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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>TRT determina que rodoviários cumpram com 80% da frota de ônibus durante horários de pico ao longo da greve prevista para esta segunda-feira (28) no Distrito Federal</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/trt-determina-que-rodoviarios-cumpram-com-80-da-frota-de-onibus-durante-horarios-de-pico-ao-longo-da-greve-prevista-para-esta-segunda-feira-28-no-distrito-federal/</link>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Greve]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nos demais horários, categoria deve manter 50% das viagens programadas no transporte público ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA Após os rodoviários do transporte público do Distrito Federal rejeitarem a última proposta das empresas de ônibus e seguirem com o plano de greve para esta segunda-feira, 28 de setembro, a Justiça do Trabalho determinou que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-20-as-14.40.41_0ea35b34.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><em>Nos demais horários, categoria deve manter 50% das viagens programadas no transporte público </em></p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold"><em>ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>Após os rodoviários do transporte público do Distrito Federal rejeitarem a última proposta das empresas de ônibus e seguirem com o plano de greve para esta segunda-feira, 28 de setembro, a Justiça do Trabalho determinou que 80% da frota seja mantida em circulação nos horários de pico (das 5h30 às 9h e das 17h às 20h).</p>
<p>A decisão foi publicada pel<span style="caret-color: rgb(31, 33, 35); font-family: glbOpenSans, Inter, -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Avenir Next", Avenir, "Helvetica Neue", Helvetica, Ubuntu, Roboto, Noto, "Segoe UI", Arial, sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: -0.27px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-tap-highlight-color: rgba(26, 26, 26, 0.3); -webkit-text-size-adjust: 100%; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration: none; display: inline !important; float: none">o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) neste domingo (27)</span>.</p>
<p>O órgão também estabeleceu que, nos demais horários, 50% das viagens programadas sejam cumpridas.</p>
<p>Caso haja descumprimento, o TRT anunciou multa de R$ 100 mil por hora. O valor pode chegar a R$ 200 mil se houver reincidências.</p>
<p>Além disso, o documento <span style="caret-color: rgb(31, 33, 35); font-family: glbOpenSans, Inter, -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Avenir Next", Avenir, "Helvetica Neue", Helvetica, Ubuntu, Roboto, Noto, "Segoe UI", Arial, sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: -0.27px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-tap-highlight-color: rgba(26, 26, 26, 0.3); -webkit-text-size-adjust: 100%; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration: none; display: inline !important; float: none">prevê a operação integral do transporte </span>coletivo<span style="caret-color: rgb(31, 33, 35); font-family: glbOpenSans, Inter, -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Avenir Next", Avenir, "Helvetica Neue", Helvetica, Ubuntu, Roboto, Noto, "Segoe UI", Arial, sans-serif; font-size: 18px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: -0.27px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-tap-highlight-color: rgba(26, 26, 26, 0.3); -webkit-text-size-adjust: 100%; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration: none; display: inline !important; float: none"> nos dias de votação das eleições, em 04 e 25 de outubro</span>, a segunda data caso haja segundo turno.</p>
<p>Em assembleia realizada neste domingo (27), os rodoviários do Distrito Federal rejeitaram a proposta das empresas de ônibus e, como noticiado anteriormente pelo <strong>Diário do Transporte</strong>, entrarão em greve a partir da 0h desta segunda-feira, dia 28.</p>
<p><span style="caret-color: rgb(74, 74, 74); font-family: Merriweather," merriweather fallback serif font-size: font-style: normal font-variant-caps: font-weight: letter-spacing: orphans: auto text-align: start text-indent: text-transform: none white-space: widows: word-spacing: rgba text-decoration: display: inline float:>A votação </span>promovida<span style="caret-color: rgb(74, 74, 74); font-family: Merriweather," merriweather fallback serif font-size: font-style: normal font-variant-caps: font-weight: letter-spacing: orphans: auto text-align: start text-indent: text-transform: none white-space: widows: word-spacing: rgba text-decoration: display: inline float:> na </span>assembleia<span style="caret-color: rgb(74, 74, 74); font-family: Merriweather," merriweather fallback serif font-size: font-style: normal font-variant-caps: font-weight: letter-spacing: orphans: auto text-align: start text-indent: text-transform: none white-space: widows: word-spacing: rgba text-decoration: display: inline float:> foi unânime</span> contra a oferta das operadoras. Não há previsão para o fim da mobilização dos profissionais.</p>
<p>As companhias haviam oferecido um reajuste salarial de 6% no último sábado (26), enquanto a categoria protesta por 8% nos salários, além de 10% nos benefícios de alimentação e 12% no plano de saúde e odontológico.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A paralisação foi aprovada em 20 de setembro. Para os passageiros, a decisão da categoria será determinante para o funcionamento dos ônibus no início da semana.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Segundo nota das concessionárias, a inflação acumulada no período é de 4,11%. Com base nesse índice, as empresas afirmam que a oferta salarial representa ganho real de 1,82%. O sindicato reivindica reajuste de 8% nos salários, 10% nos benefícios de alimentação e 12% no plano de saúde.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A proposta foi assinada por Bsbus, Viação Piracicabana, Viação Pioneira, Auto Viação Marechal e Consórcio Urbi-HP. As empresas dizem esperar que a oferta seja apresentada à categoria na assembleia e afirmam estar abertas a uma contraproposta formal do sindicato.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold">Oferta inclui seguro de vida, cobradores e pagamento retroativo</strong></p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Além dos reajustes, as concessionárias propõem dobrar o valor do seguro de vida em grupo, de aproximadamente R$ 24 mil para R$ 48 mil. A oferta também prevê a manutenção dos postos de trabalho dos cobradores durante a vigência do acordo.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Os valores retroativos a 1º de agosto seriam pagos de uma só vez na folha de outubro, conforme a nota das empresas. As negociações começaram em julho e, segundo as concessionárias, já tiveram mais de dez rodadas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">As empresas ressaltam que o transporte coletivo é um serviço essencial e defendem a manutenção do atendimento à população mesmo em caso de greve. A definição sobre a paralisação e seus possíveis efeitos na operação depende da assembleia dos trabalhadores e dos próximos passos da negociação.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold"><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Picos (PI) recebe micro-ônibus para transporte de pacientes em tratamentos fora do município</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/picos-pi-recebe-micro-onibus-para-transporte-de-pacientes-em-tratamentos-fora-do-municipio/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 19:00:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículo foi obtido junto ao Ministério da Saúde e conta com climatização e equipamentos de acessibilidade YURI SENA O município de Picos, no Piauí, recebeu um novo micro-ônibus destinado ao transporte de pacientes que precisam se deslocar para outras cidades para realizar consultas, exames e tratamentos de saúde. O veículo foi obtido pela Prefeitura junto [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="757" height="433" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3dcae4c7-b056-4f1e-9916-a613fc57d40c.jpg?fit=757%2C433&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3dcae4c7-b056-4f1e-9916-a613fc57d40c.jpg?w=757&amp;ssl=1 757w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3dcae4c7-b056-4f1e-9916-a613fc57d40c.jpg?resize=300%2C172&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3dcae4c7-b056-4f1e-9916-a613fc57d40c.jpg?resize=150%2C86&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3dcae4c7-b056-4f1e-9916-a613fc57d40c.jpg?resize=400%2C229&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 757px) 100vw, 757px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Veículo foi obtido junto ao Ministério da Saúde e conta com climatização e equipamentos de acessibilidade</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O município de Picos, no Piauí, recebeu um novo micro-ônibus destinado ao transporte de pacientes que precisam se deslocar para outras cidades para realizar consultas, exames e tratamentos de saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O veículo foi obtido pela Prefeitura junto ao Ministério da Saúde e passa a integrar a estrutura municipal utilizada no transporte de pacientes da rede pública. Entre os destinos está Teresina, onde são realizados atendimentos de maior complexidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O micro-ônibus é climatizado e possui recursos de acessibilidade para facilitar o embarque e desembarque de passageiros com mobilidade reduzida. O veículo conta com uma plataforma automatizada que também pode ser utilizada por pessoas que não conseguem acessar o interior pelas escadas convencionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Prefeitura, a incorporação do veículo tem como objetivo ampliar as condições de deslocamento dos pacientes que dependem do transporte municipal para dar continuidade aos tratamentos realizados fora de Picos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O prefeito de Picos, Dr. Pablo Santos, afirmou que o novo veículo deverá proporcionar melhores condições de transporte aos usuários que precisam percorrer longas distâncias em busca de atendimento médico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Ter um instrumento como esse para transportar essas pessoas com mais dignidade e respeito é muito importante”, declarou.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  <item>
    <title>Linha 4087/10 E.T. Itaquera – Vila Popular tem itinerário ampliado na Zona Leste de São Paulo (SP)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/linha-4087-10-e-t-itaquera-vila-popular-tem-itinerario-ampliado-na-zona-leste-de-sao-paulo-sp/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviço passa a atender a Praça Barra do Figueiredo e a Rua Ibiajara VINÍCIUS DE OLIVEIRA A linha 4087/10 E.T. Itaquera – Vila Popular terá seu itinerário ampliado para atender as passageiras que vão até a Casa da Mulher Itaquera, localizada na Rua Ibiajara, 495, na região de Itaquera, segundo comunicado da SPTrans (São Paulo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="361" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sddefault-e1790355407723.jpg?fit=640%2C361&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sddefault-e1790355407723.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sddefault-e1790355407723.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sddefault-e1790355407723.jpg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sddefault-e1790355407723.jpg?resize=400%2C226&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Serviço passa a atender a Praça Barra do Figueiredo e a Rua Ibiajara</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>A linha 4087/10 E.T. Itaquera – Vila Popular terá seu itinerário ampliado para atender as passageiras que vão até a Casa da Mulher Itaquera, localizada na Rua Ibiajara, 495, na região de Itaquera, segundo comunicado da SPTrans (São Paulo Transporte).</p>
<p>A partir da ampliação, a linha passará a atender a Praça Barra do Figueiredo e a Rua Ibiajara, facilitando o acesso à Casa da Mulher e ampliando a cobertura do transporte coletivo na região.</p>
<p><b>Com a mudança de itinerário o bairro também ganha mais três novos pontos de parada:</b></p>
<p>&#8211; Praça Barra do Figueiredo, s/nº – sentido E.T. Itaquera, referência: Casa da Mulher;</p>
<p>&#8211; Praça Barra do Figueiredo, s/nº – sentido Vila Popular, referência: Casa da Mulher;</p>
<p>&#8211; Rua Ibiajara, nº 193 – sentido Vila Popular, referência: Estrada Itaquera-Guaianases.</p>
<p>Além disso, um ponto de parada da Estrada Itaquera-Guaianases será alterado para uma posição anterior ao cruzamento com a Rua Ibiajara, contribuindo para o atendimento ao novo trajeto.</p>
<p><b>Confira o novo itinerário da linha:</b></p>
<p><b>4087/10 E.T. Itaquera – Vila Popular (Circular)</b></p>
<p><b>Sentido único: </b>normal até a Estrada Itaquera-Guaianases, Rua Jucuruçu, Rua Jeribatuba, Praça Barra do Figueiredo, Rua Ibiajara, Estrada Itaquera-Guaianases, prosseguindo normal até a Estrada Itaquera-Guaianases, Rua Ibiajara, Praça Barra do Figueiredo, Rua Jeribatuba, Rua Jucuruçu, Estrada Itaquera-Guaianases, prosseguindo normal.</p>
<p><b>Atenção</b></p>
<p>Aos sábados, devido à realização de feira-livre na Rua Ibiajara, entre as ruas Jucuruçu e Brejolândia, a linha seguirá um itinerário especial das primeiras partidas até as 15h.</p>
<p><b>Sentido único: </b>normal até a Estrada Itaquera-Guaianases, Rua Jucuruçu, Estrada Itaquera-Guaianases, prosseguindo normal até a Estrada Itaquera-Guaianases, Rua Ibiajara, Rua Jucuruçu, Estrada Itaquera-Guaianases, prosseguindo normal.</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  <item>
    <title>TrensRJ tem operação especial para torcedores que vão ao jogo da NFL no Maracanã neste domingo (27)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/trensrj-tem-operacao-especial-para-torcedores-que-vao-ao-jogo-da-nfl-no-maracana-neste-domingo-27/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 17:00:10 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Concessionária irá reforçar a oferta de viagens tanto na ida quanto no retorno do evento VINÍCIUS DE OLIVEIRA Neste domingo, 27 de setembro, o estádio do Maracanã receberá o primeiro jogo do futebol americano da NFL Game no Rio de Janeiro. Para atender os passageiros que vão acompanhar a partida, a TrensRJ preparou uma operação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=2048%2C1366&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estacao-de-trem-de-Padre-Miguel-7-scaled-1.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Concessionária irá reforçar a oferta de viagens tanto na ida quanto no retorno do evento</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Neste domingo, 27 de setembro, o estádio do Maracanã receberá o primeiro jogo do futebol americano da NFL Game no Rio de Janeiro. Para atender os passageiros que vão acompanhar a partida, a TrensRJ preparou uma operação especial com reforço na oferta de viagens tanto na ida quanto no retorno do evento.</p>
<p><strong>Viagem de ida</strong></p>
<p>Para a ida, além da programação de grade, a TrensRJ disponibilizará 15 trens extras saindo de Santa Cruz, Japeri, Gramacho e de Belford Roxo, com intervalo médio de 14 a 23 minutos, entre 12h20 e 15h.</p>
<p><strong>Retorno do evento</strong></p>
<p>Ao final da partida, a TrensRJ vai oferecer 22 trens extras, além da grade regular, para Santa Cruz, Japeri, Saracuruna e Belford Roxo com intervalo médio de 15 a 25 minutos. A estação Maracanã fechará às 22h.</p>
<p>A TrensRJ orienta os passageiros a programarem seus deslocamentos com antecedência e a utilizarem os canais oficiais da empresa para consultar horários e obter informações sobre a operação.</p>
<p>Para facilitar o embarque, a TrensRJ disponibiliza diferentes meios de pagamento, como dinheiro ou via PIX, por meio de QR Code gerado na bilheteria.</p>
<p>Nas catracas, são aceitos cartões de crédito, débito e pré-pagos, além das carteiras digitais Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay.</p>
<p>Também são aceitos os cartões de transporte validados da Riocard/Fetranspor, como Bilhete Único, Expresso e Vale-Transporte.</p>
<p>No momento, a TrensRJ não aceita Jaé! É importante antecipar a compra da passagem para agilizar o embarque.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Adamo Bazani relembra trajetória no jornalismo e destaca desafios do setor de mobilidade durante participação no podcast &#8220;Ônibus Minha Paixão&#8221;</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/adamo-bazani-relembra-trajetoria-no-jornalismo-e-destaca-desafios-do-setor-de-mobilidade-durante-participacao-no-podcast-onibus-minha-paixao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Programa foi gravado durante a Lat.Bus 2026, principal evento do mercado de ônibus e que contou com cobertura presencial do Diário do Transporte VINÍCIUS DE OLIVEIRA O jornalista Adamo Bazani, especializado em transportes, foi o convidado de uma edição especial do podcast “Ônibus Minha Paixão”, em que relembrou momentos importantes de sua trajetória pessoal e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="580" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?fit=1024%2C580&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?resize=300%2C170&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?resize=1024%2C580&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?resize=768%2C435&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?resize=1536%2C869&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/img_0582.jpg?resize=400%2C226&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Programa foi gravado durante a Lat.Bus 2026, principal evento do mercado de ônibus e que contou com cobertura presencial do Diário do Transporte</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-youtube" style="text-align:center; display: block;"><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/NtZTeDvgfRk?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></span>
</div></figure>



<p class="p3 wp-block-paragraph">O jornalista Adamo Bazani, especializado em transportes, foi o convidado de uma edição especial do podcast <strong>“Ônibus Minha Paixão”</strong>, em que relembrou momentos importantes de sua trajetória pessoal e profissional, além de discutir os desafios enfrentados atualmente pelo jornalismo e pelo transporte coletivo.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Com raízes no ABC Paulista, Bazani contou como a paixão pelos ônibus surgiu ainda na infância. A relação com o transporte também foi influenciada pela história familiar, especialmente pela figura de seu avô, que trabalhou como maquinista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Da paixão pelos ônibus ao jornalismo</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Antes de se dedicar ao jornalismo especializado em transporte, Bazani construiu uma longa trajetória na cobertura policial. O jornalista relembrou os <strong>16 anos em que trabalhou na Rádio CBN</strong>, período no qual acompanhou acontecimentos policiais e situações de grande impacto.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Um grave acidente acabou provocando um afastamento de suas atividades e abriu espaço para um momento de reflexão profissional. A experiência contribuiu para uma mudança de trajetória e para que a antiga paixão pelos ônibus ganhasse espaço dentro de sua carreira jornalística.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">O ponto de partida para essa nova fase surgiu ainda na CBN, por meio do quadro <strong>“CBN São Paulo, conte sua história”</strong>. A iniciativa permitiu que Bazani tivesse contato mais próximo com relatos relacionados à cidade e ao transporte, dando origem ao blog <strong>Ponto de Ônibus</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Do blog ao Diário do Transporte</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Com a saída da Rádio CBN, em 2015, o projeto passou por uma transformação. O blog deu lugar ao <strong>Diário do Transporte</strong>, veículo criado por Bazani com foco na cobertura jornalística do setor de mobilidade.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">A proposta passou a envolver não apenas a paixão pelos ônibus, mas também uma abordagem voltada ao <strong>hard news e ao jornalismo investigativo</strong>, acompanhando decisões, problemas, investimentos e acontecimentos que afetam diretamente o transporte público e os passageiros.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Dessa forma, uma paixão cultivada desde a infância acabou se transformando em uma atividade profissional especializada, aproximando a experiência jornalística de Bazani de um setor que já fazia parte de sua história pessoal.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Credibilidade diante da desinformação</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Durante a entrevista, Bazani também analisou os desafios enfrentados pelo jornalismo em um cenário marcado pela expansão das redes sociais e pela velocidade na disseminação de informações.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Para o jornalista, a credibilidade continua sendo um dos principais pilares da atividade. Nesse contexto, a apuração dos fatos e a preocupação com o interesse público devem prevalecer sobre a busca por engajamento.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Bazani chamou atenção para o crescimento de conteúdos produzidos por pessoas sem compromisso jornalístico, que podem priorizar audiência e repercussão em detrimento da verificação das informações. Nesse cenário, o trabalho de apuração se torna ainda mais importante para diferenciar o jornalismo profissional da simples produção de conteúdo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cansaço dos motoristas e segurança viária</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Outro dos principais assuntos abordados foi a <strong>segurança viária</strong>, especialmente em relação às condições de trabalho dos motoristas de ônibus.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Bazani destacou a situação de profissionais que, após suas jornadas no transporte coletivo, recorrem a aplicativos de transporte como forma de complementar a renda. O acúmulo de atividades pode resultar em jornadas prolongadas e períodos insuficientes de descanso.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">O problema ultrapassa a questão trabalhista e chega diretamente à segurança de passageiros, motoristas e demais usuários das vias. O cansaço ao volante pode aumentar os riscos de acidentes e, segundo o jornalista, representa uma questão social que precisa ser discutida de maneira mais ampla.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Nesse sentido, Bazani defendeu a necessidade de aprofundar o debate sobre <strong>legislação, condições de trabalho e limites de jornada</strong>, considerando as transformações ocorridas no mercado de transporte e o crescimento dos serviços mediados por aplicativos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma trajetória ligada ao transporte</strong></h3>



<p class="p3 wp-block-paragraph">A participação de Adamo Bazani no podcast mostra como diferentes momentos de sua vida acabaram convergindo para o jornalismo especializado em mobilidade.</p>



<p class="p3 wp-block-paragraph">Da influência do avô maquinista e da paixão pelos ônibus na infância à experiência de 16 anos no jornalismo policial, passando pelo acidente que provocou uma mudança de perspectiva e pela criação do Ponto de Ônibus, sua trajetória chegou à consolidação do Diário do Transporte.</p>



<p class="p4 wp-block-paragraph">Mais do que relembrar uma carreira, a entrevista também coloca em discussão o papel do jornalismo especializado diante dos desafios atuais da mobilidade. Entre eles estão a necessidade de informação confiável, as condições de trabalho dos profissionais do transporte e os impactos dessas questões sobre a segurança de toda a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>São Paulo ultrapassa 2 mil ônibus elétricos com apresentação nesta quarta (30). Veículo número 2 mil é um superarticulado Eletra/Caio/Mercedes-Benz da Via Sudeste</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/sao-paulo-ultrapassa-2-mil-onibus-eletricos-com-apresentacao-nesta-quarta-30-veiculo-numero-2-mil-e-um-superarticulado-eletra-caio-mercedes-benz-da-via-sudeste/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 14:34:35 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Apesar do avanço, total ainda é abaixo da meta de 2,6 mil coletivos que deveria ter sido alcançada em dezembro de 2024 ADAMO BAZANI São Paulo deve ultrapassar nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, a marca de 2 mil ônibus elétricos no sistema municipal com a apresentação de mais 250 veículos. O coletivo escolhido [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Apesar do avanço, total ainda é abaixo da meta de 2,6 mil coletivos que deveria ter sido alcançada em dezembro de 2024</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>São Paulo deve ultrapassar nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, a marca de 2 mil ônibus elétricos no sistema municipal com a apresentação de mais 250 veículos. O coletivo escolhido para representar o número 2 mil é um superarticulado de 21,5 metros da Via Sudeste, com tecnologia de tração da brasileira Eletra, carroceria Caio e plataforma Mercedes-Benz. O marco ocorre 77 anos depois da inauguração da primeira linha de trólebus da cidade.</p>
<p>O último balanço divulgado pela Prefeitura apontava 1.759 ônibus elétricos, entre modelos a bateria e trólebus. Com os 250 anunciados para quarta-feira, a conta chega a 2.009 veículos. O crescimento é expressivo, mas ainda deixa São Paulo 591 coletivos abaixo dos 2.600 que a administração municipal havia prometido colocar nas ruas até dezembro de 2024. A apresentação do lote não significa, necessariamente, que todas as unidades começarão a transportar passageiros no mesmo dia.</p>
<p>Os 2.009 ônibus projetados representam 77,3% daquela meta. Em comparação com os 13.690 veículos da frota contratada em agosto, último mês disponível na série oficial consultada, os elétricos corresponderiam a aproximadamente 14,7% do sistema. Esse percentual deverá ser atualizado quando a SPTrans divulgar a frota total referente ao período da nova entrega.</p>
<h3>A história começou com os trólebus em 1949</h3>
<p>A eletrificação dos ônibus de São Paulo não começou com as baterias. Em 22 de abril de 1949, a cidade inaugurou sua primeira linha de trólebus, entre a Praça João Mendes e a Aclimação. Alimentados pela rede aérea, esses veículos fizeram da capital uma pioneira no uso regular de ônibus de tração elétrica no Brasil.</p>
<p>Nas décadas seguintes, os trólebus passaram a atender outras regiões. Sua expansão exigia a instalação e a conservação de fios, subestações e equipamentos de alimentação elétrica. Na década de 1970, os planos para ampliar os corredores de trólebus eram mais extensos do que a rede que acabou implantada. O corredor Paes de Barros, inaugurado em 1980, foi uma das obras concretizadas.</p>
<p>Mesmo com o predomínio posterior dos ônibus a diesel nas compras das operadoras, os trólebus permaneceram no sistema municipal. Entre 2011 e 2013, passaram por um programa de renovação. Em 2013, a Prefeitura apresentou o 93º veículo de um lote de 140 novos trólebus.</p>
<p>Essa continuidade é essencial para entender a marca atual. Durante décadas, a presença dos ônibus elétricos nas ruas paulistanas dependeu principalmente dos trólebus. A mudança mais recente foi a entrada, em escala crescente, dos modelos a bateria, que circulam sem conexão permanente com a rede aérea.</p>
<h3>Os primeiros ônibus a bateria chegaram às linhas em 2019</h3>
<p>A SPTrans já fazia avaliações técnicas e operacionais com um ônibus a bateria desde 2013, mas aquele veículo não havia sido incorporado à frota regular de uma linha.</p>
<p>A primeira entrada em maior escala desse tipo de ônibus na operação municipal ocorreu em novembro de 2019. Foram apresentados 15 veículos para a linha 6030/10, entre a Unisa, Campus 1, e o Terminal Santo Amaro, na Zona Sul. A operação permitiu acompanhar o desempenho dos coletivos em viagens diárias, incluindo autonomia, recarga e manutenção.</p>
<p>O lote ainda era pequeno diante de uma frota municipal de milhares de ônibus. Ele mostrou, porém, que os veículos a bateria poderiam deixar a fase de demonstração e atender regularmente os passageiros.</p>
<h3>Lei ambiental, promessa de 2,6 mil e atraso</h3>
<p>A transição da frota também passou a ser orientada por regras ambientais. A legislação municipal estabeleceu a redução progressiva das emissões de dióxido de carbono de origem fóssil e de poluentes tóxicos, mediante a adoção de combustíveis e tecnologias mais limpas. Essa obrigação ambiental é mais ampla do que a compra de ônibus elétricos.</p>
<p>Em novembro de 2021, a Prefeitura anunciou uma meta específica: São Paulo teria aproximadamente 2.600 ônibus elétricos até o fim de 2024. Na projeção apresentada naquela época, eles corresponderiam a 20% da frota. A distância até o objetivo era grande. A cidade tinha 18 ônibus a bateria, além dos trólebus.</p>
<p>Em outubro de 2022, a SPTrans passou a restringir a inclusão de novos ônibus zero-quilômetro a diesel no sistema. O total de elétricos informado naquele momento era de 219 veículos: 18 a bateria e 201 trólebus.</p>
<p>A determinação buscava direcionar a renovação da frota, mas a troca de um ônibus a diesel por outro elétrico exige mais do que a compra do veículo. As garagens precisam de carregadores e de instalações adequadas. A rede de distribuição deve oferecer energia suficiente. Os investimentos e a remuneração dos operadores também precisam comportar os custos da mudança.</p>
<p>O prazo anunciado pela Prefeitura terminou sem que a meta fosse atingida. Em dezembro de 2024, estavam em operação 502 ônibus elétricos, dos quais 301 eram movidos a bateria e 201 eram trólebus. O total equivalia a aproximadamente 19,3% dos 2.600 prometidos para aquele ano.</p>
<h3>As entregas ganharam escala em 2025 e 2026</h3>
<p>Em janeiro de 2025, a apresentação de 100 novos ônibus elevou o total informado para 629 elétricos: 428 a bateria e 201 trólebus. Em setembro, a contagem chegou a 961, sendo 760 ônibus a bateria e 201 trólebus.</p>
<p>O milésimo ônibus elétrico foi apresentado em 3 de novembro de 2025. Com aquele lote, São Paulo passou a informar 1.009 veículos: 820 a bateria e 189 trólebus. A marca de mil foi alcançada quase um ano depois do prazo inicialmente fixado para uma frota de 2.600.</p>
<p>O ritmo aumentou em 2026. Em março, a Prefeitura apresentou mais 110 unidades e anunciou um total de 1.259 ônibus elétricos. Em junho, a entrega de 500 veículos de uma só vez elevou o balanço a 1.759, dos quais 1.570 eram movidos a bateria e 189 eram trólebus.</p>
<p>Aquele lote de junho reuniu veículos de diferentes tamanhos, incluindo ônibus mídi, básicos, padron e articulados. A variedade é necessária porque as linhas municipais têm perfis distintos: há trajetos que podem ser atendidos por veículos menores e corredores que exigem maior capacidade por viagem.</p>
<p>Os números também revelam uma mudança na composição da frota elétrica. Enquanto a quantidade de ônibus a bateria cresceu, os balanços municipais passaram de 201 trólebus em 2024 para 189 em 2026. Os trólebus seguem como parte da operação e da história da cidade, mas os veículos a bateria respondem pela maior parte da expansão recente.</p>
<h3>Linha do tempo da eletrificação dos ônibus de São Paulo</h3>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Ano</th>
<th>Marco</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>1949</strong></td>
<td>Inauguração da primeira linha de trólebus, entre a Praça João Mendes e a Aclimação.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>1980</strong></td>
<td>Inauguração do corredor Paes de Barros, associado aos planos de expansão dos corredores de trólebus.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2011 a 2013</strong></td>
<td>Renovação da frota de trólebus; em 2013, a Prefeitura apresenta o 93º veículo de um lote de 140.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2013</strong></td>
<td>SPTrans realiza testes com ônibus a bateria, ainda fora da operação regular de uma linha.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2018</strong></td>
<td>Lei municipal estabelece a redução progressiva das emissões da frota de ônibus.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2019</strong></td>
<td>Quinze ônibus a bateria são apresentados para a linha 6030/10, na Zona Sul.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2021</strong></td>
<td>Prefeitura anuncia a meta de aproximadamente 2.600 ônibus elétricos até dezembro de 2024.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2022</strong></td>
<td>SPTrans restringe a inclusão de novos ônibus zero-quilômetro a diesel. A cidade tinha 219 elétricos, incluindo trólebus.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2024</strong></td>
<td>O ano termina com 502 ônibus elétricos em operação, abaixo da meta anunciada.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Janeiro de 2025</strong></td>
<td>Total informado chega a 629 elétricos.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Setembro de 2025</strong></td>
<td>Frota alcança 961 elétricos.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Novembro de 2025</strong></td>
<td>Prefeitura apresenta o milésimo ônibus elétrico; total informado chega a 1.009.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Março de 2026</strong></td>
<td>Contagem sobe para 1.259 elétricos.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Junho de 2026</strong></td>
<td>Apresentação de 500 ônibus leva o total informado a 1.759.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>30 de setembro de 2026</strong></td>
<td>Apresentação anunciada de mais 250 veículos projeta a frota em 2.009 elétricos.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>O superarticulado escolhido para a marca de 2 mil</h3>
<p>O ônibus da Via Sudeste escolhido para representar o número 2 mil é importante também pelo porte. Com 21,5 metros, o superarticulado foi desenvolvido para transportar mais passageiros por viagem do que um ônibus convencional, atendendo à necessidade de eletrificar linhas de maior demanda.</p>
<p>O modelo E-Bus reúne o trabalho de diferentes fabricantes. A Eletra desenvolve e integra a tração elétrica; a Caio fornece a carroceria; e a plataforma é da Mercedes-Benz. A Via Sudeste já vinha recebendo ônibus articulados elétricos de 21,5 metros da Eletra para incorporação gradual à operação paulistana.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Característica</th>
<th>E-Bus de 21,5 metros</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Operadora do veículo número 2 mil</td>
<td>Via Sudeste</td>
</tr>
<tr>
<td>Categoria</td>
<td>Superarticulado elétrico a bateria</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento</td>
<td>21,5 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Tecnologia de tração</td>
<td>Eletra</td>
</tr>
<tr>
<td>Plataforma</td>
<td>Mercedes-Benz O 500 UDA</td>
</tr>
<tr>
<td>Carroceria</td>
<td>Caio eMillennium</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração catalogada</td>
<td>Piso baixo</td>
</tr>
<tr>
<td>Capacidade de referência</td>
<td>143 passageiros</td>
</tr>
<tr>
<td>Autonomia de referência</td>
<td>Até 180 quilômetros</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A capacidade e a autonomia apresentadas na tabela são referências publicadas para o E-Bus articulado de 21,5 metros. A configuração homologada especificamente para a unidade da Via Sudeste deverá ser confirmada na apresentação de quarta-feira. A autonomia efetiva de um ônibus elétrico varia conforme lotação, percurso, relevo, condições de trânsito e uso de equipamentos como o ar-condicionado.</p>
<h3>O que os 2 mil veículos representam para o passageiro</h3>
<p>A substituição de ônibus a diesel por elétricos reduz as emissões locais de poluentes pelo sistema de propulsão e o ruído durante a circulação. Em veículos de grande capacidade, a troca pode levar essas características a linhas que transportam muitos passageiros diariamente.</p>
<p>O benefício, entretanto, depende da operação depois da entrega. É preciso que os veículos entrem nas linhas previstas, cumpram a programação e tenham condições de recarga e manutenção para permanecer disponíveis. O número apresentado em uma cerimônia é um marco de incorporação; a qualidade do serviço deve ser acompanhada nas ruas.</p>
<p>No balanço referente aos 1.759 ônibus elétricos, a Prefeitura estimou uma redução anual de aproximadamente 57 milhões de litros de diesel e de 130 mil toneladas de dióxido de carbono. São estimativas municipais para aquela composição de frota, anteriores ao lote anunciado para quarta-feira.</p>
<p>A chegada projetada a 2.009 ônibus confirma que a eletrificação ganhou escala em São Paulo. Ao mesmo tempo, os 591 veículos que ainda separariam a cidade da antiga meta mostram que o marco de 2 mil não encerra a cobrança pelo compromisso anunciado para 2024.</p>
<h3>A história da Eletra, fabricante brasileira do veículo número 2 mil</h3>
<p>A Eletra foi fundada em 1999 em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Naquele ano, desenvolveu um ônibus híbrido elétrico com tecnologia nacional. A experiência com veículos elétricos e híbridos ligados ao Corredor ABD ajudou a formar uma base de engenharia voltada às exigências do transporte coletivo brasileiro.</p>
<p>Com o tempo, a fabricante ampliou sua atuação para trólebus, ônibus integralmente movidos a bateria e projetos de conversão de veículos para tração elétrica. A operação do Corredor ABD faz parte dessa trajetória industrial, mas seus ônibus metropolitanos não integram a contagem dos veículos municipais administrados pela SPTrans.</p>
<p>A Eletra tornou-se uma das principais fornecedoras do mercado brasileiro. No primeiro semestre de 2026, a combinação Eletra/Caio liderou os emplacamentos nacionais de ônibus elétricos, com 224 unidades e participação de 38%. No acumulado de janeiro a agosto, a parceria apareceu em segundo lugar, com 275 veículos, atrás das 301 unidades da BYD. Portanto, a posição de liderança varia conforme o período considerado.</p>
<p>A presença de um Eletra/Caio/Mercedes-Benz no marco paulistano de 2 mil ônibus reúne diferentes etapas dessa história: a experiência brasileira com tração elétrica, a produção industrial no ABC e a necessidade atual de atender linhas de grande demanda com veículos a bateria. Setenta e sete anos após a primeira viagem de trólebus entre a Aclimação e o Centro, São Paulo se aproxima de uma frota elétrica de escala inédita no país, embora ainda esteja abaixo da quantidade prometida para dezembro de 2024.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Cotia (SP) vai licitar sistema de ônibus e assina nesta segunda-feira (28) ordem de serviço para estudo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/cotia-sp-vai-licitar-sistema-de-onibus-e-assina-nesta-segunda-feira-28-ordem-de-servico-para-estudo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 14:01:54 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Há décadas operado pelo Grupo VIDA, sistema precisa ser modernizado, segundo a própria prefeitura. Estudos vão analisar viabilidade econômica, troca de frota e mudanças de linhas ADAMO BAZANI A Prefeitura de Cotia, na Grande São Paulo, anunciou para esta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, a assinatura da ordem de serviço de um estudo de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="949" height="657" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cotia2282.jpg?fit=949%2C657&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cotia2282.jpg?w=949&amp;ssl=1 949w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cotia2282.jpg?resize=300%2C208&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cotia2282.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cotia2282.jpg?resize=768%2C532&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cotia2282.jpg?resize=400%2C277&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 949px) 100vw, 949px" /> <p><em>Há décadas operado pelo Grupo VIDA, sistema precisa ser modernizado, segundo a própria prefeitura. Estudos vão analisar viabilidade econômica, troca de frota e mudanças de linhas</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Cotia, na Grande São Paulo, anunciou para esta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, a assinatura da ordem de serviço de um estudo de viabilidade para uma nova concessão dos ônibus municipais. O trabalho vai preparar a futura licitação e avaliar possibilidades de ampliar o atendimento aos bairros, criar linhas e reduzir o tempo de espera dos passageiros. A assinatura está marcada para as 11h, no auditório do Paço Municipal.</p>
<p>O transporte convencional da cidade é prestado pela Viação Raposo Tavares, ligada ao Grupo VIDA, da Viação Danúbio Azul. O anúncio dá início à etapa de estudos para definir o modelo da concessão. Depois dela, a prefeitura ainda precisará estabelecer as regras e publicar o edital para que empresas disputem a operação. As linhas e os horários atuais continuam valendo durante essa preparação.</p>
<h3>Estudo vai orientar linhas, frota e condições da futura concessão</h3>
<p>No comunicado sobre a assinatura, a prefeitura afirma que o estudo reunirá os elementos técnicos necessários à licitação. Entre os objetivos apresentados estão a possibilidade de novas linhas, a redução do tempo de espera e a ampliação do atendimento aos bairros, considerando as necessidades de quem utiliza os ônibus diariamente.</p>
<p>A análise de viabilidade econômica servirá para avaliar as condições de custeio e as obrigações da futura concessionária. A renovação da frota e a reorganização das linhas também dependerão das conclusões do levantamento e das regras que vierem a constar do edital. Nesta etapa, ainda não foram anunciadas quantidades de ônibus, alterações específicas de itinerário ou uma data para a concorrência.</p>
<p>Em janeiro de 2026, a Prefeitura de Cotia já havia informado que estudava uma licitação para um novo contrato de transporte coletivo. A assinatura da ordem de serviço representa um passo na preparação dessa concorrência.</p>
<h3>Danúbio Azul tem registro em Cotia desde 1972</h3>
<p>A ligação da Danúbio Azul com Cotia antecede a atual Viação Raposo Tavares. Uma filial da Danúbio Azul no município tem registro de abertura em 5 de setembro de 1972, com atividade de transporte coletivo municipal. O cadastro comprova a presença formal da empresa na cidade há 54 anos, embora não permita determinar, por si só, o dia em que ela começou a operar as linhas.</p>
<p>Em 2018, a própria Prefeitura de Cotia identificava a Danúbio Azul como responsável pelo transporte convencional do município. Posteriormente, a operação passou a ser identificada com a Viação Raposo Tavares, empresa do mesmo grupo constituída em 2006. A história do Grupo VIDA na cidade, portanto, é anterior à criação da atual operadora.</p>
<p>A licitação em preparação diz respeito aos ônibus municipais. A Viação Raposo Tavares também atua em linhas intermunicipais que atendem Cotia, por meio do Consórcio Intervias, mas essas ligações pertencem ao sistema metropolitano e estão fora da concorrência anunciada pela prefeitura.</p>
<h3>Família Felício está ligada ao controle do Grupo VIDA</h3>
<p>O Grupo VIDA tem origem na Viação Danúbio Azul, fundada por Roque Felício em 1954. Nos registros empresariais consultados, a Eurovida Holding S.A. aparece na estrutura societária da Danúbio Azul e da Viação Raposo Tavares. Roque Felício Júnior e Roberto Cancian constam como administradores da Danúbio Azul.</p>
<p>Documentos judiciais identificam a família Felício como ligada ao controle do conglomerado e apontam a Eurovida Holding como sua controladora. Os registros consultados não permitem estabelecer com segurança qual é a participação acionária atual de cada integrante da família. Por isso, a identificação dos administradores não deve ser confundida com uma relação completa dos proprietários individuais.</p>
<p>A assinatura da ordem de serviço está marcada para as 11h desta segunda-feira (28), no auditório do Paço Municipal, na Avenida Professor Manoel José Pedroso, 1.347. A apresentação dos resultados do estudo será a próxima etapa para mostrar aos passageiros quais mudanças a prefeitura pretende exigir na futura concessão.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>TrensRJ terá viagens extras na saída do show do Belo e Natanzinho, em Bangu, neste domingo (27)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/trensrj-tera-viagens-extras-na-saida-do-show-do-belo-e-natanzinho-em-bangu-neste-domingo-27/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 13:00:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estações Guilherme da Silveira e Bangu vão funcionar até às 23h30 para embarque dos passageiros VINÍCIUS DE OLIVEIRA Quem for ao Festival Zona Oeste para assistir aos shows do Belo e Natanzinho neste domingo (27), no estádio Moça Bonita, em Bangu, poderá contar com programação especial da TrensRJ na volta para casa. As estações Guilherme [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/08/SuperVia-estacao-Madureira-ramal-Japeri-e1693143028554.jpg?fit=800%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Estações Guilherme da Silveira e Bangu vão funcionar até às 23h30 para embarque dos passageiros</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Quem for ao Festival Zona Oeste para assistir aos shows do Belo e Natanzinho neste domingo (27), no estádio Moça Bonita, em Bangu, poderá contar com programação especial da TrensRJ na volta para casa. As estações Guilherme da Silveira e Bangu vão funcionar até às 23h30 para embarque dos passageiros.</p>
<p>Haverá três viagens extras (às 21h18, 22h18 e 23h40), a partir da estação Bangu, em direção à Central do Brasil com possibilidade de integração na estação Deodoro para trens do ramal Japeri. O público também poderá seguir em direção a Santa Cruz com trens especiais em intervalos médios de 20 minutos até às 23h40.</p>
<p>A ida para o evento será realizada normalmente com os trens da grade regular.</p>
<p>Para facilitar o embarque, a TrensRJ disponibiliza diferentes meios de pagamento. Na Central do Brasil, os passageiros podem pagar a passagem em dinheiro ou via PIX, por meio de QR Code gerado na bilheteria. Nas catracas, são aceitos cartões de crédito, débito e pré-pagos das bandeiras Visa, Mastercard e Elo por aproximação, além das carteiras digitais Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay. Também são aceitos os cartões de transporte validados da Riocard/Fetranspor, como Bilhete Único, Expresso e Vale-Transporte. No momento, a TrensRJ não aceita Jaé! É importante antecipar a compra da passagem para agilizar o embarque.</p>
<p>A permissionária orienta os clientes a programarem seus deslocamentos com antecedência e a utilizarem os canais oficiais da empresa para consultar horários e obter mais informações sobre a operação.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>CURIOSIDADE HISTÓRICA: Por que os ônibus antigos tinham janelas inclinadas e quando elas desapareceram? Mudanças de estilo, normas e até problemas de vedação ajudam a contar essa história &#8211; ESPECIAL</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/curiosidade-historica-por-que-os-onibus-antigos-tinham-janelas-inclinadas-e-quando-elas-desapareceram-mudancas-de-estilo-normas-e-ate-problemas-de-vedacao-ajudam-a-contar-essa-historia-especial/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 12:03:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[História]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Monoblocos Mercedes-Benz O-355 e O-362, CMA da Cometa e antigos Nielson Diplomata marcaram época com vidros em ângulo; a partir do fim dos anos 1970, indústria adotou janelas maiores e linhas mais retas ADAMO BAZANI Quem observa fotografias de ônibus brasileiros das décadas de 1960 e 1970 percebe uma característica que praticamente desapareceu dos veículos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="446" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/54b9a319-9e8b-4f1e-856d-fd061edd3ab2-e1790203840580.jpg?fit=800%2C446&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p dir="auto" data-start="782" data-end="986"><em data-start="782" data-end="986">Monoblocos Mercedes-Benz O-355 e O-362, CMA da Cometa e antigos Nielson Diplomata marcaram época com vidros em ângulo; a partir do fim dos anos 1970, indústria adotou janelas maiores e linhas mais retas</em></p>
<p dir="auto" data-start="988" data-end="1006"><em data-start="988" data-end="1006"><strong data-start="989" data-end="1005">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p dir="auto" data-start="1008" data-end="1190">Quem observa fotografias de ônibus brasileiros das décadas de 1960 e 1970 percebe uma característica que praticamente desapareceu dos veículos atuais: as janelas laterais inclinadas.</p>
<p dir="auto" data-start="1192" data-end="1537">Mercedes-Benz O-355 e O-362, antigos ônibus produzidos pela CMA para a Viação Cometa e as primeiras gerações do Nielson Diplomata são alguns dos exemplos mais conhecidos. Os montantes entre as janelas formavam ângulos acentuados, criando vidros em formato de paralelogramo e uma aparência imediatamente associada aos rodoviários daquele período.</p>
<p dir="auto" data-start="1539" data-end="1835">A mudança para as janelas retas começou principalmente na segunda metade dos anos 1970 e se consolidou no começo dos anos 1980. Não houve uma causa única. A transformação combinou evolução do desenho, mudanças estruturais, fabricação mais racional, vidros maiores e novas exigências de segurança.</p>
<p dir="auto" data-start="1837" data-end="1989">E há um detalhe pouco lembrado: justamente nesse período de transição houve registros de problemas de entrada de água e ar em novos desenhos de janelas.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="1kqolet" data-start="1991" data-end="2060">Janela inclinada era principalmente uma característica de desenho</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-535388" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1237ece1-0255-47a2-865e-a8f56e27a4c2.jpg?resize=828%2C619&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="619" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1237ece1-0255-47a2-865e-a8f56e27a4c2.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1237ece1-0255-47a2-865e-a8f56e27a4c2.jpg?resize=300%2C224&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1237ece1-0255-47a2-865e-a8f56e27a4c2.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1237ece1-0255-47a2-865e-a8f56e27a4c2.jpg?resize=768%2C574&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1237ece1-0255-47a2-865e-a8f56e27a4c2.jpg?resize=400%2C299&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="auto" data-start="2062" data-end="2155">Nos ônibus antigos, os montantes inclinados faziam parte da linguagem visual das carrocerias.</p>
<p dir="auto" data-start="2157" data-end="2213">O objetivo era transmitir leveza e movimento ao veículo.</p>
<p dir="auto" data-start="2215" data-end="2266">No Nielson Diplomata, isso é particularmente claro.</p>
<p dir="auto" data-start="2268" data-end="2570">A carroceria já nasceu com colunas inclinadas e, na reformulação de 1970, a Nielson acentuou ainda mais esse recurso. Os para-brisas e as janelas laterais ficaram fortemente inclinados, enquanto as colunas mais estreitas reforçavam a aparência de leveza do ônibus.</p>
<p dir="auto" data-start="2572" data-end="2821">Uma publicação da época recuperada pela Revista AutoBus descreve o Diplomata 70 justamente pelo desenho arrojado, marcado pelas janelas inclinadas, teto em dois níveis e preocupação com a aparência aerodinâmica.</p>
<p dir="auto" data-start="2823" data-end="2981">Assim, a inclinação dos vidros laterais estava muito mais relacionada ao estilo e à construção da carroceria do que a uma necessidade aerodinâmica específica.</p>
<p dir="auto" data-start="2983" data-end="3176">A frente e o para-brisa de um veículo podem exercer influência importante sobre o arrasto aerodinâmico. Já o ângulo dos montantes entre as janelas ao longo da lateral produz efeito muito menor.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="2e3vyw" data-start="3178" data-end="3235">O formato chegou a virar identidade de algumas marcas</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-535389" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/63a169b6-b468-4612-997f-0054f93139a2.jpg?resize=828%2C617&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="617" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/63a169b6-b468-4612-997f-0054f93139a2.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/63a169b6-b468-4612-997f-0054f93139a2.jpg?resize=300%2C224&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/63a169b6-b468-4612-997f-0054f93139a2.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/63a169b6-b468-4612-997f-0054f93139a2.jpg?resize=768%2C572&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/63a169b6-b468-4612-997f-0054f93139a2.jpg?resize=400%2C298&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p dir="auto" data-start="3237" data-end="3324">Em determinados fabricantes, as janelas passaram a funcionar quase como uma assinatura.</p>
<p dir="auto" data-start="3326" data-end="3353">O Diplomata foi um exemplo.</p>
<p dir="auto" data-start="3355" data-end="3635">As colunas inclinadas, o teto em dois níveis e o revestimento lateral ajudavam a tornar o ônibus imediatamente identificável. Fontes históricas descrevem as janelas inclinadas como uma das características que marcaram a identidade da Nielson.</p>
<p dir="auto" data-start="3637" data-end="3748">Algo semelhante ocorria com os monoblocos Mercedes-Benz e com os veículos desenvolvidos pela CMA para a Cometa.</p>
<p dir="auto" data-start="3750" data-end="3953">Numa época em que havia menor padronização visual e os fabricantes trabalhavam com muitas soluções próprias de carroceria, a própria geometria das janelas podia ser parte importante do desenho do ônibus.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="19m596z" data-start="3955" data-end="3987">Então por que desapareceram?</h3>
<p dir="auto" data-start="3989" data-end="4059">A indústria começou a caminhar na direção oposta no fim dos anos 1970.</p>
<p dir="auto" data-start="4061" data-end="4154">As carrocerias passaram a ter linhas mais retas, janelas maiores e estruturas mais modulares.</p>
<p dir="auto" data-start="4156" data-end="4366">No próprio Diplomata, em 1976 as janelas inclinadas ainda permaneciam, mas registros históricos da Nielson já descrevem o recurso como uma moda que estava caindo em desuso.</p>
<p dir="auto" data-start="4368" data-end="4513">Em 1981, a Nielson abandonou as colunas inclinadas na nova geração do Diplomata e adotou janelas verticais.</p>
<p dir="auto" data-start="4515" data-end="4556">A Mercedes-Benz fez movimento semelhante.</p>
<p dir="auto" data-start="4558" data-end="4777">O O-364, lançado em 1978 para substituir gradualmente modelos como O-355 e O-362, já combinava superfícies arredondadas com um desenho consideravelmente mais reto e janelas maiores.</p>
<p dir="auto" data-start="4779" data-end="4807">Era uma mudança de conceito.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="1dycjm2" data-start="4809" data-end="4866">Novas normas obrigaram fabricantes a rever as janelas</h3>
<p dir="auto" data-start="4868" data-end="4948">Foi justamente nessa transição que surgiu uma informação histórica interessante.</p>
<p dir="auto" data-start="4950" data-end="5129">Uma reportagem da revista Transporte Moderno, publicada em agosto de 1979, registrou problemas de entrada de água e ar pelas janelas das primeiras unidades do Mercedes-Benz O-364.</p>
<p dir="auto" data-start="5131" data-end="5293">Segundo uma fonte ligada à Mercedes-Benz ouvida pela publicação naquele momento, o problema estava relacionado a uma reformulação das normas de segurança do DNER.</p>
<p dir="auto" data-start="5295" data-end="5498">O projeto do ônibus havia sido desenvolvido de acordo com regras anteriores, mas teve de ser alterado para atender às novas determinações antes de chegar ao mercado.</p>
<p dir="auto" data-start="5500" data-end="5541">A mudança atingia diretamente as janelas.</p>
<p dir="auto" data-start="5543" data-end="5670">Segundo a reportagem, pelas regras anteriores uma janela de 73 centímetros de altura teria apenas 28 centímetros de área móvel.</p>
<p dir="auto" data-start="5672" data-end="5819">Com a nova norma, a relação foi praticamente invertida: a parte móvel passou a representar 60% da altura da janela, aproximadamente 44 centímetros.</p>
<p dir="auto" data-start="5821" data-end="5914">O DNER também eliminou a chamada “bandeira”, uma parte fixa existente na estrutura da janela.</p>
<p dir="auto" data-start="5916" data-end="6073">A adaptação feita em curto prazo teria provocado problemas de vedação nas primeiras unidades, com entrada de água e ar.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="144m6jl" data-start="6075" data-end="6143">Entrada de água não explica sozinha o fim das janelas inclinadas</h3>
<p dir="auto" data-start="6145" data-end="6313">Esse episódio ajuda a entender a evolução das janelas dos ônibus, mas é diferente de dizer que a indústria abandonou os vidros inclinados porque eles davam infiltração.</p>
<p dir="auto" data-start="6315" data-end="6382">As fontes históricas consultadas não sustentam essa relação direta.</p>
<p dir="auto" data-start="6384" data-end="6540">O caso documentado do O-364 ocorreu justamente num veículo de nova geração e está associado à alteração das dimensões e da área móvel exigidas pelas normas.</p>
<p dir="auto" data-start="6542" data-end="6686">Na prática, a evolução do setor caminhava para outra solução: janelas maiores, menos divisões, estruturas mais simples e desenho mais retilíneo.</p>
<p dir="auto" data-start="6688" data-end="6721">Isso também facilitava a vedação.</p>
<p dir="auto" data-start="6723" data-end="6990">Quanto mais complexa é a geometria de uma esquadria, maior é o número de pontos que precisam ser adequadamente unidos, vedados e ajustados. Mas seria exagerado transformar esse aspecto construtivo na explicação principal para o desaparecimento das janelas inclinadas.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="18jttuo" data-start="6992" data-end="7027">O O-364 simboliza bem a mudança</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-535387" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ae7f8eba-0401-4080-8780-0445b1019f2d.jpg?resize=828%2C557&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="557" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ae7f8eba-0401-4080-8780-0445b1019f2d.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ae7f8eba-0401-4080-8780-0445b1019f2d.jpg?resize=300%2C202&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ae7f8eba-0401-4080-8780-0445b1019f2d.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ae7f8eba-0401-4080-8780-0445b1019f2d.jpg?resize=768%2C517&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ae7f8eba-0401-4080-8780-0445b1019f2d.jpg?resize=400%2C269&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p dir="auto" data-start="7029" data-end="7136">O Mercedes-Benz O-364 é um bom marco histórico porque surgiu em 1978 exatamente durante essa transformação.</p>
<p dir="auto" data-start="7138" data-end="7224">Seus antecessores O-355 e O-362 tinham a aparência característica da geração anterior.</p>
<p dir="auto" data-start="7226" data-end="7404">O O-364 trouxe janelas maiores e desenho mais reto, apesar de ainda conservar superfícies arredondadas típicas dos monoblocos Mercedes-Benz.</p>
<p dir="auto" data-start="7406" data-end="7645">A Mercedes produziu o O-355 entre 1972 e 1979 e o O-362 entre 1971 e 1978. O O-364 entrou em produção em 1978, mostrando que houve inclusive um pequeno período de sobreposição entre as duas gerações.</p>
<p dir="auto" data-start="7647" data-end="7745">Ou seja, é possível observar praticamente ano a ano a mudança de linguagem dos ônibus brasileiros.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="zcxkbu" data-start="7747" data-end="7803">Segurança também passou a interferir mais no desenho</h3>
<p dir="auto" data-start="7805" data-end="7892">A transformação ocorreu simultaneamente ao aumento das exigências técnicas para ônibus.</p>
<p dir="auto" data-start="7894" data-end="8045">O fim dos anos 1970 foi um período de revisão de normas relacionadas à segurança, dimensões de janelas, saídas de emergência e construção dos veículos.</p>
<p dir="auto" data-start="8047" data-end="8240">A reportagem de 1979 sobre o O-364 mostra claramente como uma mudança regulatória podia obrigar o fabricante a alterar um projeto já praticamente pronto.</p>
<p dir="auto" data-start="8242" data-end="8309">As janelas deixavam, portanto, de ser apenas um elemento de estilo.</p>
<p dir="auto" data-start="8311" data-end="8417">Tinham de atender cada vez mais a requisitos objetivos de abertura, evacuação e segurança dos passageiros.</p>
<p dir="auto" data-start="8419" data-end="8635">As saídas de emergência laterais, por exemplo, já existiam nos ônibus brasileiros desde o fim dos anos 1950 e foram recebendo normas e identificações cada vez mais específicas.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="rcahlv" data-start="8637" data-end="8693">Vidros maiores também mudaram a aparência dos ônibus</h3>
<p dir="auto" data-start="8695" data-end="8751">Há outro fator fácil de perceber comparando as gerações.</p>
<p dir="auto" data-start="8753" data-end="8893">Os ônibus antigos apresentavam uma sequência de janelas relativamente pequenas, cada uma delimitada claramente por uma coluna da carroceria.</p>
<p dir="auto" data-start="8895" data-end="8961">Isso permitia brincar visualmente com a inclinação de cada módulo.</p>
<p dir="auto" data-start="8963" data-end="9031">Nos ônibus posteriores, a tendência foi aumentar a área envidraçada.</p>
<p dir="auto" data-start="9033" data-end="9144">Com menos montantes e vidros maiores, tornou-se mais lógico utilizar formas retangulares ou quase retangulares.</p>
<p dir="auto" data-start="9146" data-end="9335">A própria Mercedes destacava no O-364 a utilização de “amplas janelas” e novos sistemas de ventilação, incluindo vidros corrediços na parte superior.</p>
<p dir="auto" data-start="9337" data-end="9455">Posteriormente, a disseminação do ar-condicionado permitiria reduzir ainda mais a necessidade de grandes áreas móveis.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="oguhl6" data-start="9457" data-end="9512">O vidro colado praticamente encerrou essa linguagem</h3>
<p dir="auto" data-start="9514" data-end="9631">Décadas depois, outro avanço alterou completamente a aparência dos ônibus: os vidros colados diretamente à estrutura.</p>
<p dir="auto" data-start="9633" data-end="9789">Nos rodoviários atuais, muitas vezes as divisões estruturais ficam escondidas atrás de uma grande faixa escura formada pelo vidro e pelas máscaras externas.</p>
<p dir="auto" data-start="9791" data-end="9861">Visualmente, parece existir uma superfície envidraçada quase contínua.</p>
<p dir="auto" data-start="9863" data-end="10013">É uma solução completamente diferente da utilizada nos O-355, O-362, CMA e Diplomata, nos quais cada coluna fazia parte claramente do desenho externo.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="j89uxw" data-start="10015" data-end="10059">Uma mudança que aconteceu em poucos anos</h3>
<p dir="auto" data-start="10061" data-end="10113">A transição pode ser resumida aproximadamente assim:</p>
<div class="group TyagGW_tableContainer TyagGW_tableContainerWithTableOfContents" dir="auto">
<div class="TyagGW_tableWrapper flex flex-col-reverse w-fit" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" dir="auto" data-start="10115" data-end="10792">
<thead data-start="10115" data-end="10156">
<tr data-start="10115" data-end="10156">
<th class="last:pe-10" data-start="10115" data-end="10125" data-col-size="sm">Período</th>
<th class="last:pe-10" data-start="10125" data-end="10156" data-col-size="md">Característica predominante</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="10167" data-end="10792">
<tr data-start="10167" data-end="10233">
<td data-start="10167" data-end="10186" data-col-size="sm">Anos 1950 e 1960</td>
<td data-col-size="md" data-start="10186" data-end="10233">Janelas menores e frequentemente inclinadas</td>
</tr>
<tr data-start="10234" data-end="10304">
<td data-start="10234" data-end="10257" data-col-size="sm">Início dos anos 1970</td>
<td data-col-size="md" data-start="10257" data-end="10304">Auge das colunas inclinadas nos rodoviários</td>
</tr>
<tr data-start="10305" data-end="10378">
<td data-start="10305" data-end="10317" data-col-size="sm">1976-1978</td>
<td data-col-size="md" data-start="10317" data-end="10378">Estilo começa a perder espaço; surgem projetos mais retos</td>
</tr>
<tr data-start="10379" data-end="10458">
<td data-start="10379" data-end="10386" data-col-size="sm">1978</td>
<td data-col-size="md" data-start="10386" data-end="10458">Mercedes-Benz lança O-364 com desenho mais moderno e janelas maiores</td>
</tr>
<tr data-start="10459" data-end="10536">
<td data-start="10459" data-end="10466" data-col-size="sm">1979</td>
<td data-col-size="md" data-start="10466" data-end="10536">Mudanças de normas das janelas já provocam adaptações construtivas</td>
</tr>
<tr data-start="10537" data-end="10605">
<td data-start="10537" data-end="10560" data-col-size="sm">Início dos anos 1980</td>
<td data-col-size="md" data-start="10560" data-end="10605">Colunas verticais tornam-se predominantes</td>
</tr>
<tr data-start="10606" data-end="10681">
<td data-start="10606" data-end="10613" data-col-size="sm">1981</td>
<td data-start="10613" data-end="10681" data-col-size="md">Nielson Diplomata abandona definitivamente as colunas inclinadas</td>
</tr>
<tr data-start="10682" data-end="10792">
<td data-start="10682" data-end="10702" data-col-size="sm">Décadas seguintes</td>
<td data-col-size="md" data-start="10702" data-end="10792">Vidros maiores, ar-condicionado e posteriormente vidros colados consolidam novo padrão</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<h3 dir="auto" data-section-id="10kip6u" data-start="10794" data-end="10866">Uma característica que hoje imediatamente denuncia a idade do ônibus</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-535394" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2020-11-02-at-17.59.43-4.webp?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2020-11-02-at-17.59.43-4.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2020-11-02-at-17.59.43-4.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2020-11-02-at-17.59.43-4.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2020-11-02-at-17.59.43-4.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2020-11-02-at-17.59.43-4.webp?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p dir="auto" data-start="10868" data-end="10982">É por isso que uma fotografia lateral permite muitas vezes reconhecer rapidamente um ônibus dos anos 1960 ou 1970.</p>
<p dir="auto" data-start="10984" data-end="11058">As janelas inclinadas se tornaram um dos símbolos visuais daquela geração.</p>
<p dir="auto" data-start="11060" data-end="11172">Nos O-355 e O-362, nos CMA da Cometa e nos antigos Diplomata, as colunas eram parte da personalidade do veículo.</p>
<p dir="auto" data-start="11174" data-end="11227">A partir do fim dos anos 1970, as exigências mudaram.</p>
<p dir="auto" data-start="11229" data-end="11335">Design, segurança, fabricação, tamanho das janelas e sistemas de vedação passaram por evolução simultânea.</p>
<p dir="auto" data-start="11337" data-end="11554">E um detalhe curioso dessa transição ficou registrado justamente em 1979: ao adaptar rapidamente as janelas do então novo O-364 às normas do DNER, a Mercedes-Benz enfrentou entrada de água e ar nas primeiras unidades.</p>
<p dir="auto" data-start="11556" data-end="11869">Mais do que uma simples mudança estética, portanto, o desaparecimento das tradicionais janelas inclinadas ajuda a contar um momento em que o ônibus brasileiro passou de uma construção fortemente marcada pelo desenho artesanal das carrocerias para projetos cada vez mais industrializados, normatizados e modulares.</p>
<p dir="auto" data-start="11871" data-end="11930" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="11871" data-end="11930" data-is-last-node=""><strong data-start="11872" data-end="11929">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
</div>
</div>
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</div>
<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"></div>
<div class="mt-3 w-full empty:hidden has-[&gt;_:empty]:hidden">
<div class="text-center"></div>
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<div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1" data-conversation-screenshot-content="">
<div></div>
</div>
</div>
</section>
</div>
</div>
<div class="pointer-events-none -mt-px h-px translate-y-(--scroll-root-safe-area-inset-bottom)" aria-hidden="true"></div>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>2</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/curiosidade-historica-por-que-os-onibus-antigos-tinham-janelas-inclinadas-e-quando-elas-desapareceram-mudancas-de-estilo-normas-e-ate-problemas-de-vedacao-ajudam-a-contar-essa-historia-especial/feed/</wfw:commentRss>
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  </item>
  <item>
    <title>VÍDEO: Falha no sistema elétrico afeta funcionamento da linha 5-Lilás (MOTIVA &#8211; ex-CCR) neste domingo (27); ônibus do PAESE reforçam trecho entre Capão Redondo e Santo Amaro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/video-falha-no-sistema-eletrico-afeta-funcionamento-da-linha-5-lilas-motiva-ex-ccr-neste-domingo-27-onibus-do-paese-reforcam-trecho-entre-capao-redondo-e-santo-amaro/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/video-falha-no-sistema-eletrico-afeta-funcionamento-da-linha-5-lilas-motiva-ex-ccr-neste-domingo-27-onibus-do-paese-reforcam-trecho-entre-capao-redondo-e-santo-amaro/#comments</comments>
    <pubDate>Sun, 27 Sep 2026 11:59:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ocorrência registrada entre Santo Amaro e Largo Treze leva trens a circular por via única; em 2023, Ministério Público abriu procedimento para apurar falhas sucessivas e um descarrilamento na linha ADAMO BAZANI Os passageiros da Linha 5-Lilás enfrentam maiores intervalos neste domingo (27) devido a uma falha no sistema de alimentação elétrica entre as estações [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="652" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/c7d36771-8671-4a18-83c7-c66c244764d2.jpg?fit=1024%2C652&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/c7d36771-8671-4a18-83c7-c66c244764d2.jpg?w=1152&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/c7d36771-8671-4a18-83c7-c66c244764d2.jpg?resize=300%2C191&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/c7d36771-8671-4a18-83c7-c66c244764d2.jpg?resize=1024%2C652&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/c7d36771-8671-4a18-83c7-c66c244764d2.jpg?resize=150%2C96&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/c7d36771-8671-4a18-83c7-c66c244764d2.jpg?resize=768%2C489&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/c7d36771-8671-4a18-83c7-c66c244764d2.jpg?resize=400%2C255&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Ocorrência registrada entre Santo Amaro e Largo Treze leva trens a circular por via única; em 2023, Ministério Público abriu procedimento para apurar falhas sucessivas e um descarrilamento na linha</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><div style="width: 640px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-535925-2" width="640" height="360" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/copy_d39250a0-f06c-42d4-8474-398cd619d7dc.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/copy_d39250a0-f06c-42d4-8474-398cd619d7dc.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/copy_d39250a0-f06c-42d4-8474-398cd619d7dc.mp4</a></video></div></p>
<p>Os passageiros da Linha 5-Lilás enfrentam maiores intervalos neste domingo (27) devido a uma falha no sistema de alimentação elétrica entre as estações Santo Amaro e Largo Treze, na zona sul de São Paulo. Segundo a Motiva, os trens circulam por via única entre Capão Redondo e Santo Amaro, e em sistema de carrossel de Santo Amaro a Chácara Klabin.</p>
<p>Inicialmente, a ViaMobilidade comunicou que o problema seria em um pantógrafo, porém contatou novamente a equipe de reportagem do <strong>Diário do Transporte</strong> e informou que seguem avaliando qual é o problema.</p>
<p>Os ônibus gratuitos do Sistema PAESE foram acionados para reforçar o transporte dos passageiros no trecho entre Capão Redondo e Santo Amaro.</p>
<p>Imagens divulgadas nas redes sociais mostram que um equipamento teria caído em cima de um trem na estação Santo Amaro. Além disso, vídeos mostram um tumulto entre passageiros no período da manhã no mesmo local, por conta da lotação nos terminais.</p>
<p>O problema ocorre após outros registros de falhas na linha durante a semana. Na quarta-feira (23), uma ocorrência em equipamento de via na região de Campo Limpo reduziu a velocidade dos trens e aumentou o tempo de parada nas estações. Na quinta-feira (24), falhas afetaram a circulação em Capão Redondo e no trecho entre Santa Cruz e Chácara Klabin. Quem utiliza a linha neste domingo deve acompanhar os avisos nas estações e reservar mais tempo para a viagem.</p>
<p><strong>Falhas da semana atingiram pontos diferentes da linha</strong></p>
<p>Na quarta-feira, a Motiva registrou maiores intervalos após uma ocorrência em equipamento de via na região de Campo Limpo. Os trens passaram a circular em velocidade reduzida, com maior tempo de parada nas estações.</p>
<p>Na quinta-feira, uma falha na via fez com que o embarque e o desembarque em Capão Redondo ocorressem pela mesma plataforma. Entre Santa Cruz e Chácara Klabin, os trens também circularam mais lentamente. A concessionária chegou a informar uma restrição de velocidade de 10 km/h nesse trecho por questões de segurança.</p>
<p>Esses episódios foram registrados em locais e datas diferentes da ocorrência elétrica comunicada neste domingo entre Santo Amaro e Largo Treze.</p>
<p><strong>Ministério Público abriu procedimento em 2023</strong></p>
<p>O histórico de problemas da Linha 5-Lilás já levou à atuação do Ministério Público de São Paulo. Em junho de 2023, o órgão instaurou um procedimento para investigar falhas sucessivas e o descarrilamento de um trem ocorrido no dia 24 daquele mês.</p>
<p>Pelo descarrilamento, a concessionária recebeu multa administrativa de R$ 40 mil. O recurso apresentado contra a penalidade foi rejeitado em 2024, conforme mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>. As ocorrências desta semana devem ser analisadas separadamente daquele episódio.</p>
<p>A Linha 5-Lilás liga Capão Redondo a Chácara Klabin, em um percurso de 20,1 quilômetros e 17 estações. Em Santo Amaro, oferece integração com a Linha 9-Esmeralda; em Santa Cruz, com a Linha 1-Azul; e, em Chácara Klabin, com a Linha 2-Verde. A estação Largo Treze também dá acesso ao Terminal Santo Amaro de ônibus.</p>
<p><strong>Nota da ViaMobilidade na íntegra</strong></p>
<p><em>São Paulo, 27 de setembro de 2026 &#8211; A Linha 5-Lilás informa que, devido a uma falha no sistema elétrico neste domingo (27), opera em via única entre as estações Capão Redondo e Santo Amaro, com maiores intervalos em toda linha.</em></p>
<p><em>Equipes de manutenção atuam no local para regularizar a situação no menor tempo possível. Os clientes recebem orientações das equipes de atendimento nos trens e plataformas. Ônibus da operação PAESE foram acionados para dar suporte à demanda no trecho entre Capão Redondo e Santo Amaro.</em></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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