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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Linha 11-Coral da CPTM tem mudança na operação deste sábado (29)</title>
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    <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 14:00:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ajustes são realizados para a execução de obras na via férrea VINÍCIUS DE OLIVEIRA Neste sábado, 29 de agosto, a linha 11-Coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) recebe mudanças na operação. Os ajustes são realizados para a execução de obras de manutenção, melhorias e modernização ao longo da via férrea. Confira o que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="550" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?fit=800%2C550&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=768%2C528&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Linha-11-Coral.jpg?resize=400%2C275&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Ajustes são realizados para a execução de obras na via férrea</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Neste sábado, 29 de agosto, a linha 11-Coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) recebe mudanças na operação.</p>
<p>Os ajustes são realizados para a execução de obras de manutenção, melhorias e modernização ao longo da via férrea.</p>
<p>Confira o que muda:</p>
<p><strong>Linha 11-Coral</strong></p>
<p>Das 23h até o fim da operação, os trens em ambos os sentidos circulam pela plataforma 1 nas estações Corinthians-Itaquera, Dom Bosco e José Bonifácio, para a manutenção na via permanente no trecho.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Acidente envolvendo ônibus da Piracicabana deixa morto e feridos em Araraquara (SP) neste sábado (29)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/29/acidente-envolvendo-onibus-da-piracicabana-deixa-morto-e-feridos-em-araraquara-sp-neste-sabado-29/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 13:23:59 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Colisão traseira com caminhão carregado com tijolos aconteceu durante a madrugada na Rodovia Washington Luís YURI SENA Um acidente envolvendo um ônibus da Piracicabana deixou uma pessoa morta e cinco feridas na madrugada deste sábado, 29 de agosto de 2026, em Araraquara (SP). O motorista do coletivo morreu após uma colisão traseira com um caminhão [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="571" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/cec7987a-cc64-49da-ac03-df3457dcd9fb-e1788009778821.jpg?fit=800%2C571&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Colisão traseira com caminhão carregado com tijolos aconteceu durante a madrugada na Rodovia Washington Luís</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um acidente envolvendo um ônibus da Piracicabana deixou uma pessoa morta e cinco feridas na madrugada deste sábado, 29 de agosto de 2026, em Araraquara (SP). O motorista do coletivo morreu após uma colisão traseira com um caminhão carregado com tijolos. Duas das vítimas ficaram gravemente feridas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ocorrência foi registrada no km 282 da Rodovia Washington Luís (SP-310), no sentido capital-interior, próximo à praça de pedágio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o Centro de Controle Multimodal da ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), o caminhão trafegava no sentido norte quando, ao se aproximar da praça de pedágio, foi atingido na traseira pelo ônibus, que seguia pela mesma faixa. As causas do acidente ainda serão investigadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a Ecovias Noroeste Paulista, concessionária responsável pelo trecho, 11 pessoas estavam envolvidas na ocorrência. Os dois ocupantes do caminhão não ficaram feridos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os ocupantes do ônibus, cinco pessoas ficaram feridas. Duas foram socorridas em estado grave pelas equipes de resgate e encaminhadas para atendimento médico. Até o momento, não foram divulgados os hospitais para onde as vítimas foram levadas nem informações atualizadas sobre o estado de saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A colisão provocou a interdição da faixa da direita da rodovia durante o atendimento da ocorrência. O tráfego permaneceu lento, com circulação por uma faixa de rolamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A faixa interditada foi liberada às 8h12 deste sábado (29). Não houve necessidade de bloqueio total da pista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As causas e circunstâncias do acidente serão investigadas pelas autoridades responsáveis.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Festa do Vinho terá ônibus especial em São José dos Pinhais (PR) neste fim de semana</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/29/festa-do-vinho-tera-onibus-especial-em-sao-jose-dos-pinhais-pr-neste-fim-de-semana/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 13:00:39 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Linha 575 fará ligação entre o Terminal Central e o Parque do Vinho durante programação da Colônia Mergulhão ARTHUR FERRARI A 19ª Festa do Vinho começa neste sábado (29) em São José dos Pinhais (PR), e o público terá uma opção específica de transporte coletivo para chegar ao evento. A linha especial 575 – FESTA [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="571" height="355" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Sem-titulo-25.png?fit=571%2C355&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Sem-titulo-25.png?w=571&amp;ssl=1 571w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Sem-titulo-25.png?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Sem-titulo-25.png?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Sem-titulo-25.png?resize=400%2C249&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 571px) 100vw, 571px" /> <p><em>Linha 575 fará ligação entre o Terminal Central e o Parque do Vinho durante programação da Colônia Mergulhão</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A 19ª Festa do Vinho começa neste sábado (29) em São José dos Pinhais (PR), e o público terá uma opção específica de transporte coletivo para chegar ao evento. A linha especial 575 – FESTA DO VINHO será disponibilizada entre o Terminal Central e o Parque do Vinho, na Colônia Mergulhão.</p>
<p>O serviço também estará disponível no domingo (30), último dia da programação. Os horários das viagens foram definidos de acordo com a programação de cada dia da festa.</p>
<p>No Terminal Central, os passageiros deverão utilizar a plataforma normalmente destinada à linha 520 – MURICI. A partir dali, os ônibus seguirão até o Parque do Vinho, onde haverá retorno direto para o terminal.</p>
<p>A Festa do Vinho tem entrada gratuita e reúne atrações relacionadas à cultura das comunidades de origem italiana de São José dos Pinhais. A programação inclui apresentações musicais, grupos folclóricos e opções de gastronomia típica.</p>
<p>Entre os pratos disponíveis estão risoto, macarronada e pirogue. O evento também reúne produtores de vinhos coloniais da própria cidade, com destaque para a produção tradicional da Colônia Mergulhão.</p>
<p>As atividades começam às 13h, com apresentação do Grupo Fala Tchê. Na sequência, às 14h30, será a vez do Grupo Igualdade.</p>
<p>A programação folclórica começa às 16h30, com o Cuore D’Itália. Wawel se apresenta às 17h, seguido pelo Piccola Itália, às 17h30.</p>
<p>Às 18h, o Coral Belvedere participa da programação, que também terá o tradicional corte da polenta. Depois, estão previstas apresentações dos grupos Soloveiko, às 18h45, e Italo, às 19h15.</p>
<p>A programação musical segue às 19h45, com Ali e Rhuan + Zé Gustavo. O encerramento das atrações deste sábado será às 22h, com o Grupo Talagaço.</p>
<p>No domingo (30), último dia do evento, as atrações começam às 13h, com Alex Engels. A Banda Fora de Área se apresenta às 14h.</p>
<p>A partir das 15h30, entram na programação os grupos folclóricos Concórdias, Tchoven e Cuore D’Itália, em apresentações marcadas para 15h30, 16h e 16h30, respectivamente.</p>
<p>Às 17h, haverá show de Felipe e Fabrício + Matheus Luz. A Tropical Band se apresenta às 18h30, enquanto a última atração da festa será a Famiglia Dal Ponte, às 20h30.</p>
<p>Com a linha 575 em operação, os visitantes poderão utilizar o transporte coletivo para o deslocamento entre o centro da cidade e o local da festa durante o fim de semana.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Justiça suspende retirada da VRS e determina manutenção da empresa no sistema de ônibus da Grande Aracaju</title>
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    <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 12:25:59 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Liminar impede, por enquanto, transferência das 36 linhas operadas pela empresa para a Boa Vista; SMTT afirma que ainda não foi oficialmente notificada e deve avaliar recurso YURI SENA A Justiça de Sergipe concedeu, nesta sexta-feira (28), uma liminar que suspende os efeitos da decisão da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) de Aracaju [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="712" height="478" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/706a153a-6ddf-4a8a-8d4c-837eeab9111c.jpg?fit=712%2C478&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/706a153a-6ddf-4a8a-8d4c-837eeab9111c.jpg?w=712&amp;ssl=1 712w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/706a153a-6ddf-4a8a-8d4c-837eeab9111c.jpg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/706a153a-6ddf-4a8a-8d4c-837eeab9111c.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/706a153a-6ddf-4a8a-8d4c-837eeab9111c.jpg?resize=400%2C269&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 712px) 100vw, 712px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Liminar impede, por enquanto, transferência das 36 linhas operadas pela empresa para a Boa Vista; SMTT afirma que ainda não foi oficialmente notificada e deve avaliar recurso</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Justiça de Sergipe concedeu, nesta sexta-feira (28), uma liminar que suspende os efeitos da decisão da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) de Aracaju que determinou a retirada da VRS Transportes do sistema de transporte coletivo da capital e da Região Metropolitana. Com a decisão, a transferência das 36 linhas operadas pela empresa para a Boa Vista Serviços de Transporte fica suspensa.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Relembre: </span></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="yzukB47coZ"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/24/procuradoria-geral-do-estado-ira-analisar-justificativas-juridicas-que-levaram-a-substituicao-da-vrs-pela-boa-vista-no-transporte-publico-de-aracaju-se/">Procuradoria-Geral do Estado irá analisar justificativas jurídicas que levaram a substituição da VRS pela Boa Vista no transporte público de Aracaju (SE)</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Procuradoria-Geral do Estado irá analisar justificativas jurídicas que levaram a substituição da VRS pela Boa Vista no transporte público de Aracaju (SE)” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/24/procuradoria-geral-do-estado-ira-analisar-justificativas-juridicas-que-levaram-a-substituicao-da-vrs-pela-boa-vista-no-transporte-publico-de-aracaju-se/embed/#?secret=sFweeC23Un#?secret=yzukB47coZ" data-secret="yzukB47coZ" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A decisão foi proferida no Mandado de Segurança nº 0057937-84.2026.8.25.0001, que tramita na 3ª Vara Cível de Aracaju. A ação foi apresentada pela VRS em 21 de agosto, após a empresa ser comunicada pela SMTT sobre o encerramento de suas atividades no sistema. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo as informações divulgadas sobre a liminar, a Justiça determinou a manutenção da VRS nas linhas atualmente vinculadas à empresa até uma nova deliberação do juízo. A medida tem caráter provisório e não representa uma decisão definitiva sobre a permanência da operadora no sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A SMTT notificou a VRS em 19 de agosto para que encerrasse a operação a partir do dia seguinte. De acordo com a justificativa apresentada pelo órgão, a medida levou em consideração resultados de fiscalizações, reclamações de usuários e problemas relacionados à disponibilidade e manutenção da frota, regularidade das viagens, acessibilidade, segurança e qualidade do serviço. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A VRS contestou a medida na Justiça. A empresa alegou que foi surpreendida com a determinação e que não houve processo administrativo prévio, contraditório ou oportunidade para apresentar defesa antes da retirada das linhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na ação, a empresa também questionou a transferência das operações para outra transportadora. O pedido apresentado à Justiça buscava suspender o desligamento, restabelecer provisoriamente as Ordens de Serviço de Operação e interromper os efeitos da transferência das linhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao analisar o pedido, o magistrado considerou, em caráter preliminar, a alegação de que a retirada da empresa ocorreu sem a instauração de um processo administrativo que assegurasse o direito de defesa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A liminar não impede a SMTT de fiscalizar a prestação do serviço. De acordo com as informações divulgadas sobre a decisão, o órgão poderá instaurar procedimento administrativo para apurar eventuais irregularidades, desde que sejam observadas as garantias de defesa da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da decisão sobre a liminar, o juiz Gustavo Adolfo Plech Pereira havia determinado que a SMTT e o Município de Aracaju se manifestassem no prazo de 72 horas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A substituição da VRS pela Boa Vista já havia sido confirmada oficialmente pela Prefeitura de Aracaju.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nota publicada em 22 de agosto, a administração municipal informou que a Boa Vista havia assumido a operação após a substituição da VRS. A Prefeitura afirmou que a mudança fazia parte do processo de reestruturação do sistema de transporte coletivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na mesma manifestação, a Prefeitura informou que a chegada da Boa Vista acrescentou 110 ônibus climatizados ao sistema, sendo 67 veículos zero-quilômetro. Segundo a administração, com a renovação, o sistema passou a contar com 208 ônibus climatizados em operação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura também afirmou que, durante a transição, orientou a Boa Vista a priorizar a contratação dos trabalhadores da empresa substituída.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a divulgação da decisão judicial, a SMTT informou que ainda não havia sido oficialmente notificada da liminar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em manifestação divulgada nesta sexta-feira (28), o órgão afirmou que, após a intimação formal, a decisão será analisada e o Município deverá adotar as medidas judiciais consideradas cabíveis, incluindo a possibilidade de recurso. A Prefeitura reiterou que as medidas tomadas para retirar a VRS tiveram como objetivo garantir a continuidade e a qualidade do serviço de transporte coletivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A decisão, portanto, cria uma nova etapa na disputa entre a VRS e a administração municipal. Enquanto a liminar estiver vigente, a retirada da empresa e a transferência das 36 linhas ficam suspensas, mas o processo ainda terá de ser analisado de forma definitiva pela Justiça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Processo: Mandado de Segurança nº 0057937-84.2026.8.25.0001 — 3ª Vara Cível de Aracaju.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Prefeitura de São Paulo dá 30 dias para ViaMobilidade adequar plano de emergência relacionado a produtos perigosos na linha 5-Lilás</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/29/prefeitura-de-sao-paulo-da-30-dias-para-viamobilidade-adequar-plano-de-emergencia-relacionado-a-produtos-perigosos-na-linha-5-lilas/</link>
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    <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 12:00:11 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Exigência da Secretaria do Verde é ambiental e documental, ligada ao transporte de produtos perigosos por veículos de carga; ato não aponta falha na circulação dos trens nem determina qualquer restrição aos passageiros ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo deu prazo de até 30 dias para que a ViaMobilidade complemente o Plano de Atendimento [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/DSCN4033.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/DSCN4033.jpg?w=3264&amp;ssl=1 3264w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/DSCN4033.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/DSCN4033.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/DSCN4033.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/DSCN4033.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/DSCN4033.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/DSCN4033.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/DSCN4033.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/DSCN4033.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Exigência da Secretaria do Verde é ambiental e documental, ligada ao transporte de produtos perigosos por veículos de carga; ato não aponta falha na circulação dos trens nem determina qualquer restrição aos passageiros</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo deu prazo de até 30 dias para que a ViaMobilidade complemente o Plano de Atendimento a Emergências relacionado ao transporte de produtos perigosos na linha 5-Lilás. A exigência foi publicada nesta sexta-feira, 28 de agosto de 2026, pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e determina a apresentação de contrato com uma empresa especializada em atendimento de emergência que seja credenciada pela própria Prefeitura.</p>
<p>O ato é de natureza ambiental e documental e não informa qualquer problema na operação ferroviária, risco aos passageiros ou necessidade de interromper os serviços das duas linhas. A Prefeitura diz que o aditivo apresentado anteriormente pela concessionária não atende à exigência porque a empresa contratada para o atendimento de emergências precisa ser, ela própria, credenciada pelo município. O contrato também deverá ter validade compatível com a do plano, prevista em três anos a partir da publicação de sua aprovação.</p>
<p><strong>Prefeitura quer contrato somente com empresa credenciada</strong></p>
<p>A publicação aparece na seção do Grupo Técnico de Análise dos Planos de Atendimento a Emergências no Transporte de Produtos Perigosos, ligado à área de licenciamento ambiental da Prefeitura.</p>
<p>A interessada é identificada formalmente como Concessionária das Linhas 5 e 17 do Metrô de São Paulo S/A, CNPJ 29.938.085/0001-35, razão social da ViaMobilidade responsável pela concessão das duas linhas. O mesmo CNPJ consta nos canais institucionais da ViaMobilidade.</p>
<p>Segundo o comunicado, a concessionária deverá complementar o Plano de Atendimento a Emergências com um contrato de prestação de serviços com empresa especializada no atendimento de ocorrências envolvendo o transporte de produtos perigosos e credenciada pela Prefeitura de São Paulo.</p>
<p>A validade desse contrato deverá ser compatível com os três anos de validade do PAE, contados da publicação da aprovação do plano no Diário Oficial.</p>
<p>A Prefeitura registra que um aditivo já havia sido apresentado, mas concluiu que o documento não solucionou a pendência apontada anteriormente.</p>
<p>A justificativa é objetiva: “a contratada tem que ser apenas a empresa credenciada”.</p>
<p><strong>O Diário Oficial não informa qual produto perigoso está envolvido</strong></p>
<p>Um ponto importante para evitar interpretações equivocadas é que o comunicado publicado nesta sexta-feira não especifica quais produtos perigosos fazem parte do plano apresentado pela concessionária, nem descreve uma ocorrência concreta.</p>
<p>O documento também não diz que houve acidente, vazamento, contaminação, incêndio ou qualquer outra emergência.</p>
<p>Trata-se da análise administrativa de um Plano de Atendimento a Emergências e da documentação que a concessionária precisa apresentar para que o procedimento avance.</p>
<p>Por isso, não é possível concluir a partir do ato quais materiais são transportados, em que quantidades ou para quais instalações. O Diário Oficial desta sexta-feira não fornece essas informações.</p>
<p>O que é o Plano de Atendimento a Emergências para produtos perigosos</p>
<p>A legislação da cidade de São Paulo estabelece regras específicas para o transporte de produtos perigosos por veículos de carga nas vias públicas municipais.</p>
<p>A regulamentação determina que pessoas e empresas envolvidas nesse tipo de transporte cumpram procedimentos próprios, entre eles a obtenção da Licença Especial de Trânsito de Produtos Perigosos, a LETPP.</p>
<p>Para conseguir a licença, uma das etapas é contratar empresa credenciada para atendimento em situações de emergência e elaborar um Plano de Atendimento a Emergências, o PAE, seguindo as regras da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.</p>
<p>A Portaria municipal que regulamenta o tema estabelece justamente o PAE para o transporte de produtos perigosos por veículos de carga nas vias públicas da cidade.</p>
<p>Isso é relevante porque o PAE citado no Diário Oficial não é um plano sobre a circulação normal dos trens ou o atendimento cotidiano dos passageiros.</p>
<p>Também não deve ser confundido com o Paese, sistema de apoio por ônibus utilizado em determinadas situações de interrupção do transporte sobre trilhos.</p>
<p>Exigência não significa reprovação definitiva do plano</p>
<p>A publicação é um “Comunique-se”, instrumento pelo qual a administração solicita documentos, ajustes ou informações adicionais durante a análise de um processo.</p>
<p>Neste caso, a Prefeitura não publicou uma negativa definitiva ao PAE.</p>
<p>Deu à concessionária até 30 dias, contados da publicação, para adequar o documento e encaminhar a complementação solicitada ao Grupo Técnico responsável pela análise.</p>
<p>Depois do atendimento à exigência, o procedimento poderá prosseguir para nova análise técnica.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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    <title>Prefeitura de Belo Horizonte propõe nova mudança no itinerário da linha 8205 Maria Goretti–Nova Granada</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/29/prefeitura-de-belo-horizonte-propoe-nova-mudanca-no-itinerario-da-linha-8205-maria-goretti-nova-granada/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 11:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Alteração alcança viagens noturnas, principal e via Bairro São Paulo; passageiros podem apresentar impugnação à SUMOB em dois dias úteis ADAMO BAZANI A Prefeitura de Belo Horizonte publicou uma nova proposta de alteração no itinerário da linha de ônibus 8205 – Maria Goretti/Nova Granada. A mudança atinge as sublinhas 13, Noturno; 14, Principal; e 15, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="893" height="606" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-28-at-08.05.36.jpeg?fit=893%2C606&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-28-at-08.05.36.jpeg?w=893&amp;ssl=1 893w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-28-at-08.05.36.jpeg?resize=300%2C204&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-28-at-08.05.36.jpeg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-28-at-08.05.36.jpeg?resize=768%2C521&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-28-at-08.05.36.jpeg?resize=400%2C271&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 893px) 100vw, 893px" /> <p data-start="6162" data-end="6298"><em>Alteração alcança viagens noturnas, principal e via Bairro São Paulo; passageiros podem apresentar impugnação à SUMOB em dois dias úteis</em></p>
<p data-start="6300" data-end="6318"><em data-start="6300" data-end="6318"><strong data-start="6301" data-end="6317">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p data-start="6320" data-end="6678">A Prefeitura de Belo Horizonte publicou uma nova proposta de alteração no itinerário da linha de ônibus 8205 – Maria Goretti/Nova Granada. A mudança atinge as sublinhas 13, Noturno; 14, Principal; e 15, Via Bairro São Paulo e modifica o trajeto na região da Avenida Silva Lobo.</p>
<p data-start="6680" data-end="7063">De acordo com a Superintendência de Mobilidade do Município de Belo Horizonte (SUMOB), os ônibus seguirão pelo itinerário atual até a Rua Coruripe e, na sequência, passarão pela Avenida Silva Lobo, Rua Xapuri, Rua Maracaju e Rua Garret, retomando depois o percurso habitual. A justificativa apresentada pelo município é “melhoria operacional”.</p>
<h3 data-section-id="d2xaur" data-start="7065" data-end="7105">Passageiros têm prazo para contestar</h3>
<p data-start="7107" data-end="7180">A alteração ainda está submetida ao procedimento administrativo de aviso.</p>
<p data-start="7182" data-end="7410">Segundo a SUMOB, qualquer interessado pode apresentar impugnação por escrito e fundamentada contra a proposta no prazo de dois dias úteis, contado a partir da publicação desta sexta-feira.</p>
<p data-start="7412" data-end="7547">Isso significa que o ato publicadonão deve ser confundido com comunicação de que o novo itinerário já está em vigor.</p>
<h3 data-section-id="1uyg0ch" data-start="7549" data-end="7589">Linha já havia sido alterada em maio</h3>
<p data-start="7591" data-end="7647">Esta não é a primeira mudança promovida na 8205 em 2026.</p>
<p data-start="7649" data-end="7976">Em 6 de maio, a Prefeitura determinou que todas as viagens da Maria Goretti–Nova Granada passassem a atender o Bairro Alto Barroca. Na ocasião, o município informou que a medida tinha como objetivos facilitar o acesso ao transporte e reduzir o tempo de espera dos passageiros nos pontos.</p>
<p data-start="7978" data-end="8245">A linha também desempenha papel complementar na rede de ônibus de Belo Horizonte. Na chamada Rede de Domingo, por exemplo, a Prefeitura indica a 8205 como uma das opções de atendimento entre o Bairro São Paulo e a Área Central.</p>
<p data-start="8247" data-end="8342">A proposta publicada agora volta a mexer no percurso poucos meses depois daquela reorganização.</p>
<h3 data-section-id="1kz6ch0" data-start="8344" data-end="8377">Como ficará o trecho proposto</h3>
<p data-start="8379" data-end="8480">Pelo aviso desta sexta-feira, nas três sublinhas abrangidas pela alteração o ônibus deverá percorrer:</p>
<p data-start="8482" data-end="8576">Rua Coruripe → Avenida Silva Lobo → Rua Xapuri → Rua Maracaju → Rua Garret → itinerário atual.</p>
<p data-start="8578" data-end="8862">A publicação não informa, neste momento, quais pontos serão criados ou desativados nem estabelece no próprio aviso a data prevista para início da nova operação. Esses detalhes poderão ser definidos posteriormente pela SUMOB caso a alteração seja confirmada após a fase administrativa.</p>
<p data-start="8864" data-end="8923"><em data-start="8864" data-end="8923"><strong data-start="8865" data-end="8922">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>ENTREVISTA: Resolução da ANTT sobre fiscalização confunde empresas e passageiros, principalmente sobre o fretamento, diz especialista</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/29/entrevista-resolucao-da-antt-sobre-fiscalizacao-confunde-empresas-e-passageiros-principalmente-sobre-o-fretamento-diz-especialista/</link>
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    <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 10:01:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[De acordo com a advogada especializada Rita Januzzi, em entrevista ao editor-chefe e criador do Diário do Transporte, Adamo Bazani, a insegurança jurídica foi ampliada e até mesmo os agentes da ANTT têm dúvidas ADAMO BAZANI A Resolução ANTT nº 6.074/2025, o chamado Marco das Penalidades do transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, tem [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="932" height="620" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/TREGS-ANTT.jpg?fit=932%2C620&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/TREGS-ANTT.jpg?w=932&amp;ssl=1 932w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/TREGS-ANTT.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/TREGS-ANTT.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/TREGS-ANTT.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/TREGS-ANTT.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 932px) 100vw, 932px" /> <div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p data-start="137" data-end="357"><em data-start="137" data-end="234">De acordo com a advogada especializada Rita Januzzi, em entrevista ao editor-chefe e criador do</em> <em data-start="235" data-end="261"><strong data-start="236" data-end="260">Diário do Transporte</strong></em>, <em data-start="263" data-end="357">Adamo Bazani, a insegurança jurídica foi ampliada e até mesmo os agentes da ANTT têm dúvidas</em></p>
<p data-start="359" data-end="377"><em data-start="359" data-end="377"><strong data-start="360" data-end="376">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p data-start="379" data-end="765">A Resolução ANTT nº 6.074/2025, o chamado Marco das Penalidades do transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, tem causado mais dúvidas e insegurança para empresas e até mesmo usuários, em vez de esclarecer de maneira aberta o que pode e o que não pode, além de poder jogar num mesmo balaio de interpretação, por exemplo, o que é irregular e o que é clandestino.</p>
<p data-start="767" data-end="1167">A situação se agrava quando o assunto é fretamento. Não bastasse isso, o pouco tempo para adequação de passageiros, empresas e até mesmo agentes da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) tem gerado confusão para quem opera, para quem usa os ônibus — a maior parte dos passageiros e clientes nem sabe que essa resolução existe — e para quem deve aplicar as normas e realizar a fiscalização.</p>
<p data-start="1169" data-end="1350">A opinião é da advogada especializada Rita Januzzi, que atua há mais de 14 anos em direito regulatório do transporte rodoviário perante a ANTT.</p>
<p data-start="1352" data-end="1575">Em conversa com o editor-chefe e criador do <em data-start="1396" data-end="1422"><strong data-start="1397" data-end="1421">Diário do Transporte</strong></em>, Adamo Bazani, a especialista diz que fretamento não é clandestinidade e que a Resolução nº 6.074 deixa de explicar muitos pontos a quem cumpre a regra.</p>
<p data-start="1577" data-end="2378">“Desde 18 de agosto, quando passou a ser aplicada a Resolução ANTT nº 6.074/2025 — o chamado Marco das Penalidades do transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros —, o telefone do escritório não parou. Não são ligações de operadores clandestinos. São de empresas com Termo de Autorização de Fretamento em dia, frota vistoriada, seguro contratado, motorista habilitado e curso de transporte coletivo em ordem. Empresas que pagam tributo, emitem nota fiscal e mantêm lista de passageiros. E que, mesmo assim, não sabem responder a uma pergunta simples: em que exato momento a viagem que elas operam há dez anos passa a ser tratada como clandestina? Essa insegurança não é desatenção do setor. É consequência direta do desenho da norma”, disse.</p>
<p data-start="2380" data-end="2825">A Resolução ANTT nº 6.074/2025 reorganiza as regras de fiscalização, sanções e medidas administrativas aplicáveis ao transporte rodoviário coletivo interestadual regular de passageiros operado por autorização. Segundo a ANTT, o modelo adota fiscalização responsiva, baseada em dados, risco e comportamento das empresas, com atuação remota e presencial, e classifica as infrações em oito grupos de gravidade.</p>
<p data-start="2827" data-end="3305">A norma teria o objetivo de tornar mais claras as consequências das irregularidades, prevendo respostas proporcionais à gravidade e à reincidência, inclusive medidas administrativas contra operações clandestinas e, em determinadas situações, perdimento de veículo. Publicada em dezembro de 2025, a maior parte da resolução entrou em vigor em 18 de agosto de 2026, substituindo e atualizando regras anteriores do sistema sancionador da ANTT.</p>
<h2 data-section-id="1wzl064" data-start="3307" data-end="3415">“Quem tem TAF e quem não tem nada passam a dividir a mesma prateleira sancionatória”, afirma Rita Januzzi</h2>
<p data-start="3417" data-end="3848">Rita diz não questionar a necessidade de fiscalização e combate ao transporte efetivamente clandestino. Como exemplo, cita o acidente ocorrido em 16 de agosto de 2026 na BR-040, na Serra de Petrópolis (RJ), com dez mortos. A ANTT informou que o ônibus não possuía autorização para executar transporte interestadual e classificou a viagem como clandestina.</p>
<p data-start="3850" data-end="4193">Para a especialista, o problema começa na segunda parte da definição de serviço clandestino adotada pela nova regulamentação. A norma alcança tanto quem realiza transporte remunerado sem a outorga correspondente como quem, mesmo detendo autorização, presta o serviço “em modalidade diversa da autorizada”.</p>
<p data-start="4195" data-end="4255">É neste segundo caso que Januzzi vê uma zona de insegurança.</p>
<p data-start="4257" data-end="4598">“Quem tem TAF e quem não tem nada passam a dividir a mesma prateleira sancionatória. Na prática, isso significa que uma divergência de enquadramento — matéria interpretativa, discutível, com jurisprudência oscilante — produz a mesma consequência de uma operação inteiramente à margem do Estado”, afirma.</p>
<p data-start="4600" data-end="4737">TAF é o Termo de Autorização de Fretamento, documento pelo qual a transportadora é habilitada perante a ANTT para atuar nesta modalidade.</p>
<p data-start="4739" data-end="5081">A questão central, portanto, não está em defender empresas sem autorização, mas em determinar em que situação uma transportadora efetivamente autorizada para fretamento deixa de cometer uma irregularidade dentro desta modalidade e passa, na interpretação da fiscalização, a realizar serviço de outra natureza e, consequentemente, clandestino.</p>
<h2 data-section-id="1l68tcq" data-start="5083" data-end="5209">Circuito fechado, plataformas, passageiros e viagens recorrentes estão entre as zonas cinzentas apontadas pela especialista</h2>
<p data-start="5211" data-end="5483">Historicamente, uma das principais características utilizadas para diferenciar o fretamento de uma linha regular é o chamado circuito fechado, pelo qual um grupo previamente determinado realiza a viagem de ida e retorno dentro das condições previstas para esta modalidade.</p>
<p data-start="5485" data-end="5582">Januzzi argumenta que justamente esse critério vem sendo objeto de decisões judiciais diferentes.</p>
<p data-start="5584" data-end="6047">No artigo encaminhado ao <em data-start="5609" data-end="5635"><strong data-start="5610" data-end="5634">Diário do Transporte</strong></em>, ela também cita situações do cotidiano que, em sua avaliação, deveriam ter critérios mais objetivos: como o grupo é formado; a intermediação da venda por uma plataforma; a substituição de um passageiro que desistiu; um embarque de conveniência fora do endereço originalmente contratado; uma viagem apenas de ida; e excursões que se repetem sazonalmente em um mesmo trecho.</p>
<p data-start="6049" data-end="6205">Para Januzzi, a falta de um divisor suficientemente preciso pode fazer uma irregularidade operacional ser interpretada como descaracterização do fretamento.</p>
<h2 data-section-id="1y90arc" data-start="6207" data-end="6284">Justiça já produziu decisões diferentes sobre a própria Resolução nº 6.074</h2>
<p data-start="6286" data-end="6398">A insegurança descrita pela advogada ganhou um componente adicional depois da entrada em vigor das novas regras.</p>
<p data-start="6400" data-end="6602">Como mostrou o <em data-start="6415" data-end="6441"><strong data-start="6416" data-end="6440">Diário do Transporte</strong></em>, duas ações apreciadas pela Justiça Federal de São Paulo tiveram resultados diferentes em decisões provisórias envolvendo diretamente a Resolução nº 6.074/2025.</p>
<p data-start="6604" data-end="7004">Na ação coletiva apresentada pela Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia), a 14ª Vara Cível Federal de São Paulo concedeu parcialmente uma liminar e suspendeu, para as associadas da entidade e nas situações alcançadas pela ordem judicial, a aplicação de trechos dos artigos 2º, 50, 71, 72, 80 e 81 relacionados a subautorização, transporte clandestino e respectivas consequências.</p>
<p data-start="7006" data-end="7497">A decisão envolve especialmente contratos empresariais, terceirizações, plataformas tecnológicas, compartilhamento de frota e formas de gestão comercial e financeira. A magistrada entendeu, em análise preliminar, que esses arranjos não poderiam ser automaticamente considerados subautorização ou transporte clandestino quando permanecessem com a transportadora autorizada a titularidade da outorga e as responsabilidades perante os passageiros e a ANTT.</p>
<p data-start="7499" data-end="7663">A decisão, entretanto, não declarou toda a Resolução nº 6.074 inválida e não representa uma autorização genérica para qualquer operação intermediada por aplicativo.</p>
<p data-start="7665" data-end="7994">Em outra ação, apresentada pela Edson Agência de Viagens Expresso e Turismo Ltda., a 11ª Vara Cível Federal de São Paulo chegou a uma conclusão preliminar diferente e negou o pedido para suspender regras relativas às multas, recolhimento e perdimento de veículos, despesas de remoção e enquadramento da operação como clandestina.</p>
<p data-start="7996" data-end="8258">Nesse caso, a juíza entendeu, nesta fase do processo, que a ANTT possui competência legal para regulamentar e fiscalizar o serviço e não identificou elementos suficientes para afastar imediatamente as medidas questionadas.</p>
<p data-start="8260" data-end="8479">As duas decisões são provisórias, abrangem partes diferentes, discutem questões que não são rigorosamente idênticas e não representam julgamento definitivo sobre a validade da resolução. Portanto, uma não anula a outra.</p>
<p data-start="8481" data-end="8520"><span class="contents" data-content-reference-start="8383" data-content-reference-end="8517"><span class="" data-state="closed"><a class="decorated-link" href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/21/justica-federal-da-decisoes-distintas-em-acoes-contra-novas-regras-da-antt-para-transporte-clandestino/amp/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Relembre: Justiça Federal dá decisões distintas em ações contra novas regras da ANTT para transporte clandestino</a></span></span></p>
<h2 data-section-id="1a83so4" data-start="8522" data-end="8593">ABRAFREC também tentou derrubar toda a resolução administrativamente</h2>
<p data-start="8595" data-end="8641">A contestação não ocorre apenas no Judiciário.</p>
<p data-start="8643" data-end="9011">A ABRAFREC (Associação Brasileira dos Fretadores Colaborativos) apresentou à própria ANTT pedido de anulação integral da Resolução nº 6.074/2025. Depois de uma controvérsia sobre a admissibilidade da contestação, a Diretoria Colegiada analisou recurso da entidade e negou provimento em decisão publicada em 25 de agosto de 2026.</p>
<p data-start="9013" data-end="9102">Essa é uma discussão administrativa e não deve ser confundida com as liminares judiciais.</p>
<p data-start="9104" data-end="9294">A consequência prática é que a Resolução nº 6.074 continua vigente. Há, entretanto, restrições provisórias específicas decorrentes de decisões judiciais para determinadas partes e situações.</p>
<h2 data-section-id="1qq0law" data-start="9296" data-end="9390">Discussão sobre o “circuito fechado” é anterior à nova resolução e chegou ao STJ e aos TRFs</h2>
<p data-start="9392" data-end="9474">Parte da controvérsia que agora desemboca na Resolução nº 6.074 nasceu antes dela.</p>
<p data-start="9476" data-end="9966">Em junho de 2024, a Segunda Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ao julgar recurso relacionado à Buser, considerou irregular o modelo em que plataforma tecnológica participa de operações com fretadores, divulga viagens e permite cobrança individual para trajetos interestaduais em circuito aberto. O julgamento destacou características como viagens recorrentes, horários definidos, venda individual e possibilidade de aquisição apenas de ida.</p>
<p data-start="9968" data-end="10358">Posteriormente, surgiram decisões em outros processos afastando o circuito fechado. Em 2025, por exemplo, o desembargador Newton Ramos, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), concedeu tutela à ABRAFREC suspendendo essa exigência para as empresas alcançadas pelo processo, por entender que a restrição não tinha respaldo suficiente na lei.</p>
<p data-start="10360" data-end="10772">Já a 4ª Turma do TRF-3 decidiu, em processo envolvendo a Inova Turismo, afastar o circuito fechado e assegurar à empresa a possibilidade de realizar fretamentos apenas de ida ou apenas de volta sem que somente esse fato caracterizasse transporte clandestino. Outros julgados da mesma Turma seguiram orientação semelhante em casos de fretamento intermediado por plataforma.</p>
<p data-start="10774" data-end="11118">Por outro lado, em maio de 2026, outro julgamento no TRF-1, envolvendo ação da própria ABRAFREC, terminou com entendimento majoritário pela manutenção do circuito fechado naquele processo, mostrando que nem dentro da mesma região federal existe uma trajetória jurisprudencial linear sobre todos os casos.</p>
<p data-start="11120" data-end="11374">São processos, partes e fundamentos diferentes. O quadro, entretanto, ajuda a entender a afirmação de Rita Januzzi de que uma característica operacional capaz de influenciar um enquadramento de clandestinidade continua submetida a forte disputa jurídica.</p>
<h2 data-section-id="sbc9bz" data-start="11376" data-end="11499">Outra entrevista do Diário do Transporte mostra interpretação diferente, mas complementar, sobre irregular e clandestino</h2>
<p data-start="11501" data-end="11634">A análise de Rita Januzzi dialoga diretamente com outra entrevista publicada pelo <em data-start="11583" data-end="11609"><strong data-start="11584" data-end="11608">Diário do Transporte</strong></em> em 22 de agosto de 2026.</p>
<p data-start="11636" data-end="11895">Na ocasião, o advogado Ilo Löbel da Luz, também especialista em regulação do transporte rodoviário perante a ANTT, explicou que, do ponto de vista da arquitetura regulatória, fretamento irregular e transporte clandestino não são necessariamente a mesma coisa.</p>
<p data-start="11897" data-end="12360">Segundo Löbel, no primeiro caso existe efetivamente um fretamento, mas alguma obrigação administrativa ou operacional deixa de ser cumprida. Já na segunda situação, uma empresa pode possuir autorização de fretamento, mas executar na prática um serviço com características de outra modalidade, por exemplo com venda individual de lugares, disponibilidade indistinta ao público, horários predefinidos e frequência recorrente.</p>
<p data-start="12362" data-end="12429">As duas entrevistas ajudam a mostrar justamente onde está o debate.</p>
<p class="" data-start="12431" data-end="12727">Löbel explica a distinção jurídica que a ANTT pretende fazer entre irregularidade dentro do fretamento e descaracterização da própria modalidade. Januzzi, por sua vez, questiona se os critérios para estabelecer essa fronteira são suficientemente objetivos para suportar consequências tão severas.</p>
<p data-start="12729" data-end="12944">As análises, portanto, não precisam ser vistas simplesmente como contraditórias: uma explica a construção regulatória; a outra alerta para os problemas que podem surgir na interpretação e aplicação dessa construção.</p>
<p data-start="12946" data-end="12985"><span class="contents" data-content-reference-start="12919" data-content-reference-end="13095"><span class="" data-state="closed"><a class="decorated-link" href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/22/antt-trata-de-forma-diferente-o-fretamento-irregular-e-o-transporte-clandestino-plataformas-de-intermediacao-entram-no-centro-da-diferenciacao-diz-especialista/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Relembre: ANTT trata de forma diferente o fretamento irregular e o transporte clandestino; plataformas entram no centro da diferenciação, diz especialista</a></span></span></p>
<h2 data-section-id="1qkpi0f" data-start="12987" data-end="13057">Retenção por 96 horas e perdimento do ônibus concentram as críticas</h2>
<p data-start="13059" data-end="13237">As consequências previstas para o serviço considerado clandestino explicam por que essa diferenciação tem impacto econômico muito maior do que uma discussão meramente conceitual.</p>
<p data-start="13239" data-end="13528">O artigo 71 da Resolução estabelece multa de 53.240 UMRP pela comercialização ou execução de serviço clandestino, inclusive por meio de plataformas tecnológicas. Com a UMRP de 2026 fixada em R$ 0,292308, isso corresponde a aproximadamente R$ 15.562.</p>
<p data-start="13530" data-end="13842">Quando houver execução do serviço, a norma prevê transbordo dos passageiros e recolhimento do veículo. O ônibus deve permanecer recolhido por 96 horas e, depois desse período, a liberação é condicionada à comprovação do pagamento das despesas de remoção, guarda e estadia.</p>
<p data-start="13844" data-end="14069">A resolução também estabelece que, em caso de reincidência no uso do mesmo veículo para serviço clandestino dentro de um ano — contado nos termos determinados pela própria norma —, poderá ser aplicado o perdimento do veículo.</p>
<p data-start="14071" data-end="14153">É justamente o fato de a reincidência estar ligada ao ônibus que preocupa Januzzi.</p>
<p data-start="14155" data-end="14412">Segundo a advogada, isso pode produzir reflexos até no mercado de veículos usados, uma vez que um comprador de boa-fé poderia adquirir um ônibus que tenha histórico sancionatório anterior relacionado a outro operador.</p>
<p data-start="14414" data-end="14477">A especialista também questiona o prazo mínimo de recolhimento.</p>
<p data-start="14479" data-end="14752">“Recolhimento é medida administrativa de natureza acautelatória: existe para neutralizar um risco. Cessado o risco, cessa o fundamento. Um prazo que corre mesmo depois de saneada a irregularidade não acautela nada — pune”, argumenta.</p>
<p data-start="14754" data-end="15086">A norma, por sua vez, estabelece que o infrator deve assegurar aos passageiros bilhetes para continuidade da viagem e assistência, inclusive alimentação e hospedagem quando cabíveis. Ou seja, o transbordo e o atendimento dos passageiros integram formalmente o procedimento previsto pela ANTT.</p>
<h2 data-section-id="1ivu04z" data-start="15088" data-end="15153">Capacitação ocorreu um dia antes da aplicação das novas regras</h2>
<p data-start="15155" data-end="15228">Outro ponto criticado pela especialista é o período de adaptação prática.</p>
<p data-start="15230" data-end="15558">A ANTT realizou em Brasília, em 17 de agosto de 2026, uma capacitação específica sobre a aplicação da Resolução nº 6.074. As regras passaram a ser aplicadas no dia seguinte, 18 de agosto. A própria agência informou que o treinamento envolveu servidores e representantes do setor regulado.</p>
<p data-start="15560" data-end="15797">Januzzi considera esse intervalo insuficiente, principalmente para o fretamento, formado também por pequenas e médias empresas que não dispõem necessariamente de departamentos jurídicos e estruturas permanentes de compliance regulatório.</p>
<p data-start="15799" data-end="15940">“Sanção pressupõe que o destinatário saiba, de antemão e com precisão, o que dele se espera”, afirma.</p>
<p data-start="15942" data-end="16287">A ANTT, por outro lado, havia promovido também um workshop sobre a resolução em maio de 2026 e sustenta que o novo modelo busca justamente ampliar previsibilidade, uniformizar procedimentos e utilizar ações educativas e mecanismos de autocorreção antes da resposta sancionatória em determinadas situações.</p>
<hr data-start="16289" data-end="16292" />
<h1 data-section-id="1nzs0oj" data-start="16294" data-end="16321">ENTREVISTA – RITA JANUZZI</h1>
<p data-start="16323" data-end="16626">O conteúdo a seguir foi organizado pelo <em data-start="16363" data-end="16389"><strong data-start="16364" data-end="16388">Diário do Transporte</strong></em> em formato pingue-pongue a partir do artigo técnico encaminhado por Rita Januzzi. As respostas preservam os argumentos, exemplos e posicionamentos apresentados pela advogada no documento original.</p>
<p data-start="16628" data-end="16724">ADAMO BAZANI: O que mudou para as empresas desde que a Resolução nº 6.074 passou a ser aplicada?</p>
<p data-start="16726" data-end="17534">RITA JANUZZI: Desde 18 de agosto, quando passou a ser aplicada a Resolução ANTT nº 6.074/2025 — o chamado Marco das Penalidades do transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros —, o telefone do escritório não parou. Não são ligações de operadores clandestinos. São de empresas com Termo de Autorização de Fretamento em dia, frota vistoriada, seguro contratado, motorista habilitado e curso de transporte coletivo em ordem. Empresas que pagam tributo, emitem nota fiscal e mantêm lista de passageiros. E que, mesmo assim, não sabem responder a uma pergunta simples: em que exato momento a viagem que elas operam há dez anos passa a ser tratada como clandestina? Essa insegurança não é desatenção do setor. É consequência direta do desenho da norma.</p>
<p data-start="17536" data-end="17617">ADAMO BAZANI: A crítica significa ser contra o combate ao transporte clandestino?</p>
<p data-start="17619" data-end="18077">RITA JANUZZI: Não. O combate ao transporte irregular de passageiros é legítimo e necessário. A tragédia da BR-040, em Petrópolis, com dez mortos em um ônibus que não tinha autorização para operar transporte interestadual, é a demonstração mais dura disso. Não há, no setor organizado de fretamento, quem defenda o operador sem outorga. Pelo contrário: é ele quem corrói a tarifa, a concorrência e a reputação de todos.</p>
<p data-start="18079" data-end="18130">ADAMO BAZANI: Então onde está o principal problema?</p>
<p data-start="18132" data-end="18554">RITA JANUZZI: O problema é outro. A Resolução nº 6.074 definiu serviço clandestino como o transporte remunerado prestado sem concessão, permissão ou autorização da ANTT — ou, ainda que o transportador detenha a outorga, prestado “em modalidade diversa da autorizada”. É nessa segunda metade da definição que o fretamento inteiro foi colocado dentro do capítulo mais severo da norma.</p>
<p data-start="18556" data-end="18635">ADAMO BAZANI: Por que essa definição preocupa tanto uma empresa que possui TAF?</p>
<p data-start="18637" data-end="18984">RITA JANUZZI: Quem tem TAF e quem não tem nada passam a dividir a mesma prateleira sancionatória. Na prática, isso significa que uma divergência de enquadramento — matéria interpretativa, discutível, com jurisprudência oscilante — produz a mesma consequência de uma operação inteiramente à margem do Estado.</p>
<p data-start="18986" data-end="19049">ADAMO BAZANI: Onde aparece essa insegurança na operação diária?</p>
<p data-start="19051" data-end="19480">RITA JANUZZI: A formação do grupo, a venda intermediada por plataforma, o passageiro que desiste e é substituído, o embarque de conveniência fora do endereço contratado, a viagem de ida sem retorno, a excursão que se repete no mesmo trecho por sazonalidade. Cada um desses pontos é hoje um risco de autuação por clandestinidade — e não por infração operacional, que é o que de fato seriam.</p>
<p data-start="19482" data-end="19563">ADAMO BAZANI: Por que o circuito fechado ganha tanta importância nessa discussão?</p>
<p data-start="19565" data-end="19925">RITA JANUZZI: A fronteira entre fretamento e linha regular foi historicamente traçada pelo circuito fechado, exigência que vem do Decreto nº 2.521/1998 e foi reproduzida pela Resolução ANTT nº 4.777. Só que essa régua deixou de ser estável. Há decisões judiciais divergentes sobre a validade e o alcance dessa exigência.</p>
<p data-start="19927" data-end="20002">ADAMO BAZANI: E por que as novas penalidades tornam essa dúvida mais grave?</p>
<p data-start="20004" data-end="20454">RITA JANUZZI: O agravamento das consequências é o que torna a ambiguidade insustentável. O veículo é recolhido por 96 horas; a multa por comercialização ou execução irregular do serviço passou para algo em torno de R$ 15,5 mil; há previsão de interdição de estabelecimento e de transbordo compulsório dos passageiros; e, em caso de reincidência no uso do mesmo veículo dentro de um ano, aplica-se o perdimento.</p>
<p data-start="20456" data-end="20526">ADAMO BAZANI: O perdimento ligado ao mesmo ônibus cria outro problema?</p>
<p data-start="20528" data-end="20813">RITA JANUZZI: Sim. A reincidência está atrelada ao veículo, e não exclusivamente ao operador. Isso projeta risco sobre o mercado de ônibus usados, no qual o comprador de boa-fé pode adquirir um passivo que não gerou e sequer tinha como conhecer.</p>
<p data-start="20815" data-end="20891">ADAMO BAZANI: E qual é sua crítica ao recolhimento obrigatório por 96 horas?</p>
<p data-start="20893" data-end="21457">RITA JANUZZI: Recolhimento é medida administrativa de natureza acautelatória: existe para neutralizar um risco. Cessado o risco, cessa o fundamento. Um prazo que corre mesmo depois de saneada a irregularidade não acautela nada — pune. E pune sem processo, sem contraditório prévio e sem gradação, atingindo o passageiro e principalmente o pequeno fretador, para quem quatro dias com o único ônibus da frota em pátio credenciado, além das despesas de remoção e estadia, podem ser determinantes para a continuidade da empresa.</p>
<p data-start="21459" data-end="21562">ADAMO BAZANI: Houve tempo suficiente para as empresas e a própria fiscalização aprenderem a nova regra?</p>
<p data-start="21564" data-end="21936">RITA JANUZZI: A ANTT realizou capacitação sobre a aplicação da resolução em 17 de agosto. A norma passou a ser aplicada em 18 de agosto. Um dia. A agência sinalizou que pretende manter rodadas de diálogo com os operadores durante a implantação, e isso é positivo. Mas diálogo posterior à vigência não substitui período de transição.</p>
<p data-start="21938" data-end="21997">ADAMO BAZANI: O que deveria ser feito agora pela regulação?</p>
<p data-start="21999" data-end="22646">RITA JANUZZI: Primeiro, separar o clandestino do irregular. Quem não tem outorga e quem tem outorga e errou a modalidade não podem receber o mesmo tratamento sancionatório. Segundo, fixar critérios objetivos de enquadramento do fretamento, preferencialmente por instrumento normativo de hierarquia adequada e depois de consulta pública efetiva, enquanto o tema não é pacificado pelo Legislativo e pelos tribunais superiores. Terceiro, estabelecer transição, gradação e liberação condicionada à regularização, substituindo o prazo fixo de 96 horas por um regime proporcional ao risco efetivamente verificado.</p>
<p data-start="22648" data-end="22742">ADAMO BAZANI: Enquanto isso não acontece, como uma empresa de fretamento pode reduzir o risco?</p>
<p data-start="22744" data-end="23320">RITA JANUZZI: A defesa começa antes da abordagem. Contrato de fretamento formalizado com o grupo ou a entidade contratante, nota fiscal, lista nominal de passageiros compatível com o contrato, ausência de cobrança individual de bilhete, roteiro sem embarque e desembarque no itinerário, documentação do veículo e do condutor a bordo e registro fotográfico e digital de tudo isso. Documentação organizada não impede a autuação, mas é o que sustenta a defesa administrativa e, quando necessário, o pedido de liberação judicial do veículo.</p>
<p data-start="23322" data-end="23400">ADAMO BAZANI: Em uma frase, qual é hoje a reivindicação do fretamento regular?</p>
<p data-start="23402" data-end="23795">RITA JANUZZI: O fretamento brasileiro não está pedindo licença para operar fora da regra. Está pedindo para saber qual é a regra. Enquanto a resposta a essa pergunta depender de qual tribunal, qual agente e qual dia da semana, não é o clandestino que estará sendo combatido — é o empresário regular que estará sendo penalizado pela imprecisão do Estado.</p>
<hr data-start="23797" data-end="23800" />
<h1 data-section-id="nih7up" data-start="23802" data-end="23868">ESPECIAL: O que é e como funciona a Resolução ANTT nº 6.074/2025</h1>
<p data-start="23870" data-end="24261">A Resolução nº 6.074 foi aprovada pela Diretoria Colegiada da ANTT em 17 de dezembro de 2025 e publicada no Diário Oficial da União em 18 de dezembro. A maior parte de seus dispositivos passou a valer em 18 de agosto de 2026. Alguns artigos relacionados à implementação do modelo, alterações de normas anteriores e revogações produziram efeitos antes.</p>
<p data-start="24263" data-end="24868">Um ponto importante para entender a discussão é o alcance da norma. Seu objeto principal é o regime de sanções e medidas administrativas do transporte rodoviário coletivo interestadual regular de passageiros operado sob autorização. Entretanto, a própria Resolução nº 6.074 altera a Resolução nº 233/2003, que disciplina penalidades do transporte semiurbano e do fretamento, e insere nesse conjunto regras específicas relativas ao serviço clandestino. É por essa ponte normativa que parte das consequências discutidas pelos fretadores chega diretamente ao segmento.</p>
<h2 data-section-id="19pl99i" data-start="24870" data-end="24925">Fiscalização passa a trabalhar com lógica responsiva</h2>
<p data-start="24927" data-end="25069">O novo modelo prevê que o planejamento da fiscalização leve em consideração o comportamento regulatório da empresa, dados, evidências e risco.</p>
<p data-start="25071" data-end="25354">A resolução estrutura a fiscalização em três níveis. O primeiro pode ocorrer remotamente e sem participação direta de agente; o segundo também é remoto, mas com atuação de agente de fiscalização; o terceiro corresponde à fiscalização em campo.</p>
<p data-start="25356" data-end="25702">O Índice de Qualidade do Transporte, o IQT, passa a influenciar a lógica de resposta regulatória. Em determinadas infrações de menor gravidade, a empresa pode receber oportunidade para corrigir a inconformidade por meio de mecanismos como o Termo de Registro de Ocorrência, em vez de necessariamente partir de imediato para a punição mais severa.</p>
<p data-start="25704" data-end="25946">Essa é a filosofia que a ANTT chama de regulação responsiva: empresas com melhor comportamento e problemas menos graves podem receber respostas diferentes daquelas aplicadas a operadores reincidentes ou envolvidos em infrações de maior risco.</p>
<h2 data-section-id="1kfgnyd" data-start="25948" data-end="26012">Oito grupos de infrações, mas sete faixas ordinárias de multa</h2>
<p data-start="26014" data-end="26384">As infrações são organizadas em oito grupos de gravidade. Para os grupos I a VII, a resolução fixa valores-base em UMRP. Considerando a unidade de R$ 0,292308 vigente em 2026, os valores aproximados correspondem a R$ 1.996 no Grupo I; R$ 3.198 no Grupo II; R$ 4.399 no Grupo III; R$ 5.601 no Grupo IV; R$ 6.802 no Grupo V; R$ 8.003 no Grupo VI; e R$ 10.374 no Grupo VII.</p>
<p data-start="26386" data-end="26784">O Grupo VIII reúne condutas sujeitas à cassação, como determinadas formas de transferência ou subautorização do serviço e outras infrações consideradas de máxima gravidade. A norma também prevê agravantes e atenuantes, de acordo com fatores como reincidência, quantidade de fatos geradores, histórico de qualidade e adoção rápida de providências reparadoras.</p>
<h2 data-section-id="xrre3w" data-start="26786" data-end="26851">Empresa pode comunicar voluntariamente algumas irregularidades</h2>
<p data-start="26853" data-end="26911">Uma inovação é a Comunicação Voluntária de Irregularidade.</p>
<p data-start="26913" data-end="27148">Para infrações elegíveis dos grupos I a VI, a empresa pode comunicar espontaneamente o problema antes de a ANTT ter conhecimento formal do fato. Cumpridos os requisitos e o plano de correção, a multa pode ser convertida em advertência.</p>
<p data-start="27150" data-end="27431">O mecanismo, entretanto, exige reconhecimento da infração e, nas condições estabelecidas pela norma, renúncia a pretensões administrativas ou judiciais sobre aqueles fatos. O descumprimento do plano pode fazer a multa retornar com acréscimo.</p>
<h2 data-section-id="l8cnpd" data-start="27433" data-end="27494">Serviço clandestino tem regime próprio e muito mais severo</h2>
<p data-start="27496" data-end="27579">O capítulo que mais repercute no atual debate é o destinado ao serviço clandestino.</p>
<p data-start="27581" data-end="27809">A Resolução nº 6.074 não restringe esse conceito apenas à empresa que não possui qualquer outorga. Ela também contempla a hipótese em que existe autorização, mas a operação é realizada em modalidade diferente daquela autorizada.</p>
<p data-start="27811" data-end="28116">A comercialização ou execução do serviço considerado clandestino, inclusive por plataforma tecnológica, pode gerar multa de 53.240 UMRP, aproximadamente R$ 15,56 mil pelo valor vigente em 2026. Se houver execução, são previstos transbordo e recolhimento do veículo.</p>
<p data-start="28118" data-end="28407">O recolhimento dura 96 horas. A reincidência com o mesmo veículo dentro das condições e do prazo estabelecidos na resolução pode resultar em perdimento do ônibus. É este conjunto que transforma o enquadramento de “irregular” ou “clandestino” em questão crucial para empresas e passageiros.</p>
<h2 data-section-id="xv00ac" data-start="28409" data-end="28460">Subautorização também entrou no centro do debate</h2>
<p data-start="28462" data-end="28501">Outro tema sensível é a subautorização.</p>
<p data-start="28503" data-end="28749">A resolução procura identificar situações nas quais uma transportadora autorizada perde efetivamente autonomia operacional ou financeira, transfere a gestão da relação com os usuários ou permite que terceiros assumam partes essenciais do serviço.</p>
<p data-start="28751" data-end="29338">Entre os elementos considerados pela ANTT estão perda de autonomia operacional, controle financeiro por terceiros, ausência de vínculo direto com o passageiro, transferência de atividades essenciais, compartilhamento de receitas que retire da autorizatária a gestão dos recursos e uso de marca ou frota de forma que dificulte identificar a transportadora responsável. Atividades meramente acessórias, como alimentação, internet e limpeza, não caracterizam por si mesmas subautorização se a responsabilidade integral permanecer com a autorizatária.</p>
<p data-start="29340" data-end="29435">Foi justamente parte desse conjunto que entrou na discussão judicial apresentada pela Amobitec.</p>
<h2 data-section-id="jiocgk" data-start="29437" data-end="29482">O passageiro também é diretamente atingido</h2>
<p data-start="29484" data-end="29646">Embora grande parte do debate esteja concentrada em empresas e fiscalização, o passageiro sofre efeitos imediatos quando uma viagem é enquadrada como clandestina.</p>
<p data-start="29648" data-end="29922">Pode haver interrupção da operação, transbordo para outro veículo ou encaminhamento a terminal para utilização de serviço regular. A própria resolução determina assistência ao usuário e prevê, quando cabível, alimentação e hospedagem.</p>
<p data-start="29924" data-end="30122">É por isso que a discussão sobre clareza da norma não é exclusivamente empresarial: uma interpretação tomada durante uma fiscalização pode interferir na continuidade da viagem de dezenas de pessoas.</p>
<h2 data-section-id="1myoclq" data-start="30124" data-end="30142">A visão da ANTT</h2>
<p data-start="30144" data-end="30348">A ANTT afirma que o marco moderniza regras que estavam há mais de duas décadas em vigor, fortalece a fiscalização baseada em risco, cria instrumentos de autocorreção e amplia a previsibilidade do sistema.</p>
<p data-start="30350" data-end="30680">Em documento estatístico da própria agência, a Resolução nº 6.074 é descrita como instrumento para fortalecer a regulação responsiva, incorporar ações educativas e autocorreção, reorganizar infrações por gravidade, permitir mecanismos de compensação e intensificar o combate ao clandestino.</p>
<p data-start="30682" data-end="31054">A crítica apresentada por Rita Januzzi está justamente no ponto em que essa intenção regulatória chega à estrada: para a advogada, uma sanção mais severa somente produzirá segurança jurídica se o operador puder saber antecipadamente, com critérios objetivos, qual comportamento o fará sair do campo de uma irregularidade de fretamento e entrar no campo da clandestinidade.</p>
<p data-start="32060" data-end="32119" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="32060" data-end="32119" data-is-last-node=""><strong data-start="32061" data-end="32118">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Canoas (RS) terá 27 ônibus novos, com 25 Euro 6 e os dois primeiros elétricos da história da cidade, anuncia secretário de Mobilidade</title>
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    <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 07:27:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Aporte federal de R$ 35,15 milhões pelo Novo PAC/Pró-Transporte vai permitir renovação da frota; licitações são previstas ainda em 2026 e novos veículos devem começar a circular no primeiro semestre de 2027 ADAMO BAZANI Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS), vai incorporar 27 ônibus zero-quilômetro ao sistema municipal de transporte coletivo, sendo 25 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="900" height="596" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Novos-C3B4nibus-coletivos-na-Cidade-de-Canoas.jpg?fit=900%2C596&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Novos-C3B4nibus-coletivos-na-Cidade-de-Canoas.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Novos-C3B4nibus-coletivos-na-Cidade-de-Canoas.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Novos-C3B4nibus-coletivos-na-Cidade-de-Canoas.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Novos-C3B4nibus-coletivos-na-Cidade-de-Canoas.jpg?resize=768%2C509&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Novos-C3B4nibus-coletivos-na-Cidade-de-Canoas.jpg?resize=400%2C265&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /> 
<p class="wp-block-paragraph">Aporte federal de R$ 35,15 milhões pelo Novo PAC/Pró-Transporte vai permitir renovação da frota; licitações são previstas ainda em 2026 e novos veículos devem começar a circular no primeiro semestre de 2027</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS), vai incorporar 27 ônibus zero-quilômetro ao sistema municipal de transporte coletivo, sendo 25 veículos a diesel no padrão de emissões Proconve P-8/Euro 6 e dois ônibus 100% elétricos, os primeiros desse tipo na história do transporte público da cidade. O anúncio foi detalhado pelo secretário municipal de Mobilidade Urbana, Leandro Machado, nesta sexta-feira, 28 de agosto de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A renovação será viabilizada com R$ 35,15 milhões disponibilizados pelo Governo Federal por meio do Novo PAC/Pró-Transporte. A Prefeitura deve realizar as licitações ainda no segundo semestre deste ano. Contratações, implantação da infraestrutura de recarga e recebimento dos ônibus estão previstos para o primeiro semestre de 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério das Cidades já havia formalizado, no início de agosto, a seleção da proposta de Canoas para aquisição dos 27 veículos. A renovação integra a política federal de Mobilidade Urbana Sustentável, que admite financiamento tanto de ônibus elétricos e carregadores quanto de veículos novos Proconve P-8, padrão correspondente à tecnologia Euro 6.</p>



<h3 class="wp-block-heading">R$ 35,15 milhões do Governo Federal e contrapartida municipal</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as informações divulgadas pelo município e pelo secretário Leandro Machado, o aporte federal para a renovação é de aproximadamente R$ 35,15 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos recursos federais, a Prefeitura prevê uma contrapartida de aproximadamente R$ 1,8 milhão. Com isso, o investimento relacionado à aquisição deve ficar próximo de R$ 37 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pacote será composto por 25 ônibus movidos a diesel com tecnologia Proconve P-8/Euro 6 e dois veículos de propulsão integralmente elétrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos deverão contar com acessibilidade universal. Informações apresentadas pela Prefeitura indicam capacidade média de aproximadamente 42 passageiros por veículo. Também está prevista a compra de equipamento de recarga para os dois ônibus elétricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa federal de renovação exige ainda itens como ar-condicionado, internet sem fio gratuita aos passageiros e sistemas embarcados de bilhetagem, rastreamento e acompanhamento da operação nos projetos enquadrados na seleção.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Primeiros ônibus elétricos de Canoas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os dois veículos elétricos representarão o início da eletrificação da frota municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até agora, Canoas não contou com ônibus de propulsão integralmente elétrica em sua operação regular. Assim, a chegada das duas unidades servirá também como primeira experiência da cidade com a tecnologia, que elimina as emissões locais de poluentes pelo escapamento e reduz o ruído durante a operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura ainda terá de definir detalhes operacionais, entre eles a infraestrutura elétrica necessária e a linha ou operação em que os veículos serão inicialmente empregados. A implantação dos pontos de recarga está entre os assuntos tratados no planejamento da Secretaria de Mobilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os outros 25 ônibus continuarão utilizando diesel, mas terão motores enquadrados no Proconve P-8, correspondente ao padrão internacionalmente conhecido como Euro 6, mais restritivo em relação à emissão de poluentes do que gerações anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio Ministério das Cidades inclui veículos Proconve P-8 entre as tecnologias elegíveis no programa de Renovação de Frota do Novo PAC, juntamente com ônibus elétricos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Licitações ainda em 2026 e ônibus nas ruas em 2027</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O cronograma apresentado pelo município prevê que a etapa de licitações seja realizada ainda no segundo semestre de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da aquisição dos veículos, será necessário contratar e instalar a infraestrutura destinada à operação dos elétricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é de que as aquisições, assinaturas dos contratos e implantação dos equipamentos de recarga ocorram durante o primeiro semestre de 2027. O recebimento dos veículos e a entrada dos novos ônibus em circulação também são projetados para a primeira metade do próximo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, apesar de os recursos já terem sido autorizados, os 27 ônibus ainda dependem das etapas licitatórias, contratuais, de fabricação e, no caso dos elétricos, da preparação da infraestrutura energética.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Frota atual tem 126 ônibus e Prefeitura aponta envelhecimento</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A renovação ocorre em um sistema que, de acordo com a proposta encaminhada pelo município ao Governo Federal, possui atualmente 126 veículos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na justificativa apresentada para obtenção dos recursos, a Prefeitura apontou envelhecimento da frota como um dos problemas enfrentados pelo transporte coletivo. Segundo o documento, essa situação aumenta custos de manutenção, consumo de combustível e emissões, além de afetar a disponibilidade dos veículos para o cumprimento das viagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a entrada das 27 unidades, o volume de ônibus novos corresponde a pouco mais de um quinto da frota atualmente indicada pelo município, embora isso não signifique necessariamente aumento líquido de 27 veículos, já que a renovação pode envolver substituição de unidades antigas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tarifa zero ampliou demanda pelo transporte</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outro elemento colocado pela Prefeitura como parte da necessidade de modernização é o aumento da utilização do transporte coletivo após a adoção da política municipal de tarifa zero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No pedido apresentado ao Governo Federal, Canoas informou que a gratuidade elevou significativamente a quantidade de passageiros transportados, mas que o crescimento da demanda precisava ser acompanhado por melhorias na qualidade e confiabilidade do serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na entrevista concedida ao 36º AldeiaCast, Leandro Machado também relacionou a aquisição pública dos ônibus à estrutura econômica do sistema. Entre os temas discutidos estão o modelo pelo qual os veículos poderão ser cedidos à operadora, a futura licitação do transporte e os efeitos do investimento público sobre os custos do serviço.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Renovação faz parte do Novo PAC</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A modalidade Mobilidade Urbana Sustentável – Renovação de Frota, do Ministério das Cidades, financia ônibus elétricos e respectivos equipamentos de recarga, veículos Proconve P-8 para sistemas convencionais, corredores e BRTs, além de material rodante ferroviário e embarcações destinadas ao transporte público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo declarado pelo Governo Federal é substituir veículos antigos por modelos mais eficientes e menos poluentes, com reflexos esperados sobre custos operacionais, conforto, segurança e redução de emissões nos sistemas urbanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de Canoas, a seleção abre simultaneamente duas frentes de modernização: a substituição de parte da frota diesel por ônibus Euro 6 e o início da utilização de ônibus elétricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o cronograma anunciado for cumprido, os primeiros resultados desta etapa de renovação deverão ser percebidos pelos passageiros no primeiro semestre de 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Falha na Linha 15-Prata do monotrilho afeta também Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo na noite desta sexta (28)</title>
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    <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 01:11:42 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>Problemas em trem na Fazenda da Juta e no fornecimento de energia entre Vila Prudente e Jardim Colonial fazem passageiros enfrentarem velocidade reduzida e maior tempo de viagem; reflexos chegaram à Linha 2-Verde ADAMO BAZANI Passageiros das linhas 15-Prata do monotrilho e 2-Verde do Metrô de São Paulo enfrentam problemas na noite desta sexta-feira, 28 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><br><br><em>Problemas em trem na Fazenda da Juta e no fornecimento de energia entre Vila Prudente e Jardim Colonial fazem passageiros enfrentarem velocidade reduzida e maior tempo de viagem; reflexos chegaram à Linha 2-Verde</em><br><br><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br><br>Passageiros das linhas 15-Prata do monotrilho e 2-Verde do Metrô de São Paulo enfrentam problemas na noite desta sexta-feira, 28 de agosto de 2026. Uma falha na Linha 15 provocou velocidade reduzida e maior tempo de parada dos trens e passou a afetar também a operação da Linha 2.<br><br>De acordo com informações operacionais divulgadas pelo Metrô e acompanhadas pelo Diário do Transporte por volta das 22h, a ocorrência envolve problemas no fornecimento de energia elétrica e uma falha em trem na estação Fazenda da Juta. Por causa das restrições no monotrilho, a Linha 2-Verde também passou a circular com velocidade reduzida.<br><br>Problemas começaram antes das 22h<br><br>Às 21h49, o sistema de informações aos passageiros registrou falta de energia elétrica entre as estações Vila Prudente e Jardim Colonial, trecho que corresponde à atual extensão operacional da Linha 15-Prata.<br><br>A orientação divulgada naquele momento informava que os trens circulavam com velocidade reduzida e permaneciam mais tempo parados nas estações enquanto equipes trabalhavam para normalizar o serviço.<br><br>Poucos minutos depois, às 21h54, o Metrô informou uma falha em um trem na estação Fazenda da Juta. A ocorrência manteve a Linha 15-Prata em velocidade reduzida e com maior tempo de parada.<br><br>A Linha 15 atualmente opera entre Vila Prudente e Jardim Colonial e possui estações em Vila Prudente, Oratório, São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói, Vila União, Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta, São Mateus e Jardim Colonial. <br><br>Linha 2-Verde também é afetada<br><br>O problema não ficou restrito ao monotrilho.<br><br>Por volta das 22h07, o sistema de informações aos passageiros apontava a Linha 2-Verde em velocidade reduzida em razão das restrições operacionais existentes na Linha 15-Prata.<br><br>A Linha 2-Verde liga Vila Prudente a Vila Madalena. É justamente em Vila Prudente que ocorre a integração entre as duas linhas, fazendo da estação um dos principais pontos de transferência dos passageiros provenientes da zona leste. O próprio Metrô destaca que a Linha 15 foi concebida para conectar bairros populosos da região à área central por meio dessa integração. <br><br>Assim, passageiros que utilizam o monotrilho e depois seguem pela Linha 2-Verde devem considerar maior tempo de viagem na noite desta sexta-feira.<br><br>Passageiro deve programar tempo adicional<br><br>Até o momento das informações consultadas pelo Diário do Transporte, não havia indicação de paralisação completa das duas linhas. A operação ocorria com restrições e velocidade reduzida.<br><br>As demais linhas mostradas no sistema naquele momento apareciam em operação normal.<br><br>O Metrô mantém uma Central de Informações pelo telefone 0800 770 7722, com atendimento diariamente das 5h à meia-noite. A companhia também disponibiliza declaração de ocorrência para passageiros afetados por problemas operacionais. <br><br>A reportagem será atualizada assim que houver normalização ou novas informações sobre as ocorrências.<br><br>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</p>



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    <title>CPTM conquista Selo Prata por transparência e gestão no 2º Inventário de Gases de Efeito Estufa</title>
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    <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 01:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Pela primeira vez, companhia publica levantamento como integrante oficial do Programa Brasileiro GHG Protocol VINÍCIUS DE OLIVEIRA A CPTM alcançou um novo marco em sua agenda de sustentabilidade com a publicação do seu 2º Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE), referente às emissões da operação de 2025 (Ciclo 2026). Pela primeira vez, o documento [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="708" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cptm_linha-1-e1768313594539.jpg?fit=1024%2C708&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Pela primeira vez, companhia publica levantamento como integrante oficial do Programa Brasileiro GHG Protocol</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A CPTM alcançou um novo marco em sua agenda de sustentabilidade com a publicação do seu 2º Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE), referente às emissões da operação de 2025 (Ciclo 2026). Pela primeira vez, o documento foi publicado com a companhia integrada como participante oficial do Programa Brasileiro GHG Protocol, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a principal referência nacional na contabilização e gestão de emissões corporativas.</p>
<p>Com o envio dos dados, o levantamento da CPTM recebeu o Selo Prata. A qualificação reconhece o cumprimento integral dos critérios de elegibilidade e transparência do programa, confirmando a mensuração completa e detalhada de todas as emissões operacionais diretas e indiretas da ferrovia, além de abranger voluntariamente a sua cadeia de valor, contabilizando o deslocamento de seus colaboradores.</p>
<p>A conquista representa um avanço expressivo na gestão ambiental da empresa, reforçando o rigor metodológico adotado no levantamento e o compromisso da CPTM com a transparência e o acompanhamento contínuo de seu impacto no meio ambiente.</p>
<p>O documento foi oficialmente disponibilizado no Registro Público de Emissões (RPE) durante o Evento Anual do Programa Brasileiro GHG Protocol, realizado nos dias 26 e 27 de agosto. A plataforma reúne os dados corporativos das organizações participantes e amplia a visibilidade sobre a pegada de carbono no país.</p>
<p>&#8220;O Selo Prata reconhece a consistência, o rigor metodológico e a transparência do inventário que estamos apresentando. Esse avanço consolida nossa base de dados para que, no próximo ciclo, possamos encaminhar as informações à auditoria externa de um organismo acreditado pelo Inmetro, etapa necessária para buscarmos a certificação máxima com o Selo Ouro&#8221;, destaca Danilo Amorim, Gerente de Meio Ambiente da CPTM.</p>
<p>A mensuração detalhada das fontes de emissão fundamenta a gestão estratégica da companhia, permitindo acompanhar a evolução dos indicadores e orientar o planejamento de ações para a redução de impactos. A iniciativa consolida as práticas ESG (ambientais, sociais e de governança) da CPTM, conectando dados climáticos a metas corporativas para uma operação ferroviária cada vez mais sustentável.</p>
<p>O Inventário completo pode ser consultado no Registro Público de Emissões pelo site oficial.</p>
<p><a href="https://registropublicodeemissoes.fgv.br/estatistica/estatistica-participantes/9544" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://registropublicodeemissoes.fgv.br/estatistica/estatistica-participantes/9544&amp;source=gmail&amp;ust=1788023328177000&amp;usg=AOvVaw3Q3JAutqanbio9NgBlYpKW">Link</a></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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