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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Minas Gerais suspende licitação de corredores para ônibus nas avenidas Brasília, Vilarinho, Civilização e JK, na Grande Belo Horizonte</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/30/minas-gerais-suspende-licitacao-de-corredores-para-onibus-nas-avenidas-brasilia-vilarinho-civilizacao-e-jk-na-grande-belo-horizonte/</link>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 11:01:54 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Seinfra interrompe concorrência sem nova data para analisar questões apresentadas em recurso; projeto prevê tratamento viário para implantação de sistema BRS ADAMO BAZANI A implantação de intervenções para dar prioridade aos ônibus nas avenidas Brasília, Vilarinho, Civilização e JK, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, terá de aguardar a continuidade da licitação estadual. A Secretaria [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1003" height="663" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/corredores-4.1.jpg?fit=1003%2C663&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/corredores-4.1.jpg?w=1003&amp;ssl=1 1003w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/corredores-4.1.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/corredores-4.1.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/corredores-4.1.jpg?resize=768%2C508&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/corredores-4.1.jpg?resize=400%2C264&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1003px) 100vw, 1003px" /> <p><em>Seinfra interrompe concorrência sem nova data para analisar questões apresentadas em recurso; projeto prevê tratamento viário para implantação de sistema BRS</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A implantação de intervenções para dar prioridade aos ônibus nas avenidas Brasília, Vilarinho, Civilização e JK, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, terá de aguardar a continuidade da licitação estadual. A Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias suspendeu a concorrência sem estabelecer uma nova data, conforme publicação no Diário Oficial desta quarta-feira, 30 de setembro de 2026.</p>
<p>A decisão foi tomada para analisar questões apresentadas em recurso e realizar diligências antes do prosseguimento da contratação. O projeto reúne dois lotes de tratamento viário para implantação de sistema BRS em corredores classificados como emergenciais: um destinado à Avenida Brasília e outro às avenidas Vilarinho, Civilização e JK.</p>
<p><strong>Projeto trata da prioridade de circulação dos ônibus</strong></p>
<p>O objeto da contratação é a realização de intervenções viárias para implantação de BRS, sistema voltado à organização e à prioridade do transporte por ônibus.</p>
<p>Para o passageiro, a finalidade de medidas dessa natureza é melhorar as condições de circulação dos coletivos e reduzir a interferência do tráfego geral sobre o atendimento. O resultado depende tanto das intervenções físicas quanto da organização da operação e do cumprimento das regras de uso das vias.</p>
<p>A contratação está dividida em dois conjuntos:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Lote</th>
<th>Corredores abrangidos</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>01</td>
<td>Avenida Brasília</td>
</tr>
<tr>
<td>02</td>
<td>Avenidas Vilarinho, Civilização e JK</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>O objeto publicado é de tratamento viário para implantação do sistema. A suspensão incide sobre a seleção da empresa responsável por executar essas intervenções.</p>
<p><strong>Recurso levou a novas análises antes do julgamento</strong></p>
<p>A Seinfra informa que a interrupção decorre da necessidade de completar a instrução do processo diante dos elementos apresentados na fase recursal.</p>
<p>Em termos práticos, a administração pretende reunir e avaliar informações necessárias para decidir sobre os questionamentos antes de dar continuidade à concorrência.</p>
<p>A publicação menciona análises e diligências para esclarecer os fatos. Também relaciona a decisão à necessidade de assegurar que o julgamento do recurso e as etapas seguintes observem o devido processo administrativo.</p>
<p>A suspensão foi assinada pela subsecretária de Edificações, Débora Dias do Carmo.</p>
<p><strong>Suspensão sem data exige nova comunicação para retomada</strong></p>
<p>O termo utilizado no despacho é “sine die”, expressão que significa suspensão sem data definida para retomada.</p>
<p>A Secretaria informa que divulgará uma nova comunicação depois de concluir as análises e as providências necessárias. A concorrência permanece interrompida enquanto essa etapa é realizada.</p>
<p>A medida não equivale à revogação do projeto. Seu efeito imediato é suspender o andamento da licitação para que as questões recursais sejam examinadas.</p>
<p>A decisão refere-se ao edital nº 516/2026 e à concorrência eletrônica nº 1301017 000024/2026, publicada na página 68 do Diário do Executivo estadual.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Rio de Janeiro autoriza transporte escolar nas faixas BRS entre 11h e 14h e prevê ampliação dos horários</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 10:31:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículos precisam estar regularizados; circulação será monitorada e não poderá prejudicar a operação dos ônibus ADAMO BAZANI Os veículos de transporte escolar regularmente cadastrados e licenciados no Rio de Janeiro estão autorizados a circular pelos corredores e faixas preferenciais BRS entre 11h e 14h. A medida foi publicada nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="888" height="580" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/whatsapp-image-2022-10-21-at-07.58.57.webp?fit=888%2C580&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/whatsapp-image-2022-10-21-at-07.58.57.webp?w=888&amp;ssl=1 888w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/whatsapp-image-2022-10-21-at-07.58.57.webp?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/whatsapp-image-2022-10-21-at-07.58.57.webp?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/whatsapp-image-2022-10-21-at-07.58.57.webp?resize=768%2C502&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/whatsapp-image-2022-10-21-at-07.58.57.webp?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 888px) 100vw, 888px" /> <p><em>Veículos precisam estar regularizados; circulação será monitorada e não poderá prejudicar a operação dos ônibus</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Os veículos de transporte escolar regularmente cadastrados e licenciados no Rio de Janeiro estão autorizados a circular pelos corredores e faixas preferenciais BRS entre 11h e 14h. A medida foi publicada nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, e permite o uso desses espaços durante um período associado aos deslocamentos entre os turnos escolares.</p>
<p>A autorização não permite esperar alunos, estacionar ou formar filas nas faixas dos ônibus. A Prefeitura do Rio de Janeiro acompanhará os efeitos da mudança sobre o trânsito, a segurança e o transporte coletivo, com possibilidade de ajustar os trechos atendidos e ampliar gradualmente os horários.</p>
<p><strong>Embarque e desembarque devem ser rápidos, sem espera por passageiros</strong></p>
<p>A regra contempla exclusivamente veículos regularizados e identificados como transporte escolar. Os condutores deverão respeitar a sinalização e as condições operacionais estabelecidas pela Secretaria Municipal de Transportes e pela CET-Rio.</p>
<p>O embarque e o desembarque poderão durar somente o tempo necessário para que os passageiros entrem ou saiam do veículo, com segurança e sem comprometer a circulação dos ônibus.</p>
<p>Está proibido utilizar o BRS para aguardar passageiros, organizar embarques, controlar horários ou manter o veículo parado além do necessário. Quando o trânsito ou a operação do transporte coletivo exigir, o motorista deverá prosseguir imediatamente para evitar retenções.</p>
<p>A autorização também não concede preferência ao transporte escolar sobre os veículos do transporte público coletivo.</p>
<p><strong>Ampliação poderá variar conforme o corredor e os resultados do acompanhamento</strong></p>
<p>A Secretaria de Transportes prevê uma fase inicial de monitoramento. Serão avaliados os efeitos sobre a fluidez do trânsito, a segurança viária e a regularidade dos ônibus.</p>
<p>Esse acompanhamento não suspende a autorização entre 11h e 14h. A circulação nesse intervalo já está permitida pela norma, em vigor desde a publicação.</p>
<p>A ampliação poderá alcançar horários anteriores às 11h e posteriores às 14h, integral ou parcialmente. Entretanto, dependerá de avaliação técnica e poderá ser diferente de um corredor para outro.</p>
<p>A mudança se refere ao BRS, sistema de faixas preferenciais utilizado pelos ônibus nas vias urbanas. A resolução não autoriza o transporte escolar a circular nas pistas do BRT.</p>
<p>A medida consta da Resolução SMTR nº 3.962, assinada em 29 de setembro e publicada na página 32 do Diário Oficial.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Caminho da Escola integra regras para emendas de 2027 e compra de veículos deverá observar planejamento e viabilidade</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 10:01:00 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Portaria do MEC inclui transporte escolar nas ações para emendas individuais e coletivas e estabelece condições para evitar duplicidade de projetos ADAMO BAZANI A compra de veículos para transporte de estudantes pelo Caminho da Escola está entre as ações previstas pelo Ministério da Educação para receber emendas parlamentares no orçamento de 2027. As regras publicadas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/foz_f2500_OREIII-30-scaled-1.webp?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/foz_f2500_OREIII-30-scaled-1.webp?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/foz_f2500_OREIII-30-scaled-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/foz_f2500_OREIII-30-scaled-1.webp?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/foz_f2500_OREIII-30-scaled-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/foz_f2500_OREIII-30-scaled-1.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/foz_f2500_OREIII-30-scaled-1.webp?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/foz_f2500_OREIII-30-scaled-1.webp?resize=2048%2C1366&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/foz_f2500_OREIII-30-scaled-1.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Portaria do MEC inclui transporte escolar nas ações para emendas individuais e coletivas e estabelece condições para evitar duplicidade de projetos</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A compra de veículos para transporte de estudantes pelo Caminho da Escola está entre as ações previstas pelo Ministério da Educação para receber emendas parlamentares no orçamento de 2027. As regras publicadas nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, orientam a apresentação e a execução de propostas individuais, de bancadas estaduais ou distrital e de comissões permanentes.</p>
<p>Para estados e municípios, a norma estabelece critérios de planejamento, viabilidade e prevenção de duplicidade, que deverão ser observados ao buscar recursos para o atendimento escolar. A inclusão do programa permite direcionar emendas à aquisição de veículos, mas a portaria não anuncia quantidade de ônibus, municípios contemplados ou liberação imediata de dinheiro.</p>
<p><strong>Programa busca garantir acesso e permanência dos estudantes na escola</strong></p>
<p>Criado em 2007, o Caminho da Escola tem como finalidade renovar e padronizar os veículos de transporte escolar e melhorar as condições de acesso à educação básica pública.</p>
<p>O programa atende prioritariamente estudantes de áreas rurais e ribeirinhas. Nessas localidades, a disponibilidade de transporte integra as condições para frequentar a escola, especialmente quando residência e unidade de ensino ficam distantes.</p>
<p>A ação orçamentária de aquisição de veículos aparece nos dois anexos da nova portaria: no destinado a emendas de bancada e de comissão e no relacionado a emendas individuais.</p>
<p>A publicação insere a compra de veículos em uma regulamentação mais ampla das emendas destinadas à educação.</p>
<p><strong>Emendas coletivas precisam estar vinculadas ao planejamento educacional</strong></p>
<p>Para as modalidades coletivas, a portaria exige compatibilidade com o Plano Nacional de Educação e alinhamento a objetivos do Plano Plurianual.</p>
<p>Na educação básica, deve ser observado, quando aplicável, o Plano de Ações Articuladas. A proposta também precisa demonstrar viabilidade técnica, operacional e de execução no exercício orçamentário.</p>
<p>Isso exige que a demanda seja apresentada como parte de uma política educacional e de transporte executável, e não apenas como indicação genérica de compra.</p>
<p>A norma também prevê complementaridade com outras ações, evitando sobreposição e fragmentação de investimentos.</p>
<p><strong>Duplicidade de instrumentos pode impedir execução</strong></p>
<p>Um mesmo objeto não deverá ser repetido em instrumentos ainda sem execução iniciada, nas situações previstas pela portaria.</p>
<p>Nas emendas de bancada, há restrições à programação que resulte em transferência para mais de um ente ou entidade e à individualização de ações para atender indicações de integrantes da bancada.</p>
<p>Se a programação for divisível, seu objeto deverá ser identificado com precisão. As partes independentes não poderão ser inferiores a 10% do valor total da emenda.</p>
<p>O descumprimento das exigências poderá constituir impedimento técnico à execução dos recursos.</p>
<p><strong>Indicação de emenda e entrega de ônibus são etapas diferentes</strong></p>
<p>A indicação parlamentar precisa ser seguida de análise, execução orçamentária e financeira e cumprimento das condições necessárias à aquisição.</p>
<p>O cronograma de pagamentos deverá respeitar a programação oficial. A portaria também prevê orientações em uma cartilha do MEC para o orçamento de 2027.</p>
<p>O transporte escolar aparece nessa etapa de planejamento e organização dos recursos, sem uma lista de entregas definida no documento.</p>
<p>As regras constam da Portaria MEC nº 740, de 29 de setembro de 2026.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Rio de Janeiro autoriza bagageiros no teto dos táxis convencionais e executivos</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 09:31:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Equipamentos devem respeitar os limites dos fabricantes e não podem prejudicar a estabilidade, a visibilidade ou a identificação dos veículos ADAMO BAZANI Os táxis convencionais e executivos do Rio de Janeiro poderão utilizar bagageiros na parte externa do teto para transportar as bagagens dos passageiros. A autorização foi publicada nesta quarta-feira, 30 de setembro de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1000" height="667" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bagageiro-de-teto.jpg?fit=1000%2C667&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bagageiro-de-teto.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bagageiro-de-teto.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bagageiro-de-teto.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bagageiro-de-teto.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/bagageiro-de-teto.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /> <p><em>Equipamentos devem respeitar os limites dos fabricantes e não podem prejudicar a estabilidade, a visibilidade ou a identificação dos veículos</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Os táxis convencionais e executivos do Rio de Janeiro poderão utilizar bagageiros na parte externa do teto para transportar as bagagens dos passageiros. A autorização foi publicada nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, e já está em vigor.</p>
<p>A instalação deverá respeitar as especificações do veículo e do equipamento, além das exigências nacionais de segurança. As bagagens precisam estar acondicionadas e fixadas sem comprometer a estabilidade, a condução ou a visibilidade do motorista.</p>
<p><strong>Capacidade adicional depende dos limites técnicos de cada veículo</strong></p>
<p>A Secretaria Municipal de Transportes fundamentou a medida na necessidade de ampliar a capacidade de transporte de bagagens dos táxis.</p>
<p>A autorização, entretanto, não libera a instalação de qualquer suporte. O bagageiro deverá ser apropriado ao modelo e seguir as restrições estabelecidas pelos fabricantes.</p>
<p>Também deverão ser cumpridas as regras da resolução do Conselho Nacional de Trânsito que disciplina o transporte de cargas nas partes externas dos veículos.</p>
<p>Na prática, o motorista precisa observar tanto a compatibilidade do equipamento quanto a forma de acomodar e prender a bagagem. A existência do suporte não elimina os limites de utilização do veículo.</p>
<p><strong>Identificação do táxi e equipamentos obrigatórios precisam continuar visíveis</strong></p>
<p>O bagageiro não poderá impedir ou prejudicar a identificação visual do táxi. Também não poderá interferir em equipamentos, sinalizações e demais elementos obrigatórios.</p>
<p>O cumprimento das condições poderá ser verificado nas vistorias da SMTR ou durante ações de fiscalização.</p>
<p>A autorização consta da Resolução SMTR nº 3.960, publicada na página 32 do Diário Oficial.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Artesp multa Next Mobilidade em R$ 184 mil por descumprimento de obrigações sobre garantia da concessão no ABC Paulista (SP)</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 09:01:36 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão administrativa envolve manutenção e comprovação da renovação da garantia financeira do contrato; concessionária poderá recorrer em 15 dias ADAMO BAZANI A Artesp aplicou multa de R$ 184.032 à Next Mobilidade por descumprimento de obrigações relacionadas à garantia financeira da concessão do transporte metropolitano do ABC Paulista. A decisão foi publicada nesta quarta-feira, 30 de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="699" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/next.webp?fit=1024%2C699&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/next.webp?w=1525&amp;ssl=1 1525w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/next.webp?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/next.webp?resize=1024%2C699&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/next.webp?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/next.webp?resize=768%2C524&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/next.webp?resize=400%2C273&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Decisão administrativa envolve manutenção e comprovação da renovação da garantia financeira do contrato; concessionária poderá recorrer em 15 dias</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Artesp aplicou multa de R$ 184.032 à Next Mobilidade por descumprimento de obrigações relacionadas à garantia financeira da concessão do transporte metropolitano do ABC Paulista. A decisão foi publicada nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, e envolve a exigência de manter essa proteção durante todo o contrato e comprovar sua renovação e atualização até dez dias antes do vencimento.</p>
<p>A concessionária poderá apresentar recurso em 15 dias, contados da publicação ou da notificação, conforme estabelece o despacho. A penalidade representa uma decisão administrativa da agência reguladora, sujeita a contestação pela empresa. A garantia serve para assegurar recursos ao poder público em situações previstas no contrato, incluindo pagamento de multas e ressarcimento de despesas decorrentes do descumprimento de obrigações.</p>
<p><strong>Contrato exige garantia durante toda a concessão e comprovação antecipada da renovação</strong></p>
<p>A multa foi aplicada pela Superintendência de Transporte Coletivo à ABC Sistema de Transporte SPE S.A., razão social da Next Mobilidade.</p>
<p>As obrigações infringidas estão nas cláusulas 57.1 e 57.10 do contrato de concessão EMTU nº 020/97, na redação consolidada consultada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>.</p>
<p>A cláusula 57.1 determina que a concessionária mantenha íntegra a garantia de execução durante todo o prazo contratual. Essa proteção pode ser constituída por caução em dinheiro, títulos da dívida pública federal, seguro-garantia, fiança bancária ou uma combinação dessas modalidades.</p>
<p>Já a cláusula 57.10 exige que a empresa apresente ao poder concedente o documento comprobatório de renovação e atualização da garantia até dez dias antes do término de sua vigência.</p>
<p>São duas obrigações complementares: manter a garantia e comprovar sua continuidade dentro do prazo contratual. A exigência permite ao poder público acompanhar a validade da proteção financeira oferecida pela concessionária.</p>
<p><strong>Proteção financeira pode ser utilizada para multas e ressarcimentos ao Estado</strong></p>
<p>O contrato estabelece que o poder concedente é o beneficiário da garantia de execução.</p>
<p>Entre as hipóteses de utilização estão o pagamento de multas aplicadas à concessionária e o ressarcimento de custos e despesas assumidos pelo poder público em razão do descumprimento das obrigações da empresa.</p>
<p>Na redação do termo aditivo de 2021, a garantia foi estabelecida em R$ 109.823.143,15, na data-base de dezembro de 2020, correspondente a 10% da receita anual máxima. Esse montante constitui a referência contratual daquele momento.</p>
<p>Para as modalidades de seguro-garantia e fiança bancária, o contrato prevê vigência mínima de um ano. A responsabilidade pelas renovações e atualizações necessárias é da concessionária, que também deve comunicar essas providências ao poder concedente.</p>
<p>A garantia integra os mecanismos de proteção do contrato de transporte, oferecendo respaldo financeiro para obrigações que podem surgir durante a concessão.</p>
<p><strong>Descumprimento foi enquadrado como infração grave, com possibilidade de recurso</strong></p>
<p>A Artesp enquadrou a ocorrência no item 3.46 do Anexo 35 do 13º termo aditivo, firmado em 2021. O dispositivo trata do inadimplemento parcial do contrato, integra o grupo de infrações graves e prevê aplicação da sanção por dia de constatação.</p>
<p>Para impor a multa, a Superintendência de Transporte Coletivo adotou as manifestações técnicas do processo e os fundamentos do parecer da Consultoria Jurídica da agência.</p>
<p>A decisão reconhece administrativamente o descumprimento e aplica a penalidade, mas assegura à concessionária o direito de recorrer. Assim, a empresa poderá contestar os fundamentos e a sanção dentro do prazo de 15 dias previsto na publicação.</p>
<p><strong>Concessão reúne operação de ônibus e obrigações de infraestrutura no ABC</strong></p>
<p>O contrato teve origem na concessão do Corredor Metropolitano São Mateus–Jabaquara, em 1997, então operado pela Metra. Ao longo dos anos, recebeu alterações envolvendo a operação e a manutenção da infraestrutura do sistema.</p>
<p>O termo aditivo de 2021 ampliou as responsabilidades da concessionária, incorporando as linhas metropolitanas remanescentes da Área 5, correspondente ao ABC Paulista, e obrigações relacionadas à implantação do BRT-ABC.</p>
<p>A multa sobre a garantia financeira ocorre durante um período de cobrança do Estado pela entrega do novo corredor e de discussão sobre as condições econômicas da concessão.</p>
<p>Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, em 23 de setembro a Artesp rejeitou um pedido da Next para aumentar sua tarifa de remuneração e decidiu não reexaminar, naquele processo, questões sobre adiamento das obras e mudanças no BRT que já haviam recebido deliberação específica.</p>
<p>A tarifa de remuneração é um parâmetro econômico utilizado no contrato para remunerar a prestação do serviço, distinto da passagem paga diretamente pelo usuário.</p>
<p>Na mesma semana, a Next apresentou a proposta de iniciar uma operação parcial em um trecho de 10 quilômetros que afirma ter concluído. A configuração divulgada previa atendimento entre a Parada Metrópole, em São Bernardo do Campo, e o limite de São Caetano do Sul com São Paulo, com continuidade até Tamanduateí por transbordo gratuito em ônibus comum, passando por Sacomã.</p>
<p>A fiscalização da concessão abrange, portanto, diferentes responsabilidades: a prestação dos serviços aos passageiros, os investimentos previstos e a manutenção das garantias contratuais que protegem o poder público.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Campo Grande (MS): Cade publica aquisição do Consórcio Guaicurus pelo Grupo HP, anunciada em primeira mão pelo Diário do Transporte</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 08:01:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Operação envolve a Maas, empresa criada pelo grupo de Goiânia para comprar as quatro viações; negociação foi anunciada em julho e motivou cobrança do TCE sobre investimentos e fiscalização ADAMO BAZANI A compra das quatro empresas de ônibus do Consórcio Guaicurus, de Campo Grande (MS), pelo Grupo HP, de Goiânia, teve sua operação publicada pelo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Externa-Goiania.webp?fit=800%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Externa-Goiania.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Externa-Goiania.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Externa-Goiania.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Externa-Goiania.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Externa-Goiania.webp?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Operação envolve a Maas, empresa criada pelo grupo de Goiânia para comprar as quatro viações; negociação foi anunciada em julho e motivou cobrança do TCE sobre investimentos e fiscalização</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A compra das quatro empresas de ônibus do Consórcio Guaicurus, de Campo Grande (MS), pelo Grupo HP, de Goiânia, teve sua operação publicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026. A negociação, anunciada em primeira mão pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em julho, aparece no órgão federal em nome da Maas Administração e Participações Ltda., empresa criada pelo grupo comprador para concentrar as participações nas operadoras.</p>
<p>Para os passageiros, a mudança empresarial está associada às cobranças por renovação da frota, ônibus com ar-condicionado e recuperação dos terminais. A publicação do Cade, entretanto, dá publicidade ao negócio e não equivale à aprovação da aquisição, à autorização municipal para assumir o serviço ou à comprovação de que os investimentos anunciados foram executados.</p>
<p><strong>Maas pertence à estrutura do Grupo HP e foi constituída para conduzir a compra</strong></p>
<p>A presença da Maas no documento não significa que surgiu outro comprador para o Consórcio Guaicurus. A sociedade integra a estrutura do Grupo HP e foi criada especificamente para a operação.</p>
<p>Em comunicado divulgado em julho, o grupo informou que a Maas era integralmente detida pela HP Investimentos e seria utilizada para consolidar o controle das quatro empresas após o cumprimento das condições necessárias à aquisição.</p>
<p>Esse tipo de estrutura é conhecido como sociedade de propósito específico: uma empresa constituída para executar determinado empreendimento ou negócio, reunindo suas participações, recursos e responsabilidades.</p>
<p>O contrato de compra e venda foi celebrado em 18 de julho de 2026 e envolve Viação Cidade Morena Ltda., Jaguar Transportes Urbanos Ltda., Viação Campo Grande Ltda. e Viação São Francisco Ltda.</p>
<p>São essas quatro operadoras, juntamente com a Maas, que aparecem como partes no edital do Cade.</p>
<p><strong>Documento publicado nesta quarta-feira trata de aquisição de controle</strong></p>
<p>A Superintendência-Geral do Cade classifica a transação como aquisição de controle no setor de transporte público coletivo de passageiros.</p>
<p>O fato novo é a publicidade formal da operação perante o órgão de defesa da concorrência. O edital não apresenta decisão de aprovação, preço de compra, percentuais societários ou condições de investimento.</p>
<p>Também não determina mudança de linhas, frequências, tarifas ou quantidade de ônibus em circulação. Esses aspectos fazem parte da prestação do serviço e das obrigações da concessão municipal, não sendo definidos pelo extrato publicado.</p>
<p>O procedimento foi divulgado pelo Edital nº 734, de 29 de setembro de 2026, referente ao ato de concentração nº 08700.009319/2026-62.</p>
<p><strong>Diário do Transporte noticiou em primeira mão a confirmação da negociação</strong></p>
<p>Em 21 de julho, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> publicou em primeira mão a confirmação da venda pela prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes.</p>
<p>A reportagem mostrou que a HP ainda aguardava autorização municipal para assumir a operação. Entre as condições anunciadas estavam novos ônibus, ar-condicionado e reforma dos terminais.</p>
<p>O anúncio ocorreu durante a intervenção municipal no transporte coletivo e em meio a discussões judiciais sobre a movimentação de recursos pelas equipes interventoras.</p>
<p>A publicação atual no Cade é um desdobramento daquela negociação, e não o anúncio de uma aquisição diferente.</p>
<p><strong>TCE cobrou compromissos, prazos e responsabilidade da prefeitura</strong></p>
<p>Em 25 de julho, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> detalhou a cobrança do TCE-MS após o anúncio da compra.</p>
<p>No despacho de 24 de julho, o conselheiro Waldir Neves Barbosa determinou esclarecimentos municipais em dez dias e retomou o acompanhamento do Termo de Ajustamento de Gestão firmado em 2020.</p>
<p>A prefeitura deveria informar exigências ao comprador, prazos para corrigir deficiências, penalidades e mecanismos de fiscalização. A troca de controle, destacou o Tribunal, não afasta a responsabilidade municipal pelo cumprimento da concessão.</p>
<p><strong>Frota envelhecida, auditoria e discussão tarifária integravam as pendências</strong></p>
<p>O TCE pediu cronograma de renovação dos ônibus e esclarecimentos sobre o reequilíbrio econômico-financeiro, então judicializado.</p>
<p>Também apontou fragilidades na estrutura da agência reguladora e na auditoria econômico-financeira da concessionária. São questões que interferem na fiscalização, nas obrigações do contrato e na análise de tarifas.</p>
<p>O edital publicado nesta quarta-feira não informa se essas exigências foram atendidas ou se houve autorização municipal definitiva.</p>
<p><strong>Anúncio de compra, aprovação e assunção do serviço são etapas distintas</strong></p>
<p>A assinatura de um contrato entre empresas registra o compromisso de realizar o negócio. A efetiva transferência pode depender de condições previstas nesse contrato e das autorizações necessárias.</p>
<p>No comunicado de julho, o Grupo HP havia relacionado, entre essas etapas, a aprovação do Cade, a anuência municipal, a conclusão de auditorias e a solução de questões ligadas à intervenção e às discussões judiciais.</p>
<p>Por isso, a publicação deve ser acompanhada como parte do processo de aquisição. Para avaliar os efeitos concretos sobre o serviço, será necessário verificar as decisões posteriores e os compromissos formalizados para frota, terminais e operação.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>TIC Trens amplia ações de prevenção a furtos de cabos na Linha 7-Rubi</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 01:00:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Concessionária mapeia pontos vulneráveis e adota medidas de proteção e monitoramento ao longo dos 57 quilômetros da linha YURI SENA A TIC Trens, responsável pela operação da Linha 7-Rubi, intensificou as ações de prevenção a furtos de cabos ao longo do trecho entre as estações Palmeiras-Barra Funda, em São Paulo, e Jundiaí, no interior do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="555" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Trem_TICTrens-e1784710923225.jpeg?fit=1024%2C555&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Concessionária mapeia pontos vulneráveis e adota medidas de proteção e monitoramento ao longo dos 57 quilômetros da linha</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A TIC Trens, responsável pela operação da Linha 7-Rubi, intensificou as ações de prevenção a furtos de cabos ao longo do trecho entre as estações Palmeiras-Barra Funda, em São Paulo, e Jundiaí, no interior do Estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a concessionária, o trabalho começou com o mapeamento dos pontos considerados mais vulneráveis. Entre as medidas adotadas estão a proteção de caixas subterrâneas, o alteamento de cabos e a substituição do cobre por outros materiais. A empresa também utiliza recursos tecnológicos integrados ao Centro de Controle Operacional (CCO) para reforçar o monitoramento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a TIC Trens, as intervenções levam em consideração as características de cada trecho da linha. Áreas rurais extensas e locais de difícil visualização, por exemplo, demandam soluções diferentes das utilizadas em regiões urbanas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concessionária afirma que os furtos de cabos podem afetar sistemas de sinalização e energia, com impactos na circulação dos trens. Interferências nos equipamentos de sinalização podem provocar redução de velocidade, enquanto ocorrências nos sistemas de energia podem resultar em interrupções parciais ou totais da operação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As ações de proteção e modernização estão sendo implementadas de forma gradual ao longo dos 57 quilômetros da Linha 7-Rubi.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo José Luiz Bastos, diretor de Operação e Manutenção da TIC Trens, o plano combina medidas de engenharia, tecnologia e segurança para adequar as intervenções às características de cada trecho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concessionária afirma que a redução da exposição dos sistemas de sinalização e energia já contribuiu para o aumento da confiabilidade e da disponibilidade operacional da linha.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Viação Águia Branca abre 127 vagas para reforçar operação na alta temporada</title>
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    <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 00:00:11 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Oportunidades estão distribuídas entre Espírito Santo, Bahia e Rio de Janeiro VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Viação Águia Branca, empresa de transporte rodoviário de passageiros do Grupo Águia Branca, está com 127 vagas abertas para reforçar as equipes no período de alta temporada, entre outubro de 2026 e março de 2027. As oportunidades estão distribuídas entre [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img-9407-20250828-135858-631-E572-20250828-135503-533-4E3A_aguia-branca-foto-2-e1761262556203.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Oportunidades estão distribuídas entre Espírito Santo, Bahia e Rio de Janeiro</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A Viação Águia Branca, empresa de transporte rodoviário de passageiros do Grupo Águia Branca, está com 127 vagas abertas para reforçar as equipes no período de alta temporada, entre outubro de 2026 e março de 2027. As oportunidades estão distribuídas entre cidades do Espírito Santo, Bahia e Rio de Janeiro e incluem funções como motorista intermunicipal e interestadual, mecânico de linha pesada (diesel), entre outras. Há oportunidades para pessoas com deficiência.</p>
<p>Para motorista intermunicipal, são 70 vagas: 40 em Cariacica, 10 em São Mateus e cinco em Colatina, no Espírito Santo, e 15 em Teixeira de Freitas, na Bahia. As contratações atendem à alta temporada de viagens. No Rio de Janeiro, são 21 oportunidades para motorista interestadual, sendo 15 na capital fluminense e seis em Campos dos Goytacazes. A contratação é efetiva.</p>
<p>Os candidatos devem ter CNH nas categorias D ou E, ensino fundamental completo, curso de Transporte Coletivo de Passageiros atualizado, conforme a Resolução nº 959/2022 do Contran, exame toxicológico em dia e experiência com veículos de grande porte em rodovias. Além dos requisitos específicos, a Águia Branca busca profissionais com boa comunicação, cordialidade no atendimento ao público, capacidade de adaptação e compromisso com os procedimentos de segurança.</p>
<p>Também há três vagas temporárias para mecânico de linha pesada (diesel), em Cariacica (ES). A função exige ensino fundamental completo e pelo menos seis meses de experiência. Entre as atribuições estão a manutenção corretiva e a inspeção de sistemas elétricos, hidráulicos, pneumáticos e mecânicos de veículos, máquinas e equipamentos. Curso técnico em Mecânica e formações em normas regulamentadoras (NRs) são diferenciais.</p>
<p>Entre as demais oportunidades estão os cargos de técnico de segurança do trabalho, agente de vendas, conferente, coordenador regional de vendas e auxiliar administrativo, entre outros. As inscrições devem ser feitas pelo portal de <a href="https://aguiabranca.empregare.com/pt-br" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://aguiabranca.empregare.com/pt-br&amp;source=gmail&amp;ust=1790787689124000&amp;usg=AOvVaw124NSqoyTegJIralt7lpBj">vagas da Viação Águia Branca</a> (<a href="http://aguiabranca.empregare.com/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://aguiabranca.empregare.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1790787689124000&amp;usg=AOvVaw1f5uQlq7Wm3ztYJJYIJrL6">aguiabranca.empregare.com/</a>). No site, os interessados podem conferir os requisitos, atribuições e demais informações de cada cargo disponível.</p>
<p><strong>Benefícios e iniciativas voltadas aos colaboradores</strong></p>
<p>Além da remuneração, os profissionais contratados têm acesso a benefícios como assistência médica e odontológica, vale-alimentação, vale-refeição, vale-transporte, seguro de vida, previdência privada, cooperativa de crédito e passagem gratuita de ônibus durante as férias, com direito a acompanhante. As condições podem variar de acordo com o cargo.</p>
<p>A Viação Águia Branca também mantém iniciativas voltadas à educação, inclusão e qualidade de vida. O Projeto Amor que Acolhe promove a inclusão profissional de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), de acordo com as habilidades de cada colaborador. Já o Projeto Evoluir, realizado em parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI) do Espírito Santo, oferece gratuitamente Educação de Jovens e Adultos (EJA) a colaboradores e familiares.</p>
<p>Na área de saúde, o MO(vi)Mento de Águia reúne palestras, grupos de apoio, campanhas educativas e ações relacionadas à atividade física, alimentação equilibrada e descanso. A empresa também mantém o programa Medicina do Sono, voltado à importância do descanso para profissionais que trabalham nas estradas. Para as mães, a licença-maternidade é de seis meses.</p>
<p>Os motoristas contam ainda, às segundas-feiras, com serviços de corte de cabelo, barba, hidratação e limpeza de pele. A iniciativa integra as ações voltadas aos profissionais que atuam diretamente no transporte de passageiros.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Grupo Guanabara amplia uso de inteligência artificial e tecnologia na operação de transporte</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 23:00:34 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa apresentou estratégia de transformação digital durante evento da Coppe/UFRJ e destacou aplicações de IA em segurança, gestão de frota e venda de passagens YURI SENA O Grupo Guanabara vem ampliando o uso de tecnologia e inteligência artificial em diferentes etapas da operação de transporte de passageiros. A estratégia foi apresentada durante a abertura do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="760" height="578" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b9c9ab1f-d4a6-4f45-b5fb-8d36e75b0b13.jpg?fit=760%2C578&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b9c9ab1f-d4a6-4f45-b5fb-8d36e75b0b13.jpg?w=760&amp;ssl=1 760w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b9c9ab1f-d4a6-4f45-b5fb-8d36e75b0b13.jpg?resize=300%2C228&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b9c9ab1f-d4a6-4f45-b5fb-8d36e75b0b13.jpg?resize=150%2C114&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b9c9ab1f-d4a6-4f45-b5fb-8d36e75b0b13.jpg?resize=400%2C304&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /> <p><em><span style="font-weight: 400;">Empresa apresentou estratégia de transformação digital durante evento da Coppe/UFRJ e destacou aplicações de IA em segurança, gestão de frota e venda de passagens</span></em></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Grupo Guanabara vem ampliando o uso de tecnologia e inteligência artificial em diferentes etapas da operação de transporte de passageiros. A estratégia foi apresentada durante a abertura do Hackathon IA Coppe 2026, organizado pela Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ e pela plataforma Made in Rio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o painel “Becoming AI-First: Who We’re Hiring for AI and Innovation”, o Chief Technology Officer (CTO) do grupo, Felipe Moimaz, abordou o processo de transformação digital da empresa e a mudança no papel da área de tecnologia dentro da companhia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o executivo, a tecnologia deixou de atuar apenas como suporte às operações e passou a integrar as decisões relacionadas ao negócio. Moimaz também destacou que a transformação envolve mudanças nos processos internos e na cultura da organização, além da adoção de novas ferramentas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O painel contou ainda com a participação de Mauricio Dall’Agnese, responsável por Inovação e integrante do conselho da TAESA (Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A.). Ele apresentou aplicações de drones, imagens de satélite e inteligência artificial utilizadas pelo setor elétrico para inspeção de linhas de transmissão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O debate também tratou da aproximação entre grandes empresas de infraestrutura e startups como forma de desenvolver soluções tecnológicas para diferentes setores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Hackathon IA Coppe 2026 começou na sexta-feira (25) e reúne estudantes, pesquisadores e startups em projetos relacionados à inteligência artificial e à transição energética. O Grupo Guanabara participa do evento como patrocinador e co-criador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as aplicações tecnológicas utilizadas pelo grupo estão sistemas próprios voltados ao transporte rodoviário e ferramentas de monitoramento da frota.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo as informações apresentadas pela empresa, mais de mil veículos contam com sistemas de telemetria em tempo real. A frota também utiliza câmeras equipadas com inteligência artificial para acompanhar aspectos relacionados à condução dos veículos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As ferramentas são utilizadas para identificar comportamentos de dirigibilidade, sinais de fadiga e situações que possam representar riscos durante as viagens, permitindo uma atuação preventiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na área comercial, a empresa utiliza inteligência artificial e machine learning em sistemas de precificação dinâmica e previsão de demanda por passagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estratégia integra diferentes etapas da operação, desde o acompanhamento dos veículos até a gestão comercial, com o objetivo de utilizar dados e sistemas automatizados para apoiar decisões e aumentar a eficiência operacional.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  <item>
    <title>Entrega de 250 ônibus elétricos para capital paulista nesta quarta (30): Somente Eletra, serão 94 unidades. São Paulo ultrapassa 2 mil coletivos a eletricidade</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 22:07:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[ViaMobilidade]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Maior parte dos veículos da fabricante brasileira é do tipo “superarticulado”. Saiba o endereço e outros detalhes ADAMO BAZANI A entrega de 250 ônibus elétricos para a cidade de São Paulo, nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, terá diferentes marcos. Um deles é que a capital paulista, hoje oficialmente com 1.759 unidades, vai ultrapassar [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="791" height="566" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-8.jpg?fit=791%2C566&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-8.jpg?w=791&amp;ssl=1 791w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-8.jpg?resize=300%2C215&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-8.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-8.jpg?resize=768%2C550&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-8.jpg?resize=400%2C286&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 791px) 100vw, 791px" /> <p><em>Maior parte dos veículos da fabricante brasileira é do tipo “superarticulado”. Saiba o endereço e outros detalhes</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A entrega de 250 ônibus elétricos para a cidade de São Paulo, nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, terá diferentes marcos.</p>
<p>Um deles é que a capital paulista, hoje oficialmente com 1.759 unidades, vai ultrapassar a quantidade de dois mil coletivos a eletricidade, contando com 189 trólebus (conectados à fiação aérea). Ao todo, serão 1.820 ônibus somente com bateria.</p>
<p>Apesar de ser um número expressivo, colocando a cidade de São Paulo entre as maiores frotas de ônibus elétricos das Américas, o número ainda está abaixo da meta de 2,6 mil coletivos, que deveria ter sido alcançada em dezembro de 2024. Ou seja, quase dois anos inteiros depois, foram alcançados 77,3% da meta. A quantidade de elétricos também é relativamente pequena diante de toda a frota de ônibus municipais gerenciada pela SPTrans (São Paulo Transporte), representando 14,7% de todos os 13.690 veículos da frota contratada em agosto, último mês disponível na série oficial da gerenciadora da capital paulista.</p>
<p>A apresentação ocorre às 9h30 na Praça Heróis da FEB, em Santana, na zona Norte.</p>
<p>Outro marco é a predominância de marcas nacionais no sistema.</p>
<p>Somente os veículos com tecnologia brasileira Eletra, plataformas Mercedes-Benz ou Scania, montados em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, com carroceria Caio, de Botucatu, serão 94 unidades na entrega, das quais a maior parte é do tipo “superarticulado”, com quase 22 metros de comprimento.</p>
<p>A marca brasileira fará as seguintes apresentações:</p>
<ul data-spread="false">
<li>18 ônibus para a KBPX, de 15 m, com três eixos e plataforma Scania.</li>
<li>48 ônibus para a Via Sudeste, do tipo “superarticulado”, com plataforma Mercedes-Benz.</li>
<li>27 ônibus para a Move Buss, do tipo básico, de 12 m, com plataforma Mercedes-Benz.</li>
<li>1 ônibus para a Viação Grajaú, do tipo “superarticulado”, com plataforma Mercedes-Benz.</li>
</ul>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou no último domingo, 27 de setembro de 2026, que o ônibus 2 mil será um “superarticulado” Eletra para a Via Sudeste.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/09/27/sao-paulo-ultrapassa-2-mil-onibus-eletricos-com-apresentacao-nesta-quarta-30-veiculo-numero-2-mil-e-um-superarticulado-eletra-caio-mercedes-benz-da-via-sudeste/">São Paulo ultrapassa 2 mil ônibus elétricos com apresentação nesta quarta (30). Veículo número 2 mil é um superarticulado Eletra/Caio/Mercedes-Benz da Via Sudeste</a></p>
<p><strong>PREFERÊNCIA NACIONAL, MAS SEM PRECONCEITOS:</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-535938" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-7.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>De acordo com dados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), que reúne fabricantes e representantes do setor, a combinação Eletra/Caio liderou os emplacamentos brasileiros de ônibus elétricos no primeiro semestre de 2026, com 224 unidades e participação de 38%.</p>
<p>No mesmo período, a Mercedes-Benz registrou 113 unidades, equivalentes a 19,2%, e a BYD, 109 ônibus, correspondentes a 18,5%. O modelo mais emplacado foi o padron de piso baixo com tecnologia Eletra e carroceria Caio, no padrão da SPTrans: 113 unidades.</p>
<p>O levantamento contabilizou 589 ônibus elétricos emplacados no Brasil entre janeiro e junho, alta de 92,5% sobre as 306 unidades do primeiro semestre de 2025. São Paulo respondeu por 429 emplacamentos, ou 72,8% do total nacional. Esses números representam os registros realizados no período, e não o total acumulado de veículos em circulação por fabricante ou município.</p>
<p>No entanto, é importante destacar que, mesmo com vantagens como a proximidade entre fabricante, operador e gestor público e com linhas de financiamento disponíveis, como as do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), a tecnologia brasileira não é a única opção disponível.</p>
<p>Atualmente, marcas chinesas também têm oferecido modelos.</p>
<p>Há diferenças entre desenvolver a tecnologia no Brasil, fabricar veículos no país e importar ônibus completos. Uma empresa de origem estrangeira pode manter produção e assistência técnica em território brasileiro, como ocorre com a BYD, enquanto outras marcas trabalham com veículos importados e estruturas locais de comercialização e atendimento.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em junho, fabricantes como Higer e Ankai também oferecem veículos ao mercado paulistano. Essa diversidade amplia as possibilidades de compra, mas exige verificar as condições de manutenção, fornecimento de peças, garantia das baterias e atendimento durante toda a vida útil dos ônibus.</p>
<p>Para o sistema de transporte, a escolha envolve o custo de aquisição e também quanto o veículo custa para circular, sua disponibilidade diária, a capacidade de transportar passageiros e a compatibilidade com as linhas e garagens.</p>
<p>A presença de engenharia nacional pode facilitar adaptações às condições brasileiras e o contato com os responsáveis pelo desenvolvimento. Já a concorrência entre fornecedores pode ampliar a oferta e pressionar por melhores condições comerciais. Em ambos os casos, o resultado precisa aparecer no serviço prestado ao passageiro.</p>
<p><strong>SUPERARTICULADOS REPRESENTAM MAIS DA METADE DO LOTE DA ELETRA</strong></p>
<p>Dos 94 ônibus com tecnologia Eletra previstos para esta quarta-feira, 49 são superarticulados: 48 destinados à Via Sudeste e um à Viação Grajaú. São, portanto, 52,1% do lote da fabricante brasileira.</p>
<p>O veículo escolhido para representar o marco de dois mil elétricos tem 21,5 metros de comprimento. Embora comercialmente chamado de superarticulado, possui uma articulação, assim como os articulados convencionais. A diferença está no comprimento e na configuração do conjunto, que permitem ampliar o espaço disponível para passageiros.</p>
<p>Ônibus maiores são necessários em linhas de alta demanda. A eletrificação dessas operações exige veículos capazes de substituir os atuais coletivos sem reduzir a capacidade de transporte ou aumentar a quantidade de partidas apenas para compensar um salão menor.</p>
<p>Os ônibus de 15 metros e três eixos destinados à KBPX atendem a outra configuração operacional, enquanto os básicos de 12 metros da Move Buss mostram que a renovação também alcança veículos de menor porte em relação aos superarticulados.</p>
<p>Essa variedade é relevante porque a frota paulistana atende desde corredores movimentados até ruas de bairros, com diferenças de largura, curvas, relevo, demanda e condições de embarque.</p>
<p><strong>DOIS MIL ELÉTRICOS: MARCO INCLUI TRÓLEBUS E ÔNIBUS A BATERIA</strong></p>
<p>Com a adição das 250 unidades ao total informado de 1.759 veículos, São Paulo chegará a 2.009 ônibus elétricos: 1.820 a bateria e 189 trólebus.</p>
<p>Os dois tipos utilizam motor elétrico para movimentar o veículo. Nos trólebus, a energia vem principalmente da rede aérea. Nos ônibus a bateria, fica armazenada a bordo e é reposta por carregadores.</p>
<p>A distinção também ajuda a interpretar a comparação com a meta. O percentual de 77,3% considera os 2.009 coletivos elétricos, incluindo os trólebus. Os 1.820 veículos exclusivamente a bateria equivalem a 70% do parâmetro de 2.600 unidades.</p>
<p>Em relação à frota contratada de 13.690 ônibus citada na abertura, os modelos a bateria representarão aproximadamente 13,3%, e os elétricos, somados aos trólebus, 14,7%.</p>
<p>Assim, o marco de dois mil veículos reúne uma tecnologia presente na cidade há mais de sete décadas e outra que começou a ganhar escala mais recentemente.</p>
<p><strong>INFRAESTRUTURA: COMPRAR O ÔNIBUS É UMA PARTE DA TRANSIÇÃO</strong></p>
<p>A eletrificação depende de uma sequência de investimentos. Além dos veículos, as garagens precisam de carregadores, instalações elétricas dimensionadas para a operação, sistemas de proteção e capacidade de receber a energia necessária.</p>
<p>A demanda de uma garagem com dezenas ou centenas de ônibus é diferente da recarga de um automóvel. A ligação pode exigir obras na rede de distribuição, transformadores e adequações no imóvel. Os prazos dessas intervenções precisam acompanhar a fabricação e a entrega dos coletivos.</p>
<p>Em nota de fevereiro de 2025, a ABVE contestou a atribuição do atraso paulistano à capacidade geral das fábricas. A entidade informou que cinco empresas consultadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços haviam declarado capacidade instalada para produzir até 9.920 ônibus elétricos por ano.</p>
<p>Segundo a associação, os principais entraves estavam no planejamento da infraestrutura de recarga e em ajustes dos modelos de financiamento das operadoras. A posição da entidade distingue a capacidade industrial de fabricar ônibus da capacidade de cada cidade de colocá-los efetivamente nas ruas.</p>
<p>Na operação, também é necessário compatibilizar a autonomia com a programação das linhas. Distância percorrida, relevo, lotação, trânsito e uso do ar-condicionado influenciam o consumo de energia.</p>
<p>O planejamento deve definir quando cada ônibus será carregado, por quanto tempo e como a garagem distribuirá a potência entre os veículos. Deve prever ainda manutenção dos carregadores e alternativas para falhas no abastecimento elétrico.</p>
<p>Para o passageiro, a medida do sucesso é a regularidade: o ônibus precisa estar disponível para cumprir as viagens programadas.</p>
<p><strong>ARTICULADOS DE 18 METROS E MICRÕES EXIGEM OFERTA ADEQUADA ÀS LINHAS</strong></p>
<p>A capacidade de produzir milhares de ônibus elétricos não significa que exista a mesma variedade de opções para todas as categorias utilizadas em São Paulo.</p>
<p>Entre os segmentos que exigem ampliação da oferta estão os articulados de aproximadamente 18 metros e os mídis, conhecidos como micrões. O desafio inclui modelos disponíveis em escala, homologados para o sistema e compatíveis com as condições de operação.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em agosto, fabricantes apresentaram ou desenvolvem novas configurações, incluindo mídis, veículos de piso alto para aplicações específicas e articulados de 18 metros. O desenvolvimento dessas alternativas ajuda a ampliar o mercado, mas sua incorporação depende de avaliações técnicas e da disponibilidade comercial.</p>
<p>Um superarticulado de quase 22 metros pode atender a corredores e linhas de maior demanda, mas sua utilização depende de espaço para manobras, características dos pontos e terminais e compatibilidade com o itinerário.</p>
<p>Já os micrões têm papel importante no atendimento dos bairros, especialmente em vias estreitas e percursos com condições mais severas. Substituí-los exige preservar a capacidade de acessar essas ruas, a acessibilidade e o atendimento às áreas servidas.</p>
<p>A renovação, portanto, precisa ser planejada por categoria de veículo e por linha.</p>
<p><strong>DIESEL RESTRINGIDO DESDE 2022 E ELETRIFICAÇÃO ATRASADA PROLONGARAM A PERMANÊNCIA DOS ÔNIBUS ANTIGOS</strong></p>
<p>Desde 17 de outubro de 2022, a política da Prefeitura de São Paulo passou a restringir a inclusão de novos ônibus a diesel no sistema municipal, direcionando a renovação para tecnologias sustentáveis. A implementação teve tratamentos específicos para categorias com oferta elétrica mais limitada, como veículos menores, e para situações de transição.</p>
<p>Com o ritmo da eletrificação abaixo do esperado, parte dos ônibus antigos permaneceu por mais tempo em circulação. A SPTrans ampliou sucessivamente a tolerância de idade para preservar o atendimento.</p>
<p>Em janeiro de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou que os micrões haviam recebido mais um ano de tolerância. A SPTrans informou que os veículos desse tipo poderiam permanecer na frota até o fim de 2026, considerando as possibilidades do mercado de ônibus elétricos.</p>
<p>Na mesma apuração, a gerenciadora informou a existência de 2.214 ônibus com idade entre 11 e 13 anos. A reportagem também identificou um micrão de ano-modelo 2012 e fabricação 2011, então com 14 e 15 anos, respectivamente, autorizado a continuar no sistema.</p>
<p>A ampliação dos limites permitiu manter veículos necessários à operação, mas também prolongou a utilização de ônibus de gerações anteriores de controle de emissões. Segundo a SPTrans, os coletivos com mais de dez anos passam por vistorias mais frequentes e são utilizados preferencialmente na reserva técnica.</p>
<p>Outro ponto é que, a partir de 2023, foi excluída a obrigatoriedade de manutenção da idade média da frota prevista nos contratos de concessão, conforme a informação publicada pela própria administração municipal. Idade média e idade máxima são critérios diferentes: o primeiro acompanha o conjunto dos ônibus; o segundo estabelece até quando cada veículo pode permanecer.</p>
<p>A entrega de elétricos precisa, assim, ser acompanhada pela retirada dos veículos antigos e pela renovação das categorias que ainda apresentam dificuldades de substituição.</p>
<p><strong>BIOMETANO E EURO 6 TAMBÉM FAZEM PARTE DO DEBATE SOBRE RENOVAÇÃO</strong></p>
<p>A redução das emissões do transporte coletivo pode reunir diferentes tecnologias, conforme as características do sistema e a infraestrutura disponível.</p>
<p>O biometano é produzido pela purificação do biogás, obtido da decomposição de matéria orgânica. Pode aproveitar resíduos de aterros, atividades agropecuárias e outros processos, desde que o combustível atenda às especificações necessárias.</p>
<p>Seu uso exige motores apropriados, fornecimento regular, armazenamento e estrutura de abastecimento. O benefício climático depende também da origem do gás e do controle de vazamentos ao longo da cadeia.</p>
<p>Na Região Metropolitana de Goiânia, a renovação foi estruturada com diferentes soluções. O projeto Nova RMTC inclui ônibus elétricos e veículos a combustão com padrão Euro 6. A Metrobus também anunciou a operação dos primeiros seis articulados a biometano no BRT Leste-Oeste, no Eixo Anhanguera.</p>
<p>A opção permite combinar tecnologias conforme as condições de cada operação. Os veículos a diesel Euro 6 continuam utilizando combustível e emitindo gases pelo escapamento, mas seguem limites de poluentes locais mais restritivos que os Euro 5 e Euro 3.</p>
<p>No Brasil, o padrão correspondente é o Proconve P8. A comparação deve distinguir os poluentes que afetam diretamente a qualidade do ar, como óxidos de nitrogênio e material particulado, das emissões de dióxido de carbono associadas ao consumo de combustível. Uma redução de NOx não representa, automaticamente, a mesma redução de CO₂.</p>
<p>A política federal de renovação também contempla essa diversidade: o Novo PAC prevê ônibus elétricos e equipamentos de recarga, além de veículos Proconve P8 para sistemas BRT e corredores exclusivos.</p>
<p>Para São Paulo, o debate envolve compatibilizar os objetivos ambientais com a velocidade de substituição da frota antiga, a disponibilidade de modelos e a infraestrutura necessária a cada alternativa.</p>
<p><strong>DE 1947 A 2026: O HISTÓRICO DA ELETRIFICAÇÃO DOS ÔNIBUS PAULISTANOS</strong></p>
<p>A entrega desta quarta-feira integra uma trajetória com expansão industrial, experiências operacionais e mudanças nas políticas de transporte.</p>
<ul data-spread="true">
<li><strong>1947 — Primeira encomenda e chegada dos trólebus:</strong> A recém-criada CMTC preparou o sistema com uma frota inicial de 30 veículos importados, recebidos a partir de 1947. A implantação exigia também rede aérea e instalações de alimentação elétrica.</li>
<li><strong>1949 — Início da operação:</strong> Em 22 de abril, entrou em funcionamento a primeira linha de trólebus do Brasil, entre Aclimação e Praça João Mendes. Os ônibus elétricos passaram a integrar o transporte cotidiano da cidade.</li>
<li><strong>Anos 1950 e 1960 — Desenvolvimento da indústria nacional:</strong> Fabricantes brasileiros passaram a produzir trólebus e equipamentos elétricos, ampliando as possibilidades de compra e manutenção. São Paulo teve papel importante como mercado para essa indústria.</li>
<li><strong>1963 — CMTC monta seus próprios trólebus:</strong> A companhia passou a montar carrocerias em suas oficinas, utilizando componentes da Metropolitana e equipamentos de veículos anteriores. O programa produziu 144 trólebus e ajudou a sustentar a operação.</li>
<li><strong>Anos 1960 — Conversão de ônibus a diesel:</strong> A atuação da CMTC também incluiu transformar veículos originalmente a diesel em trólebus. O acervo histórico da SPTrans registra um exemplar convertido pela companhia em 1969.</li>
<li><strong>1977 — Projeto Sistran:</strong> O plano propôs ampliar e modernizar o sistema, com previsão de 1.280 trólebus e mais 280 quilômetros de rede. Também estimulou uma geração de veículos com comandos eletrônicos e melhorias operacionais.</li>
<li><strong>1979 — Novos veículos do Sistran:</strong> A produção inicial envolveu Ciferal, Scania, Bardella Borriello e Tectronic. Embora o plano tenha sido executado parcialmente, contribuiu para atualizar a indústria brasileira de trólebus.</li>
<li><strong>1988 — Corredor elétrico no ABC Paulista:</strong> O Corredor São Mateus–Jabaquara introduziu outra referência regional, com circulação em pista segregada. A experiência pertence ao sistema metropolitano, distinto da rede municipal paulistana.</li>
<li><strong>Anos 2000 — Redução da rede municipal:</strong> A desativação de trechos em regiões como Santo Amaro, Pinheiros, Butantã e zona Norte reduziu a presença dos trólebus na capital. A continuidade da tecnologia ficou concentrada em parte da rede.</li>
<li><strong>1993 e 1994 — Privatização da operação da CMTC:</strong> A transferência das operações para empresas privadas alcançou também os trólebus. As garagens Brás, Tatuapé e Santo Amaro foram assumidas por diferentes operadores, alterando o modelo de prestação do serviço.</li>
<li><strong>2007 — Híbridos no Expresso Tiradentes:</strong> A implantação do corredor incluiu 15 ônibus híbridos, com tração elétrica associada à geração de energia por motor a diesel. A configuração preservava o uso de combustível, mas introduzia outra aplicação da eletrificação no sistema.</li>
<li><strong>2019 — Frota piloto da atual geração a bateria:</strong> A Prefeitura apresentou 15 ônibus BYD da Transwolff para a linha 6030-10, Unisa–Terminal Santo Amaro. O lote consolidou uma operação regular da nova geração de veículos exclusivamente a bateria, após experiências anteriores.</li>
<li><strong>2022 — Restrição aos novos ônibus a diesel:</strong> Em 17 de outubro, a Prefeitura direcionou a renovação para tecnologias sustentáveis. A medida aumentou a necessidade de coordenar veículos, financiamento e infraestrutura de abastecimento.</li>
<li><strong>2023 — Ampliação das entregas a bateria:</strong> Um lote de 50 veículos elevou o total informado pela Prefeitura a 270 elétricos, incluindo 201 trólebus. A entrega reuniu ônibus de diferentes operadores e configurações.</li>
<li><strong>2024 — Prazo da meta de 2.600 elétricos:</strong> O objetivo anunciado para dezembro terminou sem ser alcançado. As entregas continuaram nos anos seguintes.</li>
<li><strong>2025 — Marca de mil elétricos:</strong> Em novembro, a cidade chegou a 1.009 veículos, sendo 820 a bateria e 189 trólebus.</li>
<li><strong>Junho de 2026 — Entrega de 500 unidades:</strong> O lote apresentado no dia 21 elevou o total oficial a 1.759 ônibus elétricos.</li>
<li><strong>Setembro de 2026 — Mais de dois mil elétricos:</strong> A apresentação das 250 unidades nesta quarta-feira leva a cidade a 2.009 coletivos a eletricidade. O veículo escolhido para representar o marco é um superarticulado Eletra/Caio/Mercedes-Benz da Via Sudeste.</li>
</ul>
<p><strong>O RESULTADO PARA O PASSAGEIRO DEPENDE DA RENOVAÇÃO E DA REGULARIDADE</strong></p>
<p>Os ônibus elétricos reduzem o ruído da propulsão e eliminam as emissões de escapamento durante a circulação. A substituição dos veículos antigos também permite incorporar equipamentos de conforto e acessibilidade.</p>
<p>Esses ganhos precisam acompanhar a programação das linhas. Veículos adequados à demanda, manutenção, energia disponível e cumprimento dos horários são partes do mesmo serviço.</p>
<p>A entrega desta quarta-feira amplia a escala da eletrificação paulistana. O próximo desafio é dar continuidade à renovação, alcançar as categorias com menor oferta de modelos e reduzir a permanência dos ônibus antigos, transformando a quantidade anunciada em melhoria cotidiana para quem utiliza o transporte coletivo.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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