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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Prefeitura de São Paulo formaliza mais 12 meses para obrigações ambientais de terminal e corredores de ônibus em Itaquera</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/prefeitura-de-sao-paulo-formaliza-mais-12-meses-para-obrigacoes-ambientais-de-terminal-e-corredores-de-onibus-em-itaquera/</link>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 12:31:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Aditivo envolve manejo de árvores na Rua Doutor Luís Aires e concretiza prorrogação autorizada em agosto; demais compromissos permanecem em vigor ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo formalizou a prorrogação por 12 meses do prazo para cumprir obrigações ambientais relacionadas à implantação de um terminal urbano e de corredores de ônibus na Rua Doutor [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Terminal-Satelite-Itaquera_MP_0017-02.jpg-1024x683-1.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Aditivo envolve manejo de árvores na Rua Doutor Luís Aires e concretiza prorrogação autorizada em agosto; demais compromissos permanecem em vigor</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo formalizou a prorrogação por 12 meses do prazo para cumprir obrigações ambientais relacionadas à implantação de um terminal urbano e de corredores de ônibus na Rua Doutor Luís Aires, em Itaquera, na Zona Leste. O aditivo foi publicado no Diário Oficial desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026, e envolve compromissos associados ao manejo de árvores.</p>
<p>A publicação concretiza a prorrogação cuja autorização já havia sido noticiada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 25 de agosto. É a formalização daquela medida, e não um segundo acréscimo de um ano. O documento mantém as demais cláusulas do compromisso ambiental e não estabelece uma nova data de entrega das obras.</p>
<h3>Compromisso foi firmado em 2015 e continua vinculado às intervenções</h3>
<p>O aditivo envolve a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras.</p>
<p>O termo original foi firmado em 2015, dentro de um procedimento administrativo iniciado em 2014. Seu objeto está relacionado ao manejo de vegetação de porte arbóreo necessário à implantação do terminal e dos corredores na Rua Doutor Luís Aires.</p>
<p>Esse histórico mostra que as obrigações ambientais acompanham um empreendimento cuja tramitação atravessa diferentes etapas e anos. A alteração publicada agora amplia o período para cumprimento dos compromissos já assumidos.</p>
<p>O extrato determina que a validade do aditivo começa com sua publicação no Diário Oficial e preserva as outras disposições do termo.</p>
<h3>Decisão de agosto e extrato de outubro são etapas da mesma prorrogação</h3>
<p>Em agosto, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente autorizou a elaboração do quarto aditivo ao compromisso ambiental, concedendo mais 12 meses para complementação do manejo arbóreo.</p>
<p>Naquela ocasião, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> apresentou a medida junto a outras decisões sobre infraestrutura do transporte coletivo, incluindo o Terminal Atracadouro Pedreira e o gerenciamento do corredor Aricanduva.</p>
<p>O extrato divulgado nesta segunda-feira corresponde à formalização do aditivo ambiental de Itaquera. Essa sequência é importante para acompanhar corretamente o prazo: a autorização administrativa e a publicação do instrumento não representam duas prorrogações independentes.</p>
<h3>Prazo ambiental não equivale ao cronograma de construção</h3>
<p>O compromisso ambiental trata das obrigações decorrentes da intervenção na vegetação. Já os prazos de construção e de entrega dependem dos contratos de engenharia e das respectivas ordens de serviço.</p>
<p>Por isso, os 12 meses publicados agora se referem ao atendimento das obrigações do termo ambiental. O extrato não informa percentual de execução das obras, data de inauguração, quantidade de árvores ainda abrangidas pelo manejo ou número de plantios pendentes.</p>
<p>A manutenção das demais cláusulas significa que o aditivo altera o prazo, preservando o restante do compromisso. Para conhecer a extensão de cada obrigação, é necessário consultar o termo original e seus instrumentos complementares.</p>
<h3>Itaquera concentra projetos de integração entre ônibus e trilhos</h3>
<p>A região de Itaquera é um dos principais pontos de integração do transporte na Zona Leste, com ligação entre ônibus e o sistema ferroviário e metroviário no complexo Corinthians-Itaquera.</p>
<p>O novo terminal da região também possui um histórico prolongado. Segundo a Prefeitura, o empreendimento esteve associado às intervenções planejadas para a Copa de 2014, enfrentou paralisações e passou por revisão e nova licitação antes da retomada das obras em 2023.</p>
<p>Outra frente é o corredor Radial Leste II, planejado para prolongar a ligação da Penha até Itaquera. O contrato de gerenciamento e fiscalização de seus projetos tem prazo até junho de 2027.</p>
<p>São procedimentos distintos, mas que ajudam a explicar a continuidade das intervenções de mobilidade na região. O ato publicado nesta segunda-feira trata especificamente do compromisso ambiental identificado como TCA 070/2015, relativo ao terminal urbano e aos corredores na Rua Doutor Luís Aires.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Empresas que ganham novas ligações de ônibus no Brasil precisam manter atendimento por pelo menos um ano</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/empresas-que-ganham-novas-ligacoes-de-onibus-no-brasil-precisam-manter-atendimento-por-pelo-menos-um-ano/</link>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 12:01:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Autorizações já publicadas e disputa prevista entre 26 de outubro e 6 de novembro exigem planejamento para colocar os serviços em operação; advogado Ilo Löbel da Luz explica as obrigações e os riscos para as transportadoras ADAMO BAZANI As empresas que recebem autorização para novas ligações de ônibus interestaduais pela chamada Primeira Janela Extraordinária precisam [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-05-at-03.55.41.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Autorizações já publicadas e disputa prevista entre 26 de outubro e 6 de novembro exigem planejamento para colocar os serviços em operação; advogado Ilo Löbel da Luz explica as obrigações e os riscos para as transportadoras</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>As empresas que recebem autorização para novas ligações de ônibus interestaduais pela chamada Primeira Janela Extraordinária precisam transformar a liberação em viagens e manter o atendimento dos mercados conquistados por pelo menos 12 meses. A regulamentação estabelece, nas condições ordinárias, uma frequência mínima de uma viagem semanal em cada sentido da linha, além de exigências de frota, motoristas e cumprimento dos pontos de embarque e desembarque cadastrados.</p>
<p>A obrigação também alcançará as transportadoras contempladas na disputa por mercados com mais interessadas do que vagas disponíveis, cuja apresentação de lances está prevista entre 26 de outubro e 6 de novembro de 2026. Para o advogado especialista em regulação do transporte rodoviário interestadual de passageiros Ilo Löbel da Luz, o planejamento precisa considerar tanto o valor oferecido na seleção quanto a capacidade de sustentar os serviços durante o período obrigatório.</p>
<p>“Vencer um mercado não garante apenas um direito: garante uma obrigação”, afirma Ilo, em análise encaminhada ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p>A avaliação complementa a cobertura das autorizações que vêm sendo publicadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Depois das disputas administrativas e judiciais que interromperam o procedimento, a nova etapa envolve uma questão prática para os passageiros: quando os ônibus começarão a circular, quais viagens serão oferecidas e como assegurar a continuidade do atendimento.</p>
<h2>O que a empresa recebe e o que muda para o passageiro</h2>
<p>Na regulamentação, “mercado” é a ligação entre dois municípios de estados diferentes, identificados como origem e destino. Uma mesma linha pode reunir vários desses mercados, porque atende cidades intermediárias ao longo do percurso.</p>
<p>Assim, uma autorização com dezenas de mercados não representa necessariamente dezenas de linhas independentes. Um ônibus que percorre uma rota com vários pontos de embarque e desembarque pode atender diferentes pares de cidades.</p>
<p>A Primeira Janela Extraordinária foi organizada para permitir a entrada de até duas novas transportadoras em mercados sem atendimento e de uma nova transportadora naqueles atendidos por apenas uma empresa. Quando a quantidade de interessadas ultrapassa o limite, há seleção pelo maior lance, com sorteio em caso de empate.</p>
<p>Para o passageiro, a publicação da autorização abre a possibilidade de um novo atendimento. A disponibilidade de passagens, porém, depende da implantação efetiva do serviço e de seu calendário de viagens.</p>
<p>O primeiro pacote publicado em 14 de setembro reuniu 39 decisões: 18 novas autorizações de linhas e 21 modificações de autorizações existentes. Segundo a agência, o conjunto abrangeu mais de 3 mil pares de origem e destino.</p>
<h2>Prazo para começar e obrigação de continuar</h2>
<p>A Resolução nº 6.033/2023 estabelece que a empresa deve iniciar a prestação dos serviços em até 30 dias contados do começo da vigência do Termo de Autorização, documento que formaliza a liberação da linha. O prazo pode ser prorrogado uma vez, por mais 30 dias, mediante justificativa.</p>
<p>O período mínimo de atendimento de 12 meses tem como referência a vigência da autorização. Portanto, o prazo para colocar os ônibus em circulação não deve ser confundido com uma autorização para manter o mercado reservado, sem prestar o serviço.</p>
<p>Nas condições ordinárias, a frequência mínima é de uma viagem semanal em cada sentido da linha, com oferta do serviço convencional. Trata-se de um piso regulatório: a empresa pode programar mais viagens, conforme sua operação e a demanda.</p>
<p>Ilo considera que essas exigências tornam decisiva a preparação anterior ao início do atendimento.</p>
<p>“A configuração definida antes da primeira viagem se torna a estratégia do primeiro ano”, avalia.</p>
<p>A manutenção do atendimento por 12 meses, entretanto, não significa congelamento de todos os aspectos da operação. A resolução permite mudanças de horários e modificações de serviço, respeitados os procedimentos, a frequência mínima e os direitos dos passageiros. A supressão de uma seção intermediária deve observar o período mínimo exigido.</p>
<p>Assim, a transportadora pode fazer ajustes permitidos pela regulamentação, mas não pode simplesmente abandonar uma ligação antes do prazo obrigatório porque o resultado comercial ficou abaixo do esperado.</p>
<h2>Desistência pode trazer restrições para a empresa</h2>
<p>O descumprimento do período mínimo de atendimento de um mercado pode levar à supressão das seções que o atendem e impedir a transportadora de voltar a operá-lo ou solicitá-lo por um ano. Esse impedimento é contado a partir do encerramento definitivo da decisão na esfera administrativa.</p>
<p>A renúncia ao Termo de Autorização também está vinculada ao cumprimento do período mínimo de atendimento.</p>
<p>Na avaliação de Ilo, essas consequências precisam entrar nas contas antes de a empresa organizar a linha ou disputar uma ligação.</p>
<p>O advogado chama a atenção para a diferença entre estimar a procura e conhecer o comportamento dos passageiros durante a operação. Um percurso pode reunir ligações com resultados bastante distintos, e a sustentabilidade do serviço depende da combinação dessas receitas com seus custos.</p>
<p>Nos mercados classificados como desatendidos, a transportadora pode encontrar pouca informação diretamente comparável sobre a demanda regular. Essa classificação, contudo, não significa necessariamente ausência de qualquer deslocamento entre as cidades: podem existir viagens por outros meios e, em determinadas situações, serviços amparados por decisões judiciais.</p>
<p>Nos mercados atendidos por uma única empresa, a chegada de uma concorrente altera a divisão da procura. Para Ilo, também nesse caso a entrante precisa avaliar se conseguirá manter o serviço durante todo o período obrigatório.</p>
<h2>Lance precisa considerar o custo das viagens</h2>
<p>O valor oferecido no processo seletivo é uma parte do compromisso financeiro assumido pela transportadora.</p>
<p>“O custo real de um mercado vencido, portanto, não é o valor do lance. É o lance somado a um ano de operação”, afirma Ilo.</p>
<p>A análise envolve despesas com veículos, motoristas, combustível ou energia, manutenção, instalações e demais recursos necessários para cumprir as viagens. A empresa também precisa considerar a receita esperada e a possibilidade de a procura ficar abaixo da projeção inicial.</p>
<p>O comunicado de abertura estabelece uma sequência de obrigações depois da seleção. A contemplada terá 48 horas, contadas do recebimento da convocação, para confirmar o interesse. Se não confirmar, perde o direito de pedir a autorização para aquele mercado, e a próxima classificada pode ser chamada.</p>
<p>Após a confirmação, a empresa selecionada recebe a guia com o valor dos lances e dispõe de cinco dias úteis para pagar. A falta de pagamento implica desistência, impedimento de participar da primeira janela ordinária e possibilidade de cobrança do débito.</p>
<p>Confirmado o pagamento, será aberto prazo improrrogável de 30 dias para solicitar a nova autorização ou a alteração de uma existente. Quem perder esse prazo ou não preencher os requisitos ficará impedido de participar da primeira janela ordinária e não receberá de volta o valor pago pelo lance.</p>
<p>A obtenção do mercado, portanto, ainda precisa ser seguida da formalização da autorização e da implantação do serviço.</p>
<h2>Informações da operação também influenciam as próximas aberturas</h2>
<p>Ilo defende que as empresas acompanhem os resultados de cada ligação desde o início, mesmo diante da obrigação de manter o atendimento.</p>
<p>Na avaliação do advogado, os dados do primeiro ano ajudarão a decidir o que fazer depois do período mínimo e como participar das próximas oportunidades de entrada em mercados.</p>
<p>Essas informações também têm importância regulatória. A agência utiliza dados de movimentação de passageiros, receitas e viagens para avaliar e classificar os mercados, dentro do modelo de abertura progressiva.</p>
<p>Isso torna a qualidade das informações relevante tanto para a gestão da empresa quanto para a leitura que o poder público faz da oferta e da procura pelos serviços.</p>
<h2>Processo passou por duas suspensões judiciais</h2>
<p>A Primeira Janela Extraordinária foi aberta em setembro de 2024, mas atravessou prorrogações, uma suspensão decorrente de ação na Justiça Federal e, posteriormente, uma interrupção determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Em julho de 2026, o ministro André Mendonça suspendeu o procedimento ao analisar uma reclamação apresentada pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Rodoviários de Passageiros (Anatrip). Entre os pontos discutidos estavam a segurança e a possibilidade de auditoria do sistema eletrônico.</p>
<p>A agência apresentou esclarecimentos técnicos. Em 13 de agosto, Mendonça reconsiderou a cautelar e negou seguimento à reclamação, permitindo a retomada. A associação apresentou recurso em 20 de agosto.</p>
<p>A retirada da suspensão permitiu o prosseguimento administrativo. A apresentação do recurso, por si só, não representa uma nova ordem de paralisação.</p>
<p>Em setembro, começaram as publicações das autorizações. O calendário anunciado pela agência prevê a abertura do sistema para lances em 26 de outubro e o encerramento dessa fase em 6 de novembro.</p>
<h2>Cronologia: da mudança na legislação às autorizações e à próxima disputa</h2>
<ul>
<li>Junho de 2014 — A Lei nº 12.996 altera a legislação do setor e estabelece o regime de autorização para o transporte rodoviário coletivo regular interestadual e internacional de passageiros.</li>
<li>29 de março de 2023 — O Supremo valida o regime de autorização, sem licitação prévia como regra geral, no julgamento das ações sobre o modelo de delegação dos serviços.</li>
<li>21 de dezembro de 2023 — A agência aprova a Resolução nº 6.033, que estabelece o novo marco regulatório e a abertura progressiva de mercados.</li>
<li>26 de dezembro de 2023 — A resolução é publicada no Diário Oficial da União.</li>
<li>26 de setembro de 2024 — A Diretoria Colegiada aprova a abertura da Primeira Janela Extraordinária, pela Deliberação nº 356.</li>
<li>27 de setembro de 2024 — É publicado o comunicado de abertura da Janela nº 1/2024.</li>
<li>25 de outubro de 2024 — O Comunicado nº 30 fixa o primeiro calendário de recebimento de pedidos.</li>
<li>29 de outubro de 2024 — Começa o envio das solicitações no sistema eletrônico, com encerramento inicialmente previsto para 29 de novembro.</li>
<li>18 de novembro de 2024 — A Deliberação nº 476 aprova alterações no comunicado de abertura.</li>
<li>21 de novembro de 2024 — O Comunicado nº 33 prorroga as solicitações até 13 de dezembro.</li>
<li>11 de dezembro de 2024 — O Comunicado nº 36 estende novamente o prazo, até 17 de janeiro de 2025.</li>
<li>17 de janeiro de 2025 — Encerra-se o primeiro período de solicitações.</li>
<li>27 de janeiro de 2025 — A agência comunica a suspensão das etapas seguintes por decisão judicial, em ação da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec).</li>
<li>30 de abril de 2025 — O Tribunal Regional Federal da 1ª Região suspende os efeitos da liminar que impedia a continuidade da janela.</li>
<li>6 de outubro de 2025 — O Comunicado nº 38 anuncia a reabertura dos pedidos, preservando as solicitações anteriores.</li>
<li>14 de outubro de 2025 — O sistema volta a receber solicitações, inicialmente até 31 de outubro.</li>
<li>12 de novembro de 2025 — Termina o prazo reaberto, após prorrogação.</li>
<li>2 de março de 2026 — O Comunicado nº 40 organiza a cobrança das inscrições e a divulgação do resultado.</li>
<li>12 de março de 2026 — Data estabelecida para encaminhamento das guias de pagamento às empresas.</li>
<li>24 de abril de 2026 — A agência divulga o resultado consolidado e identifica os mercados que dependerão de seleção.</li>
<li>11 de maio de 2026 — O Comunicado nº 42 determina reprocessamento dos pedidos após regularizações administrativas de mercados.</li>
<li>2 de junho de 2026 — O Ministério Público Federal questiona a suspensão dos resultados, conforme noticiado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</li>
<li>8 de junho de 2026 — O Comunicado nº 43 cancela o reprocessamento, preserva os resultados de abril e prevê a abertura dos lances para 20 de julho.</li>
<li>10 de julho de 2026 — Prazo fixado para pedidos de autorização dos mercados desatendidos contemplados sem seleção.</li>
<li>9 de julho de 2026 — André Mendonça determina a suspensão da janela. A decisão é divulgada no dia 10.</li>
<li>14 de julho de 2026 — O Comunicado nº 44 formaliza a paralisação administrativa em cumprimento à ordem do Supremo.</li>
<li>20 de julho de 2026 — Data anteriormente prevista para iniciar os lances; a fase fica impedida pela suspensão judicial.</li>
<li>29 de julho de 2026 — O Tribunal de Contas da União não conhece dos embargos contra decisão que havia considerado improcedente uma denúncia sobre a janela.</li>
<li>10 de agosto de 2026 — A agência apresenta informações técnicas ao Supremo e pede a retirada da suspensão.</li>
<li>13 de agosto de 2026 — Mendonça reconsidera a cautelar e nega seguimento à reclamação, liberando a retomada.</li>
<li>14 de agosto de 2026 — Data prevista para iniciar o julgamento colegiado da cautelar; a reconsideração do relator ocorre na véspera e o julgamento é retirado.</li>
<li>20 de agosto de 2026 — A Anatrip apresenta agravo regimental contra a decisão de Mendonça.</li>
<li>4 e 8 de setembro de 2026 — São assinadas as decisões do primeiro pacote de autorizações da retomada.</li>
<li>14 de setembro de 2026 — O Diário Oficial publica 39 decisões. Na mesma data, o Comunicado nº 45 anuncia o novo período de lances.</li>
<li>1º de outubro de 2026 — São publicadas mais quatro autorizações de linhas decorrentes da janela.</li>
<li>26 de outubro de 2026 — Início previsto da apresentação de lances nos mercados sujeitos à seleção.</li>
<li>6 de novembro de 2026 — Encerramento previsto da apresentação de lances.</li>
<li>Depois dos lances — Seguem a classificação, as convocações, a confirmação de interesse, o pagamento e os pedidos de autorização. Os prazos são contados dos respectivos atos e comunicações; o encerramento dos lances não corresponde à entrada imediata dos ônibus em operação.</li>
</ul>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Batida entre ônibus e caminhão na Dutra interdita descida da Serra das Araras nesta segunda-feira (05)</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 11:30:53 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Acidente aconteceu na altura do Km 229 sentido Rio de Janeiro ARTHUR FERRARI Uma colisão entre ônibus e caminhão interditou a descida da Serra das Araras, na Rodovia Presidente Dutra, sentido Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026. O acidente aconteceu na altura do quilômetro 229, na região do município [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="426" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261005-WA0005.jpg?fit=600%2C426&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261005-WA0005.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261005-WA0005.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261005-WA0005.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG-20261005-WA0005.jpg?resize=400%2C284&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <p><em>Acidente aconteceu na altura do Km 229 sentido Rio de Janeiro</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Uma colisão entre ônibus e caminhão interditou a descida da Serra das Araras, na Rodovia Presidente Dutra, sentido Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026. O acidente aconteceu na altura do quilômetro 229, na região do município de Piraí (RJ).</p>
<p>O coletivo transportava 34 passageiros e nenhum deles se feriu.</p>
<p>O tráfego foi totalmente bloqueado, gerando vários quilômetros de filas, e não há previsão de liberação da via.</p>
<p>As causas do acidente serão investigadas.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Volkswagen fornecerá 245 ônibus e 227 caminhões ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para ações em todo o Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/volkswagen-fornecera-245-onibus-e-227-caminhoes-ao-ministerio-da-integracao-e-do-desenvolvimento-regional-para-acoes-em-todo-o-brasil/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 11:01:07 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ônibus terão carroceria Marcopolo Ideale 800, 40 poltronas reclináveis, banheiro e ar-condicionado; fornecimento abrangerá as cinco regiões brasileiras ADAMO BAZANI A Volkswagen Caminhões e Ônibus anunciou o fornecimento de 245 ônibus e 227 caminhões ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), totalizando 472 veículos destinados a ações de transporte, infraestrutura e logística nas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?w=2700&amp;ssl=1 2700w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Ideale-Branco-1.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Ônibus terão carroceria Marcopolo Ideale 800, 40 poltronas reclináveis, banheiro e ar-condicionado; fornecimento abrangerá as cinco regiões brasileiras</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Volkswagen Caminhões e Ônibus anunciou o fornecimento de 245 ônibus e 227 caminhões ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), totalizando 472 veículos destinados a ações de transporte, infraestrutura e logística nas cinco regiões do Brasil. Os ônibus serão do modelo Volksbus 17.230 OD, com carroceria Marcopolo Ideale 800 e capacidade para 40 passageiros.</p>
<p>Segundo o anúncio divulgado pela fabricante, a região Sul receberá o maior volume, com 152 veículos, seguida pelo Sudeste, com 108, Centro-Oeste, com 82, e Norte e Nordeste, com 65 unidades cada. Esses números somam ônibus e caminhões. A empresa não detalhou a divisão dos ônibus por região, os municípios beneficiados, o valor da contratação ou o cronograma de entregas.</p>
<h3>Ônibus terão banheiro, ar-condicionado e geladeira</h3>
<p>As 245 unidades do Volksbus 17.230 OD terão carroceria Marcopolo Ideale 800 na cor branca, com 40 poltronas reclináveis, banheiro, ar-condicionado e geladeira.</p>
<p>De acordo com a Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO), os veículos serão distribuídos entre todas as regiões brasileiras para apoiar operações de transporte e mobilidade vinculadas às atividades atendidas pelo ministério, com aplicações em prefeituras e estados.</p>
<p>O comunicado não especifica os serviços que serão realizados pelos ônibus nem apresenta itinerários ou critérios de utilização.</p>
<p>A gerente de Vendas ao Governo da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Adriana Cecconello, afirmou que os veículos atenderão diferentes demandas operacionais.</p>
<p>“Os veículos serão destinados a atividades essenciais em todas as regiões do Brasil, contribuindo para ampliar a capacidade de atendimento das ações coordenadas pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional”, disse.</p>
<h3>Caminhões serão utilizados no transporte de água e de cargas</h3>
<p>O lote de 227 caminhões terá dois modelos da linha Constellation, com configurações para transporte de água e de carga seca.</p>
<p>Serão fornecidas 115 unidades do Constellation 14.210 equipadas como caminhão-pipa, com capacidade de 6 mil litros, destinadas às regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul.</p>
<p>Outras 74 unidades do mesmo modelo terão carroceria de carga seca com sete metros de comprimento e serão destinadas ao Sudeste e ao Sul.</p>
<p>A operação inclui ainda 38 caminhões Constellation 26.260, configurados como caminhão-pipa de 12 mil litros, todos previstos para a região Sul.</p>
<p>Com isso, o fornecimento reúne 189 unidades do Constellation 14.210 e 38 do Constellation 26.260.</p>
<h3>Sul receberá o maior número de veículos</h3>
<p>A distribuição anunciada pela fabricante considera o conjunto de ônibus e caminhões:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Região</th>
<th>Total de veículos</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Sul</td>
<td>152</td>
</tr>
<tr>
<td>Sudeste</td>
<td>108</td>
</tr>
<tr>
<td>Centro-Oeste</td>
<td>82</td>
</tr>
<tr>
<td>Norte</td>
<td>65</td>
</tr>
<tr>
<td>Nordeste</td>
<td>65</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>472</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Segundo a montadora, a distribuição ocorrerá conforme as necessidades operacionais de cada localidade.</p>
<p>O anúncio apresenta o fornecimento como uma operação a ser realizada, sem informar quantas unidades já foram produzidas ou entregues. Também não identifica o procedimento de contratação, a origem dos recursos ou a vinculação a um programa específico do ministério.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Eleições definem 20 governos no primeiro turno: o que esperar para ônibus, trens, metrôs e mobilidade em cada estado</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/eleicoes-definem-20-governos-no-primeiro-turno-o-que-esperar-para-onibus-trens-metros-e-mobilidade-em-cada-estado/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/eleicoes-definem-20-governos-no-primeiro-turno-o-que-esperar-para-onibus-trens-metros-e-mobilidade-em-cada-estado/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 10:01:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Expansão dos trilhos, renovação de ônibus, integração de tarifas e novas ligações metropolitanas estão entre os compromissos dos eleitos; sete unidades da Federação ainda têm disputas abertas, com ressalva judicial no Rio de Janeiro ADAMO BAZANI As eleições deste domingo, 4 de outubro de 2026, definiram os governadores de 20 estados e deram o primeiro [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="524" height="303" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transbrasil-BRT.png?fit=524%2C303&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transbrasil-BRT.png?w=524&amp;ssl=1 524w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transbrasil-BRT.png?resize=300%2C173&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transbrasil-BRT.png?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transbrasil-BRT.png?resize=400%2C231&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 524px) 100vw, 524px" /> <p><em>Expansão dos trilhos, renovação de ônibus, integração de tarifas e novas ligações metropolitanas estão entre os compromissos dos eleitos; sete unidades da Federação ainda têm disputas abertas, com ressalva judicial no Rio de Janeiro</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>As eleições deste domingo, 4 de outubro de 2026, definiram os governadores de 20 estados e deram o primeiro encaminhamento para decisões que vão afetar as viagens de milhões de brasileiros nos próximos quatro anos. Entre os compromissos apresentados estão ampliar metrôs e veículos leves sobre trilhos, renovar ônibus, integrar passagens e construir corredores metropolitanos. Dos vencedores, 11 já ocupam o governo e continuarão no cargo, enquanto nove representam a chegada de novos governadores.</p>
<p>Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins terão uma nova votação em 25 de outubro. No Rio de Janeiro, Douglas Ruas e Eduardo Paes aparecem como os dois candidatos da disputa seguinte, mas a definição exige uma ressalva: o tratamento judicial dos votos de Anthony Garotinho pode alterar o cálculo e permitir a vitória de Ruas ainda no primeiro turno. Para os passageiros, a expectativa em todo o país envolve tanto concluir obras quanto garantir ônibus e trens frequentes, integrações que funcionem e tarifas compatíveis com a renda das famílias.</p>
<h3>O resultado em cada estado e no Distrito Federal</h3>
<p>A tabela distingue os governadores reeleitos daqueles que chegam ao cargo. Nos casos de Goiás, Mato Grosso e Paraíba, os vencedores eram vices, assumiram o governo em 2026 e agora conquistaram a eleição como titulares.</p>
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<table>
<thead>
<tr>
<th>Unidade da Federação</th>
<th>Vencedor ou candidatos que continuam na disputa</th>
<th>Situação eleitoral</th>
<th>Reeleição ou novo governador</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Acre</td>
<td>Mailza Assis, do PP, e Alan Rick, do Republicanos</td>
<td>Segundo turno</td>
<td>Mailza busca permanecer no governo; Alan busca assumir</td>
</tr>
<tr>
<td>Alagoas</td>
<td>João Henrique Caldas, o JHC, do PSDB</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Amapá</td>
<td>Dr. Furlan, do PSD</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Amazonas</td>
<td>Omar Aziz, do PSD, e Professora Maria do Carmo, do PL</td>
<td>Segundo turno</td>
<td>Ambos estão fora do governo atual; Omar já governou o estado</td>
</tr>
<tr>
<td>Bahia</td>
<td>Jerônimo Rodrigues, do PT</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
<tr>
<td>Ceará</td>
<td>Elmano de Freitas, do PT</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
<tr>
<td>Distrito Federal</td>
<td>Celina Leão, do PP, e Leandro Grass, do PT</td>
<td>Segundo turno</td>
<td>Celina busca permanecer no governo; Grass busca assumir</td>
</tr>
<tr>
<td>Espírito Santo</td>
<td>Lorenzo Pazolini, do Republicanos, e Ricardo Ferraço, do MDB</td>
<td>Segundo turno</td>
<td>Ferraço busca permanecer no governo; Pazolini busca assumir</td>
</tr>
<tr>
<td>Goiás</td>
<td>Daniel Vilela, do MDB</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito; assumiu como vice em 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Maranhão</td>
<td>Eduardo Braide, do PSD</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Mato Grosso</td>
<td>Otaviano Pivetta, do Republicanos</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito; assumiu como vice em 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Mato Grosso do Sul</td>
<td>Eduardo Riedel, do PP</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
<tr>
<td>Minas Gerais</td>
<td>Cleitinho Azevedo, do Republicanos</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Pará</td>
<td>Daniel Santos, o Dr. Daniel, do Podemos</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Paraíba</td>
<td>Lucas Ribeiro, do PP</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito; assumiu como vice em 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Paraná</td>
<td>Sergio Moro, do PL</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Pernambuco</td>
<td>Raquel Lyra, do PSD</td>
<td>Eleita no primeiro turno</td>
<td>Reeleita</td>
</tr>
<tr>
<td>Piauí</td>
<td>Rafael Fonteles, do PT</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio de Janeiro</td>
<td>Douglas Ruas, do PL, e Eduardo Paes, do PSD</td>
<td>Disputa aberta, com possibilidade de alteração judicial do resultado</td>
<td>Ambos buscam assumir o governo</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Grande do Norte</td>
<td>Allyson Bezerra, do União Brasil, e Cadu de Lula, do PT</td>
<td>Segundo turno</td>
<td>Ambos buscam assumir o governo</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Grande do Sul</td>
<td>Luciano Zucco, do PL</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Rondônia</td>
<td>Marcos Rogério, do PL</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador</td>
</tr>
<tr>
<td>Roraima</td>
<td>Arthur Henrique, do PL</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Novo governador no exercício do cargo</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Catarina</td>
<td>Jorginho Mello, do PL</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
<tr>
<td>São Paulo</td>
<td>Tarcísio de Freitas, do Republicanos</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
<tr>
<td>Sergipe</td>
<td>Fábio Mitidieri, do PSD</td>
<td>Eleito no primeiro turno</td>
<td>Reeleito</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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<p>O grupo dos oito governadores eleitos originalmente em 2022 e agora reeleitos reúne Jerônimo Rodrigues, Elmano de Freitas, Eduardo Riedel, Raquel Lyra, Rafael Fonteles, Jorginho Mello, Tarcísio de Freitas e Fábio Mitidieri. Daniel Vilela, Otaviano Pivetta e Lucas Ribeiro completam os 11 vencedores que já estavam à frente do Executivo.</p>
<p>Os nove novos governadores são JHC, Dr. Furlan, Eduardo Braide, Cleitinho, Dr. Daniel, Sergio Moro, Luciano Zucco, Marcos Rogério e Arthur Henrique. Em Roraima, Arthur também venceu uma eleição suplementar neste ano, mas não chegou a tomar posse; por isso, sua vitória de outubro representa a chegada ao exercício do governo.</p>
<h3>Como os governadores podem interferir na viagem diária, mesmo quando o ônibus é municipal</h3>
<p>A responsabilidade pelo transporte está distribuída entre diferentes governos. Os municípios administram seus ônibus urbanos; os estados têm papel direto nas linhas intermunicipais e metropolitanas, na infraestrutura estadual e, conforme o sistema, em metrôs, trens e barcas. Há ainda redes ferroviárias operadas por empresas federais.</p>
<p>Essa divisão aparece na vida do passageiro quando ele precisa atravessar uma divisa municipal. Uma mesma viagem pode envolver um ônibus da prefeitura, outro regulado pelo estado e um trem federal, com regras diferentes de integração e cobrança.</p>
<p>O novo Marco Legal do Transporte Público Coletivo, aprovado em 2026, reforça a participação dos estados no planejamento integrado das redes metropolitanas e abre espaço para apoio financeiro aos sistemas. A aplicação dependerá de orçamento, acordos entre governos e contratos capazes de transformar os recursos em serviços melhores.</p>
<p>O levantamento do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> reúne a seguir compromissos apresentados pelos candidatos, projetos existentes e os desafios de execução. As necessidades apontadas são uma análise do que cada proposta precisa resolver para produzir benefício ao passageiro.</p>
<h3>Alagoas: JHC propõe levar renovação dos ônibus e integração para além de Maceió</h3>
<p>JHC chega ao governo com uma agenda que pretende ampliar para o estado iniciativas associadas à sua passagem pela Prefeitura de Maceió. O programa apresentado inclui o Alagoas se Move, voltado à integração intermunicipal, além do Rapidão Alagoas, da renovação de veículos pela Rede Geladão e de passe livre estudantil estadual.</p>
<p>O ponto central será definir como essas medidas alcançarão viagens entre municípios. A aplicação exige identificar linhas, dimensionar frota, estabelecer regras de integração e determinar quem financiará os benefícios. Para o trabalhador que mora fora da capital, a melhoria precisa aparecer no custo total e no tempo do percurso.</p>
<p>Na infraestrutura ferroviária, o retorno do veículo leve sobre trilhos aos bairros de Mutange e Bebedouro integra a agenda existente. As obras foram anunciadas pela Prefeitura de Maceió com previsão de conclusão em 2027, após a interrupção provocada pelos problemas de instabilidade do solo.</p>
<p>A articulação com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos será necessária para aproximar os trilhos das linhas de ônibus e garantir acessibilidade nos caminhos até as estações.</p>
<h3>Amapá: Furlan coloca a ligação Macapá–Santana e o transporte fluvial entre as prioridades</h3>
<p>O programa de Dr. Furlan prevê estruturar uma concessão para o transporte coletivo metropolitano entre Macapá e Santana, com integração operacional e tarifária, renovação da frota e introdução gradual de ônibus elétricos. Também contempla prioridade à circulação dos coletivos e melhorias na infraestrutura de atendimento.</p>
<p>O desafio será organizar uma rede que trate os dois municípios como parte da mesma rotina de deslocamento. Horários compatíveis, conexões previsíveis e regras claras de cobrança serão decisivos para quem utiliza o transporte para trabalhar ou estudar.</p>
<p>A agenda inclui ainda terminais hidroviários em Macapá, Laranjal do Jari e Oiapoque, além de intervenções rodoviárias. No Amapá, os deslocamentos por água precisam entrar no planejamento de passageiros com condições de embarque, segurança e acessibilidade.</p>
<p>A eletrificação proposta terá de vir acompanhada de infraestrutura de recarga, capacidade das garagens e financiamento da operação, para que a compra de veículos resulte em serviço regular.</p>
<h3>Bahia: Jerônimo terá de concluir o veículo leve sobre trilhos e avançar na expansão do metrô</h3>
<p>A reeleição de Jerônimo Rodrigues mantém no centro da agenda o veículo leve sobre trilhos de Salvador e a expansão metroviária. Durante a campanha, o governador propôs ampliar o alcance do transporte ferroviário até Camaçari.</p>
<p>Há frentes em estágios distintos. Em abril de 2026, o governo estadual anunciou uma nova etapa do veículo leve sobre trilhos no eixo Baixa do Fiscal–Retiro e autorizou o avanço do metrô entre a Lapa e o Campo Grande. A extensão para Camaçari exige projetos, recursos e definição de etapas próprias.</p>
<p>Para o passageiro, o resultado dependerá da conexão entre os novos trechos, os ônibus alimentadores e o restante da rede. Acesso às estações, cobrança integrada e frequência serão tão relevantes quanto a extensão inaugurada.</p>
<p>O segundo mandato terá como cobrança principal transformar as intervenções em uma rede utilizável pelos moradores do Subúrbio Ferroviário e dos municípios metropolitanos, com redução efetiva das transferências e do tempo de viagem.</p>
<h3>Ceará: Elmano promete transporte gratuito nos fins de semana e mantém a Linha Leste como obra central</h3>
<p>Elmano de Freitas apresentou na reta final da campanha o Vai de Graça, em parceria com a Prefeitura de Fortaleza. A proposta é permitir viagens gratuitas aos sábados e domingos em ônibus, transporte complementar, metrô e veículos leves sobre trilhos.</p>
<p>A medida pode ampliar o acesso ao lazer, ao comércio e aos serviços, mas sua implantação exigirá definir a abrangência, o financiamento e a oferta de viagens. A gratuidade anunciada para Fortaleza não deve ser confundida com um benefício já assegurado a todas as linhas do estado.</p>
<p>Na infraestrutura, a Linha Leste do Metrô de Fortaleza permanece como uma das principais frentes de execução. O planejamento estadual também inclui o ramal ferroviário de acesso ao aeroporto.</p>
<p>A expectativa para o novo mandato combina a conclusão dos projetos com a integração da rede existente. Será necessário garantir conexões entre ônibus e trilhos, horários compatíveis e capacidade para atender a demanda que o programa de gratuidade pretende estimular.</p>
<h3>Goiás: Daniel Vilela promete dois eixos de transporte entre o Entorno e o Distrito Federal</h3>
<p>Daniel Vilela propôs um corredor de ônibus entre Luziânia e Santa Maria, no Distrito Federal, e um novo sistema de transporte de passageiros entre Águas Lindas de Goiás e Ceilândia.</p>
<p>Os dois eixos procuram atender deslocamentos que atravessam a divisa diariamente. A execução dependerá de acordos com o governo do Distrito Federal e os municípios, além da definição de operação, financiamento e integração de tarifas.</p>
<p>Na Grande Goiânia, o novo mandato também encontrará a continuidade da modernização do transporte coletivo. Em 2026, a Metrobus anunciou o recebimento de 21 ônibus elétricos Volvo, sendo 16 articulados e cinco biarticulados.</p>
<p>Para o usuário, a avaliação deverá considerar a regularidade dos serviços, o funcionamento das integrações e a redução dos tempos de viagem. No Entorno, a tarifa acumulada e as transferências entre sistemas precisam fazer parte do projeto desde o início.</p>
<h3>Maranhão: Braide promete novas estradas e intervenções no trânsito, com desafio de integrar a Grande Ilha</h3>
<p>Eduardo Braide propõe o Estrada Nova, para reconstruir e ampliar rodovias estaduais, e o Asfalto Novo, voltado à pavimentação nos municípios. Sua agenda também contempla intervenções para melhorar a circulação em parceria com as prefeituras.</p>
<p>A chegada ao governo amplia o alcance e a complexidade das decisões. Na Grande Ilha, viagens entre São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa exigem planejamento conjunto das linhas, dos pontos de transferência e das condições de circulação.</p>
<p>As obras viárias precisam ser acompanhadas de prioridade aos ônibus e de melhorias no acesso aos pontos. O benefício para o passageiro será limitado se os coletivos continuarem sujeitos aos mesmos congestionamentos, com conexões demoradas.</p>
<p>O transporte aquaviário entre a Ponta da Espera e o Cujupe também integra as responsabilidades da próxima gestão. A agenda de acompanhamento deve considerar disponibilidade das embarcações, manutenção, acessibilidade, capacidade dos terminais e atendimento nos períodos de maior procura.</p>
<h3>Mato Grosso: Pivetta terá de transformar as obras dos corredores em operação integrada</h3>
<p>Otaviano Pivetta assumirá o novo mandato com uma cobrança imediata sobre o sistema de ônibus de trânsito rápido de Cuiabá e Várzea Grande. Em setembro, prometeu concluir os terminais até dezembro de 2026.</p>
<p>O primeiro eixo liga a região da Avenida do CPA ao Aeroporto Marechal Rondon. O corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa constitui outra frente do projeto e terá continuidade a ser acompanhada no próximo ciclo de governo.</p>
<p>A conclusão das estruturas físicas precisa ser vinculada ao início do serviço. Em 2026, o estado ainda trabalhava na atualização de estudos de demanda, dimensionamento da frota e modelagem da operação e manutenção.</p>
<p>O sistema sucede o projeto de veículo leve sobre trilhos associado à Copa de 2014. Depois dos adiamentos e da mudança de solução, os passageiros precisarão conhecer cronogramas verificáveis, tarifas, linhas alimentadoras e condições de transferência entre Cuiabá e Várzea Grande.</p>
<h3>Mato Grosso do Sul: Riedel aposta na conexão rodoviária e terá de aproximar infraestrutura e transporte de passageiros</h3>
<p>Eduardo Riedel apresentou a meta de alcançar 6.660 quilômetros de rodovias estaduais pavimentadas até 2030. O programa também prevê fortalecer a aviação regional e integrar diferentes meios de transporte.</p>
<p>A continuidade dos investimentos pode melhorar as condições das viagens intermunicipais, inclusive os deslocamentos para serviços de saúde, educação e trabalho. Os resultados precisam ser acompanhados pela manutenção das estradas, pela segurança e pela disponibilidade de transporte para a população.</p>
<p>Nos projetos de aeroportos e aeródromos, a próxima gestão terá de avaliar como a infraestrutura se converte em conectividade efetiva, com serviços de passageiros e condições operacionais.</p>
<p>Na mobilidade urbana, a atuação estadual pode apoiar os municípios no planejamento e no financiamento. Em Campo Grande e nas cidades que recebem novos empreendimentos, será necessário relacionar expansão habitacional, localização dos empregos e oferta de ônibus, evitando que o crescimento aumente as distâncias para quem depende do transporte coletivo.</p>
<h3>Minas Gerais: Cleitinho propõe integração metropolitana e fiscalização das obras do metrô</h3>
<p>Cleitinho apresentou um novo marco para a mobilidade urbana metropolitana, com integração tarifária, física e operacional e fiscalização baseada no desempenho dos serviços.</p>
<p>Para a Região Metropolitana de Belo Horizonte, isso significa enfrentar a organização de viagens que combinam ônibus municipais, linhas metropolitanas e metrô. O passageiro deverá conseguir perceber a mudança no custo das conexões, na espera e na informação disponível.</p>
<p>Na infraestrutura ferroviária, o governador eleito encontrará a modernização da Linha 1 e a implantação da Linha 2, em direção ao Barreiro. Seu programa prevê fiscalizar a concessão para cobrar prazos e investimentos. O governo estadual apresentou em 2026 o cronograma das obras e a incorporação de novos trens.</p>
<p>Cleitinho também propôs destravar o Rodoanel de Belo Horizonte e redirecionar os recursos para outras intervenções caso o projeto permaneça impedido. Nas rodovias, defende investimentos orçamentários e captação federal, com reajustes de pedágio vinculados à entrega das obras previstas.</p>
<p>A necessidade de mobilidade envolve combinar essas frentes: melhorar o serviço existente enquanto as expansões são executadas, com proteção aos passageiros que dependem diariamente das linhas metropolitanas.</p>
<h3>Pará: Dr. Daniel assume com propostas para taxistas e aplicativos e uma rede metropolitana de ônibus para administrar</h3>
<p>Dr. Daniel prometeu zerar o imposto sobre veículos para motoristas e motociclistas de aplicativo e taxistas, além de criar pontos de apoio para esses profissionais. Também apresentou a intenção de acabar com pedágios e melhorar as estradas.</p>
<p>Essas medidas exigirão definição das condições de acesso, avaliação fiscal e tratamento dos contratos existentes. No caso do apoio aos profissionais, a execução precisa estabelecer localização, serviços e manutenção dos espaços.</p>
<p>Na Região Metropolitana de Belém, o governador eleito encontrará o sistema de ônibus de trânsito rápido em operação, com terminais e regras tarifárias próprias. A prioridade será assegurar que os investimentos se sustentem como serviço: viagens cumpridas, veículos disponíveis, conexões e fiscalização.</p>
<p>A articulação com os ônibus municipais de Belém, Ananindeua e dos demais municípios será fundamental. No interior, o planejamento também precisa considerar o transporte fluvial e as condições de embarque das comunidades atendidas por água.</p>
<h3>Paraíba: Lucas Ribeiro terá a Ponte do Futuro e a integração da Grande João Pessoa entre as cobranças</h3>
<p>Lucas Ribeiro defendeu a continuidade de projetos de mobilidade na capital e em outros municípios. Uma das principais obras é o complexo Ponte do Futuro, que pretende interligar Cabedelo, Santa Rita e Lucena.</p>
<p>O empreendimento reúne pontes, acessos rodoviários e intervenções complementares, com potencial para reorganizar viagens entre Cabedelo e o Litoral Norte. Durante 2026, a gestão manteve a previsão de conclusão até o fim do ano.</p>
<p>A execução também passou a exigir atenção adicional à segurança após o acidente de setembro, quando o desabamento de uma estrutura deixou uma pessoa morta e duas feridas.</p>
<p>Para o transporte público, a abertura de novas ligações deve ser acompanhada do planejamento das linhas e dos pontos de atendimento. A Grande João Pessoa também dispõe de uma rede ferroviária federal, incluída pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos na consulta de 2026 para aquisição de novos veículos leves sobre trilhos.</p>
<p>O próximo mandato terá de articular infraestrutura viária, ônibus e trens para que as novas rotas beneficiem quem viaja sem automóvel.</p>
<h3>Paraná: Moro propõe reorganizar linhas, qualificar terminais e fortalecer o planejamento metropolitano</h3>
<p>O programa de Sergio Moro prevê reestruturação das linhas de ônibus e dos eixos metropolitanos, além do Terminal Novo, voltado à reforma e à qualificação de terminais de transferência e pontos de atendimento.</p>
<p>As propostas incluem acessibilidade e melhorias nas condições de uso do transporte. Para a Região Metropolitana de Curitiba, a execução exigirá coordenação entre os serviços municipais e a rede administrada pelo estado.</p>
<p>O Paraná já dispõe de uma estrutura de planejamento metropolitano e de trabalhos para o desenvolvimento integrado da região de Curitiba. O novo governo terá de transformar essas ferramentas em decisões sobre trajetos, horários, contratos e investimentos.</p>
<p>Nos municípios de médio porte, o apoio estadual poderá contribuir para qualificar terminais e conexões regionais. As intervenções devem ser avaliadas pelo funcionamento das transferências, pela informação aos passageiros e pela redução dos tempos de espera, além das condições físicas dos equipamentos.</p>
<h3>Pernambuco: Raquel promete frota totalmente climatizada e continuidade dos investimentos metropolitanos</h3>
<p>Raquel Lyra assumiu o compromisso de garantir ônibus com ar-condicionado em toda a frota da Região Metropolitana do Recife. Sua agenda contempla veículos elétricos, melhorias nos terminais e continuidade da qualificação dos corredores.</p>
<p>Na campanha, a governadora destacou investimentos nos eixos Norte–Sul e Leste–Oeste, nas estações do sistema de ônibus de trânsito rápido e na política de integração tarifária.</p>
<p>O segundo mandato terá de apresentar um cronograma para completar a climatização e manter os veículos em condições de serviço. A renovação precisa ser acompanhada da infraestrutura necessária aos elétricos, do cumprimento das viagens e da adequação da frota à demanda.</p>
<p>Outra frente será a recuperação do Metrô do Recife e sua conexão com os ônibus. Como a rede ferroviária é federal, mudanças de gestão, investimentos e eventual reorganização dependerão de acordos com a União.</p>
<p>Para o passageiro, a cobrança será por uma viagem integrada, com menos espera e maior confiabilidade nos ônibus e nos trilhos.</p>
<h3>Piauí: Fonteles promete levar o metrô às zonas Sul e Norte de Teresina</h3>
<p>Rafael Fonteles apresentou a intenção de ampliar o sistema ferroviário de Teresina para as zonas Sul e Norte. Na campanha, afirmou que o estado trabalhava nos projetos para expandir a cobertura da rede.</p>
<p>O novo mandato dará continuidade à modernização já iniciada. Em julho de 2026, o governo entregou mais uma estação na zona Sudeste e informou avanço das intervenções no sistema.</p>
<p>A expansão precisa ser acompanhada da organização das conexões com os ônibus municipais. Frequência, localização das estações e acesso a pé serão determinantes para que os novos trechos sejam utilizados nas viagens diárias.</p>
<p>Também será necessário distinguir o cronograma das obras existentes daquele das expansões ainda em projeto. Para cada etapa, a população deverá conhecer traçado, recursos, contratação e previsão de atendimento.</p>
<p>A pavimentação de ruas e avenidas, igualmente presente na agenda do governador, pode melhorar a circulação dos ônibus, desde que venha acompanhada de planejamento de linhas, pontos acessíveis e prioridade ao transporte coletivo.</p>
<h3>Rondônia: Marcos Rogério propõe conectar regiões, fiscalizar acessibilidade e proteger profissionais do transporte</h3>
<p>Marcos Rogério apresentou o Rotas do Desenvolvimento, voltado à pavimentação e à conexão entre regiões, e o Rondônia Sem Atoleiro, para manutenção planejada de vias em parceria com os municípios.</p>
<p>No transporte de passageiros, o programa prevê fiscalização da acessibilidade dos veículos intermunicipais, incluindo equipamentos funcionando e preparação dos condutores para o atendimento.</p>
<p>Outra proposta é o Rota Protegida, destinado à segurança de taxistas, mototaxistas, motoristas de aplicativos e profissionais de diferentes modalidades de transporte. O plano contempla recursos tecnológicos para comunicação de emergências e localização.</p>
<p>A execução deverá combinar recuperação de acessos com fiscalização dos serviços e condições de viagem. Para os moradores do interior, estradas transitáveis durante o ano são necessárias para chegar às escolas, aos hospitais e aos centros regionais.</p>
<p>Nas áreas atendidas por rios, terminais e segurança das embarcações também precisam integrar o planejamento, com responsabilidades e mecanismos de acompanhamento definidos.</p>
<h3>Roraima: Arthur Henrique promete transporte para comunidades do Baixo Rio Branco</h3>
<p>Arthur Henrique apresentou a implantação de transporte público de passageiros e cargas para comunidades do Baixo Rio Branco como um compromisso de campanha.</p>
<p>A proposta procura atender moradores que dependem de serviços privados para sair das localidades e acessar estudo, trabalho e atendimento de saúde. Para avançar, precisará definir rotas, frequência, formas de contratação, financiamento e condições de embarque.</p>
<p>O programa também contempla recuperação de pontes e estradas vicinais e melhorias no transporte escolar. No Baixo Rio Branco, os acessos fluviais devem ser planejados considerando as condições de navegação e a continuidade do atendimento.</p>
<p>O próximo governo encontrará ainda iniciativas de infraestrutura, como a contratação de um aeródromo em Santa Maria do Boiaçu. A articulação entre transporte aéreo, terrestre e fluvial deve considerar as necessidades concretas dos moradores.</p>
<p>A principal cobrança será transformar os anúncios em serviços previsíveis, para que deslocamentos essenciais possam ser programados com segurança.</p>
<h3>Rio Grande do Sul: Zucco promete integrar ônibus e trem, com bilhetagem e fiscalização compartilhadas</h3>
<p>Luciano Zucco apresentou uma agenda específica para reorganizar a mobilidade metropolitana. Entre as propostas estão integração entre ônibus municipais, metropolitanos e Trensurb, bilhetagem interoperável, descontos nas conexões e uma estrutura de gestão compartilhada entre governos.</p>
<p>O plano também prevê contratos vinculados à qualidade, fiscalização em tempo real, renovação da frota e prioridade aos ônibus nos corredores, em acordo com os municípios.</p>
<p>Para o usuário, a proposta pode representar menos cobranças acumuladas, transferências mais rápidas e informação unificada. A execução exigirá definir a compensação financeira entre os operadores e as responsabilidades de cada ente.</p>
<p>A recuperação e a proteção da infraestrutura ferroviária e rodoviária diante de eventos climáticos constituem outra frente. As enchentes de 2024 demonstraram a necessidade de rotas alternativas e continuidade operacional.</p>
<p>O compromisso do novo governo inclui articular com a União e a Trensurb a integração e a recuperação resiliente do sistema. Expansões ferroviárias dependerão de demanda, projeto e financiamento próprios.</p>
<h3>Santa Catarina: Jorginho promete continuidade das rodovias e encontrará o projeto aquaviário da Grande Florianópolis</h3>
<p>Jorginho Mello apresentou a continuidade do Estrada Boa e a aceleração da Viamar, corredor rodoviário planejado paralelamente à rodovia federal que atravessa o litoral catarinense.</p>
<p>A execução deverá distinguir as etapas de projeto, licenciamento, contratação e obra. Para a mobilidade, será necessário avaliar como os novos acessos se relacionarão com os serviços de ônibus e com a circulação entre municípios.</p>
<p>Na Grande Florianópolis, o transporte aquaviário permanece como outra frente de planejamento. Em janeiro de 2026, a InvestSC apresentou uma oportunidade de concessão com estudos de viabilidade para ligações entre São José e o Centro de Florianópolis.</p>
<p>O projeto considera embarcações, terminais e integração com outros meios de transporte. Sua transformação em serviço depende da viabilidade, das condições operacionais e da tarifa.</p>
<p>A próxima gestão terá de combinar as intervenções rodoviárias com o fortalecimento do transporte coletivo, especialmente nas viagens entre a Ilha e o Continente e nas conexões metropolitanas.</p>
<h3>São Paulo: Tarcísio terá de entregar expansões, fiscalizar concessões e resolver os atrasos do corredor de ônibus do ABC</h3>
<p>Tarcísio de Freitas apresentou a continuidade da expansão de metrôs, trens, veículos leves sobre trilhos e corredores de ônibus, com maior integração entre os sistemas.</p>
<p>O segundo mandato encontrará uma extensa carteira de projetos, entre eles a Linha 6–Laranja, a expansão da Linha 2–Verde e o Trem Intercidades entre São Paulo e Campinas. As etapas precisam ser acompanhadas separadamente, considerando obras civis, sistemas, trens, testes e início do atendimento.</p>
<p>No Grande ABC, a execução do corredor de ônibus entre a região e a capital permanece como uma cobrança. Em setembro, Tarcísio afirmou que o contrato poderia ser encerrado por descumprimento caso o empreendimento não fosse entregue ainda em 2026.</p>
<p>A agenda de concessões exigirá fiscalização dos investimentos e da operação. Pontualidade, cumprimento de viagens, conservação, acessibilidade e resposta às falhas serão critérios para avaliar os resultados.</p>
<p>A integração tarifária e operacional também deverá avançar para que a expansão física da rede se traduza em trajetos mais simples. Uma nova estação precisa contar com acessos e conexões adequados aos bairros que pretende atender.</p>
<p>Nos ônibus metropolitanos, o estado terá de coordenar a renovação de frota e a transição energética com a infraestrutura e o financiamento. Nas cidades, inclusive na capital, os serviços municipais continuarão sob responsabilidade das prefeituras, exigindo cooperação para corredores e integrações.</p>
<h3>Sergipe: Mitidieri promete veículo leve sobre trilhos e terá de definir a operação regional</h3>
<p>Fábio Mitidieri reafirmou o compromisso de implantar um veículo leve sobre trilhos para conectar Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão e Laranjeiras, com aproveitamento de parte da malha ferroviária existente.</p>
<p>Em julho de 2026, foi assinado um acordo de cooperação para iniciar os procedimentos de viabilização. A etapa deve ser acompanhada pela apresentação dos projetos, pela definição do financiamento e pela contratação das intervenções necessárias.</p>
<p>O governador também apresentou o Arco Metropolitano e a nova ponte entre Aracaju e Barra dos Coqueiros em sua agenda de infraestrutura.</p>
<p>O novo mandato terá de explicar como essas iniciativas funcionarão com as linhas de ônibus da região. No caso dos trilhos, será necessário definir operador, manutenção, frequência e política tarifária.</p>
<p>A integração com terminais e linhas alimentadoras será decisiva para o alcance do serviço. O planejamento deve considerar os deslocamentos entre os quatro municípios e a continuidade das viagens até os bairros.</p>
<h3>Acre: segundo turno confronta propostas para rodovias, acessos e integração do território</h3>
<p>Mailza Assis e Alan Rick levam ao segundo turno propostas de melhoria das conexões do Acre. A agenda de Mailza contempla rodovias, ramais, pontes, aeródromos e acessos fluviais. Alan apresenta o Acre Interligado, com intervenções rodoviárias e propostas de contornos urbanos.</p>
<p>Entre as frentes citadas por Alan estão um arco metropolitano em Rio Branco e ligações para melhorar a circulação na região de Brasileia e Epitaciolândia. Os candidatos também tratam das rodovias federais que conectam o estado, cuja execução exige participação da União.</p>
<p>A necessidade principal é assegurar viagens confiáveis durante o ano, com manutenção adequada às condições locais. A dificuldade de acesso afeta transporte escolar, deslocamentos intermunicipais e atendimento de saúde.</p>
<p>No segundo turno, os programas precisarão detalhar prioridades, fontes de recursos e o atendimento por transporte público. Nas áreas mais afastadas, a avaliação deverá considerar também embarcações, terminais e serviços aéreos, conforme as necessidades de cada região.</p>
<h3>Amazonas: Omar prioriza a conclusão do Anel Leste; Maria do Carmo propõe o Expresso Oeste</h3>
<p>Omar Aziz inclui a conclusão do Anel Leste entre as intervenções para melhorar a mobilidade de Manaus e estruturar conexões entre áreas residenciais e de emprego.</p>
<p>Professora Maria do Carmo propõe o Expresso Oeste, uma ligação viária suspensa a partir da região da Ponta Negra, com primeira etapa em direção à área central. A candidata apresentou estimativa de R$ 3,8 bilhões e mencionou recursos estaduais e financiamento internacional.</p>
<p>Os dois compromissos exigem detalhamento sobre execução e benefício ao transporte público. Será necessário explicar como os corredores atenderão ônibus, reduzirão tempos de viagem e se conectarão ao sistema municipal.</p>
<p>Fora de Manaus, a mobilidade estadual envolve sobretudo os rios. A próxima gestão deverá considerar embarcações, terminais, segurança, acessibilidade e condições de atendimento durante mudanças no nível das águas.</p>
<p>O segundo turno abre espaço para esclarecer como as grandes propostas da capital se combinam com a circulação de passageiros no interior.</p>
<h3>Distrito Federal: Celina e Grass disputam o modelo de gratuidade e a expansão do metrô</h3>
<p>Celina Leão propõe ampliar a gratuidade para a população de baixa renda, expandir a Linha 1 do metrô e avançar em uma Linha 2 em direção ao Gama.</p>
<p>Leandro Grass defende implantação progressiva de tarifa zero com alcance mais amplo, bilhete único com o Entorno e investimento no sistema público de transporte.</p>
<p>A diferença envolve o público atendido e a forma de expansão do benefício. O segundo turno deverá esclarecer quem terá direito à gratuidade, em que prazo, com qual financiamento e com qual oferta de ônibus e metrô.</p>
<p>A expansão ferroviária exige separar intervenções em desenvolvimento de novos trechos que dependem de estudos e contratação. A integração com os municípios goianos será igualmente relevante.</p>
<p>Como Daniel Vilela já foi eleito em Goiás, a próxima gestão do Distrito Federal terá de negociar desde o início os projetos de Luziânia–Santa Maria e Águas Lindas–Ceilândia, com regras conjuntas para operação e tarifas.</p>
<h3>Espírito Santo: Pazolini propõe modernizar o Transcol; Ferraço aposta em novas conexões e expansão aquaviária</h3>
<p>Lorenzo Pazolini apresentou propostas de modernização do Transcol, qualificação dos terminais e integração com os sistemas municipais.</p>
<p>Ricardo Ferraço propõe uma nova ponte paralela à Florentino Avidos, expansão do transporte aquaviário, novas embarcações e melhorias nas conexões com os ônibus. Sua agenda também contempla infraestrutura cicloviária e acesso aos terminais.</p>
<p>O governo estadual colocou em operação, em maio de 2026, a estação aquaviária da Rodoviária de Vitória. Com isso, o sistema passou a contar com quatro pontos de embarque e desembarque na Grande Vitória.</p>
<p>A disputa deverá esclarecer como as propostas ampliarão frequência, cobertura e velocidade do transporte coletivo. A expansão aquaviária precisa considerar horários compatíveis com o Transcol e acesso adequado às estações.</p>
<p>Nas obras viárias, a avaliação para o passageiro deverá incluir prioridade aos ônibus e conexões com os terminais, além da circulação de veículos em geral.</p>
<h3>Rio de Janeiro: integração tarifária e recuperação dos trens estão no centro da disputa, com resultado sujeito a decisão judicial</h3>
<p>O Rio de Janeiro exige acompanhamento eleitoral adicional. Douglas Ruas e Eduardo Paes aparecem na disputa seguinte, mas o cálculo dos votos válidos poderá mudar conforme a decisão sobre os votos de Anthony Garotinho. A eventual confirmação da vitória de Ruas no primeiro turno alteraria o quadro nacional.</p>
<p>Na mobilidade, Ruas apresenta propostas de integração entre trens, metrô, barcas, ônibus e corredores de trânsito rápido. Seu programa contempla estudos e captação para a Linha 3 e um corredor metropolitano na Baixada Fluminense, além de acompanhamento dos indicadores de qualidade.</p>
<p>Paes promete recuperar a rede ferroviária, implantar bilhetagem eletrônica estadual, subsidiar o transporte intermunicipal e expandir o metrô. Durante a campanha, citou a extensão da Linha 2, a ligação em direção a São Gonçalo e atendimento a Belford Roxo e São João de Meriti.</p>
<p>A necessidade imediata é garantir confiabilidade ao serviço de trens e reduzir o peso das conexões no orçamento dos passageiros. A integração precisa abranger a Baixada, o Leste Fluminense e as viagens por barcas, com horários e regras de cobrança compreensíveis.</p>
<p>A Linha 3 permanece como uma proposta de grande porte. Sua execução exige definição de traçado, projeto, licenciamento, financiamento e contrato. Esses passos deverão ser apresentados ao público para permitir a cobrança de marcos concretos.</p>
<p>O próximo governo terá de atuar simultaneamente sobre as expansões e sobre a qualidade das viagens que já existem.</p>
<h3>Rio Grande do Norte: Allyson e Cadu propõem uma terceira ponte em Natal, mas terão de explicar o atendimento por transporte coletivo</h3>
<p>Allyson Bezerra e Cadu de Lula apresentaram a terceira ponte sobre o Rio Potengi como uma alternativa de mobilidade para Natal.</p>
<p>Allyson também propõe integrar as avenidas Itapetinga e das Fronteiras às pontes de Igapó e Newton Navarro. Em Mossoró, defendeu articulação com a União e a bancada federal para duplicar a Avenida Francisco Mota.</p>
<p>O segundo turno deverá esclarecer traçados, recursos, etapas e o papel do transporte coletivo nesses projetos. Para os moradores da Zona Norte e dos municípios metropolitanos, o resultado depende também de linhas, frequência e conexões.</p>
<p>A rede ferroviária federal de Natal constitui outra frente de articulação. Em 2026, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos incluiu o sistema em sua consulta para aquisição de novos veículos leves sobre trilhos.</p>
<p>O próximo governador precisará coordenar estado, prefeituras e União para aproximar os investimentos da rotina dos passageiros de Natal, da região metropolitana, de Mossoró e do interior.</p>
<h3>Tocantins: Dorinha e Vicentinho prometem extinguir a cobrança do fundo de transporte e terão de definir o financiamento das obras</h3>
<p>Professora Dorinha e Vicentinho Júnior assumiram o compromisso de extinguir a cobrança associada ao Fundo Estadual de Transporte.</p>
<p>Como o mecanismo foi criado para financiar infraestrutura, a disputa exige explicar quais receitas substituirão os recursos e como serão mantidos os investimentos e a manutenção das vias.</p>
<p>Vicentinho também apresentou propostas de ampliação da pavimentação e conexão entre diferentes meios de transporte. O detalhamento das prioridades e do financiamento será necessário para avaliar as etapas possíveis no próximo mandato.</p>
<p>Para os passageiros, a agenda envolve condições das estradas, segurança das viagens, transporte escolar e oferta intermunicipal. A regulação precisa acompanhar horários, acessibilidade e condições dos veículos.</p>
<p>Nos centros urbanos, a cooperação com as prefeituras deverá relacionar crescimento dos bairros, terminais e acesso ao transporte. O segundo turno será a oportunidade de esclarecer como a infraestrutura anunciada chegará ao atendimento cotidiano da população.</p>
<h3>A cobrança depois das urnas: recursos, prazos e resultados que o passageiro consiga perceber</h3>
<p>Os governos eleitos encontrarão projetos em situações distintas: obras em execução, serviços que precisam de recuperação e propostas que ainda dependem de estudos. O orçamento de 2027 e o planejamento dos quatro anos deverão mostrar quais compromissos terão recursos e prioridade.</p>
<p>Nas reeleições, a continuidade permite cobrar os cronogramas já anunciados. Nos estados com novos governadores, a transição precisará identificar contratos, obrigações e projetos existentes para definir a execução sem interromper o atendimento.</p>
<p>A renovação dos ônibus e a mudança da matriz energética exigirão planejamento de operação, manutenção e infraestrutura. A expansão da gratuidade dependerá de financiamento e oferta suficientes. Nos trilhos, o benefício das novas linhas estará ligado às conexões com os bairros e com os ônibus.</p>
<p>Para acompanhar os próximos quatro anos, os indicadores mais próximos da população serão viagens cumpridas, tempo de espera, custo das integrações, acessibilidade, segurança e tempo total de deslocamento. É nesses resultados que as promessas de mobilidade precisarão aparecer.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Investigação sobre infiltração do crime organizado nos transportes de São Paulo acende alerta até de investidores internacionais; novos modelos de negócios podem ser alternativas</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 09:01:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Em entrevista no Chile, a Adamo Bazani, CEO da TEVX explica avaliação de integridade e crédito para atrair capital nacional e internacional à eletrificação; Diário do Transporte mostrou que BNDES também acompanha operações no setor ADAMO BAZANI &#160; As investigações sobre a suspeita de infiltração do crime organizado em empresas de ônibus de São Paulo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="727" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?fit=1024%2C727&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?w=3557&amp;ssl=1 3557w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=1024%2C727&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=768%2C546&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=1536%2C1091&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=2048%2C1455&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=400%2C284&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Em entrevista no Chile, a Adamo Bazani, CEO da TEVX explica avaliação de integridade e crédito para atrair capital nacional e internacional à eletrificação; <strong>Diário do Transporte </strong>mostrou que BNDES também acompanha operações no setor</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<div style="width: 1024px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-537051-2" width="1024" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-20.21.36.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-20.21.36.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-20.21.36.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As investigações sobre a suspeita de infiltração do crime organizado em empresas de ônibus de São Paulo colocam a segurança dos investimentos no centro da discussão sobre a renovação das frotas e a eletrificação. O assunto chama a atenção até mesmo de investidores internacionais e preocupa. Além dos veículos e da infraestrutura de recarga, os projetos precisam oferecer garantias sobre quem recebe os recursos, a capacidade de pagamento e a regularidade dos negócios — requisitos que entram na avaliação de investidores nacionais e internacionais.<br /><br />Em entrevista exclusiva ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, na última sexta-feira, 2 de outubro de 2026, em Santiago, no Chile, o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza, explicou que a empresa pretende combinar a entrada dos ônibus elétricos Zhongtong no Brasil com soluções de energia, infraestrutura e financiamento. Entre as possibilidades estão modelos que permitem trazer investidores para financiar os veículos utilizados pelos operadores, com avaliações prévias de integridade e risco de crédito e alinhamento com as administrações responsáveis pelas concessões.<br /><br />A entrevista foi realizada pelo criador e editor-chefe do <em><strong>Diário do Transporte,</strong></em> Adamo Bazani, durante a visita que acompanhou a oficialização da TEVX como representante da fabricante chinesa no mercado brasileiro.<br /><br />Questionado sobre as investigações em São Paulo e os obstáculos à entrada de novos participantes no mercado, Souza destacou os critérios necessários para estruturar os investimentos.<br /><br />“<em>Quando a gente fala de solução financeira atendendo aquele cliente, seja o investidor internacional ou investidor local, sempre tem uma avaliação prévia, seja de compliance, seja de avaliação de rating de crédito daquele cliente”,</em> afirmou o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza.<br /><br />Na prática, essas análises envolvem dois aspectos diferentes: a verificação da integridade e da conformidade do negócio, conhecida como compliance, e a avaliação da capacidade de cumprir os compromissos financeiros, expressa pela classificação de risco de crédito.<br /><br />São questões que ligam o combate à entrada de recursos ilícitos no transporte à possibilidade de atrair capital para renovar os ônibus que atendem à população.<br /><br /><strong>BNDES acompanha investigações sobre o crime organizado nos transportes</strong><br /><br />A preocupação com a segurança dos recursos já aparece entre instituições que participam do financiamento da eletrificação no Brasil.<br /><br />Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 30 de setembro de 2026, a diretora de infraestrutura do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciana Costa, afirmou que o BNDES monitora as operações contra o crime organizado na cidade de São Paulo.<br /><br />A informação foi divulgada no contexto da renovação da frota municipal e das discussões sobre a situação da Transunião, operadora da zona Leste que foi alvo da Operação Última Parada, em junho deste ano.<br /><br />A atuação das autoridades também alcançou a Transwolff e a UPBus, investigadas na Operação Fim da Linha, deflagrada em abril de 2024, sobre suspeitas de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital por meio do transporte coletivo.<br /><br />As acusações são objeto de apuração e de processos judiciais. As defesas contestam as imputações, e a existência de investigação não equivale a uma condenação.<br /><br />Em junho de 2026, o <em><strong>Diário do</strong></em> <em><strong>Transporte</strong></em> também noticiou a declaração do promotor Lincoln Gakiya sobre a suspensão de financiamentos de ônibus elétricos destinados a empresas investigadas por supostas ligações com o PCC. Na ocasião, o promotor mencionou interlocução com o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento.<br /><br />Esse histórico mostra que as apurações têm efeitos sobre a análise dos projetos de renovação de frota e exigem atenção das instituições que fornecem recursos ao setor.<br /><br /><strong>Investidor pode financiar os ônibus utilizados pela empresa operadora</strong><br /><br />Uma das propostas apresentadas pela TEVX é ampliar as possibilidades de financiamento, aproximando os projetos de investidores que possam fornecer o capital necessário à aquisição dos veículos.<br /><br /><strong>Souza citou a experiência de Santiago como referência.</strong><br /><br /><em>“Uma das necessidades é você ter um investidor que possa financiar os operadores, os municípios, em modelos tal como o modelo de Santiago, que iniciou com um leasing de dez anos”,</em> disse o CEO da TEVX.<br /><br />O leasing é uma forma de arrendamento: a utilização do bem ocorre mediante pagamentos previstos em contrato. A estrutura permite organizar o acesso aos veículos ao longo de um período, em vez de concentrar todo o desembolso na compra inicial.<br /><br />Aplicado ao transporte, esse tipo de modelo pode ampliar as alternativas para a renovação de frota. A empresa responsável pelas viagens utiliza os ônibus dentro das condições contratadas, enquanto o investimento nos veículos pode contar com capital de outro participante.<br /><br />A distribuição das responsabilidades pela propriedade, manutenção, seguros e disponibilidade dos ônibus depende de cada contrato.<br /><br />Esse desenho pode ampliar o acesso a recursos, mas sua segurança depende da avaliação das partes, de garantias e de fiscalização. A mudança na forma de financiar a frota precisa vir acompanhada de controles sobre os participantes e os pagamentos.<br /><br />Segundo Souza, a TEVX trabalha para adaptar essas possibilidades à realidade brasileira.<br /><br />“<em>A gente vai ter nessa jornada até a fabricação local, já trazendo possíveis investidores, sejam internacionais ou investidores locais, e que esses preços caibam dentro do bolso do operador</em>”, afirmou.<br /><br /><strong>Concessões exigem alinhamento com prefeituras e governos estaduais</strong><br /><br />Outro ponto ressaltado pelo executivo é a participação do poder público na estruturação dos projetos.<br /><br />Como os ônibus podem atender a serviços concedidos, os compromissos financeiros e a implantação da infraestrutura precisam considerar as regras e os prazos dessas concessões.<br /><br /><em>“Sempre também, como são concessões públicas, ele vai estar a par e passo alinhado com as administrações municipais ou estaduais, dependendo do tipo de frota”,</em> disse o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza.<br /><br />Isso significa que a negociação dos veículos está ligada à organização do serviço público: duração dos contratos, obrigações de renovação, remuneração e condições de operação.<br /><br />Para o passageiro, a consequência prática é a necessidade de garantir que a chegada dos ônibus se traduza em atendimento. A frota precisa ter energia disponível, manutenção e condições de cumprir as viagens previstas.<br /><br /><strong>Energia e infraestrutura precisam estar prontas quando os ônibus chegarem</strong><br /><br />Na entrevista, Souza afirmou que a atuação da TEVX incluirá consultoria, infraestrutura e soluções de energia, além da representação comercial da Zhongtong.<br /><br />O executivo destacou o planejamento conjunto da chegada dos veículos e da estrutura necessária para colocá-los em circulação.<br /><br />“<em>A gente vai trazer a segurança de que a infraestrutura, de que a energia, ela chega de maneira planejada dentro da expectativa e da chegada dos próprios veículos</em>”, afirmou.<br /><br />A questão é relevante porque a aquisição do ônibus constitui uma etapa do projeto. A operação depende também de carregadores, disponibilidade de energia e organização das recargas de acordo com as jornadas dos veículos.<br /><br />A proposta apresentada pela empresa é acompanhar esse conjunto de necessidades, tanto para operadores privados quanto para municípios e governos estaduais.<br /><br /><strong>TEVX diz que primeiras unidades já foram vendidas e prevê fabricação local a partir de 2027</strong><br /><br />Souza afirmou que a entrada da Zhongtong no Brasil já conta com primeiras unidades negociadas. O nome do cliente deverá ser divulgado após o período de feriados conhecido como Golden Week, na China, e a conclusão dos detalhes com o comprador.<br /><br />“<em>Já temos as primeiras unidades. Em breve, a gente vai estar anunciando o cliente</em>”, disse o CEO da TEVX.<br /><br />Segundo o executivo, a parceria começou a ser construída no fim de 2025 e foi consolidada com a oficialização anunciada agora.<br /><br />Ao ser questionado sobre uma fábrica a partir de 2027, Souza confirmou o compromisso e destacou a transferência de tecnologia e a adaptação do processo de fabricação às necessidades brasileiras.<br /><br />“<em>Outro dos grandes compromissos que nós temos nesse acordo é a transferência de tecnologia, também trazer todo o processo de fabricação, atendendo às necessidades do mercado brasileiro”,</em> afirmou.<br /><br />De acordo com Souza, o projeto deverá aproveitar também a experiência do Grupo Cabal, representante da Zhongtong no Chile, para acelerar a implantação.<br /><br /><strong>Oferta inicial terá urbanos de 9 a 18 metros e modelo rodoviário</strong><br /><br />A prioridade comercial anunciada pelo executivo inclui ônibus urbanos de 9, 10, 12 e 18 metros, além de um rodoviário.<br /><br />A entrevista ocorreu diante de um articulado de 18 metros. Souza também destacou a proposta de oferecer um rodoviário com banheiro e autonomia adequada à aplicação pretendida.<br /><br />Segundo ele, o portfólio mais amplo da fabricante permite estudar outras configurações, com urbanos de 7 a 27 metros e diferentes tamanhos de rodoviários.<br /><br />A seleção inicial, afirmou, deverá acompanhar as necessidades locais e os compromissos assumidos com os compradores.<br /><br />O anúncio coloca lado a lado duas condições para a expansão dos elétricos no Brasil: oferecer veículos adequados às operações e estruturar negócios capazes de atrair recursos com segurança.<br /><br />No cenário das investigações em São Paulo, a análise da origem dos recursos, da integridade dos participantes e da capacidade de pagamento passa a fazer parte dessa discussão. A alternativa apresentada pela TEVX combina financiamento, infraestrutura e fornecimento de ônibus, com a proposta de ampliar as formas de viabilizar a renovação das frotas.<br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Artesp prorroga por mais 180 dias suspensão de ônibus entre São Miguel Paulista e Metrô Armênia, em São Paulo</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 08:49:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviço complementar 038VP1, do Consórcio Unileste, passa por Cidade Jardim Cumbica, em Guarulhos; novo período de paralisação começa em 25 de outubro de 2026 ADAMO BAZANI A ligação de ônibus entre São Miguel Paulista e o Metrô Armênia, em São Paulo, com passagem por Cidade Jardim Cumbica, em Guarulhos, terá a suspensão temporária prorrogada por [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="634" height="484" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/38vp1.jpg?fit=634%2C484&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/38vp1.jpg?w=634&amp;ssl=1 634w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/38vp1.jpg?resize=300%2C229&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/38vp1.jpg?resize=150%2C115&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/38vp1.jpg?resize=400%2C305&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 634px) 100vw, 634px" /> <p><em>Serviço complementar 038VP1, do Consórcio Unileste, passa por Cidade Jardim Cumbica, em Guarulhos; novo período de paralisação começa em 25 de outubro de 2026</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A ligação de ônibus entre São Miguel Paulista e o Metrô Armênia, em São Paulo, com passagem por Cidade Jardim Cumbica, em Guarulhos, terá a suspensão temporária prorrogada por mais 180 dias. A autorização da Artesp para o serviço complementar 038VP1, operado pelo Consórcio Unileste, foi publicada nesta segunda-feira, 5 de outubro de 2026, no Diário Oficial do Estado.</p>
<p>O novo período de paralisação começa em 25 de outubro. A decisão mantém suspenso esse atendimento específico, que conecta a zona leste da capital à região do Armênia passando pelo município de Guarulhos, e trata da continuidade de uma interrupção temporária da operação.</p>
<h2>Autorização abrange o serviço complementar 038VP1</h2>
<p>A publicação identifica o atendimento como serviço complementar metropolitano C-038VP1-000-R, com o seguinte percurso:</p>
<p>São Paulo — São Miguel Paulista / São Paulo — Metrô Armênia, via Guarulhos — Cidade Jardim Cumbica.</p>
<p>O código 038VP1 individualiza o serviço alcançado pela decisão. A autorização publicada se aplica a esse atendimento complementar e não determina a suspensão de todos os serviços associados à numeração 038.</p>
<p>A Artesp autorizou expressamente a “prorrogação da paralisação temporária, por mais um período de 180 dias”. Portanto, o ato prolonga uma suspensão já existente, com início do novo período em 25 de outubro de 2026.</p>
<h2>Prorrogação mantém o atendimento temporariamente interrompido</h2>
<p>Para quem utiliza o serviço, o efeito prático é a continuidade da interrupção da operação durante o período autorizado. A medida foi concedida ao Consórcio Unileste, identificado como responsável pelo atendimento.</p>
<p>O despacho está na seção de Atos Normativos, sob a Secretaria de Parcerias em Investimentos e a Superintendência de Transporte Coletivo da Artesp, agência estadual responsável pela regulação do serviço.</p>
<p>A decisão consta do processo administrativo 134.00007318/2026-06. O ato autoriza a paralisação temporária, sem transformar o serviço em uma linha definitivamente extinta.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>São Paulo amplia em R$ 271,76 milhões os recursos para subsídios aos ônibus; evolução desde 2017 supera inflação três vezes mais</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 08:01:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Reforço publicado nesta segunda-feira utiliza excesso de arrecadação; compensações passaram de cerca de R$ 2,9 bilhões em 2017 para R$ 7,12 bilhões em 2025, enquanto proposta para 2027 prevê R$ 7,35 bilhões ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo ampliou em R$ 271,76 milhões os recursos previstos no orçamento de 2026 para as compensações tarifárias [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="727" height="516" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/subsidias.jpg?fit=727%2C516&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/subsidias.jpg?w=727&amp;ssl=1 727w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/subsidias.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/subsidias.jpg?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/subsidias.jpg?resize=400%2C284&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 727px) 100vw, 727px" /> <div>
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<p><em>Reforço publicado nesta segunda-feira utiliza excesso de arrecadação; compensações passaram de cerca de R$ 2,9 bilhões em 2017 para R$ 7,12 bilhões em 2025, enquanto proposta para 2027 prevê R$ 7,35 bilhões</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo ampliou em R$ 271,76 milhões os recursos previstos no orçamento de 2026 para as compensações tarifárias do sistema de ônibus, os chamados subsídios. A medida, publicada no Diário Oficial desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026, reforça o financiamento público utilizado para complementar a arrecadação das passagens e sustentar a operação e as políticas tarifárias do transporte coletivo municipal.</p>
<p>O aporte ocorre após uma expansão dos subsídios acima da inflação: os valores informados passaram de aproximadamente R$ 2,9 bilhões em 2017 para R$ 7,12 bilhões em 2025, crescimento nominal de 145,5%, enquanto os preços subiram 50,6% entre o fim desses anos. Para 2027, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 1º de outubro, a Prefeitura propõe R$ 7,35 bilhões em compensações tarifárias, além de recursos específicos para eletrificação, gestão e renovação da frota com ônibus a biometano.</p>
<h3>Reforço de R$ 271,76 milhões amplia a autorização de despesas com os ônibus</h3>
<p>O decreto assinado pelo prefeito Ricardo Nunes em 2 de outubro acrescenta recursos a duas dotações da ação orçamentária “Compensações Tarifárias do Sistema de Ônibus”.</p>
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<table>
<thead>
<tr>
<th>Destinação</th>
<th>Valor adicional</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Compensações tarifárias — primeira dotação</td>
<td>R$ 230.993.811,86</td>
</tr>
<tr>
<td>Compensações tarifárias — segunda dotação</td>
<td>R$ 40.763.613,86</td>
</tr>
<tr>
<td>Total para os ônibus</td>
<td>R$ 271.757.425,72</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A cobertura será feita com excesso de arrecadação, mecanismo que permite utilizar recursos arrecadados acima da previsão considerada para a abertura do crédito.</p>
<p>Na prática, a suplementação aumenta o limite autorizado para essas despesas. A publicação não significa que todo o dinheiro já tenha sido transferido às empresas operadoras.</p>
<p>O Decreto nº 65.616 abre um crédito total de R$ 301,76 milhões. Desse montante, R$ 30 milhões são destinados à comunicação institucional. Portanto, a parcela reservada às compensações tarifárias dos ônibus é de R$ 271,76 milhões.</p>
<p>Esse reforço também não representa, sozinho, o orçamento atualizado dos subsídios em 2026. Para estabelecer o total vigente, é necessário considerar todas as suplementações e reduções realizadas durante o exercício.</p>
<h3>Subsídios complementam a arrecadação e ajudam a financiar gratuidades e integrações</h3>
<p>O transporte coletivo municipal é financiado pela receita das tarifas e por recursos do orçamento público. As compensações tarifárias ajudam a cobrir a diferença entre a arrecadação e as despesas reconhecidas para o funcionamento do sistema.</p>
<p>O valor necessário depende dos custos contratuais, da oferta de viagens, do número de passageiros pagantes e das políticas de integração, descontos e gratuidades.</p>
<p>Assim, a evolução dos subsídios precisa ser analisada junto com as mudanças no atendimento e nas regras de acesso ao transporte.</p>
<p>Os relatórios da SPTrans mostram que a participação das gratuidades no total de passagens passou de 16% em 2022 para 21% em 2023 e 28% em 2024.</p>
<p>A empresa relaciona esse aumento à retomada da gratuidade para pessoas de 60 a 64 anos, em janeiro de 2023, e à implantação do Domingão Tarifa Zero, em dezembro daquele ano. Em 2024, a gratuidade dominical passou a ter efeito durante todo o exercício.</p>
<h3>Evolução desde 2017 mostra aumento dos aportes, com diferenças contábeis entre os anos</h3>
<p>A tabela reúne os valores identificados nos relatórios e demonstrativos utilizados no levantamento publicado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, com conferência dos relatórios mais recentes da SPTrans.</p>
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<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Ano</th>
<th>Compensações tarifárias informadas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>2017</td>
<td>Cerca de R$ 2,900 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>2018</td>
<td>R$ 3,017 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>2019</td>
<td>R$ 3,1105 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>2020</td>
<td>R$ 3,3159 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>2021</td>
<td>Cerca de R$ 3,300 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>2022</td>
<td>R$ 4,8911 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>2023</td>
<td>Cerca de R$ 5,300 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>2024</td>
<td>Cerca de R$ 6,700 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>2025</td>
<td>R$ 7,120 bilhões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Fontes: relatórios e demonstrativos da SPTrans e levantamento do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>. Valores nominais, sem atualização pela inflação.</p>
<p>Os documentos apresentam diferenças de critério contábil. O valor de 2018 está registrado pelo regime de competência, que associa a despesa ao período em que ela ocorreu. Outros registros acompanham os recursos recebidos, que podem incluir dinheiro destinado a despesas de exercícios anteriores.</p>
<p>Essas diferenças precisam ser consideradas antes de calcular aumentos anuais diretamente entre as linhas da tabela.</p>
<p>Em 2022, os R$ 4,8911 bilhões correspondem à rubrica específica de compensações tarifárias. O conjunto de recursos recebido pelo sistema naquele exercício era maior, pois incluía outras destinações e aporte federal para auxiliar no custeio da gratuidade dos idosos.</p>
<p>O relatório daquele ano registra ainda R$ 531,4 milhões em pagamentos relacionados a 2021. Em 2023, foram pagos R$ 157,9 milhões relativos a 2022. Já em 2024 houve pagamento de R$ 237,8 milhões referentes a 2023.</p>
<p>Por isso, recursos recebidos durante um ano e despesas efetivamente atribuídas à operação daquele mesmo período podem apresentar valores diferentes.</p>
<h3>Subsídios chegaram a R$ 7,12 bilhões em 2025</h3>
<p>No relatório de 2025, a SPTrans informou R$ 7,12 bilhões em compensações tarifárias, com crescimento de 6,9% na comparação utilizada pela própria empresa.</p>
<p>A arrecadação tarifária foi de R$ 5,01 bilhões, enquanto a remuneração das concessionárias, incluindo o Serviço Atende+, alcançou R$ 12,28 bilhões.</p>
<p>Esses indicadores têm abrangências próprias. A diferença entre arrecadação tarifária e remuneração das concessionárias não deve ser apresentada automaticamente como o valor exato de uma única rubrica de subsídio.</p>
<p>A remuneração é o pagamento pelos serviços contratados. Já as compensações tarifárias são uma das fontes utilizadas para financiar o sistema, ao lado da receita das passagens e de outros recursos.</p>
<h3>Inflação foi de 50,6% entre o fim de 2017 e o fim de 2025</h3>
<p>Para comparar a expansão dos subsídios com a evolução geral dos preços, o levantamento utiliza o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.</p>
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<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Ano</th>
<th>Inflação no ano</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>2017</td>
<td>2,95%</td>
</tr>
<tr>
<td>2018</td>
<td>3,75%</td>
</tr>
<tr>
<td>2019</td>
<td>4,31%</td>
</tr>
<tr>
<td>2020</td>
<td>4,52%</td>
</tr>
<tr>
<td>2021</td>
<td>10,06%</td>
</tr>
<tr>
<td>2022</td>
<td>5,79%</td>
</tr>
<tr>
<td>2023</td>
<td>4,62%</td>
</tr>
<tr>
<td>2024</td>
<td>4,83%</td>
</tr>
<tr>
<td>2025</td>
<td>4,26%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Fonte: IBGE.</p>
<p>Entre dezembro de 2017 e dezembro de 2025, a inflação acumulada foi de aproximadamente 50,59%.</p>
<p>O cálculo combina as taxas de 2018 a 2025, porque o ponto de partida é o encerramento de 2017. Os percentuais não são simplesmente somados: a inflação de cada ano incide sobre o nível de preços já atualizado pelo anterior.</p>
<p>Se os R$ 2,9 bilhões utilizados como referência de 2017 fossem corrigidos apenas por essa inflação, chegariam a aproximadamente R$ 4,37 bilhões no fim de 2025.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Comparação</th>
<th>Resultado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Subsídio informado em 2017</td>
<td>Cerca de R$ 2,90 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Valor de 2017 corrigido até dezembro de 2025</td>
<td>Cerca de R$ 4,37 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Subsídio informado em 2025</td>
<td>R$ 7,12 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Crescimento nominal dos subsídios</td>
<td>145,5%</td>
</tr>
<tr>
<td>Inflação acumulada no intervalo</td>
<td>50,6%</td>
</tr>
<tr>
<td>Crescimento descontada essa inflação</td>
<td>Cerca de 63,0%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Cálculos do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, com valores arredondados e atualização entre os encerramentos dos anos.</p>
<p>A comparação indica uma expansão além da recomposição geral dos preços. Considerando as diferenças contábeis da série, o resultado serve como referência da dimensão do crescimento, sem representar uma medida isolada de eficiência ou de custo por passageiro.</p>
<p>O IPCA também não reproduz integralmente os custos da operação dos ônibus. Salários, combustível, manutenção, veículos e equipamentos podem subir em ritmos diferentes da inflação média ao consumidor.</p>
<h3>Orçamento de 2027 prevê R$ 7,35 bilhões em subsídios</h3>
<p>Conforme noticiado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 1º de outubro, o orçamento original de 2026 previa aproximadamente R$ 6,225 bilhões em compensações tarifárias.</p>
<p>Para 2027, a proposta encaminhada à Câmara Municipal prevê R$ 7,347 bilhões, aumento de cerca de 18% sobre a previsão inicial de 2026. Essa comparação é entre dotações orçamentárias, e não entre os pagamentos finais dos dois exercícios.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Referência</th>
<th>Valor</th>
<th>Situação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>2025</td>
<td>R$ 7,120 bilhões</td>
<td>Compensações informadas pela SPTrans</td>
</tr>
<tr>
<td>2026</td>
<td>R$ 6,225 bilhões</td>
<td>Orçamento original</td>
</tr>
<tr>
<td>Outubro de 2026</td>
<td>R$ 271,757 milhões</td>
<td>Suplementação publicada nesta segunda-feira</td>
</tr>
<tr>
<td>2027</td>
<td>R$ 7,347 bilhões</td>
<td>Proposta à Câmara</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O fechamento de 2026 será necessário para estabelecer quanto efetivamente foi destinado às compensações tarifárias neste ano.</p>
<p>O projeto para 2027 contempla a continuidade dos ônibus gratuitos aos domingos. A dotação dos subsídios financia o conjunto do sistema e de suas políticas tarifárias, sem identificar, nesse valor agregado, uma parcela exclusiva para o programa dominical.</p>
<h3>Eletrificação, gestão e biometano têm previsões separadas dos subsídios</h3>
<p>A proposta orçamentária de 2027 também destina R$ 2,189 bilhões à ação “Eletrificação da Frota e Melhoria da Gestão do Sistema de Transporte Coletivo” e R$ 500 milhões à renovação com veículos a biometano.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Ação prevista para 2027</th>
<th>Valor aproximado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Compensações tarifárias dos ônibus</td>
<td>R$ 7,35 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Eletrificação da frota e melhoria da gestão</td>
<td>R$ 2,19 bilhões</td>
</tr>
<tr>
<td>Renovação com veículos a biometano</td>
<td>R$ 500 milhões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As destinações têm finalidades diferentes. As compensações ajudam a financiar a operação e as políticas tarifárias, enquanto as demais ações contemplam renovação tecnológica e gestão.</p>
<p>Como a rubrica de R$ 2,19 bilhões combina eletrificação e melhoria da gestão, o valor não pode ser apresentado integralmente como dinheiro exclusivo para compra de ônibus elétricos.</p>
<p>A proposta prevê R$ 13,96 bilhões para a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte. Os valores dependem da análise e aprovação dos vereadores e podem sofrer alterações durante a tramitação e a execução do orçamento.</p>
<h3>Qualidade das viagens precisa acompanhar o financiamento público</h3>
<p>Para quem utiliza os ônibus, o resultado dos recursos aplicados aparece na regularidade das viagens, nos intervalos, na lotação, na conservação dos veículos, na acessibilidade e no atendimento aos bairros.</p>
<p>A avaliação dos subsídios precisa reunir esses indicadores, os custos e o cumprimento dos contratos. O crescimento dos aportes públicos, sozinho, não demonstra melhora ou piora dos serviços.</p>
<p>A prioridade dos ônibus nas ruas também interfere na eficiência. Percursos mais rápidos e regulares permitem aproveitar melhor veículos e equipes, enquanto congestionamentos prolongam viagens e comprometem os intervalos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o planejamento precisa considerar a função social da rede. Linhas de menor movimento podem ser necessárias para atender bairros afastados e garantir deslocamentos em horários de baixa demanda.</p>
<p>O acompanhamento da aplicação dos recursos deve permitir verificar quanto é gasto e qual atendimento é entregue aos passageiros, por empresa e região da cidade.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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<div></div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/sao-paulo-amplia-em-r-27176-milhoes-os-recursos-para-subsidios-aos-onibus-evolucao-desde-2017-supera-inflacao-tres-vezes-mais/feed/</wfw:commentRss>
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  <item>
    <title>VÍDEO EXCLUSIVO: Passageiros correm com malas sob chuva para embarcar em rodoviária improvisada de São Vicente; situação já passa de três anos &#8211; Cenas de descaso</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/video-exclusivo-passageiros-correm-com-malas-sob-chuva-para-embarcar-em-rodoviaria-improvisada-de-sao-vicente-situacao-ja-passa-de-tres-anos-cenas-de-descaso/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 07:11:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova rodoviária na Praça Doutor Bernardino de Campos acumula atrasos, mas Prefeitura informou nesta semana que obras chegaram a 99% Obras ficaram R$ 1,5 milhão mais caras ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari Passageiros de ônibus rodoviários continuam enfrentando uma estrutura improvisada e inadequada em São Vicente, no litoral paulista, mais de três anos depois da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?w=3841&amp;ssl=1 3841w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Nova rodoviária na Praça Doutor Bernardino de Campos acumula atrasos, mas Prefeitura informou nesta semana que obras chegaram a 99% Obras ficaram R$ 1,5 milhão mais caras</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Arthur Ferrari</strong></em></p>
<div style="width: 850px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-537168-3" width="850" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261004145142.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261004145142.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261004145142.mp4</a></video></div>
<p><br /><br />Passageiros de ônibus rodoviários continuam enfrentando uma estrutura improvisada e inadequada em São Vicente, no litoral paulista, mais de três anos depois da abertura do atual posto provisório. No início da tarde deste domingo, 4 de outubro de 2026, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> esteve no local, na Avenida Capitão-Mor Aguiar, 798, no Centro, e registrou em vídeos usuários obrigados a deixar a pequena área de espera e correr com malas debaixo de chuva forte para alcançar os ônibus, que fazem o embarque na rua.<br /><br />A situação encontrada pela reportagem inclui espaço reduzido para passageiros, sanitários insuficientes para a função de uma rodoviária, ausência de plataformas convencionais de embarque, ônibus parando na via pública e conflito de espaço entre os veículos rodoviários, táxis e carros de transporte por aplicativo. Sem um sistema de informação ao passageiro semelhante ao encontrado em terminais estruturados, funcionários das empresas precisam anunciar em voz alta as partidas. O problema ficou ainda mais evidente durante o temporal deste domingo: um dos ônibus parou distante da área coberta e passageiros tiveram de atravessar o trecho exposto carregando bagagens sob a chuva para embarcar.<br /><br />A situação é provisória, mas já dura desde 3 de maio de 2023.<br /><br />Enquanto isso, São Vicente está perto de concluir uma nova rodoviária na Praça Doutor Bernardino de Campos, também na região central. A Prefeitura informou em 1º de outubro de 2026, apenas três dias antes da visita do Diário do Transporte ao posto improvisado, que as obras chegaram a 99% de execução. O novo equipamento promete justamente corrigir diversos problemas que a reportagem encontrou neste domingo, com plataformas, áreas cobertas e climatizadas, sanitários, acessibilidade, segurança, ponto de táxi e espaço específico para embarque e desembarque de passageiros de carros por aplicativo.<br /><br /><strong>Chuva expõe fragilidade da estrutura provisória</strong><br /><br />A chuva forte que atingia São Vicente no início da tarde deste domingo deixou evidente uma das principais limitações do posto da Avenida Capitão-Mor Aguiar.<br /><br />Existe uma pequena área coberta para espera, mas ela não funciona como uma plataforma rodoviária na qual o passageiro permanece protegido até chegar ao ônibus.<br /><br />Os veículos de viagem fazem as operações junto à via. Na situação acompanhada pelo Diário do Transporte, o ônibus não conseguiu realizar o embarque imediatamente diante do ponto em que estavam os passageiros.<br /><br />O resultado foi uma cena incompatível com a estrutura esperada de um terminal rodoviário: ao chegar o momento da partida, passageiros com malas tiveram de sair da cobertura e correr debaixo de chuva forte até o ônibus.<br /><br />Quem transportava bagagens maiores enfrentou dificuldade adicional.<br /><br />A reportagem registrou a situação em vídeo.<br /><br />Não se trata apenas de uma questão de conforto. Passageiros carregando malas, circulando rapidamente por uma área utilizada simultaneamente por ônibus, automóveis, táxis e veículos de aplicativo ficam mais expostos a riscos justamente no momento de embarque.<br /><br /><strong>Ônibus, táxis e aplicativos disputam um espaço que não foi concebido como terminal</strong><br /><br />Outro problema observado pelo Diário do Transporte é a própria configuração física do posto.<br /><br />Diferentemente de uma estação rodoviária convencional, na qual os ônibus entram em área segregada e param em plataformas definidas, o equipamento provisório depende da Avenida Capitão-Mor Aguiar para parte da operação.<br /><br />A reportagem encontrou ônibus rodoviários parando na rua enquanto táxis e veículos de transporte por aplicativo também circulavam e procuravam espaço para deixar ou buscar passageiros.<br /><br />A combinação se torna especialmente problemática porque boa parte das pessoas que chega a uma rodoviária transporta malas e precisa permanecer alguns minutos no local para desembarcar, localizar o ônibus, retirar ou acomodar bagagens e fazer o embarque.<br /><br />O espaço disponível é pequeno para reunir simultaneamente passageiros que aguardam diferentes partidas.<br /><br /><strong>Funcionários precisam anunciar partidas &#8220;no grito&#8221;</strong><br /><br />A precariedade não se limita à área física de embarque.<br /><br />Durante a permanência do Diário do Transporte no posto, funcionários das empresas rodoviárias precisavam chamar os passageiros em voz alta para informar as partidas.<br /><br />Na prática, o trabalhador acaba assumindo pessoalmente uma função que, em um terminal de passageiros estruturado, pode contar com sistemas de sonorização, painéis de informação, identificação clara de plataformas e organização dos fluxos de embarque.<br /><br />Em um ambiente pequeno, movimentado e com ruídos provenientes da própria Avenida Capitão-Mor Aguiar, a chamada verbal também aumenta a possibilidade de um passageiro não ouvir a informação.<br /><br />Para idosos, pessoas com deficiência, usuários com dificuldades de locomoção, famílias com crianças e passageiros carregando muitas bagagens, as limitações são ainda mais relevantes.<br /><br />&#8220;<strong>Provisório&#8221; da Capitão-Mor Aguiar funciona desde maio de 2023</strong><br /><br />O endereço atual é Avenida Capitão-Mor Aguiar, 798, Centro, ao lado da Secretaria Municipal de Educação.<br /><br />O posto começou a funcionar em 3 de maio de 2023 e, desde o início, foi apresentado como uma solução temporária.<br /><br />Na ocasião, a mudança foi divulgada pela Prefeitura como uma melhoria em relação à estrutura anterior do Parque Bitaru, principalmente por causa das reclamações de insegurança.<br /><br />A Administração Municipal destacou na abertura do posto a localização mais central, a proximidade do comércio e das praias, a existência de linhas municipais nas imediações, a instalação de uma base da Guarda Civil Municipal e o monitoramento por câmeras.<br /><br />Também foram anunciados cobertura para proteger passageiros de sol e chuva, acessibilidade, vagas para táxis e áreas destinadas aos ônibus.<br /><br />Mais de três anos depois, entretanto, a experiência acompanhada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> neste domingo mostrou os limites de uma estrutura que nasceu como provisória e permaneceu responsável pelos embarques e desembarques rodoviários da cidade durante todo esse período.<br /><br /><strong>Problema da rodoviária de São Vicente é ainda mais antigo</strong><br /><br />A dificuldade de São Vicente para oferecer uma estrutura definitiva não começou em 2023.<br /><br />Em abril de 2016, a operação rodoviária havia sido transferida provisoriamente para o Mercado Municipal, na Praça João Pessoa, 58, no Centro.<br /><br />Em dezembro de 2018, a cidade inaugurou uma rodoviária no Parque Bitaru. O equipamento, entretanto, passou a enfrentar problemas e reclamações, especialmente relacionados à localização e à segurança.<br /><br />Foi desse endereço que a operação saiu em 2023 para a Avenida Capitão-Mor Aguiar.<br /><br />Na época da mudança, o prefeito Kayo Amado reconheceu que a estrutura anterior não era adequada para a atividade e anunciou o posto da Capitão-Mor Aguiar como uma solução emergencial enquanto o município preparava um terminal definitivo.<br /><br />Assim, sucessivas estruturas apresentadas como soluções para o transporte rodoviário acabaram antecedendo o projeto que agora está em fase final na Praça Doutor Bernardino de Campos.<br /><br /><strong>Nova rodoviária fica na Praça Doutor Bernardino de Campos</strong><br /><br />O endereço escolhido para a nova estação é a Praça Doutor Bernardino de Campos, no Centro de São Vicente.<br /><br />As obras começaram no fim de 2023 e o projeto original previa aproximadamente 365 dias de execução.<br /><br /><strong>O cronograma, porém, não foi cumprido.</strong><br /><br />A entrega chegou a ser projetada para 2024, mas o empreendimento atravessou sucessivos adiamentos. A Prefeitura atribuiu parte do atraso a uma paralisação decorrente de decisão judicial.<br /><br />Em maio de 2026, o atraso já era de aproximadamente dois anos e oito meses em relação às previsões divulgadas para a entrega do equipamento.<br /><br />Em julho, a Prefeitura informava que pouco mais de 70% da obra estava executada. No início de setembro, o índice divulgado já superava 80%.<br /><br />Na quinta-feira, 1º de outubro de 2026, a Administração Municipal informou que a execução havia alcançado 99%.<br /><br />Ou seja, justamente no fim de semana em que o Diário do Transporte encontrou passageiros correndo com malas na chuva para embarcar no posto provisório, o terminal que deverá substituir essa estrutura estava, segundo a Prefeitura, a um ponto percentual da conclusão física.<br /><br />Apesar do avanço, conclusão da obra e início efetivo da operação não são necessariamente a mesma coisa. É necessário concluir os procedimentos administrativos e operacionais, organizar a ocupação pelas empresas e preparar a transferência das partidas e chegadas para o novo endereço.<br /><br /><strong>Investimento passou de aproximadamente R$ 6 milhões para R$ 7,5 milhões</strong><br /><br />O custo da nova rodoviária também aumentou durante a execução.<br /><br />O investimento inicialmente divulgado estava na faixa de R$ 6 milhões.<br /><br />Em 2026, um termo aditivo elevou o valor em aproximadamente R$ 1,5 milhão, fazendo o custo chegar a cerca de R$ 7,5 milhões.<br /><br />Segundo informações da Prefeitura divulgadas quando ocorreu o acréscimo, a diferença está relacionada a melhorias estruturais, entre elas ampliação da cobertura, além da aquisição de equipamentos para o terminal.<br /><br />O empreendimento terá cinco plataformas de embarque.<br /><br />A estrutura projetada inclui áreas cobertas e climatizadas, sanitários, acessibilidade, estabelecimentos comerciais e lanchonetes, além de esquema de segurança durante 24 horas.<br /><br />Também estão previstas áreas específicas para táxis e para embarque e desembarque de usuários de veículos por aplicativo.<br /><br />Esse último ponto tem relação direta com uma das situações observadas neste domingo no posto provisório: a convivência desorganizada, em espaço restrito, entre ônibus rodoviários e automóveis que chegam para buscar ou deixar passageiros.<br /><br /><strong>Entorno do novo terminal já recebeu alterações</strong><br /><br />Nas últimas semanas, os trabalhos também chegaram às ruas próximas à nova rodoviária.<br /><br />A Rua Santa Cruz recebeu pavimentação nas proximidades da Praça Doutor Bernardino de Campos e foram implantadas lombadas.<br /><br />Já na etapa final, o entorno ganhou novas faixas de pedestres e faixas elevadas, além da sinalização das áreas destinadas aos táxis e aos veículos de aplicativo.<br /><br />A organização do trânsito será um dos pontos que precisarão ser acompanhados quando a rodoviária começar efetivamente a funcionar.<br /><br />O local fica em uma região central e com ruas de capacidade limitada, e moradores e comerciantes do entorno já manifestaram preocupação com o impacto da circulação e das manobras dos ônibus rodoviários.<br /><br />Durante a execução do projeto também houve questionamentos sobre a capacidade das baias para receber veículos de diferentes dimensões. A Prefeitura informou anteriormente que foram realizadas verificações em razão dos diferentes tipos de ônibus utilizados pelas empresas e sustentou que o projeto segue as normas técnicas.<br /><br /><strong>Lei de 2026 definiu modelo de funcionamento do novo terminal</strong><br /><br />A preparação para a abertura avançou também na área administrativa.<br /><br />Em maio de 2026 foi sancionada a Lei Complementar nº 1.239, que estabeleceu regras para organização, gestão, operação, uso, funcionamento e exploração econômica do Terminal Rodoviário Municipal da Praça Doutor Bernardino de Campos.<br /><br />O modelo previsto combina atuação do poder público com participação privada em atividades acessórias.<br /><br />A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana fica responsável pela gestão, operação e fiscalização, enquanto determinadas atividades podem ser delegadas à iniciativa privada por instrumentos previstos na legislação.<br /><br />Com a obra chegando aos 99%, o município também passou a tratar da ocupação e das atividades necessárias ao funcionamento do equipamento.<br /><br />Uma espera que atravessa anos e diferentes endereços<br /><br />A situação encontrada neste domingo ajuda a dimensionar por que a entrega da nova rodoviária representa mais do que a inauguração de um novo prédio.<br /><br />O passageiro rodoviário de São Vicente convive há anos com mudanças e soluções provisórias.<br /><br />A operação passou pelo Mercado Municipal, pelo Parque Bitaru e, desde maio de 2023, pelo posto da Avenida Capitão-Mor Aguiar.<br /><br />Neste domingo, 4 de outubro de 2026, o Diário do Transporte encontrou nessa estrutura passageiros esperando em um espaço pequeno, funcionários anunciando viagens em voz alta, ônibus utilizando a rua para embarques, automóveis e táxis dividindo a mesma área e, sob chuva forte, viajantes correndo com suas malas até o ônibus.<br /><br />O posto provisório já completou três anos e cinco meses de funcionamento.<br /><br />A poucos quilômetros dali, a nova rodoviária que deveria encerrar esse ciclo de improvisações está, segundo a informação mais recente da Prefeitura, 99% concluída.<br /><br />Resta agora saber quando esse percentual se transformará efetivamente em portas abertas, ônibus nas plataformas e passageiros protegidos da chuva.<br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Viação Dedo de Deus conquista novamente selo de Ótima Empresa para Trabalhar (GPTW)</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 01:00:56 +0000</pubDate>
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<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A Viação Dedo de Deus conquistou, pelo quarto ano consecutivo, a certificação Great Place to Work (GPTW), reconhecimento internacional que atesta a qualidade do ambiente de trabalho com base na percepção dos próprios colaboradores. Nesta edição, a empresa alcançou 80 pontos, resultado superior ao ano passado. Ao todo, 390 funcionários responderam à pesquisa, representando quase 80% da equipe.</p>
<p>A certificação é resultado da Pesquisa de Clima Organizacional aplicada pela GPTW, com participação voluntária e respostas anônimas dos funcionários. A metodologia considera a percepção dos colaboradores sobre diferentes aspectos da experiência profissional, como confiança na liderança, ambiente de trabalho, reconhecimento, desenvolvimento e relações entre as equipes.</p>
<p>Para a Viação Dedo de Deus, a renovação do selo pelo quarto ano consecutivo representa a continuidade das ações voltadas à valorização e ao desenvolvimento dos colaboradores. Segundo o diretor da empresa, Marcelo Augusto, a certificação é resultado de um processo contínuo de transformação da cultura organizacional. “A conquista é reflexo do nosso compromisso em ouvir, valorizar e desenvolver as pessoas. Além disso, um ambiente de trabalho positivo também se reflete diretamente na qualidade do serviço que prestamos à população”, afirma.</p>
<p>Ao longo dos últimos anos, a Viação Dedo de Deus vem ampliando iniciativas direcionadas ao desenvolvimento profissional, ao reconhecimento e à qualidade de vida dos colaboradores. Atualmente, a empresa conta com quase 500 profissionais e mantém ações voltadas à construção de um ambiente de trabalho cada vez mais participativo.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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