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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Confira como serão as gratuidades dos transportes no ABC neste domingo (25), segundo turno das eleições</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/confira-como-serao-as-gratuidades-dos-transportes-no-abc-neste-domingo-25-segundo-turno-das-eleicoes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 22:38:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Regras mudam de acordo com cada sistema de transportes, entre municipais, metropolitanos e ônibus rodoviários que saem dos terminais da região ADAMO BAZANI Os passageiros do ABC Paulista terão transporte coletivo gratuito neste domingo, 25 de outubro de 2026, segundo turno das eleições gerais, mas precisam observar os horários de cada serviço. A medida abrange [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="764" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-23-at-19.36.41.jpeg?fit=1024%2C764&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-23-at-19.36.41.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-23-at-19.36.41.jpeg?resize=300%2C224&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-23-at-19.36.41.jpeg?resize=1024%2C764&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-23-at-19.36.41.jpeg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-23-at-19.36.41.jpeg?resize=768%2C573&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-23-at-19.36.41.jpeg?resize=1536%2C1145&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-23-at-19.36.41.jpeg?resize=400%2C298&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Regras mudam de acordo com cada sistema de transportes, entre municipais, metropolitanos e ônibus rodoviários que saem dos terminais da região</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Os passageiros do ABC Paulista terão transporte coletivo gratuito neste domingo, 25 de outubro de 2026, segundo turno das eleições gerais, mas precisam observar os horários de cada serviço. A medida abrange os ônibus municipais das sete cidades, os ônibus metropolitanos, o Corredor ABD, os trens da Linha 10-Turquesa e os serviços rodoviários intermunicipais dentro do Estado de São Paulo, com regras diferentes entre eles.</p>
<p>Enquanto algumas cidades liberarão as passagens durante toda a operação de domingo, outras terão períodos específicos. Nos ônibus metropolitanos e nos trens, a gratuidade será das 6h às 20h. Já nos ônibus rodoviários intermunicipais paulistas, o benefício valerá das 0h às 23h59, sem incluir viagens interestaduais.</p>
<p>A oferta de transporte gratuito nos dias de votação segue decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), de 2023, e regulamentação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para as eleições de 2026, além das medidas estaduais e municipais que organizam a operação.</p>
<p>Para quem precisa combinar dois ou mais sistemas, a principal atenção deve ser com o horário de cada embarque. A gratuidade de um trecho não estende automaticamente o benefício ao restante da viagem.</p>
<p>Confira o resumo:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Cidade ou sistema</th>
<th>Período de gratuidade</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Santo André — ônibus municipais</td>
<td>Todo o período de operação de domingo</td>
</tr>
<tr>
<td>São Bernardo do Campo — ônibus municipais</td>
<td>Das 7h às 18h</td>
</tr>
<tr>
<td>São Caetano do Sul — ônibus municipais</td>
<td>Todo o dia, para todos os passageiros</td>
</tr>
<tr>
<td>Diadema — ônibus municipais</td>
<td>Das 3h50 de domingo às 0h50 de segunda-feira (26)</td>
</tr>
<tr>
<td>Mauá — ônibus municipais</td>
<td>Da primeira à última viagem de cada linha</td>
</tr>
<tr>
<td>Ribeirão Pires — ônibus municipais</td>
<td>Das 6h às 19h</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Grande da Serra — ônibus municipais</td>
<td>Gratuidade aos domingos já existente</td>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus metropolitanos da Next Mobilidade e Corredor ABD</td>
<td>Das 6h às 20h</td>
</tr>
<tr>
<td>Linha 10-Turquesa da CPTM</td>
<td>Das 6h às 20h</td>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus rodoviários intermunicipais dentro de São Paulo</td>
<td>Das 0h às 23h59</td>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus rodoviários interestaduais</td>
<td>Não estão incluídos na medida estadual</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h2>Ônibus municipais: confira as sete cidades</h2>
<h3>Santo André</h3>
<p>Os ônibus municipais terão gratuidade durante todo o período de operação de domingo, com frota semelhante à dos dias úteis.</p>
<p>A liberação será para todos os passageiros, sem distinção entre usuários.</p>
<p>Operadores: Consórcio União Santo André, formado por Viação Guaianazes, Viação Curuçá, Viação Vaz e ETURSA — Empresa de Transportes Urbanos Rodoviários de Santo André —, além da Suzantur.</p>
<p>A regra municipal vale para as linhas de Santo André. Ônibus metropolitanos e trens que atendem à cidade seguem o horário estadual, das 6h às 20h.</p>
<h3>São Bernardo do Campo</h3>
<p>A gratuidade nos ônibus municipais será das 7h às 18h, com frota semelhante à dos dias úteis.</p>
<p>Operadora: BR7 Mobilidade.</p>
<p>O passageiro deve considerar esse limite também na volta. Quem embarcar depois das 18h estará fora do período de passe livre municipal.</p>
<p>O horário é diferente do aplicado aos ônibus metropolitanos e ao Corredor ABD, cuja gratuidade vai das 6h às 20h.</p>
<h3>São Caetano do Sul</h3>
<p>A cidade ampliará a gratuidade para todos os passageiros durante todo o dia, com frota semelhante à dos dias úteis.</p>
<p>Operadora: Vipe — Viação Padre Eustáquio.</p>
<p>Neste domingo eleitoral, a liberação também alcança quem não está contemplado pelas regras habituais do programa municipal de gratuidade.</p>
<p>A Linha 10-Turquesa, que atende à estação São Caetano do Sul–Prefeito Walter Braido, seguirá a regra metropolitana: passagem gratuita das 6h às 20h.</p>
<h3>Diadema</h3>
<p>Os ônibus municipais serão gratuitos das 3h50 de domingo, dia 25, até as 0h50 de segunda-feira, dia 26, com frota semelhante à dos dias úteis.</p>
<p>Operadora: Suzantur.</p>
<p>O período acompanha a operação municipal prevista para o dia de votação e avança pela madrugada de segunda-feira.</p>
<p>Nos serviços metropolitanos da Next Mobilidade e no Corredor ABD, o período será outro: das 6h às 20h de domingo.</p>
<h3>Mauá</h3>
<p>A gratuidade valerá durante toda a operação de domingo, da primeira à última viagem de cada linha, com partidas e horários compatíveis com os dias úteis.</p>
<p>Operadora: Suzantur.</p>
<p>As catracas dos ônibus municipais e do Terminal Central estarão liberadas. A primeira saída e o encerramento variam conforme a linha, por isso a liberação durante toda a operação não significa que todos os itinerários funcionem 24 horas.</p>
<p>Os trens da Linha 10-Turquesa terão gratuidade das 6h às 20h.</p>
<h3>Ribeirão Pires</h3>
<p>A cidade ampliará o Programa Tarifa Zero para o período das 6h às 19h, com frota semelhante à dos dias úteis.</p>
<p>Operadora: Suzantur.</p>
<p>Nos domingos comuns, a gratuidade municipal funciona das 8h às 17h. Para a eleição, o benefício começará duas horas antes e terminará duas horas depois, acrescentando quatro horas ao período habitual.</p>
<p>Os ônibus metropolitanos e os trens da Linha 10-Turquesa seguem a gratuidade estadual, das 6h às 20h.</p>
<h3>Rio Grande da Serra</h3>
<p>O município já oferece gratuidade nos ônibus municipais aos domingos. O benefício também alcança o dia 25, mantendo a frota habitual informada para esse dia da semana.</p>
<p>Operadora: Viação Talismã.</p>
<p>Para quem utilizar a estação Rio Grande da Serra ou os ônibus metropolitanos, a gratuidade desses serviços valerá das 6h às 20h.</p>
<h2>Next Mobilidade, Corredor ABD e Linha 10-Turquesa</h2>
<p>Nos transportes metropolitanos que atendem ao ABC, a gratuidade será das 6h às 20h de domingo.</p>
<p>Estão incluídos os ônibus intermunicipais metropolitanos operados pela Next Mobilidade, os serviços do Corredor ABD, também operados pela empresa, e os trens da Linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).</p>
<p>A programação anunciada prevê oferta equivalente à de dia útil. Isso não significa, porém, que todas as linhas terão o mesmo intervalo: a frequência varia conforme o serviço e o período.</p>
<p>A Linha 10-Turquesa permite o deslocamento entre Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires, Mauá, Santo André, São Caetano do Sul e a capital paulista.</p>
<p>Quem seguir viagem por outras linhas de trem ou pelo Metrô de São Paulo também encontrará gratuidade no período estadual das 6h às 20h.</p>
<p>É importante diferenciar ônibus municipal de metropolitano, mesmo quando ambos circulam dentro da mesma cidade. Em São Bernardo do Campo, por exemplo, a BR7 terá gratuidade das 7h às 18h, enquanto a Next seguirá o período das 6h às 20h.</p>
<h2>Rodoviários intermunicipais: gratuidade durante todo o domingo</h2>
<p>Nos ônibus rodoviários regulares que ligam municípios dentro do Estado de São Paulo, a gratuidade valerá das 0h às 23h59 de domingo.</p>
<p>A medida alcança serviços que saem dos terminais rodoviários de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, conforme as linhas atendidas por cada local.</p>
<p>Entre as empresas que oferecem ligações intermunicipais na região estão Viação Cometa, Piracicabana, Santa Cruz, Lirabus e Vale do Tietê, entre outras.</p>
<p>O benefício depende do enquadramento da linha. Uma mesma empresa pode operar viagens dentro de São Paulo e para outros estados, mas os serviços interestaduais não estão incluídos nessa gratuidade estadual.</p>
<p>Antes de ir ao terminal, o passageiro deve conferir com a transportadora os horários, a disponibilidade da viagem e o procedimento para emissão do bilhete gratuito. A gratuidade não elimina a necessidade de organizar o embarque e garantir o lugar no serviço rodoviário.</p>
<p>Para a ida e a volta, também é necessário observar a data: o período anunciado para esses ônibus termina às 23h59 de domingo. Uma viagem programada para segunda-feira já está fora dessa janela.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Grande Recife recebe 100 ônibus com ar-condicionado em duas semanas e Raquel Lyra reafirma compra de 100 elétricos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/grande-recife-recebe-100-onibus-com-ar-condicionado-em-duas-semanas-e-raquel-lyra-reafirma-compra-de-100-eletricos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/grande-recife-recebe-100-onibus-com-ar-condicionado-em-duas-semanas-e-raquel-lyra-reafirma-compra-de-100-eletricos/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 22:00:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Renovação atende oito municípios e ocorre após diagnóstico apresentado na ZURB apontar 51% da frota com mais de sete anos; eletrificação prevê veículos de piso baixo e 50 carregadores ADAMO BAZANI O Governo de Pernambuco, por meio do Grande Recife Consórcio de Transporte, apresentou nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, mais 50 ônibus com [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="950" height="596" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/recife.jpg?fit=950%2C596&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/recife.jpg?w=950&amp;ssl=1 950w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/recife.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/recife.jpg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/recife.jpg?resize=768%2C482&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/recife.jpg?resize=400%2C251&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 950px) 100vw, 950px" /> <p><em>Renovação atende oito municípios e ocorre após diagnóstico apresentado na ZURB apontar 51% da frota com mais de sete anos; eletrificação prevê veículos de piso baixo e 50 carregadores</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio do Grande Recife Consórcio de Transporte, apresentou nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, mais 50 ônibus com ar-condicionado para o sistema metropolitano, completando 100 veículos em duas semanas. Destinados a linhas convencionais e ao BRT, os coletivos atenderão ligações entre Recife, Olinda, Abreu e Lima, Paulista, Igarassu, Ilha de Itamaracá, Itapissuma e Araçoiaba. Parte dessa renovação já começou a aparecer nas ruas, com veículos incorporados recentemente à operação.</p>
<p>Durante a apresentação, no Palácio do Campo das Princesas, a governadora Raquel Lyra também reafirmou o andamento da aquisição de outros 100 ônibus, estes elétricos, com recursos federais. A iniciativa tem orçamento estimado de R$ 310 milhões para veículos e carregadores e integra uma renovação que precisa enfrentar um problema mostrado presencialmente pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em maio, na cobertura da ZURB: mais da metade da frota então apresentada no diagnóstico tinha mais de sete anos, enquanto a quantidade de ônibus em circulação havia diminuído.</p>
<p>Os 100 coletivos contabilizados nas duas últimas semanas são destinados à renovação das operações existentes. O número reúne os 50 apresentados nesta sexta-feira e os 50 da semana anterior, e não corresponde a 100 veículos que começaram a transportar passageiros simultaneamente no dia da cerimônia.</p>
<p>Segundo o diretor-presidente do Grande Recife, Matheus Freitas, a incorporação ocorre conforme os ônibus concluem os procedimentos de identificação, emplacamento e liberação para o serviço.</p>
<p>Os veículos elétricos fazem parte de outra aquisição. Sua chegada depende das etapas de contratação, fornecimento e preparação da operação, incluindo a infraestrutura de recarga.</p>
<p>De acordo com o balanço apresentado pelo Governo de Pernambuco, foram entregues aproximadamente mil ônibus novos desde 2023, cerca de metade deles com ar-condicionado. Esse acumulado reúne diferentes etapas de renovação ao longo da gestão.</p>
<h2>Compra dos elétricos prevê piso baixo, maior capacidade e recarga nas garagens</h2>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> detalhou em 29 de maio a concorrência para os 100 ônibus elétricos e 50 carregadores. O procedimento foi dividido em seis lotes: cinco de 20 veículos e um para os equipamentos de recarga.</p>
<p>O aviso oficial estabeleceu orçamento estimado de R$ 310 milhões, com recursos federais vinculados a termo de compromisso entre União, Pernambuco e Caixa Econômica Federal.</p>
<p>A previsão inicial destinava R$ 298 milhões aos ônibus, com teto de R$ 2,98 milhões por unidade, e R$ 12 milhões aos carregadores. Esses valores eram referências da licitação, e não preços de veículos já entregues.</p>
<p>O registro de preços formalizado em outubro ficou em aproximadamente R$ 291,2 milhões: R$ 284,9 milhões para os ônibus e R$ 6,3 milhões para os carregadores. A distribuição registrada contempla 60 veículos da Marcopolo e 40 da Caio-Induscar.</p>
<p>A ata registra fornecedores, quantidades e condições para a aquisição. A entrega efetiva depende das ordens de fornecimento, a partir das quais são contados os prazos previstos.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Previsão da aquisição</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Ônibus elétricos</td>
<td>100 unidades</td>
</tr>
<tr>
<td>Divisão dos veículos</td>
<td>Cinco lotes de 20</td>
</tr>
<tr>
<td>Categoria</td>
<td>Padron</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento previsto</td>
<td>De 12 a 13 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração</td>
<td>Dois eixos, piso baixo e três portas</td>
</tr>
<tr>
<td>Climatização</td>
<td>Ar-condicionado</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia mínima exigida</td>
<td>250 km por carga</td>
</tr>
<tr>
<td>Carregadores</td>
<td>50 equipamentos</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência mínima de recarga</td>
<td>240 kW por equipamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Orçamento inicial</td>
<td>R$ 310 milhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Valor registrado em outubro</td>
<td>Aproximadamente R$ 291,2 milhões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/29/pernambuco-divide-em-seis-lotes-a-compra-de-100-onibus-eletricos-por-r-298-milhoes-cada-e-50-carregadores/?utm_source=chatgpt.com">Pernambuco divide em seis lotes a compra de 100 ônibus elétricos por R$ 2,98 milhões cada e 50 carregadores</a></p>
<p>A governadora afirmou nesta sexta-feira que o fornecimento dos elétricos deve levar de seis meses a um ano. A sinalização coloca a chegada dos veículos em 2027, diferentemente da expectativa de início de operação ainda em 2026 mencionada quando a concorrência foi lançada.</p>
<p>Além da troca de tecnologia de propulsão, o edital prevê mudança nas condições de acesso: o piso baixo facilita o embarque e o desembarque, especialmente para pessoas com mobilidade reduzida.</p>
<p>A autonomia exigida precisa ser compatibilizada com a quilometragem das linhas, o relevo, a lotação, o uso do ar-condicionado e o período disponível para recarga. A compra dos equipamentos e a preparação das garagens são parte da implantação, assim como a disponibilidade dos próprios ônibus.</p>
<h2>Na ZURB, diagnóstico mostrou frota envelhecida e menor</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-541032" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?resize=1024%2C682&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/91c0191a-4e41-4984-ac70-4be0332b3a85.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>A necessidade de renovar os ônibus foi um dos pontos da cobertura presencial do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> na ZURB — Seminário de Mobilidade Urbana, realizada em maio no Recife.</p>
<p>Na ocasião, o secretário de Ordem Pública da Prefeitura do Recife, Alexandre Rebelo, apresentou um diagnóstico segundo o qual 51% da frota tinham mais de sete anos. A idade média informada era de 5,6 anos, uma das maiores da história recente do sistema.</p>
<p>Também foi apontada redução de 7,5% na frota em circulação, de 1.826 para 1.689 veículos.</p>
<p>São dados daquele momento, que ajudam a dimensionar o passivo enfrentado pelas entregas posteriores. O percentual de maio não deve ser tomado como uma medição atualizada após as incorporações dos últimos meses.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Indicador apresentado na ZURB, em maio</th>
<th>Situação informada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Parcela da frota com mais de sete anos</td>
<td>51%</td>
</tr>
<tr>
<td>Idade média</td>
<td>5,6 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Frota em circulação no comparativo apresentado</td>
<td>De 1.826 para 1.689 ônibus</td>
</tr>
<tr>
<td>Redução registrada</td>
<td>7,5%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A referência de sete anos tem relação com as regras de renovação do sistema. Os documentos de concessão estabelecem esse limite para veículos leves, médios e pesados, com tratamento diferente para articulados e biarticulados, cujo limite previsto é de dez anos.</p>
<p>Por isso, a análise da idade precisa considerar a categoria de cada ônibus e as autorizações aplicáveis à operação. Ainda assim, o diagnóstico apresentado na ZURB mostrava uma necessidade ampla de reposição de veículos.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/21/zurb-51-da-frota-de-onibus-da-grande-recife-tem-mais-de-sete-anos-de-idade-e-quantidade-de-onibus-em-operacao-caiu-75-obras-podem-ajudar-a-melhorar-sistema/?utm_source=chatgpt.com">ZURB: 51% da frota de ônibus da Grande Recife têm mais de sete anos de idade e quantidade de ônibus em operação caiu 7,5%</a></p>
<p>Renovar e ampliar a oferta são medidas relacionadas, mas diferentes. Um ônibus novo pode substituir outro retirado de circulação, melhorando conforto, acessibilidade e disponibilidade sem aumentar a frota operacional.</p>
<p>Para recuperar capacidade de atendimento, também contam a quantidade de viagens programadas, os intervalos, o tamanho dos veículos e o tempo necessário para completar os percursos.</p>
<h2>Renovação também envolve escolher ônibus adequados à demanda</h2>
<p>Outro enfoque acompanhado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> na ZURB foi a oportunidade de associar novos corredores à aquisição de ônibus de maior porte e capacidade.</p>
<p>O economista e especialista em mobilidade urbana e estruturação de projetos do BNDES, Paulo Alexandrino, discutiu no evento as possibilidades abertas pelo Estudo Nacional de Mobilidade Urbana, o ENMU, desenvolvido pelo banco e pelo Ministério das Cidades.</p>
<p>A cobertura mostrou que os projetos de BRT identificados pelo estudo poderiam estimular a demanda por veículos de maior capacidade e valor agregado. As alternativas incluem elétricos, biometano e modelos a diesel com tecnologia Euro VI, conforme as características dos projetos e suas condições de financiamento.</p>
<p>Naquele momento, foram apontados quatro projetos de BRT para a Região Metropolitana do Recife. A carteira nacional identificava potencial de até R$ 80 bilhões em investimentos nesse tipo de sistema, valor que representa uma perspectiva de projetos, e não recursos automaticamente contratados.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/22/zurb-enmu-do-bndes-sera-oportunidade-para-industria-de-onibus-comercializar-veiculos-urbanos-com-maiores-categoria-e-capacidade/?utm_source=chatgpt.com">ZURB: ENMU do BNDES será oportunidade para indústria de ônibus comercializar veículos urbanos de maior categoria e capacidade</a></p>
<p>A compra pernambucana dos elétricos prevê veículos padron. A escolha da categoria precisa acompanhar a demanda de cada ligação: linhas alimentadoras, serviços convencionais e eixos de maior carregamento têm necessidades diferentes de espaço, frequência e infraestrutura.</p>
<p>Nos corredores mais movimentados, capacidade por veículo e regularidade das partidas precisam ser analisadas juntas. Um ônibus maior pode transportar mais passageiros por viagem, mas o atendimento também depende de intervalos adequados e de condições para que a frota circule sem ficar retida nos congestionamentos.</p>
<p>Esse foi outro ponto do diagnóstico apresentado em maio: a Prefeitura do Recife indicou intervenções em gargalos e monitoramento das vias para ajudar a melhorar a circulação do transporte coletivo.</p>
<p>As entregas das últimas duas semanas e a aquisição dos elétricos respondem a partes desse problema. A renovação reduz a presença de veículos antigos e amplia a climatização; a melhora do serviço diário depende também de transformar essa frota em viagens regulares, com capacidade e frequência compatíveis com a procura dos passageiros.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/grande-recife-recebe-100-onibus-com-ar-condicionado-em-duas-semanas-e-raquel-lyra-reafirma-compra-de-100-eletricos/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=541037</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Goiânia apresenta nove ônibus de piso baixo para BRS na T-63, previsto para janeiro; entenda o que muda em relação ao BRT e às faixas comuns</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/goiania-apresenta-nove-onibus-de-piso-baixo-para-brs-na-t-63-previsto-para-janeiro-entenda-o-que-muda-em-relacao-ao-brt-e-as-faixas-comuns/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/goiania-apresenta-nove-onibus-de-piso-baixo-para-brs-na-t-63-previsto-para-janeiro-entenda-o-que-muda-em-relacao-ao-brt-e-as-faixas-comuns/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 21:22:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículos Mercedes-Benz/Caio têm ar-condicionado e acessibilidade; projeto combina prioridade viária, fiscalização e controle dos semáforos, com previsão de aumentar em até 30% a velocidade dos ônibus ADAMO BAZANI A Prefeitura de Goiânia, o Governo de Goiás e representantes do transporte coletivo metropolitano apresentaram nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, nove ônibus de piso baixo, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="828" height="547" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/68f3a1e7-0eb8-4d2d-9df4-d5fbe561f39f.jpg?fit=828%2C547&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/68f3a1e7-0eb8-4d2d-9df4-d5fbe561f39f.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/68f3a1e7-0eb8-4d2d-9df4-d5fbe561f39f.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/68f3a1e7-0eb8-4d2d-9df4-d5fbe561f39f.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/68f3a1e7-0eb8-4d2d-9df4-d5fbe561f39f.jpg?resize=768%2C507&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/68f3a1e7-0eb8-4d2d-9df4-d5fbe561f39f.jpg?resize=400%2C264&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> <p><em>Veículos Mercedes-Benz/Caio têm ar-condicionado e acessibilidade; projeto combina prioridade viária, fiscalização e controle dos semáforos, com previsão de aumentar em até 30% a velocidade dos ônibus</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de Goiânia, o Governo de Goiás e representantes do transporte coletivo metropolitano apresentaram nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, nove ônibus de piso baixo, com chassis Mercedes-Benz O 500 U e carroceria Caio Millennium, destinados ao novo padrão BRS, o Bus Rapid Service. A implantação começará pela Avenida T-63, com previsão de operação em janeiro de 2027, reunindo veículos com ar-condicionado e acessibilidade, prioridade de circulação e controle dos semáforos para reduzir o tempo perdido nos deslocamentos.</p>
<p>A frota inicial prevista é de 15 ônibus, com outros seis programados para entrega até dezembro. O objetivo anunciado é aumentar em até 30% a velocidade dos coletivos, aproveitando a infraestrutura urbana e acrescentando fiscalização e a chamada metronização, que identifica a aproximação dos ônibus e ajusta os semáforos para favorecer sua passagem. A apresentação dos veículos nesta sexta-feira, portanto, antecede a entrada em funcionamento do primeiro corredor com o conjunto de medidas.</p>
<p>O BRS é uma forma de organizar e dar prioridade ao transporte coletivo. A faixa reservada aos ônibus faz parte dessa solução, mas o projeto pode reunir também mudanças nas paradas, fiscalização, informação ao passageiro e controle operacional. Já o BRT, sigla de Bus Rapid Transit, tem uma estrutura mais completa de segregação e operação, normalmente com estações e cobrança antes do embarque.</p>
<p>Para entender as diferenças, é preciso olhar o que cada projeto efetivamente oferece.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Solução</th>
<th>Onde o ônibus circula</th>
<th>Como são as paradas e o embarque</th>
<th>Principal diferença</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Faixa comum à direita</td>
<td>Faixa sinalizada junto à calçada, reservada nos horários regulamentados</td>
<td>Pontos na calçada; pagamento geralmente dentro do veículo</td>
<td>Prioriza a circulação, mas permanece sujeita a interferências de conversões e acessos a imóveis</td>
</tr>
<tr>
<td>BRS</td>
<td>Faixa ou conjunto de faixas prioritárias, geralmente aproveitando a via existente</td>
<td>Pode reorganizar pontos, distribuir linhas entre paradas e melhorar abrigos e informação</td>
<td>Combina prioridade viária com medidas de organização e fiscalização; os recursos variam conforme a cidade</td>
</tr>
<tr>
<td>Corredor comum à esquerda ou central</td>
<td>Espaço reservado junto ao canteiro ou no centro da avenida</td>
<td>Paradas em plataformas ou ilhas; cobrança pode continuar dentro do ônibus</td>
<td>Reduz conflitos com acessos à direita, mas sua posição na avenida não o transforma automaticamente em BRT</td>
</tr>
<tr>
<td>BRT</td>
<td>Corredor dedicado, com maior proteção contra interferências do trânsito geral</td>
<td>Estações, embarque em nível e cobrança antecipada são elementos centrais do conceito</td>
<td>Integra infraestrutura e operação para transportar mais passageiros com regularidade</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A tabela apresenta características gerais. Um corredor pode incorporar melhorias ao longo do tempo, e o nome adotado pela administração não substitui a avaliação de seu funcionamento.</p>
<h2>Na T-63, prioridade será à direita e operação terá controle dos semáforos</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-541025" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ca595055-f04e-4a34-b825-3a4cc749768b.jpg?resize=828%2C473&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="473" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ca595055-f04e-4a34-b825-3a4cc749768b.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ca595055-f04e-4a34-b825-3a4cc749768b.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ca595055-f04e-4a34-b825-3a4cc749768b.jpg?resize=150%2C86&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ca595055-f04e-4a34-b825-3a4cc749768b.jpg?resize=768%2C439&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ca595055-f04e-4a34-b825-3a4cc749768b.jpg?resize=400%2C229&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>No desenho divulgado para Goiânia, a faixa da direita será destinada a ônibus, motocicletas, ambulâncias e viaturas policiais, com fiscalização para impedir a utilização irregular por outros veículos.</p>
<p>Esse compartilhamento é uma característica importante do projeto. A prioridade ao transporte coletivo dependerá tanto do cumprimento das regras quanto da organização dos movimentos nos cruzamentos e das entradas e saídas da faixa.</p>
<p>Os novos ônibus terão identificação prateada. A expansão do padrão também está prevista para avenidas como Castelo Branco e 85.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Primeira implantação anunciada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Primeiro corredor</td>
<td>Avenida T-63</td>
</tr>
<tr>
<td>Previsão de início da operação</td>
<td>Janeiro de 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus entregues em 23 de outubro</td>
<td>Nove</td>
</tr>
<tr>
<td>Frota inicial prevista</td>
<td>15 veículos</td>
</tr>
<tr>
<td>Entrega dos seis restantes</td>
<td>Prevista até dezembro</td>
</tr>
<tr>
<td>Chassi dos veículos apresentados</td>
<td>Mercedes-Benz O 500 U</td>
</tr>
<tr>
<td>Carroceria</td>
<td>Caio Millennium</td>
</tr>
<tr>
<td>Características</td>
<td>Piso baixo, motor traseiro, ar-condicionado e acessibilidade</td>
</tr>
<tr>
<td>Padrão de emissões divulgado</td>
<td>Euro VI</td>
</tr>
<tr>
<td>Prioridade viária</td>
<td>Faixa à direita, com os compartilhamentos previstos no projeto</td>
</tr>
<tr>
<td>Medidas operacionais</td>
<td>Fiscalização e controle semafórico</td>
</tr>
<tr>
<td>Expansões anunciadas</td>
<td>Avenidas Castelo Branco e 85</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O piso baixo facilita o acesso ao salão e reduz a necessidade de vencer degraus na entrada. Para pessoas com deficiência, idosos, passageiros com carrinhos de bebê ou dificuldade de locomoção, o resultado depende também da qualidade das calçadas, da aproximação do veículo ao ponto e da ligação entre a área de espera e a porta do ônibus.</p>
<p>Um veículo de piso baixo pode operar em uma faixa convencional, num BRS ou em um BRT com plataformas compatíveis. Da mesma forma, o ar-condicionado é uma característica da frota, e não um requisito que, sozinho, defina qualquer desses sistemas.</p>
<p>O governador Daniel Vilela afirmou que a entrega não implicará reajuste da passagem. A tarifa inteira permanece em R$ 4,30, segundo o Governo de Goiás.</p>
<h2>O que é metronização e de onde pode vir o ganho de tempo</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-541024" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1843f42c-bf2b-4bb6-9bab-d62f58c5825c.jpg?resize=828%2C617&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="617" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1843f42c-bf2b-4bb6-9bab-d62f58c5825c.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1843f42c-bf2b-4bb6-9bab-d62f58c5825c.jpg?resize=300%2C224&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1843f42c-bf2b-4bb6-9bab-d62f58c5825c.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1843f42c-bf2b-4bb6-9bab-d62f58c5825c.jpg?resize=768%2C572&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1843f42c-bf2b-4bb6-9bab-d62f58c5825c.jpg?resize=400%2C298&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>Metronização é o nome empregado em Goiânia para um conjunto de medidas que busca dar aos ônibus maior continuidade de circulação e previsibilidade, aproximando alguns aspectos de sua operação dos sistemas sobre trilhos.</p>
<p>Na aplicação semafórica, a tecnologia identifica a aproximação do coletivo e permite ajustar os tempos do cruzamento para favorecer sua passagem. Isso pode reduzir a quantidade e a duração das paradas no sinal vermelho.</p>
<p>Há uma diferença entre simplesmente sincronizar semáforos e dar prioridade ao ônibus. Uma sequência sincronizada pode criar uma “onda verde” para o fluxo de veículos. A prioridade ao transporte coletivo considera a presença ou a aproximação do ônibus para adequar o funcionamento do cruzamento, dentro dos limites de segurança.</p>
<p>O sistema precisa preservar o tempo de travessia dos pedestres e organizar os movimentos das ruas transversais. Metronização não significa que todo ônibus passará por todos os cruzamentos sem parar.</p>
<p>Goiânia já utiliza essa tecnologia no BRT. Em maio de 2025, a Metrobus informou o início da aplicação no trecho entre os terminais Novo Mundo e Praça da Bíblia, no eixo Leste-Oeste. Segundo os resultados divulgados pela empresa naquele momento, a velocidade operacional nos horários de pico passou de aproximadamente 16 km/h para mais de 21 km/h.</p>
<p>O caso ajuda a explicar por que a infraestrutura e a operação precisam funcionar juntas: mesmo um ônibus em corredor reservado perde desempenho quando fica retido repetidamente nos cruzamentos.</p>
<p>Também é necessário distinguir aumento de velocidade de redução do tempo de viagem. Para a mesma distância, um ganho de 30% na velocidade representa uma diminuição de aproximadamente 23% no tempo de percurso.</p>
<p>Como exemplo matemático, um trajeto realizado em 60 minutos passaria para cerca de 46 minutos se a velocidade média aumentasse exatamente 30%. Esse cálculo ilustra a relação entre as duas medidas; não é uma previsão de duração das viagens na T-63.</p>
<p>Para o passageiro, o resultado completo inclui ainda a caminhada até o ponto, a espera pelo ônibus e eventuais integrações.</p>
<h2>BRS é a mesma coisa que faixa de ônibus?</h2>
<p>A faixa de ônibus é a reserva de uma parte da rua para a circulação do transporte coletivo, conforme horários e regras locais. O BRS utiliza essa prioridade dentro de uma proposta de organização do serviço.</p>
<p>A diferença aparece, por exemplo, quando as linhas são distribuídas entre pontos de parada. Em vez de todos os ônibus pararem no mesmo local, determinados grupos atendem determinadas paradas. Isso reduz a concentração de veículos num único ponto e pode diminuir as filas de coletivos aguardando espaço para embarcar e desembarcar passageiros.</p>
<p>Fiscalização, sinalização compreensível e informação sobre onde cada linha para são necessárias para que a mudança funcione. No projeto goianiense, a prioridade semafórica é outro componente anunciado.</p>
<p>Não há, porém, um pacote idêntico de BRS aplicado em todas as cidades. Um projeto pode ter pontos escalonados; outro pode concentrar sua intervenção no controle dos cruzamentos e na fiscalização. Por isso, a comparação deve considerar os recursos implantados e os resultados medidos.</p>
<p>O corredor central também pode receber essas medidas. Sua vantagem física é afastar os ônibus de parte dos conflitos com estacionamentos, garagens, carga e descarga e conversões à direita. Em contrapartida, exige acesso seguro às plataformas e tratamento adequado das conversões que cruzam o corredor.</p>
<p>Para o BRT, o Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento, ITDP, destaca cinco elementos básicos: espaço dedicado aos ônibus, alinhamento do corredor que reduza interferências, cobrança fora do veículo, tratamento dos cruzamentos e embarque em nível.</p>
<p>Assim, uma pista central com ônibus articulados pode continuar sendo um corredor convencional se não contar com a organização e os equipamentos que caracterizam um BRT.</p>
<h2>Rio de Janeiro adotou BRS em 2011 e organizou linhas por grupos de parada</h2>
<p>O Rio de Janeiro está entre as referências brasileiras na implantação do BRS. O modelo começou a ser aplicado em Copacabana em 2011 e foi ampliado para outros eixos da cidade.</p>
<p>Entre os corredores daquele primeiro ano estão Nossa Senhora de Copacabana, Barata Ribeiro, Ataulfo de Paiva, Visconde de Pirajá e Prudente de Morais, além da Avenida Presidente Antônio Carlos, no Centro.</p>
<p>Uma das características da experiência carioca foi a identificação dos ônibus por grupos de parada, com números associados à sigla BRS. O passageiro precisa observar quais linhas atendem cada ponto, enquanto a operação distribui os embarques ao longo do corredor.</p>
<p>A proposta aproveitou ruas existentes e reorganizou a circulação e as paradas, em vez de depender da construção de uma infraestrutura semelhante à dos grandes corredores BRT.</p>
<p>Outras cidades adotaram medidas de prioridade com diferentes nomes. São Paulo ampliou faixas exclusivas com a Operação Dá Licença para o Ônibus, a partir de 2013. Fortaleza também desenvolveu um programa de faixas, fiscalização e melhorias de pontos, e Curitiba combina sua rede de corredores com intervenções mais simples em outras vias.</p>
<p>Essas experiências mostram que a prioridade ao ônibus pode assumir diferentes formatos dentro de uma mesma rede. O projeto precisa responder ao volume de passageiros, às condições da avenida e aos principais motivos de atraso.</p>
<h2>Quanto custa implantar cada solução por quilômetro?</h2>
<p>Existem referências, mas uma média única para cada sigla pode esconder diferenças grandes de projeto.</p>
<p>Reservar uma faixa num pavimento já adequado, com sinalização e fiscalização, é uma intervenção diferente de reconstruir a avenida, executar drenagem, deslocar redes subterrâneas, desapropriar imóveis e construir estações.</p>
<p>Também é preciso separar o investimento na infraestrutura da compra dos ônibus e dos gastos permanentes de operação.</p>
<p>As referências abaixo são históricas e servem para mostrar a diferença de escala entre intervenções. Não representam preços atualizados para outubro de 2026 nem orçamento para o BRS de Goiânia.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Solução</th>
<th>Referência de investimento por quilômetro</th>
<th>Como interpretar</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Faixa exclusiva com intervenções leves</td>
<td>R$ 100 mil a R$ 500 mil/km, referência da NTU de 2013 reproduzida em planejamento de Belo Horizonte</td>
<td>Valores históricos; o estudo adotou R$ 300 mil/km para sua estimativa</td>
</tr>
<tr>
<td>BRS</td>
<td>Depende do conjunto contratado: faixa, pontos, fiscalização, semáforos, pavimento e sistemas de controle</td>
<td>Não há um valor único que possa ser aplicado indistintamente aos projetos</td>
</tr>
<tr>
<td>Corredor simples de ônibus</td>
<td>Abaixo de US$ 5 milhões/km, em comparação publicada pela ANTP em 2017</td>
<td>Referência histórica de ordem de grandeza, sem equivalência automática com qualquer corredor central</td>
</tr>
<tr>
<td>BRT</td>
<td>US$ 15 milhões a US$ 20 milhões/km, na mesma comparação publicada em 2017</td>
<td>Referência histórica para projetos mais estruturados; o orçamento depende das obras e instalações incluídas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A variação aparece até entre programas de faixas. Em 2014, a Prefeitura de Fortaleza anunciou estimativa de R$ 70 mil a R$ 80 mil por quilômetro para intervenções que incluíam sinalização, fiscalização e novos abrigos.</p>
<p>Já o Manual de BRT do ITDP, em edição anterior, trabalhava com uma faixa internacional de US$ 1 milhão a US$ 8 milhões por quilômetro. A diferença em relação a outras referências reforça a necessidade de conferir época, escopo, condições locais e itens incluídos, em vez de tratar qualquer desses números como tabela de preços.</p>
<p>Num BRS, o aproveitamento da avenida existente pode reduzir a necessidade de obras pesadas. Mas o custo cresce se houver reconstrução do pavimento, drenagem, reforma ampla de calçadas, novos abrigos e equipamentos de controle.</p>
<p>O mesmo vale para o corredor central: uma adaptação dentro da largura disponível tem um orçamento; alargar a avenida e desapropriar imóveis tem outro.</p>
<p>Para Goiânia, a avaliação do novo padrão dependerá de quanto tempo os ônibus efetivamente ganharão, da regularidade dos intervalos e da manutenção da prioridade ao longo da T-63. A entrega dos veículos melhora as condições da frota; a redução dos atrasos dependerá do funcionamento do corredor, dos semáforos, das paradas e da fiscalização.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>CPTM terá mudanças na circulação de trens neste fim de semana</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/cptm-tera-mudancas-na-circulacao-de-trens-neste-fim-de-semana/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 21:00:12 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Obras afetam as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira nos dias 24 e 25 de outubro; Expresso Aeroporto terá interrupção no sábado e intervalos de uma hora no domingo. YURI SENA A CPTM programou alterações na circulação de trens para este sábado (24) e domingo (25), devido a serviços de manutenção, intervenções na via férrea e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0dd4032e-5b28-4a32-967e-a8d77307c61a-e1773358072458.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Obras afetam as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira nos dias 24 e 25 de outubro; Expresso Aeroporto terá interrupção no sábado e intervalos de uma hora no domingo.</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CPTM programou alterações na circulação de trens para este sábado (24) e domingo (25), devido a serviços de manutenção, intervenções na via férrea e melhorias na infraestrutura. As mudanças envolvem as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira, além do Expresso Aeroporto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No domingo (25), segundo turno das eleições, a companhia suspenderá as obras de manutenção e modernização durante o período de votação, das 8h às 17h. Nesse intervalo, os trens circularão com intervalos médios de 10 minutos nas linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira, e de 12 minutos na Linha 13-Jade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A gratuidade no transporte ferroviário também será oferecida no segundo turno, das 6h às 20h.</span></p>
<p><b>Alterações no sábado (24)</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Linha 10-Turquesa</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir das 23h até o encerramento da operação comercial, os trens circularão em via única na plataforma 1 da Estação Guapituba. A mudança será necessária para a carga e descarga de uma estrutura metálica com caminhão.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Linha 11-Coral</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No mesmo período, os passageiros deverão utilizar a plataforma 4 da Estação Brás para embarque e desembarque nos dois sentidos. Os serviços programados incluem substituição de chave, alívio de tensão, soldas, limpeza de faixa e reforma na laje da antiga estação Artur Alvim.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Linha 12-Safira</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Das 21h até o fim da operação comercial, os trens circularão em via única entre as estações USP-Leste e Comendador Ermelino. O embarque e o desembarque serão realizados pela plataforma 1 em ambas as estações, devido à movimentação de materiais na via.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Expresso Aeroporto</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O serviço ficará suspenso das 21h até o encerramento da operação comercial de sábado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como alternativa, os passageiros que partirem da Estação Palmeiras-Barra Funda poderão utilizar as linhas 10-Turquesa ou 11-Coral até Brás, seguir pela Linha 12-Safira até Engenheiro Goulart e, em seguida, embarcar na Linha 13-Jade até a Estação Aeroporto-Guarulhos.</span></p>
<p><b>Alterações no domingo (25)</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Linha 11-Coral</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do início da operação até as 6h, os trens circularão em via única pela plataforma 4 da Estação Brás, para a realização de serviços de manutenção na via.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Expresso Aeroporto</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O serviço funcionará durante todo o domingo com intervalos de uma hora entre os trens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o período de votação, das 8h às 17h de domingo, a CPTM manterá o monitoramento da circulação em tempo real e trens reservas em pontos estratégicos para atender a eventuais necessidades operacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A companhia informa que os passageiros serão orientados por avisos sonoros, painéis eletrônicos, sinalização nas estações e canais oficiais.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Justiça proíbe bloqueios nas garagens da antiga Transwolff e manda três líderes manterem distância de 500 metros após ameaça de nova greve</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/justica-proibe-bloqueios-nas-garagens-da-antiga-transwolff-e-manda-tres-lideres-manterem-distancia-de-500-metros-apos-ameaca-de-nova-greve/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 20:44:21 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Greve]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão desta sexta-feira (23) estabelece multa diária de R$ 10 mil para cada um dos três envolvidos em caso de descumprimento e autoriza apoio policial; grupo anunciou paralisação para segunda-feira, 26 de outubro ADAMO BAZANI Colaboraram Vinícius de Oliveira e Yuri Sena A Justiça do Trabalho determinou nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="446" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Luan-Alves_Onibus-Brasil.jpg?fit=640%2C446&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Luan-Alves_Onibus-Brasil.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Luan-Alves_Onibus-Brasil.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Luan-Alves_Onibus-Brasil.jpg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Luan-Alves_Onibus-Brasil.jpg?resize=400%2C279&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Decisão desta sexta-feira (23) estabelece multa diária de R$ 10 mil para cada um dos três envolvidos em caso de descumprimento e autoriza apoio policial; grupo anunciou paralisação para segunda-feira, 26 de outubro</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Vinícius de Oliveira e Yuri Sena</em></strong></p>
<p>A Justiça do Trabalho determinou nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, que três integrantes do movimento que anunciou uma nova paralisação nas linhas da antiga Transwolff não impeçam a circulação dos ônibus nem o acesso às garagens administradas pela SPTrans, na zona Sul de São Paulo. A decisão também obriga os três a manter distância mínima de 500 metros dos portões e do perímetro das instalações, sob pena de multa individual de R$ 10 mil por dia de descumprimento.</p>
<p>A liminar foi concedida pelo juiz substituto da 20ª Vara do Trabalho de São Paulo – Zona Sul, Fernando Maidana Miguel, a pedido da SPTrans, diante da ameaça de interrupção dos serviços a partir da meia-noite de segunda-feira, 26 de outubro. A ordem protege a saída da frota e a entrada de trabalhadores, passageiros e gestores, proíbe bloqueios, ameaças e piquetes coercitivos e permite o auxílio da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana para assegurar seu cumprimento.</p>
<p>A decisão atinge nominalmente Valdemar de Jesus Araújo Junior, Leonardo Pires Cerqueira e Manoel Cezario Figueiredo Murta. Os três estão entre os representantes do movimento que protocolou o aviso de paralisação e tiveram suas dispensas por justa causa contestadas pelo grupo após a greve de segunda-feira, dia 19.</p>
<p>As garagens expressamente citadas são Olívia Guedes, Rúben Dario e Baronesa. A determinação também abrange outras unidades vinculadas ao sistema municipal de transportes sob gestão da SPTrans.</p>
<p>O juiz mandou que a medida seja cumprida com urgência por oficial de Justiça e determinou a citação dos três para que apresentem suas defesas.</p>
<p>O objetivo da ordem é impedir que a mobilização anunciada resulte no fechamento das garagens ou em obstáculos à circulação dos coletivos. Quem quiser trabalhar deve conseguir entrar nas instalações e sair com os ônibus sem sofrer ameaças ou impedimentos.</p>
<p>A restrição de aproximação e a multa foram dirigidas aos três réus identificados na ação. A decisão estabelece as seguintes obrigações:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Determinação</th>
<th>O que significa</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Livre circulação da frota</td>
<td>Os três réus não podem praticar atos que impeçam ou dificultem a movimentação dos ônibus</td>
</tr>
<tr>
<td>Acesso às garagens</td>
<td>Trabalhadores, passageiros e gestores devem conseguir acessar as instalações</td>
</tr>
<tr>
<td>Distância mínima de 500 metros</td>
<td>Os três devem permanecer afastados dos portões de acesso e do perímetro das garagens abrangidas</td>
</tr>
<tr>
<td>Proibição de coerção</td>
<td>Não podem realizar piquetes coercitivos, bloqueios ou ameaçar motoristas e fiscais que desejem trabalhar</td>
</tr>
<tr>
<td>Multa diária individual</td>
<td>Cada réu que descumprir a ordem fica sujeito a R$ 10 mil por dia</td>
</tr>
<tr>
<td>Apoio policial</td>
<td>Polícia Militar e Guarda Civil Metropolitana podem auxiliar o oficial de Justiça, se necessário</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A multa não é uma cobrança já aplicada pela participação na greve anterior. Foi estabelecida para o caso de descumprimento da ordem agora concedida. O magistrado também ressalvou a possibilidade de sanções penais por desobediência.</p>
<p>A ação utilizada pela SPTrans é chamada de interdito proibitório. Em linguagem simples, trata-se de um pedido de proteção preventiva: a companhia foi à Justiça para evitar que instalações e veículos sob sua administração sejam ocupados ou tenham sua utilização impedida.</p>
<p>O juiz reconheceu que a SPTrans exerce a posse administrativa e a gestão operacional das garagens após a caducidade dos contratos da Transwolff, decretada pela Prefeitura em dezembro de 2025. Por isso, entendeu que a gerenciadora pode pedir judicialmente a proteção desses espaços.</p>
<p>A liminar tem caráter provisório. Seu alcance imediato é impedir os atos descritos na decisão e preservar o funcionamento das instalações. As reivindicações sobre pagamentos, dispensas e utilização dos imóveis continuam sendo questões distintas da obrigação de cumprir a ordem.</p>
<p>Ao analisar o pedido, Fernando Maidana Miguel considerou que havia elementos suficientes para demonstrar uma ameaça concreta de paralisação total a partir de 26 de outubro. A decisão menciona o ofício encaminhado pelo movimento, áudios e registros de ocorrência apresentados no processo.</p>
<p>Segundo o magistrado, os responsáveis pela mobilização não possuem representatividade sindical. Na fundamentação, ele classificou o movimento como “greve selvagem”, expressão empregada na decisão para caracterizar uma paralisação conduzida fora da representação sindical.</p>
<p>O juiz entendeu que a forma de mobilização descrita nos autos afronta as exigências da Lei de Greve relativas à organização do movimento e à manutenção de serviços indispensáveis em atividades essenciais.</p>
<p>Para o magistrado, ocupar garagens e impedir a saída dos veículos ultrapassa o exercício do direito de greve e configura interferência indevida na utilização das instalações.</p>
<p>Outro fundamento foi o risco de prejuízo à população. A SPTrans apontou na ação a possibilidade de comprometimento da mobilidade de aproximadamente 267 mil passageiros. A decisão considera que a interrupção do transporte pode prejudicar o acesso ao trabalho, à saúde e à educação.</p>
<p>Assim, o juiz reconheceu tanto a necessidade de proteção das garagens quanto a urgência de uma providência antes da data anunciada para a paralisação.</p>
<h2>Aviso de greve foi protocolado na quarta-feira</h2>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o grupo denominado União dos Motoristas – 2026 protocolou em 21 de outubro um comunicado anunciando a paralisação dos lotes D10, dos ônibus azul-claros, e D11, dos coletivos na cor vinho, a partir da meia-noite do dia 26.</p>
<p>Os representantes reivindicam pagamentos de direitos trabalhistas, readmissão dos três dispensados e revisão de medidas municipais relacionadas às garagens. O Sindmotoristas informou que não participa do grupo.</p>
<p>No ofício, os signatários afirmaram que pretendiam observar as exigências legais para serviços essenciais e preservar pessoas, veículos e instalações. A SPTrans, por sua vez, levou à Justiça a alegação de que havia ameaça de paralisação total e bloqueio das garagens, acolhida pelo juiz nesta análise inicial.</p>
<p>A comunicação foi apresentada mais de 72 horas antes da data anunciada. A antecedência, porém, não resolve por si só a discussão sobre a regularidade do movimento: a decisão desta sexta-feira também trata da representação dos envolvidos, da continuidade do serviço e do acesso às instalações.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/video-grupo-protocola-aviso-de-nova-greve-nas-linhas-que-eram-da-transwolff-para-o-dia-26-de-outubro-de-2026/?utm_source=chatgpt.com">VÍDEO: Grupo protocola aviso de nova greve nas linhas que eram da Transwolff para o dia 26 de outubro de 2026</a></p>
<p>Na manifestação divulgada após o aviso, a Prefeitura e a SPTrans repudiaram a ameaça e afirmaram que os pagamentos trabalhistas e operacionais estavam em dia. O grupo contesta a situação de direitos e obrigações ligados à antiga operação.</p>
<p>A ordem desta sexta-feira não determina a readmissão dos três trabalhadores nem decide se as dispensas por justa causa foram corretas. Também não soluciona as reivindicações financeiras apresentadas pelo movimento.</p>
<p>A nova ameaça surgiu poucos dias depois da interrupção de 19 de outubro, que atingiu o lote D10 e prejudicou cerca de 267 mil passageiros, segundo a Prefeitura.</p>
<p>Os trabalhadores alegaram pendências de FGTS e outros direitos. A administração municipal afirmou que salários e benefícios estavam em dia e que os depósitos de FGTS e INSS eram realizados integralmente em juízo, à espera de deliberação judicial.</p>
<p>Para atender os passageiros, a SPTrans acionou o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência, o Paese. Ônibus de outras operadoras foram deslocados para auxiliar o atendimento de 37 linhas.</p>
<p>A retomada começou por volta das 13h50, depois de uma reunião com representantes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte e da SPTrans. O atendimento emergencial foi mantido durante a normalização.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/19/greve-de-funcionarios-da-transwolff-chega-ao-fim-e-transporte-publico-da-zona-sul-de-sao-paulo-sp-e-gradualmente-retomado-na-tarde-desta-segunda-feira-19/?utm_source=chatgpt.com">Greve chega ao fim e transporte público da zona Sul é gradualmente retomado na tarde de segunda-feira (19)</a></p>
<h2>SPTrans mantém operação após rompimento com a Transwolff e desistência da Sancetur</h2>
<p>As linhas continuam conhecidas pelo nome da Transwolff, mas os contratos da empresa foram encerrados pela Prefeitura em dezembro de 2025. A SPTrans permanece responsável pela administração operacional dos serviços.</p>
<p>A intervenção começou após a Operação Fim da Linha, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo em 9 de abril de 2024 para investigar suspeitas de ligação de dirigentes de empresas de ônibus com o PCC. A investigação criminal e a gestão das linhas têm desdobramentos próprios; a apuração de suspeitas não equivale a uma condenação.</p>
<p>A Prefeitura tentou transferir a operação para a Sancetur, da família Chedid. Em 28 de janeiro de 2026, entretanto, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> revelou em primeira mão que a empresa havia comunicado não ter condições de executar integralmente o contrato emergencial.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/01/28/em-primeira-mao-no-diario-do-transporte-sancetur-nao-vai-mais-assumir-linhas-da-transwolff/?utm_source=chatgpt.com">EM PRIMEIRA MÃO: Sancetur desiste de assumir linhas da Transwolff</a></p>
<p>Uma das dificuldades dessa transição está na estrutura formada ao longo dos anos a partir da Cooperpam. Além dos empregados contratados, há proprietários de ônibus e antigos cooperados que prestavam serviços à concessionária, com interesses e posições diferentes sobre o futuro da operação.</p>
<p>Em janeiro, parte desses proprietários já defendia a contratação direta pela Prefeitura. A mobilização daquele grupo não representava a totalidade dos frotistas, assim como o aviso de greve desta semana não comprova adesão de todos os trabalhadores e cooperados.</p>
<p>Em junho, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> revelou o envio ao Tribunal de Contas do Município de uma proposta de edital para conceder novamente os lotes D10 e D11.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/16/exclusivo-nunes-manda-ao-tcm-proposta-de-edital-de-licitacao-das-linhas-da-transwolff-serao-dois-lotes-operacionais-com-documentos/?utm_source=chatgpt.com">Prefeitura encaminha ao TCM proposta de edital de licitação das linhas da Transwolff</a></p>
<p>Enquanto a reorganização dos serviços prossegue, a decisão desta sexta-feira busca assegurar que as garagens permaneçam acessíveis e que os ônibus possam circular na segunda-feira, independentemente do impasse entre os representantes do movimento e a administração municipal.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-541016" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, 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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/justica-proibe-bloqueios-nas-garagens-da-antiga-transwolff-e-manda-tres-lideres-manterem-distancia-de-500-metros-apos-ameaca-de-nova-greve/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=541019</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Primeiro ônibus elétrico BYD/Caio “micrão” piso baixo fica pronto no padrão SPTrans e passará por demonstração junto a operadores e à prefeitura</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/primeiro-onibus-eletrico-byd-caio-micrao-piso-baixo-fica-pronto-no-padrao-sptrans-e-passara-por-demonstracao-junto-a-operadores-e-a-prefeitura/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/primeiro-onibus-eletrico-byd-caio-micrao-piso-baixo-fica-pronto-no-padrao-sptrans-e-passara-por-demonstracao-junto-a-operadores-e-a-prefeitura/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 20:17:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Com baterias do tipo Blade, que são mais leves e têm melhor rendimento, chassi foi mostrado em primeira mão pelo Diário do Transporte ainda em outubro de 2025; modelo pretende ampliar opções no mercado nesta faixa de segmento ADAMO BAZANI Já está pronto o primeiro “micrão” elétrico, ônibus do tipo midi, no padrão SPTrans (São [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="828" height="456" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7c651003-84e8-45b4-b4d0-22423b5e37d4.jpg?fit=828%2C456&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7c651003-84e8-45b4-b4d0-22423b5e37d4.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7c651003-84e8-45b4-b4d0-22423b5e37d4.jpg?resize=300%2C165&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7c651003-84e8-45b4-b4d0-22423b5e37d4.jpg?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7c651003-84e8-45b4-b4d0-22423b5e37d4.jpg?resize=768%2C423&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7c651003-84e8-45b4-b4d0-22423b5e37d4.jpg?resize=400%2C220&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> <p><em>Com baterias do tipo Blade, que são mais leves e têm melhor rendimento, chassi foi mostrado em primeira mão pelo <strong>Diário do Transporte</strong> ainda em outubro de 2025; modelo pretende ampliar opções no mercado nesta faixa de segmento</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Já está pronto o primeiro “micrão” elétrico, ônibus do tipo midi, no padrão SPTrans (São Paulo Transporte), de acordo com as exigências da capital paulista, com carroceria Caio e chassi, motor, baterias e tecnologia BYD.</p>
<p>A conclusão do veículo encarroçado foi divulgada nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, pelo representante da encarroçadora, Gildo Vendramini, que confirmou ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> que o veículo será utilizado para demonstração junto a operadores e à gerenciadora da prefeitura.</p>
<p>A carroceria é do modelo e-Millennium, tradicional no processo de eletrificação da frota da cidade, e o chassi é o BC10LE BYD.</p>
<p>A unidade está configurada com carroceria de 11 metros, na categoria básico.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> esteve em outubro de 2025 na fábrica da BYD em Campinas e revelou o chassi em primeira mão.</p>
<p>Na ocasião, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, conversou com o diretor de vendas de veículos comerciais da BYD no Brasil, Bruno Paiva, que explicou para a reportagem que o modelo atende aos padrões operacionais da SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema da capital paulista, o que significa que tem aplicação para diversas cidades brasileiras, já que boa parte delas se baseia nas exigências de São Paulo.</p>
<p>Além das dimensões, voltadas para o segmento de ônibus menores para áreas de difícil acesso e linhas alimentadoras, o modelo BC10LE traz mais novidades com relação à tecnologia embarcada.</p>
<p>Uma das principais delas é o controlador integrado 6&#215;1, que reúne seis elementos da parte elétrica que são fundamentais para que os ônibus deste tipo funcionem: 2 unidades de controle de motor elétrico; 1 unidade de controle de direção; 1 unidade de compressor de ar; 1 conversor DC-DC; e 1 unidade distribuidora de potência.</p>
<p>Somente esta tecnologia permite que haja um ganho de espaço suficiente para a implementação de mais bancos na parte traseira, o que faz toda a diferença para o passageiro, operador de transporte e gestor público. Todos os seis equipamentos ficavam atrás, quase até o teto. Agora, ocupam um espaço bem reduzido, permitindo até a inserção do vidro traseiro. Essa substituição faz com que haja também uma redução de peso de 120 kg, aproximadamente, dependendo da configuração.</p>
<p>Além dessa novidade, todos os midis de 10 metros já contam com baterias Blade, que possuem tamanho reduzido e maiores autonomias, entre 275 e 300 km. Conforme a operação, o tempo de recarga total é menor, caindo pela metade e sendo possível em cerca de uma hora e meia. Assim, a segurança foi ampliada, funcionando mesmo quando submetidas a impactos.</p>
<p>Juntamente com o controlador 6&#215;1, a Blade permite uma redução de peso de 1,5 tonelada por ônibus, o que, num midi de PBT (Peso Bruto Total) de 10 metros, significa nada mais, nada menos que um veículo 15% mais leve. Isso se traduz em maior espaço interno, menor consumo de energia e menos gastos com desgaste de pneus e outros componentes.</p>
<p>Ônibus midis normalmente são utilizados em vias estreitas, com valetas, lombadas e buracos, como boa parte dos itinerários do lote Distribuidor Local de São Paulo, as chamadas linhas de bairro, operadas por empresas que surgiram de cooperativas.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/10/24/exclusivo-lancamento-byd-apresenta-o-unico-onibus-midi-10-metros-de-piso-baixo-montado-no-brasil/?utm_source=chatgpt.com">https://diariodotransporte.com.br/2025/10/24/exclusivo-lancamento-byd-apresenta-o-unico-onibus-midi-10-metros-de-piso-baixo-montado-no-brasil/</a></p>
<h2>Chassi BYD BC10LE e carroceria Caio e-Millennium</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-541000" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cb5ca66-b486-4593-83de-f4d9c24e75c1.jpg?resize=828%2C463&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="463" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cb5ca66-b486-4593-83de-f4d9c24e75c1.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cb5ca66-b486-4593-83de-f4d9c24e75c1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cb5ca66-b486-4593-83de-f4d9c24e75c1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cb5ca66-b486-4593-83de-f4d9c24e75c1.jpg?resize=768%2C429&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/7cb5ca66-b486-4593-83de-f4d9c24e75c1.jpg?resize=400%2C224&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>O BC10LE tem dois motores elétricos e suspensão pneumática com controle eletrônico e ajoelhamento. A plataforma é oferecida para ônibus de até 11 metros, comprimento da unidade que será demonstrada aos operadores.</p>
<p>A tabela reúne as especificações publicadas pela BYD para o chassi. As dimensões da estrutura do chassi são diferentes das medidas externas do ônibus depois de encarroçado.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-540997" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/84e05c3f-8677-4090-9319-c94ed4d5089f.jpg?resize=828%2C463&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="463" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/84e05c3f-8677-4090-9319-c94ed4d5089f.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/84e05c3f-8677-4090-9319-c94ed4d5089f.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/84e05c3f-8677-4090-9319-c94ed4d5089f.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/84e05c3f-8677-4090-9319-c94ed4d5089f.jpg?resize=768%2C429&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/84e05c3f-8677-4090-9319-c94ed4d5089f.jpg?resize=400%2C224&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Especificação do chassi</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Fabricante e modelo</td>
<td>BYD BC10LE 19.410</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração</td>
<td>4&#215;2, piso baixo</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicação</td>
<td>Urbano, para veículos de até 11 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento da estrutura do chassi</td>
<td>10.280 mm</td>
</tr>
<tr>
<td>Entre-eixos</td>
<td>5.420 mm</td>
</tr>
<tr>
<td>Motores</td>
<td>Dois BYD TZ290XSE, síncronos de ímãs permanentes</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência máxima conjunta</td>
<td>300 kW, aproximadamente 408 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência nominal conjunta</td>
<td>220 kW, aproximadamente 299 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Torque máximo</td>
<td>600 Nm por motor</td>
</tr>
<tr>
<td>Baterias</td>
<td>BYD Blade, de fosfato de ferro-lítio — LFP</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade das baterias</td>
<td>300 kWh</td>
</tr>
<tr>
<td>Conector de recarga</td>
<td>CCS Combo 2</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência de recarga</td>
<td>160 kW ou 120 kW, conforme equipamento e corrente</td>
</tr>
<tr>
<td>Tempo de recarga indicado na página atual do produto</td>
<td>Até 2 horas a 160 kW ou até 2h30 a 120 kW</td>
</tr>
<tr>
<td>Suspensão</td>
<td>Pneumática integral, com controle eletrônico ECAS e ajoelhamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Direção</td>
<td>Eletro-hidráulica</td>
</tr>
<tr>
<td>Freios</td>
<td>A disco, com ABS, EBS e regeneração de energia</td>
</tr>
<tr>
<td>Peso Bruto Total</td>
<td>19.500 kg</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade do eixo dianteiro</td>
<td>7.500 kg</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade do eixo traseiro</td>
<td>12.000 kg</td>
</tr>
<tr>
<td>Pneus</td>
<td>295/80 R22,5</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Os tempos de recarga dependem da temperatura, da curva de carregamento e da rede de energia, segundo a BYD.</p>
<p>No encarroçamento, a Caio utiliza a família e-Millennium, desenvolvida especificamente para plataformas elétricas. A tabela abaixo distingue a configuração de 11 metros das medidas gerais de catálogo da carroceria.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-540998" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/e87cf518-2e18-46d5-8e0a-3fef362df22f.jpg?resize=828%2C462&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="462" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/e87cf518-2e18-46d5-8e0a-3fef362df22f.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/e87cf518-2e18-46d5-8e0a-3fef362df22f.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/e87cf518-2e18-46d5-8e0a-3fef362df22f.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/e87cf518-2e18-46d5-8e0a-3fef362df22f.jpg?resize=768%2C429&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/e87cf518-2e18-46d5-8e0a-3fef362df22f.jpg?resize=400%2C223&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Carroceria Caio e-Millennium</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Fabricante</td>
<td>Caio</td>
</tr>
<tr>
<td>Modelo</td>
<td>e-Millennium</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicação</td>
<td>Transporte urbano elétrico</td>
</tr>
<tr>
<td>Chassi da unidade apresentada</td>
<td>BYD BC10LE</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento da unidade apresentada</td>
<td>11 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Categoria da unidade apresentada</td>
<td>Básico</td>
</tr>
<tr>
<td>Piso do conjunto apresentado</td>
<td>Baixo</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura externa de catálogo</td>
<td>2.550 mm</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura externa da família</td>
<td>Até 3.650 mm, conforme plataforma e configuração</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura interna da família</td>
<td>De 2.130 mm a 2.630 mm, conforme configuração</td>
</tr>
<tr>
<td>Iluminação externa de catálogo</td>
<td>Conjuntos ópticos em LED</td>
</tr>
<tr>
<td>Para-brisa de catálogo</td>
<td>Bipartido, fixado com borracha</td>
</tr>
<tr>
<td>Portas de catálogo</td>
<td>Tipo fole</td>
</tr>
<tr>
<td>Revestimento do piso de catálogo</td>
<td>Taraflex</td>
</tr>
<tr>
<td>Acomodação dos componentes elétricos</td>
<td>Compartimentos próprios para baterias e central elétrica</td>
</tr>
<tr>
<td>Vidro traseiro</td>
<td>Configuração aberta ou fechada, conforme chassi</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As alturas de catálogo abrangem diferentes versões da família e-Millennium e não representam uma medição específica deste demonstrador.</p>
<h2>Outras opções para linhas de bairro</h2>
<p>O segmento de ônibus elétricos menores reúne projetos com características diferentes. Há veículos de piso alto, como os conjuntos Eletra/Mercedes-Benz/Caio e Blu Electric/Volkswagen/Caio, e modelos integrais importados, como os da Higer e da Ankai.</p>
<p>Comprimento, capacidade de passageiros, posição das baterias e condições de acesso precisam ser considerados conforme a linha. Um veículo de aproximadamente nove metros, por exemplo, atende a uma faixa de porte diferente da unidade BYD/Caio de 11 metros, embora ambos possam ser avaliados para serviços de distribuição local.</p>
<h3>Eletra/Mercedes-Benz/Caio</h3>
<p>A Eletra oferece o e-BUS Midi de aproximadamente 10 metros, com base Mercedes-Benz OF 1721L, carroceria Caio e-Millennium e equipamentos elétricos WEG. O modelo tem piso alto e suspensão pneumática.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou o veículo em julho de 2023. Na ocasião, a Eletra explicou que a escolha do piso alto considerava as condições mais severas das vias atendidas por linhas alimentadoras.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Eletra e-BUS Midi 10 m</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Base do chassi</td>
<td>Mercedes-Benz OF 1721L</td>
</tr>
<tr>
<td>Carroceria</td>
<td>Caio e-Millennium</td>
</tr>
<tr>
<td>Tração e integração</td>
<td>Eletra</td>
</tr>
<tr>
<td>Motor e baterias</td>
<td>WEG</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>Aproximadamente 9,96 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura</td>
<td>2,55 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura</td>
<td>3,58 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Piso</td>
<td>Alto</td>
</tr>
<tr>
<td>PBT</td>
<td>17.000 kg</td>
</tr>
<tr>
<td>Lotação da configuração pesquisada pelo ICCT</td>
<td>57 passageiros</td>
</tr>
<tr>
<td>Baterias</td>
<td>LFP, 330 kWh</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia declarada no levantamento</td>
<td>200 a 250 km</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência de recarga registrada</td>
<td>130 kW</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Higer Azure A9 BR e o A10 BR anunciado</h3>
<p>A Higer tem o Azure A9 BR, um veículo integral de piso baixo com 8,82 metros, comercialmente identificado pela fabricante como mini. É uma opção menor para serviços locais. Em junho de 2025, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou sua chegada para demonstração na Transunião, em São Paulo.</p>
<p>Na ficha atualmente apresentada pela Higer Brasil, o A9 aparece com duas alternativas de motorização, Dana ou Prestolite, e baterias CATL de 266,61 kWh.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Higer Azure A9 BR</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Construção</td>
<td>Integral, com chassi e carroceria formando um conjunto</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>8,82 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura</td>
<td>2,44 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura</td>
<td>3,26 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Piso</td>
<td>Baixo</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade anunciada</td>
<td>43 passageiros, mais motorista</td>
</tr>
<tr>
<td>Motor</td>
<td>Dana MD100F ou Prestolite</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência máxima</td>
<td>Dana: 200 kW, aproximadamente 272 cv; Prestolite: 260 kW, aproximadamente 354 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Torque máximo</td>
<td>Dana: 2.450 Nm; Prestolite: 2.800 Nm</td>
</tr>
<tr>
<td>Baterias</td>
<td>CATL LFP</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade das baterias</td>
<td>266,61 kWh</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia anunciada</td>
<td>270 km</td>
</tr>
<tr>
<td>Tempo de recarga anunciado</td>
<td>Até 1h30</td>
</tr>
<tr>
<td>Conector</td>
<td>CCS2</td>
</tr>
<tr>
<td>Suspensão</td>
<td>Pneumática, com ajoelhamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Acessibilidade</td>
<td>Piso baixo e rampa manual</td>
</tr>
<tr>
<td>Freios</td>
<td>Sistema Wabco, com ABS e EBS</td>
</tr>
<tr>
<td>Velocidade máxima</td>
<td>70 km/h</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A fabricante também relaciona o Azure A10 BR Midi em seu portfólio, identificado como “em breve”. Assim, a ficha do A9 não deve ser usada como se fosse a do A10: são modelos diferentes.</p>
<h3>Ankai OE-10</h3>
<p>A Ankai oferece o OE-10, de 10,5 metros, com construção integral e motor Dana. A marca chegou ao mercado brasileiro por meio do Grupo SHC, que também atua com a JAC Motors.</p>
<p>O levantamento técnico do Conselho Internacional de Transporte Limpo, ICCT, registra versões de piso alto e baixo para o modelo.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Ankai OE-10</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Construção</td>
<td>Integral</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>10,50 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura</td>
<td>2,55 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura</td>
<td>3,35 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Piso</td>
<td>Alto ou baixo, conforme versão</td>
</tr>
<tr>
<td>PBT</td>
<td>18.000 kg</td>
</tr>
<tr>
<td>Motor</td>
<td>Dana MD130B-E</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência nominal</td>
<td>145 kW, aproximadamente 197 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência máxima</td>
<td>245 kW, aproximadamente 333 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Torque máximo</td>
<td>3.329 Nm</td>
</tr>
<tr>
<td>Baterias</td>
<td>CATL LFP</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade registrada no levantamento</td>
<td>338,4 kWh</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia declarada</td>
<td>250 a 350 km</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência de recarga registrada</td>
<td>180 kW</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Blu Electric/Volkswagen/Caio de piso alto</h3>
<p>Outra alternativa é o micrão de piso alto com plataforma Volkswagen, eletrificação Blu Electric e carroceria Caio eApache Vip. O conjunto utiliza uma base originalmente concebida para motorização a diesel, que recebe o sistema de tração elétrica.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou essa solução no Arena ANTP de 2025, ao lado das opções da Eletra e da BYD. Na configuração de 9,8 metros apresentada pela Blu Electric, a capacidade anunciada é de 57 passageiros.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Blu Electric/Volkswagen/Caio</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Plataforma</td>
<td>Volkswagen</td>
</tr>
<tr>
<td>Sistema de tração elétrica</td>
<td>Blu Electric</td>
</tr>
<tr>
<td>Carroceria</td>
<td>Caio eApache Vip</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>9,8 m</td>
</tr>
<tr>
<td>Piso</td>
<td>Alto</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade anunciada</td>
<td>57 passageiros</td>
</tr>
<tr>
<td>Distribuição de lotação divulgada</td>
<td>27 sentados e 30 em pé, com espaço para cadeira de rodas</td>
</tr>
<tr>
<td>Motor, inversor e baterias</td>
<td>Desenvolvimento Blu Electric</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia anunciada</td>
<td>280 km</td>
</tr>
<tr>
<td>Velocidade máxima</td>
<td>70 km/h</td>
</tr>
<tr>
<td>Rampa máxima anunciada</td>
<td>20%</td>
</tr>
<tr>
<td>Portas</td>
<td>Três, com elevador na porta central</td>
</tr>
<tr>
<td>Acessibilidade</td>
<td>Plataforma elevatória</td>
</tr>
<tr>
<td>Ar-condicionado</td>
<td>Elétrico</td>
</tr>
<tr>
<td>Recarga</td>
<td>Na garagem</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As autonomias são declaradas pelos fabricantes e variam com lotação, relevo, trânsito, uso do ar-condicionado e condições de condução. As configurações de carroceria e lotação também podem mudar conforme as exigências de cada sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/primeiro-onibus-eletrico-byd-caio-micrao-piso-baixo-fica-pronto-no-padrao-sptrans-e-passara-por-demonstracao-junto-a-operadores-e-a-prefeitura/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=541007</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Mobi-Rio homologa compra de peças para ônibus Caio, prorroga fornecimento de módulos Mercedes-Benz e abre novas licitações para manutenção do BRT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/mobi-rio-homologa-compra-de-pecas-para-onibus-caio-prorroga-fornecimento-de-modulos-mercedes-benz-e-abre-novas-licitacoes-para-manutencao-do-brt/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/mobi-rio-homologa-compra-de-pecas-para-onibus-caio-prorroga-fornecimento-de-modulos-mercedes-benz-e-abre-novas-licitacoes-para-manutencao-do-brt/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 19:00:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Companhia municipal também prepara aquisição de equipamentos eletrônicos de diagnóstico, ferramentas e materiais de proteção para trabalhadores; fornecedores incluem Guanabara Diesel, Rio Diesel, MT Soluções Corporativas e Auto Peças Center Ônibus ADAMO BAZANI A Mobi-Rio (Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro) publicou  um conjunto de decisões sobre licitações e contratos destinados à [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="820" height="575" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtuyt.jpg?fit=820%2C575&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtuyt.jpg?w=820&amp;ssl=1 820w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtuyt.jpg?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtuyt.jpg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtuyt.jpg?resize=768%2C539&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/brtuyt.jpg?resize=400%2C280&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px" /> <p><em>Companhia municipal também prepara aquisição de equipamentos eletrônicos de diagnóstico, ferramentas e materiais de proteção para trabalhadores; fornecedores incluem Guanabara Diesel, Rio Diesel, MT Soluções Corporativas e Auto Peças Center Ônibus</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Mobi-Rio (Companhia Municipal de Transportes Coletivos do Rio de Janeiro) publicou  um conjunto de decisões sobre licitações e contratos destinados à manutenção dos ônibus e da infraestrutura do BRT da capital fluminense. Entre as principais medidas estão a homologação de uma compra de peças para carrocerias Caio Apache Vip e Millennium fabricadas entre 2022 e 2024, a prorrogação por mais um ano de registros de preços para fornecimento de módulos eletrônicos de motores Mercedes-Benz Euro 5 e Euro 6 e a autorização de uma nova licitação de equipamentos de diagnóstico para veículos da marca alemã.</p>
<p>A companhia também marcou para 3 de novembro uma licitação para aquisição de ferramentas destinadas à manutenção das instalações físicas do BRT, atualizou datas de outros dois pregões e publicou um registro de preços para fornecimento de equipamentos de proteção individual aos trabalhadores. As contratações envolvem componentes importantes para a conservação da frota, identificação de falhas mecânicas e eletrônicas e manutenção de instalações utilizadas diariamente pelos passageiros. Os procedimentos estão em diferentes etapas: alguns já foram homologados, outros tiveram a vigência prorrogada e parte das compras ainda depende da realização de disputas entre fornecedores.</p>
<p>As publicações constam da edição nº 150 do Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro.</p>
<p>As medidas são relevantes para o acompanhamento dos custos de manutenção da operação municipal, principalmente diante da necessidade de preservar a disponibilidade de ônibus e as condições das estações, terminais e demais instalações do BRT.</p>
<p>A Mobi-Rio assumiu papel central na administração e na operação dos corredores de transporte coletivo de alta capacidade da cidade, em um processo de reorganização do sistema municipal que incluiu renovação da frota, recuperação de infraestrutura e ampliação da presença do poder público na prestação dos serviços.</p>
<h2>Caio Apache Vip e Millennium: duas empresas fornecerão peças para manutenção das carrocerias</h2>
<p>A diretora-presidente da Mobi-Rio, Claudia Antunes Secin, homologou o pregão eletrônico nº 1669/2026, destinado ao registro de preços para aquisição de peças e acessórios de carroceria produzidas pela Caio Induscar.</p>
<p>Os componentes são destinados aos modelos Apache Vip e Millennium, dos anos 2022, 2023 e 2024, que integram a frota operada pela companhia.</p>
<p>A contratação prevê materiais destinados à manutenção preventiva e corretiva dos ônibus.</p>
<p>Os 12 itens tiveram propostas aceitas, distribuídas entre duas fornecedoras.</p>
<p>A MT Soluções Corporativas Ltda. foi habilitada para os itens 1, 2, 3, 4, 6, 7, 9, 10, 11 e 12.</p>
<p>A Auto Peças Center Ônibus Ltda. foi habilitada para os itens 5 e 8.</p>
<p>Os valores unitários homologados foram os seguintes:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Empresa</th>
<th>Valor unitário</th>
</tr>
<tr>
<td>1</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 12,30</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 474,00</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 555,00</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 36,20</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>Auto Peças Center Ônibus</td>
<td>R$ 1.908,00</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 1.908,00</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 95,30</td>
</tr>
<tr>
<td>8</td>
<td>Auto Peças Center Ônibus</td>
<td>R$ 1.147,00</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 1.593,03</td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 455,00</td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 650,00</td>
</tr>
<tr>
<td>12</td>
<td>MT Soluções Corporativas</td>
<td>R$ 719,73</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A homologação confirma o resultado do procedimento licitatório e a habilitação das fornecedoras.</p>
<p>O extrato da decisão apresenta os preços unitários, mas não individualiza as quantidades de todos os componentes. Por isso, não é possível determinar o valor global do registro de preços apenas com a publicação da homologação.</p>
<p>O modelo Apache Vip é utilizado em aplicações de transporte urbano convencional, enquanto o Millennium possui versões destinadas a operações urbanas de maior capacidade, incluindo veículos empregados em sistemas estruturais de transporte coletivo.</p>
<p>A manutenção das carrocerias envolve componentes diferentes daqueles utilizados nos motores, transmissões e sistemas de rodagem.</p>
<p>Dependendo do modelo e da configuração, são necessárias peças de revestimento, elementos de acabamento, estruturas externas, componentes de portas e outros materiais sujeitos a desgaste durante a operação.</p>
<p>A aquisição tem importância para a recuperação de veículos danificados e para a conservação das condições de funcionamento e apresentação da frota.</p>
<p>Em uma operação intensiva, a disponibilidade de componentes de reposição pode influenciar o tempo necessário para devolver um veículo às ruas após a identificação de problemas.</p>
<h2>Guanabara Diesel continuará fornecendo módulos eletrônicos para motores Euro 5 e Euro 6</h2>
<p>A Mobi-Rio também prorrogou por 12 meses a ata de registro de preços nº 103/2025, mantida com a Guanabara Diesel S.A. Comércio e Representações.</p>
<p>A empresa está registrada sob o CNPJ 33.498.049/0001-75.</p>
<p>A nova vigência começa em 22 de outubro de 2026 e termina em 21 de outubro de 2027.</p>
<p>A prorrogação foi autorizada para permitir o consumo dos itens que ainda possuem saldo, após demonstração da vantajosidade de manter as condições registradas.</p>
<p>Os componentes abrangem módulos eletrônicos utilizados em motores e sistemas de comando dos ônibus Mercedes-Benz das gerações Euro 5 e Euro 6.</p>
<p>A publicação relaciona quatro itens, com quantidades e valores unitários específicos.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Componente</th>
<th>Código</th>
<th>Quantidade registrada</th>
<th>Valor unitário</th>
<th>Valor total</th>
</tr>
<tr>
<td>Módulo motor CPC FR Euro 5</td>
<td>A0054468302</td>
<td>4</td>
<td>R$ 18.830,81</td>
<td>R$ 75.323,24</td>
</tr>
<tr>
<td>Módulo motor CPC FR Euro 6</td>
<td>A0054463602</td>
<td>5</td>
<td>R$ 18.830,81</td>
<td>R$ 94.154,05</td>
</tr>
<tr>
<td>Módulo de comando do motor Euro 5</td>
<td>A0084462740</td>
<td>6</td>
<td>R$ 18.830,81</td>
<td>R$ 112.984,86</td>
</tr>
<tr>
<td>Módulo de comando do motor Euro 6</td>
<td>A0024466135</td>
<td>8</td>
<td>R$ 18.957,19</td>
<td>R$ 151.657,52</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td></td>
<td>23</td>
<td></td>
<td>R$ 434.119,67</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os valores correspondem aos quantitativos registrados na relação publicada. Como a prorrogação se refere aos saldos remanescentes, o total de R$ 434,1 mil não significa necessariamente que toda essa quantidade será adquirida novamente.</p>
<p>Os módulos eletrônicos têm papel importante no gerenciamento dos sistemas dos motores modernos.</p>
<p>Esses componentes recebem e processam informações de sensores, controlam determinadas funções eletrônicas e participam do funcionamento integrado dos sistemas de propulsão.</p>
<p>Em caso de defeito, podem ser necessárias avaliações técnicas e intervenções especializadas, inclusive parametrização conforme as características do veículo.</p>
<p>A publicação identifica módulos configurados para chassis específicos da Mercedes-Benz, demonstrando que os componentes devem atender às características técnicas dos ônibus utilizados pela companhia.</p>
<p>Os motores Euro 5 e Euro 6 correspondem a diferentes gerações de controle de emissões.</p>
<p>No Brasil, os veículos pesados novos passaram a seguir a fase P8 do Proconve, equivalente em exigências ambientais à tecnologia Euro 6, a partir de janeiro de 2023.</p>
<p>Esses sistemas utilizam recursos eletrônicos mais complexos para gerenciamento do motor e controle das emissões, ampliando a necessidade de equipamentos adequados de diagnóstico e manutenção.</p>
<h2>Rio Diesel também tem registro de preços prorrogado por mais um ano</h2>
<p>Outra empresa contemplada pela decisão da Mobi-Rio é a Rio Diesel Veículos e Peças S.A., CNPJ 30.741.961/0001-18.</p>
<p>A companhia municipal prorrogou a ata de registro de preços nº 104/2025 pelo mesmo período, de 22 de outubro de 2026 a 21 de outubro de 2027.</p>
<p>Assim como no caso da Guanabara Diesel, o objetivo é permitir a utilização dos itens com saldo disponível, após avaliação da vantajosidade da prorrogação.</p>
<p>A medida mantém a possibilidade de fornecimento nas condições previstas no registro de preços.</p>
<p>As atas de registro de preços são instrumentos que permitem à administração contratar bens conforme a necessidade e dentro das condições estabelecidas no procedimento licitatório.</p>
<p>Sua existência não significa que todos os produtos registrados tenham sido adquiridos ou entregues.</p>
<p>A utilização efetiva depende das solicitações de fornecimento e das condições previstas no instrumento.</p>
<p>Para a Mobi-Rio, esse mecanismo permite organizar compras de componentes de reposição, cuja necessidade pode variar conforme o desgaste dos veículos e as intervenções realizadas nas oficinas.</p>
<h2>Companhia prepara nova licitação para aparelhos de diagnóstico Mercedes-Benz</h2>
<p>Além da prorrogação dos fornecimentos de módulos eletrônicos, a Mobi-Rio autorizou a abertura de uma nova licitação para compra de equipamentos utilizados na identificação de falhas de ônibus Mercedes-Benz.</p>
<p>O procedimento foi autorizado pela diretora-presidente em 21 de outubro.</p>
<p>A contratação terá como objeto aparelhos MBB DIAG 4, de linha pesada, fabricados pela Tecnomotor.</p>
<p>Os equipamentos deverão ser novos e genuínos.</p>
<p>A aquisição atenderá à manutenção preventiva e corretiva da frota equipada com chassis Mercedes-Benz operada pela Mobi-Rio.</p>
<p>A disputa será realizada por pregão eletrônico, com julgamento pelo menor preço por item.</p>
<p>O orçamento estimado foi classificado como sigiloso, conforme as regras aplicáveis às contratações da companhia.</p>
<p>Os aparelhos de diagnóstico permitem acessar informações dos sistemas eletrônicos dos veículos, identificar códigos de falha e auxiliar os técnicos na avaliação do funcionamento de diferentes componentes.</p>
<p>Esses recursos são especialmente importantes em ônibus que utilizam sistemas eletrônicos de controle do motor, transmissão e outros equipamentos.</p>
<p>A utilização de ferramentas adequadas pode permitir maior precisão na identificação das causas de problemas, evitando intervenções desnecessárias e auxiliando na definição dos reparos.</p>
<p>O procedimento publicado nesta quinta-feira corresponde à autorização de abertura da licitação, não à homologação de fornecedor ou à entrega dos aparelhos.</p>
<h2>BRT terá licitação para compra de ferramentas destinadas à manutenção de suas instalações</h2>
<p>A manutenção dos ônibus não é a única frente de contratação anunciada pela companhia.</p>
<p>A Mobi-Rio marcou para 3 de novembro de 2026, às 10h, a sessão do pregão eletrônico nº 1855/2026.</p>
<p>O objetivo é formar registro de preços para aquisição de ferramentas destinadas à manutenção rotineira das unidades físicas do sistema BRT.</p>
<p>A disputa utilizará o critério de menor preço por item.</p>
<p>O valor estimado também será mantido sob sigilo, conforme previsto nas normas utilizadas pela empresa.</p>
<p>O objeto compreende ferramentas necessárias aos serviços executados nas instalações físicas do sistema.</p>
<p>A infraestrutura do BRT exige manutenção contínua de seus equipamentos, estruturas e instalações.</p>
<p>Além das condições de circulação dos veículos, o funcionamento adequado de estações e terminais depende da conservação de acessos, estruturas, sistemas e demais componentes utilizados por passageiros e trabalhadores.</p>
<p>Falhas nessas instalações podem interferir na utilização dos equipamentos públicos e na qualidade do atendimento.</p>
<p>A licitação anunciada envolve ferramentas para manutenção rotineira, e não uma contratação específica de obras de ampliação dos corredores ou compra de novos ônibus.</p>
<p>Os equipamentos e quantitativos deverão seguir as especificações do termo de referência.</p>
<h2>Mobi-Rio adia pregões previstos para outubro</h2>
<p>A empresa municipal também publicou duas alterações de datas de procedimentos licitatórios.</p>
<p>O pregão eletrônico nº 1751/2026, relacionado ao processo nº 007300.001951/2026-16, teve sua sessão adiada para 5 de novembro de 2026, às 11h.</p>
<p>Outra publicação retificou a data de uma disputa vinculada ao processo nº 007300.002078/2026-71.</p>
<p>Nesse caso, a data anteriormente indicada era 21 de outubro de 2026, às 11h.</p>
<p>A nova sessão foi marcada para 4 de novembro de 2026, também às 11h.</p>
<p>As alterações modificam o calendário de realização dos procedimentos.</p>
<p>Os comunicados de adiamento e retificação identificam os processos e as datas, mas não reproduzem os objetos completos das contratações.</p>
<p>Dessa forma, os procedimentos devem ser individualizados para não atribuir aos dois pregões os objetos de outras licitações publicadas pela Mobi-Rio.</p>
<h2>Materiais de proteção: companhia também registra preços para trabalhadores</h2>
<p>Outra publicação envolve o fornecimento de equipamentos de proteção individual destinados aos empregados da Mobi-Rio.</p>
<p>O registro de preços foi realizado por meio do pregão eletrônico nº 1387/2026 e tem vigência prevista entre 22 de outubro de 2026 e 21 de outubro de 2027.</p>
<p>Os materiais deverão atender às exigências da Norma Regulamentadora nº 6, que trata dos equipamentos de proteção individual utilizados pelos trabalhadores.</p>
<p>A relação inclui diferentes produtos destinados à proteção em atividades operacionais e de manutenção.</p>
<p>Entre eles estão capas de chuva, coletes refletivos, capacetes de proteção, filtros respiratórios e componentes utilizados em trabalhos de soldagem.</p>
<p>A documentação identifica diferentes fornecedores, entre eles Kings Moraes Comércio, T&amp;T Indústria, Comércio, Importação e Exportação, Comercial Brasil de EPI, AGS EPIs e Equipamentos Industriais, Becker Comércio Varejista e Comercial EJM Medservice.</p>
<p>Um dos grupos de itens corresponde ao fornecimento de 2 mil coletes refletivos, com identificação da Mobi-Rio, ao preço unitário de R$ 19,15.</p>
<p>O valor total registrado para esses coletes é de R$ 38.300.</p>
<p>Também aparecem 25 capacetes com viseira, ao preço unitário de R$ 350,80, totalizando R$ 8.770, e 1.500 filtros de partículas, ao preço unitário de R$ 13,86, correspondentes a R$ 20.790.</p>
<p>Outro item prevê 500 capuzes de proteção, ao preço de R$ 11,99, totalizando R$ 5.995.</p>
<p>A relação inclui ainda 1.425 assentos para filtros respiratórios, ao valor unitário de R$ 54, com total de R$ 76.950.</p>
<p>A utilização de equipamentos de proteção é uma exigência importante nas atividades de manutenção automotiva, serviços de reparação, conservação de instalações e demais operações nas quais os trabalhadores estejam sujeitos a riscos específicos.</p>
<p>A aquisição deve observar os requisitos técnicos de cada equipamento e sua adequação às atividades desenvolvidas.</p>
<h2>Manutenção da frota e das instalações exige planejamento permanente</h2>
<p>O conjunto de contratações publicado nesta quinta-feira mostra diferentes necessidades de manutenção da estrutura administrada pela Mobi-Rio.</p>
<p>A homologação de peças para carrocerias Caio está relacionada à conservação física dos ônibus.</p>
<p>Os registros de módulos eletrônicos Mercedes-Benz e a aquisição planejada de aparelhos de diagnóstico correspondem a necessidades de manutenção dos sistemas de propulsão e controle dos veículos.</p>
<p>Já a licitação de ferramentas atende à conservação das unidades físicas do BRT.</p>
<p>A contratação de equipamentos de proteção complementa essas atividades sob o ponto de vista das condições de trabalho.</p>
<p>São procedimentos distintos, mas relacionados à necessidade de garantir disponibilidade operacional e conservação da estrutura de transporte.</p>
<p>A manutenção preventiva pode reduzir a ocorrência de falhas durante a operação, enquanto a corretiva é necessária para recuperar veículos e equipamentos que apresentem defeitos.</p>
<p>A organização dos estoques de peças, a disponibilidade de ferramentas e o uso de equipamentos adequados de diagnóstico são fatores relevantes para a execução dessas atividades.</p>
<p>Para os passageiros, os resultados dependem da efetiva utilização dos materiais e da execução dos serviços de manutenção.</p>
<p>A homologação de uma licitação ou a prorrogação de um registro de preços não significam, isoladamente, que os componentes já foram instalados ou que os reparos foram realizados.</p>
<p>A efetiva melhoria das condições de operação está relacionada à execução dos fornecimentos, à capacidade das oficinas e ao acompanhamento permanente das condições da frota e da infraestrutura.</p>
<h2>Resumo dos procedimentos publicados</h2>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Contratação</th>
<th>Fornecedor ou situação</th>
<th>Etapa</th>
</tr>
<tr>
<td>Peças para Caio Apache Vip e Millennium</td>
<td>MT Soluções e Auto Peças Center Ônibus</td>
<td>Homologada</td>
</tr>
<tr>
<td>Módulos eletrônicos Euro 5 e Euro 6</td>
<td>Guanabara Diesel</td>
<td>Ata prorrogada até outubro de 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Fornecimento registrado com Rio Diesel</td>
<td>Rio Diesel Veículos e Peças</td>
<td>Ata prorrogada até outubro de 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Aparelhos MBB DIAG 4 para chassis Mercedes-Benz</td>
<td>Fornecedor a definir</td>
<td>Abertura autorizada</td>
</tr>
<tr>
<td>Ferramentas para instalações físicas do BRT</td>
<td>Fornecedor a definir</td>
<td>Disputa em 3 de novembro</td>
</tr>
<tr>
<td>Pregão nº 1751/2026</td>
<td>Procedimento em andamento</td>
<td>Sessão adiada para 5 de novembro</td>
</tr>
<tr>
<td>Pregão vinculado ao processo nº 007300.002078/2026-71</td>
<td>Procedimento em andamento</td>
<td>Sessão remarcada para 4 de novembro</td>
</tr>
<tr>
<td>Equipamentos de proteção individual</td>
<td>Diversos fornecedores</td>
<td>Registro de preços publicado</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A Mobi-Rio é responsável por atividades de operação e manutenção do transporte municipal, especialmente nos serviços de BRT, que passaram por uma reestruturação com participação direta da Prefeitura do Rio de Janeiro.</p>
<p>Essa reorganização tornou a empresa um dos principais agentes públicos na gestão operacional dos corredores, com responsabilidades que abrangem veículos, instalações e trabalhadores.</p>
<p>A continuidade dos serviços depende não apenas da renovação de ônibus, mas também da disponibilidade de componentes de reposição e da manutenção preventiva e corretiva.</p>
<p>As decisões publicadas nesta quinta-feira integram esse conjunto de atividades, com licitações em diferentes estágios de contratação e execução.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
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  </item>
  <item>
    <title>ANTT seleciona concessionárias de rodovias e ferrovias para programa de sustentabilidade e aprova parceria com Infra S.A. para reduzir emissões de veículos de carga</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/antt-seleciona-concessionarias-de-rodovias-e-ferrovias-para-programa-de-sustentabilidade-e-aprova-parceria-com-infra-s-a-para-reduzir-emissoes-de-veiculos-de-carga/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:01:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Autopista Fluminense, PRVias, Ecovias, CCR ViaSul, MRS Logística e Rumo estão entre as empresas relacionadas nos processos de seleção; agência também vai compartilhar dados com a Infra S.A. para implantação do programa MelhorAR, voltado ao monitoramento e à redução da poluição no transporte rodoviário ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="681" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?fit=1024%2C681&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MRS-compra-30-Locomotivas-da-serie-Evolution-da-Wabtec-investimento-gira-em-torno-de-R-500-milhoes-1024x681-1.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>
<div>
<p><em>Autopista Fluminense, PRVias, Ecovias, CCR ViaSul, MRS Logística e Rumo estão entre as empresas relacionadas nos processos de seleção; agência também vai compartilhar dados com a Infra S.A. para implantação do programa MelhorAR, voltado ao monitoramento e à redução da poluição no transporte rodoviário</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou a participação de concessionárias de rodovias e ferrovias federais em processos de adesão a programas de sustentabilidade e autorizou uma parceria com a Infra S.A. para compartilhar dados e desenvolver mecanismos de redução das emissões de poluentes no transporte rodoviário de cargas. As decisões foram tomadas pela Diretoria Colegiada na quinta-feira, 22 de outubro de 2026, e publicadas no Diário Oficial da União desta sexta-feira (23). Entre as empresas relacionadas estão Autopista Fluminense, PRVias, Ecovias Capixaba, CCR ViaSul, Via Cristais, Rota Agro, MRS Logística e concessionárias ferroviárias da Rumo.</p>
<p>As medidas envolvem três frentes: a habilitação e a seleção de concessionárias rodoviárias para diferentes níveis de um programa de sustentabilidade, a seleção preliminar de operadoras ferroviárias para participar de um ambiente regulatório experimental e a integração de sistemas da ANTT e da Infra S.A. para o Programa MelhorAR. A proposta é permitir o desenvolvimento e o acompanhamento de práticas ambientais dentro dos contratos regulados pela agência, além de aprimorar o uso de informações sobre emissões veiculares no transporte de cargas. As decisões não representam, por si só, a aquisição de veículos menos poluentes ou a implantação de novos serviços de transporte, mas estabelecem procedimentos para a participação das concessionárias e a cooperação entre os órgãos federais.</p>
<p>O programa voltado às concessões rodoviárias e ferroviárias é chamado de Programa de Sustentabilidade para Infraestrutura de Transportes Federais Reguladas pela ANTT, com procedimentos específicos para cada modalidade.</p>
<p>A participação ocorre por meio de um ambiente regulatório experimental, conhecido como sandbox regulatório, mecanismo que permite testar modelos e procedimentos dentro de condições e salvaguardas estabelecidas pelo órgão regulador.</p>
<p>A utilização desse instrumento está prevista na Resolução ANTT nº 5.999, de novembro de 2022.</p>
<p>Na prática, o sandbox permite que determinadas iniciativas sejam desenvolvidas sob acompanhamento da agência, sem representar uma liberação irrestrita das obrigações estabelecidas nos contratos de concessão.</p>
<p>As empresas precisam atender aos requisitos definidos nos editais, e a participação depende da formalização dos instrumentos correspondentes.</p>
<p>No caso das rodovias, a ANTT homologou um resultado final complementar para o primeiro nível do programa e resultados preliminares para os níveis II e III.</p>
<p>Para as ferrovias, a agência homologou uma seleção preliminar de três concessionárias para o nível II.</p>
<p>As classificações correspondem às etapas e condições previstas nos respectivos editais. A publicação não estabelece que a simples classificação em um nível represente, isoladamente, uma redução já alcançada de emissões ou um desempenho ambiental superior ao das demais concessionárias.</p>
<h2>Rodovias: quatro concessionárias têm resultado final homologado e outras entram em seleções preliminares</h2>
<p>A primeira decisão, formalizada pela Deliberação ANTT nº 300, envolve concessionárias de rodovias federais.</p>
<p>A agência homologou o resultado final complementar do processo seletivo previsto no Edital Eletrônico nº 3/2025 para participação no nível I do Programa de Sustentabilidade para Infraestrutura de Rodovias Federais Reguladas.</p>
<p>Nesse grupo aparecem quatro concessionárias:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>Autopista Fluminense S.A.</td>
<td>09.324.949/0001-11</td>
</tr>
<tr>
<td>PRVias (Motiva Paraná)</td>
<td>59.196.897/0001-13</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Capixaba</td>
<td>15.484.093/0001-44</td>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária das Rodovias Integradas do Sul S.A. (CCR ViaSul)</td>
<td>32.161.500/0001-00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A homologação do resultado final complementar permite que a Superintendência de Infraestrutura Rodoviária (Surod) adote as providências necessárias para formalizar os termos aditivos aos contratos das concessionárias habilitadas.</p>
<p>Esses instrumentos deverão observar as condições e salvaguardas previstas na regulamentação do sandbox e no edital do programa.</p>
<p>Além desse grupo, a ANTT homologou o resultado preliminar da seleção para o nível II.</p>
<p>São cinco concessionárias:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>Via Cristais</td>
<td>57.990.933/0001-90</td>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária da Rodovia BR-262 MG S.A.</td>
<td>58.492.120/0001-33</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Agro MT-GO</td>
<td>64.017.857/0001-05</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Ponte</td>
<td>22.163.297/0001-49</td>
</tr>
<tr>
<td>Rota Sertaneja MG-GO</td>
<td>63.929.367/0001-04</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Para o nível III, outras nove concessionárias aparecem na relação preliminar:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária Catarinense de Rodovias S.A.</td>
<td>36.763.716/0001-98</td>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária de Rodovia Sul-Matogrossense S.A.</td>
<td>19.642.306/0001-70</td>
</tr>
<tr>
<td>PRVias (Motiva Paraná)</td>
<td>59.196.897/0001-13</td>
</tr>
<tr>
<td>Concessionária do Sistema Rodoviário Rio–São Paulo S.A.</td>
<td>44.319.688/0001-42</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Minas Goiás</td>
<td>19.208.022/0001-70</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias do Cerrado</td>
<td>35.593.905/0001-05</td>
</tr>
<tr>
<td>CCR ViaSul</td>
<td>32.161.500/0001-00</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Capixaba</td>
<td>15.484.093/0001-44</td>
</tr>
<tr>
<td>Ecovias Araguaia</td>
<td>15.090.690/0001-94</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Algumas concessionárias aparecem em mais de um nível, como PRVias, CCR ViaSul e Ecovias Capixaba.</p>
<p>Por isso, os 18 registros das três tabelas não representam 18 concessionárias diferentes. São 14 empresas distintas relacionadas na deliberação rodoviária.</p>
<p>Os resultados dos níveis II e III ainda são preliminares.</p>
<p>A ANTT estabeleceu prazo de 15 dias corridos, contados da publicação da decisão, para apresentação de recursos administrativos pelos interessados.</p>
<p>Depois da análise dos recursos e de nova deliberação da Diretoria Colegiada, poderá ocorrer a homologação definitiva dessas seleções.</p>
<p>A agência também prevê que outras concessionárias, cujos pedidos ainda estejam em análise, possam aderir posteriormente, desde que cumpram os requisitos regulamentares.</p>
<p>Isso significa que as listas publicadas nesta sexta-feira não encerram necessariamente a participação de empresas no programa.</p>
<h2>MRS e Rumo são selecionadas preliminarmente para programa de sustentabilidade ferroviária</h2>
<p>A segunda decisão trata das concessões ferroviárias federais.</p>
<p>A ANTT homologou o resultado preliminar da seleção de três empresas para o nível II do Programa de Sustentabilidade para Infraestrutura de Ferrovias Federais Reguladas.</p>
<p>As concessionárias são MRS Logística, Rumo Malha Paulista e Rumo Malha Central.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Concessionária ferroviária</th>
<th>CNPJ</th>
</tr>
<tr>
<td>MRS Logística S.A.</td>
<td>01.417.222/0001-77</td>
</tr>
<tr>
<td>Rumo Malha Paulista S.A.</td>
<td>02.502.844/0001-66</td>
</tr>
<tr>
<td>Rumo Malha Central S.A.</td>
<td>33.572.408/0001-97</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A seleção foi realizada conforme o Edital Eletrônico nº 4/2025 e homologada preliminarmente pela Deliberação ANTT nº 301.</p>
<p>Assim como no processo rodoviário, os interessados poderão apresentar recursos administrativos no prazo de 15 dias corridos, contados da publicação.</p>
<p>O resultado definitivo dependerá da análise dos recursos e de deliberação posterior da agência.</p>
<p>A ANTT também prevê a possibilidade de participação futura de outras concessionárias ferroviárias cujas candidaturas ainda estejam em avaliação.</p>
<p>A inclusão da MRS e de duas concessionárias da Rumo tem relevância porque o transporte ferroviário de cargas participa da movimentação de grandes volumes de mercadorias e está diretamente relacionado às discussões sobre consumo energético, emissões de gases de efeito estufa e integração logística.</p>
<p>O transporte ferroviário apresenta características operacionais diferentes do rodoviário, especialmente em relação à capacidade de carga por composição e à utilização da infraestrutura.</p>
<p>Entretanto, a avaliação ambiental de cada operação depende de fatores como matriz energética, tipo de locomotiva, condições da via, produtividade, distância percorrida e quantidade efetiva de mercadorias transportadas.</p>
<p>Por isso, a adoção de instrumentos de acompanhamento e de metas verificáveis pode contribuir para avaliações mais precisas do desempenho ambiental das concessões.</p>
<p>A seleção anunciada nesta sexta-feira constitui uma etapa administrativa de participação no programa, não um resultado de redução de emissões já obtido pelas três concessionárias.</p>
<h2>ANTT e Infra S.A. vão integrar sistemas para monitoramento de emissões de veículos de carga</h2>
<p>A terceira decisão envolve uma parceria institucional entre a ANTT e a Infra S.A., empresa pública federal ligada ao planejamento e ao desenvolvimento da infraestrutura de transportes.</p>
<p>A Diretoria Colegiada aprovou a celebração de um acordo de cooperação técnica para compartilhamento de dados e informações e integração de sistemas necessários à implementação e à operação do Programa MelhorAR.</p>
<p>A medida foi formalizada pela Deliberação ANTT nº 304, de 22 de outubro.</p>
<p>De acordo com a decisão, o objetivo é contribuir para a redução das emissões veiculares no transporte rodoviário de cargas e aprimorar a regulação baseada em evidências.</p>
<p>O compartilhamento de informações poderá permitir que os órgãos utilizem bases de dados e sistemas de acompanhamento para subsidiar análises sobre o desempenho ambiental do setor.</p>
<p>Esse tipo de informação é relevante porque a avaliação das emissões de veículos pesados depende de diferentes variáveis, como idade e tecnologia dos motores, combustível utilizado, características das operações, distância percorrida e condições de circulação.</p>
<p>O transporte rodoviário de cargas possui grande participação na movimentação de mercadorias no Brasil e utiliza predominantemente veículos movidos a diesel.</p>
<p>A redução de emissões pode envolver renovação de frota, melhoria da eficiência energética, manutenção dos veículos, utilização de combustíveis alternativos e aperfeiçoamento das operações logísticas.</p>
<p>Entretanto, o acordo autorizado pela ANTT não determina a adoção imediata de uma tecnologia específica.</p>
<p>Também não estabelece, na publicação, metas numéricas de redução de emissões, valores de investimento ou cronograma de substituição de caminhões.</p>
<p>A decisão aprova a celebração da cooperação técnica e estabelece sua finalidade institucional.</p>
<p>O detalhamento das responsabilidades de cada participante deverá constar dos instrumentos e planos de trabalho vinculados à parceria.</p>
<h2>Sustentabilidade nas concessões pode envolver infraestrutura, operação e acompanhamento de resultados</h2>
<p>A aprovação das medidas ocorre em um contexto de maior atenção aos efeitos ambientais das atividades de transporte e logística.</p>
<p>Rodovias e ferrovias possuem características distintas, mas ambas exigem acompanhamento do consumo de recursos, das condições de operação e dos efeitos da infraestrutura sobre o meio ambiente.</p>
<p>Nas concessões rodoviárias, a avaliação de sustentabilidade pode abranger aspectos relacionados à operação da infraestrutura, ao consumo energético, à conservação e às práticas de gestão ambiental.</p>
<p>Nas ferrovias, questões como eficiência operacional, utilização de energia e desempenho das composições também integram o debate sobre redução de emissões.</p>
<p>Essas possibilidades, entretanto, devem ser diferenciadas dos projetos efetivamente aprovados para cada concessionária.</p>
<p>As deliberações publicadas nesta sexta-feira homologam seleções e estabelecem procedimentos para participação no sandbox regulatório. Elas não detalham individualmente quais tecnologias, obras ou equipamentos cada concessionária pretende implementar.</p>
<p>Da mesma forma, a parceria entre ANTT e Infra S.A. está direcionada especificamente ao transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>Não se trata de um programa de aquisição de ônibus elétricos, implantação de corredores de transporte coletivo ou financiamento de veículos urbanos.</p>
<p>Embora temas como eletrificação, biometano, baterias e combustíveis alternativos façam parte das discussões ambientais do setor de transportes, as decisões analisadas não estabelecem contratações ou autorizações específicas nessas áreas.</p>
<p>Para as empresas concessionárias, as próximas etapas serão a formalização dos instrumentos aplicáveis, a conclusão dos processos seletivos preliminares e o cumprimento das condições de participação.</p>
<p>No caso do MelhorAR, o desenvolvimento dependerá da celebração do acordo de cooperação técnica e da implementação da integração de informações entre a agência reguladora e a Infra S.A.</p>
<p>A efetividade das iniciativas poderá ser avaliada posteriormente, com base nos projetos executados, nos indicadores adotados e nos resultados ambientais efetivamente medidos.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
<div>
<div></div>
</div>
</div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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  <item>
    <title>Istambul recebe biarticulados AKIA de 25 metros para 270 passageiros; renovação traz comparação com elétricos oferecidos no Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/istambul-recebe-biarticulados-akia-de-25-metros-para-270-passageiros-renovacao-traz-comparacao-com-eletricos-oferecidos-no-brasil/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/istambul-recebe-biarticulados-akia-de-25-metros-para-270-passageiros-renovacao-traz-comparacao-com-eletricos-oferecidos-no-brasil/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 17:30:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Encomenda de 100 ônibus diesel Euro VI reforça o Metrobüs, que liga Europa e Ásia; mercado brasileiro de biarticulados a bateria tem Volvo em operação e previsão de entrada da Higer ADAMO BAZANI A operadora pública IETT, de Istambul, na Turquia, começou a receber uma nova encomenda de 100 ônibus biarticulados AKIA Ultra LF25 para [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="768" height="480" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?fit=768%2C480&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/861575316_1115486571178905_8301449412550230682_n.jpg?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /> <h1></h1>
<p>Encomenda de 100 ônibus diesel Euro VI reforça o Metrobüs, que liga Europa e Ásia; mercado brasileiro de biarticulados a bateria tem Volvo em operação e previsão de entrada da Higer</p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A operadora pública IETT, de Istambul, na Turquia, começou a receber uma nova encomenda de 100 ônibus biarticulados AKIA Ultra LF25 para o Metrobüs, sistema de corredores que conecta os lados europeu e asiático da cidade. A fabricante confirmou a entrega de dez veículos no primeiro lote e anunciou prazo de seis meses para completar o fornecimento.</p>
<p>Com 25 metros de comprimento, cinco eixos e capacidade anunciada para 270 passageiros na divulgação da encomenda, os ônibus utilizam motor diesel Mercedes-Benz, padrão Euro VI, com aproximadamente 510 cv de potência. A renovação atende um corredor de aproximadamente 52 quilômetros e 44 estações, com movimento próximo de um milhão de passageiros por dia, e permite uma comparação com o Brasil, onde a eletrificação dos biarticulados já chegou à operação comercial com a Volvo e poderá ganhar uma concorrente com os modelos prometidos pela Higer.</p>
<p>A entrega dos novos AKIA foi divulgada pela Busworld Türkiye em 15 de outubro de 2026. O fornecimento amplia a presença de um modelo já utilizado em Istambul, enquanto a fabricante informa entregas progressivas para o restante do contrato.</p>
<h2>Ultra LF25 tem cinco eixos e motor Mercedes-Benz de 510 cv</h2>
<p>A denominação apresentada pela fabricante é Ultra LF25. O veículo possui três seções de carroceria, ligadas por duas articulações, configuração destinada a transportar grandes volumes de passageiros por viagem.</p>
<p>Um dos diferenciais é a utilização de cinco eixos, com o último direcional para auxiliar nas manobras. Esse recurso permite que as rodas traseiras participem do movimento de esterçamento, importante para um ônibus desse comprimento.</p>
<p>A ficha da AKIA identifica motor Mercedes-Benz, padrão de emissões Euro VI e transmissão automática. A potência informada na divulgação do novo fornecimento corresponde a aproximadamente 510 cv.</p>
<p>O modelo tem piso baixo integral e recursos de acessibilidade. Na apresentação da encomenda, também são destacados ar-condicionado, portas com abertura para fora, sistemas de assistência ao motorista e câmeras associadas a telas para ampliar a visibilidade.</p>
<p>Há uma diferença entre a capacidade divulgada para a entrega e a configuração apresentada no catálogo: enquanto o comunicado cita 270 passageiros, a página técnica da fabricante relaciona 281, sendo 29 sentados e 252 em pé.</p>
<p>São referências que precisam ser identificadas separadamente. A capacidade depende da disposição interna e dos critérios adotados para ocupação; o número do catálogo não deve substituir automaticamente o informado para o fornecimento a Istambul.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>AKIA Ultra LF25</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Aplicação</td>
<td>Transporte urbano de alta capacidade e BRT</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração</td>
<td>Biarticulado, com três seções</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>25 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Largura</td>
<td>2,55 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Altura</td>
<td>3,40 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Eixos</td>
<td>Cinco, com o último direcional</td>
</tr>
<tr>
<td>Propulsão</td>
<td>Diesel</td>
</tr>
<tr>
<td>Motor</td>
<td>Mercedes-Benz, Euro VI</td>
</tr>
<tr>
<td>Potência divulgada para a encomenda</td>
<td>Aproximadamente 510 cv</td>
</tr>
<tr>
<td>Transmissão</td>
<td>Automática</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade anunciada no fornecimento</td>
<td>270 passageiros</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração apresentada no catálogo</td>
<td>281 passageiros: 29 sentados e 252 em pé</td>
</tr>
<tr>
<td>Acessibilidade</td>
<td>Piso baixo integral e rampas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Euro VI é uma classificação de controle de emissões de motores a combustão. Portanto, os veículos dessa encomenda não são elétricos a bateria, embora utilizem equipamentos elétricos e eletrônicos de apoio à operação.</p>
<h2>Fabricante produz na Turquia e mantém unidade no Tajiquistão</h2>
<p>A AKIA é a marca de veículos da Ulaşım İç ve Dış Ticaret A.Ş., empresa com sede em Istambul e produção em Bursa, no distrito de İnegöl. Seu portfólio reúne ônibus urbanos, modelos de menor porte, veículos de dois andares, elétricos, trólebus e produtos para BRT.</p>
<p>Segundo o histórico institucional, a unidade de Bursa foi aberta em 2014. O protótipo do LF25 apareceu em 2016, e a produção em série do biarticulado começou em 2022.</p>
<p>A empresa informa capacidade anual de 600 veículos na fábrica turca. Também mantém uma unidade em Dushanbe, no Tajiquistão, implantada em 2018 em parceria com o grupo local Avesto, com capacidade declarada de 400 veículos por ano.</p>
<p>Além da fabricação, a companhia atua com peças, manutenção e serviços de gestão de garagens. No histórico industrial divulgado pela empresa, a produção em série de elétricos e trólebus começou em 2023.</p>
<h2>Metrobüs liga os dois lados de Istambul</h2>
<p>O Metrobüs começou a operar em 2007 e recebeu ampliações até alcançar os atuais 52 quilômetros. A extensão até Beylikdüzü, inaugurada em julho de 2012, completou essa dimensão do corredor.</p>
<p>O sistema conecta os setores europeu e asiático de Istambul, atravessando o Bósforo. A rede funciona 24 horas por dia e utiliza serviços que atendem diferentes trechos do percurso.</p>
<p>A demanda próxima de um milhão de passageiros diários ajuda a explicar a adoção de ônibus de grande capacidade. O objetivo do novo fornecimento é reforçar o atendimento, especialmente nos períodos de maior movimento.</p>
<p>Para o passageiro, veículos maiores podem ampliar a oferta por partida. O resultado, porém, depende também dos intervalos, do tempo gasto no embarque e desembarque e da capacidade das estações de receber os ônibus e organizar a circulação de pessoas.</p>
<p>Essa relação interessa aos sistemas brasileiros: aumentar o comprimento do veículo exige compatibilidade com plataformas, curvas, terminais e garagens, além de planejamento da quantidade de viagens.</p>
<h2>Brasil tem Volvo elétrico em operação e Higer anunciada</h2>
<p>No mercado brasileiro de biarticulados elétricos a bateria, a oferta comercial efetivamente implantada é a da Volvo, com o BZRT produzido em Curitiba. A Higer anunciou um modelo para disputar esse segmento, ainda dentro de um planejamento de apresentação e testes no País.</p>
<p>A aplicação brasileira já aparece em Goiânia. Em fevereiro de 2026, a Volvo divulgou a entrada de uma frota formada por cinco biarticulados e 16 articulados elétricos, com carrocerias Marcopolo Attivi, para o BRT Leste-Oeste.</p>
<p>O biarticulado Volvo tem 28 metros e capacidade para até 250 passageiros. A plataforma utiliza dois motores elétricos de 200 kW, totalizando 400 kW, e pode receber até oito baterias, com capacidade total de 720 kWh.</p>
<p>A infraestrutura de Goiânia inclui o Eletroposto Oeste, na garagem da Metrobus, com 23 carregadores de 240 kW e possibilidade de atendimento simultâneo a até 46 ônibus, conforme informações da fabricante.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/05/08/primeiro-biarticulado-eletrico-da-volvo-montado-no-brasil-e-apresentado-nesta-quinta-08-marcando-inicio-da-producao-oficial-de-onibus-biarticulados-e-articulados-eletricos-bzrt/?utm_source=chatgpt.com">Relembre: primeiro biarticulado elétrico da Volvo montado no Brasil marca início da produção oficial do BZRT</a></p>
<p>A Higer, por sua vez, apresentou o EON E26EV, biarticulado elétrico integral de 26,5 metros, com capacidade anunciada para até 250 passageiros e autonomia de referência próxima de 300 quilômetros, segundo a empresa.</p>
<p>Em entrevista publicada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em janeiro de 2026, o diretor da Higer para a América do Sul, Marcelo Barella, informou previsão de apresentação do modelo no início de 2027 para testes inicialmente em Curitiba.</p>
<p>O projeto admite diferentes configurações de piso. A configuração divulgada também contempla portas dos dois lados, permitindo adaptações a sistemas com plataformas de embarque distintas.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/01/25/higer-apresenta-novo-onibus-100-eletrico-eon-e26ev-de-265m-que-tambem-sera-comercializado-no-brasil-veja-video-saiba-quando-entrevista/?utm_source=chatgpt.com">Relembre: Higer apresenta biarticulado elétrico EON E26EV de 26,5 metros e anuncia modelo para o Brasil</a></p>
<p>A fabricante prevê apresentar primeiro o articulado da família EON ao mercado brasileiro, seguido pelo biarticulado. Assim, o anúncio da Higer representa uma perspectiva de ampliação da concorrência, enquanto a Volvo já possui produção nacional e veículos em serviço.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Modelo</th>
<th>Propulsão</th>
<th>Comprimento</th>
<th>Capacidade anunciada</th>
<th>Situação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>AKIA Ultra LF25</td>
<td>Diesel Euro VI</td>
<td>25 metros</td>
<td>270 passageiros no comunicado da encomenda</td>
<td>Entregas para Istambul</td>
</tr>
<tr>
<td>Volvo BZRT biarticulado</td>
<td>Elétrica a bateria</td>
<td>28 metros</td>
<td>Até 250 passageiros</td>
<td>Produção brasileira e operação em Goiânia</td>
</tr>
<tr>
<td>Higer EON E26EV</td>
<td>Elétrica a bateria</td>
<td>26,5 metros</td>
<td>Até 250 passageiros</td>
<td>Apresentação e testes anunciados para o Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As lotações não constituem uma comparação direta de conforto ou eficiência. Quantidade de bancos, área disponível para passageiros em pé, espaços de acessibilidade e critérios de ocupação interferem nos números de cada veículo.</p>
<p>A experiência de Istambul mostra a continuidade dos investimentos em ônibus de alta capacidade para corredores muito carregados. No Brasil, a escolha desses veículos passa também pela infraestrutura de recarga, no caso dos elétricos, e pela capacidade de manter a frota disponível durante toda a jornada, com viagens regulares e atendimento compatível com a demanda.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Volare fornece 12 micro-ônibus para operação de fretamento da Manfredi em Santa Catarina</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/23/volare-fornece-12-micro-onibus-para-operacao-de-fretamento-da-manfredi-em-santa-catarina/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:30:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Sete unidades do Fly 12 e cinco do Attack 8 serão utilizadas em serviços de fretamento empresarial em Lages (SC) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Volare realizou a entrega de 12 novos micro-ônibus para a Transportes e Turismo Manfredi S.A., de Lages (SC), ampliando a atuação da marca nas operações de fretamento empresarial no Sul do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_1-e1792773417956.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Sete unidades do Fly 12 e cinco do Attack 8 serão utilizadas em serviços de fretamento empresarial em Lages (SC)</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p><span lang="PT-BR">A Volare realizou a entrega de 12 novos micro-ônibus para a Transportes e Turismo Manfredi S.A., de Lages (SC), ampliando a atuação da marca nas operações de fretamento empresarial no Sul do País. O fornecimento, realizado por meio da concessionária DAS Comércio de Auto Peças, contempla sete unidades do modelo Fly 12 e cinco do Attack 8, que passam a integrar a frota da operadora catarinense.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">A nova aquisição reforça a presença da Volare no segmento de fretamento, mercado que demanda veículos com elevados padrões de conforto, eficiência operacional e flexibilidade para atender diferentes perfis de operação.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">“Cada vez mais operadores escolhem os veículos Volare pela combinação entre versatilidade, robustez, conforto e baixo custo operacional. Os modelos Fly 12 e Attack 8 oferecem soluções adequadas às necessidades atuais do fretamento, com excelente aproveitamento de espaço interno, alto padrão de segurança e uma experiência diferenciada para passageiros e operadores”, destaca Sidnei Vargas, gerente executivo da Volare.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Fly 12: capacidade e eficiência para grandes operações<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">Maior micro-ônibus do mercado brasileiro, o Volare Fly 12 foi desenvolvido para atender operações que exigem elevada capacidade de transporte aliada à eficiência operacional. Na configuração fornecida à Manfredi, os veículos possuem capacidade para até 45 passageiros, além de motorista e auxiliar.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os modelos são equipados com poltronas executivas, tomadas USB dos tipos A e C, sistema de áudio e vídeo, ar-condicionado, elevador de acessibilidade e câmera de ré. Entre os principais diferenciais estão o amplo espaço interno, a dirigibilidade e a redução dos custos operacionais, características que contribuem para maior produtividade e conforto nas operações de fretamento.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Attack 8: versatilidade e conforto para o transporte de passageiros<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">Os cinco Volare Attack 8 entregues à operadora foram configurados para oferecer conforto, praticidade e segurança aos usuários. Os veículos contam com poltronas executivas equipadas com tomadas USB tipo A e C, porta-copos e porta-pacotes, além de sistema de ar-condicionado, vidros colados, cortinas, itinerário eletrônico e bagageiro.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Os modelos também possuem Dispositivo de Transposição Acessível (DTA), parede de separação total e soluções desenvolvidas para ampliar o conforto dos passageiros e a eficiência da operação, reforçando a versatilidade que caracteriza a família Attack.</span></p>
<p>Confira mais imagens:</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-540960" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_2.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-540962" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_4.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-540961" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_3.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-540963" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23102026-Volare-para-a-Manfredi-em-SC_5.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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