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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Justiça atende MobiCampi e suspende prazo final para recursos contra licitação de ônibus de Campinas (SP) que seria nesta terça (26)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/25/justica-atende-mobicampi-e-suspende-prazo-final-para-recursos-contra-licitacao-de-onibus-de-campinas-sp-que-seria-nesta-terca-26/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 26 May 2026 00:40:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[TCE já tinha determinado a suspensão de homologação da vitória da Sancetur e do Consórcio Grande Campinas ADAMO BAZANI O desembargador-relator José Jarbas de Aguiar Gomes 11ª Câmara de Direito Público, do Tribunal de Justiça de São Paulo, determinou a suspensão do prazo final para que fossem movidos recursos administrativos contra a vitória da Sancetur [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-21.36.28.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-21.36.28.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-21.36.28.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-21.36.28.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-21.36.28.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-21.36.28.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-21.36.28.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-21.36.28.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>TCE já tinha determinado a suspensão de homologação da vitória da Sancetur e do Consórcio Grande Campinas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O desembargador-relator José Jarbas de Aguiar Gomes 11ª Câmara de Direito Público, do Tribunal de Justiça de São Paulo, determinou a suspensão do prazo final para que fossem movidos recursos administrativos contra a vitória da Sancetur (Lote Sul) e do Consórcio Grande Campinas (Lote Norte), na licitação de R$ 11,8 bilhões dos serviços de ônibus de Campinas, no interior paulista.</p>
<p>A decisão é desta segunda-feira, 25 de maio de 2026, e atende ao pedido da MobiCampi, que lidera o Consórcio VPC Mobilidade, que também participou da concorrência.</p>
<p>O prazo terminaria nesta terça-feira (26).</p>
<p>Como já havia mostrado o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo), em abril de 2026,  já tinha determinado a suspensão de homologação do resultado.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/24/tce-proibe-homologacao-da-licitacao-bilionaria-dos-onibus-de-campinas-apos-suspeitas-de-conluio-entre-empresarios/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/24/tce-proibe-homologacao-da-licitacao-bilionaria-dos-onibus-de-campinas-apos-suspeitas-de-conluio-entre-empresarios/</a></p>
<p>A MobiCampi alegou que não houve plena transparência na disponibilização dos documentos da licitação. Isso porque, ainda de acordo com a companhia, a documentação vinha sendo disponibilizada no site oficial da Prefeitura, com a devida publicidade. No entanto, quando da abertura do prazo para recurso da decisão de classificação das empresas e da habilitação da Sancetur (Lote Sul) e do Consórcio Grande Campinas (Lote Norte), o acesso passou a depender de solicitações individuais, sem disponibilização pública.</p>
<p>Ainda de acordo com a alegação, para acessar a documentação, era preciso informar nome e e-mail e, posteriormente, assinar um Termo de Vistas. Depois, aguardava-se a liberação pela Prefeitura.</p>
<p>A dificuldade de acesso aos documentos ganhou ainda mais relevância, de acordo com a argumentação, diante do fato de que, dias após a abertura dos envelopes, a própria Comissão de Licitação informou, por e-mail a interessado, que os documentos seriam disponibilizados no portal eletrônico da licitação, para amplo acesso.</p>
<p>No Mandado de Segurança, o Consórcio VCP Mobilidade, liderado pela MobiCampi, requereu acesso integral à documentação relacionada à licitação, incluindo manifestações técnicas da FIPE, agente estruturador do projeto, contratado pelo Município para modelá-lo, e documentos apresentados pela Prefeitura no processo em trâmite perante o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.</p>
<p>Ao analisar o recurso, o magistrado entendeu ter ocorrido possível violação aos princípios da publicidade, isonomia e contraditório, considerando a ausência de disponibilização integral e uniforme dos documentos aos licitantes.</p>
<p>Por essa razão, o TJSP determinou a suspensão do prazo para apresentação de recursos administrativos e, também, da prática de atos subsequentes no bojo da concorrência, até nova deliberação da 11ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo.</p>
<p>Na prática, a decisão impede o avanço da licitação até que todos os magistrados da Câmara de forma mais aprofundada analisem os pedidos formulados pelo Consórcio VCP Mobilidade.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-516966" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-7.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-516967" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-7.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-516968" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-6.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-6.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-6.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-6.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-6.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-6.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-6.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-6.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-6.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-516969" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-5.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-5.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-5.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-5.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-5.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-5.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-5.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-5.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-5.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>TCE proíbe homologação da licitação bilionária dos ônibus de Campinas após suspeitas de conluio entre empresários</strong></p>
<p><em>Citados Grupo Comporte, Grupo Belarmino, Sancetur e até Guarupass. Órgão de contas quer que gestão Dário Saadi esclareça denúncias de que grupos coligados participaram para atuarem ao mesmo tempo nos dois lotes operacionais</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Arthur Ferrari</em></strong></p>
<p>O TCE (Tribunal de Contas do Estado) de São Paulo proibiu momentaneamente a homologação da licitação do sistema de ônibus de Campinas, no interior paulista, que envolve contratos de R$ 11,8 bilhões em 15 anos.</p>
<p>A publicação da decisão foi nesta sexta-feira, 24 de abril de 2026.</p>
<p>A corte de contas recebeu denúncias de suposto conluio entre grandes grupos empresariais de ônibus espalhados pelo País para que operem, de forma mascarada, ao mesmo tempo nos dois lotes operacionais, e com possível uso de empresas menores que serviriam como espécies de “laranjas” para desconfigurar a manipulação.</p>
<p>O editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, teve acesso ao despacho e à denúncia. O documento aponta nomes de empresários, gestores e de empresas que supostamente formariam conexões. Até mesmo supostos elos entre rivais, como o Grupo Sancetur e o Grupo Belarmino foram apresentados. Além disso, grandes conglomerados, como o Grupo Comporte, da família de Constantino de Oliveira, fundador da GOL Linhas Aéreas, fariam parte das conexões apontadas com dados do próprio TCE (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo).</p>
<p>A representação foi formulada pelo advogado André Nardini de Oliveira Roland.</p>
<p><strong><em>Requer-se, assim, que sejam detalhados os mecanismos de controle adotados para prevenção de eventual conluio ou simulação de concorrência, bem como informadas apurações internas já realizadas sobre os fatos ora apontados, inclusive quanto à identificação prévia ou superveniente de tais vínculos </em></strong>– diz o texto ao qual o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> teve acesso.</p>
<p>Na decisão monocrática, o conselheiro do TCE, Dimas Ramalho, determinou que de forma imediata a prefeitura não realize a homologação da licitação e ainda estipulou um prazo de 10 dias para a gestão do prefeito Dário Saadi se explicar.</p>
<p>A medida é em caráter cautelar.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 05 de março de 2026, a prefeitura deu prosseguimento na licitação do novo sistema de ônibus municipais de Campinas, maior cidade do interior de São Paulo, que envolve contratos de 15 anos avaliados em R$ 11,8 bilhões neste período.</p>
<p>Sancetur, da família Chedid, para o lote Sul; e para o lote Norte, o Consórcio Grande Campinas apresentaram as propostas com o menor valor de custo para o município.</p>
<p>Para o lote Sul, a proposta da Sancetur foi de tarifa de remuneração de R$ 9,54 (deságio de 14,90% sobre o valor teto do edital de R$ 11,21).</p>
<p>A classificação das propostas, que foram apresentadas de forma bem acirrada na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, na prática, mudaria a estrutura empresarial de décadas nos transportes de Campinas, tendo, por exemplo, o Grupo Belarmino, do empresário português Belarmino de Ascenção Marta, como um dos maiores operadores na cidade até então que sairiam.</p>
<p>Apesar da classificação das propostas financeiras, não houve ainda a assinatura de contratos porque a prefeitura analisa a parte técnica e as documentações.</p>
<p>A gestão municipal conseguiu aprovação na Câmara Municipal de dois anos dos atuais contratos por causa da transição.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/15/contratos-com-atuais-empresas-de-onibus-em-campinas-sp-tem-prorrogacao-de-dois-anos-aprovadas-pela-camara-em-segunda-votacao/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/15/contratos-com-atuais-empresas-de-onibus-em-campinas-sp-tem-prorrogacao-de-dois-anos-aprovadas-pela-camara-em-segunda-votacao/</a></p>
<p>A denúncia que chegou ao TCE e ainda necessita de esclarecimentos e apurações, cita grande grupos, como “Grupo Comporte”, da família de Constantino de Oliveira, fundador da GOL Linhas Aéreas, “Grupo Belarmino”, do empresário Belarmino de Ascenção Marta, Sancetur, da família Chedid, e até mesmo o Sindicato das Empresas de Ônibus de Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>
<p>De acordo com a representação apresentada ao TCE, há sinais de conexões entre estes grupos empresariais, envolvendo os dois lotes de operação, empresários vencedores, empresários teoricamente perdedores e que sairiam do sistema e empresários ativos no suposto acerto e que sequer apareceram.</p>
<p><strong><em>O sistema identificou possível existência de vínculo entre as empresas citadas na representação. A cadeia de vínculos examinada indica a existência de conexão indireta entre a Nova Via Transportes (CNPJ: 39.742.141/0001-15) e Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19)</em></strong>  &#8211; diz parte da representação.</p>
<p>Além disso, a denúncia mostra que possíveis rivais teriam conexão, como o Grupo Belarmino e a Sancentur.</p>
<p><strong><em>Conexão entre a Sancetur, a Tupi e a Bampar por meio de um Administrador comum. As três empresas estão ligadas indiretamente através do Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior  </em></strong>&#8211; prossegue o texto.</p>
<p><u>VALE LEMBRAR QUE A REPORTAGEM SE TRATA DO RELATO DE DOCUMENTO OFICIAL PUBLICADO E SÓ REPRODUZ AS DENÚNCIAS SEM ATRIBUIR CULPA OU ISENÇÃO. A prefeitura, responsável pela licitação, foi procurada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, que também tenta o contato dos outros citados. O espaço sempre está aberto.</u></p>
<p>Confira as denúncias registradas no TCE.</p>
<p><strong>Resultados do cruzamento de dados</strong>: A Sancetur (concorrente individual) e as empresas Bampar e Tupi (integrantes do Consórcio Mov Campinas), então concorrentes no Lote Norte. A cadeia de vínculos examinada indica aparente centralização do controle administrativo e societário em torno de uma pessoa física em comum, além de participações cruzadas em consórcios terceiros. <strong>Conexão 1 : Conexão entre a Sancetur, a Tupi e a Bampar por meio de um Administrador comum</strong>. As três empresas estão ligadas indiretamente através do Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior (CPF:) , que possivelmente atua como figura central na administração de todas as entidades conectadas a elas. A Sancetur &#8211; Santa Cecília Turismo Ltda (CNPJ: 69.144.434/0001-61) atua como &#8220;Sociedade Consorciada&#8221; no Consórcio Giz&amp;Lápis (CNPJ: 54.531.556/0001-33), o qual tem o Sr. Belarmino como Administrador. A Tupi &#8211; Transporte Urbano de Piracicaba Ltda (CNPJ: 43.207.151/0001-28) atua como &#8220;Sociedade Consorciada&#8221; no Consórcio Sorocaba (CNPJ: 14.012.270/0001-27), que também tem o Sr. Belarmino como Administrador. A Bampar Participações Ltda. (CNPJ: 07.452.821/0001-08) possui o Sr. Belarmino diretamente como seu Sócio-Administrador. A empresa Transportes Capellini Ltda (CNPJ: 46.090.221/0001-07) (que também possui o Sr. Belarmino como Administrador) estabelece uma ponte societária entre os consórcios ligados às concorrentes do certame: Ela atua como &#8220;Sociedade Consorciada&#8221; no Consórcio Giz&amp;Lápis (mesmo consórcio integrado pela Sancetur). Simultaneamente, atua como &#8220;Sócia&#8221; na Bampar Participações . A Bampar Participações Ltda. atua diretamente como &#8220;Sócia&#8221; de duas outras empresas: Paradela Participações Ltda. (CNPJ: 07.450.404/0001-26) ; Viação Campo dos Ouros Ltda. (CNPJ: 05.600.628/0001-41). Ambas as empresas acima também possuem o Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior atuando como Administrador, reforçando possível atuação em grupo econômico sob gestão unificada.</p>
<p><strong>Conexão 2:</strong> <strong>A Sancetur (concorrente individual), Consórcio Mov Campinas (Tupi e Bampar), Consórcio Grande Campinas (Rhema, Transporte Coletivo Grande Marília, entre outras), Consórcio Andorinha (Rhema, New Hope e WMW Locação) e Consórcio VCP Mobilidade (Mobicamp e Red Log),</strong> todas participantes dos Lotes Norte e Sul. A extensa teia societária, administrativa e de contatos demonstra que os amplos grupos econômicos por trás dessas empresas convergem através de cruzamentos em associações e compartilhamento de contatos comerciais. A cadeia de vínculos a seguir detalha a eventual ponte que interliga as empresas do Consórcio Grande Campinas e do Consórcio Andorinha ao núcleo de controle da Sancetur e do Consórcio Mov Campinas.</p>
<p><strong>Conexão 1 :</strong> <strong>Conexão do Consórcio Grande Campinas e Andorinha (via Transporte Coletivo Grande Marília e Rhema Mobilidade Ltda) ao Grupo Constantino.</strong> A Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19), integrante do Consórcio Grande Campinas e do Consórcio Andorinha, possui vínculo indireto com a Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0001-39), integrante do Consórcio Grande Campinas. Esta, por sua vez, compartilha, por meio de sua matriz e de uma e suas filiais, os endereços de e-mail e de telefone de contato corporativo (fiscalgiaruss@gmail.com; 11 4355-1500) com a empresa Diferencial Empreendimentos Imobiliários Ltda (CNPJ: 11.669.005/ 0001-28) e Aeropar Participações S.A. (CNPJ: 06.076.478/ 0001-81). A Diferencial Empreendimentos e a Aeropar Participações S.A. são entidades que direta e indiretamente são administradas/dirigidas por membros da família Constantino</p>
<p><strong>Conexão 2 : Conexões entre o “Grupo Constantino” e o “Grupo de Walter Godoy Bueno”.</strong> Avançando na teia, o diagrama revela que o elo entre os núcleos se dá por duas vias. Primeiro pela governança compartilhada de pessoas jurídicas. Constata-se que membros do “Grupo Constantino” figuram no quadro diretivo como Administradores das empresas Ingá Turismo e Serviços Ltda. (CNPJ: 75.769.265/ 0001-58) e Mapa Comércio, Locação e Manutenção de Veículos Ltda. (CNPJ: 06.079.923/0001-67). O gráfico demonstra que essas empresas estão atreladas à Empresa de Ônibus Pássaro Marron S/A por meio da utilização conjunta de telefones e endereços eletrônicos (a exemplo do telefone 11 3775-3892 e do e-mail contabilidade@passaromarron.com.br ). Dando seguimento, constata-se que a própria Pássaro Marron S/A compartilha, por meio do Consórcio Metropolitano de Transportes (CNPJ: 07.096.200/0001-39) um segundo nível de canais de contato (destacando-se o e-mail reparticoes@cordeirolima.com.br e o telefone 11 2478-3609) com diversas outras pessoas jurídicas. Dentre as entidades que utilizam estes mesmos canais, figuram as empresas VGM Participações Ltda e VUG Participações Ltda . Conforme apurado, no Lote Sul o certame contou com a participação do Consórcio VCP Mobilidade , integrado pela Red Log Ltda (CNPJ: 40.951.719/0001-22) e pela recém criada Mobicamp Ltda (CNPJ: 64.803.889/0001-28, constituída em 30/01/2026). Embora a fundação recente da Mobicamp a tenha omitido das buscas iniciais de vínculos sistêmicos, o aprofundamento em seu Quadro de Sócios e Administradores (QSA) revela que a empresa possui como únicas sócias exatamente a VGM Participações e a VUG Participações . Além disso, o próprio Sr. Walter Godoy Bueno (CPF:) assina não apenas como representante das sócias cotistas, mas atua também como Administrador direto da Mobicamp. Além da interligação evidenciada por meio do Sr. Walter Godoy Bueno e da empresa Mobicamp, a análise do diagrama revela um segundo vetor de conexão independente que liga o “Grupo Constantino” aos representantes do Consórcio VCP Mobilidade, desta vez através da sua outra empresa consorciada, a Red Log Ltda . A cadeia de vínculos dessa segunda via se materializa passo a passo através de cruzamentos societários diretos e compartilhamento de quadros administrativos, conforme detalhado a seguir:</p>
<ol>
<li>O Sr. Henrique Constantino (CPF:) , vinculado indiretamente aos Consórcios Grande Campinas e Andorinha, atua como Sócio da Viação Santos Dumont Ltda. (CNPJ: 02.162.190/0001-79) .</li>
<li>A Viação Santos Dumont atua diretamente como Sócia da Onipar Empreendimentos e Participações Ltda. (CNPJ: 04.000.349/ 0001-84) .</li>
<li>A Onipar Empreendimentos possui como Sócia-Administradora a Sra. Camila Portela Redeghieri Daher (CPF:, que atua como elo de transição na rede.</li>
<li>Expandindo a teia societária, a Sra. Camila Portela também exerce o cargo de Sócia-Administradora na empresa Itajaí Transportes Coletivos Ltda. (CNPJ: 06.346.461/ 0001-05) e da empresa Red Log Ltda. (CNPJ: 40.951.719/0001-22) .</li>
<li>Na governança da Itajaí Transportes, constatasse a atuação conjunta com o Sr. Joubert Beluomini (CPF:) , que divide o controle da empresa na condição de Sócio-Administrador.</li>
<li>O elo final consolida-se ao observar que o Sr. Joubert Beluomini é o Administrador direto da empresa Red Log Ltda. (CNPJ: 40.951.719/0001-22) .</li>
</ol>
<p>Como a Red Log Ltda integra formalmente o Consórcio VCP Mobilidade (que disputou o Lote Sul ao lado da Mobicamp). Tais elementos sugerem que o Consórcio VCP Mobilidade pode estar duplamente conectado aos demais consórcios das concorrentes: por um lado, via Mobicamp (conectada a Walter Godoy Bueno e, consequentemente, aos Constantinos) e, por outro, via Red Log (conectada a Joubert Beluomini, Camila Portela e, sucessivamente, à Viação Santos Dumont e a Henrique Constantino). Desse modo, a teia delineada pode sugerir que empresas que figuraram formalmente como concorrentes diretas dentro de um mesmo lote (a exemplo do Lote Sul, onde a Mobicamp concorre contra a Sancetur e consórcio integrado pela Rhema), assim como licitantes que disputaram lotes distintos (como o Consórcio Grande Campinas no Lote Norte conectando-se indiretamente ao Consórcio VCP Mobilidade no Lote Sul), integram uma mesma malha de vínculos indiretos.</p>
<p><strong>Conexão 3 : O Elo no topo – Conexão entre Walter Godoy Bueno e o núcleo de Belarmino Junior (Sancetur e Consórcio Mov Campinas).</strong> A convergência estrutural das redes ganha se consolida na cúpula diretiva da GUARUPASS &#8211; Associação das Concessionárias de Transporte Urbano de Passageiros de Guarulhos e Região (CNPJ: 74.504.937/0001-30). O diagrama revela que o elo institucional neste ponto ocorre pela atuação conjunta de representantes dos diferentes núcleos no comando desta associação. A análise detalhada do quadro confirma que o Sr. Walter Godoy Bueno atua como Diretor desta associação. Em conjunto com ele na mesma diretoria, figura o Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior (CPF: 129.742.028-45), que também exerce o cargo de Diretor . Cabe destacar, para fins de estrita precisão, que o vínculo gerencial com a GUARUPASS se dá exclusivamente por meio do Sr. Belarmino Junior, não havendo participação ou assento de seu pai (Sr. Belarmino da Ascenção Marta) na diretoria desta entidade. Soma-se a este quadro gerencial a figura do Sr. José Roberto Iasbek Felicio , que ocupa o cargo de Presidente da associação, unindo formalmente na mesma governança os gestores das diversas ramificações societárias (correlacionadas com o Consórcio VCP Mobilidade). Como já evidenciado em análises anteriores, o Sr. Belarmino Junior é a figura central possuindo vínculo indireto com as empresas Sancetur (concorrente 1) e das empresas Bampar e Tupi (integrantes do Consórcio Mov Campinas, concorrente 2). A atuação simultânea destes atores na direção da GUARUPASS materializa, portanto, um possível ponto de contato e controle unificado no topo da cadeia empresarial das licitantes</p>
<p><strong>Conexão 4 : A integração do núcleo isolado (WMW, New Hope e Auto Viação Suzano) ao certame</strong>. WMW Locação de Veículos (CNPJ: 10.742.588/0001-02), New Hope Terceirização e Transportes (CNPJ: 09.474.700/0001-92) e Auto Viação Suzano Ltda (CNPJ: 12.278.903/0001-18), são aparentemente conectadas entre si por administradores próprios (como Merciana Alves e Welter Franca) e telefones em comum. Apesar de constarem isoladamente na representação visual da rede societária, a conexão orgânica e comercial dessas empresas com o restante do macro-grupo se evidencia de forma incontestável na própria licitação, uma vez que elas se consorciaram formalmente à Rhema e à Transporte Coletivo Grande Marília para formar o Consórcio Grande Campinas e o Consórcio Andorinha, integrando a teia e participando ativamente da dinâmica de vínculos dos Lotes Norte e Sul. Assim, diante dos apontamentos expostos, revela-se necessária a manifestação dessa Administração acerca dos fatos narrados, devendo apresentar esclarecimentos específicos sobre os vínculos identificados, sua eventual repercussão na condução e no resultado da licitação, especialmente com relação às diligências realizadas para resguardar a regularidade da contratação.</p>
<p><strong>ASPECTOS DETECTADOS Sobre os fatos apresentados na representação</strong>:</p>
<p>O sistema identificou possível existência de vínculo entre as empresas citadas na representação. A cadeia de vínculos examinada indica a existência de conexão indireta entre a Nova Via Transportes (CNPJ: 39.742.141/0001-15) e Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19).</p>
<p><strong>Conexão entre a Nova Via Transportes (CNPJ: 39.742.141/0001-15) e Ekos Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 03.177.014/0001-73).</strong> A Nova Via tem como sócia a empresa Ekos Transportes e Turismo Ltda, sendo que o Sr. Norival Antonio do Prado aparece como Administrador da Nova Via e Sócio-Administrador da Ekos. Conexão entre a Ekos Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 03.177.014/0001-73) e Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0001-39). A Ekos consta localizada na Rua Aristeu Antonio de Paula, 15, Conjunto 17, Campinas/SP. O mesmo endereço consta como sede de uma filial da Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0002-10).</p>
<p><strong>Conexão entre a Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0001-39), Smile Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 05.564.404/0001-21) e S.T.P. Mobilidade Ltda (CNPJ: 18.397.297.00001-36).</strong> A Transporte Coletivo Grande Marília Ltda possui a Sra. Paula Anely Sikansi (CPF: 150.368.278-13) como Sócia-Administradora em comum com a Smile Transportes. A empresa S.T.P. Mobilidade Ltda (CNPJ: 18.397.297.00001-36) está localizada no mesmo endereço da Matriz Smile Transportes. Além disso, a S.T.P. possui como Sócio-Administrador o Sr. Emerson de Jesus (CPF: 119.294.448-85) que também é Sócio-Administrador da Transporte Coletivo Grande Marília Ltda.</p>
<p><strong>Conexão entre a Smile Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 05.564.404/0001-21) e Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19).</strong></p>
<p>A Smile possui uma filial de mesmo nome (CNPJ: 05.564.404.0004-74), com endereço em Rodovia Lix da Cunha, 3930, Jardim do Lago Continuação -Campinas/SP; e telefone 19-3255-3778. Por sua vez, a Rhema encontra-se localizada na Av. Dr. Heitor Nascimento, 196, Bloco B, Sala 3, Morumbi – Paulínia/SP; e, apesar da distinção dos endereços, possui atribuído o mesmo telefone da filial Smile (19-3255-3778).</p>
<p><strong>Consulta a sistema de informações deste E. Tribunal &#8211; Empresas que participaram do certame, segundo ATA juntada na representação: LOTE NORTE</strong></p>
<ol>
<li><strong> Empresa Sancetur &#8211; Santa Cecília Turismo Ltda CNPJ nº 69.144.434/0001-61. </strong></li>
<li><strong> Consórcio Grande Campinas (vencedora),</strong> formado por: • Rhema Mobilidade Ltda CNPJ nº 14.026.139/ 0001-19; • Transporte Coletivo Grande Marília Ltda CNPJ nº 35.532.864/0001-39; • Nova Via Transportes e Serviços Ltda CNPJ nº 39.742.141/0001-25; • WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda CNPJ nº 10.742.588/ 0001-02; • Auto Viação Suzano Ltda 12.278.903/0001-28. 1. Consórcio Mov Campinas, formado por: • Bampar Participações Ltda CNPJ nº 07.452.821/0001-08; • Tupi-Transportes Urbano de Priracicaba Ltda CNPJ nº 43.207.151/0001-28.</li>
</ol>
<p><strong>LOTE SUL</strong></p>
<ol>
<li><strong> Empresa Sancetur &#8211; Santa Cecília Turismo Ltda CNPJ nº 69.144.434/0001-61 (vencedora).</strong></li>
<li><strong> Consórcio Andorinha</strong>, formado por: • Rhema Mobilidade Ltda CNPJ nº 14.026.139/ 0001-19; • New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda CNPJ nº 09.474.700/0001-92; • WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda CNPJ nº 10.742.588/ 0001-02</li>
<li><strong> Consórcio VCP Mobilidade,</strong> formado por: • Mobicamp Ltda CNPJ nº 64.803.889/0001-28; Talvez pela sua data de fundação (30/01/2026, em São Paulo), a empresa Mobicamp LTDA de CNPJ 64.803.889/0001-28, não aparece no sistema. Por esta razão, incluí os(as) sócios(as) na pesquisa. Sua atividade principal, conforme a Receita Federal, é 49.21-3-01 &#8211; Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, municipal. Sua situação cadastral até o momento é Ativa. Quadro de Sócios e Administradores: Vgm Participacoes LTDA &#8211; CNPJ: 31046460000184 &#8211; Sócio Representado por Walter Godoy Bueno – Administrador; Vug Participacoes LTDA &#8211; CNPJ: 31045044000161 &#8211; Sócio Representado por Walter Godoy Bueno – Administrador; Walter Godoy Bueno – Administrador. • Red Log Ltda CNPJ nº 40.951.719/0001-22</li>
</ol>
<p><strong>O que diz a Prefeitura de Campinas:</strong></p>
<p><strong>Confira nota na íntegra</strong></p>
<p><em>Sobre a licitação do Transporte Público, a Prefeitura de Campinas informa que:</em></p>
<p><em>&#8211; O Tribunal de Contas não suspendeu a licitação do Transporte de Campinas.</em></p>
<p><em>&#8211; O órgão sugeriu que a homologação das empresas que ofereceram os melhores lances só fosse feita pela Prefeitura após o encaminhamento de respostas aos questionamentos apresentados pelo Tribunal.</em></p>
<p><em>&#8211; A Prefeitura realizou 18 diligências nas empresas, entre elas oito de capacidade técnica, quatro de readequação de planilha orçamentária/modelagem e seis de checagem de endereços das empresas. Além disso, foram feitas duas diligências pela B3, realizadora do leilão, sobre a composição de capital social das empresas que tiveram os lances vencedores.</em></p>
<p><em>&#8211; A checagem dos endereços das sedes das empresas foi feita após ofício da Polícia Civil com questionamentos sobre a possível sobreposição de destino entre empresas integrantes do consórcio vencedor; alteração de capital social de uma das consorciadas em período próximo ao certame e questionamentos quanto à exequibilidade da proposta.</em></p>
<p><em>&#8211; Diante disso, a Prefeitura de Campinas solicitou que as diligências fossem feitas pelo Primeiro Cartório de Notas da cidade. Houve necessidade de autorização de um juiz corregedor devido ao fato de alguns endereços serem de outros municípios.</em></p>
<p><em>&#8211; Cabe esclarecer que é justamente nessa fase, de habilitação, que ocorre a checagem de documentação, avaliação da capacidade operacional e técnica, além de outras diligências, das empresas que ofereceram os melhores lotes no leilão. Essa etapa está em andamento e não há prazo para sua conclusão.</em></p>
<p><strong>O que diz o Consórcio Grande Campinas, vencedor da licitação do Lote Norte</strong></p>
<p><em>O Consórcio Grande Campinas, vencedor do Lote Norte na licitação de 2026 para operar o Transporte Público de Campinas (SP) e composto pelas empresas Rhema Mobilidade Ltda., Transporte Coletivo Grande Marília Ltda., Nova Via Transportes e Serviços Ltda., WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda. e Auto Viação Suzano Ltda., vem a público negar a existência de vínculo empresarial com as demais empresas citadas no despacho do TCESP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo). Reforçam ainda a lisura do Consórcio no cumprimento às regras do Edital da </em></p>
<p><em>Concorrência nº 15/2025, em cujo teor há a previsão de atuação nos leilões dos lotes Sul e Norte, visto que mais de uma participante deu lance nos dois lotes. </em></p>
<p><em>As empresas que compõem o Consórcio Grande Campinas reafirmam a plena confiança na Justiça e reiteram que estão à disposição para apresentar os esclarecimentos devidos. </em></p>
<p><em>Os representantes do Consórcio Grande Campinas reforçam o compromisso com os investimentos necessários à melhoria do transporte para a população da cidade, que merece um serviço público digno e adequado, com ônibus novos e limpos e com cumprimento de horários, esperando por parte da Prefeitura uma breve decisão sobre a licitação com o aval dos órgãos responsáveis. </em></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-512455" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-512456" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h2><strong>OS LANCES, OS CONTRATOS E QUEM É QUEM:</strong></h2>
<p>Foi dado prosseguimento em 05 de março de 2026, na licitação do novo sistema de ônibus municipais de Campinas, maior cidade do interior de São Paulo, que envolve contratos de 15 anos avaliados em R$ 11 bilhões neste período.</p>
<p>Sancetur, da família Chedid, para o lote Sul; e para o lote Norte, o Consórcio Grande Campinas apresentaram as propostas com o menor valor de custo para o município.</p>
<p>Para o lote Sul, a proposta da Sancetur foi de tarifa de remuneração de R$ 9,54 (deságio de 14,90% sobre o valor teto do edital de R$ 11,21).</p>
<p>Já para o lote Norte, o que teve a maior disputa com uma sucessão de vários lances entre os concorrentes, e o consórcio composto por empresas como Rhema e Nova Via, propôs tarifa de remuneração de R$ 9,49 (deságio de 19,3% sobre o limite de R$ 11,76 no edital).</p>
<p>Um dos maiores operadores atuais de Campinas, o Grupo Belarmino, disputou o lote Norte pau a pau com o consórcio.</p>
<p>Com nova contratação, as linhas serão divididas em dois lotes, Norte e Sul, e são previstos investimentos de R$ 900 milhões em frota nova, contando com modelos elétricos.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, os cinco grupos empresariais que participaram tiveram a documentação aprovada pela prefeitura e foram considerados aptos a continuar para esta fase.</p>
<p>Nesta quinta-feira (05), foi a vez de conhecer as propostas econômicas, abertas na B3 – Bolsa de Valores de São Paulo, na região central da capital paulista.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou.</p>
<p>Pelos critérios da concorrência, vai ser considerado vencedor quem oferecer a menor tarifa técnica por lote, depois da aprovação por parte do poder público.</p>
<p>Tarifa técnica não é o que o passageiro paga nas catracas, mas é o que a empresa recebe como remuneração por passageiro transportado (o que inclui o valor das passagens, subsídios e outras receitas).</p>
<p>Agora, a comissão de licitação da prefeitura vai analisar a viabilidade das propostas para depois declarar o vencedor do lote Sul e o vencedor do lote Norte.</p>
<p>As propostas foram:</p>
<p><strong>LOTE SUL:</strong></p>
<p>Valor máximo no edital: R$ 11,21</p>
<p><strong>&#8211; Sancetur &#8211; Santa Cecilia Turismo Ltda;</strong></p>
<p>R$ 9,56 – deságio de 14,72%. Depois do Consórcio Andorinha ter apresentado proposta de R$ 9,55, a Sancetur baixou para R$ 9,54 ( -14,90%)</p>
<p><strong>&#8211; Consórcio Andorinha, composto pelas empresas Rhema Mobilidade Ltda, New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda e WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda;</strong></p>
<p>R$ 10,99- deságio de 01,96%. Depois, no viva-voz baixou para R$ 9,55 (-14,81%)</p>
<p><strong>&#8211; Consórcio VCP Mobilidade, composto pelas empresas Mobicamp Ltda e Red Log Ltda.</strong></p>
<p>R$ 10,67 – deságio de 04,82%</p>
<p><strong>LOTE NORTE:</strong></p>
<p>Valor máximo no edital: R$ 11,76</p>
<p><strong>&#8211; Sancetur &#8211; Santa Cecilia Turismo Ltda;</strong></p>
<p>R$ 11,50 (deságio de 2,21%). Depois baixou para R$ 10,32</p>
<p><strong>&#8211; Consórcio Grande Campinas, composto pelas empresas Rhema Mobilidade Ltda, Transporte Coletivo Grande Marília Ltda, Nova Via Transportes e Serviços Ltda, WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda e Auto Viação Suzano Ltda;</strong></p>
<p>R$ 10,34 (deságio de 12,07%). Depois baixou para R$ 10,33; R$ 10,31; R$ 9,99; R$ 9,87 (- 16,07%); R$ 9,75 (- 17,09%); R$ 9,63 (-18,11%), R$ 9,61, R$ 9,49 (-19,3%).</p>
<p><strong>&#8211; Consórcio Mov Campinas, composto pelas empresas Bampar Participações Ltda. e Tupi-Transporte Urbano de Piracicaba Ltda.</strong></p>
<p>R$ 11,75 (deságio de 0,09%), depois foi para R$ 9,98 (deságio de 15,14%); R$ 9,86 (deságio de 16,16%); R$ 9,74 (-17,18%); R$ 9,62% (- 18,20%); R$ 9,60 (-18,37%);</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em reportagem especial, detalhou cada um destes consórcios. – Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/26/saiba-quem-e-quem-na-bilionaria-licitacao-de-onibus-de-campinas-sp/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/26/saiba-quem-e-quem-na-bilionaria-licitacao-de-onibus-de-campinas-sp/</a></p>
<p><strong>LOTE NORTE:</strong></p>
<p><strong>EMPRESA SANCETUR – SANTA CECILIA TURISMO LTDA.;</strong></p>
<p><strong>CONSÓRCIO GRANDE CAMPINAS,</strong> composto pelas empresas RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), TRANSPORTE COLETIVO GRANDE MARÍLIA LTDA., NOVA VIA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA., WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA. e AUTO VIAÇÃO SUZANO LTDA.;</p>
<p><strong>CONSÓRCIO MOV CAMPINAS</strong>, composto pelas empresas: BAMPAR PARTICIPAÇÕES LTDA. (EMPRESA LÍDER) e TUPI-TRANSPORTE URBANO DE PIRACICABA LTDA.</p>
<p><strong>LOTE SUL:</strong></p>
<p><strong>EMPRESA SANCETUR – SANTA CECILIA TURISMO LTDA.;</strong></p>
<p><strong>CONSÓRCIO ANDORINHA,</strong> composto pelas empresas: RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), NEW HOPE TERCEIRIZAÇÃO E TRANSPORTES CATANDUVA LTDA. E WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA.</p>
<p><strong>CONSÓRCIO VCP MOBILIDADE,</strong> composto pelas empresas: MOBICAMP LTDA. (EMPRESA LÍDER) E RED LOG LTDA.</p>
<p><strong>QUEM É QUEM:</strong></p>
<p><strong>SANCETUR:</strong></p>
<p>Pertencente ao mais relevante braço da família Chedid, que é considerada poderosa nos transportes. Atua em mais de 20 cidades, em especial no interior e no litoral de São Paulo, mas também está em sistemas de outros estados, como na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>De tão forte e incisiva, a Sancetur com um só ofício conseguiu com que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, liberasse imediatamente valores de subsídios e repasses atrasados, algo que as empresas locais, inclusive do poderoso Jacob Barata Filho, do Grupo Guanabara, tentavam há tempos.</p>
<p>Com a marca SOU (Sistema de Ônibus Urbanos) ao lado do nome da cidade correspondente, tem ganhado cada vez mais espaço em licitações ou contratos emergenciais.</p>
<p>Recentemente, ia dar um dos passos mais ousados do Grupo Chedid, ao assumir a gigante operação da Transwolff, na capital paulista, com 1206 ônibus, 111 linhas e 555 mil passageiros por mês, na zona Sul. A Transwolff foi descredenciada do sistema de transportes da cidade de São Paulo após ter sido alvo de uma Operação do Ministério Público de São Paulo que investiga possível ligação da empresa, que surgiu da cooperativa Cooperpam, com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Mas após instabilidades na transição dos contratos, desistiu do negócio, que chegou a ser anunciado em fevereiro de 2026 pelo prefeito Ricardo Nunes. A onda de ataques a 1,5 mil ônibus em São Paulo que ocorreu entre junho e agosto de 2025 foi atribuída pela Polícia Civil a esta mudança contratual.</p>
<p><strong>CONSÓRCIO MOV CAMPINAS</strong></p>
<p>É do Grupo Belarmino, que já atua nos transportes municipais de Campinas, com a VB Transportes, cuja operação constantemente é alvo de reclamações de usuários. Tem como fundador o empresário português Belarmino de Ascenção Marta, é um dos maiores conglomerados do setor, em especial no Estado de São Paulo. Nascido em Vilar de Rei, na região de Trás-os-Montes, em Portugal; em 15 de agosto de 1937, Belarmino começou no ramo de transportes, na capital paulista, em 1961, juntamente com cunhado Antonio José Fonseca e amigos, fundando a Auto Viação Brasil Luxo.</p>
<p>A família de Belarmino possui controle total único, sociedade ou participação em empresas como: Sambaíba Transportes Urbanos (a segunda maior frota da cidade de São Paulo, com 1,3 mil ônibus), ConSor &#8211; Consórcio Sorocaba, Comercial Sambaíba de Viaturas, Empresa Bragantina de Varrição e Coleta de Lixo – Embralixo, Empresa São José, MoV Vinhedo &#8211; Rápido Sumaré, MoV Paulínia &#8211; Rápido Sumaré, MoV São João da Boa Vista &#8211; Rápido Sumaré, MoV Nova Odessa &#8211; Rápido Sumaré, MoV Louveira &#8211; West Side,  MoV Itu &#8211; West Side, MoV Avaré &#8211; West Side,  MoV Boituva &#8211; West Side,  MoV Sumaré &#8211; Viação Ouro Verde, MoV Monte Mor &#8211; Rápido Campinas, MoV Franca (no lugar da São José), Nossa Senhora de Fátima Auto Ônibus, Rápido Luxo Campinas, Rápido Sumaré, Transportes Capellini, ValleSul Transportes e Turismo, VB Transportes e Turismo, VBex Encomendas, VB Cargas, Viaje Mais, Viação Atual, Viação Avante, Viação Campo dos Ouros (Guarulhos-SP), Viação Itu, Viação Lira (LiraBus),  Viação Ouro Verde, Viação Transguarulhense, Vila Real Transportes e Serviços, West Side Viagens e Turismo, Monte Alegre Agência de Turismo, entre outras.</p>
<p><strong>CONSÓRCIO GRANDE CAMPINAS:</strong></p>
<p>RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), TRANSPORTE COLETIVO GRANDE MARÍLIA LTDA., NOVA VIA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA., WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA. e AUTO VIAÇÃO SUZANO LTDA.;</p>
<p>É o consórcio com maior número de empresas, o que não significa que sejam companhias mais fortes ou maiores. Muitas delas, inclusive são marcadas por polêmicas e investigações como descredenciamentos com suspeitas de irregularidades, todas contestadas pelos operadores.</p>
<p>A Nova Via, ligada ao Grupo da Smile Turismo, atua no transporte urbano em Santa Bárbara d&#8217;Oeste, região metropolitana de Campinas.</p>
<p>A empresa, em Santa Bárbara, possui em torno de 80 funcionários e mais de 35 veículos. Os veículos rodam cerca de 160.000 quilômetros, por mês.</p>
<p>A Smile Transportes e Turismo tem cerca de 40 anos, sede em Paulínia e filiais em Campinas, Sumaré, Paraibuna, Fernandópolis e Marília, conta atualmente com mais de 800 funcionários e 500 veículos.</p>
<p>A Nova Via Transportes e Serviços Ltda tem como principal sócio, de acordo com a Junta Comercial de São Paulo, Norival Antonio do Prado, e a Ekos Transportes e Turismo. A Ekos é registrada em nome de Norival e já chegou a ser denominada de Nakasone Transportes. Já figurou como sócio da Nova Via, Antônio Felício Júnior. A família Felício também é conhecida por forte influência nos transportes, com atuação e fundação em grupos de empresas como Viação Danúbio Azul (Grupo VIDA), da Grande São Paulo e interior paulista; Rápido D&#8217;Oeste, de Ribeirão Preto; e a VoePass Linhas Aéreas (antiga Passaredo), fundada por José Luiz Felício, que morreu em 2023.</p>
<p>De acordo com reportagens de imprensa local, a Smile chegou a ser denunciada por suposta formação de cartel e falsificação de documentos nos transportes de Paulínia, também na região de Campinas. A denúncia, protocolada por uma advogada na prefeitura de Paulínia, apontou para uma possível “cartelização” com a empresa S.TP. Mobilidade e os rombos aos cofres públicos chegariam a R$ 19 milhões. A prefeitura decidiu pelo rompimento dos contratos.</p>
<p>A Rhema Transportes, por sua vez, é registrada em nome de Claudio Luis Ferreira Coutinho e Paulo Roberto Leme. Atua com fretamento e em serviços de transporte escolar em Paulínia</p>
<p>A New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda já teve as denominações Nova Esperança Locadora de Veiculos Ltda e Virtual Express Serviços de Entrega Rápida Ltda. De acordo com a Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), figura como sócio principal Marcos Welder França dos Santos, de Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>
<p>A WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda tem sedes em Guarulhos e Arujá, na Grande São Paulo, e, segundo a Jucesp, é registrada em nome de Merciana Alves dos Santos Franca, da mesma família da New Hope. A atuação principal é em fretamento.</p>
<p>A Auto Viação Suzano Ltda, segundo a Junta Comercial, tem como sócio principal Welter França Souto Ferreira, ou seja, o mesmo da New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda. Atua em Santa Isabel (SP), Catanduva (SP) e Balneário Camboriú (SC).</p>
<p>A Transporte Coletivo Grande Marília é registrada em nome de Emerson de Jesus e Paula Anely Sikans. Atua em Marília, no interior de São Paulo, praticamente com a mesma pintura da Nova Via, de Santa Bárbara d’Oeste</p>
<p><strong>CONSÓRCIO ANDORINHA</strong></p>
<p>RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), NEW HOPE TERCEIRIZAÇÃO E TRANSPORTES CATANDUVA LTDA. E WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA.</p>
<p>Rhema e WMW estão também no Consórcio Grande Campinas – os detalhes acima.</p>
<p>De diferente, mas nem não diferente, é a New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda</p>
<p>A empresa já teve as denominações Nova Esperança Locadora De Veiculos Ltda e Virtual Express Serviços de Entrega Rápida Ltda. De acordo com a Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), figura como sócio principal Marcos Welder França dos Santos, de Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>
<p>Marcos Welder França dos Santos é sócio também, segundo a Jucesp, da Auto Viação Suzano Ltda, que está no Consórcio Grande Campinas.</p>
<p>A família atua na WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda, que está no Consórcio Grande Campinas.</p>
<p><strong>CONSÓRCIO VCP MOBILIDADE</strong></p>
<p>MOBICAMP LTDA. (EMPRESA LÍDER) E RED LOG LTDA.</p>
<p>Na prática, é composto também por empresas que atuam na cidade: Expresso Campibus Ltda (do Grupo NIFF, família Felício Yasbek e Viação Arujá), Onicamp Transporte Coletivo e Itajaí Transportes Coletivos (Camila Portela Redighieri Daher e Joubert Beluomini). Mas o caminho societário é complexo.</p>
<p>A MobiCamp tem o quadro de sócios formado pela VGM Participações Ltda, VUG Participações Ltda e Walter Godoy Bueno</p>
<p>A VGM, com sede em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, tem como sócia registrada Valéria Garcia Mansur e o objeto social é Holdings de Instituições Não-Financeiras Compra e Venda e Imóveis Próprios</p>
<p>A VUG tem como sócio-administrador Walter Godoy Bueno e o objeto social é o mesmo da VGM.</p>
<p>A Red Log, por sua vez, é formada pela Agromaquinas Locações Ltda, de Vila Velha (ES) e pelos sócios Camila Portela Redighieri Daher, Joubert Beluomini, Lorena Portela Redighieri e Rápido Santo Amaro Ltda.</p>
<p>Joubert Beluomini é sócio de Camila Portela Redighieri Daher na Itajaí e Onicamp Transporte Coletivo Ltda, que também opera já no transporte municipal de Campinas, além de aparecerem em comum na Rápido Santo Amaro Ltda.</p>
<h2><strong>DENÚNCIA E SUSPENSÃO NO TCE &#8211; TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO:</strong></h2>
<p>O TCE (Tribunal de Contas do Estado) de São Paulo suspendeu o andamento da licitação do sistema de ônibus de Campinas, no interior paulista, que envolve contratos de R$ 11,8 bilhões em 15 anos.</p>
<p>A publicação da decisão foi em 24 de abril de 2026.</p>
<p>A corte de contas recebeu denúncias de suposto conluio entre grandes grupos empresariais de ônibus espalhados pelo País para que operem, de forma mascarada, ao mesmo tempo nos dois lotes operacionais, e com possível uso de empresas menores que serviriam como espécies de “laranjas” para desconfigurar a manipulação.</p>
<p>O editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, teve acesso ao despacho e à denúncia. O documento aponta nomes de empresários, gestores e de empresas que supostamente formariam conexões. Até mesmo supostos elos entre rivais, como o Grupo Sancetur e o Grupo Belarmino foram apresentados. Além disso, grandes conglomerados, como o Grupo Comporte, da família de Constantino de Oliveira, fundador da GOL Linhas Aéreas, fariam parte das conexões apontadas com dados do próprio TCE (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo).</p>
<p>A representação foi formulada pelo advogado André Nardini de Oliveira Roland.</p>
<p><strong><em>Requer-se, assim, que sejam detalhados os mecanismos de controle adotados para prevenção de eventual conluio ou simulação de concorrência, bem como informadas apurações internas já realizadas sobre os fatos ora apontados, inclusive quanto à identificação prévia ou superveniente de tais vínculos </em></strong>– diz o texto ao qual o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> teve acesso.</p>
<p>Na decisão monocrática, o conselheiro do TCE, Dimas Ramalho, determinou que de forma imediata a prefeitura não realize a homologação da licitação e ainda estipulou um prazo de 10 dias para a gestão do prefeito Jorge Saadi se explicar.</p>
<p>A medida é em caráter cautelar.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 05 de março de 2026, a prefeitura deu prosseguimento na licitação do novo sistema de ônibus municipais de Campinas, maior cidade do interior de São Paulo, que envolve contratos de 15 anos avaliados em R$ 11,8 bilhões neste período.</p>
<p>Sancetur, da família Chedid, para o lote Sul; e para o lote Norte, o Consórcio Grande Campinas apresentaram as propostas com o menor valor de custo para o município.</p>
<p>Para o lote Sul, a proposta da Sancetur foi de tarifa de remuneração de R$ 9,54 (deságio de 14,90% sobre o valor teto do edital de R$ 11,21).</p>
<p>A classificação das propostas, que foram apresentadas de forma bem acirrada na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, na prática, mudaria a estrutura empresarial de décadas nos transportes de Campinas, tendo, por exemplo, o Grupo Belarmino, do empresário português Belarmino de Ascenção Marta, como um dos maiores operadores na cidade até então que sairiam.</p>
<p>Apesar da classificação das propostas financeiras, não houve ainda a assinatura de contratos porque a prefeitura analisa a parte técnica e as documentações.</p>
<p>A gestão municipal conseguiu aprovação na Câmara Municipal de dois anos dos atuais contratos por causa da transição.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/15/contratos-com-atuais-empresas-de-onibus-em-campinas-sp-tem-prorrogacao-de-dois-anos-aprovadas-pela-camara-em-segunda-votacao/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/15/contratos-com-atuais-empresas-de-onibus-em-campinas-sp-tem-prorrogacao-de-dois-anos-aprovadas-pela-camara-em-segunda-votacao/</a></p>
<p>A denúncia que chegou ao TCE e ainda necessita de esclarecimentos e apurações, cita grande grupos, como “Grupo Comporte”, da família de Constantino de Oliveira, fundador da GOL Linhas Aéreas, “Grupo Belarmino”, do empresário Belarmino de Ascenção Marta, Sancetur, da família Chedid, e até mesmo o Sindicato das Empresas de Ônibus de Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>
<p>De acordo com a representação apresentada ao TCE, há sinais de conexões entre estes grupos empresariais, envolvendo os dois lotes de operação, empresários vencedores, empresários teoricamente perdedores e que sairiam do sistema e empresários ativos no suposto acerto e que sequer apareceram.</p>
<p><strong><em>O sistema identificou possível existência de vínculo entre as empresas citadas na representação. A cadeia de vínculos examinada indica a existência de conexão indireta entre a Nova Via Transportes (CNPJ: 39.742.141/0001-15) e Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19)</em></strong>  &#8211; diz parte da representação.</p>
<p>Além disso, a denúncia mostra que possíveis rivais teriam conexão, como o Grupo Belarmino e a Sancentur.</p>
<p><strong><em>Conexão entre a Sancetur, a Tupi e a Bampar por meio de um Administrador comum. As três empresas estão ligadas indiretamente através do Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior  </em></strong>&#8211; prossegue o texto.</p>
<p><u>VALE LEMBRAR QUE A REPORTAGEM SE TRATA DO RELATO DE DOCUMENTO OFICIAL PUBLICADO E SÓ REPRODUZ AS DENÚNCIAS SEM ATRIBUIR CULPA OU ISENÇÃO. A prefeitura, responsável pela licitação, foi procurada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, que também tenta o contato dos outros citados. O espaço sempre está aberto.</u></p>
<p>Confira as denúncias registradas no TCE.</p>
<p><strong>Resultados do cruzamento de dados</strong>: A Sancetur (concorrente individual) e as empresas Bampar e Tupi (integrantes do Consórcio Mov Campinas), então concorrentes no Lote Norte. A cadeia de vínculos examinada indica aparente centralização do controle administrativo e societário em torno de uma pessoa física em comum, além de participações cruzadas em consórcios terceiros. <strong>Conexão 1 : Conexão entre a Sancetur, a Tupi e a Bampar por meio de um Administrador comum</strong>. As três empresas estão ligadas indiretamente através do Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior (CPF:) , que possivelmente atua como figura central na administração de todas as entidades conectadas a elas. A Sancetur &#8211; Santa Cecília Turismo Ltda (CNPJ: 69.144.434/0001-61) atua como &#8220;Sociedade Consorciada&#8221; no Consórcio Giz&amp;Lápis (CNPJ: 54.531.556/0001-33), o qual tem o Sr. Belarmino como Administrador. A Tupi &#8211; Transporte Urbano de Piracicaba Ltda (CNPJ: 43.207.151/0001-28) atua como &#8220;Sociedade Consorciada&#8221; no Consórcio Sorocaba (CNPJ: 14.012.270/0001-27), que também tem o Sr. Belarmino como Administrador. A Bampar Participações Ltda. (CNPJ: 07.452.821/0001-08) possui o Sr. Belarmino diretamente como seu Sócio-Administrador. A empresa Transportes Capellini Ltda (CNPJ: 46.090.221/0001-07) (que também possui o Sr. Belarmino como Administrador) estabelece uma ponte societária entre os consórcios ligados às concorrentes do certame: Ela atua como &#8220;Sociedade Consorciada&#8221; no Consórcio Giz&amp;Lápis (mesmo consórcio integrado pela Sancetur). Simultaneamente, atua como &#8220;Sócia&#8221; na Bampar Participações . A Bampar Participações Ltda. atua diretamente como &#8220;Sócia&#8221; de duas outras empresas: Paradela Participações Ltda. (CNPJ: 07.450.404/0001-26) ; Viação Campo dos Ouros Ltda. (CNPJ: 05.600.628/0001-41). Ambas as empresas acima também possuem o Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior atuando como Administrador, reforçando possível atuação em grupo econômico sob gestão unificada.</p>
<p><strong>Conexão 2:</strong> <strong>A Sancetur (concorrente individual), Consórcio Mov Campinas (Tupi e Bampar), Consórcio Grande Campinas (Rhema, Transporte Coletivo Grande Marília, entre outras), Consórcio Andorinha (Rhema, New Hope e WMW Locação) e Consórcio VCP Mobilidade (Mobicamp e Red Log),</strong> todas participantes dos Lotes Norte e Sul. A extensa teia societária, administrativa e de contatos demonstra que os amplos grupos econômicos por trás dessas empresas convergem através de cruzamentos em associações e compartilhamento de contatos comerciais. A cadeia de vínculos a seguir detalha a eventual ponte que interliga as empresas do Consórcio Grande Campinas e do Consórcio Andorinha ao núcleo de controle da Sancetur e do Consórcio Mov Campinas.</p>
<p><strong>Conexão 1 :</strong> <strong>Conexão do Consórcio Grande Campinas e Andorinha (via Transporte Coletivo Grande Marília e Rhema Mobilidade Ltda) ao Grupo Constantino.</strong> A Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19), integrante do Consórcio Grande Campinas e do Consórcio Andorinha, possui vínculo indireto com a Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0001-39), integrante do Consórcio Grande Campinas. Esta, por sua vez, compartilha, por meio de sua matriz e de uma e suas filiais, os endereços de e-mail e de telefone de contato corporativo (fiscalgiaruss@gmail.com; 11 4355-1500) com a empresa Diferencial Empreendimentos Imobiliários Ltda (CNPJ: 11.669.005/ 0001-28) e Aeropar Participações S.A. (CNPJ: 06.076.478/ 0001-81). A Diferencial Empreendimentos e a Aeropar Participações S.A. são entidades que direta e indiretamente são administradas/dirigidas por membros da família Constantino</p>
<p><strong>Conexão 2 : Conexões entre o “Grupo Constantino” e o “Grupo de Walter Godoy Bueno”.</strong> Avançando na teia, o diagrama revela que o elo entre os núcleos se dá por duas vias. Primeiro pela governança compartilhada de pessoas jurídicas. Constata-se que membros do “Grupo Constantino” figuram no quadro diretivo como Administradores das empresas Ingá Turismo e Serviços Ltda. (CNPJ: 75.769.265/ 0001-58) e Mapa Comércio, Locação e Manutenção de Veículos Ltda. (CNPJ: 06.079.923/0001-67). O gráfico demonstra que essas empresas estão atreladas à Empresa de Ônibus Pássaro Marron S/A por meio da utilização conjunta de telefones e endereços eletrônicos (a exemplo do telefone 11 3775-3892 e do e-mail contabilidade@passaromarron.com.br ). Dando seguimento, constata-se que a própria Pássaro Marron S/A compartilha, por meio do Consórcio Metropolitano de Transportes (CNPJ: 07.096.200/0001-39) um segundo nível de canais de contato (destacando-se o e-mail reparticoes@cordeirolima.com.br e o telefone 11 2478-3609) com diversas outras pessoas jurídicas. Dentre as entidades que utilizam estes mesmos canais, figuram as empresas VGM Participações Ltda e VUG Participações Ltda . Conforme apurado, no Lote Sul o certame contou com a participação do Consórcio VCP Mobilidade , integrado pela Red Log Ltda (CNPJ: 40.951.719/0001-22) e pela recém criada Mobicamp Ltda (CNPJ: 64.803.889/0001-28, constituída em 30/01/2026). Embora a fundação recente da Mobicamp a tenha omitido das buscas iniciais de vínculos sistêmicos, o aprofundamento em seu Quadro de Sócios e Administradores (QSA) revela que a empresa possui como únicas sócias exatamente a VGM Participações e a VUG Participações . Além disso, o próprio Sr. Walter Godoy Bueno (CPF:) assina não apenas como representante das sócias cotistas, mas atua também como Administrador direto da Mobicamp. Além da interligação evidenciada por meio do Sr. Walter Godoy Bueno e da empresa Mobicamp, a análise do diagrama revela um segundo vetor de conexão independente que liga o “Grupo Constantino” aos representantes do Consórcio VCP Mobilidade, desta vez através da sua outra empresa consorciada, a Red Log Ltda . A cadeia de vínculos dessa segunda via se materializa passo a passo através de cruzamentos societários diretos e compartilhamento de quadros administrativos, conforme detalhado a seguir:</p>
<ol>
<li>O Sr. Henrique Constantino (CPF:) , vinculado indiretamente aos Consórcios Grande Campinas e Andorinha, atua como Sócio da Viação Santos Dumont Ltda. (CNPJ: 02.162.190/0001-79) .</li>
<li>A Viação Santos Dumont atua diretamente como Sócia da Onipar Empreendimentos e Participações Ltda. (CNPJ: 04.000.349/ 0001-84) .</li>
<li>A Onipar Empreendimentos possui como Sócia-Administradora a Sra. Camila Portela Redeghieri Daher (CPF:, que atua como elo de transição na rede.</li>
<li>Expandindo a teia societária, a Sra. Camila Portela também exerce o cargo de Sócia-Administradora na empresa Itajaí Transportes Coletivos Ltda. (CNPJ: 06.346.461/ 0001-05) e da empresa Red Log Ltda. (CNPJ: 40.951.719/0001-22) .</li>
<li>Na governança da Itajaí Transportes, constatasse a atuação conjunta com o Sr. Joubert Beluomini (CPF:) , que divide o controle da empresa na condição de Sócio-Administrador.</li>
<li>O elo final consolida-se ao observar que o Sr. Joubert Beluomini é o Administrador direto da empresa Red Log Ltda. (CNPJ: 40.951.719/0001-22) .</li>
</ol>
<p>Como a Red Log Ltda integra formalmente o Consórcio VCP Mobilidade (que disputou o Lote Sul ao lado da Mobicamp). Tais elementos sugerem que o Consórcio VCP Mobilidade pode estar duplamente conectado aos demais consórcios das concorrentes: por um lado, via Mobicamp (conectada a Walter Godoy Bueno e, consequentemente, aos Constantinos) e, por outro, via Red Log (conectada a Joubert Beluomini, Camila Portela e, sucessivamente, à Viação Santos Dumont e a Henrique Constantino). Desse modo, a teia delineada pode sugerir que empresas que figuraram formalmente como concorrentes diretas dentro de um mesmo lote (a exemplo do Lote Sul, onde a Mobicamp concorre contra a Sancetur e consórcio integrado pela Rhema), assim como licitantes que disputaram lotes distintos (como o Consórcio Grande Campinas no Lote Norte conectando-se indiretamente ao Consórcio VCP Mobilidade no Lote Sul), integram uma mesma malha de vínculos indiretos.</p>
<p><strong>Conexão 3 : O Elo no topo – Conexão entre Walter Godoy Bueno e o núcleo de Belarmino Junior (Sancetur e Consórcio Mov Campinas).</strong> A convergência estrutural das redes ganha se consolida na cúpula diretiva da GUARUPASS &#8211; Associação das Concessionárias de Transporte Urbano de Passageiros de Guarulhos e Região (CNPJ: 74.504.937/0001-30). O diagrama revela que o elo institucional neste ponto ocorre pela atuação conjunta de representantes dos diferentes núcleos no comando desta associação. A análise detalhada do quadro confirma que o Sr. Walter Godoy Bueno atua como Diretor desta associação. Em conjunto com ele na mesma diretoria, figura o Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior (CPF: 129.742.028-45), que também exerce o cargo de Diretor . Cabe destacar, para fins de estrita precisão, que o vínculo gerencial com a GUARUPASS se dá exclusivamente por meio do Sr. Belarmino Junior, não havendo participação ou assento de seu pai (Sr. Belarmino da Ascenção Marta) na diretoria desta entidade. Soma-se a este quadro gerencial a figura do Sr. José Roberto Iasbek Felicio , que ocupa o cargo de Presidente da associação, unindo formalmente na mesma governança os gestores das diversas ramificações societárias (correlacionadas com o Consórcio VCP Mobilidade). Como já evidenciado em análises anteriores, o Sr. Belarmino Junior é a figura central possuindo vínculo indireto com as empresas Sancetur (concorrente 1) e das empresas Bampar e Tupi (integrantes do Consórcio Mov Campinas, concorrente 2). A atuação simultânea destes atores na direção da GUARUPASS materializa, portanto, um possível ponto de contato e controle unificado no topo da cadeia empresarial das licitantes</p>
<p><strong>Conexão 4 : A integração do núcleo isolado (WMW, New Hope e Auto Viação Suzano) ao certame</strong>. WMW Locação de Veículos (CNPJ: 10.742.588/0001-02), New Hope Terceirização e Transportes (CNPJ: 09.474.700/0001-92) e Auto Viação Suzano Ltda (CNPJ: 12.278.903/0001-18), são aparentemente conectadas entre si por administradores próprios (como Merciana Alves e Welter Franca) e telefones em comum. Apesar de constarem isoladamente na representação visual da rede societária, a conexão orgânica e comercial dessas empresas com o restante do macro-grupo se evidencia de forma incontestável na própria licitação, uma vez que elas se consorciaram formalmente à Rhema e à Transporte Coletivo Grande Marília para formar o Consórcio Grande Campinas e o Consórcio Andorinha, integrando a teia e participando ativamente da dinâmica de vínculos dos Lotes Norte e Sul. Assim, diante dos apontamentos expostos, revela-se necessária a manifestação dessa Administração acerca dos fatos narrados, devendo apresentar esclarecimentos específicos sobre os vínculos identificados, sua eventual repercussão na condução e no resultado da licitação, especialmente com relação às diligências realizadas para resguardar a regularidade da contratação.</p>
<p><strong>ASPECTOS DETECTADOS Sobre os fatos apresentados na representação</strong>:</p>
<p>O sistema identificou possível existência de vínculo entre as empresas citadas na representação. A cadeia de vínculos examinada indica a existência de conexão indireta entre a Nova Via Transportes (CNPJ: 39.742.141/0001-15) e Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19).</p>
<p><strong>Conexão entre a Nova Via Transportes (CNPJ: 39.742.141/0001-15) e Ekos Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 03.177.014/0001-73).</strong> A Nova Via tem como sócia a empresa Ekos Transportes e Turismo Ltda, sendo que o Sr. Norival Antonio do Prado aparece como Administrador da Nova Via e Sócio-Administrador da Ekos. Conexão entre a Ekos Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 03.177.014/0001-73) e Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0001-39). A Ekos consta localizada na Rua Aristeu Antonio de Paula, 15, Conjunto 17, Campinas/SP. O mesmo endereço consta como sede de uma filial da Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0002-10).</p>
<p><strong>Conexão entre a Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0001-39), Smile Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 05.564.404/0001-21) e S.T.P. Mobilidade Ltda (CNPJ: 18.397.297.00001-36).</strong> A Transporte Coletivo Grande Marília Ltda possui a Sra. Paula Anely Sikansi (CPF: 150.368.278-13) como Sócia-Administradora em comum com a Smile Transportes. A empresa S.T.P. Mobilidade Ltda (CNPJ: 18.397.297.00001-36) está localizada no mesmo endereço da Matriz Smile Transportes. Além disso, a S.T.P. possui como Sócio-Administrador o Sr. Emerson de Jesus (CPF: 119.294.448-85) que também é Sócio-Administrador da Transporte Coletivo Grande Marília Ltda.</p>
<p><strong>Conexão entre a Smile Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 05.564.404/0001-21) e Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19).</strong></p>
<p>A Smile possui uma filial de mesmo nome (CNPJ: 05.564.404.0004-74), com endereço em Rodovia Lix da Cunha, 3930, Jardim do Lago Continuação -Campinas/SP; e telefone 19-3255-3778. Por sua vez, a Rhema encontra-se localizada na Av. Dr. Heitor Nascimento, 196, Bloco B, Sala 3, Morumbi – Paulínia/SP; e, apesar da distinção dos endereços, possui atribuído o mesmo telefone da filial Smile (19-3255-3778).</p>
<p><strong>Consulta a sistema de informações deste E. Tribunal &#8211; Empresas que participaram do certame, segundo ATA juntada na representação: LOTE NORTE</strong></p>
<ol>
<li><strong> Empresa Sancetur &#8211; Santa Cecília Turismo Ltda CNPJ nº 69.144.434/0001-61. </strong></li>
<li><strong> Consórcio Grande Campinas (vencedora),</strong> formado por: • Rhema Mobilidade Ltda CNPJ nº 14.026.139/ 0001-19; • Transporte Coletivo Grande Marília Ltda CNPJ nº 35.532.864/0001-39; • Nova Via Transportes e Serviços Ltda CNPJ nº 39.742.141/0001-25; • WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda CNPJ nº 10.742.588/ 0001-02; • Auto Viação Suzano Ltda 12.278.903/0001-28. 1. Consórcio Mov Campinas, formado por: • Bampar Participações Ltda CNPJ nº 07.452.821/0001-08; • Tupi-Transportes Urbano de Priracicaba Ltda CNPJ nº 43.207.151/0001-28.</li>
</ol>
<p><strong>LOTE SUL</strong></p>
<ol>
<li><strong> Empresa Sancetur &#8211; Santa Cecília Turismo Ltda CNPJ nº 69.144.434/0001-61 (vencedora).</strong></li>
<li><strong> Consórcio Andorinha</strong>, formado por: • Rhema Mobilidade Ltda CNPJ nº 14.026.139/ 0001-19; • New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda CNPJ nº 09.474.700/0001-92; • WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda CNPJ nº 10.742.588/ 0001-02</li>
<li><strong> Consórcio VCP Mobilidade,</strong> formado por: • Mobicamp Ltda CNPJ nº 64.803.889/0001-28; Talvez pela sua data de fundação (30/01/2026, em São Paulo), a empresa Mobicamp LTDA de CNPJ 64.803.889/0001-28, não aparece no sistema. Por esta razão, incluí os(as) sócios(as) na pesquisa. Sua atividade principal, conforme a Receita Federal, é 49.21-3-01 &#8211; Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, municipal. Sua situação cadastral até o momento é Ativa. Quadro de Sócios e Administradores: Vgm Participacoes LTDA &#8211; CNPJ: 31046460000184 &#8211; Sócio Representado por Walter Godoy Bueno – Administrador; Vug Participacoes LTDA &#8211; CNPJ: 31045044000161 &#8211; Sócio Representado por Walter Godoy Bueno – Administrador; Walter Godoy Bueno – Administrador. • Red Log Ltda CNPJ nº 40.951.719/0001-22</li>
</ol>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Fim da Escala 6 x 1: Veja os principais pontos &#8211; Aditivos de contratos públicos como de ônibus, transição de 14 meses e jornada de 40 horas semanais</title>
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    <pubDate>Mon, 25 May 2026 23:43:17 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresários falam em aumento de tarifas de ônibus e falta de mão de obra. Trabalhadores dizem que rotina é cansativa e que medida deve atrair gente para o setor de mobilidade. Especialista orienta empresas se prepararem ADAMO BAZANI Foi apresentado nesta segunda-feira, 25 de maio de 2026, o texto para a PEC (Proposta de Emenda [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="504" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/b0218d77-7285-4f78-b711-b5a873fa1204-e1779750369227.jpg?fit=800%2C504&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Empresários falam em aumento de tarifas de ônibus e falta de mão de obra. Trabalhadores dizem que rotina é cansativa e que medida deve atrair gente para o setor de mobilidade. Especialista orienta empresas se prepararem</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Foi apresentado nesta segunda-feira, 25 de maio de 2026, o texto para a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para ser analisado pelo Congresso que prevê o chamado Fim da Escala 6 x 1, com redução da jornada de trabalho sem diminuição salarial.</p>
<p>De acordo com o documento, lido pelo relator, deputado Leo Prates,  a carga semanal máxima cai das atuais de 40 horas. Outras propostas, como do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e da deputada Erika Hilton (Psol-SP) previam carga máxima de 36 horas.</p>
<p>Após aprovação e sanção, haveria uma transição de 14 meses para a aplicabilidade das normas.</p>
<p>No caso de empresas que possuem contratos com o poder público, como de transportes, a proposta é que possam haver reequilíbrios contratuais e financeiros para compensar os aumentos de custos operacionais. Para isso, haverá um prazo de 12 meses para a adaptação após a promulgação.</p>
<p>O objetivo é garantir a continuidade dos serviços públicos e a transição é para adaptação dos orçamentos da União, Estados e municípios.</p>
<p>Os empresários de transportes falam em risco de aumento de tarifas de ônibus e agravamento da falta de mão de obra, que já é alta com as atuais cargas horárias e escalas, como a NTU (Associação Nacional de Transportes Públicos) e CNT (Confederação Nacional do Transporte).</p>
<p>Já representantes dos trabalhadores dizem que rotina é cansativa e que medida deve atrair gente para o setor de mobilidade.</p>
<p>A especialista em segurança jurídica empresarial, a advogada Liana Variani, diz que ainda se trata de uma proposta e um texto inicial, podendo ainda haver mudanças, mas que as empresas já devem se preparar, analisando os riscos e as possibilidades e os diferentes cenários, uma vez que o prazo de transição, que também é uma proposta, é relativamente curto.</p>
<p><strong>VEJAS OS PRINCIPAIS PONTOS:</strong></p>
<p>&#8211; São dois pontos diferentes dentro da mesma PEC.</p>
<p>Jornada de trabalho é uma coisa e escala é outra, mas ambas devem se compatibilizar.</p>
<p>&#8211; A jornada não pode ultrapassar de 40 horas semanais e obrigatoriamente, o trabalhador deve folgar dois dias numa semana de sete dias.</p>
<p>Preferencialmente, estes dias de folgas devem ser consecutivos, mas NÃO obrigatoriamente.</p>
<p>&#8211; Estas folgas devem ser remuneradas.</p>
<p>&#8211; Não pode haver descontos nos salários</p>
<p>&#8211; Haverá possibilidade de acordos coletivos para adequar as escalas de trabalho com a realidade de cada setor econômico, desde que respeitem as 40 horas e dois dias de folga por semana</p>
<p>&#8211; Depois de 60 dias de promulgada a PEC, as atuais normas coletivas que não se adequem às novas regras deixam de valer</p>
<p>&#8211; Após 60 dias da promulgação, a jornada cai de 44 horas para 42 horas semanais</p>
<p>&#8211; Mais 12 meses depois, cai de 42 horas para 40 horas.</p>
<p>&#8211; Contratos já firmados pela administração pública que dependam diretamente de mão de obra, como serviços terceirizados de transportes, de limpeza, vigilância e manutenção, terão de passar por aditivos contratuais para recompor o equilíbrio econômico-financeiro após a redução da jornada de trabalho. Assim, a revisão de valores e condições dos contratos é para compensar possíveis custos extras das empresas com a contratação de novos funcionários ou reorganização de escalas. O texto estabelece 12 meses de adaptação destes contratos após a promulgação da PEC.</p>
<p>&#8211; Normas de duração e controle da jornada não valerão para trabalhadores com ensino superior e que recebam acima de dois tetos e meio de benefícios do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), hoje em R$ 21.188,87</p>
<p>&#8211; Neste caso, o empregador terá liberalidade para este controle, podendo haver também acordo ou convenção coletiva. Essa regra não será aplicada a funcionários públicos ou empregados de empresas estatais.</p>
<p>&#8211; Lei complementar pode criar regimes específicos de adaptação para microempresas e MEIs (empreendedores individuais).</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo conclui relatório que aponta participação de sete PM&#8217;s em esquema de escolta ilegal de Pandora e Té, diretores da empresa Transwolff, ligada ao PCC</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/25/corregedoria-da-policia-militar-de-sao-paulo-conclui-relatorio-que-aponta-participacao-de-sete-pms-em-esquema-de-escolta-ilegal-de-pandora-e-te-diretores-da-empresa-transwolff-ligada-ao-pcc/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 25 May 2026 22:45:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Operadora perdeu a concessão no sistema de transporte público da capital paulista após o Ministério Público revelar a ligação com a organização criminosa VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo concluiu o relatório que aponta a participação de sete PM&#8217;s em um esquema de escolta ilegal de diretores da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-27-at-13.17.30-1.jpeg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-27-at-13.17.30-1.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-27-at-13.17.30-1.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-27-at-13.17.30-1.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-27-at-13.17.30-1.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-27-at-13.17.30-1.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-27-at-13.17.30-1.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Operadora perdeu a concessão no sistema de transporte público da capital paulista após o Ministério Público revelar a ligação com a organização criminosa</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo concluiu o relatório que aponta a participação de sete PM&#8217;s em um esquema de escolta ilegal de diretores da empresa Transwolff, que até então operava no sistema de transporte público da capital paulista e era alvo das autoridades devido a lavagem de dinheiro conectada ao PCC, o Primeiro Comando da Capital.</p>
<p>Três dos policiais foram indiciados por integrarem uma organização criminosa. As informações iniciais apuradas pelas autoridades mostravam que o grupo de PM&#8217;s recebia dinheiro para fornecer proteção armada para dois dirigentes da empresa, Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora, e Cícero de Oliveira, o Té.</p>
<p>Segundo a corregedoria, os policiais ainda tinham conexão com o então presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite. O representante político teria atuado como uma espécie de elo financeiro entre a Transwolff e o PCC, por meio de uma construtora.</p>
<p>As informações ainda apontam que o capitão Alexandre Paulino Vieira era o líder da rede elaborada para proteger os diretores da empresa de transporte. Anteriormente, havia chefiado a assessoria militar da Câmara Municipal e atuado como ajudante de ordens do presidente Milton Leite.</p>
<p>Vieira teria aberto um CNPJ pelo nome dos próprios pais e emitido notas fiscias para os serviços prestados a Transwolff. O capitão se encontrou com Pandora e Té no gabinete de Milton Leite na Câmara Municipal.</p>
<p>Outro nome surgiu nas investigações: Alexandre Aleixo Romano Cezario, além de segurança dos dirigentes, recrutava outros PM&#8217;s para a organização criminosa. De acordo com a corregedoria, o oficial tinha conhecimento do envolvimento de Pandora com o PCC. Já o sargento Nereu Aparecido Alves conectava os diretores da Transwolff aos policiais.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
<p><strong>A OPERAÇÃO:</strong></p>
<p><strong>Corregedoria da PM prende policiais que faziam segurança para “Pandora” e “Té” da Transwolff, empresa de ônibus que teve contrato rompido e é suspeita de ligação com o PCC</strong></p>
<p><em>Na casa de um dos policiais foi encontrada uma quantia de cerca de R$ 1 milhão em dinheiro vivo</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo realizou nesta quarta-feira, 04 de fevereiro de 2026, uma operação e prendeu três policiais militares acusados de fazer segurança privada para diretores e sócios da Transwolff, empresa da zona Sul da capital paulista investigada por suposta ligação com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e que teve os contratos rompidos pela prefeitura.</p>
<p>São também cumpridos 16 mandados de busca e apreensão.</p>
<p>Na casa destes policiais, a Corregedoria encontrou cerca de R$ 1 milhão em dinheiro vivo.</p>
<p>Os policiais atuaram, de acordo com o órgão, na escolta e segurança pessoal de  Luiz Carlos Efigênio Pacheco, &#8220;Pandora&#8221;, que chegou a ser preso em uma operação do Ministério Público na Transwolff e na outra empresa de ônibus alvo, UPBus, e o “Té”, apelido de Cícero de Oliveira.</p>
<p>A Corregedoria não descarta a possibilidade de os policiais estarem também envolvidos no suposto esquema de lavagem do dinheiro criminoso pelas empresas de ônibus.</p>
<p>Em nota ao <strong><em>*Diário do Transporte*,</em></strong> a SSP (Secretaria de Segurança Pública), de São Paulo, diz que a operação desta quarta-feira, 04 de fevereiro de 2026, é um desdobramento da Operação Fim da Linha, realizada em 09 de abril de 2024, pelo Ministério Público de São Paulo e Polícia Militar, na Transwolff, da zona Sul, e UPBus, da zona Leste, que, na ocasião resultou na prisão de sócios e diretores e que marcou o início da intervenção da prefeitura de São Paulo nas duas viações, culminando no processo de retirada das companhias do sistema gerenciado pela SPTrans (São Paulo Transporte), da administração municipal.</p>
<p><strong><em><br />
A Polícia Militar, por meio de sua Corregedoria, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (4), uma operação para o cumprimento de 16 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão contra policiais militares investigados por atividade de segurança privada. A ação é resultado das investigações da Operação Fim da Linha, de 2024, que apontou o possível envolvimento de policiais na segurança pessoal e patrimonial de empresas e pessoas investigadas. A Polícia Militar reforça seu compromisso com a legalidade e com a responsabilização de todos os agentes que descumprem os protocolos da corporação.</em></strong></p>
<p><strong>EM PRIMEIRA MÃO no DIÁRIO DO TRANSPORTE: Sancetur desiste de assumir linhas da Transwolff</strong></p>
<p><em>Comunicado foi emitido pela prefeitura de São Paulo que diz que vai publicar edital de licitação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Sancetur informou para a prefeitura de São Paulo na noite desta quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, que não tem condições de assumir todas as 133 linhas da Transwolff, com 1,1 mil ônibus que transportam diariamente 555 mil pessoas na zona Sul de São Paulo.</p>
<p>O comunicado foi emitido pela gestão do prefeito Ricardo Nunes ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> por meio de nota oficial.</p>
<p>Com isso, a prefeitura de São Paulo que diz que vai publicar edital de licitação</p>
<p><strong><em>A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e da SPTrans, recebeu nesta quarta-feira (28/1), ofício da Sancetur em que alega impossibilidade de assumir plenamente a execução do contrato emergencial dos lotes D10 e D11 operados pela Transwolff. Diante do fato, a Prefeitura informa que segue adotando todas as medidas necessárias para publicação do edital para concessão do serviço dos referidos lotes. &#8211; </em></strong>diz a nota da prefeitura enviada ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p>Como tem mostrado o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a Transwolff foi alvo em 09 de abril de 2024 da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo que investiga a suposta ligação da direção da empresa com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).</p>
<p>Após uma auditoria, a prefeitura concluiu que a empresa não tinha condições de operar e começou a transferir os dois contratos para a Sacentur.</p>
<p>O processo foi tenso e a Polícia Civil de São Paulo atribuiu à transição a parte da onda de ataques contra cerca de 1,5 mil coletivos entre junho e agosto de 2025.</p>
<p>A transição “amistosa” dos contratos da Transwolff para a Sancetur foi frustrada, o que fez com que a prefeitura decretasse o rompimento em dezembro de 2025 e, em 26 de janeiro de 2026, assinasse com a Sancetur uma operação emergencial de 12 meses.</p>
<p>O rompimento dos contratos ocorreu um dia depois de o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> revelar que estava empacada a transição dos contratos da Transwolff para a Sancetur, que assumiria as 133 linhas na zona Sul de São Paulo, e que um organograma traçou a real estrutura da companhia, formada por forças conflitantes e vário núcleos, identificados durante as apurações sobre a onda de ataques a ônibus no Estado, que entre junho e agosto resultou em mais de 1,5 mil coletivos e diversas pessoas feridas.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/</a></p>
<p>Entre os núcleos e grupos identificados, e que formam este organograma, estão:</p>
<p>&#8211; <strong>Direção e sócios</strong>, que se tornaram grandes empresários de transportes, surgindo nomes no organograma que estão entre as pessoas que foram presas em abril de 2024 na Operação Fim da Linha do MP (Ministério Público);</p>
<p><strong>&#8211; Donos de ônibus</strong> que integraram a Cooperpam (Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Transporte de São Paulo),que deu origem às operações da Transwolff no transporte urbano. Respondem pela maior parte da frota, com ônibus mídis (micrões) e micros. São quase 800 veículos dos cerca de 1,2 mil. Há uma divisão entre este grupo, com dissidências e alinhamentos diferentes</p>
<p><strong>&#8211; Funcionários contratados:</strong> são empregados por CLT (carteira assinada) que foram contratados após a transformação da cooperativa em empresa. São os que menos têm poder de atuação e influência no “travamento” da transição.</p>
<p>A prefeitura teve de lidar com essas correntes diferentes, algumas delas, inclusive, apontadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, como violentas.</p>
<h1><strong>28 de janeiro de 2026: EM PRIMEIRA MÃO NO DIÁRIO DO TRANSPORTE</strong></h1>
<p>A Sancetur informou a prefeitura de São Paulo na noite desta quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, que não tem condições de assumir todas as linhas da Transwolff.</p>
<p>O comunicado foi emitido pela gestão do prefeito Ricardo Nunes ao Diário do Transporte por meio de nota oficial.</p>
<p>Com isso, a prefeitura de São Paulo que diz que vai publicar edital de licitação</p>
<p><strong><em>A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e da SPTrans, recebeu nesta quarta-feira (28/1), ofício da Sancetur em que alega impossibilidade de assumir plenamente a execução do contrato emergencial dos lotes D10 e D11 operados pela Transwolff. Diante do fato, a Prefeitura informa que segue adotando todas as medidas necessárias para publicação do edital para concessão do serviço dos referidos lotes.</em></strong></p>
<p>Como tem mostrado o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a Transwolff foi alvo em 09 de abril de 2024 da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo que investiga a suposta ligação da direção da empresa com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).</p>
<h1>27 de janeiro de 2026:</h1>
<p>A prefeitura de São Paulo confirmou que os empregados que atuam na Transwolff, serão mantidos no sistema com a entrada da Sancetur, empresa da família Chedid, que a partir de 1º de fevereiro de 2026, assume os serviços.</p>
<p>A empresa de ônibus Transwolff opera na zona Sul da capital paulista e a direção é investigada por suposta ligação com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, despacho assinado pelo Secretário Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte – SMT, Celso Jorge Caldeira, autoriza a contratação da Sancetur – Santa Cecília Turismo Ltda, para os lotes operacionais D10 e D11 (Distribuição Regional), que eram concedidos a Transwolff.</p>
<p>São 133 linhas operadas por 1.106 ônibus que transportam 555 mil passageiros por dia. A Transwolff é a terceira maior frota da cidade, ficando apenas atrás da Viação Metrópole Paulista e Sambaíba Transportes Urbanos.</p>
<p>A contratação é por 12 meses em caráter emergencial.</p>
<p>Em nota ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a prefeitura ainda informou que a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema de linha, já foi autorizada a abrir um processo de licitação para a continuação dos serviços após o contrato emergencial.</p>
<p>A frota, por enquanto, será aproveitada e credores e fornecedores terão pagamentos garantidos.</p>
<p>A execução das linhas se dará no modelo de “operação assistida” numa transição com as equipes da SPTrans que controlam a Transwolff desde 09 de abril de 2024, por meio de intervenção, quando a companhia, juntamente com a UPBus, da zona Leste de São Paulo, foi alvo da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo, que investida a atuação do crime organizado em parte dos transportes da capital.</p>
<p>A transição de contrato entre UPBus e a Alfa Rodobus continua transcorrendo.</p>
<p><strong>ONDA DE ATAQUES A ÔNIBUS:</strong></p>
<p>Conforme apurou a reportagem, questões contratuais envolvendo empresas de ônibus investigadas por lavagem de dinheiro do crime organizado, em especial a Transwolff, são consideradas pela Polícia Civil de São Paulo a principal linha de investigação para explicar as motivações da maior parte das ocorrências na onda de ataques a pedradas e bolinhas de gude contra cerca de 1,5 mil ônibus entre junho e agosto de 2025, que deixou diversas pessoas feridas. Um documento revelado pelo repórter Adamo Bazani mostra que os ataques começaram em 12 de junho de 2025, mesmo dia em que prefeitura assinou despacho que viabilizava transferência de contratos destas empresas para outras viações: Da UpBus para a Alfa Rodobus e da Transwolff para a Sancetur.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/pcc-onda-de-ataques-a-onibus-transwolff-e-sancetur-depredacoes-em-massa-comecam-no-mesmo-dia-em-que-prefeitura-assina-despacho-que-viabiliza-transferencia-de-contratos-veja-documento/">https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/pcc-onda-de-ataques-a-onibus-transwolff-e-sancetur-depredacoes-em-massa-comecam-no-mesmo-dia-em-que-prefeitura-assina-despacho-que-viabiliza-transferencia-de-contratos-veja-documento/</a></p>
<p>Veja nota da prefeitura ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>:</p>
<p><em>A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e da SPTrans, assinou um contrato emergencial com a empresa Sancetur – Santa Cecília Turismo Ltda, que passa a operar, a partir de 1/2, as 133 linhas e  1.100 ônibus da Transwolff, que estava sob intervenção desde 9 de abril de 2024. A Sancetur dará início a uma operação assistida e vai garantir a continuidade dos serviços na zona Sul da cidade, sem qualquer prejuízo para os 555 mil passageiros atendidos por dia. Os empregos dos trabalhadores serão mantidos, assim como o pagamento de salários e benefícios. Os compromissos firmados com fornecedores também serão honrados.</em></p>
<p><em> Para tanto, foram consultadas concessionárias que atendem integralmente aos requisitos legais. A Sancetur atendeu a todos eles, incluindo a comprovação de capacidade técnica, econômico-financeira, operacional e logística, bem como a execução satisfatória de serviços e a regularidade da documentação fiscal necessária para a prestação dos serviços de transporte coletivo de passageiros. A Prefeitura também iniciou o processo de licitação que definirá o próximo concessionário. </em></p>
<p><em> Histórico</em></p>
<p><em>Em 9 de abril de 2024, a Prefeitura de São Paulo decretou intervenção na Transwolff, em atendimento à deliberação da Justiça. A substituição da concessionária foi anunciada em janeiro de 2025 e, em julho, foi criado um Grupo de Trabalho para estudar a possibilidade de transferência dos direitos dos contratos de concessão para outra empresa. Diante do descumprimento de obrigações e termos contratuais, a administração municipal decretou a caducidade dos contratos em dezembro do mesmo ano, assegurando a continuidade da prestação do serviço à população, uma vez que a empresa está impedida de operar.</em></p>
<h1>26 de janeiro de 2026:</h1>
<p>A partir de 1°de fevereiro de 2026, a Sancetur, da família Chedid, passa a operar de forma emergencial por 12 meses as 133 linhas que eram operadas pela Transwolff, investigada por suposta ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital). A intenção da prefeitura é realizar posteriormente uma licitação.</p>
<p>A companhia estava sob intervenção da prefeitura desde 09 de abril de 2024, quando o Ministério Público realizou a Operação Fim da Linha.</p>
<p>A operação é por 12 meses.</p>
<p>O despacho foi publicado em Diário Oficial nesta segunda-feira, 26 de janeiro de 2026</p>
<p>Veja nota da prefeitura</p>
<p><em>A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e da SPTrans, assinou um contrato emergencial com a empresa Sancetur – Santa Cecília Turismo Ltda, que passa a operar, a partir de 1/2, as 133 linhas e  1.100 ônibus da Transwolff, que estava sob intervenção desde 9 de abril de 2024. A Sancetur dará início a uma operação assistida e vai garantir a continuidade dos serviços na zona Sul da cidade, sem qualquer prejuízo para os 555 mil passageiros atendidos por dia. Os empregos dos trabalhadores serão mantidos, assim como o pagamento de salários e benefícios. Os compromissos firmados com fornecedores também serão honrados.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Para tanto, foram consultadas concessionárias que atendem integralmente aos requisitos legais. A Sancetur atendeu a todos eles, incluindo a comprovação de capacidade técnica, econômico-financeira, operacional e logística, bem como a execução satisfatória de serviços e a regularidade da documentação fiscal necessária para a prestação dos serviços de transporte coletivo de passageiros. A Prefeitura também iniciou o processo de licitação que definirá o próximo concessionário. </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Histórico</em></p>
<p><em>Em 9 de abril de 2024, a Prefeitura de São Paulo decretou intervenção na Transwolff, em atendimento à deliberação da Justiça. A substituição da concessionária foi anunciada em janeiro de 2025 e, em julho, foi criado um Grupo de Trabalho para estudar a possibilidade de transferência dos direitos dos contratos de concessão para outra empresa. Diante do descumprimento de obrigações e termos contratuais, a administração municipal decretou a caducidade dos contratos em dezembro do mesmo ano, assegurando a continuidade da prestação do serviço à população, uma vez que a empresa está impedida de operar.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Sancetur</em></p>
<p><em>Fundada em 1922, a Sancetur – Santa Cecília Turismo Ltda. atua no setor de transportes desde 1952. A empresa possui experiência consolidada na operação do transporte coletivo urbano operando atualmente em diversas cidades do Estado de São Paulo como Americana, Atibaia, Caraguatatuba, Cubatão, Indaiatuba, Itanhaém, Jarinu, Limeira, Mogi-Guaçu, Mogi-Mirim, Peruíbe, Presidente Prudente, Rio Claro, Salto, São Sebastião, São Vicente, Ubatuba, Valinhos, entre outras.</em></p>
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<h1 style="text-align: center;">FIM DA TRANSWOLFF &#8211; PCC e Transporte e ataques a ônibus: Prefeitura de São Paulo decreta caducidade da Transwolff, que vira “empresa pública”. Diário do Transporte noticiou entraves para Sacentur assumir</h1>
<h2><strong>Saída definitiva da Transwolff e PCC no transporte: Entenda o decreto oficial  publicado. Podem haver contratações emergenciais de viações</strong></h2>
<p><em>Prefeitura fica com garagens e ônibus. Apurações da reportagem sobre organograma de “várias empresas em uma só” a respeito da Transwolff com entrave para a Sancetur foram levadas em conta pelas autoridades. Principal linha de investigação da Polícia Civil liga onda de ataques a transição de contratos. Empresa diz que vai recorrer</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-489745" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-04-at-21.40.35.jpeg?resize=812%2C501&#038;ssl=1" alt="" width="812" height="501" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-04-at-21.40.35.jpeg?w=812&amp;ssl=1 812w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-04-at-21.40.35.jpeg?resize=300%2C185&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-04-at-21.40.35.jpeg?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-04-at-21.40.35.jpeg?resize=768%2C474&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-04-at-21.40.35.jpeg?resize=400%2C247&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 812px) 100vw, 812px" /></p>
<p>Como adiantou ontem em primeira mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a prefeitura de São Paulo publicou de forma oficial nesta sexta-feira, 05 de dezembro de 2025, a caducidade (o fim) dos contratos com a empresa de ônibus Transwolff, que opera na zona Sul de São Paulo 133 linhas e atende a cerca de 555 mil passageiros por dia. É a terceira maior frota da cidade, com 1.206 coletivos, e a maior companhia do subsistema local de distribuição (que atende aos bairros e surgiu da cooperativa de transportes Cooperpam. A prefeitura por meio da SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema da cidade, vai assumir as operações, mas pode fazer contratações emergenciais por até um ano (seis meses prorrogáveis por mais seis meses) de viações privadas</p>
<p><strong><em>A requisição de que trata o “caput” vigorará a partir da publicação deste decreto, pelo tempo estritamente necessário à transição operacional segura do serviço público e à completa estabilização da nova operação a ser implementada pela São Paulo Transporte S.A. – SPTrans ou por nova delegação emergencial, observado, contudo, o limite inicial de 6 (seis) meses, podendo ser prorrogada por iguais e sucessivos períodos por meio de ato motivado do Secretário Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, caso as condições de urgência e necessidade de estabilidade assim o exijam.</em></strong></p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/04/fim-da-transwolff-pcc-e-transporte-e-ataques-a-onibus-prefeitura-de-sao-paulo-decreta-caducidade-da-transwolff-que-vira-empresa-publica-diario-do-transporte-noticiou-entraves-pa/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/04/fim-da-transwolff-pcc-e-transporte-e-ataques-a-onibus-prefeitura-de-sao-paulo-decreta-caducidade-da-transwolff-que-vira-empresa-publica-diario-do-transporte-noticiou-entraves-pa/</a></p>
<p>A publicação oficial confirma reportagem desta quinta-feira (04) do <strong><em>Diário do Transporte, </em></strong>com base em nota da gestão do prefeito Ricardo Nunes, de que as operações se tornam uma espécie de “empresa pública”, a exemplo da CMTC (Companhia Municipal de Transportes Coletivos), guardadas as proporções e contextualizações, com a própria prefeitura, por meio da SPTrans (São Paulo Transporte), colocando os ônibus nas ruas.</p>
<p>A gestão Ricardo Nunes garantiu que não haverá prejuízos nos atendimentos aos passageiros e que fornecedores, funcionários e bancos continuarão recebendo normalmente.</p>
<p>A companhia foi alvo da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo, deflagrada em 09 de abril de 2024, que investiga suposta relação da empresa com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Desde então, estava em intervenção pela prefeitura.</p>
<p>Em janeiro de 2025, a gestão do prefeito Ricardo Nunes iniciou uma transferência de contratos para a Sancetur, companhia de ônibus que atua em mais de 20 cidades e é da poderosa família Chedid, do interior paulista. A onda de ataques contra 1,5 mil ônibus no Estado de São Paulo, em especial na capital paulista e cidades vizinhas, segundo policiais civis do Deic, tem como principal linha de investigação a transição de contratos. O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> revelou que no mesmo dia em que começaram os ataques, em 12 de junho de 2025, a prefeitura assinou um documento que viabilizava a transferência de contratos, que, depois de quase dois anos de tentativas, não ocorreu.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte </em></strong>também revelou que um dos motivos foi a complexa estrutura da Transwolff que na verdade se trata de mais de uma empresa dentro de uma, com diferentes núcleos e correntes. O organograma traçado na reportagem foi considerado nas investigações sobre a atuação de membros da Transwolff no crime organizado.</p>
<p><strong>O DECRETO:</strong></p>
<p>Segundo o decreto número 64.784, de 4 de dezembro de 2025, a prefeitura por meio da SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema da cidade, vai assumir as operações, mas pode fazer contratações emergenciais por até um ano (seis meses prorrogáveis por mais seis meses) de viações privadas</p>
<p><strong><em>A requisição de que trata o “caput” vigorará a partir da publicação deste decreto, pelo tempo estritamente necessário à transição operacional segura do serviço público e à completa estabilização da nova operação a ser implementada pela São Paulo Transporte S.A. – SPTrans ou por nova delegação emergencial, observado, contudo, o limite inicial de 6 (seis) meses, podendo ser prorrogada por iguais e sucessivos períodos por meio de ato motivado do Secretário Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, caso as condições de urgência e necessidade de estabilidade assim o exijam.</em></strong></p>
<p>O decreto número 64.784, de 4 de dezembro de 2025, que declara a caducidade da concessão de serviço público de transporte urbano “intramunicipal” de passageiros relativa aos Lotes de Distribuição D10 e D11(zona Sul, Transwolff Transportes e Turismo Ltda) traz os seguintes pontos principais:</p>
<p>&#8211; Os contratos SMT.GAB nº 48/2019 e nº 49/2019 da Transwolff ficam extintos a partir da publicação sexta-feira, 05 de dezembro de 2025.</p>
<p>&#8211; A gerenciadora de transportes da prefeitura SPTrans (São Paulo Transporte) foi autorizada pelo decreto a ocupar e utilizar, de forma precária e emergencial, todos os locais físicos, instalações, equipamentos, material rodante, veículos, peças e demais bens afetos ao serviço, bem como assumir a responsabilidade pelos funcionários;</p>
<p>&#8211; A SPTrans vai assumir todos os contratos de fornecimento, manutenção e prestação de serviços essenciais que forem indispensáveis à continuidade da operação dos Lotes D10 e D11, bem como está autorizada a celebrar novos contratos de caráter emergencial, provisório e transitório, com o fim exclusivo de promover a estabilização do sistema e a mitigação dos riscos decorrentes da caducidade;</p>
<p>&#8211; Possíveis indenizações pelo fim dos contratos serão discutidas com a prefeitura e serão adotadas por procedimentos administrativos próprios;</p>
<p>&#8211; A prefeitura garante aos proprietários dos bens requisitados, sejam eles terceiros ou a ex-concessionária, o pagamento de indenização posterior e justa em razão do uso temporário dos bens, caso comprovadamente haja dano ou prejuízo decorrente da utilização</p>
<p>&#8211; As indenizações serão focadas em bens e já descontariam multas e sanções contra a Transwolff (A indenização abrangerá apenas os bens reversíveis que tiverem sido amortizados, calculados segundo os critérios previstos no contrato de concessão, descontados os valores de multas e outros débitos apurados contra a concessionária, e o seu pagamento estará condicionado à conclusão definitiva do processo de apuração e liquidação, não impedindo as medidas imediatas de requisição e ocupação determinadas neste decreto);</p>
<p>&#8211; A prefeitura fica com a garagem na Rua Olívia Guedes Penteado nº 1.307/1.401; essencial para a garagem e manutenção dos veículos;</p>
<p>&#8211; A prefeitura fica com o imóvel particular de propriedade da Authentic Logística e Transporte Ltda., situado na Avenida Senador Teotônio Vilela, nº 8.200, cuja localização e infraestrutura são vitais para a cobertura operacional da zona sul do Município;</p>
<p>&#8211; A prefeitura fica com o imóvel particular situado na Rua Jaime Treiger, nº 150, também imprescindível para o estacionamento e a manutenção da frota operacional;</p>
<p>&#8211; A prefeitura fica todos os veículos particulares utilizados na frota dos Lotes D10 e D11, independentemente de sua situação registral, sejam eles de propriedade da ex-concessionária ou disponibilizados por meio de contratos de leasing, comodato ou outra modalidade de cessão. O mesmo ocorre com os bens móveis essenciais para o transporte da população;</p>
<p>&#8211; A prefeitura fica com o conjunto de instalações fixas, equipamentos de manutenção, máquinas, ferramentas, sistemas de informática e software de gestão de frota, sistemas de bilhetagem eletrônica, peças sobressalentes e estoque de insumos e combustíveis, bem como quaisquer outros itens e objetos contidos nos imóveis e veículos ;</p>
<p><strong>TRANSWOLFF NÃO ACEITA:</strong></p>
<p>O processo não deve ser fácil. A Transwolff, por meio de nota ao Diário do Transporte, falou em adoção de <em>“medidas legais cabíveis para restaurar os direitos flagrantemente violados no processo administrativo em andamento, observando-se o devido processo legal”.</em></p>
<p><strong><em><u>A Transwolff Transportes e Turismo Ltda informa que ainda não houve intimação formal da decisão administrativa de caducidade, nem de seus fundamentos.</u></em></strong></p>
<p><strong><em><u>Com o recebimento oficial do ato, serão adotadas as medidas legais cabíveis para restaurar os direitos flagrantemente violados no processo administrativo em andamento, observando-se o devido processo legal.</u></em></strong></p>
<p><strong><em><u>Transwolff Transportes e Turismo Ltda<br />
São Paulo, 4 de dezembro de 2025</u></em></strong></p>
<p><strong>ONDA DE ATAQUES A ÔNIBUS:</strong></p>
<p>Conforme apurou a reportagem, questões contratuais envolvendo empresas de ônibus investigadas por lavagem de dinheiro do crime organizado, em especial a Transwolff, são consideradas pela Polícia Civil de São Paulo a principal linha de investigação para explicar as motivações da maior parte das ocorrências na onda de ataques a pedradas e bolinhas de gude contra cerca de 1,5 mil ônibus entre junho e agosto de 2025, que deixou diversas pessoas feridas. Um documento revelado pelo repórter Adamo Bazani mostra que os ataques começaram em 12 de junho de 2025, mesmo dia em que prefeitura assinou despacho que viabilizava transferência de contratos destas empresas para outras viações: Da UpBus para a Alfa Rodobus e da Transwolff para a Sancetur.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/pcc-onda-de-ataques-a-onibus-transwolff-e-sancetur-depredacoes-em-massa-comecam-no-mesmo-dia-em-que-prefeitura-assina-despacho-que-viabiliza-transferencia-de-contratos-veja-documento/">https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/pcc-onda-de-ataques-a-onibus-transwolff-e-sancetur-depredacoes-em-massa-comecam-no-mesmo-dia-em-que-prefeitura-assina-despacho-que-viabiliza-transferencia-de-contratos-veja-documento/</a></p>
<p><strong>ORGANOGRAMA APURADO PELO DIÁRIO DO TRANSPORTE FOI DECISIVO:</strong></p>
<p>A transição, porém, não ocorreu.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou com exclusividade na terça-feira, 03 de dezembro de 2025, um dia antes do anúncio da prefeitura, um organograma da estrutura real da Transwolff que foi um dos principais entraves para a Sancetur assumir e a transição ocorrer de forma bem sucedida.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/</a></p>
<p>Assim, os entraves principais estavam na configuração da Transwolff, que, segundo as investigações mostram, se trata de “várias empresas em um nome”, formada por forças conflitantes e núcleos. Foi traçada pela reportagem <strong><em>do Diário do Transporte</em></strong>, assim, com base nas apurações das diferentes instituições que acompanham o caso, como MP, Polícias Civil e até dados da intervenção da SPTrans, uma espécie de organograma diante das constatações até o momento:</p>
<p>Entre os núcleos e grupos identificados, e que formam este organograma, estão:</p>
<p>&#8211; <strong>Direção e sócios</strong>, que se tornaram grandes empresários de transportes, surgindo nomes no organograma que estão entre as pessoas que foram presas em abril de 2024 na Operação Fim da Linha do MP (Ministério Público);</p>
<p><strong>&#8211; Donos de ônibus</strong> que integraram a Cooperpam (Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Transporte de São Paulo),que deu origem às operações da Transwolff no transporte urbano. Respondem pela maior parte da frota, com ônibus mídis (micrões) e micros. São quase 800 veículos dos cerca de 1,2 mil. Há uma divisão entre este grupo, com dissidências e alinhamentos diferentes</p>
<p><strong>&#8211; Funcionários contratados:</strong> são empregados por CLT (carteira assinada) que foram contratados após a transformação da cooperativa em empresa. São os que menos têm poder de atuação e influência no “travamento” da transição.</p>
<p>A prefeitura teve de lidar com essas correntes diferentes, algumas delas, inclusive, apontadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, como violentas.</p>
<p><strong>PREFEITURA DIZ QUE NINGUÉM SERÁ PREJUDICADO:</strong></p>
<p>Em nota, a prefeitura de São Paulo diz que assume integralmente a Transwolff e garante ainda que honrará compromissos com fornecedores para o atendimento dos 555 mil passageiros transportados nas 133 linhas</p>
<p><strong><em> Com isso, os contratos serão rompidos e a gestão e administração da empresa passam para a SPTrans. A operação dos ônibus segue mantida, sem qualquer prejuízo para a população. A Prefeitura manterá o emprego dos trabalhadores, assim como o pagamento de salários e benefícios, além de honrar o compromisso com os fornecedores. </em></strong></p>
<p><strong><em>A operação dos ônibus seguirá rigorosamente a mesma para os cerca de 555 mil passageiros das 133 linhas. Desde 9 de abril de 2024, a empresa estava sob intervenção por decisão judicial, após ação do Ministério Público.  </em></strong></p>
<p><strong><em>A substituição da Transwolff foi anunciada em janeiro de 2025 pela Prefeitura. Em julho de 2025, um Grupo de Trabalho foi criado para estudar a possibilidade da transferência dos direitos dos contratos de concessão para outra empresa. Por não cumprir obrigações e termos contratuais, a administração municipal decidiu decretar a caducidade dos contratos para dar continuidade à prestação de serviço da população, já que a empresa está impedida de operar.</em></strong></p>
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<p><strong>FIM DA TRANSWOLFF &#8211; PCC e Transporte e ataques a ônibus: Prefeitura de São Paulo decreta caducidade da Transwolff, que vira “empresa pública”. Diário do Transporte noticiou entraves para Sacentur assumir</strong></p>
<p><em>Gestão municipal assume serviço de transporte da empresa que foi investigada por suposta ligação com o PCC e mantém empregos e operação regular de todas as linhas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo informou na noite desta quinta-feira, 04 de dezembro de 2025, que publicará no Diário Oficial desta sexta-feira (5/12) o decreto que determina a caducidade dos contratos com a concessionária de ônibus Transwolff. Assim, por ora, a Sancetur, empresa que assumiria os serviços não vai atender às linhas que a operação se torna uma espécie de “empresa pública”.</p>
<p>Sobre a UPBus, a prefeitura ainda não informou sobre se a transição continua ou não.</p>
<p>A empresa foi alvo de uma operação em 2024 do Ministério Público que investigou suposto envolvimento da companhia com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Conforme apurou a reportagem, questões contratuais envolvendo empresas de ônibus investigadas por lavagem de dinheiro do crime organizado, em especial a Transwolff, são consideradas pela Polícia Civil de São Paulo a principal linha de investigação para explicar as motivações da maior parte das ocorrências na onda de ataques a pedradas e bolinhas de gude contra cerca de 1,5 mil ônibus entre junho e agosto de 2025, que deixou diversas pessoas feridas. Um documento revelado pelo repórter Adamo Bazani mostra que os ataques começaram em 12 de junho de 2025, mesmo dia em que prefeitura assinou despacho que viabiliza transferência de contratos destas empresas para outras viações: Da UpBus para a Alfa Rodobus e da Transwolff para a Sancetur.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/pcc-onda-de-ataques-a-onibus-transwolff-e-sancetur-depredacoes-em-massa-comecam-no-mesmo-dia-em-que-prefeitura-assina-despacho-que-viabiliza-transferencia-de-contratos-veja-documento/">https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/pcc-onda-de-ataques-a-onibus-transwolff-e-sancetur-depredacoes-em-massa-comecam-no-mesmo-dia-em-que-prefeitura-assina-despacho-que-viabiliza-transferencia-de-contratos-veja-documento/</a></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou nesta semana os entraves para outra empresa de ônibus, a Sacentur para assumir uma transição com anuência do poder público.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/</a></p>
<p>Em nota, a prefeitura de São Paulo diz que assume integralmente a Transwolff e garante ainda que honrará compromissos com fornecedores para o atendimento dos 555 mil passageiros transportados nas 133 linhas</p>
<p><strong><em> Com isso, os contratos serão rompidos e a gestão e administração da empresa passam para a SPTrans. A operação dos ônibus segue mantida, sem qualquer prejuízo para a população. A Prefeitura manterá o emprego dos trabalhadores, assim como o pagamento de salários e benefícios, além de honrar o compromisso com os fornecedores. </em></strong></p>
<p><strong><em>A operação dos ônibus seguirá rigorosamente a mesma para os cerca de 555 mil passageiros das 133 linhas. Desde 9 de abril de 2024, a empresa estava sob intervenção por decisão judicial, após ação do Ministério Público. </em></strong></p>
<p><strong><em>A substituição da Transwolff foi anunciada em janeiro de 2025 pela Prefeitura. Em julho de 2025, um Grupo de Trabalho foi criado para estudar a possibilidade da transferência dos direitos dos contratos de concessão para outra empresa. Por não cumprir obrigações e termos contratuais, a administração municipal decidiu decretar a caducidade dos contratos para dar continuidade à prestação de serviço da população, já que a empresa está impedida de operar.</em></strong></p>
<p>*Nota Oficial – Transwolff*</p>
<p>A Transwolff Transportes e Turismo Ltda informa que ainda não houve intimação formal da decisão administrativa de caducidade, nem de seus fundamentos.</p>
<p>Com o recebimento oficial do ato, serão adotadas as medidas legais cabíveis para restaurar os direitos flagrantemente violados no processo administrativo em andamento, observando-se o devido processo legal.</p>
<p>Transwolff Transportes e Turismo Ltda<br />
São Paulo, 4 de dezembro de 2025</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou com exclusividade na terça-feira, 03 de dezembro de 2025, um dia antes do anúncio da prefeitura, um organograma da estrutura real da Transwolff que foi um dos principais entraves para a Sancetur assumir e a transição ocorrer de forma bem sucedida.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/04/prefeitura-de-sao-paulo-decreta-caducidade-da-transwolff-que-vira-empresa-publica-diario-do-transporte-noticiou-entraves-para-sacentur-assumir/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/04/prefeitura-de-sao-paulo-decreta-caducidade-da-transwolff-que-vira-empresa-publica-diario-do-transporte-noticiou-entraves-para-sacentur-assumir/</a></p>
<p>Assim, os entraves principais estavam na configuração da Transwolff, que, segundo as investigações mostram, se trata de “várias empresas em um nome”, formada por forças conflitantes e núcleos. Foi traçada pela reportagem <strong><em>do Diário do Transporte</em></strong>, assim, com base nas apurações das diferentes instituições que acompanham o caso, como MP, Polícias Civil e até dados da intervenção da SPTrans, uma espécie de organograma diante das constatações até o momento:</p>
<p>Entre os núcleos e grupos identificados, e que formam este organograma, estão:</p>
<p>&#8211; <strong>Direção e sócios</strong>, que se tornaram grandes empresários de transportes, surgindo nomes no organograma que estão entre as pessoas que foram presas em abril de 2024 na Operação Fim da Linha do MP (Ministério Público);</p>
<p><strong>&#8211; Donos de ônibus</strong> que integraram a Cooperpam (Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Transporte de São Paulo),que deu origem às operações da Transwolff no transporte urbano. Respondem pela maior parte da frota, com ônibus mídis (micrões) e micros. São quase 800 veículos dos cerca de 1,2 mil. Há uma divisão entre este grupo, com dissidências e alinhamentos diferentes</p>
<p><strong>&#8211; Funcionários contratados:</strong> são empregados por CLT (carteira assinada) que foram contratados após a transformação da cooperativa em empresa. São os que menos têm poder de atuação e influência no “travamento” da transição.</p>
<p>A prefeitura teve de lidar com essas correntes diferentes, algumas delas, inclusive, apontadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, como violentas.</p>
<h1>VEJA A MATÉRIA DA SEMANA:</h1>
<h1>EXCLUSIVO: Após meses, ainda não foi concluído inquérito sobre ataques a ônibus. Transwollf: um organograma de “várias empresas em uma só”, o que empaca transição</h1>
<p><em>Companhia, juntamente com a UPBus, na zona Leste, foi alvo de operação do MP que apura suposto envolvimento de viações da capital paulista com a fação criminosa PCC</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Deic, departamento da Polícia Civil de São Paulo que investiga o crime organizado, por meio da SSP (Secretaria de Segurança Pública), confirmou ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> nesta terça-feira, 02 de dezembro de 2025, que, mesmo após meses do final da onda de ataques a ônibus no Estado, em especial na capital e Grande São Paulo, as investigações ainda prosseguem. O inquérito não foi concluído, seguindo, &#8220;em trâmite&#8221;.</p>
<p>Segundo a pasta, os ataques não mais ocorrem, mas o trabalho de identificação de possíveis envolvidos continua, com diligências ainda sendo realizadas. Ao menos, 20 pessoas foram detidas <strong>(mais abaixo, a reposta na íntegra)</strong></p>
<p>Entre junho e agosto deste ano de 2025, os transportes na capital paulista entraram em alerta e o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> foi o veículo de comunicação que escancarou a gravidade da situação repercutindo em diversos colegas de imprensa profissional: a maior parte das ações criminosas foi cometida com pedradas ou com bolinhas de ferro. Foram, em todo o Estado, mais de 1,5 mil ônibus atacados, diversas pessoas feridas.</p>
<p>O número de ocorrências começou a cair, após a prisão de um funcionário público do estado de São Paulo, que sozinho teria cometido quase 20 ações, em 22 de julho de 2025 e também com a presença de GCMs, guardas civis municipais, dentro dos ônibus da capital.</p>
<p>Apesar de o inquérito não ter sido concluído, os investigadores estão quase que integralmente convictos de que questões contratuais envolvendo empresas de ônibus que estão sendo retiradas da capital paulista sejam as principais motivações, muito embora também ocorreram ações isoladas.</p>
<p>Nesta terça-feira, 02 de dezembro de 2025, o <strong><em>Diário do Transporte </em></strong>mostrou que ainda permanece sem conclusão a transição de contratos da Transwolff e da UPBus, duas viações investigadas pelo Ministério Público de São Paulo por suposta ligação com a fação criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), para outras empresas. Isso frustra todos os anúncios e promessas da gestão do prefeito Ricardo Nunes.</p>
<p>A falta de transparência também é outra marca. Documentos que deveriam ser públicos são colocados como restritos e a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora dos ônibus da capital e que realiza intervenção nas duas empresas, não responde aos questionamentos do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> desde quinta-feira, 27 de novembro de 2025.</p>
<p>As apurações realizadas mostram que, apesar de a UPBus ter se manifestado judicialmente contra a intervenção e o fim dos contratos, os maiores problemas residem na Transwolff. Não por ser a maior frota, mais de 1,2 mil ônibus e 100 linhas, porque a Sancetur, da família Chedid, do interior paulista, foi selecionada pela prefeitura como em condições de assumir todas as operações no lugar da Transwolff.</p>
<p>Uma das questões principais está na configuração da Transwolff, que, segundo as investigações mostram, se trata de “várias empresas em um nome”, formada por forças conflitantes e núcleos. Foi traçada pela reportagem <strong><em>do Diário do Transporte</em></strong>, assim, com base nas apurações das diferentes instituições que acompanham o caso, como MP, Polícias Civil e até dados da intervenção da SPTrans, uma espécie de organograma diante das constatações até o momento:</p>
<p>Entre os núcleos e grupos identificados, e que formam este organograma, estão:</p>
<p>&#8211; <strong>Direção e sócios</strong>, que se tornaram grandes empresários de transportes, surgindo nomes no organograma que estão entre as pessoas que foram presas em abril de 2024 na Operação Fim da Linha do MP (Ministério Público);</p>
<p><strong>&#8211; Donos de ônibus</strong> que integraram a Cooperpam (Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Transporte de São Paulo),que deu origem às operações da Transwolff no transporte urbano. Respondem pela maior parte da frota, com ônibus mídis (micrões) e micros. São quase 800 veículos dos cerca de 1,2 mil. Há uma divisão entre este grupo, com dissidências e alinhamentos diferentes</p>
<p><strong>&#8211; Funcionários contratados:</strong> são empregados por CLT (carteira assinada) que foram contratados após a transformação da cooperativa em empresa. São os que menos têm poder de atuação e influência no “travamento” da transição.</p>
<p>A prefeitura tem de lidar com essas correntes diferentes, algumas delas, inclusive, apontadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, como violentas.</p>
<h2>RESPOSTA SSP:</h2>
<p><strong><em>O inquérito policial que apura os ataques a ônibus na capital segue em trâmite pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Nenhuma linha de investigação é descartada e diligências estão sendo realizadas para o completo esclarecimento dos fatos e conclusão do inquérito.</em></strong></p>
<p><strong><em>Vale destacar que o trabalho integrado das forças de segurança para coibir os atos de vandalismo resultou na prisão de mais de 20 infratores. Até o momento, não foram registrados outros casos semelhantes. As polícias seguem monitorando a situação.</em></strong></p>
<h1>PCC no Transporte: Com anúncios descumpridos, transição entre Transwolff e Sancetur e UPBus e Alfa é apontada como motivo de ataques e segue sem transparência</h1>
<p><div id="attachment_489171" style="width: 994px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-489171" class="size-full wp-image-489171" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-02-at-06.01.56.jpeg?resize=984%2C739&#038;ssl=1" alt="" width="984" height="739" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-02-at-06.01.56.jpeg?w=984&amp;ssl=1 984w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-02-at-06.01.56.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-02-at-06.01.56.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-02-at-06.01.56.jpeg?resize=768%2C577&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-02-at-06.01.56.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 984px) 100vw, 984px" /><p id="caption-attachment-489171" class="wp-caption-text">Onda de ataques teria sido motivada por contratos, segundo Polícia Civil</p></div></p>
<p><em>Não há movimentações desde setembro nos processos da prefeitura e os documentos não são acessíveis à população. </em><em><strong>Diário do Transporte </strong></em><em>questiona desde quinta-feira, sem respostas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O assunto já é considerado, nos bastidores, um dos grandes tabus na área de mobilidade da gestão do prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes.</p>
<p>Com anúncios e promessas sem cumprimento, ocorre sem transparência e gerando dúvidas e especulações a transição dos contratos de empresas de ônibus que foram alvos em abril de 2024 de uma operação do Ministério Público de São Paulo sobre o envolvimento com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Os contratos da Transwolff, na zona Sul, foram anunciados para serem transferidos para a Sancetur, empresa da família Chedid, forte em transportes do interior paulista, e da UPBus, na zona Leste, para a Alfa Rodobus, ex-cooperativa de transportes que já opera na capital. Tanto Transwolff como UPBus também surgiram de cooperativas. Há suspeitas de interferência do crime organizado para os processos não irem para a frente e não há atualização desde 17 de setembro de 2025 na página oficial de acompanhamento da prefeitura. Documentos públicos são colocados como restritos, especulações e dúvidas são comuns. Desde quinta-feira da semana passada, 27 de novembro de 2025, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> questiona a administração Nunes e insiste na resposta, mas ainda sem retorno até esta terça-feira, 02 de dezembro de 2025.</p>
<p>A reportagem apurou que a não resposta é porque, apesar de os discursos oficiais, muito pouco avançou a transição em comparação com o esperado, em especial no caso da Transwolff.</p>
<p><strong>ONDA DE ATAQUES:</strong></p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a principal linha de investigação da Polícia Civil de São Paulo mostrou que esta transição, em especial no caso da Transwolff, foi o principal motivador para onda de ataques a pedradas contra ônibus na Grande São Paulo, que resultou em quase 1,5 mil coletivos depredados e diversas de pessoas feridas.</p>
<p>Foi um documento revelado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> que tornou a principal linha de investigação a transferência do despacho do secretário de transportes da cidade de São Paulo, Celso Caldeira, criando um grupo de trabalho para viabilizar a transferência de linhas de ônibus da zona Leste, da UPBus para a Alfa Rodobus, e principalmente da zona Sul, da Transwolff para a Sancetur. UPBus e Transwolff foram alvos, em abril de 2024, de uma operação do Ministério Público contra o crime organizado.</p>
<p>Para a polícia, a data da publicação desse despacho, em 12 de junho de 2025, é considerado o início da onda de ataques. As demais hipóteses, como jogos pela internet, de desafio online ou problemas localizados, foram descartados como as principais causas, assim como disputas no sindicato dos trabalhadores.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/08/30/policia-diz-que-onda-de-ataques-a-onibus-terminou-e-a-apuracao-do-diario-do-transporte-e-confirmada/">https://diariodotransporte.com.br/2025/08/30/policia-diz-que-onda-de-ataques-a-onibus-terminou-e-a-apuracao-do-diario-do-transporte-e-confirmada/</a></p>
<p><strong>PROMESSAS E ANÚNCIOS SEM CUMPRIMENTO:</strong></p>
<p>Até agora, apesar de as respostas oficiais por nota informarem que a transição segue conforme o previsto, não é isso que ocorre quando pessoalmente as autoridades são questionadas sobre o assunto.</p>
<p>Há descumprimentos de prazos e anúncios.</p>
<p>Em 03 de abril de 2025, o Secretário de Mobilidade, Celso Jorge Caldeira, em resposta ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, durante a entrega de 115 ônibus elétricos que em aproximadamente 90 dias, deveria estar concluída a transição das linhas, atualmente operadas pela UPBus, para a Alfa RodoBus, e das linhas operadas pela Transwolff para a Sancetur.</p>
<p>O prazo anunciado acabaria, portanto, em 03 de julho de 2025.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/04/03/entrevista-transicao-da-transwolff-para-sancetur-e-da-upbus-para-alfa-rodobus-sera-concluida-em-90-dias-diz-secretario-celso-caldeira/">https://diariodotransporte.com.br/2025/04/03/entrevista-transicao-da-transwolff-para-sancetur-e-da-upbus-para-alfa-rodobus-sera-concluida-em-90-dias-diz-secretario-celso-caldeira/</a></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> voltou a questionar. Em resposta ao jornalista Adamo Bazani, do <strong>Diário do Transporte</strong>, na manhã de uma quarta-feira, 23 de julho de 2025, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, disse que Transwolff e UPBus iriam “desaparecer” (termo utilizado pelo próprio gestor) da cidade de São Paulo em 60 dias</p>
<p>Em setembro de 2025, portanto, não deveria mais haver ônibus com as marcas Transwolff e UPBus rodando, mas os veículos seguem normalmente nas ruas.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/08/30/policia-diz-que-onda-de-ataques-a-onibus-terminou-e-a-apuracao-do-diario-do-transporte-e-confirmada/">https://diariodotransporte.com.br/2025/08/30/policia-diz-que-onda-de-ataques-a-onibus-terminou-e-a-apuracao-do-diario-do-transporte-e-confirmada/</a></p>
<p>No mesmo dia, ainda em resposta ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Nunes questionou as declarações desta terça-feira (22) do diretor do Deic (Departamento de Investigações Criminais), Ronaldo Sayeg, que descartou os jogos de desafios pela internet como uma das causas das depredações, assim como reduziu a possibilidade de os casos estarem relacionados com disputas internas no sindicato de motoristas. Segundo Nunes, na ocasião, não havia problemas de contratos na cidade de São Paulo e já está decidido que ambas as empresas investigadas não vão mais operar.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-489167" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/20251202_060856_0000.png?resize=900%2C400&#038;ssl=1" alt="" width="900" height="400" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/20251202_060856_0000.png?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/20251202_060856_0000.png?resize=300%2C133&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/20251202_060856_0000.png?resize=150%2C67&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/20251202_060856_0000.png?resize=768%2C341&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/20251202_060856_0000.png?resize=400%2C178&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<h3>INVESTIGAÇÕES PROSSEGUEM, DIZ SSP</h3>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> também procurou a SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Estado de São Paulo que, diferentemente da SPTrans e da Prefeitura de São Paulo, respondeu.</p>
<p>Segundo a pasta, ainda são realizadas investigações e prossegue o trabalho de identificação de possíveis envolvidos nos ataques.</p>
<p><strong><em>O inquérito policial que apura os ataques a ônibus na capital segue em trâmite pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Nenhuma linha de investigação é descartada e diligências estão sendo realizadas para o completo esclarecimento dos fatos e conclusão do inquérito.</em></strong></p>
<p><strong><em>Vale destacar que o trabalho integrado das forças de segurança para coibir os atos de vandalismo resultou na prisão de mais de 20 infratores. Até o momento, não foram registrados outros casos semelhantes. As polícias seguem monitorando a situação.</em></strong></p>
<h1 style="text-align: center;">HISTÓRICO E CONTEXTO (para consulta)</h1>
<h2 style="text-align: center;"><em><strong>POR ADAMO BAZANI</strong></em></h2>
<blockquote>
<h2>RESUMO:</h2>
<p>Justamente com a UPBus (na zona Leste), a Transwolff (zona Sul) foi em 09 de abril de 2025, alvo da Operação Fim da Linha, do Ministério Público, que apontou que integrantes das duas companhias lavavam dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital) &#8211;  crime organizado &#8211; e tiveram envolvimento em homicídios e tráfico de drogas e de armas. No mesmo dia, foi decretada a intervenção da prefeitura nas empresas por meio da gerenciadora pública de transportes (SPTrans – São Paulo Transporte). Após alegar que a equipe de intervenção e uma verificadora externa (Ernst &amp; Young) constaram a incapacidade de a UPBus e a Transwolff permanecerem no sistema, no fim de janeiro de 2025, o prefeito Ricardo Nunes anunciou a transferência dos contratos das duas empresas para outras viações. Da Transwolff para a Sancetur, da família Chedid, do interior paulista; e da UPBus para a Alfa Rodobus, que surgiu de cooperativa de transportes e já atua na capital paulista. Em 12 de junho de 2025, a prefeitura de São Paulo publicou documento oficial que viabilizaria a transferência definitiva, mesmo dia em que começaram os ataques em massa contra ônibus, com 1,5 mil coletivos danificados e dezenas de pessoas feridas, sendo a principal linha de investigação da Polícia Civil. Em 04 de dezembro de 2025, a prefeitura anunciou a extinção dos contratos da Transwolff, um dia depois de o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> revelar que estava empacada a transição dos contratos da Transwolff para a Sancetur, que assumiria as 133 linhas na zona Sul de São Paulo, e que um organograma traçou a real estrutura da companhia, formada por forças conflitantes e vário núcleos, identificado durante as apurações sobre a onda de ataques a ônibus no Estado, que entre junho e agosto resultou em mais de 1,5 mil coletivos e diversas pessoas feridas.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/</a></p>
<h1><strong>05 DE DEZEMBRO DE 2025: Saída definitiva da Transwolff e PCC no transporte: Como adiantou Diário do Transporte, gestão Nunes publicou decreto de caducidade nesta sexta (05)</strong></h1>
<p><em>Apurações da reportagem sobre organograma de “várias empresas em uma só” a respeito da Transwolff com entrave para a Sancetur foram levadas em conta pelas autoridades. Principal linha de investigação da Polícia Civil liga onda de ataques a transição de contratos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Alexandre Pelegi e Arthur Ferrari</em></strong></p>
<p>Como adiantou ontem em primeira mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a prefeitura de São Paulo publicou de forma oficial nesta sexta-feira, 05 de dezembro de 2025, a caducidade (o fim) dos contratos com a empresa de ônibus Transwolff, que opera na zona Sul de São Paulo 133 linhas e atende a cerca de 555 mil passageiros por dia. É a terceira maior frota da cidade, com 1.206 coletivos, e a maior companhia do subsistema local de distribuição (que atende aos bairros e surgiu da cooperativa de transportes Cooperpam.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/04/fim-da-transwolff-pcc-e-transporte-e-ataques-a-onibus-prefeitura-de-sao-paulo-decreta-caducidade-da-transwolff-que-vira-empresa-publica-diario-do-transporte-noticiou-entraves-pa/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/04/fim-da-transwolff-pcc-e-transporte-e-ataques-a-onibus-prefeitura-de-sao-paulo-decreta-caducidade-da-transwolff-que-vira-empresa-publica-diario-do-transporte-noticiou-entraves-pa/</a></p>
<p>A publicação oficial confirma reportagem desta quinta-feira (04) do <strong><em>Diário do Transporte, </em></strong>com base em nota da gestão do prefeito Ricardo Nunes, de que as operações se tornam uma espécie de “empresa pública”, a exemplo da CMTC (Companhia Municipal de Transportes Coletivos), guardadas as proporções e contextualizações, com a própria prefeitura, por meio da SPTrans (São Paulo Transporte), colocando os ônibus nas ruas.</p>
<p>A gestão Ricardo Nunes garantiu que não haverá prejuízos nos atendimentos aos passageiros e que fornecedores, funcionários e bancos continuarão recebendo normalmente.</p>
<p>A companhia foi alvo da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo, deflagrada em 09 de abril de 2024, que investiga suposta relação da empresa com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Desde então, estava em intervenção pela prefeitura.</p>
<p>Em janeiro de 2025, a gestão do prefeito Ricardo Nunes iniciou uma transferência de contratos para a Sancetur, companhia de ônibus que atua em mais de 20 cidades e é da poderosa família Chedid, do interior paulista.</p>
<p><strong>ONDA DE ATAQUES A ÔNIBUS:</strong></p>
<p>Conforme apurou a reportagem, questões contratuais envolvendo empresas de ônibus investigadas por lavagem de dinheiro do crime organizado, em especial a Transwolff, são consideradas pela Polícia Civil de São Paulo a principal linha de investigação para explicar as motivações da maior parte das ocorrências na onda de ataques a pedradas e bolinhas de gude contra cerca de 1,5 mil ônibus entre junho e agosto de 2025, que deixou diversas pessoas feridas. Um documento revelado pelo repórter Adamo Bazani mostra que os ataques começaram em 12 de junho de 2025, mesmo dia em que prefeitura assinou despacho que viabilizava transferência de contratos destas empresas para outras viações: Da UpBus para a Alfa Rodobus e da Transwolff para a Sancetur.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/pcc-onda-de-ataques-a-onibus-transwolff-e-sancetur-depredacoes-em-massa-comecam-no-mesmo-dia-em-que-prefeitura-assina-despacho-que-viabiliza-transferencia-de-contratos-veja-documento/">https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/pcc-onda-de-ataques-a-onibus-transwolff-e-sancetur-depredacoes-em-massa-comecam-no-mesmo-dia-em-que-prefeitura-assina-despacho-que-viabiliza-transferencia-de-contratos-veja-documento/</a></p>
<p><strong>ORGANOGRMA APURADO PELO DIÁRIO DO TRANSPORTE FOI DECISIVO:</strong></p>
<p>A transição, porém, não ocorreu.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou com exclusividade na terça-feira, 03 de dezembro de 2025, um dia antes do anúncio da prefeitura, um organograma da estrutura real da Transwolff que foi um dos principais entraves para a Sancetur assumir e a transição ocorrer de forma bem sucedida.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/</a></p>
<p>Assim, os entraves principais estavam na configuração da Transwolff, que, segundo as investigações mostram, se trata de “várias empresas em um nome”, formada por forças conflitantes e núcleos. Foi traçada pela reportagem <strong><em>do Diário do Transporte</em></strong>, assim, com base nas apurações das diferentes instituições que acompanham o caso, como MP, Polícias Civil e até dados da intervenção da SPTrans, uma espécie de organograma diante das constatações até o momento:</p>
<p>Entre os núcleos e grupos identificados, e que formam este organograma, estão:</p>
<p>&#8211; <strong>Direção e sócios</strong>, que se tornaram grandes empresários de transportes, surgindo nomes no organograma que estão entre as pessoas que foram presas em abril de 2024 na Operação Fim da Linha do MP (Ministério Público);</p>
<p><strong>&#8211; Donos de ônibus</strong> que integraram a Cooperpam (Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Transporte de São Paulo),que deu origem às operações da Transwolff no transporte urbano. Respondem pela maior parte da frota, com ônibus mídis (micrões) e micros. São quase 800 veículos dos cerca de 1,2 mil. Há uma divisão entre este grupo, com dissidências e alinhamentos diferentes</p>
<p><strong>&#8211; Funcionários contratados:</strong> são empregados por CLT (carteira assinada) que foram contratados após a transformação da cooperativa em empresa. São os que menos têm poder de atuação e influência no “travamento” da transição.</p>
<p>A prefeitura teve de lidar com essas correntes diferentes, algumas delas, inclusive, apontadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, como violentas.</p>
<p><strong>O DECRETO:</strong></p>
<p>Segundo o decreto número 64.784, de 4 de dezembro de 2025, a prefeitura por meio da SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema da cidade, vai assumir as operações, mas pode fazer contratações emergenciais por até um ano (seis meses prorrogáveis por mais seis meses) de viações privadas</p>
<p><strong><em>A requisição de que trata o “caput” vigorará a partir da publicação deste decreto, pelo tempo estritamente necessário à transição operacional segura do serviço público e à completa estabilização da nova operação a ser implementada pela São Paulo Transporte S.A. – SPTrans ou por nova delegação emergencial, observado, contudo, o limite inicial de 6 (seis) meses, podendo ser prorrogada por iguais e sucessivos períodos por meio de ato motivado do Secretário Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, caso as condições de urgência e necessidade de estabilidade assim o exijam.</em></strong></p>
<p>O decreto número 64.784, de 4 de dezembro de 2025, que declara a caducidade da concessão de serviço público de transporte urbano “intramunicipal” de passageiros relativa aos Lotes de Distribuição D10 e D11(zona Sul, Transwolff Transportes e Turismo Ltda) traz os seguintes pontos principais:</p>
<p>&#8211; Os contratos SMT.GAB nº 48/2019 e nº 49/2019 da Transwolff ficam extintos a partir da publicação sexta-feira, 05 de dezembro de 2025.</p>
<p>&#8211; A gerenciadora de transportes da prefeitura SPTrans (São Paulo Transporte) foi autorizada pelo decreto a ocupar e utilizar, de forma precária e emergencial, todos os locais físicos, instalações, equipamentos, material rodante, veículos, peças e demais bens afetos ao serviço, bem como assumir a responsabilidade pelos funcionários;</p>
<p>&#8211; A SPTrans vai assumir todos os contratos de fornecimento, manutenção e prestação de serviços essenciais que forem indispensáveis à continuidade da operação dos Lotes D10 e D11, bem como está autorizada a celebrar novos contratos de caráter emergencial, provisório e transitório, com o fim exclusivo de promover a estabilização do sistema e a mitigação dos riscos decorrentes da caducidade;</p>
<p>&#8211; Possíveis indenizações pelo fim dos contratos serão discutidas com a prefeitura e serão adotadas por procedimentos administrativos próprios;</p>
<p>&#8211; A prefeitura garante aos proprietários dos bens requisitados, sejam eles terceiros ou a ex-concessionária, o pagamento de indenização posterior e justa em razão do uso temporário dos bens, caso comprovadamente haja dano ou prejuízo decorrente da utilização</p>
<p>&#8211; As indenizações serão focadas em bens e já descontariam multas e sanções contra a Transwolff (A indenização abrangerá apenas os bens reversíveis que tiverem sido amortizados, calculados segundo os critérios previstos no contrato de concessão, descontados os valores de multas e outros débitos apurados contra a concessionária, e o seu pagamento estará condicionado à conclusão definitiva do processo de apuração e liquidação, não impedindo as medidas imediatas de requisição e ocupação determinadas neste decreto);</p>
<p>&#8211; A prefeitura fica com a garagem na Rua Olívia Guedes Penteado nº 1.307/1.401; essencial para a garagem e manutenção dos veículos;</p>
<p>&#8211; A prefeitura fica com o imóvel particular de propriedade da Authentic Logística e Transporte Ltda., situado na Avenida Senador Teotônio Vilela, nº 8.200, cuja localização e infraestrutura são vitais para a cobertura operacional da zona sul do Município;</p>
<p>&#8211; A prefeitura fica com o imóvel particular situado na Rua Jaime Treiger, nº 150, também imprescindível para o estacionamento e a manutenção da frota operacional;</p>
<p>&#8211; A prefeitura fica todos os veículos particulares utilizados na frota dos Lotes D10 e D11, independentemente de sua situação registral, sejam eles de propriedade da ex-concessionária ou disponibilizados por meio de contratos de leasing, comodato ou outra modalidade de cessão. O mesmo ocorre com os bens móveis essenciais para o transporte da população;</p>
<p>&#8211; A prefeitura fica com o conjunto de instalações fixas, equipamentos de manutenção, máquinas, ferramentas, sistemas de informática e software de gestão de frota, sistemas de bilhetagem eletrônica, peças sobressalentes e estoque de insumos e combustíveis, bem como quaisquer outros itens e objetos contidos nos imóveis e veículos ;</p>
<p><strong>TRANSWOLFF NÃO ACEITA:</strong></p>
<p>O processo não deve ser fácil. A Transwolff, por meio de nota ao Diário do Transporte, falou em adoção de <em>“medidas legais cabíveis para restaurar os direitos flagrantemente violados no processo administrativo em andamento, observando-se o devido processo legal”.</em></p>
<p><strong><em><u>A Transwolff Transportes e Turismo Ltda informa que ainda não houve intimação formal da decisão administrativa de caducidade, nem de seus fundamentos.</u></em></strong></p>
<p><strong><em><u>Com o recebimento oficial do ato, serão adotadas as medidas legais cabíveis para restaurar os direitos flagrantemente violados no processo administrativo em andamento, observando-se o devido processo legal.</u></em></strong></p>
<p><strong><em><u>Transwolff Transportes e Turismo Ltda<br />
São Paulo, 4 de dezembro de 2025</u></em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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<h1><strong>04 DE DEZEMBRO DE 2025 CADACUDIDADE DOS CONTRATOS DA TRANSWOLFF</strong></h1>
<p>A Prefeitura de São Paulo informou na noite de quinta-feira, 04 de dezembro de 2025, a publicação no Diário Oficial de sexta-feira (5/12) o decreto que determina a caducidade dos contratos com a concessionária de ônibus Transwolff. Assim, a Sancetur, empresa que assumiria os serviços não vai atender às linhas que a operação se torna uma espécie de “empresa pública”.</p>
<p>A empresa foi alvo de uma operação em 2024 do Ministério Público que investigou suposto envolvimento da companhia com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Conforme apurou a reportagem, questões contratuais envolvendo empresas de ônibus investigadas por lavagem de dinheiro do crime organizado, em especial a Transwolff, são consideradas pela Polícia Civil de São Paulo a principal linha de investigação para explicar as motivações da maior parte das ocorrências na onda de ataques a pedradas e bolinhas de gude contra cerca de 1,5 mil ônibus entre junho e agosto de 2025, que deixou diversas pessoas feridas. Um documento revelado pelo repórter Adamo Bazani mostra que os ataques começaram em 12 de junho de 2025, mesmo dia em que prefeitura assinou despacho que viabiliza transferência de contratos destas empresas para outras viações: Da UpBus para a Alfa Rodobus e da Transwolff para a Sancetur.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/pcc-onda-de-ataques-a-onibus-transwolff-e-sancetur-depredacoes-em-massa-comecam-no-mesmo-dia-em-que-prefeitura-assina-despacho-que-viabiliza-transferencia-de-contratos-veja-documento/">https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/pcc-onda-de-ataques-a-onibus-transwolff-e-sancetur-depredacoes-em-massa-comecam-no-mesmo-dia-em-que-prefeitura-assina-despacho-que-viabiliza-transferencia-de-contratos-veja-documento/</a></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou nesta semana os entraves para outra empresa de ônibus, a Sacentur para assumir uma transição com anuência do poder público.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/</a></p>
<p>Em nota, a prefeitura de São Paulo disse que assumiria integralmente a Transwolff e garante ainda que honraria compromissos com fornecedores para o atendimento dos 555 mil passageiros transportados nas 133 linhas</p>
<p><strong><em> Com isso, os contratos serão rompidos e a gestão e administração da empresa passam para a SPTrans. A operação dos ônibus segue mantida, sem qualquer prejuízo para a população. A Prefeitura manterá o emprego dos trabalhadores, assim como o pagamento de salários e benefícios, além de honrar o compromisso com os fornecedores. </em></strong></p>
<p><strong><em>A operação dos ônibus seguirá rigorosamente a mesma para os cerca de 555 mil passageiros das 133 linhas. Desde 9 de abril de 2024, a empresa estava sob intervenção por decisão judicial, após ação do Ministério Público. </em></strong></p>
<p><strong><em>A substituição da Transwolff foi anunciada em janeiro de 2025 pela Prefeitura. Em julho de 2025, um Grupo de Trabalho foi criado para estudar a possibilidade da transferência dos direitos dos contratos de concessão para outra empresa. Por não cumprir obrigações e termos contratuais, a administração municipal decidiu decretar a caducidade dos contratos para dar continuidade à prestação de serviço da população, já que a empresa está impedida de operar.</em></strong></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou com exclusividade na terça-feira, 03 de dezembro de 2025, um dia antes do anúncio da prefeitura, um organograma da estrutura real da Transwolff que foi um dos principais entraves para a Sancetur assumir e a transição ocorrer de forma bem sucedida.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/04/prefeitura-de-sao-paulo-decreta-caducidade-da-transwolff-que-vira-empresa-publica-diario-do-transporte-noticiou-entraves-para-sacentur-assumir/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/04/prefeitura-de-sao-paulo-decreta-caducidade-da-transwolff-que-vira-empresa-publica-diario-do-transporte-noticiou-entraves-para-sacentur-assumir/</a></p>
<p>Assim, os entraves principais estavam na configuração da Transwolff, que, segundo as investigações mostram, se trata de “várias empresas em um nome”, formada por forças conflitantes e núcleos. Foi traçada pela reportagem <strong><em>do Diário do Transporte</em></strong>, assim, com base nas apurações das diferentes instituições que acompanham o caso, como MP, Polícias Civil e até dados da intervenção da SPTrans, uma espécie de organograma diante das constatações até o momento:</p>
<p>Entre os núcleos e grupos identificados, e que formam este organograma, estão:</p>
<p>&#8211; <strong>Direção e sócios</strong>, que se tornaram grandes empresários de transportes, surgindo nomes no organograma que estão entre as pessoas que foram presas em abril de 2024 na Operação Fim da Linha do MP (Ministério Público);</p>
<p><strong>&#8211; Donos de ônibus</strong> que integraram a Cooperpam (Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Transporte de São Paulo),que deu origem às operações da Transwolff no transporte urbano. Respondem pela maior parte da frota, com ônibus mídis (micrões) e micros. São quase 800 veículos dos cerca de 1,2 mil. Há uma divisão entre este grupo, com dissidências e alinhamentos diferentes</p>
<p><strong>&#8211; Funcionários contratados:</strong> são empregados por CLT (carteira assinada) que foram contratados após a transformação da cooperativa em empresa. São os que menos têm poder de atuação e influência no “travamento” da transição.</p>
<p>A prefeitura teve de lidar com essas correntes diferentes, algumas delas, inclusive, apontadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, como violentas.</p></blockquote>
<h1 style="text-align: center;">MATÉRIA DA SEMANA DA DECISÃO:</h1>
<h1>PCC, Onda de Ataques a Ônibus, Transwolff e Sancetur: depredações em massa começam no mesmo dia em que prefeitura assina despacho que viabiliza transferência de contratos – VEJA DOCUMENTO</h1>
<p>Matéria original em: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/pcc-onda-de-ataques-a-onibus-transwolff-e-sancetur-depredacoes-em-massa-comecam-no-mesmo-dia-em-que-prefeitura-assina-despacho-que-viabiliza-transferencia-de-contratos-veja-documento/">https://diariodotransporte.com.br/2025/07/12/pcc-onda-de-ataques-a-onibus-transwolff-e-sancetur-depredacoes-em-massa-comecam-no-mesmo-dia-em-que-prefeitura-assina-despacho-que-viabiliza-transferencia-de-contratos-veja-documento/</a></p>
<p><em>Direção da Transwolff é investigada por suposta ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital). Polícia Civil vai apurar, mas ocorrências onde não há nenhuma relação com as duas empresas ainda colocam em dúvida se esta seria uma das motivações. Pode ser também, segundo uma das linhas de apuração, um recado do crime organizado de demonstração de força com a seguinte mensagem: não mexa com nossos interesses locais que o Estado todo pode pagar. Prazo para o estabelecimento dos processos administrativo ainda vai vencer, em</em><em><strong> *12 de julho de 2025*</strong></em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Yuri Sena</em></strong></p>
<blockquote><p><strong>&#8211; 12 de junho de 2025, às 19h32</strong> – O secretário Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte da capital paulista, Celso Jorge Caldeira, assina despacho dando prosseguimento à transferência do contrato da Transwolff, empresa que opera na zona Sul, para a Sancetur, companhia da família Chedid, que atua em parte do interior e do litoral de São Paulo.</p>
<p><strong>&#8211; Horas depois, no mesmo dia 12 de junho de 2025 &#8211; </strong>Começava uma onda de ataques a ônibus jamais vista em todo o Estado de São Paulo e na América Latina, que foi responsável já por mais de 600 coletivos depredados, quase 350 destes somente na capital.</p></blockquote>
<p>A Transwolff é a terceira maior frota da cidade: 1.206 ônibus, opera em 133 linhas e transporta 590 mil passageiros por dia. Juntamente com a UPBus, na zona Leste, a Transwolff foi alvo em 09 de abril de 2024, da Operação Fim da Linha, do Ministério Público do Estado de São Paulo que investiga uma suposta ligação entre diretores destas companhias de transportes com a fação criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).</p>
<p>Desde então, ambas empresas passaram a ser alvos de uma intervenção da SPTrans (São Paulo Transporte) e, após verificações por uma consultoria externa de técnicos do poder público, no dia 28 de fevereiro de 2025, o prefeito Ricardo Nunes anunciou que não manteria mais a Transwolff e a Upbus no sistema de transportes da cidade e que, a partir de 15 de março de 2025, iniciaria o processo de substituição de viações.</p>
<p>Levantamentos de fontes diferentes, um da SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora das linhas municipais de São Paulo, e outro do SPUrbanuss, sindicato das empresas de transportes da cidade, os quais o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> teve acesso mostram que, até 12 de junho de 2025, a média de depredações a ônibus não passava de cinco casos por dia. Mas na noite de 12 de junho de 2025, o número de casos explodiu para cerca de 40, ou seja, no mesmo dia em que o secretário de transportes assinou o despacho, começou a ocorrer a explosão de casos.</p>
<p>A Polícia Civil vai passar a investigar se há ligação entre os fatos.</p>
<p>O documento, pelo qual, o secretário Celso Caldeira diz: <em><strong>“determino o prosseguimento do feito para as providências necessárias à transferência dos Contratos”</strong></em>, foi publicado em Diário Oficial no dia 13 de junho de 2025, mas já no dia 12 de junho de 2025 poderia ser consultado na página de processos da Prefeitura, por qualquer cidadão, bastando apenas clicar em “Visualizar”</p>
<h3>O<em><strong> Diário do Transporte</strong></em> no dia 14 de junho de 2025 publicou a notícia sobre o despacho que determinou a instauração de um Grupo de Trabalho, que deve contar com a participação da SPTrans e das empresas interessadas: a Transwolff e a Sancetur. Este grupo deveria em 30 dias a partir da publicação definir as regras finais desta transição. Ou seja, o prazo para o estabelecimento dos processos administrativo ainda vai vencer, em 12 de julho de 2025.</h3>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/06/14/transwolff-prefeitura-de-sao-paulo-avanca-em-processo-de-transferencia-da-concessao-para-a-sancetur-com-nova-previsao-30-dias-direcao-da-empresa-e-suspeita-de-ligacao-com-o-pcc/">https://diariodotransporte.com.br/2025/06/14/transwolff-prefeitura-de-sao-paulo-avanca-em-processo-de-transferencia-da-concessao-para-a-sancetur-com-nova-previsao-30-dias-direcao-da-empresa-e-suspeita-de-ligacao-com-o-pcc/</a></p>
<p>A Polícia Civil de São Paulo investiga se há alguma relação entre os fatos, mas ocorrências onde não há nenhuma relação com as duas empresas ainda colocam em dúvida se esta seria uma das motivações. O ABC Paulista, por exemplo, é um dos principais palcos dos ataques e não têm ligação direta com esta transferência.</p>
<p>Os policiais não descartam que esta sim pode ser uma das motivações entre várias, já que, regionalmente, oportunistas podem ter aproveitado o início da “onda” para fazer os seus acertos locais. Ou pior; um recado do crime organizado de demonstração de força com a seguinte mensagem: não mexa com nossos interesses locais que o Estado todo pode pagar.</p>
<p><em>A apuração sobre a o documento, a Transwolff, Sancetur, PCC e a possível ligação com os ataques, entre as linhas de investigação foi feita entre os repórteres Adamo Bazani, do Diário do Transporte, e Filipe Peixoto, do Jornal da BAND.</em></p>
<p><strong>RESPOSTA TRANSWOLFF</strong></p>
<p>Em nota, ao Diário do Transporte, a Transwolf diz que não há possui ligação com atividades ilícitas e que o processo de intervenção na operação da empresa continua em trâmite junto à Secretaria Municipal de Transportes e ao Poder Judiciário.</p>
<p><em>NOTA DE ESCLARECIMENTO</em></p>
<p><em>A Transwolff Transportes e Turismo Ltda. esclarece que não há qualquer fundamento nas alegações de suposta relação da empresa ou de seus representantes com atividades ilícitas. A empresa repudia veementemente qualquer tentativa de associação com organizações criminosas.</em></p>
<p><em>A Transwolff permanece se defendendo nas esferas adequadas, prestando todos os esclarecimentos necessários às autoridades competentes. O processo de intervenção na operação da empresa continua em trâmite junto à Secretaria Municipal de Transportes e ao Poder Judiciário.</em></p>
<p><em>A empresa segue comprometida com a transparência e com a regularidade de suas atividades, em respeito à população e aos seus colaboradores.</em></p>
<p><em>Transwolff Transportes e Turismo Ltda.</em><br />
<em>São Paulo, 10 de julho de 2025</em></p>
<p><strong>VEJA OS DOCUMENTOS</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-464624" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33c3bf75-0c52-4e10-8187-db09e43cefbb.jpg?resize=1154%2C1600&#038;ssl=1" alt="" width="1154" height="1600" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33c3bf75-0c52-4e10-8187-db09e43cefbb.jpg?w=1154&amp;ssl=1 1154w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33c3bf75-0c52-4e10-8187-db09e43cefbb.jpg?resize=216%2C300&amp;ssl=1 216w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33c3bf75-0c52-4e10-8187-db09e43cefbb.jpg?resize=739%2C1024&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33c3bf75-0c52-4e10-8187-db09e43cefbb.jpg?resize=108%2C150&amp;ssl=1 108w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33c3bf75-0c52-4e10-8187-db09e43cefbb.jpg?resize=768%2C1065&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33c3bf75-0c52-4e10-8187-db09e43cefbb.jpg?resize=1108%2C1536&amp;ssl=1 1108w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33c3bf75-0c52-4e10-8187-db09e43cefbb.jpg?resize=400%2C555&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33c3bf75-0c52-4e10-8187-db09e43cefbb.jpg?resize=150%2C208&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h1><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-464628" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/rttottyyo.png?resize=1229%2C647&#038;ssl=1" alt="" width="1229" height="647" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/rttottyyo.png?w=1229&amp;ssl=1 1229w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/rttottyyo.png?resize=300%2C158&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/rttottyyo.png?resize=1024%2C539&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/rttottyyo.png?resize=150%2C79&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/rttottyyo.png?resize=768%2C404&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/07/rttottyyo.png?resize=400%2C211&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></h1>
<h1 style="text-align: center;"><strong>OPERAÇÕES ENVOLVENDO EMPRESAS DE ÔNIBUS</strong></h1>
<h2 style="text-align: center;"><strong><em>POR ADAMO BAZANI</em></strong></h2>
<p><strong>&#8211; OPERAÇÃO FIM DA LINHA – MINISTÉRIO PÚBLICO DE SP (TRANSWOLFF E UPBUS)</strong></p>
<h1><strong>CADUCIDADE DECRETADA:</strong></h1>
<p><strong>Prefeitura de São Paulo decreta caducidade da Transwolff, que vira “empresa pública”. Diário do Transporte noticiou entraves para Sacentur assumir</strong></p>
<p><em>Gestão municipal assume serviço de transporte da empresa que foi investigada por suposta ligação com o PCC e mantém empregos e operação regular de todas as linhas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo informou na noite de 04 de dezembro de 2025, o decreto que determina a caducidade dos contratos com a concessionária de ônibus Transwolff.</p>
<p>A empresa foi alvo de uma operação em 2024 do Ministério Público que investigou suposto envolvimento da companhia com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou na mesma semana os entraves para outra empresa de ônibus, a Sacentur para assumir uma transição com anuência do poder público.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/03/exclusivo-apos-meses-ainda-nao-foi-concluido-inquerito-sobre-ataques-a-onibus-transwollf-um-organograma-de-varias-empresas-em-uma-so-o-que-empaca-transicao/</a></p>
<p>Em nota, a prefeitura de São Paulo diz que assume integralmente a Transwolff e garante ainda que honrará compromissos com fornecedores para o atendimento dos 555 mil passageiros transportados nas 133 linhas</p>
<p><strong><em> Com isso, os contratos serão rompidos e a gestão e administração da empresa passam para a SPTrans. A operação dos ônibus segue mantida, sem qualquer prejuízo para a população. A Prefeitura manterá o emprego dos trabalhadores, assim como o pagamento de salários e benefícios, além de honrar o compromisso com os fornecedores. </em></strong></p>
<p><strong><em>A operação dos ônibus seguirá rigorosamente a mesma para os cerca de 555 mil passageiros das 133 linhas. Desde 9 de abril de 2024, a empresa estava sob intervenção por decisão judicial, após ação do Ministério Público. </em></strong></p>
<p><strong><em>A substituição da Transwolff foi anunciada em janeiro de 2025 pela Prefeitura. Em julho de 2025, um Grupo de Trabalho foi criado para estudar a possibilidade da transferência dos direitos dos contratos de concessão para outra empresa. Por não cumprir obrigações e termos contratuais, a administração municipal decidiu decretar a caducidade dos contratos para dar continuidade à prestação de serviço da população, já que a empresa está impedida de operar.</em></strong></p>
<h2><strong>PLANO INICIAL</strong></h2>
<p>Conforme o D<em><strong>iário do Transport</strong></em>e noticiou em primeira mão, no dia 28 de fevereiro de 2025, o prefeito Ricardo Nunes anunciou que não manteria mais as duas companhias no sistema de transportes da cidade e que, a partir de 15 de março de 2025, iniciaria o processo de substituição de viações. A Sancetur, da família Chedid, foi anunciada para assumir as linhas referentes à operação da Transwolff, na zona Sul; e a Alfa Rodobus, que já atua na cidade, prestaria os serviços no lugar da UPBus, na zona Leste. A Transwolff possui 1.206 ônibus, opera em 133 linhas e transporta 590 mil passageiros por dia. Já a UPBus responde por uma frota de 159 coletivos, 13 linhas e atende a 70 mil passageiros por dia.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/02/28/em-primeira-mao-sancetur-da-familia-chedid-e-alfa-rodobus-ex-cooperativa-vao-substituir-transwolf-e-upbus-na-capital-paulista-decide-nunes/">https://diariodotransporte.com.br/2025/02/28/em-primeira-mao-sancetur-da-familia-chedid-e-alfa-rodobus-ex-cooperativa-vao-substituir-transwolf-e-upbus-na-capital-paulista-decide-nunes/</a></p>
<p><strong>SANCETUR:</strong> A Sancetur – Santa Cecília Turismo LTDA atende a diversas cidades com a marca SOU Transportes (SOU – Sistema de Ônibus Urbano. Pertence à família Chedid, considerada forte em transportes de passageiros, no interior paulista e em parte do litoral. Fundada em 1922, a Sancetur atua no setor de transportes desde 1952. A empresa possui uma frota de 2.050 ônibus, com um total de 4.200 funcionários. Atualmente, a Sancetur opera em 21 sistemas paulistas. Entre os municípios onde presta serviços estão Valinhos, Indaiatuba, Americana, Presidente Prudente, Limeira, São José dos Campos, São Carlos, Salto, Mogi-Guaçu, Jarinu, Rio Claro, São Vicente, São Sebastião, Peruíbe, Caraguatatuba, Cubatão, Itanhaém.</p>
<p><strong>ALFA RODOBUS:</strong> Já atua na cidade de São Paulo, no chamado lote D-13 (local de distribuição), da zona Oeste da capital paulista. Teve origem na cooperativa Cooperalfa. Antes de assumir a UPBus, a frota é de 148 ônibus que atendem a 90,3 mil passageiros por dia. Segundo a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema da cidade, a Alfa Rodobus foi a melhor colocada do grupo Local de Distribuição no Índice de Qualidade do Transporte (IQT) da autarquia.</p>
<p><strong>EMPRESAS QUE SAEM:</strong></p>
<p><strong>TRANSWOLFF:</strong> A Transwolff possui 1.206 ônibus, a terceira maior frota da cidade ficando apenas atrás da Metrópole Paulista e da Sambaíba. É originária da cooperativa CooperPam. Tinha a responsabilidade de operar 133 linhas com 590 mil passageiros que utilizam diariamente.</p>
<p><strong>UPBUS:</strong> A UpBus, empresa da zona Leste transporta 70 mil passageiros por dia em 13 linhas e 159 ônibus, que chegou a se chamar Qualibus, originária da garagem 2 da Associação Paulistana.</p>
<p><strong>Condução:</strong> Ministério Público com Receita Federal e Polícias Civil e Militar sobre a Transwolff, que tem cerca de 100 linhas na zona Sul, 1206 ônibus e é a terceira maior frota da cidade É originária da cooperativa CooperPam. A operação é também foi sobre a UpBus, empresa da zona Leste com 13 linhas e 159 ônibus, que chegou a se chamar Qualibus, originária da garagem 2 da Associação Paulistana</p>
<p><strong>Deflagração da Fase I:</strong> 09 de abril de 2024.</p>
<p>O Ministério Público, a Receita Federal e as polícias Civil e Militar deflagraram a Operação “Fim da Linha” que identificou um suposto esquema de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e outros crimes sob responsabilidade do PCC (Primeiro Comando da Capital) por meio de diretores de duas empresas de ônibus (Transwolff e UpBus).</p>
<p>Foram presos no dia Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora (um dos donos da Transwolff), ⁠Robson Flares Lopes Pontes (Transwolff), ⁠Joelson Santos da Silva (Transwolff), por causa dos mandados de prisão. Também houve prisões em flagrante por porte de armas. Sócio da UpBus, Alexandre Salles Brito, foi preso em 16 de abril de 2024</p>
<p>Já Silvio Luís Ferreira, o Cebola, sócio da Upbus, por não ser encontrado no dia, foi considerado foragido. Também teve a prisão decretada, outro sócio da UpBus, Decio Gouveia Luiz, apelidado de Décio Português.</p>
<p><strong>Desdobramento em 25 de junho de 2024:</strong> O Ministério Público de São Paulo realizou EM 25 d122e junho de 2024, a apreensão de 23 armas de fogo atribuídas ao presidente afastado da empresa de transportes UpBus, Ubiratan Antônio da Cunha.</p>
<p>Foi um desdobramento da Operação Fim da Linha, deflagrada em 09 de abril de 2024, que investiga a possível relação de diretores da UpBus, e da Transwolff, que opera na zona Sul da capital paulista, com o PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro e fora de presídios.</p>
<p>Ubiratan Antônio da Cunha é um dos réus no processo que apura as supostas ligações entre parte dos transportes da cidade de São Paulo e o crime organizado.</p>
<p>Segundo o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado ), do Ministério Público, a Polícia Civil havia sido procurada por integrantes da cooperativa Aliança Paulistana, que deu origem à UpBus por terem sido expulsos, com emprego de força física e intimidação verbal, da sede da empresa.</p>
<p>Ainda de acordo com a promotoria, a expulsão e a ameaça ocorreram no dia 05 de junho de 2024, por Ubiratan, mesmo sendo impedido por ordem da Justiça de frequentar a garagem.</p>
<p><strong>Desdobramento em 16 de julho de 2024:</strong> Atendendo a pedido do MPSP, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), a Justiça decretou a prisão preventiva do presidente afastado da empresa de transportes Upbus, Ubiratan Antônio da Cunha. Um dos alvos da Operação Fim da Linha, deflagrada em abril de 2024, se tornou réu pela prática dos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. O mandado foi cumprido nesta terça-feira (16/7) pela 2ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (DEIC), da Polícia Civil.</p>
<p>No dia 5 de junho, a Polícia Civil foi procurada por integrantes da cooperativa sucedida pela Upbus em razão de terem sido expulsos da sede da empresa pelo dirigente da sociedade, atualmente impedido por ordem da Justiça de frequentar o local. Os fatos foram comunicados ao Ministério Público.</p>
<p>Posteriormente, o MPSP descobriu que, na mesma semana, o interventor nomeado pelo município foi atraído por funcionários da Upbus sob o pretexto de tomarem um café em um estabelecimento nas redondezas da garagem. O dirigente esperava por ele no local, em afronta à decisão judicial.</p>
<p><strong>02 de agosto de 2024:</strong> Em primeira mão, no dia 02 de agosto de 2024, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou que a prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Executiva de Transporte e Mobilidade Urbana (SETRAM), contratou por R$ 1,54 milhão a Fundação Carlos Alberto Vanzolini para fazer uma avaliação externa independente nas empresas Transwolff e UPBus</p>
<p><strong>31 de outubro de 2024:</strong> Em 31 de outubro de 2024, a prefeitura enviou notificação à Transwolff e UPBus, que desde 09 de abril de 2024 passaram a estar sob intervenção do poder público. Foi o primeiro passo para uma eventual (até então) possibilidade de extinção dos contratos com estas viações. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, confirmou em 07 de novembro de 2024, que os contratos tinham o risco de fato de ser extintos. Nas palavras do prefeito, uma auditoria (avaliação externa) mostrou incapacidade financeira de a UpBus e a Transwolff continuarem operando na capital paulista.</p>
<p>&#8220;Ela (auditoria) demonstrou algumas inconsistências do ponto de vista de gestão, a incapacidade financeira delas continuarem avançando&#8221;.</p>
<p><strong>20 de dezembro de 2024</strong>: Policiais militares da ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) prenderam na sexta-feira 20 de dezembro de 2024, o presidente afastado da UPBus, Ubiratan Antônio da Cunha, que estava foragido da Operação Fim da Linha, deflagrada em 09 de abril e que investiga suposta ligação de empresas de ônibus de São Paulo com o PCC (Primero Comando da Capital). O homem foi encaminhado ao 30° Distrito Policial (Tatuapé).</p>
<p><strong>23 de dezembro de 2024:</strong> A prefeitura de São Paulo decidiu em 23 de dezembro de 2024 abrir processo de caducidade dos contratos Transwolff, da zona Sul, e a UPBus, da zona Leste.</p>
<p>A decisão foi tomada pelo prefeito Ricardo Nunes nesta segunda-feira, 23 de dezembro de 2024, após reunião com o secretário de Mobilidade e Trânsito, Gilmar Pereira Miranda; o presidente da gerenciadora das linhas municipais, SPTrans (São Paulo Transporte), Levi Santos; e os interventores pela SPTrans, sendo eles, o diretor de Planejamento de Transporte da SPTrans, Valdemar Gomes de Melo, e o diretor de Operações da SPTrans, Wagner Chagas.</p>
<p>Também participaram da decisão a Secretaria da Fazenda, a CGM (Controladoria Geral do Município) e a PGM (Procuradoria Geral do Município).</p>
<p><strong>27 de dezembro de 2024:</strong> O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), confirmou em 27 de dezembro de 2024, a assinatura do decreto que dá início oficial ao procedimento que foi o primeiro passo legal o rompimento definitivo dos contratos das empresas de ônibus Transwolff, da zona Sul da capital paulista, e UPBus, da zona Leste. Do ponto de vista criminal, o Gaeco, grupo do Ministério Público que investiga o crime organizado, apontou que diretores, sócios e contadores da Transwolff e da UpBus atuavam para lavar o dinheiro do tráfico de drogas, do tráfico de armas e de roubos a bancos e de cargas. Há até apurações de que estariam ligados a homicídios. Além disso, alguns destes diretores, de acordo com o MP, não só têm envolvimento como pertencem diretamente ao PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro e fora de presídios. <strong>Na mesma noite houve a publicação.</strong></p>
<p>A prefeitura muito pouco tem a fazer sobre a questão criminal, mas tem a obrigação de atuar administrativamente. Tanto as análises da Fundação Carlos Alberto Vanzolini como das equipes de intervenção mostraram que Transwolff e UPBus possuem problemas financeiros, administrativos e operacionais que as impedem de continuar prestando serviços.</p>
<p><strong>27 de janeiro de 2025</strong>: O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, disse que era quase certo o rompimento dos contratos das empresas Transwolff e UPBus, que estão sob intervenção da prefeitura desde 09 de abril de 2025, quando foram alvos da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo, que investiga suposta ligação entre as diretorias destas duas companhias do sistema de ônibus da cidade e a fação criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). O dia 27 de janeiro de 2025 foi o prazo final para a</p>
<p>Proprietários de ônibus que integram ou integraram a frota da Transwolff, na zona Sul de São Paulo, fizeram um protesto e conversaram com o prefeito Ricardo Nunes e o secretário de transportes, Celso Caldeira. Estes donos de ônibus se dizem preocupados com o descredenciamento.</p>
<p>O prefeito disse que é muito difícil não ter o rompimento de contratos e que neste processo, os veículos destes proprietários devem ser absorvidos.</p>
<p><strong><em>“Da defesa deles [diretorias da Transwolff e UPBUs] é que vamos decidir se vai ser decretada caducidade ou não [rompimento dos contratos]. Pelo que a gente tá vendo, é muito difícil não ter. Não tô querendo me antecipar, mas é um sentimento que estamos tendo. Pode ser que os técnicos achem uma justificativa para não ter a caducidade. Eu acho muito difícil. Com relação a Transwolff: boa parte de sua frota é formada por pessoas que têm CPF e fazem uma locação de seus ônibus. Como a gente vai conduzir esse processo? Como de 1200 ônibus, tem praticamente mil dentro deste cenário, vamos dialogar. O que a gente não pode é interromper o transporte. Se houver uma nova empresa, vamos tentar que estes ônibus sejam absorvidos. Tentar fazer com que não prejudique transportes e meu foco principal, não faltar transportes”</em></strong></p>
<p><strong>28 de janeiro de 2025:</strong> Ao <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> a SPTrans (São Paulo Transporte), que gerencia o sistema de ônibus na cidade de São Paulo, confirmou EM 28 de janeiro de 2025, que foi iniciada a análise das defesas que as diretorias da Transwolff, que atua na zona Sul, e da UPBus, da zona Leste, entregaram nos processos de caducidade (rompimento) dos contratos de operação.</p>
<p>O prefeito Ricardo Nunes voltou a falar, no mesmo dia, sobre a possibilidade de nesta semana ainda já anunciar o possível descredenciamento das duas companhias.</p>
<p>Nunes disse ainda que os serviços à população não serão interrompidos e que a gestão está atenta à movimentação de “pessoas inescrupulosas” que podem tentar tumultuar o procedimento e a transição.</p>
<p><strong><em>“A gente sabe como, às vezes, algumas pessoas inescrupulosas agem e nós vamos estar muito atentos se houver alguma tentativa de alguém que queira fazer com que o transporte municipal aqui na cidade de São Paulo sofra algum problema, para que a gente possa agir rapidamente junto com aquilo que é necessário, de fazer as ações, para poder reestabelecer rapidamente, aliás nem para reestabelecer, para poder fazer com que não ocorram os problemas. O foco agora, nesse momento mais delicado, é de manter uma atenção especial para que não tenha descontinuidade do transporte na cidade, em especial com essas duas empresas&#8221; </em></strong><strong>–</strong> disse Nunes.</p>
<p>A administração confirmou ainda ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong><em>, </em>em nota, que analisa as reivindicações de membros da Cooperam (Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Transporte de São Paulo) apresentadas nesta segunda-feira (27). A CooperPam deu origem à Transwolff. Parte da frota atual pertence diretamente à empresa, como os ônibus maiores e os elétricos, e a maioria é de ex-cooperados que se tornaram sócios e atuam, principalmente com os coletivos de menor porte.</p>
<p><strong><em>A Prefeitura de São Paulo, por meio da SPTrans, informa que as concessionárias UPBus e Transwolff apresentaram defesa dentro do prazo estipulado. As equipes técnicas analisarão os materiais para decidir sobre a continuidade do processo de caducidade iniciado em dezembro de 2024. Nesta segunda-feira (27/01), a Secretaria de Mobilidade Urbana e Transportes (SMT) recebeu representantes da Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos em Transporte de São Paulo (CooperPam) que fizeram considerações sobre a prestação do serviço. A gestão municipal reafirma o compromisso com a qualidade do atendimento aos passageiros e a preservação dos empregos dos funcionários. </em></strong>– diz a nota.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-433756" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-7.png?resize=600%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-7.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-7.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-7.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-7.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h2><strong>29 de janeiro de 2025:</strong></h2>
<h2>A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT), da SPTrans e dos interventores, informou na tarde desta quarta-feira, 29 de janeiro de 2025, que decidiu subsituir<strong> definitivamente a Transwolff e UPBus, empresas suspeitas de ligação com a facção criminosa PCC. O DIÁRIO DO TRANSPORTE TROUXE A INFORMAÇÃO EM PRIMEIRA MÃO.</strong></h2>
<p>Segundo a prefeitura, as defesas apresentadas pelas concessionárias Transwolff e UPBus não foram acolhidas, <strong>“</strong><strong><em>o que ensejará na substituição dessas empresas no sistema de transporte público da cidade de São Paulo”. </em></strong>A contratação deve ser feita por meio de licitação. O procedimento ainda será definido com a formalização de todos os trâmites. <strong><em>Não há rompimento dos contratos. As empresas serão substituídas respeitando o contrato em vigor. </em></strong>&#8211; diz</p>
<p>A Prefeitura esclareceu ainda que permanecerão as intervenções já em curso nas concessionárias.</p>
<p><strong><em>Dessa forma, estão garantidos os serviços prestados à população, bem como os pagamentos dos funcionários e fornecedores. A equipe técnica e jurídica dará prosseguimento à substituição da Transwolff e da UPBus, apresentando providências necessárias à manutenção do atendimento integral da população. </em></strong>– diz a nota.</p>
<p>A Transwolff tem cerca de 100 linhas na zona Sul, 1206 ônibus e é a terceira maior frota da cidade É originária da cooperativa CooperPam. A UpBus, empresa da zona Leste tem 13 linhas e 159 ônibus, chegou a se chamar Qualibus, e é originária da garagem 2 da Associação Paulistana.</p>
<p>Ambas companhias estão sob intervenção desde 09 de abril de 2024, quando foram alvos da Operação Fim da Linha, do Ministério Público de São Paulo, que investiga suposta ligação dos diretores com o PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios. A prefeitura não faz a análise do ponto de vista criminal, mas administrativo e operacional e relatórios elaborados pelas equipes da SPTrans e de uma verificadora externa independente mostraram, segundo a prefeitura, graves sinais de inviabilidade da manutenção destas duas viações no sistema.</p>
<p>Em nota, a Transwolff diz que vai contestar a decisão judicialmente A Transwolff recebe com indignação a decisão arbitrária da Prefeitura de São Paulo de decretar a caducidade de seus contratos públicos, medida tomada em total descompromisso com os princípios fundamentais do Direito.</p>
<p><strong><em>Mesmo sem nenhuma comprovação da existência de qualquer vínculo da empresa e de seus dirigentes com organizações criminosas no processo judicial sigiloso em curso, a Prefeitura instaurou um procedimento administrativo repleto de inconstitucionalidades e desprovido de qualquer fundamento jurídico, utilizado como pretexto para justificar uma decisão administrativa injusta e ilegal.</em></strong></p>
<p><strong><em>Confiamos na Justiça e no Estado Democrático de Direito. A decisão ilegal da Prefeitura será contestada judicialmente. Confia-se no Poder Judiciário para restabelecer a legalidade e verdade dos fatos.</em></strong></p>
<h1><strong>30 de janeiro de 2025:</strong></h1>
<p><strong><u>NUNES CONFIRMA INFORMAÇÕES DO DIÁRIO DO TRANSPORTE</u></strong></p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-516951-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Transwolff-UpBus.mp3?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Transwolff-UpBus.mp3">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Transwolff-UpBus.mp3</a></audio></p>
<p>O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, disse na manhã desta quinta-feira, 30 de janeiro de 2025, que as empresas de ônibus que já atuam na cidade devem primeiro ter oportunidade de se manifestar se querem ficar com as linhas até então operadas pela Transwolff, na zona Sul, e UPBus, na zona Leste. <strong><u>A declaração vai justamente na linha dos bastidores que foram divulgados pelo Diário do Transporte bem antes, no início da manhã. Relembre:</u></strong> <a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/01/30/linhas-da-transwolff-e-upbus-devem-ser-assumidas-por-operadores-que-ja-estao-no-sistema-de-sao-paulo-mas-novos-empresarios-tambem-nao-devem-ser-surpresa-em-30-dias-prefeitura-quer/">https://diariodotransporte.com.br/2025/01/30/linhas-da-transwolff-e-upbus-devem-ser-assumidas-por-operadores-que-ja-estao-no-sistema-de-sao-paulo-mas-novos-empresarios-tambem-nao-devem-ser-surpresa-em-30-dias-prefeitura-quer/</a></p>
<p><u>Como tinha adiantado</u> o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o prefeito disse que primeiro será dada oportunidade para as viações que já operam as outras linhas se manifestarem. Isso é previsto nos contratos do sistema de ônibus municipais geridos pela SPTrans (São Paulo Transporte). Somente depois, se não houver interesse, empresas de outros sistemas de transportes também podem tentar as linhas.</p>
<p><strong><em>“Para seguir todo o trâmite com relação à defesa das empresas, agora a gente faz um processo seguindo toda a legislação e o que foi feito: Qual é?: De que as empresas que operam o sistema possam se manifestar sobre o interesse de assumir esses ônibus da Transwolff e UpBus. Se houver interesse, e a gente vai fazer uma análise sobre a capacidade financeira e técnica para assumir, é uma possibilidade.</em></strong> <strong><em>Uma vez ofertado a eles [as empresas que já operam o sistema] e não havendo interesse, ai a gente abre a licitação para abrir para outras empresas de qualquer lugar do Brasil virem assumir essas linhas.”</em></strong> – disse Nunes.</p>
<p><strong><u>EMPRESAS – PERUEIROS E DIVISÃO DE LINHAS:</u></strong></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> já havia mostrado que entre os cenários possíveis está a possibilidade de haver uma espécie de reorganização e nova divisão das mais de 120 linhas destas duas empresas que atendem a quase 700 mil passageiros por dia em 1300 coletivos.</p>
<p>As maiores preocupações são em relação a Transwolff. Tanto pelo tamanho da frota (mais de 1200 ônibus e de 100 linhas) quanto pelas caraterísticas não uniformes da operação</p>
<p>Há um braço formado pelos “ex perueiros” da CooperPam, que engloba entre 800 e 900 ônibus e representa as linhas mais periféricas. A prefeitura estuda uma maneira de manter os coletivos deste grupo prestando serviços.</p>
<p>Há também as operações com ônibus maiores em linhas que, apesar de serem de distribuição local, têm características de articulação regional. Estas linhas podem despertar interesse de viações que operam nas mesmas regiões.</p>
<p>A Transwolff opera as áreas 6 (Sul – Azul Claro) e 7 (Sudoeste – Vinho), que têm os seguintes atendimentos:</p>
<p><u>Área 6 &#8211; Sul – Azul Claro:</u> Viação Grajaú, Mobibrasil (ônibus maiores) e A2 (local).</p>
<p><u>Área 7 &#8211; Sudoeste &#8211; Vinho (Bordô):</u> Viação Campo Belo, Viação Metrópole Paulista, Gatusa, e KBPX (ônibus maiores) e Transcap (local).</p>
<p>Já a UPBus opera a área 3.</p>
<p><u>Área 3 &#8211; Nordeste &#8211; Amarela:</u> Viação Metrópole Paulista (ônibus maiores) e Transunião (local).</p>
<p>Não significa que necessariamente as linhas devem ser assumidas apenas pelas viações que já atuam nas áreas operacionais. Empresas que já prestam serviços na cidade, mas em outras áreas, também poderão se apresentar como interessadas no processo aberto pela prefeitura.</p>
<p><strong>11 de fevereiro de 2025:</strong> O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e o secretário de mobilidade e transportes, Celso Caldeira, revelaram, que, além de empresas da capital paulista, companhias de ônibus que atuam foram da cidade, mas dentro do Estado de São Paulo, estão no páreo para assumirem as linhas atualmente operadas pela Transwolff, na zona Sul, e UPBus, zona Leste. Ambas empresas, cujas diretorias são suspeitas de ligação com a fação criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), serão substituídas. A intenção era de que até dia 28 houvesse a definição da forma de troca.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-516951-2" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Transwolff.mp3?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Transwolff.mp3">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Transwolff.mp3</a></audio></p>
<p>As declarações deste dia 11 de fevereiro de 2025, confirmam matéria do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> de 30 de janeiro de 2025, que já adiantava que a preferência é de viações que já atuam no sistema SPTrans (São Paulo Transporte), mas que surpresas poderiam surgir.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/01/30/linhas-da-transwolff-e-upbus-devem-ser-assumidas-por-operadores-que-ja-estao-no-sistema-de-sao-paulo-mas-novos-empresarios-tambem-nao-devem-ser-surpresa-em-30-dias-prefeitura-quer/">https://diariodotransporte.com.br/2025/01/30/linhas-da-transwolff-e-upbus-devem-ser-assumidas-por-operadores-que-ja-estao-no-sistema-de-sao-paulo-mas-novos-empresarios-tambem-nao-devem-ser-surpresa-em-30-dias-prefeitura-quer/</a></p>
<p>Também em 11 de fevereiro de 2025, um grupo de cerca de 300 proprietários de ônibus e micro-ônibus que operam nas linhas sob responsabilidade da Transwolff, na zona Sul de São Paulo, entregou um abaixo assinado à prefeitura da capital paulista demonstrando interesse na contratação direta pela administração municipal para continuarem os serviços.</p>
<p>O documento é assinado por donos de veículos que formavam a CooperPam, cooperativa que deu origem às operações da Transwolff no sistema de transportes da cidade de São Paulo.</p>
<p>Apesar de ser formalmente uma empresa, com mais de 1,2 mil coletivos e reunindo a terceira maior frota da cidade, parte da Transwolff ainda com características semelhantes a uma cooperativa. Cerca de 400 veículos, como os ônibus maiores e os elétricos, integram a propriedade de diretores que são investigados, entre os quais, Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o Pandora, um dos presos pela operação do Ministério Público, que depois foi solto para responder em liberdade.</p>
<p>Mas em torno de 800 ônibus, os de menor porte, são destes proprietários.</p>
<p>Estes donos de ônibus formalmente atuam como contratados da Transwolff e continuam na mesma posição desde a intervenção pela prefeitura.</p>
<p>O advogado Rogério Dias Avelar, que representa o grupo de 300 proprietários que entregou o documento manifestando interesse na contratação direta pela prefeitura, diz que na visão destes donos de ônibus, bastando a prefeitura organizar o procedimento, estão prontos para continuar operando e se comprometem até a melhorar os serviços.</p>
<p><strong>19 de fevereiro de 2025:</strong> A prefeitura de São Paulo negou em 19 de fevereiro de 2025, os últimos recursos administrativos possíveis das defesas da Transwolff e da UpBus no processo de rompimento de contratos com as duas companhias de ônibus, cujas diretorias são suspeitas de ligação com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> trouxe a notícia em <u>primeira mão</u>, com documentos, ainda no dia 19. Com isso, foi dado mais um passo para a contratação de outras viações no lugar.</p>
<p><strong>20 de fevereiro de 2025:</strong> Nesta quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> traz com exclusividade os documentos com os pareceres na íntegra assinados pelos procuradores do município responsáveis pelos processos, César Santos Borlina e Rodrigo Vieira Farias.</p>
<p>Para recomendar a transferência dos contratos da Transwolff e UPBus para outras companhias, antes de uma eventual caducidade (anulação) das contratações, os procuradores que integram a área jurídica da prefeitura, citam as dificuldades para conseguir nova frota (juntas, as empresas somam mais de 1,3 mil, sendo 1,2 mil somente da Transwolff), instalações, equipamentos e contratação de mão de obra. Os ônibus não são bem reversíveis ao poder público, por exemplo. Assim, eventuais indenizações que seriam cobradas pela Transwolff e UPBus e investimentos para a compra de outros ônibus representariam, além de um movimento complexo, um custo muito alto para os cofres do município e ainda um desestímulo para outras empresas assumirem.</p>
<p>Os procuradores ainda citaram o caso específico da Transwolff, cuja dificuldade maior seria a realocação de frota e mão de obra referentes a 714 ônibus que são operados por terceiros. Estes veículos representam o patrimônio de integrantes da CooperPam, iniciada por “ex-perueiros clandestinos” que, na gestão da prefeita Marta Suplicy e do secretário de transportes, Jilmar Tatto, foram legalizados na licitação de 2001/2002, formando cooperativas de transportes: <strong><em>Especificamente no caso da concessionária Transwolff, há indicativo nos autos de que 714 (setecentos e quatorze) veículos utilizados para a prestação do serviço de transporte são de propriedade de terceiros, tornando ainda mais dificultosa a operacionalização de eventual requisição. </em></strong><strong>– </strong>diz o trecho do parecer ao qual o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> teve acesso.</p>
<p>No parecer, os procuradores dizem que a caducidade, o que depois levaria a uma licitação, por exemplo, não seria a alternativa mais viável. Por isso, a defesa que a Transwolff e UPBUs sejam sim retiradas do sistema, mas substituídas, isto é, que os seus contratos sejam assumidos por outras empresas. A Procuradoria do Município dá as recomendações. Quem decide mesmo é o prefeito. Ou seja, Ricardo Nunes não é obrigado a seguir, porém, neste processo, até para respeitar todas as tecnicidades e complexidades, tem observado todos os pareceres de áreas técnicas, sejam ligadas à jurídica, financeira e operacional.</p>
<p><strong><em>Sem prejuízo, em nome do mesmo princípio, afigura-se alternativa à declaração pura e simples de caducidade, qual seja, a transferência da concessão. Com previsão no art. 16 da Lei Municipal nº 13.241/2001 e art. 27 da Lei Federal nº 8.987/1995, a transferência da concessão é uma espécie de cessão da posição contratual, em que a concessionária transfere sua posição no polo do contrato de concessão para outra pessoa jurídica, que demonstre atender às exigências de capacidade técnica, idoneidade financeira e regularidade jurídica e fiscal necessárias à assunção do serviço.</em></strong></p>
<p><strong><em> Tal proposta encontra guarida também no art. 21, Parágrafo Único, da LINDB, segundo o qual a decretação de invalidade de contrato administrativo deve indicar as condições para que a regularização ocorra de modo proporcional e equânime e sem prejuízo aos interesses gerais. Em que pese a referência textual à declaração de invalidade, é possível estender sua aplicação ao caso em exame, diante do evidente interesse público na manutenção da adequada prestação do serviço de transporte intramunicipal via ônibus.</em></strong></p>
<p><strong><em> Afinal, ainda que viável a ocupação temporária das instalações e a utilização de bens reversíveis, nos moldes do art. 35, § 3º, da Lei Federal nº 8.987/1995, dada a magnitude do serviço prestado, é evidente que a prestação do serviço poderá ser prejudicada, com efeitos deletérios para a coletividade.</em></strong></p>
<p><strong><em>Destaque-se que os veículos, a garagem e frota de ônibus não são considerados bens reversíveis pelo art. 17, § 4º, I, da Lei Municipal nº 13.241/2001, o que faria com que sua utilização no período compreendido entre a declaração de caducidade e o ingresso de novo prestador de serviço, quer via contratação emergencial, quer via nova concessão, dependesse de requisição administrativa, medida drástica e difícil execução prática pelo poder concedente.</em></strong></p>
<p><strong><em> A título de exemplo, seria necessária a contratação de motoristas, pagamento a fornecedores, com imprescindível disponibilidade imediata de caixa, gestão da empresa, enfim, diversas providências se afigurariam necessárias para que o Município, de forma direta, preservasse a prestação do serviço.</em></strong></p>
<p><strong><em> Especificamente no caso da concessionária Transwolff, há indicativo nos autos de que 714 (setecentos e quatorze) veículos utilizados para a prestação do serviço de transporte são de propriedade de terceiros, tornando ainda mais dificultosa a operacionalização de eventual requisição.</em></strong></p>
<h1><strong>28 de fevereiro de 2025 &#8211; SANCETUR E ALFA RODOBUS: </strong></h1>
<p>Em primeira mão, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou que o prefeito Ricardo Nunes, após manifestações de interesse apresentada pela Sancetur, empresa ligada a família Cheddid, que atua no transporte de passageiros em parte do interior paulista, e da Alfa RodoBus, que já atua na cidade de São Paulo, aprovou a entrada destas companhias no lugar, respectivamente, da Transwolff, na zona Sul, e da UPBus, na zona Leste. A transição foi prevista para iniciar em 15 de março de 2025.</p>
<p><strong>QUE EMPRESAS SÃO ESSAS QUE ASSUMEM?</strong></p>
<p>Conforme o D<em><strong>iário do Transport</strong></em>e noticiou em primeira mão, no dia 28 de fevereiro de 2025, o prefeito Ricardo Nunes anunciou que não manteria mais as duas companhias no sistema de transportes da cidade e que, a partir de 15 de março de 2025, iniciaria o processo de substituição de viações. A Sancetur, da família Chedid, foi anunciada para assumir as linhas referentes à operação da Transwolff, na zona Sul; e a Alfa Rodobus, que já atua na cidade, prestaria os serviços no lugar da UPBus, na zona Leste. A Transwolff possui 1.206 ônibus, opera em 133 linhas e transporta 590 mil passageiros por dia. Já a UPBus responde por uma frota de 159 coletivos, 13 linhas e atende a 70 mil passageiros por dia.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/02/28/em-primeira-mao-sancetur-da-familia-chedid-e-alfa-rodobus-ex-cooperativa-vao-substituir-transwolf-e-upbus-na-capital-paulista-decide-nunes/">https://diariodotransporte.com.br/2025/02/28/em-primeira-mao-sancetur-da-familia-chedid-e-alfa-rodobus-ex-cooperativa-vao-substituir-transwolf-e-upbus-na-capital-paulista-decide-nunes/</a></p>
<p><strong>SANCETUR:</strong> A Sancetur – Santa Cecília Turismo LTDA atende a diversas cidades com a marca SOU Transportes (SOU – Sistema de Ônibus Urbano. Pertence à família Chedid, considerada forte em transportes de passageiros, no interior paulista e em parte do litoral. Fundada em 1922, a Sancetur atua no setor de transportes desde 1952. A empresa possui uma frota de 2.050 ônibus, com um total de 4.200 funcionários. Atualmente, a Sancetur opera em 21 sistemas paulistas. Entre os municípios onde presta serviços estão Valinhos, Indaiatuba, Americana, Presidente Prudente, Limeira, São José dos Campos, São Carlos, Salto, Mogi-Guaçu, Jarinu, Rio Claro, São Vicente, São Sebastião, Peruíbe, Caraguatatuba, Cubatão, Itanhaém.</p>
<p><strong>ALFA RODOBUS:</strong> Já atua na cidade de São Paulo, no chamado lote D-13 (local de distribuição), da zona Oeste da capital paulista. Teve origem na cooperativa Cooperalfa. Antes de assumir a UPBus, a frota é de 148 ônibus que atendem a 90,3 mil passageiros por dia. Segundo a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema da cidade, a Alfa Rodobus foi a melhor colocada do grupo Local de Distribuição no Índice de Qualidade do Transporte (IQT) da autarquia.</p>
<p><strong>EMPRESAS QUE SAEM:</strong></p>
<p><strong>TRANSWOLFF:</strong> A Transwolff possui 1.206 ônibus, a terceira maior frota da cidade ficando apenas atrás da Metrópole Paulista e da Sambaíba. É originária da cooperativa CooperPam. Tinha a responsabilidade de operar 133 linhas com 590 mil passageiros que utilizam diariamente.</p>
<p><strong>UPBUS:</strong> A UpBus, empresa da zona Leste transporta 70 mil passageiros por dia em 13 linhas e 159 ônibus, que chegou a se chamar Qualibus, originária da garagem 2 da Associação Paulistana.</p>
<p><strong>03 de abril de 2025:</strong> O secretário de Mobilidade, Celso Jorge Caldeira, em evento de entrega de 115 ônibus elétricos no Anhembi, garantiu na ocasião (03 de abril de 2025) que em cerca de 90 dias, da data da declaração, a transição seria finalizada e que haveria a assinatura final da transferência de contratos da UPBus para a Alfa Rodobus e da Transwolff para a Sancetur., Caldeira ainda reiterou que os pagamentos a fornecedores, funcionários e prestadores de serviços estariam assegurados.</p>
<p><div style="width: 1276px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-516951-2" width="1276" height="720" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/04/SONORA-SECRETARIO.mp4?_=2" /></p><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/04/SONORA-SECRETARIO.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/04/SONORA-SECRETARIO.mp4</a></video></div></p>
<p><strong>ELETRIFICAÇÃO:</strong></p>
<p>Outro aspecto é a eletrificação. A Transwolff é considerada empresa piloto para implantação e ampliação dos ônibus elétricos na cidade.</p>
<p>Todas as fabricantes de ônibus elétricos, ainda mais no início das operações, testavam seus modelos na Transwolff para homologação (na verdade, o termo correto é aprovação, mas homologação é muito usado no mercado) pela SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema.</p>
<p>Empresas ligadas a tecnologia e eletrificação que não atuam na operação direta dos ônibus da cidade de São Paulo, mas que têm experiência operacional, se interessam de perto pelo processo de substituição de companhias.</p>
<p>Entre as maiores fornecedoras de ônibus elétricos estão a chinesa BYD e a brasileira Eletra, de São Bernardo do Campo, do Grupo ABC, cujos sócios atuam na operação de linhas de transporte há mais de 100 anos e prestam serviços metropolitanos gerenciados pela EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), pela NEXT Mobilidade, ligando o ABC à Capital, e municipais em São Bernardo do Campo, pela BR 7 Mobilidade.</p>
<h2><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></h2>
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    <title>Obras provocam alterações no trânsito de veículos nas rodovias da Ecovias Noroeste Paulista no interior de São Paulo a partir desta segunda-feira (25)</title>
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    <pubDate>Mon, 25 May 2026 22:00:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços diurnos ocorrem das 7h às 17h, e no período noturno, das 21h às 7h VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta segunda-feira, 25 de maio de 2026, até sábado, dia 30, as rodovias gerenciadas pela concessionária Ecovias Noroeste Paulista no interior de São Paulo sofrem alterações no trânsito de veículos. Serão realizadas obras, intervenções e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/foto_ECOVIAS-NOROESTE-PAULISTA_Cronograma-de-obras_25.5-e1779727482201.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em class="_aupe copyable-text xkrh14z x1k4tb9n">Serviços diurnos ocorrem das 7h às 17h, e no período noturno, das 21h às 7h</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>A partir desta segunda-feira, 25 de maio de 2026, até sábado, dia 30, as rodovias gerenciadas pela concessionária Ecovias Noroeste Paulista no interior de São Paulo sofrem alterações no trânsito de veículos.</p>
<p>Serão realizadas obras, intervenções e manutenções nas rodovias Washington Luís (SP-310); Brigadeiro Faria Lima (SP-326); Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil (SP-333); Comendador Pedro Monteleone (SP-351); José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto (SP-323).</p>
<p>Os serviços diurnos ocorrem das 7h às 17h, e as atuações noturnas, das 21h às 7h.</p>
<p>O cronograma está sujeito a alterações e pode ser acompanhado pelo Instagram@_econoreste.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para as obras de ampliação da Rodovia Washington Luís (SP-310), o fechamento de faixas de tráfego ocorrem no período diurno:</p>
<p style="font-weight: 400;">SÃO CARLOS &#8211; de segunda a quinta-feira, das 6 às 17 horas, de sexta-feira, das 6 às 16 horas e sábado, das 7h às 17 horas.</p>
<p style="font-weight: 400;">CEDRAL &#8211; de segunda a quinta-feira, das 7 às 17 horas, de sexta-feira, das 7 às 16 horas e sábado, das 7h às 17 horas.</p>
<p style="font-weight: 400;">MIRASSOL e SÃO JOSÉ DO RIO PRETO &#8211; de segunda a quinta-feira, das 7h30 às 17 horas, de sexta-feira, das 7h30 às 16 horas e sábado, das 7h30 às 17 horas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SERVIÇOS GERAIS</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Pavimento, sinalização horizontal e vertical, manutenção e conserva</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Segunda-feira &#8211; 25/5</strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara / Matão / Taquaritinga &#8211; Quilômetros 227 a 331 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos – dispositivo km228 ao dispositivo km287 (diurno).</p>
<p style="font-weight: 400;">Araraquara / Matão / Taquaritinga /Fernando Prestes / Santa Adélia / Pindorama / Catanduva / Catiguá / Ibirá / Uchoa / Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol &#8211; Quilômetros 268 a 454 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS) &#8211; INTERDIÇÃO DA FAIXA DA ESQUERDA</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos &#8211; Quilômetros 229 a 241 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição total do viaduto quilômetro 236+700m (Jardim Jockey Clube).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição sentido UFSCar-bairro do viaduto quilômetro 235 (mão dupla de direção).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição sentido bairro-centro do viaduto quilômetro 240+310m (mão dupla de direção).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São José do Rio Preto &#8211; Interdição da faixa da esquerda para entrada e saída de caminhões no canteiro central para execução de terraplenagem, entre os quilômetros 442 e 444+750m, podendo alternar entre pistas norte (sentido capital &#8211; interior) e sul (sentido interior-capital) a depender do fluxo de veículos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Cedral &#8211; continuação das obras no quilômetro 425, pista sul (sentido interior-capital), da SP-310, no acesso à Potirendaba.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mirassol &#8211; Início das obras da marginal entre os quilômetros 449+100 e 448.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Sertãozinho / Barrinha / Jaboticabal &#8211; Quilômetros 83 a 109 (diurno, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">Jaboticabal / Taquaritinga / Itápolis / Borborema &#8211; Quilômetros 119 a 212 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Bebedouro / Pirangi / Paraíso / Palmares Paulista / Catanduva &#8211; Quilômetros 151 a 218 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Taquaritinga / Monte Alto / Vista Alegre do Alto / Pirangi &#8211; Quilômetros 000 a 044 (diurno, dois sentidos).</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Terça-feira &#8211; 26/5</strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara &#8211; Quilômetros 227 a 267 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos – dispositivo km228 ao dispositivo km287 (diurno).</p>
<p style="font-weight: 400;">Araraquara / Matão / Taquaritinga /Fernando Prestes / Santa Adélia / Pindorama / Catanduva &#8211; Quilômetros 268 a 379 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol &#8211; Quilômetros 427 a 454 (noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS) &#8211; INTERDIÇÃO DA FAIXA DA ESQUERDA</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos &#8211; Quilômetros 229 a 241 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição total do viaduto quilômetro 236+700m (Jardim Jockey Clube).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição sentido UFSCar-bairro do viaduto quilômetro 235 (mão dupla de direção).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição sentido bairro-centro do viaduto quilômetro 240+310m (mão dupla de direção).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São José do Rio Preto &#8211; Interdição da faixa da esquerda para entrada e saída de caminhões no canteiro central para execução de terraplenagem, entre os quilômetros 442 e 444+750m, podendo alternar entre pistas norte (sentido capital &#8211; interior) e sul (sentido interior-capital) a depender do fluxo de veículos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Cedral &#8211; continuação das obras no quilômetro 425, pista sul (sentido interior-capital), da SP-310, no acesso à Potirendaba.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mirassol &#8211; Início das obras da marginal entre os quilômetros 449+100 e 448.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Sertãozinho / Barrinha / Jaboticabal / Taquaritinga &#8211; Quilômetros 83 a 135 (diurno, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">Jaboticabal / Taquaritinga / Itápolis / Borborema &#8211; Quilômetros 119 a 212 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Bebedouro / Pirangi / Paraíso / Palmares Paulista / Catanduva &#8211; Quilômetros 151 a 218 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Taquaritinga / Monte Alto / Vista Alegre do Alto / Pirangi &#8211; Quilômetros 000 a 044 (diurno, dois sentidos).</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Quarta-feira – 27/5</strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara &#8211; Quilômetros 227 a 287 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos – dispositivo km228 ao dispositivo km287 (diurno).</p>
<p style="font-weight: 400;">Santa Adélia / Pindorama / Catanduva / Catiguá / Ibirá / Uchoa / Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol – Quilômetros 362 a 454 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS) &#8211; INTERDIÇÃO DA FAIXA DA ESQUERDA</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos &#8211; Quilômetros 229 a 241 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição total do viaduto quilômetro 236+700m (Jardim Jockey Clube).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição sentido UFSCar-bairro do viaduto quilômetro 235 (mão dupla de direção).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição sentido bairro-centro do viaduto quilômetro 240+310m (mão dupla de direção).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São José do Rio Preto &#8211; Interdição da faixa da esquerda para entrada e saída de caminhões no canteiro central para execução de terraplenagem, entre os quilômetros 442 e 444+750m, podendo alternar entre pistas norte (sentido capital &#8211; interior) e sul (sentido interior-capital) a depender do fluxo de veículos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Cedral &#8211; continuação das obras no quilômetro 425, pista sul (sentido interior-capital), da SP-310, no acesso à Potirendaba.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mirassol &#8211; Início das obras da marginal entre os quilômetros 449+100 e 448.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Sertãozinho / Barrinha / Jaboticabal / Taquaritinga / Itápolis / Borborema &#8211; Quilômetros 83 a 212 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Bebedouro / Pirangi / Paraíso / Palmares Paulista / Catanduva &#8211; Quilômetros 151 a 218 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Taquaritinga / Monte Alto / Vista Alegre do Alto / Pirangi &#8211; Quilômetros 000 a 044 (diurno, dois sentidos).</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Quinta-feira &#8211; 28/5</strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara / Matão &#8211; Quilômetros 227 a 307 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos – dispositivo km228 ao dispositivo km287 (diurno).</p>
<p style="font-weight: 400;">Catiguá / Ibirá / Uchoa / Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol – Quilômetros 393 a 454 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS) &#8211; INTERDIÇÃO DA FAIXA DA ESQUERDA</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos &#8211; Quilômetros 229 a 241 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição total do viaduto quilômetro 236+700m (Jardim Jockey Clube).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição sentido UFSCar-bairro do viaduto quilômetro 235 (mão dupla de direção).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição sentido bairro-centro do viaduto quilômetro 240+310m (mão dupla de direção).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São José do Rio Preto &#8211; Interdição da faixa da esquerda para entrada e saída de caminhões no canteiro central para execução de terraplenagem, entre os quilômetros 442 e 444+750m, podendo alternar entre pistas norte (sentido capital &#8211; interior) e sul (sentido interior-capital) a depender do fluxo de veículos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Cedral &#8211; continuação das obras no quilômetro 425, pista sul (sentido interior-capital), da SP-310, no acesso à Potirendaba.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mirassol &#8211; Início das obras da marginal entre os quilômetros 449+100 e 448.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna e noturna, dois sentidos)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Sertãozinho / Barrinha / Jaboticabal / Taquaritinga / Itápolis / Borborema &#8211; Quilômetros 83 a 212 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Bebedouro / Pirangi / Paraíso / Palmares Paulista / Catanduva &#8211; Quilômetros 151 a 218 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Taquaritinga / Monte Alto / Vista Alegre do Alto / Pirangi &#8211; Quilômetros 000 a 044 (diurno, dois sentidos).</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Sexta-feira 29/5</strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara / Matão / Taquaritinga &#8211; Quilômetros 227 a 330 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos – dispositivo km228 ao dispositivo km287 (diurno).</p>
<p style="font-weight: 400;">Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol – Quilômetros 424 a 454 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS) &#8211; INTERDIÇÃO DA FAIXA DA ESQUERDA</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos &#8211; Quilômetros 229 a 241 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição total do viaduto quilômetro 236+700m (Jardim Jockey Clube).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição sentido UFSCar-bairro do viaduto quilômetro 235 (mão dupla de direção).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição sentido bairro-centro do viaduto quilômetro 240+310m (mão dupla de direção).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São José do Rio Preto &#8211; Interdição da faixa da esquerda para entrada e saída de caminhões no canteiro central para execução de terraplenagem, entre os quilômetros 442 e 444+750m, podendo alternar entre pistas norte (sentido capital &#8211; interior) e sul (sentido interior-capital) a depender do fluxo de veículos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Cedral &#8211; continuação das obras no quilômetro 425, pista sul (sentido interior-capital), da SP-310, no acesso à Potirendaba.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mirassol &#8211; Início das obras da marginal entre os quilômetros 449+100 e 448.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna e noturna, dois sentidos)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Sertãozinho / Barrinha / Jaboticabal / Taquaritinga / Itápolis / Borborema &#8211; Quilômetros 83 a 212 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Bebedouro / Pirangi / Paraíso / Palmares Paulista / Catanduva &#8211; Quilômetros 151 a 218 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Taquaritinga / Monte Alto / Vista Alegre do Alto / Pirangi &#8211; Quilômetros 000 a 044 (diurna e noturna, dois sentidos).</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Sábado &#8211; 30/5</strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos – dispositivo km228 ao dispositivo km287 (diurna).</p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos / Ibaté / Araraquara &#8211; Quilômetros 228 a 268 (diurna, dois sentidos)</p>
<p style="font-weight: 400;">Araraquara / Matão / Taquaritinga / Fernando Prestes / Santa Adélia / Pindorama / Catanduva / Catiguá / Ibirá / Uchoa / Cedral / São José do Rio Preto / Mirassol &#8211; Quilômetros 268 a 454 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS) &#8211; INTERDIÇÃO DA FAIXA DA ESQUERDA</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São Carlos &#8211; Quilômetros 229 a 241 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição total do viaduto quilômetro 236+700m (Jardim Jockey Clube).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição sentido UFSCar-bairro do viaduto quilômetro 235 (mão dupla de direção).</p>
<p style="font-weight: 400;">Interdição sentido bairro-centro do viaduto quilômetro 240+310m (mão dupla de direção).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>OBRA DE AMPLIAÇÃO (TERCEIRAS FAIXAS)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">São José do Rio Preto &#8211; Interdição da faixa da esquerda para entrada e saída de caminhões no canteiro central para execução de terraplenagem, entre os quilômetros 442 e 444+750m, podendo alternar entre pistas norte (sentido capital &#8211; interior) e sul (sentido interior-capital) a depender do fluxo de veículos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Cedral &#8211; continuação das obras no quilômetro 425, pista sul (sentido interior-capital), da SP-310, no acesso à Potirendaba.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mirassol &#8211; Início das obras da marginal entre os quilômetros 449+100 e 448.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Matão / Dobrada / Santa Ernestina / Guariba / Taquaritinga / Jaboticabal / Taiúva / Taquaral / Pitangueiras / Bebedouro / Colina / Barretos &#8211; Quilômetros 293 a 426 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Sertãozinho / Barrinha / Jaboticabal / Taquaritinga / Itápolis / Borborema – Quilômetros 83 a 212 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Bebedouro / Pirangi / Paraíso / Palmares Paulista / Catanduva &#8211; Quilômetros 151 a 218 (diurna, dois sentidos).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Taquaritinga / Monte Alto / Vista Alegre do Alto / Pirangi &#8211; Quilômetros 000 a 044 (diurna, dois sentidos).</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><strong>Domingo – 31/5</strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-310 – Rodovia Washington Luís</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Sem obras.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-326 – Rodovia Brigadeiro Faria Lima</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Sem obras.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-333 – Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Sem obras.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-351 &#8211; Rodovia Comendador Pedro Monteleone</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Sem obras.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SP-323 – Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Sem obras.</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>ENTREVISTA: Eletra já tem mais mil ônibus em pedidos, anuncia novas parcerias e lançamentos e entrega milésimo ônibus da marca</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/25/entrevista-eletra-ja-tem-mais-mil-onibus-em-pedidos-anuncia-novas-parcerias-e-lancamentos-e-entrega-milesimo-onibus-da-marca/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 25 May 2026 20:35:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa que recebeu veículo é a Movebuss, da cidade de São Paulo, que estima acelerar renovação de frota na zona Sudeste com infraestrutura na garagem ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA / YURI SENA A Eletra Industrial de São Bernardo do Campo (SP), empresa 100% nacional, já tem em carteira em torno de mil novos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/untitled-design-9-e1779741419421.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Empresa que recebeu veículo é a Movebuss, da cidade de São Paulo, que estima acelerar renovação de frota na zona Sudeste com infraestrutura na garagem</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA / YURI SENA</strong></em></p>
<p><div style="width: 1024px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-516809-3" width="1024" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Video-2026-05-25-at-17.04.32.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Video-2026-05-25-at-17.04.32.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Video-2026-05-25-at-17.04.32.mp4</a></video></div></p>
<p>A Eletra Industrial de São Bernardo do Campo (SP), empresa 100% nacional, já tem em carteira em torno de mil novos ônibus elétricos, que devem ser entregues entre este ano e o início de 2027. A revelação foi feita com exclusividade pela diretora-presidente da empresa, Milena Braga Romano, ao criador e editor-chefe do <strong>Diário do Transporte</strong>, Adamo Bazani.</p>
<p>Grande parte desta frota irá para a capital paulista. Entretanto, também há negociações e pedidos para outras cidades espalhadas pelo Brasil. Como já havia anunciado o site, nesta segunda-feira, 25 de maio de 2026, foi entregue a unidade número 1000 da marca em todo o país. A empresa a receber foi a Movebuss, que opera na zona sudeste da capital paulista, em bairros como Ipiranga, Sacomã, Vila Prudente, Vila Império, entre outros.</p>
<p>De acordo com o diretor-presidente da Movebuss, Antônio Alves de Oliveira, serão 45 unidades da marca para a garagem, que agora está mais preparada com a implantação da infraestrutura para a recarga das baterias. Com isso, o gestor estima a aceleração da renovação da frota na capital, especificamente na área onde atua.</p>
<p>Na entrevista, a diretora comercial da Eletra, Iêda Oliveira, destacou a preferência do mercado pelos ônibus nacionais, justamente pelo conhecimento que a Eletra tem em relação à operação, e também pelo pós-venda e consultoria, antes mesmo da aquisição do veículo, no preparo da garagem, escolhendo o melhor modelo, e até mesmo as melhores formas de financiamento.</p>
<p>Antônio Alves de Oliveira, que já tinha sete ônibus da marca, destacou o pós-venda e toda a assistência que a Eletra tem dado à operação. Por isso, optou por continuar com a marca nesse lote de 45 unidades.</p>
<p>Confira a entrevista na íntegra.</p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: O Diário do Transporte fala com exclusividade também aqui pra você, Ricardo Leite, na rádio, dentro da fábrica da Eletra Industrial em São Bernardo do Campo. São mil ônibus da marca entregues em todo o país. O milésimo ônibus é para Movebuss, na zona sudeste da capital paulista. Nosso contato é com o diretor-presidente da Move Buss, Antônio Alves de Oliveira, que vai contar pra gente o que ganha o passageiro em relação a esses ônibus.</strong></p>
<p><em><strong>ANTÔNIO ALVES DE OLIVEIRA:</strong> Bom, o passageiro vai ficar feliz da vida por estar viajando, estar fazendo a sua ida e vinda do seu trabalho, até mesmo passeando dentro de um veículo que vai trazer um conforto e uma poluição sonora inegável, né? Não tem barulho, conforto, eles vão só agradecer. Hoje a Movebuss opera com 528 ônibus na cidade de São Paulo, especialmente na zona Leste, e lá nós só temos sete veículos elétricos neste momento. E a gente faz rodízio nas linhas. Quando a gente chegar com esses 45 ônibus elétricos, o passageiro vai começar a entender melhor, vai gostar. Bom, ele vai ter um ganho muito especial em relação ao veículo a diesel, né? Eles são muito barulhentos, são os veículos mais velhos, então a frota renovada e ter a garantia de chegar ao trabalho ou voltar do trabalho num veículo como esse é fundamental. Sem contar que nós tivemos o privilégio de estar recebendo o milésimo ônibus da Eletra, né? A qual a gente está com a parceria há aproximadamente um ano e meio.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E você estava falando uma questão do pós-venda, e isso foi um dos motivos de ter chamado a preferência da Movebuss, seria isso?</strong></p>
<p><em><strong>ANTÔNIO ALVES DE OLIVEIRA:</strong> O pós-venda da Eletra, hoje a gente tem dois produtos, o importado e o nacional. O pós-venda hoje da Eletra é o melhor do sistema, sempre atendendo as nossas necessidades de bate-pronto. Até mesmo por conhecer a necessidade, conhecer os viários, antes de comprar o produto, a gente testou o produto deles, até mesmo sem compra, sem garantia de compra, eles deixaram o veículo deles testando nos viários aproximadamente dois meses, nos quais o veículo se saiu muito bem, e hoje não é só vender, né? Ter a garantia também de ter um produto nacional, está dentro da nossa cidade a fábrica, então, atendimento muito rápido e atende todas as nossas necessidades. Toda vez que o veículo dá um problema ou revisões, eles estão presentes e dando sua melhor assistência.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E continuando essa conversa, a diretora-presidente da Eletra Industrial, Milena Braga Romano, mil ônibus, estava falando em um discurso para os funcionários, inclusive eles ganharam bônus de presente, né? Mil ônibus, nesses quase 30 anos, muito tempo não se acreditava na eletromobilidade no Brasil, hoje parece que está se tornando uma realidade. A partir de agora, quais são os planos da Eletra e parece que há, inclusive, um incremento na carteira de vendas, é isso?</strong></p>
<p><em><strong>MILENA BRAGA ROMANO:</strong> A nossa perspectiva é das melhores, Adamo, a gente vem, nos últimos três anos, crescendo exponencialmente com a nossa produção, como eu falei no discurso, estamos em mais de 43 garagens no Brasil, 12 estados brasileiros, mil ônibus entregues e com a perspectiva de mais mil ônibus vendidos, com várias cidades do norte ao sul, com pedidos já em carteira e vários já em produção para entrega, pelo menos até dezembro, mais 650 ônibus. Então, a nossa perspectiva, todos os gargalos que a gente tinha, de desconhecimento de operador, de troca de tecnologia por parte dos governos e dos contratos, acho que tudo isso foi superado, avançamos muito também na questão da infraestrutura, da chegada da energia, tudo isso já está mais maduro em relação a todo o nosso país, então, a nossa perspectiva é voar alto agora, mais alto do que já voamos nesses últimos três anos.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Quer dizer, estimativa de mais mil ônibus e já fechados para carteira até dezembro, entre 650 e 700 aproximadamente. E a diretora comercial da Eletra, Iêda Oliveira diz que entre esses mil ônibus também tem outras novidades. Mascarello já está no forno?</strong></p>
<p><em><strong>IÊDA OLIVEIRA:</strong> Sim, o ônibus em parceria com a Mascarello já está no forno, será apresentado ainda agora no início do próximo semestre, então, a gente tem uma expectativa muito grande com essas parcerias. Eu sempre falo, a Eletra tem o maior portfólio de ônibus elétrico da América Latina e não é à toa, é por conta dessas parcerias, a gente sempre fez questão de desenvolver a solução, a tecnologia, a parceria dentro do território nacional. Acho que isso faz toda a diferença para essa velocidade que a gente atingiu até aqui. Então, acho que isso é fundamental para quem quer, e também a gente conhece a realidade operacional das nossas cidades. Preciso dizer, a gente sabe que, vou dar um exemplo, a gente está fazendo um midi com o mesmo powertrain do ônibus de 15 metros. Por quê? Porque são esses ônibus que operam com maior pressão de passageiro e periferia. Então, essa expertise, a gente não pensa no produto, a gente pensa na operação do cliente. O nosso foco é sempre esse, o nosso produto tem que atender a operação, não é a operação que tem que atender ao nosso produto. Então, acho que esse foco faz toda a diferença na forma como a gente desenvolve os produtos. Isso tem a ver com essa experiência de mais de 26 anos, onde o grupo também é operador, essa troca de informação, isso fez com que a Eletra tivesse o foco, na minha opinião, correto. O nosso foco é a operação de transporte público, não é o ônibus, não é o produto em si. O produto está focado em atender uma operação no sistema com a nossa realidade.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Por isso, pós-venda e o serviço Eletra Consult, também, que é um serviço de consultoria no pré-venda, né?</strong></p>
<p><em><strong>IÊDA OLIVEIRA:</strong> Exatamente. Por conta dessa experiência que a gente tem em operação e tração elétrica, é a maior experiência do Brasil, nós temos 26 anos atuando com ônibus elétrico, a gente consegue oferecer, tanto para o cliente quanto para o poder público, essas informações antes mesmo de pensar em comprar. Isso tem um valor muito grande, porque às vezes a gente não conhece, mas uma cidade que nunca operou um ônibus elétrico tem dificuldade de entender a necessidade de planejar infraestrutura, muitas cidades planejam o ônibus elétrico para andar só em corredor, isso não é verdade, o ônibus elétrico anda em corredor, ele anda na periferia, ele anda onde for preciso. Então, a gente vai nessa cidade, a gente faz a análise das linhas, a gente faz o estudo completo dessa linha, quantos ônibus são capazes de operar ali e qual a infraestrutura. Então, acho que esse serviço que a gente faz, e um outro serviço fundamental nosso também é o treinamento, a gente foca o seguinte, a gente aprende todo dia com os nossos clientes, eu diria que do primeiro treinamento que a gente fez até o que a gente faz hoje, a gente aprendeu demais, e o que a gente aprendeu principalmente? São várias realidades, o Brasil é gigante, como a Milena falou, a gente está de norte a sul, então são muitas realidades de transporte diferentes, e a gente vem aprendendo a cada dia, e tudo isso vai para dentro do nosso treinamento. Então, hoje a gente consegue ter um desempenho melhor, uma relação melhor, tanto com o operador, com o motorista que vai dirigir os nossos ônibus, quanto com a equipe de manutenção, e essa é a nossa meta, de novo, o nosso foco é a operação.</em></p>
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<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
<p><em><strong>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
<p><strong>EM PRIMEIRA MÃO: Eletra entre nesta segunda (25) o milésimo ônibus da marca para o sistema da capital paulista</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><i>Empresa com tecnologia 100% nacional mantém a liderança no mercado paulistano e em todo o país; veículo será entregue à Movebuss </i></span></p>
<p><b><i>ADAMO BAZANI</i></b></p>
<p><b><i>Colaborou Yuri Sena</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Eletra Industrial, empresa com capital e tecnologia 100% nacionais, entrega, nesta segunda-feira, 25 de maio de 2026, o ônibus elétrico número mil da marca.</span></p>
<p>Com isso, a companhia, com sede em São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista, mantém a liderança no mercado paulistano de ônibus elétricos, com cerca de metade de todas as vendas para as empresas do sistema gerenciado pela SPTrans (São Paulo Transporte). No Brasil, a empresa lidera com aproximadamente 70% de participação no mercado.<br />
<span style="font-weight: 400;">O ônibus número mil da marca Eletra, que será entregue nesta segunda-feira, (25), foi adquirido pela Movebuss, que opera o subsistema local de linhas na zona sudeste da capital paulista, servindo bairros como Ipiranga, Sacomã, Tamanduateí, Vila Prudente e Vila Império, entre outras regiões.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">A unidade faz parte de um lote de 45 ônibus elétricos da fabricante comprados pela operadora.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">O veículo é do tipo básico, para 71 passageiros, com chassi Mercedes-Benz, motor elétrico e baterias WEG, além de carroceria Caio e-Millennium.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">A tecnologia, a tração elétrica e a integração dos sistemas são da Eletra.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que, quando se fala em padrão básico para ônibus elétricos, é diferente do básico para ônibus a diesel.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">Enquanto nos elétricos o básico compreende ar-condicionado, piso baixo e acessibilidade por rampa, pelo padrão da SPTrans, o básico a diesel, que já não é mais permitido na cidade de São Paulo, conta com degraus, elevador e motor dianteiro.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-516795" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/c6357c3f-3ad2-44a1-ad12-d253ff1ea844.jpg?resize=828%2C669&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="669" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/c6357c3f-3ad2-44a1-ad12-d253ff1ea844.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/c6357c3f-3ad2-44a1-ad12-d253ff1ea844.jpg?resize=300%2C242&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/c6357c3f-3ad2-44a1-ad12-d253ff1ea844.jpg?resize=150%2C121&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/c6357c3f-3ad2-44a1-ad12-d253ff1ea844.jpg?resize=768%2C621&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/c6357c3f-3ad2-44a1-ad12-d253ff1ea844.jpg?resize=400%2C323&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma curiosidade é que este é o ônibus número mil da Eletra. </span><span style="font-weight: 400;">O ônibus elétrico número mil de toda a capital paulista, contando com as demais fornecedoras, também é da fabricante e foi entregue em março, se tratando de um modelo maior, de 15 metros, com chassi Scania.</span><br />
<span style="font-weight: 400;"><i>“</i><i><strong>Esta entrega é a concretização de um sonho que a Eletra começou há cerca de 30 anos, quando ninguém apostava na eletromobilidade para o Brasil. Compartilho esse orgulho e essa vitória com os operadores de transportes, com o prefeito Ricardo Nunes, que foi firme em sua decisão de tornar o transporte da cidade de São Paulo mais limpo, e, acima de tudo, com os colaboradores da Eletra, que acreditaram nesse sonho e que, com ônibus menos poluentes e mais confortáveis, beneficiam e deixam melhor a vida de milhões de paulistanos todos os dias que usam o transporte coletivo”</strong></i><i>, </i></span><span style="font-weight: 400;">disse a diretora-presidente da Eletra, Milena Braga Romano.</span></p>
<p><strong><em>*Este marco significa a preferência do mercado por modelos 100% nacionais. E não é à toa. Os modelos com tecnologia Eletra são os que mais podem receber personalizações e adaptações para atender às diferentes características que existem nos transportes de São Paulo e em todo o País. Nossos veículos rodam no calor de Belém do Pará, e nas temperaturas mais baixas de Porto Alegre. Servimos os trechos planos de corredores de Goiânia e as ruas íngremes da capital paulista. Com o Eletra Consul damos toda a assistência necessária de consultoria antes da compra, no momento de aquisição e temos o maior pós-venda do mercado brasileiro”* &#8211;</em></strong> disse a diretora comercial da Eletra, Ieda Oliveira.<br />
<span style="font-weight: 400;">A entrega será feita em uma cerimônia, na tarde desta segunda-feira, na planta industrial da Eletra, próxima ao km 18 da Via Anchieta, com a presença de autoridades e diretorias da fabricante e da Movebuss.</span></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Yuri Sena para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Sorocaba (SP) cria linha experimental de ônibus para atender região do futuro Cacau Park</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/25/sorocaba-sp-cria-linha-experimental-de-onibus-para-atender-regiao-do-futuro-cacau-park/</link>
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    <pubDate>Mon, 25 May 2026 20:00:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova linha A84 liga o Terminal Vitória Régia ao empreendimento e reforça atendimento ao eixo industrial da Zona Norte YURI SENA A Prefeitura de Sorocaba iniciou na ultima quarta-feira (20) a operação experimental da nova linha de ônibus A84 – Cacau Park, criada para conectar o Terminal Vitória Régia ao empreendimento de diversões em construção [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="602" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-16-at-12.30.35-e1671206128920.jpeg?fit=1024%2C602&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-16-at-12.30.35-e1671206128920.jpeg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-16-at-12.30.35-e1671206128920.jpeg?resize=300%2C176&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-16-at-12.30.35-e1671206128920.jpeg?resize=150%2C88&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-16-at-12.30.35-e1671206128920.jpeg?resize=768%2C451&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-16-at-12.30.35-e1671206128920.jpeg?resize=400%2C235&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Nova linha A84 liga o Terminal Vitória Régia ao empreendimento e reforça atendimento ao eixo industrial da Zona Norte</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura de Sorocaba iniciou na ultima quarta-feira (20) a operação experimental da nova linha de ônibus A84 – Cacau Park, criada para conectar o Terminal Vitória Régia ao empreendimento de diversões em construção no quilômetro 84 da Rodovia Castello Branco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova linha é administrada pela Urbes – Trânsito e Transportes e operada pela City Transportes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Prefeitura, a iniciativa integra o planejamento de ampliação gradual do sistema de transporte coletivo para regiões com potencial de crescimento da demanda, especialmente nos corredores industriais e logísticos da cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste primeiro momento, a linha opera com duas partidas em cada sentido. Os ônibus saem do Terminal Vitória Régia às 6h10 e 16h20. Já as partidas do Cacau Park ocorrem às 7h e 17h05.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O trajeto passa pela Avenida Itavuvu, Parque Tecnológico de Sorocaba, Avenida Toyota e Rodovia Castello Branco até a Estrada dos Carvalhos, atendendo também trabalhadores do complexo industrial da Toyota e empresas instaladas na região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o diretor-presidente da Urbes, Adriano Brasil, a nova linha busca absorver uma demanda reprimida de moradores das zonas Norte, Oeste e Sul da cidade que tinham poucas opções de deslocamento direto para o eixo industrial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A operação da A84 também complementa o atendimento já realizado pela linha A72 – Bairro dos Carvalhos, ampliando as possibilidades de integração do sistema municipal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a administração municipal, a implantação da linha foi precedida por estudos técnicos operacionais, levando em consideração pedidos de atendimento da região, integração com a rede existente e o potencial de crescimento de viagens motivadas pela expansão industrial e pela implantação do Cacau Park.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura informou ainda que a operação seguirá sendo monitorada pelas equipes técnicas da Urbes, permitindo ajustes futuros conforme o aumento da demanda, especialmente com o avanço das obras do empreendimento e a contratação de novos trabalhadores para a região.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>BRT de Cuiabá (MT) deve começar a operar até o fim de 2026 com ônibus elétricos, afirma governo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/25/brt-de-cuiaba-mt-deve-comecar-a-operar-ate-o-fim-de-2026-com-onibus-eletricos-afirma-governo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 25 May 2026 19:00:06 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Primeiros trechos da infraestrutura devem ser entregues já no final de junho; sistema ligará Cuiabá e Várzea Grande com corredores exclusivos e frota elétrica YURI SENA O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, afirmou que o novo sistema de BRT (Bus Rapid Transit) entre Cuiabá e Várzea Grande deverá entrar em operação até o final [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="472" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/obras-brt-cuiaba.jpg?fit=800%2C472&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/obras-brt-cuiaba.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/obras-brt-cuiaba.jpg?resize=300%2C177&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/obras-brt-cuiaba.jpg?resize=150%2C89&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/obras-brt-cuiaba.jpg?resize=768%2C453&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/obras-brt-cuiaba.jpg?resize=400%2C236&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Primeiros trechos da infraestrutura devem ser entregues já no final de junho; sistema ligará Cuiabá e Várzea Grande com corredores exclusivos e frota elétrica</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, afirmou que o novo sistema de BRT (Bus Rapid Transit) entre Cuiabá e Várzea Grande deverá entrar em operação até o final de 2026. Segundo o chefe do Executivo estadual, as obras avançam em ritmo acelerado e os primeiros trechos da estrutura devem ser entregues no fim de junho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As declarações foram dadas neste sábado (23), durante a inauguração da nova estrada entre os bairros Morada da Serra e Coxipó do Ouro, na capital mato-grossense.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Pivetta, o governo já iniciou negociações para aquisição da frota que será utilizada no novo sistema de transporte coletivo. A previsão é de que todos os veículos sejam elétricos, com estações de carregamento instaladas nas extremidades do corredor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Até o final do ano, Cuiabá e Várzea Grande vão ter essa faixa de ônibus moderna e funcionando. Com os veículos mais modernos disponíveis no mercado. Todos elétricos, com estações de carregamento nas duas pontas e com uma mudança total no jeito de andar de transporte coletivo”, declarou o governador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto prevê a utilização de ônibus articulados e convencionais, levando em consideração a demanda de passageiros da região metropolitana conhecida como Baixada Cuiabana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O governador também comentou sobre o planejamento do ramal do Coxipó, que deve avançar após a conclusão do eixo principal do BRT. O trajeto partirá do Terminal do Coxipó, próximo ao viaduto do Parque Cuiabá, seguindo pela Avenida Fernando Corrêa da Costa e Avenida Coronel Escolástico até a região central da capital.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda recebem nova etapa de manutenções programadas nesta segunda-feira (25)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/25/linhas-8-diamante-e-9-esmeralda-recebem-nova-etapa-de-manutencoes-programadas-nesta-segunda-feira-25/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 25 May 2026 17:55:34 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços serão realizados na via permanente e na rede aérea, com o objetivo aprimorar a infraestrutura ferroviária VINÍCIUS DE OLIVEIRA Nesta segunda-feira, 25 de maio, das 11h30 às 15h30, e das 23h à meia noite, as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda recebem uma nova etapa de manutenções programadas. Os serviços na via permanente e na rede [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Viamobilidade-linha-9-esmeralda-serieC-54-estacao-osasco-30-4-23.jpg?fit=800%2C533&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Viamobilidade-linha-9-esmeralda-serieC-54-estacao-osasco-30-4-23.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Viamobilidade-linha-9-esmeralda-serieC-54-estacao-osasco-30-4-23.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Viamobilidade-linha-9-esmeralda-serieC-54-estacao-osasco-30-4-23.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Viamobilidade-linha-9-esmeralda-serieC-54-estacao-osasco-30-4-23.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Viamobilidade-linha-9-esmeralda-serieC-54-estacao-osasco-30-4-23.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Serviços serão realizados na via permanente e na rede aérea, com o objetivo aprimorar a infraestrutura ferroviária</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Nesta segunda-feira, 25 de maio, das 11h30 às 15h30, e das 23h à meia noite, as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda recebem uma nova etapa de manutenções programadas.</p>
<p>Os serviços na via permanente e na rede aérea têm como objetivo aprimorar a infraestrutura ferroviária.</p>
<p>As atividades fazem parte do programa contínuo de melhorias promovido pela ViaMobilidade para garantir mais confiabilidade e segurança na operação.</p>
<p>A empresa orienta que os clientes acompanhem as atualizações operacionais pelos canais oficiais.</p>
<p>Confira a programação:</p>
<p><strong>Linha 8-Diamante</strong></p>
<p>Das 11h30 às 15h30, durante manutenção programada de via permanente entre as estações Barueri e Jandira, o embarque e o desembarque será feito pela mesma plataforma nessas estações e os intervalos serão de 16 minutos &#8211; o regular para o período seriam 8 minutos.</p>
<p>No mesmo horário (11h30-15h30), também haverá manutenção de via permanente entre as estações Júlio Prestes e Palmeiras-Barra Funda, com embarque e desembarque pela mesma plataforma no trecho, e intervalos de 16 minutos. Já o intervalo dos trens entre Palmeiras Barra Funda e Barueri permanecem de 8 minutos, sem alterações para o período.</p>
<p>No período noturno, das 23h00 até o término da operação comercial, às 00h, a ViaMobilidade realizará manutenção programada de rede aérea entre as estações Sagrado Coração e Engenheiro Cardoso. Nessas estações, o embarque e desembarque será feito pela mesma plataforma, com intervalos de 16 minutos (o regular para o período seriam 10 minutos).</p>
<p><strong>Linha 9-Esmeralda</strong></p>
<p>Das 11h30 às 15h30, será realizada manutenção programada de rede aérea na região de Osasco. Os clientes com destino a Osasco devem utilizar os trens da Linha 8-Diamante a partir da estação Presidente Altino. Não haverá maiores intervalos entre os trens.</p>
<p>Entre 23h e 00h, para manutenção programada de rede aérea na região entre as estações Granja Julieta e Morumbi, o embarque e desembarque será feito pela mesma plataforma nessas estações e os intervalos praticados serão de 16 minutos (o regular para o período seriam 7 minutos).</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Vai de Bus e Prodata: quando o transporte público aprende a conversar com o passageiro</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/25/vai-de-bus-e-prodata-quando-o-transporte-publico-aprende-a-conversar-com-o-passageiro/</link>
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    <pubDate>Mon, 25 May 2026 17:30:45 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Parceria entre startup de mobilidade e empresa de bilhetagem aposta no WhatsApp e em inteligência artificial para simplificar a experiência do usuário no transporte coletivo ALEXANDRE PELEGI A transformação digital do transporte público brasileiro começou, durante muitos anos, pelos bastidores. Sistemas de planejamento operacional, gestão de frota, bilhetagem eletrônica, monitoramento e redução de custos sempre [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="857" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Kleber-x-Garrido.jpg?fit=1024%2C857&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Kleber-x-Garrido.jpg?w=1231&amp;ssl=1 1231w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Kleber-x-Garrido.jpg?resize=300%2C251&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Kleber-x-Garrido.jpg?resize=1024%2C857&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Kleber-x-Garrido.jpg?resize=150%2C126&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Kleber-x-Garrido.jpg?resize=768%2C643&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Kleber-x-Garrido.jpg?resize=400%2C335&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p data-start="90" data-end="267"><em>Parceria entre startup de mobilidade e empresa de bilhetagem aposta no WhatsApp e em inteligência artificial para simplificar a experiência do usuário no transporte coletivo</em></p>
<p data-start="90" data-end="267"><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p data-start="269" data-end="678">A transformação digital do transporte público brasileiro começou, durante muitos anos, pelos bastidores. Sistemas de planejamento operacional, gestão de frota, bilhetagem eletrônica, monitoramento e redução de custos sempre ocuparam o centro das atenções tecnológicas do setor. Agora, porém, o foco começa a mudar de lugar: sai a operação como único eixo e entra o passageiro como protagonista da experiência.</p>
<p data-start="680" data-end="893">É nesse contexto que surge a parceria entre a <strong><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Prodata</span></span></strong> e a <strong><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Vai de Bus</span></span></strong>, startup especializada em soluções conversacionais para mobilidade urbana via WhatsApp.</p>
<p data-start="895" data-end="1097">A proposta é simples na aparência, mas profunda na lógica: permitir que o passageiro resolva praticamente toda sua relação com o transporte público dentro do aplicativo mais utilizado pelos brasileiros.</p>
<p data-start="1099" data-end="1360">“<em>Hoje a Vai de Bus é uma startup dedicada ao segmento de mobilidade, que desenvolveu um software que permite ao usuário do transporte público fazer a recarga dos cartões através de uma jornada pelo WhatsApp</em>”, explica <strong>André Garrido</strong>, um dos fundadores da empresa.</p>
<p data-start="1362" data-end="1476">Segundo ele, a presença do aplicativo no cotidiano das pessoas foi determinante para o desenvolvimento da solução.</p>
<p data-start="1478" data-end="1719">“<em>A estatística diz que 99% dos celulares do Brasil têm WhatsApp instalado. E outro dado interessante é que as pessoas abrem o aplicativo mais de 30 vezes por dia. Então entendemos que nossa tecnologia precisava estar onde o usuário já está</em>.”</p>
<p data-start="1721" data-end="1880">Hoje a operação da Vai de Bus já está presente em cidades como São Paulo, Cuiabá, Manaus, Ribeirão Preto e na região de Campinas, por meio da operação da Bus+.</p>
<p data-section-id="1nvd21u" data-start="1882" data-end="1906"><strong>Muito além da recarga</strong></p>
<p data-start="1908" data-end="1993">O que começou como um canal para compra de créditos rapidamente ganhou novas funções.</p>
<p data-start="1995" data-end="2209">Segundo Kleber Rocha, diretor comercial da Prodata, a integração passou a permitir também bloqueio de cartões perdidos, consulta de informações, cadastro de usuários, suporte operacional e atendimento automatizado.</p>
<p data-start="2211" data-end="2418"><em>“Quando começamos a conversar mais com o cliente na ponta, fomos entendendo quais eram as dificuldades dele. E percebemos que poderíamos usar o canal para muito mais do que apenas vender crédito eletrônico</em>.”</p>
<p data-start="2420" data-end="2620">A lógica por trás da solução passa pela eliminação de fricções. O passageiro não precisa baixar mais um aplicativo, ocupar memória do celular ou aprender uma nova interface. Ele simplesmente conversa.</p>
<p data-start="2622" data-end="2875">“<em>Hoje o ser humano não quer operar sistemas. Ele quer resolver o problema dele. Então, quando conseguimos esconder a tecnologia e transformar isso numa experiência simples, fluida e natural, o usuário passa a utilizar aquilo com prazer</em>”, resume Garrido.</p>
<p data-section-id="14oa1c" data-start="2877" data-end="2931"><strong>A pandemia mudou o eixo da tecnologia no transporte</strong></p>
<p data-start="2933" data-end="3043">Os executivos reconhecem que a pandemia de Covid-19 teve papel decisivo nessa mudança de mentalidade do setor.</p>
<p data-start="3045" data-end="3246">“<em>O Covid mudou completamente nossa forma de pensar tecnologia. A gente entendeu que precisava facilitar a vida do passageiro e reduzir o caminho entre ele e a solução do problema</em>”, afirma Kleber Rocha.</p>
<p data-start="3248" data-end="3408">Na avaliação deles, o passageiro deixou de ser apenas destinatário final da operação e passou a ocupar posição central na estratégia das empresas de mobilidade.</p>
<p data-start="3410" data-end="3581">“<em>Antes a tecnologia era muito voltada ao B2B, aos operadores e empresários. Hoje existe uma preocupação muito maior com a experiência do usuário final”</em>, diz André Garrido.</p>
<p data-start="3583" data-end="3676">A Vai de Bus inclusive criou um slogan que sintetiza essa visão: “<em>A viagem começa na compra</em>”.</p>
<p data-start="3678" data-end="3779">“<em>Se eu entrego uma solução simples, rápida e agradável, o usuário gosta, volta a usar e cria hábito</em>”, explica Garrido.</p>
<p data-section-id="7ygbze" data-start="3781" data-end="3832"><strong>Vitória: inteligência artificial para mobilidade</strong></p>
<p data-start="3834" data-end="3914">A evolução seguinte da plataforma foi a incorporação de inteligência artificial.</p>
<p data-start="3916" data-end="4084">Em 2025, a Vai de Bus lançou a “<strong>Vitória</strong>”, agente de IA cujo nome é uma sigla para “<em>Vendas Inteligentes de Transporte, Organização de Reserva e Inteligência Artificial</em>”.</p>
<p data-start="4086" data-end="4192">Segundo a empresa, a ferramenta funciona como um orquestrador de toda a jornada conversacional do usuário.</p>
<p data-start="4194" data-end="4362">“<em>Hoje ela já responde dúvidas, orienta o passageiro, guarda dados do cartão para facilitar novas compras e organiza toda a experiência de atendimento”</em>, explica Garrido.</p>
<p data-start="4364" data-end="4443">A ideia, segundo ele, é que o usuário literalmente “converse com a mobilidade”.</p>
<p data-section-id="1fxp8j4" data-start="4445" data-end="4473"><strong>O desafio da simplicidade</strong></p>
<p data-start="4475" data-end="4566">Ao longo da entrevista, os executivos destacam um ponto considerado essencial: praticidade.</p>
<p data-start="4568" data-end="4771">Num cenário em que os celulares disputam espaço com dezenas de aplicativos e em que muitos usuários possuem aparelhos simples ou planos de dados limitados, o WhatsApp surge como um canal quase universal.</p>
<p data-start="4773" data-end="4935">“<em>Hoje, mesmo quem não tem internet disponível continua com acesso ao WhatsApp em muitos planos pré-pagos. Isso cria uma capilaridade gigantesca</em>”, observa Garrido.</p>
<p data-start="4937" data-end="4989">Além disso, existe uma barreira cultural importante. “<em>Ninguém precisa ensinar alguém a usar WhatsApp</em>”, ressalta Garrido.</p>
<p data-section-id="1sa0whi" data-start="5042" data-end="5115"><strong>O transporte precisa ficar mais fácil para quem não é usuário habitual</strong></p>
<p data-start="5117" data-end="5224">A discussão também avançou para um tema estratégico do setor: a perda de passageiros do transporte público.</p>
<p data-start="5226" data-end="5368">Durante a conversa, surgiu uma provocação importante: o sistema brasileiro ainda é complexo demais para quem não usa transporte todos os dias.</p>
<p data-start="5370" data-end="5558">Turistas, passageiros ocasionais ou pessoas vindas de outras cidades frequentemente encontram dificuldades para entender tarifas, meios de pagamento, cartões e formas de acesso ao sistema.</p>
<p data-start="5560" data-end="5756">A comparação inevitável acabou sendo com cidades europeias, onde o pagamento aberto — diretamente com cartões bancários ou wallets digitais — já tornou a entrada no sistema praticamente invisível.</p>
<p data-start="5758" data-end="5833">Os executivos reconhecem que esse caminho tende a avançar também no Brasil.</p>
<p data-start="5835" data-end="5967">“<em>Talvez no futuro o usuário nem fale mais em recarga. Ele simplesmente vai usar o meio de pagamento que já possui</em>”, comenta Garrido.</p>
<p data-start="5969" data-end="6088">Nesse cenário, segundo ele, o papel da Vai de Bus passa a ser justamente organizar a experiência dessa jornada digital: “<em>Independentemente se será QR Code, wallet, cartão bancário ou crédito em bilhete, nosso trabalho é tornar essa experiência simples dentro do WhatsApp</em>.”</p>
<p data-section-id="206pvy" data-start="6244" data-end="6305"><strong>Tecnologia como porta de entrada para o transporte público</strong></p>
<p data-start="6307" data-end="6427">A visão defendida pela parceria entre Prodata e Vai de Bus aponta para algo maior do que apenas modernizar a bilhetagem.</p>
<p data-start="6429" data-end="6600">Existe uma percepção crescente no setor de que a tecnologia pode ser decisiva para reduzir barreiras de entrada no transporte coletivo — especialmente para novos usuários.</p>
<p data-start="6602" data-end="6745">Se durante décadas a inovação esteve concentrada nos bastidores operacionais, agora ela começa a migrar para a relação direta com o passageiro.</p>
<p data-start="6747" data-end="6960">E talvez esse seja justamente o principal desafio do transporte público contemporâneo: não apenas transportar pessoas, mas tornar o acesso ao sistema tão intuitivo e natural quanto enviar uma mensagem no WhatsApp.</p>
<p data-start="6962" data-end="7023"><em><strong data-start="6962" data-end="7023">Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Grupo JCA lança “Mimos na Estrada” inspirado em campeãs da Copa</title>
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    <pubDate>Mon, 25 May 2026 17:00:42 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Kit exclusivo homenageia as seleções de futebol do Brasil, Alemanha, Itália, Argentina, Espanha e França, últimas a levantarem a taça mundial VINÍCIUS DE OLIVEIRA O Grupo JCA, responsável pelas viações Cometa, 1001, Catarinense, Expresso do Sul e Rápido Ribeirão, entra no clima do maior evento esportivo do planeta com o lançamento de uma edição especial [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="683" height="1024" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/unnamed-7-e1779225909416.jpg?fit=683%2C1024&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Kit exclusivo homenageia as seleções de futebol do Brasil, Alemanha, Itália, Argentina, Espanha e França, últimas a levantarem a taça mundial</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>O Grupo JCA, responsável pelas viações Cometa, 1001, Catarinense, Expresso do Sul e Rápido Ribeirão, entra no clima do maior evento esportivo do planeta com o lançamento de uma edição especial e colecionável do seu kit lanche Mimos na Estrada, inspirada nos últimos países campeões da Copa do Mundo. A novidade, exclusiva para passageiros da categoria poltrona cama, chega com seis embalagens temáticas diferentes, criadas especialmente para o período. Os kits estarão disponíveis a bordo entre abril e julho, incentivando os clientes a planejarem suas viagens para garantir os exemplares.</p>
<p>Esta edição especial reforça o sucesso da iniciativa, que já se tornou um verdadeiro item de colecionador entre os passageiros habituais. Desde seu lançamento, em julho de 2024, mais de 1,6 milhão de kits já foram entregues, consolidando o Mimos na Estrada como um diferencial afetivo e sensorial da experiência premium de viagem do Grupo JCA.</p>
<p>O Mimos na Estrada Copa do Mundo segue com foco em gerar encantamento e experiência para os clientes, além de reforçar a presença da marca em um momento cultural globalmente relevante. Ações como essa também estimulam o engajamento e a repercussão a partir da paixão do brasileiro pelo futebol e dos aficionados por ônibus com a criação deste valor percebido na jornada de cada viagem.</p>
<p>A coleção conta com seis embalagens, cada uma representando um dos seis últimos países campeões mundiais &#8211; Brasil (2002), Itália (2006), Espanha (2010), Alemanha (2014), França (2018) e Argentina (2022). Todas elas trazem ícones, ilustrações e referências visuais relacionadas aos títulos conquistados nas edições em que o país foi campeão. A proposta foi desenvolver um material visualmente atrativo, que incentive o cliente a conhecer e completar a coleção ao longo da ação. A cada nova rodada, o cardápio surpresa terá uma combinação diferente por país.</p>
<p>“Unimos dois territórios de enorme conexão emocional com o brasileiro, o futebol e a viagem. O caráter colecionável cria uma dinâmica divertida com os clientes e transforma o kit em um elemento de experiência que vai muito além de um simples lanche”, afirma Marcia Martinez, diretora de marketing do Grupo JCA e head do clube giro.</p>
<p>O aspecto colecionável é um dos grandes trunfos do projeto. A estratégia engaja o público, que passa a viajar também motivado a completar a coleção, gerando conversa, troca entre passageiros e expectativa pelos próximos temas revelados pelo Grupo JCA.</p>
<p>“O Mimos na Estrada conecta momentos culturais que fazem parte da vida dos clientes e a edição Copa do Mundo reforça exatamente esse propósito”, comenta Martinez.</p>
<p>Além de receber o kit exclusivo, os passageiros membros do clube giro — programa de fidelidade do Grupo JCA — acumulam pontos a cada viagem e têm acesso a promoções e conteúdos especiais, tornando cada jornada ainda mais personalizada e recompensadora.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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