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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Falta de financiamento permanente, contratos inadequados e manutenção são entraves para expansão e modernização dos BRTs no Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/05/falta-de-financiamento-permanente-contratos-inadequados-e-manutencao-sao-entraves-para-expansao-e-modernizacao-dos-brts-no-brasil/</link>
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    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 21:29:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estudo da NTU analisa 17 sistemas e 35 corredores em 15 cidades e mostra que modelo avançou desde os primeiros eixos das décadas de 1970 e 1980, mas ainda enfrenta fragmentação da gestão, dificuldades de custeio, infraestrutura incompleta e contratos que muitas vezes não foram concebidos especificamente para BRTs. Levantamento também detalha diferentes modelos de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250412_205901.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250412_205901.jpg?w=4000&amp;ssl=1 4000w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250412_205901.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250412_205901.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250412_205901.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250412_205901.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250412_205901.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250412_205901.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250412_205901.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/20250412_205901.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p class="isSelectedEnd"><em>Estudo da NTU analisa 17 sistemas e 35 corredores em 15 cidades e mostra que modelo avançou desde os primeiros eixos das décadas de 1970 e 1980, mas ainda enfrenta fragmentação da gestão, dificuldades de custeio, infraestrutura incompleta e contratos que muitas vezes não foram concebidos especificamente para BRTs. Levantamento também detalha diferentes modelos de construção, operação, gestão e fornecimento da frota</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Dinheiro para construir não basta. Para ampliar e modernizar os sistemas BRT (Bus Rapid Transit) no Brasil, é necessário garantir recursos também para manutenção, renovação da infraestrutura e da frota, custeio da operação e evolução tecnológica ao longo dos anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além do financiamento, os principais desafios passam por contratos adequados às características de um sistema de média e alta capacidade, segurança jurídica para investimentos, melhor divisão de responsabilidades entre governos e operadores, integração entre os diferentes órgãos públicos e maior qualidade da infraestrutura.</p>
<p class="isSelectedEnd">É o que mostra o estudo “BRT Brasil – Sistemas em operação nas cidades brasileiras”, lançado em agosto de 2026 pela NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos).</p>
<p class="isSelectedEnd">O levantamento analisou 17 sistemas, formados por 35 corredores em 15 cidades, reunindo informações sobre infraestrutura, operação, frota, gestão, contratos e financiamento. O objetivo é identificar o que funcionou, as limitações encontradas e os aprendizados que podem orientar tanto a modernização dos BRTs existentes quanto novos projetos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das conclusões centrais é que um BRT não pode ser tratado simplesmente como uma linha de ônibus que recebeu uma faixa exclusiva.</p>
<p class="isSelectedEnd">A infraestrutura necessária é comparável, em complexidade, à de sistemas estruturados de transporte: envolve sistema viário dedicado, estações, terminais, equipamentos de controle operacional, sistemas de informação e, dependendo do projeto, intervenções urbanas de maior porte.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o estudo, embora os BRTs brasileiros tenham conseguido incorporar os atributos básicos desse tipo de transporte, em vários casos houve flexibilizações na infraestrutura e na operação que acabaram reduzindo características importantes do conceito original. A própria gestão da infraestrutura é apontada como uma área que precisa avançar, especialmente em manutenção, segurança e integração com os acessos às estações.</p>
<h2>FINANCIAMENTO PRECISA IR ALÉM DA OBRA</h2>
<p class="isSelectedEnd">Um dos maiores entraves apontados é financeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo chama a atenção para um problema recorrente do transporte coletivo brasileiro: o aumento dos custos operacionais, a expansão das áreas urbanas a serem atendidas e a concorrência com outros meios de transporte fizeram com que a arrecadação apenas com a tarifa paga pelo passageiro deixasse de ser suficiente para financiar adequadamente o serviço.</p>
<p class="isSelectedEnd">Subsídios públicos já existem em diversas cidades, mas muitas vezes sem uma estrutura permanente que forneça previsibilidade e garantias aos contratos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para projetos mais ambiciosos, a NTU aponta como fundamentais contratos com garantias públicas, matriz de riscos claramente definida, forma de remuneração estabelecida e fontes de recursos que não dependam exclusivamente da tarifa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O desafio não termina quando a obra é inaugurada.</p>
<p class="isSelectedEnd">O levantamento destaca a necessidade de garantir dinheiro para construção, manutenção, modernização e expansão. Isso é particularmente importante porque um BRT acumula uma quantidade expressiva de ativos urbanos, como estações, terminais, pistas, sistemas tecnológicos e equipamentos de controle.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sem essa continuidade, um projeto que nasce com alto padrão pode perder desempenho ao longo dos anos.</p>
<h2>CONTRATOS NEM SEMPRE FORAM FEITOS PARA UM BRT</h2>
<p class="isSelectedEnd">Outro ponto crítico está nos contratos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dos 17 sistemas analisados, somente três, ou 17,6%, tiveram licitação específica para a operação do BRT.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em seis, equivalentes a 35,3%, a operação foi incorporada por aditivo a contratos que já existiam. Em outros cinco, 29,4%, o BRT foi simplesmente enquadrado na concessão vigente do transporte coletivo. Há ainda um sistema operado diretamente por empresa pública e dois casos sem informação disponível.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isso é relevante porque um BRT exige responsabilidades que normalmente não fazem parte da operação convencional de ônibus.</p>
<p class="isSelectedEnd">Podem existir obrigações sobre manutenção de estações e terminais, sistemas tecnológicos, controle operacional, frota de maior capacidade, segurança e até infraestrutura.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo considera que simplesmente incorporar um BRT a uma concessão existente pode agilizar sua implantação, mas pode também resultar em uma base contratual insuficiente para garantir equilíbrio econômico, segurança ao operador e instrumentos adequados de gestão pelo poder público.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na prática, modernizar o BRT pode exigir também modernizar o contrato.</p>
<h2>FRAGMENTAÇÃO DA GESTÃO ATRAPALHA</h2>
<p class="isSelectedEnd">A fragmentação institucional aparece como outro problema.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um mesmo corredor pode depender de prefeitura, governo estadual, órgão de trânsito, agência reguladora, empresa gestora e operadores privados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando esses agentes não trabalham de forma integrada, decisões relacionadas à infraestrutura, trânsito, operação, fiscalização, manutenção e investimentos podem seguir caminhos diferentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo identificou justamente essa dificuldade de articulação, inclusive na produção de dados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Informações fundamentais sobre demanda, oferta, investimentos, custos e receitas nem sempre puderam ser isoladas para os BRTs, pois muitas vezes estão misturadas às contas do sistema convencional de ônibus.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para a NTU, essa deficiência na governança dos dados é consequência, em parte, da própria fragmentação institucional das políticas de mobilidade.</p>
<h2>QUEM CONSTRÓI? NA MAIORIA DOS CASOS, O PODER PÚBLICO</h2>
<p class="isSelectedEnd">O levantamento também permite entender como os sistemas brasileiros foram construídos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na grande maioria, a infraestrutura ficou sob responsabilidade governamental.</p>
<p class="isSelectedEnd">A prefeitura participou da implantação em 12 dos 17 sistemas analisados, ou 70,6%, enquanto governos estaduais aparecem em cinco, ou 29,4%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Somente em um dos sistemas em operação analisados, Sorocaba, a concessionária ficou responsável pela implantação da infraestrutura do BRT.</p>
<p class="isSelectedEnd">O cenário é diferente quando se olha para os ônibus.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 14 sistemas, correspondentes a 82,4%, o fornecimento da frota ficou a cargo dos operadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Há três exceções, nas quais o poder público possui os veículos: o BRT Metropolitano de Belém, a Linha Verde de São José dos Campos e o sistema BRT do Rio de Janeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também em 14 dos 17 sistemas a propriedade da frota pertence aos operadores. A manutenção dos ônibus é de responsabilidade das empresas em 16 sistemas, ou 94,1% do universo pesquisado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O modelo predominante, portanto, pode ser resumido da seguinte maneira: governo constrói grande parte da infraestrutura e empresa privada disponibiliza, opera e mantém os ônibus.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas há variações importantes.</p>
<h2>OPERAÇÃO PRIVADA PREDOMINA; RIO É EXCEÇÃO</h2>
<p class="isSelectedEnd">A gestão do sistema permanece sob responsabilidade do poder público, seja por uma secretaria, empresa pública ou agência reguladora.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação, entretanto, é predominantemente privada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dos 17 sistemas analisados, 16, ou 94,1%, funcionam sob concessão comum. Apenas o BRT do Rio de Janeiro é operado diretamente por uma empresa pública municipal.</p>
<p class="isSelectedEnd">E mesmo entre as concessões existem modelos diferentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em dois sistemas, a contratação engloba exclusivamente a operação do corredor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em três, o mesmo contrato reúne o corredor estrutural e linhas alimentadoras.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na maioria, dez sistemas, correspondentes a 58,8%, o BRT faz parte do contrato mais amplo de todo o sistema de transporte coletivo da cidade ou região.</p>
<p class="isSelectedEnd">A própria abrangência das obrigações contratuais varia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação aparece nos 17 sistemas. A manutenção da infraestrutura faz parte da contratação em seis, ou 35,3%, e somente em um caso o contrato inclui também a implantação da infraestrutura.</p>
<h2>MANUTENÇÃO AINDA É, EM GRANDE PARTE, PÚBLICA</h2>
<p class="isSelectedEnd">Se a frota fica predominantemente com os operadores, a situação se inverte na infraestrutura.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os municípios são responsáveis pela manutenção em 11 sistemas, ou 64,7%, e os Estados aparecem em três.</p>
<p class="isSelectedEnd">Operadores do transporte coletivo ou concessionários específicos do BRT participam da manutenção em quatro sistemas, enquanto serviços terceirizados aparecem em dois. Como algumas responsabilidades são compartilhadas, os percentuais não são excludentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Há ainda uma divisão importante dentro do próprio conceito de manutenção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo quando empresas privadas cuidam de estações e terminais, a conservação das pistas normalmente permanece sob responsabilidade governamental.</p>
<p class="isSelectedEnd">É exatamente nesse ponto que o estudo alerta para a necessidade de uma governança mais clara: pista, estação, sinalização, semáforo, terminal e ônibus são partes de um único sistema operacional, ainda que pertençam a responsáveis diferentes.</p>
<h2>FLEXIBILIDADE É VANTAGEM, MAS TAMBÉM PODE SER ARMADILHA</h2>
<p class="isSelectedEnd">Uma das grandes diferenças do BRT em relação a metrôs e trens é a flexibilidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um ônibus não precisa permanecer no corredor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ele pode sair da infraestrutura segregada, circular em bairros e depois ingressar no eixo principal. Isso permite atender passageiros com menos necessidade de transferências e possibilita a implantação gradativa de uma rede.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas o próprio estudo alerta para o outro lado dessa vantagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Como os ônibus conseguem circular mesmo sem infraestrutura especializada, existe o risco de governos adotarem projetos simplificados demais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ideia de que “ônibus opera em qualquer lugar” pode fazer com que investimentos em pista, estações, terminais, controle operacional e manutenção sejam adiados ou reduzidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A NTU destaca que todos os sistemas avaliados trouxeram ganhos operacionais, especialmente aumento de velocidade e redução do tempo de viagem, mas considera que os resultados poderiam ser maiores com infraestrutura mais completa e melhor mantida.</p>
<h2>O QUE DEFINE UM BRT</h2>
<p class="isSelectedEnd">Pelo conceito utilizado no estudo, cinco características são fundamentais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O corredor deve ter pista ou faixa exclusiva, preferencialmente central; cobrança antecipada da tarifa; tratamento das interseções para reduzir interferências do trânsito; e plataforma que permita embarque em nível.</p>
<p class="isSelectedEnd">Podem ser agregados ainda ultrapassagens nas estações, serviços expressos, informação em tempo real aos passageiros, preferência semafórica e monitoramento permanente da frota.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na prática, quanto mais esses elementos são retirados de um projeto, mais ele se aproxima de um corredor convencional e se afasta de um BRT completo.</p>
<h2>BRT BRASILEIRO NASCEU ANTES MESMO DO TERMO BRT</h2>
<p class="isSelectedEnd">O estudo também mostra como esse modelo evoluiu ao longo de mais de cinco décadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A primeira fase ocorreu nas décadas de 1970 e 1980.</p>
<p class="isSelectedEnd">Curitiba inaugurou seus primeiros eixos Norte e Sul em 1974. Goiânia colocou em funcionamento o eixo Leste-Oeste em 1976. Outros corredores curitibanos vieram nos anos seguintes e o Corredor ABD, na Região Metropolitana de São Paulo, começou a operar em 1988.</p>
<p class="isSelectedEnd">Naquele momento, a própria denominação BRT ainda não era empregada como hoje. Eram fundamentalmente corredores estruturados e segregados para ônibus.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois houve praticamente duas décadas sem grande expansão desse modelo no País.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova fase ganhou força nos anos que antecederam a Copa do Mundo de 2014, quando diversas capitais implantaram projetos de transporte coletivo de maior capacidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir daí, o crescimento tornou-se mais contínuo, com pelo menos um novo sistema ou corredor entrando em operação em quase todos os anos analisados pelo levantamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">É possível visualizar essa evolução nos próprios projetos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Belo Horizonte inaugurou seus principais eixos do MOVE em 2014; o BRT de Brasília também começou naquele ano. Campinas colocou em operação os corredores Campo Grande em 2022, Ouro Verde em 2023 e Perimetral em 2024. Goiânia inaugurou o Norte-Sul em 2024, enquanto o BRT Metropolitano de Belém entrou na relação do estudo com implantação em 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">O modelo, portanto, deixou de ser apenas uma pista exclusiva e incorporou estações fechadas, embarque em nível, integração tarifária, veículos maiores, centros de controle, sistemas de informação e tecnologias de propulsão mais recentes.</p>
<h2>FROTA TAMBÉM EVOLUI</h2>
<p class="isSelectedEnd">Outra transformação aparece nos ônibus.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os veículos Padron estão presentes em 14 dos 17 sistemas pesquisados, enquanto articulados aparecem em 12. Há ainda superarticulados em cinco e biarticulados em dois sistemas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O diesel, entretanto, permanece predominante e está presente em 16 sistemas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A eletrificação começa a avançar. Segundo o levantamento, ônibus elétricos a bateria já aparecem em seis sistemas, embora somente a Linha Verde de São José dos Campos tenha frota totalmente elétrica entre os casos pesquisados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Corredor ABD também combina outras tecnologias, com trólebus e híbridos, e o sistema de Goiânia informou a utilização de ônibus movidos a biometano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Assim, a modernização de um BRT não envolve necessariamente construir outro corredor. Pode significar renovar os ônibus, eletrificar a frota, reformar estações, melhorar pavimento, instalar tecnologia de controle, reduzir interferências nos cruzamentos ou atualizar a própria forma de gestão.</p>
<h2>CENTROS DE CONTROLE GANHAM IMPORTÂNCIA</h2>
<p class="isSelectedEnd">A tecnologia operacional também ganhou relevância.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo encontrou centros de controle sob responsabilidade do poder público em sete sistemas e dos operadores em seis, podendo haver estruturas paralelas ou compartilhadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as funções identificadas estão acompanhamento em tempo real da localização da frota, comunicação com motoristas, integração com órgãos de trânsito e segurança e acesso a câmeras.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em sistemas de alta frequência, esse controle torna-se fundamental porque pequenos atrasos podem provocar concentração de ônibus, aumento dos intervalos e perda de capacidade do corredor.</p>
<h2>BRT PRECISA SE CONECTAR MELHOR COM QUEM CHEGA A PÉ OU DE BICICLETA</h2>
<p class="isSelectedEnd">Há também desafios fora da pista dos ônibus.</p>
<p class="isSelectedEnd">A integração com ciclovias ainda é pequena.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dos 35 corredores analisados, 26, equivalentes a 74,2%, não possuem infraestrutura cicloviária associada. Em oito, há ciclovia somente em parte do traçado e apenas em um corredor ela aparece ao longo de toda a extensão analisada.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo também chama a atenção para a necessidade de qualificar os acessos de pedestres e o entorno das estações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isso significa que a modernização de um BRT não pode olhar somente para o ônibus e para a pista: a experiência do passageiro começa no caminho até a estação.</p>
<h2>MAIS QUE UM CORREDOR, UMA REDE</h2>
<p class="isSelectedEnd">Outro desafio apontado é evitar que o BRT seja concebido isoladamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por se tratar de transporte de média e alta capacidade, o corredor deve funcionar como parte de uma rede hierarquizada, integrada a linhas alimentadoras, outros sistemas coletivos, bicicleta, deslocamentos a pé e, quando necessário, outros modos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo considera que a reorganização das redes de ônibus em torno dos BRTs ocorreu nos casos analisados, mas identifica pouco aproveitamento do potencial dos corredores para orientar projetos urbanísticos e requalificação das áreas do entorno.</p>
<p class="isSelectedEnd">Assim, cinco décadas depois dos primeiros corredores brasileiros, os desafios deixaram de ser apenas construir canaletas e comprar ônibus maiores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O BRT atual exige infraestrutura permanente, contratos próprios para sua complexidade, planejamento integrado, manutenção, renovação tecnológica, fontes estáveis de financiamento e uma divisão clara das responsabilidades entre poder público e operadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">A própria pesquisa reconhece que ainda faltam dados para medir de forma homogênea demanda, custos, receitas e investimentos dos diferentes sistemas. Isso limita comparações financeiras entre as cidades e, ao mesmo tempo, evidencia um dos desafios que o setor ainda precisa superar: saber com precisão quanto custa construir, operar, manter e modernizar um BRT ao longo de toda sua vida útil.</p>
<p>O estudo “BRT Brasil – Sistemas em operação nas cidades brasileiras” é uma publicação da NTU, com coordenação de Arlindo Fernandes e Marcos Pimentel Bicalho. O levantamento foi estruturado com dados documentais e entrevistas com gestores e operadores e analisa os sistemas em funcionamento nas cidades brasileiras.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Interdições no entorno do Anhembi alteram trânsito na zona Norte de São Paulo nesta segunda-feira (7) para desfile da Independência</title>
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    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 21:01:56 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trechos das avenidas Olavo Fontoura e Marginal Tietê serão bloqueados para o Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro; CET fará monitoramento entre 5h e 14h e algumas ruas terão operação em mão dupla ADAMO BAZANI Motoristas e passageiros que circulam pela região do Anhembi, na zona Norte de São Paulo, devem ficar atentos às interdições [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="774" height="478" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ttoyuyouuio.jpg?fit=774%2C478&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ttoyuyouuio.jpg?w=774&amp;ssl=1 774w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ttoyuyouuio.jpg?resize=300%2C185&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ttoyuyouuio.jpg?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ttoyuyouuio.jpg?resize=768%2C474&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ttoyuyouuio.jpg?resize=400%2C247&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 774px) 100vw, 774px" /> <div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p data-start="135" data-end="335"><em data-start="135" data-end="335">Trechos das avenidas Olavo Fontoura e Marginal Tietê serão bloqueados para o Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro; CET fará monitoramento entre 5h e 14h e algumas ruas terão operação em mão dupla</em></p>
<p data-start="337" data-end="355"><em data-start="337" data-end="355"><strong data-start="338" data-end="354">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p data-start="357" data-end="720">Motoristas e passageiros que circulam pela região do Anhembi, na zona Norte de São Paulo, devem ficar atentos às interdições previstas para esta segunda-feira, 7 de setembro de 2026. Para a realização do Desfile Cívico-Militar da Independência, serão bloqueados trechos da Avenida Olavo Fontoura, da pista local da Marginal Tietê e de ruas próximas ao Sambódromo.</p>
<p data-start="722" data-end="1164">A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) vai monitorar o trânsito entre 5h e 14h. Entre as principais mudanças estão o fechamento da Avenida Olavo Fontoura nos dois sentidos, entre a Ponte da Casa Verde e a Praça Campo de Bagatelle, e a interdição da pista local da Avenida Assis Chateaubriand, a Marginal Tietê, no sentido Castelo Branco, entre um ponto localizado cerca de 100 metros depois da Ponte das Bandeiras e a Ponte da Casa Verde.</p>
<p data-start="1166" data-end="1328">O Desfile Cívico-Militar será realizado no Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo, o Sambódromo do Anhembi, localizado entre as pontes das Bandeiras e Casa Verde.</p>
<p data-start="1330" data-end="1442">A região tem como principais acessos as avenidas Olavo Fontoura, Assis Chateaubriand, Braz Leme e Santos Dumont.</p>
<h2 data-section-id="5foya3" data-start="1444" data-end="1502">Avenida Olavo Fontoura será bloqueada nos dois sentidos</h2>
<p data-start="1504" data-end="1644">De acordo com a CET, a Avenida Olavo Fontoura ficará interditada nos dois sentidos entre a Ponte da Casa Verde e a Praça Campo de Bagatelle.</p>
<p data-start="1646" data-end="1771">Também haverá bloqueio da pista local da Marginal Tietê, oficialmente Avenida Assis Chateaubriand, no sentido Castelo Branco.</p>
<p data-start="1773" data-end="1888">A interdição começará aproximadamente 100 metros depois da Ponte das Bandeiras e seguirá até a Ponte da Casa Verde.</p>
<p data-start="1890" data-end="2058">Por envolver dois importantes eixos de circulação da zona Norte, as mudanças podem provocar reflexos também nas vias próximas ao Anhembi durante a realização do evento.</p>
<h2 data-section-id="zkevfs" data-start="2060" data-end="2116">Ruas próximas ao Sambódromo também serão interditadas</h2>
<p data-start="2118" data-end="2171">Os bloqueios também atingirão vias locais do entorno.</p>
<p data-start="2173" data-end="2315">Serão interditadas a Rua Brazelisa Alves de Carvalho, Rua Anita Malfatti, Rua Melo Nogueira, Rua Luciano Prata e Rua Reinaldo Affonso Galucci.</p>
<p data-start="2317" data-end="2418">Segundo a CET, mesmo com as restrições, será preservado o acesso dos moradores aos imóveis da região.</p>
<p data-start="2420" data-end="2503">A Rua Professor Milton Rodrigues também terá bloqueio no sentido da Marginal Tietê.</p>
<h2 data-section-id="am2stu" data-start="2505" data-end="2565">Duas ruas passam temporariamente a funcionar em mão dupla</h2>
<p data-start="2567" data-end="2703">A partir das 6h desta segunda-feira, haverá mudança temporária de circulação nas ruas Marechal Leitão de Carvalho e Massinet Sorcinelli.</p>
<p data-start="2705" data-end="2749">As duas vias passarão a operar em mão dupla.</p>
<p data-start="2751" data-end="2953">Segundo a CET, a medida será adotada para melhorar o acesso ao estacionamento do Anhembi e permitir a operação do Atende, serviço de transporte destinado a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.</p>
<p data-start="2955" data-end="3033">A configuração especial permanecerá durante a operação montada para o desfile.</p>
<h2 data-section-id="yw4l6g" data-start="3035" data-end="3096">Motorista deve evitar o entorno do Anhembi durante a manhã</h2>
<p data-start="3098" data-end="3226">A orientação é que quem não tiver como destino o Sambódromo procure evitar a região entre o início da manhã e o começo da tarde.</p>
<p data-start="3228" data-end="3458">Além das interdições diretamente relacionadas ao evento, a concentração de público e os desvios podem aumentar o movimento nas avenidas Braz Leme e Santos Dumont e em outras vias utilizadas como alternativas ao entorno do Anhembi.</p>
<p data-start="3460" data-end="3587">A CET fará o acompanhamento da operação viária até as 14h, quando está previsto o encerramento do esquema especial de trânsito.</p>
<p data-start="3589" data-end="3648" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="3589" data-end="3648" data-is-last-node=""><strong data-start="3590" data-end="3647">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Corredor ferroviário Minas-Rio vai a leilão em 17 de dezembro</title>
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    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 20:30:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trecho tem 733 quilômetros de extensão; leilão deve ser tornar referência para futuros chamamentos públicos VINÍCIUS DE OLIVEIRA Após a aprovação do edital do Corredor Minas-Rio, o leilão da concessão da ferrovia foi marcado para o dia 17 de dezembro de 2026. Em cinco anos, esse é o primeiro leilão ferroviário a ser realizado. O [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="612" height="354" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/12aae8a3-e95c-4d62-8e9e-23e7f7a2c300-e1788636038548.jpeg?fit=612%2C354&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/12aae8a3-e95c-4d62-8e9e-23e7f7a2c300-e1788636038548.jpeg?w=612&amp;ssl=1 612w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/12aae8a3-e95c-4d62-8e9e-23e7f7a2c300-e1788636038548.jpeg?resize=300%2C174&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/12aae8a3-e95c-4d62-8e9e-23e7f7a2c300-e1788636038548.jpeg?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/12aae8a3-e95c-4d62-8e9e-23e7f7a2c300-e1788636038548.jpeg?resize=400%2C231&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px" /> <p><em>Trecho tem 733 quilômetros de extensão; leilão deve ser tornar referência para futuros chamamentos públicos</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Após a aprovação do edital do Corredor Minas-Rio, o leilão da concessão da ferrovia foi marcado para o dia 17 de dezembro de 2026. Em cinco anos, esse é o primeiro leilão ferroviário a ser realizado.</p>
<p>O trecho tem 733 quilômetros de extensão e hoje é operado pela Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). De acordo com o edital, o trecho será dividido em dois lotes: o primeiro entre Iguatema (MG) e Barra Mansa (RJ), com ramal entre Varginha (MG) e Lavras (MG); o segundo entre Barra Mansa e Angra dos Reis (RJ).</p>
<p>A nova concessionária assumirá a manutenção, recuperação e modernização de toda a infraestrutura, com prazo de até dois anos para apresentar um plano de recapacitação da ferrovia.</p>
<p>O leilão deve se tornar referência para os futuros chamamentos públicos de autorização ferroviária em trilhos ociosos ou parcialmente abandonados.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Passagens de ônibus intermunicipais em Minas Gerais terão reajuste entre 6,7% e de até 7,5 % a partir de terça-feira (08)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/05/passagens-de-onibus-intermunicipais-em-minas-gerais-terao-reajuste-entre-67-e-de-ate-75-a-partir-de-terca-feira-08/</link>
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    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 19:26:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Governo de Minas Gerais atualizou a base tarifária do transporte rodoviário intermunicipal; aumento é de 6,705% nos serviços em rodovias pavimentadas e chega a 7,496% nos convencionais que circulam por vias não pavimentadas. Tarifas mínimas passam a R$ 5,90 no convencional e R$ 5,75 no comercial ADAMO BAZANI As passagens dos ônibus rodoviários intermunicipais de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="705" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_2026-09-05-16-17-46-434_com.android.chrome-edit7E2.jpg?fit=1024%2C705&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_2026-09-05-16-17-46-434_com.android.chrome-edit7E2.jpg?w=1202&amp;ssl=1 1202w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_2026-09-05-16-17-46-434_com.android.chrome-edit7E2.jpg?resize=300%2C207&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_2026-09-05-16-17-46-434_com.android.chrome-edit7E2.jpg?resize=1024%2C705&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_2026-09-05-16-17-46-434_com.android.chrome-edit7E2.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_2026-09-05-16-17-46-434_com.android.chrome-edit7E2.jpg?resize=768%2C529&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Screenshot_2026-09-05-16-17-46-434_com.android.chrome-edit7E2.jpg?resize=400%2C276&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Governo de Minas Gerais atualizou a base tarifária do transporte rodoviário intermunicipal; aumento é de 6,705% nos serviços em rodovias pavimentadas e chega a 7,496% nos convencionais que circulam por vias não pavimentadas. Tarifas mínimas passam a R$ 5,90 no convencional e R$ 5,75 no comercial</em><br><br><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br><br>As passagens dos ônibus rodoviários intermunicipais de Minas Gerais terão novos valores a partir de 0h de terça-feira, 8 de setembro de 2026. O Governo do Estado autorizou reajuste de 6,705% para os serviços que operam em rodovias pavimentadas e de 7,496% para os serviços convencionais que circulam por rodovias não pavimentadas. A medida atinge o transporte entre municípios sob responsabilidade do Estado e foi oficializada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra). <br><br>A mudança consta da Resolução Seinfra nº 49, de 4 de setembro de 2026, publicada no Diário Oficial de Minas Gerais deste sábado (05). Além dos percentuais de reajuste, o ato estabelece novos coeficientes por quilômetro e por passageiro para diferentes padrões de serviço, como convencional, comercial, leito, semileito e executivo, e fixa as tarifas mínimas em R$ 5,90 para o serviço convencional e R$ 5,75 para o comercial. Pedágios, balsas e taxas cobradas para embarque em terminais não estão incluídos nos coeficientes e, quando aplicáveis, podem compor o preço final pago pelo passageiro.  <br><br><strong>Quanto será o reajuste</strong><br><br>A resolução diferencia o percentual conforme a condição da rodovia utilizada pelo serviço.<br><br>Tipo de operação	Reajuste<br><br>Rodovia pavimentada	6,705%<br>Convencional em via não pavimentada	7,496%<br><br><br>Os percentuais estão expressamente definidos no ato da Seinfra. A nova base passa a valer às 0h de 8 de setembro de 2026. <br><br>Assim, o passageiro não deve interpretar a medida como um aumento único de 7,496% para todas as linhas. O percentual maior é reservado aos serviços convencionais em rodovias não pavimentadas. Para os serviços que operam em vias pavimentadas, o reajuste determinado é de 6,705%.<br><br><strong>Como isso pode aparecer no preço da passagem</strong><br><br>Em uma comparação exclusivamente matemática, para mostrar o efeito dos percentuais, uma tarifa que tivesse como base R$ 100 teria acréscimo de R$ 6,71 com reajuste de 6,705%, passando para aproximadamente R$ 106,71.<br><br>Se fosse aplicável o percentual de 7,496%, os mesmos R$ 100 passariam para aproximadamente R$ 107,50.<br><br>Essa conta é apenas ilustrativa. O preço efetivo de cada ligação depende da base tarifária, distância, enquadramento do serviço e dos demais componentes previstos para cada viagem.<br><br>Além disso, a própria resolução ressalta que os coeficientes publicados não incluem eventuais valores de pedágio, balsa e taxa de embarque em terminal rodoviário. <br><br><strong>O que é a base tarifária</strong><br><br>A Seinfra não publicou simplesmente uma relação com o novo preço individual de cada passagem.<br><br>A resolução altera a chamada base tarifária utilizada para calcular os preços máximos das passagens do transporte coletivo rodoviário intermunicipal.<br><br>O Estado estabelece coeficientes em reais por quilômetro por passageiro, diferenciados conforme o padrão do serviço e, em determinados casos, pelo tipo de piso da rodovia.<br><br>Esses coeficientes servem como referência para chegar ao valor máximo da tarifa que pode ser cobrada do passageiro pagante. A resolução determina expressamente que a nova base será utilizada tanto no cálculo dos preços das passagens quanto na fixação das tarifas mínimas. <br><br><strong>Novos coeficientes para convencional e comercial</strong><br><br>Entre os principais valores publicados estão:<br><br>Serviço	Coeficientes R$/km/passageiro<br><br>Convencional A	0,474563 / 0,585642 / 0,676355<br>Convencional B	0,593306 / 0,732155 / 0,845556<br>Comercial	0,478355 / 0,478355<br>Comercial isento de ICMS	0,445155 / 0,445155<br><br><br>A tabela oficial apresenta as categorias de piso como I, II e III, conforme a disponibilidade para cada modalidade. O texto publicado da resolução não traz, nesse trecho, uma descrição adicional do significado de cada categoria de piso, razão pela qual o Diário do Transporte mantém a nomenclatura exatamente como consta no ato oficial. <br><br><strong>Leito, semileito e executivo também têm novos coeficientes</strong><br><br>A atualização alcança diferentes padrões de viagem oferecidos pelas empresas intermunicipais.<br><br>Padrão	R$/km/passageiro<br><br>Leito	1,105710<br>Convencional Executivo	0,697775<br>Semi Leito	0,851475<br>Comercial Executivo	0,576498<br>Comercial Executivo isento de ICMS	0,536478<br><br> <br>O coeficiente não deve ser confundido com o preço final da passagem. Ele é um dos elementos utilizados na formação da tarifa, expresso em reais por quilômetro por passageiro.<br><br><strong>Resolução também traz coeficientes metropolitanos</strong><br><br>Embora a Resolução nº 49 trate da base tarifária do transporte coletivo rodoviário intermunicipal, o anexo também apresenta coeficientes identificados como comerciais metropolitanos.<br><br>Os valores publicados são:<br><br>Serviço	R$/km/passageiro<br><br>Comercial Metropolitano	0,460882<br>Metropolitano isento de ICMS	0,428893<br>Metropolitano Executivo	0,555435<br>Executivo Metropolitano isento de ICMS	0,516875<br><br><strong>Tarifas mínimas passam a R$ 5,90 e R$ 5,75</strong><br><br>Outro ponto importante do ato é a definição do menor valor tarifário admitido para duas categorias.<br><br><strong>Serviço	Tarifa mínima</strong><br><br>Convencional	R$ 5,90<br>Comercial	R$ 5,75<br><br><br>Os valores constam do Anexo Único da resolução e também entram no conjunto da nova base tarifária. <br><br>Isso significa que, independentemente da distância e do cálculo realizado a partir dos coeficientes aplicáveis, o sistema passa a ter esses valores mínimos para as respectivas categorias.<br><br>Pedágio não está incluído no percentual-base<br><br>Um detalhe com impacto direto para o passageiro está no parágrafo primeiro da resolução.<br><br>A Seinfra estabelece que os coeficientes são utilizados para calcular o valor máximo das tarifas cobradas dos passageiros pagantes, mas determina que não estão incluídos, quando houver:<br><br>pedágios;<br><br>balsas;<br><br>taxas de embarque em terminais rodoviários.<br><br><br>Por isso, dependendo da linha e do itinerário, o valor efetivamente cobrado não é obtido simplesmente aplicando 6,705% ou 7,496% sobre qualquer preço apresentado isoladamente pelo passageiro.<br><br><strong>Taxa de embarque é um componente separado</strong><br><br>A distinção é especialmente importante porque, na mesma edição do Diário Oficial, a Seinfra publicou outro ato reajustando a tarifa de embarque do Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro, o TERGIP, em Belo Horizonte (MG), para R$ 7,88.<br><br>Neste caso, a nova taxa entra em vigor em data diferente: 0h de 12 de setembro de 2026. <br><br>Portanto, são duas medidas distintas: o reajuste da base das tarifas do transporte intermunicipal começa no dia 8 de setembro, enquanto o novo valor de embarque do terminal rodoviário de Belo Horizonte (MG) passa a valer no dia 12.<br><br>Essa separação é relevante porque a própria Resolução nº 49 estabelece que taxas de embarque em terminais não estão incorporadas aos coeficientes tarifários das passagens. <br><br><strong>Quando começam os novos preços</strong><br><br>A Resolução nº 49 foi assinada em Belo Horizonte (MG), em 4 de setembro de 2026, pelo secretário estadual de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias, Pedro Bruno Barros de Souza.<br><br>O texto determina expressamente que a atualização entre em vigor às 0h de terça-feira, 8 de setembro de 2026. <br><br>A publicação tem como fundamento, entre outras normas, a Lei Estadual nº 24.313, de 28 de abril de 2023, o Decreto nº 48.665, de 26 de janeiro de 2023, e o Decreto nº 44.603, de 22 de agosto de 2007, que contém o Regulamento do Serviço de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal e Metropolitano do Estado de Minas Gerais, o RSTC. <br><br><strong>RESUMO PARA O PASSAGEIRO</strong><br><br>O que muda	:<br>Reajuste em vias pavimentadas	6,705%<br>Convencional em vias não pavimentadas	7,496%<br>Início	08/09/2026, às 0h<br>Tarifa mínima convencional	R$ 5,90<br>Tarifa mínima comercial	R$ 5,75<br>Pedágio incluído no coeficiente?	Não<br>Balsa incluída?	Não<br>Taxa de terminal incluída?	Não<br><br><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Mobi-Rio homologa seleção de 54 profissionais para manutenção e operação de ônibus e readequa postos de supervisores no BRT Transcarioca</title>
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    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 19:01:07 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Processo seletivo reúne ajudantes de mecânico, borracheiros, eletricistas, lanterneiros, manobreiros, mecânicos e pintores, com salários de até R$ 3.420,16; companhia também altera contrato de supervisão do Lote 3 do BRT ADAMO BAZANI A Mobi-Rio homologou o resultado final de um processo seletivo simplificado com 54 profissionais classificados para funções ligadas à manutenção e à operação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="781" height="542" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/mobvot.jpg?fit=781%2C542&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/mobvot.jpg?w=781&amp;ssl=1 781w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/mobvot.jpg?resize=300%2C208&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/mobvot.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/mobvot.jpg?resize=768%2C533&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/mobvot.jpg?resize=400%2C278&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 781px) 100vw, 781px" /> <div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p data-start="142" data-end="364"><em data-start="142" data-end="364">Processo seletivo reúne ajudantes de mecânico, borracheiros, eletricistas, lanterneiros, manobreiros, mecânicos e pintores, com salários de até R$ 3.420,16; companhia também altera contrato de supervisão do Lote 3 do BRT</em></p>
<p data-start="366" data-end="384"><strong data-start="366" data-end="384"><em data-start="368" data-end="382">ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p data-start="386" data-end="826">A Mobi-Rio homologou o resultado final de um processo seletivo simplificado com 54 profissionais classificados para funções ligadas à manutenção e à operação da frota de ônibus da companhia, incluindo mecânicos, borracheiros, eletricistas veiculares, lanterneiros, pintores, ajudantes de mecânico e manobreiros. As remunerações divulgadas variam de R$ 1.655,89 a R$ 3.420,16, de acordo com a atividade.</p>
<p data-start="828" data-end="1244">Na mesma edição do Diário Oficial do Município desta sexta-feira, 4 de setembro de 2026, a empresa pública também publicou uma alteração em contrato relacionado ao Lote 3 do BRT Transcarioca. O aditivo prevê readequação dos postos da função de supervisor e acrescenta R$ 42.261,12 ao instrumento contratual, numa mudança equivalente a aproximadamente 0,62% do valor do contrato.</p>
<h3 data-section-id="17txf7j" data-start="1246" data-end="1305">Seleção contempla nove funções de manutenção e operação</h3>
<p data-start="1307" data-end="1511">O processo seletivo foi aberto para contratação por tempo determinado para atender necessidade temporária de excepcional interesse público na Companhia Municipal de Transportes Coletivos, a CMTC/Mobi-Rio.</p>
<p data-start="1513" data-end="1842">A publicação desta sexta-feira homologa o resultado final dos candidatos classificados. Isso não significa, por si só, que todos os 54 profissionais já tenham sido admitidos: a homologação conclui a etapa de classificação, e as contratações dependem dos procedimentos seguintes da companhia.</p>
<p data-start="1844" data-end="1891">A relação está distribuída da seguinte maneira:</p>
<ul data-start="1893" data-end="2110">
<li data-section-id="1wcvpqd" data-start="1893" data-end="1920">13 ajudantes de mecânico;</li>
<li data-section-id="1bbe51q" data-start="1921" data-end="1938">8 borracheiros;</li>
<li data-section-id="t71fi0" data-start="1939" data-end="1967">2 eletricistas veiculares;</li>
<li data-section-id="1eh04bu" data-start="1968" data-end="1985">5 lanterneiros;</li>
<li data-section-id="18ngt2n" data-start="1986" data-end="2003">12 manobreiros;</li>
<li data-section-id="1pqeclz" data-start="2004" data-end="2018">5 mecânicos;</li>
<li data-section-id="16j1vm" data-start="2019" data-end="2057">1 mecânico de refrigeração veicular;</li>
<li data-section-id="1dvm468" data-start="2058" data-end="2085">2 mecânicos de suspensão;</li>
<li data-section-id="1buyj19" data-start="2086" data-end="2110">6 pintores veiculares.</li>
</ul>
<p data-start="2112" data-end="2142">Ao todo, são 54 classificados.</p>
<h3 data-section-id="30nv9o" data-start="2144" data-end="2177">Salários chegam a R$ 3.420,16</h3>
<p data-start="2179" data-end="2262">A menor remuneração divulgada é para ajudante de mecânico, no valor de R$ 1.655,89.</p>
<p data-start="2264" data-end="2358">Para eletricista veicular, lanterneiro e pintor veicular, o salário indicado é de R$ 2.880,49.</p>
<p data-start="2360" data-end="2477">Os borracheiros têm remuneração de R$ 3.024,50, enquanto mecânicos e mecânicos de suspensão aparecem com R$ 3.175,72.</p>
<p data-start="2479" data-end="2619">Os maiores valores publicados são de R$ 3.420,16 para manobreiros e mecânico de refrigeração veicular.</p>
<p data-start="2621" data-end="2823">As escolaridades exigidas ou apresentadas variam de acordo com as funções e os candidatos classificados, indo de ensino fundamental incompleto a candidatos que declararam estar cursando ensino superior.</p>
<h3 data-section-id="19vgiv0" data-start="2825" data-end="2881">Manutenção própria envolve diferentes especialidades</h3>
<p data-start="2883" data-end="3030">A variedade de cargos mostra que a estrutura operacional da Mobi-Rio envolve atividades que vão além da manutenção mecânica tradicional dos ônibus.</p>
<p data-start="3032" data-end="3260">Há funções voltadas à suspensão, refrigeração e sistemas elétricos, além de funilaria, pintura, pneus e apoio mecânico. Os manobreiros, por sua vez, estão ligados à movimentação e organização dos veículos nas áreas operacionais.</p>
<p data-start="3262" data-end="3451">A composição é compatível com uma operação de grande porte, na qual os ônibus precisam ser submetidos continuamente a manutenção preventiva e corretiva para manter disponibilidade de frota.</p>
<p data-start="3453" data-end="3599">A edição desta sexta-feira, entretanto, não informa no ato de homologação em quais garagens, corredores ou bases cada profissional será destinado.</p>
<h3 data-section-id="1vtrc8x" data-start="3601" data-end="3662">Contrato do Transcarioca terá readequação de supervisores</h3>
<p data-start="3664" data-end="3793">Paralelamente ao processo seletivo, a Mobi-Rio publicou um termo aditivo ao contrato mantido com a Plena Locação e Serviços Ltda.</p>
<p data-start="3795" data-end="3926">A alteração é especificamente relacionada aos postos do cargo de supervisor no Lote 3, identificado no documento como Transcarioca.</p>
<p data-start="3928" data-end="4080">Segundo a publicação, a mudança representa aproximadamente 0,62% do valor contratual e corresponde a R$ 42.261,12.</p>
<p data-start="4082" data-end="4149">O contrato original decorre de pregão eletrônico realizado em 2025.</p>
<p data-start="4151" data-end="4352">A publicação não informa quantos postos de supervisor existiam anteriormente, quantos serão mantidos ou acrescentados depois da readequação nem o número total de profissionais abrangidos pelo contrato.</p>
<p data-start="4354" data-end="4602">Por isso, com base apenas no extrato divulgado, não é possível afirmar que a Mobi-Rio esteja aumentando ou reduzindo o quadro de supervisores. O que o documento confirma é uma alteração quantitativa na estrutura de postos do Lote 3 do Transcarioca.</p>
<h3 data-section-id="1pacxd5" data-start="4604" data-end="4675">Seleção interna e contrato terceirizado atuam em frentes diferentes</h3>
<p data-start="4677" data-end="4822">As duas medidas publicadas envolvem reforço ou reorganização de recursos humanos associados à operação da Mobi-Rio, mas têm naturezas diferentes.</p>
<p data-start="4824" data-end="4962">O processo seletivo é destinado à contratação temporária direta de profissionais pela companhia para funções operacionais e de manutenção.</p>
<p data-start="4964" data-end="5127">Já o caso do Transcarioca envolve um contrato com empresa prestadora de serviços e uma alteração na quantidade de postos de supervisão previstos nesse instrumento.</p>
<p data-start="5129" data-end="5276">Assim, os 54 classificados no processo seletivo não devem ser confundidos com os supervisores abrangidos pelo contrato da Plena Locação e Serviços.</p>
<p data-start="5278" data-end="5337" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="5278" data-end="5337" data-is-last-node=""><em data-start="5280" data-end="5335">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Linhas 11-Coral, 12-Safira e Expresso Aeroporto sofrem mudanças no atendimento na noite deste sábado (05)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/05/linhas-11-coral-12-safira-e-expresso-aeroporto-sofrem-mudancas-no-atendimento-na-noite-deste-sabado-05/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Alterações nas operações ocorrem durante obras de manutenção, melhorias de infraestrutura e modernização ao longo da via férrea VINÍCIUS DE OLIVEIRA As linhas administradas pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) sofrem alterações na circulação dos trens neste sábado, 05 de setembro. As intervenções são necessárias para a realização de obras de manutenção, melhorias de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?fit=800%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Alterações nas operações ocorrem durante obras de manutenção, melhorias de infraestrutura e modernização ao longo da via férrea</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>As linhas administradas pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) sofrem alterações na circulação dos trens neste sábado, 05 de setembro.</p>
<p>As intervenções são necessárias para a realização de obras de manutenção, melhorias de infraestrutura e modernização ao longo da via férrea.</p>
<p>Confira o cronograma detalhado da operação:</p>
<p>Durante todo o sábado, as linhas administradas pela CPTM operarão com intervalos médios programados para o dia.</p>
<p><strong>Linha 11-Coral</strong></p>
<p>&#8211; Das 21h às 23h30, os trens circularão por via única no trecho entre as estações Guaianases e Ferraz de Vasconcelos para a substituição de Aparelho de Mudança de Via (AMV).</p>
<p>&#8211; Das 23h30 até o fim da operação, a circulação estará interrompida entre as estações Brás e Tatuapé para obras no Viaduto Guadalajara. Passageiros na Estação Palmeiras-Barra Funda, Luz e Brás que desejam seguir no sentido Tatuapé deverão utilizar a Linha 3-Vermelha do Metrô. No sentido oposto, passageiros vindos das estações entre Calmon Viana e Tatuapé com destino a Palmeiras-Barra Funda também deverão fazer a transferência para a linha metroviária.</p>
<p><strong>Linha 12-Safira</strong></p>
<p>&#8211; Das 23h30 até o fim da operação, com a interrupção da circulação no trecho entre Brás e Tatuapé para as obras de manutenção, os passageiros deverão realizar a transferência para a Linha 3-Vermelha do Metrô para prosseguir viagem.</p>
<p><strong>Expresso Aeroporto</strong></p>
<p>&#8211; Das 23h até o fim da operação, o serviço direto estará suspenso (afetando as duas últimas partidas). Como alternativa para chegar às estações Guarulhos-CECAP e Aeroporto-Guarulhos, os passageiros devem utilizar a Linha 3-Vermelha do Metrô até Tatuapé, transferir-se para a Linha 12-Safira até Engenheiro Goulart e embarcar nos trens da Linha 13-Jade.</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>CPTM arrecada R$ 2,56 milhões com leilão de sucatas e materiais inservíveis</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/05/cptm-arrecada-r-256-milhoes-com-leilao-de-sucatas-e-materiais-inserviveis/</link>
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    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 17:00:12 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Terceiro certame realizado pela companhia em 2026 teve 59 lotes arrematados e registrou ágio médio de 29% sobre os valores iniciais YURI SENA A CPTM arrecadou R$ 2,56 milhões com a venda de materiais considerados inservíveis durante o terceiro leilão realizado pela companhia neste ano. O certame ocorreu na quarta-feira (2) e incluiu diferentes tipos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/unnamed-4.jpg?fit=800%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/unnamed-4.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/unnamed-4.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/unnamed-4.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/unnamed-4.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/unnamed-4.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Terceiro certame realizado pela companhia em 2026 teve 59 lotes arrematados e registrou ágio médio de 29% sobre os valores iniciais</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CPTM arrecadou R$ 2,56 milhões com a venda de materiais considerados inservíveis durante o terceiro leilão realizado pela companhia neste ano. O certame ocorreu na quarta-feira (2) e incluiu diferentes tipos de ativos que não têm mais utilização nas atividades da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dos 83 lotes colocados à venda, 59 receberam lances e foram arrematados. Os outros 24 deverão voltar a ser oferecidos em futuros leilões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a CPTM, os lotes vendidos alcançaram, em média, valores 29% superiores aos preços mínimos definidos inicialmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os materiais que tiveram maior valorização estão as sucatas metálicas em geral, com ágio médio de 36%, e o cobre, que registrou acréscimo médio de 32%. Também foram comercializadas sucatas ferrosas provenientes da via permanente e dormentes de madeira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A venda desses materiais representa uma fonte de receita não tarifária para a companhia e faz parte da gestão de ativos que deixaram de ter utilidade operacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do retorno financeiro, a CPTM destaca o aproveitamento ambiental dos materiais comercializados. A destinação dos itens permite sua reutilização ou reciclagem, evitando que os resíduos sejam descartados de forma inadequada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a companhia, esse processo também contribui para reduzir a necessidade de utilização de novos recursos naturais e o volume de materiais encaminhados aos aterros sanitários.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Linha 11-Coral da CPTM tem operação normalizada após ato de vandalismo entre Calmon Viana e Estudantes</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 16:10:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circularam temporariamente com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as estações Guaianases e Estudantes VINÍCIUS DE OLIVEIRA A linha 11-Coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) teve a operação normalizada neste sábado, 05 de setembro. Os trens circularam temporariamente com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as estações Guaianases [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/05/linha-11-e1748363969888.jpg?fit=800%2C534&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Trens circularam temporariamente com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as estações Guaianases e Estudantes</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A linha 11-Coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) teve a operação normalizada neste sábado, 05 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os trens circularam temporariamente com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as estações Guaianases e Estudantes após cabos da via férrea serem cortados na região de Calmon Viana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota ao <strong>Diário do Transporte</strong>, a concessionária informou que a equipe de manutenção foi acionada para reestabelecer o serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;A circulação da Linha 11-Coral é normal neste sábado (05/09).</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Entre 9h05 e 12h50, os trens circularam com restrição de velocidade e maior tempo parada no trecho entre as estações Guainases e Estudantes devido a ato de vandalismo (corte de cabos) na região de Calmon Viana. A ocorrência será registrada no Distrito Policial de Ferraz de Vasconcelos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A CPTM lamenta o transtorno e ressalta que atos de vandalismo e furto de cabos prejudicam diretamente milhares de passageiros que dependem do sistema. Para coibir esses crimes ao longo dos seus 142 km de vias, a companhia tem intensificado as medidas de segurança. Entre as ações implementadas estão o monitoramento em tempo real pela Central de Segurança Patrimonial, o uso de 160 câmeras corporais (bodycams) pelos agentes e o convênio da Dejem com a Polícia Militar para o reforço do policiamento em trens e estações.&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  <item>
    <title>BRT Expresso Rock in Rio transporta 30 mil pessoas no primeiro dia de festival</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Prefeitura recomenda o uso do transporte público como a melhor opção para chegar à Cidade do Rock; operação especial tem compra e acesso ao serviço realizados pelo Jaé VINÍCIUS DE OLIVEIRA O BRT Expresso Rock in Rio transportou 30 mil pessoas nesta sexta-feira (4/9), primeiro dia do Rock in Rio 2026. A operação especial preparada [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="754" height="503" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/trbr6670.png?fit=754%2C503&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/trbr6670.png?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/trbr6670.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/trbr6670.png?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/trbr6670.png?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 754px) 100vw, 754px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Prefeitura recomenda o uso do transporte público como a melhor opção para chegar à Cidade do Rock; operação especial tem compra e acesso ao serviço realizados pelo Jaé</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O BRT Expresso Rock in Rio transportou 30 mil pessoas nesta sexta-feira (4/9), primeiro dia do Rock in Rio 2026. A operação especial preparada pela Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) e da MOBI-Rio, oferece serviços diretos e semidiretos para facilitar o deslocamento do público até a Cidade do Rock, no Parque Olímpico. A operação conta com o aplicativo do Jaé para a compra dos bilhetes e o acesso aos serviços especiais por meio de QR Code.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem vai ao festival, a Prefeitura recomenda o uso do transporte público como a melhor opção de deslocamento, facilitando a chegada e a saída do Parque Olímpico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O serviço seguirá disponível nos demais dias do Rock in Rio — 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro — com três linhas especiais:</p>



<p class="wp-block-paragraph">* SE008: Terminal Jardim Oceânico x Terminal Centro Olímpico (direto);<br />* SE009: Terminal Alvorada x Estação Morro do Outeiro (direto);<br />* SE010: Terminal Paulo da Portela x Estação Morro do Outeiro (semidireto), com paradas na Praça Seca, Tanque e Taquara.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bilhetes pelo aplicativo Jaé</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O bilhete do BRT Expresso Rock in Rio custa R$ 29 por pessoa e por dia, dando direito à ida e à volta ou apenas ao retorno do festival. A compra é feita exclusivamente pelo aplicativo Jaé, utilizando o saldo da Conta Transporte, que pode ser recarregado por Pix ou cartão de crédito. Não é possível realizar a compra utilizando saldo de Vale-Transporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada conta Jaé pode adquirir até 10 bilhetes para cada dia do evento, permitindo a compra para familiares e amigos. O passageiro deve selecionar previamente a data em que utilizará o serviço. O QR Code é válido exclusivamente para o dia escolhido e as gratuidades previstas no sistema Jaé não são aplicáveis ao BRT Expresso Rock in Rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para comprar, o passageiro deve acessar o aplicativo Jaé, selecionar a opção “BRT Expresso Rock in Rio – venda”, clicar em “Comprar bilhete”, escolher a quantidade de pessoas e a data do festival, realizar o pagamento com o saldo da Conta Transporte e confirmar a compra. O pedido ficará disponível na área “Meus Pedidos” do aplicativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pulseira garante o embarque na volta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ida para o festival, o passageiro deve apresentar o QR Code do BRT Expresso Rock in Rio para realizar o embarque. Ao desembarcar no Terminal Centro Olímpico ou na Estação Morro do Outeiro, será direcionado para uma tenda próxima à entrada da Cidade do Rock.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No local, o QR Code da compra do serviço especial será validado e o passageiro receberá uma pulseira individual, que deverá ser colocada no momento da validação e será utilizada para o embarque nos serviços especiais de retorno. A pulseira é válida exclusivamente para aquele dia do festival.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem optar por utilizar o BRT Expresso Rock in Rio apenas na volta também poderá embarcar mediante a compra do bilhete especial, no valor de R$ 29, exclusivamente pelo aplicativo Jaé.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Cobrança do WhatsApp Business muda a partir de outubro e vai trazer mais custos para empresas de ônibus que vendem passagens por esta plataforma</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 15:35:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[De acordo com especialista em mercado rodoviário, Ilo Löbel da Luz, uma operação que troca 10 mil mensagens de atendimento por mês, entre confirmação de reserva, aviso de atraso, tratativa de reembolso e suporte de SAC, passa a gastar cerca de R$ 350 mensais ADAMO BAZANI A partir de 1º de outubro de 2026, empresas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="789" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-05-at-12.28.59.jpeg?fit=1024%2C789&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-05-at-12.28.59.jpeg?w=1599&amp;ssl=1 1599w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-05-at-12.28.59.jpeg?resize=300%2C231&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-05-at-12.28.59.jpeg?resize=1024%2C789&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-05-at-12.28.59.jpeg?resize=150%2C116&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-05-at-12.28.59.jpeg?resize=768%2C592&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-05-at-12.28.59.jpeg?resize=1536%2C1183&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-05-at-12.28.59.jpeg?resize=400%2C308&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p data-start="149" data-end="409"><em data-start="149" data-end="409">De acordo com especialista em mercado rodoviário, Ilo Löbel da Luz, uma operação que troca 10 mil mensagens de atendimento por mês, entre confirmação de reserva, aviso de atraso, tratativa de reembolso e suporte de SAC, passa a gastar cerca de R$ 350 mensais</em></p>
<p data-start="411" data-end="429"><em data-start="411" data-end="429"><strong data-start="412" data-end="428">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p data-start="431" data-end="1034">A partir de 1º de outubro de 2026, empresas de ônibus que utilizam a API oficial do WhatsApp Business, atualmente chamada de WhatsApp Business Platform, para vendas, atendimento, chatbots e integração com sistemas corporativos terão uma nova despesa: mensagens de serviço enviadas em resposta aos passageiros dentro da janela de atendimento de 24 horas passarão a ser cobradas pela Meta. Também deixarão de ser gratuitos os modelos de mensagens de utilidade enviados dentro dessa mesma janela. A cobrança será por mensagem efetivamente entregue, e não por conversa.</p>
<p data-start="1036" data-end="1657">A mudança tem impacto direto sobre o transporte rodoviário interestadual de passageiros, que ampliou nos últimos anos o uso do WhatsApp para venda de bilhetes, consulta de horários, escolha de poltronas, envio de passagens, informações sobre viagens, cancelamentos e atendimento. Empresas como Águia Branca, Cometa, Auto Viação 1001, Catarinense, Expresso do Sul, Guanabara, Gontijo, Viação Garcia e Planalto mantêm canais de WhatsApp ligados à venda ou ao relacionamento com passageiros, embora a forma de utilização e a tecnologia adotada possam variar de uma companhia para outra.</p>
<p data-start="1659" data-end="2028">A alteração não significa que todo uso empresarial do WhatsApp passe a ser pago. A regra se refere à plataforma oficial utilizada por empresas que integram o WhatsApp a centrais de atendimento, sistemas de venda, chatbots e outras ferramentas. O aplicativo WhatsApp Business convencional, usado diretamente no celular e sem a API, não entra nessa cobrança por mensagem.</p>
<p data-start="2030" data-end="2068"><strong data-start="2030" data-end="2068">COMO VAI FUNCIONAR A NOVA COBRANÇA</strong></p>
<p data-start="2070" data-end="2328">Hoje, quando um passageiro envia uma mensagem, abre-se uma janela de atendimento de 24 horas. Dentro desse período, a empresa pode responder com mensagens de serviço — textos livres enviados por atendentes, automações ou bots — sem tarifa de entrega da Meta.</p>
<p data-start="2330" data-end="2756">A partir de 1º de outubro, essa janela de 24 horas continua existindo, mas deixa de significar, por si só, atendimento gratuito. Cada mensagem de serviço entregue ao passageiro passa a ter uma tarifa. A Meta estabeleceu, entretanto, uma franquia de 1.000 mensagens de serviço gratuitas por mês para cada número de telefone empresarial. A cobrança começa a partir da mensagem número 1.001.</p>
<p data-start="2758" data-end="3135">No Brasil, a referência é a mesma tarifa aplicada às mensagens de utilidade. Para contas faturadas em reais, o valor de referência é de aproximadamente R$ 0,035 por mensagem. Para contas ainda faturadas em dólares, a tabela de outubro apresenta US$ 0,0068 por mensagem de serviço, utilidade ou autenticação destinada ao mercado brasileiro.</p>
<p data-start="3137" data-end="3165">Há uma distinção importante.</p>
<p data-start="3167" data-end="3368">Uma resposta escrita livremente por um atendente, como “Seu pedido de reembolso está sendo analisado”, pode ser classificada como mensagem de serviço se enviada dentro da janela aberta pelo passageiro.</p>
<p data-start="3370" data-end="3884">Já mensagens estruturadas e previamente aprovadas pela Meta, como confirmação de compra, alteração de viagem, aviso operacional ou atualização de uma reserva, podem ser enquadradas como templates de utilidade. A partir de outubro, esses templates também deixam de ser gratuitos quando enviados dentro da janela de 24 horas e são cobrados desde a primeira mensagem entregue; a franquia de 1.000 mensagens vale para as mensagens de serviço, e não para os templates de utilidade.</p>
<p data-start="3886" data-end="4177">As mensagens enviadas pelo próprio passageiro continuam sem cobrança para a empresa. Também permanece a gratuidade, por 72 horas, quando o contato tiver origem em determinados pontos gratuitos de entrada, como anúncios que levam diretamente ao WhatsApp.</p>
<p data-start="4179" data-end="4451">Na prática, se um chatbot dividir uma única resposta em três mensagens diferentes e as três forem entregues ao passageiro, podem existir três cobranças. O modelo é por mensagem entregue, e não por atendimento, passageiro ou protocolo.</p>
<p data-start="4453" data-end="4496"><strong data-start="4453" data-end="4496">OS R$ 350 E A FRANQUIA DE MIL MENSAGENS</strong></p>
<p data-start="4498" data-end="4700">O exemplo de aproximadamente R$ 350 para 10 mil mensagens apresentado pelo especialista Ilo Löbel da Luz corresponde ao cálculo de 10 mil mensagens multiplicadas pela tarifa de aproximadamente R$ 0,035.</p>
<p data-start="4702" data-end="4769">Na prática, o valor exato dependerá da composição dessas mensagens.</p>
<p data-start="4771" data-end="4869">Se as 10 mil forem templates de utilidade sujeitos à tarifa cheia, a conta fica próxima de R$ 350.</p>
<p data-start="4871" data-end="5102">Se todas forem exclusivamente mensagens de serviço de um único número empresarial, a franquia de mil mensagens deve ser descontada. Nesse cenário, seriam aproximadamente nove mil mensagens cobradas, o equivalente a cerca de R$ 315.</p>
<p data-start="5104" data-end="5628">Uma operação real pode misturar respostas de SAC, templates de confirmação, avisos de viagem, mensagens de autenticação e marketing. Por isso, o custo final dependerá de quantas mensagens houver em cada categoria, do número de telefones utilizados, do mercado dos destinatários e de eventuais cobranças adicionais da empresa que fornece a plataforma de atendimento. A própria Meta cobra pela entrega; fornecedores tecnológicos podem acrescentar mensalidades, licenças ou outras tarifas.</p>
<p data-start="5630" data-end="5965">O efeito aumenta rapidamente nas operações de grande escala. Cem mil mensagens cobradas integralmente a R$ 0,035 representam aproximadamente R$ 3,5 mil. Um milhão de mensagens representa cerca de R$ 35 mil, antes de considerar franquias, descontos aplicáveis a determinadas categorias e custos cobrados pelos fornecedores tecnológicos.</p>
<p data-start="5967" data-end="6040"><strong data-start="5967" data-end="6040">EMPRESAS INTERESTADUAIS QUE JÁ USAM WHATSAPP PARA VENDA E ATENDIMENTO</strong></p>
<p data-start="6042" data-end="6174">O levantamento abaixo reúne exemplos confirmados nos próprios canais das empresas. Não se trata de uma relação exaustiva do mercado.</p>
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<div class="TyagGW_tableWrapper flex flex-col-reverse w-fit" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" data-start="6176" data-end="7198">
<thead data-start="6176" data-end="6205">
<tr data-start="6176" data-end="6205">
<th class="last:pe-10" data-start="6176" data-end="6186" data-col-size="sm">Empresa</th>
<th class="last:pe-10" data-start="6186" data-end="6205" data-col-size="md">Uso do WhatsApp</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="6216" data-end="7198">
<tr data-start="6216" data-end="6323">
<td data-start="6216" data-end="6231" data-col-size="sm">Águia Branca</td>
<td data-col-size="md" data-start="6231" data-end="6323">Zap Passagens para venda assistida e canal de SAC.</td>
</tr>
<tr data-start="6324" data-end="6422">
<td data-start="6324" data-end="6340" data-col-size="sm">Viação Cometa</td>
<td data-col-size="md" data-start="6340" data-end="6422">Venda de passagem e atendimento virtual.</td>
</tr>
<tr data-start="6423" data-end="6551">
<td data-start="6423" data-end="6442" data-col-size="sm">Auto Viação 1001</td>
<td data-col-size="md" data-start="6442" data-end="6551">Venda, consulta de horários, rotas, preços e atendimento virtual.</td>
</tr>
<tr data-start="6552" data-end="6651">
<td data-start="6552" data-end="6566" data-col-size="sm">Catarinense</td>
<td data-col-size="md" data-start="6566" data-end="6651">Venda de passagens e atendimento virtual.</td>
</tr>
<tr data-start="6652" data-end="6755">
<td data-start="6652" data-end="6670" data-col-size="sm">Expresso do Sul</td>
<td data-col-size="md" data-start="6670" data-end="6755">Venda de passagens e atendimento virtual.</td>
</tr>
<tr data-start="6756" data-end="6860">
<td data-start="6756" data-end="6768" data-col-size="sm">Guanabara</td>
<td data-col-size="md" data-start="6768" data-end="6860">Compra de passagens e atendimento ao passageiro.</td>
</tr>
<tr data-start="6861" data-end="6981">
<td data-start="6861" data-end="6871" data-col-size="sm">Gontijo</td>
<td data-col-size="md" data-start="6871" data-end="6981">Venda pelo WhatsApp com atendimento automatizado durante a compra.</td>
</tr>
<tr data-start="6982" data-end="7104">
<td data-start="6982" data-end="6998" data-col-size="sm">Viação Garcia</td>
<td data-col-size="md" data-start="6998" data-end="7104">Venda por WhatsApp e canal para troca, remarcação e reembolso.</td>
</tr>
<tr data-start="7105" data-end="7198">
<td data-start="7105" data-end="7116" data-col-size="sm">Planalto</td>
<td data-col-size="md" data-start="7116" data-end="7198">Venda de passagem e SAC pelo WhatsApp.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p data-start="7200" data-end="7567">Além dos canais próprios das viações, existem plataformas especializadas. O Buszap informa trabalhar com mais de 100 viações parceiras e oferece soluções de venda e atendimento automatizado pelo WhatsApp, inclusive no modelo white label, no qual o passageiro interage com um canal que leva a marca da própria empresa de ônibus.</p>
<p data-start="7569" data-end="7738">Esse tipo de estrutura ajuda a explicar por que a mudança da Meta pode atingir mais empresas do que apenas aquelas que desenvolveram internamente seus próprios chatbots.</p>
<p data-start="7740" data-end="7790"><strong data-start="7740" data-end="7790">PRINCIPAIS IMPACTOS PARA AS EMPRESAS DE ÔNIBUS</strong></p>
<div class="group TyagGW_tableContainer TyagGW_tableContainerWithTableOfContents">
<div class="TyagGW_tableWrapper flex flex-col-reverse w-fit" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" data-start="7792" data-end="8773">
<thead data-start="7792" data-end="7821">
<tr data-start="7792" data-end="7821">
<th class="last:pe-10" data-start="7792" data-end="7802" data-col-size="sm">Impacto</th>
<th class="last:pe-10" data-start="7802" data-end="7821" data-col-size="md">Efeito esperado</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="7832" data-end="8773">
<tr data-start="7832" data-end="7919">
<td data-start="7832" data-end="7838" data-col-size="sm">SAC</td>
<td data-col-size="md" data-start="7838" data-end="7919">Respostas que hoje não geram tarifa podem passar a ter custo após a franquia.</td>
</tr>
<tr data-start="7920" data-end="8010">
<td data-start="7920" data-end="7940" data-col-size="sm">Venda de passagem</td>
<td data-col-size="md" data-start="7940" data-end="8010">Mais mensagens no fluxo de compra significam maior custo variável.</td>
</tr>
<tr data-start="8011" data-end="8111">
<td data-start="8011" data-end="8026" data-col-size="sm">Confirmações</td>
<td data-col-size="md" data-start="8026" data-end="8111">Templates de utilidade passam a ser cobrados também dentro da janela de 24 horas.</td>
</tr>
<tr data-start="8112" data-end="8210">
<td data-start="8112" data-end="8123" data-col-size="sm">Chatbots</td>
<td data-col-size="md" data-start="8123" data-end="8210">Respostas muito fragmentadas podem multiplicar a quantidade de mensagens tarifadas.</td>
</tr>
<tr data-start="8211" data-end="8297">
<td data-start="8211" data-end="8233" data-col-size="sm">Reembolsos e trocas</td>
<td data-col-size="md" data-start="8233" data-end="8297">Atendimentos longos podem gerar diversas mensagens cobradas.</td>
</tr>
<tr data-start="8298" data-end="8395">
<td data-start="8298" data-end="8320" data-col-size="sm">Avisos operacionais</td>
<td data-col-size="md" data-start="8320" data-end="8395">Atrasos, alterações e confirmações podem gerar cobrança como utilidade.</td>
</tr>
<tr data-start="8396" data-end="8483">
<td data-start="8396" data-end="8416" data-col-size="sm">Grandes operações</td>
<td data-col-size="md" data-start="8416" data-end="8483">O custo cresce diretamente com o volume de mensagens entregues.</td>
</tr>
<tr data-start="8484" data-end="8572">
<td data-start="8484" data-end="8499" data-col-size="sm">Planejamento</td>
<td data-col-size="md" data-start="8499" data-end="8572">Empresas terão de medir mensagens por categoria, número e finalidade.</td>
</tr>
<tr data-start="8573" data-end="8667">
<td data-start="8573" data-end="8588" data-col-size="sm">Fornecedores</td>
<td data-col-size="md" data-start="8588" data-end="8667">Tarifas da Meta podem se somar às mensalidades e cobranças das plataformas.</td>
</tr>
<tr data-start="8668" data-end="8773">
<td data-start="8668" data-end="8689" data-col-size="sm">Atendimento humano</td>
<td data-col-size="md" data-start="8689" data-end="8773">Resposta escrita por atendente também pode ser tarifada quando enviada pela API.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p data-start="8775" data-end="8847"><strong data-start="8775" data-end="8847">ESPECIALISTA APONTA NECESSIDADE DE MEDIR O CUSTO DOS CANAIS DIGITAIS</strong></p>
<p data-start="8849" data-end="9174">Na avaliação de Ilo Löbel da Luz, especialista em mercado e regulação do transporte rodoviário interestadual de passageiros, a mudança evidencia uma fragilidade de gestão que ele identifica em parte das empresas do setor. Trata-se de uma análise do especialista sobre o mercado, e não de uma determinação regulatória da ANTT.</p>
<p data-start="9176" data-end="9471">“Quando a Meta decide monetizar a conversa, a operação que nunca mediu esse canal descobre o custo de uma vez, na fatura. A que já aplica inteligência operacional sobre seus próprios processos só precisa ajustar a planilha, porque já sabia que esse número existia antes de ele aparecer”, afirma.</p>
<p data-start="9473" data-end="9642">Para Ilo, SAC, Ouvidoria e canais digitais deveriam ser acompanhados de maneira mais próxima pelas empresas, inclusive do ponto de vista de custos e riscos operacionais.</p>
<p data-start="9644" data-end="9967">“O canal de atendimento não é regulação em sentido estrito, mas é operação, e é onde a maioria das empresas do TRIP concentra seu maior ponto cego, porque trata SAC, Ouvidoria e canais digitais como despesa administrativa, não como frente de risco a ser monitorada com a mesma disciplina aplicada a frota ou linha”, avalia.</p>
<p data-start="9969" data-end="10188">A interpretação é do especialista e deve ser entendida como sua opinião sobre a gestão das companhias. O tamanho efetivo da despesa a partir de outubro dependerá do volume e da estrutura de atendimento de cada operador.</p>
<p data-start="10190" data-end="10235"><strong data-start="10190" data-end="10235">CUSTO PODE INFLUENCIAR A FORMA DE ATENDER</strong></p>
<p data-start="10237" data-end="10548">A cobrança cria um incentivo econômico para que as empresas revejam a arquitetura de seus chatbots. Em vez de uma sequência de várias mensagens curtas para resolver uma mesma solicitação, uma empresa pode buscar respostas mais concentradas, desde que isso não prejudique a clareza ou a qualidade do atendimento.</p>
<p data-start="10550" data-end="10816">Também passa a ser mais importante separar corretamente mensagens de marketing, utilidade, autenticação e serviço, acompanhar quantas mensagens são efetivamente entregues e identificar quais fluxos geram volumes elevados sem resultar em venda ou solução de demandas.</p>
<p data-start="10818" data-end="11066">Isso não significa necessariamente reduzir o atendimento ao passageiro. A consequência pode ser justamente a necessidade de tornar os canais digitais mais eficientes, com sistemas capazes de resolver uma demanda com menos interações desnecessárias.</p>
<p data-start="11068" data-end="11331">A mudança entra em vigor em 1º de outubro de 2026 para empresas que utilizam a WhatsApp Business Platform. Até 30 de setembro, as mensagens de serviço dentro da janela de 24 horas permanecem sob a regra atual de gratuidade.</p>
<p data-start="11333" data-end="11392" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="11333" data-end="11392" data-is-last-node=""><strong data-start="11334" data-end="11391">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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