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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>EXCLUSIVO &#8211; Falência da Itapemirim: compradores dizem não localizar imóveis arrematados e lotes vendidos em Guarulhos podem corresponder hoje a trecho de rua. Ônibus também são alvos de questionamentos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/12/exclusivo-falencia-da-itapemirim-compradores-dizem-nao-localizar-imoveis-arrematados-e-lotes-vendidos-em-guarulhos-podem-corresponder-hoje-a-trecho-de-rua-onibus-tambem-sao-alvos-de-questionamento/</link>
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    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 13:01:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Juízo cobra manifestação da Administradora Judicial sobre bens que arrematantes afirmam não conseguir encontrar; terrenos que continuam registrados em nome da massa falida teriam sido permutados com a Prefeitura de Guarulhos em 1992 e compradores pedem anulação das vendas e devolução dos valores ADAMO BAZANI A venda de imóveis para levantar recursos destinados à massa [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="725" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-12-at-09.36.48.jpeg?fit=1024%2C725&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-12-at-09.36.48.jpeg?w=1491&amp;ssl=1 1491w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-12-at-09.36.48.jpeg?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-12-at-09.36.48.jpeg?resize=1024%2C725&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-12-at-09.36.48.jpeg?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-12-at-09.36.48.jpeg?resize=768%2C543&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-12-at-09.36.48.jpeg?resize=400%2C283&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Juízo cobra manifestação da Administradora Judicial sobre bens que arrematantes afirmam não conseguir encontrar; terrenos que continuam registrados em nome da massa falida teriam sido permutados com a Prefeitura de Guarulhos em 1992 e compradores pedem anulação das vendas e devolução dos valores</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A venda de imóveis para levantar recursos destinados à massa falida da Viação Itapemirim enfrenta novos questionamentos depois de compradores relatarem à Justiça que não conseguiram localizar alguns dos bens que arremataram. Em outros casos, terrenos levados a leilão e ainda registrados em nome da massa falida teriam sido entregues à Prefeitura de Guarulhos (SP) em uma permuta realizada há mais de 30 anos e hoje fariam parte de uma rua da cidade.</p>
<p>As situações aparecem em nova decisão no processo de alienação dos bens da Itapemirim. Há pedidos de desistência ou invalidação de arrematações, devolução de valores pagos e da comissão do leiloeiro, além de casos em que o próprio juízo determinou que a Administradora Judicial se manifeste especificamente sobre a dificuldade de localização dos imóveis. Não houve, até o momento registrado nessa movimentação, decisão judicial concluindo que os terrenos não existem ou anulando definitivamente as vendas questionadas.</p>
<p>A situação é relevante para a falência porque a alienação do patrimônio é uma das formas de transformar os bens da empresa falida em dinheiro para o pagamento dos credores.</p>
<p><strong>COMPRADOR DIZ QUE QUATRO IMÓVEIS NÃO FORAM ENCONTRADOS</strong></p>
<p>Um dos casos envolve Kaique Fontoura Silveira, que pediu a desistência da arrematação dos lotes 123, 124, 133 e 142.</p>
<p>Segundo a manifestação registrada nos autos, o comprador informou em 16 de julho de 2026 que não encontrou os imóveis nos endereços indicados, depois de contratar um trabalho pericial. O auto de arrematação teria sido encaminhado para assinatura no dia seguinte.</p>
<p>O leiloeiro contestou o pedido. Sustentou que o comprador não demonstrou irregularidade nos imóveis, que o edital determinava a visitação dos bens antes da arrematação e que as propriedades estavam suficientemente descritas.</p>
<p>Diante da falta de pagamento, ainda segundo o documento judicial, os segundos colocados nas disputas foram procurados, mas nenhum deles manifestou interesse em prosseguir com a compra.</p>
<p>Kaique voltou a se manifestar e afirmou que problema semelhante ocorreu com outro comprador. O juízo determinou que a Administradora Judicial se pronuncie especificamente sobre a alegação de que os imóveis não foram localizados. Depois, os autos deverão seguir para manifestação do Ministério Público.</p>
<p><strong>OUTRO ARREMATANTE TAMBÉM NÃO CONSEGUIU LOCALIZAR QUATRO LOTES</strong></p>
<p>A questão não aparece apenas em uma arrematação.</p>
<p>Anderson José Baeta Dutra pediu inicialmente a homologação da compra dos lotes 127, 129, 131 e 135, além da emissão das cartas de arrematação e dos mandados para imissão na posse.</p>
<p>Posteriormente, porém, comunicou à Justiça que não conseguiu localizar e individualizar os imóveis adquiridos.</p>
<p>Neste caso, há um elemento importante: de acordo com a decisão, o próprio auto de arrecadação elaborado pela Administradora Judicial teria registrado a dificuldade de localização desses bens.</p>
<p>O comprador pediu que a Administradora Judicial apresente o resultado de procedimento interno instaurado para localizar os terrenos e os documentos correspondentes. Como alternativa, solicitou levantamento topográfico e georreferenciamento.</p>
<p>Novamente, o juízo determinou manifestação específica da Administradora Judicial sobre a não localização dos imóveis e, posteriormente, do Ministério Público.</p>
<p><strong>TERRENOS EM GUARULHOS PODEM TER VIRADO TRECHO DE RUA</strong></p>
<p>Outra controvérsia envolve imóveis em Guarulhos, na Grande São Paulo, e chama atenção porque terrenos que permanecem formalmente registrados em nome da massa falida podem não existir mais materialmente como lotes privados.</p>
<p>A HP Empreendimentos e Participações informou nos autos que os lotes 17 e 34 da gleba G, vinculados às matrículas 62.904 e 92.903, foram entregues em uma permuta realizada com a Prefeitura de Guarulhos em 1992.</p>
<p>Segundo a manifestação, essas áreas deram lugar a um trecho de uma rua no Jardim Presidente Dutra.</p>
<p>A discussão ganhou dimensão maior depois da arrematação de um desses terrenos.</p>
<p>A Furrukama Administração de Bens Ltda., compradora do lote 126 do leilão, correspondente ao lote 17 e à matrícula 62.904, informou que realizou diligências depois da aquisição e constatou que a área havia sido objeto da permuta com o município.</p>
<p>De acordo com a empresa, a operação foi realizada no âmbito de processo administrativo municipal de 1991 e autorizada pela Lei Municipal nº 4.169, de 1992.</p>
<p>Após as obras, segundo a manifestação reproduzida na decisão judicial, as áreas dos lotes 17 e 34 passaram a integrar a atual Rua Marianópolis.</p>
<p><strong>PERMUTA NÃO TERIA SIDO REGISTRADA</strong></p>
<p>O problema jurídico está no registro dos imóveis.</p>
<p>Apesar da permuta e da posterior utilização das áreas, não teria ocorrido o registro da escritura pública da operação, em razão de entraves burocráticos mencionados no processo administrativo municipal.</p>
<p>Com isso, os terrenos continuaram formalmente vinculados à massa falida da Itapemirim, embora o comprador sustente que eles deixaram materialmente de existir como unidades imobiliárias privadas e independentes.</p>
<p>É justamente essa diferença entre a situação existente no registro imobiliário e a situação física alegada pelos interessados que terá de ser examinada no processo.</p>
<p><strong>COMPRADORES PEDEM ANULAÇÃO E DINHEIRO DE VOLTA</strong></p>
<p>A Furrukama pediu à Justiça a invalidação da arrematação.</p>
<p>A empresa sustenta que a inexistência material do imóvel como unidade privada constitui um vício anterior ao leilão e que não seria necessária perícia ou levantamento topográfico adicional para demonstrar a situação.</p>
<p>Além da anulação, pede a restituição do preço depositado judicialmente, acrescido dos rendimentos e atualizações acumulados desde o depósito, e a devolução da comissão paga ao leiloeiro.</p>
<p>Outro arrematante, Marco Antonio Kezan, também passou a pedir a invalidação de arrematação e a restituição do preço e da comissão.</p>
<p>O juízo ainda não julgou definitivamente esses pedidos. Determinou manifestação da Administradora Judicial e, posteriormente, do Ministério Público.</p>
<p><strong>HÁ UMA DISPUTA SOBRE QUEM DEVE ASSUMIR O RISCO</strong></p>
<p>Antes de também pedir a invalidação, Marco Antonio Kezan havia apresentado outra posição nos autos.</p>
<p>Ele sustentou que, como a transferência decorrente da antiga permuta não foi registrada, os imóveis permaneceram formalmente pertencentes à massa falida e que a arrematação judicial deveria preservar o comprador de boa-fé.</p>
<p>O argumento apresentado era de que uma negociação eventualmente realizada décadas atrás entre a antiga empresa e a Prefeitura de Guarulhos, mas não registrada no cartório de imóveis, não deveria produzir efeitos contra o arrematante.</p>
<p>Na ocasião, foi pedida inclusive a intimação do município para prestar esclarecimentos.</p>
<p>Posteriormente, como registrado na nova decisão, o próprio arrematante também passou a requerer a invalidação da compra e a restituição dos valores.</p>
<p><strong>OITO LOTES TIVERAM LEILÃO SUSPENSO</strong></p>
<p>A decisão também mostra outros problemas envolvendo os imóveis colocados à venda.</p>
<p>O leiloeiro informou à Justiça que anotou a suspensão do leilão dos lotes 116, 117, 120, 121, 122, 130, 136 e 140.</p>
<p>Em pelo menos dois casos, entretanto, a suspensão encontrou a disputa já em estágio avançado.</p>
<p>O lote 136 já havia sido arrematado pela Confortica Ótica Ltda. quando, segundo o leiloeiro, chegou a informação sobre a suspensão.</p>
<p>O lote 117 também havia sido arrematado. Neste caso, o leiloeiro solicitou ao comprador que não efetuasse o pagamento até a solução da controvérsia.</p>
<p><strong>VEÍCULOS TAMBÉM PRECISAM TER RESTRIÇÕES RETIRADAS</strong></p>
<p>Há ainda pendências relacionadas a veículos vendidos no mesmo processo de realização dos ativos da Itapemirim.</p>
<p>Em um dos casos, a Justiça determinou ao Detran do Espírito Santo a retirada das restrições administrativas e judiciais de um veículo de placa AQI0830, inclusive de um arrolamento da Receita Federal, para permitir sua transferência ao comprador.</p>
<p>Também foi determinada a retirada dos gravames existentes sobre um ônibus Mercedes-Benz/Marcopolo Paradiso, ano/modelo 2008/2009, de placa FBF8118, igualmente alienado no processo.</p>
<p>O pedido do comprador para cobrança de multa pelo descumprimento anterior foi rejeitado naquele momento porque o juízo entendeu que eram necessárias informações adicionais no ofício destinado ao órgão de trânsito.</p>
<p>Em outro caso, o comprador de um ônibus Mercedes-Benz/Marcopolo Paradiso, também de 2008/2009, placa MSL1320, pediu a retirada de uma alienação fiduciária existente em favor do Banco Moneo. A questão foi encaminhada à Administradora Judicial e ao Ministério Público.</p>
<p><strong>POR QUE A DISCUSSÃO IMPORTA PARA OS CREDORES</strong></p>
<p>A discussão ultrapassa a situação individual dos compradores.</p>
<p>Na falência, os bens arrecadados são vendidos para transformar o patrimônio da empresa em recursos destinados ao pagamento das obrigações da massa e dos credores, observadas as regras e prioridades estabelecidas no processo.</p>
<p>Por isso, controvérsias que possam provocar anulação de arrematações, devolução de dinheiro, novas perícias, georreferenciamento ou necessidade de refazer vendas podem atrasar a realização dos ativos e a entrada definitiva dos recursos.</p>
<p>Por outro lado, os documentos analisados não permitem concluir que todos os imóveis colocados em leilão tenham problemas nem que os pedidos dos arrematantes serão aceitos.</p>
<p>O que a nova decisão revela é a existência de questionamentos concretos sobre vários bens, inclusive casos em que compradores dizem não conseguir localizar os terrenos adquiridos e outro em que uma área registrada em nome da massa falida teria se transformado, décadas atrás, em parte do sistema viário de Guarulhos.</p>
<p>A Administradora Judicial e o Ministério Público ainda deverão se manifestar sobre pontos relevantes antes de novas decisões do juízo.</p>
<h1><strong>CONFIRA O HISTÓRICO RECENTE:</strong></h1>
<p>A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu em 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair.</p>
<p>Cabe recurso. A decisão ocorreu pelo provimento das alegações do empresa capixaba.</p>
<p>A troca não é imediata. Além de haver a possibilidade de recurso, há transições a seguir.</p>
<p>O julgamento teve início com a manifestação do ministro Gurgel de Faria, tinha pedido vistas, que divergiu do relator ministro Sergio Kukina, sendo favorável para que o novo arrendamento seja válido para a Viação Águia Branca assumir as linhas. Gurgel de Faria seguiu o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo.</p>
<p>Sergio Kukina destacou que ainda tem dúvidas sobre a competência da Primeira Turma sobre o assunto, mas compreendeu que o tema necessita de uma análise urgente. O relator ainda reconheceu que a proposta econômica da Águia Branca ser mais vantajosa aos credores, mas se disse preocupado se a troca de empresas poderia prejudicar os serviços e o que ocorreria com os funcionários registrados pela Suzantur.</p>
<p>Em seguida, a ministra Regina Helena Costa se manifestou e acompanhou a divergência de Faria, sendo favorável a Viação Águia Branca.</p>
<p>O ministro Paulo Sérgio Domingues foi o terceiro e se manifestou também em prol da Águia Branca no arrendamento. O ministro Benedito Gonçalves foi a favor da Suzatur.</p>
<p>Todos os ministros manifestaram estranheza no fato de que o recurso foi remetido à Primeira Turma, mas entenderam a necessidade de votar.</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento ocorreu nesta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>VEJA OS VOTOS:</p>
<p><div style="width: 1040px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-533439-2" width="1040" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4</a></video></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento foi remarcado para esta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>Como tinha mostrado o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> o contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p><strong>O PASSO A PASSO EM RESUMO:</strong></p>
<p><strong>09 de junho de 2026:</strong> A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair. Cabe recurso</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/</a></p>
<p><strong>18 de maio de 2026: </strong>O <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> com exclusividade, revelou que contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/</a></p>
<p><strong>14 de maio de 2026: </strong>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, com a colaboração do repórter Yuri Sena trazem em primeira mão nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026: acaba de ser marcada a retomada do julgamento pelo STJ sobre o arrendamento das linhas, mercados e estruturas da Viação Itapemirim, que será a partir de 09 de junho de 2026. Será julgamento presencial.</p>
<p><strong>07 de abril de 2026:</strong> Retomado o julgamento do recurso da Suzantur contra decisão da Justiça de São Paulo que permitiu que a Águia Branca, após um procedimento de concorrência judicial, assumisse um novo. Mas de novo foi adiada decisão sobre se a Viação Águia Branca assume arrendamento da Itapemirim no lugar da Suzantur. Em sessão que ocorreu em 07 de abril de 2026, o ministro Gurgel de Faria pede de novo vistas. Uma nova data será marcada. Já foi o segundo adiamento. A ministra Regina Helena Costa levantou na sessão dúvidas sobre se o processo deveria mesmo ser pela Primeira Turma, por ser de natureza falimentar.</p>
<p><strong>12 de março de 2026:</strong> Remarcado o julgamento</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>02 de março de 2026:</strong> Ministro Gurgel de Faria, do STJ, pediu vistas para melhor análise do processo, suspendendo a sessão virtual que teve início em 23 de fevereiro de 2026.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>24 de fevereiro de 2026:</strong> o ministro-relator do processo, Sergio Kukina, votou favoravelmente a permanência da Suzantur frente às operações arrendadas da Itapemirim até o leilão das linhas, marcas e guichês, mas ainda faltam outros ministros para votar.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/</a></p>
<p><strong>09 de setembro de 2025</strong>: De forma monocrática (sozinho) e em liminar (decisão provisória) o ministro relator Sérgio Kukina atendeu ao pedido da Suzantur e manteve a viação no arrendamento até o julgamento por parte da corte, justamente este concluído em 03 de março de 2026, e noticiado <strong>em primeira-mão pelo DIÁRIO DO TRANSPORTE.</strong></p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/">https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/</a></p>
<p><strong>07 de abril 2025:</strong>  O juiz Marcelo Stabel de Carvalho Hannoun, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo atendeu recurso da Águia Branca e decidiu homologar a proposta da empresa para assumir no lugar da viação de urbanos do ABC.</p>
<p>As propostas foram:</p>
<p>&#8211; <strong>Viação Águia Branca</strong> ofereceu R$ 3,02 milhões por mês, independentemente da receita;</p>
<p>&#8211; <strong>Grupo Comporte,</strong> pela Expresso União, ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens</p>
<p>&#8211; <strong>Íntese Empreendimentos</strong>, do dono inoperante Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. O empresário tem o hábito de acionar a Justiça contra jornalistas. Funcionários, entretanto, reclamam de falta de pagamento.</p>
<p><strong>04 de março de 2023:</strong> Da garagem provisória da Suzantur, em Santo André, parte o primeiro ônibus da fase de retomada de linhas. O veículo, de dois andares e quatro eixos, fez a linha São Paulo x Curitiba, inaugurando a era da administração do diretor da Suzantur, Claudinei Brogliato, frente às operações interestaduais com o nome Nova Itapemirim.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou a saída da garagem provisória de Santo André (SP) com exclusividade. Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/">https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/</a></p>
<p><strong>27 de fevereiro de 2023:</strong> Depois de longa batalha jurídica contra a ANTT e empresas de ônibus concorrentes, como as que formam o Grupo Comporte (família Constantino de Oliveira), Grupo Garcia Brasil Sul (Paraná) e Grupo Águia Branca (Espírito Santo), a Suzantur (São Paulo) consegue liberação da ANTT para gradativamente retomar as operações de todas as 125 linhas de ônibus interestaduais que haviam sido paralisadas entre as gestões da família do fundador da Itapemirim, Camilo Cola, e do empresário Sidnei Piva de Jesus (que era dono da Itapemirim na data da falência)</p>
<p><strong>05 de outubro de 2022</strong>: A administradora judicial da falência do Grupo Itapemirim, EXM Partners, protocola o contrato de arrendamento das linhas de ônibus interestaduais junto à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).</p>
<p><strong>29 de setembro de 2022</strong>: É assinado o contrato de arrendamento entre a Suzantur e a massa falida do Grupo Itapemirim. O objetivo do arrendamento é gerar recursos para a massa falida.</p>
<p><strong>21 de setembro de 2022:</strong> As viações Itapemirim e Kaissara pertencem ao Grupo Itapemirim, que teve falência decretada pela Justiça, em 21 de setembro de 2022. Na mesma decisão, o juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, até então responsável pelo processo em primeira instância, aceitou proposta da empresa de ônibus urbanos, Suzantur, de Santo André, no ABC Paulista, a operar por dois anos as linhas por arrendamento como forma de angariar recursos para os credores. O Grupo Itapemirim acumulou dívidas demais de R$ 3 bilhões.</p>
<p><strong>LEILÃO NÃO VAI NEM &#8220;ARRANHAR A SUPERFÍCIE&#8221; DE DÍVIDAS DO GRUPO ITAPEMIRIM</strong></p>
<p>O leilão do Grupo Itapemirim é para garantir recursos aos credores da falência que foi decretada pela Justiça em 21 de setembro de 2022, mas a estimativa de arrecadação não vai nem “arranhar a superfície” do endividamento deixado pelas administrações anteriores, como a família do fundador Camilo Cola e, posteriormente, os empresários Sidnei Piva e Camila Valdívia (que se retirou da sociedade antes da falência). As dívidas deixadas, com fornecedores, trabalhadores, bancos, passivos judiciais e impostos se aproximam de R$ 3 bilhões. A mais recente avaliação da EXM Partners, publicada em outubro de 2025, cotava a UPI em R$ 101,1 milhões como lance mínimo, mas o valor deve ser revisto.</p>
<p>Também para garantir parte dos recursos, já foram realizados leilões de ônibus usados e imóveis com arrecadação estimada de R$ 77,2 milhões (Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/">https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/</a> ), mas há contestações judiciais sobre alguns bens. Além disso, em 27 de outubro de 2022 passou a valer o arrendamento por dois anos das linhas para a empresa de ônibus urbanos Suzantur, de Santo André (SP), cujo contrato estipula um pagamento mínimo de R$ 200 mil à massa falia ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens (guichês e agências) – o que for maior. Diante da não realização do leilão o contrato foi postergado. A Viação Águia Branca, de Cariacica (ES), obteve na Justiça o reconhecimento de que o contrato com a Suzantur havia acabado e, também, conseguiu que fosse homologada sua proposta de R$ 3,02 milhões por mês para um novo arrendamento. Mas a Suzantur recorreu e o SJT (Superior Tribunal de Justiça) determinou que a empresa ficasse no arrendamento até a conclusão do leilão.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>CPTM normaliza circulação nas Linhas 11-Coral e 12-Safira e no Expresso Aeroporto após falha provocada por raio. Imagens mostram fogo em subestação</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/12/cptm-normaliza-circulacao-nas-linhas-11-coral-e-12-safira-e-no-expresso-aeroporto-apos-falha-provocada-por-raio-imagens-mostram-fogo-em-subestacao/</link>
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  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/12/cptm-normaliza-circulacao-nas-linhas-11-coral-e-12-safira-e-no-expresso-aeroporto-apos-falha-provocada-por-raio-imagens-mostram-fogo-em-subestacao/#comments</comments>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 12:03:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Problema em subestação na região do Tatuapé interrompeu trechos das duas linhas desde as 4h deste sábado (12); operação foi totalmente restabelecida por volta das 8h40 ADAMO BAZANI &#160; Imagens feiras por moradores da região do Bresses mostram fogo em uma subestação de energia da CPTM na madrugada deste sábado. Há problemas para os passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="861" height="657" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/rttyuy.jpg?fit=861%2C657&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/rttyuy.jpg?w=861&amp;ssl=1 861w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/rttyuy.jpg?resize=300%2C229&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/rttyuy.jpg?resize=150%2C114&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/rttyuy.jpg?resize=768%2C586&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/rttyuy.jpg?resize=400%2C305&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 861px) 100vw, 861px" /> <p data-start="117" data-end="286"><em data-start="117" data-end="286">Problema em subestação na região do Tatuapé interrompeu trechos das duas linhas desde as 4h deste sábado (12); operação foi totalmente restabelecida por volta das 8h40</em></p>
<p data-start="288" data-end="306"><em data-start="288" data-end="306"><strong data-start="289" data-end="305">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div style="width: 478px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-533407-3" width="478" height="850" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Video-2026-09-12-at-07.14.56.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Video-2026-09-12-at-07.14.56.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Video-2026-09-12-at-07.14.56.mp4</a></video></div></p>
<p>Imagens feiras por moradores da região do Bresses mostram fogo em uma subestação de energia da CPTM na madrugada deste sábado.</p>
<p>Há problemas para os passageiros pormais de cinco horas.</p>
<p data-start="308" data-end="687">A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) informou que foi normalizada na manhã deste sábado, 12 de setembro de 2026, a circulação das Linhas 11-Coral e 12-Safira e do serviço Expresso Aeroporto, que tiveram trechos interrompidos desde a madrugada depois de uma descarga atmosférica provocar o desarme de uma subestação na região do Tatuapé, na zona leste de São Paulo.</p>
<p data-start="689" data-end="1045">A operação começou a ser retomada pouco depois das 8h. Na Linha 11-Coral, os trens voltaram a circular normalmente às 8h20. Já a Linha 12-Safira e o Expresso Aeroporto tiveram a circulação regularizada às 8h38. Durante a ocorrência, os passageiros precisaram utilizar a Linha 3-Vermelha do Metrô como alternativa para os deslocamentos nos trechos afetados.</p>
<p data-start="1047" data-end="1146">Na Linha 12-Safira, os trens ficaram sem circular entre as estações Brás e Tatuapé entre 4h e 8h38.</p>
<p data-start="1148" data-end="1216">O Expresso Aeroporto também ficou interrompido durante esse período.</p>
<p data-start="1218" data-end="1323">Já na Linha 11-Coral, a paralisação ocorreu entre as estações Luz e Corinthians-Itaquera, das 4h às 8h20.</p>
<h3 data-section-id="1cudg6y" data-start="1325" data-end="1364">RAIO PROVOCOU DESARME DE SUBESTAÇÃO</h3>
<p data-start="1366" data-end="1533">Segundo a CPTM, o problema foi provocado por uma descarga atmosférica que causou o desarme da subestação responsável pelo fornecimento de energia na região do Tatuapé.</p>
<p data-start="1535" data-end="1645">Como mostrou mais cedo o <strong data-start="1560" data-end="1586"><em data-start="1562" data-end="1584">Diário do Transporte</em></strong>, imagens registraram fogo na instalação após a ocorrência.</p>
<p data-start="1647" data-end="1800">Equipes de manutenção atuaram durante a madrugada e o início da manhã para restabelecer o sistema elétrico e liberar gradualmente a circulação dos trens.</p>
<p data-start="1802" data-end="1911">Enquanto os trabalhos eram realizados, a orientação aos passageiros era utilizar a Linha 3-Vermelha do Metrô.</p>
<p data-start="1913" data-end="2051">Em nota atualizada às 9h, a CPTM informou que toda a operação havia sido normalizada e lamentou os transtornos provocados aos passageiros.</p>
<p data-start="2053" data-end="2112" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="2053" data-end="2112" data-is-last-node=""><strong data-start="2054" data-end="2111">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p>REPORTAGEM ANTERIOR</p>
<p>Imagens feiras por moradores da região do Bresses mostram fogo em uma subestação de energia da CPTM na madrugada deste sábado.</p>
<p>Há problemas para os passageiros.</p>
<p>As linhas 11-Coral, 12-Safira e o Expreso Aeroporto da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) estão com interrupções neste sábado, 12 de setembro de 2026, por causa de problemas elétricos gerados por uma queda de raio que ocasionou o desligamento da subestação de energia dos trens no Tatuapé.</p>
<p>Em nota, a empresa diz que na manhã deste sábado (12/09), os trens não estão circulando entre as estações Luz e Corinthians-Itaquera, na Linha 11-Coral, e Brás e Tatuapé, na Linha 12-Safira, devido ao desarme na subestação da região do Tatuapé, provocado por uma descarga atmosférica. O Expresso Aeroporto foi suspenso temporariamente. A opção para os passageiros das Linhas 11-Coral e 12-Safira é a Linha 3-Vermelha do Metrô. A equipe de manutenção está atuando para normalizar a circulação. A CPTM lamenta os transtornos causados aos passageiros.</p>
<p>Por volta de 8h20, a circulação na linha 11 voltou a ser integral, mas demais a interrupção persistia</p>
<p><em>Nota &#8211; Linhas 11-Coral e 12-Safira &#8211; atualização 8h25 </em><br />
<em>A circulação na Linha 11-Coral foi normalizada na manhã deste sábado (12/09). Os trens não estão circulando entre as estações Brás e Tatuapé, na Linha 12-Safira, devido ao desarme na subestação da região do Tatuapé, provocado por uma descarga atmosférica. O Expresso Aeroporto foi suspenso temporariamente. A opção para os passageiros da Linha 12-Safira é a Linha 3-Vermelha do Metrô. A equipe de manutenção continua atuando para normalizar a circulação. A CPTM lamenta os transtornos causados aos passageiros.</em></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Ônibus da Expresso Nordeste tomba no Paraná e deixa passageiros feridos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/12/onibus-da-expresso-nordeste-tomba-no-parana-e-deixa-passageiros-feridos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 11:40:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trecho da BR-376, em Ponta Grossa, está em obra. Polícia apura ADAMO BAZANI Aproximadamente 20 passageiros ficaram feridos após um ônibus da Expresso Nordeste tombar no Paraná na noite deste sábado, 11 de setembro de 2026. O acidente ocorreu em um trecho da BR-376, em Ponta Grossa, que está em obra na alça de acesso [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="614" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/onibus-tomba-na-br-376-apos-sair-da-pista-e-passag-01145489-0-202609120741-ProportionalFillBackground.webp?fit=1024%2C614&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/onibus-tomba-na-br-376-apos-sair-da-pista-e-passag-01145489-0-202609120741-ProportionalFillBackground.webp?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/onibus-tomba-na-br-376-apos-sair-da-pista-e-passag-01145489-0-202609120741-ProportionalFillBackground.webp?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/onibus-tomba-na-br-376-apos-sair-da-pista-e-passag-01145489-0-202609120741-ProportionalFillBackground.webp?resize=1024%2C614&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/onibus-tomba-na-br-376-apos-sair-da-pista-e-passag-01145489-0-202609120741-ProportionalFillBackground.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/onibus-tomba-na-br-376-apos-sair-da-pista-e-passag-01145489-0-202609120741-ProportionalFillBackground.webp?resize=768%2C461&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/onibus-tomba-na-br-376-apos-sair-da-pista-e-passag-01145489-0-202609120741-ProportionalFillBackground.webp?resize=400%2C240&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Trecho da BR-376, em Ponta Grossa, está em obra. Polícia apura</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Aproximadamente 20 passageiros ficaram feridos após um ônibus da Expresso Nordeste tombar no Paraná na noite deste sábado, 11 de setembro de 2026.</p>
<p>O acidente ocorreu em um trecho da BR-376, em Ponta Grossa, que está em obra na alça de acesso para o viaduto da Heineken chegando na Avenida Pedro Wosgrau.</p>
<p>O veículo seguia no sentido do norte quando o motorista perdeu o controle da direção.</p>
<p>A maior parte dos feridos sofreu lesões sem gravidade ou moderadas.</p>
<p>Equipes do SAMU e dos Bombeiros foram acionadas e parte da rodovia foi interditada.</p>
<p>A polícia investiga como ocorreu o acidente e o que teria motivado a perda de controle por parte do motorista.</p>
<p>A empresa diz que presta toda assistência às vítimas e colabora com as investigações.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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  <item>
    <title>Volvo aposta em inteligência artificial, ônibus de 15 metros e linha Euro 6 de 320 cv a 510 cv para crescer nos rodoviários &#8211; Veja completo</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 11:07:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[I-See apresentado na Lat.Bus 2026 lê relevo da estrada e interfere na gestão do motor e da transmissão para economizar até 3% de combustível; fabricante mantém seis modelos para fretamento e transporte rodoviário, do B320R ao B510R ADAMO BAZANI A Volvo está reforçando sua aposta no mercado brasileiro de ônibus rodoviários combinando uma linha ampla [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="352" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b13r-specification.jpg?fit=1024%2C352&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b13r-specification.jpg?w=2326&amp;ssl=1 2326w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b13r-specification.jpg?resize=300%2C103&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b13r-specification.jpg?resize=1024%2C352&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b13r-specification.jpg?resize=150%2C52&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b13r-specification.jpg?resize=768%2C264&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b13r-specification.jpg?resize=1536%2C528&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b13r-specification.jpg?resize=2048%2C704&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/b13r-specification.jpg?resize=400%2C138&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p data-start="129" data-end="362"><em data-start="129" data-end="362">I-See apresentado na Lat.Bus 2026 lê relevo da estrada e interfere na gestão do motor e da transmissão para economizar até 3% de combustível; fabricante mantém seis modelos para fretamento e transporte rodoviário, do B320R ao B510R</em></p>
<p data-start="364" data-end="382"><em data-start="364" data-end="382"><strong data-start="365" data-end="381">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p data-start="384" data-end="1075">A Volvo está reforçando sua aposta no mercado brasileiro de ônibus rodoviários combinando uma linha ampla de chassis Euro 6, novas configurações para veículos de maior capacidade e inteligência artificial embarcada para reduzir consumo de combustível. O principal lançamento tecnológico apresentado pela fabricante na Lat.Bus 2026 foi o I-See, sistema que usa GPS, conectividade, informações sobre a topografia da estrada e algoritmos de inteligência artificial para antecipar acelerações, reduções, trocas de marcha, uso do freio-motor e da função de roda livre. Segundo a Volvo, o recurso pode proporcionar economia adicional de combustível de até 3%.</p>
<p data-start="1077" data-end="1653">A estratégia ocorre num segmento que tem peso relevante para a operação da Volvo no País. Dos 553 chassis emplacados pela fabricante no Brasil em 2025, aproximadamente 80% foram rodoviários. Hoje, a oferta para fretamento e transporte rodoviário vai dos modelos de oito litros B320R e B360R aos B380R, B420R, B460R e B510R de 13 litros. A empresa também passou a explorar uma configuração de 15 metros com apenas três eixos no B420R 6&#215;2, buscando aumentar o número de passageiros e o volume de bagagem sem a necessidade de um quarto eixo.</p>
<h3 data-section-id="ssdf9h" data-start="1655" data-end="1706">INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PASSA A “LER” A ESTRADA</h3>
<p data-start="1708" data-end="1850">O I-See foi uma das principais novidades da Volvo para os ônibus rodoviários na Lat.Bus 2026, realizada entre 11 e 13 de agosto, em São Paulo.</p>
<p data-start="1852" data-end="2102">A tecnologia, já utilizada nos caminhões pesados da fabricante, está disponível para os chassis B380R, B420R, B460R e B510R, todos equipados com o motor Volvo D13K de 13 litros e transmissão automatizada I-Shift.</p>
<p data-start="2104" data-end="2336">O princípio é fazer com que o ônibus não reaja ao relevo apenas quando chega a uma subida ou descida. Com dados de localização e topografia, o sistema identifica antecipadamente o que encontrará na estrada e prepara o trem de força.</p>
<p data-start="2338" data-end="2694">Em uma subida, por exemplo, o I-See pode antecipar a escolha da marcha e administrar a aceleração para evitar uma redução desnecessária ou perda excessiva de velocidade. Antes de uma descida, pode aliviar a aceleração, utilizar a inércia do veículo e administrar o I-Roll, sistema de roda livre controlada. Na descida, também coordena o uso do freio-motor.</p>
<p data-start="2696" data-end="2785">Velocidade, peso do veículo, inclinação e características da rodovia entram nos cálculos.</p>
<p data-start="2787" data-end="3050">Segundo a Volvo, os algoritmos reaprendem continuamente as rotas e o comportamento do veículo. A montadora estima redução de consumo de até 3%, além de condução mais suave, menor desgaste de componentes e ganhos de segurança.</p>
<p data-start="3052" data-end="3242">O sistema não elimina a atuação do motorista. O condutor continua determinando parâmetros como a velocidade programada, enquanto o I-See administra motor e transmissão dentro desses limites.</p>
<h3 data-section-id="1bxtbsh" data-start="3244" data-end="3311">I-SHIFT FICOU MAIS RÁPIDA E MANUTENÇÃO PODE CHEGAR A 450 MIL KM</h3>
<p data-start="3313" data-end="3374">A estratégia tecnológica vai além da inteligência artificial.</p>
<p data-start="3376" data-end="3633">A atual geração dos rodoviários de 13 litros utiliza a sétima geração da transmissão automatizada Volvo I-Shift. De acordo com a fabricante, novos módulos eletrônicos e processadores permitem trocas até 30% mais rápidas em comparação às gerações anteriores.</p>
<p data-start="3635" data-end="3806">A intenção é reduzir a interrupção de torque durante as mudanças de marcha, principalmente em retomadas e aclives, e contribuir para velocidade média, conforto e economia.</p>
<p data-start="3808" data-end="4101">Outro ponto apresentado pela Volvo é o aumento dos intervalos de manutenção. Com a utilização de uma nova geração de óleo sintético, a empresa informa que a troca de lubrificantes da transmissão e dos eixos pode chegar a 450 mil quilômetros, dependendo das condições previstas pela fabricante.</p>
<p data-start="4103" data-end="4280">Na prática, para um ônibus que percorra aproximadamente 150 mil quilômetros por ano, a intervenção poderia ocorrer apenas a cada três anos.</p>
<h3 data-section-id="1okdcno" data-start="4282" data-end="4344">DE 320 CV A 510 CV: VEJA A LINHA RODOVIÁRIA ATUAL DA VOLVO</h3>
<p data-start="4346" data-end="4504">A oferta atual permite à Volvo disputar desde fretamento e linhas de menor distância até operações de longa distância com ônibus double-decker e quatro eixos.</p>
<p data-start="4506" data-end="4712">A tabela considera os chassis destinados pela fabricante brasileira a fretamento e/ou transporte rodoviário. As configurações podem variar conforme carroceria, aplicação e especificação feita pelo operador.</p>
<div class="group TyagGW_tableContainer">
<div class="TyagGW_tableWrapper flex flex-col-reverse w-fit" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" data-start="4714" data-end="5171">
<thead data-start="4714" data-end="4765">
<tr data-start="4714" data-end="4765">
<th class="last:pe-10" data-start="4714" data-end="4723" data-col-size="sm">Modelo</th>
<th class="last:pe-10" data-start="4723" data-end="4742" data-col-size="sm">Motor / potência</th>
<th class="last:pe-10" data-start="4742" data-end="4765" data-col-size="sm">Principal aplicação</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="4780" data-end="5171">
<tr data-start="4780" data-end="4850">
<td data-start="4780" data-end="4788" data-col-size="sm">B320R</td>
<td data-start="4788" data-end="4812" data-col-size="sm">D8K, 8 litros, 320 cv</td>
<td data-start="4812" data-end="4850" data-col-size="sm">Fretamento e curta/média distância</td>
</tr>
<tr data-start="4851" data-end="4910">
<td data-start="4851" data-end="4859" data-col-size="sm">B360R</td>
<td data-start="4859" data-end="4883" data-col-size="sm">D8K, 8 litros, 360 cv</td>
<td data-start="4883" data-end="4910" data-col-size="sm">Fretamento e rodoviário</td>
</tr>
<tr data-start="4911" data-end="4959">
<td data-start="4911" data-end="4919" data-col-size="sm">B380R</td>
<td data-start="4919" data-end="4945" data-col-size="sm">D13K, 13 litros, 380 cv</td>
<td data-start="4945" data-end="4959" data-col-size="sm">Rodoviário</td>
</tr>
<tr data-start="4960" data-end="5021">
<td data-start="4960" data-end="4968" data-col-size="sm">B420R</td>
<td data-start="4968" data-end="4994" data-col-size="sm">D13K, 13 litros, 420 cv</td>
<td data-start="4994" data-end="5021" data-col-size="sm">Média e longa distância</td>
</tr>
<tr data-start="5022" data-end="5093">
<td data-start="5022" data-end="5030" data-col-size="sm">B460R</td>
<td data-start="5030" data-end="5056" data-col-size="sm">D13K, 13 litros, 460 cv</td>
<td data-start="5056" data-end="5093" data-col-size="sm">Longa distância e alta capacidade</td>
</tr>
<tr data-start="5094" data-end="5171">
<td data-start="5094" data-end="5102" data-col-size="sm">B510R</td>
<td data-start="5102" data-end="5128" data-col-size="sm">D13K, 13 litros, 510 cv</td>
<td data-start="5128" data-end="5171" data-col-size="sm">Longa distância, DD e operações pesadas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p data-start="5173" data-end="5552">Os seis modelos atendem à norma Euro 6/Proconve P8. Na família de 13 litros, a Volvo divulga versões 4&#215;2, 6&#215;2 e 8&#215;2, embora a combinação efetivamente ofertada dependa da aplicação. As fichas técnicas atualmente disponibilizadas pela fabricante no Brasil contemplam B380R 4&#215;2; B420R 4&#215;2 e 6&#215;2; e B460R e B510R em configurações 4&#215;2, 6&#215;2 e 8&#215;2.</p>
<p data-start="5554" data-end="5860">O B320R utiliza motor D8K Euro 6 de 320 cv e 1.200 Nm. Para aplicações rodoviárias e de fretamento, a Volvo adota a transmissão I-Shift. Quando apresentou o modelo ao mercado brasileiro, a fabricante definiu como foco principalmente viagens de curta e média distância.</p>
<p data-start="5862" data-end="6229">Logo acima está o B360R, uma das mais recentes ampliações da gama. O chassi tem motor D8K de oito litros, 360 cv e 1.400 Nm, transmissão I-Shift de sétima geração e foi lançado inicialmente como 4&#215;2 para carrocerias de até 14 metros. O posicionamento é justamente preencher o espaço entre o B320R e a família pesada de 13 litros.</p>
<h3 data-section-id="iec75e" data-start="6231" data-end="6286">B380R, B420R, B460R E B510R FORMAM A FAMÍLIA PESADA</h3>
<p data-start="6288" data-end="6380">O núcleo da oferta rodoviária da Volvo continua sendo a família B380R, B420R, B460R e B510R.</p>
<p data-start="6382" data-end="6483">Todos utilizam o motor D13K Euro 6, de seis cilindros e 12,8 litros, combinado à transmissão I-Shift.</p>
<p data-start="6485" data-end="6802">A geração foi lançada para o mercado brasileiro a partir de 2022/2023 e, segundo a Volvo, trouxe redução de consumo de até 9% em relação à linha anterior. Agora, com a possibilidade de adoção do I-See, a fabricante promete uma redução adicional de até 3%, dependendo da operação.</p>
<p data-start="6804" data-end="7046">O B510R permanece no topo da gama, com potência comercial anunciada de 510 cv. A Volvo o posiciona como seu chassi para as aplicações mais pesadas, principalmente veículos de três e quatro eixos e carrocerias de grande porte ou double-decker.</p>
<h3 data-section-id="17zeelm" data-start="7048" data-end="7091">15 METROS COM TRÊS EIXOS É OUTRA APOSTA</h3>
<p data-start="7093" data-end="7215">Uma das movimentações mais importantes da Volvo em 2026 foi estender o conceito de ônibus de 15 metros à configuração 6&#215;2.</p>
<p data-start="7217" data-end="7353">Historicamente, ônibus rodoviários desse comprimento no Brasil estiveram associados principalmente à configuração 8&#215;2, com quatro eixos.</p>
<p data-start="7355" data-end="7600">A Eucatur começou a receber em junho de 2026 os primeiros B420R 6&#215;2 preparados para carrocerias rodoviárias de 15 metros. Os veículos foram encarroçados pela Busscar no modelo Vissta Buss 365 da família NB1.</p>
<p data-start="7602" data-end="7762">A solução utiliza terceiro eixo traseiro direcional. Além de permitir o comprimento maior, o sistema reduz o raio necessário para as curvas e facilita manobras.</p>
<p data-start="7764" data-end="7949">Segundo a Volvo e a Eucatur, a configuração permite chegar a até 58 assentos e proporciona ganho de até 10% no volume do bagageiro em relação a uma configuração convencional comparável.</p>
<p data-start="7951" data-end="8079">A lógica comercial é aumentar a chamada receita por assento-quilômetro sem fazer o custo operacional crescer na mesma proporção.</p>
<p data-start="8081" data-end="8185">Ou seja: mais passageiros e mais espaço para bagagens e encomendas utilizando três, e não quatro, eixos.</p>
<p data-start="8187" data-end="8481">Esse desenvolvimento também ajuda a explicar uma das tendências exibidas pela Volvo na Lat.Bus 2026. A fabricante levou à feira dois outros chassis de 15 metros e três eixos, neste caso para aplicações urbanas: o elétrico BZR 6&#215;2 e o B320R 6&#215;2 B100 Flex.</p>
<h3 data-section-id="i98af4" data-start="8483" data-end="8539">SEGURANÇA ATIVA GANHA PESO NA COMPRA DOS RODOVIÁRIOS</h3>
<p data-start="8541" data-end="8621">A Volvo também mantém como argumento comercial o pacote de segurança eletrônica.</p>
<p data-start="8623" data-end="8755">Nos chassis rodoviários 6&#215;2 e 8&#215;2, a fabricante oferece de série uma série de sistemas agrupados no SSA, Sistema de Segurança Ativa.</p>
<p data-start="8757" data-end="9072">Entre eles estão aviso de colisão frontal com frenagem de emergência, alerta de mudança involuntária de faixa, piloto automático adaptativo, controle eletrônico de estabilidade, detector de fadiga, monitoramento de pressão dos pneus e alertas de ponto cego frontal e lateral.</p>
<p data-start="9074" data-end="9315">A família D13K conta ainda com o VEB+, freio-motor da Volvo com potência de frenagem de até 510 cv. A utilização conjunta com retarder permite elevar ainda mais a capacidade de desaceleração sem depender exclusivamente dos freios de serviço.</p>
<h3 data-section-id="1vt2zn3" data-start="9317" data-end="9397">RODOVIÁRIOS REPRESENTARAM CERCA DE 80% DAS VENDAS DA VOLVO NO BRASIL EM 2025</h3>
<p data-start="9399" data-end="9480">O tamanho da aposta da Volvo nos rodoviários também pode ser medido pelas vendas.</p>
<p data-start="9482" data-end="9823">A fabricante informou que emplacou 553 chassis de ônibus no Brasil em 2025 e que aproximadamente 80% desse volume foi composto por rodoviários. A empresa destacou principalmente a participação dos modelos de quatro eixos destinados a linhas interestaduais de longa distância e turismo de maior padrão.</p>
<p data-start="9825" data-end="9879">Os negócios de 2026 mostram diferentes pontos da gama.</p>
<p data-start="9881" data-end="10091">A Real Maia comprou 40 B460R 6&#215;2 para serviços de longa distância. A Auto Viação Progresso adquiriu 19 chassis B460R e B510R. A Eucatur estreou os B420R 6&#215;2 de 15 metros.</p>
<p data-start="10093" data-end="10380">Já em setembro, a Princesa dos Campos e a Cantelle anunciaram outras 22 unidades: 14 B380R 4&#215;2, dois B510R 8&#215;2 double-decker e seis B460R 6&#215;2. Na Princesa dos Campos, os chassis Volvo passaram a representar mais de 80% da frota; na Cantelle, 100%.</p>
<p data-start="10382" data-end="10744">Os negócios ajudam a mostrar a estratégia da fabricante: em vez de concentrar a linha apenas nos ônibus de maior potência, a Volvo tenta ocupar diferentes faixas do rodoviário, partindo dos modelos de oito litros para fretamento e viagens menores, passando pelos convencionais de dois e três eixos e chegando aos 8&#215;2 de 510 cv para operações de maior capacidade.</p>
<p data-start="10746" data-end="11020">Com o I-See, o terceiro eixo direcional, as novas configurações de 15 metros e a evolução dos sistemas de segurança, a aposta passa cada vez mais pela eletrônica e pelo uso dos dados para reduzir o custo por quilômetro e, principalmente, o custo por passageiro transportado.</p>
<p data-start="11022" data-end="11081" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="11022" data-end="11081" data-is-last-node=""><strong data-start="11023" data-end="11080">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Linha 9-Esmeralda tem problemas por causa de alagamentos neste sábado (12)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/12/linha-9-esmeralda-tem-problemas-por-causa-de-alagamentos-neste-sabado-12/</link>
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    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 11:02:12 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Chove forte desde a madrugada. Na CPTM, linhas 11, 12 e Expresso Aeroporto têm interrupções por causa de problema em subestação ADAMO BAZANI Por cauda de alagamento na região de Santo Amaro, na zona Sul da capital paulista, os trens da linha 9-Esmeralda circulam com maiores intervalos no trecho entre as estações Santo Amaro e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-02-28-at-13.32.15-1024x576.avif" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-02-28-at-13.32.15-1024x576.avif 1024w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-02-28-at-13.32.15-300x169.avif 300w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-02-28-at-13.32.15-150x84.avif 150w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-02-28-at-13.32.15-768x432.avif 768w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-02-28-at-13.32.15-400x225.avif 400w, https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-02-28-at-13.32.15.avif 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Chove forte desde a madrugada. Na CPTM, linhas 11, 12 e Expresso Aeroporto têm interrupções por causa de problema em subestação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Por cauda de alagamento na região de Santo Amaro, na zona Sul da capital paulista, os trens da linha 9-Esmeralda circulam com maiores intervalos no trecho entre as estações Santo Amaro e João Dias, neste sábado, 12 de setembro de 2026.</p>
<p>A informação está nos canais oficiais da ViaMobilidade, concessionária do serviço.</p>
<p>Segundo a empresa, em nota, há circulação por via única</p>
<p><strong><em> A ViaMobilidade informa que, devido ao excesso de água em uma das vias, provocado pelas chuvas, a Linha 9-Esmeralda opera temporariamente em via única entre as estações Santo Amaro e João Dias na manhã deste sábado, (12).</em></strong><br />
<strong><em>A circulação ocorre com intervalos de até 7 minutos na linha e de até 14 minutos no trecho entre Santo Amaro e João Dias.</em></strong></p>
<p>Chove forte desde a madrugada. Na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), as linhas 11, 12 e Expresso Aeroporto têm interrupções por causa de uma descarga atmosférica (queda de raio) em uma subestação de energia.</p>
<p>Os trens não estão circulando entre as estações Luz e Corinthians-Itaquera, na Linha 11-Coral, e Brás e Tatuapé, na Linha 12-Safira, devido ao desarme na subestação da região do Tatuapé, provocado por uma descarga atmosférica. O Expresso Aeroporto foi suspenso temporariamente. A opção para os passageiros das Linhas 11-Coral e 12-Safira  é a Linha 3-Vermelha do Metrô. A equipe de manutenção está atuando para normalizar a circulação. A CPTM lamenta os transtornos causados aos passageiros.</p>
<p>O atendimento do Expresso Aeroporto foi suspenso temporariamente. O sistema Paese foi acionado para atender os passageiros da Linha 12-Safira que estiverem nas estações Brás e Engenheiro Goulart. Já para os passageiros da Linha 11-Coral, a opção é a Linha 3-Vermelha do Metrô.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Clássico Palmeiras x São Paulo tem operação especial em 26 linhas municipaiis neste sábado (12)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/12/classico-palmeiras-x-sao-paulo-tem-operacao-especial-em-26-linhas-municipaiis-neste-sabado-12/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 11:00:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Alterações de percurso atendem deslocamentos até a região da Avenida Francisco Matarazzo, na região do estádio ARTHUR FERRARI A SPTrans colocará em prática neste sábado (12) uma operação especial de transporte coletivo para o clássico entre Palmeiras e São Paulo, válido pelo Campeonato Brasileiro, em São Paulo (SP). A programação envolve 26 linhas municipais, que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-10-19-at-17.53.37.webp?fit=800%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-10-19-at-17.53.37.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-10-19-at-17.53.37.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-10-19-at-17.53.37.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-10-19-at-17.53.37.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2023-10-19-at-17.53.37.webp?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Alterações de percurso atendem deslocamentos até a região da Avenida Francisco Matarazzo, na região do estádio</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A SPTrans colocará em prática neste sábado (12) uma operação especial de transporte coletivo para o clássico entre Palmeiras e São Paulo, válido pelo Campeonato Brasileiro, em São Paulo (SP).</p>
<p>A programação envolve 26 linhas municipais, que terão itinerários especiais para atender o fluxo de passageiros na região do Nubank Parque, na Avenida Francisco Matarazzo, nº 1.705.</p>
<p>A operação é coordenada pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e pela SPTrans e contempla linhas que conectam bairros, terminais e estações de metrô da capital.</p>
<p>Entre os serviços programados estão linhas com destino ou passagem por terminais como Lapa, Pirituba, Princesa Isabel e Parque Dom Pedro II, além de trajetos vinculados às estações Barra Funda, Santana, Vila Madalena, Vila Mariana e Paraíso.</p>
<p>Também fazem parte da relação linhas que ligam a região a bairros como Jaraguá, Taipas, Morro Doce, Mangalot, Perus, Penteado, Jardim Tereza, Jardim Vista Alegre, Jardim Guarani, Ipiranga, Socorro e Vila Anastácio.</p>
<p>Confira a relação completa:</p>
<ul>
<li><strong>1896/10</strong> — Jaraguá – Pça. Ramos de Azevedo</li>
<li><strong>8000/10</strong> — Term. Lapa – Pça. Ramos de Azevedo</li>
<li><strong>8000/1</strong> — Term. Lapa – Pça. Ramos de Azevedo</li>
<li><strong>8400/10</strong> — Term. Pirituba – Pça. Ramos de Azevedo</li>
<li><strong>8549/10</strong> — Taipas – Pça. do Correio</li>
<li><strong>8594/10</strong> — Cid. D&#8217;Abril – Pça. Ramos de Azevedo</li>
<li><strong>8622/10</strong> — Morro Doce – Pça. Ramos de Azevedo</li>
<li><strong>8677/10</strong> — Jd. Líbano – Lgo. do Paissandu</li>
<li><strong>8686/10</strong> — Mangalot – Lgo. do Paissandu</li>
<li><strong>938C/10</strong> — COHAB Taipas – Term. Princ. Isabel</li>
<li><strong>978J/10</strong> — Voith – Term. Princesa Isabel</li>
<li><strong>129F/10</strong> — Conexão Petrônio Portela – Metrô Barra Funda</li>
<li><strong>8055/51</strong> — Perus – Metrô Barra Funda</li>
<li><strong>948A/10</strong> — Vl. Zatt – Metrô Barra Funda</li>
<li><strong>8545/10</strong> — Penteado – Metrô Barra Funda</li>
<li><strong>938P/10</strong> — Jd. Tereza – Metrô Barra Funda</li>
<li><strong>938V/10</strong> — Jd. Vista Alegre – Metrô Barra Funda</li>
<li><strong>978T/10</strong> — Jd. Guarani – Metrô Barra Funda</li>
<li><strong>178A/10</strong> — Metrô Santana – Lapa</li>
<li><strong>874T/10</strong> — Ipiranga – Lapa</li>
<li><strong>809U/21</strong> — Metrô Barra Funda – Metrô Vl. Madalena</li>
<li><strong>856R/10</strong> — Lapa – Socorro</li>
<li><strong>8615/10</strong> — Pq. da Lapa – Term. Pq. D. Pedro II</li>
<li><strong>875H/10</strong> — Term. Lapa – Metrô Vl. Mariana</li>
<li><strong>877T/10</strong> — Vl. Anastácio – Metrô Paraíso</li>
<li><strong>748R/10</strong> — Jd. João XXIII – Metrô Barra Funda</li>
</ul>
<p>A alteração temporária dos itinerários busca adequar o transporte municipal à movimentação prevista na região durante o confronto entre as duas equipes paulistas.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>CPTM altera circulação de trens metropolitanos neste fim de semana (12 e 13)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/cptm-altera-circulacao-de-trens-metropolitanos-neste-fim-de-semana-12-e-13/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 01:00:55 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Interdições ocorrem durante obras de manutenção, melhorias de infraestrutura e modernização ao longo da via férrea VINÍCIUS DE OLIVEIRA Neste final de semana, 12 e 13 de setembro, as linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) sofrem mudanças na operação. As alterações ocorrem para a realização de obras de manutenção, melhorias de infraestrutura e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="556" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Linha-10-Turquesa-e1756417317293.png?fit=800%2C556&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Linha-10-Turquesa-e1756417317293.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Linha-10-Turquesa-e1756417317293.png?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Linha-10-Turquesa-e1756417317293.png?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Linha-10-Turquesa-e1756417317293.png?resize=768%2C534&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Linha-10-Turquesa-e1756417317293.png?resize=400%2C278&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Interdições ocorrem durante obras de manutenção, melhorias de infraestrutura e modernização ao longo da via férrea</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Neste final de semana, 12 e 13 de setembro, as linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) sofrem mudanças na operação.</p>
<p>As alterações ocorrem para a realização de obras de manutenção, melhorias de infraestrutura e modernização ao longo da via férrea.</p>
<p>Confira o cronograma detalhado da operação:</p>
<p><strong>Sábado (12)</strong></p>
<p><strong>Linha 10-Turquesa</strong></p>
<p>Das 23h ao fim da operação comercial, os trens circulam por via única no trecho entre as estações Tamanduateí e Ipiranga. Os passageiros devem embarcar e desembarcar na plataforma 2, na Estação Ipiranga, e na plataforma 4, na Estação Tamanduateí. As alterações são para a realização de obras do monotrilho na Estação Ipiranga.</p>
<p><strong>Domingo (13)</strong></p>
<p><strong>Linha 10-Turquesa</strong></p>
<p>Das 7h às 9h, os trens circulam por via única entre Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires, com os passageiros utilizando a plataforma 2 para embarque e desembarque em ambas as estações. A alteração é para a manutenção preventiva no trecho.</p>
<p>Das 9h às 17h, entre as estações Capuava e Santo André, os trens circulam em via única e os passageiros devem embarcar e desembarcar na plataforma 4, na Estação Santo André, e na plataforma 2, em Capuava. A estratégia operacional é para manutenção preventiva e substituição de trilhos no trecho.</p>
<p>Das 10h às 12h, os passageiros devem embarcar e desembarcar pela plataforma 1, na Estação Rio Grande da Serra, para realização de manutenção preventiva no trecho.</p>
<p><strong>Linha 11-Coral</strong></p>
<p>Durante toda a operação comercial, na Estação Tatuapé, os trens circulam em via única e os passageiros embarcam e desembarcam pela plataforma 1 para lançamento de cabos no trecho.</p>
<p><strong>Linha 12-Safira</strong></p>
<p>Entre 8h e 20h, os passageiros devem embarcar e desembarcar na plataforma 4 na Estação Tatuapé, onde haverá circulação em via única no trecho para substituição de trilhos.</p>
<p>Expresso Aeroporto</p>
<p>Durante toda a operação comercial, o intervalo será de 1 hora, como estratégia operacional para o atendimento das obras na Linha 11-Coral.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Depois de oito horas com problemas por causa de queda de árvore, linha 7-Rubi normaliza operação. Linha 10 foi impactada também</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/depois-de-oito-horas-com-problemas-por-causa-de-queda-de-arvore-linha-7-rubi-normaliza-operacao-linha-10-foi-impactada-tambem/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/depois-de-oito-horas-com-problemas-por-causa-de-queda-de-arvore-linha-7-rubi-normaliza-operacao-linha-10-foi-impactada-tambem/#comments</comments>
    <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 00:44:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[&#160; Incidente ocorreu entre as estações Piqueri e Vila Aurora. Houve interrupção de trecho e acionamento de ônibus da Operação PAESE ADAMO BAZANI Durou cerca de oito horas a agonia de passageiros na linha 7-Rubi de trens metropolitanos nesta sexta-feira, 11 de setembro de 2026. Pouco depois de 13h00, uma árvore de grande porte caiu [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="591" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7677.jpg?fit=1024%2C591&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7677.jpg?w=1311&amp;ssl=1 1311w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7677.jpg?resize=300%2C173&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7677.jpg?resize=1024%2C591&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7677.jpg?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7677.jpg?resize=768%2C443&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/7677.jpg?resize=400%2C231&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p>&nbsp;</p>
<p><em>Incidente ocorreu entre as estações Piqueri e Vila Aurora. Houve interrupção de trecho e acionamento de ônibus da Operação PAESE</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Durou cerca de oito horas a agonia de passageiros na linha 7-Rubi de trens metropolitanos nesta sexta-feira, 11 de setembro de 2026.</p>
<p>Pouco depois de 13h00, uma árvore de grande porte caiu sobre os trilhos entre as estações Piqueri e Vila Aurora.</p>
<p>A situação só começou a se normalizar por volta de 21h.</p>
<p>A concessionária TIC Trens acionou ônibus do PAESE (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência) para reforçar o atendimento aos passageiros.</p>
<p>Segundo o aplicativo da empresa, chegou a haver interrupção de circulação entre Pirituba e Vila Clarice, trecho que foi coberto pelos ônibus. Nesta ocasião, por cerca de 20 minutos ainda no início da tarde, a linha operou em duas etapas: Palmeiras-Barra Funda a Pirituba e Vila Clarice a Jundiaí.</p>
<p>Em grande parte do período com falha, entre Piqueri e Vila Aurora, os trens se revezavam numa mesma via, variando os sentidos, com embarque e desembarque na mesma plataforma.</p>
<p>Segundo a TIC Trens, a árvore estava localizada fora da área de responsabilidade da empresa.</p>
<p>Por causa do problema, a linha 10-Turquesa, opera pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), do Governo do Estado, também teve restrições.</p>
<p>Segundo a CPTM, por causa das restrições da linha 7, os trens da Linha 10 não circularam entre as Estações Palmeiras-Barra Funda e Luz. A orientação foi utilizar os trens da Linha 11 – Coral para transferência na Estação Luz.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>CNTTL propõe protesto nacional de trabalhadores dos transportes pelo fim da escala 6&#215;1; empresas alertam para custos e risco de pressão sobre tarifas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/cnttl-propoe-protesto-nacional-de-trabalhadores-dos-transportes-pelo-fim-da-escala-6x1-empresas-alertam-para-custos-e-risco-de-pressao-sobre-tarifas/</link>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 23:38:18 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Confederação sindical quer mobilização em capitais e grandes cidades, mas data e formato ainda serão definidos; CNT defende negociação coletiva e NTU estima que jornada de 40 horas poderia elevar em cerca de 15% os custos com motoristas de ônibus urbanos ADAMO BAZANI A CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística) propôs nesta [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260627_1513522.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260627_1513522.jpg?w=3264&amp;ssl=1 3264w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260627_1513522.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260627_1513522.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260627_1513522.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260627_1513522.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260627_1513522.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260627_1513522.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260627_1513522.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260627_1513522.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p data-start="155" data-end="411"><em data-start="155" data-end="411">Confederação sindical quer mobilização em capitais e grandes cidades, mas data e formato ainda serão definidos; CNT defende negociação coletiva e NTU estima que jornada de 40 horas poderia elevar em cerca de 15% os custos com motoristas de ônibus urbanos</em></p>
<p data-start="413" data-end="431"><em data-start="413" data-end="431"><strong data-start="414" data-end="430">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p data-start="433" data-end="1017">A CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística) propôs nesta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, a realização de uma mobilização nacional dos trabalhadores do setor em defesa do fim da escala 6&#215;1 e da redução da jornada semanal sem diminuição dos salários. A proposta prevê atos em capitais e outras cidades importantes, mas ainda não há data definida nem confirmação de paralisação dos serviços. Os detalhes serão discutidos na segunda-feira (14), em reunião ampliada com sindicatos e federações ligados à entidade.</p>
<p data-start="1019" data-end="1981">O movimento ocorre poucos dias depois de a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovar a PEC 221/2019, que reduz gradualmente a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas e estabelece dois dias de repouso remunerado, sem redução salarial. Do outro lado da discussão, entidades que representam empresas de transportes afirmam não ser contrárias ao debate sobre qualidade de vida e condições de trabalho, mas alertam para impactos operacionais e financeiros. A CNT (Confederação Nacional do Transporte) defende que mudanças sejam negociadas de acordo com as particularidades de cada atividade, enquanto a NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos) calcula que, nos ônibus urbanos, a redução para 40 horas pode elevar em aproximadamente 15% os custos ligados aos motoristas e pressionar tarifas ou subsídios públicos.</p>
<h3 data-section-id="t27kec" data-start="1983" data-end="2036">PROTESTO AINDA NÃO TEM DATA NEM FORMATO DEFINIDOS</h3>
<p data-start="2038" data-end="2278">A proposta foi apresentada durante reunião da Diretoria Nacional da CNTTL pelo presidente da entidade, Paulo João Estausia, conhecido como Paulinho do Transporte, e pelo secretário de Transporte e Logística da CUT, Wagner Menezes, o Marrom.</p>
<p data-start="2280" data-end="2440">Segundo a confederação, a intenção é reunir sindicatos e federações de diferentes segmentos dos transportes e da logística numa mobilização de alcance nacional.</p>
<p data-start="2442" data-end="2645">A CNTTL informa que a próxima etapa será uma reunião na segunda-feira (14), às 17h, com dirigentes sindicais para definir data, organização e formas de participação.</p>
<p data-start="2647" data-end="2784">Até o momento, entretanto, o comunicado da entidade <strong data-start="2699" data-end="2733">não anuncia uma greve nacional</strong>, nem informa quais serviços poderiam ser afetados.</p>
<p data-start="2786" data-end="3050">Também não há definição sobre duração dos atos, eventual suspensão de operações ou participação efetiva de categorias específicas, como motoristas de ônibus urbanos, rodoviários, metroferroviários, ferroviários, portuários ou trabalhadores do transporte de cargas.</p>
<p data-start="3052" data-end="3151">O que existe, neste momento, é uma proposta de protesto a ser organizada pelas entidades sindicais.</p>
<p data-start="3153" data-end="3320">Paulinho do Transporte afirmou que o objetivo é utilizar a capacidade de mobilização dos trabalhadores do setor para pressionar pela aprovação da mudança no Congresso.</p>
<blockquote data-start="3322" data-end="3485">
<p data-start="3324" data-end="3485">“Precisamos fazer uma grande mobilização nacional e mostrar a força dos trabalhadores em transportes”, afirmou o dirigente.</p>
</blockquote>
<h3 data-section-id="14gli6k" data-start="3487" data-end="3546">TRABALHADORES DEFENDEM MAIS DESCANSO SEM PERDA SALARIAL</h3>
<p data-start="3548" data-end="3718">Para a CNTTL, o fim da escala em que o empregado trabalha seis dias e descansa um permitiria ampliar o tempo disponível para repouso, convivência familiar e vida pessoal.</p>
<p data-start="3720" data-end="3865">A reivindicação da confederação não se limita à organização semanal: a entidade também defende redução da carga horária sem redução dos salários.</p>
<p data-start="3867" data-end="4055">Segundo Wagner Menezes, a mobilização deverá ser acompanhada de diálogo com a sociedade para explicar os objetivos defendidos pelo movimento sindical.</p>
<p data-start="4057" data-end="4466">A reivindicação tem apoio majoritário da população segundo pesquisa Datafolha realizada entre 3 e 5 de março de 2026. O levantamento mostrou que 71% dos entrevistados defendiam a redução do número máximo de dias trabalhados por semana, 27% eram contrários e 3% não responderam. Foram ouvidas 2.004 pessoas em 137 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais.</p>
<p data-start="4468" data-end="4693">O próprio levantamento, entretanto, mostrou maior divisão quando a pergunta tratava das consequências para as empresas: 39% acreditavam que o efeito seria positivo e outros 39%, negativo.</p>
<h3 data-section-id="1jiriqx" data-start="4695" data-end="4758">EMPRESAS DE TRANSPORTE PEDEM CAUTELA E NEGOCIAÇÃO POR SETOR</h3>
<p data-start="4760" data-end="4829">As entidades empresariais do transporte apresentam outra preocupação.</p>
<p data-start="4831" data-end="5125">A CNT afirma que a discussão deve considerar que parte significativa do setor opera continuamente, inclusive à noite, aos fins de semana e feriados, e que uma redução uniforme da jornada pode exigir mais contratações para manter a mesma oferta de serviços.</p>
<p data-start="5127" data-end="5318">A entidade não rejeita expressamente a discussão sobre redução da jornada, mas sustenta que o tema deveria ser tratado prioritariamente por negociação coletiva entre empresas e trabalhadores.</p>
<p data-start="5320" data-end="5440">Segundo a CNT, acordos e convenções permitiriam adaptar jornadas às características de cada atividade, região e empresa.</p>
<p data-start="5442" data-end="5644">A confederação também argumenta que existem atividades nas quais a escala 5&#215;2 já é possível e praticada, enquanto outras apresentam maior dificuldade operacional.</p>
<h3 data-section-id="uti6k7" data-start="5646" data-end="5710">FALTA DE MOTORISTAS É UM DOS ARGUMENTOS DO SETOR EMPRESARIAL</h3>
<p data-start="5712" data-end="5803">Uma das principais preocupações apresentadas pela CNT é a disponibilidade de trabalhadores.</p>
<p data-start="5805" data-end="6023">Pesquisa citada pela entidade aponta que, no transporte urbano de passageiros, 53,4% das empresas consultadas relataram escassez de motoristas e 63,2% dificuldade para encontrar mecânicos e profissionais de manutenção.</p>
<p data-start="6025" data-end="6197">No transporte rodoviário de cargas, pesquisa anterior apontou falta de motoristas profissionais para 65,1% das empresas consultadas.</p>
<p data-start="6199" data-end="6422">Para a CNT, se houver redução da carga individual de trabalho sem disponibilidade suficiente de profissionais para preencher novas escalas, pode haver aumento de custos e dificuldade para manter a regularidade dos serviços.</p>
<p data-start="6424" data-end="6535">A posição representa a avaliação da entidade empresarial e não uma projeção oficial do Governo ou do Congresso.</p>
<h3 data-section-id="18x6xr7" data-start="6537" data-end="6628">PARA EMPRESAS DE ÔNIBUS, JORNADA DE 40 HORAS PODERIA ELEVAR CUSTO COM MOTORISTAS EM 15%</h3>
<p data-start="6630" data-end="6712">No transporte público coletivo urbano, a NTU apresentou cálculos mais específicos.</p>
<p data-start="6714" data-end="6897">Segundo simulações divulgadas pela entidade em maio de 2026, a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas poderia elevar em cerca de <strong data-start="6851" data-end="6896">15% os custos relacionados aos motoristas</strong>.</p>
<p data-start="6899" data-end="6994">Uma eventual redução para 36 horas produziria impacto calculado pela associação em até <strong data-start="6986" data-end="6993">33%</strong>.</p>
<p data-start="6996" data-end="7143">A NTU informa que a mão de obra representa 43,1% do custo total da operação dos sistemas urbanos de ônibus.</p>
<p data-start="7145" data-end="7316">A associação argumenta que, para manter a mesma quantidade de viagens e horários com jornadas individuais menores, empresas poderiam precisar contratar mais profissionais.</p>
<p data-start="7318" data-end="7521">Dependendo da forma de financiamento de cada sistema, esse aumento poderia ser absorvido por tarifas mais altas, ampliação de subsídios dos municípios e estados ou outras fontes de financiamento público.</p>
<p data-start="7523" data-end="7692">A entidade, portanto, teme que uma mudança sem compensação ou transição tenha efeito sobre o preço ou o financiamento do serviço.</p>
<h3 data-section-id="1vi7uko" data-start="7694" data-end="7744">NTU TAMBÉM CITA POSSÍVEL PERDA DE HORAS EXTRAS</h3>
<p data-start="7746" data-end="7842">A NTU apresenta ainda outro argumento, desta vez relacionado à renda dos próprios trabalhadores.</p>
<p data-start="7844" data-end="8092">Segundo a associação empresarial, a reorganização das escalas poderia reduzir a quantidade de horas extras realizadas por motoristas, diminuindo uma parcela da remuneração efetivamente recebida por profissionais que hoje dependem desses adicionais.</p>
<p data-start="8094" data-end="8366">A entidade avalia ainda que alguns trabalhadores poderiam buscar atividades complementares nos períodos livres, inclusive como motoristas de aplicativos, o que, na visão da NTU, poderia aumentar o tempo total de trabalho e a fadiga.</p>
<p data-start="8368" data-end="8559">Esse entendimento difere da posição da CNTTL, que considera que a redução da jornada sem redução salarial representaria melhoria na qualidade de vida e no tempo de descanso dos trabalhadores.</p>
<h3 data-section-id="1efe0tc" data-start="8561" data-end="8607">PEC PREVÊ 40 HORAS E DOIS DIAS DE DESCANSO</h3>
<p data-start="8609" data-end="8675">A proposta atualmente mais avançada no Congresso é a PEC 221/2019.</p>
<p data-start="8677" data-end="8871">O texto aprovado pela CCJ do Senado estabelece jornada máxima de 40 horas por semana, oito horas por dia e dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos.</p>
<p data-start="8873" data-end="8908">A mudança não ocorreria de uma vez.</p>
<p data-start="8910" data-end="9003">Dois meses após eventual promulgação, a jornada máxima passaria de 44 para 42 horas semanais.</p>
<p data-start="9005" data-end="9104">Um ano depois dessa primeira redução, cairia para 40 horas.</p>
<p data-start="9106" data-end="9260">A proposta também mantém a possibilidade de compensação de horários e prevê espaço para acordos e convenções coletivas dentro dos limites constitucionais.</p>
<h3 data-section-id="1309dan" data-start="9262" data-end="9319">CONTRATOS DE ÔNIBUS E CONCESSÕES TÊM REGRA ESPECÍFICA</h3>
<p data-start="9321" data-end="9406">Há um ponto do texto particularmente importante para o setor de transportes públicos.</p>
<p data-start="9408" data-end="9655">Nos contratos da administração pública que envolvam mão de obra, incluindo concessões de serviços e obras, a redução da jornada somente deverá ser aplicada depois de um aditamento contratual destinado a preservar o equilíbrio econômico-financeiro.</p>
<p data-start="9657" data-end="9716">O texto estabelece prazo de até um ano para esta adequação.</p>
<p data-start="9718" data-end="9878">Já o segundo dia de repouso semanal entraria em vigor dois meses depois da promulgação, independentemente do aditamento.</p>
<p data-start="9880" data-end="10071">A regra é relevante para concessões de ônibus urbanos e metropolitanos porque os contratos costumam ter planilhas de custos que consideram número de empregados, salários, encargos e jornadas.</p>
<p data-start="10073" data-end="10219">Assim, uma eventual necessidade de ampliar o quadro de motoristas poderia levar à discussão sobre reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos.</p>
<h3 data-section-id="ucn04a" data-start="10221" data-end="10273">PROPOSTA AINDA NÃO ESTÁ APROVADA DEFINITIVAMENTE</h3>
<p data-start="10275" data-end="10350">A CCJ do Senado aprovou o parecer favorável à PEC em 2 de setembro de 2026.</p>
<p data-start="10352" data-end="10507">Nesta sexta-feira (11), a matéria está pronta para análise do Plenário, mas ainda aguarda inclusão na Ordem do Dia.</p>
<p data-start="10509" data-end="10657">Por se tratar de emenda à Constituição, são necessários dois turnos de votação e pelo menos três quintos dos senadores — 49 votos — em cada votação.</p>
<p data-start="10659" data-end="10868">O texto analisado pelo Senado é o mesmo aprovado anteriormente pela Câmara dos Deputados. Se for aprovado sem alterações pelos senadores, poderá seguir para promulgação.</p>
<p data-start="10870" data-end="11019">Portanto, tanto a mobilização anunciada pela CNTTL quanto os alertas das entidades empresariais ocorrem antes de uma decisão definitiva do Congresso.</p>
<p data-start="11021" data-end="11154">De um lado, sindicatos argumentam que trabalhadores precisam de mais tempo de descanso e defendem a manutenção integral dos salários.</p>
<p data-start="11156" data-end="11363">Do outro, empresas e entidades representativas alertam que transportes de passageiros e cargas funcionam de forma contínua e podem precisar aumentar quadros de pessoal e custos para conservar a mesma oferta.</p>
<p data-start="11365" data-end="11667">O debate que chegará ao Plenário do Senado envolve, assim, não apenas a duração da jornada, mas também quem absorverá os custos da reorganização — empresas, poder público, sistemas tarifários — e até que ponto a negociação coletiva poderá adaptar as novas regras às diferentes atividades do transporte.</p>
<p data-start="11669" data-end="11728" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="11669" data-end="11728" data-is-last-node=""><strong data-start="11670" data-end="11727">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/cnttl-propoe-protesto-nacional-de-trabalhadores-dos-transportes-pelo-fim-da-escala-6x1-empresas-alertam-para-custos-e-risco-de-pressao-sobre-tarifas/feed/</wfw:commentRss>
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    <title>EM PRIMEIRA-MÃO: ANTT retoma emissão de autorizações da “janela” de ônibus interestaduais; Publicações vão ocorrer, mas no Diário do Transporte, saiba antes as primeiras linhas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/11/em-primeira-mao-antt-retoma-emissao-de-autorizacoes-da-janela-de-onibus-interestaduais-publicacoes-vao-ocorrer-mas-no-diario-do-transporte-saiba-antes-as-primeiras-linhas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 23:25:13 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Bella Vita, Viação Garcia e Expresso Itamarati estão entre empresas alcançadas pelas primeiras decisões da nova etapa; para o especialista Ilo Löbel da Luz, empresas que se prepararam durante a paralisação chegam em vantagem, mas avaliação é dele e autorizações continuam sujeitas às regras e à análise da agência ADAMO BAZANI A ANTT (Agência Nacional [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-11-at-08.21.37.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-11-at-08.21.37.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-11-at-08.21.37.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-11-at-08.21.37.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-11-at-08.21.37.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-11-at-08.21.37.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-11-at-08.21.37.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-11-at-08.21.37.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Bella Vita, Viação Garcia e Expresso Itamarati estão entre empresas alcançadas pelas primeiras decisões da nova etapa; para o especialista Ilo Löbel da Luz, empresas que se prepararam durante a paralisação chegam em vantagem, mas avaliação é dele e autorizações continuam sujeitas às regras e à análise da agência</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) começou a transformar em novas autorizações parte dos resultados da chamada Janela Extraordinária nº 1/2024, procedimento que pode ampliar significativamente a quantidade de atendimentos de ônibus rodoviários interestaduais no País. Decisões da SUPAS (Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros) de 4 e 8 de setembro de 2026 contemplam mercados da Bella Vita Transportes, Viação Garcia e Expresso Itamarati, após o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), retirar em 13 de agosto a suspensão que havia paralisado integralmente a janela. Os primeiros casos são de mercados desatendidos que puderam avançar sem processo seletivo; a fase mais disputada, na qual empresas terão de oferecer lances para mercados com mais interessadas do que vagas disponíveis, ainda não tem uma nova data confirmada.</p>
<p>As publicações em Diário Oficial devem ocorrer a partir da próxima semana, mas no Diário do Transporte, você sabe antes as primeira liberações.</p>
<p>O processo, entretanto, ainda não está juridicamente encerrado. A Anatrip (Associação Nacional das Empresas de Transporte Rodoviário de Passageiros), autora da reclamação que levou à suspensão em julho, apresentou em 20 de agosto um agravo regimental contra a decisão que permitiu a retomada, recurso que permanece no STF. Ao mesmo tempo, para o advogado e especialista em regulação da ANTT para o Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros, Ilo Löbel da Luz, ouvido pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a paralisação criou situações diferentes entre as empresas: na avaliação dele, quem aproveitou o intervalo para estudar mercados, organizar documentos e preparar estrutura operacional chega à retomada em melhores condições para transformar uma autorização em serviço efetivamente colocado nas ruas. Trata-se da análise do especialista, e não de conclusão ou posicionamento oficial da ANTT.</p>
<h3 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="7q70cm" data-start="381" data-end="450">TABELA – AUTORIZAÇÕES LIGADAS À RETOMADA DA JANELA EXTRAORDINÁRIA</h3>
<div class="group TyagGW_tableContainer">
<div class="TyagGW_tableWrapper flex flex-col-reverse w-fit" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" data-start="452" data-end="1255">
<thead data-start="452" data-end="504">
<tr data-start="452" data-end="504">
<th class="last:pe-10" data-start="452" data-end="462" data-col-size="sm">Empresa</th>
<th class="last:pe-10" data-start="462" data-end="478" data-col-size="sm">Decisão SUPAS</th>
<th class="last:pe-10" data-start="478" data-end="486" data-col-size="md">Linha</th>
<th class="last:pe-10" data-start="486" data-end="504" data-col-size="sm">Mercados novos</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="525" data-end="1255">
<tr data-start="525" data-end="593">
<td data-start="525" data-end="538" data-col-size="sm">Bella Vita</td>
<td data-start="538" data-end="546" data-col-size="sm">1.302</td>
<td data-start="546" data-end="587" data-col-size="md">Jandira (SP)–Governador Valadares (MG)</td>
<td data-start="587" data-end="593" data-col-size="sm">18</td>
</tr>
<tr data-start="594" data-end="652">
<td data-start="594" data-end="610" data-col-size="sm">Viação Garcia</td>
<td data-start="610" data-end="618" data-col-size="sm">1.310</td>
<td data-start="618" data-end="647" data-col-size="md">Corumbá (MS)–Porecatu (PR)</td>
<td data-start="647" data-end="652" data-col-size="sm">4</td>
</tr>
<tr data-start="653" data-end="711">
<td data-start="653" data-end="669" data-col-size="sm">Viação Garcia</td>
<td data-start="669" data-end="677" data-col-size="sm">1.311</td>
<td data-start="677" data-end="706" data-col-size="md">Porecatu (PR)–Jundiaí (SP)</td>
<td data-start="706" data-end="711" data-col-size="sm">3</td>
</tr>
<tr data-start="712" data-end="773">
<td data-start="712" data-end="728" data-col-size="sm">Viação Garcia</td>
<td data-start="728" data-end="736" data-col-size="sm">1.319</td>
<td data-start="736" data-end="767" data-col-size="md">Maringá (PR)–Mogi Guaçu (SP)</td>
<td data-start="767" data-end="773" data-col-size="sm">14</td>
</tr>
<tr data-start="774" data-end="831">
<td data-start="774" data-end="790" data-col-size="sm">Viação Garcia</td>
<td data-start="790" data-end="798" data-col-size="sm">1.329</td>
<td data-start="798" data-end="826" data-col-size="md">Porecatu (PR)–Santos (SP)</td>
<td data-start="826" data-end="831" data-col-size="sm">5</td>
</tr>
<tr data-start="832" data-end="894">
<td data-start="832" data-end="848" data-col-size="sm">Viação Garcia</td>
<td data-start="848" data-end="856" data-col-size="sm">1.334</td>
<td data-start="856" data-end="888" data-col-size="md">Ponta Porã (MS)–Curitiba (PR)</td>
<td data-start="888" data-end="894" data-col-size="sm">23</td>
</tr>
<tr data-start="895" data-end="969">
<td data-start="895" data-end="916" data-col-size="sm">Expresso Itamarati</td>
<td data-start="916" data-end="924" data-col-size="sm">1.320</td>
<td data-start="924" data-end="962" data-col-size="md">Alta Floresta (MT)–Porto Velho (RO)</td>
<td data-start="962" data-end="969" data-col-size="sm">108</td>
</tr>
<tr data-start="970" data-end="1033">
<td data-start="970" data-end="991" data-col-size="sm">Expresso Itamarati</td>
<td data-start="991" data-end="999" data-col-size="sm">1.321</td>
<td data-start="999" data-end="1026" data-col-size="md">Cuiabá (MT)–Olímpia (SP)</td>
<td data-start="1026" data-end="1033" data-col-size="sm">148</td>
</tr>
<tr data-start="1034" data-end="1099">
<td data-start="1034" data-end="1055" data-col-size="sm">Expresso Itamarati</td>
<td data-start="1055" data-end="1063" data-col-size="sm">1.322</td>
<td data-start="1063" data-end="1092" data-col-size="md">Jaciara (MT)–Barretos (SP)</td>
<td data-start="1092" data-end="1099" data-col-size="sm">137</td>
</tr>
<tr data-start="1100" data-end="1181">
<td data-start="1100" data-end="1121" data-col-size="sm">Expresso Itamarati</td>
<td data-start="1121" data-end="1129" data-col-size="sm">1.327</td>
<td data-start="1129" data-end="1175" data-col-size="md">Araputanga (MT)–São José do Rio Preto (SP)*</td>
<td data-start="1175" data-end="1181" data-col-size="sm">14</td>
</tr>
<tr data-start="1182" data-end="1255">
<td data-start="1182" data-end="1194" data-col-size="sm"><strong data-start="1184" data-end="1193">TOTAL</strong></td>
<td data-start="1194" data-end="1212" data-col-size="sm"><strong data-start="1196" data-end="1211">10 decisões</strong></td>
<td data-start="1212" data-end="1244" data-col-size="md"><strong data-start="1214" data-end="1243">10 atos sobre linhas/TARs</strong></td>
<td data-start="1244" data-end="1255" data-col-size="sm"><strong data-start="1246" data-end="1253">474</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="1257" data-end="1596">A Decisão SUPAS nº 1.327 não cria um TAR inteiramente novo. Ela modifica o TAR já existente da linha Araputanga (MT)–São José do Rio Preto (SP) e acrescenta as seções de números 99 a 112. Portanto, são 14 mercados novos decorrentes desta decisão; o anexo consolidado passa a mostrar 112 seções.</p>
<p data-start="1598" data-end="1815">A Bella Vita recebeu a Decisão nº 1.302, de 4 de setembro, para a linha Jandira (SP)–Governador Valadares (MG). O anexo contém 18 seções entre cidades de Minas Gerais e São Paulo.</p>
<p data-start="1817" data-end="2273">Na Viação Garcia, são cinco decisões e 49 mercados. Os anexos mostram quatro mercados na Corumbá (MS)–Porecatu (PR), três na Porecatu (PR)–Jundiaí (SP), 14 na Maringá (PR)–Mogi Guaçu (SP), cinco na Porecatu (PR)–Santos (SP) e 23 na Ponta Porã (MS)–Curitiba (PR).</p>
<p class="" data-start="2275" data-end="2644">A Expresso Itamarati concentra o maior volume: quatro decisões e 407 novos mercados considerados nesta retomada. As decisões nº 1.320, 1.321 e 1.322 trazem, respectivamente, 108, 148 e 137 seções; a nº 1.327 acrescenta outras 14 a um TAR já existente.</p>
<h3 data-section-id="6c0ahg" data-start="2646" data-end="2677">QUADRO RESUMIDO POR EMPRESA</h3>
<div class="group TyagGW_tableContainer">
<div class="TyagGW_tableWrapper flex flex-col-reverse w-fit" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" data-start="2679" data-end="2851">
<thead data-start="2679" data-end="2718">
<tr data-start="2679" data-end="2718">
<th class="last:pe-10" data-start="2679" data-end="2689" data-col-size="sm">Empresa</th>
<th class="last:pe-10" data-start="2689" data-end="2700" data-col-size="sm">Decisões</th>
<th class="last:pe-10" data-start="2700" data-end="2718" data-col-size="sm">Mercados novos</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="2735" data-end="2851">
<tr data-start="2735" data-end="2758">
<td data-start="2735" data-end="2748" data-col-size="sm">Bella Vita</td>
<td data-start="2748" data-end="2752" data-col-size="sm">1</td>
<td data-start="2752" data-end="2758" data-col-size="sm">18</td>
</tr>
<tr data-start="2759" data-end="2785">
<td data-start="2759" data-end="2775" data-col-size="sm">Viação Garcia</td>
<td data-start="2775" data-end="2779" data-col-size="sm">5</td>
<td data-start="2779" data-end="2785" data-col-size="sm">49</td>
</tr>
<tr data-start="2786" data-end="2818">
<td data-start="2786" data-end="2807" data-col-size="sm">Expresso Itamarati</td>
<td data-start="2807" data-end="2811" data-col-size="sm">4</td>
<td data-start="2811" data-end="2818" data-col-size="sm">407</td>
</tr>
<tr data-start="2819" data-end="2851">
<td data-start="2819" data-end="2831" data-col-size="sm"><strong data-start="2821" data-end="2830">Total</strong></td>
<td data-start="2831" data-end="2840" data-col-size="sm"><strong data-start="2833" data-end="2839">10</strong></td>
<td data-start="2840" data-end="2851" data-col-size="sm"><strong data-start="2842" data-end="2849">474</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p><strong>O QUE É UMA “JANELA” E POR QUE ELA DEFINE QUANDO UMA EMPRESA PODE PEDIR NOVOS MERCADOS</strong></p>
<p>Apesar do nome técnico, a lógica das chamadas janelas é relativamente simples.</p>
<p>Desde o novo marco regulatório do transporte interestadual, a empresa habilitada pela ANTT não pode, como regra geral, pedir um novo mercado a qualquer momento. A agência concentra a apresentação desses pedidos em períodos previamente determinados, chamados de janelas de abertura.</p>
<p>E “mercado”, no vocabulário regulatório, não significa necessariamente uma linha completa de ônibus. A Resolução nº 6.033 define mercado como o par de municípios situados em diferentes Estados que caracteriza uma origem e um destino. Uma mesma linha pode, portanto, reunir dezenas ou centenas de mercados ou seções. É por isso que falar em dezenas de milhares de mercados não significa necessariamente dezenas de milhares de novas linhas independentes.</p>
<p>Existem dois conceitos principais.</p>
<p>A janela ordinária faz parte do processo regular de abertura do mercado. Pela regra da Resolução nº 6.033, deve ocorrer após a ANTT classificar os mercados com base em demanda, eficiência e demais indicadores previstos no novo marco. A norma estabelece abertura progressiva para evitar uma entrada indiscriminada de operadores em mercados cuja sustentabilidade econômica ou condições técnicas e operacionais precisam ser consideradas.</p>
<p>Já a Janela Extraordinária nº 1/2024 possui também uma função de transição para o novo modelo. Ela foi criada especificamente para atacar duas situações: mercados sem atendimento direto e mercados nos quais havia apenas uma transportadora.</p>
<p>Para esta primeira janela, a ANTT estabeleceu a possibilidade de entrada de até duas novas transportadoras em mercados sem atendimento e de uma nova empresa nos mercados atendidos por apenas uma autorizatária.</p>
<p>Se o número de interessadas não ultrapassa o número de vagas previstas, não há competição entre empresas pelo mercado. Atendidos os requisitos regulatórios, a transportadora pode ser contemplada diretamente.</p>
<p>Quando há mais empresas interessadas do que vagas, entra o processo seletivo. Pela regra da primeira Janela Extraordinária, vence a empresa que apresentar o maior lance financeiro; em caso de empate, está previsto sorteio.</p>
<p>É justamente esta segunda etapa, dos mercados disputados, que ainda aguarda a definição de um novo calendário para os lances.</p>
<p><strong>BELLA VITA, GARCIA E ITAMARATI APARECEM NAS PRIMEIRAS DECISÕES DA RETOMADA</strong></p>
<p>Os documentos analisados mostram que a retomada já alcançou a emissão de Termos de Autorização para mercados que estavam na parte da janela que não dependia de disputa por lances.</p>
<p>Entre os casos estão a Bella Vita Transportes, para Jandira (SP) – Governador Valadares (MG); a Viação Garcia, em mercados como Maringá (PR) – Mogi Guaçu (SP) e Porecatu (PR) – Santos (SP); e a Expresso Itamarati, com novas autorizações envolvendo Cuiabá (MT) – Olímpia (SP) e Alta Floresta (MT) – Porto Velho (RO).</p>
<p>Segundo o material encaminhado ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, estes mercados fazem parte do grupo de ligações desatendidas antecipadas no âmbito do Comunicado SUPAS nº 41, justamente porque não precisaram ser submetidas à competição por lances. Os atos ainda dependem das formalidades de publicação para a produção dos efeitos correspondentes.</p>
<p>A existência do TAR, entretanto, não significa simplesmente que um ônibus começa a circular automaticamente no dia seguinte.</p>
<p><strong>EMPRESA RECEBE A AUTORIZAÇÃO, MAS PRECISA COLOCAR O SERVIÇO NA RUA</strong></p>
<p>As decisões mais recentes estabelecem prazo de até 30 dias, contado do início da vigência do TAR, para o começo da prestação dos serviços. É admitida uma prorrogação por mais 30 dias, desde que exista justificativa.</p>
<p>O descumprimento do prazo pode resultar na revogação do Termo de Autorização. O serviço também fica limitado às seções expressamente previstas no TAR e irregularidades graves, após processo administrativo, podem resultar em cassação.</p>
<p>É neste ponto que Ilo Löbel da Luz faz a distinção entre conseguir o mercado e conseguir operá-lo.</p>
<p>Na avaliação do especialista, o período em que a janela esteve parada poderia ter sido usado pelas transportadoras para analisar demanda, concorrência, disponibilidade de veículos, motoristas, garagens, pontos de apoio, viabilidade econômica e documentação.</p>
<p>“O que separa as empresas agora não é mais só ter direito ao mercado. É ter estrutura pronta pra operar em 30 dias”, afirma Ilo.</p>
<p>A declaração representa a avaliação técnica do entrevistado. A ANTT não estabeleceu qualquer preferência ou benefício regulatório para empresas que tenham se preparado previamente: todas continuam submetidas às mesmas regras do procedimento.</p>
<p>Para Ilo, também não se deve confundir autorização com garantia de sucesso comercial.</p>
<p>“O direito de operar é o ponto de partida. A capacidade de competir é o que transforma a autorização em resultado”, diz.</p>
<p>Ou seja, uma ligação pode estar disponível do ponto de vista regulatório e ainda assim não possuir demanda suficiente para sustentar os custos de veículos, pessoal, combustível, pedágios, terminais e estrutura operacional.</p>
<p><strong>PRÓXIMA GRANDE ETAPA É A DISPUTA PELOS MERCADOS COM MAIS INTERESSADOS QUE VAGAS</strong></p>
<p>Os atos atuais são justamente a parte menos conflituosa da janela.</p>
<p>Em abril de 2026, a ANTT informou que apenas 5.459 mercados, equivalentes então a 11,5% do universo analisado, necessitariam passar pelo processo seletivo. Outros milhares de mercados poderiam seguir sem disputa porque o número de pretendentes não ultrapassava o limite de novas empresas permitido pela regulamentação.</p>
<p>Antes da interrupção judicial, a agência havia marcado 20 de julho de 2026 para abrir o sistema de lances. O STF suspendeu a janela antes dessa fase, e o cronograma perdeu efeito.</p>
<p>Com a liberação do procedimento em agosto, a ANTT pôde retomar os atos, mas até esta quinta-feira, 11 de setembro de 2026, não havia sido divulgada uma nova data oficial para o início dos lances.</p>
<p>Para Ilo Löbel da Luz, é este o momento que permitirá medir com maior clareza a preparação das empresas.</p>
<p>“O próximo ponto de virada real é a abertura do sistema para lances nos mercados sujeitos a processo seletivo”, avalia o especialista, destacando que a data ainda não estava confirmada.</p>
<p><strong>DISPUTA JUDICIAL NÃO TERMINOU COM A DECISÃO DE 13 DE AGOSTO</strong></p>
<p>A retirada da suspensão em agosto não significa que todas as controvérsias jurídicas tenham desaparecido.</p>
<p>Em 9 de julho de 2026, André Mendonça havia suspendido toda a Janela Extraordinária ao analisar uma reclamação apresentada pela Anatrip. A entidade sustentava, entre outros argumentos, que o procedimento da ANTT contrariava parâmetros definidos pelo STF nas ADIs 5.549 e 6.270 e levantava questionamentos sobre o sistema eletrônico utilizado para a seleção.</p>
<p>A decisão cautelar levou em consideração possíveis fragilidades de segurança cibernética apontadas no processo, relacionadas a itens como criptografia, registros de auditoria e autenticação. A ANTT recebeu dez dias para apresentar informações adicionais.</p>
<p>A agência respondeu em agosto sustentando que o sistema era seguro, rastreável e auditável e que havia recebido aprimoramentos.</p>
<p>Em 13 de agosto, André Mendonça reconsiderou a medida, revogou a cautelar e negou seguimento à reclamação. Juridicamente, há uma diferença importante: a decisão não significou um julgamento definitivo, pela Segunda Turma, de todos os aspectos técnicos e econômicos da janela. O ministro concluiu que não havia a chamada estrita aderência necessária para usar uma reclamação constitucional como instrumento para rediscutir o procedimento administrativo da ANTT.</p>
<p>Em 20 de agosto, a Anatrip apresentou agravo regimental, que leva a contestação da decisão individual para análise colegiada. O andamento oficial do STF registra o recurso e mostra que o caso permanece sob relatoria de André Mendonça.</p>
<p>Portanto, administrativamente a janela voltou a caminhar. Judicialmente, o caso ainda possui recurso pendente.</p>
<p><strong>TCU TAMBÉM FOI ACIONADO E NÃO SUSPENDEU A JANELA EM 2026</strong></p>
<p>Outra frente ocorreu no Tribunal de Contas da União.</p>
<p>Uma denúncia pediu medida cautelar contra atos da Janela Extraordinária, alegando que a expansão estaria ocorrendo sem respaldo técnico, operacional e econômico suficiente.</p>
<p>O TCU conheceu a denúncia, negou a cautelar e a considerou improcedente. Posteriormente foram apresentados embargos, mas, no Acórdão nº 1.993/2026, de 29 de julho, o Plenário decidiu por unanimidade não conhecê-los por ausência de legitimidade do embargante.</p>
<p>O episódio é diferente da reclamação no STF. Enquanto o Tribunal de Contas não determinou a paralisação do procedimento naquele processo, a cautelar de André Mendonça efetivamente suspendeu toda a janela durante pouco mais de um mês.</p>
<p><strong>NOVA DISCUSSÃO JÁ ATINGE A PRIMEIRA JANELA ORDINÁRIA</strong></p>
<p>Há ainda outra questão em andamento.</p>
<p>O Setrinpe/GO acionou a Justiça em setembro de 2026 para tentar obrigar a ANTT a divulgar a classificação dos mercados referente aos ciclos de 2024 e 2025.</p>
<p>Essa classificação é importante porque serve de base para a janela ordinária, na qual a abertura deixa de se concentrar apenas nos mercados desatendidos ou monopolizados abrangidos pela primeira janela extraordinária e passa a seguir os indicadores econômicos e de eficiência previstos na Resolução nº 6.033.</p>
<p>Assim, enquanto a primeira janela extraordinária ainda produz TARs e aguarda a fase de lances, já existe uma discussão paralela sobre quando a etapa seguinte do novo marco regulatório começará efetivamente.</p>
<p><strong>ANTT CHEGOU A PROJETAR SISTEMA COM MAIS DE 75 MIL MERCADOS</strong></p>
<p>Os números ajudam a dimensionar por que a janela provocou uma disputa tão intensa.</p>
<p>Em julho, a ANTT informou que haviam sido solicitados 47.291 mercados: 38.379 classificados como não atendidos e 8.912 que possuíam apenas uma transportadora. A agência também projetou que o número de municípios alcançados pelo transporte interestadual poderia passar de 2.027 para 2.783 e que o total de empresas autorizadas poderia crescer de 176 para 268.</p>
<p>Em manifestação apresentada no processo do STF, a ANTT utilizou outra fotografia da base regulatória. Segundo dados reproduzidos na própria decisão de André Mendonça, 301 empresas fizeram solicitações, das quais 113 representariam novos operadores em comparação com 188 empresas que então possuíam TAR. Nesse cálculo, o total de mercados atendidos poderia saltar de 33.829 para 75.501, crescimento de aproximadamente 123%.</p>
<p>Os números não devem ser tratados como 75,5 mil linhas novas nem como resultado já garantido. Além de “mercado” significar um par origem-destino, há pedidos que dependem de processo seletivo, TARs que ainda precisam ser emitidos e empresas que terão de efetivamente iniciar e manter os serviços.</p>
<p>É justamente por isso que, segundo Ilo, a retomada abre uma nova etapa, mas não encerra a discussão.</p>
<p>Na avaliação dele, “a pergunta não é se a empresa esperou a decisão do STF. É o que ela fez enquanto esperava”.</p>
<p>Mais uma vez, é uma avaliação do entrevistado. A concretização dos números projetados dependerá das decisões da ANTT, da conclusão dos processos seletivos, do cumprimento das exigências pelas transportadoras e também do desfecho das contestações judiciais ainda existentes.</p>
<p><strong>CRONOLOGIA: DA AUTORIZAÇÃO À JANELA E À DISPUTA NOS TRIBUNAIS</strong></p>
<ul>
<li><strong>Junho de 2014 – Regime muda de permissão para autorização:</strong> a Lei nº 12.996 altera a Lei nº 10.233 e estabelece que o transporte rodoviário coletivo regular interestadual e internacional de passageiros passa a ser delegado por autorização, sem exclusividade e em ambiente de competição. Até então, a prestação regular estava vinculada principalmente ao regime de permissão, sujeito a licitação.</li>
<li><strong>Junho/julho de 2015 – ANTT regulamenta o novo modelo:</strong> a Resolução nº 4.770 estabelece as primeiras regras para habilitação e operação regular sob autorização.</li>
<li><strong>4 de março de 2021 – TCU paralisa novos mercados:</strong> uma cautelar do Tribunal de Contas suspende a análise de novos pedidos de mercados pela ANTT diante de questionamentos sobre a forma como as autorizações estavam sendo concedidas. A paralisação permaneceria até fevereiro de 2023.</li>
<li><strong>2022 – Lei nº 14.298 altera as regras:</strong> a legislação reforça os critérios relacionados às inviabilidades técnica, operacional e econômica que precisam ser considerados na abertura do mercado.</li>
<li><strong>15 de fevereiro de 2023 – TCU libera retomada, mas exige nova regulamentação:</strong> pelo Acórdão nº 230/2023, o Tribunal revoga a cautelar, faz determinações à ANTT e cobra regulamentação das condições previstas no artigo 47-B da Lei nº 10.233.</li>
<li><strong>29 de março de 2023 – STF valida o regime de autorização:</strong> ao julgar as ADIs 5.549 e 6.270, o Supremo considera constitucional a prestação do serviço interestadual e internacional de passageiros por autorização sem licitação prévia.</li>
<li><strong>21 de dezembro de 2023 – nasce o novo marco do TRIP:</strong> a ANTT aprova a Resolução nº 6.033, regulamentando inviabilidade técnica, operacional e econômica e criando o sistema de abertura progressiva por janelas ordinárias e extraordinárias.</li>
<li><strong>27 de setembro de 2024 – ANTT abre a primeira Janela Extraordinária:</strong> o procedimento é destinado inicialmente a mercados desatendidos e atendidos por apenas uma empresa.</li>
<li><strong>29 de outubro de 2024 a 17 de janeiro de 2025 – empresas fazem os primeiros pedidos:</strong> o prazo originalmente previsto até novembro é sucessivamente prorrogado e termina em 17 de janeiro.</li>
<li><strong>27 de janeiro de 2025 – Justiça suspende a janela por 60 dias:</strong> uma decisão na ação civil pública apresentada pela Amobitec paralisa as etapas seguintes. A entidade questionava, entre outros pontos, os limites de entrada estabelecidos pela regulamentação.</li>
<li><strong>30 de abril de 2025 – TRF-1 derruba a liminar:</strong> decisão em recurso da ANTT suspende os efeitos da ordem obtida pela Amobitec e restabelece a possibilidade de continuidade da janela.</li>
<li><strong>14 de outubro a 12 de novembro de 2025 – sistema é reaberto:</strong> a ANTT permite nova apresentação de solicitações e mantém registrados os pedidos feitos até janeiro.</li>
<li><strong>12 de março de 2026 – começam os pagamentos das inscrições:</strong> a ANTT envia as GRUs das solicitações consideradas válidas e inicia a consolidação do resultado.</li>
<li><strong>24 de abril de 2026 – ANTT divulga o primeiro grande resultado:</strong> a agência informa que milhares de mercados poderão ser abertos, com apenas 5.459 dependendo naquele momento de disputa por processo seletivo.</li>
<li><strong>11 de maio de 2026 – ANTT manda reprocessar os resultados:</strong> regularizações administrativas e mudanças na situação de mercados levam a SUPAS a determinar nova análise das listas divulgadas em abril.</li>
<li><strong>8 de junho de 2026 – ANTT volta atrás e preserva as listas de abril:</strong> a agência conclui que sucessivos reprocessamentos poderiam provocar instabilidade e mantém os resultados já divulgados, marcando os lances para 20 de julho.</li>
<li><strong>8 de julho de 2026 – caso Auto Viação Progresso abre nova frente judicial:</strong> a Justiça Federal determina, em relação aos mercados discutidos naquele processo, a retirada da classificação de monopolista quando já havia outra empresa operando por decisão judicial. A discussão lança dúvida sobre milhares de mercados em situação semelhante, embora o alcance imediato da decisão fosse restrito ao caso analisado.</li>
<li><strong>9 de julho de 2026 – STF suspende toda a janela:</strong> André Mendonça concede cautelar na Reclamação nº 86.498, ajuizada pela Anatrip, diante de questionamentos jurídicos e de segurança do sistema eletrônico. A decisão é divulgada no dia 10.</li>
<li><strong>Julho de 2026 – TCU não paralisa o procedimento:</strong> em outra contestação, o Tribunal de Contas rejeita pedido cautelar e considera improcedente denúncia contra a janela; em 29 de julho, não conhece dos embargos apresentados contra essa decisão.</li>
<li><strong>10 de agosto de 2026 – ANTT entrega informações técnicas ao STF:</strong> a agência sustenta que o sistema é auditável, rastreável e seguro e pede a retirada da cautelar.</li>
<li><strong>13 de agosto de 2026 – André Mendonça retira a suspensão:</strong> o ministro reconsidera a cautelar e nega seguimento à reclamação, permitindo a retomada administrativa da Janela Extraordinária.</li>
<li><strong>20 de agosto de 2026 – Anatrip recorre:</strong> a associação apresenta agravo regimental contra a decisão de André Mendonça. O recurso mantém a discussão no STF, embora a janela permaneça liberada enquanto não houver nova ordem em sentido contrário.</li>
<li><strong>3 de setembro de 2026 – nova ação mira a janela ordinária:</strong> o Setrinpe/GO pede judicialmente que a ANTT publique as classificações dos mercados dos ciclos de 2024 e 2025, informação necessária para avançar na primeira janela ordinária do novo marco.</li>
<li><strong>4 e 8 de setembro de 2026 – SUPAS avança com novos TARs:</strong> decisões analisadas pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> alcançam Bella Vita, Garcia e Itamarati em mercados desatendidos que não dependiam de lances, mostrando que a retomada administrativa já chegou à etapa de autorização. Os mercados sujeitos à competição ainda aguardam novo calendário.</li>
</ul>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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