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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Metrô abre licitação para peças e CPTM altera datas de disputas para manutenção da Linha 10 e coletes balísticos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/metro-abre-licitacao-para-pecas-e-cptm-altera-datas-de-disputas-para-manutencao-da-linha-10-e-coletes-balisticos/</link>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 21:01:25 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Avisos publicados nesta terça-feira preveem sessões em 19, 21 e 27 de outubro; procedimentos abrangem manutenção ferroviária e equipamentos de segurança ADAMO BAZANI O Metrô de São Paulo anunciou uma licitação para fornecimento de eixos da roda-guia, enquanto a CPTM adiou a disputa para manutenção da via permanente da Linha 10-Turquesa e marcou a retomada [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2022-10-28-at-14.06.10-e1666977718607.webp?fit=800%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2022-10-28-at-14.06.10-e1666977718607.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2022-10-28-at-14.06.10-e1666977718607.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2022-10-28-at-14.06.10-e1666977718607.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2022-10-28-at-14.06.10-e1666977718607.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2022-10-28-at-14.06.10-e1666977718607.webp?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Avisos publicados nesta terça-feira preveem sessões em 19, 21 e 27 de outubro; procedimentos abrangem manutenção ferroviária e equipamentos de segurança</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Metrô de São Paulo anunciou uma licitação para fornecimento de eixos da roda-guia, enquanto a CPTM adiou a disputa para manutenção da via permanente da Linha 10-Turquesa e marcou a retomada de um pregão de coletes balísticos. Os três avisos foram publicados no Diário Oficial do Estado desta terça-feira, 13 de outubro de 2026.</p>
<p>As sessões estão previstas para 19 de outubro, no caso dos coletes; 21 de outubro, para a manutenção da Linha 10; e 27 de outubro, para as peças do Metrô. As publicações tratam de procedimentos de contratação e não anunciam mudanças na circulação dos trens ou no atendimento das estações.</p>
<h3>Manutenção preventiva e corretiva da Linha 10 terá sessão em 21 de outubro</h3>
<p>A CPTM adiou para 21 de outubro, às 10h, a sessão da licitação para prestação de serviços técnicos de engenharia voltados à manutenção preventiva e corretiva da via permanente da Linha 10-Turquesa.</p>
<p>A abertura estava marcada para 14 de outubro, também às 10h. O aviso informa que a sessão ocorrerá no local indicado no preâmbulo do edital.</p>
<p>Via permanente é a infraestrutura sobre a qual os trens circulam, incluindo trilhos e seus elementos de apoio e fixação. A manutenção preventiva busca conservar essas estruturas e reduzir falhas; a corretiva atende às necessidades de reparo.</p>
<p>O comunicado identifica o procedimento como LC01026. Não apresenta o valor estimado da contratação nem justifica o adiamento, e tampouco anuncia interrupção da operação para execução dos serviços.</p>
<h3>Compra de coletes volta à negociação após recurso aceito pela CPTM</h3>
<p>A CPTM também marcou para 19 de outubro, às 9h, a retomada do pregão eletrônico destinado ao fornecimento de coletes balísticos e capas por ata de registro de preços.</p>
<p>Segundo a companhia, a medida decorre do provimento de recurso apresentado na sessão pública. O processo será retomado na fase de negociação com a Goemann Comercial Ltda.</p>
<p>A sessão ocorrerá pelo sistema Compras.gov.br. O procedimento é identificado como AR00626, pregão 91006/2026, com agrupamento de itens.</p>
<p>A retomada não equivale à contratação concluída: o aviso informa a fase em que a disputa continuará e a empresa com a qual será realizada a negociação.</p>
<h3>Metrô disponibilizará edital de eixos da roda-guia em 14 de outubro</h3>
<p>O Metrô publicou aviso de pregão eletrônico para registro de preços destinado ao fornecimento de eixo da roda-guia.</p>
<p>O edital estará disponível a partir de 14 de outubro, e a sessão pública está marcada para 27 de outubro, às 9h, pelo sistema Compras.gov.br.</p>
<p>O aviso identifica a disputa como pregão 10024103 e Compras.gov 398/2026. O texto resumido não informa quantitativos, valor estimado ou a linha à qual os componentes serão destinados.</p>
<h3>Calendário reúne as três sessões anunciadas na edição</h3>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Companhia</th>
<th>Objeto</th>
<th>Situação</th>
<th>Sessão</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>CPTM</td>
<td>Coletes balísticos e capas</td>
<td>Retomada na negociação após recurso provido</td>
<td>19/10/2026, às 9h</td>
</tr>
<tr>
<td>CPTM</td>
<td>Manutenção da via permanente da Linha 10-Turquesa</td>
<td>Adiamento da abertura antes prevista para 14/10</td>
<td>21/10/2026, às 10h</td>
</tr>
<tr>
<td>Metrô</td>
<td>Eixo da roda-guia, por registro de preços</td>
<td>Aviso de licitação; edital disponível em 14/10</td>
<td>27/10/2026, às 9h</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Os três avisos constam na página 10 do caderno Empresarial — Seção 1. As empresas interessadas devem consultar os editais e os documentos de cada procedimento para verificar especificações, condições de participação e eventuais atualizações.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Passageiros de ônibus interestaduais terão direito a mais canais de atendimento além de 0800 e viações devem estar atentas às regulamentações</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 20:08:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Novas regras de SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) também abrangem concessões de rodovias federais. IA (Inteligência Artificial) poderá ajudar empresas ADAMO BAZANI Os passageiros de ônibus interestaduais e internacionais terão direito a novas formas de atendimento pelas empresas de transporte, além do telefone 0800, com a integração de canais digitais, telefônicos e presenciais, registro [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="799" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-17.02.46-1.jpeg?fit=1024%2C799&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-17.02.46-1.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-17.02.46-1.jpeg?resize=300%2C234&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-17.02.46-1.jpeg?resize=1024%2C799&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-17.02.46-1.jpeg?resize=150%2C117&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-17.02.46-1.jpeg?resize=768%2C599&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-17.02.46-1.jpeg?resize=1536%2C1198&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-13-at-17.02.46-1.jpeg?resize=400%2C312&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>
<div>
<p><em>Novas regras de SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) também abrangem concessões de rodovias federais. IA (Inteligência Artificial) poderá ajudar empresas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Os passageiros de ônibus interestaduais e internacionais terão direito a novas formas de atendimento pelas empresas de transporte, além do telefone 0800, com a integração de canais digitais, telefônicos e presenciais, registro das reclamações, acompanhamento dos pedidos e prazos para respostas. As mudanças estão previstas na Resolução nº 6.091, de 8 de outubro de 2026, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira (9). A regulamentação também abrange serviços ferroviários de passageiros e concessionárias de rodovias federais fiscalizadas pela agência.</p>
<p>Para as viações, as alterações exigirão atenção à estrutura dos Serviços de Atendimento ao Consumidor (SAC), aos horários de funcionamento, à disponibilidade de atendentes humanos, à integração dos sistemas e às penalidades por descumprimento. O uso de Inteligência Artificial (IA) poderá ajudar as empresas a organizar reclamações, acompanhar solicitações e responder a dúvidas frequentes, desde que sejam respeitados os direitos dos usuários. A resolução entrará em vigor 120 dias após sua publicação, em 6 de fevereiro de 2027, e prevê regulamentações complementares de acordo com as características de cada setor e o porte dos prestadores de serviços.</p>
<p>A nova norma substitui a Resolução ANTT nº 3.535, de 10 de junho de 2010, e estabelece regras gerais para o SAC nos serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, inclusive fretamento, no transporte ferroviário de passageiros abrangido pela agência e na exploração de rodovias federais concedidas.</p>
<p>Entre as mudanças está a possibilidade de utilização de canais integrados, permitindo que uma reclamação iniciada por telefone, por exemplo, seja acompanhada posteriormente por meio eletrônico, com o mesmo número de registro.</p>
<p>Na prática, um passageiro que reclame do atraso de uma viagem poderá acompanhar o andamento da solicitação por outro canal disponibilizado pela transportadora, sem precisar iniciar todo o procedimento novamente.</p>
<p>O mesmo princípio vale para questões como cobrança indevida, problemas com bagagens, dificuldades de embarque, cancelamento de passagens e outras solicitações relacionadas ao serviço contratado.</p>
<p>O telefone 0800 continuará obrigatório. As empresas deverão garantir que as ligações sejam gratuitas, tanto de aparelhos fixos quanto de celulares, independentemente da localidade brasileira de origem.</p>
<p>A resolução determina que pelo menos um canal integrado de atendimento funcione 24 horas por dia, durante todos os dias da semana.</p>
<p>Já o atendimento telefônico com participação humana deverá ser oferecido por pelo menos oito horas diárias, dentro do período entre 8h e 18h, inclusive aos fins de semana.</p>
<p>A ANTT poderá estabelecer períodos superiores para determinados serviços.</p>
<p>Nos casos de fretamento interestadual e internacional e de serviços ferroviários não regulares e eventuais, a norma admite a interrupção do atendimento telefônico quando o serviço não estiver disponível para utilização ou contratação. Nesses casos, outros canais deverão permanecer ativos para receber manifestações relacionadas aos serviços já prestados.</p>
<p>A resolução também admite que o atendimento contínuo seja realizado por canais digitais com mensagens assíncronas, desde que a solicitação seja registrada, possa ser rastreada e tenha resposta dentro dos prazos regulamentares.</p>
<h3>Atendimento humano, prazos e registros: o que muda para passageiros e empresas</h3>
<p>Um dos pontos centrais da resolução é a garantia de que o consumidor possa escolher o atendimento por uma pessoa.</p>
<p>No primeiro menu eletrônico do SAC, deverão aparecer as opções de falar com um atendente humano, registrar reclamação e solicitar cancelamento de contratos ou serviços. Nas rodovias concedidas, também deverá existir a opção de atendimento emergencial quando utilizada a estrutura tecnológica correspondente.</p>
<p>O acesso inicial ao atendente humano não poderá depender do fornecimento prévio de dados pessoais.</p>
<p>Quando o passageiro solicitar diretamente esse atendimento, o tempo de espera não poderá ultrapassar 90 segundos.</p>
<p>Se for necessário transferir a solicitação para outro setor, a transferência deverá ocorrer em até 60 segundos. A empresa não poderá exigir que o consumidor repita uma reclamação já registrada, embora possa solicitar esclarecimentos ou informações complementares.</p>
<p>Se a chamada for encerrada pela empresa antes da conclusão do atendimento, caberá ao prestador retornar a ligação, informar o número de registro e concluir o procedimento.</p>
<p>A regulamentação estabelece ainda que as reclamações sejam respondidas em até sete dias corridos, observadas as regras de contagem de prazo previstas na própria resolução.</p>
<p>As respostas deverão tratar de todos os pontos apresentados pelo consumidor, com informações claras e conclusivas.</p>
<p>Quando houver cobrança indevida ou referente a serviço não solicitado, a empresa deverá adotar imediatamente as providências necessárias para suspender a cobrança, conforme a regulamentação aplicável.</p>
<p>Outro direito envolve o acesso ao histórico do atendimento. Quando solicitado, deverá ser disponibilizado em até cinco dias corridos, por meio eletrônico ou correspondência, conforme a escolha do consumidor.</p>
<p>As gravações telefônicas deverão ser preservadas por pelo menos 90 dias. Durante esse período, o usuário ou a ANTT poderá solicitar o conteúdo, que deverá ser disponibilizado em até dez dias corridos.</p>
<p>Os registros administrativos dos atendimentos deverão permanecer disponíveis por pelo menos dois anos, contados da resolução da demanda.</p>
<p>Para as transportadoras, isso significa manter sistemas capazes de identificar o usuário quando houver fornecimento de dados pessoais, registrar horários, canais utilizados, motivos das reclamações, respostas e o tempo necessário para solucionar cada questão.</p>
<p>As informações sobre os canais de atendimento também deverão estar disponíveis nos bilhetes e demais documentos abrangidos pela norma, nos meios eletrônicos das empresas, nos guichês e no interior dos ônibus.</p>
<p>No caso das concessionárias de rodovias federais, a divulgação deverá ocorrer também por meio de placas, painéis e instalações dos Serviços de Atendimento ao Usuário (SAU).</p>
<p>O atendimento deverá assegurar acessibilidade às pessoas com deficiência e respeitar as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).</p>
<h3>Penalidades: ANTT estabelece três graus de infração e prevê regulamentação específica para viações</h3>
<p>A Resolução nº 6.091 organiza as infrações relativas ao SAC em três grupos, conforme a natureza do descumprimento.</p>
<p>A classificação é importante para transportadoras rodoviárias, concessionárias de rodovias e operadoras ferroviárias, mas a aplicação das sanções observará as regras específicas de cada segmento.</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Classificação</th>
<th>Descumprimento previsto</th>
<th>Exemplos práticos</th>
</tr>
<tr>
<td>Grupo 1 – Leve</td>
<td>Falhas na qualidade do atendimento</td>
<td>Descumprir exigências relativas ao menu eletrônico, tempo de espera ou transferência de chamadas</td>
</tr>
<tr>
<td>Grupo 2 – Média</td>
<td>Falhas no tratamento, acompanhamento ou resolução das solicitações e nos pedidos de cancelamento</td>
<td>Não garantir rastreamento da reclamação, histórico do atendimento, resposta adequada ou processamento de cancelamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Grupo 3 – Grave</td>
<td>Falhas na disponibilidade do SAC</td>
<td>Não assegurar os canais obrigatórios, a gratuidade ou os períodos mínimos de atendimento</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Os exemplos ilustram obrigações dos capítulos correspondentes da resolução. O enquadramento e a aplicação das penalidades devem observar as disposições setoriais.</p>
<p>Para o transporte ferroviário de passageiros, a norma já define a graduação das sanções com base em um valor básico unitário estabelecido no Decreto nº 1.832, de 4 de março de 1996.</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Gravidade</th>
<th>Sem reincidência</th>
<th>Com reincidência</th>
</tr>
<tr>
<td>Leve</td>
<td>Advertência</td>
<td>Multa de 100 vezes o valor básico unitário</td>
</tr>
<tr>
<td>Média</td>
<td>Multa de 100 vezes o valor básico unitário</td>
<td>Multa de 500 vezes o valor básico unitário</td>
</tr>
<tr>
<td>Grave</td>
<td>Multa de 500 vezes o valor básico unitário</td>
<td>Multa de 1.000 vezes o valor básico unitário</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A distinção entre os setores merece atenção.</p>
<p>O artigo 23 determina que as infrações cometidas por concessionárias de rodovias federais sejam apuradas e sancionadas conforme os procedimentos, critérios e enquadramentos da regulamentação específica dessas concessões.</p>
<p>Já o artigo 24 estabelece que as infrações e penalidades aplicáveis ao transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, incluindo serviços regulares, semiurbanos e de fretamento, serão disciplinadas em regulamento específico.</p>
<p>Dessa forma, a classificação geral das irregularidades está estabelecida, mas os valores e critérios de aplicação de multas às viações rodoviárias dependerão da regulamentação própria.</p>
<p>A ANTT também poderá estabelecer normas complementares considerando as particularidades de cada mercado e o porte das empresas.</p>
<p>Essa diferenciação tem efeitos sobre o planejamento dos operadores, pois as estruturas de atendimento de uma grande empresa rodoviária, com centenas de viagens diárias, são diferentes das utilizadas por transportadoras de menor porte.</p>
<p>A norma permite, inclusive, que os prestadores disponibilizem o SAC individualmente ou em conjunto, com a possibilidade de contratação de empresas especializadas.</p>
<p>A terceirização, entretanto, não retira a responsabilidade da transportadora ou concessionária pelo cumprimento das obrigações.</p>
<h3>Inteligência Artificial pode reduzir o tempo de atendimento, organizar reclamações e ajudar a cumprir os prazos, mas passageiro mantém direito ao contato humano</h3>
<p>A regulamentação também abre espaço para que as empresas de ônibus e concessionárias de rodovias utilizem recursos tecnológicos no gerenciamento dos serviços de atendimento.</p>
<p>Embora a Resolução nº 6.091 não determine a utilização de Inteligência Artificial, sistemas baseados nessa tecnologia podem auxiliar no cumprimento de diversas exigências, especialmente na integração de canais, na identificação das solicitações e no acompanhamento dos prazos.</p>
<p>Uma aplicação possível é a utilização de assistentes virtuais para responder às dúvidas mais frequentes dos passageiros.</p>
<p>Informações sobre horários de viagens, regras de bagagem, locais de embarque, emissão de comprovantes, remarcação de passagens e procedimentos de cancelamento podem ser disponibilizadas automaticamente, a partir de bases oficiais e atualizadas pelas transportadoras.</p>
<p>Isso pode reduzir a quantidade de contatos destinados a questões simples e permitir que atendentes humanos se concentrem em reclamações que exigem análise individualizada.</p>
<p>Outra utilização envolve a classificação das manifestações recebidas.</p>
<p>Uma empresa que opera dezenas de linhas pode receber solicitações sobre atrasos, dificuldades de embarque, cobranças, atendimento de motoristas e condições dos veículos.</p>
<p>Ferramentas de IA podem ajudar a identificar o assunto de cada manifestação, encaminhá-la ao setor responsável e acompanhar o prazo de resposta, reduzindo o risco de solicitações sem tratamento.</p>
<p>Também é possível utilizar esses sistemas para reconhecer reclamações repetidas sobre determinado serviço.</p>
<p>Se vários passageiros relatarem atrasos em uma mesma linha, por exemplo, a análise dos registros poderá indicar uma questão operacional que merece verificação pela transportadora.</p>
<p>A Inteligência Artificial pode ainda auxiliar os funcionários na consulta ao histórico de cada passageiro, reunindo solicitações anteriores e facilitando o atendimento por diferentes canais.</p>
<p>Uma pessoa que começou a apresentar uma reclamação por aplicativo de mensagens e posteriormente telefonou para a empresa poderá ter seu histórico disponibilizado ao atendente, respeitados os controles de acesso e proteção de dados.</p>
<p>A tecnologia também pode apoiar a elaboração de respostas, a organização de documentos e a emissão de alertas sobre prazos próximos do vencimento.</p>
<p>Nesses casos, a conferência das informações e a responsabilidade pela solução continuam sendo da prestadora do serviço.</p>
<p>Há, entretanto, um limite importante: a automação não poderá eliminar as garantias de atendimento humano previstas na resolução.</p>
<p>A empresa que utilizar robôs de atendimento, assistentes virtuais ou sistemas automatizados deverá preservar a possibilidade de o usuário falar com uma pessoa, dentro dos horários e condições regulamentares.</p>
<p>Também deverá evitar que o consumidor seja submetido a sucessivas perguntas automáticas antes de conseguir contato com um atendente, contrariando a exigência de acesso direto ao atendimento humano.</p>
<p>Para a gestão das empresas, a adoção de IA deverá ser acompanhada de procedimentos de conferência, atualização das informações, proteção de dados pessoais e encaminhamento dos casos que dependam de análise humana.</p>
<p>Situações relacionadas a acidentes, atendimento de pessoas com deficiência, problemas envolvendo crianças ou idosos, extravio de bagagens e conflitos sobre cobranças podem exigir intervenções específicas e avaliações que não devem ficar restritas a respostas automáticas.</p>
<p>Assim, a principal possibilidade para as viações é combinar o atendimento automatizado de questões frequentes com equipes preparadas para solucionar problemas que exigem decisão e responsabilidade humanas.</p>
<p>A mesma lógica pode ser aplicada às concessionárias de rodovias federais, com sistemas capazes de registrar manifestações sobre pedágios, condições das pistas, serviços prestados e outras ocorrências, preservando os procedimentos específicos de atendimento emergencial.</p>
<p>A integração de canais também poderá ajudar os operadores a produzir relatórios, identificar problemas recorrentes e fornecer à fiscalização registros verificáveis de suas atividades.</p>
<p>Para isso, as ferramentas deverão manter a rastreabilidade, a integridade e a segurança das informações exigidas pela ANTT.</p>
<h3>Nova resolução conclui etapa de revisão acompanhada pelo Diário do Transporte</h3>
<p>A publicação da Resolução nº 6.091 ocorre após a conclusão da audiência pública que discutiu a atualização das normas do SAC.</p>
<p>Como mostrou o<strong><em> Diário do Transporte</em></strong> em 9 de outubro de 2026, a ANTT aprovou o relatório final da Audiência Pública nº 1/2026, realizada entre 9 de fevereiro e 27 de março.</p>
<p>Na ocasião, a agência formalizou a análise da participação de usuários, empresas e demais interessados na revisão das regras de atendimento.</p>
<p>A audiência teve como objetivo adequar a regulamentação de 2010 às disposições do Decreto nº 11.034, de 5 de abril de 2022, que estabeleceu normas gerais para o SAC em serviços regulados.</p>
<p>O procedimento também levou em consideração as diferenças entre os setores fiscalizados pela ANTT e a necessidade de estabelecer critérios mais claros para a responsabilização das empresas.</p>
<p>A nova resolução foi aprovada na 1.043ª Reunião de Diretoria da agência, realizada em 8 de outubro, e assinada pelo diretor-geral Guilherme Theo Sampaio.</p>
<p>Para os passageiros, a principal mudança será a possibilidade de utilizar diferentes canais para tratar de uma solicitação, com identificação do atendimento, prazos de resposta e acesso ao histórico.</p>
<p>Para as empresas, a regulamentação representa a necessidade de revisar procedimentos internos, contratos de atendimento, sistemas informatizados, treinamento de funcionários e divulgação dos canais disponíveis.</p>
<p>A entrada em vigor está prevista para fevereiro de 2027, enquanto as disposições sobre sanções nos diferentes mercados deverão ser observadas em conjunto com as regulamentações setoriais aplicáveis.</p>
<p>Relembre a cobertura anterior do<strong><em> Diário do Transporte</em></strong>:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/09/antt-aprova-relatorio-de-audiencia-sobre-atendimento-ao-consumidor-ato-consolida-etapa-de-participacao-na-revisao-das-regras-do-sac/">ANTT aprova relatório de audiência sobre atendimento ao consumidor; ato consolida etapa de participação na revisão das regras do SAC — 9 de outubro de 2026</a></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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<div></div>
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<aside>
<div></div>
<div></div>
</aside>
</div>
</div>
<div>
<div>
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<div>
<div>
<div></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
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    <title>SPTrans autoriza R$ 53,88 milhões para manutenção de ônibus das linhas da antiga Transwolff, enquanto nova concessão não é concluída</title>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 19:31:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Contratação atende aos lotes D10 e D11, na zona Sul de São Paulo, e inclui motores, freios, câmbio, carroceria e elevadores; documentos permitem encerramento antecipado dos contratos quando houver novos concessionários ADAMO BAZANI A SPTrans autorizou contratações que somam R$ 53,88 milhões para manutenção dos ônibus utilizados nos lotes D10 e D11, anteriormente concedidos à [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="925" height="636" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/michelsc.jpg?fit=925%2C636&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/michelsc.jpg?w=925&amp;ssl=1 925w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/michelsc.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/michelsc.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/michelsc.jpg?resize=768%2C528&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/michelsc.jpg?resize=400%2C275&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 925px) 100vw, 925px" /> <p><em>Contratação atende aos lotes D10 e D11, na zona Sul de São Paulo, e inclui motores, freios, câmbio, carroceria e elevadores; documentos permitem encerramento antecipado dos contratos quando houver novos concessionários</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A SPTrans autorizou contratações que somam R$ 53,88 milhões para manutenção dos ônibus utilizados nos lotes D10 e D11, anteriormente concedidos à Transwolff, na zona Sul de São Paulo. O resultado foi publicado no Diário Oficial e contempla três empresas, responsáveis por serviços especializados e fornecimento de peças novas originais ou genuínas, pelo período de 12 meses.</p>
<p>A contratação integra a estrutura que a administração municipal precisa manter para garantir a continuidade das linhas enquanto não é concluída a nova concessão das operações. A ligação com a antiga Transwolff está expressamente confirmada no termo de referência: os serviços destinam-se aos ônibus de D10 e D11, e os contratos poderão ser encerrados antecipadamente quando a licitação da concessão for concluída e o poder público celebrar os novos contratos.</p>
<h2>Três empresas dividirão os serviços; lote de eixos dianteiros terminou sem contratação</h2>
<p>O despacho homologou o resultado da licitação e autorizou as contratações da Truck — Center Ferreirense Comércio de Peças e Serviços Automotivos Ltda., da Razi Motors Centro Técnico de Reparação Automotiva Ltda. e da Oficina do Nene Ltda.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>Lotes de manutenção adjudicados</th>
<th>Valor autorizado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Truck — Center Ferreirense</td>
<td>1, 2 e 10</td>
<td>R$ 23.640.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Razi Motors</td>
<td>3 e 6</td>
<td>R$ 8.520.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Oficina do Nene</td>
<td>4, 7 a 9 e 11 a 15</td>
<td>R$ 21.720.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>14 lotes de manutenção</td>
<td>R$ 53.880.000,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O lote 5, destinado a serviços em eixos dianteiros, foi declarado fracassado. Portanto, essa parcela não está incluída nas contratações autorizadas pelo despacho.</p>
<p>Os números de 1 a 15 identificam os grupos de serviços mecânicos da licitação. São diferentes dos lotes operacionais D10 e D11, que correspondem aos conjuntos de linhas de ônibus atendidos pela contratação.</p>
<p>A distribuição dos serviços e dos descontos ficou assim:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Lote de manutenção</th>
<th>Serviço</th>
<th>Empresa</th>
<th>Desconto informado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1</td>
<td>Retífica parcial ou total de motor</td>
<td>Truck — Center Ferreirense</td>
<td>42,5%</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Caixas de direção e cubos de roda</td>
<td>Truck — Center Ferreirense</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>Pinças, tambores e lonas de freio, patins e volante de motor</td>
<td>Razi Motors</td>
<td>30%</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>Sistema de ar, válvulas pneumáticas e pistões de porta</td>
<td>Oficina do Nene</td>
<td>23%</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>Eixos dianteiros</td>
<td>Lote fracassado</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>Eixos cardan</td>
<td>Razi Motors</td>
<td>29%</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>Radiadores</td>
<td>Oficina do Nene</td>
<td>23%</td>
</tr>
<tr>
<td>8</td>
<td>Caixas de câmbio, eixo traseiro e diferencial</td>
<td>Oficina do Nene</td>
<td>23%</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>Alternadores e motores de partida</td>
<td>Oficina do Nene</td>
<td>23%</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>Funilaria e pintura</td>
<td>Truck — Center Ferreirense</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td>Tapeçaria</td>
<td>Oficina do Nene</td>
<td>23%</td>
</tr>
<tr>
<td>12</td>
<td>Ar-condicionado</td>
<td>Oficina do Nene</td>
<td>23,5%</td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>Feixes de mola</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/sptrans-autoriza-r-5388-milhoes-para-manutencao-de-onibus-das-linhas-da-antiga-transwolff-enquanto-nova-concessao-nao-e-concluida/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=538166</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Cade aprova sem restrições compra do Consórcio Guaicurus pelo Grupo HP em Campo Grande (MS); negócio foi revelado em primeira mão pelo Diário do Transporte</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/cade-aprova-sem-restricoes-compra-do-consorcio-guaicurus-pelo-grupo-hp-em-campo-grande-ms-negocio-foi-revelado-em-primeira-mao-pelo-diario-do-transporte/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/cade-aprova-sem-restricoes-compra-do-consorcio-guaicurus-pelo-grupo-hp-em-campo-grande-ms-negocio-foi-revelado-em-primeira-mao-pelo-diario-do-transporte/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 19:06:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão publicada em 8 de outubro de 2026 libera aquisição das quatro empresas de ônibus pelo grupo de Goiânia; transferência do controle depende também da Prefeitura, que cobra novos veículos, ar-condicionado e melhorias nos terminais ADAMO BAZANI O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição das quatro empresas de ônibus que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="751" height="481" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jagar.jpg?fit=751%2C481&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jagar.jpg?w=751&amp;ssl=1 751w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jagar.jpg?resize=300%2C192&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jagar.jpg?resize=150%2C96&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/jagar.jpg?resize=400%2C256&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 751px) 100vw, 751px" /> <p><em>Decisão publicada em 8 de outubro de 2026 libera aquisição das quatro empresas de ônibus pelo grupo de Goiânia; transferência do controle depende também da Prefeitura, que cobra novos veículos, ar-condicionado e melhorias nos terminais</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição das quatro empresas de ônibus que integram o Consórcio Guaicurus, responsável pelo transporte coletivo de Campo Grande (MS), pelo Grupo HP Mobilidade, de Goiânia (GO). A decisão foi tomada em 7 de outubro de 2026 e publicada no Diário Oficial da União de quinta-feira (8). O negócio, revelado em primeira mão pelo Diário do Transporte em julho, envolve as empresas Viação Cidade Morena, Jaguar Transportes Urbanos, Viação Campo Grande e Viação São Francisco.</p>
<p>Com a aprovação do Cade, o Grupo HP supera uma das etapas necessárias para concluir a aquisição. A transferência do controle das operadoras também depende da autorização da Prefeitura de Campo Grande, comandada por Adriane Lopes, que estabeleceu como condições a renovação da frota, a incorporação de ônibus com ar-condicionado e melhorias nos terminais. Para os passageiros, essas exigências estão relacionadas aos problemas de conservação dos veículos, cumprimento das viagens e qualidade do transporte que motivaram uma intervenção municipal e cobranças do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS).</p>
<p>O documento identifica a Maas Administração e Participações Ltda. como parte da operação, juntamente com as quatro empresas de ônibus.</p>
<p>A Maas foi constituída no âmbito do Grupo HP para concentrar as participações societárias nas operadoras adquiridas. Segundo as informações apresentadas pela empresa em julho, a sociedade é integralmente controlada pela HP Investimentos.</p>
<p>A decisão foi assinada pelo superintendente-geral interino do Cade, Felipe Leitão Valadares Roquete.</p>
<p>O despacho estabelece expressamente a aprovação da operação sem restrições.</p>
<p>A manifestação do órgão federal diz respeito à análise concorrencial da compra, que verifica seus efeitos sobre a estrutura do mercado.</p>
<h2>Diário do Transporte anunciou a negociação em primeira mão em julho</h2>
<p>Em 21 de julho de 2026, o Diário do Transporte informou em primeira mão que a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, havia confirmado a venda do Consórcio Guaicurus para o Grupo HP Mobilidade.</p>
<p>Na ocasião, a administração municipal informou que a conclusão da transferência dependeria do cumprimento de condições relacionadas ao transporte público.</p>
<p>Entre elas estavam a compra de novos ônibus, a instalação de ar-condicionado e a reforma dos terminais.</p>
<p>A negociação foi anunciada em meio à intervenção municipal no sistema, iniciada após uma série de problemas relacionados à execução dos serviços e à situação econômico-financeira da concessionária.</p>
<p>O Grupo HP é comandado pelo empresário Edmundo Pinheiro, também presidente da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).</p>
<p>Em março de 2026, o criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani, esteve na sede do grupo, em Goiânia, a convite da Scania e da Marcopolo, para acompanhar a apresentação de ônibus articulados movidos a biometano.</p>
<p>Na ocasião, a direção da HP apresentou a meta empresarial de se tornar, até 2035, o maior conglomerado de transporte urbano do Brasil, por meio da ampliação das operações existentes e de novas aquisições.</p>
<p>A negociação envolvendo o Consórcio Guaicurus está inserida nessa estratégia de expansão.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/21/hp-mobilidade-de-goiania-compra-consorcio-guaicurus-anuncia-prefeita-de-campo-grande-ms/">HP Mobilidade, de Goiânia, compra Consórcio Guaicurus, anuncia prefeita de Campo Grande (MS) — 21 de julho de 2026</a></p>
<h2>Aprovação ocorre oito dias após publicação da operação no Cade</h2>
<p>Em 30 de setembro de 2026, o Diário do Transporte informou que o Cade havia publicado oficialmente o processo de aquisição das empresas do Consórcio Guaicurus.</p>
<p>Naquela etapa, a publicação correspondia ao recebimento e à divulgação do negócio submetido à análise concorrencial.</p>
<p>O ato de concentração foi registrado sob o nº 08700.009319/2026-62, com a Maas Administração e Participações Ltda. identificada como compradora.</p>
<p>O contrato de compra e venda havia sido celebrado em 18 de julho de 2026.</p>
<p>A nova publicação, de 8 de outubro, representa uma mudança na situação da operação, uma vez que a Superintendência-Geral do Cade decidiu aprová-la sem restrições.</p>
<p>Assim, a análise concorrencial passou da etapa de divulgação do negócio para uma decisão favorável à aquisição.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/campo-grande-ms-cade-publica-aquisicao-do-consorcio-guaicurus-pelo-grupo-hp-anunciada-em-primeira-mao-pelo-diario-do-transporte/">Campo Grande (MS): Cade publica aquisição do Consórcio Guaicurus pelo Grupo HP, anunciada em primeira mão pelo Diário do Transporte — 30 de setembro de 2026</a></p>
<h2>Prefeitura exige investimentos para autorizar entrada do Grupo HP na operação</h2>
<p>A aprovação concorrencial constitui uma das etapas do negócio. A transferência do controle de empresas responsáveis por uma concessão municipal também está sujeita às regras contratuais e à autorização do poder concedente.</p>
<p>No caso de Campo Grande, a Prefeitura havia condicionado a entrada do Grupo HP à apresentação de compromissos para melhorar a prestação do transporte coletivo.</p>
<p>Entre as exigências anunciadas estão a renovação da frota, a implantação de ônibus com ar-condicionado e melhorias na infraestrutura dos terminais.</p>
<p>A administração municipal também cobra a apresentação de um cronograma para realizar essas mudanças.</p>
<p>A definição das responsabilidades contratuais é relevante porque a aquisição ocorre durante um período de questionamentos sobre a qualidade do serviço, a idade dos ônibus e o equilíbrio econômico-financeiro da concessão.</p>
<p>Para os passageiros, os efeitos práticos da mudança empresarial estarão relacionados ao cumprimento dos compromissos de investimento, à oferta de viagens, às condições dos veículos e ao atendimento nos terminais.</p>
<h2>Tribunal de Contas cobrou prazos, investimentos e fiscalização da nova operação</h2>
<p>A negociação também motivou providências do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Em 24 de julho de 2026, o conselheiro Waldir Neves Barbosa determinou que a Prefeitura de Campo Grande apresentasse esclarecimentos sobre as condições estabelecidas para a transferência do controle das empresas.</p>
<p>O TCE-MS retomou o acompanhamento do Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) firmado em 2020 entre o município, os órgãos municipais responsáveis pelo transporte e o Consórcio Guaicurus.</p>
<p>Entre os pontos cobrados estavam os compromissos exigidos do comprador, os prazos para resolver problemas identificados na prestação do serviço e os mecanismos de fiscalização.</p>
<p>A Corte também solicitou informações sobre a renovação da frota e as providências para manter a idade dos ônibus dentro das condições previstas no contrato.</p>
<p>O acompanhamento envolve ainda a atuação da Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg), o controle econômico-financeiro da concessão e as responsabilidades da Prefeitura.</p>
<p>A mudança de controle empresarial mantém a importância dessas obrigações, uma vez que a concessão é de responsabilidade do município.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/25/tce-quer-saber-detalhes-da-venda-do-consorcio-guaicurus-para-a-hp-de-goiania-e-cobra-da-prefeitura-de-campo-grande-plano-de-fiscalizacao/">TCE quer saber detalhes da venda do Consórcio Guaicurus para a HP de Goiânia e cobra da Prefeitura de Campo Grande plano de fiscalização — 25 de julho de 2026</a></p>
<h2>Relatório da intervenção apontou descumprimento de viagens e envelhecimento da frota</h2>
<p>A aquisição ocorre em um período de dificuldades na operação dos ônibus de Campo Grande.</p>
<p>Como mostrou o Diário do Transporte em 25 de setembro, um relatório preliminar dos primeiros 90 dias da intervenção municipal apresentou indicadores sobre a situação do sistema.</p>
<p>De acordo com os dados da intervenção, em 2025 foram realizadas 74,5% das viagens programadas. O índice representa aproximadamente uma em cada quatro viagens previstas que deixaram de ser cumpridas.</p>
<p>O relatório também registrou idade média da frota de 10,4 anos e mais de 21 mil autuações relacionadas à operação.</p>
<p>As empresas contestaram aspectos do procedimento e atribuíram parte das dificuldades ao desequilíbrio econômico-financeiro do contrato, questão que também envolve disputas judiciais.</p>
<p>Os indicadores ajudam a dimensionar os desafios que deverão ser enfrentados na eventual transferência do controle das operadoras para o Grupo HP.</p>
<p>A regularidade das viagens, a disponibilidade de veículos, a renovação da frota e a capacidade de investimento estão entre os aspectos que afetam diretamente a população atendida.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/25/intervencao-aponta-que-uma-em-cada-quatro-viagens-de-onibus-nao-foi-cumprida-em-campo-grande-ms-empresas-contestam-procedimento/">Intervenção aponta que uma em cada quatro viagens de ônibus não foi cumprida em Campo Grande (MS); empresas contestam procedimento — 25 de setembro de 2026</a></p>
<h2>O que muda para os passageiros com a decisão do Cade</h2>
<p>A decisão do Cade representa a aprovação concorrencial da aquisição das quatro empresas pelo Grupo HP.</p>
<p>Para que a mudança empresarial se traduza em melhorias no transporte, permanecem relevantes as condições estabelecidas pela Prefeitura de Campo Grande e as obrigações contratuais acompanhadas pelos órgãos de fiscalização.</p>
<p>Entre os principais aspectos estão a renovação dos ônibus, a implantação de ar-condicionado, a recuperação dos terminais e o cumprimento da quantidade de viagens estabelecida para cada linha.</p>
<p>Também fazem parte do acompanhamento as condições de manutenção, a disponibilidade dos veículos e a capacidade de investimento das empresas responsáveis pela operação.</p>
<p>A decisão federal acrescenta uma etapa formal ao processo iniciado com o contrato de compra e venda, firmado em julho de 2026.</p>
<p>Com a aprovação do Cade, as atenções se voltam às providências municipais e ao cumprimento das condições necessárias para a conclusão da transferência do controle.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Governo de São Paulo declara área de 11,2 mil m² para obras de descanso de caminhoneiros na Washington Luís, em Araraquara</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/governo-de-sao-paulo-declara-area-de-112-mil-m%c2%b2-para-obras-de-descanso-de-caminhoneiros-na-washington-luis-em-araraquara/</link>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 18:30:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Terreno fica no km 291 da SP-310; desapropriação será conduzida pela concessionária, em ponto da rodovia que já possui estrutura de parada na pista sul ADAMO BAZANI O Governo de São Paulo declarou de utilidade pública um terreno de 11.192,24 metros quadrados no km 291 da Rodovia Washington Luís, a SP-310, em Araraquara, no interior [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="984" height="567" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rodovia.webp?fit=984%2C567&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rodovia.webp?w=984&amp;ssl=1 984w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rodovia.webp?resize=300%2C173&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rodovia.webp?resize=150%2C86&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rodovia.webp?resize=768%2C443&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rodovia.webp?resize=400%2C230&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 984px) 100vw, 984px" /> <p><em>Terreno fica no km 291 da SP-310; desapropriação será conduzida pela concessionária, em ponto da rodovia que já possui estrutura de parada na pista sul</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Governo de São Paulo declarou de utilidade pública um terreno de 11.192,24 metros quadrados no km 291 da Rodovia Washington Luís, a SP-310, em Araraquara, no interior paulista, para obras de implantação de uma Área de Descanso para Caminhoneiro. A resolução foi publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira, 13 de outubro de 2026, e permite que a concessionária adquira o imóvel por acordo ou por desapropriação judicial.</p>
<p>A medida trata da obtenção de uma área necessária ao projeto, sem estabelecer data de entrega das obras. No mesmo quilômetro, a Ecovias Noroeste Paulista informa já disponibilizar uma parada na pista sul, com funcionamento 24 horas, estacionamento, banheiros e chuveiros, e prevê ampliação e modernização dessa estrutura.</p>
<h3>Terreno fica no km 291, junto à faixa de domínio da Washington Luís e a terras do DER</h3>
<p>A localização oficial é o km 291+000 da Washington Luís, no município e comarca de Araraquara. O terreno está descrito como pertencente à Blase Star Participações Ltda. e/ou outros, com matrícula 16.975 do 2º Ofício de Registro de Imóveis de Araraquara.</p>
<p>O memorial delimita uma área com aproximadamente 78,7 metros de confrontação com a faixa de domínio da rodovia. As demais divisas incluem o remanescente da propriedade e terras do Departamento de Estradas de Rodagem, o DER.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Referência</th>
<th>Informação publicada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Rodovia</td>
<td>Washington Luís — SP-310</td>
</tr>
<tr>
<td>Quilômetro</td>
<td>291+000</td>
</tr>
<tr>
<td>Município</td>
<td>Araraquara (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Área declarada</td>
<td>11.192,24 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Imóvel</td>
<td>Matrícula 16.975 do 2º Ofício de Registro de Imóveis de Araraquara</td>
</tr>
<tr>
<td>Divisas</td>
<td>Faixa de domínio da SP-310, remanescente do imóvel e terras do DER</td>
</tr>
<tr>
<td>Responsável pela desapropriação</td>
<td>Concessionária de Rodovias Noroeste Paulista S.A.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A resolução não identifica nominalmente o sentido da pista correspondente ao terreno declarado de utilidade pública. A referência à pista sul diz respeito à parada já divulgada pela concessionária, e não a uma indicação expressa de sentido no ato publicado nesta terça-feira.</p>
<h3>Concessionária informa que parada existente em Araraquara será ampliada e modernizada</h3>
<p>Segundo a Ecovias Noroeste Paulista, a parada do km 291, na pista sul, é uma das duas áreas de descanso que disponibiliza aos caminhoneiros na Washington Luís. A outra fica no km 407,6, também na pista sul, em Uchoa (SP).</p>
<p>A concessionária informa que essas duas instalações serão ampliadas e modernizadas, além da construção de um novo ponto de descanso.</p>
<p>O ato publicado nesta terça-feira, entretanto, não apresenta o projeto completo das instalações nem detalha a relação entre o terreno agora declarado de utilidade pública e a estrutura existente.</p>
<h3>Outra área no mesmo quilômetro foi declarada de utilidade pública em 2024</h3>
<p>O histórico oficial registra um decreto de setembro de 2024 que declarou de utilidade pública outro terreno no km 291, em Araraquara, também para implantação de área de descanso.</p>
<p>Naquele caso, o imóvel tinha 36.810,23 metros quadrados e estava localizado na pista norte, no sentido de Matão. O decreto identificava a matrícula 18.702 e proprietários diferentes dos relacionados na resolução publicada agora.</p>
<p>São imóveis com áreas, matrículas e processos distintos. A resolução de 2026 não informa que substitui a declaração de 2024 nem esclarece a relação entre os terrenos. Por isso, os tamanhos não devem ser somados como se representassem uma única desapropriação.</p>
<h3>Despesas serão da concessionária, que poderá pedir urgência na desapropriação judicial</h3>
<p>A resolução autoriza a Concessionária de Rodovias Noroeste Paulista S.A. a invocar urgência no processo judicial de desapropriação.</p>
<p>O documento determina que a carta de adjudicação seja expedida em nome do DER e que as despesas decorrentes da medida sejam custeadas com recursos próprios da concessionária.</p>
<p>Também ficam excluídas da declaração as propriedades pertencentes a pessoas jurídicas de direito público que estejam dentro da área abrangida.</p>
<p>Assinada pelo secretário de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini, a Resolução SPI 100, de 9 de outubro de 2026, entrou em vigor com a publicação. O ato não informa o número de vagas para caminhões, o investimento nas instalações ou o cronograma de construção.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Plataforma de trilhos da Motiva integra maior grupo de benchmarking de metrôs do mundo e reforça referência em excelência operacional</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/plataforma-de-trilhos-da-motiva-integra-maior-grupo-de-benchmarking-de-metros-do-mundo-e-reforca-referencia-em-excelencia-operacional/</link>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 18:00:12 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Informe Publicitário]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Entrada no COMET amplia o intercâmbio de conhecimento e fortalece a busca contínua por inovação, eficiência e excelência no transporte sobre trilhos A evolução do transporte sobre trilhos passa, cada vez mais, pela capacidade de aprender com diferentes experiências, comparar resultados e transformar conhecimento em melhorias concretas para a operação. É nesse contexto que a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="575" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VIA4.jpeg?fit=1024%2C575&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VIA4.jpeg?w=1320&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VIA4.jpeg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VIA4.jpeg?resize=1024%2C575&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VIA4.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VIA4.jpeg?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VIA4.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Entrada no COMET amplia o intercâmbio de conhecimento e fortalece a busca contínua por inovação, eficiência e excelência no transporte sobre trilhos</em></p>
<p>A evolução do transporte sobre trilhos passa, cada vez mais, pela capacidade de aprender com diferentes experiências, comparar resultados e transformar conhecimento em melhorias concretas para a operação. É nesse contexto que a Motiva passa a integrar o COMET (Community of Metros), maior grupo de benchmarking de metrôs do mundo, com a participação de 48 membros/operadores, organizado pelo Imperial College London.</p>
<p>A entrada formal da companhia no grupo, representada pelas operações da ViaQuatro – Linha 4-Amarela, ViaMobilidade – Linha 5-Lilás e Metrô Bahia, concluída no segundo semestre de 2026, amplia a conexão com uma rede internacional de operadores de metrô e permite o intercâmbio de indicadores, experiências, estudos de caso e boas práticas. A participação também possibilita a oportunidade de comparar desempenhos, identificar referências internacionais e transformar esse conhecimento em iniciativas aplicáveis à realidade das operações da Motiva.</p>
<p>Um exemplo do intercâmbio de informações foi a participação da Motiva no Eastern Meeting do COMET, realizado em Nanjing, na China, em maio. O encontro reuniu representantes de operadores de metrôs da região da Ásia e do Pacífico para discutir desafios e soluções relacionados a serviços nas estações, eficiência operacional, segurança dos passageiros, produtividade e gestão do ciclo de vida dos ativos.</p>
<p>A programação mostrou como diferentes operadores vêm utilizando tecnologia, dados e inovação para aprimorar a experiência dos passageiros e tornar suas operações mais eficientes. No centro de treinamento do metrô de Nanjing, por exemplo, os participantes conheceram uma estrutura com simulações de diferentes situações operacionais, incluindo um simulador de Centro de Controle Operacional com seis linhas e mais de 20 simuladores de plataformas e trens. Também foram apresentados robôs destinados a atividades como inspeção, limpeza, atendimento ao cliente, manutenção e segurança.</p>
<p>As discussões apresentaram iniciativas relacionadas ao uso de inteligência artificial e visão computacional para segurança, ferramentas digitais de orientação aos passageiros e automação de processos de manutenção. Em gestão de ativos, foram compartilhadas estratégias voltadas à redução da dependência de fornecedores, ao planejamento de modernizações e ao aumento da confiabilidade e previsibilidade dos sistemas.</p>
<p><em>“Trocar experiências com outros operadores nos ajuda a ampliar repertório e enxergar novas possibilidades para desafios que fazem parte da rotina de uma operação metroferroviária”</em>, explica Milton Giolha, diretor de Operações da Plataforma de trilhos da Motiva.</p>
<p>Mas o avanço não para por aqui. A agenda do COMET ainda prevê estudos e compartilhamento de conhecimento sobre temas estratégicos para o futuro dos trilhos, como modelos de Centros de Controle Operacional, previsão de falhas de sinalização, modelos tarifários, sistemas de orientação e informação em tempo real aos passageiros.</p>
<p>Para a diretora de Manutenção, Nathalia Martins, integrar o COMET representa uma oportunidade de ampliar a conexão da Motiva com referências globais e apoiar decisões baseadas em conhecimento compartilhado.</p>
<p>“<em>Para a Motiva, integrar-se ao ecossistema COMET representa muito mais do que acompanhar tendências do setor ferroviário. Trata-se de uma oportunidade estratégica de conexão com operadores, especialistas e referências globais, permitindo identificar soluções comprovadamente eficazes, compreender desafios comuns da indústria e avaliar a aplicação de práticas inovadoras à realidade das operações brasileiras</em>”.</p>
<p>A executiva explica que, além do benchmarking de desempenho, o COMET amplia a capacidade de antecipar tendências, explorar novas tecnologias e acompanhar a evolução dos modelos de operação, manutenção e gestão de ativos adotados pelos principais sistemas ferroviários do mundo. Essa visão contribui para que a Motiva tome decisões mais assertivas sobre onde direcionar esforços e recursos, priorizando iniciativas que façam sentido para o negócio e estejam alinhadas aos desafios futuros da mobilidade.</p>
<p><em>“A participação nesse ecossistema fortalece uma cultura de excelência operacional, inovação e aprendizado contínuo, apoiando a construção de uma estratégia de longo prazo baseada em dados, colaboração e conhecimento compartilhado. Mais do que entender onde estamos hoje, o COMET nos ajuda a enxergar para onde o setor está caminhando e como podemos nos preparar para sermos protagonistas nesse futuro.”</em></p>
<p>A presença da companhia no COMET também evidencia a importância de colocar a própria experiência dentro desse ambiente internacional de troca, em uma comunidade formada por importantes operadores de metrô, com o objetivo de levar a experiência da Motiva ao debate global e trazer novos conhecimentos para aprimorar continuamente a mobilidade no Brasil.</p>
<p><em>“O benchmarking nos permite olhar para indicadores e práticas de diferentes operadores, entender como eles enfrentam desafios semelhantes e identificar oportunidades de evolução para as nossas operações”</em>, ressalta Kristian Brito, Gerente de Gestão de Integração e Performance, na plataforma de trilhos da Motiva.</p>
<p><strong>Plataforma de trilhos da Motiva</strong><strong> </strong></p>
<p><em>Com cerca de 2,7 milhões de clientes transportados por dia, 191 km de malha ferroviária, 124 estações e um time de aproximadamente 7 mil colaboradores diretos, a plataforma de trilhos da Motiva é a maior operadora privada de trilhos da América Latina e a sétima maior do mundo. Presente em diferentes regiões do país, atua no Rio de Janeiro com o VLT Carioca, que conecta a Região Portuária ao Centro e ao Aeroporto Santos Dumont. Em São Paulo, por meio das concessionárias ViaQuatro e ViaMobilidade, opera a Linha 4-Amarela (primeira linha driverless do Brasil), a Linha 5-Lilás, que integra a zona sul à malha metroviária da capital, a Linha 8-Diamante, que liga a região de Itapevi ao centro da cidade, a Linha 9-Esmeralda, que percorre o eixo sudoeste da capital até Osasco, e a Linha 17-Ouro, em fase inicial de operação com tecnologia de monotrilho. Já na Bahia, a Motiva está à frente da CCR Metrô Bahia, responsável pelas Linhas 1 e 2 do metrô de Salvador, conectando importantes regiões da capital baiana e seu entorno.</em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Novo Torino 2027 ganha as ruas de cidades de diferentes regiões do Brasil; Diário do Transporte acompanhou lançamento em primeira mão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/novo-torino-2027-ganha-as-ruas-de-cidades-de-diferentes-regioes-do-brasil-diario-do-transporte-acompanhou-lancamento-em-primeira-mao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/novo-torino-2027-ganha-as-ruas-de-cidades-de-diferentes-regioes-do-brasil-diario-do-transporte-acompanhou-lancamento-em-primeira-mao/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:45:10 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Primeiras unidades já foram adquiridas por operadores dos estados de Pernambuco, Ceará, Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Marcopolo inicia, neste mês de outubro, as primeiras entregas do novo ônibus urbano Torino 2027. Apresentado durante a Lat.Bus 2026, o modelo começa a entrar em operação em diferentes sistemas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/13102026-Novo-Torino-2027-ganha-as-ruas_1-e1791914580974.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><span lang="PT-BR"><em>Primeiras unidades já foram adquiridas por operadores dos estados de Pernambuco, Ceará, Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná</em></span></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p><span lang="PT-BR">A Marcopolo inicia, neste mês de outubro, as primeiras entregas do novo ônibus urbano Torino 2027. Apresentado durante a Lat.Bus 2026, o modelo começa a entrar em operação em diferentes sistemas de transporte urbano do Brasil, ampliando sua presença em mercados estratégicos e reforçando a boa receptividade obtida junto aos operadores desde o seu lançamento.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">As primeiras unidades já foram adquiridas por operadores dos estados de Pernambuco, Ceará, Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, com veículos destinados a sistemas de transporte urbano das regiões Nordeste, Sudeste e Sul do País. O resultado demonstra a rápida aceitação do Torino 2027 pelo mercado e sua aderência às diferentes demandas da mobilidade urbana brasileira. Novas entregas já estão previstas para os próximos meses.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Desenvolvido a partir da experiência acumulada ao longo de mais de quatro décadas de evolução e do contato próximo com operadores, motoristas e passageiros, o Torino 2027 reúne avanços em eficiência operacional, confiabilidade, manutenção, ergonomia e conforto, atendendo às demandas atuais da mobilidade urbana.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">“A receptividade ao Torino 2027 foi positiva desde sua apresentação. O modelo despertou o interesse de operadores de diferentes regiões do País e passou a integrar projetos de renovação e ampliação de frota. O início das entregas demonstra a aderência das soluções desenvolvidas pela Marcopolo às necessidades do transporte urbano”, destaca Ricardo Portolan, diretor Comercial e Marketing da Marcopolo.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Na visão de Ricardo Portolan, a evolução da mobilidade urbana passa pela busca contínua por eficiência operacional, disponibilidade de frota, conforto para os passageiros e melhores condições de trabalho para os motoristas. O Torino 2027 foi desenvolvido com foco nessa realidade e a partir da experiência acumulada de operadores, motoristas e passageiros, para atender às necessidades de toda a cadeia do transporte coletivo.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">“O desenvolvimento do Torino 2027 foi orientado pelas necessidades observadas na operação diária do transporte urbano. Buscamos evoluir aspectos que fazem diferença na rotina dos operadores, dos motoristas e dos passageiros, entregando uma solução mais eficiente, confiável e confortável para todos os envolvidos”, afirma Portolan.</span></p>
<p><span lang="PT-BR"><b>Eficiência, confiabilidade e conforto</b></span></p>
<p><span lang="PT-BR">O Torino 2027 reúne soluções voltadas à eficiência operacional, à confiabilidade da frota, ao conforto dos usuários e à melhoria da experiência de condução, e representa a evolução de um veículo que vem sendo desenvolvido ao longo de mais de quatro décadas. Incorpora avanços em manutenção, ergonomia, climatização e operação, reforçando os atributos que consolidaram o modelo como uma das principais referências do transporte coletivo urbano.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Cada evolução incorporada ao projeto foi desenvolvida para responder às necessidades de quem opera, conduz e utiliza o transporte coletivo. O resultado é um veículo mais eficiente, mais confiável e mais confortável para todos os públicos envolvidos na mobilidade urbana.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Para os operadores, uma das principais evoluções do Torino 2027 está na ampliação da confiabilidade operacional, na facilidade de manutenção, na disponibilidade da frota e na geração de ganhos de rentabilidade ao longo da operação.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">O modelo adota maior padronização de componentes e uma nova arquitetura eletrônica embarcada, desenvolvida para ampliar a confiabilidade dos sistemas e simplificar as rotinas de manutenção. Entre as principais evoluções está um novo sistema eletrônico voltado à simplificação de diagnósticos, à redução do tempo de manutenção e ao aumento da disponibilidade do veículo. Essa solução foi viabilizada pela arquitetura elétrica EVIA (Equipment for Vehicle Interface Architecture), que facilita a integração entre sistemas e aumenta a confiabilidade da operação.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Além disso, o Torino 2027 passa a contar com um novo painel de indicadores e aplicativo de diagnóstico que permitem identificar falhas de forma rápida e precisa, contribuindo para a redução de paradas não programadas e para o aumento da disponibilidade operacional.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">A central elétrica foi redimensionada, ampliando o espaço disponível para instalação e manutenção dos componentes. Os acessos aos principais componentes mecânicos e elétricos foram ampliados, facilitando intervenções técnicas e reduzindo o tempo necessário para manutenção.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">O novo conjunto óptico dianteiro conta com opções de faróis em LED ou halógenos, DRL em LED integrado e opção de farol de neblina em LED. A tampa de acesso aos faróis foi redesenhada para agilizar substituições e reparos.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">As lanternas traseiras em LED proporcionam melhor visualização e acesso simplificado para manutenção, contribuindo para a redução do tempo de intervenção e para o aumento da disponibilidade da frota.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">As portas de acesso também foram completamente revisadas. Com folhas simétricas 30% mais leves, oferecem melhor funcionamento, maior resistência à corrosão e menor desgaste dos componentes. O novo sistema de acionamento reduz desalinhamentos, minimiza vazamentos de ar e diminui a necessidade de regulagens, ampliando a confiabilidade e a disponibilidade operacional do veículo.</span></p>
<p><span lang="PT-BR"><b>Mais conforto para os passageiros</b></span></p>
<p><span lang="PT-BR">A qualidade da experiência dos passageiros a bordo direcionou o desenvolvimento do projeto, com avanços em conforto térmico, climatização, ergonomia e percepção de conforto durante todo o trajeto.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">O novo sistema de climatização utiliza dutos desenvolvidos a partir de simulações virtuais de fluxo, proporcionando melhor direcionamento do ar no salão. Com velocidade média do ar até 40% superior em relação à geração anterior, o sistema promove distribuição mais uniforme da climatização e reduz diferenças de temperatura ao longo do veículo. Novos pacotes de isolamento térmico e acústico foram desenvolvidos para proporcionar uma experiência mais confortável durante os deslocamentos urbanos.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Outra evolução importante é a nova família de poltronas desenvolvida para o Torino 2027. Com design atualizado, novos materiais e acabamentos, elas incorporam avanços em conforto, ergonomia, acessibilidade e qualidade percebida, alinhados às necessidades atuais do transporte coletivo urbano.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os conjuntos contam com opção de entradas USB, novos apoios de cabeça, novos padrões de acabamento e pega-mão redesenhados, ampliando o conforto e a praticidade para os passageiros.</span></p>
<p><span lang="PT-BR"><b>O motorista no centro do desenvolvimento</b></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Além dos avanços voltados aos operadores e passageiros, o Torino 2027 também incorpora evoluções desenvolvidas a partir das necessidades dos motoristas. O espaço do condutor foi amplamente redimensionado, proporcionando acesso facilitado ao posto de condução, maior espaço interno, ergonomia aprimorada, melhor acesso aos comandos e novos espaços para acomodação de pertences e garrafas.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Aliados aos novos espelhos retrovisores, esses avanços contribuem para ampliar o campo de visão, reduzir pontos cegos e aumentar a segurança durante a operação, além de proporcionar ganhos de conforto térmico e acústico.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Para melhorar a ventilação do cockpit, a Marcopolo ampliou o número de saídas de ar destinadas ao motorista, que passa a contar com quatro difusores direcionáveis para melhor distribuição do fluxo de ar.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">O novo sistema de ventilação forçada pode ser equipado com Defroster refrigerado (sistema Twin), incluindo desembaçador dedicado ao para-brisa. A solução amplia a segurança, melhora a visibilidade e contribui para o conforto durante a operação.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os resultados obtidos desde o lançamento reforçam o alinhamento entre o desenvolvimento do produto e as demandas do setor de transporte coletivo. Mais do que ampliar seu portfólio, a Marcopolo busca oferecer soluções que contribuam para a eficiência operacional, a experiência dos passageiros e a evolução da mobilidade urbana, fortalecendo sua atuação como parceira dos operadores em diferentes mercados.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Em agosto, o </span><span lang="PT-BR"><strong>Diário do </strong></span><strong>Transporte</strong><span lang="PT-BR"> noticiou em </span>primeiro<span lang="PT-BR"> </span>mão<span lang="PT-BR"> o </span>lançamento<span lang="PT-BR"> do novo Torino 2027, com todos os detalhes do modelo.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Relembre:</span></p>
<p><span lang="PT-BR"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/11/novo-torino-2027-e-g8-tech-para-alem-mudancas-esteticas-aperfeicoamentos-e-tecnologias-para-reducao-de-consumo-e-tempo-de-parada-e-ampliacao-do-conforto-promete-marcopolo/">https://diariodotransporte.com.br/2026/08/11/novo-torino-2027-e-g8-tech-para-alem-mudancas-esteticas-aperfeicoamentos-e-tecnologias-para-reducao-de-consumo-e-tempo-de-parada-e-ampliacao-do-conforto-promete-marcopolo/</a></span></p>
<p>Confira mais imagens do Torino 2027:</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/13102026-Novo-Torino-2027-ganha-as-ruas_2.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" class="alignnone size-large wp-image-538744" width="1024" height="683" alt=""></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/13102026-Novo-Torino-2027-ganha-as-ruas_4.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" class="alignnone size-large wp-image-538746" width="1024" height="683" alt=""></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/13102026-Novo-Torino-2027-ganha-as-ruas_3.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" class="alignnone size-large wp-image-538745" width="1024" height="683" alt=""></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/13102026-Novo-Torino-2027-ganha-as-ruas_5.jpg?resize=683%2C1024&#038;ssl=1" class="alignnone size-large wp-image-538748" width="683" height="1024" alt=""></p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Mobi-Rio contrata sistema antifurto para cabos das sanfonas de ônibus articulados por R$ 361 mil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/mobi-rio-contrata-sistema-antifurto-para-cabos-das-sanfonas-de-onibus-articulados-por-r-361-mil/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:31:25 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Equipamentos serão fornecidos e instalados pela empresa Mamuti; contrato busca detectar cortes e furtos em componentes dos veículos utilizados no transporte coletivo ADAMO BAZANI A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio) contratou, por R$ 361.493, um sistema de alerta para detectar cortes e furtos de cabos existentes nas sanfonas dos ônibus [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="548" height="364" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-8-1.jpg?fit=548%2C364&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-8-1.jpg?w=548&amp;ssl=1 548w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-8-1.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-8-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-8-1.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 548px) 100vw, 548px" /> <p><em>Equipamentos serão fornecidos e instalados pela empresa Mamuti; contrato busca detectar cortes e furtos em componentes dos veículos utilizados no transporte coletivo</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro (Mobi-Rio) contratou, por R$ 361.493, um sistema de alerta para detectar cortes e furtos de cabos existentes nas sanfonas dos ônibus articulados. Trata-se do fornecimento e instalação dos equipamentos pela empresa Mamuti Representação Comercial, Peças e Serviços Automotivos Ltda.</p>
<p>O contrato tem vigência de 8 de outubro de 2026 a 7 de abril de 2027 e está relacionado à proteção de componentes dos ônibus de grande capacidade utilizados no transporte coletivo.</p>
<p>O objeto contratual é o fornecimento e a instalação de kits de sistema de alerta destinados à detecção de cortes e furtos nos cabos existentes dentro da sanfona dos ônibus articulados.</p>
<p>A sanfona é a estrutura flexível que permite a articulação entre as partes do veículo, acompanhando os movimentos realizados durante curvas e manobras.</p>
<p>Além de possibilitar a circulação dos passageiros entre os módulos, essa região dos ônibus articulados pode abrigar componentes e conexões entre as partes do veículo.</p>
<p>A proteção desses elementos é importante porque danos podem exigir inspeções, reparos e substituições de materiais.</p>
<p>O contrato publicado não especifica os sensores utilizados, o funcionamento eletrônico do sistema nem sua integração com outros equipamentos dos veículos.</p>
<p>A empresa responsável é a Mamuti Representação Comercial, Peças e Serviços Automotivos Ltda.</p>
<p>A seleção ocorreu pelo Pregão Eletrônico nº 1548/2026.</p>
<p>O valor global é de R$ 361.493,00, e a vigência estabelecida compreende o período de 8 de outubro de 2026 a 7 de abril de 2027.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Proteção dos componentes pode ajudar a preservar a disponibilidade da frota</h2>
<p>Nos sistemas de transporte coletivo, a disponibilidade operacional depende tanto da quantidade de veículos existentes quanto da capacidade de mantê-los em condições adequadas de circulação.</p>
<p>Ônibus articulados possuem elevada capacidade de transporte e são utilizados em operações que exigem maior oferta de lugares por viagem.</p>
<p>Problemas mecânicos, elétricos ou estruturais podem retirar temporariamente veículos da operação para manutenção.</p>
<p>Dessa maneira, soluções destinadas à proteção de componentes podem contribuir para reduzir riscos de danos e interrupções.</p>
<p>Isso não significa, contudo, que o investimento anunciado já tenha produzido redução de ocorrências ou aumento da disponibilidade da frota.</p>
<p>Para essa avaliação, seriam necessários dados sobre a quantidade de furtos, veículos atingidos, custos de reparação e resultados posteriores à instalação.</p>
<p>O investimento integra as medidas de manutenção e preservação dos veículos, tema diretamente relacionado à continuidade do serviço prestado aos passageiros.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Linha 22-Marrom terá audiências em dezembro; projeto prevê 19 estações entre Cotia e Sumaré</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/13/linha-22-marrom-tera-audiencias-em-dezembro-projeto-preve-19-estacoes-entre-cotia-e-sumare/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:01:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Encontros ocorrerão em São Paulo, Osasco e Cotia para discutir impactos ambientais; estudo prevê 31,32 km de extensão total, conexões com quatro linhas e demanda de cerca de 678 mil passageiros por dia no horizonte de 2040 ADAMO BAZANI O Conselho Estadual do Meio Ambiente convocou três audiências públicas, em dezembro de 2026, para discutir [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="738" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/22-arro.jpg?fit=738%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/22-arro.jpg?w=738&amp;ssl=1 738w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/22-arro.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/22-arro.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/22-arro.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 738px) 100vw, 738px" /> <p><em>Encontros ocorrerão em São Paulo, Osasco e Cotia para discutir impactos ambientais; estudo prevê 31,32 km de extensão total, conexões com quatro linhas e demanda de cerca de 678 mil passageiros por dia no horizonte de 2040</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Conselho Estadual do Meio Ambiente convocou três audiências públicas, em dezembro de 2026, para discutir os impactos ambientais da futura Linha 22-Marrom do Metrô, projetada para ligar Cotia à estação Sumaré, na capital paulista, passando por Osasco. Os encontros serão realizados nos dias 1º, 2 e 3, sempre às 17h, com inscrições presenciais a partir das 16h.</p>
<p>O projeto apresentado no estudo ambiental prevê extensão total de 31,32 quilômetros, 19 estações e conexões com as linhas 2-Verde, 4-Amarela, 9-Esmeralda e a futura 20-Rosa. A convocação, publicada no Diário Oficial desta sexta-feira, 9 de outubro, integra o licenciamento ambiental e não representa autorização para começar as obras ou definição de data de inauguração.</p>
<h3>Onde serão as audiências e como participar</h3>
<p>O primeiro encontro será realizado em São Paulo, o segundo em Osasco e o terceiro em Cotia.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Data</th>
<th>Local e endereço</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1º de dezembro, às 17h</td>
<td>Auditório da Universidade São Judas — Unidade Butantã, Avenida Dr. Vital Brasil, 1.000, Butantã, São Paulo</td>
</tr>
<tr>
<td>2 de dezembro, às 17h</td>
<td>Teatro do CEU José Saramago, Avenida João de Andrade, 1.355, Jardim Santo Antônio, Osasco</td>
</tr>
<tr>
<td>3 de dezembro, às 17h</td>
<td>Teatro do Colégio Desafio, Rua Ametista, 21, Jardim Nomura, Cotia</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As inscrições dos interessados serão feitas presencialmente, na recepção dos locais, a partir das 16h do dia de cada audiência.</p>
<p>Segundo o edital, o auditório da Universidade São Judas fica ao lado da futura estação Vital Brasil. O CEU José Saramago está a aproximadamente 3,5 quilômetros da futura estação Cohab Raposo. O Colégio Desafio fica ao lado da futura estação Portão.</p>
<p>Haverá transmissão ao vivo pelo canal da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, a Semil, no YouTube.</p>
<h3>Estudos poderão ser consultados presencialmente a partir de 14 de outubro</h3>
<p>O edital informa três pontos de consulta dos estudos ambientais:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Local</th>
<th>Horários</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Biblioteca da Universidade São Judas — Unidade Butantã</td>
<td>Dias úteis, das 8h às 21h40</td>
</tr>
<tr>
<td>Espaço Ponto de Encontro do CEU José Saramago</td>
<td>Segunda a sexta-feira, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 18h</td>
</tr>
<tr>
<td>Biblioteca Municipal Manuel Batista Cepelos — Rua Professor Manoel José Pedroso, 1.147, Centro, Cotia</td>
<td>Dias úteis, das 8h às 17h</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A disponibilização física começa em 14 de outubro.</p>
<p>O edital também informa que a versão eletrônica do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental está disponível na página de licenciamento da Cetesb desde 23 de abril de 2026.</p>
<h3>Linha terá dez estações em São Paulo, duas em Osasco e sete em Cotia</h3>
<p>O traçado de referência conecta o centro de Cotia ao sistema metroferroviário da capital e atende áreas próximas ao eixo da Rodovia Raposo Tavares, além da Cidade Universitária e da região de Pinheiros.</p>
<p>A distribuição indicada no estudo ambiental é de dez estações em São Paulo, duas em Osasco e sete em Cotia.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Estação prevista</th>
<th>Município</th>
<th>Conexão metroferroviária prevista</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Sumaré</td>
<td>São Paulo</td>
<td>Linha 2-Verde</td>
</tr>
<tr>
<td>Cardeal Arcoverde</td>
<td>São Paulo</td>
<td>Futura Linha 20-Rosa</td>
</tr>
<tr>
<td>Faria Lima</td>
<td>São Paulo</td>
<td>Linha 4-Amarela</td>
</tr>
<tr>
<td>Hebraica-Rebouças</td>
<td>São Paulo</td>
<td>Linha 9-Esmeralda</td>
</tr>
<tr>
<td>Vital Brasil</td>
<td>São Paulo</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>USP–Praça do Relógio</td>
<td>São Paulo</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Hospital Universitário</td>
<td>São Paulo</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Pequeno</td>
<td>São Paulo</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Jardim Sarah</td>
<td>São Paulo</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Reserva Raposo</td>
<td>São Paulo</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Cohab Raposo</td>
<td>Osasco</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Maria</td>
<td>Osasco</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Granja Viana</td>
<td>Cotia</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>São George</td>
<td>Cotia</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Cotia–km 26</td>
<td>Cotia</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Parque Alexandra</td>
<td>Cotia</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Sabiá</td>
<td>Cotia</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Portão</td>
<td>Cotia</td>
<td>—</td>
</tr>
<tr>
<td>Terminal Cotia</td>
<td>Cotia</td>
<td>—</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>São nomes e localizações de referência do projeto em licenciamento.</p>
<p>Sumaré, nesse contexto, é a estação da Linha 2-Verde situada na capital paulista. O ramal não tem como destino o município de Sumaré, na região de Campinas.</p>
<h3>Conexões permitirão acesso a outros eixos da rede de transportes</h3>
<p>A ligação com a Linha 2-Verde, em Sumaré, permitirá acesso ao eixo da Avenida Paulista e às demais conexões desse ramal.</p>
<p>Em Faria Lima, o projeto prevê integração com a Linha 4-Amarela. Em Hebraica-Rebouças, a conexão será com a Linha 9-Esmeralda.</p>
<p>A quarta conexão prevista é com a futura Linha 20-Rosa, em Cardeal Arcoverde. Como se trata de outro empreendimento planejado, essa integração dependerá também da implantação do ramal correspondente.</p>
<p>O estudo considera ainda a possibilidade de conexão com a futura Linha 24-Quartzo, em Jardim Sarah ou Reserva Raposo. Essa alternativa depende do desenvolvimento do projeto da Linha 24 e não deve ser apresentada como integração já definida.</p>
<h3>Projeto prevê metrô subterrâneo, trens de cinco carros e operação automatizada</h3>
<p>A solução de referência é de metrô subterrâneo, com trens de cinco carros.</p>
<p>O estudo de caracterização apresenta composições com aproximadamente 110,32 metros de comprimento, 2,65 metros de largura e capacidade de 1.274 passageiros.</p>
<p>Para os cálculos operacionais, foram adotadas velocidade máxima de 80 km/h e velocidade comercial em torno de 40 km/h. A velocidade comercial considera o funcionamento da linha com as paradas nas estações.</p>
<p>O documento analisa uma condição de oferta com intervalo de 100 segundos entre trens, equivalente a um minuto e 40 segundos. Esse número é um parâmetro de projeto, e não um horário operacional já contratado para a futura inauguração.</p>
<p>O cálculo de frota apresenta dois cenários: 48 trens, incluindo reserva, para a demanda estudada; e 58 trens, também com reserva, para a condição de oferta máxima com intervalo de 100 segundos.</p>
<p>A sinalização prevista utiliza comunicação contínua entre trens e equipamentos de controle, com automação de nível GoA4. Nesse modelo, a operação normal pode ocorrer sem condutor a bordo, sob supervisão centralizada e com recursos de segurança e condução manual para situações previstas no sistema.</p>
<p>O projeto também prevê portas de plataforma sincronizadas com as portas dos trens.</p>
<h3>Estimativa de 678 mil passageiros por dia corresponde ao horizonte de 2040</h3>
<p>O estudo ambiental aponta demanda diária aproximada de 678 mil passageiros, considerando cenários de planejamento com horizonte em 2040.</p>
<p>Esse total é uma projeção do sistema de transporte e não uma previsão de embarques garantida para o primeiro dia de operação.</p>
<p>O documento estima ainda cerca de 893 mil moradores na área de influência direta da linha. São indicadores diferentes: um corresponde à população residente na área estudada; o outro, à demanda projetada de utilização do ramal.</p>
<h3>Integração com ônibus será parte do atendimento regional</h3>
<p>O projeto contempla integração com o Terminal Metropolitano de Cotia, na estação Terminal Cotia, e com o Terminal Reserva Raposo, na estação de mesmo nome.</p>
<p>Também prevê estruturas de integração com ônibus em outros pontos do traçado. A finalidade é permitir que linhas municipais e intermunicipais levem passageiros aos trens e distribuam os usuários para bairros que não serão atendidos diretamente pelas estações.</p>
<p>O estudo informa bicicletários em todas as estações e estacionamentos de longa permanência em Rio Pequeno, Reserva Raposo, Granja Viana, Cotia–km 26, Parque Alexandra, Portão e Terminal Cotia.</p>
<p>A existência dessas previsões não define, nesta etapa, quais linhas de ônibus serão alteradas, suas frequências ou as condições tarifárias de integração.</p>
<h3>Obras exigirão pátio, subestações e estruturas de ventilação e emergência</h3>
<p>Além das estações e dos túneis, o empreendimento inclui um pátio em São Paulo e três subestações elétricas primárias, denominadas Alvarenga, Esmeralda e Mesopotâmia.</p>
<p>O estudo relaciona 20 poços que combinam ventilação e saída de emergência, um poço de ventilação e nove estruturas de saída de emergência.</p>
<p>Esses equipamentos são necessários para o funcionamento dos túneis, a segurança e o atendimento de situações excepcionais. Embora a circulação dos trens seja subterrânea, a implantação exige intervenções na superfície para acessos, canteiros e estruturas operacionais.</p>
<h3>Estudo estima investimento de R$ 28,38 bilhões</h3>
<p>O documento de caracterização do empreendimento apresenta estimativa de investimento de R$ 28,383 bilhões.</p>
<p>Desse total, R$ 26,585 bilhões são indicados para obras civis e R$ 1,798 bilhão para desapropriações.</p>
<p>São valores de planejamento apresentados no estudo ambiental. Não equivalem a contratos assinados, recursos integralmente assegurados ou resultado de licitação das obras.</p>
<p>A audiência pública também não substitui os procedimentos necessários para desapropriações, contratação e execução do empreendimento.</p>
<h3>Por que a audiência ambiental é importante para moradores e passageiros</h3>
<p>O Estudo de Impacto Ambiental reúne a avaliação técnica do empreendimento. O Relatório de Impacto Ambiental apresenta os principais resultados de maneira voltada à compreensão pública.</p>
<p>As audiências permitem discutir o projeto e seus efeitos sobre moradores, comércio, circulação, vegetação, recursos hídricos e demais elementos do território.</p>
<p>Em uma obra de metrô, também são relevantes os impactos dos canteiros, das escavações, do transporte de materiais e das intervenções necessárias aos acessos e às estruturas de apoio.</p>
<p>As manifestações ajudam a subsidiar a análise ambiental. A realização dos encontros não significa que o projeto tenha recebido todas as licenças exigidas.</p>
<h3>Ligação com Cotia passou de proposta de monotrilho a projeto de metrô convencional</h3>
<p>O histórico apresentado no estudo ambiental mostra que a ligação foi examinada inicialmente como monotrilho, com grande parte do percurso sobre o eixo da Raposo Tavares.</p>
<p>O desenvolvimento dos estudos apontou dificuldades para implantar a estrutura elevada no canteiro central sem provocar impactos relevantes sobre a circulação durante as obras e sobre a capacidade da rodovia.</p>
<p>Em 2016, o projeto funcional passou a adotar metrô convencional. Estudos posteriores incorporaram atendimento à USP, mudanças de traçado e adequações às novas condições de ocupação da região.</p>
<p>Em junho de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou o início de sondagens em Cotia. Essas investigações do subsolo fornecem informações para definir soluções de engenharia.</p>
<p>A convocação das audiências acrescenta agora uma etapa de participação pública ao licenciamento. O edital não anuncia data de início das obras, tarifa ou inauguração da Linha 22-Marrom.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>São Paulo e Santiago adotam sistema de planejamento de ônibus que permite reduzir tempo de espera, organizar escalas e definir uso de elétricos e veículos a diesel</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 16:36:28 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Tecnologia da Hitachi é utilizada por operadoras chilenas e está em implantação na frota gerenciada pela SPTrans; experiência envolve planejamento de viagens, motoristas, recarga de baterias e custos operacionais, com alternativas para empresas e gestores públicos brasileiros ADAMO BAZANI A organização das viagens de ônibus, a distribuição dos veículos entre as linhas, as escalas dos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="472" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Voy-Santiago-1-.jpg?fit=1024%2C472&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Voy-Santiago-1-.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Voy-Santiago-1-.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Voy-Santiago-1-.jpg?resize=1024%2C472&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Voy-Santiago-1-.jpg?resize=150%2C69&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Voy-Santiago-1-.jpg?resize=768%2C354&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Voy-Santiago-1-.jpg?resize=1536%2C708&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Voy-Santiago-1-.jpg?resize=400%2C184&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Tecnologia da Hitachi é utilizada por operadoras chilenas e está em implantação na frota gerenciada pela SPTrans; experiência envolve planejamento de viagens, motoristas, recarga de baterias e custos operacionais, com alternativas para empresas e gestores públicos brasileiros</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A organização das viagens de ônibus, a distribuição dos veículos entre as linhas, as escalas dos motoristas e até a escolha dos horários de recarga das baterias podem ser feitas por sistemas que analisam diferentes possibilidades de operação antes de os coletivos saírem das garagens. É o que ocorre em Santiago, no Chile, onde as empresas Voy Santiago e Buses Vule utilizam uma plataforma de planejamento da Hitachi Mobility Multimodal Solutions, tecnologia que também está sendo implantada no sistema municipal de ônibus de São Paulo, gerenciado pela SPTrans, com aproximadamente 13 mil veículos, mas apenas 2.009 elétricos.</p>
<p>A experiência das duas capitais sul-americanas mostra alternativas para enfrentar problemas que afetam diretamente os passageiros, como intervalos irregulares entre ônibus, atrasos, viagens concentradas em determinados horários e dificuldades para manter a oferta quando parte da frota precisa de manutenção ou recarga. Para as empresas, o sistema permite comparar custos, distribuir ônibus e motoristas e avaliar diferentes programações. Para os gestores públicos, oferece instrumentos para verificar se os recursos disponíveis estão sendo empregados de acordo com a demanda. Em Santiago, a Buses Vule realizou simulações envolvendo 309 ônibus, enquanto a Voy Santiago utiliza a tecnologia para planejar uma operação que, segundo a empresa, transporta mais de 95 milhões de passageiros por ano.</p>
<p>A ferramenta é denominada Suíte MAIOR e foi desenvolvida pela Hitachi Mobility Multimodal Solutions (HMMS), anteriormente conhecida como Clever Devices. A plataforma trabalha com informações sobre os itinerários, tempos de percurso, veículos disponíveis, características das linhas, jornadas de trabalho e necessidades de energia.</p>
<p>Na prática, o programa permite que uma empresa ou autoridade de transportes simule diferentes formas de realizar as mesmas viagens, considerando restrições operacionais e custos.</p>
<p>As experiências chilenas foram apresentadas pela Hitachi em setembro de 2026 e oferecem elementos para discutir como a tecnologia pode ser empregada na operação cotidiana dos ônibus brasileiros, especialmente diante do crescimento das frotas elétricas.</p>
<h2>Buses Vule analisou operação de 309 ônibus e obteve 40 alternativas de planejamento em oito horas</h2>
<p>Um dos exemplos apresentados pela Hitachi envolve a Buses Vule, operadora do transporte público de Santiago.</p>
<p>Em um exercício de planejamento envolvendo 309 veículos, a empresa conseguiu gerar duas alternativas de programação em aproximadamente 30 minutos.</p>
<p>Em oito horas de processamento, foram produzidas 40 alternativas para organizar aquela operação.</p>
<p>Essas possibilidades permitem que os responsáveis pelo planejamento comparem diferentes distribuições dos ônibus, horários e escalas, considerando a quantidade de viagens que precisam ser realizadas.</p>
<p>O trabalho também envolve a organização da jornada dos motoristas.</p>
<p>Antes da adoção da ferramenta, parte da programação era executada manualmente, com os profissionais recebendo suas atribuições diretamente das equipes responsáveis pela saída dos ônibus.</p>
<p>Com o sistema, as jornadas podem ser organizadas antecipadamente, relacionando horários de início e término do trabalho, intervalos, viagens e disponibilidade dos veículos.</p>
<p>Isso oferece à empresa condições para avaliar conflitos de escala, necessidade de substituições e distribuição das equipes entre garagens, terminais e linhas.</p>
<p>Segundo a Hitachi, o uso da plataforma também fez parte da preparação da Buses Vule para disputar duas licitações que envolveram, juntas, 621 ônibus adicionais.</p>
<p>A tecnologia de planejamento pode auxiliar na elaboração de propostas comerciais porque permite simular quantos ônibus e motoristas serão necessários para atender às exigências estabelecidas pelo poder público.</p>
<p>Em uma licitação, esse cálculo é importante para determinar o custo do serviço, as necessidades de investimento e as condições para cumprir a oferta contratada.</p>
<h2>Voy Santiago utiliza planejamento para decidir quando colocar ônibus elétricos ou a diesel em circulação</h2>
<p>A segunda experiência apresentada envolve a Voy Santiago, que possui aproximadamente 1.500 ônibus e transporta, segundo os dados divulgados pela empresa, mais de 95 milhões de passageiros por ano.</p>
<p>A operadora trabalha com veículos elétricos e a diesel.</p>
<p>A coexistência das duas tecnologias exige decisões sobre quais veículos utilizar em cada linha, levando em consideração os quilômetros percorridos, o consumo de energia, a autonomia das baterias, o tempo disponível para recarga e a capacidade das instalações.</p>
<p>Um ônibus elétrico pode atender a uma determinada sequência de viagens durante o dia, mas precisa retornar à garagem ou a outro ponto de carregamento em condições compatíveis com a energia restante na bateria.</p>
<p>Já um veículo a diesel possui características diferentes de abastecimento, autonomia e custos.</p>
<p>A plataforma permite comparar essas condições e elaborar programações conforme as características de cada operação.</p>
<p>“Com os cenários, somos capazes de decidir quais linhas ou até mesmo quais viagens individuais são melhor operadas com um veículo elétrico ou um veículo a diesel, ajudando a encontrar o melhor custo”, explicou a líder de programação da Voy Santiago, Francesca Napoli.</p>
<p>Outra aplicação é a atualização dos tempos previstos para cada viagem.</p>
<p>Se uma linha passa a enfrentar congestionamentos mais intensos em determinado período, por exemplo, a programação pode ser recalculada para adequar os horários e a distribuição dos ônibus à duração dos percursos.</p>
<p>Esses ajustes influenciam o número de veículos necessários para manter uma determinada frequência.</p>
<p>Uma linha que necessita de mais tempo para completar a viagem de ida e volta pode precisar de ônibus adicionais para preservar os intervalos entre partidas.</p>
<p>Por isso, o planejamento dos tempos de percurso é tão importante quanto a quantidade de veículos existente na frota.</p>
<h2>Como o planejamento pode mudar o atendimento do passageiro</h2>
<p>Para quem utiliza ônibus diariamente, a aplicação da tecnologia pode ser percebida de diferentes maneiras.</p>
<p>Um exemplo envolve uma linha que deveria ter partidas a cada dez minutos, mas enfrenta congestionamentos e apresenta intervalos irregulares.</p>
<p>Ao identificar que os tempos efetivos de viagem ficaram maiores do que os previstos, o planejamento pode indicar a necessidade de alterar os horários, redistribuir veículos ou rever a oferta.</p>
<p>Outro exemplo ocorre quando uma empresa opera ônibus elétricos que precisam retornar à garagem para recarregar as baterias.</p>
<p>A programação deve considerar essa retirada temporária de circulação e prever quais veículos estarão disponíveis para realizar as viagens seguintes.</p>
<p>Também é possível avaliar como mudanças na demanda exigem diferentes quantidades de ônibus ao longo do dia, com reforço nos horários de maior movimento e outra distribuição nos períodos de menor procura.</p>
<p>Entre as possibilidades de aplicação estão:</p>
<ul>
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<div>
<p>Ajustar horários de partida conforme os tempos de viagem observados.</p>
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</li>
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<div>
<p>Planejar a quantidade de ônibus necessária para cumprir os intervalos.</p>
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<li>
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<p>Distribuir veículos elétricos e a diesel de acordo com as características das linhas.</p>
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<div>
<p>Programar recargas sem comprometer as viagens previstas.</p>
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<p>Organizar escalas de motoristas, folgas e intervalos.</p>
</div>
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<li>
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<p>Comparar alternativas de atendimento antes de alterar uma linha ou disputar uma licitação.</p>
</div>
</div>
</li>
</ul>
<p>O resultado para o passageiro depende também da execução das viagens, da fiscalização, da situação do trânsito e das condições de manutenção dos veículos.</p>
<p>O planejamento por computador pode indicar uma programação mais adequada, enquanto o acompanhamento diário permite verificar se as partidas estão efetivamente acontecendo nos horários previstos.</p>
<h2>São Paulo também passa por implantação da tecnologia em sistema de aproximadamente 13 mil ônibus</h2>
<p>A ligação entre Santiago e São Paulo ocorre porque a Suíte MAIOR também está sendo implantada no sistema municipal de ônibus da capital paulista.</p>
<p>Segundo a Hitachi, a implementação abrange o universo de aproximadamente 13 mil ônibus gerenciados pela SPTrans.</p>
<p>A dimensão da frota torna o planejamento especialmente relevante.</p>
<p>São Paulo possui linhas com características diferentes de demanda, extensão, velocidade comercial, quantidade de passageiros e infraestrutura viária.</p>
<p>Também conta com garagens distribuídas por diferentes regiões e uma operação que combina ônibus convencionais, articulados, superarticulados, veículos a diesel, trólebus e ônibus elétricos a bateria.</p>
<p>A programação precisa considerar as características de cada tipo de veículo, os horários de maior movimento, a duração das jornadas dos motoristas e os recursos disponíveis para cada linha.</p>
<p>No caso dos elétricos, entram na análise aspectos como capacidade das baterias, autonomia, carregadores instalados nas garagens e disponibilidade de energia.</p>
<p>Isso significa que a decisão de colocar ônibus elétricos em determinada linha também depende das condições necessárias para mantê-los em circulação durante o período programado.</p>
<p>Outra possibilidade é testar antecipadamente o que acontece quando uma linha recebe mais viagens ou quando os horários precisam ser alterados por causa de mudanças no trânsito.</p>
<p>O sistema pode calcular as consequências dessas decisões sobre a frota e as equipes, oferecendo elementos para que o gestor avalie os custos e a viabilidade operacional.</p>
<p>A aplicação em São Paulo ganha importância também porque a capital está ampliando a participação dos veículos elétricos no transporte municipal, o que torna necessário administrar simultaneamente tecnologias de propulsão com características diferentes.</p>
<h2>O que operadores e prefeituras podem aproveitar das experiências de São Paulo e Santiago</h2>
<p>A utilização de sistemas de planejamento não se restringe às empresas que possuem milhares de ônibus.</p>
<p>Municípios de menor porte e operadores com frotas mais reduzidas também precisam resolver questões relacionadas à quantidade de veículos em circulação, ao tempo de viagem, às escalas de motoristas e ao custo de cada linha.</p>
<p>Uma das aplicações possíveis é comparar diferentes modelos de atendimento antes de realizar mudanças que envolvam recursos públicos.</p>
<p>Por exemplo, uma prefeitura pode avaliar qual seria a necessidade de veículos e motoristas para reduzir o intervalo de uma linha de 20 para 15 minutos.</p>
<p>A mesma análise pode ser aplicada à criação de uma ligação entre bairros, ao prolongamento de itinerários ou à implantação de viagens adicionais para atender escolas, hospitais e áreas comerciais.</p>
<p>No caso das licitações, essas ferramentas podem ajudar na elaboração de estimativas de frota, quilometragem, jornadas e custos.</p>
<p>Para os operadores, um benefício possível é conseguir dimensionar os recursos necessários antes de assumir novas obrigações contratuais.</p>
<p>Já para as autoridades públicas, a vantagem está em poder comparar diferentes condições de prestação do serviço e estabelecer exigências compatíveis com a demanda e os recursos disponíveis.</p>
<p>A informatização também pode facilitar o acompanhamento de indicadores como partidas realizadas, quilômetros percorridos, cumprimento de horários e utilização dos veículos, desde que os dados de planejamento sejam relacionados aos registros efetivos da operação.</p>
<p>Outro aspecto relevante é a integração entre o planejamento e a infraestrutura urbana.</p>
<p>A programação dos ônibus precisa considerar fatores externos às garagens, entre eles a existência de corredores e faixas exclusivas, a organização dos terminais, os congestionamentos e as condições de circulação.</p>
<p>Uma redução do tempo de percurso obtida com prioridade viária, por exemplo, pode permitir que a mesma quantidade de ônibus realize mais viagens ao longo do dia.</p>
<p>Portanto, além da distribuição dos veículos, o planejamento do transporte envolve decisões sobre o funcionamento das ruas e a prioridade dada ao transporte coletivo.</p>
<h2>Expansão dos ônibus elétricos exige planejamento conjunto de veículos, energia e motoristas</h2>
<p>Uma das questões que aproximam São Paulo e Santiago é a necessidade de administrar grandes frotas elétricas sem comprometer a oferta de viagens.</p>
<p>A experiência chilena envolve milhares de ônibus movidos a bateria, resultado de sucessivas etapas de renovação do sistema RED, a Rede Metropolitana de Mobilidade de Santiago.</p>
<p>A capital paulista também amplia a frota elétrica, mas apresenta características próprias de operação, contratos e infraestrutura.</p>
<p>Em ambas as cidades, a eletrificação acrescenta uma variável ao planejamento: a energia disponível para cada ônibus.</p>
<p>Uma empresa precisa saber quantos veículos podem ser carregados ao mesmo tempo, por quanto tempo devem permanecer conectados aos equipamentos e em quais horários estarão disponíveis para atender aos passageiros.</p>
<p>Também deve avaliar o comportamento do consumo de energia diante de trajetos com diferentes velocidades, extensões, aclives, quantidade de passageiros e uso de ar-condicionado.</p>
<p>A possibilidade de executar simulações ajuda a comparar a distribuição dos veículos entre linhas e a utilização dos carregadores.</p>
<p>Para as administrações municipais, essas análises podem contribuir para definir a localização de garagens, a necessidade de investimentos na rede elétrica e as condições para incorporar novos ônibus às operações.</p>
<p>O planejamento ainda pode permitir a comparação entre horários de recarga e custos de fornecimento de energia, conforme os contratos e as condições aplicáveis a cada instalação.</p>
<p>Essas questões influenciam diretamente o custo da operação e a disponibilidade dos veículos.</p>
<p>A compra de ônibus elétricos, portanto, precisa ser acompanhada de decisões sobre infraestrutura, manutenção, treinamento profissional, fornecimento de energia e programação das viagens.</p>
<h2>Diário do Transporte esteve em Santiago e mostrou outras alternativas para a eletrificação e gestão dos ônibus</h2>
<p>As experiências de Santiago também foram acompanhadas pelo Diário do Transporte em uma série de reportagens sobre a organização do transporte chileno e suas relações com o mercado brasileiro.</p>
<p>O criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani, esteve em Santiago nos dias 1º e 2 de outubro de 2026, a convite da brasileira TEVX e da fabricante chinesa Zhongtong, para acompanhar o anúncio da parceria comercial entre as empresas e conhecer veículos utilizados no sistema de transporte da capital chilena.</p>
<p>A reportagem foi recebida pelo Grupo Cabal, representante da Zhongtong no Chile e participante do fornecimento de ônibus elétricos para o sistema RED.</p>
<p>A cobertura abordou questões que vão além da substituição dos ônibus a diesel pelos elétricos, incluindo financiamento, organização das concessões, fornecedores, indústria nacional, características dos veículos e conservação das frotas.</p>
<p>Uma das diferenças observadas entre o modelo chileno e parte das operações brasileiras é a possibilidade de separar a propriedade dos veículos da responsabilidade pela realização das viagens.</p>
<p>Essa organização permite a participação de investidores e fornecedores de frota que não atuam diretamente como operadores de transporte.</p>
<p>O modelo também exige contratos que estabeleçam as responsabilidades pela manutenção, disponibilidade e conservação dos ônibus.</p>
<p>Assim, o debate sobre novas tecnologias de planejamento está relacionado a outras decisões do setor, como a forma de financiar os veículos, distribuir os investimentos e garantir a prestação dos serviços.</p>
<h2>Relembre as reportagens do Diário do Transporte sobre Santiago, São Paulo e as alternativas para o setor</h2>
<p>11 de setembro de 2026 — Buses Vule e o planejamento de ônibus elétricos</p>
<p>Antes da divulgação do balanço conjunto das duas operadoras, o Diário do Transporte já havia detalhado a experiência da Buses Vule com a plataforma de planejamento da Hitachi, relacionando a gestão dos veículos elétricos às necessidades de programação, recarga, custos e organização das equipes.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/buses-vule-aposta-em-inteligencia-operacional-para-ampliar-eficiencia-da-maior-frota-eletrica-do-chile/">Leia: Buses Vule aposta em inteligência operacional para ampliar eficiência da maior frota elétrica do Chile</a></p>
<p>2 de outubro de 2026 — TEVX e Zhongtong anunciam atuação conjunta no Brasil</p>
<p>Durante a cobertura realizada em Santiago, o Diário do Transporte informou em primeira mão que a TEVX passaria a representar a fabricante chinesa Zhongtong no mercado brasileiro.</p>
<p>O anúncio incluiu seis modelos de ônibus elétricos, desde veículos menores até articulados e rodoviários, além da previsão de estabelecer uma unidade de fabricação no Brasil a partir de 2027.</p>
<p>A reportagem também mostrou a experiência do Grupo Cabal no fornecimento de 895 ônibus elétricos Zhongtong para o RED, dentro de uma licitação de 1.267 veículos.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/02/video-e-entrevistas-zhongtong-tera-fabrica-de-onibus-eletricos-no-brasil-a-partir-de-2027-com-atuacao-da-tevx/">Leia: VÍDEO e ENTREVISTAS — Zhongtong terá fábrica de ônibus elétricos no Brasil a partir de 2027, com atuação da TEVX</a></p>
<p>5 de outubro de 2026 — Financiamento, investidores e segurança dos recursos destinados ao transporte</p>
<p>Em entrevista exclusiva concedida em Santiago ao jornalista Adamo Bazani, o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza, detalhou a proposta de combinar o fornecimento de ônibus elétricos com infraestrutura de energia e alternativas de financiamento.</p>
<p>O executivo citou a possibilidade de investidores adquirirem os veículos utilizados pelas operadoras, com avaliações de integridade e capacidade de pagamento.</p>
<p>A reportagem também relacionou o assunto às investigações sobre a presença do crime organizado em empresas de ônibus de São Paulo e à preocupação de instituições financeiras com a aplicação dos recursos.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/investigacao-sobre-infiltracao-do-crime-organizado-nos-transportes-de-sao-paulo-acende-alerta-ate-de-investidores-internacionais-novos-modelos-de-negocios-podem-ser-alternativas/">Leia: Investigação sobre infiltração do crime organizado nos transportes de São Paulo acende alerta até de investidores internacionais; novos modelos de negócios podem ser alternativas</a></p>
<p>6 de outubro de 2026 — Conservação dos ônibus também faz parte da qualidade do transporte</p>
<p>Durante a visita, o Diário do Transporte encontrou ônibus com danos externos, incluindo veículos elétricos incorporados em etapas recentes de renovação.</p>
<p>Foram observados riscos, amassados, sujeira e marcas de impactos em carrocerias, portas e vidros.</p>
<p>A reportagem comparou essas condições com as registradas em novembro de 2025 e apresentou um histórico da organização do sistema RED, das licitações, da participação de fornecedores e dos mecanismos de manutenção.</p>
<p>A experiência mostrou a importância de acompanhar a conservação dos ônibus ao longo da vida útil, além da aquisição de novos veículos.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/06/santiago-no-chile-quase-um-ano-depois-diario-do-transporte-volta-a-encontrar-onibus-mal-conservados-inclusive-eletricos-novos/">Leia: Santiago, no Chile: quase um ano depois, Diário do Transporte volta a encontrar ônibus mal conservados, inclusive elétricos novos</a></p>
<p>8 de outubro de 2026 — Zhongtong, indústria brasileira e novas possibilidades de concorrência</p>
<p>O Diário do Transporte aprofundou a análise sobre a entrada da Zhongtong no Brasil, detalhando os seis modelos anunciados, especificações técnicas, capacidade produtiva, presença internacional e participação da empresa nas operações chilenas.</p>
<p>A reportagem também examinou o impacto potencial da nova concorrência sobre preços, financiamento, empregos, fornecedores brasileiros e nacionalização dos veículos.</p>
<p>Outro ponto foi a diferença entre fabricar ônibus no Brasil e realizar apenas etapas de montagem com componentes importados.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/08/quem-e-a-zhongtong-que-entra-no-brasil-e-pode-mexer-com-o-mercado-de-onibus-eletricos/">Leia: Quem é a Zhongtong que entra no Brasil e pode mexer com o mercado de ônibus elétricos</a></p>
<h2>Planejamento de viagens, investimentos e conservação precisam funcionar em conjunto</h2>
<p>As experiências de São Paulo e Santiago mostram que a modernização do transporte coletivo envolve diferentes decisões.</p>
<p>A incorporação de ônibus elétricos exige investimentos em veículos e energia. A programação das viagens depende de informações sobre demanda, trânsito, itinerários e disponibilidade de motoristas. A conservação, por sua vez, exige manutenção e fiscalização ao longo de toda a operação.</p>
<p>A tecnologia de planejamento utilizada pelas empresas chilenas e em implantação em São Paulo atua principalmente na organização desses recursos.</p>
<p>Para os operadores, permite avaliar alternativas de programação, custos e utilização dos veículos.</p>
<p>Para as prefeituras e demais autoridades responsáveis pelo transporte público, pode servir de apoio à elaboração de contratos, ao dimensionamento de frotas e à análise de alterações na rede.</p>
<p>Já para os passageiros, o principal resultado esperado é que o planejamento contribua para uma oferta de viagens compatível com a demanda, intervalos mais regulares e maior disponibilidade dos ônibus.</p>
<p>O efeito concreto dessas medidas depende de sua aplicação nas ruas, da capacidade de execução das empresas e do acompanhamento realizado pelos órgãos públicos.</p>
<p>O exemplo de Santiago, acompanhado pelas reportagens do Diário do Transporte, também evidencia que tecnologia, financiamento, renovação dos veículos e conservação precisam ser tratados como partes de uma mesma política de transporte.</p>
<p>A experiência pode servir de referência para cidades brasileiras que pretendem ampliar a eletrificação, reorganizar suas redes de ônibus ou buscar alternativas para melhorar o atendimento utilizando os recursos disponíveis.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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