federal e destinados ao empreendimento.</p>
<p>O financiamento integra a estrutura financeira necessária para executar as intervenções previstas ao longo do corredor.</p>
<p>Em 28 de outubro, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> também mostrou que a Prefeitura reservou R$ 1 milhão para juros e encargos relacionados ao financiamento do BRT Radial Leste.</p>
<p>A medida financeira foi divulgada em meio a novas licitações e movimentações referentes a outros corredores da Zona Leste, como Celso Garcia e Itaquera–Líder.</p>
<p>A execução do BRT reúne, portanto, diferentes despesas: obras civis, projetos, fiscalização, sinalização, sistemas operacionais e encargos associados ao financiamento.</p>
<h3>Segunda fase até Itaquera teve prazo dos projetos prorrogado para junho de 2027</h3>
<p>O BRT Radial Leste está planejado para ir além da Penha e alcançar a região de Corinthians-Itaquera.</p>
<p>Essa continuidade corresponde ao BRT Radial Leste II, cujos estudos e projetos técnicos são acompanhados pela Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras e pela São Paulo Obras (SPObras).</p>
<p>Em agosto de 2026, a Prefeitura corrigiu o prazo dos serviços de consolidação do estudo funcional e elaboração dos projetos básico e executivo, estabelecendo a data de 30 de junho de 2027.</p>
<p>A mudança foi posteriormente formalizada por aditamento assinado em 28 de setembro e divulgado em outubro.</p>
<p>A contratação original dos serviços técnicos, firmada em setembro de 2024, tinha valor de R$ 29,55 milhões e prazo inicialmente previsto de nove meses.</p>
<p>A ampliação do prazo até junho de 2027 demonstra que a segunda etapa continua em preparação técnica enquanto os serviços de construção da primeira seguem em execução.</p>
<p>O planejamento municipal também prevê integração com outros eixos de transporte da Zona Leste, especialmente o BRT Aricanduva.</p>
<p>A proposta é formar uma rede estruturada de corredores, permitindo deslocamentos entre bairros e conexões com o metrô e outros serviços de ônibus.</p>
<h3>Histórico: dos primeiros estudos em 2018 à promessa de entrega em 2026</h3>
<p>O BRT Radial Leste faz parte de um planejamento que atravessa diferentes administrações municipais.</p>
<p>Em 2018, houve chamamento para estudos relacionados à implantação de um sistema de ônibus de alta capacidade na Radial Leste.</p>
<p>Em dezembro de 2022, a SPObras lançou a licitação para execução das obras da primeira fase.</p>
<p>Em julho de 2023, foi publicada a licitação dos estudos e projetos da segunda etapa.</p>
<p>Durante 2024, ocorreram contratações relacionadas à implantação do primeiro lote e ao desenvolvimento técnico da continuidade até Itaquera.</p>
<p>Em agosto daquele ano, a administração municipal formalizou o contrato de R$ 108,8 milhões do primeiro lote e estabeleceu prazo de execução até fevereiro de 2026.</p>
<p>Em janeiro de 2025, ao divulgar novas intervenções na avenida, a Prefeitura reiterou a expectativa de entrega naquele prazo.</p>
<p>Já em 2026, o empreendimento registrou novas contratações, liberações financeiras, ordens de início, prorrogações de serviços técnicos e mudanças na circulação de veículos.</p>
<p>O Programa de Metas 2025–2028 da Prefeitura prevê colocar a primeira fase em operação e iniciar as obras da segunda etapa até o fim do período.</p>
<p>Em 23 de outubro de 2026, uma reunião do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT), com participação prevista da SPObras e da SPTrans, colocou na pauta o andamento das obras, os impactos ambientais, as intervenções urbanas e a integração do BRT com outros transportes.</p>
<p>A formalização do contrato da CET, nesta quinta-feira, acrescenta uma nova etapa de organização técnica ao empreendimento.</p>
<p>Para a população que depende do transporte coletivo na Zona Leste, a principal expectativa permanece associada à entrega de um sistema que proporcione viagens mais rápidas, acessíveis e regulares.</p>
<p>A comparação entre as promessas anteriores, os prazos atuais e a execução dos contratos mostra que o desafio envolve não apenas construir as estações e as pistas exclusivas, mas também concluir a infraestrutura e preparar todos os sistemas necessários para o BRT funcionar de maneira integrada.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Polícia prende seis falsos motoristas de aplicativo suspeitos de extorquir passageiros na Rodoviária da Barra Funda, em SP; veja como evitar golpes</title>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 11:31:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Criminosos abordavam viajantes, combinavam um preço e depois exigiam até o triplo do valor, com ameaças e retenção de bagagens; operação recuperou pertences de passageiro estrangeiro e apreendeu seis veículos, celulares e máquinas de cartão ADAMO BAZANI Seis pessoas foram presas pela Polícia Civil de São Paulo, suspeitas de integrar um esquema de extorsão contra [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-29-at-07-27-11.webp?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-29-at-07-27-11.webp?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-29-at-07-27-11.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-29-at-07-27-11.webp?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-29-at-07-27-11.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-29-at-07-27-11.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-29-at-07-27-11.webp?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Criminosos abordavam viajantes, combinavam um preço e depois exigiam até o triplo do valor, com ameaças e retenção de bagagens; operação recuperou pertences de passageiro estrangeiro e apreendeu seis veículos, celulares e máquinas de cartão</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Seis pessoas foram presas pela Polícia Civil de São Paulo, suspeitas de integrar um esquema de extorsão contra passageiros que desembarcavam no Terminal Rodoviário da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista. Os investigados se apresentavam como motoristas de aplicativo, ofereciam transporte diretamente aos viajantes e combinavam um preço inicial pela corrida, mas, durante ou ao final do trajeto, exigiam pagamentos adicionais que poderiam elevar o valor a duas ou três vezes o previsto. Segundo a investigação, as cobranças eram acompanhadas, em alguns casos, de ameaças, intimidações e até impedimento temporário de os passageiros deixarem os veículos.</p>
<p>A operação, denominada Caronte, foi realizada na quarta-feira, 28 de outubro de 2026, após aproximadamente três meses de investigações conduzidas pela Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur). Além das seis prisões, a ação resultou na apreensão de veículos, celulares e máquinas de cartão. Os policiais também recuperaram as bagagens de um passageiro estrangeiro que havia tido seus pertences retidos por um dos suspeitos. O caso chama atenção para os riscos enfrentados por usuários de rodoviárias, aeroportos e estações de transporte coletivo que aceitam ofertas de corridas feitas fora dos aplicativos oficiais ou dos serviços de transporte devidamente autorizados.</p>
<p>As informações foram divulgadas pela Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) nesta quinta-feira, 29 de outubro.</p>
<p>A investigação identificou um método de atuação no qual os suspeitos abordavam passageiros nas proximidades da rodoviária e ofereciam viagens que aparentavam ser realizadas por aplicativos de transporte.</p>
<p>O valor era combinado inicialmente com o passageiro, mas os investigados utilizavam uma ferramenta externa às plataformas oficiais para calcular a cobrança.</p>
<p>Ao chegar ao destino, os suspeitos alegavam que o trajeto havia sido mais longo ou que o tempo de deslocamento justificava um pagamento adicional.</p>
<p>Em determinadas situações, as exigências eram acompanhadas de ameaças e intimidações. Segundo a polícia, houve casos em que passageiros foram impedidos temporariamente de sair do automóvel enquanto os suspeitos tentavam obter o dinheiro.</p>
<p>A utilização de ferramentas externas para calcular o preço também dificultava a conferência dos valores pelos passageiros, que não tinham o registro regular da viagem em um aplicativo de transporte.</p>
<h3>Passageiro africano teve malas retidas após cobrança de R$ 500</h3>
<p>Um dos episódios investigados envolveu um homem natural do Togo, país da África Ocidental, que teve suas bagagens retidas após uma corrida realizada em março de 2026.</p>
<p>De acordo com a Polícia Civil, o passageiro se recusou a pagar aproximadamente R$ 500 exigidos pelo motorista.</p>
<p>Um dos investigados teria retido as malas como forma de pressionar a vítima a realizar o pagamento.</p>
<p>Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, os policiais localizaram os pertences e documentos relacionados ao passageiro.</p>
<p>A vítima estava em situação de rua quando os objetos foram recuperados.</p>
<p>Segundo a investigação, um dos suspeitos admitiu ter retido as bagagens para pressionar o estrangeiro a pagar a quantia exigida.</p>
<p>Todos os pertences foram devolvidos ao proprietário.</p>
<p>O delegado divisionário da Deatur destacou a importância da recuperação dos objetos, especialmente diante da situação de vulnerabilidade da vítima.</p>
<p>“Conseguimos localizar e devolver todos os pertences a uma pessoa que estava em uma situação muito delicada. É um resultado que mostra a importância do trabalho policial não apenas na investigação dos crimes, mas também na proteção das vítimas”, afirmou.</p>
<h3>Seis veículos foram apreendidos e polícia procura outras possíveis vítimas</h3>
<p>Durante a Operação Caronte, seis suspeitos foram presos em flagrante por suspeita de extorsão e associação criminosa.</p>
<p>Um dos investigados também era alvo de um mandado de prisão temporária, que foi cumprido pelos policiais.</p>
<p>Além dos celulares e das máquinas de cartão encontrados durante as diligências, seis veículos relacionados aos investigados foram apreendidos administrativamente pelo Departamento de Transportes Públicos (DTP), órgão municipal que participou da ação.</p>
<p>Os equipamentos apreendidos poderão contribuir para a apuração das cobranças realizadas e para a identificação de outras possíveis vítimas, conforme o andamento das investigações.</p>
<p>A Polícia Civil prossegue com a análise da participação dos envolvidos nos episódios investigados.</p>
<p>A operação também reforça a importância da fiscalização de veículos que realizam transporte remunerado de passageiros nas proximidades de grandes terminais.</p>
<p>A Rodoviária da Barra Funda é um importante ponto de conexão entre viagens de ônibus rodoviários, transporte urbano e serviços ferroviários na cidade de São Paulo.</p>
<p>O complexo tem integração com o Metrô e com os trens metropolitanos, além de receber passageiros que chegam à capital vindos de outras cidades e estados.</p>
<p>Quem desembarca com malas, especialmente após viagens longas ou durante a noite, pode estar mais vulnerável a abordagens de pessoas que oferecem transporte imediato até hotéis, residências, aeroportos ou outros destinos.</p>
<p>O problema não deve ser confundido com a atividade regular dos motoristas de aplicativo e dos taxistas autorizados, que prestam serviços legalmente e também são prejudicados pela atuação de pessoas que utilizam indevidamente a identificação dessas categorias profissionais.</p>
<h3>Golpes semelhantes também foram investigados no Aeroporto de Guarulhos</h3>
<p>A investigação da Barra Funda ocorre meses depois de outra operação policial contra suspeitos de extorquir passageiros na região do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>
<p>Em junho de 2026, a Polícia Civil realizou a Operação Rapere, direcionada a um grupo conhecido pela atuação de pessoas que abordavam viajantes oferecendo falsas corridas de aplicativo ou táxi.</p>
<p>Os suspeitos, chamados de “arrastadores”, atuavam principalmente nas áreas de desembarque e, segundo a investigação, exigiam pagamentos superiores aos inicialmente combinados.</p>
<p>Na primeira fase da operação, realizada em 19 de junho, três suspeitos foram presos temporariamente.</p>
<p>As investigações tiveram como ponto de partida a análise de aproximadamente 30 boletins de ocorrência relacionados a situações semelhantes.</p>
<p>Entre as vítimas identificadas estavam passageiros de outros estados e estrangeiros.</p>
<p>Em 26 de junho, a Polícia Civil prendeu outro investigado, apontado como líder do grupo que atuava no aeroporto.</p>
<p>A apuração sobre os suspeitos do aeroporto envolveu possíveis crimes de extorsão, estelionato e associação criminosa.</p>
<p>Embora sejam investigações distintas, os casos da Barra Funda e de Guarulhos apresentam uma característica semelhante: a abordagem de passageiros em locais de grande movimento, com oferta de transporte fora dos procedimentos regulares de contratação.</p>
<p>A prática também provoca prejuízos à confiança dos usuários nos serviços de transporte individual, especialmente quando os suspeitos se apresentam falsamente como profissionais vinculados a plataformas conhecidas.</p>
<h3>Veja os cuidados para evitar golpes ao sair de rodoviárias, aeroportos e estações</h3>
<p>A Polícia Civil orienta os passageiros a desconfiar de ofertas de transporte feitas por pessoas que se apresentam como motoristas de aplicativo fora dos canais oficiais.</p>
<p>Alguns procedimentos simples podem reduzir a exposição a golpes e facilitar o pedido de ajuda em situações suspeitas.</p>
<p><strong>1. Solicite a corrida diretamente pelo aplicativo oficial.</strong></p>
<p>Não aceite propostas de pessoas que abordam passageiros nas plataformas, nos saguões ou nas calçadas oferecendo corridas supostamente vinculadas a aplicativos. A viagem deve aparecer no aplicativo instalado no celular do passageiro.</p>
<p><strong>2. Confira a placa, o modelo do automóvel e a identificação do motorista.</strong></p>
<p>Antes de embarcar, compare as informações exibidas na plataforma com as características do veículo e os dados do condutor. Se houver divergência, não entre no carro e comunique o problema pelo aplicativo.</p>
<p><strong>3. Não aceite trocar a corrida por um acordo particular.</strong></p>
<p>Desconfie de motoristas que solicitam o cancelamento da viagem no aplicativo para receber o pagamento diretamente, alegando economia, problemas no sistema ou vantagens financeiras. Fora da plataforma, o passageiro pode perder recursos de acompanhamento e registro da corrida.</p>
<p><strong>4. Confira o valor antes de embarcar.</strong></p>
<p>Verifique a estimativa ou o preço apresentado pelo aplicativo, bem como a modalidade de cobrança. Em viagens contratadas por plataformas, eventuais alterações devem seguir as regras do próprio serviço. Não aceite cobranças arbitrárias determinadas por ferramentas externas utilizadas pelo motorista.</p>
<p><strong>5. Tenha atenção às máquinas de cartão e aos pagamentos por Pix.</strong></p>
<p>Antes de confirmar um pagamento, confira o valor exibido na máquina ou na tela do celular. Em operações por Pix, verifique também os dados do destinatário. Desconfie quando o motorista alegar falha no pagamento e solicitar repetidas transações sem comprovação.</p>
<p><strong>6. Compartilhe os dados da viagem com alguém de confiança.</strong></p>
<p>Quando disponível, utilize o recurso de compartilhamento do trajeto oferecido pelo aplicativo. O acompanhamento permite que outra pessoa tenha informações sobre a viagem e sua localização.</p>
<p><strong>7. Não entregue malas, documentos ou celular a desconhecidos.</strong></p>
<p>Evite deixar bagagens com pessoas que oferecem transporte sem identificação. Antes de colocar malas no porta-malas, confirme que o veículo e o motorista correspondem à corrida solicitada. Mantenha documentos e objetos essenciais sob seu controle.</p>
<p><strong>8. Utilize os pontos de embarque indicados pelas plataformas.</strong></p>
<p>Grandes terminais e aeroportos podem ter áreas específicas destinadas ao embarque de passageiros de aplicativos. Siga as orientações de sinalização e dos canais oficiais do serviço contratado.</p>
<p><strong>9. Se optar por táxi, procure veículos e serviços autorizados.</strong></p>
<p>A contratação de táxis em pontos regulamentados é uma alternativa para quem não pretende utilizar aplicativos. Antes da viagem, confira as condições de cobrança e a identificação do veículo.</p>
<p><strong>10. Diante de ameaças, priorize sua integridade física.</strong></p>
<p>Se houver intimidação ou impedimento de sair do automóvel, evite confrontos que possam aumentar o risco. Procure ajuda policial assim que for possível fazê-lo com segurança. Em situações de emergência, a Polícia Militar pode ser acionada pelo telefone 190.</p>
<h3>O que fazer se for vítima de uma cobrança abusiva ou extorsão</h3>
<p>O passageiro que sofrer ameaças, retenção de bagagens ou exigências de pagamento mediante intimidação deve procurar a polícia e registrar um boletim de ocorrência.</p>
<p>Sempre que possível, é importante preservar informações que possam ajudar na investigação, como placa do veículo, características do automóvel, nome utilizado pelo motorista, mensagens, comprovantes de pagamento, horários e locais de embarque e desembarque.</p>
<p>Também é recomendável guardar capturas de tela de aplicativos, registros de transferências bancárias e informações sobre as contas que receberam pagamentos.</p>
<p>Caso a corrida tenha sido solicitada por uma plataforma oficial, o passageiro deve comunicar o episódio ao serviço e preservar o registro da viagem.</p>
<p>Em situações que envolvam turistas ou estrangeiros, a Delegacia de Atendimento ao Turista também pode ser procurada.</p>
<p>É importante distinguir uma divergência comercial de tarifa de uma situação de extorsão. Cobranças indevidas devem ser contestadas, mas ameaças, intimidações e retenção de pessoas ou pertences exigem atenção policial.</p>
<p>A Operação Caronte evidencia um risco que vai além do valor cobrado por uma corrida. Ao utilizar a necessidade de deslocamento dos passageiros para praticar crimes, os investigados colocavam em risco a segurança de pessoas que dependem de conexões entre ônibus, metrô, trens e transporte individual.</p>
<p>Para os usuários, a principal recomendação é contratar o transporte por meios regulares, conferir as informações antes do embarque e recusar abordagens de desconhecidos que prometem corridas por aplicativo sem que a solicitação esteja efetivamente registrada na plataforma.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Janela da ANTT: empresas terão 48 horas para decidir se assumem mercados de ônibus e podem perder dinheiro e autorizações mesmo depois de vencer lances, alerta especialista</title>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 11:01:45 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Em entrevista a Adamo Bazani, advogado Ilo Löbel da Luz detalha os riscos financeiros e operacionais da disputa, explica por que os mercados precisam ser rentáveis individualmente e projeta que parte das novas operações poderá começar somente em 2027 ou 2028; decisões judiciais envolvendo Amarelinho, Catedral e Progresso modificaram milhares de classificações ADAMO BAZANI As [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="698" height="479" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/orogrssso.jpg?fit=698%2C479&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/orogrssso.jpg?w=698&amp;ssl=1 698w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/orogrssso.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/orogrssso.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/orogrssso.jpg?resize=400%2C274&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 698px) 100vw, 698px" /> <div><em>Em entrevista a Adamo Bazani, advogado Ilo Löbel da Luz detalha os riscos financeiros e operacionais da disputa, explica por que os mercados precisam ser rentáveis individualmente e projeta que parte das novas operações poderá começar somente em 2027 ou 2028; decisões judiciais envolvendo Amarelinho, Catedral e Progresso modificaram milhares de classificações</em></div>
<div>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>As transportadoras que participam da primeira Janela Extraordinária da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) poderão vencer os lances para operar novas ligações interestaduais de ônibus e, mesmo assim, perder os mercados conquistados, os valores pagos e até o direito de participar da próxima seleção. Isso porque a classificação das propostas financeiras será apenas uma das etapas do procedimento. Após receberem a convocação, as empresas terão somente 48 horas, sem possibilidade de prorrogação, para confirmar se realmente pretendem assumir cada mercado. A partir dessa decisão, passam a existir obrigações financeiras, documentais e operacionais que podem se estender por meses, enquanto a receita com a venda de passagens poderá começar somente em meados de 2027.</p>
<p>O alerta é do advogado Ilo Löbel da Luz, especialista em regulação da ANTT para o transporte rodoviário interestadual de passageiros, em análise apresentada ao jornalista Adamo Bazani, do Diário do Transporte. O especialista chama atenção para um aspecto que considera decisivo: não basta oferecer o maior valor para conseguir operar. É necessário verificar antecipadamente se cada mercado é economicamente viável, se a transportadora dispõe de recursos para pagar os lances, se conseguirá cumprir as exigências do Termo de Autorização de Serviços Regulares (TAR) e se terá estrutura para iniciar o atendimento dentro dos prazos regulamentares. A avaliação ocorre após decisões judiciais envolvendo a Viação Amarelinho, a Viação Catedral e a Empresa Auto Viação Progresso provocarem mudanças em 4.838 classificações de solicitações, levando a ANTT a prorrogar o encerramento dos lances para 13 de novembro de 2026.</p>
<p>“O lance define a posição, não o resultado”, afirma Ilo.</p>
<p>A frase sintetiza uma das principais preocupações do advogado: a diferença entre aparecer em primeiro lugar na classificação e efetivamente colocar ônibus para transportar passageiros.</p>
<p>Segundo ele, o procedimento não termina com a divulgação dos vencedores. Há uma sequência de confirmações, pagamentos, emissão de documentos e cumprimento de exigências operacionais que poderá alterar a relação final das transportadoras autorizadas.</p>
<p>“O que decide quem opera vem depois, nas 48 horas da convocação”, explica.</p>
<h3>Confirmar o mercado significa assumir uma obrigação financeira, e não apenas reservar uma oportunidade</h3>
<p>A ANTT deverá organizar as propostas apresentadas até 13 de novembro de acordo com os valores oferecidos em cada mercado, do maior para o menor lance. Nos casos de empate, haverá sorteio.</p>
<p>Nos mercados monopolistas, que já possuem uma transportadora reconhecida pela agência, haverá uma vaga adicional. Nos mercados desatendidos, serão duas vagas.</p>
<p>As empresas que ficarem fora dessas posições poderão ser convocadas posteriormente como substitutas, caso alguma transportadora classificada à frente desista ou não consiga cumprir as exigências.</p>
<p>Para Ilo, a decisão de confirmar ou não um mercado precisa estar definida antes da convocação oficial.</p>
<p>“A decisão mais importante de todo o processo cabe em 48 horas.”</p>
<p>O advogado explica que esse período começa a contar a partir do recebimento da convocação e não poderá ser prorrogado.</p>
<p>Se a empresa decidir não confirmar a intenção de assumir determinado mercado, perderá apenas aquela oportunidade. Não terá de pagar o lance, não sofrerá punição por essa desistência e poderá continuar normalmente nos outros mercados em que participa.</p>
<p>A situação muda completamente se confirmar.</p>
<p>“Quem não confirma perde apenas aquele mercado, não paga nada, não sofre punição e segue normalmente nos demais. Quem confirma assume uma dívida: a guia com o valor do lance chega em seguida e precisa ser paga em cinco dias úteis.”</p>
<p>Isso significa que a transportadora terá de escolher entre abandonar aquela oportunidade sem consequências financeiras decorrentes da não confirmação ou assumir formalmente os compromissos associados ao lance.</p>
<p>“Confirmar não é reservar, é comprar”, resume o especialista.</p>
<p>O valor oferecido deverá ser pago em até cinco dias úteis após a emissão da guia.</p>
<p>Caso o pagamento não seja realizado, ou seja feito em valor inferior ao devido, a empresa poderá perder o mercado, ficar impedida de participar da próxima Janela Ordinária e se sujeitar à cobrança judicial do valor.</p>
<p>Para o advogado, essas consequências precisam ser consideradas antes mesmo do registro da proposta financeira.</p>
<p>A transportadora não pode tratar a classificação favorável como uma autorização para estudar posteriormente se tem dinheiro ou interesse em operar.</p>
<p>“Em outras palavras, a confirmação não guarda o mercado para uma decisão futura. Ela compra o mercado, com pagamento imediato e obrigação de operar.”</p>
<h3>Empresa que pagar o lance ainda poderá perder o mercado e o dinheiro se não conseguir obter o TAR</h3>
<p>O risco financeiro não termina quando a transportadora quita a guia.</p>
<p>Depois do pagamento, a empresa terá 30 dias para solicitar o Termo de Autorização de Serviços Regulares, documento necessário para iniciar a prestação do serviço autorizado.</p>
<p>Segundo Ilo, perder esse prazo ou não conseguir cumprir os requisitos regulamentares poderá provocar a perda do mercado e do valor já desembolsado, além do impedimento de participação na próxima Janela Ordinária.</p>
<p>“A partir daí, cada etapa cobra o seu preço”, destaca.</p>
<p>Uma empresa pode, portanto, apresentar o maior lance, confirmar a intenção de operar e realizar o pagamento, mas não conseguir concluir a etapa documental.</p>
<p>Nesse caso, o investimento realizado poderá não produzir nenhuma receita com transporte de passageiros.</p>
<p>A exigência também representa um alerta para transportadoras que pretendem disputar muitas ligações ao mesmo tempo.</p>
<p>Quanto maior o número de mercados confirmados, maior poderá ser o volume de recursos necessário em um intervalo curto, assim como a quantidade de providências administrativas a serem cumpridas.</p>
<p>O especialista explica ainda que a emissão do TAR dará início a outra contagem.</p>
<p>“Emitido o TAR, são 30 dias para iniciar a operação, prorrogáveis uma única vez por mais 30, com o compromisso de atender o mercado por 12 meses.”</p>
<p>Isso exige que a empresa tenha condições de organizar frota, pessoal, pontos de embarque e desembarque, horários e demais estruturas necessárias à realização das viagens.</p>
<p>A transportadora que aguardar a emissão da autorização para começar a preparar a operação poderá enfrentar dificuldades para cumprir o prazo.</p>
<p>Na avaliação apresentada pelo advogado, a confirmação de um mercado deve ser uma decisão empresarial já acompanhada de planejamento financeiro e operacional concreto.</p>
<h3>Fila de substitutos terá apenas duas oportunidades de convocação e poderá deixar mercados sem nova empresa</h3>
<p>Outro ponto destacado por Ilo diz respeito às empresas que não ficarem nas primeiras posições, mas aguardarem a possibilidade de assumir mercados em caso de desistência ou descumprimento das exigências por parte das concorrentes.</p>
<p>O especialista explica que essa lista de substituição não será ilimitada.</p>
<p>“A fila de substitutos tem dois ciclos, e não existe um terceiro.”</p>
<p>No primeiro ciclo, a ANTT convocará as empresas classificadas dentro do número de vagas disponíveis. No segundo, chamará as transportadoras seguintes para substituir aquelas que não confirmarem o interesse ou não conseguirem cumprir as etapas obrigatórias.</p>
<p>O segundo ciclo ocorrerá dentro da mesma Janela Extraordinária, utilizando a classificação já publicada, sem uma nova disputa por lances.</p>
<p>“O substituto paga o próprio lance e passa pelo mesmo rito de 48 horas, guia e TAR. Só depois a agência homologa o resultado”, explica o advogado.</p>
<p>Esse procedimento poderá produzir uma diferença de vários meses entre a convocação dos primeiros classificados e a dos substitutos.</p>
<p>“Pelo encadeamento dos prazos, a chamada dos substitutos fica para o segundo trimestre de 2027, e o acesso ao sistema precisa continuar ativo até lá.”</p>
<p>A avaliação indica que empresas classificadas fora das vagas iniciais não poderão simplesmente encerrar o acompanhamento da Janela após a publicação do resultado.</p>
<p>Precisarão manter representantes disponíveis e condições administrativas para responder a uma eventual convocação, inclusive meses depois.</p>
<p>O levantamento de Ilo também demonstra como pode ser pequena a quantidade de transportadoras disponíveis para substituição.</p>
<p>“Em 51% dos monopolistas, 2.058 de 4.046 mercados, houve só dois pedidos. Nesses casos, o segundo colocado é o único substituto, e se ele também falhar o mercado fica sem operador novo.”</p>
<p>A situação significa que, nesses mercados, a desistência ou a desclassificação das duas únicas empresas participantes poderá impedir a entrada de uma nova transportadora por meio dessa seleção.</p>
<p>Nos mercados desatendidos, o cenário é diferente, porque existem duas vagas.</p>
<p>“Nos desatendidos, 72% dos mercados, 942 de 1.318, tiveram três pedidos para duas vagas. O terceiro colocado depende de uma única falha entre os dois contemplados, e a chance dele é concreta.”</p>
<p>O advogado ressalta, entretanto, que essas quantidades representam pedidos registrados e não necessariamente lances efetivamente apresentados.</p>
<p>Uma empresa pode solicitar determinado mercado e depois não participar da disputa financeira.</p>
<p>“Onde houve só dois pedidos e apenas uma empresa registrar lance, ela leva o mercado sem que exista substituto.”</p>
<p>Por outro lado, em um mercado monopolista com três interessados que apresentem lances, o terceiro colocado somente chegará à vaga se os dois participantes classificados à sua frente não conseguirem concluí-la.</p>
<p>Para os passageiros, a principal consequência é que uma ligação considerada apta a receber outra transportadora poderá continuar sem uma nova opção, mesmo depois da realização do procedimento seletivo.</p>
<p>A existência de pedidos e a publicação de classificações não asseguram, isoladamente, a implantação dos serviços.</p>
<h3>O maior risco pode estar nos mercados que só são rentáveis quando operados em conjunto</h3>
<p>Ilo considera que um dos problemas menos percebidos pelas empresas está na relação entre os mercados individuais e a organização das linhas de ônibus.</p>
<p>Uma linha interestadual pode atender diferentes pares de cidades, permitindo que a transportadora comercialize passagens entre vários pontos do itinerário.</p>
<p>Em determinadas situações, a receita obtida em um único mercado não é suficiente para justificar a operação. A viabilidade econômica depende da combinação de passageiros de diversas origens e destinos.</p>
<p>O advogado apresenta um exemplo.</p>
<p>“Imagine uma empresa que ficou em primeiro lugar em dois mercados e em segundo em outros dois. Juntos, os quatro formam uma linha viável. Separados, não fecham a conta.”</p>
<p>O problema, segundo ele, é que o regulamento não permite que a transportadora confirme os quatro mercados como um conjunto indivisível, condicionando a aceitação de uns à conquista dos outros.</p>
<p>“Não existe confirmação em pacote. Cada mercado é decidido isoladamente, e a empresa não pode condicionar um ao outro.”</p>
<p>Assim, uma transportadora que obtenha a primeira colocação em dois mercados terá de decidir se os confirma dentro das 48 horas, mesmo sem saber se conseguirá os outros dois de que necessita.</p>
<p>O risco se amplia porque os mercados complementares poderão depender de desistências no segundo ciclo de convocação.</p>
<p>Quando essa segunda oportunidade aparecer, a empresa já poderá ter pago os primeiros lances e assumido obrigações relacionadas à implantação dos serviços.</p>
<p>O exemplo demonstra por que uma transportadora pode vencer uma disputa e, ainda assim, não ter condições econômicas de aproveitar integralmente o resultado.</p>
<p>O advogado resume essa diferença entre o interesse comercial e a realidade do procedimento:</p>
<p>“Além disso, o tempo joga contra: a decisão sobre os mercados em que ficou em primeiro vem nas 48 horas do primeiro ciclo, enquanto o complemento, se vier, chega meses depois, no segundo ciclo.”</p>
<p>A orientação de Ilo é que as empresas não incluam em seu planejamento, como receita garantida, mercados que dependam de uma futura substituição.</p>
<p>“Todo mercado confirmado precisa se pagar sozinho. O complemento é ganho possível, nunca premissa do plano de negócio.”</p>
<p>A questão também é relevante para a discussão sobre a qualidade e a continuidade dos serviços interestaduais.</p>
<p>A abertura de novos mercados poderá ampliar a concorrência, mas o resultado dependerá da capacidade das empresas de organizar operações economicamente sustentáveis.</p>
<p>Uma autorização que não se converta em viagens regulares não representa ampliação efetiva da oferta para a população.</p>
<h3>Quando os ônibus começarão a circular? Advogado prevê maior parte das novas operações para meados de 2027</h3>
<p>Apesar do encerramento dos lances estar previsto para 13 de novembro de 2026, Ilo avalia que o início de grande parte das novas operações não deverá ocorrer ainda neste ano.</p>
<p>O especialista considera os prazos de classificação, convocação, pagamento dos valores, apresentação dos pedidos de TAR, análise administrativa e organização operacional.</p>
<p>“A pergunta que pouca gente faz é justamente a que define o retorno do investimento.”</p>
<p>Na projeção apresentada pelo advogado, a publicação da classificação deverá ocorrer entre novembro e dezembro de 2026.</p>
<p>O primeiro ciclo de convocações e os pagamentos das guias poderão acontecer entre dezembro e janeiro.</p>
<p>Os pedidos de TAR deverão se concentrar até fevereiro de 2027, enquanto as análises e emissões dos termos poderão se estender entre março e junho.</p>
<p>Nesse cenário, as operações dos primeiros contemplados começariam principalmente em meados de 2027.</p>
<p>Para as transportadoras convocadas como substitutas, a implantação dos serviços poderá ocorrer somente no fim de 2027 ou ao longo de 2028.</p>
<p>“Tomando os prazos máximos como referência, o calendário fica assim: fim dos lances em 13 de novembro; classificação publicada entre novembro e dezembro; primeiro ciclo de convocação e pagamento das guias entre dezembro e janeiro; pedidos de TAR até fevereiro de 2027; análise e emissão dos termos entre março e junho; e início das operações em meados de 2027.”</p>
<p>Ele acrescenta:</p>
<p>“Os substitutos só começam a operar entre o fim de 2027 e 2028.”</p>
<p>O calendário é uma estimativa do especialista, baseada no encadeamento das etapas e em hipóteses sobre o tempo de processamento administrativo. Não representa datas definitivas anunciadas pela ANTT para a publicação das autorizações ou para o início das viagens.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Etapa</th>
<th>Projeção de Ilo Löbel da Luz</th>
</tr>
<tr>
<td>Encerramento dos lances</td>
<td>13 de novembro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Classificação dos participantes</td>
<td>Novembro a dezembro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Primeira convocação e pagamento</td>
<td>Dezembro de 2026 a janeiro de 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Apresentação dos pedidos de TAR</td>
<td>Até fevereiro de 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Análise e emissão dos termos</td>
<td>Março a junho de 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Início de operações dos primeiros contemplados</td>
<td>Meados de 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Início de operações dos substitutos</td>
<td>Final de 2027 a 2028</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Fonte: projeção apresentada por Ilo Löbel da Luz em artigo sobre a primeira Janela Extraordinária.</p>
<p>O advogado aponta três fatores que podem interferir no calendário.</p>
<p>O primeiro é a ausência de prazo fixo para a conclusão de determinadas etapas de classificação e análise do TAR.</p>
<p>O segundo está no volume de solicitações que poderá chegar à agência em um intervalo relativamente curto.</p>
<p>O terceiro envolve a necessidade de preparar a operação antes da emissão definitiva da autorização.</p>
<p>“Qualquer exigência devolve o processo para a empresa e consome semanas na fila”, observa.</p>
<p>O especialista também chama atenção para o prazo de início da operação depois da emissão do TAR.</p>
<p>“São apenas 30 dias, prorrogáveis uma vez, para colocar a operação na rua, o que exige frota, pontos de embarque e esquema operacional prontos antes, porque é isso que a fiscalização vai verificar.”</p>
<p>Dessa forma, a transportadora precisa equilibrar dois riscos: preparar uma operação antes de ter certeza sobre a autorização e, ao mesmo tempo, não deixar a organização para tão tarde que se torne impossível cumprir o prazo de início.</p>
<h3>Empresas contempladas diretamente também terão calendários diferentes</h3>
<p>As diferenças entre os mercados submetidos a lances e aqueles classificados para contemplação direta também aparecem no estudo apresentado por Ilo.</p>
<p>Segundo ele, parte das empresas que não precisam disputar as vagas poderá iniciar as operações antes dos participantes do processo seletivo.</p>
<p>Há, entretanto, uma distinção entre as empresas que já apresentaram solicitações de TAR e aquelas que ainda precisarão cumprir essa etapa.</p>
<p>“Quem foi contemplado sem disputa segue o mesmo calendário, com uma exceção.”</p>
<p>O advogado se refere às transportadoras que solicitaram TAR para mercados desatendidos até 10 de julho de 2026, prazo estabelecido pelo Comunicado SUPAS nº 43.</p>
<p>Para esse grupo, a previsão utilizada no estudo é de publicação das autorizações até o fim de novembro de 2026, com possibilidade de operação entre dezembro e janeiro.</p>
<p>Já os mercados monopolistas contemplados por essas empresas dependerão da confirmação na convocação e da alteração dos termos de autorização.</p>
<p>Nessa situação, Ilo projeta que o atendimento poderá começar em meados de 2027.</p>
<p>O especialista explica ainda a condição das transportadoras que não apresentaram pedidos até 10 de julho.</p>
<p>“Já quem não pediu nada até 10 de julho confirma todos os mercados na convocação, faz um único pedido de TAR em até 30 dias e também opera em meados de 2027.”</p>
<p>Para essas empresas, a ausência da disputa por lances não elimina as demais etapas administrativas.</p>
<p>“Sem lance e sem fila, o único tempo a ganhar é protocolar o pedido no primeiro dia.”</p>
<p>A diferença ganha importância diante das alterações anunciadas pela ANTT em 23 de outubro.</p>
<p>Conforme mostrou o Diário do Transporte, a retirada de 4.301 solicitações da Viação Amarelinho, após a discussão judicial relacionada ao pagamento dos emolumentos, permitiu que 239 solicitações de 56 transportadoras, distribuídas por 133 mercados, deixassem o processo seletivo e passassem à possibilidade de contemplação direta.</p>
<p>Por outro lado, a reinclusão de 212 solicitações da Viação Catedral, nome comercial da Kandango Transportes e Turismo Ltda. – EPP, fez com que 52 pedidos de outras 12 empresas passassem da contemplação direta para a necessidade de lances.</p>
<p>O bloqueio de 17 mercados relacionado à Empresa Auto Viação Progresso atingiu outras 34 solicitações de dez empresas.</p>
<p>Esses movimentos modificam as condições de ingresso das transportadoras, mas não representam automaticamente a emissão de autorizações nem o início de novas viagens.</p>
<p>O calendário aplicável a cada empresa dependerá da classificação final de seus pedidos e das etapas administrativas que ainda deverá cumprir.</p>
<h3>O lance pode ser alterado depois de registrado? Especialista aponta dúvida nas regras e recomenda cautela</h3>
<p>Outra preocupação apresentada por Ilo está no próprio funcionamento da etapa de registro das propostas financeiras.</p>
<p>Segundo o advogado, as regras da Janela Extraordinária não esclarecem expressamente se uma empresa poderá modificar o valor de um lance depois de registrá-lo.</p>
<p>“Há uma lacuna que merece atenção das diretorias. As regras da Janela não dizem se o lance pode ser alterado depois de gravado.”</p>
<p>Na fase anterior, destinada aos pedidos de mercados, foi considerado o último registro realizado dentro do período previsto.</p>
<p>Isso, entretanto, não assegura que a mesma possibilidade esteja disponível na apresentação das propostas financeiras.</p>
<p>O sistema utiliza lances fechados, sem que uma empresa possa consultar previamente o valor apresentado por outra transportadora para o mesmo mercado.</p>
<p>Diante dessa característica, Ilo recomenda evitar decisões improvisadas ou a utilização de eventuais alterações de registro como estratégia de competição.</p>
<p>“Como não existe garantia por escrito, a conduta segura é gravar apenas o valor aprovado pela direção, guardar capturas de tela datadas e não deixar o registro para o último dia.”</p>
<p>O advogado acrescenta que eventuais ajustes devem ser tratados com cautela.</p>
<p>“O ajuste de valor serve para corrigir erro, não para estratégia de última hora.”</p>
<p>A recomendação também envolve manter representantes legais disponíveis e submeter dúvidas regulatórias formalmente à ANTT.</p>
<p>Isso pode reduzir o risco de uma transportadora descobrir uma dificuldade de interpretação somente depois de apresentar seus valores ou receber uma convocação.</p>
<h3>Empresas poderão pagar os lances meses antes de receber a primeira passagem</h3>
<p>O intervalo entre a conquista administrativa de um mercado e o início efetivo do atendimento também afeta o planejamento financeiro das transportadoras.</p>
<p>Na estimativa apresentada pelo especialista, uma empresa poderá pagar os lances no início de 2027 e somente começar a vender passagens nos novos mercados meses depois.</p>
<p>Durante esse período, ainda precisará organizar as condições necessárias à prestação do serviço.</p>
<p>Isso significa que o valor desembolsado na disputa não será necessariamente acompanhado de entrada imediata de receita.</p>
<p>“Para o caixa das empresas, o descompasso é evidente: o pagamento do lance sai no início de 2027, e a receita só aparece a partir do meio do ano.”</p>
<p>O advogado ressalta que essa diferença precisa fazer parte da análise econômica das transportadoras.</p>
<p>“Esse intervalo precisa entrar no preço oferecido.”</p>
<p>O cálculo envolve a capacidade financeira da empresa para suportar o período anterior ao início das viagens, além da necessidade de recursos para a implantação dos serviços.</p>
<p>Também deve considerar que determinados mercados poderão não ser conquistados, mesmo quando a transportadora tiver estruturado uma proposta baseada em diferentes ligações.</p>
<p>Assim, valores elevados podem aumentar as chances de classificação, mas também ampliar o comprometimento financeiro antes da obtenção de receita.</p>
<p>Essa análise é particularmente relevante em um procedimento que envolve milhares de mercados e permite que uma mesma transportadora apresente pedidos para diferentes ligações.</p>
<p>A capacidade de arcar com vários pagamentos em um período curto pode se tornar tão importante quanto a capacidade de competir pelos primeiros lugares.</p>
<h3>Decisões judiciais já modificaram 4.838 classificações e mostram que a disputa vai além dos lances</h3>
<p>A primeira Janela Extraordinária foi aberta no âmbito da Resolução ANTT nº 6.033, de dezembro de 2023, que reorganizou regras do transporte rodoviário interestadual de passageiros.</p>
<p>O procedimento começou em 2024 e passou por sucessivas etapas de classificação de mercados e análise de solicitações.</p>
<p>Em julho de 2026, foi suspenso após uma medida cautelar do Supremo Tribunal Federal, no âmbito da Reclamação nº 86.498.</p>
<p>A suspensão foi posteriormente reconsiderada, permitindo que a ANTT retomasse o procedimento em setembro.</p>
<p>Inicialmente, o calendário previa lances de 26 de outubro a 6 de novembro.</p>
<p>Entretanto, o cumprimento de determinações judiciais envolvendo Amarelinho, Catedral e Progresso levou à divulgação de novas planilhas e à extensão do prazo final para 13 de novembro.</p>
<p>Como revelou em primeira mão o Diário do Transporte, em 24 de outubro, o reprocessamento modificou 4.838 classificações de solicitações.</p>
<p>Na reportagem publicada nesta quarta-feira, 28 de outubro, o jornal também identificou os efeitos indiretos sobre empresas concorrentes.</p>
<p>As decisões atingiram 325 solicitações de transportadoras que não eram protagonistas dos respectivos processos judiciais.</p>
<p>O episódio mostra como alterações na situação de uma única empresa podem interferir nas oportunidades comerciais de diversas outras.</p>
<p>Além disso, as mudanças ocorreram em um procedimento cuja concentração de mercados já havia sido identificada em levantamento exclusivo do Diário do Transporte.</p>
<p>Em setembro, uma análise conduzida pelo jornalista Adamo Bazani, com consultoria da advogada Liana Variani, especialista em direito empresarial, identificou que dez empresas apareciam em 21.902 dos 41.832 mercados distintos então classificados para contemplação direta, o equivalente a 52,4% do total.</p>
<p>O arquivamento de milhares de pedidos da Amarelinho alterou a composição daquele levantamento e reforçou a necessidade de acompanhar a distribuição das novas contemplações.</p>
<p>Também será necessário observar quantas empresas efetivamente apresentarão lances, quais conseguirão cumprir as exigências posteriores e em quantos mercados haverá ampliação real dos serviços.</p>
<h3>O resultado para os passageiros dependerá de quantos mercados vão se transformar em viagens</h3>
<p>Para a população, a diferença entre a classificação de empresas e o início efetivo das operações poderá significar meses de espera até a disponibilização de novos horários e alternativas de transporte.</p>
<p>Nos mercados monopolistas, a expectativa é permitir o ingresso de outra transportadora, ampliando as possibilidades de escolha entre empresas.</p>
<p>Nos mercados desatendidos, a abertura poderá viabilizar serviços regulares em ligações que não possuem atendimento reconhecido pela ANTT nessa classificação.</p>
<p>Entretanto, o resultado final dependerá da quantidade de empresas que confirmarem suas vagas, realizarem os pagamentos, obtiverem os termos de autorização e conseguirem iniciar as operações dentro dos prazos.</p>
<p>O estudo de Ilo demonstra que a etapa posterior à disputa poderá ser tão determinante quanto a competição financeira.</p>
<p>Uma transportadora poderá apresentar o maior lance e não confirmar o mercado. Outra poderá confirmar e não conseguir pagar. Uma terceira poderá pagar, mas não concluir as exigências necessárias à autorização.</p>
<p>Também haverá mercados em que a desistência dos primeiros classificados poderá abrir espaço para empresas substitutas, com impacto sobre o calendário de implantação das viagens.</p>
<p>Na avaliação do advogado, esses riscos reforçam a importância do planejamento anterior à convocação.</p>
<p>“A Janela Extraordinária premia menos quem oferece o maior valor e mais quem chega à convocação sabendo quais mercados se sustentam sozinhos.”</p>
<p>Para isso, segundo o especialista, as empresas precisam manter representantes legais disponíveis, preparar antecipadamente os documentos necessários, definir quais mercados poderão assumir e esclarecer formalmente eventuais dúvidas sobre as regras.</p>
<p>A decisão de participar da seleção, portanto, não deve se limitar à definição de quanto oferecer em cada lance.</p>
<p>É necessário avaliar quais mercados podem ser operados individualmente, quanto tempo será necessário para iniciar os serviços e como suportar financeiramente o período anterior à primeira receita.</p>
<p>Ilo conclui sua análise com um alerta dirigido às diretorias das transportadoras interessadas na Janela Extraordinária:</p>
<p>“A empresa que deixar essa análise para as 48 horas vai decidir sob pressão uma compra que leva meses para gerar a primeira receita.”</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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    <title>BRT Metropolitano da Grande Belém completa um ano com 40 ônibus elétricos Eletra e se torna referência para novos projetos no Brasil</title>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 10:55:15 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sistema reúne 265 ônibus e integração entre municípios do Pará; durante a COP30, o Diário do Transporte conheceu a operação e entrevistou representantes da Eletra e autoridades brasileiras e japonesas, que destacaram o potencial do modelo para novos investimentos em mobilidade ADAMO BAZANI O BRT Metropolitano da Grande Belém, no Pará, completa um ano de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BRT-Belem-PA-6.webp?fit=800%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BRT-Belem-PA-6.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BRT-Belem-PA-6.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BRT-Belem-PA-6.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BRT-Belem-PA-6.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BRT-Belem-PA-6.webp?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <div>
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<p><em>Sistema reúne 265 ônibus e integração entre municípios do Pará; durante a COP30, o Diário do Transporte conheceu a operação e entrevistou representantes da Eletra e autoridades brasileiras e japonesas, que destacaram o potencial do modelo para novos investimentos em mobilidade</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O BRT Metropolitano da Grande Belém, no Pará, completa um ano de inauguração neste sábado, 31 de outubro de 2026, com uma frota de 265 ônibus, dos quais 40 são elétricos fabricados pela brasileira Eletra, e uma estrutura de integração que ampliou as possibilidades de deslocamento entre municípios da região. Inaugurado em 31 de outubro de 2025 e colocado em operação assistida a partir de novembro daquele ano, o sistema reúne corredores, terminais, estações e intervenções na BR-316. O empreendimento ganhou projeção internacional durante a COP30 e passou a ser apontado como referência para o financiamento e a implantação de outros projetos de transporte metropolitano no Brasil.</p>
<p>Durante a conferência climática, realizada em Belém em novembro de 2025, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> conheceu o sistema, visitou o Terminal de Marituba e entrevistou autoridades e representantes da Eletra, que teve participação no fornecimento dos veículos e no apoio técnico à implantação da eletromobilidade. Na ocasião, o ministro das Cidades, Jader Filho, defendeu a multiplicação de experiências semelhantes em outras regiões brasileiras, enquanto o embaixador do Japão no Brasil, Teiji Hayashi, conheceu os ônibus elétricos e a infraestrutura do corredor. O projeto paraense recebeu financiamento da agência japonesa JICA e investimentos federais para a renovação da frota.</p>
<p>A operação é realizada pela BRT Amazônia, com 40 ônibus elétricos Eletra destinados às linhas troncais e 225 veículos novos a diesel Euro 6 utilizados nas linhas alimentadoras, responsáveis pelas conexões entre bairros, municípios e terminais de integração.</p>
<p>A estrutura reúne 13 estações, dois terminais de integração, 12 passarelas e quatro passagens inferiores. O projeto também incluiu intervenções de pavimentação, drenagem, iluminação, calçadas, ciclovias e melhorias de circulação na BR-316, um dos principais acessos à capital paraense.</p>
<h3>Eletra participou da implantação da eletromobilidade e levou experiência de corredores metropolitanos</h3>
<p>A participação da Eletra no BRT Metropolitano da Grande Belém envolveu o fornecimento dos 40 ônibus elétricos e o apoio técnico ao processo de implantação da tecnologia no sistema.</p>
<p>A fabricante brasileira possui experiência em projetos de transporte coletivo de média e alta capacidade, com atuação associada à trajetória do Grupo ABC, que opera serviços metropolitanos, incluindo o Corredor ABD, na Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>Durante a COP30, a diretora-presidente da Eletra Industrial, Milena Romano, explicou ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> que a experiência da companhia contribuiu para o desenvolvimento das soluções aplicadas no projeto paraense.</p>
<p>“Por ter origem em um grupo operador de transportes de 115 anos, com forte atuação em corredores metropolitanos, inclusive no Corredor ABD, que foi ‘case’ também na COP30, a Eletra tem todo o conhecimento, não apenas dos veículos, mas técnico de implantação e como melhor operar os BRTs elétricos Brasil afora”, afirmou Milena Romano.</p>
<p>A utilização de ônibus elétricos nos serviços troncais permite concentrar a tecnologia de emissão zero pelo escapamento nas ligações de maior demanda, enquanto as linhas alimentadoras ampliam o alcance territorial da rede.</p>
<p>A tração elétrica também proporciona redução de ruídos e vibrações, características que contribuem para o conforto dos passageiros e para a diminuição dos impactos ambientais associados à circulação dos coletivos.</p>
<p>Milena Romano destacou ainda a importância da fabricação nacional, tanto pelo desenvolvimento tecnológico quanto pela geração de empregos e renda no Brasil.</p>
<p>Durante a COP30, parte dos veículos elétricos também foi utilizada no transporte de participantes credenciados da conferência, antes de sua incorporação aos serviços regulares.</p>
<h3>Ministro das Cidades defendeu que modelo de Belém seja multiplicado pelo Brasil</h3>
<p>A implantação do BRT Metropolitano paraense também ganhou destaque nas discussões sobre financiamento e planejamento da mobilidade urbana brasileira.</p>
<p>Em entrevista exclusiva ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, concedida em 14 de novembro de 2025, o ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou que a experiência deveria servir de referência para outros projetos.</p>
<p>“Queremos que esse exemplo de Belém possa se multiplicar pelo Brasil”, declarou.</p>
<p>Na ocasião, o ministro destacou a importância de investimentos em sistemas metropolitanos capazes de integrar diferentes municípios e oferecer alternativas de transporte coletivo para quem precisa se deslocar diariamente em busca de trabalho, educação, saúde e outros serviços.</p>
<p>Jader Filho também relacionou a experiência paraense aos programas federais de financiamento de infraestrutura e renovação de frotas.</p>
<p>Segundo os dados apresentados pelo ministro durante a conferência, o Governo Federal havia destinado aproximadamente R$ 45 bilhões do Novo PAC a projetos de mobilidade, envolvendo BRTs, VLTs e metrôs, além de R$ 10,5 bilhões para renovação de veículos.</p>
<p>O ministro também mencionou a aprovação de mais R$ 8 bilhões para mobilidade pelo Conselho Curador do FGTS.</p>
<p>A experiência de Belém foi destacada por reunir intervenções viárias, aquisição de veículos, regulamentação dos serviços, integração tarifária e participação do governo estadual na organização do transporte entre municípios.</p>
<h3>Financiamento japonês e investimentos de R$ 1,3 bilhão deram dimensão internacional ao projeto</h3>
<p>O BRT Metropolitano da Grande Belém recebeu investimentos de aproximadamente R$ 1,3 bilhão, considerando infraestrutura, estudos e aquisição de veículos.</p>
<p>Parte da infraestrutura contou com financiamento da Agência de Cooperação Internacional do Japão, a JICA.</p>
<p>Já a aquisição dos 265 ônibus, incluindo os 40 elétricos Eletra, envolveu aproximadamente R$ 389 milhões, com recursos do programa federal Pró-Transporte e contrapartida estadual.</p>
<p>Durante a COP30, o projeto despertou interesse pela possibilidade de utilização de soluções semelhantes em outras regiões brasileiras.</p>
<p>Em 19 de novembro de 2025, o embaixador do Japão no Brasil, Teiji Hayashi, realizou uma visita técnica ao sistema, conhecendo a estrutura dos terminais, os veículos e as condições de operação.</p>
<p>O diplomata destacou características como o ar-condicionado, a acessibilidade e o embarque em nível nas estações.</p>
<p>A visita ocorreu em um contexto de avaliação de novas oportunidades de cooperação e financiamento de corredores metropolitanos de ônibus no Brasil.</p>
<p>O projeto paraense passou a representar uma experiência de combinação entre recursos internacionais, financiamento federal, investimentos estaduais e tecnologia brasileira para o transporte coletivo.</p>
<h3>Integração ampliou alternativas para moradores que enfrentavam viagens caras e demoradas</h3>
<p>Além da eletrificação, uma das mudanças proporcionadas pelo BRT Metropolitano foi a organização de uma rede de transporte entre municípios da Grande Belém.</p>
<p>Durante a visita do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> ao Terminal de Marituba, em novembro de 2025, o diretor-geral da Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos do Estado do Pará, Eduardo de Castro Ribeiro, explicou que moradores de municípios como Santa Isabel do Pará, Santa Bárbara do Pará e Castanhal enfrentavam dificuldades de acesso à capital.</p>
<p>Parte da população dependia de serviços rodoviários convencionais, vans e diferentes meios de transporte, com custos elevados para deslocamentos frequentes.</p>
<p>“Existia uma série de municípios na Região Metropolitana que não tinham um serviço de transporte metropolitano. Eles eram servidos através do transporte rodoviário, ou seja, uma tarifa mais elevada”, afirmou Eduardo Ribeiro.</p>
<p>O dirigente mencionou o caso de estudantes que precisavam chegar à Universidade Federal do Pará e podiam gastar até R$ 38 em deslocamentos, considerando a utilização de diferentes serviços.</p>
<p>Com o BRT, passaram a contar com uma alternativa metropolitana integrada, cuja tarifa informada durante a entrevista era de R$ 4,60.</p>
<p>A implantação também exigiu a estruturação de uma regulamentação específica para a operação metropolitana, com definição das responsabilidades do poder público e da concessionária.</p>
<p>A integração permite que os passageiros utilizem linhas alimentadoras e prossigam viagem nos serviços troncais, conforme as regras tarifárias do sistema.</p>
<p>A expectativa apresentada na implantação era de atendimento potencial de até 3,8 milhões de passageiros mensais com a operação integral da rede.</p>
<h3>Novos R$ 150 milhões foram destinados à infraestrutura de recarga e melhorias viárias</h3>
<p>Os investimentos no BRT Metropolitano tiveram continuidade após a COP30.</p>
<p>Em fevereiro de 2026, o Governo Federal formalizou a garantia de uma operação de crédito de R$ 150 milhões entre o Governo do Pará e a Caixa Econômica Federal, destinada ao Programa de Mobilidade Urbana e Infraestrutura.</p>
<p>Entre as aplicações previstas estão investimentos na infraestrutura de recarga para ônibus elétricos e intervenções viárias na Região Metropolitana de Belém.</p>
<p>A ampliação da estrutura de carregamento é uma das condições para a consolidação da eletromobilidade em sistemas de transporte coletivo, especialmente nas operações metropolitanas, que envolvem viagens de maior extensão e necessidade de disponibilidade regular dos veículos.</p>
<p>O planejamento da recarga precisa considerar o número de ônibus, a programação das linhas, o tempo de carregamento e a capacidade de fornecimento de energia elétrica.</p>
<p>A aplicação de novos recursos também reforça a importância de associar a compra de ônibus elétricos aos investimentos necessários para sua operação e manutenção ao longo dos anos.</p>
<h3>Corredor também trouxe intervenções de segurança para pedestres e ciclistas</h3>
<p>O projeto do BRT Metropolitano incluiu obras destinadas à reorganização da circulação na BR-316.</p>
<p>A rodovia concentra tráfego intenso de ônibus, veículos particulares, motocicletas e caminhões, além de deslocamentos de pedestres e ciclistas.</p>
<p>As intervenções envolveram passarelas, passagens inferiores, calçadas, ciclovias, iluminação, drenagem e pavimentação.</p>
<p>Durante a cobertura realizada na COP30, o diretor-geral da Arcon, Eduardo Ribeiro, destacou a importância dessas mudanças para reduzir conflitos entre pedestres e veículos.</p>
<p>No balanço de aniversário divulgado pelo Governo do Pará nesta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, passageiros também relataram alterações nas condições de deslocamento.</p>
<p>A assistente administrativa Ana Cláudia Rodrigues destacou a segurança proporcionada pelas passarelas.</p>
<p>“Antes, tínhamos que correr atravessando a pista na frente dos carros, agora atravesso com segurança”, relatou.</p>
<p>O ciclista Giovane Santiago chamou atenção para as estruturas destinadas às bicicletas.</p>
<p>“Melhorou a segurança para nós ciclistas, é importante, só de pensar no ciclismo foi muito bom”, afirmou.</p>
<p>O empreendimento inclui ainda um Centro de Controle Operacional, na Avenida Augusto Montenegro, em Belém, destinado ao acompanhamento da circulação dos veículos, das estações e dos terminais.</p>
<p>O edifício utiliza sistemas digitais e câmeras de monitoramento, além de soluções ambientais, como painéis solares, aproveitamento de iluminação natural e reutilização da água da chuva.</p>
<p>Em fevereiro de 2026, o centro recebeu a certificação ambiental LEED Gold, relacionada a critérios de eficiência e sustentabilidade na construção e operação de edificações.</p>
<h3>Um ano depois, experiência de Belém reúne tecnologia nacional, integração e planejamento metropolitano</h3>
<p>O primeiro ano do BRT Metropolitano da Grande Belém marca a implantação de uma rede que combina veículos elétricos e diesel de tecnologia Euro 6, corredores, terminais de integração e regulamentação estadual dos serviços.</p>
<p>A participação da Eletra representa a aplicação de tecnologia brasileira de tração elétrica em um sistema metropolitano estruturado, com ônibus destinados às ligações de maior demanda.</p>
<p>A experiência também reforça a importância de considerar a eletromobilidade como parte de um projeto mais amplo de transporte público, que envolve planejamento de linhas, infraestrutura de recarga, organização tarifária, manutenção e operação.</p>
<p>Para os passageiros, a proposta está relacionada à ampliação das alternativas de deslocamento, à integração entre municípios e à melhoria das condições de acesso aos serviços públicos e ao mercado de trabalho.</p>
<p>Para o setor de transportes, o projeto da Grande Belém reúne elementos que podem orientar investimentos em outras regiões brasileiras, especialmente pela combinação de financiamento, infraestrutura e participação da indústria nacional.</p>
<p>A experiência apresentada durante a COP30 e o interesse manifestado por autoridades brasileiras e japonesas ampliaram a visibilidade do sistema e da tecnologia desenvolvida pela Eletra.</p>
<p>Um ano após a inauguração, o BRT Metropolitano paraense permanece como uma referência para a discussão sobre expansão de corredores de ônibus, integração entre municípios e eletrificação do transporte coletivo no Brasil.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p>Cobertura especial do Diário do Transporte para rever vídeos e entrevistas da COP30:</p>
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<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/11/15/brt-metropolitano-de-belem-o-legado-da-cop-30-e-da-regulamentacao-que-acabou-com-a-exclusao/?utm_source=chatgpt.com">Visita ao BRT e entrevista com Eduardo Ribeiro e participação da Eletra</a></p>
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<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/11/16/exclusivo-jader-filho-ao-diario-do-transporte-destaca-importancia-de-brts-metropolitanos/?utm_source=chatgpt.com">Entrevista exclusiva com o ministro Jader Filho</a></p>
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<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/11/22/videos-governo-japones-deve-financiar-mais-brts-metropolitanos-pelo-brasil-embaixador-vistoria-sistema-da-grande-belem-legado-da-cop30-e-operado-por-eletricos-nacionais/?utm_source=chatgpt.com">Visita do embaixador japonês e declarações de Milena Romano</a></p>
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<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/governo-federal-emite-extrato-e-oficializa-liberacao-de-r-150-milhoes-para-infraestrutura-de-recarga-de-onibus-eletricos-para-o-para/?utm_source=chatgpt.com">Financiamento de R$ 150 milhões para infraestrutura de recarga</a></p>
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<h1><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></h1>
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    <title>Ministério da Fazenda autoriza aditivo de crédito de até R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de aplicativos; lei federal também contempla transporte escolar</title>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 10:01:03 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Contrato com o BNDES financia a aquisição de veículos novos por profissionais do transporte individual; legislação sancionada em setembro inclui linhas para renovação de veículos escolares, enquanto regulamentação permite até sete anos de pagamento para automóveis de até R$ 200 mil ADAMO BAZANI O Ministério da Fazenda autorizou um aditivo ao contrato firmado entre a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="512" height="297" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?fit=512%2C297&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?w=512&amp;ssl=1 512w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?resize=300%2C174&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/unnamed-4.png?resize=400%2C232&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /> <p><em>Contrato com o BNDES financia a aquisição de veículos novos por profissionais do transporte individual; legislação sancionada em setembro inclui linhas para renovação de veículos escolares, enquanto regulamentação permite até sete anos de pagamento para automóveis de até R$ 200 mil</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Ministério da Fazenda autorizou um aditivo ao contrato firmado entre a União e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para disponibilizar até R$ 30 bilhões em linhas de financiamento destinadas à aquisição de veículos novos por taxistas, cooperativas de táxi e motoristas do transporte remunerado privado individual de passageiros, incluindo profissionais que trabalham com aplicativos. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 29 de outubro de 2026, e integra a política federal de renovação de veículos consolidada em setembro, quando foi sancionada uma lei que também contempla o transporte escolar.</p>
<p>O financiamento será realizado por meio de operações de crédito reembolsáveis, ou seja, os beneficiários terão de devolver os recursos contratados. Para taxistas e motoristas de aplicativos, a regulamentação prevê prazo máximo de 84 meses, equivalente a sete anos, carência de até seis meses para amortização do principal e limite de R$ 200 mil para o valor do automóvel financiado. A Lei nº 15.503, de 14 de setembro de 2026, incorporou medidas de diferentes iniciativas legislativas e estabeleceu condições para o financiamento de veículos novos que atendam a critérios de sustentabilidade ambiental, social ou econômica. O transporte escolar também passou a integrar o alcance da legislação, com instrumento próprio relacionado à renovação de frota.</p>
<p>O despacho foi assinado pelo ministro da Fazenda, Dario Carnevalli Durigan, em 28 de outubro.</p>
<p>O documento autoriza a celebração do primeiro termo aditivo ao contrato nº 682/2026/CAFIN, firmado entre a União e o BNDES.</p>
<p>A operação tem fundamento na Medida Provisória nº 1.359, de maio de 2026, cujas disposições foram posteriormente incorporadas à legislação federal sancionada em setembro.</p>
<p>A autorização considera manifestações técnicas da Secretaria do Tesouro Nacional e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional sobre o cumprimento dos requisitos necessários à formalização contratual.</p>
<p>O limite de R$ 30 bilhões corresponde ao montante máximo autorizado para a estrutura de financiamento abrangida pelo contrato.</p>
<p>A contratação pelos beneficiários dependerá das condições regulamentares, da atuação das instituições financeiras e da disponibilidade de recursos.</p>
<h3>Transporte escolar também faz parte da legislação sancionada em setembro</h3>
<p>O transporte escolar foi expressamente incluído no alcance da Lei nº 15.503/2026.</p>
<p>A legislação trata da disponibilização de recursos para financiamento reembolsável destinado à aquisição de veículos automotores novos utilizados em diferentes atividades de transporte de passageiros.</p>
<p>A inclusão do segmento escolar é relevante porque envolve profissionais e empresas que precisam investir periodicamente na substituição de veículos e no cumprimento de exigências específicas de segurança.</p>
<p>O transporte de estudantes possui regras próprias previstas no Código de Trânsito Brasileiro e em regulamentações das autoridades competentes.</p>
<p>Os veículos precisam atender às exigências de identificação, equipamentos, inspeções e autorização para circulação nessa atividade.</p>
<p>Também existem condições específicas para os condutores.</p>
<p>A aquisição de uma van, micro-ônibus ou outro veículo destinado ao transporte escolar pode representar investimento significativo para transportadores autônomos, cooperativas e empresas.</p>
<p>A possibilidade de financiamento de longo prazo pode ajudar a distribuir esse custo ao longo dos anos, de acordo com as condições de contratação.</p>
<p>A legislação sancionada em setembro também alterou regras relacionadas ao Fundo de Investimento em Infraestrutura Social, permitindo operações de financiamento voltadas a infraestrutura, equipamentos e renovação de frota do transporte escolar.</p>
<p>Essa modalidade deve ser diferenciada da linha de crédito de até R$ 30 bilhões expressamente destinada, no despacho desta quinta-feira, a taxistas e profissionais do transporte privado individual.</p>
<p>Para os operadores escolares, o acesso dependerá das condições específicas do instrumento financeiro utilizado e do enquadramento dos interessados.</p>
<h3>Taxistas e motoristas de aplicativos poderão financiar automóveis de até R$ 200 mil</h3>
<p>A regulamentação do Conselho Monetário Nacional prevê limite de R$ 200 mil para o valor do automóvel financiado nas operações destinadas ao transporte remunerado individual de passageiros.</p>
<p>O prazo máximo de pagamento é de 84 meses, correspondente a sete anos.</p>
<p>Também está prevista a possibilidade de carência de até seis meses para amortização do principal.</p>
<p>Essas condições permitem que o custo de aquisição seja distribuído ao longo de um período relativamente extenso.</p>
<p>A contratação deverá observar a capacidade financeira do profissional e as exigências da instituição responsável pelo crédito.</p>
<p>Para quem utiliza o automóvel como instrumento de trabalho, a decisão de comprar um veículo envolve mais do que a prestação do financiamento.</p>
<p>É necessário considerar combustível ou energia elétrica, manutenção, seguro, impostos e outros custos operacionais.</p>
<p>O preço do veículo, o prazo de pagamento e os encargos da operação também influenciam a viabilidade econômica.</p>
<p>A utilização do financiamento deverá ser compatível com a atividade profissional e com as regras estabelecidas para cada beneficiário.</p>
<h3>Mulheres terão encargo diferenciado sobre os recursos da linha de crédito</h3>
<p>A regulamentação prevê uma condição específica para operações contratadas por mulheres.</p>
<p>O encargo sobre a fonte de recursos foi estabelecido em 1,5% ao ano nessas contratações.</p>
<p>Para as demais operações, o percentual correspondente é de 2,5% ao ano.</p>
<p>Essa diferença se aplica ao encargo definido para os recursos utilizados no financiamento.</p>
<p>A taxa final contratada poderá incluir outras remunerações e despesas previstas na regulamentação.</p>
<p>O BNDES possui remuneração máxima de 1,25% ao ano, enquanto as instituições financeiras habilitadas poderão cobrar remuneração de até 8,5% ao ano, observadas as regras aplicáveis.</p>
<p>Por isso, a comparação entre financiamentos deve considerar o custo efetivo total.</p>
<p>Esse indicador reúne os encargos da operação e permite avaliar quanto o beneficiário pagará durante o período contratado.</p>
<h3>Cooperativas de táxi também estão entre os beneficiários</h3>
<p>A legislação inclui expressamente as cooperativas de taxistas.</p>
<p>A participação dessas organizações permite que profissionais vinculados a estruturas cooperativas tenham acesso às operações de financiamento, conforme os critérios definidos.</p>
<p>A regulamentação considera limites de aquisição por beneficiário e, no caso das cooperativas, por cooperado.</p>
<p>A medida pode contribuir para a substituição de veículos utilizados em serviços regulamentados de táxi.</p>
<p>Em diversas cidades, o serviço é prestado tanto por profissionais individuais quanto por cooperativas, que organizam atividades como atendimento, comunicação, distribuição de chamadas e serviços de apoio.</p>
<p>A renovação de frota pode envolver mudanças na estrutura de custos dessas operações.</p>
<p>Os contratos de financiamento deverão observar os requisitos financeiros e documentais aplicáveis.</p>
<h3>Veículos financiados deverão ser novos e atender a critérios de sustentabilidade</h3>
<p>A legislação estabelece que os recursos sejam destinados à aquisição de veículos automotores novos que atendam a critérios de sustentabilidade ambiental, social ou econômica.</p>
<p>O enquadramento dependerá das condições regulamentares e das características dos veículos.</p>
<p>A exigência pode favorecer a substituição de automóveis mais antigos por unidades com tecnologias recentes de segurança e eficiência energética.</p>
<p>Veículos de diferentes tecnologias poderão ser avaliados conforme as regras do programa.</p>
<p>No transporte de passageiros, a renovação de frota também precisa considerar a adequação dos veículos às condições reais de operação.</p>
<p>Automóveis utilizados por motoristas de aplicativos e taxistas frequentemente apresentam elevada utilização diária, com despesas recorrentes de manutenção e abastecimento.</p>
<p>A decisão de financiamento deve levar em conta essas características, além da capacidade de pagamento do profissional.</p>
<p>No transporte escolar, a tecnologia e a idade do veículo precisam ser consideradas em conjunto com as exigências obrigatórias de segurança e autorização.</p>
<h3>Programa começou com medida provisória de maio e foi consolidado em setembro</h3>
<p>A estrutura de financiamento para veículos destinados ao transporte privado individual foi inicialmente prevista na Medida Provisória nº 1.359, de 19 de maio de 2026.</p>
<p>A proposta autorizou a União a disponibilizar até R$ 30 bilhões para linhas de financiamento reembolsável.</p>
<p>Posteriormente, durante a tramitação de outra medida provisória, o Congresso incorporou dispositivos relacionados ao financiamento de veículos e ampliou o alcance das medidas.</p>
<p>O resultado foi a Lei nº 15.503, sancionada em 14 de setembro.</p>
<p>A legislação passou a contemplar expressamente o transporte escolar e reuniu alterações em diferentes normas federais.</p>
<p>O Conselho Monetário Nacional também atualizou a regulamentação das operações, estabelecendo condições financeiras para os beneficiários.</p>
<p>A autorização do aditivo contratual publicada nesta quinta-feira representa mais uma etapa da operacionalização da política.</p>
<p>O contrato com o BNDES permitirá estruturar a disponibilização dos recursos dentro dos limites e condições estabelecidos.</p>
<h3>Financiamento de R$ 30 bilhões é diferente dos R$ 14,5 bilhões aprovados pelo Senado para ônibus e caminhões</h3>
<p>A decisão da Fazenda ocorre um dia depois da aprovação, pelo Senado, de outra proposta relacionada à renovação de veículos.</p>
<p>Na quarta-feira, 28 de outubro, os senadores aprovaram um projeto que autoriza até R$ 14,5 bilhões para operações de financiamento de veículos utilizados no transporte de passageiros e cargas.</p>
<p>Essa proposta inclui ônibus e micro-ônibus novos, caminhões, caminhões-tratores e implementos rodoviários, conforme as condições previstas.</p>
<p>Também permite financiar chassis e carrocerias de ônibus separadamente, desde que cumpram os requisitos de fabricação nacional e credenciamento no BNDES.</p>
<p>O projeto segue para sanção presidencial.</p>
<p>As duas iniciativas possuem finalidades relacionadas à renovação de frotas, mas apresentam públicos e regras diferentes.</p>
<p>O financiamento de até R$ 30 bilhões previsto no despacho desta quinta-feira é voltado aos beneficiários do transporte privado individual indicados no contrato.</p>
<p>O projeto de R$ 14,5 bilhões abrange também empresas e profissionais do transporte rodoviário e urbano de passageiros e cargas, incluindo a aquisição de ônibus novos.</p>
<p>Já o transporte escolar possui previsão própria na legislação sancionada em setembro.</p>
<p>A execução das políticas dependerá da regulamentação, das condições de contratação e da disponibilidade financeira.</p>
<h3>Renovação pode beneficiar profissionais e passageiros</h3>
<p>A oferta de crédito para aquisição de veículos novos pode contribuir para a substituição de unidades antigas utilizadas no transporte de passageiros.</p>
<p>Para taxistas e motoristas de aplicativos, a renovação poderá representar a aquisição de veículos com tecnologias mais recentes, de acordo com as condições de cada modelo.</p>
<p>Para o transporte escolar, o financiamento poderá integrar investimentos destinados à atualização dos veículos utilizados na condução de estudantes.</p>
<p>A efetiva melhoria dos serviços dependerá das aquisições realizadas e do cumprimento das exigências de segurança e operação.</p>
<p>Também será necessário acompanhar como os recursos serão distribuídos entre os beneficiários e quais condições financeiras estarão disponíveis na contratação.</p>
<p>A medida publicada nesta quinta-feira representa a continuidade da estrutura federal de financiamento para veículos de transporte de passageiros, com participação do BNDES e utilização de recursos reembolsáveis.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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