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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>ARTESP multa Viação Piracicabana, Viação Cometa e Águia Branca por notificações de inspeção não atendidas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/29/artesp-multa-viacao-piracicabana-viacao-cometa-e-aguia-branca-por-notificacoes-de-inspecao-nao-atendidas/</link>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 10:01:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Fretamento]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Publicação reúne 57 autuações da Piracicabana, 21 da Cometa e 13 da Águia Branca no fretamento metropolitano; fiscalização também alcança Turismo Bozzato e outras empresas ADAMO BAZANI A ARTESP publicou nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026, multas contra empresas de fretamento metropolitano por não atenderem notificações relativas a inspeção. A Viação Piracicabana aparece em [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="669" height="472" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/aguiabrabnca.jpg?fit=669%2C472&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/aguiabrabnca.jpg?w=669&amp;ssl=1 669w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/aguiabrabnca.jpg?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/aguiabrabnca.jpg?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/aguiabrabnca.jpg?resize=400%2C282&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 669px) 100vw, 669px" /> <p><em>Publicação reúne 57 autuações da Piracicabana, 21 da Cometa e 13 da Águia Branca no fretamento metropolitano; fiscalização também alcança Turismo Bozzato e outras empresas</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A ARTESP publicou nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026, multas contra empresas de fretamento metropolitano por não atenderem notificações relativas a inspeção. A Viação Piracicabana aparece em 57 autuações, a Viação Cometa em 21 e a Viação Águia Branca em 13. A relação inclui ainda 22 registros da Turismo Bozzato e ocorrências envolvendo outras transportadoras.</p>
<p>As autuações foram lavradas principalmente em julho e agosto e não significam, por si, que ônibus tenham sido retirados de circulação ou que viagens estejam suspensas. A infração descrita pela agência é o não atendimento de notificações relativas a inspeção. A publicação não identifica defeitos específicos nos veículos. Para o passageiro e para quem contrata fretamento, a distinção é importante: o Diário Oficial mostra uma cobrança da fiscalização às empresas, mas não relata uma mudança imediata no serviço.</p>
<p><strong>Piracicabana e Cometa concentram autuações identificadas como reincidência</strong></p>
<p>As 57 multas relacionadas à Viação Piracicabana são de R$ 20,85 cada e aparecem identificadas como reincidência. Pelos valores individuais publicados, somam R$ 1.188,45. As ocorrências listadas vão de 20 de julho a 31 de agosto.</p>
<p>No caso da Viação Cometa, são 21 multas, também de R$ 20,85 cada e assinaladas como reincidência, no total de R$ 437,85. As datas registradas vão de 31 de julho a 20 de agosto. A repetição de autuações chama atenção pelo número de notificações não atendidas segundo o enquadramento publicado; o ato, porém, não detalha o objeto de cada inspeção nem informa a resposta das empresas.</p>
<p><strong>Águia Branca tem 13 multas; Bozzato aparece com 22 ocorrências</strong></p>
<p>A Viação Águia Branca consta da relação com 13 multas de R$ 10,42, que somam R$ 135,46. A Turismo Bozzato aparece em 22 autuações: 14 de R$ 10,42 e oito de R$ 20,85, estas identificadas como reincidência. A soma dos valores publicados para a Bozzato é de R$ 312,68.</p>
<p>A lista é mais ampla. A Bello Bus Transporte e Serviços, por exemplo, aparece com uma multa de R$ 10,42. Há também autuações de operadores de diferentes portes, algumas no valor inicial de R$ 10,42 e outras, assinaladas como reincidência, de R$ 20,85. Em uma relação separada na mesma edição, Auto Viação Starbus, Baraotur, Gooden, Jeferson Graeff do Amaral Locadora, M.A. Bassetto Transportes e Milenari Locadora de Veículos recebem, cada uma, uma multa de R$ 20,85 pelo mesmo enquadramento de notificação relativa a inspeção não atendida.</p>
<p><strong>Fretamento metropolitano e ônibus regular têm enquadramentos diferentes na publicação</strong></p>
<p>As multas dessas empresas aparecem sob as regras do fretamento de interesse metropolitano, serviço contratado para transportar um grupo de passageiros. Na mesma edição, a ARTESP divulgou outra relação, referente ao transporte coletivo regular metropolitano por ônibus, com enquadramento distinto: descumprimento de resolução, portaria ou norma das autoridades competentes da Secretaria dos Transportes Metropolitanos.</p>
<p>Essa segunda relação traz valores de R$ 104,24 e de R$ 208,49 nos casos identificados como reincidência. Entre os nomes publicados estão Phoenix Mobilidade e Transporte, Expresso Elite Fretamentos e Viagens, Antônio Flávio Lisboa Locação e Transportes e Tom &amp; Tata Transportes. O texto do ato não especifica qual norma cada operador teria descumprido. Por isso, as multas do serviço regular não devem ser apresentadas como se fossem todas decorrentes das notificações de inspeção cobradas no fretamento.</p>
<p>A publicação permite acompanhar quais empresas foram autuadas, quando ocorreram os registros e qual penalidade foi indicada em cada caso. Para esclarecer o que foi solicitado em cada notificação de inspeção, seria necessário examinar os respectivos autos administrativos.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>SPTrans divulga balanço de 72 mil passageiros nas linhas Paulistar em um ano e amplia rede para cinco circuitos aos domingos</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 09:31:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Três trajetos originais somaram 71.449 embarques desde setembro de 2025; circuitos Samba e Conexão ZL transportaram 580 pessoas na estreia, com operação gratuita em ônibus elétricos ADAMO BAZANI A SPTrans divulgou nesta segunda-feira (28) que as linhas Paulistar transportaram 72.029 passageiros desde a criação do serviço, há um ano. Desse total, 71.449 embarques ocorreram nos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CARROS-ELETRA-78.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Três trajetos originais somaram 71.449 embarques desde setembro de 2025; circuitos Samba e Conexão ZL transportaram 580 pessoas na estreia, com operação gratuita em ônibus elétricos</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A SPTrans divulgou nesta segunda-feira (28) que as linhas Paulistar transportaram 72.029 passageiros desde a criação do serviço, há um ano. Desse total, 71.449 embarques ocorreram nos três circuitos originais — Cultura, Parques e Lazer —, enquanto 580 foram registrados nas duas linhas que estrearam no domingo (27): Circuito Samba e Circuito Conexão ZL. Os cinco trajetos funcionam gratuitamente aos domingos, das 8h às 19h, com ônibus elétricos.</p>
<p>Criadas para facilitar viagens a museus, parques, equipamentos esportivos e outros pontos de interesse, as linhas integram o Domingão Tarifa Zero. A expansão leva o serviço a regiões ligadas ao carnaval, na Zona Norte e Oeste, e a locais de lazer e turismo religioso da Zona Leste. Para o passageiro, os circuitos oferecem deslocamentos entre diferentes atrações sem cobrança de passagem; a operação elétrica evita emissões de escapamento durante essas viagens e reduz o ruído produzido pelos ônibus nas ruas atendidas.</p>
<p><strong>Balanço atualiza os números divulgados antes da estreia das duas novas linhas</strong></p>
<p>O dado de 72.029 passageiros corresponde à atualização apresentada pela SPTrans no aniversário do serviço. Os três primeiros circuitos, iniciados em 28 de setembro de 2025, respondem por 71.449 embarques no período de 12 meses. As linhas 4 e 5 começaram a operar apenas em 27 de setembro de 2026 e somaram 580 passageiros no primeiro domingo.</p>
<p>Na divulgação anterior à estreia, a Prefeitura havia apresentado um balanço arredondado de 69,7 mil passageiros para as linhas 1, 2 e 3. O número informado agora pela SPTrans é mais recente e detalhado, razão pela qual serve de referência para o total de um ano.</p>
<p>Segundo a empresa, uma pesquisa realizada com usuários registrou aprovação de 100% entre os participantes, com avaliações positivas sobre os veículos, a segurança dos trajetos e o atendimento dos operadores. O release não apresenta o número de entrevistados nem a metodologia da pesquisa; o percentual, portanto, expressa o resultado do levantamento informado pela SPTrans, e não uma avaliação de todos os passageiros transportados.</p>
<p><strong>Paulistar 1 – Circuito Cultura percorre o Centro Histórico</strong></p>
<p>O primeiro circuito tem como referências o Terminal Parque Dom Pedro II e a região da Pinacoteca. Seu percurso aproxima o passageiro de atrações distribuídas pelo Centro, permitindo combinar mais de uma visita no mesmo domingo.</p>
<p>Na região do Parque Dom Pedro II, o trajeto atende o entorno do Museu Catavento e do Mercado Municipal. Ao atravessar o Centro Histórico, alcança áreas próximas ao Pateo do Collegio, à Praça da Sé, ao Mosteiro de São Bento, ao Vale do Anhangabaú e ao Theatro Municipal. Também atende o entorno da Praça da República, da Sala São Paulo, do Museu da Língua Portuguesa, do Parque da Luz e da Pinacoteca.</p>
<p>O serviço é uma opção para percorrer distâncias entre esses equipamentos sem depender exclusivamente de caminhadas longas. Como se trata de uma linha de ônibus, o desembarque ocorre nos pontos do itinerário; o acesso a cada atração ainda pode exigir um trecho a pé.</p>
<p><strong>Paulistar 2 – Circuito Parques liga Ipiranga ao Ibirapuera</strong></p>
<p>O Circuito Parques conecta a região do Museu do Ipiranga e do Parque da Independência ao Parque do Ibirapuera. No caminho, atende o entorno do Museu de Zoologia da USP, do Parque da Aclimação, da Avenida Paulista, do Sesc Vila Mariana e de espaços culturais próximos ao Ibirapuera, como o Museu de Arte Contemporânea.</p>
<p>Desde maio deste ano, o itinerário inclui a Praça Armando Sales de Oliveira, com parada próxima ao Monumento às Bandeiras. A mudança também foi aplicada ao Circuito Lazer, ampliando o acesso a esse ponto do entorno do Ibirapuera.</p>
<p>A linha permite uma viagem entre parques e museus situados em diferentes regiões da cidade. Para quem sai do Ipiranga, por exemplo, o ônibus oferece ligação direta com atrações na Aclimação e nas proximidades do Ibirapuera durante o período de funcionamento do Paulistar.</p>
<p><strong>Paulistar 3 – Circuito Lazer atende Paulista, Ibirapuera e Pacaembu</strong></p>
<p>O terceiro trajeto liga a região do Terminal Metrô Ana Rosa e do Paraíso ao Pacaembu. Ao longo do percurso, passa pelo Centro Cultural São Paulo, pela Avenida Paulista e por locais como a Casa das Rosas, a Japan House e o Masp.</p>
<p>O circuito também atende o entorno do Sesc Vila Mariana, do Ginásio do Ibirapuera, do Parque do Ibirapuera e do Monumento às Bandeiras antes de seguir para a região do Museu do Futebol e do Pacaembu. Assim, reúne no mesmo percurso espaços culturais, áreas de convivência e equipamentos esportivos.</p>
<p>A passagem pelo Monumento às Bandeiras foi incorporada em maio, após pedidos de passageiros, segundo a SPTrans. Eventos e interdições de ruas podem provocar desvios temporários, especialmente em um trajeto que cruza regiões frequentemente utilizadas para atividades aos domingos.</p>
<p><strong>Paulistar 4 – Circuito Samba sai do Terminal Parada Inglesa e passa pelo Anhembi</strong></p>
<p>Uma das linhas inauguradas no domingo, o Circuito Samba é circular e tem início e término no Terminal Parada Inglesa. O ônibus segue pela Avenida Luiz Dumont Villares, passa pela região das avenidas Zaki Narchi e Morvan Dias de Figueiredo e cruza a Ponte das Bandeiras para alcançar o entorno do Complexo do Anhembi, onde fica o Sambódromo.</p>
<p>O percurso continua por vias como a Avenida Olavo Fontoura, a Avenida Braz Leme, a Avenida Otaviano Alves de Lima e a Avenida Engenheiro Caetano Álvares. Depois, atravessa a Ponte Júlio de Mesquita Neto, percorre a região da Avenida Marquês de São Vicente e retorna em direção à Zona Norte. O circuito também passa pelo entorno do Centro de Tradições Nordestinas e por áreas onde ficam quadras de escolas de samba.</p>
<p>A proposta é oferecer acesso às atividades realizadas nesses locais, inclusive fora dos dias de desfile. Antes de sair, o passageiro deve conferir o ponto mais próximo da escola de samba ou do evento que pretende visitar: a linha percorre as regiões das agremiações, mas isso não significa parada diante da entrada de cada quadra.</p>
<p><strong>Paulistar 5 – Circuito Conexão ZL liga o CERET ao Largo da Concórdia</strong></p>
<p>A outra linha estreante percorre áreas do Tatuapé, Belém e Brás. Seu ponto inicial fica na Rua Eleonora Cintra, nº 510, nas proximidades do Parque CERET. A partir dali, o circuito segue por ruas como Emília Marengo, Itapura, Tijuco Preto, Platina, Tuiuti e Padre Adelino.</p>
<p>O trajeto atravessa a região do Belém, passa pelas avenidas Álvaro Ramos e Celso Garcia e chega ao Largo da Concórdia. No retorno, utiliza outras vias do Brás, Belém e Tatuapé, entre elas a Rua Visconde de Parnaíba, o Largo São José do Belém e a Avenida Alcântara Machado, antes de voltar ao entorno do CERET.</p>
<p>Entre os pontos de interesse atendidos estão o Sesc Belenzinho, a Paróquia São José do Belém e o Templo de Salomão. A linha reúne, portanto, viagens para lazer, esporte, atividades culturais e turismo religioso. Por ser circular, o percurso de volta não repete integralmente as ruas usadas na ida; observar o sentido do ônibus ajuda a escolher o ponto de embarque.</p>
<p><strong>Por que a operação com ônibus elétricos importa</strong></p>
<p>A utilização exclusiva de ônibus elétricos dá aos cinco circuitos uma característica comum. Durante a circulação, esses veículos não emitem gases pelo escapamento nas ruas por onde passam. Também produzem menos ruído de propulsão do que ônibus a diesel, aspecto perceptível em áreas com grande circulação de pedestres, como parques, museus e regiões de eventos.</p>
<p>Para o passageiro, os veículos utilizados no Paulistar têm ar-condicionado, Wi-Fi, tomadas USB e recursos de acessibilidade, segundo a SPTrans. A escolha da tecnologia elétrica também permite que pessoas que usam o ônibus principalmente aos domingos tenham contato direto com a eletrificação da frota municipal.</p>
<p>O alcance ambiental dessa operação deve ser visto na escala correta: são cinco serviços especiais, com funcionamento concentrado em parte do domingo. O resultado mais amplo para a cidade depende da substituição de veículos a diesel nas linhas regulares utilizadas diariamente pela população. No Paulistar, a contribuição concreta é realizar esses trajetos de lazer sem emissões locais de escapamento.</p>
<p><strong>Como utilizar as linhas</strong></p>
<p>As cinco linhas funcionam aos domingos, das 8h às 19h, sem cobrança de passagem. O Domingão Tarifa Zero também abrange as demais linhas municipais durante todo o domingo; o horário das 8h às 19h corresponde especificamente à operação dos circuitos Paulistar.</p>
<p>O passageiro pode usar os trajetos para chegar a um ponto de interesse ou combinar passeios, observando o sentido de cada linha e a localização das paradas. A SPTrans pode alterar temporariamente os percursos em razão de eventos e interdições, por isso convém consultar a operação antes de iniciar a viagem.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Rio de Janeiro cria linha comunitária, de &#8220;cabritinho&#8221;, Campo da Vacaria–Estação BRT Olaria; veja o itinerário</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 09:01:31 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Serviço de cabritinho terá partida na Travessa Aymoré, nº 530, e tarifa máxima equivalente à do Bilhete Único Carioca ADAMO BAZANI Moradores da região do Campo da Vacaria, em Olaria, terão uma linha de transporte complementar comunitário regulamentada para ligação com a Estação BRT Olaria. A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou nesta terça-feira, 29 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?w=1030&amp;ssl=1 1030w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-03-03-at-11.58.06.jpeg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Serviço de cabritinho terá partida na Travessa Aymoré, nº 530, e tarifa máxima equivalente à do Bilhete Único Carioca</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Moradores da região do Campo da Vacaria, em Olaria, terão uma linha de transporte complementar comunitário regulamentada para ligação com a Estação BRT Olaria. A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026, as condições de operação da linha 3.73 — Campo da Vacaria x Estação BRT Olaria, conhecida na modalidade municipal como cabritinho.</p>
<p>O ponto de partida definido é a Travessa Aymoré, nº 530. A tarifa cobrada poderá chegar, no máximo, ao valor vigente do Bilhete Único Carioca. A Secretaria Municipal de Transportes ficará responsável pelos documentos obrigatórios de autorização, pelo registro e pela fiscalização do serviço. A resolução regulamenta a implantação da linha, mas não traz horário de início das viagens, frequência nem quantidade de veículos.</p>
<p><strong>Trajeto percorre vias de Olaria e retorna ao ponto de partida</strong></p>
<p>A linha sairá da Travessa Aymoré, nº 530, e seguirá pela Rua Ministro Moreira de Abreu, Avenida Darcy Bittencourt Costa, Rua Niltinho Tristeza, Rua Jorge Martins, Rua Paranhos, Rua João Rego, Rua Uranos, Rua Doutor Alfredo Barcellos, Rua Etelvina, Travessa Etelvina e Rua Delfim Carlos.</p>
<p>Depois, retornará pela Avenida Darcy Bittencourt Costa e pela Rua Ministro Moreira de Abreu até a Travessa Aymoré, nº 530. A denominação da linha identifica a ligação entre Campo da Vacaria e Estação BRT Olaria; a sequência de vias publicada é a referência formal para acompanhar por onde o serviço circulará.</p>
<p>O atendimento comunitário foi previsto nas normas municipais para localidades não servidas por linhas de ônibus convencionais. Sua função, neste caso, é aproximar deslocamentos internos do bairro do acesso ao transporte de maior capacidade, inclusive o BRT.</p>
<p><strong>Tarifa máxima e integração são assuntos diferentes</strong></p>
<p>O ato da linha fixa como teto da passagem o valor vigente do Bilhete Único Carioca. Isso indica o máximo que poderá ser cobrado pelo trecho comunitário. Já o uso de integração tarifária com outro serviço municipal depende das regras do Bilhete Único, da validação pelo Jaé e da implantação efetiva dos mecanismos do STUC para a linha.</p>
<p>A distinção interessa ao passageiro que pretende combinar o cabritinho e o BRT. A resolução define o trajeto e o teto da tarifa, enquanto os procedimentos de integração e a data de entrada financeira de cada serviço no sistema complementar serão especificados pela Secretaria de Transportes.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>ANTT restabelece quatro linhas interestaduais da Via Pevidor e da Transportadora J.D.F. por decisões judiciais e autoriza 47 fretadoras</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 08:01:57 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ligações regulares permanecem sob condição judicial; autorizações de fretamento permitem a emissão de licenças de viagem, mas não criam linhas abertas à venda individual de passagens ADAMO BAZANI A ANTT restabeleceu, por determinação judicial, os efeitos das autorizações de quatro linhas interestaduais de ônibus. A Via Pevidor pode operar entre Várzea Grande (MT) e Ponta [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="693" height="431" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?fit=693%2C431&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?w=693&amp;ssl=1 693w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pevidor.jpg?resize=400%2C249&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 693px) 100vw, 693px" /> <p><em>Ligações regulares permanecem sob condição judicial; autorizações de fretamento permitem a emissão de licenças de viagem, mas não criam linhas abertas à venda individual de passagens</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A ANTT restabeleceu, por determinação judicial, os efeitos das autorizações de quatro linhas interestaduais de ônibus. A Via Pevidor pode operar entre Várzea Grande (MT) e Ponta Porã (MS). A Transportadora J.D.F. teve restabelecidas as ligações Anápolis (GO)–São Paulo (SP), Goiânia (GO)–São Paulo (SP) e Uberaba (MG)–Goiânia (GO). Os quatro serviços permanecem na condição sub judice.</p>
<p>Na mesma edição do Diário Oficial da União desta terça-feira (29), a agência autorizou 47 empresas a atuar no fretamento interestadual e internacional e extinguiu, por renúncia, o termo de autorização de outra transportadora. Para o passageiro, há uma diferença essencial: as quatro ligações são linhas regulares, nas quais pode haver venda individual de passagens; as autorizações de fretamento permitem viagens contratadas para grupos, sujeitas à emissão de licença para cada operação.</p>
<p><strong>Via Pevidor teve autorização, cassação e posterior suspensão judicial da cassação</strong></p>
<p>O restabelecimento da linha Várzea Grande–Ponta Porã é mais uma etapa de uma disputa iniciada antes desta publicação. Em dezembro de 2025, a ANTT deferiu o pedido da Via Pevidor para operar a ligação, com seções intermediárias, em cumprimento a decisão proferida em mandado de segurança. A autorização foi concedida desde então na condição sub judice.</p>
<p>Em maio de 2026, a Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros inabilitou a empresa e cassou as autorizações da linha Várzea Grande–Ponta Porã e de outra ligação, entre Belo Horizonte (MG) e Guarapari (ES). A decisão também revogou os atos anteriores relativos aos serviços.</p>
<p>Na ocasião, a agência estabeleceu que, caso houvesse bilhetes vendidos e ainda não utilizados, a transportadora deveria assegurar os direitos dos passageiros, mediante devolução dos valores pagos ou aquisição, às suas expensas, de passagens em outra empresa autorizada. A previsão mostra o efeito concreto que uma mudança na situação regulatória pode ter sobre quem já planejou e pagou uma viagem.</p>
<p>Em agosto, a Diretoria Colegiada da ANTT suspendeu os efeitos da cassação em cumprimento a outra decisão judicial. Com isso, registrou que a Via Pevidor estava autorizada, sub judice, a operar tanto Várzea Grande–Ponta Porã quanto Belo Horizonte–Guarapari. O ato publicado agora restabelece especificamente os efeitos da autorização de dezembro de 2025 para a linha entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>A publicação desta terça-feira, portanto, não cria uma ligação inteiramente nova nem anuncia uma nova decisão para a rota mineira. Ela devolve eficácia a um ato anterior referente a Várzea Grande–Ponta Porã, dentro de uma sequência que envolveu deferimento, cassação e intervenção judicial.</p>
<p><strong>Linha de Várzea Grande a Ponta Porã também prevê viagens entre cidades intermediárias</strong></p>
<p>A autorização original da Via Pevidor apresenta uma relação de seções. No transporte rodoviário, uma seção é um par de localidades entre as quais a empresa está autorizada a transportar passageiros dentro de uma linha mais extensa. Assim, a ligação não se resume à viagem completa entre as cidades que aparecem em seu nome.</p>
<p>O anexo inclui combinações envolvendo Bandeirantes e Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, e Campo Verde, Cuiabá, Jaciara, Juscimeira, Rondonópolis, São Pedro da Cipa e Várzea Grande, em Mato Grosso. A relação indica o alcance da autorização, enquanto os horários e os trechos efetivamente oferecidos dependem da programação operacional da transportadora.</p>
<p><strong>Transportadora J.D.F. recupera três autorizações concedidas em 2025</strong></p>
<p>A decisão referente à Transportadora J.D.F. restabelece os efeitos de três atos publicados em dezembro de 2025, relativos a pedidos deferidos no mês anterior. São as linhas Anápolis–São Paulo, de prefixo GOSP0063002; Goiânia–São Paulo, de prefixo GOSP0063003; e Uberaba–Goiânia, de prefixo MGGO0063005.</p>
<p>A medida cumpre uma decisão proferida em mandado de segurança. O ato publicado pela ANTT identifica a ação judicial e as três autorizações recuperadas, mas não apresenta a fundamentação integral do juiz ou os motivos pelos quais os atos haviam perdido eficácia. As linhas continuam sob condição judicial.</p>
<p>Para as empresas que atuam nesses mercados, o restabelecimento recoloca a J.D.F. entre as transportadoras autorizadas nessas ligações. Para o usuário, a autorização constitui a base regulatória do serviço, mas a existência de horários e bilhetes disponíveis depende da operação organizada pela empresa, com itinerários e locais de embarque e desembarque cadastrados conforme as exigências da agência.</p>
<p><strong>Judicialização afeta empresas, concorrentes e passageiros</strong></p>
<p>As decisões mostram como a situação de uma linha pode mudar durante a disputa judicial. Uma transportadora pode obter autorização da ANTT, ter os efeitos do ato posteriormente alterados e recuperá-los por ordem judicial. Enquanto a ação prossegue, a indicação sub judice informa que a autorização continua vinculada ao resultado do processo.</p>
<p>Para o passageiro, a consequência mais imediata pode ser a entrada, manutenção ou retirada de uma opção de viagem. Quando há bilhetes já vendidos, também entram em questão o atendimento ao consumidor e as providências necessárias se a empresa deixar de realizar o serviço. Para os demais operadores, a presença de uma transportadora autorizada interfere no quadro de concorrência de cada ligação.</p>
<p>A judicialização também aparece no debate mais amplo sobre a abertura dos mercados interestaduais. Nas regras da primeira Janela Extraordinária, a ANTT estabeleceu critérios próprios para considerar os mercados operados por força de decisões judiciais ao classificar ligações desatendidas ou atendidas por uma única empresa.</p>
<p>Os atos desta terça-feira, porém, cumprem ordens judiciais específicas e não são apresentados como autorizações resultantes da Janela Extraordinária nº 01/2024. Essa distinção importa porque a janela tem procedimento de inscrição, análise e seleção de mercados, enquanto as decisões sobre Via Pevidor e J.D.F. restabelecem os efeitos de autorizações anteriores.</p>
<p><strong>Quatro decisões autorizam 47 empresas a atuar no fretamento</strong></p>
<p>Em outro bloco de atos, a SUPAS autorizou 47 empresas a prestar transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional sob o regime de fretamento. São 11 empresas na primeira decisão, dez na segunda, 15 na terceira e 11 na quarta.</p>
<p>A publicação permite que as autorizatárias tenham acesso ao sistema de emissão de licenças de viagem. O termo de autorização habilita a empresa para a atividade; a licença documenta a viagem específica. A transportadora deve cumprir as condições aplicáveis ao fretamento, inclusive aquelas relativas à operação, aos veículos e à documentação exigida.</p>
<p>O fretamento atende grupos mediante contratação prévia. A autorização de uma empresa para essa atividade não equivale à criação de uma linha regular, não estabelece uma tabela pública de horários e não permite concluir que já exista uma viagem marcada.</p>
<p>Na primeira relação aparecem 2L Turismo, America Van, Arcanjo’s Viagens e Turismo, Ari Transporte e Locação, Auto Ônibus Otília Passos Transporte de Passageiros, Claudio Roberto de Souza, Djalma Silva, Graça Viagens e Turismo, Heuri Luciano Casanova Ogregon Transportes, JR Laiz e Cia e L &amp; P Transportes.</p>
<p>A segunda decisão abrange B&amp;C Transportes, DRV Viagens e Turismo, J3 Transporte e Turismo, Kaizer Transporte &amp; Turismo, Marins Tour Transporte e Turismo, Martins &amp; Sousa Transporte e Turismo, Minas Brasil Transporte Turístico, Noleto Viagens e Turismo, Vienzi Tur e Walker Adventure.</p>
<p>Na terceira estão Borel Vans, BR Turismo Brasil, D&amp;M Tour, Elias Tur, Jair A. C. Ribeiro &amp; Cia, LK Transportes e Locações de Veículos, ME Transportes e Turismo, Panda Agência de Viagem e Turismo, Pitel Transporte e Turismo, Primetur Transporte e Turismo, Rio Negro Transportes, Rodotur Transportes, Turismo e Locação, Transvip NE, Turismo Fernandes Cruz e V V Transportes.</p>
<p>A quarta relação inclui LM Transportes Paracatu, M. A. N. da Silva, M.W.M Rent a Car Locadora de Veículos, Marcio Turismo, Master Transportes Escolar, Maximos Locadora de Vans e Veículos, Pequi Viajante, Transale Transportes e Serviços, Transporte Turismo Tiquin, Vale Prime Transportes e Viação Souza Transporte Rodoviário. Os nomes reproduzem as razões sociais indicadas nos atos.</p>
<p>Além das 47 autorizações, a ANTT extinguiu, por renúncia, o Termo de Autorização de Fretamento da João Rodrigues Sobrinho Transportes Ltda. A decisão diz respeito à atividade fretada e não apresenta uma relação de linhas regulares afetadas.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>“Descansar também é se cuidar”: cartilha do TST lançada nesta segunda (28) mostra como empresas de ônibus e trabalhadores podem prevenir riscos à saúde mental</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 06:41:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Publicação feita com a UnB aborda jornadas, pressão, assédio, sinais de esgotamento e direito à desconexão; motoristas, mecânicos, fiscais e gestores precisam olhar para as condições reais de cada operação ADAMO BAZANI Colaborou Vinícius de Oliveira O motorista que termina uma viagem e continua recebendo cobranças no celular, o mecânico pressionado a liberar veículos, o [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="644" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?fit=1024%2C644&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=300%2C189&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=1024%2C644&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=768%2C483&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=1536%2C966&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/324d44a5-1268-4e30-a31b-f05556e56f33.webp?resize=400%2C252&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Publicação feita com a UnB aborda jornadas, pressão, assédio, sinais de esgotamento e direito à desconexão; motoristas, mecânicos, fiscais e gestores precisam olhar para as condições reais de cada operação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
<p>O motorista que termina uma viagem e continua recebendo cobranças no celular, o mecânico pressionado a liberar veículos, o fiscal que enfrenta conflitos no terminal e a equipe que precisa cobrir faltas sucessivas têm rotinas diferentes, mas podem estar expostos a riscos semelhantes para a saúde mental. Uma cartilha lançada nesta segunda-feira (28) pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), orienta trabalhadores e empresas a identificar situações de sobrecarga, organizar a prevenção e buscar ajuda quando surgirem sinais de sofrimento.</p>
<p>A publicação integra a campanha “Sua saúde é uma fronteira que o trabalho não pode ultrapassar” e explica, em linguagem direta, os riscos psicossociais relacionados ao trabalho. Para as empresas de ônibus, o material ajuda a transformar a avaliação exigida pela Norma Regulamentadora nº 1, a NR-1, em mudanças nas escalas, na comunicação e no apoio às equipes. Para motoristas, mecânicos, fiscais e demais profissionais, traz orientações sobre descanso, desconexão, assédio, canais de denúncia e atendimento de saúde. Uma de suas mensagens resume o cuidado: “Descansar também é se cuidar”.</p>
<p><strong>Saúde mental também depende de como o serviço é organizado</strong></p>
<p>A cartilha identifica seis grupos de situações que merecem atenção: excesso ou falta de demandas, jornadas prolongadas, relações desrespeitosas, falhas na organização das atividades, falta de reconhecimento e isolamento. Elas podem se combinar. Uma escala apertada, por exemplo, torna mais difícil lidar com uma ocorrência na linha; se a equipe não recebe apoio ou informações claras, a pressão aumenta.</p>
<p>No transporte coletivo, a análise precisa ir além da garagem. Motoristas trabalham nas ruas, sujeitos a congestionamentos, desvios, episódios de violência e conflitos com passageiros. Fiscais e equipes de terminais lidam diretamente com reclamações, interrupções de serviço e decisões urgentes. Mecânicos, eletricistas e profissionais de manutenção respondem pela disponibilidade dos veículos, mas precisam de tempo, peças, informação e condições adequadas para executar o serviço com segurança.</p>
<p>Há ainda funções menos visíveis para o passageiro, como programação de linhas, controle operacional, limpeza, bilhetagem e atendimento. Uma alteração de itinerário comunicada de forma incompleta pode gerar cobrança sobre várias dessas equipes ao mesmo tempo. Por isso, avaliar riscos psicossociais exige ouvir os profissionais de cada área e observar o funcionamento cotidiano da operação.</p>
<p>A presença de um fator de risco não significa, por si só, que alguém desenvolverá um transtorno. O objetivo é reconhecer condições que podem causar sofrimento quando persistem e agir para reduzi-las.</p>
<p><strong>O alerta feito por Liana Variani: uma empresa pode ter várias realidades</strong></p>
<p>Em reportagem anterior do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, a advogada especializada em risco empresarial Liana Variani destacou que não existe uma solução pronta para todas as empresas ou mesmo para todas as linhas de uma operadora. Uma equipe pode enfrentar principalmente problemas de segurança pública; outra, dificuldades provocadas pelo trânsito ou pela infraestrutura; uma terceira, conflitos internos e falhas na organização do trabalho.</p>
<p>Parte desses fatores depende de decisões do poder público. A empresa não substitui o policiamento nem controla os congestionamentos, mas pode registrar onde os problemas ocorrem, apoiar o profissional após uma ocorrência, rever procedimentos sob sua responsabilidade e encaminhar demandas documentadas aos órgãos competentes.</p>
<p>Essa distinção evita dois erros. O primeiro é atribuir todo o sofrimento a uma suposta fragilidade individual do empregado. O segundo é prometer que a operadora resolverá sozinha questões externas ao serviço. A prevenção precisa identificar o problema, definir quem pode agir e acompanhar o resultado.</p>
<p><strong>Como sair do diagnóstico genérico e chegar a medidas concretas</strong></p>
<p>A nova redação da NR-1, em vigor desde 26 de maio de 2026, exige que os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho sejam considerados no gerenciamento de riscos ocupacionais. Isso não equivale a aplicar uma lista de perguntas e arquivá-la sem consequências.</p>
<p>No caso de uma empresa de ônibus, um diagnóstico útil pode reunir relatos dos trabalhadores, dados de afastamentos, registros de ocorrências, informações sobre jornadas e intervalos e dificuldades repetidas em determinadas linhas, turnos, terminais ou oficinas. A análise deve respeitar a privacidade de quem relata problemas e permitir que as equipes falem sem receio de exposição.</p>
<p>A partir daí, medidas podem envolver melhor distribuição das tarefas, revisão de procedimentos de comunicação, orientação das chefias, resposta a situações de assédio, apoio após episódios de violência e ajustes na programação para que o descanso previsto seja efetivamente possível. A empresa também precisa acompanhar se a mudança funcionou. Se o mesmo problema continua aparecendo nos relatos e registros, a medida deve ser revista.</p>
<p>Para o trabalhador, participar desse processo significa descrever situações concretas: o que ocorreu, com que frequência, em qual etapa da jornada e como isso afeta a execução da atividade. A observação da rotina ajuda mais do que a tentativa de atribuir um diagnóstico médico a colegas ou a si próprio.</p>
<p><strong>“Descansar também é se cuidar” deve valer dentro e fora da garagem</strong></p>
<p>A cartilha dedica uma seção ao direito à desconexão e lembra que almoço, folgas e férias são períodos de recuperação. Recomenda organizar prioridades para evitar sobrecarga e reservar tempo para a família, o lazer e o autocuidado. Sua mensagem é clara: descansar não representa falta de comprometimento.</p>
<p>No transporte, entretanto, o descanso depende de planejamento coletivo. Se uma escala só funciona porque um motorista é chamado repetidamente durante a folga, existe um problema de organização a examinar. Se a manutenção depende de mensagens a um profissional fora do expediente para obter informações indispensáveis, os procedimentos de passagem de serviço podem precisar de ajustes.</p>
<p>Também é necessário olhar para intervalos que constam na programação, mas acabam consumidos por atrasos, deslocamentos internos ou solução de ocorrências. Para que a orientação da cartilha tenha efeito, empresa e trabalhadores precisam verificar como o descanso acontece de fato, respeitando as regras aplicáveis a cada função e contrato.</p>
<p><strong>Sinais de esgotamento exigem acolhimento, não rótulos</strong></p>
<p>A publicação explica que o burnout costuma se desenvolver gradualmente, em associação ao estresse crônico relacionado ao trabalho. Irritabilidade, ansiedade frequente, desânimo e sensação de incapacidade estão entre os sinais emocionais que ela aponta.</p>
<p>O material também menciona cansaço mesmo após descansar, dores de cabeça, tensão muscular, alterações no sono e no apetite, dificuldade de concentração, queda no rendimento e afastamento de colegas, amigos ou familiares. Esses sinais podem ter diferentes causas. Reconhecê-los ajuda a procurar avaliação e apoio; não autoriza uma chefia ou um colega a concluir que determinada pessoa tem burnout.</p>
<p>Para profissionais que conduzem veículos, trabalham com equipamentos ou precisam tomar decisões durante uma ocorrência, dificuldades persistentes de sono e concentração merecem atenção especial. Buscar atendimento é uma medida de cuidado com a própria pessoa e com a segurança do serviço. À empresa cabe acolher a situação, preservar a privacidade e examinar as condições de trabalho que possam estar contribuindo para ela.</p>
<p><strong>Assédio, discriminação e violência também entram na prevenção</strong></p>
<p>A cartilha orienta a denunciar assédio moral, assédio sexual, discriminação e violência. Se a pessoa se sentir segura, pode usar o canal interno da instituição. Também são indicados o Ministério do Trabalho e Emprego, o Ministério Público do Trabalho, as ouvidorias e o Disque Direitos Humanos, pelo número 100.</p>
<p>Sempre que possível, o material recomenda anotar datas e horários, guardar mensagens e documentos e identificar testemunhas. Esses registros ajudam a descrever os fatos com precisão. Para a empresa, é essencial que o canal interno permita receber relatos inclusive sobre pessoas em cargos de chefia e que o tratamento da ocorrência preserve a dignidade dos envolvidos.</p>
<p>A publicação indica as Unidades Básicas de Saúde para atendimento inicial e eventual encaminhamento, além dos Centros de Atenção Psicossocial para atendimento especializado a pessoas em sofrimento psíquico. Em situações de urgência, aponta o CVV, pelo 188; o Samu, pelo 192; os Bombeiros, pelo 193; e a Polícia Militar, pelo 190.</p>
<p><strong>O que passageiros e poder público também podem fazer</strong></p>
<p>O contato com passageiros faz parte da atividade de motoristas, fiscais e atendentes, mas agressões e ameaças não devem ser tratadas como um componente normal da profissão. Registrar e comunicar episódios permite que a operadora identifique pontos críticos e articule respostas com os órgãos públicos responsáveis.</p>
<p>Gestores de mobilidade, por sua vez, podem colaborar oferecendo informações antecipadas sobre obras e desvios, tratando problemas recorrentes de circulação, melhorando as condições de terminais e pontos de parada e encaminhando demandas de segurança às autoridades competentes. Mudanças operacionais bem comunicadas reduzem a pressão sobre quem precisa explicá-las ao passageiro na ponta do serviço.</p>
<p>A prevenção, portanto, interessa também a quem usa o transporte. Equipes que dispõem de apoio, informações claras e descanso efetivo têm melhores condições de atender o público e executar o trabalho com segurança.</p>
<p><strong>Dicas práticas para trabalhadores e empresas</strong></p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Situação</th>
<th>Dicas para trabalhadores</th>
<th>Dicas para empresas</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Escalas e sobrecarga</strong></td>
<td>Informe quando atrasos, tarefas acumuladas ou substituições frequentes estiverem comprometendo a jornada. Descreva situações e horários concretos.</td>
<td>Examine escalas executadas, e não apenas as planejadas. Verifique onde atrasos e faltas transferem trabalho repetidamente para a mesma equipe.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Intervalos e folgas</strong></td>
<td>Procure usufruir os períodos de descanso e comunique quando a rotina impedir isso. Observe cobranças frequentes fora do expediente.</td>
<td>Planeje rendições e substituições. Estabeleça procedimentos para urgências sem transformar toda folga em disponibilidade permanente.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ocorrências nas linhas e terminais</strong></td>
<td>Registre episódios de violência, ameaças, conflitos ou problemas recorrentes de infraestrutura pelos canais disponíveis.</td>
<td>Reúna os registros por local e horário, dê apoio após ocorrências e encaminhe demandas de trânsito e segurança aos órgãos responsáveis.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Oficinas e manutenção</strong></td>
<td>Comunique falta de peças, informações ou tempo adequado para a atividade, especialmente quando isso gerar pressão recorrente.</td>
<td>Organize prioridades, passagem de serviço e fornecimento de recursos para evitar que urgências permanentes recaiam sobre os mesmos profissionais.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Comunicação de mudanças</strong></td>
<td>Peça esclarecimentos sobre itinerários, procedimentos e responsabilidades quando as orientações forem insuficientes.</td>
<td>Comunique mudanças com antecedência possível, instruções claras e um canal para resolver dúvidas durante a operação.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sinais de sofrimento</strong></td>
<td>Observe cansaço persistente, alterações no sono, irritabilidade ou dificuldade de concentração e procure avaliação de saúde quando afetarem sua rotina.</td>
<td>Acolha relatos sem rotular o empregado, preserve sua privacidade e investigue fatores da organização do trabalho que possam contribuir para o problema.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Assédio ou discriminação</strong></td>
<td>Anote datas, horários e fatos; preserve mensagens e documentos; procure um canal de denúncia em que se sinta seguro.</td>
<td>Mantenha canais acessíveis, trate relatos com seriedade e assegure que denúncias envolvendo chefias também possam ser examinadas.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Acompanhamento das medidas</strong></td>
<td>Participe das avaliações e informe se uma mudança anunciada resolveu, reduziu ou manteve o problema.</td>
<td>Defina responsáveis e prazos para as ações; acompanhe os resultados com as equipes e ajuste o que não funcionar.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
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<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
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    <title>TIC obtém autorizações para duas travessias ferroviárias em Campinas em projeto de R$ 14,2 bilhões</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/tic-obtem-autorizacoes-para-duas-travessias-ferroviarias-em-campinas-em-projeto-de-r-142-bilhoes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 01:00:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Permissões para cruzar cursos d’água integram implantação do trem expresso a São Paulo, do serviço parador a Jundiaí e a modernização da Linha 7-Rubi ADAMO BAZANI A TIC Trens recebeu autorização da SP-Águas para construir duas travessias aéreas ferroviárias sobre cursos d’água em Campinas. Os pontos ficam sobre afluentes do Ribeirão Samambaia e do Córrego [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="400" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?fit=600%2C400&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tic-trens-617d7114.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <p><em>Permissões para cruzar cursos d’água integram implantação do trem expresso a São Paulo, do serviço parador a Jundiaí e a modernização da Linha 7-Rubi</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A TIC Trens recebeu autorização da SP-Águas para construir duas travessias aéreas ferroviárias sobre cursos d’água em Campinas. Os pontos ficam sobre afluentes do Ribeirão Samambaia e do Córrego Proença. As permissões, publicadas nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, tratam de interferências específicas necessárias ao desenvolvimento do projeto ferroviário.</p>
<p>O empreendimento reúne três frentes: o Trem Intercidades, planejado para ligar São Paulo a Campinas em cerca de 64 minutos; o Trem Intermetropolitano, serviço parador entre Jundiaí e Campinas; e a modernização da Linha 7-Rubi, já operada pela concessionária. As duas autorizações mostram como a implantação depende da solução de cada travessia ao longo do traçado. Elas não representam uma autorização única para toda a ferrovia nem definem a data em que os trens passarão nesses locais.</p>
<h3>Um contrato reúne serviço expresso, trem parador e operação metropolitana</h3>
<p>A TIC Trens assumiu a operação e a manutenção da Linha 7-Rubi no âmbito de uma concessão de 30 anos. O projeto completo prevê investimento de R$ 14,2 bilhões, segundo a concessionária. Parte desse trabalho ocorre na infraestrutura já usada por passageiros; outra parte prepara os dois novos serviços ferroviários.</p>
<p>O Trem Intercidades Eixo Norte foi projetado para percorrer 101 quilômetros entre São Paulo e Campinas. A previsão apresentada pela concessionária é de viagem em aproximadamente 64 minutos, velocidade de até 140 km/h e capacidade de cerca de 860 passageiros por viagem. O início da operação comercial do expresso está previsto para 2031.</p>
<p>O Trem Intermetropolitano terá outra função: fazer a ligação regional entre Jundiaí e Campinas com paradas em Louveira, Vinhedo e Valinhos. São 44 quilômetros e tempo estimado de 33 minutos. A previsão divulgada para o início desse serviço é 2029. A Linha 7-Rubi, por sua vez, atende a mobilidade metropolitana entre a capital e Jundiaí e passa por modernização dentro do mesmo contrato.</p>
<p>Essas diferenças importam porque uma autorização publicada em Campinas pode estar associada à implantação do corredor ferroviário compartilhado pelo empreendimento, mas o extrato de recursos hídricos não identifica qual dos serviços utilizará isoladamente cada travessia. A finalidade declarada é ferroviária.</p>
<h3>As permissões dizem respeito a dois pontos identificados do traçado</h3>
<p>Uma travessia foi autorizada sobre um afluente do Ribeirão Samambaia, nas coordenadas 22°55&#8217;51,02&#8243; S e 47°00&#8217;38,47&#8243; O. A outra se refere a um afluente do Córrego Proença, nas coordenadas 22°55&#8217;37,25&#8243; S e 47°02&#8217;01,34&#8243; O. As duas ficam no município de Campinas.</p>
<p>A SP-Águas classifica as intervenções como travessias aéreas. Trata-se, portanto, de pontos em que a infraestrutura ferroviária deverá vencer o curso d’água por cima. O extrato não traz o tipo de estrutura, as dimensões da obra ou o método construtivo. Esses elementos pertencem ao projeto de engenharia e às demais autorizações aplicáveis.</p>
<p>As permissões têm prazo registrado de 360 meses. Esse é o período da autorização administrativa relativa à interferência hídrica; não é a duração anunciada das obras. Ao acompanhar o andamento da ferrovia, também será necessário distinguir licenças e permissões, execução da infraestrutura, testes e início da operação de passageiros.</p>
<h3>Construção começou em etapas e depende de um corredor contínuo</h3>
<p>A TIC Trens informou que as obras do Eixo Norte começaram em março de 2026, com frentes implantadas de maneira gradual inicialmente no trecho entre Campinas e Jundiaí e, depois, em direção à capital. As autorizações agora publicadas se inserem nesse processo mais amplo.</p>
<p>Para o passageiro, a relevância final é a ligação entre sistemas de escalas diferentes: deslocamento metropolitano na Linha 7-Rubi, viagem regional no TIM e conexão expressa entre Campinas e São Paulo pelo TIC. Para que essa rede funcione, porém, cada segmento da infraestrutura precisa estar concluído, conectado, testado e autorizado a operar. As travessias anunciadas nesta edição representam dois componentes identificados desse trabalho.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Governo de SP abre R$ 114 milhões de crédito suplementar para repasse ao Metrô</title>
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    <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 00:01:29 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Recursos foram classificados como despesas de capital; decreto não identifica as linhas ou obras que receberão os valores ADAMO BAZANI O governo de São Paulo abriu um crédito suplementar de R$ 114 milhões no orçamento da Secretaria dos Transportes Metropolitanos para repasse ao Metrô. A medida consta de decreto publicado nesta segunda-feira, 28 de setembro [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49055829276_966d57c695_k.webp?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49055829276_966d57c695_k.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49055829276_966d57c695_k.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49055829276_966d57c695_k.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49055829276_966d57c695_k.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/49055829276_966d57c695_k.webp?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Recursos foram classificados como despesas de capital; decreto não identifica as linhas ou obras que receberão os valores</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O governo de São Paulo abriu um crédito suplementar de R$ 114 milhões no orçamento da Secretaria dos Transportes Metropolitanos para repasse ao Metrô. A medida consta de decreto publicado nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, e destina o reforço orçamentário ao atendimento de despesas de capital da companhia.</p>
<p>Para os passageiros, o interesse está nos investimentos que poderão ser custeados a partir dessa disponibilidade. O decreto, entretanto, não identifica uma linha, estação, frota ou obra específica como destino do montante. Por isso, os R$ 114 milhões não podem ser atribuídos nesta fase à expansão de uma linha determinada ou apresentados como valor já gasto pelo Metrô.</p>
<p><strong>O que significa abrir um crédito suplementar</strong></p>
<p>O orçamento estabelece valores autorizados para as despesas públicas. Um crédito suplementar reforça uma dotação existente, permitindo ampliar o espaço orçamentário para a finalidade indicada. Neste caso, o decreto destina o reforço à Secretaria dos Transportes Metropolitanos para repasse à Companhia do Metropolitano de São Paulo.</p>
<p>A classificação como despesa de capital indica finalidade ligada a investimento ou outra aplicação enquadrada nessa categoria orçamentária. Ela é diferente de uma despesa cotidiana de operação, mas ainda é ampla: conhecer essa classificação não basta para identificar qual contrato, equipamento ou obra será pago.</p>
<p>O decreto também altera a programação orçamentária da despesa estadual e indica que a cobertura do crédito seguirá as fontes legais discriminadas em seus anexos. A sequência a acompanhar é o detalhamento da destinação, seguido dos registros de execução. A autorização orçamentária publicada nesta segunda-feira é o primeiro desses passos, não um comprovante de que os R$ 114 milhões foram integralmente repassados ou desembolsados.</p>
<p><strong>Por que a destinação por projeto precisa ser conferida</strong></p>
<p>O Metrô reúne compromissos de naturezas e fases diferentes: manutenção e modernização da rede existente, aquisição e instalação de equipamentos e obras de expansão. A informação de que receberá recursos para despesas de capital é relevante, mas não autoriza escolher uma dessas frentes como beneficiária sem documentação que faça essa ligação.</p>
<p>Uma obra anunciada para uma estação, por exemplo, pode ter licitação e fonte orçamentária próprias. O fato de aparecer na mesma edição do Diário Oficial não significa que será financiada por este crédito de R$ 114 milhões. Para fazer essa relação com segurança, será necessário conferir a classificação programática completa e os atos posteriores de repasse e execução.</p>
<p>O decreto nº 70.907 foi assinado em 25 de setembro e publicado no dia 28. O dado confirmado nesta edição é o reforço de R$ 114 milhões no orçamento da secretaria com destinação de repasse ao Metrô para despesas de capital.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Prefeitura de São Carlos (SP) prorroga até 2028 concessão do terminal rodoviário à Plataforma 15</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 23:30:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa administra a estrutura desde concorrência de 2018, vencida com proposta de repassar 37,41% da arrecadação bruta ao município ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Carlos (SP) prorrogou até 27 de setembro de 2028 a concessão do terminal rodoviário municipal à Plataforma 15 Terminais Rodoviários Ltda. O aditivo, assinado em 25 de setembro de 2026 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Junior-Almeida-Onibus-Brasil-5.webp?fit=640%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Junior-Almeida-Onibus-Brasil-5.webp?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Junior-Almeida-Onibus-Brasil-5.webp?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Junior-Almeida-Onibus-Brasil-5.webp?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Junior-Almeida-Onibus-Brasil-5.webp?resize=400%2C281&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> <p><em>Empresa administra a estrutura desde concorrência de 2018, vencida com proposta de repassar 37,41% da arrecadação bruta ao município</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de São Carlos (SP) prorrogou até 27 de setembro de 2028 a concessão do terminal rodoviário municipal à Plataforma 15 Terminais Rodoviários Ltda. O aditivo, assinado em 25 de setembro de 2026 e publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial do Estado, mantém a empresa à frente da administração, operação, manutenção e exploração comercial do espaço.</p>
<p>A continuidade contratual interessa a quem utiliza o terminal para embarcar, desembarcar ou esperar conexões: é a concessionária que responde pelas atividades previstas na gestão da estrutura durante o novo período. O extrato divulgado agora informa a prorrogação da vigência. Para verificar novas obrigações de investimento, alterações na remuneração ou metas adicionais, será preciso consultar a íntegra do sétimo aditivo.</p>
<h3>Contrato começou com licitação realizada em 2018</h3>
<p>A Plataforma 15 foi declarada vencedora da concorrência pública promovida pela Prefeitura em 2018. A proposta anunciada pelo município previa repasse de 37,41% da arrecadação bruta da exploração do terminal. A concessão foi estruturada em caráter oneroso e exclusivo para administração, operação, manutenção e exploração comercial.</p>
<p>O percentual ajuda a entender como a Prefeitura pretendia receber recursos vinculados à atividade do terminal: o repasse foi associado à arrecadação, segundo as condições contratuais. Isso é diferente da tarifa da passagem de ônibus, cobrada pela viagem e sujeita às regras do serviço de transporte correspondente.</p>
<p>Após a licitação, a Prefeitura assinou a ordem de serviço para a empresa assumir a administração. Um quadro de contratos da própria administração municipal ainda identificava a Plataforma 15 como responsável pelo terminal e reproduzia o percentual de 37,41%. Como o instrumento já recebeu sucessivos aditivos, os termos atuais da relação contratual devem ser conferidos na documentação consolidada, além do resumo publicado nesta edição.</p>
<h3>Concessão do terminal e operação das linhas são responsabilidades diferentes</h3>
<p>Administrar a rodoviária envolve a estrutura em que os ônibus param e os passageiros circulam. O objeto divulgado para a Plataforma 15 inclui operação e manutenção do terminal e exploração comercial de seus espaços. Já itinerários, horários e passagens das linhas de ônibus dependem das empresas operadoras e dos órgãos responsáveis por cada serviço.</p>
<p>Essa distinção explica o alcance da notícia. A prorrogação mantém uma administradora do terminal até setembro de 2028; ela não concede à Plataforma 15, por esse motivo, as linhas que usam a rodoviária. Também não anuncia uma alteração automática nos horários ou no preço das viagens.</p>
<p>Para avaliar a concessão ao longo do novo prazo, os pontos concretos serão as condições de conservação e funcionamento do terminal, a execução das obrigações contratuais e a prestação de contas dos repasses. O extrato publicado nesta segunda-feira estabelece a data até a qual o contrato foi prorrogado e identifica o sétimo termo aditivo do acordo original.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Prefeitura do Rio de Janeiro reabre licitação para conservação dos túneis José Alencar e Moacyr Sreder Bastos e da infraestrutura da Transoeste</title>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 23:00:45 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Contratação também abrange o Anel Viário de Campo Grande e a Avenida Artur Xexéo. Nova sessão está marcada para terça-feira, 29 de setembro ADAMO BAZANI A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou a reabertura da licitação para contratar serviços de engenharia destinados à operação, ao monitoramento e à conservação dos túneis Vice-Presidente da República José [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?w=1599&amp;ssl=1 1599w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2025-05-09-at-14.28.44-1.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p dir="auto" data-start="10877" data-end="11018"><em data-start="10877" data-end="11018">Contratação também abrange o Anel Viário de Campo Grande e a Avenida Artur Xexéo. Nova sessão está marcada para terça-feira, 29 de setembro</em></p>
<p dir="auto" data-start="11020" data-end="11038"><em data-start="11020" data-end="11038"><strong data-start="11021" data-end="11037">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p dir="auto" data-start="11040" data-end="11444">A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou a reabertura da licitação para contratar serviços de engenharia destinados à operação, ao monitoramento e à conservação dos túneis Vice-Presidente da República José Alencar e Professor Moacyr Sreder Bastos. A contratação também contempla a infraestrutura da Via Expressa Transoeste, do Anel Viário de Campo Grande e da Avenida Artur Xexéo, na zona oeste da cidade.</p>
<p dir="auto" data-start="11446" data-end="11891">O aviso foi publicado no Diário Oficial desta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, pela Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos. A nova sessão do pregão eletrônico está marcada para terça-feira, 29 de setembro, às 9h30. Os serviços fazem parte da conservação da infraestrutura viária utilizada para os deslocamentos na região, incluindo estruturas relacionadas à circulação do sistema BRT.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="95xoqd" data-start="11893" data-end="11968">Contratação reúne túneis e importantes estruturas viárias da zona oeste</h3>
<p dir="auto" data-start="11970" data-end="12057">O procedimento licitatório contempla serviços de operação, monitoramento e conservação.</p>
<p dir="auto" data-start="12059" data-end="12177">A contratação reúne estruturas que integram a infraestrutura viária das áreas de planejamento 4 e 5 do Rio de Janeiro.</p>
<p dir="auto" data-start="12179" data-end="12324">Entre elas estão os túneis José Alencar e Moacyr Sreder Bastos, a Via Expressa Transoeste, o Anel Viário de Campo Grande e a Avenida Artur Xexéo.</p>
<p dir="auto" data-start="12326" data-end="12511">A presença dessas estruturas no mesmo procedimento permite contratar um conjunto de serviços relacionados à conservação e ao monitoramento de importantes ligações viárias da zona oeste.</p>
<p dir="auto" data-start="12513" data-end="12679">No caso da Transoeste, as condições da infraestrutura são especialmente importantes para a circulação dos ônibus articulados e demais veículos que utilizam o sistema.</p>
<p dir="auto" data-start="12681" data-end="12866">A contratação de conservação, entretanto, deve ser diferenciada da operação do transporte coletivo, realizada por meio dos contratos e das estruturas administrativas específicas do BRT.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="j79jrp" data-start="12868" data-end="12916">Nova sessão será realizada em 29 de setembro</h3>
<p dir="auto" data-start="12918" data-end="13033">A reabertura foi publicada pela Subsecretaria de Gestão da Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos.</p>
<p dir="auto" data-start="13035" data-end="13156">O procedimento corresponde ao Pregão Eletrônico nº 1364/2026, vinculado ao processo administrativo 002600.006505/2026-91.</p>
<p dir="auto" data-start="13158" data-end="13208">A sessão foi marcada para 29 de setembro, às 9h30.</p>
<p dir="auto" data-start="13210" data-end="13413">O aviso publicado apresenta o objeto da contratação e a data de reabertura. As condições técnicas detalhadas, os quantitativos e os critérios de execução devem ser consultados no edital e em seus anexos.</p>
<p dir="auto" data-start="13415" data-end="13474"><em data-start="13415" data-end="13474"><strong data-start="13416" data-end="13473">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>VÍDEO DO EXATO MOMENTO: Ônibus elétrico da MobiBrasil colide contra muro de escola e diversos veículos no Jabaquara, Zona Sul de São Paulo (SP), nesta segunda-feira (28)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/28/video-do-exato-momento-onibus-eletrico-da-mobibrasil-colide-contra-muro-de-escola-e-diversos-veiculos-no-jabaquara-zona-sul-de-sao-paulo-sp-nesta-segunda-feira-28/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 22:27:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Acidente provocou ferimentos em uma mulher de 42 anos, que foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e pelo SAMU VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na tarde desta segunda-feira, 28 de setembro, por volta das 17h24, um ônibus elétrico do sistema de transporte público de São Paulo (SP) colidiu contra o muro de uma escola e diversos veículos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="573" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?fit=1024%2C573&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?w=1031&amp;ssl=1 1031w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?resize=1024%2C573&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?resize=768%2C430&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-28-at-19.23.40.jpeg?resize=400%2C224&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Acidente provocou ferimentos em uma mulher de 42 anos, que foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e pelo SAMU</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p><strong><em><a class="wp-embedded-video" href="">placeholder://</a></em></strong></p>
<p><div style="width: 640px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-536216-3" width="640" height="360" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/202609281905.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/202609281905.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/202609281905.mp4</a></video></div></p>
<p>Na tarde desta segunda-feira, 28 de setembro, por volta das 17h24, um ônibus elétrico do sistema de transporte público de São Paulo (SP) colidiu contra o muro de uma escola e diversos veículos na Avenida Rodrigues Montemor,&nbsp;nº 395, localizada no Jabaquara, na Zona Sul da capital paulista.</p>
<p>Informações iniciais apontam que uma mulher de 42 anos ficou ferida; ela foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).</p>
<p>O coletivo, de carroceria Caio e chassis Mercedes-Benz, possui o prefixo 6 3738 e é operado pela empresa MobiBrasil.</p>
<p>O <strong>Diário do Transporte</strong> contatou a SPTrans (São Paulo Transporte) para mais informações.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" class="alignnone size-large wp-image-536223" width="576" height="1024" alt="" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=84%2C150&amp;ssl=1 84w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=768%2C1366&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=400%2C711&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?resize=150%2C267&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4.jpg?w=899&amp;ssl=1 899w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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