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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Metrô de São Paulo abre licitação para ações de saúde mental e compra de componentes</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/09/metro-de-sao-paulo-abre-licitacao-para-acoes-de-saude-mental-e-compra-de-componentes/</link>
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    <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 17:30:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Pregões terão sessões em 27 de outubro; Diário Oficial também publica prorrogação contratual com acréscimo de R$ 222 mil ADAMO BAZANI O Metrô de São Paulo abriu licitação para contratar serviços destinados ao desenvolvimento de ações de seu Programa de Saúde Mental. O aviso foi publicado no Diário Oficial desta sexta-feira, 9 de outubro de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="888" height="592" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/102487642-s-c3-a3o-20paulo-20sp-2023-03-2023-20-20passageiros-20aguardam-20no-20embarque-20da-20esta-c3-a7-c3-a3o-20palmeiras-barra-20fund.webp?fit=888%2C592&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/102487642-s-c3-a3o-20paulo-20sp-2023-03-2023-20-20passageiros-20aguardam-20no-20embarque-20da-20esta-c3-a7-c3-a3o-20palmeiras-barra-20fund.webp?w=888&amp;ssl=1 888w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/102487642-s-c3-a3o-20paulo-20sp-2023-03-2023-20-20passageiros-20aguardam-20no-20embarque-20da-20esta-c3-a7-c3-a3o-20palmeiras-barra-20fund.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/102487642-s-c3-a3o-20paulo-20sp-2023-03-2023-20-20passageiros-20aguardam-20no-20embarque-20da-20esta-c3-a7-c3-a3o-20palmeiras-barra-20fund.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/102487642-s-c3-a3o-20paulo-20sp-2023-03-2023-20-20passageiros-20aguardam-20no-20embarque-20da-20esta-c3-a7-c3-a3o-20palmeiras-barra-20fund.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/102487642-s-c3-a3o-20paulo-20sp-2023-03-2023-20-20passageiros-20aguardam-20no-20embarque-20da-20esta-c3-a7-c3-a3o-20palmeiras-barra-20fund.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 888px) 100vw, 888px" /> <p><em>Pregões terão sessões em 27 de outubro; Diário Oficial também publica prorrogação contratual com acréscimo de R$ 222 mil</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Metrô de São Paulo abriu licitação para contratar serviços destinados ao desenvolvimento de ações de seu Programa de Saúde Mental. O aviso foi publicado no Diário Oficial desta sexta-feira, 9 de outubro de 2026, e estabelece a realização da sessão pública em 27 de outubro, às 10h.</p>
<p>A companhia também anunciou uma licitação para fornecimento de gaxeta de borracha nitrílica, com disputa no mesmo dia, às 9h. Em publicação separada, divulgou um aditivo que prorroga até abril de 2027 um contrato com a Zonaide Queiroz de Sousa Confecções e acrescenta R$ 222.178,74 ao valor contratual, na base de preços indicada no documento.</p>
<h3>Contratação será destinada ao Programa de Saúde Mental da companhia</h3>
<p>O objeto anunciado é a prestação de serviços para desenvolver ações do Programa de Saúde Mental do Metrô.</p>
<p>O edital completo fica disponível a partir desta sexta-feira, 9 de outubro, nos portais de compras do Governo Federal, do Diário Oficial e da companhia.</p>
<p>A disputa ocorrerá por pregão eletrônico, identificado pelo Metrô como número 10023427 e pelo sistema federal de compras como 364/2026.</p>
<p>A publicação resumida não informa o valor estimado, o período de execução, o público abrangido ou quais atividades deverão ser desenvolvidas.</p>
<p>Dessa forma, o aviso confirma a abertura da contratação, mas não permite afirmar que haverá atendimento psicológico individual, contratação de determinada quantidade de profissionais ou implantação de um novo serviço para passageiros.</p>
<p>O detalhamento das ações, das obrigações da empresa contratada e dos critérios de participação está no edital e em seus anexos.</p>
<h3>Abertura do pregão é uma etapa anterior à escolha da prestadora</h3>
<p>A publicação do aviso e a disponibilização do edital permitem que os interessados conheçam as condições da contratação e apresentem propostas.</p>
<p>Na sessão eletrônica, as ofertas serão disputadas e analisadas conforme as regras do procedimento. A contratação dependerá do cumprimento das etapas de julgamento, habilitação e conclusão da licitação.</p>
<p>Portanto, a divulgação do pregão não significa que os serviços já começaram ou que uma empresa foi escolhida.</p>
<h3>Compra de gaxeta terá edital disponível em 13 de outubro</h3>
<p>O segundo aviso trata do fornecimento de gaxeta em borracha nitrílica.</p>
<p>Gaxetas são componentes de vedação. Sua aplicação específica depende das características e dos requisitos do equipamento no qual serão utilizadas.</p>
<p>O extrato não identifica o sistema de destino, a quantidade de peças ou o valor estimado. Assim, não há base para associar a compra a um modelo de trem ou a uma intervenção específica na rede.</p>
<p>O edital ficará disponível a partir de 13 de outubro. A sessão será realizada em 27 de outubro, às 9h, pelo sistema eletrônico de compras.</p>
<p>O procedimento é identificado como pregão 10024246 no Metrô e 388/2026 no sistema federal, com unidade compradora 373301.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Objeto</th>
<th>Disponibilização do edital</th>
<th>Sessão pública</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Ações do Programa de Saúde Mental</td>
<td>9 de outubro de 2026</td>
<td>27 de outubro, às 10h</td>
</tr>
<tr>
<td>Gaxeta em borracha nitrílica</td>
<td>13 de outubro de 2026</td>
<td>27 de outubro, às 9h</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Aditivo prorroga contrato até abril de 2027 e altera valores</h3>
<p>O Diário Oficial também apresenta o nono aditivo do contrato com a Zonaide Queiroz de Sousa Confecções ME, assinado em 7 de outubro.</p>
<p>O documento estabelece a prorrogação da vigência até 9 de abril de 2027 e registra remuneração mensal de R$ 37.029,79.</p>
<p>Também acrescenta R$ 222.178,74 ao contrato e inclui uma planilha de remunerações como anexo.</p>
<p>Os dois valores são apresentados na data-base de 1º de fevereiro de 2017. Essa referência precisa ser preservada: o extrato não informa o valor atualizado para outubro de 2026.</p>
<h3>Extrato não descreve o objeto original do contrato prorrogado</h3>
<p>Embora a razão social da contratada contenha a palavra “Confecções”, o aditivo publicado não identifica o objeto original.</p>
<p>Por isso, não é possível classificar a prorrogação como compra de uniformes, fornecimento de roupas ou outro serviço específico apenas pelo nome da empresa.</p>
<p>A publicação confirma o prazo, os valores na base indicada e a inclusão da planilha, mas não apresenta a remuneração mensal anterior nem o percentual de aumento.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Aplicativos são usados por 76% dos paulistas; demora do transporte público acende alerta para ônibus, trens e metrô</title>
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    <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 17:10:25 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Carrocerias]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Pesquisa Seade mostra que 77% veem nas plataformas uma alternativa quando o transporte público demora ou é difícil de utilizar; atrair passageiros exige reduzir espera, melhorar conexões e garantir financiamento para o serviço ADAMO BAZANI O transporte por aplicativo faz parte dos hábitos de deslocamento de 76% dos moradores adultos do Estado de São Paulo, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="875" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-13.51.55-1.jpeg?fit=1024%2C875&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-13.51.55-1.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-13.51.55-1.jpeg?resize=300%2C256&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-13.51.55-1.jpeg?resize=1024%2C875&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-13.51.55-1.jpeg?resize=150%2C128&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-13.51.55-1.jpeg?resize=768%2C656&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-13.51.55-1.jpeg?resize=1536%2C1312&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-13.51.55-1.jpeg?resize=400%2C342&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Pesquisa Seade mostra que 77% veem nas plataformas uma alternativa quando o transporte público demora ou é difícil de utilizar; atrair passageiros exige reduzir espera, melhorar conexões e garantir financiamento para o serviço</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O transporte por aplicativo faz parte dos hábitos de deslocamento de 76% dos moradores adultos do Estado de São Paulo, segundo levantamento da Fundação Seade. A pesquisa também revela um sinal importante para o planejamento da mobilidade: 77% concordam que essas plataformas ajudam quando o transporte público demora ou é difícil de utilizar.</p>
<p>Os resultados colocam em discussão a capacidade de ônibus, trens e metrô de oferecer viagens competitivas em tempo, custo e facilidade. Entretanto, o levantamento não permite calcular quantos passageiros trocaram o transporte coletivo pelos aplicativos nem atribuir o crescimento dessas plataformas exclusivamente às deficiências dos serviços públicos.</p>
<p>A pesquisa “Mobilidade da população e transporte de passageiros por aplicativos”, publicada em outubro no Seade SP Social, ouviu 8.189 pessoas com 18 anos ou mais, residentes no estado, em maio e junho de 2026, por entrevistas telefônicas automatizadas.</p>
<h3>O que os números mostram</h3>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Indicador</th>
<th>Resultado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Costumam utilizar aplicativos</td>
<td>76%</td>
</tr>
<tr>
<td>Utilizam aplicativos frequentemente</td>
<td>26%</td>
</tr>
<tr>
<td>Utilizam aplicativos ocasionalmente</td>
<td>50%</td>
</tr>
<tr>
<td>Costumam utilizar transporte público</td>
<td>57%</td>
</tr>
<tr>
<td>Utilizam transporte público frequentemente</td>
<td>37%</td>
</tr>
<tr>
<td>Veem aplicativos como auxílio quando o transporte público demora ou é difícil de usar</td>
<td>77%</td>
</tr>
<tr>
<td>Concordância com essa afirmação entre usuários do transporte público</td>
<td>80%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Fonte: Fundação Seade.</p>
<p>Os percentuais representam hábitos declarados por pessoas, e não a participação de cada modalidade no total de viagens. Um mesmo entrevistado pode utilizar diferentes meios de transporte.</p>
<h3>Crescimento dos aplicativos não significa abandono automático do ônibus</h3>
<p>Entre os usuários de aplicativos, 40% disseram ter aumentado a frequência de utilização e 13% começaram a usar o serviço nos 12 meses anteriores à entrevista. Esses resultados indicam ampliação do uso declarado, mas não equivalem a um crescimento de 53% no número de corridas.</p>
<p>O pesquisador da Fundação Seade Irineu Barreto explica, em divulgação do governo estadual, que as plataformas podem funcionar como alternativa e complemento. Uma pessoa pode utilizar ônibus ou metrô em parte do percurso e recorrer ao aplicativo em outro trecho.</p>
<p>Essa distinção é importante para avaliar os efeitos sobre o transporte coletivo. Uma corrida até uma estação pode facilitar o acesso ao trem. Já uma viagem integral de carro, em substituição ao ônibus, pode retirar demanda do sistema.</p>
<p>Ao analisar os resultados, o diretor-presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, Paulo Guimarães, também ressalta que o levantamento não comprova uma migração automática do transporte público para os aplicativos. Em entrevista à EPTV, reproduzida pelo Observatório, ele relacionou o uso das plataformas a lacunas de atendimento em determinados locais e horários.</p>
<p>“O grande desafio é utilizar esses dados para integrar os modais”, afirmou. Para Guimarães, essa integração deve considerar tanto as conexões físicas quanto o custo para as famílias.</p>
<h3>A demora começa antes de entrar no veículo</h3>
<p>A percepção identificada pelo Seade ajuda a formular uma questão para gestores e operadores: quanto tempo o passageiro leva, de fato, para chegar ao destino?</p>
<p>A avaliação precisa considerar a caminhada até o ponto, a espera, o percurso dentro do veículo, as transferências e o trecho final. Uma linha pode apresentar um tempo de viagem razoável e, ainda assim, oferecer um deslocamento pouco atraente se tiver intervalos longos ou conexões difíceis.</p>
<p>São mecanismos que podem ajudar a explicar a procura pelos aplicativos, mas que precisam ser investigados em cada cidade. A pesquisa de percepção não mediu atrasos por linha, extensão de corredores, investimentos executados ou a relação causal entre esses fatores e a adesão às plataformas.</p>
<p>A falta de prioridade viária merece atenção nesse diagnóstico. Quando o ônibus disputa espaço com os automóveis, fica sujeito aos mesmos congestionamentos. Faixas e corredores, acompanhados de fiscalização e operação adequada, são instrumentos para tornar o tempo de viagem mais previsível.</p>
<p>Também precisam entrar na conta os horários de atendimento. Para quem sai do trabalho à noite ou precisa viajar no fim de semana, a disponibilidade do serviço pode pesar tanto quanto a velocidade.</p>
<h3>Qual pode ser o impacto no transporte coletivo?</h3>
<p>O efeito depende do tipo de viagem que o aplicativo atende.</p>
<p>Quando substitui uma viagem antes realizada no transporte coletivo, pode reduzir passageiros e arrecadação tarifária. Nos sistemas muito dependentes da passagem, uma eventual redução de receita exige atenção para evitar que resulte em cortes de oferta, intervalos maiores e novas perdas de usuários.</p>
<p>Esse é um risco econômico e operacional, não um efeito quantificado pelo levantamento do Seade.</p>
<p>Quando serve de conexão com uma estação ou terminal, o aplicativo pode ampliar o alcance da rede. Para avaliar se isso ocorre, é necessário identificar origens, destinos, horários e o meio de transporte que seria utilizado na ausência da plataforma.</p>
<p>Também seria preciso medir os quilômetros percorridos pelos veículos, sua ocupação e a circulação sem passageiros para estimar impactos sobre o trânsito. O percentual de pessoas que utilizam aplicativos, isoladamente, não responde a essas perguntas.</p>
<h3>A desigualdade limita a possibilidade de escolher</h3>
<p>O transporte público continua especialmente importante para a população de menor renda. Segundo a divulgação da pesquisa, seu uso é mencionado por 74% dos entrevistados de famílias com rendimento de até um salário mínimo, ante 26% daqueles com renda familiar superior a dez salários mínimos.</p>
<p>O preço também restringe o acesso às plataformas: entre os não usuários de aplicativos de famílias com renda de até um salário mínimo, 30% apontam o custo como motivo.</p>
<p>Isso significa que enfrentar as deficiências do transporte coletivo tem uma dimensão social. Quem consegue pagar uma corrida pode encontrar uma saída para uma conexão ruim ou para a espera prolongada. Quem não consegue depende da qualidade da rede disponível.</p>
<h3>O que fazer para a população se deslocar coletivamente?</h3>
<p>A prioridade deve ser tornar o transporte coletivo uma escolha viável no percurso completo. Isso exige combinar infraestrutura, operação, preço e condições de acesso.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Frente de ação</th>
<th>Medidas a considerar</th>
<th>Benefício esperado para o passageiro</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Reduzir o tempo de viagem</td>
<td>Prioridade para ônibus, fiscalização de faixas e melhoria dos pontos críticos</td>
<td>Viagens mais rápidas e previsíveis</td>
</tr>
<tr>
<td>Diminuir a espera</td>
<td>Ajustar oferta por horário e região, com acompanhamento dos intervalos reais</td>
<td>Menor risco de atraso e menos tempo no ponto</td>
</tr>
<tr>
<td>Melhorar conexões</td>
<td>Coordenar linhas alimentadoras, terminais e serviços sobre trilhos</td>
<td>Transferências mais simples</td>
</tr>
<tr>
<td>Tornar a viagem financeiramente acessível</td>
<td>Integração tarifária e políticas de subsídio com recursos e critérios transparentes</td>
<td>Menor custo no percurso completo</td>
</tr>
<tr>
<td>Melhorar o acesso</td>
<td>Calçadas, travessias, iluminação, abrigos e acessibilidade</td>
<td>Mais segurança e autonomia até o embarque</td>
</tr>
<tr>
<td>Dar informação confiável</td>
<td>Previsão de chegada, avisos de alterações e orientação acessível</td>
<td>Melhor planejamento da viagem</td>
</tr>
<tr>
<td>Cobrar resultados</td>
<td>Metas públicas de regularidade, lotação e viagens cumpridas</td>
<td>Fiscalização baseada no serviço entregue</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As medidas devem ser escolhidas a partir das necessidades locais. Uma região com longos intervalos pode precisar de reforço operacional imediato; outra pode exigir um corredor, novas conexões ou expansão da rede de maior capacidade.</p>
<p>A prioridade ao transporte coletivo já integra a Política Nacional de Mobilidade Urbana. A legislação também prevê integração entre os serviços, transparência e parâmetros de qualidade. A questão prática é transformar essas diretrizes em orçamento, execução e acompanhamento.</p>
<h3>Investir na operação também é investir em mobilidade</h3>
<p>Ampliar infraestrutura é necessário onde há insuficiência de capacidade ou cobertura. Entretanto, uma obra precisa vir acompanhada dos recursos para operar o serviço e manter estações, terminais e equipamentos.</p>
<p>Um estudo do Ipea sobre contratos de mobilidade urbana propõe combinar fontes de receita, eficiência de custos e melhoria do atendimento. O trabalho parte do reconhecimento de que os benefícios do transporte coletivo alcançam a cidade e também quem utiliza transporte individual.</p>
<p>Para o passageiro, o resultado deve aparecer em viagens cumpridas, menor espera e conexões acessíveis. Por isso, a avaliação dos investimentos precisa acompanhar o serviço entregue, além do volume de recursos anunciado.</p>
<p>Os aplicativos já integram os deslocamentos dos paulistas. O desafio para o transporte coletivo é identificar onde essa utilização complementa a rede e onde revela necessidades que ela ainda não atende. Reduzir a demora e facilitar a viagem completa são caminhos para que mais pessoas possam escolher ônibus, trens e metrô no cotidiano.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Menos espera, integração, transparência, ônibus elétricos: o que o Brasil pode aproveitar do encontro de transporte público da APTA em Chicago</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 16:23:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Balanço reúne financiamento, eletrificação e uso de dados; entrevistas do Diário do Transporte com a advogada Liana Variani mostram como a bilhetagem pode apoiar o planejamento e a segurança jurídica dos contratos, em discussão também no marco legal brasileiro ADAMO BAZANI Reduzir a espera no ponto, facilitar a integração entre ônibus e trens e demonstrar [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="909" height="629" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texdrtoapot.jpg?fit=909%2C629&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texdrtoapot.jpg?w=909&amp;ssl=1 909w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texdrtoapot.jpg?resize=300%2C208&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texdrtoapot.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texdrtoapot.jpg?resize=768%2C531&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/texdrtoapot.jpg?resize=400%2C277&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 909px) 100vw, 909px" /> <p><em>Balanço reúne financiamento, eletrificação e uso de dados; entrevistas do <strong>Diário do Transporte </strong>com a advogada Liana Variani mostram como a bilhetagem pode apoiar o planejamento e a segurança jurídica dos contratos, em discussão também no marco legal brasileiro</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Reduzir a espera no ponto, facilitar a integração entre ônibus e trens e demonstrar como o dinheiro do transporte é arrecadado e aplicado estão entre as possibilidades de uso, no Brasil, das tecnologias e dos temas apresentados no APTA TRANSform &amp; EXPO 2026. Realizado de 4 a 7 de outubro, em Chicago, nos Estados Unidos, o encontro reuniu discussões sobre financiamento, redes regionais, infraestrutura para veículos elétricos e dados para a operação.</p>
<p>A aplicação dessas referências brasileiras depende de condições que vão além da compra de equipamentos: recursos para manter o serviço, contratos com responsabilidades claras e capacidade pública de fiscalizar os resultados. É nesse ponto que o evento se relaciona ao Marco Legal do Transporte Público Coletivo e às entrevistas do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> com a advogada especializada em risco empresarial e segurança jurídica, Liana Variani, sobre o uso da bilhetagem como instrumento de planejamento e proteção contratual.</p>
<p>Promovido pela Associação Americana de Transporte Público, o encontro combinou a conferência TRANSform com a exposição de produtos e serviços. A conferência integra a agenda anual da entidade; a EXPO ocorre a cada três anos. Em Chicago, a exposição funcionou de 5 a 7 de outubro.</p>
<p>O balanço da programação e dos anúncios das empresas aponta referências para o Brasil, mas não permite tratar uma tecnologia exibida como garantia de melhoria. O resultado precisa aparecer na viagem: ônibus disponíveis, intervalos cumpridos, informação confiável e acesso economicamente possível.</p>
<h3>Financiamento contínuo importa tanto quanto a compra de ônibus</h3>
<p>Uma das sessões da conferência tratou de receitas estaduais e locais para sustentar o transporte no longo prazo. Outra abordou o uso de ativos imobiliários como parte da estratégia de financiamento.</p>
<p>A relevância para o Brasil está na distinção entre financiar a implantação e sustentar o funcionamento. Comprar um ônibus, construir uma estação ou instalar carregadores representa apenas uma parte da despesa. O serviço continuará exigindo motoristas, manutenção, energia, limpeza e reposição de equipamentos.</p>
<p>Para o passageiro, essa diferença aparece quando uma obra é inaugurada, mas a frequência continua insuficiente, ou quando veículos novos entram em circulação sem uma estrutura capaz de mantê-los disponíveis.</p>
<p>A referência internacional pode orientar estudos sobre receitas adicionais e participação orçamentária, mas sua adoção requer avaliação da legislação, da capacidade fiscal e dos efeitos sobre a população. Uma fonte de recursos que funciona em determinada região norte-americana não pode ser presumida viável para qualquer município brasileiro.</p>
<p>Também é necessário distinguir empréstimo de receita permanente. O financiamento permite antecipar investimentos, mas precisa ser pago. Ele não resolve, sozinho, a diferença entre o custo do serviço e o valor que o usuário consegue desembolsar.</p>
<h3>Integração precisa funcionar durante toda a viagem</h3>
<p>A programação incluiu planejamento regional para facilitar os deslocamentos dos passageiros. A própria organização destacou sistemas tarifários unificados e plataformas de dados compartilhadas como temas da exposição.</p>
<p>Segundo a APTA, a região de Chicago passa por uma reorganização sob a Northern Illinois Transit Authority, envolvendo coordenação de serviços, tarifas e planejamento entre CTA, Metra e Pace.</p>
<p>A referência para as regiões metropolitanas brasileiras é organizar a viagem completa. O passageiro que atravessa limites municipais precisa de conexões compatíveis, regras compreensíveis e informação sobre o próximo embarque.</p>
<p>Um cartão aceito em diferentes veículos ajuda, mas não resolve uma conexão em que o segundo ônibus sai antes da chegada do primeiro. Da mesma forma, um aplicativo pode indicar o trajeto, mas não elimina uma caminhada insegura entre terminais.</p>
<p>Na aplicação brasileira, a integração exige acordos sobre quem planeja, quem paga, como a receita é distribuída e quem responde quando o atendimento falha. A tecnologia deve executar essas decisões.</p>
<h3>Bilhetagem também pode documentar o contrato, destaca Liana Variani</h3>
<p>Em entrevista publicada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 9 de junho de 2026, a advogada especializada em risco empresarial e segurança jurídica, Liana Variani, uma das principais fontes do veículo no setor e colaboradora de conteúdo, explicou que os registros de arrecadação e faturamento podem oferecer garantias ao poder público, aos operadores e aos usuários.</p>
<p>A especialista observou que informações produzidas naturalmente pelos sistemas tecnológicos ainda são desperdiçadas quando se considera apenas sua função principal.</p>
<p>“O problema é que se foca apenas na atividade-fim de determinada tecnologia”, afirmou a advogada Liana Variani.</p>
<p>A reportagem também mostrou como dados de embarque e reembarque, cruzados com GPS, telemetria e observações em campo, podem orientar linhas.</p>
<p>Essa abordagem permite relacionar bilhetagem e segurança contratual: registros verificáveis ajudam a discutir demanda e receita com evidências. Para o passageiro, podem apoiar a identificação de horários e locais que precisam de atendimento.</p>
<p>Isso exige acesso aos dados, critérios de validação, auditoria e proteção das informações pessoais. O sistema de cobrança, isoladamente, não assegura transparência.</p>
<h3>Dados devem ajudar a encontrar quem está mal atendido</h3>
<p>Na programação da EXPO, uma apresentação da INIT abordou a relação entre tarifa, confiança, dados e receita. Outra, da Parsons, tratou do monitoramento de ativos e da integração de sistemas para melhorar a experiência do passageiro.</p>
<p>Uma aplicação possível no Brasil é cruzar informações de cobrança com os deslocamentos dos veículos para avaliar se a oferta corresponde à necessidade.</p>
<p>Mas existe uma limitação: registros de embarque mostram quem conseguiu utilizar o serviço. Eles não identificam, sozinhos, quem deixou de viajar por falta de dinheiro, distância do ponto ou ausência de ônibus.</p>
<p>Por isso, dados digitais precisam ser complementados por pesquisas, reclamações e acompanhamento em campo. Uma linha com poucos passageiros pode estar inadequada em horário ou itinerário. Também pode ser indispensável para uma comunidade pequena.</p>
<p>A avaliação deve considerar a função social do atendimento, além da arrecadação.</p>
<h3>Eletrificação exige garagem, energia e preparação das equipes</h3>
<p>A APTA destacou uma mudança de enfoque: além dos veículos de emissão zero, a agenda passou a abranger os sistemas que permitem sua operação, como redes de carregamento e planejamento elétrico.</p>
<p>A conferência incluiu uma oficina sobre procedimentos de segurança para ônibus elétricos a bateria.</p>
<p>Entre os lançamentos, a Solaris apresentou o Urbino 40 electric, desenvolvido para o mercado norte-americano. Segundo a fabricante, o modelo reúne gerenciamento térmico das baterias, monitoramento veicular, assistência ao motorista e recursos de acessibilidade.</p>
<p>Para o Brasil, a referência é avaliar o conjunto da operação. A compra precisa considerar percursos, capacidade, recarga, instalações da garagem, manutenção e treinamento.</p>
<p>A análise econômica também deve abranger a vida útil do sistema: investimento inicial, energia, peças, disponibilidade dos veículos e obrigações contratuais. O benefício esperado precisa ser demonstrado nas condições reais de cada cidade.</p>
<p>Um ônibus elétrico que permanece indisponível por problemas de recarga ou manutenção deixa de atender o passageiro. A mudança tecnológica deve vir acompanhada de continuidade do serviço.</p>
<h3>Manutenção com inteligência artificial pode reduzir interrupções, mas precisa ser validada</h3>
<p>A ferramenta apresentada pela Alstom permite que técnicos utilizem comandos em linguagem comum para buscar apoio na identificação de problemas.</p>
<p>A aplicação potencial para o passageiro está na disponibilidade dos trens. Diagnosticar falhas mais rapidamente pode ajudar a reduzir o tempo de manutenção e as interrupções.</p>
<p>Entretanto, a adoção exige validação técnica, registros confiáveis e responsabilidade definida. Uma ferramenta de apoio não substitui procedimentos de segurança nem a avaliação profissional.</p>
<p>O anúncio também oferece uma referência de organização: a Alstom informou a criação de um centro de inovação nos Estados Unidos para aproximar empresas, autoridades de transporte, universidades e desenvolvedores. No Brasil, parcerias desse tipo podem ser estruturadas em torno de problemas concretos de operação, com resultados mensuráveis.</p>
<h3>Marco legal aproxima planejamento, dados e contratos</h3>
<p>O Marco Legal do Transporte Público Coletivo foi sancionado como Lei nº 15.432, de 13 de junho de 2026, e publicado no dia seguinte. O texto prevê entrada em vigor após um ano da publicação oficial, portanto em junho de 2027.</p>
<p>Entre seus princípios estão segurança jurídica, integridade dos dados e distinção entre remuneração do serviço e tarifa cobrada do passageiro. Também prevê planejamento integrado e divulgação de informações sobre custos, demanda, oferta, arrecadação e qualidade.</p>
<p>A conexão com Chicago está na possibilidade de usar tecnologia para executar e verificar essas obrigações.</p>
<p>Como aplicação prática, um contrato pode estabelecer metas de atendimento e utilizar registros operacionais auditáveis para conferir seu cumprimento. A compra de uma plataforma precisa definir acesso público às informações, continuidade do serviço e condições de troca de fornecedor.</p>
<p>Esses são caminhos de implementação; não representam melhoria automática decorrente da sanção.</p>
<h3>Vetos mantêm em debate quem paga a operação e as gratuidades</h3>
<p>Na consulta realizada em 9 de outubro de 2026, os dispositivos do Veto nº 30/2026 constavam como não apreciados no Congresso Nacional.</p>
<p>Entre os pontos vetados estão regras de custeio das gratuidades e descontos por fontes específicas, sua inclusão no orçamento e a proibição de transferir esse custo aos demais usuários. Também foi retirado o prazo de cinco anos para adequação.</p>
<p>Outro veto atingiu o dispositivo que previa cobertura da remuneração dos operadores por receitas tarifárias, extratarifárias e subsídios.</p>
<p>Na justificativa, o Executivo alegou riscos de despesas sem identificação dos recursos necessários e impactos sobre a autonomia financeira dos entes federativos. Para as gratuidades, também apontou possibilidade de inviabilizar políticas existentes.</p>
<p>A discussão se relaciona à agenda internacional de financiamento duradouro: sem definir responsabilidades e recursos, ficam mais difíceis os compromissos de oferta, renovação e integração.</p>
<p>Os vetos não extinguem automaticamente gratuidades nem proíbem todos os subsídios existentes. O Congresso decidirá se mantém ou rejeita os dispositivos vetados.</p>
<h3>O que pode ser adaptado à realidade brasileira</h3>
<p>O balanço permite identificar prioridades que devem ser avaliadas conforme renda da população, capacidade municipal e condições da rede.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Referência do evento</th>
<th>Aplicação possível no Brasil</th>
<th>Resultado a verificar</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Redes e tarifas integradas</td>
<td>Acordos entre municípios, Estados e operadores</td>
<td>Menos espera nas conexões e regras mais simples</td>
</tr>
<tr>
<td>Dados operacionais compartilhados</td>
<td>Cruzamento de bilhetagem, GPS e pesquisas</td>
<td>Atendimento compatível com a demanda e com necessidades sociais</td>
</tr>
<tr>
<td>Financiamento de longo prazo</td>
<td>Fontes legais, orçamento e responsabilidades definidos</td>
<td>Continuidade da oferta</td>
</tr>
<tr>
<td>Infraestrutura para eletrificação</td>
<td>Planejamento de energia, garagens e manutenção</td>
<td>Veículos disponíveis para cumprir as viagens</td>
</tr>
<tr>
<td>Tecnologia de manutenção</td>
<td>Testes, capacitação e validação técnica</td>
<td>Menos falhas e interrupções</td>
</tr>
<tr>
<td>Segurança contratual</td>
<td>Metas, auditoria e acesso às informações</td>
<td>Fiscalização compreensível para a sociedade</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A escolha das soluções precisa partir do problema de cada rede. Em um sistema, a prioridade pode ser recuperar viagens que não estão sendo realizadas; em outro, corrigir conexões ou substituir equipamentos que falham.</p>
<p>Para quem utiliza o transporte, a medida do resultado permanece concreta: conseguir chegar ao trabalho, à escola ou ao atendimento de saúde com tempo, custo e condições de viagem previsíveis.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Viação Garcia anuncia operação de 77 seções em cinco Estados após autorizações da primeira janela da ANTT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/09/viacao-garcia-anuncia-operacao-de-77-secoes-em-cinco-estados-apos-autorizacoes-da-primeira-janela-da-antt/</link>
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  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/09/viacao-garcia-anuncia-operacao-de-77-secoes-em-cinco-estados-apos-autorizacoes-da-primeira-janela-da-antt/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 16:05:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa informa que parte dos serviços já está disponível e prevê outras estreias em outubro; pacote inclui seis novas linhas e ampliações de autorizações existentes ADAMO BAZANI A Viação Garcia anunciou o início de operação de ligações e trechos interestaduais autorizados pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) no âmbito da Primeira Janela Extraordinária nº [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="900" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-08.48.51.jpeg?fit=900%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-08.48.51.jpeg?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-08.48.51.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-08.48.51.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-08.48.51.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-09-at-08.48.51.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /> <p><em>Empresa informa que parte dos serviços já está disponível e prevê outras estreias em outubro; pacote inclui seis novas linhas e ampliações de autorizações existentes</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Viação Garcia anunciou o início de operação de ligações e trechos interestaduais autorizados pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) no âmbito da Primeira Janela Extraordinária nº 01/2024. Parte dos serviços já está disponível, segundo a empresa, enquanto outras estreias estão previstas para 13, 16 e 18 de outubro de 2026. As autorizações abrangem Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro.</p>
<p>O conjunto reúne 77 registros de seções nos atos da agência, distribuídos entre seis novas linhas autorizadas e oito ampliações de autorizações existentes. A empresa apresenta os serviços em 13 ligações entre cidades. A diferença ocorre porque Maringá (PR)–Campinas (SP) aparece em duas autorizações distintas, ambas ampliadas. Portanto, o anúncio não corresponde à criação de 13 linhas inteiramente novas.</p>
<p>Segundo a Garcia, os serviços serão operados pelas marcas Viação Garcia e Brasil Sul. Para os passageiros, as autorizações permitem a oferta de viagens tanto entre os pontos extremos das novas linhas quanto entre cidades intermediárias expressamente relacionadas nos documentos da ANTT.</p>
<p>Uma seção é um par de cidades entre as quais a transportadora pode vender passagens dentro de uma linha. Por exemplo, a autorização Maringá–Mogi Guaçu também contempla viagens entre Londrina e Jundiaí e entre Arapongas e Itu. Cada seção não representa, necessariamente, um ônibus ou uma saída independente.</p>
<h2>Ponta Porã–Curitiba tem estreia prevista para 13 de outubro</h2>
<p>A ligação Ponta Porã (MS)–Curitiba (PR), com 23 seções autorizadas, tem início anunciado para 13 de outubro. O serviço contempla embarques em Ponta Porã, Dourados, Caarapó e Naviraí, em Mato Grosso do Sul, para cidades paranaenses relacionadas no anexo da autorização.</p>
<p>Para 16 de outubro, a empresa anuncia o início da linha Porecatu (PR)–Santos (SP), que também permite viagens para Osasco e municípios do ABC Paulista.</p>
<p>A ligação Porecatu–Jundiaí tem estreia prevista para 18 de outubro, com atendimento também a Piracicaba e Americana.</p>
<p>A empresa anunciou ainda a implantação de Porecatu–Campinas, com cinco seções, mas não atribuiu expressamente uma data específica a essa ligação no comunicado. Corumbá (MS)–Porecatu (PR) também permanece sem dia definido para começar.</p>
<h3>Calendário informado pela empresa</h3>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Ligação</th>
<th>Situação ou previsão</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Maringá (PR)–Mogi Guaçu (SP)</td>
<td>Já disponível, segundo a empresa</td>
</tr>
<tr>
<td>Guaíra (PR)–Rio de Janeiro (RJ)</td>
<td>Novas seções já disponíveis, segundo a empresa</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá (PR)–Campinas (SP)</td>
<td>Novas seções já disponíveis, segundo a empresa</td>
</tr>
<tr>
<td>Uberaba (MG)–Maringá (PR)</td>
<td>Novas seções já disponíveis, segundo a empresa</td>
</tr>
<tr>
<td>Londrina (PR)–Campinas (SP)</td>
<td>Novas seções já disponíveis, segundo a empresa</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá (PR)–Botucatu (SP)</td>
<td>Novas seções já disponíveis, segundo a empresa</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá (PR)–Ribeirão Preto (SP)</td>
<td>Novas seções já disponíveis, segundo a empresa</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio de Janeiro (RJ)–Sorocaba (SP)</td>
<td>Nova seção já disponível, segundo a empresa</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã (MS)–Curitiba (PR)</td>
<td>Início previsto para 13 de outubro</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu (PR)–Santos (SP)</td>
<td>Início previsto para 16 de outubro</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu (PR)–Campinas (SP)</td>
<td>Implantação anunciada, sem data específica informada</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu (PR)–Jundiaí (SP)</td>
<td>Início previsto para 18 de outubro</td>
</tr>
<tr>
<td>Corumbá (MS)–Porecatu (PR)</td>
<td>Sem data definida</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As datas são previsões divulgadas pela transportadora. Antes de comprar a passagem, o passageiro deve consultar a disponibilidade para o dia, o trecho e o sentido da viagem.</p>
<h2>Autorizações foram antecipadas pelo Diário do Transporte em setembro</h2>
<p>As liberações têm relação direta com a Primeira Janela Extraordinária nº 01/2024, procedimento da ANTT para distribuição de mercados do transporte rodoviário interestadual de passageiros.</p>
<p>Em 11 de setembro de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> antecipou a retomada da emissão das autorizações e identificou, entre as primeiras ligações da Garcia, Maringá–Mogi Guaçu e Porecatu–Santos.</p>
<p>Em 14 de setembro, o Diário Oficial da União publicou o pacote de decisões. No caso da Garcia, foram 14 atos: seis novos Termos de Autorização, conhecidos como TARs, e oito modificações de autorizações existentes.</p>
<p>Essas liberações envolveram mercados classificados como desatendidos e contemplados na janela. Integram a parcela do procedimento que pôde receber autorizações sem disputa por lances entre empresas.</p>
<p>O anúncio atual acrescenta à cobertura das liberações administrativas o calendário de implantação informado pela transportadora. A autorização da agência e o início efetivo das viagens são etapas diferentes.</p>
<p>As decisões que criaram os novos TARs estabelecem início dos serviços em até 30 dias contados da vigência da autorização, com possibilidade de uma única prorrogação por igual período, mediante justificativa. As ampliações de linhas existentes também determinam o reinício da contagem do período mínimo de atendimento da linha.</p>
<h2>Conferência dos atos esclarece diferenças na apresentação dos serviços</h2>
<p>Embora o comunicado da empresa mencione quatro Estados, as ligações relacionadas abrangem cinco: Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro.</p>
<p>Outro ajuste envolve Maringá–Campinas. A relação divulgada apresenta Campinas–Arapongas e Arapongas–Campinas. Nos documentos oficiais, Arapongas–Campinas consta nas duas autorizações ampliadas, com números de TAR diferentes. Assim, os 77 registros dos atos não equivalem a 77 pares de cidades distintos.</p>
<p>Há também uma diferença em Corumbá–Porecatu: a empresa relacionou somente as três seções intermediárias, mas o anexo da ANTT contém quatro registros, incluindo a ligação principal entre Corumbá e Porecatu.</p>
<p>Em 22 de setembro, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a agência já havia retificado uma das ampliações de Maringá–Campinas. A correção estabeleceu Arapongas (PR)–Campinas (SP) no lugar de uma identificação incorreta de município e Estado no anexo original.</p>
<p>As tabelas abaixo seguem os documentos da ANTT: apresentam todas as seções dos seis novos TARs e somente as seções acrescentadas nas ampliações das autorizações existentes.</p>
<h2>Linhas e seções já disponíveis, segundo a Garcia</h2>
<h3>Maringá (PR)–Mogi Guaçu (SP): 14 seções</h3>
<p>Nova linha autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.319/2026.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Seção autorizada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Maringá (PR)–Mogi Guaçu (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Maringá (PR)–Mogi Mirim (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Maringá (PR)–Jundiaí (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Maringá (PR)–Itu (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Maringá (PR)–Sorocaba (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Arapongas (PR)–Jundiaí (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Arapongas (PR)–Mogi Guaçu (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Arapongas (PR)–Mogi Mirim (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Londrina (PR)–Mogi Guaçu (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Londrina (PR)–Mogi Mirim (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Londrina (PR)–Jundiaí (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Londrina (PR)–Itu (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Londrina (PR)–Sorocaba (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Mogi Guaçu</td>
<td>Arapongas (PR)–Itu (SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Guaíra (PR)–Rio de Janeiro (RJ): duas novas seções</h3>
<p>Ampliação autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.317/2026.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Nova seção</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Guaíra–Rio de Janeiro</td>
<td>Iporã (PR)–Resende (RJ)</td>
</tr>
<tr>
<td>Guaíra–Rio de Janeiro</td>
<td>Iporã (PR)–Aparecida (SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Maringá (PR)–Campinas (SP): oito inclusões em dois TARs</h3>
<p>A Decisão SUPAS nº 1.314/2026 acrescentou cinco seções ao TAR PRSP0035020. A Decisão nº 1.330/2026 acrescentou três ao TAR PRSP0035025.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha e autorização</th>
<th>Nova seção</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Maringá–Campinas — TAR PRSP0035020</td>
<td>Apucarana (PR)–Indaiatuba (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Campinas — TAR PRSP0035020</td>
<td>Apucarana (PR)–Itu (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Campinas — TAR PRSP0035020</td>
<td>Arapongas (PR)–Campinas (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Campinas — TAR PRSP0035020</td>
<td>Arapongas (PR)–Indaiatuba (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Campinas — TAR PRSP0035020</td>
<td>Arapongas (PR)–Itu (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Campinas — TAR PRSP0035025</td>
<td>Arapongas (PR)–Piracicaba (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Campinas — TAR PRSP0035025</td>
<td>Arapongas (PR)–Americana (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Campinas — TAR PRSP0035025</td>
<td>Arapongas (PR)–Campinas (SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Uberaba (MG)–Maringá (PR): duas novas seções</h3>
<p>Ampliação autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.315/2026.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Nova seção</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Uberaba–Maringá</td>
<td>Arapongas (PR)–Barretos (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Uberaba–Maringá</td>
<td>Uberaba (MG)–Arapongas (PR)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Londrina (PR)–Campinas (SP): seis novas seções</h3>
<p>Ampliação autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.316/2026.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Nova seção</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Londrina–Campinas</td>
<td>Cornélio Procópio (PR)–Indaiatuba (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Londrina–Campinas</td>
<td>Cornélio Procópio (PR)–Itu (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Londrina–Campinas</td>
<td>Bandeirantes (PR)–Indaiatuba (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Londrina–Campinas</td>
<td>Bandeirantes (PR)–Itu (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Londrina–Campinas</td>
<td>Cambará (PR)–Indaiatuba (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Londrina–Campinas</td>
<td>Cambará (PR)–Itu (SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Maringá (PR)–Botucatu (SP): duas novas seções</h3>
<p>Ampliação autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.318/2026.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Nova seção</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Maringá–Botucatu</td>
<td>Arapongas (PR)–Bauru (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Botucatu</td>
<td>Arapongas (PR)–Botucatu (SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Maringá (PR)–Ribeirão Preto (SP): duas novas seções</h3>
<p>Ampliação autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.328/2026.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Nova seção</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Maringá–Ribeirão Preto</td>
<td>Cambará (PR)–Jaú (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Maringá–Ribeirão Preto</td>
<td>Arapongas (PR)–Ribeirão Preto (SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Rio de Janeiro (RJ)–Sorocaba (SP): uma nova seção</h3>
<p>Ampliação autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.333/2026.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Nova seção</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Rio de Janeiro–Sorocaba</td>
<td>Rio de Janeiro (RJ)–Arujá (SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h2>Linhas com implantação anunciada para outubro ou sem data definida</h2>
<h3>Ponta Porã (MS)–Curitiba (PR): 23 seções</h3>
<p>Nova linha autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.334/2026. Início previsto pela empresa para 13 de outubro.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Seção autorizada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Ponta Porã (MS)–Curitiba (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Ponta Porã (MS)–Ponta Grossa (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Ponta Porã (MS)–Guarapuava (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Ponta Porã (MS)–Pitanga (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Ponta Porã (MS)–Campo Mourão (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Ponta Porã (MS)–Umuarama (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Dourados (MS)–Curitiba (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Dourados (MS)–Ponta Grossa (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Dourados (MS)–Guarapuava (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Dourados (MS)–Pitanga (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Dourados (MS)–Campo Mourão (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Dourados (MS)–Umuarama (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Caarapó (MS)–Curitiba (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Caarapó (MS)–Ponta Grossa (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Caarapó (MS)–Guarapuava (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Caarapó (MS)–Pitanga (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Caarapó (MS)–Campo Mourão (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Naviraí (MS)–Curitiba (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Naviraí (MS)–Ponta Grossa (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Naviraí (MS)–Guarapuava (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Naviraí (MS)–Pitanga (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Naviraí (MS)–Campo Mourão (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Ponta Porã–Curitiba</td>
<td>Naviraí (MS)–Umuarama (PR)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Porecatu (PR)–Santos (SP): cinco seções</h3>
<p>Nova linha autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.329/2026. Início previsto pela empresa para 16 de outubro.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Seção autorizada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Porecatu–Santos</td>
<td>Porecatu (PR)–Santos (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu–Santos</td>
<td>Porecatu (PR)–São Bernardo do Campo (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu–Santos</td>
<td>Porecatu (PR)–São Caetano do Sul (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu–Santos</td>
<td>Porecatu (PR)–Santo André (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu–Santos</td>
<td>Porecatu (PR)–Osasco (SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Porecatu (PR)–Campinas (SP): cinco seções</h3>
<p>Nova linha autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.331/2026. Implantação anunciada pela empresa, sem data específica informada.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Seção autorizada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Porecatu–Campinas</td>
<td>Porecatu (PR)–Sorocaba (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu–Campinas</td>
<td>Porecatu (PR)–Itu (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu–Campinas</td>
<td>Porecatu (PR)–Salto (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu–Campinas</td>
<td>Porecatu (PR)–Indaiatuba (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu–Campinas</td>
<td>Porecatu (PR)–Campinas (SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Porecatu (PR)–Jundiaí (SP): três seções</h3>
<p>Nova linha autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.311/2026. Início previsto pela empresa para 18 de outubro.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Seção autorizada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Porecatu–Jundiaí</td>
<td>Porecatu (PR)–Jundiaí (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu–Jundiaí</td>
<td>Porecatu (PR)–Piracicaba (SP)</td>
</tr>
<tr>
<td>Porecatu–Jundiaí</td>
<td>Porecatu (PR)–Americana (SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Corumbá (MS)–Porecatu (PR): quatro seções</h3>
<p>Nova linha autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.310/2026. A empresa ainda não informou a data de início.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Linha</th>
<th>Seção autorizada</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Corumbá–Porecatu</td>
<td>Corumbá (MS)–Porecatu (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Corumbá–Porecatu</td>
<td>Miranda (MS)–Porecatu (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Corumbá–Porecatu</td>
<td>Anastácio (MS)–Porecatu (PR)</td>
</tr>
<tr>
<td>Corumbá–Porecatu</td>
<td>Aquidauana (MS)–Porecatu (PR)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h2>Como consultar horários e passagens</h2>
<p>A empresa disponibiliza consultas pelo WhatsApp (43) 99919-2354, pelo aplicativo da Viação Garcia, nas versões Android e iOS, e pelos canais de venda de passagens de seu site.</p>
<p>O anúncio não apresenta uma tabela de horários, frequências e tarifas para cada seção. A consulta deve considerar o par de cidades, a data e o sentido desejados, inclusive para confirmar a disponibilidade dos serviços com estreia prevista.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>2</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/09/viacao-garcia-anuncia-operacao-de-77-secoes-em-cinco-estados-apos-autorizacoes-da-primeira-janela-da-antt/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=538239</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Avião monomotor cai em pátio de manutenção do metrô em Belo Horizonte (MG); piloto é única vítima</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/09/aviao-monomotor-cai-em-patio-de-manutencao-do-metro-em-belo-horizonte-mg-piloto-e-unica-vitima/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/09/aviao-monomotor-cai-em-patio-de-manutencao-do-metro-em-belo-horizonte-mg-piloto-e-unica-vitima/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 15:40:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Corpo de Bombeiros controlou chamas após queda da aeronave ARTHUR FERRARI Um avião monomotor, de pequeno porte, caiu na manhã desta sexta-feira (9) no pátio de manutenção do metrô de Belo Horizonte (MG), localizado na Avenida Cristiano Machado, na altura do número 5.600, no bairro São Gabriel. A ocorrência foi registrada por volta das 11h15, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="694" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261009_124401_Chrome.jpg?fit=1024%2C694&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261009_124401_Chrome.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261009_124401_Chrome.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261009_124401_Chrome.jpg?resize=1024%2C694&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261009_124401_Chrome.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261009_124401_Chrome.jpg?resize=768%2C521&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Screenshot_20261009_124401_Chrome.jpg?resize=400%2C271&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Corpo de Bombeiros controlou chamas após queda da aeronave</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um avião monomotor, de pequeno porte, caiu na manhã desta sexta-feira (9) no pátio de manutenção do metrô de Belo Horizonte (MG), localizado na Avenida Cristiano Machado, na altura do número 5.600, no bairro São Gabriel.</p>
<p>A ocorrência foi registrada por volta das 11h15, nos fundos da estação São Gabriel. Após a queda, um incêndio teve início nas asas do avião, mobilizando equipes do Corpo de Bombeiros.</p>
<p>O piloto, único ocupante da aeronave, morreu carbonizado, sendo a única vítima do acidente.</p>
<p>As causas do acidente serão apuradas.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
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    <title>Ônibus com dez motos no bagageiro é apreendido em Minas Gerais; saiba por que esse transporte pode ser perigoso e os riscos do serviço clandestino</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/09/onibus-com-dez-motos-no-bagageiro-e-apreendido-em-minas-gerais-saiba-por-que-esse-transporte-pode-ser-perigoso-e-os-riscos-do-servico-clandestino/</link>
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    <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 15:14:31 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Em agosto, ANTT alertou para bagagens soltas que podem atingir passageiros em colisões e para problemas com seguros em viagens irregulares; combustível, peso e acondicionamento das cargas também exigem atenção ADAMO BAZANI Um ônibus que transportava 12 passageiros e dez motocicletas no bagageiro foi apreendido em nesta semana na BR-365, em Patos de Minas (MG). [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="987" height="641" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PRF-motos.jpg?fit=987%2C641&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PRF-motos.jpg?w=987&amp;ssl=1 987w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PRF-motos.jpg?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PRF-motos.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PRF-motos.jpg?resize=768%2C499&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PRF-motos.jpg?resize=400%2C260&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 987px) 100vw, 987px" /> <p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><em>Em agosto, ANTT alertou para bagagens soltas que podem atingir passageiros em colisões e para problemas com seguros em viagens irregulares; combustível, peso e acondicionamento das cargas também exigem atenção</em></p>
<p dir="auto"><em>ADAMO BAZANI</em></p>
<p>Um ônibus que transportava 12 passageiros e dez motocicletas no bagageiro foi apreendido em nesta semana na BR-365, em Patos de Minas (MG).</p>
<p>O veículo fazia uma viagem entre Mato Grosso do Sul e Bahia sem a autorização exigida para o transporte interestadual de passageiros.</p>
<p>O episódio chama atenção para riscos que podem passar despercebidos por quem embarca: motocicletas com combustível, cargas pesadas mal fixadas e produtos perigosos podem comprometer a segurança da viagem. O transporte clandestino também exige atenção às condições do ônibus, ao descanso dos motoristas e à assistência aos usuários. Em agosto, a ANTT já havia divulgado material sobre bagagens soltas no salão e problemas de cobertura de seguros em operações irregulares.</p>
<h3>Passageiros foram transferidos para transporte regular</h3>
<p>Oônibus havia saído de Aparecida do Taboado (MS) com destino a Vitória da Conquista (BA). Durante a abordagem, os fiscais identificaram a ausência de autorização para realizar o transporte interestadual.</p>
<p>Os 12 passageiros foram encaminhados ao Terminal Rodoviário de Patos de Minas e transferidos para uma linha regular, para continuar a viagem. O ônibus foi levado a um pátio credenciado à ANTT em Araguari (MG).</p>
<p>As publicações informam que as dez motocicletas não passaram por fiscalização policial durante a ação. Não há, portanto, comprovação de que fossem roubadas, apresentassem documentação irregular ou estivessem com combustível nos tanques.</p>
<h3>Combustível pode transformar a carga em risco de incêndio</h3>
<p>Uma motocicleta de origem regular também pode oferecer risco quando transportada em condições inadequadas. A documentação do veículo e a segurança de seu acondicionamento são verificações diferentes.</p>
<p>Em termos gerais, gasolina derramada ou liberada por vazamento pode produzir vapores inflamáveis. Se houver uma fonte de ignição, existe possibilidade de incêndio. Isso explica a preocupação com motocicletas que ainda contenham combustível quando colocadas em compartimentos de bagagem.</p>
<p>Essa é uma explicação do risco potencial, e não uma conclusão sobre as dez motos encontradas em Patos de Minas.</p>
<p>A retirada do combustível também não deve ser entendida como autorização automática para embarcar uma motocicleta. Permanecem questões como eventuais resíduos, dimensões, peso, fixação, documentação e aceitação pela transportadora.</p>
<p>Antes de contratar o envio, o proprietário deve informar exatamente o que pretende transportar e verificar uma modalidade compatível com o veículo e suas características.</p>
<h3>Espaço vazio no bagageiro não significa capacidade disponível para qualquer carga</h3>
<p>O bagageiro tem limites de utilização. A existência de espaço vazio não significa que qualquer objeto possa ser colocado ali.</p>
<p>Cargas pesadas mal fixadas podem se deslocar em freadas, curvas ou colisões, atingir outras bagagens e danificar o compartimento. O excesso de peso e sua distribuição inadequada também podem comprometer o comportamento do ônibus.</p>
<p>No salão de passageiros, malas e mercadorias soltas acrescentam outro risco: podem atingir pessoas ou obstruir a circulação e o acesso às saídas de emergência.</p>
<p>Por isso, a avaliação precisa considerar o conjunto da operação: o que está sendo levado, como foi acondicionado, quanto pesa e se o veículo é adequado para aquele transporte.</p>
<h3>ANTT alertou em agosto sobre bagagens soltas e problemas com seguros</h3>
<p>Em 5 de agosto de 2026, a ANTT divulgou um episódio de sua série documental sobre transporte irregular, com fiscalizações na Marginal Tietê, em São Paulo. O material aborda mercadorias no salão, autorizações e cobertura de seguros.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Tema</th>
<th>Principais informações divulgadas pela ANTT</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Bagagens soltas</td>
<td>Podem atingir passageiros em colisões.</td>
</tr>
<tr>
<td>Exemplo apresentado</td>
<td>A agência cita uma mala de 10 kg em impacto a 80 km/h, com força equivalente a aproximadamente 300 kg. É uma ilustração: a força efetiva depende das condições da colisão.</td>
</tr>
<tr>
<td>Aparência do ônibus</td>
<td>Modernidade, conforto e marcas de aplicativos não comprovam regularidade.</td>
</tr>
<tr>
<td>Modalidade da viagem</td>
<td>Foram identificados ônibus caracterizados como de turismo realizando transporte regular interestadual sem a autorização exigida.</td>
</tr>
<tr>
<td>Documentação</td>
<td>Fiscais verificam autorizações, documentos e listas de passageiros.</td>
</tr>
<tr>
<td>Seguro</td>
<td>Em operações irregulares, a cobertura pode não oferecer a proteção esperada em acidentes.</td>
</tr>
<tr>
<td>Procedimentos</td>
<td>Veículos são escoltados a locais apropriados; pode haver transbordo e remoção.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Fonte: ANTT, publicação de 5 de agosto de 2026.</p>
<h3>Encomendas são permitidas, mas existem limites</h3>
<p>No serviço regular interestadual, a Resolução ANTT nº 6.033/2023 permite serviços acessórios, como transporte de encomendas, observadas as exigências legais. Essa possibilidade não autoriza carregar qualquer produto.</p>
<p>O artigo 162 proíbe produtos perigosos ou proibidos pela legislação específica e objetos que, por sua forma ou natureza, comprometam a segurança do veículo, dos ocupantes ou de terceiros.</p>
<p>A norma determina o descarregamento de encomendas e bagagens excedentes quando constatado excesso de peso do ônibus, respeitando a prioridade das bagagens dentro da franquia.</p>
<p>Para o passageiro, a franquia no bagageiro é de 30 quilos, com volume máximo de 300 decímetros cúbicos e maior dimensão de cada item limitada a um metro. No porta-embrulhos, são cinco quilos, respeitadas as condições de segurança, higiene e acomodação.</p>
<p>Pagar por excesso de bagagem não torna permitido um produto proibido.</p>
<h3>Produtos perigosos e mercadorias ilícitas envolvem problemas diferentes</h3>
<p>Gasolina, explosivos e outras substâncias classificadas como perigosas envolvem riscos físicos e regras específicas de transporte. Drogas ilícitas e mercadorias de origem criminosa envolvem outra dimensão: a legalidade do conteúdo.</p>
<p>A classificação de produtos perigosos segue critérios técnicos. O passageiro deve informar previamente à empresa o conteúdo de volumes que possam exigir tratamento especial, em vez de presumir que uma embalagem fechada torna o transporte seguro.</p>
<p>Também deve evitar levar encomendas de desconhecidos sem saber o que contêm. O embarque de um volume pode resultar em fiscalização e investigação sobre sua origem e sobre quem participou do transporte. A responsabilidade de cada pessoa depende das circunstâncias apuradas.</p>
<h3>Fiscalizações anteriores encontraram motos com combustível e veículos furtados</h3>
<p>O problema já apareceu na cobertura do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p>Em abril de 2021, uma reportagem sobre a Operação Pascal, na Grande São Paulo, registrou a apreensão de oito veículos que transportavam passageiros sem autorização. Entre as irregularidades informadas pela ANTT estavam motocicletas no bagageiro com combustível, pneus carecas e problemas com extintores.</p>
<p>Em maio de 2024, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou a recuperação de cinco motocicletas em um ônibus fiscalizado na BR-365, em Patos de Minas. Naquele episódio, foram identificadas adulterações, placas clonadas e registros de roubo ou furto.</p>
<p>São ocorrências distintas. Os problemas constatados em 2021 e 2024 não podem ser atribuídos às motos encontradas em outubro de 2026.</p>
<p>Em março deste ano, a ANTT também divulgou registros de operações no Triângulo Mineiro com combustíveis e motocicletas sem procedência, além de falhas estruturais e ausência de equipamentos obrigatórios.</p>
<h3>Transporte clandestino traz riscos além da carga</h3>
<p>A fiscalização do transporte de passageiros verifica pneus, cintos de segurança, extintores, saídas de emergência, tacógrafo e outras condições do veículo. Também examina habilitação, capacitação e descanso dos motoristas.</p>
<p>Operar fora das autorizações exigidas prejudica esse sistema de controle. A identificação de uma viagem clandestina, entretanto, não comprova, por si só, que todos esses itens estejam irregulares naquele ônibus: cada condição precisa ser verificada.</p>
<p>Outro ponto é o seguro. A ausência ou invalidade da cobertura pode dificultar a reparação dos danos. Isso não elimina automaticamente a responsabilidade do transportador nem os direitos dos passageiros.</p>
<p>A interrupção da viagem também tem consequências práticas, como espera por outro ônibus, atraso e necessidade de assistência. Segundo orientação divulgada pela ANTT em agosto de 2026, a fiscalização deve providenciar a transferência para transporte autorizado, com custeio pelo responsável pela operação irregular e assistência quando cabível.</p>
<h3>CNPJ e aparência do ônibus não substituem autorização</h3>
<p>Antes de pagar, o usuário deve identificar a empresa que efetivamente realizará a viagem e consultar sua regularidade e a do veículo nos canais da ANTT. No fretamento, também deve verificar a licença correspondente à viagem.</p>
<p>CNPJ, logomarca, fotos de ônibus e anúncios em redes sociais não substituem autorização. Ao comprar uma passagem de linha regular, é importante exigir o bilhete e conferir origem, destino, data, horário e transportadora.</p>
<p>No embarque, merecem atenção cargas com vazamento ou cheiro de combustível, objetos soltos, corredores obstruídos e dificuldade de acesso às saídas de emergência. O passageiro deve comunicar a situação ao responsável pelo serviço e evitar manusear materiais suspeitos.</p>
<p>Suspeitas de transporte interestadual clandestino ou outras irregularidades podem ser denunciadas à ANTT pelo telefone 166.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>São Paulo remaneja R$ 16,1 milhões de corredores de ônibus para fiscalização de tráfego e autoriza manejo de árvores no Itaquera–Líder</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/09/sao-paulo-remaneja-r-161-milhoes-de-corredores-de-onibus-para-fiscalizacao-de-trafego-e-autoriza-manejo-de-arvores-no-itaquera-lider/</link>
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    <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 14:31:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Transferência ocorre entre dotações de manutenção e operação; autorização ambiental para trecho de 600 metros na zona leste depende de formalização de compromisso e apresentação de licença ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo remanejou R$ 16,1 milhões da dotação de manutenção e operação de corredores de ônibus para a de manutenção e operação do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Corredor-Itaquera-Lider-Leste.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Corredor-Itaquera-Lider-Leste.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Corredor-Itaquera-Lider-Leste.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Corredor-Itaquera-Lider-Leste.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Corredor-Itaquera-Lider-Leste.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Corredor-Itaquera-Lider-Leste.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Corredor-Itaquera-Lider-Leste.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Corredor-Itaquera-Lider-Leste.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Transferência ocorre entre dotações de manutenção e operação; autorização ambiental para trecho de 600 metros na zona leste depende de formalização de compromisso e apresentação de licença</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo remanejou R$ 16,1 milhões da dotação de manutenção e operação de corredores de ônibus para a de manutenção e operação do controle e fiscalização de tráfego. A medida foi publicada no Diário Oficial da Cidade que também trouxe uma autorização ambiental condicionada para o manejo de árvores necessário à implantação de um trecho de 600 metros do corredor Itaquera–Líder, na zona leste.</p>
<p>São dois atos distintos: o primeiro altera a distribuição de recursos do orçamento municipal, enquanto o segundo trata de uma etapa ambiental da obra na Avenida Itaquera, entre a Avenida Doze de Janeiro e a Rua Iemanjá, na Vila Carrão. As publicações não estabelecem relação financeira entre as medidas nem informam que o remanejamento afetará esse trecho do corredor.</p>
<h3>Recursos saem da manutenção e operação dos corredores para controle e fiscalização de tráfego</h3>
<p>A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte abriu crédito adicional suplementar de R$ 16.098.893,64 no Fundo Municipal de Desenvolvimento de Trânsito.</p>
<p>O dinheiro será destinado à ação orçamentária “Manutenção e Operação do Controle e Fiscalização de Tráfego”, na categoria de outros serviços de terceiros prestados por pessoas jurídicas.</p>
<p>Para cobrir a suplementação, a portaria determina a anulação de igual valor na ação “Manutenção e Operação de Corredores de Ônibus”, também na categoria de serviços de terceiros prestados por pessoas jurídicas.</p>
<p>Na prática, o ato reduz em R$ 16,1 milhões a dotação dos corredores e acrescenta o mesmo montante à dotação de controle e fiscalização de tráfego. É uma redistribuição de recursos dentro do orçamento, sem aumento líquido decorrente dessa transferência.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Destinação</th>
<th>Alteração</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Manutenção e operação de corredores de ônibus</td>
<td>Redução de R$ 16.098.893,64</td>
</tr>
<tr>
<td>Manutenção e operação do controle e fiscalização de tráfego</td>
<td>Acréscimo de R$ 16.098.893,64</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>A publicação não identifica quais corredores estariam associados à dotação reduzida nem detalha quais serviços de controle e fiscalização receberão os recursos.</p>
<p>Também não informa cancelamento de contratos, interrupção de manutenção ou redução de atendimento. O objeto da dotação de origem é manutenção e operação, e o ato não identifica retirada de recursos de uma obra específica de implantação de corredor.</p>
<p>A medida consta da Portaria nº 06 do Fundo Municipal de Desenvolvimento de Trânsito, de 6 de outubro de 2026, assinada pelo secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Jorge Caldeira. Sua vigência começa na data da publicação.</p>
<h3>Autorização ambiental abrange 600 metros do corredor Itaquera–Líder</h3>
<p>Em outra publicação, a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente autorizou o manejo arbóreo relacionado à implantação do trecho II A do corredor Itaquera–Líder.</p>
<p>O segmento tem 0,6 quilômetro e fica na Avenida Itaquera, entre a Avenida Doze de Janeiro e a Rua Iemanjá, na Vila Carrão. A solicitação foi apresentada pela SPTrans.</p>
<p>O despacho considera um parecer técnico ambiental e o Projeto de Compensação Ambiental que integram o processo da intervenção.</p>
<p>A autorização contempla o corte de oito árvores exóticas e uma nativa. O documento também prevê a preservação de quatro árvores e o plantio interno de 20 mudas de espécies nativas do Estado de São Paulo.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Quantidade</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Densidade arbórea inicial informada</td>
<td>15 árvores</td>
</tr>
<tr>
<td>Corte de árvores exóticas</td>
<td>8</td>
</tr>
<tr>
<td>Corte de árvore nativa</td>
<td>1</td>
</tr>
<tr>
<td>Árvores preservadas</td>
<td>4</td>
</tr>
<tr>
<td>Plantio interno</td>
<td>20 mudas</td>
</tr>
<tr>
<td>Densidade arbórea final prevista</td>
<td>24 árvores</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As mudas deverão seguir o padrão municipal indicado no documento e contar com tutores, estruturas de apoio ao desenvolvimento das plantas.</p>
<p>Embora o despacho informe uma densidade inicial de 15 árvores, a relação de nove cortes e quatro preservações não esclarece, no resumo publicado, a situação das outras duas. Por isso, os quantitativos devem ser considerados conforme apresentados no ato, sem atribuir uma destinação não informada.</p>
<h3>Manejo depende de compromisso ambiental e licença de instalação</h3>
<p>A autorização tem condicionantes. A eficácia do despacho depende da formalização do Termo de Compromisso Ambiental, instrumento que estabelece as obrigações ambientais relacionadas à intervenção.</p>
<p>O documento determina, ainda, que a eficácia desse termo depende da apresentação da Licença Ambiental de Instalação para o trecho da obra.</p>
<p>A supressão de árvores em calçada e o plantio em logradouro público deverão ser submetidos à apreciação da subprefeitura competente.</p>
<p>O plantio deverá ocorrer preferencialmente depois do término da obra. A secretaria registra que o manejo foi aprovado diante da inexistência de alternativa locacional tecnicamente viável para o projeto analisado.</p>
<p>Assim, a publicação autoriza uma etapa ambiental sob condições específicas. Ela não comprova, isoladamente, o início das intervenções nem estabelece uma data de entrega do trecho.</p>
<h3>Projeto recebe dispensas específicas relacionadas ao desenho da intervenção</h3>
<p>O despacho informa que o projeto está dispensado da implantação de calçada verde, conforme o Projeto de Compensação Ambiental e o decreto municipal citado no ato.</p>
<p>Também registra dispensa de atendimento à Quota Ambiental por se tratar de obra de infraestrutura.</p>
<p>Essas dispensas são específicas e coexistem com as exigências de manejo, plantio, formalização do compromisso ambiental e apresentação da licença. Não representam uma liberação geral das obrigações ambientais da obra.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>São Paulo suspende rodízio no feriado de segunda-feira (12) e libera faixas exclusivas de ônibus</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/09/sao-paulo-suspende-rodizio-no-feriado-de-segunda-feira-12-e-libera-faixas-exclusivas-de-onibus/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 14:01:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Restrições a caminhões e fretados também serão suspensas; ciclofaixa de lazer funcionará no domingo e no feriado, e motoristas devem observar sinalização da Zona Azul ADAMO BAZANI O rodízio municipal de veículos será suspenso em São Paulo na segunda-feira, 12 de outubro de 2026, feriado de Nossa Senhora Aparecida. Segundo a Prefeitura, por meio da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="950" height="657" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bus-feriado.jpg?fit=950%2C657&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bus-feriado.jpg?w=950&amp;ssl=1 950w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bus-feriado.jpg?resize=300%2C207&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bus-feriado.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bus-feriado.jpg?resize=768%2C531&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bus-feriado.jpg?resize=400%2C277&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 950px) 100vw, 950px" /> <p><em>Restrições a caminhões e fretados também serão suspensas; ciclofaixa de lazer funcionará no domingo e no feriado, e motoristas devem observar sinalização da Zona Azul</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O rodízio municipal de veículos será suspenso em São Paulo na segunda-feira, 12 de outubro de 2026, feriado de Nossa Senhora Aparecida. Segundo a Prefeitura, por meio da Secretaria Executiva de Mobilidade e Trânsito (SEMTRA) e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), as faixas exclusivas de ônibus também estarão liberadas para a circulação dos demais veículos nessa data.</p>
<p>A suspensão abrangerá ainda o rodízio de caminhões, a Zona de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC) e a Zona de Máxima Restrição aos Fretados (ZMRF). A ciclofaixa de lazer será ativada no domingo (11) e na segunda-feira (12). Já o estacionamento rotativo pago, a Zona Azul, terá funcionamento conforme a sinalização existente nos locais indicados pela CET.</p>
<h3>Caminhões e fretados terão restrições suspensas no feriado</h3>
<p>Além da suspensão do rodízio municipal, caminhões poderão circular sem as limitações do rodízio de veículos pesados e da ZMRC na segunda-feira.</p>
<p>Para os ônibus fretados, também ficará suspensa a restrição da ZMRF, que delimita a circulação desse tipo de veículo em parte da cidade.</p>
<p>A liberação das faixas exclusivas de ônibus está prevista para o feriado de segunda-feira. Os motoristas devem observar a sinalização e as demais regras de trânsito em cada via.</p>
<h3>Zona Azul exige atenção à sinalização</h3>
<p>A CET orienta que o funcionamento da Zona Azul seguirá a sinalização existente nos seguintes locais:</p>
<ul>
<li>Rua da Cantareira, em frente ao Mercado Municipal da Cantareira;</li>
<li>Entorno dos parques do Ibirapuera, das Bicicletas, da Água Branca, da Aclimação e do Piqueri;</li>
<li>Praça Charles Miller, no Pacaembu;</li>
<li>Entorno do Museu do Ipiranga.</li>
</ul>
<p>Assim, antes de estacionar, o motorista deve conferir nas placas os dias e horários de cobrança aplicáveis ao ponto escolhido.</p>
<h3>Ciclofaixa de lazer funcionará em dois dias</h3>
<p>A ciclofaixa de lazer será ativada tanto no domingo, 11 de outubro, quanto na segunda-feira, 12 de outubro.</p>
<p>Para informações de trânsito, registro de ocorrências, reclamações, remoções e sugestões, a Prefeitura disponibiliza o telefone SP156.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Riotrilhos formaliza estudos para revisão salarial e cálculo de impactos no Rio de Janeiro</title>
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    <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:31:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Grupo deverá avaliar defasagens, reflexos sobre benefícios e encargos e custos por três exercícios; portaria não fixa percentual de reajuste nem novos valores de salários ADAMO BAZANI A Companhia de Transportes sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro, a Riotrilhos, formalizou um grupo de trabalho para estudar a revisão da estrutura salarial de seus [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/176105464168f78fb15830f_1761054641_3x2_rt.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/176105464168f78fb15830f_1761054641_3x2_rt.jpg?w=2400&amp;ssl=1 2400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/176105464168f78fb15830f_1761054641_3x2_rt.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/176105464168f78fb15830f_1761054641_3x2_rt.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/176105464168f78fb15830f_1761054641_3x2_rt.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/176105464168f78fb15830f_1761054641_3x2_rt.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/176105464168f78fb15830f_1761054641_3x2_rt.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/176105464168f78fb15830f_1761054641_3x2_rt.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/176105464168f78fb15830f_1761054641_3x2_rt.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>
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<p><em>Grupo deverá avaliar defasagens, reflexos sobre benefícios e encargos e custos por três exercícios; portaria não fixa percentual de reajuste nem novos valores de salários</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Companhia de Transportes sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro, a Riotrilhos, formalizou um grupo de trabalho para estudar a revisão da estrutura salarial de seus empregados. A medida, publicada nesta quinta-feira, 8 de outubro de 2026, determina a análise de defasagens nos salários, dos efeitos sobre outras parcelas da remuneração e das condições orçamentárias necessárias para uma eventual implementação.</p>
<p>A portaria não concede reajuste nem apresenta novos salários, percentuais de aumento ou custo estimado da proposta. O grupo deverá reunir e conferir os cálculos, elaborar um relatório e encaminhar as conclusões à Presidência da companhia. O ato também registra que os estudos começaram em agosto de 2024, sendo agora formalizados.</p>
<h3>Revisão deverá distinguir recomposição e atualização da base salarial</h3>
<p>A Portaria Riotrilhos nº 220, de 2 de outubro de 2026, publicada na página 18 do Diário Oficial, estabelece que o grupo deverá levantar a tabela salarial vigente, as propostas de atualização, os dados da folha de pagamento e os critérios usados na composição da remuneração.</p>
<p>O objetivo é identificar defasagens e inconsistências que precisem ser avaliadas.</p>
<p>Uma das determinações é distinguir as parcelas de recomposição remuneratória da atualização complementar da base salarial, evitando duplicidade na aplicação dos índices.</p>
<p>Isso significa conferir como cada componente da proposta foi calculado e impedir que uma mesma correção seja contabilizada duas vezes. A portaria, entretanto, não informa quais índices estão em análise ou os períodos de defasagem considerados.</p>
<h3>Salário-base e remuneração total serão analisados separadamente</h3>
<p>O salário-base é a parcela básica estabelecida para o empregado. A remuneração total pode incluir outras verbas, conforme as regras aplicáveis.</p>
<p>Por isso, o estudo não ficará limitado à tabela de salários. O grupo deverá avaliar os efeitos da revisão sobre a complementação salarial e demais parcelas remuneratórias, incluindo adicionais, gratificações, férias, décimo terceiro e encargos.</p>
<p>Uma alteração no salário-base pode produzir efeitos em outras despesas, dependendo da forma de cálculo de cada verba. A portaria determina que esses reflexos sejam examinados conforme os critérios próprios de cada rubrica, sem pressupor que todas recebam o mesmo tratamento.</p>
<h3>Portaria exige separação entre custo atual da folha e despesa adicional da proposta</h3>
<p>Outro ponto é a obrigação de consolidar e conciliar os cálculos e demonstrativos existentes no processo.</p>
<p>O grupo deverá distinguir o custo total da folha de pagamento do acréscimo decorrente da proposta. Essa separação permite identificar quanto a companhia já gasta e quanto uma eventual revisão acrescentaria às despesas.</p>
<p>Os demonstrativos também deverão explicitar as premissas utilizadas, os períodos de referência e os componentes considerados.</p>
<p>O documento publicado não traz exemplos em reais, salários por cargo, quantidade de empregados abrangidos ou valor global da revisão. Portanto, ainda não é possível apresentar uma comparação entre remuneração atual e proposta.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Informação</th>
<th>Situação na publicação</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Salários atuais por cargo</td>
<td>Não apresentados</td>
</tr>
<tr>
<td>Novos valores propostos</td>
<td>Não apresentados</td>
</tr>
<tr>
<td>Percentual de reajuste</td>
<td>Não apresentado</td>
</tr>
<tr>
<td>Custo adicional estimado</td>
<td>Será objeto dos estudos</td>
</tr>
<tr>
<td>Aprovação do reajuste</td>
<td>Não concedida pela portaria</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Impacto financeiro deverá abranger o ano de implementação e os dois seguintes</h3>
<p>O grupo deverá elaborar ou complementar, em articulação com as unidades competentes, estimativas de impacto orçamentário e financeiro para o exercício de implementação e os dois subsequentes.</p>
<p>A análise, portanto, deverá abranger três exercícios. Isso permite avaliar uma despesa que pode continuar nos anos seguintes, em vez de considerar apenas seu efeito inicial.</p>
<p>A portaria não define em qual ano a revisão seria implementada. O estudo deverá identificar as condições necessárias à execução da despesa e observar as manifestações jurídicas, orçamentárias e de controle, além da sustentabilidade econômico-financeira da companhia.</p>
<h3>Uso do salário mínimo como referência dependerá de análise jurídica</h3>
<p>A portaria prevê que uma eventual utilização do salário mínimo nacional como referência para fixação do salário-base inicial deverá ser submetida à análise jurídica.</p>
<p>O texto destaca a necessidade de examinar a vedação de vinculação automática a reajustes futuros.</p>
<p>Assim, a determinação não estabelece que os salários da Riotrilhos passarão a acompanhar automaticamente as alterações do salário mínimo. Ela exige avaliação jurídica caso essa referência seja utilizada na proposta.</p>
<p>Outras questões também deverão ser encaminhadas à Assessoria Jurídica, especialmente as relacionadas à composição da remuneração, aos reflexos trabalhistas, às condições fiscais e às competências para aprovar as medidas.</p>
<h3>Estudos também deverão considerar valorização profissional e riscos psicossociais</h3>
<p>O grupo deverá avaliar possíveis repercussões da defasagem salarial sobre a valorização dos empregados e as condições organizacionais.</p>
<p>Essa análise deverá ser articulada com ações de gestão de pessoas e de prevenção de riscos psicossociais relacionados ao trabalho.</p>
<p>O ato não apresenta diagnóstico de adoecimento ou conclusão sobre os efeitos da remuneração nos empregados. Ele inclui esses aspectos entre os assuntos que deverão ser examinados pelas áreas técnicas.</p>
<h3>Grupo reúne oito empregados e formaliza trabalhos iniciados em 2024</h3>
<p>A coordenação ficará com Carolina Bezerra de Melo. Jenefer Oliveira Pinheiro da Silva Britto atuará como membro técnico e relatora.</p>
<p>Também integram o grupo Janaína de Oliveira Mota, Fernanda Avellar Pereira, João Gabriel Alcantara Martins, Leticia Mello da Silva, Elisa Fraga Galhardo de Queiroz e Marcus Ferreira Bittencourt.</p>
<p>A equipe deverá elaborar um plano de trabalho com objetivos, metas, etapas, distribuição de atribuições, produtos esperados e cronograma, para apresentação à Presidência.</p>
<p>As diretorias, assessorias e demais unidades da Riotrilhos deverão fornecer as informações necessárias. O grupo poderá solicitar apoio de representantes de outras áreas em reuniões e atividades específicas.</p>
<p>Segundo a portaria, os trabalhos começaram em 29 de agosto de 2024, com uma correspondência interna que inaugurou o processo dos estudos salariais. O plano e o relatório deverão contemplar tanto as atividades já realizadas quanto as etapas ainda pendentes.</p>
<h3>Relatório será submetido à Presidência, sem aprovação automática das propostas</h3>
<p>O grupo tem caráter técnico e propositivo. Seu relatório deverá apresentar demonstrativos, recomendações e, quando necessário, propostas de adequação da tabela salarial e minutas dos atos pertinentes.</p>
<p>A aprovação e a implementação caberão às autoridades e aos órgãos competentes.</p>
<p>A portaria foi assinada pelo diretor-presidente da Riotrilhos, Marcus Vinícius Porto Vieira, e estabelece vigência a partir da assinatura. Não fixa prazo final para entrega do relatório; o cronograma deverá constar do plano de trabalho.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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</div>
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</div>
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    <title>Prodata Mais Mobi leva tecnologia brasileira ao maior evento de transporte público dos EUA</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:15:55 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Informe Publicitário]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Em Chicago, empresa apresentou no APTA 2026 TRANSform &#38; Expo o validador ABT3500, desenvolvido no Brasil A Prodata Mais Mobi participou nesta semana, em Chicago, do APTA 2026 TRANSform &#38; Expo, o maior evento de transporte público dos Estados Unidos. No encontro, a empresa apresentou o validador ABT3500, uma solução que combina tecnologia e inovação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Diretoria-Prodata-3.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Diretoria-Prodata-3.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Diretoria-Prodata-3.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Diretoria-Prodata-3.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Diretoria-Prodata-3.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Diretoria-Prodata-3.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Diretoria-Prodata-3.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p>Em Chicago, empresa apresentou no APTA 2026 TRANSform &amp; Expo o validador ABT3500, desenvolvido no Brasil</p>
<p>A Prodata Mais Mobi participou nesta semana, em Chicago, do APTA 2026 TRANSform &amp; Expo, o maior evento de transporte público dos Estados Unidos. No encontro, a empresa apresentou o validador ABT3500, uma solução que combina tecnologia e inovação para tornar os sistemas de bilhetagem eletrônica mais modernos e eficientes. A companhia esteve presente como integrante do grupo global Prodata Mobility, representado também pela Prodata PTexcellence e pela Emsyscon Solutions, outras empresas do grupo.<br />
O ABT3500 é um validador de cartões inteligente e faz parte da nova geração de equipamentos da Prodata Mobility Brasil. Desenvolvido na fábrica de Hortolândia (SP), o aparelho conta com leitor EMV, alta velocidade de processamento e usabilidade intuitiva. A Prodata Mobility também apresentou a Proxima, sua plataforma de back-office, que já oferece integração com diferentes provedores de serviços de pagamento (PSPs), credenciadoras e sistemas de terceiros utilizados no mercado norte-americano. No stand do grupo, estavam presentes Cassiano Rusycki, diretor-executivo de negócios, e Kleber Rocha, diretor comercial, ambos da unidade brasileira.<br />
&#8220;Algo muito positivo de eventos como esse é proporcionar a nossa expansão ao redor do mundo. A Prodata já atua em mais de 20 países, e a representação do Brasil é significativa, porque não temos só equipamentos, mas também soluções e serviços para auxiliar na oferta da mobilidade. Quem ganha com isso é o passageiro; o operador de transporte, que tem mais opções; e o gestor, com maior controle&#8221;, afirmou Cassiano Rusycki.<br />
Stefan Haine, diretor-executivo da matriz belga da Prodata Mobility, também marcou presença no evento. “Um dos principais destaques da feira foi a apresentação do nosso novo validador ABT3500, ao lado do nosso já bem-estabelecido e bem-sucedido validador ABT3000. Ambas as soluções demonstram nosso compromisso contínuo com a inovação, flexibilidade e confiabilidade na arrecadação de tarifas do transporte público”, comentou o executivo<br />
Promovido pela Associação Americana de Transporte Público (APTA), o evento reuniu especialistas, agentes e gestores do transporte público de todo o mundo. Foi um espaço para a Prodata Mais Mobi apresentar as oportunidades e os desafios da mobilidade urbana brasileira e destacar o país como polo estratégico de inovação no setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-538252" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Stand-Prodata-5.jpeg?resize=750%2C562&#038;ssl=1" alt="" width="750" height="562" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Stand-Prodata-5.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Stand-Prodata-5.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Stand-Prodata-5.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Stand-Prodata-5.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Stand-Prodata-5.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Stand-Prodata-5.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Stand-Prodata-5.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>Sobre a Prodata Mais Mobi</strong><br />
A Prodata Mobility Brasil é líder no mercado de sistemas de bilhetagem eletrônica no Brasil e na América do Sul, com atuação no país desde 1991 e presença também na Europa, na África e na Ásia. Em 2026, a companhia consolidou a aquisição da Mais Mobi, empresa de tecnologia e soluções para mobilidade urbana. Juntas, Prodata e Mais Mobi formam uma plataforma de mobilidade inteligente presente em mais de 300 cidades brasileiras, entre elas 12 capitais e uma região metropolitana, com soluções completas de bilhetagem, pagamentos digitais, clube de fidelidade para passageiros e inteligência de dados para operadores e gestores públicos de transporte.</p>
<p><strong>Sobre o APTA 2026 TRANSform &amp; Expo</strong><br />
O APTA 2026 TRANSform &amp; Expo é o principal evento da Associação Americana de Transporte Público. Realizado anualmente, tem como objetivo promover um espaço de imersão e troca de experiências entre os agentes do setor. A edição deste ano, em Chicago, de 4 a 7 de outubro, aborda temas como mobilidade urbana, infraestrutura, tecnologia e análise de dados.</p>
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