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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Marcopolo lança Ideale 800 Agrotech para operações em terrenos severos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/marcopolo-lanca-ideale-800-agrotech-para-operacoes-em-terrenos-severos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 16:53:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Modelo possui chassi Mercedes-Benz OF 1619 Euro VI e tem capacidade para até 43 passageiros VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Marcopolo, em parceria com a Mercedes-Benz, apresenta o Ideale 800 Agrotech, novo modelo desenvolvido especialmente para operações de transporte de passageiros em ambientes de alta exigência. Projetado para enfrentar trajetos fora de estrada, como vias sem [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/05102026-Marcopolo-lanca-Ideale-800-Agrotech_1-e1791219119678.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Modelo possui <span lang="PT-BR">chassi Mercedes-Benz OF 1619 Euro VI e tem capacidade para até 43 passageiros</span></em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p><span lang="PT-BR">A Marcopolo, em parceria com a Mercedes-Benz, apresenta o Ideale 800 Agrotech, novo modelo desenvolvido especialmente para operações de transporte de passageiros em ambientes de alta exigência. Projetado para enfrentar trajetos fora de estrada, como vias sem pavimentação, terrenos irregulares e áreas sujeitas a lama, o veículo combina elevados padrões de segurança, robustez estrutural, capacidade de transposição, conforto e manutenção simplificada, contribuindo para operações mais eficientes e confiáveis em condições severas.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Voltado principalmente para empresas dos setores de agroindústria, mineração, celulose e outras atividades que demandam deslocamentos diários em regiões de difícil acesso, o novo modelo foi concebido para garantir mais segurança para motoristas e passageiros, maior disponibilidade operacional e menor custo ao longo de sua vida útil.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">&#8220;O Ideale 800 Agrotech foi desenvolvido a partir da observação das necessidades reais dos operadores que atuam em condições severas. O resultado é um veículo que prioriza a segurança das pessoas em ambientes desafiadores, oferecendo elevada resistência estrutural, durabilidade e confiabilidade, sem abrir mão do conforto dos passageiros e da ergonomia para o motorista&#8221;, destaca Alexandre Cervelin, gerente nacional de vendas da Marcopolo.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Montado sobre o chassi Mercedes-Benz OF 1619 Euro VI, o modelo possui comprimento entre 11 e 11,5 metros e capacidade para transportar até 43 passageiros, em configurações com poltronas Executiva ou Semileito.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Robustez para ir além da estrada<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">O desenvolvimento do Ideale 800 Agrotech teve como foco principal a resistência estrutural necessária para operações em condições severas. O modelo conta com estrutura lateral reforçada e reforços adicionais em pontos críticos da carroceria, além de proteções inferiores dianteira e traseira, sistema anti-intrusão reforçado e componentes projetados para suportar o uso intenso em ambientes agressivos.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Para ampliar a durabilidade dos componentes, o veículo recebeu proteções em aço para os tanques de combustível e de Arla, caixa de bateria fechada em aço e novos pontos de reboque com acesso facilitado e maior resistência mecânica.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Segurança reforçada para operações severas<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">Desenvolvido para atuar em ambientes de alta exigência, o Ideale 800 Agrotech incorpora soluções que ampliam a proteção dos ocupantes e contribuem para operações mais seguras. O modelo conta com sistema anti-intrusão reforçado, estrutura lateral com reforços adicionais em pontos estratégicos da carroceria e componentes projetados para suportar as solicitações típicas de trajetos fora de estrada.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">O projeto também contempla melhorias que favorecem o controle do veículo em terrenos irregulares e de baixa aderência, contribuindo para uma condução mais segura em operações agrícolas, florestais e de mineração. Além disso, a ergonomia do posto de condução foi pensada para proporcionar mais conforto ao motorista durante longas jornadas, reduzindo a fadiga operacional.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Maior capacidade de transposição<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">Outro diferencial do modelo está na capacidade de superar obstáculos e operar em terrenos desafiadores. O Ideale 800 Agrotech apresenta maiores ângulos de entrada e saída, para-choques reposicionados e possibilidade de acoplamento até 100 mm mais alto, aumentando significativamente a distância em relação ao solo.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Dependendo da configuração, o ônibus pode ser equipado com pneus lameiros e eixo com bloqueio do diferencial, recursos que ampliam sua capacidade de circulação em condições de baixa aderência, como estradas enlameadas ou trechos com solo instável.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Mais disponibilidade e menor custo operacional<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">Projetado para maximizar a disponibilidade da frota, o Ideale 800 Agrotech incorpora soluções que simplificam a manutenção e reduzem custos de reparo.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Entre os destaques está o novo para-choque modular dividido em três partes, que permite a substituição apenas da área danificada em caso de eventual avaria. O modelo também conta com aros de roda em borracha, saia lateral em conceito reto, janelas com fixação em borracha e revestimentos internos desenvolvidos para facilitar intervenções e prolongar a vida útil dos componentes.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">O interior utiliza materiais de alta resistência, incluindo assoalho em alumínio revestido e poltronas com revestimento sintético automotivo, que facilitam a limpeza e contribuem para a durabilidade do ambiente interno. O veículo ainda pode receber ralos na cabine e no salão de passageiros para agilizar os processos de higienização.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Conforto térmico para ambientes de alta exigência<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">Para garantir bem-estar aos passageiros mesmo em condições extremas, o Ideale 800 Agrotech utiliza o sistema de climatização de teto Spheros CC357, com capacidade de 140 mil BTU/h e operação eficiente em temperaturas de até 55°C. Desenvolvido para aplicações severas, o equipamento alia alta performance, baixo nível de ruído e vida útil projetada superior a 10 anos.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">O sistema conta ainda com controle eletrônico digital automatizado, comandos inteligentes, alarmes de diagnóstico e tampas laterais com abertura independente para tornar as manutenções mais rápidas e eficientes.<u></u><u></u></span></p>
<p><b><span lang="PT-BR">Tecnologia embarcada para mais segurança e controle operacional<u></u><u></u></span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">O modelo também pode ser equipado com o sistema de monitoramento, que oferece registro de imagens, rastreabilidade operacional, conectividade embarcada e integração multimídia. A solução amplia a visibilidade durante manobras e contribui para o monitoramento das operações em campo. O pacote inclui ainda sistema antifadiga para apoio ao motorista.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Além do sistema de monitoramento ORBE, o Ideale 800 Agrotech pode contar com recursos voltados ao apoio do motorista e à prevenção de riscos operacionais, proporcionando maior controle das atividades, rastreabilidade e acompanhamento da frota em tempo real.</span></p>
<p>Confira mais imagens:</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-537310" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/05102026-Marcopolo-lanca-Ideale-800-Agrotech_2.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-537313" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/05102026-Marcopolo-lanca-Ideale-800-Agrotech_5.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-537312" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/05102026-Marcopolo-lanca-Ideale-800-Agrotech_4.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-537311" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/05102026-Marcopolo-lanca-Ideale-800-Agrotech_3.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>MPT denuncia Eucatur por práticas eleitorais abusivas e Justiça impõem proibições à empresa de Cascavel (PR)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/mpt-denuncia-eucatur-por-praticas-eleitorais-abusivas-e-justica-impoem-proibicoes-a-empresa-de-cascavel-pr/</link>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 16:19:04 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Decisão prevê multa por descumprimento; legislação protege o voto livre, proíbe propaganda eleitoral no ambiente de trabalho e estabelece punições para compra de votos e coação ADAMO BAZANI A Justiça do Trabalho em Cascavel, no Paraná, determinou que a Eucatur interrompa atividades político-eleitorais no ambiente profissional após o Ministério Público do Trabalho apontar iniciativas para [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="787" height="543" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/excatizr.jpg?fit=787%2C543&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/excatizr.jpg?w=787&amp;ssl=1 787w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/excatizr.jpg?resize=300%2C207&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/excatizr.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/excatizr.jpg?resize=768%2C530&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/excatizr.jpg?resize=400%2C276&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 787px) 100vw, 787px" /> <p><em>Decisão prevê multa por descumprimento; legislação protege o voto livre, proíbe propaganda eleitoral no ambiente de trabalho e estabelece punições para compra de votos e coação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Justiça do Trabalho em Cascavel, no Paraná, determinou que a Eucatur interrompa atividades político-eleitorais no ambiente profissional após o Ministério Público do Trabalho apontar iniciativas para influenciar o voto de funcionários. Segundo as informações divulgadas sobre o caso, a ordem alcança reuniões, instalações, veículos e canais corporativos, com multa de R$ 10 mil por obrigação descumprida.</p>
<p>O caso chama a atenção das empresas de transporte para uma proteção que vale em todo o país: o trabalhador tem direito de escolher seu candidato e manter o voto em segredo, sem pressão da chefia ou consequências profissionais por sua posição política. Além das medidas trabalhistas, a legislação eleitoral proíbe propaganda no local de trabalho e prevê responsabilização por oferecer vantagens em troca de voto, ameaçar eleitores ou dificultar sua participação na eleição. As punições dependem da conduta comprovada e do procedimento correspondente.</p>
<h2>O que o MPT apontou e quais restrições foram impostas à Eucatur</h2>
<p>Conforme as informações divulgadas sobre a ação do Ministério Público do Trabalho, um sócio da empresa realizava palestras semanais durante o expediente para orientar escolhas eleitorais, com convocações pelo WhatsApp corporativo. Um gerente comercial que também era candidato participava dos encontros.</p>
<p>A empresa informou ao MPT que recebeu visitas de candidatos e que elas cessaram após a notificação.</p>
<p>A ordem judicial proíbe promover, organizar ou permitir eventos eleitorais destinados a empregados, estagiários, aprendizes e terceirizados, assim como utilizar estruturas e canais empresariais para essas atividades. Também impede pressões e tratamento desfavorável por convicção política.</p>
<p>Foi determinada a divulgação, em 24 horas, de comunicado sobre liberdade de consciência e voto, mantido por pelo menos 30 dias.</p>
<p>Trata-se de medida de urgência. Sua concessão não corresponde, por si só, a uma condenação criminal ou ao julgamento definitivo de todas as acusações.</p>
<p>A íntegra da decisão não foi obtida nesta apuração. Os detalhes específicos do caso seguem as informações atribuídas ao MPT e reproduzidas na imprensa.</p>
<h2>A regra do TSE para 2026 proíbe propaganda e assédio eleitoral nos locais de trabalho</h2>
<p>A regulamentação do Tribunal Superior Eleitoral trata expressamente do ambiente profissional. A Resolução nº 23.610, que disciplina a propaganda eleitoral, recebeu em 2026 uma disposição que proíbe propaganda eleitoral e assédio eleitoral em locais de trabalho públicos ou privados.</p>
<p>A atualização foi incorporada pela Resolução nº 23.755. O texto prevê responsabilização de quem causar ou permitir a ocorrência dessas práticas, conforme a legislação aplicável.</p>
<p>Para o transporte, isso exige atenção a garagens, escritórios, oficinas e demais espaços de trabalho. Uma reunião convocada pela direção não perde seu caráter profissional apenas porque o assunto apresentado passa a ser eleitoral.</p>
<p>A autorização do proprietário também não é suficiente para afastar a restrição. O local de trabalho privado está abrangido pela regra.</p>
<p>Empresários e funcionários mantêm seus direitos políticos individuais. A manifestação pessoal, porém, precisa respeitar os limites legais: a estrutura empresarial e a relação de autoridade não podem ser utilizadas para propaganda no ambiente profissional ou constrangimento sobre a escolha eleitoral dos trabalhadores.</p>
<h2>Ônibus do transporte público estão sujeitos a restrições específicas de propaganda</h2>
<p>A Lei das Eleições estabelece limites à propaganda em bens públicos, em bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do poder público e em locais de uso comum.</p>
<p>No caso dos veículos que prestam serviço público, a orientação registrada pelo TSE inclui ônibus do transporte coletivo urbano. Assim, a propriedade privada do veículo não afasta, por si só, a restrição decorrente de sua utilização no serviço.</p>
<p>O artigo 37 da Lei nº 9.504 prevê, para a propaganda irregular abrangida pelo dispositivo, notificação para retirada e restauração do bem e multa de R$ 2 mil a R$ 8 mil, nas condições legais.</p>
<p>Essa multa eleitoral tem fundamento diferente da multa trabalhista informada no caso Eucatur. Os valores e requisitos de uma não devem ser apresentados como se fossem automaticamente aplicáveis à outra.</p>
<p>Também é necessário distinguir o uso de um ônibus para propaganda, a realização de ato eleitoral em uma garagem e a pressão sobre funcionários. As situações podem se relacionar, mas exigem análise própria.</p>
<p>Para as transportadoras, isso significa que a análise não pode se limitar à pergunta sobre quem é o proprietário do ônibus. É necessário considerar a destinação do veículo, o local da manifestação, o conteúdo divulgado e a eventual utilização da relação de emprego para influenciar trabalhadores.</p>
<h2>Oferecer benefício para conseguir voto pode provocar multa e cassação de candidatura</h2>
<p>O artigo 41-A da Lei das Eleições trata da captação ilícita de sufrágio. A regra alcança o candidato que oferece, promete, doa ou entrega vantagem pessoal ao eleitor com a finalidade de obter seu voto, entre o registro da candidatura e o dia da eleição.</p>
<p>A vantagem pode ser de diferentes naturezas, inclusive emprego ou função pública. Não é necessário um pedido expresso de voto quando a finalidade eleitoral estiver demonstrada.</p>
<p>As consequências previstas incluem multa e cassação do registro ou do diploma. O dispositivo também abrange violência ou grave ameaça com a finalidade de obter o voto.</p>
<p>A responsabilização do candidato exige prova de sua participação, concordância ou conhecimento, conforme o caso. Portanto, uma irregularidade praticada dentro de uma empresa não autoriza concluir automaticamente que determinado candidato terá o registro cassado.</p>
<p>A existência de benefício, sua ligação com o voto e o envolvimento do candidato precisam ser demonstrados no processo.</p>
<h2>O Código Eleitoral prevê crimes diferentes para impedir o voto, comprar apoio e ameaçar o eleitor</h2>
<p>Além das sanções eleitorais aplicáveis às candidaturas, o Código Eleitoral estabelece crimes que podem alcançar as pessoas responsáveis pelas condutas, conforme as provas.</p>
<p>O artigo 297 pune impedir ou embaraçar o exercício do voto, com detenção de até seis meses e multa. A proteção é ao exercício do direito de votar.</p>
<p>O artigo 299 trata da corrupção eleitoral: dar, oferecer ou prometer vantagem para obter voto ou abstenção, assim como solicitar ou receber vantagem com essa finalidade. A pena é de reclusão de até quatro anos e multa. O dispositivo prevê a conduta mesmo quando a oferta não é aceita.</p>
<p>Já o artigo 301 pune o uso de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar ou deixar de votar em determinado candidato ou partido. A pena também é de reclusão de até quatro anos e multa, ainda que a coação não alcance o resultado pretendido.</p>
<p>Essas hipóteses não são sinônimos de toda irregularidade no trabalho. O enquadramento criminal depende dos elementos de cada delito, de investigação e de julgamento.</p>
<p>Também não se deve somar automaticamente as penas ou apresentar a multa de uma decisão trabalhista como punição por crime eleitoral. São instrumentos distintos, com requisitos próprios.</p>
<h2>Quando a manifestação política se transforma em pressão sobre o trabalhador</h2>
<p>O MPT define o assédio eleitoral no trabalho a partir de práticas de coação, intimidação, ameaça ou constrangimento voltadas a interferir na escolha política.</p>
<p>A pressão pode ocorrer presencialmente ou por meios digitais. Não se limita a uma ordem direta para votar: pode aparecer na promessa de benefício, na ameaça de perda do emprego, na exigência de participação em campanha ou na imposição de símbolos políticos.</p>
<p>O órgão também aponta como exemplos o tratamento discriminatório por opinião política, a alteração de escalas para favorecer ou prejudicar a participação eleitoral e a exigência de informações ou registros destinados a controlar o voto.</p>
<p>Nas empresas de ônibus, isso exige cuidado especialmente nas relações entre direção, supervisores, motoristas, cobradores, pessoal de manutenção e equipes administrativas. A autoridade para organizar o serviço não concede poder sobre a escolha eleitoral dos subordinados.</p>
<p>As orientações de prevenção alcançam diferentes vínculos profissionais, incluindo estagiários, terceirizados e candidatos a emprego.</p>
<h2>Escalas e cobranças devem atender ao serviço sem se transformar em instrumento eleitoral</h2>
<p>No transporte coletivo, a operação exige trabalho em domingos e feriados, inclusive durante eleições. O planejamento das escalas precisa considerar essa realidade e o direito de participação do eleitor.</p>
<p>A Constituição assegura o voto direto e secreto e protege a liberdade de consciência. A empresa não tem direito de exigir que o funcionário revele em quem votou.</p>
<p>Como orientação prática, as transportadoras devem organizar antecipadamente a operação do dia da votação, estabelecer procedimentos claros para situações que possam dificultar o comparecimento às urnas e impedir que decisões sobre escalas sejam utilizadas como recompensa ou punição política.</p>
<p>Também precisam orientar seus gestores sobre o uso de grupos corporativos. Um canal destinado a informar horários, ocorrências e procedimentos operacionais não deve se tornar espaço de convocação eleitoral pela chefia.</p>
<p>Para prevenir conflitos, é recomendável que a empresa tenha um canal de relato acessível e explique quem receberá a denúncia e como ela será tratada. A existência de uma orientação escrita deve ser acompanhada de conduta coerente de diretores e supervisores.</p>
<h2>Outro caso no transporte terminou em compromisso de retirada de vídeo e retratação</h2>
<p>Em uma ocorrência distinta da Eucatur, o MPT no Paraná divulgou um acordo com a BTR, de Foz do Iguaçu, envolvendo vídeos com trabalhadores e conteúdo político.</p>
<p>Segundo o órgão, funcionários foram abordados sobre o significado do número 13 e apareceram em material de caráter depreciativo, sem que estivesse claro para eles o verdadeiro objetivo da gravação.</p>
<p>O Termo de Ajustamento de Conduta previu a interrupção das práticas, a retirada do vídeo e a divulgação de retratação pelos mesmos meios utilizados para veicular o conteúdo.</p>
<p>O episódio mostra que a prevenção também precisa alcançar o uso da imagem dos empregados. Participar de uma gravação no trabalho não significa, automaticamente, concordar com sua utilização em uma mensagem eleitoral.</p>
<h2>Trabalhadores podem preservar mensagens e procurar os órgãos responsáveis</h2>
<p>Quem identificar pressão eleitoral pode guardar mensagens recebidas, convocações, comunicados e outros registros, preservando datas e contexto. Esses elementos ajudam os órgãos responsáveis a compreender o que ocorreu.</p>
<p>O Ministério Público do Trabalho recebe denúncias relacionadas ao ambiente profissional. Questões eleitorais também podem ser levadas ao Ministério Público Eleitoral e à Justiça Eleitoral, conforme sua natureza. Nas orientações do MPT, o denunciante pode solicitar sigilo sobre sua identidade.</p>
<p>Para empresas e trabalhadores, a orientação central é objetiva: decisões sobre contratação, permanência no emprego, promoção, remuneração e organização do serviço devem seguir critérios profissionais. A escolha eleitoral pertence a cada cidadão, e o poder de comando no trabalho não autoriza controlar o voto.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Motorista de ônibus está entre as profissões com maior número de divórcios, diz pesquisa internacional </title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 15:30:07 +0000</pubDate>
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<p><em>Indicador de 48% inclui pessoas casadas mais de uma vez; dado abre discussão sobre jornadas, descanso e convivência familiar dos profissionais no Brasil</em></p>
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<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Transportar passageiros desde as primeiras horas da manhã, trabalhar à noite, cumprir escalas em fins de semana e, em serviços rodoviários, permanecer longe de casa: a organização do transporte de outras famílias pode tornar mais difícil a convivência dos motoristas de ônibus com a própria. Uma análise de dados dos Estados Unidos, publicada em maio de 2026, colocou esses profissionais entre as ocupações com maior indicador de divórcio e separação, com 48%. O resultado reúne diferentes situações conjugais e não pode ser aplicado aos brasileiros, mas oferece um ponto de partida para discutir como trabalho, descanso e vida familiar se relacionam.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No Brasil, essa discussão encontra questões já abordadas pelo <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong>: pressão operacional, busca por renda complementar, condições de descanso e dificuldades das empresas para contratar e manter motoristas. Em entrevistas anteriores, a advogada especializada em direito empresarial e gestão de riscos Liana Variani destacou que escalas previsíveis, remuneração, escuta dos trabalhadores e preparação das chefias fazem parte da valorização profissional. Para empresas e categoria, o desafio é organizar um serviço essencial considerando também as necessidades de quem o realiza.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Quem produziu a análise e o que foi pesquisado</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A comparação foi elaborada por Nathan Yau, doutor em Estatística pela Universidade da Califórnia em Los Angeles, a UCLA, e responsável pelo FlowingData, dedicado à análise e visualização de dados.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O material foi publicado em 7 de maio de 2026. Yau utilizou microdados da American Community Survey, pesquisa do Departamento do Censo dos Estados Unidos, acessados por meio do IPUMS, plataforma de dados para pesquisadores. A base quinquenal de 2024 reúne informações do período de 2020 a 2024.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A coleta das informações populacionais é do órgão público norte-americano. A comparação entre ocupações foi produzida por Yau.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essa distinção importa: o levantamento não entrevistou motoristas para descobrir os motivos de seus divórcios. Ele comparou informações de ocupação e histórico conjugal disponíveis em uma base populacional.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">O que está dentro dos 48% atribuídos aos motoristas de ônibus</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A análise considera trabalhadores que se casaram ao menos uma vez. O indicador reúne pessoas divorciadas, separadas e aquelas que informaram ter se casado mais de uma vez, inclusive quando estavam casadas no momento da pesquisa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Não é, portanto, uma taxa anual de divórcios. Também não significa que 48% dos motoristas estavam sem companheiro ou companheira.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A inclusão de pessoas com mais de um casamento traz uma limitação: um novo matrimônio pode ocorrer após a morte do cônjuge. O número de casamentos, isoladamente, não comprova uma separação anterior.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Outra questão é a sequência dos acontecimentos. Uma pessoa pode ter se divorciado antes de começar a dirigir ônibus. A ocupação registrada na pesquisa não necessariamente corresponde àquela exercida quando o relacionamento terminou.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essas limitações impedem transformar o resultado em uma afirmação de que a profissão causa divórcios. Para investigar as causas, seria necessário acompanhar os trabalhadores ao longo do tempo e considerar idade, renda, escolaridade, jornadas e outras características.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Por que a rotina profissional merece atenção, mesmo sem explicar sozinha as separações</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O levantamento norte-americano mostra uma associação. As possíveis explicações precisam ser investigadas separadamente.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Há, entretanto, evidências sobre dificuldades de conciliar trabalho em turnos, jornadas prolongadas e vida familiar. O Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional dos Estados Unidos, o NIOSH, informa que horários exigentes podem reduzir o sono, aumentar a fadiga, prejudicar o humor e diminuir o tempo de qualidade com familiares e amigos.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O próprio instituto faz uma ressalva: são poucos os estudos que demonstraram aumento do risco de dificuldades conjugais e divórcio entre trabalhadores com horários fora do padrão. Seu material aborda os efeitos de jornadas e turnos, com foco em enfermagem, e não uma medição específica da categoria dos motoristas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A contribuição dessas pesquisas está em explicar mecanismos de desgaste. Cansaço e desencontro de horários podem dificultar o diálogo e a divisão de responsabilidades, mas não determinam o destino de um relacionamento.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Também é preciso evitar estigmas. Uma separação não mede competência profissional, caráter ou capacidade de cuidar dos filhos. O dado deve orientar uma discussão sobre condições de vida, preservando a privacidade dos trabalhadores.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">No transporte brasileiro, o horário do serviço nem sempre coincide com o da família</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O funcionamento dos ônibus exige profissionais disponíveis quando boa parte da população ainda não começou o dia ou já encerrou suas atividades.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Quem assume as primeiras viagens pode sair antes que os filhos acordem. Quem trabalha no encerramento da operação pode chegar quando eles já dormem. Nos fins de semana e feriados, a escala pode coincidir com encontros familiares, atividades escolares e comemorações.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No transporte rodoviário, viagens e períodos fora de casa acrescentam outras necessidades de organização.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">São exemplos de como a atividade pode produzir desencontros, sem que isso signifique que todos os motoristas vivam a mesma situação. Escalas, distâncias, condições de alojamento e jornadas variam entre empresas e serviços.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A previsibilidade faz diferença nesse cenário. Conhecer os horários com antecedência permite combinar compromissos e repartir tarefas. Mudanças frequentes ou comunicadas em cima da hora dificultam esse planejamento.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para a família, não basta saber que o motorista terá uma folga. É necessário saber quando ela ocorrerá e se haverá condições de aproveitá-la, considerando também a recuperação do trabalho.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">O desgaste pode continuar depois que o motorista deixa o volante</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A duração da jornada é apenas uma parte da discussão. As condições em que ela acontece também importam.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Um estudo brasileiro publicado em 2006, “Condições de trabalho e saúde de motoristas de transporte coletivo urbano”, relacionou problemas físicos e manifestações como estresse, irritabilidade e fadiga a efeitos sobre a atividade de dirigir e a vida social dos profissionais.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Por ser uma pesquisa antiga, não deve ser apresentada como retrato de toda a categoria em 2026. Mostra, porém, que a relação entre trabalho e vida fora do ônibus é investigada há décadas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Nas entrevistas ao <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong>, Liana Variani destacou fatores como violência, trânsito, infraestrutura e relacionamento com passageiros. São situações que podem variar até entre linhas da mesma empresa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Isso exige avaliar a operação efetivamente realizada. Um horário de viagem incompatível com os congestionamentos pode gerar atrasos e cobranças recorrentes sobre um motorista que não controla o trânsito.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Uma pausa também precisa oferecer condições de recuperação. Na entrevista publicada em 29 de junho de 2026, a especialista abordou falta de sanitários e água, alojamentos inadequados, problemas de manutenção e jornadas exaustivas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Esses fatores merecem prevenção por seus efeitos sobre o trabalhador. Não permitem, por si só, explicar o término de um casamento.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Liana Variani: planejamento das escalas melhora a qualidade de vida</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na reportagem de 1º de agosto de 2026 sobre os motivos pelos quais motoristas deixam a profissão, Liana relacionou organização das jornadas e valorização dos profissionais.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A advogada especializada em gestão de riscos empresariais, Liana Variani, afirmou naquela entrevista:</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">“Cumprir rigorosamente os períodos de descanso, evitar alterações repentinas na programação e dar previsibilidade às jornadas melhora muito a qualidade de vida do motorista.”</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A orientação tem aplicação direta na vida familiar. Horários conhecidos ajudam a organizar consultas, acompanhar os filhos e dividir responsabilidades com o companheiro ou a companheira.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na mesma reportagem, a especialista defendeu a escuta dos motoristas e a preparação das lideranças. A forma como o trabalhador é tratado pela chefia imediata pode influenciar sua decisão de permanecer na empresa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na matéria publicada em 4 de setembro de 2026 sobre atração e retenção de profissionais, Liana também destacou remuneração, acolhimento, reconhecimento e perspectivas de desenvolvimento. Sua avaliação foi de que respeito, regras, disciplina e hierarquia podem coexistir em um ambiente saudável.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essas manifestações foram dadas em entrevistas anteriores sobre trabalho e gestão. Não são declarações da especialista a respeito da análise norte-americana de divórcios.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Complementar a renda exige considerar também o tempo de recuperação</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong> já abordou a situação dos motoristas de ônibus que dirigem carros de aplicativo para ampliar a renda.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na entrevista de junho, Liana discutiu as dificuldades desse cenário: o profissional busca recursos adicionais, enquanto o acúmulo de horas ao volante pode comprometer a recuperação e criar riscos na operação.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A discussão também alcança a convivência familiar. O tempo fora da empresa pode estar ocupado por outra atividade remunerada, deslocamentos e tarefas domésticas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para orientar a categoria, é necessário considerar as razões econômicas dessa escolha. Recomendar descanso sem compreender o orçamento familiar deixa uma parte importante do problema sem resposta.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Ao mesmo tempo, profissionais e famílias precisam avaliar o ganho financeiro junto ao tempo consumido, ao desgaste e à disponibilidade para a convivência. A organização do orçamento e o diálogo sobre a carga total de trabalho podem ajudar nessa avaliação.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Empresas podem agir sobre escalas, infraestrutura e relacionamento</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">As medidas começam na operação: divulgar escalas com antecedência, reduzir mudanças desnecessárias, respeitar os descansos e estabelecer critérios transparentes para jornadas e folgas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">É recomendável manter canais para solicitar ajustes em situações familiares relevantes, com critérios conhecidos e tratamento equilibrado. Isso permite analisar necessidades sem depender de favores ou da proximidade com determinada chefia.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Fiscais, despachantes e gestores também precisam estar preparados para lidar com dificuldades operacionais. Cobrar segurança e cumprimento de procedimentos faz parte da gestão, mas a cobrança deve preservar o respeito e considerar as condições reais do serviço.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Infraestrutura de descanso, manutenção dos veículos e acesso a apoio de saúde complementam essas medidas. A valorização precisa aparecer na rotina de trabalho.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O acompanhamento pode considerar rotatividade, afastamentos, horas extras, mudanças de escala e relatos dos profissionais. O objetivo é identificar problemas e avaliar se as ações adotadas melhoram o ambiente.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O estado civil do trabalhador não deve servir como indicador de desempenho. A empresa pode melhorar as condições que oferece sem invadir a intimidade de seus funcionários.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Riscos psicossociais já integram as obrigações de prevenção no Brasil</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A nova redação do capítulo de gerenciamento de riscos da Norma Regulamentadora nº 1 entrou em vigor em 26 de maio de 2026, após prorrogação. Ela inclui expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, o gerenciamento deve ser contínuo, com identificação dos perigos, avaliação e controle dos riscos. Sua formalização ocorre pelo Programa de Gerenciamento de Riscos, o PGR, composto, no mínimo, por inventário de riscos e plano de ação.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No transporte, isso reforça a necessidade de avaliar jornadas, cobranças, relações internas e condições operacionais. A prevenção precisa produzir mudanças onde forem identificados problemas, com participação dos trabalhadores.</p>
<h2 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Profissionais, famílias, sindicatos e poder público têm caminhos para contribuir</h2>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para os motoristas, compartilhar a escala e explicar as necessidades de descanso pode ajudar na organização doméstica. O NIOSH recomenda informar familiares e amigos sobre horários de trabalho e padrões de sono, além de comunicar mudanças com antecedência quando possível.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A divisão de responsabilidades também merece atenção. Combinar quem acompanha os filhos, resolve compromissos e realiza tarefas evita que toda a adaptação à jornada recaia sobre uma única pessoa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Quando houver sofrimento persistente, dificuldades de sono ou conflitos que a família não consegue administrar, procurar apoio profissional pode ser um caminho. Na relação de trabalho, comunicar problemas pelos canais disponíveis e buscar apoio sindical ajuda a encaminhar dificuldades recorrentes.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Os sindicatos podem transformar esses relatos em propostas sobre antecedência das escalas, critérios de folga, infraestrutura e prevenção do desgaste. Empresas podem utilizar o diálogo para identificar questões que não aparecem nos relatórios operacionais.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O poder público também tem responsabilidade sobre condições que afetam o serviço e seus profissionais. Segurança, infraestrutura dos terminais e planejamento dos transportes interferem no ambiente de trabalho, como Liana destacou nas entrevistas ao <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O levantamento dos Estados Unidos não responde quantos motoristas brasileiros passaram por separações nem quais foram os motivos. Sua contribuição é abrir uma discussão que pode gerar medidas concretas: organizar o transporte considerando que descanso, convivência e responsabilidades familiares também fazem parte da vida de quem conduz os passageiros.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold"><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Do embarque ao processamento: tecnologia permite visão 360º da operação de bilhetagem em tempo real</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 15:15:00 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[ORBI reúne em uma única plataforma informações de diferentes etapas da operação e amplia a visibilidade para gestores e operadores de transporte VINÍCIUS DE OLIVEIRA A evolução da bilhetagem eletrônica trouxe novas camadas de tecnologia para o transporte público. Se antes o sistema era associado principalmente ao cartão, ao validador e à catraca, hoje a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="577" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c59d9632-55e5-4846-a700-b10cd2f84c0e.jpg?fit=1024%2C577&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c59d9632-55e5-4846-a700-b10cd2f84c0e.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c59d9632-55e5-4846-a700-b10cd2f84c0e.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c59d9632-55e5-4846-a700-b10cd2f84c0e.jpg?resize=1024%2C577&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c59d9632-55e5-4846-a700-b10cd2f84c0e.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c59d9632-55e5-4846-a700-b10cd2f84c0e.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c59d9632-55e5-4846-a700-b10cd2f84c0e.jpg?resize=1536%2C865&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/c59d9632-55e5-4846-a700-b10cd2f84c0e.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>ORBI reúne em uma única plataforma informações de diferentes etapas da operação e amplia a visibilidade para gestores e operadores de transporte</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução da bilhetagem eletrônica trouxe novas camadas de tecnologia para o transporte público. Se antes o sistema era associado principalmente ao cartão, ao validador e à catraca, hoje a operação envolve uma série de etapas, informações e sistemas que precisam funcionar de forma integrada para que uma viagem seja processada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse cenário que surge o ORBI, plataforma desenvolvida pela Autopass e única no setor para ampliar a visibilidade sobre a operação da bilhetagem e permitir que gestores e operadores acompanhem, em tempo real, diferentes etapas do sistema a partir de uma visão integrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é transformar informações que fazem parte do funcionamento cotidiano da bilhetagem em uma visão 360º da operação. Em vez de acompanhar dados de diferentes pontos de forma isolada, o gestor passa a ter uma leitura consolidada do que está acontecendo no sistema, desde as etapas relacionadas ao embarque e à validação até o processamento das informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para o passageiro, a bilhetagem acontece em poucos segundos, no momento em que ele paga e embarca. Para que isso seja possível, existe uma série de etapas acontecendo nos bastidores. O ORBI reúne essas informações em um só lugar e permite que o gestor acompanhe a operação em tempo real, com uma visão completa do que está acontecendo ”, explica Moacir Cardoso, Superintendente de TI da Autopass.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma nova forma de enxergar a bilhetagem<br>Para operadores e administradores de transporte, ter acesso às informações de maneira integrada pode contribuir para uma gestão mais ágil da operação. A plataforma permite acompanhar diferentes elementos do sistema em uma mesma interface, facilitando a identificação de ocorrências e a compreensão do comportamento da operação em tempo real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a tecnologia funciona como uma camada de visibilidade sobre a infraestrutura de bilhetagem, conectando informações que fazem parte de diferentes momentos do processamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa abordagem acompanha uma transformação pela qual passa o setor: a bilhetagem deixa de ser vista apenas como uma ferramenta de arrecadação ou controle de acesso e passa a ser também uma fonte de informações para acompanhamento da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando falamos em bilhetagem, muitas vezes a percepção termina no equipamento instalado no ônibus ou na estação. Mas existe uma cadeia tecnológica inteira por trás daquele embarque. A capacidade de enxergar essa cadeia de forma integrada é importante para quem precisa administrar uma operação que acontece continuamente e em grande escala”, acrescenta o executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Visibilidade em tempo real</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ORBI foi concebido para oferecer aos profissionais responsáveis pela operação uma visão centralizada das diferentes etapas que compõem a bilhetagem. A plataforma permite acompanhar informações em tempo real e identificar situações que demandam atenção, reduzindo a necessidade de consultar diferentes sistemas para compreender o cenário operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solução também reforça a tendência de digitalização da gestão do transporte público, na qual dados e informações operacionais passam a ter papel cada vez mais relevante na tomada de decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, a tecnologia amplia o papel da bilhetagem dentro do ecossistema de mobilidade: além de viabilizar a transação que permite o embarque, a infraestrutura tecnológica passa a oferecer uma visão mais ampla sobre o funcionamento do próprio sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nosso objetivo com o ORBI é justamente dar ao operador uma visão que antes estava fragmentada. A tecnologia permite olhar para a bilhetagem como um todo e entender, em tempo real, o que acontece em cada etapa da operação”, conclui Cardoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Investigação sobre infiltração do crime organizado nos transportes de São Paulo acende alerta até de investidores internacionais; novos modelos de negócios podem ser alternativas</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 14:57:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Em entrevista no Chile, a Adamo Bazani, CEO da TEVX explica avaliação de integridade e crédito para atrair capital nacional e internacional à eletrificação; Diário do Transporte mostrou que BNDES também acompanha operações no setor ADAMO BAZANI &#160; As investigações sobre a suspeita de infiltração do crime organizado em empresas de ônibus de São Paulo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="727" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?fit=1024%2C727&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?w=3557&amp;ssl=1 3557w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=1024%2C727&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=768%2C546&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=1536%2C1091&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=2048%2C1455&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?resize=400%2C284&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261002_1049287E2.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Em entrevista no Chile, a Adamo Bazani, CEO da TEVX explica avaliação de integridade e crédito para atrair capital nacional e internacional à eletrificação; <strong>Diário do Transporte </strong>mostrou que BNDES também acompanha operações no setor</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<div style="width: 1024px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-537051-2" width="1024" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-20.21.36.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-20.21.36.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-02-at-20.21.36.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>As investigações sobre a suspeita de infiltração do crime organizado em empresas de ônibus de São Paulo colocam a segurança dos investimentos no centro da discussão sobre a renovação das frotas e a eletrificação. O assunto chama a atenção até mesmo de investidores internacionais e preocupa. Além dos veículos e da infraestrutura de recarga, os projetos precisam oferecer garantias sobre quem recebe os recursos, a capacidade de pagamento e a regularidade dos negócios — requisitos que entram na avaliação de investidores nacionais e internacionais.<br /><br />Em entrevista exclusiva ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, na última sexta-feira, 2 de outubro de 2026, em Santiago, no Chile, o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza, explicou que a empresa pretende combinar a entrada dos ônibus elétricos Zhongtong no Brasil com soluções de energia, infraestrutura e financiamento. Entre as possibilidades estão modelos que permitem trazer investidores para financiar os veículos utilizados pelos operadores, com avaliações prévias de integridade e risco de crédito e alinhamento com as administrações responsáveis pelas concessões.<br /><br />A entrevista foi realizada pelo criador e editor-chefe do <em><strong>Diário do Transporte,</strong></em> Adamo Bazani, durante a visita que acompanhou a oficialização da TEVX como representante da fabricante chinesa no mercado brasileiro.<br /><br />Questionado sobre as investigações em São Paulo e os obstáculos à entrada de novos participantes no mercado, Souza destacou os critérios necessários para estruturar os investimentos.<br /><br />“<em>Quando a gente fala de solução financeira atendendo aquele cliente, seja o investidor internacional ou investidor local, sempre tem uma avaliação prévia, seja de compliance, seja de avaliação de rating de crédito daquele cliente”,</em> afirmou o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza.<br /><br />Na prática, essas análises envolvem dois aspectos diferentes: a verificação da integridade e da conformidade do negócio, conhecida como compliance, e a avaliação da capacidade de cumprir os compromissos financeiros, expressa pela classificação de risco de crédito.<br /><br />São questões que ligam o combate à entrada de recursos ilícitos no transporte à possibilidade de atrair capital para renovar os ônibus que atendem à população.<br /><br /><strong>BNDES acompanha investigações sobre o crime organizado nos transportes</strong><br /><br />A preocupação com a segurança dos recursos já aparece entre instituições que participam do financiamento da eletrificação no Brasil.<br /><br />Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 30 de setembro de 2026, a diretora de infraestrutura do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciana Costa, afirmou que o BNDES monitora as operações contra o crime organizado na cidade de São Paulo.<br /><br />A informação foi divulgada no contexto da renovação da frota municipal e das discussões sobre a situação da Transunião, operadora da zona Leste que foi alvo da Operação Última Parada, em junho deste ano.<br /><br />A atuação das autoridades também alcançou a Transwolff e a UPBus, investigadas na Operação Fim da Linha, deflagrada em abril de 2024, sobre suspeitas de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital por meio do transporte coletivo.<br /><br />As acusações são objeto de apuração e de processos judiciais. As defesas contestam as imputações, e a existência de investigação não equivale a uma condenação.<br /><br />Em junho de 2026, o <em><strong>Diário do</strong></em> <em><strong>Transporte</strong></em> também noticiou a declaração do promotor Lincoln Gakiya sobre a suspensão de financiamentos de ônibus elétricos destinados a empresas investigadas por supostas ligações com o PCC. Na ocasião, o promotor mencionou interlocução com o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento.<br /><br />Esse histórico mostra que as apurações têm efeitos sobre a análise dos projetos de renovação de frota e exigem atenção das instituições que fornecem recursos ao setor.<br /><br /><strong>Investidor pode financiar os ônibus utilizados pela empresa operadora</strong><br /><br />Uma das propostas apresentadas pela TEVX é ampliar as possibilidades de financiamento, aproximando os projetos de investidores que possam fornecer o capital necessário à aquisição dos veículos.<br /><br /><strong>Souza citou a experiência de Santiago como referência.</strong><br /><br /><em>“Uma das necessidades é você ter um investidor que possa financiar os operadores, os municípios, em modelos tal como o modelo de Santiago, que iniciou com um leasing de dez anos”,</em> disse o CEO da TEVX.<br /><br />O leasing é uma forma de arrendamento: a utilização do bem ocorre mediante pagamentos previstos em contrato. A estrutura permite organizar o acesso aos veículos ao longo de um período, em vez de concentrar todo o desembolso na compra inicial.<br /><br />Aplicado ao transporte, esse tipo de modelo pode ampliar as alternativas para a renovação de frota. A empresa responsável pelas viagens utiliza os ônibus dentro das condições contratadas, enquanto o investimento nos veículos pode contar com capital de outro participante.<br /><br />A distribuição das responsabilidades pela propriedade, manutenção, seguros e disponibilidade dos ônibus depende de cada contrato.<br /><br />Esse desenho pode ampliar o acesso a recursos, mas sua segurança depende da avaliação das partes, de garantias e de fiscalização. A mudança na forma de financiar a frota precisa vir acompanhada de controles sobre os participantes e os pagamentos.<br /><br />Segundo Souza, a TEVX trabalha para adaptar essas possibilidades à realidade brasileira.<br /><br />“<em>A gente vai ter nessa jornada até a fabricação local, já trazendo possíveis investidores, sejam internacionais ou investidores locais, e que esses preços caibam dentro do bolso do operador</em>”, afirmou.<br /><br /><strong>Concessões exigem alinhamento com prefeituras e governos estaduais</strong><br /><br />Outro ponto ressaltado pelo executivo é a participação do poder público na estruturação dos projetos.<br /><br />Como os ônibus podem atender a serviços concedidos, os compromissos financeiros e a implantação da infraestrutura precisam considerar as regras e os prazos dessas concessões.<br /><br /><em>“Sempre também, como são concessões públicas, ele vai estar a par e passo alinhado com as administrações municipais ou estaduais, dependendo do tipo de frota”,</em> disse o CEO da TEVX, Carlos Eduardo Souza.<br /><br />Isso significa que a negociação dos veículos está ligada à organização do serviço público: duração dos contratos, obrigações de renovação, remuneração e condições de operação.<br /><br />Para o passageiro, a consequência prática é a necessidade de garantir que a chegada dos ônibus se traduza em atendimento. A frota precisa ter energia disponível, manutenção e condições de cumprir as viagens previstas.<br /><br /><strong>Energia e infraestrutura precisam estar prontas quando os ônibus chegarem</strong><br /><br />Na entrevista, Souza afirmou que a atuação da TEVX incluirá consultoria, infraestrutura e soluções de energia, além da representação comercial da Zhongtong.<br /><br />O executivo destacou o planejamento conjunto da chegada dos veículos e da estrutura necessária para colocá-los em circulação.<br /><br />“<em>A gente vai trazer a segurança de que a infraestrutura, de que a energia, ela chega de maneira planejada dentro da expectativa e da chegada dos próprios veículos</em>”, afirmou.<br /><br />A questão é relevante porque a aquisição do ônibus constitui uma etapa do projeto. A operação depende também de carregadores, disponibilidade de energia e organização das recargas de acordo com as jornadas dos veículos.<br /><br />A proposta apresentada pela empresa é acompanhar esse conjunto de necessidades, tanto para operadores privados quanto para municípios e governos estaduais.<br /><br /><strong>TEVX diz que primeiras unidades já foram vendidas e prevê fabricação local a partir de 2027</strong><br /><br />Souza afirmou que a entrada da Zhongtong no Brasil já conta com primeiras unidades negociadas. O nome do cliente deverá ser divulgado após o período de feriados conhecido como Golden Week, na China, e a conclusão dos detalhes com o comprador.<br /><br />“<em>Já temos as primeiras unidades. Em breve, a gente vai estar anunciando o cliente</em>”, disse o CEO da TEVX.<br /><br />Segundo o executivo, a parceria começou a ser construída no fim de 2025 e foi consolidada com a oficialização anunciada agora.<br /><br />Ao ser questionado sobre uma fábrica a partir de 2027, Souza confirmou o compromisso e destacou a transferência de tecnologia e a adaptação do processo de fabricação às necessidades brasileiras.<br /><br />“<em>Outro dos grandes compromissos que nós temos nesse acordo é a transferência de tecnologia, também trazer todo o processo de fabricação, atendendo às necessidades do mercado brasileiro”,</em> afirmou.<br /><br />De acordo com Souza, o projeto deverá aproveitar também a experiência do Grupo Cabal, representante da Zhongtong no Chile, para acelerar a implantação.<br /><br /><strong>Oferta inicial terá urbanos de 9 a 18 metros e modelo rodoviário</strong><br /><br />A prioridade comercial anunciada pelo executivo inclui ônibus urbanos de 9, 10, 12 e 18 metros, além de um rodoviário.<br /><br />A entrevista ocorreu diante de um articulado de 18 metros. Souza também destacou a proposta de oferecer um rodoviário com banheiro e autonomia adequada à aplicação pretendida.<br /><br />Segundo ele, o portfólio mais amplo da fabricante permite estudar outras configurações, com urbanos de 7 a 27 metros e diferentes tamanhos de rodoviários.<br /><br />A seleção inicial, afirmou, deverá acompanhar as necessidades locais e os compromissos assumidos com os compradores.<br /><br />O anúncio coloca lado a lado duas condições para a expansão dos elétricos no Brasil: oferecer veículos adequados às operações e estruturar negócios capazes de atrair recursos com segurança.<br /><br />No cenário das investigações em São Paulo, a análise da origem dos recursos, da integridade dos participantes e da capacidade de pagamento passa a fazer parte dessa discussão. A alternativa apresentada pela TEVX combina financiamento, infraestrutura e fornecimento de ônibus, com a proposta de ampliar as formas de viabilizar a renovação das frotas.<br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Recife (PE): CBTU suspende licitação de bilhetagem que prevê vendas por Pix, cartões bancários e QR Code</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/recife-pe-cbtu-suspende-licitacao-de-bilhetagem-que-preve-vendas-por-pix-cartoes-bancarios-e-qr-code/</link>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 14:31:39 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Erro no termo de referência levou à suspensão da contratação, que abrange as estações Recife, Joana Bezerra e a Linha Sul; nova data será divulgada após os ajustes ADAMO BAZANI A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) suspendeu, sem nova data definida, a licitação para contratar serviços de venda e troca de bilhetes e cartões, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?w=1224&amp;ssl=1 1224w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/rb240320023-8009181.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Erro no termo de referência levou à suspensão da contratação, que abrange as estações Recife, Joana Bezerra e a Linha Sul; nova data será divulgada após os ajustes</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) suspendeu, sem nova data definida, a licitação para contratar serviços de venda e troca de bilhetes e cartões, conferência da arrecadação e apoio à fiscalização de bilheterias do sistema ferroviário do Recife (PE). A contratação prevê comercialização de passagens com pagamentos por Pix, dinheiro e cartões de crédito e débito, além de bilhetes e cartões com tecnologias como QR Code e cartão inteligente.</p>
<p>O aviso publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 5 de outubro de 2026, informa que a suspensão ocorreu por um erro na elaboração do termo de referência, documento que estabelece as condições do serviço a ser contratado. A licitação será remarcada após os ajustes. A publicação trata da contratação e não anuncia mudança imediata no atendimento das bilheterias ou nas formas de pagamento disponíveis aos passageiros.</p>
<h3>Contratação reúne venda de passagens, controle da arrecadação e apoio à fiscalização</h3>
<p>O objeto da licitação vai além do fornecimento de bilhetes. A CBTU pretende contratar uma empresa especializada para prestar serviços continuados de comercialização e troca de bilhetes e cartões, acompanhados da conferência dos valores arrecadados e do suporte à fiscalização das bilheterias.</p>
<p>Isso significa que o serviço envolve tanto o atendimento relacionado à compra de passagens quanto o acompanhamento financeiro das vendas. A conferência da arrecadação permite verificar os valores recebidos pelos diferentes meios de pagamento previstos na contratação.</p>
<p>O objeto também inclui o fornecimento de materiais necessários ao atendimento das demandas da Superintendência de Trens Urbanos do Recife.</p>
<p>A publicação menciona cartões do tipo smart card, ou cartões inteligentes, e QR Code. São tecnologias distintas de identificação de bilhetes: a primeira utiliza um cartão com recursos eletrônicos; a segunda emprega um código que pode ser lido por equipamento compatível.</p>
<p>O aviso, entretanto, não detalha como cada tecnologia será utilizada, nem estabelece uma data de implantação de novos recursos para os passageiros.</p>
<h3>Serviço abrange Recife, Joana Bezerra e estações da Linha Sul elétrica e diesel</h3>
<p>A contratação contempla as bilheterias das estações Recife e Joana Bezerra, além de todas as estações da Linha Sul elétrica e diesel, conforme a descrição publicada pela companhia.</p>
<p>O alcance territorial é relevante porque define onde a empresa contratada deverá prestar os serviços. O texto não apresenta uma relação individualizada das estações nem informa quantos postos de atendimento ou trabalhadores serão necessários.</p>
<p>Também não há, no aviso de suspensão, valor estimado da contratação, prazo contratual ou identificação de empresa vencedora. O procedimento ainda depende da correção do documento técnico e da definição de uma nova data.</p>
<h3>Erro no termo de referência exige ajuste antes da retomada da disputa</h3>
<p>Segundo a CBTU, o erro foi identificado pela área responsável pela demanda na elaboração do termo de referência. A autoridade competente determinou a suspensão para ajuste do instrumento e posterior remarcação.</p>
<p>O termo de referência descreve o que a administração pretende contratar e estabelece requisitos para a prestação do serviço. Suas condições orientam a elaboração das propostas e a execução do futuro contrato.</p>
<p>Por isso, a correção desse documento pode ser necessária antes da continuidade da disputa, para que as empresas apresentem propostas com base nas condições adequadas.</p>
<p>O aviso não explica qual foi o erro nem quais cláusulas serão modificadas. A informação confirmada é que o documento passará por ajuste.</p>
<h3>Nova data será divulgada pelos mesmos meios de publicidade</h3>
<p>A suspensão foi determinada “sine die”, expressão que significa sem data definida para retomada.</p>
<p>A CBTU informa que a nova data será divulgada pelos mesmos meios de publicidade utilizados para a licitação. Até essa divulgação, o aviso não permite estabelecer quando ocorrerá a disputa ou quando o serviço poderá ser contratado.</p>
<p>A publicação refere-se ao Pregão Eletrônico 90009/GOLIC/2026, vinculado ao processo 044/GOLIC/2026, e foi assinada pelo pregoeiro Bergson Ricardo da Silva Ferreira.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Bom Jesus da Penha–Guaxupé (MG): Unipenha e Sertões apresentam pedido de transferência contratual da linha</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/bom-jesus-da-penha-guaxupe-mg-unipenha-e-sertoes-apresentam-pedido-de-transferencia-contratual-da-linha/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 14:01:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Conselho de Transporte abre prazo para manifestações sobre anuência prévia; publicação ainda não autoriza a transferência ADAMO BAZANI A Viação Unipenha e a Viação Sertões de Transportes apresentaram pedido de autorização prévia para transferência dos contratos e da concessão referentes à linha de ônibus que liga Bom Jesus da Penha a Guaxupé, em Minas Gerais. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="791" height="536" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/105000.png?fit=791%2C536&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/105000.png?w=791&amp;ssl=1 791w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/105000.png?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/105000.png?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/105000.png?resize=768%2C520&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/105000.png?resize=400%2C271&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 791px) 100vw, 791px" /> <p><em>Conselho de Transporte abre prazo para manifestações sobre anuência prévia; publicação ainda não autoriza a transferência</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Viação Unipenha e a Viação Sertões de Transportes apresentaram pedido de autorização prévia para transferência dos contratos e da concessão referentes à linha de ônibus que liga Bom Jesus da Penha a Guaxupé, em Minas Gerais. O assunto foi publicado no Diário Oficial do Estado deste sábado, 3 de outubro de 2026, e será analisado pelo Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano.</p>
<p>Os interessados poderão apresentar manifestações por escrito e fundamentadas durante dez dias corridos, contados a partir do primeiro dia útil após a publicação. O aviso abre a participação no processo de análise e ainda não representa aprovação da transferência ou determinação de mudanças nas viagens.</p>
<h2>Pedido envolve os contratos e a concessão da linha entre Bom Jesus da Penha e Guaxupé</h2>
<p>As duas empresas aparecem como requerentes no aviso do Conselho. O objeto é a análise da anuência prévia para transferência dos contratos e da concessão referentes à linha 3809 — Bom Jesus da Penha–Guaxupé.</p>
<p>A anuência prévia é a autorização solicitada antes da efetivação da transferência. Nesta etapa, o Conselho recebe manifestações dos interessados para examinar o pedido.</p>
<p>O procedimento está identificado no Aviso nº 025/2026 e no processo SEI 1300.01.0005544/2026-90. A publicação é assinada pela secretária do Conselho, Neiva da Glória de Alcântara Miranda Marinho, e pela presidente do colegiado, Lorena Milagres Peron.</p>
<h2>Passageiros e demais interessados podem apresentar manifestações fundamentadas</h2>
<p>O Conselho colocou o processo à disposição dos interessados em sua secretaria. As manifestações devem ser apresentadas por escrito, com fundamentação, e protocoladas por uma das formas indicadas no Diário Oficial.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Canal</th>
<th>Como apresentar</th>
</tr>
<tr>
<td>Sistema eletrônico</td>
<td>Por meio do SEI do Governo de Minas Gerais</td>
</tr>
<tr>
<td>Cidade Administrativa</td>
<td>Edifício Gerais, primeiro andar, Rodovia Papa João Paulo II, nº 4.143, bairro Serra Verde, Belo Horizonte</td>
</tr>
<tr>
<td>UAI Praça Sete</td>
<td>Posto de atendimento no Centro de Belo Horizonte</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O prazo estabelecido é de dez dias corridos, a contar do primeiro dia útil após a publicação. A identificação da linha 3809 — Bom Jesus da Penha–Guaxupé e do processo permite relacionar a manifestação ao pedido das empresas.</p>
<h2>Publicação trata da transferência contratual, sem anunciar alteração de horários ou tarifas</h2>
<p>Para quem utiliza os ônibus entre as duas cidades, o ato publicado trata da responsabilidade contratual pela prestação do serviço. Não há, nesse aviso, determinação de mudança de horários, itinerário, tarifa ou paralisação da linha.</p>
<p>A etapa anunciada é a abertura do processo para manifestações sobre o pedido de anuência prévia. A aprovação da transferência depende da conclusão da análise administrativa.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Belo Horizonte (MG): Prefeitura declara imóveis da Gameleira de utilidade pública para terminais e conexões do BRT Amazonas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/belo-horizonte-mg-prefeitura-declara-imoveis-da-gameleira-de-utilidade-publica-para-terminais-e-conexoes-do-brt-amazonas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:31:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Medida abrange quatro lotes e áreas indivisas que somam 15,38 mil metros quadrados; desapropriações poderão ocorrer por acordo ou pela Justiça ADAMO BAZANI A Prefeitura de Belo Horizonte declarou de utilidade pública imóveis no bairro Gameleira, na região Oeste, para viabilizar obras de implantação de terminais e pontos de conexão do BRT Amazonas. A medida, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="750" height="498" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?fit=750%2C498&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/27ac16bc9e1531e840d9762b3a3d8945.webp?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /> <p><em>Medida abrange quatro lotes e áreas indivisas que somam 15,38 mil metros quadrados; desapropriações poderão ocorrer por acordo ou pela Justiça</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Belo Horizonte declarou de utilidade pública imóveis no bairro Gameleira, na região Oeste, para viabilizar obras de implantação de terminais e pontos de conexão do BRT Amazonas. A medida, publicada no Diário Oficial do Município de sexta-feira, 2 de outubro de 2026, abrange quatro lotes e outras áreas da mesma quadra, incluindo as benfeitorias existentes.</p>
<p>As áreas indivisas relacionadas no decreto somam 15.383,99 metros quadrados, além dos quatro lotes também abrangidos pela declaração. As desapropriações poderão ser realizadas mediante acordo ou judicialmente, e a Prefeitura autorizou sua unidade jurídico-administrativa a alegar urgência em juízo. A iniciativa integra a preparação dos espaços necessários à infraestrutura de integração do futuro sistema de ônibus.</p>
<h2>Quatro lotes e quatro conjuntos de áreas estão abrangidos na quadra 054A da Gameleira</h2>
<p>O decreto alcança os lotes 01, 02, 03 e 04 da quadra 054A do bairro Gameleira, além de quatro áreas indivisas descritas individualmente. Uma dessas áreas é composta por duas parcelas.</p>
<p>A declaração também inclui as benfeitorias dos imóveis. Isso significa que o procedimento abrange, além dos terrenos, as construções e demais melhorias existentes nas áreas atingidas.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Imóveis abrangidos</th>
<th>Dimensão indicada</th>
</tr>
<tr>
<td>Lotes 01 a 04 da quadra 054A</td>
<td>Quatro lotes</td>
</tr>
<tr>
<td>Área indivisa composta por duas parcelas</td>
<td>5.872,63 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Segunda área indivisa</td>
<td>1.256,25 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Terceira área indivisa</td>
<td>1.150,90 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Quarta área indivisa</td>
<td>7.104,21 m²</td>
</tr>
<tr>
<td>Soma das áreas indivisas</td>
<td>15.383,99 m²</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A área de 5.872,63 metros quadrados resulta da soma de uma parcela de 5.861,82 metros quadrados com outra de 10,81 metros quadrados.</p>
<p>O total de 15.383,99 metros quadrados corresponde exclusivamente às áreas indivisas com dimensões expressas no decreto. Os quatro lotes são relacionados separadamente e não entram nessa soma.</p>
<p>A maior área indivisa, de 7.104,21 metros quadrados, representa aproximadamente 46,2% desse subtotal.</p>
<h2>Decreto identifica proprietários presumidos de parte dos imóveis</h2>
<p>Para os lotes 01 a 04, a Prefeitura relaciona como proprietários presumidos José Lourenço Pereira, Marilene Lourenço Pereira, Maryse Clementina Pereira, Alberto Carlos Lourenço Pereira, Maria Carolina Lourenço Pereira e Vasconcelos, Paulo Roberto Vasconcelos, Carlos Francisco Lourenço Pereira, Claudia Aparecida Lafetá Pereira e Carlos Floriano Lourenço Pereira.</p>
<p>Nas duas parcelas que, juntas, formam a área indivisa de 5.872,63 metros quadrados, os proprietários presumidos relacionados são Alberto Lourenço Pereira, José Lourenço Pereira, Maryse Clementina Pereira, Alberto Carlos Lourenço Pereira, Maria Carolina Lourenço Pereira, Carlos Francisco Lourenço Pereira e Carlos Floriano Lourenço Pereira.</p>
<p>Já as áreas de 1.256,25 metros quadrados, 1.150,90 metros quadrados e 7.104,21 metros quadrados aparecem no decreto como de propriedade não identificada.</p>
<p>A expressão “propriedade presumida” é a classificação utilizada pela própria Prefeitura para identificar os titulares relacionados no documento.</p>
<h2>Memoriais delimitam terrenos junto à Rua Goneri, ao Beco Guaratan e à alça da Avenida Tereza Cristina</h2>
<p>O anexo do decreto traz memoriais descritivos das áreas indivisas, com coordenadas, distâncias, direções e confrontações. Esses elementos delimitam tecnicamente os terrenos abrangidos pelo procedimento.</p>
<p>Entre as referências utilizadas estão a Rua Goneri, o Beco Guaratan e a alça da Avenida Tereza Cristina.</p>
<p>A parcela de 5.861,82 metros quadrados tem trecho de divisa junto à Rua Goneri e confrontação com o lote 004 da quadra 54A. A parcela de 10,81 metros quadrados é delimitada junto à alça da Avenida Tereza Cristina.</p>
<p>O memorial da área de 1.256,25 metros quadrados inclui confrontação com o Beco Guaratan. A área de 1.150,90 metros quadrados tem referências tanto ao beco quanto à alça da Avenida Tereza Cristina. A maior área, de 7.104,21 metros quadrados, começa em um ponto situado na face da Rua Goneri.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Área delimitada</th>
<th>Perímetro</th>
</tr>
<tr>
<td>Parcela de 5.861,82 m²</td>
<td>385,02 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Parcela de 10,81 m²</td>
<td>22,04 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Área de 1.256,25 m²</td>
<td>241,59 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Área de 1.150,90 m²</td>
<td>163,49 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Área de 7.104,21 m²</td>
<td>360,97 metros</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Perímetro é a medida do contorno de cada terreno. Já a área, expressa em metros quadrados, corresponde à superfície delimitada.</p>
<p>Os memoriais foram elaborados com base no projeto DES-TP030-01-01-QT54A-TOP-RO, executado pela Cappe Engenharia. As coordenadas estão georreferenciadas ao sistema SIRGAS 2000, com projeção UTM no fuso 23S, permitindo a localização técnica das parcelas.</p>
<h2>Áreas serão destinadas a terminais e pontos de conexão do sistema de ônibus</h2>
<p>A finalidade das desapropriações está expressamente definida: realizar obras para implantação de terminais e pontos de conexão do BRT Amazonas, previstas no Plano de Obras 3313.</p>
<p>Essas estruturas fazem parte da organização dos deslocamentos no sistema. Terminais concentram embarques, desembarques e transferências entre serviços, enquanto pontos de conexão permitem articular os diferentes trajetos da rede.</p>
<p>Para os passageiros, a infraestrutura de integração é uma parte do projeto tão necessária quanto o espaço de circulação dos ônibus: é nesses locais que se organiza a ligação entre linhas e o acesso aos principais eixos de transporte.</p>
<h2>Prefeitura poderá negociar a desapropriação ou recorrer à Justiça</h2>
<p>O Decreto nº 19.773, assinado pelo prefeito Álvaro Damião em 1º de outubro de 2026, estabelece duas possibilidades para efetivar as desapropriações: mediante acordo ou judicialmente.</p>
<p>Na primeira, o Município busca uma solução negociada com os titulares dos imóveis. Na segunda, o procedimento é levado à Justiça.</p>
<p>A declaração de utilidade pública formaliza a destinação dos imóveis ao empreendimento e fundamenta a realização das desapropriações. A efetivação da aquisição das áreas é uma etapa posterior.</p>
<p>O decreto também autoriza a unidade jurídico-administrativa competente a alegar urgência das desapropriações em juízo. Trata-se de autorização para apresentar esse pedido no procedimento judicial.</p>
<p>O texto municipal tem como fundamentos o artigo 108 da Lei Orgânica de Belo Horizonte e o Decreto-Lei federal nº 3.365, de 1941, que trata de desapropriações por utilidade pública. A medida entrou em vigor na data de sua publicação, em 2 de outubro.</p>
<h2>BRT Amazonas prevê corredor de ônibus e intervenções em uma rede de 39,7 quilômetros</h2>
<p>O MOVE Amazonas integra o Programa de Mobilidade e Inclusão Urbana de Belo Horizonte. Segundo o planejamento divulgado pela Prefeitura, o projeto contempla 39,7 quilômetros de intervenções viárias, dos quais 8,64 quilômetros nas avenidas Amazonas e Olegário Maciel receberão solução em BRT.</p>
<p>A proposta busca estruturar o transporte coletivo no vetor Oeste da capital e sua articulação com a Região Metropolitana, com destaque para o Barreiro e o Distrito Industrial de Contagem.</p>
<p>O cronograma divulgado pelo Município prevê conclusão dos estudos e projetos em agosto de 2027, obras entre 2028 e 2030 e entrada em operação em 2030. São previsões do planejamento municipal.</p>
<p>Os estudos são desenvolvidos pelo consórcio formado por Oficina Engenheiros Consultores Associados, Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento — ITDP Brasil, Pitmen Consultores e Gustavo Penna Arquiteto &amp; Associados.</p>
<h2>Terminal de integração também integra contratações do programa financiado pelo Banco Mundial</h2>
<p>A Prefeitura já incluiu entre as contratações do programa a seleção de estudos, projetos, obras e serviços de engenharia para implantação do Terminal de Integração do BRT Amazonas e do sistema viário do entorno.</p>
<p>Também está relacionada a contratação de consultoria para acompanhar o empreendimento na função de “Engenheiro”, prevista no modelo contratual adotado.</p>
<p>O Programa de Mobilidade e Inclusão Urbana é financiado pelo Banco Mundial, por meio do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento — BIRD. O financiamento original soma US$ 100 milhões para ações de mobilidade, urbanização e gerenciamento do programa.</p>
<p>A declaração de utilidade pública na Gameleira integra, portanto, a preparação da infraestrutura física necessária aos terminais e conexões previstos para o BRT Amazonas.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>VÍDEO: PM bloqueia ruas no Brás e ônibus têm desvios durante inauguração de loja responsável por aglomeração de pessoas nesta segunda-feira (05)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/05/video-pm-bloqueia-ruas-no-bras-e-onibus-tem-desvios-durante-inauguracao-de-loja-responsavel-por-aglomeracao-de-pessoas-nesta-segunda-feira-05/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:17:45 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Interdição acontece nas ruas Monsenhor Andrade e Henrique dias nas proximidades da Av. do Estado ARTHUR FERRARI A Polícia Militar bloqueia, na manhã desta segunda-feira (5), a circulação de veículos pelas ruas Monsenhor Andrade e Henrique Dias, no Brás, região central de São Paulo (SP). A interdição ocorre devido à grande concentração de pessoas nas [&#8230;]]]></description>
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<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p><div style="width: 1024px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-537271-3" width="1024" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/VID-20261005-WA00121.mp4</a></video></div></p>
<p>A Polícia Militar bloqueia, na manhã desta segunda-feira (5), a circulação de veículos pelas ruas Monsenhor Andrade e Henrique Dias, no Brás, região central de São Paulo (SP). A interdição ocorre devido à grande concentração de pessoas nas proximidades de um estabelecimento comercial que será inaugurado na região.</p>
<p>Com as vias fechadas, os ônibus que normalmente circulam pelos dois trechos precisam realizar pequenos desvios temporários em seus itinerários. A medida foi adotada pela PM para proteger o fluxo de pedestres e evitar acidentes e atropelamentos diante da movimentação de público.</p>
<p>A concentração ocorre nas proximidades do cruzamento da Rua Monsenhor Andrade com a Avenida do Estado, onde uma loja que comercializa produtos entre R$ 1 e R$ 20 realiza sua inauguração.</p>
<p>O bloqueio conta com a atuação do Policiamento de Trânsito. Equipes permanecem na região para acompanhar a movimentação.</p>
<p>Segundo a corporação, os responsáveis pelo estabelecimento também estão sendo orientados a organizar e controlar o público para evitar tumultos, acidentes e outros transtornos para clientes, moradores e demais pessoas que circulam pelo local.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Rio de Janeiro divide em partes iguais receita de integração entre transporte complementar e outros serviços municipais</title>
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    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:01:41 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Nova regulamentação do STUC exige Jaé, prevê repasses duas vezes por semana e limita a dez por veículo o pagamento municipal de gratuidades por dia ADAMO BAZANI O passageiro que integrar um serviço do transporte complementar a outro sistema municipal do Rio de Janeiro terá a viagem registrada pelo Jaé, enquanto o valor efetivamente arrecadado [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="620" height="465" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?fit=620%2C465&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?w=620&amp;ssl=1 620w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/van-vidigal.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /> <p><em>Nova regulamentação do STUC exige Jaé, prevê repasses duas vezes por semana e limita a dez por veículo o pagamento municipal de gratuidades por dia</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O passageiro que integrar um serviço do transporte complementar a outro sistema municipal do Rio de Janeiro terá a viagem registrada pelo Jaé, enquanto o valor efetivamente arrecadado será repartido igualmente entre os dois prestadores. A regra consta da regulamentação do Sistema de Transporte Unificado Complementar, o STUC, publicada nesta terça-feira, 29 de setembro de 2026.</p>
<p>A divisão será de 50% para o transporte complementar e 50% para o outro serviço utilizado, independentemente da ordem em que o passageiro fizer as viagens. A resolução também torna o Jaé obrigatório para participar dos mecanismos financeiros do STUC, estabelece pagamento aos operadores às terças e sextas-feiras e define como a Prefeitura custeará as gratuidades transportadas. A entrada de cada linha ou modalidade no sistema dependerá de atos específicos e da verificação dos equipamentos e cadastros.</p>
<p><strong>Quais serviços compõem o novo sistema complementar</strong></p>
<p>O STUC reúne três modalidades já identificadas nas normas municipais: o Serviço de Transporte Público Urbano Local, o STPL; o Serviço de Transporte de Passageiros Complementar Comunitário, o STPC, que inclui os chamados cabritinhos; e o Serviço de Transporte Urbano Especial Complementar de Passageiros, o TEC.</p>
<p>A inclusão no STUC organiza integração, bilhetagem e pagamentos. Ela não transforma automaticamente todas essas modalidades em uma única concessão nem substitui os títulos que autorizam cada prestador a operar. As regras específicas de cada serviço continuam aplicáveis nos pontos em que forem compatíveis com a nova regulamentação.</p>
<p>Para participar da integração e receber pelos mecanismos previstos, o prestador deverá estar regular, assim como seu título de operação e seus veículos. Também serão exigidos licenciamento e vistoria quando cabíveis, uso regular do Jaé e cumprimento dos requisitos operacionais e tecnológicos da Secretaria de Transportes.</p>
<p><strong>Jaé definirá quais integrações e gratuidades entram na conta</strong></p>
<p>A resolução coloca os registros da bilhetagem digital no centro da apuração financeira. Eles servirão para identificar viagens pagas, integrações, gratuidades, repartição da receita e valores devidos pelo município. Uma integração somente entrará na divisão de receita quando for reconhecida como válida pelo Jaé.</p>
<p>As condições de tempo e uso para o passageiro seguem as regras do Bilhete Único Municipal e da bilhetagem digital. A norma agora publicada estabelece a divisão do dinheiro arrecadado quando a integração for válida; ela não autoriza concluir que qualquer combinação de viagens, em qualquer intervalo, dará direito ao benefício.</p>
<p>A Secretaria poderá comparar os registros do Jaé com dados de cadastro, posicionamento dos veículos e fiscalização. Registros cancelados, duplicados, decorrentes de erro, relacionados a fraude comprovada ou incompatíveis com o serviço prestado poderão ser excluídos ou ajustados na apuração. Valores pagos indevidamente poderão ser compensados em ciclos posteriores, com direito de manifestação do prestador quando aplicável.</p>
<p><strong>Passageiro com gratuidade mantém o direito de embarcar além do limite de pagamento ao operador</strong></p>
<p>O município custeará as gratuidades legalmente previstas e validadas pelo Jaé até o limite de dez por veículo, por dia de operação. Esse teto é financeiro: define quantas gratuidades gerarão pagamento da Prefeitura ao prestador naquele dia.</p>
<p>Ele <strong>não limita o número de beneficiários transportados</strong>. O operador continua obrigado a permitir o embarque de todos os usuários que tenham direito à gratuidade, observada a capacidade do veículo. A partir da 11ª gratuidade validada em um mesmo veículo e dia, a resolução prevê que o transporte continue, mas sem pagamento municipal adicional por aquela validação.</p>
<p>Essa diferença é essencial para evitar que uma regra de custeio seja aplicada incorretamente ao passageiro. O benefício de quem tem direito legal à viagem gratuita permanece; o teto regula a relação financeira entre município e operador.</p>
<p><strong>Repasses ocorrerão às terças e sextas-feiras</strong></p>
<p>A cada ciclo, a Prefeitura apurará a receita tarifária do prestador, a parcela das integrações e as gratuidades validadas dentro do limite financeiro. O pagamento poderá passar pela Câmara de Compensação Tarifária ou por outro mecanismo definido pelo município.</p>
<p>Às terças-feiras serão pagos os valores de transações realizadas entre a quinta-feira e o domingo anteriores. Às sextas-feiras, os valores relativos à segunda, terça e quarta-feira anteriores. Se a data cair em dia sem expediente, o pagamento passa para o primeiro dia útil seguinte. A resolução estabelece ainda que esses valores serão repassados sem desconto da tarifa de bilhetagem do Jaé.</p>
<p>O operador terá cinco dias úteis, a partir da disponibilização do demonstrativo, para contestar objetivamente registros ou valores. A contestação não interrompe o pagamento da parte sobre a qual não houver divergência.</p>
<p><strong>Entrada será gradual e dependerá da instalação e do funcionamento dos equipamentos</strong></p>
<p>A Secretaria Municipal de Transportes poderá implantar o STUC por modalidade, região, linha, serviço ou grupo de prestadores. Para cada etapa, um ato próprio deverá identificar os participantes, a data de início e eventuais regras de transição.</p>
<p>Antes da entrada, a administração verificará cadastro e documentos, situação dos veículos, instalação e funcionamento do Jaé, transmissão das transações e condições de conciliação e pagamento. A implantação de um grupo não dependerá de que todos os demais estejam prontos ao mesmo tempo. Dessa forma, a publicação da regra geral nesta terça-feira não significa que todas as linhas das três modalidades já começaram a operar financeiramente pelo novo modelo.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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